Você está na página 1de 74

Máquinas de Fluxo

Funcionamento de Bombas em Instalações


Sumário – Condições de funcionamento de bombas
relativamente aos encanamentos

• Curva característica de um encanamento


• Ponto de funcionamento de uma turbobomba
• Regulagem por bomba por atuação no registro e na velocidade
de rotação
• Funcionamento das bombas fora das condições nominais
• Associação de bombas em série e bombas em paralelo

14-03-2015 Luis Ferro 1


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Bibliografia
• Falcão, A.F.O., Mecânica dos Fluidos II. Turbomáquinas. Capítulo 4 e 5
• Lopes dos Santos, S. Bombas & Instalações Hidráulicas. Capítulo 3
• Macintyre, Archibald J. Bombas e Instalações de Bombeamento. Capítulo 7
• White F. M ., Fluid Mechanics. Capítulo 11
• Grundfoss. Research and Technology. The Centrifugal Pump.

14-03-2015 Luis Ferro 2


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Bibliografia
• Problemas

14-03-2015 Luis Ferro 3


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 4


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Curva Característica de um Encanamento
• Aplicando a equação de energia entre os pontos 1 e 2 podemos
escrever

onde
• z1 e z2 são a elevação
dos pontos 1 e 2
• hA a altura de elevação
da bomba
• hL a altura de perda ou
perda de carga com

hL  h f  hm
14-03-2015 Luis Ferro 5
Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Curva Característica de um Encanamento
• As perdas de carga são calculadas em função da instalação
• Na instalação representada

• Pelo podemos escrever

• Os termos da perda de carga singular são proporcionais a Q2


• Os termos da perda de carga em linha são proporcionais
− ao coeficiente de atrito f
− à vazão ao quadrado Q2
• A variação do termo da perda de carga em linha depende assim do
modo com f varia com a vazão
14-03-2015 Luis Ferro 6
Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Curva Característica de um Encanamento
Variação do coeficiente de atrito com a vazão
• O coeficiente de atrito f depende do número de Reynolds ReD do
escoamento e da relação /D, onde  é a rugosidade do tubo
• O valor de f pode ser calculado pelo diagrama de Moody ou pelas
equações de Colebrook ou Swamee-Jain

• Para escoamento completamente turbulento em tubos rugosos e para


um dado /D o coeficente de atrito f é constante com o número de
Reynolds
• Para escoamento laminar f é proporcional
14-03-2015 Luis Ferro ao inverso de ReD 7
Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Diagrama de Moody

14-03-2015 Luis Ferro 8


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Curva Característica de um Encanamento
• Considere-se de novo a equação de energia

• Pelo que

• Termos independentes da vazão

• Termos dependentes da vazão

14-03-2015 Luis Ferro 9


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Curva Característica de um Encanamento
• A expressão geral das perdas de carga é

• Para vários tubos de diâmetros diferentes

• Substituindo na equação de energia

• Substituindo a velocidade pela vazão obtém-se

14-03-2015 Luis Ferro 10


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Curva Característica de um Encanamento
• Considerando escoamento completamente turbulento com f constante
a expressão geral das perdas de carga é do tipo
8  1 1   Li  1  
hL  KQ com K 
2

2 
g  4
 
4 
  
 i
f   K 
ij   4 
 D2 D1  i  Di j  Di  

onde a constante K é uma constante caracterísitica do encanamento
• A curva das perdas de carga é uma parábola que passa pela origem
• As unidades de K, para a vazão em m3/s 35
30

(m)
são m-5s2

L
25

Perda de Carga h
20
• A curva final do encanamento é do tipo 15
10

5
0
0.00 0.02 0.04 0.06 0.08
3
Caudal (m /s)
14-03-2015 Luis Ferro 11
Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 12


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Curva Característica de um Encanamento
• Ponto de funcionamento

hA  H 0  KQ 2 100

90

p2  p1
H 0  z 2  z1  80

 70
Curva do encanamento
60
H (m)

50

40

30

20

Ponto de funcionamento 10 Curva característica


0
0.0000 0.0005 0.0010 0.0015 0.0020 0.0025 0.0030 0.0035 0.0040

14-03-2015 Luis Ferro Q (m 3/s) 13


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 14


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 15


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 16


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

O ponto de funcionamento é o ponto de


interseção da curva da bomba com a
curva do encanamento

14-03-2015 Luis Ferro 17


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Curva Característica de um Encanamento

