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Magnifico Reitor

da Universidade de______________________-

Vila Real, 20 de fevereiro de 2017

____________________________, com a categoria de Assistente Técnica, do mapa de


pessoal da Universidade, a exercer funções nos Serviços Académicos, vem muito
respeitosamente requerer a V. Ex.ª que o seu processo de avaliação, referente aos anos
de 2015 e 2016, seja submetido à apreciação da Comissão Paritária, invocando para tal a
seguinte fundamentação:

1. A Requerente foi avaliada nos anos de 2015 e 2016 com a avaliação final
quantitativa de 3,871, tendo-lhe sido atribuída a menção final qualitativa de
Adequado.

2. Sucede que, a Requerente entende, que a nota final qualitativa para além de ser
manifestamente injusta e insuficiente, não reflecte, na totalidade, a sua
competência e valia profissional, bem como todo o empenho e motivação que
colocou no cumprimento das tarefas que lhe foram cometidas para os anos em
causa, tal como se espera de seguida demonstrar.

3. Com efeito, discorda a Requerente da avaliação atribuída aos objectivos fixados


no número 3 do ponto 2.1 do parâmetro de avaliação “Resultados”, bem como
com a avaliação atribuída às competências comportamentais definidas e
descritas nos números 20 e 28 do ponto 2.2 do parâmetro de avaliação
“Competências”, pelas razões que especificamente se passam a expor.

I – Dos objectivos:

4. Iniciando a presente abordagem pelo objectivo nº 3 (Garantir o sucesso das


atividades pelas quais é responsável), discorda a Requerente com a avaliação
atribuída, na medida em que o parâmetro “Resultados” decorre da verificação do
grau de cumprimento dos objectivos previamente definidos, comparando os
resultados alcançados com os resultados visados. No que respeita a este
objectivo, considera a requerente que foi largamente superado, uma vez que não
houve durante o período de avaliação nenhuma incorrecção registada. Ora os
resultados alcançados foram exatamente os visados.

II – Das competências comportamentais:

5. Considera a Requerente que deveria ser atribuída a pontuação máxima, pois


considera que demonstrou competências a um nível elevado, acima do padrão
médio exigível, designadamente nos conhecimentos e experiência e ainda na
responsabilidade e compromisso com o serviço.

6. Foi definido pela Requerente o respectivo Perfil de Competências, alterando o


modelo inicialmente proposto, com a finalidade de valorizar não só os resultados
a obter (em função de objectivos), mas também a forma como são alcançados
(competências demonstradas) no sentido de promover as condições geradoras de
níveis elevados de desempenho a médio e longo prazo e tendo em consideração
a missão da unidade orgânica.

7. A requerente considera que é contraditória a relação entre objetivos e


competências, pois a classificação conseguida no objetivo nº3 (Garantir o
sucesso das atividades pelas quais é responsável) com a pontuação de 3, não
corresponde à classificação conseguida nas competências Realização e
orientação para resultados, bem como Responsabilidade e compromisso com
o serviço, em que obteve em ambas a classificação 5.

8. Deste modo, a Requerente considera injusta a sua avaliação, principalmente por


saber que esta é consequência dos constrangimentos resultantes da aplicação de
percentagens para as classificações cimeiras e a restrição criada pelo sistema a
avaliações finais meritórias (quotas).

9. Sendo que a questão das percentagens máximas (quotas) para atribuição das
classificações mais elevadas gera sérias discriminações, retira a possibilidade de
todos os trabalhadores disputarem as classificações máximas.

Face ao exposto, Requer-se a V.Exa. a


devida apreciação pela Comissão
Paritária.
Pede deferimento,

A Requerente,

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