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Teoria da Mudança Social de SZTOMPKA

A definição de progresso.

A idéia de progresso @ seu formulaø original esta firme// situada dentro do modelo de
transformaø direcional, dentro de alguma verø de desarrollismo. É difícil de conceber tanto
dentro de teorias orgânicas, funcionais-estruturais como de teorias cíclicas. Carece de sentido
falar de sociedades em progresso, avançando, voltando-se melhores, se são consideradas
como básica// estáveis, se reproduzindo mera// a si mesmas; ou se são vistas como mudando só
dentro de círculos fechados. É, junto à idéia de transformeø (mudançade não mudançaem
)quando o conceito de progresso tem algum sentido. Seguindo a Nisbet pode ser definido o
progresso como: “a idéia de que a humanidade avançou lenta, gradual, contínua// dsd a condiø
original de privaø cultural, ignorância e insegurança, para níveis a cada vez + altos de civilizaø,
tal avanço continuará apesar de alguns retrocessos ocasionas através do presente para o
futuro.”

O conceito de progresso pode ser dividido em vários componentes fundamentais:

Há uma nociø de tempo irreversível que flui @ forma linear e que fornece continuidade ao
passado, ao presente e ao futuro. O progresso, é a diferença positiva// avaliada entre passado e
presente ou presente e futuro.

Está nociø de movimento direcional, @ o que nenhum estádio se repete e a cada estádio
posterior se vai acercando relativa// + a um estádio final divisado que a qualquer estádio
anterior.

Está a idéia de progresso “cumulativo” que opera de forma gradual, passo a passo, ou em
forma revolucionária, através de saltos periódicos qualitativos.

A distinø de estádios “necessários”, típicos através dos quais passa o processo.

Está a ênfase nas causas internas dos processos, que aparecem como autopropulsados.

O processo é concebido como inevitável, necessário, natural; não pode ser parado ou se
desviar.

Noção de avanço; a valoração da cada estádio consecutivo do processo como relativamente


melhor que seu predecessor, culminando no estádio final que se espera produza a satisfação
completa de valores apreciados cm a felicidade, liberdade, igualdade, etc.

O progresso é sempre relativo aos valores que se tomem @ consideraø. O mesmo progresso
pode ser concebido cm progressista ou não, dependendo das preferências de valor que se
pressuponham. Estas diferem ampla// entre as pessoas individuais, os gpos, as classes. O que
constitui o progresso para uns pode não ser considerado progresso por outros.

Há outras áreas nas que os critérios de progresso são muito cuestionables. No século XIX e
ppios do XX, industrializa-aø, urbanizaø e modernizaø, eram tratadas cm sinónimos de
progresso. Só recente// se consertou @ que foram demasiado longe (superpoblaø, etc) e que tb
as coisas boas podem produzir efeitos colaterales negativos (poluø). Fez-se evidente que o
progresso em uma área pode representar o retrocesso em outra.

Durante um longo período, numerosos pensadores acharam que é possível salvaguardar o


progresso @ tdas as dimensões da sociedade, para tds seus membros ao mesmo tempo que é
possível obter um progresso generalizado e universal. Outros conscientes das
incompatibilidades propuseram critérios + concretos. Selecionaram aqueles aspetos da vida
social que para eles tinham uma importância superior e definiram o progresso por referência a
eles.

O mecanismo de progresso.

Há uma variedade igual de pontos de vista do mecanismo de progresso, Sztompka propõe 3


coisas:

As forças motrizes ou agentes do progresso: Que empurra os processos sociais @ uma


direccø progressiva? Quais são os agentes sociais que ativam o processo?

Considerar a forma ou o perfil que toma o processo: Qual é a trajetória do progresso?

Examinar o modo de operar de um sistema social que produz progresso: Como se atinge o
progresso, por que médios se consegue?

Ao falar da agência do progresso podemos distinguir 3 estádios consecutivos @ a história do


pensamento social. Os primeiros pensadores localizavam a força motriz no domínio
sobrenatural, as deidades, o destino. A sacralizaø da agência, conduziu a que a fé @ o
progresso produzisse gratidão cm única forma possível da reaccø humana. Pensadores
posteriores tomaram um pdv alternativo; colocaram a agência @ o domínio natura. As
tendências e potencialidades inerentes à sociedade foram feitas responsáveis pelo curso
progressivo dos processos sociais. Esta secularizaø da agência conduziu a considera-aø do
progrido cm uma exibição natural e inexorável de potencialidades. Os pensadores modernos
inclinam-se a considerar aos agentes humanos cm produtores, construtores do progresso. A
humanizaø da agência conduz à concepø do progrido cm algo que tem de se atingir, se
construir, se desenvolver, uma luta, uma busca...

