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Ananke ou o conceito de

destino em Freud

SÉRGIO CARVALHO

"Reinava a escuridão: a princíPio escondido na treva, este


todo vazio era um caos indistinto.
Depois, no começo, ergueu-se o Desejo, semente inicial e
germem do espírito." Rigveda. Canto da criação.

Este ensaio visa acompanhar o conceito de destino e sua evolução através


da obra freudiana. Partindo de uma inspeção resumida da antítese prazer-
realidade, tentaremos estabelecer quais as modificações impostas ao prin-
dpio de realidade que autorizam seu investimento mitológico após o
advento do impulso de morte.
Após 1920, com a introdução do mito, a teoria psicanalítica ganha
em amplidão e interrogações ..Parecem longínquos os dias em que Freud
buscava "representar os processos psíquicos como estados quantitativa-
mente determinados de partículas materiais especificáveis, dando assim a
esses processos um caráter concreto e inequívoco" (13, p. 886). Com a
inscrição da psicanálise nas sendas do mito e da parábola, Freud oferece
a seus seguidores uma oportunidade para atuação dos temas primordiais
.de Totem e tabu. Após a negação de um pai ciumento de suas posses,
partilham os irmãos da herança (cindida) e da onipotência (idealizada).
Freud, aluno de Brucke, o qual o liga a Helmholz, passa da ciência
à filosofia e retoma ao tom da tragédia. Essa viragem é a realização de um
antigo desejo, conforme expressa Freud numa carta a Fliess em janeiro

Arq. bras. Psic. apl., Rio de Janeiro, 25 (4) :31·37, out./dez. 1973
de 1896: "alimento no fundo de mim mesmo a esperança de alcançar pelo
mesmo caminho (a medicina) minha primeira meta - a filosofia. É o
que esperava inicialmente antes de haver compreendido bem porque es·
tava no mundo" (10, p. 712).
Essas duas citações ilustram a observação de Lagache a cerca da pre·
sença no próprio Freud de uma tensão constante entre os aspectos empí.
ricos e teóricos. Tensão que é parte de sua herança, e cujo incômodo
seria evitado pela negação de uma de suas faces. Contudo, existe em Freud
a coragem de "perseguir até o fim uma idéia, por simples curiosidade de
ver até onde leva" (3, p. 237) .
E ela leva a um ponto em que a vida demonstra romper os limites
do enquadre. A libido é reinterpretada e, ante o impulso de morte, reas-
sume seu antigo nome de Eros. A noção de um aparelho psíquico, como
"engrenagens que se ajustam perfeitamente, e o conjunto que se asseme-
lhava a umac máquina que·de um momento para outro poderia andar so-
zinha" (10, p. 702), foi reduzida até uma tópica em que o espaço não
é um lugar físico, mas um palco onde atuam papéis e máscaras, "espaço
que se converterá em lugar de ciframento e deciframento" (22, p. 64).
Neste novo contexto, em que o próprio princípio do prazer é questio-
nado, o seu contrário, o princípio de realidade, atrai nossa atenção e in-
cita a curiosidade. Ananke, o nome que lhe é atribuído desdobra-se em
possibilidades. Por que a psicanálise necessita assumir a linguagem do
inesgotável, retomando o mito? À luz dessa representação, que transfor-
mações sofreu a representação?
Por que o convite ao tempo e ao termo do trágico?
A distinção entre processos primário e secundário é uma questão em
pauta desde 1895 quando da elaboração do primeiro modelo teórico freu·
diano. Concepção que se desenvolve numa carta a Fliess, datada de feve-
reiro de 1899: "não só o sonho é uma realização de desejo, mas também
o é o ataque histérico e talvez todo produto da neurose, pois há muito
reconheci a realização de desejo no delírio agudo. Realidade-realização de
desejo: dessa antítese surge nossa vida psíquica (10, p. 829). Utilizando o
modelo clínico da formação de sintomas e da análise dos sonhos, FremI
elabora a noção de um novo tipo de funcionamento mental que obedece a
leis diferentes dos da psicologia tradicional. O processo primário, que
encontramos no Projeto e também no capítulo 7 da Interpretação do:,
sonhos, baseia-se na correspondência do princípio do prazer à função alu-
cinatória do desejo, autorizando assim a assimilação do processo secundá-
rio ao princípio de realidade. Reencontramos o tema no ensaio de 1911.
Os dois prindpios do funcionamento psíquico, onde Freud busca esclare-
cer a gênese do relacionamento homem-realidade, e analisa suas conse-
qüências. Postula que o organismo, perturbado em seu repouso pela pres-
são de uma necessidade, tende a representar o pensado (desejado) numa
alucinação. Privado da satisfação, empreende uma substituição na qual
"ficou introduzido um novo princípio da atividade psíquica: não se re-
presenta mais o agradável, mas o real, embora fosse desagradável" (6, p.
200) .

