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NOVA VERSÃO INTERNACIONAL

ATRAVÉS DA VIDA E DOS

TEM PO S BÍBLIC O S
AUTOR, LUGAR E DATA DA R E D A Ç Ã O
Como as duas outras Epístolas Pastorais (Himóteo e Tito), subentende-se que esta carta foi escrita por Paulo, mas essa afirmação é mais
uma vez contestada pelos estudiosos de hoje. Apesar disso, 2Timóteo pode ser considerada um autêntico escrito paulino (ver "A autoria
das Epístolas Pastorais”, em 1Tm 2).
Ao que parece, após a conclusão do livro de Atos, Paulo foi solto de sua primeira prisão romana (ca. 62 d.C.), viajou para a Espanha
e então voltou para o Oriente, onde conduziu o trabalho missionário em Creta e em várias cidades em volta do mar Egeu. A maioria dos
especialistas acredita que Paulo escreveu 2Timóteo após o fim de sua última viagem missionária, logo antes de viajar de volta para
Roma e ser preso outra vez. Esse cenário sugere uma data por volta de 67 d.C.

DESTINATÁRIO
Paulo escreveu 2Timóteo da prisão (1.16; 2.9) ao seu discípulo e colaborador Timóteo (1.2), que ainda permanecia em Éfeso (ver 4.19),
onde Paulo o havia deixado (1Tm 1.3).

FATOS CULTURAIS E DESTAQUES


Paulo escreveu esta carta tanto por razões pessoais e como também por causa de sua preocupação com as igrejas. Por um lado, estava
isolado na prisão e se sentia abandonado (2Tm 4.10), certo de que em breve morreria (4.6-8). Nessa situação, o apóstolo desejava que
Timóteo, por quem sentia uma afeição especial, fosse ao encontro dele o mais breve possível (4.9). Por outro lado, Paulo estava preocupado
com a rapidez com que a heresia e o partidarismo haviam crescido nas igrejas (3.1-5; 4.2,3,14,15) e percebeu que uma cruel perseguição
estava para começar (2.3). Ele usa a carta como última oportunidade para exortar Timóteo e outros ministros a serem fiéis na pregação,
se opor às falsas doutrinas e aos mestres ritualistas e a promover a genuína bondade entre as igrejas.

LINHA DO T E M P O

10 A.C. D.C.1 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100

V id a d e J e s u s (c a . 6 /5 a .C .- 3 0 d.C .)

C o n v e rs ã o d e P a u lo (ca . 3 5 d .C .)
1
V ia g e n s m is s io n á ria s d e P a u lo (c a . 4 6 - 6 7 d .C .)

C o n c ilio d e J e r u s a lé m (c a . 5 0 - 5 1 d .C .)
(
R e in a d o d e N e ro (c a . 5 4 - 6 8 d .C .)

P r im e ir a p ris ã o d e P a u lo e m R o m a (c a . 5 9 - 6 2 d.C .)

R e d a ç ã o d e 2 T im ó te o (ca . 6 6 - 6 7 d.C .)
" ,
P ris ã o e m o rte d e P a u lo e m R o m a (ca . 6 7 - 6 8 d.C .)
I
D e s tru iç ã o d o te m p lo d e J e r u s a lé m (c a . 7 0 d.C .)
i

E N Q U A N T O V O C Ê LÊ
Procure pistas da solidão, sofrimento e futuro martírio de Paulo — e por seu hino de esperança. Mesmo enquanto sofria, continuava a
ser o mentor de Timóteo e encorajava o jovem por meio de conselhos práticos acerca do papel e das responsabilidades de Timóteo como
pastor e mestre na igreja.
INTRODUÇÃO A 2TIMÓTEO 1963

VOCÊ SABIA?
• Antes da vinda de Jesus ao mundo, a vida após a morte era um tema obscuro (1.10).
• De acordo com a tradição judaica, Janes e Jambres eram os magos da corte egípcia que se opuseram a Moisés (3.8).
• 0 menino judeu começava a estudar formalmente o AT quando completava 5 anos (3.15).
• Como cidadão romano, Paulo não podia ser atirado aos leões no anfiteatro (4.17).

TEMAS
A segunda carta a Timóteo contém os seguintes temas:
1. Coragem para perseverar. Paulo encoraja Timóteo a continuar a missão do evangelismo (4.2). Orienta seu jovem protegido a se apegar
às tradições (1.3-14; 2.1-9; 3.14,15) e se apresenta como modelo para que Timóteo o imite (1.8,13; 2.3; 3.10,11; 4.6-8). A carta ensina
que a verdade não é apenas algo em que se acredita, mas um caminho a se seguir (cf. 2.18).
2. Confiança na autoridade das Escrituras. Timóteo foi instruído nas Escrituras desde a infância (3.14,15), as quais o ajudaram a responder
à verdade de Jesus Cristo. Paulo enfatiza o correto manuseio das Escrituras (2.15), sua autoridade (3.16) e sua importância no desenvolvi­
mento de discípulos capazes de servir outros (3.16,17).
3. Advertência contra os falsos mestres. Paulo adverte Timóteo acerca dos falsos mestres, que promovem controvérsias sem sentido (2.23)
e se mostram pessoas mal-intencionadas (3.6). Eles favoreciam as “conversas inúteis” (2.16) e propagavam uma teologia confusa. Os
servos do Senhor, porém, devem abraçar a sã doutrina e evitar discussões improdutivas. Devem também ser gentis com todos, promover
a são doutrina e pacientemente instruir os oponentes na verdade, em vez de subjugá-los (2.24-26).

