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Portefólio

Olá a todos! Chamo-me Pedro Mira, tenho 16


anos e vivo em Beja, frequento a escola D.
Manuel, este blog foi pedido pela minha
professora Fátima Santos, de Língua Portuguesa,
como forma de portefólio, onde vou colocar toda
a informação tratada nas aulas. Espero que seja
do vosso interesse.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

ACTO II
Cena I – Maria e Telmo

Maria pretende conversar com Telmo, para que este lhe


revele a identidade do retrato que tanto assustava a
mãe.

O incêndio do palácio provocou impressões diferentes


entre Maria e Madalena, maria ficou fascinada,
encontrou nele alimento para a usa fértil imaginação;
Madalena ficou doente, aterrorizada, cheia de
pesadelos, liga o incêndio à perda do marido, de que a
destruição do retrato é um prognostico fatal.

Tal como no acto I, Maria agora cita o inicio de um


livro trágico (pressentimento de fatalidade).

Na sala dos retratos, onde Maria conversava com


Telmo, há 3 retratos que a fascina. Ela conhece dois
mas quer confirmar o de D. João de Portugal. Em
analepse, recorda o que ocorreu oito dias antes e que
tanto perturbou a mãe, deixando-a doente. As atitudes
estranhas da mãe perante o retrato deixaram Maria
curiosa.

Telmo alterou a sua posição face Manuel de Sousa


depois do incêndio: antes admitia as suas qualidades,
mas não o admirava; agora admira-o pelo seu
patriotismo e lealdade.

Quando Maria questiona Telmo sobre a identidade do


retrato, este não responde.

Cena II – Maria, Manuel de Sousa e Telmo

É Manuel de Sousa (que entra sem que nenhum dos


dois - Maria e Telmo – se aperceberem) que revela a
identidade do retrato a Maria.

Manuel de Sousa refere-se a D. João, tal como fizera


na cena VIII do acto I: admira as suas qualidades e não
tem ciúmes.

Manuel de Sousa chega encoberto com uma capa, pois


anda escondido (há oito dias) dos governadores.

Maria confessa ao pai as suas capacidades intuitivas:


já sabia a identidade do retrato sem ninguém lhe ter
dito; era de um saber “cá de dentro”.

Cena III – Manuel de Sousa e Maria

Pai e filha conversam sobre a vida e confessa que com


aquela capa parece um frade. Novo indicio de
fatalidade.

Acentuam-se as relações familiares;: D. Madalena


sempre respeitou D. João, mas nunca o amou; amou e
ama Manuel de Sousa.

Maria não controla as emoções diante do retrato de D.


João: admira-o pela sua coragem e liga-o ao seu rei,
mas ama os seus pais.

Nesta cena, Manuel é meigo, carinhoso e afectivo para


com a filha.

Cena IV – Maria, Manuel de so8usa e frei Jorge

Frei Jorge sugere a Manuel de Sousa que o acompanhe


a Lisboa para agradecer ao arcebispo pois foi ele que
intercedeu junto dos outros governadores.

Manuel decide acompanhá-lo a Lisboa, pois ate precisa


de ir ao sacramento conversar com a abadessa (é a tia
Joana de Castro que se separou do marido, para ambos
professarem). Mais um indicio de fatalidade (também
Manuel e Madalena vão separar-se e professar).

Maria quer acompanhar o pai a Lisboa; quer conhecer


a tia Joana e quer levar consigo Telmo, frei Jorge e
Doroteia.

Cena V – Madalena, Jorge, Manuel e Maria

Madalena que já está melhor, reage mal à ida de


Manuel a Lisboa e não quer que a filha a deixe só.

Madalena teme pelo dia de Hoje, é um dia terrível para


ela ( faz anos que foi a batalha de Alcácer Quibir); é
sexta feira.

Perante toda a confusão, é frei Jorge quem vai resolver


a situação, comprometendo-se a ficar com Madalena.

