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AVC ISQUÊMICO

AVC ISQUÊMICO

Alterações discretas nas primeiras 6 horas :

Leve hipodensidade Discreto efeito de massa com assimetria de sulcos Perda da interface entre as substâncias cinzenta e branca Sinal da artéria hiperdensa ( Sinal da “ corda”) Edema citotóxico

AVC ISQUÊMICO

8-33 TC sem contraste de- monstrando o clássico sinal da "ACM hiperdensa" com um trombo
8-33 TC sem contraste de-
monstrando o clássico sinal
da "ACM hiperdensa" com um
trombo agudo na ACM direita
m .Compare sua notável hi-
perdensidade com a discreta
hiperdensidade da ACM esquerda
normal 181.
8-34 TC sem contraste de-
monstrando o sinal da artéria hi-
peratenuante ("densa") indican-
do um trombo na artéria carótida
interna esquerda m .
8-35 TC sem contraste de-
monstrando o sinal da artéria
"densa" m na trombose aguda
do tronco de basilar. Observe a
hipodensidade no lobo temporal
inleromedial 181 e lobo occipital
à direita.
8-36
TC sem contraste de-
monstrando um êmbolo calcifica-
do m no ramo angular da ACM
direita.

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À FIGURA 18-1 Corte axial de TC sem contraste. Exemplo de vaso denso distai (dotsign)
À
FIGURA 18-1
Corte axial de TC sem contraste. Exemplo de vaso denso
distai (dotsign) em ramo da ACM esquerda (seta).
FIGURA 18-11 Corte axial de TC sem contraste. Exemplo de vaso denso na carótida (cabeça
FIGURA 18-11
Corte axial de TC sem contraste. Exemplo de vaso denso
na carótida (cabeça de seta) e ACM (setas), à esquerda.

AVC ISQUÊMICO

AVC ISQUÊMICO FIGURA 18-4. Corte axial de TC sem contraste. Evolução da lesão isquê- mica aguda
FIGURA 18-4. Corte axial de TC sem contraste. Evolução da lesão isquê- mica aguda (setas
FIGURA 18-4. Corte axial de TC sem
contraste. Evolução da lesão isquê-
mica aguda (setas em A) no territó-
rio da ACM. Lesão com 3 horas (A)
e 15 horas de evolução (B).

AVC ISQUÊMICO

FIGURA 18-6. Corte axial de TC sem contraste. Hipodensidade precoce no núcleo lentiforme e região
FIGURA 18-6. Corte axial de TC sem contraste. Hipodensidade precoce no
núcleo lentiforme e região perisylviana no território da ACM esquerda. Ob-
servar a assimetria da densidade entre o putame e córtex da ínsula (setas
e asteriscos, respectivamente).
FIGURA 18-7. Corte axial de TC sem contraste. Lesão isquêmica em evolu-
cão (3 horas) no território da ACM direita (asteriscos). Observar a perda da
densidade no córtex dos lobos anterior e posterior da ínsula (setas).

AVC ISQUÊMICO

Após 24 horas do ictus até 3 dias :

Acentuada hipodensidade Aumento do efeito de massa Apagamento dos sulcos intergirais Colapso ventricular Combinação edema citotóxico e vasogênico

AVC ISQUÊMICO

FIGURA 18-19. Corte axial de TC sem contraste. Lesão isquêmica com extensão maior que um
FIGURA 18-19. Corte axial de TC sem contraste. Lesão isquêmica com
extensão maior que um terço do território (estimado) da ACM direita.
axial de TC sem contraste. Lesão isquêmica com extensão maior que um terço do território (estimado)
8-44A (Acima e à esq ue rda) TC sem contraste com 2 hora s de
8-44A
(Acima e à esq ue rda) TC sem contraste com 2
hora s de evo lução mostrando
Com
48 horas, hipod ensidade
apagamento su lcai leve.
em form a de cunha =
envo lv e a SB e a se. (Abaixo) Tr ansforma ção h emo rr á-
gica E:I com uma semana de evo lu ção.