SUMÁRIO
I. Introdução (1.1-4)
II. A preocupação de Paulo com Timóteo (1. 5-14)
III. A situação de Paulo (1.15-18)
IV. Instruções especiais a Timóteo (2)
A. A responsabilidade de ser forte (2.1-13)
B. A responsabilidade de ser um obreiro aprovado por Deus (2.14-26)
V. Advertência sobre os últimos dias (3)
A. Os tempos maus e os últimos dias (3.1-9)
B. Apegar-se à verdade nos tempos maus (3.10-17)
VI. Notas da partida de Paulo (4.1 -8)
A. A incumbência final de Timóteo (4.1-5)
B. A esperada coroa da justice (4.6-8)
VII. Pedidos finais, saudações e bênção (4.9-22)
1964 2TIMÓTEO 1. 1

1
Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus,a segundo a promessa da vida que está em 1.1*10)1.1;
bEf 3.6; 1Tm 6.19
Cristo Jesus,b

2 a Timóteo,0 meu amado filho:d 1.2'A t 16.1;


d1 T m 1 .2

Graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Senhor.

Um Incentivo à Fidelidade
3 D ou graças a Deus,e a quem sirvo com a consciência lim pa, com o o serviram os m eus antepassa­ 1 .3 *R m 1 .8 ;
Um 1.10
dos, ao lem brar-m e constantem ente de você, noite e dia, em m inhas orações.'4 L em bro-m e das suas 1 .4 sAt 20.37;
h2T m 4 .9
lágrimasS e desejo m u ito vê-lo,h p ara que a m in h a alegria seja com pleta. 5 Recordo-m e da sua fé não 1 .5 '1 T m 1 .5 ;
3At 16.1
fingida,' que p rim eiro h ab itou em sua avó Loide e em sua m ãe, E unicej e estou convencido de que
tam b ém hab ita em v o c ê .6 Por essa razão, to rn o a lem brá-lo de que m an ten h a viva a cham a do dom 1.6 k1 T m 4 .1 4
de Deus que está em você m ediante a im posição das m inhas m ãos.k 7 Pois Deus não nos deu espirito3
de covardia,1m as de poder, de am or e de equilíbrio.
8 Portanto, não se envergonhe’11de testem unhar do Senhor, nem de m im , que sou prisioneiro dele," 1.8 mM c 8.38;
R m 1.16; "E t 3.1;
m as suporte comigo os m eus sofrim entos pelo evangelho,0 segundo o poder de D eu s,9 que nos salvou °2Tm 2.3,9; 4.5
1.9 pRm 8 .2 8
e nos chamouP com u m a santa vocação, não em virtude das nossas obras, m as por causa da sua própria
determ inação e graça. Essa graça nos foi dada em Cristo Jesus desde os tem pos e te rn o s,10 sendo agora 1.10 € f!9 ;
I C o 15.2 6 ,5 4
revelada1’ pela m anifestação de nosso Salvador, Cristo Jesus. Ele to rn o u inoperante a m orter e trouxe
à luz a vida e a im o rtalid ade p o r m eio do e v a n g e lh o .11 D esse evangelho fui constituído pregador,
apóstolo e m estre.s 12 P or essa causa tam b ém sofro, m as não m e envergonho, porque sei em quem 1.1 2 t1 T m 6.20;
u v .1 8
tenho crido e estou b em certo de que ele é poderoso p ara guardar* o que lhe confiei até aquele dia.u
13 Retenha,v com fé e am o r em Cristo Jesus,w o m odelo da sã d o u trin a que você ouviu de m im .1.13 vTt 1.9
w1 T m 1 .1 4
14 Q uanto ao que lhe foi confiado, guarde-o p o r m eio do Espírito Santo que habita em nós.x 1 .1 4 xR m 8 .9

15 Você sabe que todos os da província da Ásia m e abandonaram ,v inclusive Fígelo e Herm ógenes. 1.15 v2Tm
4 .1 0 .1 1 .1 6
16 0 Senhor conceda m isericórdia à casa de Onesíforo,2 porque m uitas vezes ele m e reanim ou e 1.16 ^ T m 4 .1 9

não se envergonhou p o r eu estar p reso ;17 ao contrário, quando chegou a Rom a, procurou-m e diligen­
tem en te até m e e n c o n tra r.18 Conceda-lhe o Senhor que, naquele dia, encontre m isericórdia da parte
do Senhor! Você sabe m u ito bem quantos serviços ele m e prestou3 em Éfeso.
Portanto, você, m eu filho, fortifique-seb na graça que h á em Cristo Jesus.2 E as palavras que m e ou­

