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W20E Turbo

Manual do Operador

NOTA: Os termos “Lado Direito” e “Lado Esquerdo” , sempre que


usados neste Manual, significam os lados direito e esquerdo da máqui-
na, quando observados pelo operador acomodado em seu assento.

NOTA: As fotos e Ilustrações existentes neste catálogo são usadas


apenas para referência.

6ª Edição W20E
Setembro / 2002 9-8133 Rev.E

1
AO PROPRIETÁRIO DA MÁQUINA CASE

Lendo com atenção este Manual e operando sua máquina CASE W20E de acordo
com as instruções aqui contidas, esta máquina proporcionar-lhe-á o máximo
rendimento e segurança. Além de minimizar a possibilidade de erros de funciona-
mento, as instruções existentes neste Manual possibilitarão você reduzir os
prejuízos e tempo de máquina parada resultantes de uma manutenção incorreta-
mente executada.

Como Revendedor Autorizado CASE, mantemos em estoque peças originais


CASE, as quais são fabricadas com a mesma qualidade original. Nosso pessoal,
treinado na fábrica, é mantido bem informado sobre os melhores métodos de
conservação dos equipamentos CASE e está sempre pronto e apto a ajudá-lo.

Caso necessite de informações adicionais, favor consultar-nos.

Seu Revendedor Autorizado Case

A CNH LATINO AMERICANA LTDA, fabricante dos modelos CASE, reserva-se o


direito de efetuar melhorias em seus projetos ou alterar especificações, sem aviso
prévio, e sem incorrer em qualquer obrigação decorrente de tais modificações.

A fim de garantir um atendimento eficiente e imediato, informe o modelo e os


números de série da máquina, do motor, transmissão, cabina e eixos em toda a
correspondência e contratos.

Veja na última página deste manual a lista com a Rede de Distribuidores CASE.

2
NORMAS DE SEGURANÇA

A sua segurança e daqueles que se encontram ao seu redor depende, em grande


parte, do cuidado e atenção exigidos no uso deste equipamento. Procure saber a
posição e função respectiva de cada comando antes manejar esta máquina, a fim
de evitar acidentes.
ANTES DE INICIAR O TRABALHO, COLOQUE A MÁQUINA EM UMA ÁREA
SEGURA E ABERTA. EM SEGUIDA, VERIFIQUE O FUNCIONAMENTO DE
TODOS OS COMANDOS.

LEIA COM ATENÇÃO CADA PÁGINA DESTE MANUAL. Certifique-se de que


entende as instruções aqui contidas. Não manobre esta máquina até conhecer bem
as características quanto à velocidade, freios, direção, estabilidade e carga.

As normas de segurança contidas neste manual não substituem nem alteram os


Códigos de Segurança, Normas e Regulamentos, Leis Federais e Estaduais ou
Municipais de sua área. Certifique-se de que a máquina esteja corretamente
equipada de acordo com essas leis e regulamentos.

Recomendamos que as seguintes normas de segurança sejam afixadas em um


local onde possam ser facilmente vistas e lidas.

Antes de Colocar a Máquina em Operação

ADVERTÊNCIA: Antes de usar a máquina, leia e estude o


Manual do Operador, assim como as mensagens de segurança
! nele contidas. Leia os decalques de segurança da máquina.
Afaste as pessoas da área antes de operar a máquina; leia e
pratique o uso seguro dos comandos.

3
IMPORTANTE: Sempre que os decalques forem destruidos,
perdidos, estiverem ilegíveis ou pintados, substitua-os por novos.
! Quando peças individuais que comportam decalques forem subs-
tituídas, assegure-se de que novos decalques sejam colocados
juntamente com as novas peças.

PRECAUÇÃO: Examine visualmente a máquina, verificando se


contém vazamentos ou quaisquer peças avariadas ou que não
estejam funcionando corretamente. Antes de colocar a máquina
! em movimento, aperte todas as tampas, varetas de nível de óleo,
bujões das baterias, etc. A falha de uma peça com a máquina em
movimento poderá provocar acidentes.

PRECAUÇÃO: Use o equipamento de segurança corretamente.


Não use roupa folgada. Quando a sua segurança estiver em
! dúvida, obtenha o equipamento de segurança necessário: capa-
cete de proteção, sapatos de segurança, protetores auriculares,
roupa refletora, óculos de segurança e luvas grossas.

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PRECAUÇÃO: Antes de por a máquina em movimento, alerte as
pessoas que estão fazendo manutenção ou que se encontram na
! área.

PRECAUÇÃO: Mantenha o pessoal longe dos braços da pá-


! carregadeira, dos implementos e áreas da junta articulada.

PRECAUÇÃO: Familiarize-se com o movimento de veículos em


sua área de trabalho, com as instruções do sinalizador (bandeira)
! e com a sinalização de estrada. A falta de atenção pode provocar
acidentes.

PRECAUÇÃO: Mantenha sempre na máquina um extintor de


! incêndio e um estojo de primeiros socorros. Saiba como usá-los.

PRECAUÇÃO: À noite, antes de operar a máquina, verifique se


! todas as luzes funcionam corretamente.

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ADVERTÊNCIA: Certifique-se de que o compartimento do
operador, os degraus e as alavancas de comando não conte-
! nham óleo ou objetos soltos. Se não mantiver estas partes
limpas, o resultado poderá ser um grave acidente.

PRECAUÇÃO: Os cintos de segurança contribuem para a segu-


! rança do operador se forem usados e mantidos de acordo com
as instruções contidas neste manual.

Operação:

ADVERTÊNCIA: TENHA MUITO CUIDADO SE NÃO ESTIVER


! FAMILIARIZADO COM O FUNCIONAMENTO DESTA MÁQUINA.

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ADVERTÊNCIA: Familiarize-se com a localização de instala-
ções subterrâneas, como cabos de rede elétrica, tubulações de
! água e de gás, etc. O rompimento de uma tubulação de gás ou
de um cabo elétrico poderá ter consequências graves ou fatais.

ADVERTÊNCIA: Antes de operar numa área pouco conhecida,


ande pelo local e verifique a existência de buracos escondidos,
! depressões acentuadas e obstáculos que possam provocar aci-
dentes.

PRECAUÇÃO: Entenda que a máquina tem as suas limitações.


Conserve-a sempre sob controle. NÃO TENTE FAZER DEMAIS
! E MUITO RÁPIDO.

PERIGO: Se por qualquer razão o motor parar ou ocorrer uma


falha no sistema de direção hidráulica, pare a máquina. Não tente
! conduzí-la enquanto o sistema de direção não funcionar adequa-
damente.

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ADVERTÊNCIA: Antes de conduzir a máquina nas ruas ou
! estradas, verifique primeiro os regulamentos locais sobre o uso
próprio das luzes, bandeiras e emblema de locomoção lenta.

PRECAUÇÃO: Antes de cada período de operação, teste o


sistema de direção, os freios , os controles hidráulicos e dispo-
! sitivos de segurança. Acidentes podem ser evitados, estando a
máquina funcionando corretamente. Se necessário, repare ou
ajuste a máquina antes de operá-la.

! PRECAUÇÃO: Não pule da máquina pois poderá machucar-se.

ADVERTÊNCIA: Quando estiver em declives, rampas ou terreno


acidentado dirija a máquina devagar. Mantenha-se sempre atento
! ao trabalhar perto de valetas ou escarpas. Uma falha pode
provocar o tombamento da máquina resultando em sério acidente.

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PRECAUÇÃO: Não use o volante ou as alavancas de controle
! como apoio para subir ou descer da máquina.

PRECAUÇÃO: Conserve as mãos constantemente nos contro-


! les durante a operação com a máquina.

ADVERTÊNCIA: Nunca conduza a máquina com a caçamba


cheia à altura máxima de levantamento. Mantenha a caçamba o
mais próximo possível do solo . Essa posição proporciona maior
! equilíbrio e melhor visibilidade. Ao conduzir a máquina com a
caçamba cheia sobre terrenos acidentados, faça-o a uma veloci-
dade segura.

ADVERTÊNCIA: Manobre a máquina e os implementos somente


! a partir do assento do operador. Qualquer outro método poderá
resultar em grave acidente.

PRECAUÇÃO: Antes de deixar a máquina. PARE O MOTOR.


! Aplique o freio de estacionamento e abaixe ao solo a caçamba.
Pare a máquina em terreno plano ou paralela ao aclive.

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ADVERTÊNCIA: Esteja atento quando trabalhar em lugares com
! poeira, fumaça ou neblina. Diminua a velocidade quando a
visibilidade tornar-se precária pois poderão ocorrer acidentes.

PRECAUÇÃO: Não permita a presença de qualquer pessoa na


! máquina além do operador.

PERIGO: Não permita que qualquer parte da máquina entre em


contato direto com os cabos da rede elétrica. Se for necessário
trabalhar perto dos cabos da rede elétrica, certifique-se de que a
Companhia de Eletricidade os desligou. A máquina necessaria-
! mente não tem de entrar em contato físico com o cabo elétrico
para que ocorra passagem de corrente. Se houver passagem de
corrente na máquina, não abandone a mesma, NEM TOQUE
NELA. Veja tabela na página a seguir.

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DISTÂNCIA MÍNIMA DE DISTÂNCIA MÍNIMA DE
TENSÃO DA REDE TRABALHO, ENTRE A TRÂNSITO ENTRE A
MÁQUINA E A REDE MÁQUINA E A REDE
ELÉTRICA
50.000 volts ou menos 3 m (10') 1.2m (4')

Acima de 50.000 volts 3 m (10') mais 10.2mm 3m (10')

(0.4') para cada 1.000

345.000 - 750.000 volts volts acima de 50.000 4.8m (16')

NOTA: SE OS REQUISITOS ACIMA FOREM INFERIORES AOS RE-


QUISITOS ESTABELECIDOS PELAS LEIS ESTADUAIS, PREVALE-
CERÃO ESTAS ÚLTIMAS.

ADVERTÊNCIA: Ao conduzir a máquina em declives acentua-


dos, engate uma marcha mais reduzida. Para diminuir a velocida-
de ou parar a máquina use sempre o pedal de freio do lado direito.
! O pedal de freio esquerdo desaplica a embreagem, permitindo
que as rodas girem livremente, antes de aplicar o freio. Nunca
desça um declive com a caixa de mudanças em porto morto.

ADVERTÊNCIA: Não movimente a máquina até que a cigarra de


alarme do reservatório de ar dos freios pare de soar e o indicador
! de pressão do ar não esteja na zona verde.

Manutenção:

PRECAUÇÃO: Ao desligar a bateria, desligue primeiro a chave


! geral. Comece com o cabo NEGATIVO (-), (massa). Ao instalar
a bateria, sempre ligue o cabo negativo por último.

PRECAUÇÃO: As áreas de estocagem das baterias devem


! dispor de boa ventilação para evitar o acúmulo de gás hidrogênio
proveniente das baterias recém-carregadas.

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PRECAUÇÃO: Antes de ligar ou desligar um circuito, certifique-
! se de que está familiarizado com o mesmo. Uma ligação errada
poderá resultar em acidente ou prejuízos.

ADVERTÊNCIA: Ao verificar a carga da bateria, nunca coloque


! objetos de metal sobre os terminais. As faíscas poderão provocar
uma explosão. Utilize um voltímetro ou um densímetro.

PERIGO: As baterias produzem gases explosivos. Mantenha


faíscas, chamas e cigarros acesos afastados delas. Certifique-se
! que dispõe de uma boa circulação de ar ao carregar uma bateria
ou quando esta for utilizada em recinto fechado. Quando estiver
trabalhando perto de baterias use óculos de segurança.

VENENO: As baterias contêm ácido sulfúrico que pode causar


queimaduras graves. Evite contato com a pele, olhos ou roupa.
Antídoto: EXTERNO: lave bem com muita água. INTERNO: Beba
grande quantidade de água ou leite. Depois tome leite de
! magnésia, ovos batidos ou óleo vegetal. Chame imediatamente
um médico. OLHOS: Lave-os com água por 15 minutos e procure
assistência médica imediatamente. MANTENHA AS CRIANÇAS
AFASTADAS DAS BATERIAS.

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ADVERTÊNCIA: Quando utilizar baterias auxiliares para dar
partida no motor, ligue o cabo positivo ao terminal positivo do
solenóide do motor de partida. Ligue o cabo negativo ao chassi
da máquina. Antes de dar partida no motor, o operador deverá
! ficar acomodado em seu assento, com o cinto de segurança (se
equipado), apertado. Pare o motor antes de descer da máquina.
Desligue os cabos da bateria auxiliar. Qualquer outro método
pode resultar em movimento incontrolável da máquina.

PRECAUÇÃO: Nunca carregue em seu corpo anéis ou bracele-


! tes de metal. Isso poderá causar a passagem de corrente elétrica
através do metal.

ADVERTÊNCIA: Durante a manutenção da máquina, principal-


mente em trabalhos de martelamento ou esmerilhamento, use o
! óculos de proteção ou máscara. Utilize sempre martelo plástico,
de madeira, de cobre, de couro ou similar. Desta forma, evitam-
se possíveis ferimentos de estilhaços.

PRECAUÇÃO: Antes de proceder a qualquer serviço de manu-


! tenção na máquina, abaixe ao solo os implementos, ou trave-os
com segurança.

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ADVERTÊNCIA: O ventilador e as correias quando em movimen-
! to podem causar graves ferimentos. Afaste-se deles.

PRECAUÇÃO: O sistema de arrefecimento funciona sob alta


pressão. Retire a tampa do radiador vagarosamente e somente
! quando o motor estiver frio; caso contrário poderão ocorrer
graves queimaduras.

ADVERTÊNCIA: Estacione a máquina em terreno plano e calce


! firmemente as rodas antes de trabalhar embaixo da máquina.
Uma falha nesse procedimento pode provocar grave acidente.

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PRECAUÇÃO: Não tente efetuar qualquer serviço de reparo se
! não estiver capacitado. Não é vergonhoso pedir ajuda.

PRECAUÇÃO: O sistema hidráulico funciona sob alta pressão.


Qualquer vazamento, por minúsculo que seja pode penetrar no
tecido do corpo humano, provocando graves ferimentos. Utilize
um pedaço de madeira ou de papelão ao tentar localizar vaza-
mentos e NUNCA as mãos ou quaisquer outras partes do corpo.

! Alivie a pressão hidráulica antes de desligar os circuitos. Ao


refazer as ligações, certifique-se de que estejam bem apertadas.

No caso de ferimentos provocados pela fuga de óleo sob pressão,


dirija-se imediatamente ao médico. Poderão surgir complicações
na falta de atendimento médico imediato.

ADVERTÊNCIA: Ao encher os pneus conserve-se sempre ao


! lado do anel trava da roda.

PERIGO: Os gases de escapamentos poderão matar. Se for


! necessário ligar o motor numa área fechada assegure-se de uma
boa ventilação do local.

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ADVERTÊNCIA: Tenha muito cuidado ao desligar os cabos de ar
comprimido ou os cabos hidráulicos. A alta pressão no sistema
! poderá provocar ferimentos. Alivie a pressão antes de começar
o serviço no sistema.

ADVERTÊNCIA: Não abasteça a máquina com combustível quan-


! do estiver fumando, perto de chamas ou com o motor funcionando.

PRECAUÇÃO: Trava para Transporte/Manutenção - Ao trans-


portar a máquina ou ao efetuar qualquer serviço de manutenção
na mesma, trave a articulação de segurança. Quando travado,
! esse dispositivo impedirá a máquina de articular-se. Após con-
cluir a manutenção destrave a articulação de segurança, travan-
do-a no pivô do chassi traseiro.

PRECAUÇÃO: Para limpar o estofamento interno não utilize


solventes de limpeza, como: acetona, thinner, tetracioretano de
carbono, redutores de esmalte, removedores de verniz de unhas
! ou materiais de limpeza como sabão de lavagem, branqueadores
ou redutores. Nunca use gasolina ou nafta para esse tipo de
limpeza. Estes materiais poderão ser tóxicos ou inflamáveis, ou
causar danos ao estofamento.

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ESTRUTURA DE PROTEÇÃO CONTRA
CAPOTAMENTO (ROPS)
Sua máquina Case W20E - Turbo está equipada com uma estrutura de proteção
para o operador (ROPS), munida de cintos de segurança.

A fim de tirar o máximo proveito da estrutura de proteção do operador, observe os


seguintes pontos importantes:

Cinto de Segurança

PRECAUÇÃO: Para proporcionar proteção eficiente ao opera-


! dor, os cintos de segurança devem ser usados e conservados
conforme recomendado. Ver páginas 37 a 38.

Capotamento Acidental
A estrutura de proteção da W20E - Turbo e um dispositivo de absorção de impacto.
Uma vez que tenha sofrido um capotamento ou outra forma de impacto (como
colisão com o encontro de uma ponte ou viaduto durante o percurso), devera ser
substituída, a fim de garantir ao operador o mesmo grau de proteção originalmente
proporcionando.

A estrutura de proteção, o assento do operador, o cinto de segurança e seus


respectivos pontos de fixação, e quaisquer outros acessórios, fiação, etc., dentro
do compartimento do operador deverão ser cuidadosamente inspecionados após
o capotamento, substituindo-se todas as peças quebradas ou avariadas. NÃO
TENTE ENDIREITAR OU SOLDAR A ESTRUTURA DE PROTEÇÃO.

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Precauções de Segurança

1. Não faça modificações de estrutura de proteção no campo, tais como soldar


acessórios ou fazer furos na mesma.

2. Muitas vezes, são utilizadas peças especiais (parafusos, porcas, reforços, etc.)
na instalação e fixação dos dispositivos de projeção do operador.

As peças de reposição deverão ser as indicadas no Catalogo de Peças CASE

Inspeção

A cada 500 horas ou duas vezes por ano, prevalecendo o que primeiro ocorrer,
proceda as seguintes verificações:

1. Verifique todos os parafusos de fixação de estrutura de proteção, e reaperte-os


com o torque especificado. Veja Fig. abaixo.

2. Verifique o assento do operador e os suportes do mesmo. Aperte os parafusos


de fixação do assento e os parafusos de fixação do cinto de segurança,
conforme necessário.

3. Examine e substitua todas as peças avariadas ou gastas.

1. Apertar com torque


461-569 N.m (340-420 lb.ft)

2. Apertar com torque


136-163 N.m (100-120 lb.ft)

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PRECAUÇÃO: A bateria deve estar equipada com bujões a
prova de vazamento . Se a tampa de enchimento do reservatório
! de combustível ou a tampa do reservatório hidráulico for substi-
tuída, use peças de reposição CASE.

Normas de Segurança da ROPS

ADVERTÊNCIA: Conserve a ROPS e as peças de montagem na


condição de construção original da fábrica. Não modifique a
! ROPS com soldas. Esmerilhamentos, dispositivos adicionais ou
fazendo furos. Estas modificações enfraquecerão a estrutura e
reduzirão a sua proteção.

ADVERTÊNCIA: Não retire a ROPS, exceto para manutenção.


! Reinstale-a corretamente antes de usar a máquina.

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LOCALIZAÇÃO DO NÚMERO DE SÉRIE

Quando pedir peças ou solicitar informações ao seu Revendedor Autorizado


CASE, através de contato pessoal ou por correspondência, especifique sempre os
números do modelo e de série da máquina, e do componente ou equipamento em
questão. A localização das plaquetas dos números de séries é a seguinte:

Plaqueta de Identificação Plaqueta de Identificação


da máquina do Motor

Plaqueta de Identificação Plaqueta de Identificação dos


da Caixa de Mudanças Eixos Dianteiro e Traseiro

DESCRIÇÃO Nº DA PEÇA NÚMERO DE SÉRIE


Máquina W20E................ ...........................................
Motor ........................... ...........................................
Transmissão ........................... ...........................................
Eixo Dianteiro/Traseiro ........................... ...........................................

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ESPECIFICAÇÕES

Motor
Fabricante ........................................................... Case Brasil / Case Corporation
Modelo ..................................................................................................... 6BT590
Nº de cilindros ...................................................................................... 6 em linha
Diâmetro e curso............................................................................ 102 x 120 mm
Cilindrada .................................................................................................... 5.88 L
Ciclo de funcionamento .............................................................. Diesel 4 tempos
Relação de compressão .................................................... 17,5:1 / 18,5:1 (Nota)
Sentido de rotação - visto de frente .......................................................... horário
Rotação máxima com carga ......................................................... 2545 ± 25 rpm
Regulagem do governador .................................................................... 8% ± 1%
Rotação máxima governada ......................................................... 2750 ± 55 rpm
Marcha lenta ................................................................................. 800 ± 100 rpm
Folga das válvulas com motor frio
admissão ................................................................. 0.254 mm (0.010 pol)
escapamento ........................................................... 0.508 mm (0.020 pol)
Aspiração .................................................................................... turboalimentado
Potência ................................................................. 152 HP (113kw) @ 2400 rpm

Sistema de Lubrificação
Tipo .................................................................................... lubrificação forçada
Bomba de óleo .................................. tipo engrenagens (deslocamento positivo)
Filtro de óleo .............................................................. elemento único, fluxo total
Pressão do óleo (valores mínimos)
Em marcha lenta ............................................................................ 69 kPa
À rotação nominal ......................................................................... 207 kPa
Ângulo de operação ........................................................................................ 40°
Capacidade de óleo do cárter (máx.) ......................................................... 14,3 L
Capacidade de óleo do cárter (mín.) .......................................................... 11,5 L
Capacidade de óleo do sistema ................................................................. 16,4 L

Sistema de arrefecimento
Tipo ................................... Sistema pressurizado, controlado por termostatos
Tampa do radiador ........................................................................ 48 kPa (7 psi)
Arrefecimento por .................................................................. circulação de água
Bomba de água tipo .............................................................................. centrífuga
Início de abertura do termostato ................................................................... 83°C
Totalmente abertos ....................................................................................... 88°C
Temperatura normal de funcionamento ....................................................... 99°C
Capacidade de água do motor .................. 9,0 L (motor) e 28,4 L (sistema total)

Nota: Motor Case Brasil, relação de compressão 18,5:1


Motor Case Corporation, relacão de compressão 17,5:1

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Sistema de Alimentação
Tipo ............................................. Filtro de ar seco, com indicador de restrição

Sistema de combustível (Motor Case Brasil / Case Coporation)


Tipo de injeção ............................................................................................ direta
Ordem de injeção .............................................................................. 1-5-3-6-2-4
Combustível .............................................................................. óleo diesel tipo 2
Bomba injetora .............................. Bosch tipo A (em linha) / Bosch VE (rotativa)
Regulador da bomba .................................................................................. Bosch
Bicos injetores ............................................................................................ Bosch
Bomba de combustível ......................................................... mecânica e manual
Filtro de combustível .................................................................................... duplo
IMPORTANTE: O solenóide da bomba injetora tipo A que equipa os motores Case
Brasil é monitorado por um relé montado em um suporte afixado no bloco do motor.

