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MANOEL HENRIQUE DA SILVA MAGALHÃES

COMPOSIÇÃO BROMATOLOGICA DOS ALIMENTOS E


SUBPRODUTOS REGIONAIS DO VALE DO JURUÁ, ACRE.

CRUZEIRO DO SUL – ACRE


2017
MANOEL HENRIQUE DA SILVA MAGALHÃES
COMPOSIÇÃO BROMATOLOGICA DOS ALIMENTOS E
SUBPRODUTOS REGIONAIS DO VALE DO JURUÁ, ACRE.

Trabalho de conclusão de Curso apresentado ao


Curso de Engenharia Agronômica da Universidade
Federal do Acre, Campus Floresta, como exigência
para obtenção do título de Bacharel em Engenharia
Agronômica.

Orientador: Prof. Dr. Luís Henrique Ebling Farinatti

CRUZEIRO DO SUL – ACRE


2017
TITULO: Composição bromatológica dos alimentos e subprodutos regionais do vale
do Juruá, Acre.

LINHA DE PESQUISA: Análise de alimentos

ÁREA DE CONHECIMENTO: Bromatologia

INSTITUIÇÃO RESPONSÁVEL: Universidade Federal do Acre –UFAC Campus


Floresta, Acre

UNIDADE EXECUTADORA: Coordenação do curso de Bacharelado em Engenharia


Agronômica

LOCALIZAÇÃO DE REALIZAÇÃO: Laboratório de Bromatologia da Universidade


Federal do Acre, Campus Floresta.

CUSTO ESTIMADO: R$574,00

PERIODO DE EXECUÇÃO: Outubro/2016 a Outubro/2017.

EQUIPE DE TRABALHO: Manoel Henrique da Silva Magalhães (Graduando)


Prof. Dr. Luís Henrique Ebling Farinatti (Orientador)
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 5
2 PROBLEMA E HIPÓTESE ...................................................................................... 7
3 JUSTIFICATIVA ....................................................................................................... 8
4 REVISÃO DE LITERATURA .................................................................................... 9
4.1 Açaí.................................................................................................................... 9
4.1.2 Importância econômica do açaí ................................................................... 9
4.2 Amendoim forrageiro ..................................................................................... 10
4.2.1 Importância econômica do amendoim forrageiro .................................... 11
4.3 Mandioca ........................................................................................................ 11
4.3.1 Importância econômica da mandioca ....................................................... 12
5 MATERIAIS E MÉTODOS ..................................................................................... 13
6 CRONOGRAMA .................................................................................................... 15
7 ORÇAMENTO ........................................................................................................ 16
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......................................................................... 17
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1 INTRODUÇÃO

A alimentação animal com subprodutos de agroindústrias tem sido realizada


há muitos anos. Essa prática apresenta diversas vantagens, como a possibilidade de
utilização de alimentos não empregados na alimentação humana, a agregação de
valor a produtos que provavelmente seriam descartados pela agroindústria e, além
disso, a destinação apropriada aos mesmos, contribuindo para a diminuição dos
riscos de poluição ambiental provocada pelo seu acúmulo. Dessa forma, a utilização
de subprodutos da agroindústria em dietas de animais apresenta relevância do ponto
de vista nutricional, econômico e ambiental.

Estima-se que na América Latina são produzidas mais de 500 mil toneladas
de subprodutos e resíduos agroindustriais, sendo o Brasil responsável por mais da
metade dessa produção (SOUZA; SILVA, 2002 apud GUIMARÃES et al., 2008)

O açaizeiro (Euterpe oleracea Mart.) pertence à família Arecaceae, que possui


aproximadamente, 200 gêneros e cerca de 2600 espécies, cuja distribuição é
predominantemente tropical e subtropical (JONES, 1995). Na Amazônia essa família
está representada por 39 gêneros e um número de espécies estimado entre 150 e
180 (KAHN, 1997).

O amendoim Forrageiro (Arachis pintoi) é uma leguminosa da família


Fabaceae, de clima tropical com boa adaptação no subtrópico. Sua exploração ainda
é recente e pouco difundida, mas vem se destacando nos sistemas pecuários, por
apresentar uma boa produção de matéria seca de alta qualidade, com elevados
teores de proteína bruta e uma boa digestibilidade, o que resulta em melhor
desempenho animal. A pastagem ainda é a forma de alimentação mais utilizada,
comumente consorciada com gramíneas, também usada para a produção de feno e
silagem. (LUDWING et al., 2010)

Segundo Almeida et al, 2005 a mandioca (Manihot esculenta) é um dos


cultivos tropicais de maior eficiência biológica, convertendo a maior quantidade de
energia solar em carboidratos, por unidade de área. Possui excelentes qualidades
nutritivas para alimentação animal. A planta, aproveitada de forma integral, é uma
excelente forragem, rica em proteína, carboidratos, vitaminas e minerais, suas raízes
e parte aérea são de alta aceitação pelos animais, alguns que se destacam são
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folhagem e a raiz fresca; feno da parte aérea (folhagem triturada e seca ao sol);
raspa integral ou farinha integral (pedaços de raiz secos ao sol); raspa residual
(subproduto da raiz triturada, retirado o amido); farelo de farinha de mesa
(subproduto da fabricação da farinha de mesa); farinha de varredura; silagem de
mandioca (mandioca integral triturada e ensilada).