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De 4 a 10 dias do ictus:

Efeito de massa é máximo Podem ocorrer herniações Efeito de massa começa a desaparecer após 10 dias e se resolve após 3 semanas Realce das circunvoluções cerebrais

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De 11 dias até 8 semanas :

O edema desaparece Hipodensidade persiste Invasão das células da micróglia Células da micróglia absorvem tecido necró[co Área necró[ca é subs[tuída por líquido extracelular e fibras gliais Alargamento dos sulcos e dilatação ventricular

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8-47 Espécime de autópsia demonstrando encefa- lomalacia por um infarto antigo em território da ACM
8-47
Espécime de autópsia demonstrando encefa-
lomalacia por um infarto antigo em território da ACM
=·(Co rt esia de R. Hewlett, MO.)
8 · 48A TC sem contraste em um paciente com AVC antigo demonstrando encefa lomalacia
8 · 48A
TC sem contraste em um paciente com AVC
antigo demonstrando encefa lomalacia na distribuiç ão da
ACM esq uerda =·Os núcleos da base foram poupados.

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AVC

HEMORRÁGICO

AVC HEMORRÁGICO

Subaracnoide Intraventricular Intraparenquimatoso

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HIP ESPONTÂNEA SOLITÁRIA Recém-nascidos e lactentes • Comum o Hemorragia da matriz germinativa ( <34
HIP ESPONTÂNEA SOLITÁRIA
Recém-nascidos e lactentes
• Comum
o Hemorragia da matriz germinativa ( <34 semanas
de idade gestacional)
º Trombose venosa no s
se ios durais (d4 semanas de
idade gestacional)
• Rara
o
Doença protrombótica congênita
o
Trombocitopenia
o
Hemofilia
o
Sangramento por deficiência de vitamina K
Crianças
• Comum
o Malformação vascu lar ( - SOO/o)
• Menos comum
º Doença hematológica
º Vasculopatia
º Infarto venoso
• Rara
º Neoplasia primária
Adultos jovens • Comum o Malformação vascular º Abuso de droga s • Menos comum
Adultos jovens
• Comum
o Malformação vascular
º Abuso de droga s
• Menos comum
º
Oclusão venosa
o
PRES (eclãmpsia, pré-eclâmpsia)
• Rara
º
Neoplasias (pr imária e metastática)
o
Vasculites
Adultos de meia-idade e idosos
• Comum
º
Hipert ensão
o
Angiopatia amiloide
o
Neoplasias (primária, metastática)
• Menos comum
o Infarto venoso
º Coagulopatia
• Rara
o
Aneurisma (comumente na artér ia comunicante
anterior)
o
Malformações vasculares (comumente FAVd)
o
Va scul ite

AVC HEMORRÁGICO

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AVC HEMORRÁGICO
S-15 TCse m co nt ras t e em um adul to jovem com hi
S-15
TCse m co nt ras t e em um
adul to jovem com hi stória de
ab uso de coca ína, fraqueza do
lado esque rdo e alt eração do es -
ta do me nta l de monstra nd o um a
hemorr ag ia hi pe rtensiva cl áss ica
no put ame e na cá psul a ex t ern a
dir eit os =
S-16
·
TCse m contr aste em
outr o pac iente jove m co m hi st ó-
ri a de abu so de cocaí na
e in íc io
súbi to de neur opa ti as cr ani anas
demonstr ando hemorragi a hi -
pert ensiva na po rção cra ni al da
pont e e no mese ncé falo.
S-13A TC axia l se m co ntr as t e em um a cr
S-13A
TC axia
l se m co ntr as t e
em um a cr iança de 1Oanos
co m náusea e vô mit os mat in ais
demonstr and o um grand e he-
matoma na linh a médi a da fossa
pos t er ior =
que envo lve o
qu art o ve nt rí cul o. Edema mode-
rado po de ser vist o em amb os os
hemi sféri os ce rebe lares m .
S-138 TCax ial se m co ntr as t e
do mes mo pac ient e
demons-
tr ando
he rni ação asce ndent e do
ce rebe lo ede mac iado m co m
hidro ce fal ia obstr uti va. Um as t ro-
cit oma pil ocí ti co foi id entifi ca do
na ci rurgi a.
HEMORRAGIA INTRACRANIANA HIPERTENSIVA (HIH) Etiologia • OVA acelerada º Especialmente nas artérias
HEMORRAGIA INTRACRANIANA
HIPERTENSIVA (HIH)
Etiologia
• OVA acelerada
º Especialmente nas artérias lenticuloestriadas
• Necrose fibrinoide
pequenos pseudoaneurismas
• Ruptura pseudoane uri sma hemorragia
estriatocapsular
Localização
• Put ame/núcleos da base (60 a 65 0/o)
• Tálamo (15 a 250/o)
• Ponte/cerebelo (100/o)
• Hemisférios (5 a 100/o)
• Múltiplos microssangramentos são comu ns
Aspectos clínicos
• 10
a
15 0/o dos
AVCs
• 40 a 50 0/o das hemorragias espontãneas em pacientes
idosos
Imagem
• Clássico = coágu lo hiperdenso no putame / cápsula
externa
• Procurar por "cicatriz antiga" de hemossiderina e
microssangramentos
em T2
,
Diagnóstico diferencial
• Angiopatia amiloide cerebral
• Neoplasia hemorrágica
• Trombose de veia cerebral interna
• Abuso de drogas (p . ex ., uso de cocaína)