Sistema Hidráulico
Reservatório .................................................... Sistema hermeticamente fechado
e pressurizado, assegurando um fluxo
de óleo positivo na entrada da bomba.
Filtragem .............................................. Tela de sucção interna no reservatório e
dois filtros externos no circuito de retorno.
Válvula .................................... Circuito série-paralelo, centro aberto. Válvula de
alívio regulada para 151.2 kgf/cm2 (2150 psi).
Bomba Hidráulica ......................................................... Bomba de engrenagens,
montada na transmissão.
Bomba de Implemento ............................ 181.7 L/min a 2500 rpm a 137090 kPa
(48.0 gpm a 2500 rpm a 2000 psi)
Bomba de direção ....................................... 87.0 L/min a 2500 rpm a 13790 kPa
(23.0 gpm a 2500 rpm a 2000 psi)

Cilindros Hidráulicos
Basculamento ......................... Ø 101.6 mm x 720.8 mm curso x 50.8 mm haste
(4.0" Ø x 28.3/4" curso x 2.0" haste)
Levantamento ......................... Ø 127.0 mm x 765.2 mm curso x 76.2 mm haste
(5.0" Ø x 30-1/8" curso x 3.0" haste)
Direção ...................................... Ø 76.2 mm x 381.0 mm curso x 38.1 mm haste
(3.0" Ø x 15.0' curso x 1-1/2" haste)

22
Controles da Carregadeira
Circuito de Levantamento ........... Alavanca do braço de levantamento com quatro
posições: Levantar, reter, abaixar e flutuar. Detento-
res magnéticos nas posições de levantamento/
flutuação, e limitador de altura da caçamba.
Circuito de Basculamento ........... Alavanca do circuito de basculamento com três
posições: Despejar, reter e Inclinar para Trás.
Detente eletromagnético na posição de Inclina-
ção para Trás com retorno-à-escavação.

Transmissão
Fabricante ................................................................................................. CLARK
Modelo (com flexplate) .......................................................... 12 HR 28421 - 502
Relações (frente e ré) ........................... 1ª - 4.76 , 2ª - 2.25 , 3ª - 1.30 , 4ª - 0.72

Conversor de Torque
Fabricante / Modelo .............................................................. CLARK / Modelo 12
Relação (stall) ............................................................................................. 3.10:1

Eixos
Redução Final ........................................................................................... 19,85:1
Fabricante ...................... BRASEIXOS S.A. montados até série –>JHF0042037
Modelo .................................................................... Dianteiro/Traseiro: PRS-644
Fabricante ..... DANA SPICER CLARK-HURTH a partir da série JHF0042038–>
Modelo ..................................................................................... Dianteiro 176/298
Traseiro 176/299
Freios ......... Ar sobre hidráulico, disco em banho de óleo nas 4 rodas. Dois pedais
de freio. Pedal esquerdo aplica o freio e neutraliza a transmissão -
Pedal direito aplica o freio somente. Cilindros mestre independentes
dianteiro e traseiro. Freio de estacionamento na transmissão.
Direção ....... (Até série –>JHF0020946) : Sistema de direção articulada com
pivotamento central, com tração nas 4 rodas. Dois cilindros controla-
dos por um servostato com válvula de alívio e controle de fluxo.
(A partir da série JHF0020947–>) : Sistema de direção articulada
com pivotamento central, com tração nas 4 rodas. Dois cilindros
controlados por uma unidade de direção “DANFOSS”, com válvula de
controle de fluxo incorporada.

Capacidades: Ver tabela página 68.

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Sistema Elétrico
Tipo do Sistema ......................................................... 24 volts, negativo à massa
Baterias ................................................................. 2 baterias de 12 V (620 CCA)
Alternador ............................................................................. Bosch 45 A ou 65 A
Motor de partida ......................................... WAPSA 24 V - 4 kW (versão antiga)
DELCO-REMY (versão atual)

Disjuntor e Fusíveis
Disjuntor do interruptor de luzes e circuito
comandado pelo interruptor da chave de ignição ........................................ 25 A
(com farol ROPS opcional 30 A)
Fusível das lâmpadas de iluminação do painel,
instrumentos do painel e relé da cigarra ............................................ 10 A
Fusível relé - indicador de direção (opcional) ................................................ 5 A
Fusível de iluminação tacômetro e horímetro ................................................ 5 A

Luzes
Faróis de trabalho dianteiros e traseiros ...................................................... 24 V
Faróis dianteiros ........................................................................................... 24 V
Lanternas e luz do freio ................................................................................ 24 V
Luzes direcionais e pisca-alerta (opcionais) ............................................... 24 V
Luzes do painel de instrumentos do lado direito e esquerdo ....................... 24 V

Tabela de torque de aperto das porcas


e parafusos especiais

Descrição N.m Ib.ft


Parafusos da tampa do reservatório hidráulico 20 a 27 15 a 20
Parafusos de fixação da carcaça do cilindro
do freio a disco 461 a 569 340 a 420
Porcas das rodas 515 a 569 380 a 420
Porca do volante da direção 27 a 34 20 a 25
Parafusos do motor e transmissão 183 a 224 135 a 165
Parafusos da junta universal 54 a 75 40 a 55
Porcas dos pinos de montagem do balancim 542 a 678 400 a 500
Porca do garfo do eixo propulsor dianteiro 407 a 542 300 a 400
Parafusos de montagem dos eixos (Diant/Tras) 705 a 868 520 a 640
Parafusos do ROPS (estrutura de proteção) e CANOPY ver página 18

NOTA : Para torques não especificados acima veja Manual de Serviços.

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VELOCIDADES DA MÁQUINA

NOTA: Máquina equipada com pneus 17.50 x 25.


Raio Estático: 599,4 mm (pneu com carga).

Avante e Ré
s/ carga c/ carga
1ª Marcha 6,3 km/h 6,3 km/h
2ª Marcha 13,1 km/h 12,9 km/h
3ª Marcha 21,7 km/h 21,4 km/h
4ª Marcha 37,0 km/h 36,0 km/h

Pneus
Pressões de inflação recomendadas pelos fabricantes:

Capacidade de carga
Tamanho Lonas Pressão máx. p/ o nº de lonas
indicado.
Standard:
17.50 x 25 12PR-L2 3.5 kg/cm2 (50 psi) 6155 kg (13.560 Ibs)
Opcionais:
l7.50 x 25 12PR-L3 3.5 kg/cm2 (50 psi) 6155 kg (13.560 Ibs)

DADOS OPERACIONAIS E DIMENSÕES

NOTA: Especificações obtidas com caçamba de 2403 mm (94.6") 1.72 m3


(2 1/4 jd3), e pneus 17.5 x 25 - 12PR-L2

R. Ângulo de articulação para cada lado ................................................. 40° 24'

25
DADOS OPERACIONAIS E DIMENSÕES

A. Altura de operação ............................................................. 4674 mm (184.0")


B. Altura máxima do pino de articulação da caçamba ........... 3518 mm (138.5")
C. Altura máxima (ROPS) ...................................................... 3110 mm (122.4")
D. Comprimento total (Caçamba no solo) ............................... 6203 mm (244.4")
E. Ângulo máximo de despejo a máxima altura ......................................... 52.9°
F. Altura livre da borda cortante (Caçamba a 45°) ................. 2675 mm (105.3")
G. Alcance mínimo a altura máxima (caçamba a 45°) .............. 1008 mm (39.7")
Alcance de despejo a (I) a uma altura (H)
de 2134 mm (7 ft) ................................................................. 1422 mm (56.0")
J. Ângulo máximo de inclinação da caçamba para trás no solo ............... 44.2°
K. Ângulo do pino de articulação (Posição de transporte) ......... 417 mm (16.4")
L. Ângulo máximo de inclinação da caçamba para trás a altura (K) .......... 46.3°
M. Ângulo máximo de inclinação da caçamba para trás a altura (B) .......... 65.4°
N. Profundidade de escavação ..................................................... 109 mm (4.3")
P. Distância entre eixos ........................................................... 2743 mm (108.0")
Vão livre do solo ...................................................................... 401 mm (15.8")
Largura da caçamba ............................................................. 2403 mm (94.6")
Largura total (nos pneus) ...................................................... 2304 mm (90.7")
Bitola ...................................................................................... 1853 mm (73.0")

26
Q. Altura até a tomada de ar (filtro) ........................................ 2554 mm (100.5")
Ângulo de oscilação de eixo traseiro (total) ......................................... 21°42'
Peso de Operação .......................................................... 9995 kg (22035 lbs.)
Carga de tombamento (40° de articulação) ................... 5875 kg (12954 lbs.)
Capacidade de levantamento a máx. altura ................... 6810 kg (15016 lbs.)
Capacidade hidráulica de levantamento:
Nível solo ............................................................. 8345 kg (18401 lbs.)
Força de arranque .......................................................... 8350 kg (18409 lbs.)
Duração dos ciclos hidráulicos:
Elevação ................................................................................. 6.4 seg.
Abaixamento: Com carga .............................................................. 4.1 seg.
Em flutuação ........................................................... 4.9 seg.
Basculamento .......................................................... 2.2 seg.
Círculo de giro - caçamba na posição de transporte ....... 10820 mm (426.0")
Altura até o volante da direção ............................................. 2420 mm (95.3")
Altura até o escapamento ................................................... 2927 mm (115.2")
Carga de tombamento (35° de articulação) ................... 6090 kg (13428 lbs.)
Carga de tombamento (em linha reta) ............................ 6810 kg (15015 lbs)

NOTA: Todas as dimensões verticais estão baseadas num raio estático


do pneu de 641 mm (pneu dianteiro) e 633 mm (pneu traseiro)

CAÇAMBAS

TIPO CAPACIDADE CAPACIDADE LARGURA


COROADA RASA
Caçamba Padrão
2-1/4 jd3 1.72 m3 (2.25 jd3) 1.42 m3 (1.87 jd3) 2403 mm (94.6")

Caçambas Opcionais
2 jd3 1.50 m3 (2.00 jd3) 1.25 m3 (1.63 jd3) 2403 mm (94.6")
2-1/2 jd3 1.90 m3 (2.50 jd3) 1.58 m3 (2.07 jd3) 2403 mm (94.6")

4 em 1
(1-1/2 jd3) 1.15 m3 (1.50 jd3) 1.00 m3 (1.29 jd3) 2438 mm (96.0")
4 em 1
(1-3/4 jd3) 1.34 m3 (1.75 jd3) 1.08 m3 (1.41 jd3) 2438 mm (96.0")

NOTA: Para material leve de aproximadamente 1500 kg/m3.

27
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO

INSTRUMENTOS E CONTROLES

PAINEL DE INSTRUMENTOS DIREITO

1 2 3 4 5

1- INDICADOR DE TEMPERATURA DE ÓLEO DO CONVERSOR: A tempera-


tura normal de funcionamento está entre os limites da zona verde. Quando o
ponteiro entrar na zona vermelha, pare o trator e coloque a caixa de mudanças
em ponto morto. Acelere o motor ao máximo e deixe o óleo esfriar. Todavia,
se o indicador permanecer na zona vermelha, pare a máquina e verifique se
há obstrução ou outra causa no radiador. Chame a assistência técnica
especializada.

2- INDICADOR DE COMBUSTÍVEL: O indicador de combustível indica quanti-


dade de combustível existente no tanque.

3- INDICADOR DE TEMPERATURA DA ÁGUA: Este indicador indica tempera-


tura da água do motor. A zona verde indica a temperatura normal de
funcionamento. Se o ponteiro permanecer na zona amarela ou passar para
a zona vermelha, a cigarra soará. Pare o motor e verifique a causa. Chame
a assistência técnica especializada.

4- INDICADOR DAS LUZES DE ALERTA:


LUZ ALERTA DA PRESSÃO DA EMBREAGEM: A luz alerta da pressão da
embreagem indica pressão baixa ou ausência de pressão de óleo na embre-
agem, tendo a chave de ignição ligada.
28
LUZ ALERTA DA PRESSÃO DE ÓLEO DO MOTOR: Esta luz acende:
1) quando a chave de ignição está na 1ª posição com o motor parado e,
2) quando houver baixa pressão de óleo, com o motor funcionando. A cigarra
soará.

LUZ ALERTA DOS FREIOS: Esta luz acende quando:


1) o freio de estacionamento está aplicado e a chave de ignição na 1ª posição ou
2) quando o pedal do freio, ao ser aplicado, apresenta falha de freio.

Não opere a máquina enquanto a luz alerta estiver acesa.

Luz Alerta da Luz Alerta do


Pressão da Embreagem Alternador

Luz Alerta da Pressão Luz Alerta


de Óleo do Motor dos Freios

5- INDICADOR DE PRESSÃO DO AR: O indicador da pressão do ar indica a


pressão existente no sistema de freio. A pressão normal de operação está
entre os limites da zona verde. Se o ponteiro se mover para a zona vermelha,
a cigarra soará. Uma queda de pressão de ar no sistema causará a aplicação
automática do freio de estacionamento.

ADVERTÊNCIA: Não conduza a máquina enquanto a agulha do


! indicador de pressão de ar não se conserve na zona verde.

29
PAINEL DE INSTRUMENTOS ESQUERDO

6 1 8

2 3 4 5

1- TACÔMETRO: O tacômetro indica a velocidade do motor em rotações por


minuto (rpm). Seu mostrador está graduado em centenas.

2 e 3- INTERRUPTORES DE LUZES: O painel esquerdo possui dois interruptores


de luzes, com dois estágios cada um, os quais acendem as seguintes luzes:

INTERRUPTOR 3 INTERRUPTOR 2
ITENS 1º 2º 1º 2º
Estágio Estágio Estágio Estágio
Luzes do painel de instr. esquerdo LIGA LIGA LIGA LIGA
Luzes do painel de instr. direito LIGA LIGA LIGA LIGA
Lanternas traseiras LIGA LIGA LIGA LIGA
Faróis dianteiros DESL LIGA LIGA LIGA
Faróis traseiros DESL DESL LIGA LIGA
Faróis dianteiros opcionais DESL DESL DESL LIGA

NOTA: As luzes comandadas pelos estágios 1 e 2 do interruptor 2 só


acendem quando o interruptor 3 está ligado no 2º estágio.

4- INTERRUPTOR DA CHAVE DE IGNIÇÃO: Há quatro posições no interruptor


da chave: 1) Acessórios; 2) Desliga; 3) Liga; 4) Partida. O motor não funciona
sem a chave. As posições do interruptor ativam eletricamente os sistemas e
componentes descritos na tabela da página 31.

30
POSIÇÕES
ITENS Acessórios Desl Liga Partida
Acessórios LIGA DESL LIGA DESL
Indicadores de luzes alerta LIGA DESL LIGA DESL
Partida DESL DESL DESL LIGA
Limitador de Controle da
Pá-Carregadeira DESL DESL LIGA DESL

5- LUZ-ALERTA (INDICADOR DE RESTRIÇÃO DO FILTRO DE AR): Sempre


que esta luz acender, a cigarra soará. É sinal de restrição no filtro de ar para
manutenção ou troca dos elementos. Ver página 74.

6- CONTROLE DO FREIO DE ESTACIONAMENTO: Quando o controle é


puxado para fora, o freio de estacionamento é aplicado e a luz alerta do freio
no painel de instrumentos direito acende (ver item 4 da página 28). Para
desaplicar o freio de estacionamento empurre o controle para dentro.
NOTA: Uma perda substancial de pressão de ar aplicará automatica-
mente o freio de estacionamento. Veja item 5 na página 29.

7- LUZ-ALERTA (INDICADOR DE RESTRIÇÃO DOS FILTROS HIDRÁULI-


COS): Sempre que esta luz acender, a cigarra soará. É sinal de restrição nos
filtros do óleo hidráulico. Substitua os filtros. Ver página 98.

8- HORÍMETRO: Ver página 34.

9- CIGARRA (Não Ilustrada): A cigarra soará:


1. Quando a chave é ligada (motor parado e pressão de óleo do motor baixa)
e se o ponteiro do indicador de pressão de ar estiver na zona vermelha.
2. Quando o motor estiver em funcionamento e:
a.) Pressão de óleo do motor baixa
b.) Baixa pressão do sistema de ar
c.) Restrição dos filtros hidráulicos
d.) Restrição do filtro de ar
e) Alta temperatura de água do motor

ADVERTÊNCIA: Não dirija a máquina enquanto o ponteiro do


! indicador de pressão de ar não se encontrar na zona verde.

31
CONTROLES DA CAIXA DE MUDANÇAS

1- ALAVANCA DE COMANDO DE INVERSÃO: A alavanca de comando tem 3


posições, (1) “F” para frente; (2) “N” neutro; (3) “R” marcha à ré. Empurre a
alavanca para a posição “F” para movimentar a máquina para frente. Puxe a
alavanca para a posição “R” para movimentar a máquina para trás. A posição
central “N” é para o neutro.
2- ALAVANCA SELETORA DE MARCHAS: A alavanca seletora de marchas tem
4 posições. Elas são numeradas 1, 2, 3 e 4. Para o máximo de força de
operação, selecione a posição “1”. Para a máxima velocidade de operação,
selecione a posição “4”. Veja velocidades de cruzeiro na página 25.

IMPORTANTE: Quando mudar para uma marcha inferior, reduza a


rotação do motor à metade da aceleração, e mude as marchas uma
de cada vez. Se o procedimento acima não foi seguido, o motor e/ou
a caixa de mudanças podem ser avariados.

32
PEDAIS E CONTROLES INFERIORES

1- BOTÃO DA BUZINA A AR (Montado até série –>JHF0020946)


A partir da série JHF0020947–>, a buzina deve ser acionada na tampa do
volante de direção.
2- PEDAL DO FREIO, ESQUERDO: Ao acionar este pedal, ocorre o seguinte:
a) A caixa de mudanças é desengatada.
b) Os freios das rodas são aplicados e acendem as luzes do freio.
c) Acende a luz de alerta da pressão da embreagem, (item 4, pág 28).

ADVERTÊNCIA: Ao conduzir a máquina em declives acentua-


dos, engate uma marcha reduzida. Para diminuir a velocidade ou
parar a máquina, use apenas o pedal de freio direito. O pedal
! esquerdo desaplica a embreagem, permitindo que as rodas
girem livres, antes de aplicar o freio. NUNCA desça um declive
com a caixa de mudanças em ponto morto

3- PEDAL DO FREIO, DIREITO: Ao ser acionado este pedal, aplicam-se os freios


e as luzes de freio acendem. A caixa de mudanças permanece engatada.
4- PEDAL DO ACELERADOR: Acione o pedal para aumentar a velocidade.

33
LUBRIFICAÇÃO

A lubrificação de sua máquina CASE exigirá apenas alguns minutos de sua


atenção regular diária. Onde foi possível, a CASE introduziu rolamentos previa-
mente lubrificados ou lubrificação automática, visando reduzir as solicitações feitas
sobre o tempo do operador.

Horímetro

Para assegurar máxima vida útil do motor e sua completa satisfação, deverão ser
observados dois fatores:

1. Manter um programa regular de inspeção e lubrificação. Todos os intervalos


de tempo contidos na Tabela de Manutenção e na Seção de Manutenção
Preventiva baseiam-se nas leituras do Horímetro. A leitura do Horímetro
instalado em seu Trator lhe dirá quando o mesmo deverá ser inspecionado e
quando a manutenção deverá ser feita.

2. Use somente óleos e graxa de boa qualidade e de especificações uniformes.


Adquira-os sempre de um Revendedor que venda lubrificantes de marca
conhecida e bem conceituada. Use somente óleo e graxa que atendam às
especificações recomendadas neste Manual.

34
LUZES DIRECIONAIS E PISCA-ALERTA (OPCIONAL)

1ª versão: Montado até série –>JHF0020946

1- LUZES DIRECIONAIS: Desloque a ala-


vanca para frente, para indicar mudança
de direção para a esquerda, e para trás,
para indicar mudança para a direita. Leve
a alavanca de volta à posição central,
para fazer cessar a emissão de sinal.
2- ALAVANCA DO PISCA ALERTA: Para
usar ambas as luzes direcionais como
pisca-alerta, puxe a alavanca para fora.
Empurre-a para dentro para cessar a emis-
são de sinais do pisca-alerta.

2ª versão: Montado a partir da série JHF0020947–>

1- LUZES DIRECIONAIS: Mova a alavanca


para frente para indicar mudança de dire-
ção para a esquerda, e para trás para
indicar mudança para a direita. Leve a
alavanca de volta à posição central, para
desligar as luzes direcionais.

ASSENTO DO OPERADOR

35
Sua máquina W20E está equipada com o modelo de assento ilustrado (Ver pág.
35). O cinto de segurança é opcional, sendo fornecido nas máquinas equipadas
com (ROPS). Siga as instruções para seu máximo conforto e segurança (Ver pág.
37).

1- REGULAGEM DE ALTURA: Para aumentar a distância entre o banco e os


pedais, gire a manopla no sentido horário. Para diminuir, gire no sentido anti-
horário.

2- REGULAGEM DE PESO: Para aumentar a flutuação do banco, gire a manopla


no sentido horário. Para diminuir, gire-a no sentido anti-horário.

3- REGULAGEM HORIZONTAL: Para colocar o banco na posição desejada,


puxe a alavanca, desloque o banco para frente ou para trás, e em seguida solte
a alavanca. Assegure-se de que o banco esteja bem travado.

4- INCLINAÇÃO DO ASSENTO: Empurre o botão para dentro, coloque o assento


na posição desejada e em seguida solte-o.

5- REGULAGEM DE INCLINAÇÃO DO ENCOSTO: Para aumentar a inclinação


do encosto, gire a manopla no sentido horário e para diminuir gire-a no sentido
anti-horário.

6- REGULAGEM DO DESCANSA-BRAÇO: Para aumentar a altura do descan-


sa-braço, aperte o parafuso de encosto, e para diminuir, afrouxe-o.

CONSERVAÇÃO E LIMPEZA DO ASSENTO - A poeira e a sujeira acumuladas


sobre o estofamento do assento devem ser removidas freqüentemente com um
aspirador de pó, ou com uma escova macia.

LAVAGEM DO ASSENTO: Para lavar o assento do operador, após removida toda


a poeira e sujeira conforme acima recomendado, use apenas água e sabão neutro.
Após terminada a lavagem enxugue primeiro com uma toalha absorvente ou pano
ligeiramente umedecido. Em seguida, use uma toalha ou pano absorvente secos,
para restaurar o brilho do estofamento.

36
CINTO DE SEGURANÇA

O assento do seu trator é provido de cinto de segurança, a fim de proporcionar


máximo conforto e segurança ao operador.
NOTA: O cinto de segurança é instalado somente nas máquinas
equipadas com ROPS ou Cabina

IMPORTANTE: Use sempre os cintos de segurança. A ROPS demons-


tra sua maior eficácia em caso de capotamento, quando o operador fica
protegido contra arremesso para fora da mesma.

Depois que o assento houver sido satisfatoriamente ajustado, acomode-se ereto


e bem atrás no assento, pegue a fivela A e a lingüeta B do cinto e coloque-o
transversalmente sobre o colo, O MAIS BAIXO POSSÍVEL NOS QUADRIS. Insira
a lingüeta B de metal na extremidade aberta da fivela A até que se ouça um clique.

Certifique-se de que o cinto esteja bem travado, e, para reduzir o risco de deslizar
sob o cinto, ajuste-o bem, puxando a extremidade C que se estende da lingüeta B.
O posicionamento firme e baixo do cinto é essencial, a fim de que a força exercida
pelo cinto de segurança, em caso de acidente seja distribuída sobre a robusta
estrutura óssea dos quadris, e não sobre a delicada área abdominal, o que poderia
resultar em greves ferimentos, em caso de acidente.