2
2.1 6.10
2 .2 <2Tm 1.13;
viu dizer0 na presença de m uitas testem unhas,d confie-as a hom ens fiéis que sejam tam bém capazes d1 T m 6 .1 2

de ensiná-las a outros. 3 Suporte com igo os m eus sofrim entos, com o b o m soldadoe de Cristo Jesus.
4 N en h u m soldado se deixa envolver pelos negócios d a vida civil, já que deseja agradar àquelê que o
alisto u .5 Sem elhantem ente, nen h u m atleta é coroado com o vencedor,' se não com petir de acordo com 2 .5 f l C o 9.2 5

as reg ra s.6 0 lavrador que trabalha arduam ente deve ser o prim eiro a participar dos frutos da colheita.
7 Reflita n o que estou dizendo, pois o Senhor dará a você entendim ento em tudo.
8 Lem bre-se de Jesus Cristo, ressuscitado dos m ortos,a descendente de Davi,h conform e o m eu2 .8 sAt 2.24;
hM t 1.1 'R m 2 .16
evangelho,'9 pelo qual sofrol e até estou preso com o criminoso; contudo a palavra de Deus não está 2 . 9 JAt 9.1 6

p r e s a .10 Por isso, tu d o suportok po r causa dos eleitos, p ara que tam bém eles alcancem a salvação que 2 . 1 0 xC11.24;
■2Co 4.1 7
está em Cristo Jesus, com glória eterna.1

0 1.7 Ou o E s p í r i t o q u e D e u s n o s d e u n ã o é.

1.1 Para mais informações sobre Paulo, ver nota em Fp 3.5; sobre o 1.15Timóteo estava em Éfeso (ver nota em E f 1.1), capital da província
termo “apóstolo”, ver nota em 2Co 1.1. da Ásia.
1.5 D e acordo com At 16.1, a máe de Timóteo era uma judia convertida. Fígelo e Hermógenes estavam entre os cristãos da Ásia (a província oci­
Aqui ficamos sabendo que a avó dele também se converteu ao cris­ dental da Ásia Menor) que haviam abandonado o apóstolo. Pelo con­
tianismo. O pai de Timóteo, no entanto, era grego e, segundo parece, texto (2Tm 1.13,14), podemos concluir que a apostasia deles incluía o
não cristão. repúdio à doutrina de Paulo. Se ligarmos Fígelo a 4.16 — “N a minha
1.6 A ordenação dos oficiais da igreja para certas tarefas pela imposição primeira defesa, ninguém apareceu para me apoiar” — , podemos inferir
de mãos era prática na época dos apóstolos (ver lT m 4.14), mas em lugar que ele estava em Roma e abandonou a causa pessoal de Paulo durante o
algum sua descrição é implicada como norma. Nenhuma grande ênfase julgamento do apóstolo num momento crucial, em que seu testemunho
era dada a esse rito (ver nota em At 6.6). poderia ter significado muito para o futuro da igreja. Alguns estudiosos
1.7 Segundo parece, a falta de confiança era um problema sério para acreditam que Fígelo fosse um dos líderes de um grupo de cristãos rebel­
Timóteo. des de Roma (Fp 1.15,16).
1.10Esse versículo indica que, antes da vinda de Jesus ao mundo, a 1.17 Ver “Roma”, êm Rm 2.
vida após a morte era um tema obscuro. Para mais informações sobre 2.5 Sobre a “coroa do vencedor”, ver nota em lT s 2.19.
o pensamento dos antigos acerca da vida após a morte, ver nota em 2.9 Ao que parece, Paulo estava aguardando a execução.
SI 6.5; ver também “Sheol, Hades, Geena, Abismo e Tártaro: imagens
do inferno”, em SI 139.
2TIMÓTEO 2.11 19 6 5

SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS

H I S T O R I A P R I M I T I V A DE E F E S O
2TIMÓTEO 2 Éfeso (mapas 13 e 14) foi o centro do trabalho
missionário de Paulo. Ele visitou a cidade durante sua segunda
e sua terceira viagens missionárias e mantinha laços excepcio­
nalmente estreitos com os cristãos do lugar (At 20.17-38).1
Perto do fim de seu ministério, o apóstolo deixou Timóteo em
Éfeso com a incumbência de cuidar daqueles cristãos (ITm
1.3) e bem no final da vida continuava a demonstrar preocu­
pação com aquela igreja (2Tm 1.18; 4.12).
Éfeso estava situada na costa do mar Egeu, perto do rio
Caister (no extremo sudoeste da Turquia atual), mas sua lo­
calização foi levemente alterada com o passar dos séculos.
A cidade foi fundada originariamente pelos greqos, por volta
de 1000 a.C.

Roma submeteu Éfeso ao controle dos atálidas, go­


vernantes das redondezas de Pérgamo, mas passou
a exercer controle direto sobre a cidade em 133 a.C.
0 imperador Augusto honrou Éfeso como a primeira
cidade romana da Ásia.7

'V e r "V ia g e n s m is s io n á ria s d e P a u lo ", e m A t 14. 2V e r o


G los s ário na p. 2 0 8 0 p a ra as d e fin iç õ e s das p a la v ra s e m ne ­
g r ito . 3V e r "C iro , o G ra n d e ", e m Ed 1. 4V e r “ A te n a s ", e m
At 17. 5V e r 'G ré c ia : das c id a d e s -E s ta d o in d e p e n d e n te s a té
A le x a n d re , o G ra n d e ", e m A t 2 0 . 6V e r "A h is tó ria da T erra
S a n ta ' na p á g in a x x iii. ^V er “ C ésar A u g u s to , im p e r a d o r de
R o m a ; o c e nso; Q u irin o , g o v e rn a d o r d a S íria ", e m Lc 1.