@ o que diz respeito à agência, a diferença + fundamental é a que divide a noção de progresso
mecânico, da noção ativista do progresso.

Versão mecânica.- postula uma agência extrahumana, afirma a necessidade do progresso,


aqui o progresso acontece e estimula uma atitude passiva de esperar “a ver que passa”.

Versão ativista.- Concentra-se na gente e suas acione, admite a contingência do processo


que pode ocorrer dependendo das ações que realize a gente. Afirma que o processo se
consegue e demanda um compromisso ativo, construtivo.

A forma ou perfil que toma um processo tb é concebido cm um movimento gradual, pouco a


pouco para estudos melhores da sociedade. Há outro pdv alternativo, cm um processo irregular
que opera através de súbitos acelerones e congestiones, depois de períodos de agregado
quantitativa, experimentando um movimento qualitativo para um nível superior. É a imagem
revolucionária ou dialética do progresso.

O derrube da idéia de progresso.


A idéia de progresso entrou em declive durante o século XX. Há alguns fatos históricos que a
contradizem com força e há algumas correntes intelectuais que vão @ contra de suas premissas
profundas, fundamentais. Cd no século XX aproxima-se a seu clausura, reiteram-se as tentativas
de fazer balanço, e muitos observadores denominam-lhe no “século horrível”. Não surpreende
que se tenha estendido a desilusión e o desencanto com a idéia de progresso, após todo o
progresso cm a maioria dos conceitos sociais, é uma noção reflexiva, interage com a realidade
social, floresce @ os períodos de progresso observable.

Nisbet desvelou as ppales premissas da idéia de progresso e afirma que tdas elas são atacadas
pelo pensamento contemporâneo. No local do conceito de progresso secularizado instalou-se a
cultura de consumo, com uma alta ênfase @ o tempo livre. Como consequência do
desmoronamento do conceito de progresso se instalou o conceito de crise , como lema do
século XX. A gente chega a acostumar-se a pensar @ termos de crises econômicas, políticas,
ou culturais. Holton afirma observar “uma normalizaø da crise, que o pensamento
contemporâneo este obsedado pela idéia de crise”. Sztompka não acha que o progresso morra,
acha que esta sofrendo um colapso temporário mas que recuperará seu local.

Um conceito alternativo de progresso.

Uma vez concebido que a idéia de progresso estava original// conectada com a imagem de um
processo direcional, ficam várias perguntas por propor a respeito de suas caraterísticas +
especifica: Em que fase do processo é “ancorado” o conceito de progresso?, há 3 respostas
possíveis:

Refere o progresso ao resultado, ao produto final do processo definido tanto cm um bosquejo


geral, uma imagem complexa da sociedade por vir ou cm um rasgo especifico da sociedade e
do que a constitui.

Situa o progresso @ a lógica gnral do processo, @ a que a cada estádio é visto cm uma
melhoria com respeito ao anterior e @ se perfectible mas sem um fim ultimo. Pode ser falado
aqui de um “progresso cm mejoramiento”

Relaciona ao progresso com o mecanismo originador do processo, enfatizando a


potencialidade ou capacidade para o processo inerente à agência humana. Não se trata da
qualidade do que resulta, senão da potencialidade para chegar a ser o que devém o significado
central de progresso. Não o achado senão a busca.

O processo está intima// unido a uma agência forte, Cd pode ser dito de uma agência que é
progressiva?, Que rasgos da agência são especial// relevantes @ esta conexão?

As caraterísticas dos atores.- enfatizaria diversas oposições que permitem gradaciones e tdas
as formas intermédias. Por tanto, os atores podem ser criativos, ou passivos. Podem enfatizar a
autonomia, a independência, ou exibir integridade, conformidade ou dependência. O que sejam
a maioria dos atores, ou os tipos especialmente influentes de atores, modelará de forma decisiva
a qualidade da agência.

As caraterísticas das estruturas.- podem ser ricas em opções, heterogêneas, complexas ou


todo o contrário. Podem ser abertas, flexíveis, ou fechadas, rígidas. O tipo de estruturas que
englobem a maioria dos atores, ficassem refletidas na qualidade da agência.