37
Para afrouxar o cinto de segurança, posicione a presilha “C” em ângulo reto com
o tecido do cinto; assim, o cinto deslizará facilmente através da fivela. Para desatar
o cinto de segurança, aperte o botão “D” localizado no centro Da fivela “A” e puxe
a fivela, a fim de liberta-la da lingüeta.

Inspeção e manutenção do cinto de segurança

PRECAUÇÃO: Para sua proteção, NUNCA deixe de usar o cinto


! de segurança quando estiver operando a máquina.

1. Mantenha o cinto de segurança afastado de cantos vivos ou objetos que


possam causar avarias ao mesmo.
2. Examine periodicamente os cintos, as fivelas e os pontos de fixação, verificando
se apresentam avarias que possam reduzir a eficiência da proteção oferecida.
3. Substitua o cinto se estiver desfiado, cortado, enfraquecido ou se tiver sofrido
impactos em colisão.
4. Verifique se os parafusos de fixação estão apertados no suporte do assento.
5. Mantenha o cinto de segurança limpo e seco.
6. Na limpeza do cinto, use apenas uma solução fraca de sabão e água morna.
7. Não use solventes para remoção de manchas do cinto de segurança, o que
poderá reduzir drasticamente a sua resistência.

PRECAUÇÃO: NUNCA use o cinto de segurança frouxo, certificando-


se de que não esteja torcido, nem preso entre a estrutura do assento.

38
COMANDOS DA PÁ-CARREGADEIRA
(STANDARD - 2 alavancas, válvula de 2 Carretéis)
(para máquinas das séries JHF0020654 até JHF0030040)

1. Válvula do Braço de Levantamento


2. Alavanca da Caçamba

Válvula do Braço de Levantamento Alavanca da Caçamba


1. Levantar 1. Inclinar para trás
2. Reter (Neutro) 2. Reter (Neutro)
3. Abaixar 3. Despejar
4. Flutuar

Nota: Este posicionamento de alavancas de comando indicado acima


foi introduzido para as máquinas a partir da série JHF0020654 até a
série JHF0030040.
Para máquinas a partir da série JHF0030041, ver novo posicionamento
das alavancas de comando na página 38B.
O comando “Joystick” é opcional, veja páginas 39 e 40.

38A
39
COMANDOS DA PÁ-CARREGADEIRA
(STANDARD - 2 alavancas, válvula de 2 Carretéis)
(para máquinas a partir da série JHF0030041)

1. Válvula do Braço de Levantamento


2. Alavanca da Caçamba

Válvula do Braço de Levantamento Alavanca da Caçamba


1. Levantar 1. Inclinar para trás
2. Reter (Neutro) 2. Reter (Neutro)
3. Abaixar 3. Despejar
4. Flutuar

Nota: Este posicionamento de alavancas de comando indicado acima


foi introduzido para as máquinas a partir da série JHF0030041.
O comando “Joystick” é opcional, veja páginas 39 e 40.

40
38B
COMANDOS DA PÁ-CARREGADEIRA
(OPCIONAL - 3 alavancas, válvula de 3 Carretéis)
(para máquinas das séries JHF0020654 até JHF0030040)

1. Alavanca do Braço de Levantamento


2. Alavanca da Caçamba
3. Alavanca da Mandíbula

1. Fechar
2. Reter (Neutro)
3. Abrir

Nota: Este sistema Opcional de 3 alavancas com válvula de 3


carretéis é utilizado para controle da caçamba 4-em-1 (implemento
opcional) ou para garfos.

38C
41
COMANDOS DA PÁ-CARREGADEIRA
(OPCIONAL - 3 alavancas, válvula de 3 Carretéis)
(para máquinas a partir da série JHF0030041)

1. Alavanca da Caçamba
2. Alavanca do Braço de Levantamento
3. Alavanca da Mandíbula

1. Fechar
2. Reter (Neutro)
3. Abrir

Nota: Este sistema Opcional de 3 alavancas com válvula de 3


carretéis é utilizado para controle da caçamba 4-em-1 (implemento
opcional) ou para garfos.

38D
42
COMANDOS DA PÁ-CARREGADEIRA
(“JOYSTICK” - OPCIONAL)
LEGENDA DAS POSIÇÕES DAS ALAVANCAS

COMANDO SIMPLES (1 alavanca) (Válvula 2 Carretéis)(Opcional)


Uma única alavanca permite o basculamento da caçamba e o levantamento do
braço de acordo com as posições mostradas na figura abaixo:

39
Para maior facilidade operacional, pode-se elevar ou abaixar o braço e bascular a
caçamba (despejando ou inclinando para trás) ao mesmo tempo, pois a alavanca
do comando simples trabalha também a 45° (ver figura abaixo).

1. Levanta o braço e inclina para


trás a caçamba.
2. Inclinar para trás a caçamba.
3. Abaixa o braço e bascula a ca-
çamba para trás.
4. Despejar a caçamba.

ALAVANCA AUXILIAR (2 alavancas, sendo 1 auxiliar) (Válvula 3 carretéis)(Opcional)


O comando é constituído pela alavanca da caçamba e do braço de levantamento
e, opcionalmente, pela alavanca auxiliar.

1. Alavanca de comando dos bra-


ços e da caçamba.
2. Alavanca auxiliar (opcional).

1. Fechar
N. Reter (Neutro)
2. Abrir

40
Instruções Sobre as Alavancas de Comando
(Joystick opcional)
A alavanca é mantida nas posições “Levantar”, “Flutuar”, “Limitador de altura” e
“Inclinar para Trás”, como retorno-à-escavação, por meio de detentores eletromag-
néticos e devem ser manualmente levadas de volta à posição “Reter”.
NOTA: Quando carregar a caçamba (alavanca na posição “Inclinar para
Trás”) em unidades equipadas com mecanismos de “Retorno-à-esca-
vação”, conserve a alavanca nessa posição manualmente. É possível
que a alavanca retorne a posição “Reter”, antes de ser atingida a
quantidade necessária de retroinclinação.
NOTA: Nas máquinas equipadas com válvula de 2 carretéis (Ver
páginas 38A e 38B) as duas posições da esquerda, numeradas 1 e 2,
correspondem respectivamente às alavancas do braço de levantamen-
to e controle da caçamba. Contudo, nas máquinas equipadas com
válvula de 3 carretéis é adicionada uma terceira alavanca para controle
da mandíbula da caçamba 4-em-1 (implemento opcional), ou ainda para
garfos (Ver páginas 38C e 38D).

Indicador do Tipo de Uso da Caçamba 4-Em-1


A caçamba 4-Em-1 pode ser facilmente convertida de uma caçamba padrão para
uma caçamba niveladora, raspadora (“scraper”) ou mandíbula (“clamshell”), ajus-
tando-se os controles de inclinação e abertura da caçamba como mostra a
ilustração abaixo. Mantenha a caçamba no solo ou ligeiramente levantada ao
proceder as regulagens. O indicador mostra o tipo de uso selecionado.
Niveladora Raspador

Mandíbula Caçamba Padrão

41
Controle de Altura da Caçamba

Através deste controle, o operador estabelece a altura de despejo da caçamba


quando carrega caminhões, etc. Mova a alavanca do braço de levantamento para
a posição “LEVANTAR”. A caçamba levantará e parará automaticamente ao ser
atingida a altura pré-estabelecida. Ao final do ciclo, a alavanca retornará automa-
ticamente à posição “RETER”. Para o ajuste da altura, veja abaixo:

1. Para aumentar a 2. Para diminuir


altura da caçamba altura da caçamba

Para ajustar a altura de despejo da caçamba, use a alavanca de controle da altura


da mesma. Para obter o máximo de altura, puxe a alavanca para trás até o fim. Para
diminuir a altura de despejo da caçamba, empurre a alavanca para frente.

Para ajustar:
1. Posicione a caçamba da pá-carregadeira na altura de despejo desejada.
2. Pare o motor.
3. Gire a chave de ignição para a posição “Desligado”.
4. Puxe a alavanca do limitador de altura até o fim.
5. Gire a chave de ignição para a posição “Liga” (sem dar partida ao motor).
6. Coloque a alavanca do braço de levantamento na posição “Levantar”.
7. Empurre devagar e para a frente o limitador de altura. Pare o movimento
quando a alavanca do braço de levantamento voltar à posição “Reter”.
8. Funcione o motor e abaixe a caçamba até o solo.
9. Levante a pá-carregadeira e verifique o ajuste. Indicador de Nível da Caçamba

42
O indicador de nível da caçamba consiste de uma haste e uma placa de metal
montadas com suportes no cilindro de inclinação direito. Quando as extremidades
da haste estiverem alinhadas com a placa, o fundo da caçamba da carregadeira
estará nivelado ou paralelo ao solo

Retorno a escavação
NOTA: Para controlar e ajustar o dispositivo de retorno-à-escavação, veja
página 61.

FUNCIONAMENTO DA MÁQUINA
Amaciamento
O motor necessita de atenção especial durante o período de amaciamento.
Pistões, anéis e camisas podem ser danificados num motor novo se não forem
seguidas as instruções abaixo:
1. Máquina Sob Carga: Durante as primeiras 8 horas, opere com carga normal.
Não opere com o conversor ou com o sistema hidráulico em velocidade de stall
por tempo superior a 10 segundos.
2. Velocidade do Motor: Durante o período de amaciamento, opere sempre o
motor na rotação máxima (acelerador completamente aberto). Evite marcha
lenta em velocidades reduzidas.
3. Temperatura de Operação: Mantenha a temperatura de funcionamento nos
níveis recomendados. A baixa temperatura de funcionamento contribui para
formação de ácidos destrutivos e depósitos prejudiciais no motor.
4. Óleo do Motor: Após as primeiras 20 horas de operação, drene o óleo de
amaciamento e remova o filtro. Instale um novo elemento filtrante e reabas-
teça o cárter com óleo recomendado (Ver páginas 67, 68 e 71)
5. Arrefecimento: Se a máquina estiver trabalhando sob carga, deixe o motor
funcionar em marcha lenta por vários minutos antes de desligá-lo, permitindo
que as peças esfriem uniformemente.

43
VERIFICAÇÕES A SEREM EFETUADAS
ANTES DA PARTIDA DO MOTOR

Antes de começar o trabalho diário ou antes do início de cada novo turno, dê uma
volta ao redor da máquina e verifique os pontos mostrados na ilustração abaixo.

Lista de verificações

1. Faróis Dianteiros: Verifique se estão danificados.


2. Articulação da Caçamba: Verifique se está danificada.
3. Caçamba: Verifique se está danificada.
4. Eixo Dianteiro: Verifique se há vazamento.
5. Área do Pivô: Verifique se há vazamento.
6. Reservatório de ar: Drenar a água.
7. Pneus: Verifique a pressão de ar, presença de cortes ou danos
8. Eixo Traseiro: Verifique se há vazamento.
9. Motor: Verifique se há vazamento de óleo ou combustível. Visualmente
verifique nos coletores de água do tanque se há sedimentos ou água. Se
necessário, drene-os e limpe-os.
10. Tampas e Protetores: Verifique se estão danificados ou se faltam protetores.

44
11. Faróis Traseiros: Verifique se estão danificados.
12. Sistema de Arrefecimento: Verifique se há vazamentos ou crostas no
radiador. Visualmente verifique se o nível de água está correto.
13. Óleo do Motor: Verifique o nível de óleo.
14. Indicador de Restrição : Verifique o estado dos elementos do filtro.
15. Transmissão: Verifique se há vazamentos.
16. Área do Operador: Limpe-a.
17. Painel de Instrumentos: Verifique se está danificado.
18. Óleo Hidráulico: Verifique.
19. Decalques de segurança: Limpe-os com um pano úmido. Não use solventes
ou combustível para limpá-los. Substitua os decalques de segurança quando
estiverem ilegíveis.

PARTIDA DO MOTOR

ATENÇÃO: Coloque o cinto de segurança antes de colocar a


! máquina em funcionamento

1. Certifique-se de que as alavancas da caçamba e do braço de levantamento


estejam em neutro.

2. Aplique o freio de estabelecimento.

3. Coloque a alavanca de marchas em neutro.

4. Pressione o acelerador cerca de um terço a metade do seu curso.

5. Gire a chave de ignição para a posição de partida, e segure-a nessa posição


para acionar o motor de partida e girar o motor.

6. Quando o motor começar a funcionar, solte a chave. Ela voltará automatica-


mente à posição de funcionamento normal.

NOTA: Ao ligar a chave de ignição, as luzes alerta da pressão da


embreagem, pressão de óleo do motor, e alternador acendem. Quando
o motor entrar em funcionamento, estas luzes se apagam, se uma ou
mais permanecerem acesas, desligue O motor imediatamente e procu-
re a causa.

45
Se o motor não entrar em funcionamento na primeira tentativa, não se deverá tentar
nova partida imediatamente. Aguarde de 30 a 60 segundos, para a bateria se
recuperar, e então de nova partida.

7. A bomba injetora possui um regulador de rotação variável. Logo que o motor


funcionar, deve-se soltar o acelerador, por um instante, para que entre em
funcionamento o encosto de débito máximo da bomba.

8. Com o motor em marcha lenta, aproximadamente 600 rpm a pressão mínima


não deverá ser inferior a 0,5 kgf/cm2 devendo apagar a luz indicadora da
pressão do óleo (ver item 4, página 28). Se a pressão indicada for menor do que
o especificado e a luz não apagar, parar imediatamente o motor e verificar a
causa da falta de pressão.

9. Não acelere o motor acima da marcha lenta imediatamente após dar a partida,
a fim de permitir que a pressão de ar esteja na faixa verde e o freio de
estacionamento seja desaplicado.

10.A máquina não pode ser movimentada até que a cigarra pare de soar, o ponteiro
de indicação de pressão de ar esteja na faixa verde e o freio de estacionamento
seja desaplicado.

11.Durante o acionamento do motor de partida, fumaça branca ou preta sairá pelo


tubo de escapamento. Se não houver fumaça e o motor não der partida, significa
que o combustível não está chegando aos cilindros, Investigue a causa.

À temperatura externa normal, o motor deverá ser aquecido funcionando em


rotações médias, e sem ser forçado. Com este procedimento alcançar-se-á, dentro
de poucos minutos, a temperatura normal de funcionamento.

Com temperaturas externas inferiores a 0°C, o motor deverá trabalhar previamente


em ponto morto, durante um minuto no máximo, em rotações moderadas, para
garantir a lubrificação das paredes dos cilindros e dos mancais, mesmo estando o
óleo frio.

Durante o funcionamento
Observar periodicamente os instrumentos de controle no painel.

Se a lâmpada indicadora de carga da bateria acender, com o motor em funciona-


mento, será indicação de que a bateria não está recebendo carga.

Verificar também a temperatura de funcionamento da água de arrefecimento e


indicador de pressão de óleo. Se for percebida qualquer irregularidade, pare o
veículo e localize a falha.

46
Rotação do motor
A rotação do motor diesel é limitada pelo regulador da bomba injetora.
Desta forma, um motor Diesel não poderá disparar em ponto morto. Um regulador
estrangula automaticamente a bomba injetora quando o motor atinge a rotação
máxima estabelecida.

Operação econômica
O motor Diesel do seu trator Case garante extrema vida útil, baixo consumo de
combustível e conservação de sua potência inicial. O rendimento, porém, não
depende somente do motor, mas principalmente, da maneira de sua operação.
Quanto mais uniforme for a carga a ele aplicada, tanto menor será o consumo de
combustível e o desgaste geral do motor.

Marcha Lenta
Evite o funcionamento prolongado do motor em marcha lenta baixa. Esta não
permitirá que o motor conserve sua temperatura normal de funcionamento.
O funcionamento em marcha lenta prolongada, que resulta em baixa temperatura
do motor, causará a formação de ácidos deterioradores, acentuada acumulação de
depósitos nas válvulas, e possíveis danos sérios no motor.
A temperatura de funcionamento correta conserva o motor eficiente e limpo.
O motor nunca deve funcionar em marcha lenta por longos períodos durante o seu
amaciamento e em tempo extremamente frio.

Parada do motor
PRECAUÇÃO: Antes de deixar a máquina, PARE O MOTOR.
! Aplique o freio de estacionamento, e abaixe os implementos ao solo.
Estacione a máquina num lugar plano ou paralelo a um aclive.

Para parar o motor, reduza a rotação do mesmo para marcha lenta baixa, abaixe
ao solo o implemento, aplique o freio de estacionamento, gire a chave de ignição
para a posição ‘DESLIGA”, retire a chave.

INSTRUÇÕES PARA MANUTENÇÃO DO MOTOR


O rendimento e a durabilidade do motor dependem da execução dos serviços de
manutenção prescritas na tabela de manutenção, página 69, e no plano de
revisões. Ver o Manual de Instruções (código 147364A1) do motor 6BT590
CUMMINS. Esse plano de manutenção foi elaborado para proporcionar ao motor
melhor desempenho, maior rendimento e maior economia.

A manutenção deverá ser executada, segundo as horas de serviço recomendada,


para os motores que trabalham a maior parte do tempo com carga e cujas horas
de funcionamento poderão ser bem controladas através da leitura do horímetro.

47
INSTRUÇÕES PARA MANEJO DA MÁQUINA

PRECAUÇÃO: Use o equipamento de segurança adequado -


evite roupas muito folgadas. Obtenha equipamento de seguran-
ça adicional quando a sua segurança possa estar em dúvida.
! Conforme as circunstâncias, poderá ser necessário o uso de
capacete, sapatos de segurança, protetores de orelhas, roupa
refletora, óculos de segurança e luvas grossas.

PRECAUÇÃO: Nunca deixe a máquina sozinha com o motor


funcionando. Ao descer da máquina, aplique o freio de estaciona-
! mento, abaixe ao solo os implementos e desligue o motor.
Estacione a máquina sobre uma superfície plana, ou, quando em
aclive, paralelo ao mesmo.

PRECAUÇÃO: Antes de iniciar o manejo da máquina, aperte


! firmemente o cinto de segurança.

Siga o procedimento recomendado para partida do motor.

Após o motor alcançar sua temperatura normal de funcionamento, e a pressão do


reservatório de ar estar adequada, desaplique o freio de estacionamento. Engate
a alavanca seletora de marchas para a frente ou marcha-à-ré.

Acelere o motor conforme necessário.

48
MUDANÇA DE MARCHAS

Alavanca Seletora de Marchas


A alavanca seletora de marchas possui 4 posições. São numeradas 1, 2, 3 e 4. Para
obter o máximo de força de trabalho, selecione a posição “1”; para atingir a
velocidade máxima selecione a posição “4”.

Para reduzir, proceda como segue: a) reduza pela metade a rotação do motor;
b) através da alavanca seletora, reduza as marchas uma de cada vez. O motor
e/ou a transmissão podem ser danificados, se não for seguido o procedimento
descrito acima.
A mudança de marchas para uma velocidade superior pode ser efetuada a
qualquer rotação do motor.

Alavanca Seletora de Sentido de Direção “Frente-Ré”

Mudanças no sentido direcional (para frente e para trás) podem ser efetuadas com
força de tração máxima e/ou com velocidade máxima da máquina, nas posições 1
e 2 da alavanca seletora de marchas, somente. Todavia, por questões de
segurança, conforto do operador e vida útil do trem de força, antes de modificar o
sentido de direção, reduza a força (ou a rotação) da máquina.

49
SUPERAQUECIMENTO DO CONVERSOR
Para evitar o superaquecimento do conversor e possíveis danos à transmissão,
especialmente sob severas condições de trabalho, em temperaturas ambiente
altas, o trator não deve ser manejado continuamente em velocidade de stall ou
numa velocidade próxima a essa condição (motor totalmente acelerado e transmis-
são engatada, mas as rodas sem girar).

Se a máquina estiver trabalhando em marcha alta e o ponteiro do indicador de


temperatura aproximar-se da faixa VERMELHA, mude de Alta para Baixa, a fim de
evitar o superaquecimento.

Se o ponteiro do indicador de temperatura entrar na faixa VERMELHA, pare


imediatamente do trator, coloque a transmissão em neutro e deixe o motor
funcionando a meia velocidade até o ponteiro retornar à faixa VERDE. Verifique o
nível do óleo da transmissão e verifique se há vazamentos.

Se o conversor continuar superaquecido, consulte seu Revendedor Autorizado


CASE.

DIREÇÃO

O trator está equipado com direção hidrostática, exigindo o mínimo de esforço do


operador. Quando manobrar em espaços estreitos, o operador deve lembrar que
as metades dianteira e traseiras articuladas giram na mesma proporção; assim,
deverá ser verificado o espaço de manobra necessário para cada metade.

PERIGO: Se por qualquer razão ocorrer uma falha no sistema de


! direção hidrostática, pare a máquina. Não tente conduzi-la
enquanto o sistema de direção não funcionar adequadamente.

50
PARADA DA MÁQUINA

PRECAUÇÃO: Nunca abandone a máquina enquanto o motor


! estiver funcionando.

Para parar a máquina:


1. Reduza a rotação do motor.
2. Acione um dos pedais.

1. Aplica os Freios e Desengata a Transmissão


2. Aplica os Freios Somente

NOTA: O pedal esquerdo é basicamente usado para operação da pá-


carregadeira. Desengata a transmissão, proporcionando à carregadeira
máxima força de desagregação . O pedal direito é usado para parada
normal da máquina.
3. Após a parada da máquina, coloque a alavanca de comando do inversor em
NEUTRO e abaixe a pá-carregadeira ao solo.
4. Aplique o freio de estacionamento.
5. Gire a chave de ignição para a posição DESLIGA.
6. Retire a chave de ignição.

51
LUZ ALERTA DOS FREIOS

A perda de pressão nos freios das rodas ou perda de pressão no sistema de freio
de estacionamento acenderá a luz alerta VERMELHA dos freios, no painel de
instrumentos direito. Quando esta luz acender, pare a máquina e leia o capítulo
“Sistema de Freios”, na página 103.

ADVERTÊNCIA: Quando a pressão de ar do sistema de freios cai


abaixo do normal, a cigarra soará. Se a pressão diminuir ainda
! mais o freio de estacionamento trava-se automaticamente. Este-
ja preparado para uma parada repentina.

Teste do Freio de Estacionamento


O freio de estacionamento deverá ser testado antes de cada período de funciona-
mento da máquina. Proceda como segue:

PRECAUÇÃO: Esteja alerta, afaste da área de trabalho todas as


! pessoas não autorizadas. Conheça a localização dos seus cole-
gas de trabalho na sua área.

1. Aplique o freio de estacionamento.


2. Ligue o motor e aqueça-o à temperatura normal de funcionamento.
3. Coloque a alavanca seletora de marchas em 2ª.
4. Aumente a rotação do motor ao máximo. O trator não pode mover pois o freio
de estacionamento está aplicado. Se o trator se deslocar, procure o seu
Revendedor Autorizado CASE.

52
REBOCAMENTO

A máquina poderá ser rebocada em baixa velocidade por uma distância não
superior a 800 metros (1/2 milha).