Éfeso foi capturada por Ciro, o Grande, da Pér­


sia,2 em 546 a.C.3 Depois que a Pérsia fracassou
desastrosamente na invasão da Grécia, entretanto,
Éfeso foi submetida, em 454 a.C.,4 ao controle de
Atenas, contra a qual se rebelou durante a Guerra
do Peloponeso (431-404 a.C.),5 aderindo à Aliança
Espartana. Depois da queda de Atenas, Éfeso foi
submetida outra vez ao controle persa, que ter­
minou em 333 a.C., quando Alexandre, o Grande,
conquistou a região.
Depois da morte de Alexandre, seu general, Li-
símaco, saiu-se vitorioso numa disputa pelo poder
na Asia Menor. Lisímaco deslocou ligeiramente a
cidade de seu lugar original e construiu um muro
de 10 quilômetros de comprimento em volta dos
novos limites (ca. 286-281 a.C.). Éfeso, então, foi
submetida ao governo selêucida, que perdurou
De cima para baixo: rua de Éfeso; bairro residencial de Éfeso; o teatro de Éfeso
até que Roma derrotasse Antíoco III, em 189 a.C.6 Presetving Bible Times; © dr. James C. Martin
2TIMÓTEO 2.11

11 Esta palavra é digna de confiança:

Se morremos com ele,


com ele também viveremos;m
12seperseveramos, 2.12 "Rm 8.17;
1P6 4.13;
com ele também reinaremos.11 °Mt 10.33
Se o negamos,
ele também nos negará;0
13 se somos infiéis, 2 .1 3 PNm 23.1 9 ;
Rm 3 .3
ele permanece fiel.P
pois não pode negar-se a si mesmo.

O Obreiro Aprovado por Deus


14 C ontinue a lem b rar essas coisas a todos, advertindo-os solenem ente diante de Deus, para que 2 . 1 4 q 1 T m 6 .4

n ão se envolvam em discussões acerca de palavras;1! isso não traz proveito e serve apenas para perver­
ter os o u v in te s.15 Procure apresentar-se a Deus aprovado, com o obreiro que não tem do que se en­ 2 .1 5 € f 1.13;
T g 1.1 8
v ergonhar e que m aneja co rretam ente a palavra da v e r d a d e /16 Evite as conversas inúteis e profanas,s 2 . 1 6 m 3.9

pois os que se dão a isso prosseguem cada vez m ais p ara a im p ie d a d e .17 O ensino deles alastra-se 2 . 1 7 t1Tm 1 .20

com o câncer3; en tre eles estão Him eneu* e Fileto. 18 Estes se desviaram da verdade, dizendo que a 2 . 1 8 “ U m 1.19

ressurreição já aconteceu, e assim a alguns pervertem a fé.u 19 E ntretanto, o firm e fundam ento de 2 . 1 9 vls 28 .1 6 ;
wJ o 10.14;
D eus perm anece inabalávelv e selado com esta inscrição: “O Senhor conhece quem lhe pertence”bw e *1 Co 1.2

“afaste-se d a iniqüidade todo aquele que confessa o nom e do Senhor”/


20 N u m a grande casa h á vasos não apenas de ouro e prata, m as tam bém de m adeira e barro; alguns 2 . 2 0 vRm 9.21

p ara fins honrosos, outros p ara fins desonrosos.v21 Se alguém se purificar dessas coisas, será vaso para 2 .2 1 z2Tm 3 . 1 7

h onra, santificado, útil p ara o Senhor e preparado p ara toda boa obra.2
22Fuja dos desejos m alignos da juventude e siga ajustiça, a fé, o am o r3 e a paz, com aqueles que, de 2 . 2 2 a1Tm 1.14;
6 .1 1 ; »1Tm 1.5
coração puro,*1 invocam o S en h o r.23 Evite as controvérsias tolas e inúteis, pois você sabe que acabam
em b rig a s.24 Ao servo do Senhor não convém brigar mas, sim , ser am ável p ara com todos, apto para 2 . 2 4 c1 Tm 3.2 ,3

ensinar, paciente.0 25 Deve corrigir com m ansidão os que se lhe opõem , n a esperança de que Deus 2 . 2 5 d1Tm 2 .4

lhes conceda o arrependim ento, levando-os ao conhecim ento da verdade,d 26 p ara que assim voltem à 2 . 2 6 e H m 3 .7

sobriedade e escapem d a arm adilha do Diabo,e que os aprisionou p ara fazerem a sua vontade.

A Impiedade dos Ültimos Dias


Saiba disto: n os últim os dias sobrevirão tem pos terrív eis.' 2Os hom ens serão egoístas, avarentos,® 3.1 »1Tm 4.1

3 presunçosos, arrogantes,h blasfem os, desobedientes aos pais,' ingratos, ím pios, 3 sem am or pela
família, irreconciliáveis, caluniadores, sem dom ínio próprio, cruéis, inim igos do b e m ,4 traidores, p re­
3 .2 s U m 3 .3 ;
hR m 1.30;
'R m 1.30
3 .4 i1 T m 3.6

)
cipitados, soberbos m ais am antes dos prazeres do que am igos de D eu s,5 tendo aparência de piedade,
m as negando o seu poder. Afaste-se desses tam bém .
6 São esses os que se introduzem k pelas casas e conquistam m ulheres instáveis0 sobrecarregadas3 . 6 KJd 4
de pecados, as quais se deixam levar p o r to d a espécie de desejos. 7 Elas estão sem pre aprendendo,
m as jam ais conseguem chegar ao conhecim ento da v e rd a d e .8 Com o Janes e Jam bres se opuseram a 3 .8 'Êx 7.11;
" A t 13.8; n1T m 6.5
M oisés,1esses tam bém resistem m à verdade. A m en te deles é depravada;" são reprovados na f é .9 Não 3 .9 °Êx 7.1 2

irão longe, porém ; com o n o caso daqueles,0 a sua insensatez se to rn ará evidente a todos.

