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COMISION DE INTEGRACION ENERGÉTICA REGIONAL

COMITE NACIONAL __Brasil____


Código: III CONCIER-BR-25-D
III CONGRESO CIER DE LA ENERGÍA –CONCIER 2007
ABASTECIMIENTO ENERGÉTICO REGIONAL – RETOS Y PERSPECTIVAS –
Medellín, 27-30 de Noviembre de 2007

ANÁLISE DAS CORRENTES TRANSITÓRIAS DE INRUSH EM


REDES DE DISTRIBUIÇÃO
Fecha: São Paulo, 30 de Agosto de 2007 .
Subtema: D3-4 Novas tecnologias e melhores práticas para melhorar a qualidade da
energia
Área: D3 Inovação e tecnologia na distribuição

H. G. B. DE SOUZA – AES-ELETROPAULO; C. C. BARIONI DE OLIVEIRA, A. UEHARA A. - EPUSP

DATOS DEL AUTOR REPONSABLE


PALABRAS-CLAVE: Correntes de Dirección: AES Eletropaulo
Inrush; Medição; Tratamento de Código Postal: 09951-260
dados; Proteção; Redes de Teléfono: 55-11- 2195-4451
Distribuição. Fax: 55-11 2195-4499
E-Mail: Hamilton.bueno@aes.com

Resumo - O presente trabalho tem como objetivo relação às funções de proteção, confiabilidade,
analisar as Correntes de inrush (magnitude) que automação, compatibilidade de suas dimensões, e
surgem nos momentos de energização dos outros itens referentes aos equipamentos em si,
alimentadores dos sistemas de distribuição. Foram porém, nos sistemas elétricos protegidos por
estudadas 291 amostras extraídas de oscilografias estes, no tocante aos valores das correntes de
de medidores alocados nas saídas de inrush, poucos tópicos foram descobertos ou
alimentadores de distribuição, os quais evoluídos nos últimos anos. Por conseqüência
armazenaram informações de tais correntes em disto, pouco se sabe de fato sobre o impacto deste
carga quente e em carga fria. Os valores (em fenômeno em determinadas funções de proteção
magnitude) das correntes de inrush foram (função instantânea de fase e de neutro – 50/50N;
analisados nos primeiros instantes (16,66 ms e função temporizada de fase e neutro 51/51N) [1]
100 ms), onde os mesmos foram estudados como os quais geralmente estão contidos em
sendo variáveis probabilísticas. As análises dispositivos de proteção utilizados em redes de
fundamentaram-se na comparação dos dados distribuição.
oriundos das medições com os resultados de Desta forma, as correntes de inrush na maioria
cálculo segundo o modelo tradicional (aplicação das vezes são importantes nas tomadas de
de fatores multiplicativos em função do número de decisões nos momentos de estudos para
transformadores atendidos pelos alimentadores), dimensionamentos e ajustes desses dispositivos
na qual se observa uma clara majoração que de proteção, e tendo em visto isso, o principal
tende a sobre dimensionar as correntes objetivo deste trabalho é apresentar uma
resultantes. metodologia de estudo para a determinação dos
valores frequentemente alcançados (em
magnitude) pelas Correntes de Inrush dos
Introdução
alimentadores de distribuição em média tensão.
Ao longo dos anos, observa-se que os
Este método é discutido e comparado com os
equipamentos de proteção evoluíram bastante em
métodos tradicionais os quais são utilizados pelas tensão correspondente no momento da
concessionárias de distribuição de energia, nos energização:
quais se baseiam em fatores multiplicativos das
correntes nominais dos alimentadores.
Desta forma este trabalho sugere a adoção de
valores mais adequados e que tendem a garantir
uma aproximação mais consistente com as
medições em campo.
Foi analisado se a magnitude das correntes de
inrush é relevante em função da potência de curto- FIGURA I
circuito em cada uma das subestações estudas, OSCILOGRAFIA DE UMA CORRENTE DE INRUSH NA SAÍDA DE UM
comparando os seus respectivos valores obtidos. ALIMENTADOR PRIMÁRIO