CUIDADO: Se for necessário rebocar a máquina por distância


! superior a 800 metros (1/2 milha), os eixos cardãs dianteiro e
traseiro DEVEM ser desligados.

O motivo desta precaução é evitar danos aos rolamentos superiores da transmis-


são/conversor e aos eixos, que não recebem lubrificação quando o motor, o
conversor e as bombas estão parados.
Desligar os pinos dianteiros dos cilindros da direção e amarrá-los juntos para
melhor giro livre das rodas durante o rebocamento.

CUIDADO: PARA O REBOCAMENTO DEVE SER USADO UM


ACOPLADOR RÍGIDO. Nunca tentar dar partida no motor quando o
trator está sendo rebocado.

TRANSPORTE DA MÁQUINA

Antes de transportar a máquina, conheça os regulamentos e leis aplicáveis à sua


área, e o caminho a seguir. Assegura-se de que a sua máquina e caminhão estejam
adequadamente equipados conforme leis e regulamentos. Siga o procedimento
abaixo para um carregamento adequado:
1. Remova toda graxa da rampa ou plataforma.
2. Calce as rodas da carreta.
3. Conduza a máquina com cuidado sobre a carreta.
4. Trave a articulação de segurança no olhal do chassi dianteiro do trator

Posição da Articulação
de Segurança Travada

53
5. Pare o motor e retire a chave.
6. Aplique o freio de estacionamento.
7. Calce os pneus e prenda a máquina na carreta com amarras.
8. Cubra o escapamento para protegê-lo da entrada de chuva.

Amarração Dianteira

54
Amarração Central

Amarração Traseira

55
Temperaturas de Funcionamento

Durante épocas extremamente frias, o motor poderá não aquecer ou manter a


temperatura correta de funcionamento em rotação ou marcha-lenta pode resultar
em combustão incompleta, formação de sedimentos no sistema de válvulas e
possíveis sérios danos no motor.
Após dar partida no motor, deixe-o funcionar de um terço à metade de sua rotação
por 2 minutos, aproximadamente, para permitir circulação adequada do óleo. Em
seguida, acelerar o motor na sua rotação máxima para aquece-lo.
Para manter a temperatura de funcionamento do motor em tempo frio, quando este
não está sob carga, deixe o funcionar em rotação máxima, exceto quando mudar
as marchas.

UTILIZAÇÃO EM TEMPO QUENTE

Durante as épocas quentes, devem ser tomadas precauções suplementares para


os itens abaixo:
1. Manter a água do radiador no nível correto. Manter o sistema de arrefecimento
pressurizado. Se a tampa do radiador não puder manter a pressão de 7 psi
(48 kPa), substituí-la imediatamente.
2. Manter o radiador livre de sujeira e resíduos.
3. Verificar frequentemente a tensão da correia do ventilador.
4. Usar lubrificantes de viscosidade correta para altas temperaturas. (Ver página 68).

UTILIZAÇÃO EM TEMPO FRIO

Precauções
A máquina foi projetada para trabalhar em qualquer época do ano. Porém, algumas
precauções devem ser tomadas durante o tempo frio, a fim de evitar danos e
garantir partida rápida e manejo eficiente:
1. Manter sempre as baterias totalmente carregadas.
2. Usar óleos de viscosidade recomendada no cárter, caixa de mudanças e nos
eixos,
3. Proteger o sistema de arrefecimento contra congelamento.
4. A noite colocar o trator num abrigo fechado ou cobri-lo com um encerado.
5. No final de cada turno, encher o tanque de combustível a fim de evitar
condensação de água neste. Drenar a água do coletor (ver página 87).

56
6. No final de cada turno, drenar a água e resíduos do reservatório de ar dos freios.
7. Durante épocas extremamente frias, as seguintes precauções poderão se
tornar necessárias:
a) Retirar e armazenar as baterias num lugar moderadamente aquecido de
preferência ao redor dos 21°C (70°F). Instalar novamente as baterias no
momento de dar partida no motor para o manejo diário .
b) Drenar o Óleo do cárter enquanto estiver quente e armazená-lo num lugar
aquecido. Se possível, pré-aquecê-lo a 38°C (100°F), aproximadamente,
antes de coloca-lo novamente no motor para a partida de manejo diário.

SUGESTÕES DE FUNCIONAMENTO

Um operador cuidadoso representa a maior segurança contra acidentes.


Pratique segurança antes de sair com a máquina e durante o dia de trabalho. A sua
vida depende disto.
Revise sempre as sugestões que seguem, sobre as técnicas de operação. Estas
sugestões o ajudarão a produzir mais serviço, dentro dos conceitos de segurança,
com menos esforço físico e menos desgaste da máquina.

PRECAUÇÃO: Antes de ligar o motor, aperte o cinto de seguran-


! ça, caso sua máquina esteja equipada com ROPS ou Cabina.

PRECAUÇÃO: Antes de cada turno, teste a máquina, direção,


freios, operação dos controles hidráulicos e dispositivos de
segurança. Uma máquina que opera adequadamente pode pre-
! venir acidentes. Se necessário, repare ou ajuste a máquina antes
de operá-la.

57
DISPOSIÇÃO DO TRABALHO

Estabeleça o ciclo de trabalho mais curto possível. A disposição correta dos


caminhões é muito importante para um manejo eficiente.

Se necessário podem ser gastos alguns minutos para nivelar a área de trabalho.
Terrenos planos para manobras do trator e áreas de estacionamento niveladas,
para os caminhões, contribuirão para maior aceleração do trabalho.

Mantenha a distância de transporte o mais curto possível; quanto menor a distância


de transporte, mais curto será o ciclo de trabalho.

CARREGAMENTO DA CAÇAMBA

De modo geral, os métodos são de três tipos, a saber: o método de penetração da


caçamba em forma de arco, na qual esta penetra na margem num arco contínuo
para cima até encher; o método de penetração em degraus, no qual a caçamba
penetra na margem horizontalmente com níveis intermitentes e sucessivamente
mais altos, ou degraus, até encher; e o método de penetração no plano, no qual a
caçamba penetra na margem horizontalmente e no plano até encher.

O operador deve avaliar o tipo de penetração necessário para carregar a caçamba,


e alterar os métodos conforme os materiais que estão sendo carregados. É melhor
trabalhar com a caçamba começando da parte superior da margem ou monte de
material.

58
Penetração em Forma de Arco

Aproximar-se lentamente da margem ou monte de material, com a caçamba em


posição horizontal com o nível do solo e o motor na rotação governada máxima.
Manter o trator em movimento para frente até encher a caçamba. Fazer a caçamba
penetrar direto no monte de material cerca de 6 ou 9 polegadas. Em seguida,
coordenar os movimentos de levantamento do braço da pá-carregadeira e de retro-
inclinação da caçamba de maneira que a parte traseira desta encha, enquanto o
trator se desloca para a frente. Se a inclinação para trás for excessiva, a caçamba
não encherá por completo e, se for muito pouca, a caçamba carregará demais.

Penetração em Forma de Degraus

Aproximar-se da margem com a caçamba em posição horizontal com o nível do


solo e o motor na rotação governada máxima. Fazer a caçamba penetrar direto no
monte de material o máximo possível durante o avanço inicial. Quando a rotação
do motor começar a cair, calçar o pedal esquerdo do freio. Manter a caçamba em
posição horizontal e levantá-la aproximadamente 0,305 mm (1 pé). Movimentar
novamente o trator para a frente, penetrando mais com a caçamba no monte de
material. Repetir o ciclo quantas vezes for necessário até encher a caçamba.

59
Rendimento
Durante o carregamento e quando transportar a carga, colocar a alavanca seletora
de marchas em reduzida.
Para melhor rendimento, deixar o motor funcionando em alta rotação durante o
descarregamento da caçamba ou quando estiver escavando com esta.

NOTA: O funcionamento do motor durante longos períodos de opera-


ção em velocidade de stall ou numa rotação próxima a esta condição
(rodas e/ou caçamba movimentando-se devagar ou paradas, sob
carga), pode provocar o superaquecimento do conversor. Observe o
indicador de temperatura do conversor . Se o ponteiro entrar na faixa
VERMELHA, mude para uma marcha inferior ou diminua a carga.

TRANSPORTE

Quando se afastar do monte de material e transportar a carga, levante a caçamba


apenas o suficiente para livrá-la dos obstáculos. Levantando a caçamba mais alto
que o necessário, reduzirá a tração e estabilidade do trator.

ADVERTÊNCIA: Nunca conduza a máquina com a caçamba cheia


à altura máxima de levantamento. Mantenha a caçamba o máximo
! possível perto do solo. Essa posição proporciona maior equilíbrio e
melhor visibilidade. Ao conduzir a máquina com a caçamba cheia
sobre terrenos acidentados, faça-o a uma velocidade segura.

DESPEJO DA CAÇAMBA

Quando despejar a carga num caminhão deixe-a cair gradativamente da caçamba,


afim de aliviar o impacto do peso adicional sobre o caminhão.
Despejando a carga de uma só vez, ocorrerá um impacto brusco sobre o caminhão,
o que poderá resultar em danos sérios neste.
Se após o despejo parte da carga permanecer na caçamba, bater esta contra seus
limitadores para soltar o restante de material.

CARREGAMENTO DE CAMINHÕES

Ao despejar a carga no caminhão, certifique-se de fazê-lo a favor do vento.


Desta maneira, evitará que a poeira e o material solto lhe atinjam os olhos,
impedindo a visibilidade. Outrossim, essa providência reduz a freqüência de
manutenção do filtro de ar do motor.

60
Se um dos lados da carroçaria do caminhão estiver mais baixo que o outro, o
operador poderá colocar o trator numa posição que lhe permita carregar pelo lado
mais baixo, proporcionando, assim, maior alcance da caçamba da pá-carregadeira.
Descarregue primeiro no lado mais afastado da carroçaria. Encha o caminhão
gradualmente, partindo do lado mais afastado para o lado mais próximo da
carroçaria. Isso permitirá uma melhor distribuição da carga sobre o caminhão.

RETORNO A POSIÇÃO DE ESCAVAÇÃO


Após despejar a carga, a caçamba da pá-carregadeira pode retornar à posição-de-
escavação automaticamente. Isso possibilita ciclos de trabalho mais rápidos,
permitindo maior concentração do operador nas manobras do trator.

Após despejar a carga, puxe a alavanca da caçamba de volta à posição de


INCLINAÇÃO PARA TRÁS, inclinando totalmente a caçamba, e, em seguida,
empurre a alavanca do braço de levantamento para a posição FLUTUAR. A
caçamba abaixará e retornará automaticamente à posição de Escavação. A
rotação do motor dever ser suficiente para permitir que a parte inferior da caçamba
retorne à posição horizontal antes de alcançar o nível do solo.

1. Controle da Caçamba na Posição “INCLINAÇÃO PARA TRÁS”


2. Controle do Braço de Levantamento na Posição “FLUTUAR”

NOTA: Quando for usado o mecanismo de Retorno-à-Escavação,


certifique-se que a chave de ignição esteja na posição “LIGADA”, a fim
de que os circuitos elétricos de Retorno-à-Escavação fiquem ativados.

No final do ciclo, a alavanca da caçamba se libertará automaticamente da posição


DETENTOR DE INCLINAÇÃO PARA TRÁS e retornará à posição RETER.

O mesmo não acontecerá com a alavanca do braço de levantamento, a qual


permanecerá na posição FLUTUAR, devendo ser manualmente levada de volta à
posição “RETER”.

61
DESENGATE DA EMBREAGEM
(PEDAL DE FREIO ESQUERDO)

O sistema de desengate da embreagem é ligado no pedal de freio esquerdo.

Este sistema desacopla a Caixa de Mudanças e torna a força do motor momenta-


neamente disponível para aumentar ao máximo a força de desagregação da pá-
carregadeira. Para desengatar a embreagem, calque o pedal esquerdo do freio.
Quando o pedal volta, a Caixa de Mudanças se acopla novamente. O pedal de freio
direito não tem qualquer efeito sobre a embreagem.

ADVERTÊNCIA: Ao conduzir a máquina em declives acentua-


dos, engate uma marcha reduzida. Para diminuir a velocidade ou
parar a máquina, use sempre o pedal de freio direito. O pedal de
! freio esquerdo desacopla a caixa de mudanças apenas, não
parando a máquina.
NUNCA desça um declive com a caixa de mudanças em ponto
morto.

COMBUSTÍVEL E LUBRIFICANTES
Armazenamento de combustível
O armazenamento do combustível por períodos de tempo muito longos acarreta a
acumulação de sedimentos, sujeira, crostas, água e outros corpos estranhos no
combustível. Muitos problemas no motor estão ligados a sujeira no combustível e
períodos de armazenamento prolongados.
Com a finalidade de manter o óleo combustível fornecido em tambores o mais puro
possível, recomenda-se o seguinte:

1. O suporte do tambor (cavalete) dever ser colocado em local protegido do sol de


rajadas de vento.

62
2. O tambor dever ficar inclinado de maneira que haja uma diferença de nível de
aproximadamente 75 mm, ficando a torneira na parte mais alta para permitir o
assentamento de água e impurezas eventualmente existentes no combustível.
3. Ao abrir a torneira, não se deve mover o tambor, a fim de evitar a utilização do
combustível contaminado por impurezas depositadas em conseqüência da
inclinação.
4. O tambor não dever ser de chapa galvanizada. Nunca se deve utilizar recipiente
feito de chapa galvanizada para óleo combustível, pois este sofre uma reação
química ao entrar em contato com o revestimento de zinco, produzindo uma
substância viscosa que obstrui os filtros e em pouco tempo prejudica a bomba
e os injetores.

PRECAUÇÃO: Devido aos riscos de inflamabilidade acidental


desse combustível. Todas as pessoas direta ou indiretamente
ligadas ao transporte, manuseio e armazenamento de ‰óleo
Diesel devem tomar as seguintes precauções adicionais:
a. Nos locais de armazenamento, descarga e abastecimento de
Óleo Diesel, deverão existir dois extintores de incêndio, sen-
do, um de pó químico (8 kg mínimo) e um de CO2 - Gás
Carbônico (6 kg mínimo), e placas visíveis com os dizeres:
“NÃO FUME”, “INFLAMÁVEL”, “EXTINTORES”;
b. Reservatório, encanamentos, mangueiras e bombas de com-
bustível deverão ser mantidos em boas condições de uso e
periodicamente inspecionados quanto a vazamentos, evapo-
! rações e operação por pessoal qualificado.
c. Motores, chave de instalações elétricas deverão ser do tipo
que não produza faíscas e instaladas conforme as normas
apropriadas. Deverão ser sempre utilizadas ligações anti-
estáticas à terra, em todos os equipamentos envolvidos (Ca-
minhão - Tanque, bombas, reservatórios, motores, etc.);
d. Reservatórios localizados no interior de galpões, deverão ter
os respiros canalizados para parte externa da cobertura, e
numa altura não inferior a 3,5 m do solo, deverá haver
adequada ventilação no local a fim de eliminar todos os
vapores de combustível. Trabalho de funilaria, solda, eletrici-
dade, ou com ferramentas de impacto, deverão ser executa-
dos o mais distante possível dos reservatórios.

Lubrificantes
Para garantir o correto funcionamento da sua máquina, utilize somente óleos e
graxas recomendados, respeitando também os intervalos recomendados para
lubrificação e manutenção preventiva, conforme páginas 67 e 68.

63
MANUTENÇÃO E LUBRIFICAÇÃO

Para obter máximo rendimento de sua Carregadeira CASE, mantenha um esque-


ma regular de inspeção, manutenção e lubrificação. Leia o horímetro para deter-
minar os intervalos de manutenção. Use somente lubrificantes com as especifica-
ções recomendadas neste manual.

Articulação de Segurança

PRECAUÇÃO: Trava para transportar e Manutenção - Ao efetuar


qualquer serviço de manutenção na máquina, trave a articulação
! de segurança. Quando travado, esse dispositivo impedirá a
máquina de articular-se. Após concluir a manutenção, destrave a
articulação de segurança, travando-a na posição de operação, no
pivô traseiro do chassi.

Posição de Operação

64
MANUTENÇÃO PREVENTIVA

A MANUTENÇÃO PREVENTIVA É IMPORTANTE PARA VOCÊ!

COMO PROPRIETÁRIO DE UM TRATOR CASE, VOCÊ POSSUÍ UMA MÁQUINA


FABRICADA DE ACORDO COM OS MAIS ALTOS PADRÕES TÉCNICOS.

A MANUTENÇÃO PREVENTIVA FEITA POR VOCÊ OU PELO SEU OPERADOR


É O MEIO MAIS FÁCIL E MAIS ECONÔMICO DE ASSEGURAR MUITAS HORAS
DE FUNCIONAMENTO SATISFATÓRIO E PRODUTIVO.

Os capítulos anteriores deste Manual do Operador proporcionaram-lhe instruções


necessárias para o funcionamento diário do seu trator. Os capítulos que se seguem
apresentam instruções detalhadas sobre os cuidados e manutenção do mesmo.

65
26
17 18 29 12

2
14 2 3

1 1

23

1 16 10 9 11 8 10 9 28 10 4 16 5
24 24
25 25
30 30

19 22 21

6 13 15 7 21
27
31

66
TABELA DE MANUTENÇÃO
ITEM PONTOS DE MANUTENÇÃO SERVIÇO FREQÜÊNCIA

1 Pivôs de Articulação da Pá-Carregadeira • Engraxar


2 Nível do Óleo do Motor Verificar/completar Cada
3 Nível da Água do Radiador Verificar/completar 10 horas
4 Reservatório de Ar Drenar a Água ou
5 Pivôs do Balancim do Eixo Traseiro Engraxar Diariamente
6 Nível do Óleo Hidráulico + Verificar/completar
7 Copo do Sedimentador (limpar a cada 500 h pág. 81) Drenar a água
8 Pivôs Superiores e Inferiores do Chassi Engraxar Cada
9 Pivôs dos Cilindros de Direção Engraxar 50 horas
10 Junta Universal e Deslizante do Eixo Propulsor Engraxar ou
11 Mancal de Apoio do Eixo Propulsor Engraxar Semanalmente
12 Nível do Óleo da Transmissão * Verificar/completar
13 Cilindro Mestre Verificar/completar
14 Óleo do Cárter do Motor Trocar
15 Filtro de Óleo do Motor Substituir Cada
16 Níveis de óleo dos Eixos Planetários Verificar/completar 250 horas
17 Pivôs das Alavancas de Controle Engraxar
18 Assento com Suspensão Engraxar
19 Filtro de Óleo da Transmissão ** Substituir
20 Tensão da Correia Verificar Cada
21 Filtros de Combustível Substituir 500 horas
22 Filtros do Sistema Hidráulico ++ Substituir
23 Coletor de Água do Tanque de Combustível (pág. 85) Drenar a água
24 Óleo dos Eixos Dana Spicer Clark-Hurth (Diferencial) Substituir
(Montados a partir da série JHF0042038–>)•••
25 Óleo dos Eixos Dana Spicer Clark-Hurth (Planetário) Substituir
(Montados a partir da série JHF0042038–>)•••
26 Óleo da Transmissão (Sistema Completo) Substituir Cada
27 Óleo do Sistema Hidráulico Substituir 1000 horas
28 Tela de Sucção da Transmissão Limpar
29 Respiro da Transmissão Limpar
30 Óleo dos Eixos Braseixos (Diferencial + Planetário) Substituir
(Montados até série –>JHF0042037)••••
31 Tela de Sucção do Reservatório Hidráulico Limpar

Limpar ou trocar o Elemento do Filtro de Ar quando acender a Luz de Advertência


no painel esquerdo (pág. 73-76 e 76A-76H) Conforme
Verificar e substituir a válvula de descarga de poeira (pág. 76 e 76D) Necessário
Substituir os Filtros do Óleo Hidráulico sempre que a Luz de Advertência
acender no Painel Esquerdo (vermelha)
Verificar o Torque de Aperto das Rodas e a Pressão dos Pneus

+ O nível do óleo será visível no visor quando o fundo da caçamba estiver apoiado no chão.
++ Substituir os Filtros do Óleo Hidráulico nas primeiras 100 horas de operação.
* Com o óleo quente, transmissão em neutro, e motor em marcha lenta.
** Fazer a primeira substituição do Filtro de Óleo da Transmissão nas primeiras 100 horas.
• Lubrificar os pontos de articulação da carregadeira com maior freqüência quando estiver operando
em condições de grande concentração de poeira ou barro.
••• Substituir o óleo dos eixos Dana nas primeiras 100 horas e depois a cada 1000 horas.
•••• Substituir o óleo dos eixos Braseixos nas primeiras 100 horas e depois a cada 1000 horas.

IMPORTANTE: Para pontos de manutenção específicos do motor,


ver manual da CUMMINS para o motor 6BT590 (Série B).

67
TABELA DE
COMBUSTÍVEL, FLUIDOS E LUBRIFICANTES
COMPONENTES CAPACIDADE ESPECIFICAÇÕES
Litros US gallons
Tanque de Combustível
• Capacidade total 165,0 43,6 Diesel Nº 2

Óleo do motor AKCELA Nº1 ENGINE OIL


• com troca de filtro 16,4 4,4 (103190)
• sem troca de filtro 14,3 3,8 SAE 15W-40 API CH4

50% ÁGUA
Sistema arrefecimento +
• Capacidade total 28,4 7,5 50% AKCELA PREMIUM
ANTI-FREEZE (106077)

Sistema hidráulico
• Capacidade reservatório 75,0 19,8 AKCELA TCH FLUID (105134)
• Capacidade total 125,0 33,0 SAE 10W - ALLISON C3 - T.A. S.A.

Transmissão
• Cárter da transmissão 18,0 4,8 AKCELA MULTI TRACTOR (104197)
• Capacidade total 24,0 6,3 SAE 20W-30 API GL4 - ALLISON C4

Eixos Braseixos
(até série –>JHF0042037) AKCELA GEAR 135H EP 85W-140
• Eixo Dianteiro (Completo) 26,0 6,3 (105136)
• Eixo Traseiro (Completo) 26,0 6,3 SAE 85W 140 API-GL5
(1 ponto único de abastecimento)

Eixos Dana Spicer AKCELA GEAR 135H EP 85W-140


(a partir da série JHF0042038–>) (105136)
• Eixo Dianteiro (Diferencial) 13,9 3,6 SAE 85W 140 API-GL5
• Eixo Dianteiro (Cubos -cada) 3,6 0,9 +
• Eixo Traseiro (Diferencial) 13,4 3,5 0,6 litros de aditivo 149175A1
• Eixo Traseiro (Cubos -cada) 2,5 0,6 "somente" em cada diferencial (nota 1)

AKCELA TCH FLUID


Cilindro mestre (Freio) 2,1 0,5 (105134)
SAE 10W - ALLISON C3 - T.A. S.A

Graxeiras Conforme AKCELA MOLYGREASE (107173)


Articulações e Mancais Necessidade (Graxa de Lítio com
Juntas Universais Bissulfeto de Molibdênio)

NOTA 1: Ao trocar o óleo dos Eixos Dana Spicer Clark-Hurth, o “Diferencial” deverá ser abastecido com:
• Diferencial do Eixo Dianteiro (13,9 litros de óleo + 0,6 litros de Aditivo 149175A1)
• Diferencial do Eixo Traseiro (13,4 litros de óleo + 0,6 litros de Aditivo 149175A1)
OBS.: Somente oo “Diferencial” requer aditivo 149175A1.