As caraterísticas do ambiente natural @ o que a sociedade esta situada.- exerce seu impacto
@ 2 níveis: por médio das condições objetivas e por médio das atitudes subjetivas. As
condições naturais podem ser benignas, maleáveis ou duras, pobres e coactivas. A gente pode
tentar aproveitar, desejar e dominar a natureza para adaptar a suas necessidades ou pode
desejar adaptar à natureza, permanecer @ o edo de subyugaø e pasividad.

As caraterísticas da tradiø.- Encontram-se @ os níveis subjetivo e objetivo.

Subjetivo.- a atitude de orgulho, respeito, arraigo @ a tradiø pode ser oposto ao presentismo e
à rejeição critico do passado.

Objetivo.- parece importar se a tradiø esta caraterizada pela continuidade, a longa duraø ou
pelas rupturas, descontinuidades, etc.

As caraterísticas do futuro esperado.- A atitude de otimismo e esperança opõe-se ao


pessimismo, e a desespera-aø. A crença @ que o futuro é contingente, que dá pé a palcos
alternativos dependentes dos esforços humanos, se opõe a todo tipo de fatalismos e finalismos.

A ppal caraterística das agências é que tendem ao auto transcendência, o ir + lá de si mesma,


superar as limitações.

Capitulo V. A Modernidade e para além.

A definição da modernidade.

Há 2 formas de definir a modernidade: histórica e analítica//.

histórica.- refere-se a um tempo e um espaço particulares; está datado e localizado. Define-se


indicando o exemplo @ local de enumerando umas caraterísticas. 2 autores contemporâneos
ilustram esta focagem Giddens e Kumar. A maioria dos historiadores coincidem @ que a
modernidade surgiu cm consequência de grandes revoluções, cm a americana, a francesa, a
industrial inglesa, etc.

Analítica.- uma das primeiras descrições foi formulada por Auguste Comte. Assinalo vários
rasgos da nova ordem social:

Concentraø da força de trabalho @ centros urbanos.

Organizaø do trabalho guiada pela efetividade e o benefício.

Aplicaø da ciência e a tecnologia à producø.

Apariø de antagonismos latentes ou manifestos entre empresários e empregados.

Crescente contraste e desigualdade social.

Sistema econômico baseado @ a livre empresa e a competiø aberta.

A maioria dos sociólogos tomaram a via negativa, contrastando a imagem da modernidade com
a sociedade tradicional, criando modelos polares e conceitos opostos. Autores cm Durkheim,
Tönnies, e Spencer localizaram algumas caraterísticas importantes da ordem social emergente.

Aspetos da modernidade.
teve numerosas tentativas de apresentar rasgos positivos que indicassem propriedades
fundamentais deste tipo social especifico. Um das tentativas recentes de dar uma explicaø +
precisa da modernidade é o apresentado por Kumar em 1988. Este autor segue a estratégia de
construcø dos modelos polares, mas enriquece-os com observações empíricas concretas
acumuladas através de várias investigações.

Seguindo a Kumar devemos enumerar as caraterísticas gerais da modernidade e depois


devemos indicar suas repercussões @ diversas áreas da vida, + limitadas: economia,
estratificaø, política, cultura, e a vida quotidiana.

Individualismo.- Naisbitt e Aburdene falam do “triunfo do indivíduo” como algo central nas
megatendencias que caraterizam a vida moderna. Entendem por isso a ascendência final do
indivíduo, @ vez do grupo, ao papel central da sociedade.

Diferençaø.- é + significativo @ a esfera do trabalho, aparece através de grande # de


ocupações e profissões especializadas, estreita// definidas, que exigem habilidades e
treinamentos diversos. Manifesta-se @ a esfera do consumo, dnd uma espantosa variedade de
opções desafia a todo consumidor potencial.

Racionalidade.- o cálculo e a despersonalizaø do trabalho @ as organizações e @ as


instituições. Este é o motivo central da Ta weberiana da burocracia e a organizaø burocrática, é
considerada @ gral cm uma das caraterísticas centrais da modernidade. Baixo este rotulo tem
de se situar a importância da ciência cm forma privilegiada de cogniø, cm a + admirada e séria.

Economicismo.- entendemos domina-aø de tda vida social por atividades econômicas, por
fins econômicos, por critérios econômicos de cosecuø. A sociedade moderna está primordial//
preocupada por sua producø, distrubuø e consumo, e por suposto pelo dinheiro cm medida
comum e médio de intercâmbio.