Este trabalho fundamentou-se em análises de


campo, onde em sua totalidade, utilizaram-se Para a determinação dos resultados das
informações extraídas de ocorrências reais do correntes de inrush através modelo tradicional, foi
sistema elétrico da AES-Eletropaulo. utilizado um Programa computacional denominado
De forma geral, a corrente de inrush de um Interprote [4], o qual utiliza o referido modelo a
alimentador pode ser considerada como a partir de arquivo de dados da topologia e
somatória de todas as correntes transitórias equipamentos de cada um dos alimentadores
geradas em cada transformador atendido [2], estudados. O método implementado neste
juntamente com os bancos de capacitores programa consiste na utilização de fatores
existentes, onde para cada transformador, a multiplicativos pré-estabelecidos em 22 e 12,
corrente de magnetização correspondente, respectivamente aos instantes de 16,66 ms (1
constitui-se num fenômeno transitório para ciclo) e 100 ms (6 ciclos), aplicados à corrente
acomodação do campo magnético do núcleo, da nominal referente ao conjunto de transformadores
condição estável “antes”, para a condição estável atendidos pelo circuito em estudo. A tabela I
“depois”. Surgem altas correntes de magnetização mostra um exemplo de resultado das correntes de
no momento da energização, com intensidades inrush obtidas pelas medições em comparação
diferentes nas três fases. com as correntes calculadas pelo método
tradicional.
Metodologia do trabalho
TABELA I
A estimação dos fatores multiplicativos foi feita EXEMPLO DE RESULTADOS DAS CORRENTES DE INRUSH OBTIDAS
pela análise das correntes de inrush extraídas das PELAS MEDIÇÕES EM COMPARAÇÃO COM AS CALCULADAS PELO
medições e oscilografias, comparando-se os seus MÉTODO TRADICIONAL
resultados com os valores obtidos através do
I inrush (A) –
cálculo elétrico do modelo tradicional no Medição de casos I inrush (A) –
alimentador correspondente. reais Cálculo Elétrico
As medições foram efetuadas nas saídas
Alimentador I 16.66 ms I 100 ms I 16.66 ms I 100 ms Inom
(disjuntor) dos alimentadores de distribuição em
suas respectivas subestações, nas quais foram DIA-105 1058 604 23518 13317 1109,8
gravadas nos momentos em que houveram DIA-106 650 294 32108 18080 1506,7
religamentos bem sucedidos (carga quente), bem DIA-113 1119 372 13306 7511 625,9
como em energizações após períodos de algumas
horas em que os alimentadores ficaram desligados DIA-114 1147 700 27314 15451 1287,6
(carga fria). Desta forma, as medições foram
tratadas onde se obtiveram seus respectivos Nesta análise não foram consideradas as
valores médios e máximos (corrente) em 1 e para correntes de inrush oriundas de religamentos de
6 ciclos (RMS) das energizações através do defeitos permanentes registrados, pois nestas
método dos trapézios [3]. medições, há uma grande probabilidade de
A Figura 1 ilustra um exemplo típico de uma existirem correntes de defeitos somadas com
oscilografia de corrente de inrush ‘I1’ extraída de correntes de inrush, assim comprometendo o
um medidor, a qual foi analisada no estudo resultado do objetivo do estudo. Ainda neste
conforme descrito no parágrafo anterior, ‘V1’ é a contexto, visando compatibilizar os dados
comparados com respeito à topologia e