A Recomendação de Paulo a Timóteo


10 M as você tem seguido de perto o m eu ensino,P a m inha conduta, o m eu propósito, a m inha fé, a 3 . 1 0 P lT m 4 .6

m in h a paciência, o m eu am or, a m inha perseverança,11 as perseguições e os sofrim entos que enfrentei, 3 .1 1 oAt 1 3 .1 4 ,5 0 ;
^ C o 1 1 .2 3 -2 7 ;
sSI 3 4 .1 9
0 2 . 1 7 Grego: gangrena,
b 2 . 1 9 Nm 16.5.
c 3 . 6 Grego: mulherezinhas.

2.1 1 -1 3 Esses versículos eram, provavelmente, um hino cristáo primiti­ doutrina da ressurreição, Himeneu a interpretava como um despertar es­
vo (ver “Hinódia cristã primitiva”, em T g 5). piritual, ou seja, a conversão, não como uma ressurreição corporal, como
2 .1 4 -1 8 A linguagem desses versículos mostra que a heresia mencionada Paulo ensina em lC o 15.
aqui é uma forma primitiva de gnosticismo (ver “Os gnósticos e seus Para mais informações sobre a excomunhão, ver nota em lT m 1.20.
escritos sagrados”, em IJo 4). 2 .1 8 Sobre as falsas doutrinas, ver nota em C l 2.8-23.
2 .1 7 À semelhança de outros homens citados nas Escrituras — Judas 2 .1 9 Sobre o termo “selado”, ver nota em E f 1.13.
Iscariotes, Alexandre, Demas e Himeneu, para citar alguns — , Fileto é 3 .8 De acordo com a tradição judaica, Janes e Jambres eram os magos da
lembrado apenas pelo mal que praticou. Paulo só o menciona como falso corte egípcia que se opuseram a Moisés (ver Êx 7.11).
mestre da igreja de Éfeso que, na companhia de Himeneu, afirmava que 3 .1 1 Para mais informações sobre Antioquia, ver nota em At 11.19;
“a ressurreição já aconteceu” (v. 18). Embora não negasse radicalmente a sobre Icônio, ver nota em At 13.51; sobre Listra, ver nota em At 14.6.
2TIMÓTEO 4.5

TEXTOS E ARTEFATOS ANTIGOS

0 Antigo Testamento da igreja primitiva


2T1MÓTE0 3 Os primeiros cristãos referiam- manuscritos do mar Morto (4QMMT) judaicas), mas o conteúdo é o mesmo. Não
-se ao AT como "as Escrituras Sagradas" menciona os "livros de Moisés e as palavras há evidência de que os judeus ou cristãos do
(Lc 24.44; Jo 1.45; At 28.23; Rm 1.2; dos Profetas e de Davi". Aqui "Davi" é o tí­ primeiro século considerassem outro livro
2Tm 3.15), e, a despeito de não ser expli­ tulo da terceira parte, uma vez que ela co­ religioso além dos livros judaicos, inclusive
citamente "cristão", era usado como fonte meça com seus Salmos. De igual modo, em os chamados "apócrifos" e os numerosos
principal de ensino moral e doutrinário {Rm Lc 24.44 Jesus afirma que "era necessário livros pseudepigráficos, como canônicos.3
3.21; 2Tm 3.1-17). que se cumprisse tudo o que a meu respeito Ao mesmo tempo, diferentemente de gru­
0 AT do primeiro século era dividido está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e pos como os saduceus e os samaritanos, as
em duas ou três seções no pensamento dos nos Salmos". Essa maneira de se referir às principais correntes judaicas e cristãs não
judeus e dos primeiros cristãos. A divisão Escrituras também constitui uma fonte de restringiam o cânon à Lei (Pentateuco).4
bipartida do AT — "Lei e Profetas" — era que o cânon do AT foi estabelecido antes da Por fim, a rejeição ao AT por alguns círculos
a mais comum (Mt 22.40; At 13.15; Rm metade do século II d.C.2 cristãos, como os seguidores de Marcião e
3.21; veja também 2Macabeus 15.9).1 Já É importante observar que os livros da os gnósticos primitivos era sem dúvida uma
no século II a.C., alguns autores começaram "Lei e dos Profetas" eram os mesmos 39 aberração heterodoxa.5
a mencionar uma divisão em três partes do livros do AT cristão. Os rabinos desenvol­
AT, similar à dos judeus de hoje: Lei, Profe­ veram diferentes meios de contar os livros
tas e Escritos. 0 prólogo do Eclesiástico, nos (e.g., os 12 Profetas Menores são geral
Apócrifos, faz referência à "Lei, os Profetas e simplesmente chamados de "os Doze" e
e os outros escritos", e um texto dos contados como um único livro nas fontes

