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Tudo começou quando Linus Benedict Torvalds estava pensando
no que ele faria de trabalho de conclusão da Graduação na
universidade de Helsink na Finlândia. O criador (desenvolvedor)
do Linux foi o estudante finlandês Linus, que iniciou o
desenvolvimento em meados de 1989. O mundo só conheceu o
Linux em sua distribuição final em 1991.
Segundo o que reza a lenda, o nome Linux surgiu da união dos
nomes de "Linus + Unix".
Quando Linus Torvalds desenvolveu o kernel do Linux ele não
visava ganhar dinheiro, ele só queria desenvolver um kernel de
um Sistema Operacional para o seu próprio uso, com menos
problemas e que fosse livre, para uso geral da nação. Óbvio que
ele não pensava na dimensão que isso tomaria anos depois.
O Kernel do Linux é baseado em outro Sistema operacional
chamado de Minix, versão livre e adaptada do Unix, que existe
no mercado há mais de 3 décadas.

Ainda segundo a história, o mascote do Linux é um pinguim


devido ao fato do Linus Torvalds achar que quando o pinguim
come um "peixe" ele fica alegre, satisfeito e gordinho. Fazendo a
analogia com o Sistema Operacional, quando nós utilizarmos o
mesmo ficaremos alegres, satisfeitos ???
A parte do satisfeito, fica a pergunta!

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Antes de iniciar a trabalhar com Linux é importante conhecer
alguns conceitos. O primeiro é o de Sistema Operacional.
O Sistema Operacional é responsável pelo gerenciamento de
todo hardware do computador. Ele é responsável pela alocação
de todos recursos do computador e além disso, ele nos fornece
uma interface para que ocorra a interação do usuário.
Sobre ele roda o "Shell", que é um interpretador de comandos
responsável por executar os aplicativos de modo texto e
servidores, como o Samba e o Apache.

Além disso, os sistemas operacionais também podem ser


segmentados.

Existem 4 tipos básicos de sistemas operacionais. Eles são


divididos em grupos relacionados com o tipo de computador que
controlam e o tipo de aplicativos que suportam. Estas são as
categorias mais abrangentes:

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Esse tipo de sistema é utilizado para controlar máquinas,
instrumentos científicos e sistemas industriais. São sistemas que
não tem como objetivo interface boa para o usuário. Os RTOS são
sistemas cujo o foco é o gerenciamento de recursos do
computador, fazendo com que uma operação seja executada
sempre da mesma forma em um determinado período de tempo.

EXEMPLO: FREERTOS

http://www.freertos.org/RTOS-software-timer.html

Um Sistema Operacional Monotarefa e Monousuário permite que


"apenas um usuário" realize "uma tarefa por vez".

O sistema PalmOS é um ótimo exemplo de sistema Operacional


monousuário/monotarefa.

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Este tipo de sistema operacional é com certeza o mais conhecido,
já que o mesmo é utilizado nos computadores que você está
habituado a utilizar em seu dia a dia no trabalho ou em casa.

Um bom exemplo de sistema operacional


monousuário/multitarefa é o Windows, onde "um único usuário"
consegue por exemplo ao mesmo tempo ouvir uma música, fazer
um download e escrever um e-mail no navegador.

Um sistema operacional multiusuário permite que diversos


usuários utilizem simultaneamente (ao mesmo tempo) os
recursos do computador.

Imagine 2 usuários acessando o mesmo computador ao mesmo


tempo utilizando 2 ou mais programas ao mesmo tempo. Isso é
um Sistema Operacional multiusuário/multitarefa.

Como exemplo de sistemas operacionais multiusuário temos: o


Unix, VMS e sistemas operacionais mainframe como o MVS.

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Um sistema operacional multiplataforma opera em
computadores das principais famílias de processadores, como:

• Intel
• cyrix
• AMD
• motorola

Entre outros.

Mas o que isso quer dizer? Isso quer dizer que você pode instalar
um sistema operacional multiplataforma em um computador
Desktop, Notebook, Ultrabook, Netbook, Celular, Tablets, entre
outros.

Esse tipo de sistema possui suporte a computadores com mais de


um processador (físico). Veja bem, não estou falando de
processadores com 2, 4, 8 núcleos ou mais.

Estou falando de processadores físicos na placa mãe. Como


exemplo cito o sistema operacional Windows XP que não
reconheceria placas com 2 ou mais processadores.

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Dicas: Algumas distribuições ativas e descontinuadas.

• Windows

• Mac OS X

• Linux

• Solaris

• FreeBSD

• Haiku

• eComStation

• FreeDOS

• Unix System V

• AmigaOS

• Minix

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• MS-DOS

• OS/2

• BeOS

• NeXTStep

• CP/

E todo sistema operacional possui um KERNEL, então vamos


entender.
O kernel é a base do Sistema. Ele controla o acesso à memória, ao
HD e os demais componentes do computador, dividindo os
recursos disponíveis. Os aplicativos de linha de comando, até os
aplicativos gráficos rodam sobre o kernel.