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AVC HEMORRÁGICO 5-23 Grá fico demonstrando hem orr agia es triatocap- sular aguda hipert ensiva com

5-23 Grá fico demonstrando hem orr agia es triatocap- sular aguda hipert ensiva com edema e di sseção para o int erior do terceiro ventrícu lo e ventrícu lo lat eral.

5-26A TC axial se m co ntr aste em um a paciente de 57 an
5-26A
TC axial se m co ntr aste em um a paciente de 57 an os hipertensa
demonstrando uma hemorragia estriatocapsu lar clássica à esquerda m .

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5- 27 A TCse m co ntr as t e em um hom em hi
5- 27 A
TCse m co ntr as t e em
um hom em hi pe rt enso de 76
anos demonstra nd o um hemat o-
ma ag udo na pont e =
·
5-278
Foi rea li za da RM após
algum as horas. O coá gulo =
é
algo het erogêneo, mas aparece
pr edomin ant ement e iso a leve-
ment e hip erint enso na im age m
po nd erada em T1 .

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MÚLTIPLAS Hls ESPONTÂNEAS Crianças e adultos jovens • Malfor mações ca vern omat osas múlti
MÚLTIPLAS Hls ESPONTÂNEAS
Crianças e adultos jovens
• Malfor mações ca vern omat osas múlti plas
• Di st úrb io/ neop l asia hem ató gica
Adultos de meia-idade e idosos
• Comum
o Hip ert ensão crô ni ca
º Angio pati a amil oide
• Me nos co mum
º Metás t ases hemo rr ág icas
º Coa gul opati a, anti coa gul ação
Todas as faixas etárias
• Comum
o
Trombose de seio dur ai
o
Ocl usão de veia co rtical
• Menos co mum
o PRES
º Vascul it e
º Em bo li a sé ptic a
• Ra r a, mas imp or t ant e
o Micr oa ngi opa ti a tromb óti ca
º Leucoe nc efa lop ati a hemorr ág ica agud a

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5-29A Gráfico demonstrando manif es t ações da angiopatia am il oid e cerebral (AAC)
5-29A Gráfico demonstrando
manif es t ações da angiopatia
am il oid e cerebral (AAC) . Ob-
serve hemorragias lobares em
diferentes múltiplos
sangramentos corticais/ subcor-
ticais
5-298
TC axia l sem contraste
em paciente idoso demenciado
sem hipertensão arterial com
início súbito de fraqueza à direita
demonstrando hematoma lobar
focal = .

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5-22A TC sem contraste em uma paciente feminina com síndrome HELLP (hemólise, ele- vação de
5-22A TC sem contraste em
uma paciente feminina com
síndrome HELLP (hemólise, ele-
vação de enzimas hepáticas, pla-
quetopenia) e trombocitopenia
demonstrando edema bioccipital
e mútip las pequenas hemorra-
gias periféricas t:=.
5-228 Imagem mais cranial
que a ant erior demonstrando
uma grande hemorragia 181 e
múltiplas pequenas micro he-
morragias t:=.
8-51A (Esquerda) TC sem contraste em um paciente com infecção da válvula mitral e de-
8-51A (Esquerda) TC sem
contraste em um paciente com
infecção da válvula mitral e de-
clínio do estado mental demons-
trando dois focos hemorrágicos
= nas junções entre a SB-SC
de ambos os lobos occipitais .
(Dire ita) Corte ao nível
da coroa
radiada demonstrando focos
hemorrágicos adicionais = ·
Esses achados sugerem êmbolos
sépticos mú ltiplos .
8-51 B
A ponderação em di-
fusão demonstra múltiplos focos
de restrição = nas junções en-
tre a SB-SC de ambos os hemis-
férios. Múltiplos infartos sépticos
embólicos.