Expanø.- A modernidade tem uma tendência à expanø de seu alcance, em primeiro lugar do
espaço, e isto é o que quer dizer a palavra: “globalizaø”.

@ a área da economia, que é central para tdo o sistema, observamos os seguintes pontos:

Velocidade e alcance sem precedentes @ o crescimento econômico, o que não significa que
não se produzam recessões ocasionas.

A mudança da producø agrícola à indústria cm setor central da economia.

Concentra-aø da producø economica @ as cidades e @ as aglomerações urbanas.

O aproveitamento de fontes não vivas de energia para substituir a força humana e animal.

Ecloø de inovações tecnológicas que abrangem tdas as esferas da vida social.

Abertura de mercados de trabalho livres e competitivos, com uma margem de desemprego.

Concentraø de trabalho @ fabrica e empresas industriais.

O papel essencial dos homens de negócios, empresários, está dirigido à produção.

Tal sistema econômico não podia senão remodelar a inteira estrutura de classe e as hierarquias
de estratificaø de maneira que:

A situaø de propriedade e posiø @ o mercado devêm os determinantes ppales do status


social.

Grandes segmentos da poblaø convertem-se @ força de trabalho não proprietária, obrigada a


vender sua força de trabalho cm mercadoria, sem participar @ os benefícios.

Poderosos gpos de proprietários capitalistas adquirem riqueza considerável apropriando-se e


reinvestindo benefícios.

Aparece uma classe média @ expanø.

@ o domínio político os ppales mudanças são:

O papel crescente do Edo, que toma novas funções ao regular e coordenar a producø,
redistribuindo a riqueza e estimulando a expanø de mercados exteriores.

A difuø do império da lei, que obriga tanto ao Edo cm ao cidadão.

A crescente inclusividad da cidadania que fornece categorias sociais + amplas com os dchos
políticos e civis.

A extenø de gestiø e administraø @ tdas as áreas da vida social.

Devemos o conceito de organizaø “burocrática” a Weber que construiu seu tipo ideal composto
dos seguintes rasgos:

concorrências especifica dos cargos, regulados por lei.

hierarquia dos cargos, com prerrogativas e autoridade diferenciadas.

critérios e ppios prefixados de nomeações e promoø.

formaø especial ou experiência suficiente cm requisito para o emprego.

trabalho administrativo cm ocupaø a tempo completo com salário fixo.

separaø de cargo e de quem vão-no ocupando.

formas escritas de funcionamento que garantem responsabilidade e superviø.

impersonalidad de procedimento, a “excluø de sentimentos” pessoais do processo.

@ o âmbito da cultura, há 4 fenômenos importantes:

Secularizaø.- a disminuø da importância das crenças mitológicas e religiosas, substituídas por


argumentos e considerações “terrenales”

Centralidade.- do papel da ciência, cm fornecedora de acesso ao verdadeiro conhecimento.

Democratizaø.- de educa-aø, que integra a segmentos da população que a cada vez são +
grandes @ níveis superiores.
Cultura de massas.- aparecimento de cultura de massas com produtos estéticos, literários e
artísticos que se convertem @ bens de consumo ao alcance @ o mercado.

Por ultimo, @ a vida quotidiana observa-se:

Uma notável extenø de domínio do trabalho e seu separaø da vida familiar.

Crescente privatizaø da família e seu isolamento da sociedade.

Separaø do trabalho e do tempo de lazer.

Impregnaø da vida quotidiana com preocupa-aø pela adquisiø e consumo de bens.

A personalidade moderna.

As condições humanas deixam, sua impressão @ as personalidades humanas. Existe o


“impacto sobre os homens, os custos humanos, se queira-se, ou seu exposiø ao complexo de
urbanismo, industrialismo, mobilidade e comunicaø de massas” segundo Inkeles. Há uma
interacø mútua entre os níveis institucional e organizativo, e o nível da personalidade. Alguns
autores tentaram desentrañar a síndrome de personalidade típica// ligado com a modernidade.
Pesquisa-aø clássica @ este aspeto realizo-se @ nos anos 70, que conduziu aos autores a
construir o modelo analítico da personalidade moderna cm um conjunto com os seguintes
rasgos:

Predisposiø às experiências novas e abertura para as inovações e a mudança.

Predisposiø a formar-se ou a sustentar opiniões sobre uma grande quantidade de temas de


natureza ampla, publica, a buscar provas que apoiem as opiniões, a reconhecer a diversidade
de opiniões existentes.