2
carregamento dos alimentadores considerados, nominal do conjunto de transformadores
fez-se uma verificação no banco de dados de atendidos.
ocorrências da AES ELETROPAULO com o intuito
TABELA II
de se certificar que não houveram trechos isolados FATOR MULTIPLICATIVO K (16,6 MS) EM FUNÇÃO DAS FAIXAS DE
ou queima de fusíveis nas ocorrências analisadas. CORRENTE NOMINAL DO CONJUNTO DE TRANSFORMADORES
ATENDIDOS PELOS ALIMENTADORES
Determinação das Correntes de Inrush em
Carga Quente - Resultados Faixa de corrente Valores sugeridos para o
Neste trabalho, uma vez que o fenômeno da nominal (A) fator multiplicativo k no
corrente de inrush apresenta valores aleatórios em instante 16,66 ms
um determinado alimentador, onde em cada 0 – 500 5,63
evento o seu valor pode variar por diversos fatores 500 – 1000 2,88
[5], optou-se em analisar tal corrente pelo fator > 1000 1,76
multiplicativo k (resultado da divisão da corrente
de inrush medida pela corrente nominal da Através do mesmo processo realizado para o
potência instalada do alimentador). Desta forma, o instante de 16,66ms, a tabela III esboça algumas
fator multiplicativo k foi analisado nos instantes faixas pré-definidas de corrente nominal do
notáveis (1º e 6º ciclos) como uma variável de conjunto de transformadores atendidos, referentes
natureza probabilística [6] com média aritmética e ao instante 100 ms (6 ciclos) da corrente de inrush
desvio padrão. em carga quente.
Desta forma, para a obtenção dos resultados
deste tópico foram estudados 104 (cento e quatro) TABELA III
alimentadores de distribuição com uma amostra de FATOR MULTIPLICATIVO K (100 MS) EM FUNÇÃO DAS FAIXAS DE
CORRENTE NOMINAL DO CONJUNTO DE TRANSFORMADORES
241 (duzentas e quarenta e uma) medições das
ATENDIDOS PELOS ALIMENTADORES
correntes de inrush de cargas quentes, onde se
observou que a distribuição das amostras é Faixa de corrente Valores sugeridos para o
aparentemente normal [7], desta forma, para a nominal (A) fator multiplicativo k no
obtenção dos valores dos fatores multiplicativos k instante 100 ms
conforme as propriedades da Distribuição Normal, 0 - 500 2,33
as análises foram efetuadas através de Níveis de 500 - 1000 1,28
Confiança para Valores Críticos Inteiros [8]. > 1000 0,67
Adotou-se 95,45% como nível de confiança, no
qual, os resultados foram expressos através da Em função dos resultados deste trabalho, na
média aritmética das amostras mais dois desvios tabela IV, esta expressada a sugestão referente
padrões [8]. Assim, obteu-se o resultado com o ao fator multiplicativo k para a obtenção das
valor de 4,65 para o fator multiplicativo k referente correntes de inrush em carga quente em função
aos 241 eventos referentes ao instante 16,66 ms. da corrente nominal (potência instalada) do
O valor máximo alcançado entre os 241 eventos conjunto de transformadores atendidos pelo
foi 8 (oito). alimentador, de acordo com as medições extraídas
Para o instante 100 ms, através do mesmo de campo:
processo de cálculo, obteve-se o resultado com o TABELA IV
valor de 1,96, onde o valor máximo alcançado VALORES SUGERIDOS PARA OS FATORES MULTIPLICATIVOS DA
CORRENTE NOMINAL VISANDO À DAS CORRENTES DE INRUSH EM
entre os 241 eventos foi 2,88.
CARGA QUENTE
A potência instalada do conjunto de
transformadores atendidos pelo alimentador é um Faixa de Valores sugeridos Valores sugeridos
fator que certamente deve influenciar a magnitude corrente para o fator para o fator
da corrente de inrush. Com base neste aspecto, nominal multiplicativo k multiplicativo k no
de acordo com os resultados das 241 amostras, (A) no instante 16,66 instante 100 ms
na tabela II estão esboçados os valores ms
probabilísticos (obtidos pelo mesmo processo de 0 – 500 6 2,5
cálculo apresentado) referentes ao instante 16,66 500 – 1000 3 1,5
ms para algumas faixas pré-definidas de corrente > 1000 2 1