O ponto de funcionamento é o ponto de


interseção da curva da bomba com a
curva do encanamento

14-03-2015 Luis Ferro 18


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Exemplos de Curvas Características – Tanques com o mesmo nível
• Tanques com o mesmo nível e com a mesma pressão na superfície livre

p2  p1
H 0  z 2  z1   H0  0

• A curva característica será

H inst  KQ 2

14-03-2015 Luis Ferro 19


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Exemplos de Curvas Características - Escoamento por gravidade
• Escoamento por gravidade

p2  p1
H 0  z 2  z1   H0  0

• A curva característica será

H inst  H 0  KQ 2

14-03-2015 Luis Ferro 20


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Exemplos de Curvas Características – Bomba Booster com By-Pass (1)
• Bomba Booster em By-Pass

p2  p1
H 0  z 2  z1   H0  0

• A curva característica será

H inst  H 0  KQ 2
14-03-2015 Luis Ferro 21
Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Exemplos de Curvas Características – Bomba Booster com By-Pass (2)
• Bomba Booster em By-Pass

• Em geral esta instalações


funcionam com um by-pass na
bomba

14-03-2015 Luis Ferro 22


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Exemplos de Curvas Características – Bomba em circuito fechado
• Bomba em circuito fechado

p2  p1
H 0  z 2  z1   H0  0

• A curva característica será

H inst  KQ 2

14-03-2015 Luis Ferro 23


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Alteração do nível de um tanque (1)
• Modificação da curva característica

p2  p1
H 0  z 2  z1 

• O nível do líquido diminui

p2  p1
z 2  z1   H 0  z 2  z1  

• O nível do líquido aumenta


p2  p1
z 2  z1   H 0  z 2  z1  

14-03-2015 Luis Ferro 24


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Alteração do nível de um tanque (2)

14-03-2015 Luis Ferro 25


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Tempo de serviço – Envelhecimento
• O envelhecimento da tubagem provoca alterações na tubagem
• Aparecimento de incrustações
• O coeficiente de atrito, em geral aumenta

14-03-2015 Luis Ferro 26


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 27


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Exemplos de Curvas Características – Problema de aplicação
• Dados da instalação:
− Tanque inferior pressurizado
− Válvula retenção (VRE) do tipo levantamento
− Válvulo de globo (VGL) reta sem guia
− Bomba com bocas 65x50

14-03-2015 Luis Ferro 28


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 29


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 30


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 31


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 32


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Regulagem de Bombas por Atuação no Registro
• Fechando ou abrindo o registro altera-se o valor do K do encanamento
• Fechando o registro K aumenta e abrindo o registro K diminui
• Para a situação de fechar o registro
− A vazão Q diminui
− A altura de elevação da bomba hA aumenta
− O rendimento da bomba  diminui
− Pelo que a potência fornecida pelo exterior à bomba Pm (potência motriz)
pode aumentar ou diminuir

gQH u
Pm 

14-03-2015 Luis Ferro 33


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Modificação da Curva Característica – Fechamento de Válvula

14-03-2015 Luis Ferro 34


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Regulagem de Bombas por Variação de Velocidade de Rotação
• O K do encanamento permanece inalterado
• Para a situação de redução da velocidade de rotação
− A vazão Q diminui

− A altura de elevação da bomba hA diminui

− O rendimento da bomba  diminui, mas fica próximo do ponto inicial

− Pelo que a potência fornecida pelo exterior à bomba Pm diminui

• Se p2=p1 e z2=z1 o rendimento da bomba não se altera (a não ser pela


influência do número de Reynolds)

14-03-2015 Luis Ferro 35


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Regulagem de Bombas por Atuação no Registro e por Variação da
Velocidade de Rotação
60 Fecho de registro
Variação de velocidade
50

40
H (m)

30

20

10

0
0.0000 0.0005 0.0010 0.0015 0.0020 0.0025 0.0030 0.0035 0.0040
Q (m3/s)
14-03-2015 Luis Ferro 36
Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Funcionamento da Bomba fora das Condições de Rendimento Máximo
• Nos slides anteriores vimos as condições de funcionamento das bomba
em vazões não nominais
• Se a vazão é muito reduzida
− o rendimento diminui
− aumenta o esforço (empuxo) radial
− aumento do esforço axial – os mecanismos de controle do esforço axial
perdem a sua eficiência
− ocorrem fluxos de recirculação à entrada do rotor e à saída pode ocorrer um
vórtice de recirculação
− a temperatura do fluido aumenta o que pode causar problemas na remoção
do calor por atrito por exemplo em rolamentos
• Para impedir que isto ocorra deve regular-se a descarga mínima
recorrendo a um sistema de recirculação controlada automaticamente
14-03-2015 Luis Ferro 37
Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Funcionamento da Bomba fora das Condições de Rendimento Máximo
• Empuxo radial