Uma orientaø especifica para o tempo. Ênfase @ o presente e @ o futuro @ local de @ o


passado, aceitaø de horários, puntualidad.

Eficácia, que é a confiança do homem moderno @ sua habilidade, só e @ o concerto com


outros homens, para organizar sua vida e dominar os reptos que presente.

Planificaø, que é antecipaø e organizaø de atividades futuras dirigidas a fins assumidos tanto
@ o domínio privado cm @ o publico.

Confiança @ a regularidade e predictividad da vida social, que permitem a calculabilidad das


ações.

O sentido de justiça distributiva, a crença de recompensa-as devem de estar de acordo com


as regras.

Interesse e alta valorizaø de educa-aø formal e a escolarizaø.

Respeito pela dignidade dos outros, incluídos aqueles de status ou poder inferior.

O desencantamiento com a modernidade.

Quiçá o tema + persistente é introduzido por Marx @ o debate: a idéia de alienaø . Marx achava
que os indivíduos eram por natureza, livres, criativos e sociais. Mas abandonaram estas
propensiones naturais cd surgiram condições Tem que não davam oportunidade ao exercício da
natureza humana. Tais condições deshumanizadoras foram engendradas por todas as
sociedades, particular// pelo capitalismo moderno. O “trabalhador” não se afirma a se mesmo @
seu trabalho; nega-se a se mesmo, sente-se desgraçado. Não participa @ associações, se isola,
abandonando cm consequência, a autonomia. Muitos temas de importância Ta relacionados
com a noção de alienaø foram recolhidos por estudiosos posteriores de Marx :

Viu-se que a alienaø se produzia não só @ o domínio do trabalho, senão tb @ a política,


cultura, educaø, reliø, etc. O desalentador quadro da sociedade moderna atingiu seu apogeu
com Fromm.

Com Durkheim atingiu-se uma premissa oposta com seu conceito de anomia . Para Durkheim,
a gente @ sua edo natural é egoísta, individualista. Só são freados pelas regras. Quando ocorre
uma desrregulaø normativa, a gente se sente desarraigada, se dando a situaø de anomia.
Muitos recorrem ao suicídio.

Outra linha critica discurre baixo o nome de sociedade “de massas”. Tönnies com seu visiø de
Gesllschaft (sociedade moderna) afirma que @ a sociedade moderna a gente perdeu sua
identidade individual devido à escala @ a qual opera a sociedade moderna. Ao perder o nível
pessoal a massa é vulnerável e manipulable.

A seguinte critica só pode ser articulada cd a sociedade industrial-urbana acumulou um #


considerável de efeitos negativos. Encaixa baixo o rotulo da ecologia. O nascimento de uma
consciência ecológica é pelo esgotamento de recursos naturais.

Outra critica se ocupa da escala global e assinala as desigualdades e desequilíbrios


produzidos pela modernidade @ a comunidade internacional. Sua origem é da Ta de Lenin
sobre o imperialismo, segundo a qual, a busca de benefícios do sistema capitalista conduz a
uma explodeø colonial, criando regiões ricas e pobres.

O ultimo argumento ocupa-se da guerra. Aponta para o fato de que o #, dimenø, violência e
destructividad da guerra @ a época moderna esta + lá do conhecido @ o passado.

Para além da modernidade.

A experiência e as consequências da modernidade, positivas e negativas, dão local a vários pdv


teóricos a respeito do futuro da sociedade humana. A imagem clássica da sociedade
postindustrial foi descrita por Bell e Touraine. Pode ser resumido por médio de 5 tendências:

@ o domínio econômico há uma mudança consecutiva de setores dominantes. Seguindo o


movimento da producø agrícola à industrial, característico da modernidade, vem a mudança da
indústria aos serviços.

@ a estrutura de classe e @ a hierarquia de estratificaø, há uma importância numérica


crescente, assim cm uma importância social da classe de serviços e dentro da classe de
serviços dos grupos técnicos e profissionais.

@ a tecnologia, esta o surgimiento da nova “tecnologia intelectual” (high-tech) aplicada ao


processamento de informaø @ local da as matérias prima ou a energia.
@ a dinâmica da sociedade, o crescimento tecnológico autosostenido devém de importância
central.

@ o sistema de valores e @ os temas dominantes @ a vida quotidiana, atem-naø dirige-se


para o conhecimento e seu adquisiø através de diferentes tipos de educaø.