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Ante a ameaça do fracasso biológico contida no regimem do puro I
princípio do prazer (abstração teórica), o organismo recorre a uma s0-
fisticação do processo, que instaura o princípio de realidade. Instau-
ração progressiva, cujo completo estabelecimento é sempre um fim a
ser alcançado. Em tal contexto, a realidade é vista em termos do útil e
do oposto à fantasia. Freud opõe a um mundo interior, que procura sa-
tisfazer-se pela ilusão, um mundo exterior que progressivamente impõe
ao indivíduo, através do sistema perceptual, o princípio da realidade.
II
Os ensaios metapsicológicos de 1914-17 ilustram a passagem do clí-
nico e descritivo para o sistemático. O princípio de realidade é assimi-
lado ao sistema consciente, e a realidade se converte no correlativo de
consciência, portanto do ego. São suas atribuições a adaptação ao tempo
e o exame de realidade, tendo em conta o possível e o razoável.
I
Na primeira teoria dos instintos, a oposição libido-pulsões do ego
oferece novo campo para a exploração do conflito prazer-realidade. Na
medida em que a ausência da satisfação coloca o processo alucinatório
como inadequado e decepcionante, estabelece-se o princípio de realidade.
As pulsões de autoconservação abandonam o funcionamento segundo o
prazer e são submetidas à educação pela realidade. Por outro lado, as pul-
sões sexuais, favorecidas pelo auto-erotismo, escapam por mais tempo às
exigências do real. E, às fases de evolução da libido corresponderia a "de-
composição da libido nas mãos do princípio de realidade" (22, p. 233) .
I
!
Enquanto o ego prossegue na transformação do eu-prazer em eu-realidade,
as pulsões sexuais passam por fases intel1IDediárias desde o auto-erotismo
ao amor objetaI. A fase genital, compreendendo a relação com o outro e
I
com o destino da espécie, coincide com o princípio de realidade.
Contudo, para Freud, a libido tenderia a manter seus objetos, e seu
desenvolvimento contém as dores e o luto da perda. Por isso, "a escolha
de um objeto não é mais do que um retorno ao passado" (19, p. 822).
I
Essa "escolha", segundo o ensaio de 1914, Introdução ao narcisismo, pode
ser definida como anaclítica, se é feita conforme o modelo do adulto sig-
l
nificante, ou como narcísica, se a escolha busca o semelhante ao próprio
ego. E aqui nos deparamos com um sentimento nostálgico que liga o su-
jeito ao objeto perdido e "marca seu reencontro com o sinal de uma re-
petição impossível" (20, p. 743).
I
Para Freud, a busca do objeto coloca-se sob o signo da repetição, e é
uma figura que se impõe, não num fundo de realidade, mas de angústia.
It
O objeto seria um escudo da angústia do próprio sujeito. Esse é um dos as- I
pectos do pessimismo freudiano, que se enriquece com o ensaio de 1938,
dedicado à clivagem do ego. Demonstra que, ante a exigência da pulsão
e a proibição feita pela realidade, coloca-se o conflito: como manter a
I
satisfação e levar em conta a realidade? E o sujeito oferece duas soluções I
opostas e eficazes: nega a realidade com sua proibição, mas ao mesmo