Madalena está cheia de agoiros, muito ligados ao


passado, cheia de fatais medos.

Tudo faz pressentir que alguma coisa fatal está para


acontecer.

Cena VI – Manuel de Sousa, Madalena e Jorge

Manuel confirma que Maria precisa de espairecer.


Talvez lhe faça bem.

Madalena diz que não quer que Telmo fique (Terá


medo das suas conversas?)

Cena VII - Manuel de Sousa, Madalena, Jorge e Maria


entrando com Telmo e doroteia

Madalena está preocupada, assustada e temerosa.


Chora e pede a todos que não se afastem de Maria, que
a protejam.

A despedida é dolorosa e dramática.

Cena VIII – Manuel de Sousa, Madalena, Jorge e


Maria entrando com Telmo e doroteia

Madalena volta a evidenciar a sua incapacidade para


não sentir medo e horror.

A despedida é dramática – voltam a referir a Condessa


de Vimioso (Joana de Castro) e paira no ar a fatalidade.

Cena IX – frei Jorge, monólogo

Frei Jorge sente só, contagiado também ele pela


atmosfera trágica que se adensa.

Cena X – Jorge e Madalena

Madalena dá ordens a Miranda para que fique no


mirante até que o bergantim chegue a Lisboa.

Madalena confessa a Jorge que HOJE é o dia da sua


vida que mais tem receado.

· Faz anos que casou a primeira vez.


· Faz anos que se perdeu el-rei (e D. João).
· Faz anos que conheceu Manuel de Sousa.

Madalena considera-se uma pecadora.

· Conheceu Manuel de Sousa quando ainda D.


João era vivo.
· Amou-o assim que o viu; o pecado estava-lhe
no coração; a imagem do amante perseguia-a;
apenas foi fiel a D. João.

Adverbio de tempo HOJE repete-se nove vezes.

Cena XI – Madalena, Jorge e Miranda

A conversa de Madalena com frei Jorge é interrompida


por Miranda. Esta traz a noticia da chegada de um
romeiro – peregrino de Espanha, de Roma, dos santos
lugares…

Madalena desvaloriza, mas Miranda diz que o romeiro


traz um recado que só dará a Madalena.

Depois de algum desinteresse e sobressalto, Madalena


dá ordem que mande entrar o romeiro.

Cena XII – Madalena e Jorge

Desconfianças de Jorge face a estranhos.

Cena XIII – Madalena, Jorge e Miranda que volta


com o Romeiro

Miranda apresenta o Romeiro.

Jorge apresenta-o a Madalena de Vilhena e pergunta se


é ela a quem lhe deseja falar.

O Romeiro como se a conhecesse (e conhece)


confirma.

Cena XIII – Madalena, Jorge, Romeiro

É nesta cena que se atinge o clímax da acção.

O Romeiro face às perguntas de que lhe vão fazendo,


vai-se dando a conhecer gradualmente.

Madalena, ingenuamente, não conhece D. João.

Constatando que ninguém o conhece, o Romeiro num


“eu” e num “ele”, desdobrando a sua personalidade:
transforma-se num “eu” que traz o recado de um “ele”
/ D. João.

A partir da revelação do recado, Madalena apenas


compreende que D. João está vivo: a legitimidade de
Maria é obvia e o seu casamento foi anulado, Manuel
já não existe como seu marido.

Ao longo desta cena, todos os sinais e palavras do


Romeiro o identificam com D. João. Todos o
percebem. Apenas Madalena não o reconhece.

Cena XV – Jorge e o Romeiro

Face à pergunta de Jorge o Romeiro identifica-se


através da palavra NINGUÉM, apontando para o
retrato.

Pedro MIra à(s) 16:14

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2 comentários:

Luz Lecter 29 de janeiro de 2017 às 10:36


Este comentário foi removido pelo autor.
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Respostas

Luis Afonso 16 de novembro de 2017 às


14:34
Tas te a esticar po pedroca? Ta a tirar a
pinta

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