'0 liv ro de 2 M a ca b e u s é a p ó c rifo , ja m a is a c e ito c o m o p a rte d o c â n o n tra d ic io n a l p r o te s ta n te . 2V er " 0 c â n o n d o A n tig o T e s ta m e n to ", e m M l 4; “ T e x to s d o A n tig o
T e s ta m e n to ", e m M q 7 ; 'T ra d u ç õ e s a n tig a s ", e m M g 7 . JV e r "O s A p ó c rifo s ", e m T t 1; e “ A B íb lia e a lite r a tu ra p s e u d e p ig rá fic a ", e m Jd. 4V e r "O s sa d u c e u s ", e m M t 22 ;
e "O s s a m a rita n o s ", e m Jo 8 . sV e r "H e re s ia s n o c ris tia n is m o p r im itiv o " , e m 2Co 10.

coisas que m e aconteceram em A ntioquia,(i Icônio e Listra. Q uanta perseguição suportei!r M as, de
3 .1 2 W 1 4 .2 2 todas essas coisas o Senhor m e livrou!s 12 De fato, todos os que desejam viver piedosam ente em Cristo
3 . 1 3 “ 2 T m 2 .1 6 Jesus serão p erseg u id o s.*13 C ontudo, os perversos e im postores irão de m al a pior,u enganando e
sendo enganados.
3 .1 4 v2T m 1.1 3 14 Q uanto a você, porém , perm aneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção, pois você
3 .1 5 « 2 T m 1 .5; sabe de quem o aprendeu.v 15 P orque desde criança" você conhece as Sagradas L etras/ que são capazes
M o 5 .39 ;
« 1 1 1 9 .9 8 ,9 9 de torná-lo sábioV para a salvação m ediante a fé em Cristo J e su s .16 Toda a E scritura é inspirada po r
3 .1 6 S P e 1.2 0 ,2 1 ;
■Rm 4 .2 3 ,2 4 Deusz e útil p ara o ensino,3 para a repreensão, para a correção e p ara a instrução na ju stiç a ,17 p ara que
3 . 1 7 b1 T m 6 .1 1 ;
=2Tm 2.21
o h o m em de Deusb seja apto e plenam ente preparado p ara toda boa obra.c
N a presença de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os m ortosd p o r sua m anifestação

4
4.1 «At 1 0.42 ;
*1 T m 5.21
4 i< 1 T m 4 . 1 3 ;iG I e p o r seu Reino, eu o exorto solenem ente:e 2 Pregue* a palavra,s esteja preparado a tem po e fora
6 .6; h1 Tm 5.2 0;
de tem po, repreenda, corrija, exorteh com toda a paciência e d o u tr in a .3 Pois virá o tem po em que
T t 1 .13 ; 2 .1 5
4 .3 '1 Tm 1 .1 0
n ão su p o rtarão a sã doutrina;' ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, ju n tarão m estres p ara si
4.411 T m 1.4 m esm os, segundo os seus próprios desejos. 4 Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se
4 . 5 k2 T m 1 .8 ; p ara os m ito sj 5 Você, porém , seja m oderado em tudo, suporte os sofrim entos,k faça a obra de um
'At 21 .8
evangelista,1cu m p ra plenam ente o seu m inistério.

As três cidades pertenciam à província romana da Galácia, que Paulo dos escritos de Paulo por parte de Pedro entre as “Escrituras” (2Pe 3.16)
visitou em sua primeira viagem missionária e também na segunda. demonstra que a igreja primitiva já considerava algumas cartas apostóli­
3 . 1 5 O menino judeu começava a estudar formalmente o A T quando cas detentoras da mesma autoridade que o A T (ver “O cânon do Antigo
completava 5 anos. Timóteo foi ensinado em casa pela máe e pela avó Testamento”, em Ml 4; “O Antigo Testamento da igreja primitiva”, em
antes mesmo de alcançar essa idade. 2Tm 3; “O cânon do Novo Testamento”, em 2Pe 3).
3 . 1 6 “Toda a Escritura” refere-se principalmente ao AT, já que alguns dos 4 .4 Sobre as “fábulas”, ver nota em lT m 1.4.
livros do N T nem sequer haviam sido escritos na época. Mas a menção
1968 2TIMÓTEO 4.6

6 Eu já estou sendo derram ado com o oferta de bebidaa.m Está próxim o o tem po da m in h a partida.0 4 .6 " F p 2.17;
"F 0 1 .2 3
7 C om bati o b o m com bate,0 term inei a corrida,p guardei a fé. 8 Agora m e está reservada^ a coroa da 4 .7 °1Tm 1.18;
p 1 Co 9.24
justiça, que o Senhor, ju sto Juiz, m e d ará naquele dia;r e não som ente a m im , m as tam bém a todos os 4 .8 C l 1.5;
que am am a sua vinda. OTm 1.12

4 . 6 Veja Nm 28.7.

4 .6 A “oferta de bebida” ou libaçáo envolvia o derrame de um líquido, Fp 2 .1 7 (ver nota ali), Paulo compara sua morte a uma oferta de bebida,
como vinho, água ou óleo (mas geralmente vinho) como oferta a uma o derramar de sua vida como oferta a Cristo.
divindade. As libaçóes eram comuns entre as nações pagás (D t 32.38), 4 .7 Sobre a “corrida [a pé]”, ver nota em IC o 9.24-27.
e as ofertas de bebidas acompanhavam muitos dos sacrifícios do A T 4 . 8 Sobre a “coroa”, ver nota em lT s 2.19.
(Êx 2 9 .4 0 ,4 1 ; Lv 2 3 .1 3 ,1 8 ,3 7 ; Nm 1 5 .4 -1 0 ,2 4 ; 2 8 .7 -1 0 ). Aqui e em 4 .1 0 Para mais informações sobre Tessalônica, ver nota em lT s 1.1.