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6-1 Ilustração demonstra um AS na ar t éri a comunicante anterior E!ii:I com extravasamento
6-1 Ilustração demonstra um AS na ar t éri a comunicante anterior E!ii:I
com extravasamento ativo a partir de uma bolha orientada superiormen-
te ("mamilo"). Note o AS adicional na AComP a diminuta bolha na
bifurcação da ACM esquerda = ·
6-2 Ilustra ção axial através do mesencéfalo demonstra HSA em ver-
melho es t endendo-se pel as cisternas basais . Dada a
distribuição difusa
da HSA, se m a presença de hematoma focal, estatist ica mente a locali za-
ção mais provável do aneurisma rompido é a AComA.

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HEMORRAGIA SUBARACNOIDE sangue entre a piamater e a aracnoide
HEMORRAGIA
SUBARACNOIDE
sangue entre a piamater
e a aracnoide

AVC HEMORRÁGICO

HEMORRAGIA SUBARACNOIDE

AVC HEMORRÁGICO HEMORRAGIA SUBARACNOIDE

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AVC HEMORRÁGICO

AVC HEMORRÁGICO

ANEURISMA GIGANTE NA BIFURCAÇÃO DA ACIE

AVC HEMORRÁGICO ANEURISMA GIGANTE NA BIFURCAÇÃO DA ACIE
AVC HEMORRÁGICO ANEURISMA GIGANTE NA BIFURCAÇÃO DA ACIE

AVC HEMORRÁGICO

6-26A TC sem contraste em um paciente com hemiparesia direita de início súbito mostra uma
6-26A TC sem contraste em um paciente com hemiparesia direita de
início súbito mostra uma grande hiperdensidade ovoide bem delimitada
ao longo da ACM esquerda m , sugestiva de trombose aguda de um
aneurisma sacular.
6-268 ATC mostra término abrupto da AMC esquerda m , sem a opa-
cificação do aneurisma trombosado redu ção dos vasos normais no
lobo temporal esquerdo 18:1 é secundária à oclusão embólica dos ramos
distais da ACM.
HSA ANEURISMÁTICA VERSUS NÃO ANEURISMÁTICA HSA aneurismática • Di sse min ada; cist ern as
HSA ANEURISMÁTICA VERSUS NÃO ANEURISMÁTICA
HSA aneurismática
• Di sse min ada; cist ern as basa i s
• Ori gem arterial
• Comp li cações (vasospasmo, i sq uem ia) comu ns
HSA perimesencefálica não aneurismática
• Focal; cisternas per i mesencefá li ca e pré-pont i na
• Origem provavelmente venosa
• Cli nicamente benigna; comp l icações e recorrênc ia raras
HSA
de convex idade
• Su l cos supe rficia i s (co nv ex i dade)
• Várias ca usas (ocl usão venosa, vas culit e, angiopatia
amiloide)
6 - 12 Ilu stra ção demonstra HSA de convexidade com sangue focal no int
6 - 12 Ilu stra ção demonstra
HSA de convexidade com sangue
focal no int erior dos su lco s EZl
sobr e o vért ice do hem isfé rio
esquerdo.
6-13A TC sem contraste em
um paciente com cefaleia "em
trovoada " mostra HSA de conve-
xi dad e isolada =·
6-9 Na HSAp, a hemorragia es tá confinada à fo ssa int erp edun cul
6-9
Na HSAp, a hemorragia es tá confinada à fo ssa
int erp edun cul ar e à cistern a ambi ent e (perimesence-
fáli ca) r:=.
6-1 OA TC se m contraste em um caso de HSAp mo str a sa
6-1 OA
TC se m contraste em um caso de HSAp mo str a
sa ngu e nas cistern as pré-pontina e perimesencefálica
m , por ém não na cisterna supr asse lar ou fissuras
sil vianas .

CALCIFICAÇÕES FISIOLÓGICAS

CALCIFICAÇÕES FISIOLÓGICAS
CALCIFICAÇÕES FISIOLÓGICAS
CALCIFICAÇÕES FISIOLÓGICAS

CALCIFICAÇÕES

CALCIFICAÇÕES
CALCIFICAÇÕES

INFARTOS LACUNARES

8-54 Ilu st ração demonstrando infartos lacunares nos !á lamos e nos núcleos da Observe
8-54
Ilu st ração demonstrando infartos lacunares nos
!á lamos e nos núcleos da Observe ai nda espa-
ços perivasculares proeminentes (Virchow-Robin) Bl.
lacunares nos !á lamos e nos núcleos da Observe ai nda espa- ços perivasculares proeminentes (Virchow-Robin)
ATROFIA

ATROFIA

ATROFIA
ATROFIA
ATROFIA

brunafcesario@yahoo.com.br

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