3
Determinação das Correntes de Inrush em Igualmente realizado para as correntes em carga
Carga Fria - Resultados quente, na tabela VII está esboçada a sugestão
Para a obtenção dos resultados deste tópico, deste trabalho referente ao fator multiplicativo k
foram estudados 38 (trinta e oito) alimentadores de para a obtenção das correntes de inrush em carga
distribuição totalizando uma amostra de 50 fria em função da corrente nominal do conjunto de
(cinqüenta) medições de correntes de inrush em transformadores atendidos pelo alimentador, de
cargas frias, onde a análise foi similar à usada acordo com as medições de campo:
para carga quente.
TABELA VII
Adotando-se a mesma metodologia de cálculo VALORES SUGERIDOS PARA OS FATORES MULTIPLICATIVOS DA
utilizado para as correntes de inrush em carga CORRENTE NOMINAL VISANDO AS CORRENTES DE INRUSH EM CARGA
quente, obteve-se o resultado com o valor 4,62 FRIA
para o fator multiplicativo k no instante 16,66 ms.
O valor máximo alcançado entre os 50 eventos foi Faixa de Valores sugeridos Valores sugeridos
6 (seis). corrente para o fator para o fator
Para o instante 100 ms, obteve-se o nominal multiplicativo k no multiplicativo k no
resultado com o valor 4,74, onde o valor máximo (A) instante 16,66 ms instante 100 ms
alcançado entre os 50 eventos foi 4,50. 0 – 500 6,0 3,5
Desta forma, de acordo com os resultados das
medições, na tabela V estão esboçados os 500 - 1000 3,0 2,0
valores probabilísticos em intervalos de confiança > 1000 2,0 0,5
referente ao instante 16,66 ms das correntes de
inrush em carga fria, em função de algumas faixas
pré-definidas de corrente nominal do conjunto de Comparando as tabelas IV e VII, os valores
transformadores atendidos. dos resultados finais das análises dos fatores
multiplicativos k para as correntes de inrush nas
TABELA V condições de carga quente e carga fria, embora o
FATOR MULTIPLICATIVO K DAS CORRENTES DE INRUSH EM CARGA número de eventos analisados seja distinto entre
FRIA (16,66 MS) EM FUNÇÃO DAS FAIXAS DE CORRENTE NOMINAL DO
CONJUNTO DE TRANSFORMADORES ATENDIDOS PELOS os dois casos, observou-se que em linhas gerais,
ALIMENTADORES as correntes de inrush na condição de carga fria
tendem a ser maiores do que em carga quente na
Faixa de corrente Valores sugeridos para
maioria dos casos.
nominal (A) o fator multiplicativo k
no instante 16,66 ms
Análise das Correntes de Inrush com as
0 – 500 5,08
Potências de Curto-Circuito
500 - 1000 2,70 Tendo em vista que a potência de curto-circuito
> 1000 * 1,51 também constitui um dos parâmetros que
contribuem para a caracterização e magnitude das
correntes de inrush em um determinado
A tabela VI esboça algumas faixas pré- alimentador [5], neste trabalho analisou-se a
definidas de corrente nominal do conjunto de relação deste parâmetro com as amostras (carga
transformadores atendidos, referentes ao instante quente e carga fria) das correntes de inrush
100 ms (6 ciclos). estudadas, com o intuito de se observar a
TABELA VI interação entre estes dois fenômenos.
FATOR MULTIPLICATIVO K DAS CORRENTES DE INRUSH EM CARGA
FRIA (100 MS) EM FUNÇÃO DAS FAIXAS DE CORRENTE NOMINAL DO
De acordo com as informações obtidas neste
CONJUNTO DE TRANSFORMADORES ATENDIDOS PELOS trabalho, tanto para as correntes de inrush
ALIMENTADORES oriundas da condição de carga fria ou de carga
Faixa de corrente Valores sugeridos para o quente, nos instantes 16,66 e 100 ms, observa-se
nominal (A) fator multiplicativo k no que as diferenças de magnitude das potências de
instante 100 ms curto-circuito nas barras de suprimento dos
0 – 500 3,13 alimentadores analisados não influenciaram nos
valores (em magnitude) das correntes de inrush.
500 - 1000 1,54
Estes resultados, provavelmente se devem ao
> 1000 0,48
fato de que os alimentadores da AES-Eletropaulo