68

W20E_revE (64-76J) 68 11/7/02, 16:50


PONTOS DE LUBRIFICAÇÃO

A cada 10 Horas
(Utilize graxa de lítio com bissulfeto de molibdênio Akcela Molygrease)

Se a máquina estiver operando em condições severas com água, lama ou poeira,


lubrifique os pontos com maior freqüência. Antes de engraxar limpe todas as
graxeiras.

1. Pivôs dos cilindros de inclinação (3 de cada lado) ................................... 6


2. Pivôs do braço de levantamento (2 de cada lado) .................................... 4
3. Pivôs do cilindro de levantamento (2 de cada lado) ................................. 4
4. Pivôs da articulação de inclinação (2 de cada lado) ................................. 4
5. Pivôs de caçamba (2 de cada lado) .......................................................... 4
6. Pivôs de balancim do eixo traseiro (2 do lado esquerdo) ......................... 2
7. Pivôs do cilindro de direção (2 de cada lado) ........................................... 4
8. Pivô superior e inferior do chassi .............................................................. 2

69
A cada 50 horas
(Utilize graxa de lítio com bissulfeto de molibdênio Akcela Molygrease)

1. Juntas universais do eixo propulsor e estrias da luva deslizante ............. 7


2. Mancal de encosto do eixo dianteiro ......................................................... 1

A cada 250 horas


(Utilize graxa de lítio com bissulfeto de molibdênio Akcela Molygrease)

3. Pivôs da Alavanca de comando (2 em cada alavanca) ........................ 4-6


4. Assento do operador (lubrifique os trilhos com lubrificantes de boa qualidade) ... 9

70
SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO DO MOTOR

Óleo do motor
Para ótima performance do motor de sua máquina utilize óleo lubrificante do tipo
SAE 15W 40 API CH4, que é recomendado para uma gama de utilização conforme
figura abaixo.

Faixas de Viscosidade Recomendadas


Para o Óleo de Lubrificação do Motor

°C °F
10W 30
35 95
para baixas temperaturas
ambientais

15W 40
para temperaturas
ambientais normais
0 32
20W 40 -10 14
para temperaturas
ambientais altas e/ou -18 0
aplicações com
carga “severa” -25 -13

Classificação API dos níveis de viscosidade sob várias temperaturas ambientes

Especificações
Capacidade de óleo - com troca do filtro ..................................................... 16,4 l
Verificações do nível de óleo ............................. a cada 10 horas ou diariamente
Troca do óleo e substituição do filtro ........................................ a cada 250 horas

Nível do óleo do motor


Verifique o óleo do motor a cada 10 horas,
com a máquina estacionada em uma
superfície plana, com o motor desligado.
Pressione a vareta medidora e retire-a
verificando o nível do óleo. Se o óleo
estiver abaixo da marca ADD (comple-
tar), adicione óleo até a marca FULL
(cheio).

71
Troca do óleo e substituição do filtro
Troque o óleo do motor e substitua o filtro a cada 250 horas de operação.

NOTA: Para melhores resultados e remoção completa de materiais estra-


nhos, troque o óleo com o motor ainda quente.

Troque o óleo com maior freqüência se estiver operando com a máquina em


condições severas (paradas frequentes e partidas com o motor em altas ou baixas
temperaturas).

1. Providencie um recipiente de 25 litros para drenar o óleo.


2. Remova o bujão de drenagem de óleo.
3. Abra a porta de acesso ao motor.
4. Gire o filtro no sentido anti-horário para removê-lo.
5. Limpe a superfície da base do filtro com um pano limpo.
6. Lubrifique a junta do filtro novo com graxa ou óleo limpo.
7. Gire o filtro novo até que a junta entre em contato com a base. Aperte o filtro
com a mão por mais 3/4 de volta.

IMPORTANTE: Não utilize ferramentas para instalação do filtro, pois assim


poderá danificá-lo.

8. Instale o bujão de drenagem.


9. Ver nas páginas 68 e 71 as recomendações de tipo e quantidade de óleo
especificados. Complete o óleo do motor.

72
SISTEMA DE ADMISSÃO DE AR
(para máquinas até série -> JHF0041120)

Filtro de Ar
A vida útil do motor de sua Máquina W20E - Turbo depende, em grande parte do
estado do filtro de ar; portanto, a manutenção do mesmo deve ser efetuada
respeitando sempre os intervalos recomendados na Tabela de Manutenção,
página 67. Mantenha sempre bem apertadas as braçadeira e conexões do filtro de
ar do motor, a fim de evitar sérios danos no mesmo.
O sistema de admissão de ar consiste de componentes que exigem manutenção
a intervalos específicos, dependendo das condições de trabalho.

CUIDADO: Nunca efetue serviços em qualquer componente do


! sistema, enquanto o motor estiver funcionando.

O filtro de ar é do tipo seco e consiste de dois elementos, sendo um principal e um


de segurança.

1. Carcaça
2. Braçadeiras
3. Elemento Segurança
4. Porca
5. Elemento Principal
6. Mangote
7. Coletor de Pó do Filtro de Ar
8. Válvula de descarga de Poeira
9. Pré-Filtro com Coletor de Pó (opcional)

IMPORTANTE: A fim de garantir o funcionamento perfeito do filtro de ar,


ao colocar a tampa externa deste, certifique-se de que a seta da tampa
esteja voltada para cima e, regularmente, remova a poeira acumulada
no coletor de pó do filtro de ar.
73
Sistema de Admissão de ar

Para efetuar a manutenção do filtro de ar, proceda conforme abaixo, oritentando-se


pela figura da página 73.

1. Remova a braçadeira da tampa/coletor de pó.


2. Remova a tampa/coletor de pó.
3. Remova a porca do elemento principal.
4. Remova o elemento principal. Limpe internamente o corpo do filtro de ar.
5. Remova a porca borboleta do elemento de segurança (Somente para troca)
6. Remova o elemento de segurança (Somente para troca)

Manutenção do Elemento Principal

Existem dois métodos pelos quais o elemento do filtro de ar pode ser limpo, a saber:
por AR COMPRIMIDO ou LAVAGEM.

AR COMPRIMIDO - Se o elemento do filtro estiver sujo principalmente de poeira,


use ar comprimido limpo e seco para limpá-lo, dirigindo o jato de ar de dentro para
fora do elemento. Use uma extensão curva no bico de ar e, mantendo este a uma
distância razoável do elemento, mova-o para cima e para baixo, girando ao mesmo
tempo o elemento.
IMPORTANTE: A pressão de ar não deve ser superior a 207 kPa (30 psi).

NOTA: A limpeza do elemento principal por meio de ar comprimido


NÃO é recomendada para elementos oleosos ou sujos de fuligem.

Limpeza com Ar Comprimido


NOTA: Nunca tente limpar o elemento através de batidas. Bater no
elemento provocará amassamento da cobertura de metal. O elemento
de papel interno, por sua vez, roçará contra a parte amassada,
perfurando-se.

74
LIMPEZA - Se o elemento do filtro estiver oleoso ou sujo de fuligem, lave-o num
solvente para limpeza de elemento de filtro, de boa qualidade. Obedecendo as
instruções do fabricante, misture o solvente com água nas quantidades
recomendadas, usando um recipiente adequado e limpo. Imergir o elemento na
solução, por aproximadamente 4 horas e, em seguida, agitá-lo nesta por 2 minutos.
Enxague bem o elemento, dos dois lados, com água limpa até que esta saia
completamente limpa, usando uma mangueira, sem bocal, e lavando o elemento
de dentro para fora. Após a limpeza, deixe o elemento secar ao ar livre; NUNCA use
ar comprimido.

Limpeza do Elemento Enxaguando o Elemento

IMPORTANTE: A pressão da água não deverá ultrapassar a 2,8 kg/cm2 (40 psi).

NOTA: Substitua o elemento de segurança a cada 6 limpezas do elemento


principal.

Inspeção do Elemento Principal


Para inspecionar o elemento depois de
limpo e seco, utilize uma lâmpada ou
lanterna. Girando o elemento do filtro
contra a lâmpada ou lanterna, o ele-
mento pode ser examinado quanto a
danos ou furos. Verifique, visualmente,
a guarnição de borracha. Se o elemento
estiver furado ou a guarnição danifica-
da, substitua-o por novo.
Inspeção do Elemento

75
Anualmente, retire da máquina o filtro de ar completo com seus componentes, a fim
de submetê-los a uma limpeza mais rigorosa, lavando a carcaça e os componentes
com solvente para lavagem de elementos de filtro de ar. Após instalar novamente
o filtro de ar e seus componentes, certifique-se de que as conexões das manguei-
ras e dos tubos estejam bem apertadas e a seta na tampa/coletor de poeira, voltada
para cima, a fim de garantir um funcionamento perfeito do filtro de ar.

Opcional

Válvula de Descarga de Poeira

A válvula de descarga de poeira fica localizada na tampa (coletor de pó) do filtro de


ar, e deve ser periodicamente inspecionada para verificar se a fenda de descarga
de pó não se encontra obstruida. Para efetuar a manutenção da válvula proceda
como segue:
1. Não há necessidade de remoção da tampa do filtro.
2. Pressionar manualmente a válvula de borracha pelo lado externo para
descompactar o pó eventualmente retido na parte interna e assegurar-se de
que a fenda de descarga não esteja obstruida.
3. A tampa do filtro deve estar montada de tal forma que a válvula de descarga
de poeira fique voltada para baixo. Ver figura acima.

76
SISTEMA DE ADMISSÃO DE AR
(para máquinas a partir da série JHF0041121->)

Filtro de Ar
A partir da série JHF 0041121 a Case introduziu o novo filtro de ar “MANN” modelo
Europiclon.
A vida útil do motor da W20E depende em grande parte do estado do filtro de ar,
portanto a correta manutenção do mesmo é fundamental e deverá ser executada
obedecendo as especificações e plano de manutenção contidos nas páginas à
seguir.

1. Instalação
Vide as instruções de instalações do suporte a seguir.

1.1 Instalação do suporte original Filtros Mann Ltda.


O suporte de fixação é fixado com 2 parafusos M8 (torque de aperto 25 N.m)

Parafuso: DIN 933


Porca: DIN 6924/6925 (auto-fechamento)
Arruela: DIN 9021
(não fornecidos no conjunto)

Fig. 1: Suporte

76A
77
2. Colocação do filtro no suporte

2.1 Coloque o filtro no suporte de fixação e gire ou empurre até a posição de


instalação correta; verifique que o filtro encaixe na braçadeira.

Fig. 2: Colocação do filtro

Normalmente, a mola tensora é fechada com a mão, sem o auxílio


! de ferramentas. Se não for possível, verifique novamente a
posição do filtro para certificar-se de que seu encaixe está correto.

Nos modelos com válvula de descarga de poeira e posição de instalação nivelada


horizontalmente, a válvula de descarga deverá estar posicionada para baixo (sendo
permitido um ângulo ± 15° em relação à marcação “OBEN/TOP”), se necessário,
retire o fundo, gire até uma nova posição e instale o filtro novamente.

Para uso de ejetor de poeira a saída poderá ser posicionada em qualquer ângulo ao
redor da carcaça.

2.2 Posicione a mola tensora contra a carcaça até fechar e travar.

76B
78
3. Manutenção

Ao efetuar serviço de limpeza, reparo ou manutenção desligue


! todos os equipamentos agregados (motor, compressor, etc). Não
ligue o motor se o elemento do filtro tiver sido retirado.

Somente efetue manutenção no filtro de ar se a luz de advertência


! de restrição localizada no painel da máquina acender.

Plano de Manutenção
(para máquinas a partir da série JHF0041121->)
Componente Ação Quando fazer
Elemento principal Limpar e verificar danos Somente quando o indicador
de restrição acusar, ou seja
(Luz de advertência acender)

Substituir No máximo após 5 limpezas

Elemento secundário Sempre substituir nunca limpar Após 5 manutenções do


elemento principal

Tubulações de tomadas de Verificar danos e vazamentos Mensalmente


ar ambiente e tubulação e depois da manutenção
de ar limpo (mangueiras
de conexão)

Tubulação do filtro de ar Verificar danos e vazamentos Mensalmente


para o ejetor e depois da manutenção

Válvula de descarga Verificar danos, verificar De acordo com a concentração


de poeira funcionamento e limpar de poeira no local (por exemplo:
caso seja muito elevada,
diariamente)

Carcaça plástica e Verificar danos e Ao efetuar a manutenção


suporte de fixação rachaduras do filtro

Indicador de Verificar funcionamento 1) Anualmente


Manutenção

1)
Para alcançar a restrição máxima permitida no tubo de entrada de ar, a abertura do duto de entrada
deverá ser fechada vagarosamente (por exemplo: com um papelão ou uma chapa de metal) mantendo
o motor funcionando, até o acionamento do indicador de manutenção.

76C
79
Para evitar danos, o duto de entrada não deverá permanecer obstruído após o
acionamento do indicador de manutenção.
Caso sejam realizados testes de vazamento com pressão extremamente alta ou
baixa, desligue o indicador de manutenção durante o teste e feche o duto.
Após a verificação, reposicione o indicador de manutenção mecânico, pressionan-
do o botão reset.

3.1 Manutenção do elemento principal


Somente efetue serviços de manutenção no elemento principal após o acionamento
do indicador de manutenção e de acordo com as instruções da unidade ou fabricante
do motor.

3.2 Remoção de elemento principal


• Solte os prendedores metálicos e remova o fundo.

Fig. 3: Remova o fundo

• Remova o elemento principal com um pequeno giro.

Fig. 4: Remova o elemento principal

80
76D
3.3 Limpeza do elemento principal

Nunca lave ou escove o elemento principal.


! Ao soprar, certifique-se que não entre poeira no interior do
elemento principal.

Se necessário, o elemento principal poderá ser limpo até 5 vezes. Após isto, deverá
ser substituído. O registro das limpezas do elemento principal poderá ser anotado
no elemento secundário, utilizando um lápis ou uma caneta.

Para soprar o elemento do filtro, liga-se um tubo com a ponta dobrada à uma pistola
de ar comprimido; a ponta do tubo deverá estar dobrada aprox. 90°. O tubo deverá
ser o suficientemente comprimido para chegar até o fundo do elemento do filtro.
Sopre o elemento do filtro usando ar seco pressurizado (máx. 5 bar) mexendo o tubo
dentro do elemento do filtro para cima e para baixo até que não saia mais poeira.

máx. 5 bar

Fig. 5: Limpeza do elemento principal

Antes de recolocar o elemento principal, verifique se o papel do


! elemento e a vedação de pulioretano não estão danificados.

Furos ou rachaduras no papel do elemento são facilmente identificados ao iluminar


a parte interna do elemento inteiramente com uma lanterna.

81
76E
Fig. 6: Verificação do elemento principal

Nunca utilize um elemento principal danificado. Em caso de dúvida, coloque sempre


um componente novo.

3.4 Colocação do elemento principal


• Primeiro empurre com cuidado o lado aberto do elemento principal até a parte
superior da carcaça.

• Coloque o fundo corretamente (verifique a posição da válvula de descarga de


poeira (vide ponto 2 acima)

• Posicione os prendedores metálicos no sulco de ressalto da carcaça e aperte,


fechando os prendedores (de maneira oposta à Fig. 3)

3.5 Substituição do elemento secundário


Troque o elemento secundário a cada 5 manutenções completas do elemento
principal.

3.6 Remova o elemento principal e limpe-o


(vide ponto 3.2 e 3.3 acima)

3.7 Substitua o elemento secundário


Não limpe o elemento secundário nem o reutilize uma vez que tenha sido removido.
Somente rompa o lacre quando for trocar o elemento secundário.

• Utilize uma ferramenta adequada (por exemplo: uma chave de fenda) para
empurrar o lacre do elemento secundário de dentro para for a e puxe as duas alças
para cima.

Fig. 7: Abertura do lacre


82
76F
• Use as duas alças para segurar o elemento secundário e depois retire-o com um
leve movimento circular.

Fig. 8 Remova o elemento de segurança

• Insira um elemento secundário novo.

3.8 Colocação do elemento principal


(vide ponto 3.4 acima)

3.9 Manutenção da válvula de descarga de poeira


As válvulas de descarga de poeira exigem pouca manutenção. Eventuais acúmulos
de poeira serão removidos pressionando a válvula com os dedos.

Fig. 9: Esvaziar a válvula

A válvula deverá ficar livre e não ter contato com outro componente. As válvulas
danificadas deverão ser trocadas.

83
76G
4. Descarte dos componentes usados

Componente Material Descarte

Elemento principal Papel de filtragem De acordo com a legislação local


espuma de poliuretano

Elemento secundário Feltro filtrante De acordo com a legislação local


espuma de poliuretano plástico

Carcaça PP-T20 Reciclagem de plástico

Fundo PP-T20 Reciclagem de plástico

Presilhas metálicas Aço mola Reciclagem metal

Suporte de fixação PA6-GF30 Reciclagem de plástico

Mola tensora do suporte 1.4310 aço inoxidável Reciclagem de metal

Demais componentes e TPO Reciclagem de plástico


adaptadores

5. Peças de reposição

Ver componentes de reposição na seção 2 do Catálogo Peças Case 147465A1


(I3118 Revisão “F” em diante).

6. Armazenamento dos elementos do filtro

Projeta os elementos do filtro armazenados da poeira ou umidade,


! evitando agentes que possam danificá-los. A melhor forma de
armazená-lo é na posição vertical, na sua embalagem original.

Recomenda-se manter no estoque pelo menos um filtro de reposição para cada


elemento de filtro em uso.

84
76H
CORREÇÃO DE PROBLEMAS
Defeito Razão Solução

Acumulo de poeira Válvula de descarga obstruída Manutenção da Válvula (vide


no fundo do filtro ou danificada ponto 3.9 acima), realize a troca
se necessário.

Poeira na saída do Tubo ou conexões na parte Remova completamente a poeira


ar limpo do filtro limpa após o filtro estão realize uma verificação detalhada
vazando (furados) na vedação dos tubos e conexões,
ou danificados trocando imediatamente se
possuírem algum dano.

Poeira na saída do Elemento principal danificado Remova completamente a poeira


ar limpo do filtro e no verifique o elemento principal e
tubo de ar filtrado troque se necessário juntamente
com o elemento de segurança
(vide ponto 3 acima)
Manutenção incorreta Remova completamente a poeira,
realize a manutenção de acordo
com ponto 3 acima
Fechamento incorreto Remova completamente a poeira
da carcaça verifique se a carcaça ou os
prendedores estão danificados
troque-os se necessário e feche
corretamente a carcaça
(vide ponto 3 acima)
Uso de elementos principal & Remova completamente a poeira.
segurança incorretos Use elementos principal e de
segurança originais.

Indicador Defeito de funcionamento do Verifique o indicador de


de manutenção indicador de manutenção manutenção mecânico ou elétrico
mecânico ou elétrico mecânico ou elétrico (vide ponto 3 acima) rodapé do
não funciona apesar plano de manutenção), troque se
do elemento estar necessário e verifique novamente
extremamente sujo Tubos carcaça e/ou elemento Limpe completamente a saída do
(saturado) principal vazando ou danificado ar limpo, acabe com todos
os pontos não vedados, troque as
peças danificadas

Indicador de Elemento principal atingiu o Troque o elemento principal


manutenção final da vida útil (vide ponto 3 acima)
mecânico ou elétrico Defeito do indicador de Troque o indicador de
acusando manutenção mecânica ou manutenção mecânico
constantemente elétrico ou elétrico
(ligado todo o tempo)

85
76I
76J
86
SISTEMA DE ARREFECIMENTO DO MOTOR

Tampa do Radiador

PRECAUÇÃO: O sistema de arrefecimento funciona sob alta


pressão. Remova a tampa do radiador vagarosamente e somen-
! te quando o motor estiver frio. Caso contrário, poderá resultar em
sérias queimaduras.

Substitua a tampa do radiador, se for constatado que a mesma não mantém a


pressão correta.
O Sistema de arrefecimento funciona sob uma pressão de 48 kPa (7 psi). Obtém-
se essa pressão, utilizando uma tampa do radiador a qual desempenha duas
funções, a saber: 1) pressuriza o sistema de arrefecimento, o que aumenta o ponto
de ebulição da água, reduzindo a perda de líquido pela evaporação ou
extravazamento, e 2) serve como válvula de alívio para manter a pressão no valor
especificado.
Quando a pressão interna do sistema ultrapassar 48 kPa (7 psi), a mola calibradora
da tampa cederá em virtude da pressão do vapor e deixará escapar o excesso pelo
tubo ladrão do radiador. Normalmente, quando se desliga o motor, a água se resfria
e contrai-se, formando vácuo, o que poderia causar danos ao sistema.
Afim de eliminar esse vácuo do sistema, a tampa possui uma segunda válvula que
permite a entrada de ar atmosférico no radiador.

Radiador

O radiador destina-se a arrefecer a água sob todas as condições de operação.


É importante que todas as passagens de água internas e externas estejam
sempre desobstruídas.

Nível do líquido de arrefecimento

Verifique o nível do líquido de arrefecimento diariamente, enquanto o motor estiver


frio. O nível do líquido deve ficar aproximadamente 50 mm abaixo da abertura da
tampa do radiador. Adicione líquido se for necessário, tendo o cuidado de não
deixar derramar.

NOTA: Nunca adicione líquido de arrefecimento no motor quente.


O bloco do motor ou os cabeçotes poderão trincar em virtude da contração
súbita causada pelas diferenças de temperatura entre o metal e o líquido.

77
NOTA: Nunca remova tampa do radiador quando o indicador de tempe-
ratura do motor acusar superaquecimento do motor. O líquido de arrefe-
cimento pose extravasar totalmente devido a ebulição, fazendo com que
as peças do motor esfrie rápido de mais e causando trincas no bloco do
motor e nos cabeçotes.

IMPORTANTE:
Líquido de arrefecimento do motor - Solução Akcela Premium Anti-freeze (106077).
O líquido de arrefecimento do motor deve ser composto por uma solução anti-
congelante de 50% etileno glicol e água, conforme norma SAE J 1034. A única
exceção é para operação do motor em temperaturas inferiores a -37°C (-34°F),
quando a concentração deverá ser aumentada para 60%.
O uso desta solução é previsto para o ano todo, com uma vida útil estimada de 2
anos de serviço.
Para maiores informações consulte seu revendedor CASE autorizado.

78
Limpeza do sistema de arrefecimento
O sistema de arrefecimento requer uma limpeza periódica, de acordo com os
intervalos fixados na tabela de Manutenção Periódica, página 67.
A falta de água e o acúmulo de impurezas no sistema de arrefecimento poderão
provocar a ebulição da água e conseqüentemente o super- aquecimento do motor.
A água do sistema poderá ser drenada pelo bujão de escoamento existente na
parte inferior do radiador.
Quando for necessário desengordurar o sistema, adicionar a água de arrefecimen-
to um detergente próprio. Esta solução deverá permanecer no sistema de arrefe-
cimento durante um dia de trabalho normal da máquina.
Em seguida, drenar a solução. Abastecer o sistema com água limpa e, com o motor
em funcionamento, enxaguar o sistema com água corrente limpa.