O kernel é composto por subsistemas, onde cada subsistema é


responsável por implementar algumas funções do sistema
operacional. São exemplos de subsistemas do Linux:

• Process Management (PM) - controla o acesso dos


processos ao processador (CPU);
• Memory Management (MM) - controla o acesso dos
processos à memória;
• Virtual File System (VFS) - fornece uma interface para
os dados armazenados nos dispositivos de hardware;
• Networking Layer (NL) - permite a conexão com outros
dispositivos da rede;
• Interprocess Communications (IPC) - controla a
comunicação entre os processos;

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Conforme o VivaLinux, um dos maiores portais da comunidade
Linux, o Kernell Linux possui as seguintes caracteristicas:

1. Suporta o carregamento dinâmico dos módulos do kernel.


Embora o kernel do Linux seja monolítico, é capaz de carregar e
descarregar dinamicamente o código do kernel segundo a
demanda.

2. Tem suporte do multiprocessador simétrico (SMP).

3. O Kernel Linux é antecipado (preemptive). É capaz de


antecipar uma tarefa, caso ela esteja sendo executada no kernel.

4. O Kernel Linux não tem drivers no user space, e sim Kernel


Loadable Modules que rodam no Kernel.

5. O Kernel Linux não pode utilizar aritmética de ponto flutuante.

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6. A memória do Kernel Linux não é paginável. Cada byte de
memória consumido é um byte a menos na memória física,
portanto, seja seletivo e cauteloso ao compilar módulos como
built-in no kernel.

7. O Kernel Linux executa operações em segundo plano através


das threads - processos-padrões que existem unicamente no
kernel space e não trocam de contexto no user space, porém,
são programáveis e são preemptive (antecipados) como
processos normais.

Como vimos, qualquer Sistema operacional possui um kernel, e


isso não é diferente com Windows, porém o funcionamento no
kernel do Linux e Windows é bem diferente.
De uma forma resumida veja suas principais diferenças:

Esta é uma das principais diferenças entre Windows e Linux. O


Linux foi criado com base no sistema GNU Public License, isso
significa que todo o seu código-fonte pode ser acessado e
alterado por qualquer usuário do sistema. Já o Windows possui
código-fonte restrito, ou seja, você não tem direito de fazer
qualquer alteração no código do kernel do sistema.

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O Linux dá uma maior autonomia para que você possa fazer
cópias de distribuição sem maiores problemas, além de permitir
que você, caso queira, produza um aplicativo para o SO e
comercialize-o sem ter que pedir autorização à empresa. Já com
o Windows, caso você tenha comprado somente uma licença de
uso, não poderá instalá-lo em mais de uma máquina, além de
não poder comercializar aplicativos feitos para esse SO.

Enquanto o Linux possui uma instalação centralizada de


aplicativos, o Windows possui uma descentralizada, isso significa
que o Linux possui um gerenciador específico para esse tipo de
instalação. Assim, tal como é nas lojas de apps mobile de
smartphones, o Linux possui uma central que permite baixar e
instalar os aplicativos que deseja. Já o Windows faz com que
você tenha que ir até o site que contenha o arquivo do programa
que deseja instalar, baixá-lo, e depois buscar o instalador para
que ele seja executado. Porém, esse processo deixa margem
para o download de vírus disfarçados de programa.

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O Windows possui um suporte feito através de help-desk pago.
As questões mais comuns ficam disponíveis no site da
plataforma, além de haver diversos fóruns nos quais usuários
ativos resolvem algumas das principais dúvidas. O Linux, por
outro lado, possui uma ampla rede de fóruns de suporte
gratuito. Porém, se o seu problema é urgente, pode ser que seja
preciso esperar longas horas até obter uma resposta dos colegas
usuários do SO além de ser possível conseguir suporte pago
para Linux.

De forma geral podemos dizer queo Linux funciona com pouco


hardware, devido ao kernel ser modularizado e ter um
gerenciamento de memória completamente diferente do
Windows, sua exigencia quando ao hardware não é muita. Já em
termos de Windows, sempre existe uma necessidade de
hardware mais específica, que varia conforme o sistema
operacional, por exemplo, instalando Windows 10 o hardware é
X já instalando Windows 8 o hardware é Y.

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O Linux possui basicamente dois tipos, um modo texto,
chamado de Shell que não tem nada gráfico e funciona usando
linha de comando apenas. E um modo gráfico, parecido com o
Windows, porém no Linux para ter o mesmo efeito que o
Windows é preciso usar um gerenciador de janelas.
Então por padrão podemos definir um gerenciador de janelas
como um módulo, visto que o Linux é todo modular que controla
o posicionamento e a aparência das janelas, fornecendo ao
usuário um ambiente gráfico.
Por padrão o CentOS usa o gerenciador GNOME, bem simples e
fácil.
Podemos citar alguns gerenciadores de janela Linux:
• LXDE
• Xfce
• OpenBox
• AfterStep
• BlackBox
• Enlightenment
• FluxBox
• fvwm95
• IceWM
• dwm
• twm
• WindowMaker
• Awesome

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• FVWM
• Sawfish
• Kahakai
• ZappWM
• SithWM
• Whim
• Karmen
• XIGE
• Framer
• Mavosxwm
• WindowLab
Podemos fazer a instalação de outro gerenciador de janela
chamado KDE é bem simples:
# yum install @kde-desktop

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