SÍTIOS A R Q JJ E O L Ó G I C O S

E F E S O N O S T E M P O S DE P A U L O
2TIMÓTE0 4 Na época de Paulo, Éfeso era mais de mil e duzentos anos e foi o centro uma ideia da vida comum numa cidade
muito rica por causa de sua condição de da controvérsia entre os pagãos e os primei­ antiga.
maior cidade portuária da Ásia Menor. A ros cristãos. ❖ Casas particulares. Algumas áreas resi­
cidade ostentava muitos prédios públicos •fr Outros templos. Vários outros templos e denciais de Éfeso foram escavadas, e muitas
importantes, como ginásios de esportes, santuários da era romana foram descobertos casas das classes superiores foram encontra­
teatros e um arco do triunfo, construído em ali. As evidências indicam que Éfeso era o lar das. Afrescos (pinturas feitas sobre placas *
3 a.C. Além disso, o templo de Ártemis era de uma grande variedade de cultos pagãos, de argamassa úmida) foram recuperados, e
uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo até mesmo ao deus egípcio, Serápis.3 cozinhas, banheiros e camas foram identifi­
e já era na época uma fonte significativa de ❖ 0 Grande Teatro. Esse teatro, que podia cados.
renda (At 19.23-27).! acomodar 25 mil pessoas, foi o local de tu­ A Basílica de São M o . Essa estrutura,
Éfeso tornou-se um importante centro multuados protestos contra a pregação de obviamente, é posterior ao NT, mas, de
da fé cristã. Embora Paulo talvez tenha Paulo (At 19). Embora Paulo quisesse dirigir- acordo com a tradição do século II, o apóstolo
escrito sua carta aos Efésios como uma cir­ -se à multidão reunida ali, os discípulos o João passou seus últimos anos em Éfeso e foi
cular, a igreja de Éfeso era um foco impor­ sepultado sob o que é hoje o pórtico dessa
contiveram (v. 30).
tante de seu ministério.2 0 apóstolo João igreja, que contém ainda um bom exemplar
• r As ágoras. Duas ágoras, ou praças pú­
também escreveu a essa igreja (Ap 2.1-7), e, de batistério cristão primitivo.4 De acòrffõ
blicas, foram encontradas em Éfeso: a ágora
durante os primeiros cinco séculos de nossa com a tradição, Maria, mãe de Jesus, morreu
Cívica (talvez o local do templo de Augusto) e
era, vários concílios eclesiásticos se reuni­ em Éfeso. Além disso, há também uma igreja
a praça ou ágora Comercial (perto do porto
ram ali. No período medieval, entretanto, dedicada à Virgem Maria, local do Concilio de
e local de inúmeras lojas).
o lodo do rio Caister avançou tanto contra a Éfeso, em 431 d.C.
• f A biblioteca de Celso. Uma das grandes
linha costeira que Éfeso deixou de ser uma
bibliotecas do mundo antigo, construída en­
cidade portuária e foi abandonada. A população da Éfeso do NT é desconhe­
tre 115 e 125 d.C., de modo que não existia
0 abandono de Éfeso foi uma bênção cida, mas não há dúvida de que a cidade na
para a arqueologia moderna, pois propor­ ainda na época do NT. época era um próspero centro de comércio,
cionou uma cidade desocupada para a esca­ •J* Os ginásios de esportes, banhos e banhei­ religião e diversão cosmopolita. Suas ruínas
vação. Hoje em dia, as ruínas de Éfeso estão ros públicos. Muitos ginásios de esportes e oferecem um raro panorama de uma cidade
entre as mais fascinantes do mundo antigo. complexos para os banhos foram escavados antiga que foi também importante como a
A cidade ressurgiu graças aos trabalhos de ar­ em Éfeso, embora de datas um pouco pos­ base da missão apostólica e do surgimento
queólogos austríacos e turcos. Entre os mais teriores ao período do NT. Os arqueólogos do cristianismo. Talvez, mais que qualquer
importantes achados desse sítio, podemos conseguiram identificar um vestiário de outro sítio arqueológico, Éfeso forneça ao
mencionar: ginásio, uma sala de exercícios, a piscina, o leitor de Atos uma sensação de contexto.
frigidarium (banho de água fria), o caldarium Uma vez que não há uma cidade moderna
+ 0 templo de Ártemis. Pouco restou do (banho de água quente) e o unctorium (sala ali, as ruínas de Éfeso permitem que os vi­
tempto, saqueado pelos godos, em 262 d.C., de massagem com óleos). Os banheiros pú­ sitantes entrem de corpo e alma no mundo
mas se manteve como lugar sagrado por blicos também dão aos visitantes modernos antigo.
'V e r *A Á rte m is d o s e fé s io s ", e m A t 1 9. 2V e r " A a u to ria d e Efésios” , e m E f 4 . 3V e r "O s d eus es d o s g re g o s e d o s ro m a n o s ", e m G l 4 . ‘ V e r "B a tis m o n o m u n d o
a n t ig o " M t 3.
2TIMÓTEO 4.22 1969