ATENÇÃO: Não empregar soda ou produtos que poderão corroer


! as partes de alumínio.

Quando for necessário desincrustar o sistema de arrefecimento, dever-se-á seguir


rigorosamente as instruções do fabricante do produto que for utilizado.
Durante esta operação deverá ser retirada a válvula termostática.
Após a desincrustação, enxaguar o sistema e abastecê-lo com água limpa. Não
esquecer de adicionar 1% de óleo solúvel anti-corrosivo.

Válvula termostática

A regulagem de temperatura da água do sistema de arrefecimento é efetuada por


intermédio da válvula termostática. Quando o motor está frio, a válvula termostática
impede a passagem de água do bloco do motor para o radiador, circulando a água
somente no bloco do motor. Quando a temperatura da água atingir aproximada-
mente 83°C (181°F), a válvula termostática começa abrir, permitindo então a
circulação da água por todo o sistema.

79
Correias

ADVERTÊNCIA: O contato com o ventilador e respectivas correias


! em movimento pode resultar em acidente. Mantenha-se afastado.

Correia do Ventilador/Alternador
Verifique a tensão da correia do ventilador/alternador a cada 100 horas de
operação. Se estiver muito esticada, a correia poderá causar desgaste prematuro
dos rolamentos do alternador e da bomba d’água. Por outro lado, se estiver com
folga excessiva, a correia poderá patinar, desgastando-se rapidamente e causan-
do superaquecimento do motor e falha das baterias.
Assim sendo, a tensão deverá ser regulada de tal maneira que, pressionada pelo
polegar num ponto eqüidistante entre a polia do ventilador e a polia da árvore de
manivelas, a deflexão máxima da correia seja 9,5 - 12,7 mm (3/8 - 1/2").
Após a troca da correia, ajustar a tensão.

80
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL

O sistema de combustível compõe-se de um tanque, filtros, bombas, e equipamen-


tos de injeção.
A utilização de combustível limpo e a manutenção dos componentes observando
os intervalos regulares são requisitos essenciais para uma longa vida útil do
sistema.
Antes do início do inverno, os sedimentos deixados pelo combustível no reserva-
tório devem ser removidos e os filtros bem limpos ou substituídos, para evitar que
resíduos de água penetrem nas tubulações, ocasionando, em caso de congela-
mento, falhas na alimentação.
A fim de evitar a segregação do combustível, que começa a partir de + 8°C (46.4°F),
recomendamos adicionar ao combustível, uma certa quantidade de querosene. Na
tabela a seguir, constam as proporções ideais a serem adicionadas:

Temperatura (°C) % de Combustível


Óleo Diesel Querosene
Abaixo de +8
60% 40%
até -10

Ao reabastecer o motor, colocar primeiro o querosene a ser adicionado, (por ser de


peso específico inferior ao do óleo Diesel), e a seguir o combustível, a fim de que
se obtenha uma mistura uniforme.

Drenagem do filtro de combustível


Drene o filtro de combustível a cada 50
horas de trabalho.
1. Gire a válvula de drenagem de água
no sentido anti-horário 2 ou 3 voltas e
drene a água do filtro de 1º estágio.
2. Feche a válvula de drenagem de água.
3. Siga os procedimentos da página 83
para remover o ar do sistema de
combustível.
4. Drene a água e os sedimentos do
reservatório de combustível.

81
Filtros de Combustível
A perda de potência do motor deve-se, normalmente, à passagem insuficiente de
combustível através dos filtros, em razão de entupimento dos mesmos.
Verifique os intervalos de substituição dos elementos filtrantes, na Tabela de
Manutenção Periódica, página 67. Condições severas de operação requerem
substituição em intervalos menores.

Filtros
Troque os filtros de combustível a cada 500 horas de operação.
1. Limpe o cabeçote e a parte externa dos filtros de combustível.
2. Gire os filtros no sentido anti-horário e remova o cabeçote. Descarte os filtros
velhos.
3. Aplique óleo limpo nas juntas dos filtros novos.
4. Instale os filtros novos. Aperte com as mãos 1/2 volta, até que os filtros entrem
em contato com os cabeçotes dos filtros.
5. Solte cada filtro por aproximadamente 1 volta.
6. Aperte os filtros até que toquem o cabeçote do filtro e aperte com as mãos 1/2 a
3/4 de uma volta. Não utilize ferramentas para instalar filtros novos.

O combustível não filtrado ou insuficientemente filtrado, inutilizará os pistões da


bomba em pouco tempo, devido ao desgaste elevado das peças. Não permita que
o motor funcione sem filtros.

82
Sangria do sistema de combustível
1. Encha o reservatório de combustível. Solte por 1 ou 2 voltas o parafuso de
sangria de ar no cabeçote do filtro.

2. Acione a bomba manual de combustível para cima e para baixo, até que
combustível sem ar saia pelo parafuso de sangria do filtro.

3. Aperte o parafuso de sangria de ar.

4. Gire a chave para a posição ON (ligado).


5. Solte o parafuso de sangria de ar na bomba injetora.
6. Acione a bomba manual de combustível para cima e para baixo, até que
combustível sem ar saia pelo parafuso de sangria do filtro.
7. Aperte o parafuso de sangria de ar.
8. Acione o motor. Verifique se há vazamentos no sistema de combustível.

83
Bomba injetora
A bomba injetora deverá ser instalada na posição correta, para que o motor possa
dar seu rendimento máximo.

Controle dos injetores


Impurezas no sistema de combustível provocam falhas nos injetores, fazendo com
que o motor funcione de maneira irregular. Para se descobrir a tempo os defeitos
nos injetores, é necessário controlar o funcionamento dos mesmos; para tanto,
funcione o motor temporariamente na máxima rotação, e observe os gases de
escapamento. Saindo fumaça preta em intervalos regulares, um ou mais injetores
não estão funcionando corretamente.
A manutenção da bomba injetora e dos bicos injetores requer equipamentos e
ferramentas especiais. Esse tipo de serviço deverá ser confiado somente ao seu
Revendedor Autorizado CASE.

84
TANQUE DE COMBUSTÍVEL
O tanque de combustível deve ser abastecido ao término de cada jornada de
trabalho. É aconselhável encher totalmente o tanque de combustível, pois isso
evitará a condensação de água no interior do tanque. (Ver página 68).
ADVERTÊNCIA: Ao abastecer a máquina, não o faça fumando,
! ou perto de chamas ou com o motor funcionando.
Periodicamente, verifique a condição da tela do tubo de enchimento do tanque de
combustível, quando o tanque estiver pela metade. Remova a tampa do bocal de
enchimento, girando-a no sentido anti-horário. Se for necessário efetuar a limpeza
da tela, remova o tubo de enchimento do tanque e retire a tela. Certifique-se de
instalar novamente a tela, antes de instalar o tubo de enchimento.

1. Tampa do bocal de enchimento do tanque de combustível.


O tanque de combustível possui um coletor de água conforme mostra a ilustração
abaixo. Drene a água e os sedimentos acumulados no tanque, sempre que for
constatada a presença de água no copo do filtro (ver página 81), ou a cada 500
horas de operação da máquina. Afrouxe o bujão de drenagem e deixe o combus-
tível escoar lentamente até que fique livre de água.

2. Bujão de drenagem do coletor de água do tanque de combustível.

85
SISTEMA ELÉTRICO

ADVERTÊNCIA: Sugestões de segurança para Serviços a serem


feitos no sistema elétrico:
1. Utilize sempre a chave geral, girando-a no sentido horário ou
anti-horário.
2. Nunca fumar perto de baterias que estão sendo carregadas ou
! que foram carregadas recentemente.
3. Nunca usar anéis ou braceletes de metal, pois poderá provocar
curto num circuito ativado.
4. Antes de ligar ou desligar um circuito, certifique-se de que está
familiarizado com o mesmo . Uma ligação errada poderá resultar
em acidente ou prejuízos.

Substituição das Lâmpadas

Faróis de trabalho dianteiros

86
Faróis de trabalho traseiros e lanternas

Tabela de reposição de lâmpadas


Lâmpada Lâmpada
DESCRIÇÃO - ACESSÓRIO Código CASE Código Fornecedor
FAROL DIANTEIRO (Standard) OSRAM
P66842-27 (até série –>JHF0020946) E157134 AS7952
FAROL DIANTEIRO SUPERIOR (Standard)
A187519 (após série JHF0020947–>) 103654A1
FAROL DIANTEIRO INFERIOR (Standard)
A187520 (após série JHF0020947–>) 103653A1
FAROL TRASEIRO (Standard) OSRAM
P66842-27 (até série –>JHF0020946) E157134 AS7952
FAROL TRASEIRO (Standard)
A187520 (após série JHF0020947–>) 103653A1
LANTERNA TRASEIRA (Standard) PHILLIPS
E157576 (até série –>JHF0020946) E67605 13499
LANTERNA TRASEIRA (Standard) PHILLIPS
147724A1 (após série JHF0020947–>) E67605 13499
LANTERNA TRASEIRA C/ SETA (Opcional) E67605 PHILLIPS 13499
147733A1 (após série JHF0020947–>) 148102A1 GE 2445 âmbar
LANTERNA TRASEIRA C/ SETA (Opcional) E67605 PHILLIPS 13499
147734A1 (após série JHF0020947–>) 148102A1 GE 2445 âmbar
LUZ DIRECIONAL (Opcional) OSRAM
E65015 (até série –>JHF0020946) E67606 7511
LUZ DIRECIONAL (Opcional) OSRAM
A187992/A187993 (após série JHF0020947–>) A15084 7511
FAROL ROPS (Opcional)
G6984278 K69842-81

87
Luz direcional (Opcional)

(1ª versão) (2ª versão)


Luz direcional e alerta Luz direcional

(até a série –>JHF0020946) (a partir da série JHF0020947–>)

Alternador

(Opcional) (Standard)
Para evitar a queima dos diodos do alternador, é necessário tomar as seguintes
precauções:
O que fazer:
1. Ao dar carga na bateria, desligue os pólos da mesma. Se for usado o aparelho
de carga para auxiliar na partida, desligue o alternador do circuito, antes de
ligar o carregador.
2. Desligue sempre a chave geral ao trabalhar no sistema elétrico.
3. Desligue a tomada do regulador e os fios dos terminais do alternador, quando
estiver trabalhando com solda a arco na máquina.
4. Mantenha as correias de acionamento em bom estado De conservação e na
tensão correta.

88
O que não fazer:
1. Estando o motor funcionando, não desligue os cabos da bateria, cabos de
conexão do alternador ou ligações do regulador.
2. Não funcione o motor com o alternador desligado (Conexões removidas) do
circuito.
3. Não polarize O alternador. O alternador não deverá ser polarizado como os
dínamos comuns. Use uma lâmpada de provas ou um voltímetro.
4. Não inverta a polaridade dos cabos do alternador, regulador, motor de partida
ou bateria, Isso provocará Danos. Nesta máquina, o terminal negativo (-) é
ligado à Massa.
5. Não ponha em curto circuito com a massa os terminais do alternador ou do
regulador.
6. Não opere a máquina com as baterias desligadas.

PRECAUÇÃO: AO RETIRAR A BATERIA, DESLIGUE SEMPRE


! O CABO NEGATIVO (-) PRIMEIRO. AO INSTALAR A BATERIA,
LIGUE SEMPRE O CABO NEGATIVO (-) POR ULTIMO.

PRECAUÇÃO: Ao trabalhar no sistema elétrico, nunca use anéis


! ou braceletes de metal, pois poderá provocar um curto circuito.

PRECAUÇÃO: Antes de ligar ou desligar um circuito, certifique-


se de que está familiarizado com o mesmo. Uma ligação errada
! poderá causar acidentes e prejuízos.

7. Não use vapor ou solvente para limpar o alternador.

89
BATERIAS (STANDARD)
Com hidrômetro indicador de carga (Original de Fábrica)

ATENÇÃO: Esta bateria não necessita de limpeza ou manuten-


ção, bem como a adição de água.
PERIGO: O LIQUIDO CONTIDO NO INTERIOR DAS BATERIAS
É ÁCIDO SULFÚRICO. Tome cuidado para não derramá-lo na
pele, nos olhos ou nas roupas, pois sofrerá GRAVES queimaduras.
Antídoto: EXTERNO - Lave com água. INTERNO - Beba água ou
leite em quantidade, seguido de leite de magnésia, ovos batidos
ou óleo vegetal. Procure assistência médica imediata. OLHOS -
! Lave com água durante 15 minutos e procure imediatamente o
oftalmologista.
AS BATERIAS PRODUZEM GASES EXPLOSIVOS: Faíscas,
fósforos e cigarros acesos e chamas expostas devem ser man-
tidos longe das baterias. Ao carregar a bateria ou quando a
estiver utilizando em recinto fechado, assegure-se de que dispõe
de boa ventilação. Use sempre óculos de segurança ao trabalhar
perto de baterias.
MANTENHA AS BATERIAS LONGE DO ALCANCE DAS
CRIANÇAS.
As baterias ficam localizadas na parte traseira da máquina (Ver página 24).

ADVERTÊNCIA: Quando estiver trabalhando próximos de bate-


rias, lembre-se de que todas as partes metálicas expostas das
! mesmas estão “ativas”. Nunca coloque objetos de metal sobre os
terminais, pois isto poderá resultar em faíscas ou curto-circuitos.

90
Inspeção visual

1. Inspecione externamente a bateria. Verifique a ocorrência de danos ou


rachaduras.
2. Inspecione os pólos. Verifique se estão quebrados ou danificados.
3. Revise periodicamente o sistema elétrico do trator.
4. Determine a causa dos danos.
Somente substitua baterias danificadas depois de determinadas e eliminadas
as causas.
5. Observe a coloração apresentada pelo hidrômetro. Tome a ação indicada para
cada caso.

Hidrômetro Estado de Carga Ação Requerida


Verde Acima de 50% Teste de descarga rápida
Preto Abaixo de 50% Recarregar
Amarelo Claro Nível baixo de Substituir a bateria
eletrólito (se não houver “partida”)

BATERIAS (OPCIONAIS)

PERIGO: O LÍQUIDO CONTIDO NO INTERIOR DAS BATERIAS


É ÁCIDO SULFÚRICO. Tome cuidado para não derramá-lo na
pele, nos olhos ou nas roupas, pois sofrerá GRAVES queimaduras.

Antídoto: EXTERNO - Lave com água. INTERNO - Beba água ou


leite em quantidade, seguido de leite de magnésia, ovos batidos
ou óleo vegetal. Procure assistência médica imediata. OLHOS -
Lave com água durante 15 minutos e procure imediatamente o
oftalmologista.
!
AS BATERIAS PRODUZEM GASES EXPLOSIVOS: Faíscas,
fósforos e cigarros acesos e chamas expostas devem ser man-
tidos longe das baterias. Ao carregar a bateria ou quando a
estiver utilizando em recinto fechado, assegure-se de que dispõe
de boa ventilação. Use sempre óculos de segurança ao trabalhar
perto de baterias.
MANTENHA AS BATERIAS LONGE DO ALCANCE DAS
CRIANÇAS.

91
ADVERTÊNCIA: Quando estiver trabalhando próximo de bateri-
as, lembre-se de que todas as partes metálicas expostas das
! mesmas estão “ativas”. Nunca coloque objetos de metal sobre os
terminais, pois isto poderá resultar em faíscas ou curto-circuitos.

Normas para Cuidado de Bateria


1. Complete o nível do eletrólito com água pura destilada, conforme necessário
para manter os separadores cobertos. O nível do eletrólito deve ser verificado
a cada 50 horas de trabalho ou semanalmente. O consumo normal da água
deverá ser de 28,35 gr., aproximadamente, a cada 50 horas de trabalho. Se
for maior, a caixa da bateria poderá estar com vazamento ou o regulador de
voltagem estará carregando demais, devendo ser ajustado.
2. Mantenha a bateria sempre em bom estado de carga, obedecendo as leituras
do densímetro.
3. Certifique-se de que a bateria esteja presa firmemente em seu suporte. Os
cabos da bateria não devem encostar nos conectores das células, nem no
suporte da bateria.
4. Conserve a bateria limpa e seca. Se a bateria não retém a carga, substitua por
uma nova, com as mesmas características. Semanalmente, e antes de
completar o nível do eletrólito, efetue a leitura de cada célula, usando um
densímetro. A leitura da densidade específica de cada célula deve registrar
carga total.

NOTA: A leitura da densidade de carga total será geralmente indicada


na bateria. Uma bateria que apresentar um leitura de 1.175, congelará
a aproximadamente -17,7°C (0°F).

Verificação da Densidade Específica do Eletrólito


Use um densímetro para verificar a densidade específica do eletrólito da bateria.
A densidade específica do eletrólito indica a carga aproximada de bateria. Os
densímetros dão a leitura correta quando a temperatura do eletrólito é de 26.7°C
(80°F). Para obter o valor correto da densidade específica, é necessário conhecer
a temperatura do eletrólito. Alguns densímetros são providos de um termômetro.
Se o seu densímetro não estiver provido de termômetro, é necessário usar um
termômetro separado para verificar a temperatura do eletrólito.
1. Remova o eletrólito de uma das células da bateria, fazendo uso de densímetro.
Verifique a leitura do densímetro e anote-a. Certifique-se de segurar o
densímetro na posição vertical, bem como de manter a bóia livre.
Faça a leitura do densímetro ao nível dos olhos.

92
2. Verifique a temperatura do eletrólito da bateria. Em seguida, some ou subtraia
quatro pontos de densidade específica para cada 5°C (10°F) acima ou abaixo
de 27°C (80°F). Assim fazendo, você saberá qual a condição exata da célula
da bateria.
3. Proceda conforme indicado nos itens 1 e 2 relativamente a todas as demais
células da bateria.
Temperatura
°F °C
Pontos de
Densidade a
subtrair ou
Faça a leitura ao somar na leitura
nível dos olhos
encontrada

Segure o densímetro
na pos. vertical

A bóia deve
ficar livre

A Tabela abaixo indica qual a faixa de densidade específica aplicável ao clima de


sua área.

Condição de Faixa de Densidade Específica para Zona Climática


Carga (Leituras Corrigidas para 27°C (80°F)
Frígida Temperada Tropical
100% 1,270 1,250 1,225
75% 1,230 1,215 1,180
50% 1,180 1,170 1,135
25% 1,130 1,120 1,090
Descarregada 1,080 1,070 1,045

NOTA: Se for necessário adicionar água para verificar a densidade


específica, aplique uma carga rápida na bateria durante 30 minutos.
Caso contrário, obterá leituras incorretas.

93
Para Compreender a Leitura do Densímetro
1. Saber-se-á a condição aproximada da carga da bateria, fazendo-se uma
comparação entre os pontos de densidade específica indicados no densíme-
tro e a Tabela abaixo:

Condição de Densidade Específica Temperatura Aproximada de


Carga à Temperatura de 27°C (80°F) Congelamento do Eletrólito

100% 1,260 - 59°C (-79°F)


75% 1,230 - 39°C (-38°F)
50% 1,200 - 27°C (-17°F)
25% 1,170 - 17°C (+ 1°F)
Descarregada 1,110 -7,2°C (+19°F)

2. A bateria estará em bom estado, se a densidade específica das células estiver


entre 1.200 e 1.260 pontos ou quando a diferença entre as células de
densidade mais alta e as de densidade mais baixa for inferior a 30 pontos.
Carregue a bateria, antes de colocá-lo em uso.
3. Aplique uma carga completa na bateria, se a densidade específica das células
estiver entre 1.200 e 1.260 pontos ou quando a diferença na densidade
específica entre as células de densidade mais alta e as de densidade mais
baixa for de 30 pontos ou mais. Verifique novamente a densidade específica.
Se depois de haver aplicado uma carga completa na bateria, e a diferença na
densidade específica for de 30 pontos ou mais, isso significa que a bateria está
defeituosa. Neste caso, substitua-a.

Nível do Eletrólito
Verifique o nível do eletrólito a cada 50 horas. Verifique com maior freqüência
quando a máquina for usada em climas quentes. Se o nível do eletrólito estiver
baixo, adicione água destilada em cada célula até que o líquido apenas cubra as
placas. Não é aconselhável adicionar água em excesso. Isso acarretará desempe-
nho insatisfatório, menor vida útil da bateria e corrosão nas paredes da mesma.

Abertura do
Respiro

Nível do Eletrólito
Acima das Placas

94
Verifique o nível do eletrólito em cada célula, semanalmente, retirando os bujões
de respiro. O nível do eletrólito deve ser completado antes que a parte superior dos
separadores fique exposta. NÃO ENCHA ATÉ EXTRAVAZAR.
NOTA: Ao fazer a manutenção da bateria, adicione somente água
destilada. Certifique-se de que o nível do eletrólito fique sempre acima
das placas da bateria. Isso evitará avarias na mesma.

Adição de Água
A menos que a água de torneira de sua área seja do tipo “aprovado” (isenta de
minerais formadores de crostas), adicione sempre água destilada na bateria.
Quando adicionar água durante as épocas de temperatura muito baixa, a bateria
deve receber imediatamente uma carga, a fim de misturar a água com o eletrólito.
Se não for misturada, a água permanecerá em cima e congelará.
Quando é adicionada maior quantidade de água do que o necessário, isso acarreta
uma elevação de temperatura da bateria ou aumente a regulagem do regulador de
voltagem.
Quando, por outro lado, é usada uma quantidade menor de água do que o
necessário, a bateria não carrega adequadamente. Isso pode ser o resultado de
ligações mal feitas dos cabos ou regulagem muito baixa do regulador de voltagem.

Precauções para Épocas Frias


Conforme a temperatura do ar cai, a capacidade e rendimento da bateria diminui. Na
realidade, a bateria enfraquecerá com o frio e não acionará o motor de partida tão
rápido ou por um período tão longo quanto o faz durante as temperaturas quentes.
Uma vez que a partida do motor Diesel depende diretamente da rotação do motor
de partida, em velocidade suficiente para causar a auto-ignição do combustível
Diesel, nunca é supérfluo salientar a importância de manter as baterias bem
carregadas, para partida do motor em tempo frio.

Bujões de Respiro
Conserve os bujões de respiro sempre no lugar e bem apertados. Certifique-se de
que os furos de respiro estejam desentupidos, afim de evitar que a pressão do gás
nas células quebre a vedação ou caixa.

Terminais dos Cabos e Bornes


Os terminais dos cabos da bateria devem ser mantidos sempre limpos e bem apertados
nos bornes desta. Um bom método para a limpeza dos terminais e bornes é retirar todo
o excesso de material corrosivo com uma escova de aço e depois lavá-los com uma
solução fraca de bicarbonato de sódio e amoníaco. Após a limpeza, aplique uma fina
camada de vaselina ou graxa fina, a fim de retardar a formação de nova corrosão.
Certifique-se de que a ligação à massa esteja apertada firmemente.