tempo reconhece o perigo da realidade e considera seu temor a esse peri- I
33
I
I
go como patológico, buscando livrar-se do medo. A engenhosidade da so-
lução não impede que a fissura estabelecida no ego, aumente com o tempo.
E as duas reações "contrárias ao conflito permanecem como ponto central
da clivagem do eu".
Esse mecanismo evidencia numa visão altamente conflitiva a divisão do
homem, predestinado à ânsia do impossível. E o homem define·se como
Dali: "Meu nome é Desejo". À medida que desejar é irrealizar, minha
intencionalidade para com o objeto está voltada ao sempre inalcançável.
E meu desejo, afirmando esta ausência, garante Sua existência. "A pri.
meira e mais imediata função da prova de realidade não é achar na per-
cepção real um objeto correspondente ao representado, mas tornar a en-
contrá·lo, convencer-se de que ainda existe" (14, p. 1043).
O que importa ressaltar aqui é essa nostalgia dos objetos arcaicos,
que leva a estabelecer uma relação de amor com um objeto, não pelo que
tem, mas pelo que lhe falta. A pouca importância do objeto em si e a
preponderância do imaginário conduzem à idéia de um além do objeto,
idéia desenvolvida por Lacan em seu artigo A significação do falo. Essa
perda do objeto e a renúncia à fantasia que implica a evolução libidinal
respondem por uma mudança de tom na teoria. O tema da realidade é
reformulado, e torna-se Ananke, o qual nas palavras de Freud "foi vislum-
brado pelo povo mais dotado da Antigüidade como um poder superior
aos próprios deuses" (5, p. 21)
Esta inscrição do trágico, iniciada em 1910 no ensaio sobre Da Vinci,
prefigura o modelo mítico que será totalmente assumido em 1920.
No contexto desse .ensaio de 1910, Ananke parece traduzir-se numa
ordem onde impera a ausência do Pai, como protótipo da renúncia a toda
ilusão. A religião, organizada em tomo da nostalgia do Pai, trai, na sua
função de consolo, a ligação com o desejo.
Assim, considera Freud, embora Leonardo Da Vinci manifeste sua
admiração ao Criador como causa dos mistérios da natureza, nada per-
mite supor que buscasse um relacionamento pessoal com o poder divino.
E conclui: "as frases em que Da Vinci depositou a sabedoria de seus úl-
timos anos respiram a resignação do homem que se submete à Ananke, às
leis da natureza, e não espera da bondade ou da graça divina atenuação
alguma" (18, p. 225).
Em 1913, Totem e tabu aponta na mesma direção, através da com·
paração do desenvolvimento da libido com a evolução das crenças hu-
manas: à fase animista corresponderia o narcisismo, a fase religiosa ao
estado de objetivação caracterizado pela fixação da libido nos pais, e a
fase científica ao estado de maturidade em que o indivíduo renuncia ao
princípio do prazer, resigna-se ante a morte e submete-se a todas as ou-
tras necessidades naturais. Nessa última fase, pode-se reconhecer uma pri.
meira alusão ao par divino Logos-Ananke, que será retomada em 1927 no
Futuro de uma ilusão, e cujas bodas inaugurarão uma espécie de Idade
de Ouro: "nosso deus Logos realizará todos os nossos desejos que permita
a natureza exterior, mas o fará gradualmente, num futuro imprevisível