4
os quais foram analisados, tem características quanto na condição de carga quente, nos
similares (distâncias curtas com cargas instantes 16,66 e 100 ms, as diferenças de
concentradas), bem como os níveis de curto- magnitude das potências de curto-circuito nas
circuito das subestações. barras de suprimento dos alimentadores
É muito provável que a potência de curto- analisados não influenciaram nos valores (em
circuito influencia na caracterização dos valores magnitude) das correntes de inrush,
das correntes de inrush tratando-se nos pontos de provavelmente devido as características similares
inserção de cada um dos transformadores ao dos alimentadores (curtos e com carga
longo dos alimentadores, e não nas barras de concentrada) e subestações (níveis de curto
suprimento na subestação. circuito parecidos em magnitude).

Conclusão Referencias
Este trabalho contemplou a avaliação dos
valores alcançados (magnitude) pelas correntes de
inrush nas saídas dos alimentadores primários de [1] Giguer, Sergio - Proteção de Sistemas de
distribuição da AES-ELETROPAULO. Distribuição. Porto Alegre, Sagra Livraria
Desta forma, os métodos utilizados consideram Editora, 1988.
algumas simplificações que permitem estimar a
corrente de inrush como função de fatores [2] Maezono, P. K. – Análise de perturbações –
multiplicativos aplicados sobre a corrente nominal parte 1 – Conceitos e conhecimentos
do conjunto de transformadores atendidos pelo básicos. Apostila técnica Schweitzer
alimentador. Engineering Laboratories, Brasil Ltda. 2001
As análises descritas nesta dissertação
referentes à corrente de inrush fundamentaram-se [3] Granville, W. A.; Smith, P. F.; Longley, W. R. –
na comparação dos dados provindos de medição Elementos de Cálculo Diferencial e Integral.
com os resultados de cálculo segundo o modelo Editora Científica, Rio de Janeiro, 1961
tradicional (aplicação de fatores multiplicativos),
onde se observa que o modelo tradicional [4] Antunes, A. U., Rosa, P. S., Kagan, N. -
apresenta uma clara majoração a qual sobre- Diagnóstico dos sistemas de aquisição de
dimensionam as correntes resultantes. Desta dados da AES ELETROPAULO. Documento
forma, este trabalho viabilizou a sugestão de técnico Daimon Engenharia e Sistemas /
valores (ou faixa de valores) mais adequados e ENERQ-USP / AES ELETROPAULO, Agosto
que tendem a garantir uma aproximação mais de 2005.
consistente com as medições.
Comparando os valores dos resultados finais [5] Furh, R. E. - Power quality and protective
das análises dos fatores multiplicativos k para as device coordination: Problems & Solutions
correntes de inrush nas condições de carga Part 2 – High inrush currents for dry type
quente e carga fria, embora o número de eventos transformes. P.E., January 1999.
analisados seja distinto entre os casos, observou-
se que em linhas gerais, na condição de carga fria [6] Costa Neto, Pedro Luiz de Oliveira –
tendem a ser maior do que em carga quente na Estatística. São Paulo, Editora Edgard
maioria dos casos. Blucler Ltda, 1977.
Tanto para as correntes de inrush na condição
de carga quente como na condição de carga fria, [7] Gibbons, J. D. - Nonparametric Statistical
nos dois instantes analisados (16,66 ms e 100 Inference. McGraw-Hill, New York, 1971.
ms), ambas demonstraram uma certa dependência
da potência instalada total e da corrente nominal [8] Montenegro, Eduardo J. S. –
(potência instalada) do conjunto de
transformadores atendidos pelo alimentador, uma Estatística programada passo à passo –
vez que o fator k ajustado é decrescente à medida volume 5. Centrais Impressoras Brasileiras
que se aumentam estes parâmetros.
Observa-se também que tanto para as Ltda, 1980.
correntes de inrush na condição de carga fria