95
CHAVE GERAL

Chave Geral

ATENÇÃO: Sua Pá-Carregadeira W20E está equipada com uma


Chave Geral que conecta todo o circuito elétrico às baterias. Ao
executar qualquer serviço de manutenção em sua W20E (espe-
! cialmente no circuito elétrico), desligue a Chave Geral girando-a
para qualquer um dos lados. Desta maneira você estará reduzin-
do a possibilidade de acidentes e danos à máquina.

Localização da chave geral


A chave geral está localizada na lateral do compartimento do motor (na estrutura
da tampa lateral esquerda de acesso ao motor).

DESCARTE DAS BATERIAS


RECICLAGEM OBRIGATÓRIA
Devolva a bateria usada ao revendedor no ato da troca.
Conforme resolução Conama 257/99 de 30/06/99.

TODO CONSUMIDOR/USUÁRIO FINAL É OBRIGADO A DEVOLVER


SUA BATERIA USADA A UM PONTO DE VENDA. NÃO DESCARTE NO
LIXO.
OS PONTOS DE VENDA SÃO OBRIGADOS A ACEITAR A DEVOLUÇÃO
DE SUA BATERIA USADA, BEM COMO ARMAZENÁ-LA EM LOCAL
ADEQUADO E DEVOLVÊ-LA AO FABRICANTE PARA RECICLAGEM.
Riscos de contato com a solução ácida e com
o chumbo:

A solução ácida e o chumbo contidos na


bateria se descartados na natureza de forma
incorreta poderão contaminar o solo, o sub-
solo e as águas. O consumo de águas
contaminadas pode causar hipertensão
arterial, anemia, desânimo, fraqueza, dores
nas pernas e sonolência.

O contato da solução ácida com os olhos


causa conjuntivite química e com a pele
dermatite de contato.

No caso de contato acidental com os olhos


Composição Básica: chumbo, ou com a pele, lavar imediatamente com água
ácido sulfúrico diluído e plástico corrente e procurar orientação médica.

96
SISTEMA HIDRÁULICO

PRECAUÇÃO: Os sistemas hidráulicos funcionam sob alta pres-


são. Qualquer vazamento, por minúsculo que seja, pode penetrar
no tecido do corpo humano, provocando graves ferimentos.
Utilize um pedaço de madeira ou de papelão ao tentar localizar
vazamentos - e NUNCA as mãos ou quaisquer outras partes do
corpo.

!
Alivie a pressão hidráulica antes de desligar os circuitos. Ao
refazer as ligações, certifique-se de que estejam bem apertadas.

No caso de ferimentos provocados pela fuga de óleo sob pressão,


dirija-se imediatamente ao médico. Poderão surgir sérias compli-
cações na falta de atendimento médico imediato.

ÓLEO HIDRÁULICO SUJO CAUSA PROBLEMAS

Mantenha a Máquina Limpa


1. Limpe a área ao redor da tampa de acesso à tela de sucção, antes de verificar
o nível do óleo.
2. Use um funil e recipiente limpos, quando estiver adicionando o óleo.
3. Limpe por fora os componentes, mangueiras e graxeiras antes de removê-los.
Feche as aberturas (bocais) com tampas limpas.
4. Faça os reparos sobre uma superfície limpa. Use ferramentas limpas.
5. Substitua o óleo e verifique ou troque os filtros, ao fazer os reparos.

NOTA: Se usar o mesmo óleo, certifique-se de filtrá-lo antes de colocá-


lo no reservatório.

SISTEMA HIDRÁULICO DO EQUIPAMENTO E DA


DIREÇÃO
O sistema hidráulico do equipamento e da direção é pressurizado a ar. Esta
pressurização assegura suprimento adequado de óleo para a bomba hidráulica.
Por isso, torna-se importante, sempre que um serviço for efetuado no reservatório,
recolocar a tampa do bocal de enchimento ou a placa de acesso aos filtros, e
verificar se há vazamentos de ar ou óleo após término deste.

97
Nível do Óleo

Verifique o nível do óleo hidráulico antes de começar o seu serviço diário ou no


início de cada turno. Antes de proceder à verificação do nível, pare o motor e abaixe
a caçamba até o solo.
O óleo hidráulico deve estar visível no indicador do óleo hidráulico. Se não estiver
visível, acrescente óleo conforme necessário (Aproximadamente na metade do
visor). Veja página 67.

3
2

1. Bocal de Enchimeto 2. Tampa de Acesso à Tela de Sucção 3. Visor do Nível do Óleo

Substituição dos Filtros do Óleo Hidráulico


O sistema hidráulico possui dois filtros localizados no circuito de retorno, um na
lateral traseira do lado direito e outro na frente, acima do tanque hidráulico, além
de uma tela de sucção instalada na linha de sucção, no interior do tanque hidráulico.

4 e 5. Filtros do Óleo Hidráulico

98
Substitua os filtros do óleo hidráulico após as primeiras 100 horas de operação e
posteriormente a cada 500 horas ou toda vez que a luz de advertência (localizada
à esquerda da chave de ignição) acender no painel.
Para efetuar a substituição dos filtros proceda como segue:

1. Coloque uma vasilha embaixo dos filtros para apanhar o óleo ao serem
removidos os filtros.

2. Para afrouxar os filtros, gire-os no sentido anti-horário, utilizando-se de uma


chave especial. Em seguida, remova os filtros. Descarte a guarnição da tampa
de cada filtro, substituindo-a por outra nova.

3. Lubrifique as novas guarnições com óleo para transmissão limpo, e instale-as


na tampa do filtro.

4. Lubrifique as roscas dos filtros novos com óleo para transmissão limpo. Instale
os filtros na tampa, girando-os no sentido horário (para a direita), até que o
mesmo faça contato com a guarnição. Aperte cada filtro com a mão mais 1/2
a 3/4 de volta. Não aperte excessivamente os filtros, nem utilize a chave
especial para apertá-los.

5. Faça funcionar o motor em baixa rotação durante cerca de cinco minutos a fim
de abastecer os filtros. Verifique os filtros quanto a vazamentos, e certifique-
se de que o visor esteja indicando o nível correto do óleo. Adicione óleo, se
necessário.

Substituição do Óleo Hidráulico


(Limpeza da Tela de Sucção)

Substitua o óleo do sistema hidráulico a cada 1000 horas de operação ou cada seis
meses, prevalecendo o que primeiro ocorrer. Nessa condição, substitua também
os filtros do óleo hidráulico e limpe a tela de sucção localizada no interior do tanque.

99
Substitua o óleo hidráulico enquanto ainda estiver quente. Proceda da seguinte
maneira:

2
1. Tanque hidráulico
7 2. Tampa do bocal de enchimento
3. Tampa de acesso à tela de sucção
3 4. Tela de sucção
8 5. Bujão de drenagem
6. Visor de nível de óleo
7. Anel “O”
6 8. Junta

1. Pare o motor e remova a tampa do bocal de enchimento do tanque hidráulico


bem devagar para aliviar a pressão existente no interior do tanque. Em
seguida, remova a tampa de acesso à tela de sucção situada no interior do
tanque.
2. Coloque um recipiente embaixo do bujão de drenagem, com capacidade para
aproximadamente 140 litros (37 galões).
3. Remova o bujão de drenagem, localizado do lado direito do tanque, e drene
o óleo.
4. Remova a tela se sucção (mostrada na figura acima) e limpe-a com solvente.
Em seguida, reinstale a tela de sucção.
5. Reinstale o bujão de drenagem do óleo e aperte-o.
6. Reinstale a tampa de acesso à tela de sucção.
7. Encha o tanque com 138 litros (36.5 galões) de óleo. Veja especificação do
óleo na Tabela da página 68. Verifique o nível através do visor.
8. Reinstale a tampa do bocal de enchimento.

100
SISTEMA DE FREIOS

Compressor de Ar
O compressor de ar fornece ar ao reservatório. O compressor é lubrificado pelo
sistema de óleo do motor e recebe ar filtrado pelo sistema de admissão de ar do
motor.

Reservatórios de Ar
No reservatório de ar, deverá ser feita a drenagem da água a cada 10 horas ou
diariamente, através do cabo de dreno manual (ver figura abaixo).
A válvula de drenagem do reservatório de ar fica localizada na lateral traseira
do trator, acima da carcaça do eixo traseiro, do lado direito.

Válvula de drenagem
do reservatório de ar

Cilindros Mestre
O nível de fluido dos cilindros mestre de freio de serviço deverá ser verificado a
cada 50 horas de funcionamento da máquina.
Remova a tampa do reservatório. Adicione fluido conforme necessário.
O cilindro mestre do freio das rodas dianteiras fica montado na lateral direita.
O cilindro mestre do freio das rodas traseiras fica montado na parte interna do
suporte central de montagem do capuz, do lado esquerdo.

101
SISTEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO E DO
CONVERSOR DE TORQUE

Verificação do nível de óleo


Verifique o nível de óleo da transmissão DIARIAMENTE com o motor funcionando
em marcha lenta, e a uma temperatura de 82 a 93°C (180 a 200°F). Mantenha o
nível do óleo sempre na marca “MÁX” da vareta medidora. A vareta de medição fica
localizada do lado esquerdo da transmissão.

1. Vareta de medição
2. Filtro

Substitua o filtro da transmissão nas primeiras 50 a 100 horas e posteriormente a


cada 500 horas de trabalho. A cada 1000 horas, drene e reabasteça o sistema (ver
páginas 66 e 67).
A drenagem do óleo deverá ser feita com o óleo aquecido de 66 a 93°C (150 a
200°F). Para efetuar a troca do óleo e substituição do filtro, proceda como segue:
1. Drene o óleo da transmissão e remova a tela do cárter da transmissão. Limpe
bem a tela e reinstale-a usando guarnições novas.
2. Drene o filtro de óleo, remova-o e limpe a sede de assentamento do filtro na
bomba. Em seguida instale o filtro novo.
NOTA: Este filtro é do tipo cartucho (conjunto selado), devendo portanto, ser
substituído o conjunto completo.
3. Encha a transmissão até atingir a marca “MIN” da vareta de medição.
4. Dê partida no motor e faça-o funcionar em marcha lenta durante vários minutos
para carregar totalmente a caixa de mudanças e o conversor de torque com o óleo.
5. Verifique novamente o nível do óleo com o motor em marcha lenta, adicionan-
do óleo conforme necessário, até atingir a marca “MIN”. Depois de aquecer o
óleo até a temperatura de 82 a 93°C (180 a 200°F), faça a verificação final do
nível do óleo. Adicione óleo conforme necessário, até atingir a marca “MÁX”
da vareta medidora. Verifique se não há vazamentos.

102
EIXOS DIANTEIRO E TRASEIRO
Braseixos S.A. (até série –>JHF0042037)

Nível do Óleo
Os cubos e diferenciais são comunicantes
O nível do óleo de cada eixo deve ser verificado a cada 250 horas de funcionamento
no bujão de enchimento do centro da carcaça localizada atrás do diferencial.

Cubos comunicantes

1. Bujão de nível do óleo e enchimento


2. Bujão de drenagem

1. Estacione a máquina numa superfície plana.


2. Retire o bujão de enchimento do centro da carcaça. O nível do óleo deve ficar
rente com o furo de enchimento.

Substituição do Óleo (até série –>JHF0042037)


A primeira troca do óleo dos eixos deverá ser feita nas primeiras 100 horas.
A partir da segunda troca, o óleo dos eixos deverá ser substituido a cada 1000 horas
(páginas 67 e 68).
Para efetuar a troca do óleo proceda da seguinte maneira:

103
Drenagem (até série –>JHF0042037)

1. Estacione a máquina numa superfície plana.

1. Bujão de Drenagem 2. Bujão de Nível do Óleo

2. Remova os bujões de drenagem de ambos os cubos das rodas e do bojo


central (ver figura acima e figura página 103). Drene por completo o óleo de
cada eixo.

Enchimento (até série –>JHF0042037)


Por serem comunicantes cubos e diferenciais, basta um abastecimento.
1. Recoloque os bujões de drenagem de cada eixo.
2. Proceda ao enchimento com óleo da seguinte maneira:
a) Remova o bujão de enchimento localizado no centro da carcaça atrás do
diferencial.
b) Coloque aproximadamente 26 litros de óleo. Este deve alcançar a borda
superior do furo de enchimento. Recoloque o bujão.
c) Verifique o nível de óleo dos cubos e recoloque os bujões de nível.

104
EIXOS DIANTEIRO E TRASEIRO
Dana Spicer Clark-Hurth
(a partir da série JHF0042038–>)

Nível do Óleo
O nível do óleo de cada eixo deve ser verificado a cada 250 horas de funcionamento
nos bujões de enchimento, conforme ilustrado abaixo.

Modelos: Dianteiro 176/298


Traseiro 176/299

Diferencial

Bujão de nível
M 22 x 1,5

Cubos planetários

1. Estacione a máquina numa superfície plana.


2. Retire os bujões de enchimento da carcaça central e dos cubos planetários.O
nível do óleo deve ficar rente com o furo de enchimento.

104A
105
Substituição do Óleo (a partir da série JHF0042038–>)
A primeira troca de óleo do diferencial e dos cubos deverá ser feita nas primeiras
100 horas, e posteriormente a cada 1000 horas de operação (conforme tabela de
manuteção das páginas 66 e 67).

Drenagem (a partir da série JHF0042038–>)

1. Estacione a máquina numa superfície plana.

Bujão de nível
M 22 x 1,5

2. Remova todos os (3) bujões de drenagem da carcaça central e de ambos os


cubos das rodas (veja as figuras acima). Drene por completo o óleo dos
diferenciais e dos cubos planetários.

Enchimento (a partir da série JHF0042038–>)


1. Recoloque os bujões de drenagem de cada eixo (diferencial e planetários).
2. Conforme quantidades, tipo de óleo e aditivo (veja página 68), abasteça o eixo
da seguinte maneira:
2.1. Diferencial - Remova os (2) bujões de enchimento e abasteça a
quantidade correta total especificada (óleo + aditivo para diferencial
Case 149175A1) (veja página 68), dividido nos (2) bujões.
2.2. Cubos - Remova o bujão de abastecimento de cada cubo e abasteça
(somente com óleo) a quantidade correta (veja página 68).

NOTA: A carcaça dos eixos não é comunicante com os cubos planetários,


portanto o enchimento com óleo deverá ser realizado em 3 etapas; 2
cubos planetários e o diferencial na carcaça central.
Observe atentamente as indicações de período de troca, lubrificante e
aditivo para diferencial recomendadas nas páginas 67 e 68 deste manual.
Para maiores informações sobre manutenção, consulte o manual de
serviço.

106
104B
RODAS E PNEUS

Torque de Aperto das Porcas das Rodas


Durante o período de amaciamento da nova máquina, verifique e aperte as porcas
das rodas com um torque de 515 a 570 N.m (380 a 420 lb.ft). Verifique o aperto das
porcas das rodas após 10, 20 e 50 horas de operação e a cada 50 horas até que
o aperto se estabilize.
O mesmo deve ser feito cada vez que se retira uma roda para manutenção.
Verifique também o torque de aperto dos parafusos de fixação dos eixos. Aperte
se necessário com um torque de 705 a 870 N.m (520 a 640 lb.ft).

Pressão dos Pneus


A pressão correta dos pneus é determinada pela medida e número de lonas dos
mesmos. Ver especificações de pressões dos pneus na página 25.

Montagem dos Pneus


Para proporcionar tração adequada e ação de auto-limpeza dos gomos da banda
de rodagem, os pneus dianteiros e traseiros devem ser montados conforme
indicado na ilustração.

PARA FRENTE

105
PÁ-CARREGADEIRA

Retorno à escavação
O mecanismo de retorno à escavação, localizado no cilindro de basculamento
direito, poderá ocasionalmente necessitar de ajustagem do seu limitador de curso,
a fim de manter a posição de escavação desejada da caçamba, depois de ter sido
automaticamente levada ao nível do solo. Na maioria dos casos, a posição
desejada é o fundo da caçamba paralelo ao solo.
Antes de proceder a qualquer ajustagem, abaixe a caçamba até o solo, no ângulo
de escavação desejado. Desligue o motor. Gire a chave de ignição para a posição
“Desliga”.
Afrouxe a braçadeira do suporte de montagem. Posicione o limitador de tal forma
que a orelha do indicador apenas desligue o limitador. Reaperte a braçadeira.
Dê partida no motor. Verifique a ajustagem do limitador de curso, acionando o
braço da carregadeira e a caçamba através de um ciclo completo de trabalho do
mecanismo de retorno à escavação, conforme descrito na página 61. Verifique o
ângulo da caçamba depois de esta retornar automaticamente ao nível do solo.

106
SUBSTITUIÇÃO DOS DENTES DA CAÇAMBA

PRECAUÇÃO: Ao efetuar qualquer serviço de manutenção na


máquina, use sempre óculos de segurança, especialmente du-
rante serviços de martelagem ou esmerilhamento, para precaver-
! se da possibilidade de lesões causadas por estilhaços de metal.
Ao malhar contra ferramentas temperadas ou superfícies de
metal temperado, utilize sempre um martelo brando, de plástico,
madeira, cobre, couro cru.

Para substituir um dente da caçamba, remova ambos os parafusos que o fixam à


caçamba (Ver figura abaixo).
Retire o dente a ser substituído e coloque o outro novo no lugar, prendendo-o com
os parafusos de fixação, conforme ilustração abaixo, aplicando um torque de 183-
223 N.m (135-165 Lb.ft).

NOTA: As roscas dos parafusos e das porcas devem estar limpas e


secas, a fim de obter um aperto correto.

A. Parafusos de Fixação
B. Dente da Caçamba
C. Caçamba

107
IMOBILIZAÇÃO PROLONGADA DA MÁQUINA

Se for preciso imobilizar o trator por 30 dias ou mais, este deve ser abrigado num
lugar seco, e se possível, no interior de uma construção. Devem ser tomadas certas
precauções para evitar ferrugem, corrosão e deterioração das peças. As precau-
ções a serem tomadas são:

Providências para imobilização da máquina

Sistema de Lubrificação do Motor


Para proteger as válvulas e as camisas dos cilindros:
1. Enquanto o motor estiver ainda quente, drene o óleo do cárter e encha-o com
óleo de motor limpo.
2. Limpe o filtro de óleo.
3. Limpe o filtro de ar.

Sistema de Combustível
Para proteger a tubulação do combustível e os injetores:
1. Drene o reservatório de combustível e coloque 4 a 8 litros (1 a 2 galões) de
óleo diesel de lavagem.
2. Ligue o motor e deixe-o funcionar até que uma fumaça branca-azul saia do
escapamento. Isso indica que o combustível normal dos filtros já foi consumi-
do, e o óleo de lavagem está sendo queimado
Opere o motor por 10 minutos antes de desligá-lo. Drene o óleo de lavagem do
reservatório.

108
Sistema de Arrefecimento
Se somente a água tiver sido usada no sistema de arrefecimento, qualquer um dos
métodos que seguem podem ser usados para proteger o sistema, especialmente
durante o inverno:
1. Enquanto o motor estiver ainda quente, drenar o sistema de arrefecimento.
Abra os pontos de drenagem e gire a tampa do radiador para aliviar a pressão
na guarnição. Coloque um aviso na tampa do radiador e um outro no
compartimento do operador, alertando que o sistema de arrefecimento foi
drenado.
2. Enquanto o motor ainda estiver quente, drene a água do radiador. APÓS O
RESFRIAMENTO DO MOTOR, encha o sistema de arrefecimento com água
pura. Para temperaturas baixas, use anti-congelante conforme especificado
na página 78. Ligue o motor e deixe-o funcionar à temperatura de funciona-
mento por alguns minutos para misturar bem o fluido.

PRECAUÇÃO: As áreas de armazenamento das baterias devem


! estar bem ventiladas para prevenir acúmulo de hidrogênio das
baterias recém-carregadas.

Após carregar as baterias com carga quase completa, retire-as do trator e


armazene-as num local seco e moderadamente frio. Coloque as baterias num
estrado de madeira ou material isolante similar e, se possível, armazene-as numa
construção onde as temperaturas permanecem acima das de congelamento 0°C
(32°F). Periodicamente verifique o nível do eletrólito e teste sua densidade.
Quando a leitura estiver perto de 1200, a bateria deve estar perto de descarga total.
Quando necessário recarregue-as para conservar a leitura acima de 1200, de
forma que o eletrólito não congelará.

Sistema Hidráulico do Equipamento


1. Coloque no chão um estrado de madeira e abaixe a caçamba sobre este.
2. Após parar o motor, acione as alavancas de controle da caçamba por vários
ciclos, a fim de aliviar a pressão no sistema hidráulico.
3. Aplique uma camada de graxa sobre as hastes dos cilindros para evitar
corrosão.
4. Verifique se o freio de estacionamento está aplicado. Depois abra a torneira
de drenagem na parte inferior do reservatório de ar, para retirar do tanque a
água e sedimentos e para aliviar a pressão de ar. Quando o tanque estiver
totalmente sem pressão, o indicador de pressão deve marcar zero.

109
PREPARO DA MÁQUINA PARA RETORNO AO
TRABALHO

Para colocar a máquina em condições de trabalho, depois de haver permanecido


inativa por um longo período de tempo, torna-se necessário observar o seguinte:

NOTA: Não ligue a máquina antes de completar os itens que


seguem abaixo.

1. Se todo o fluido tiver sido drenado do sistema de arrefecimento, encha o


radiador com uma mistura de água limpa e anti-corrosivo. Para temperaturas
baixas use anti-congelante.

2. Certifique-se de que o nível de óleo do cárter esteja correto.

3. Instale novamente as baterias. Certifique-se de que estejam carregadas.

4. Encha o tanque com combustível limpo, livre de água.

5. Substitua os filtros de combustível. Sangre todo o ar do sistema de combustível.

6. Verifique se a pressão dos pneus está correta.

7. Aperte a tampa do bocal de enchimento do reservatório hidráulico.

8. Verifique todos os controles da máquina para certificar-se de que não estão


emperrados.

9. Dê partida no motor e faça-o funcionar em marcha lenta. Retire a tampa das


válvulas para verificar se as mesmas estão funcionando, e se o conjunto de
balancins está recebendo lubrificação. O óleo Diesel para lavagem do sistema
de combustível provocará o aparecimento de fumaça azul-branca no escapa-
mento durante algum tempo. Isso não deverá ser causa de preocupação, pois
nenhuma avaria causará ao motor.