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I
e para novas criaturas humanas. A nós, que sofremos dolorosamente a
vida não promete compensação alguma" (5, p. 52).
I
Em 1930, no Mal-estar na cultura, questionando a evolução da famí-
lia e recorrendo às hipóteses de Totem e tabu, Freud descreve como a
vida humana em comum adquiriu seu duplo fundamento: obrigação do
trabalho imposta pelas necessidades exteriores e o poder do amor do ho-
mem à mulher e desta ao filho.
Assim, Eros e a inconstante Ananke "se converteram no pais da cul-
I
f
tura humana cujo primeiro resultado foi o de facilitar a vida em comum
a maior número de seres" (11, p. 46).
É difícil resistir à analogia· fácil dessa imagem de mãe que esteve no
início e estará no fim, inatingível como todo objeto do desejo.
Em 1920, com Além do princípio do prazer, a teoria psicanalítica
abandona a oposição fome-sexo e o modelo físico, assumindo o mítico. E
o mito, como a ciência, explica-se com esquema de interpretação do mun-
do. É "a aplicação fora do campo observável, dos esquemas de pensa-
mento que permitiram organizar os conhecimentos no campo de obser-
vação" (2. p. 411) .
Na trindade proposta, Eros - impulso de morte - Ananke, revela-se
o esquema de Empédocles:
"as coisas não cessam nunca de transformar-se continuamente, ora con-
vertendO-se todas em unidade por força do amor, ora em compensação,
impelidas em direções opostas pela repulsão da inimizade, até que após se
terem reunido novamente num todo se abismam então" (21, p. 88) .
E à alterna mutação, Empédocles chama fado (id.) Em Psicologia
das massas, Freud define Eros: "o que mantém a coesão de todo o exis-
tente" (15, p. 1153) .
Nessa "especulação" de 1920, Ananke é descrita como "a soberana e
implacável lei natural" (3, p. 256). O que se esgotava na prova senso-
rial da realidade, já não cabe nos limites de um princípio do funciona-
mento psíquico. Ananke traduz o estabelecimento de uma realidade des-
pojada de toda ilusão. E, para o homem, instaurar-se na realidade, sig-
nifica resignar-se à própria morte. Nos termos de Totem e tabu, essa se-
ria uma tarefa destinada à visão científica do mundo, onde a onipotên-
cia do desejo é atribuída, não mais aos homens ou aos deuses, mas à
natureza.
Ainda em Além do princíPio do prazer, buscando apoio na biologia
através de observações "que permitem aceitar nos protozoários a existên-
cia de processos internos que conduzem à morte" (3, p. 260), e também
na etnologia - a idéia de morte natural como uma crença estranha aos
povos primitivos. Nesse estágio da cultura a morte seria sempre o fruto
da magia. Com base nesses achados, Freud define os instintos de conser-
vação como destinados a assegurar ao vivo seu caminho peculiar para a
morte, afastando toda casualidade: "o organismo só quer morrer à sua
maneira" (3, p. 252). Assim, Ananke tem garantida sua existência e so-

Destino em Freud 35
berania. Contudo, a aceitação resignada da própria morte é "uma tarefa
que foi tão inconcebível e irreal para o homem primitivo, como ainda o
é hoje para cada um de nós" (8, p. 237) .
A aceitação da "implacável lei natural", implica para o homem a
aceitação de sua própria natureza. Em que medida isso significa assumir
a fissura, o escancaramento? Aceitar-se como duplo, parte e espelho do
universo, o que deseja o impossível, e tem como destino desejar sempre?
Nesse sentido, compreende-se a escolha simbólica relatada no Tema dos
três cofres. Átropos, a inexorável, é a escolhida. Chame-se Afrodite ou
Cordelia a que se impõe ao amor. Após a mãe, após a amante, a figura
da morte surge como a que fixa e consome o desejo.

Résumé

L'une des tendances marcantes de l'école néo-freudienne consiste à récupé-


rer, dans l'oeuvre de Freud, certaines notions encore dédaignées par les
commentaires classiques.
C'est dans cette perspective que se situe notre essai, qui cherche à
cerner une figure de la mythologie freudienne jusqu'à présentoubliée:
Anankê, le destin, image de Mere et de Mort, qui articule l'opposition
dialectique entre Eros et Thanatos.

Referências bibliográficas

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