Recomendações Finais
4 .1 0 sCI 4.14; 9 P rocure v ir logo ao m eu e n c o n tr o ,10 pois Dem as,s am ando este m undo,1 abandonou-m e e foi
IJ o 2.15; uAt 16.6
4 .1 1 vCI 4.14; p a ra Tessalônica. C rescente foi p a ra a Galáciau e Tito p ara a D a lm á c ia .11 Só Lucasv está com igo.w
«2Tm1.15;
xAt 12.12 T raga M arcosx com você, porque ele m e é útil para o m in isté rio .12 Enviei TíquicoV a É feso.13 Quando
4 .1 2 vAt 20.4
você vier, traga a capa que deixei n a casa de Carpo, em T rôade, e os m eus livros, especialm ente os
pergam inhos.
4 .1 4 zAt 19.33; 14Alexandre,2 o ferreiro3, causou-m e m uitos males. O S enhor lhe d ará a retribuição pelo que fez.a
aRm 12.19
15 Previna-se co n tra ele, porque se opôs fortem ente às nossas palavras.
16 N a m in h a prim eira defesa, ninguém apareceu p ara m e apoiar; todos m e abandonaram . Que isso
4 .1 7 <iAt 23.11; não lhes seja cobrado.b 17 M as o Senhor perm aneceu ao m eu ladoc e m e deu forças, p ara que por m im
dAt 9.15
a m ensagem fosse plenam ente proclam ada e todos os gentiosb a ouvissem .d E eu fui libertado da boca
4 .1 8 «S1121.7; do le ã o .18 O S enhor m e livrará de to d a obra m alignae e m e levará a salvo p ara o seu Reino celestial.
fRm 11.36
A ele seja a glória p ara todo o sem pre. A m ém .f

Saudações Finais
4 . 1 9 3At 18.2 19 Saudações a Priscila0 e Áquila,9 e à casa de O nesíforo.20 Erastoh perm aneceu em Corinto, m as
4 . 2 0 hAt 19.22;
'At 20.4 deixei Trófimo' d oente em M ileto.21 Procure vir antes do invernoJ Êubulo, P rudente, Lino, Cláudia e
4 .2 1 iv. 9
todos os irm ãos enviam saudações.
4 . 2 2 *GI 6.18;
22 O Senhor seja com o seu espírito.k A graça seja com vocês.1
Fm 25; 'Cl 4.18
0 4 . 1 4 G r e g o : latoeiro. Is to é , u m artífic e e m b r o n ze .
* 4 . 1 7 Isto é, os q u e n ã o são ju d e u s .
f 4 . 1 9 G r e g o : Prisca, v a ria n te de Priscila.

A Galácia pode ser tanto a área situada no norte da Ásia Menor (Gália) Os rolos podiam ser feitos de couro ou papiro, enquanto os pergami­
quanto uma província romana da região que agora é a Turquia Central nhos eram feitos de peles de animais (ver nota em Êx 17.14; ver também
(ver nota em G1 1.2ver também “Qual Galácia?”, em G 1 1). “Rolos, selos e códices”, em Ap 5). Os últimos podem ter cópias parciais
Tito, gentio incircunciso (GI 2.3), era um dos convertidos por Paulo e doA T.
representou uma ajuda considerável ao ministério do apóstolo. Depois 4 .1 7 Uma vez que, como cidadão romano (ver “Cidadania romana”,
que foi liberto de sua primeira prisão romana (At 28), Paulo trabalhou em Fp 3), Paulo não podia ser atirado aos leões no anfiteatro, pode estar
com T ito por um breve período em Creta, e o apóstolo o comissionou a dizendo de modo figurado que a primeira audiência não resultou num
permanecer ali como seu representante. A informação de que Tito partiu veredicto imediato de “culpado”. Para mais informações sobre a morte
em missão para a Dalmácia é a última que temos a respeito dele no N T . na arena, ver nota em lC o 4.9.
Para mais informações sobre a Dalmácia, também conhecida como Ilí- 4 .1 9 Priscila e Áquila eram amigos íntimos de Paulo e também trabalha­
pco, ver nota em Rm 15.19. vam na confecção de tendas. Eles ajudaram Paulo a implantar a igreja em
4 .1 1 Para mais informações sobre Marcos, também conhecido como Corinto e ministraram à igreja de Éfeso.
João Marcos, ver nota em Cl 4.10. 4 .2 0 Para mais informação sobre Erasto, ver nota em Rm 16.23; ver
4 .1 2 Tíquico era um colaborador confiável de Paulo, que em várias também “A inscrição de Erasto”, em Rm 16; sobre Corinto, ver nota
ocasiões viajou com o apóstolo a serviço dele (ver At 20.4; E f 6.21). em lC o 1.2.
Para mais informações sobre Éfeso, ver nota em E f 1.1. Mileto era um porto marítimo do litoral da Ásia Menor, cerca de 56
4 .1 3 A capa era usada para proteção contra o tempo frio e úmido. Era quilômetros ao sul de Efeso.
provavelmente uma veste externa e pesada, sem mangas, de forma circu­ 4.2 1 A tradição diz Lino que foi bispo de Roma após a morte de Pedro
lar e com uma abertura no centro para a cabeça (ver “Vestuário e moda e de Paulo.
no mundo greco-romano”, em T g 3). Sobre os “irmãos”, ver nota em Rm 1.13.
Para mais informações sobre Trôade, ver nota em At 16.8.

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