14-03-2015 Luis Ferro 38


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Funcionamento da Bomba fora das Condições de Rendimento Máximo
• Empuxo axial

14-03-2015 Luis Ferro 39


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Funcionamento da Bomba fora das Condições de Rendimento Máximo

Fluxos secundários e vórtice de recirculação em bomba com vazão reduzida


14-03-2015 Luis Ferro 40
Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Funcionamento da Bomba fora das Condições de Rendimento Máximo
• Para impedir que ocorram os inconvenientes referidos deve controlar-se
a descarga mínima
• Utilização de um sistema de recirculação controlada automático
• Apresentam-se algumas soluções possíveis destes sistemas
− Sistema de recirculação contínua
− Sistema de recirculação por meio de medição da descarga
− Sistema de recirculação automática

14-03-2015 Luis Ferro 41


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Sistema de Recirculação Controlada Automaticamente
• Sistema de recirculação contínua
− By-pass que permite o retorno de uma parte do líquido
− Colocação de uma placa de orifícios no by-pass para redução da pressão
− Inconveniente  superdimensionamento da bomba e do motor mesmo nas
condições nominais

14-03-2015 Luis Ferro 42


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Sistema de Recirculação Controlada Automaticamente
• Sistema de recirculação por meio de medição de descarga
− Utilizado quando as bombas operam com pressões muito elevadas
− A válvula do by-pass é operada por um sistema de controle que opera em
função da vazão da bomba

− Quando a vazão se
aproxima do mínimo a
instrumentação que mede
a vazão atua para abrir a
válvula de controle da
recirculação

14-03-2015 Luis Ferro 43


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Sistema de Recirculação Automático
• Sistema de recirculação automático
− O líquido só circula pelo by-pass quando a vazão se aproxima do valor
mínimo recomendado pelo fabricante da bomba

14-03-2015 Luis Ferro 44


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Estabilidade de Funcionamento (1)
• A bomba centrífuga da figura alimenta pelo fundo um reservatório de
água
• O reservatório alimenta uma rede de distribuição
• Considerem-se desprezáveis as perdas de carga nesta instalação
o A curva de instalação será uma reta horizontal
• Como funciona na instalação com a bomba cujas curva característica é a
representada na figura b)?
• Como funciona na instalação com a bomba cujas curva característica é a
representada na figura c)?

14-03-2015 Luis Ferro 45


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Estabilidade de Funcionamento (2)

Bombeamento por bomba de característica estável (b) e instável (c)


14-03-2015 Luis Ferro 46
Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Estabilidade de Funcionamento (3)
Curva característica semelhante à representada na figura b)
• Se o consumo e consequentemente a vazão for contante o ponto de
funcionamento é o ponto D
• Se o consumo reduzir o nível de água no reservatório aumenta e o
ponto de funcionamento é o ponto F com uma altura manométrica da
bomba maior
• A altura de elevação da bomba aumenta e a vazão diminui até atingir o
ponto E de vazão nula
• Para vazão nula a válvula de pé impede que a água circule em sentido
contrário de cima par baixo
• A água continua girar na boba aquecendo o que danifica a bomba.
• Quando o consumo aumentar o nível da água baixa e a bomba volta a
funcionar normalmente – funcionamento com regime estável
14-03-2015 Luis Ferro 47
Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Estabilidade de Funcionamento (4)

Bombeamento por bomba com curva característica estável (b)


14-03-2015 Luis Ferro 48
Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Estabilidade de Funcionamento (5)
Curva característica semelhante à representada na figura c)
• Enquanto a vazão estiver na parte descendente da curva da bomba, MI, o
funcionamento da bomba é estável. Se o consumo reduzir o nível de água no
reservatório aumenta e o ponto de funcionamento é o ponto F
• Quando a vazão é menor que QRM o funcionamento da bomba torna-se instável.
O nível do reservatório tende a aumentar sempre até atingir o ponto M
• Quando atinge o ponto M a descarga da bomba se anula bruscamente
• O ponto de funcionamneto passa de M a G. A bomba não pode fornecer qualquer
vazão até o reservatório baixar ao ponto G = I
• A bomba começa a bombear com uma vazão Q= QRI > QRM
• Se a vazão QRI não for consumida o nível do reservatório aumenta e o processo
recomeça