110
ÍNDICE ALFABÉTICO

A
ASSENTO DO OPERADOR ............................................................................... 35

B
BATERIA (STANDARD) ...................................................................................... 90
INSPEÇÃO VISUAL .................................................................................. 91
BATERIA (OPCIONAL) ....................................................................................... 91

C
CAÇAMBAS ........................................................................................................ 27
CARREGAMENTO DA CAÇAMBA ..................................................................... 58
PENETRAÇÃO EM FORMA DE ARCO ................................................... 59
PENETRAÇÃO EM FORMA DE DEGRAUS ............................................ 59
CARREGAMENTO DE CAMINHÕES ................................................................. 60
CHAVE GERAL ................................................................................................... 96
CINTO DE SEGURANÇA ................................................................................... 37
INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO DO CINTO DE SEGURANÇA ................. 38
COMANDOS DA PÁ-CARREGADEIRA .......................................................... 38A
INDICADOR DO TIPO DE USO DA CAÇAMBA 4-EM-1 .......................... 41
CONTROLE DE ALTURA DA CAÇAMBA ................................................ 42
RETORNO A ESCAVAÇÃO ..................................................................... 43
COMBUSTÍVEL E LUBRIFICANTES .................................................................. 62
ARMAZENAMENTO DE COMBUSTÍVEL ................................................ 62
LUBRIFICANTES ...................................................................................... 63
CONTROLES DA CAIXA DE MUDANÇAS ........................................................ 32
CONTROLES LUZES DIRECIONAIS E PISCA-ALERTA .................................. 35

D
DADOS OPERACIONAIS E DIMENSÕES ......................................................... 25
DESENGATE DA EMBREAGEM ........................................................................ 62
DESPEJO DA CAÇAMBA ................................................................................... 60
DIREÇÃO ............................................................................................................ 50
DISPOSIÇÃO DO TRABALHO ........................................................................... 58
DURANTE O FUNCIONAMENTO ...................................................................... 46

E
EIXOS DIANTEIRO E TRASEIRO ......................................................... 103, 104A
NÍVEL DO ÓLEO ......................................................................... 103, 104A
SUBSTITUIÇÃO DO ÓLEO ......................................................... 103, 104B
ENCHIMENTO ............................................................................. 104, 104B
DRENAGEM ................................................................................ 104, 104B

111
ESPECIFICAÇÕES ............................................................................................. 21
MOTOR ..................................................................................................... 21
SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO ................................................................. 21
SISTEMA DE ARREFECIMENTO ............................................................ 21
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO ................................................................. 22
SISTEMA HIDRÁULICO ........................................................................... 22
CILINDROS HIDRÁULICOS ..................................................................... 22
CONTROLES DA CARREGADEIRA ........................................................ 23
TRANSMISSÃO ........................................................................................ 23
CONVERSOR DE TORQUE .................................................................... 23
EIXOS ....................................................................................................... 23
SISTEMA ELÉTRICO ............................................................................... 24
DISJUNTOR E FUSÍVEIS ......................................................................... 24
LUZES ...................................................................................................... 24
ESTRUTURA DE PROTEÇÃO CONTRA CAPOTAMENTO (ROPS) ................ 17
CINTO DE SEGURANÇA ......................................................................... 17
CAPOTAMENTO ACIDENTAL ................................................................. 17
PRECAUÇÕES DE SEGURANÇA ........................................................... 18
INSPEÇÃO ............................................................................................... 18
NORMAS DE SEGURANÇA DA ROPS ................................................... 19

F
FRENAGEM DO MOTOR ................................................................................... 50
FUNCIONAMENTO DA MÁQUINA ..................................................................... 43
AMACIAMENTO ....................................................................................... 43

I
IMOBILIZAÇÃO PROLONGADA DA MÁQUINA .............................................. 108
INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO ......................................................................... 28
INSTRUÇÕES PARA MANEJO DA MÁQUINA .................................................. 48
INSTRUÇÕES PARA MANUTENÇÃO DO MOTOR .......................................... 47
INSTRUMENTOS E CONTROLES ..................................................................... 28

L
LÂMPADAS - TABELA DE REPOSIÇÃO ........................................................... 87
LOCALIZAÇÃO DO NÚMERO DE SÉRIE .......................................................... 20
LUBRIFICAÇÃO .................................................................................................. 34
HORÍMETRO ............................................................................................ 34
LUZ ALERTA DOS FREIOS ............................................................................... 52
TESTE DO FREIO DE ESTACIONAMENTO ........................................... 52

M
MANEJO EM TEMPO FRIO ............................................................................... 56
MANEJO EM TEMPO QUENTE ......................................................................... 56
MANUTENÇÃO E LUBRIFICAÇÃO .................................................................... 64
ARTICULAÇÃO DE SEGURANÇA ........................................................... 64
MANUTENÇÃO PREVENTIVA ........................................................................... 65
MARCHA LENTA ................................................................................................ 47
112
MUDANÇA DE MARCHAS ................................................................................. 49
ALAVANCA SELETORA DE MARCHAS .................................................. 49
ALAVANCA SELETORA DE SENTIDO DE DIREÇÃO “FRENTE-RÉ” .... 49

N
NORMAS DE SEGURANÇA ................................................................................. 3
ÓLEOS RECOMENDADOS PARA TRANSMISSÃO 28000 ............................... 68

O
OPERAÇÃO ECONÔMICA ................................................................................. 47

P
PÁ-CARREGADEIRA ....................................................................................... 106
RETORNO À ESCAVAÇÃO ................................................................... 106
PAINEL DE INSTRUMENTOS DIREITO ............................................................ 28
PAINEL DE INSTRUMENTOS ESQUERDO ...................................................... 30
PARADA DA MÁQUINA ...................................................................................... 51
PARADA DO MOTOR ......................................................................................... 47
PARTIDA DO MOTOR ........................................................................................ 45
PEDAIS E CONTROLES INFERIORES ............................................................. 33
PONTOS DE LUBRIFICAÇÃO ........................................................................... 69

R
REPARO DA MÁQUINA PARA RETORNO AO TRABALHO ........................... 110
REBOCAMENTO ................................................................................................ 53
TRANSPORTE DA MÁQUINA .................................................................. 53
REDE DE DISTRIBUIDORES CASE ................................................................ 115
RENDIMENTO .................................................................................................... 60
RETORNO A POSIÇÃO DE ESCAVAÇÃO ........................................................ 61
RODAS E PNEUS ............................................................................................. 105
TORQUE DE APERTO DAS PORCAS DAS RODAS ............................ 105
PRESSÃO DOS PNEUS ........................................................................ 105
MONTAGEM DOS PNEUS ..................................................................... 105
ROTAÇÃO DO MOTOR ...................................................................................... 47

S
SISTEMA HIDRÁULICO DO EQUIPAMENTO E DA DIREÇÃO ........................ 97
NÍVEL DO ÓLEO ...................................................................................... 98
SUBSTITUIÇÃO DOS FILTROS DO ÓLEO HIDRÁULICO ...................... 98
SUBSTITUIÇÃO DO ÓLEO HIDRÁULICO ............................................... 99
SISTEMA DE ADMISSÃO DE AR ...................................................................... 73
FILTRO DE AR ......................................................................................... 73
SISTEMA DE ADMISSÃO DE AR ............................................................ 74
MANUTENÇÃO DO ELEMENTO PRINCIPAL ......................................... 74
INSPEÇÃO DO ELEMENTO PRINCIPAL ................................................ 75
VÁLVULA DE DESCARGA DE POEIRA .................................................. 76

113
SISTEMA DE ARREFECIMENTO DO MOTOR ................................................. 77
TAMPA DO RADIADOR ........................................................................... 77
RADIADOR ............................................................................................... 77
NÍVEL DO LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO ........................................... 77
LIMPEZA DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO ..................................... 79
VÁLVULA TERMOSTÁTICA ..................................................................... 79
CORREIA DO VENTILADOR/ALTERNADOR .......................................... 80
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL ............................................................................ 81
DRENAGEM DO FILTRO DE COMBUSTÍVEL ........................................ 81
FILTROS DE COMBUSTÍVEL .................................................................. 82
DRENAGEM DO AR DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL ......................... 83
BOMBA INJETORA .................................................................................. 84
CONTROLE DOS INJETORES ................................................................ 84
SISTEMA DE FREIOS ...................................................................................... 101
COMPRESSOR DE AR .......................................................................... 101
RESERVATÓRIOS DE AR ..................................................................... 101
CILINDROS MESTRE ............................................................................ 101
SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO DO MOTOR ...................................................... 71
ÓLEO DO MOTOR ................................................................................... 71
FAIXAS DE VISCOSIDADE RECOMENDADAS ...................................... 71
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO ........................................................... 71
NÍVEL DO ÓLEO DO MOTOR ................................................................. 71
TROCA DO ÓLEO E SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO ................................. 72
SISTEMA ELÉTRICO ......................................................................................... 86
SUBSTITUIÇÃO DAS LÂMPADAS .......................................................... 86
FARÓIS DE TRABALHO DIANTEIROS ................................................... 86
FARÓIS DE TRABALHO TRASEIROS .................................................... 87
ALERTA E LUZ DIRECIONAL .................................................................. 88
ALTERNADOR ......................................................................................... 88
SISTEMA HIDRÁULICO ..................................................................................... 97
SISTEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO ........................................................
E DO CONVERSOR DE TORQUE ......................................................... 102
SUBSTITUIÇÃO DOS DENTES DA CAÇAMBA .............................................. 107
SUGESTÕES DE FUNCIONAMENTO ............................................................... 57
SUPERAQUECIMENTO DO CONVERSOR ...................................................... 50

T
TABELA DE COMBUSTÍVEL, FLUIDOS E LUBRIFICANTES ........................... 68
TABELA DE MANUTENÇÃO .............................................................................. 67
TABELA DE TORQUE DE APERTO DAS PORCAS ..............................................
E PARAFUSOS ESPECIAIS .................................................................... 24
TANQUE DE COMBUSTÍVEL ............................................................................ 85
TEMPERATURAS DE FUNCIONAMENTO ........................................................ 56
TRANSPORTE .................................................................................................... 60

V
VELOCIDADES DA MÁQUINA ........................................................................... 25
VERIFICAÇÕES A SEREM EFETUADAS ANTES DA PARTIDA DO MOTOR .... 44

114
TERMO DE GARANTIA
Produtos CASE - Linha Construção

A CNH- LATINO AMERICANA LTDA , fabricante dos equipamentos marca CASE, garante os produtos
novos de sua fabricação contra defeitos de mão-de-obra e materiais através do seu Serviço Técnico-
Autorizado.

O SERVIÇO TÉCNICO AUTORIZADO consertará ou reparará em seu próprio estabelecimento cada


peça do produto, a qual de acordo com a análise técnica, apresente falha e/ou defeito de material ou
fabricação, provendo ainda, a mão de obra para a instalação da peça em questão, sem qualquer ônus
para o usuário, por um período de 12 (doze) meses no caso de motores, transmissões,eixos, compo-
nentes hidráulicos e estruturais, e por um período de 6 (seis) meses, para os demais itens, incluindo
vedações de componentes, a contar da data de entrega do produto novo ao usuário final.
Não se inclui entretanto na Garantia as despesas relativas ao transporte do equipamento ou de seus
componentes ao estabelecimento dos distribuidores, bem como despesas de estadia e viagem caso o
usuário opte pela intervenção fora de tais estabelecimentos. Nesta hipótese o SERVIÇO TÉCNICO
AUTORIZADO deverá apresentar ao consumidor O ORÇAMENTO , por escrito para ser PREVIAMEN-
TE, APROVADO , PELO CONSUMIDOR .
As peças aplicadas em substituição estarão cobertas pelo restante do período de garantia do produto.
As peças genuínas também estão cobertas por Garantia de 90 (noventa ) dias, a partir da emissão da
Nota Fiscal, desde que sejam aplicadas de acordo com as normas da CASE.
Esta garantia é condicionada a execução das revisões obrigatórias, isto é, de estocagem,pré-entrega,
entrega técnica,revisão de 30(trinta)dias/100horas.

ESTA É A ÚNICA GARANTIA OFERECIDA E SUBSTITUI QUAISQUERS OUTRAS EXPRESSAS OU


IMPLÍCITAS. NÃO EXISTEM OUTRAS GARANTIAS DA CNH QUE ULTRAPASSEM ESTAS AQUI
EXPRESSAS.

CLÁUSULAS EXCLUDENTES - Esta GARANTIA não se aplica em casos:


• Constate-se , pela análises técnicas, O USO OU MANUTENÇÃO INADEQUADO, NEGLIGÊNCIA,
IMPERÍCIA OU ACIDENTE, ALÉM DE IMPLEMENTOS E/OU PEÇAS NÃO HOMOLOGADAS PELA
COMPANHIA, E/OU USO DE LUBRICANTES E ÓLEOS NÃO INDICADOS.
• Os produtos novos forem submetidos a funcionamento acima da capacidade recomendada, usados
para fins não recomendados.
• Os produtos forem alterados ou reparados de maneira não autorizada pela CNH, fabricante dos
produtos CASE;
• Produtos cuja manutenção preventiva e inspeções não forem executadas de acordo com as
especificações dos produtos marca CASE.
• Componentes que possuem coberturas de seus respectivos fabricantes, como pneus,componentes
elétricos e componentes de injeção de combustíveis
• Defeitos devido à modificação de produto ou ao uso de peças e componentes instalados que não
sejam autorizados pela CNH, fabricante dos produtos CASE
• Perdas econômicas incluindo despesas com equipamentos alugados.
• Itens de desgaste normal como :Disco de Freio, embreagem, barras de corte, facas, pinos, junções
lubrificadas (pinos e buchas), e qualquer peça que se desgaste devido ao contado com o solo, óleos,
lubrificantes, filtros, escapamentos e peças associadas, bicos injetores, ajustes, correias lentes lâm-
padas, bulbos e fusíveis;
• A RESPONSABILIDADE DA CASE OU DO SERVIÇO TÉCNICO AUTORIZADO, quer pôr contrato
civil ou resultante de garantias, declarações, instruções ou efeitos de qualquer natureza, será limitada
ao conserto ou entrega de peças , novas ou recondicionadas, sob as condições anteriormente men-
cionadas.

A Garantia da Máquina Usada CASE somente vigorará se estiver de acordo com o descrito nesta
publicação. A CNH, fabricante dos produtos CASE não autoriza ninguém, inclusive um Concessionário
CASE, a modificar ou estender qualquer um dos termos desta Garantia.

CNH- LATINO AMERICANA LTDA

A CNH reserva-se no direito de, a qualquer momento, revisar, modificar ou descontinuar qualquer de
seus produtos sem que isso implique em efetuar o mesmo em modelos já comercializados.
Revisão de Pré-Entrega
nº da O.S. nº horas: data:
/ /
Itens a inspecionar

NÍVEIS ❑ Rodas
❑ Cárter do motor ❑ Sistema de neutralização da transmissão
❑ Radiador de água ❑ Substituir filtro/limpar respiros
❑ Reservatório hidráulico ❑ Inspeção/reaperto geral
❑ Transmissão
❑ Diferenciais (dianteiro/traseiro) HIDRÁULICO
❑ Redutores laterais (LD e LE) ❑ Reservatório
❑ Bomba hidráulica
CABINE ❑ Mangueiras/tubulações
❑ Instrumentos do painel ❑ Comandos hidráulicos
❑ Faróis dianteiros/traseiros ❑ Substituir filtros
❑ Limpador do pára-brisa ❑ Resfriador do óleo
❑ Buzina ❑ Inspeção/reaperto geral
❑ Lâmpada do painel
❑ Lanternas traseiras/freio DIREÇÃO
❑ Buzina marcha a ré ❑ Mangueiras/tubulações
❑ Sistema de retorno-à-escavação ❑ Bomba hidráulica
❑ Limitador de altura da caçamba ❑ Válvula de controle da direção
❑ Conexão dos chicotes elétricos ❑ Cilindros de direção
❑ Regulagens do assento do operador ❑ Inspeção/reaperto geral
❑ Mudanças de velocidades
❑ Sistema de aceleração FREIOS
❑ Acionamento dos equipamentos hidráulicos ❑ Válvulas e pedais do freio
❑ Acionamento do freio de serviço ❑ Acumuladores
❑ Acionamento do freio de estacionamento ❑ Mangueiras/tubulações
❑ Parada do motor ❑ Inspeção/reaperto geral
❑ Inspeção geral
PRESSÕES
❑ MOTOR ❑ Pressurização do reservatório hidráulico
❑ Reservatório de diesel - registro e dreno ❑ Geral dos equipamentos
❑ Tubulações/mangueiras de combustível ❑ Válvula reguladora de pressão do freio
❑ Bomba alimentadora ❑ Redutora de pressão - pilotagem
❑ Bomba injetora (vazamentos) ❑ Reguladora geral da direção
❑ Bicos injetores (vazamentos) ❑ Embreagens
❑ Substituir filtros de combustível ❑ Saída do conversor de torque
❑ Vazamento de óleo lubrificante ❑ Pneus dianteiros/traseiros
❑ Bomba d’água
❑ Mangueiras de água ESTRUTURA
❑ Radiador ❑ Soldas/rebarbas
❑ Carcaça do filtro de ar ❑ Pinos e buchas - lubrificação
❑ Elementos filtrantes/pré-filtro ❑ Fixação do ROPS / barra de travamento
❑ Escapamento
❑ Fixação da turbina DIVERSOS
❑ Rotação do motor (marcha lenta) ❑ Estado da pintura e decalques
❑ Rotação do motor (máxima sem carga) ❑ Estado dos pneus
❑ Inspeção/reaperto geral ❑ Limpeza da máquina
❑ Estado da caçamba
TRANSMISSÃO ❑ Inspeção geral
❑ Bomba da transmissão
❑ Tubulações/mangueiras
❑ Resfriador do óleo
❑ Eixo cardans
Revisão de 30 dias / 100 horas
nº da O.S. nº horas: data:
/ /
Itens a inspecionar

NÍVEIS ❑ Rodas
❑ Cárter do motor ❑ Sistema de neutralização da transmissão
❑ Radiador de água ❑ Substituir filtro/limpar respiros
❑ Reservatório hidráulico ❑ Inspeção/reaperto geral
❑ Transmissão
❑ Diferenciais (dianteiro/traseiro) HIDRÁULICO
❑ Redutores laterais (LD e LE) ❑ Reservatório
❑ Bomba hidráulica
CABINE ❑ Mangueiras/tubulações
❑ Instrumentos do painel ❑ Comandos hidráulicos
❑ Faróis dianteiros/traseiros ❑ Substituir filtros
❑ Limpador do pára-brisa ❑ Resfriador do óleo
❑ Buzina ❑ Inspeção/reaperto geral
❑ Lâmpada do painel
❑ Lanternas traseiras/freio DIREÇÃO
❑ Buzina marcha a ré ❑ Mangueiras/tubulações
❑ Sistema de retorno-à-escavação ❑ Bomba hidráulica
❑ Limitador de altura da caçamba ❑ Válvula de controle da direção
❑ Conexão dos chicotes elétricos ❑ Cilindros de direção
❑ Regulagens do assento do operador ❑ Inspeção/reaperto geral
❑ Mudanças de velocidades
❑ Sistema de aceleração FREIOS
❑ Acionamento dos equipamentos hidráulicos ❑ Válvulas e pedais do freio
❑ Acionamento do freio de serviço ❑ Acumuladores
❑ Acionamento do freio de estacionamento ❑ Mangueiras/tubulações
❑ Parada do motor ❑ Inspeção/reaperto geral
❑ Inspeção geral
PRESSÕES
❑ MOTOR ❑ Pressurização do reservatório hidráulico
❑ Reservatório de diesel - registro e dreno ❑ Geral dos equipamentos
❑ Tubulações/mangueiras de combustível ❑ Válvula reguladora de pressão do freio
❑ Bomba alimentadora ❑ Redutora de pressão - pilotagem
❑ Bomba injetora (vazamentos) ❑ Reguladora geral da direção
❑ Bicos injetores (vazamentos) ❑ Embreagens
❑ Substituir filtros de combustível ❑ Saída do conversor de torque
❑ Vazamento de óleo lubrificante ❑ Pneus dianteiros/traseiros
❑ Bomba d’água
❑ Mangueiras de água ESTRUTURA
❑ Radiador ❑ Soldas/rebarbas
❑ Carcaça do filtro de ar ❑ Pinos e buchas - lubrificação
❑ Elementos filtrantes/pré-filtro ❑ Fixação do ROPS / barra de travamento
❑ Escapamento
❑ Fixação da turbina DIVERSOS
❑ Rotação do motor (marcha lenta) ❑ Estado da pintura e decalques
❑ Rotação do motor (máxima sem carga) ❑ Estado dos pneus
❑ Inspeção/reaperto geral ❑ Limpeza da máquina
❑ Estado da caçamba
TRANSMISSÃO ❑ Inspeção geral
❑ Bomba da transmissão
❑ Tubulações/mangueiras
❑ Resfriador do óleo
❑ Eixo cardans
REDE DISTRIBUIDORES CASE BRASIL
DISTRIBUIDOR / CIDADE ESTADO ENDEREÇO TELEFONE

BRASIF S/A EXPORTAÇÃO IMPORTAÇÃO


BELO HORIZONTE MG RUA MARGARIDA DE ASSIS FONSECA, 171 (31) 3329-7655
GOIÂNIA GO AV. VEREADOR JOSÉ MONTEIRO, 2206 (62) 261-1621
RIO DE JANEIRO RJ RUA DA REGENERAÇÃO, 853 (21) 3865-8662
SERRA ES AV. JOÃO PALÁCIO, 280 (27) 3328-1955

EXTRA EQUIPAMENTOS PESADOS LTDA.


CUIABÁ MT AV. MIGUEL SUTIL, 4001 (065) 617-4000
PORTO VELHO RO ROD. BR 364 - KM 3,5 - BAIRRO LAGOA (69) 222-1560
MANAUS AM AV. MAX TEIXEIRA, 123 - COLONIA S. ANTONIO (92) 228-4300

FORNECEDORA MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS LTDA.


FORTALEZA CE AV. FREI CIRILO, 2524 (BR 116 KM 06) CAJAZEIRAS (85) 274-1222
TERESINA PI AV. BARÃO DE GURGUEIA, 2715 (86) 229-2255

J. MALUCELLI EQUIPAMENTOS LTDA.


CURITIBA PR ROD. DO CAFÉ, KM 0,5 Nº 201 (41) 373-1100
CARAZINHO RS AV. FLORES DA CUNHA, 4527 (54) 331-3000
PORTO ALEGRE RS RUA VOLUNTÁRIOS DA PÁTRIA, 4455 (51) 3374-4488

LARK S/A MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS


SÃO PAULO SP AV. GUARAPIRANGA, 881 - SOCORRO (11) 5681-3500
RIBEIRÃO PRETO SP AV. PRES. CASTELO BRANCO, 930 - LAGOINHA (16) 618-3434
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS SP RUA ARAGUAIA, 70 - VILA S. BENTO (12) 322-9211

MOTORMAC DISTRIB. DE MÁQUINAS E MOTORES LTDA.


PORTO ALEGRE RS RUA ASSIS BRASIL, 900 - BAIRRO SARANDI (51) 3364-2288
SÃO JOSÉ SC ROD. BR 364, KM 212 (48) 257-1212

PROTEC - PRODUTOS E SERV. TÉCNICOS LTDA.


ANANINDEUA PA ROD. BR 316 - KM 03 - BAIRRO ATALAIA (91) 245-0233
SÃO LUIZ MA ROD. BR 135, KM 3 - TIRIRICAL (98) 244-4846

TECHNICO COMERCIAL DE EQUIPAMENTOS S/A


SALVADOR BA RUA ANTONIO DE ANDRADE, 489 - P. SECO PIRAJÁ (71) 246-2400

TECHNICO NORTE LTDA.


RECIFE PE ROD. BR 101, SUL, KM 17 (81) 3378-0230

TORK COM. MÁQ. PEÇAS E SERV. LTDA.


CAMPO GRANDE MS RUA CAIOVA, 1000 (67) 341-4300

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