14-03-2015 Luis Ferro 49


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Estabilidade de Funcionamento (6)

Bombeamento por bomba com curva característica instável (c)


14-03-2015 Luis Ferro 50
Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Estabilidade de Funcionamento (7)
Curva característica semelhante à representada na figura c) continuação
• Um manômetro colocado na tubulação de recalque indicaria portanto sucessivas
variações de pressão de HI para HM e depois queda brusca de HM para HG =HI e o
ponto de funcionamento é o ponto F
• Este fenômeno periódico caracteriza a pulsação no bombeamento
• A parte GM da curva característica da bomba, situada à esquerda de QRM,
designa-se por zona de pulsação
• O troço GI da curva designa-se região de funcionamento instável
• A amplitude do fenômeno depende do desnível HM -HG da curva
• A frequência depende da relação entre a descarga da bomba e da
capacidade do reservatório
o Será tanto maior quanto menor for a capacidade do reservatório

14-03-2015 Luis Ferro 51


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Associação de Bombas em Série
• Associam-se duas bombas em série quando H A  B  H A e H A B  H B
• As bombas podem ter diâmetros diferentes e velocidades de rotação
diferentes
• A segunda bomba (B) aspira da descarga da primeira bomba (A)
• A nova curva é obtida somando HA e HB para a mesma vazão Q
• A potência é a soma das potências consumidas por cada uma das
bombas para o caudal de funcionamento
• A curva do encanamento sob quando a vazão Q aumenta pelo que

H A B  H A  H B

14-03-2015 Luis Ferro 53


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Associação de Bombas em Série

Curvas características e pontos


de funcionamento de duas
bombas associadas em série

14-03-2015 Luis Ferro 54


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Associação de Bombas em Série

Curvas características e pontos


de funcionamento de duas
bombas associadas em série

14-03-2015 Luis Ferro 55


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Associação de Bombas em Paralelo
• Associam-se duas bombas em paralelo quando QA B  QAe QA B  QB
• As bombas podem ter diâmetros diferentes e velocidades de rotação
diferentes
• Ambas as bombas têm as mesmas condições de aspiração
• A nova curva é obtida somando QA e Q Bpara a mesma altura de
elevação HA= HB
• Se H Amax  H Bmax 
 a bomba B só arranca quando quando H A  H Bmax
• Somam-se as potências de cada bomba para a mesma altura de
elevação do ponto de funcionamento
• A curva do encanamento sob quando a vazão Q aumenta pelo que
Q A B  Q A  Q B
14-03-2015 Luis Ferro 56
Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Associação de Bombas em Paralelo

Curvas características e pontos de funcionamento de


14-03-2015 duas bombas Luis
associadas
Ferro em paralelo 57
Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Associação de Bombas em Série ou Paralelo

14-03-2015 Luis Ferro 58


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Ponto de Funcionamento com Associação em Série e Paralelo

100 Série
90
Paralelo

80

70

60
H (m)

50

40

30

20

10

0
-0.0005 0.0000 0.0005 0.0010 0.0015 0.0020 0.0025 0.0030 0.0035 0.0040
Q (m3/s)

14-03-2015 Luis Ferro 59


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 60


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 61


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 62


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 63


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 64


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 65


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 66


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 67


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
Associação de Bombas em Série ou Paralelo

14-03-2015 Luis Ferro 68


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 69


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

40

H (bomba)
35
Instalação 1

30

25

20

15

10

0
0.00 0.05 0.10 0.15 0.20 0.25 0.30 0.35 0.40 0.45 0.50

14-03-2015 Luis Ferro 70


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
50

45

H (bomba)
40
Bombas Serie
35 Instalação 1

Instalacao 2
30

25

20

15

10

0
0.00 0.05 0.10 0.15 0.20 0.25 0.30 0.35 0.40 0.45 0.50

14-03-2015 Luis Ferro 71


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações
30

H (bomba)
25 H Paralelo

Instalação 1

20

15

10

0
0.0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1.0

14-03-2015 Luis Ferro 72


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

600.0

500.0

400.0

300.0

200.0

100.0

0.0
-2 2 6 10 14 18 22 26 30 34

14-03-2015 Luis Ferro 73


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 74


Máquinas de Fluxo
Funcionamento de Bombas em Instalações

14-03-2015 Luis Ferro 75