O objetivo geral do trabalho é avaliar a composição centesimal dos produtos e


subprodutos do açaí, mandioca e amendoim forrageiro disponíveis na região. O
objetivo específico é: a) Avaliar e comparar a qualidade centesimal geral dos
produtos, quanto a: Matéria Seca (MS), Matéria mineral (MM), Extrato etéreo (EE),
Fibra bruta (FB), Nitrogênio total (N), Nitrogênio não-proteico (NNP), Extrativo não-
nitrogenado (ENN) e Detergente neutro (FDN).
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2 PROBLEMA E HIPÓTESE

A carência de alimentos volumosos para ruminantes, principalmente durante o


período de alta densidade pluviométrica, é um problema que se repete anualmente,
refletindo na baixa produtividade dos rebanhos manejados em regime de pastejo,
causando transtornos econômicos e gerando insegurança entre os pecuaristas. A
limitação das fontes proteicas e energéticas disponíveis exige suplementação
alimentar, elevando consideravelmente os custos de produção. O fornecimento de
forrageiras como o amendoim e subprodutos da mandioca e açaí existentes na
região norte pode suprir, em parte, a deficiência das pastagens nos períodos de
estiagem a custos relativamente baixos. Segundo Vieira et al. (2005), a utilização de
espécies forrageiras arbustivas e arbóreas existentes na região é uma estratégia
para minimizar o problema de escassez de forragem durante o período seco do ano.
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3 JUSTIFICATIVA

A necessidade das análises é verificar se é rentável e lucrativo ao produtores


usar esses métodos auxiliares de nutrição animal sem ter prejuízo, na região de
Cruzeiro do sul, Acre o alto custo da ração por motivos de transporte leva ao
produtor perder a confiança da criação de gado de leite e corte assim afetando o
mercado da região, então é importante analisar os resultado e se rentável passar
para o produtor para que o desempenho de seu rebando aumente
consideravelmente.
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4 REVISÃO DE LITERATURA
4.1 Açaí

O açaizeiro (Euterpe oleracea Mart.) é típico de regiões com clima tropical


(pluviosidade acima de 2.000 mm; umidade relativa acima de 80% e temperatura
média de 28ºC), mas se desenvolve em regiões com temperatura média acima de
18ºC (Calzavara, 1987; Nogueira et al., 1995; Souza et al., 1996; Shanley et al.,
1998).

É uma palmeira autóctone do estuário amazônico, tem o sistema radicular que


é do tipo fasciculado relativamente denso, com raízes emergindo do estipe da planta
adulta em altura de 30cm a 40cm acima da superfície do solo, é encontrada nas
matas de várzea e igapó do baixo Amazonas, Tocantins e Maranhão e também fora
do país como Venezuela, A principal diferença das outras espécies é a abundância
de perfilhos. As touceiras de um açaizal adulto apresentam em média 13 plantas. O
estipe é delgado, sem espinho e atinge, em média, 15 a 20 m de altura e 12 a 18 cm
de diâmetro. Eventualmente são encontrados indivíduos desprovidos da capacidade
de emitir perfilhos e, nesse caso apresentam caule solitário (Henderson & Galeano,
1996; Oliveira et al., 1998 (Calzavara,1987; Nogueira et al.,1995; Souza et al., 1996)

Na região Amazônica, o açaizeiro flora e frutifica praticamente durante todo o


ano. Porém, os picos de floração e frutificação ocorrem com maior frequência, nos
períodos de janeiro a maio e setembro a dezembro, respectivamente. O período de
floração mais intensa coincide com a época de maior precipitação de chuvas,
enquanto o de frutificação predomina na época mais seca do ano (Nogueira, 1972;
Oliveira; Fernandes,1993). Algumas populações naturais apresentam dois picos de
frutificação, durante o ano (Jardim & Anderson, 1987; Jardim & Kageyama, 1994).

4.1.2 Importância econômica do açaí no mundo

A partir de meados da década de 90, o suco de açaí foi, gradativamente,


conquistando novas fronteiras de mercado, atendendo não apenas ao mercado
local, mas, também, as outras regiões do país e, ainda, o mercado internacional,
principalmente os Estados Unidos, países da União Européia, Japão e Cone do Sul
(Santana; Gomes apud Silva et al.2006).
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No Brasil, a demanda de açaí vem crescendo entre os consumidores com


maior nível de renda. A motivação do consumo se dá por razões que vão além da
necessidade alimentar, envolvendo questões culturais e principalmente por estética
e saúde. (Silva apud Silva et al.2006).

4.2 Amendoim forrageiro

O Amendoim Forrageiro é uma leguminosa da família Fabaceae


(Papilionoideae), nativa da Argentina, Bolívia, Paraguai, Uruguai e principalmente do
Brasil d

É uma planta herbácea, perene de trópico e subtrópico úmido (FISHER;


CRUZ, 1994), alcançando de 20 a 50 cm de altura, de crescimento rasteiro e
estolonífero. Geralmente, lança densas quantidades de estolões ramificados, que se
enraízam até 1,50 m horizontalmente em todas as direções. Em condições de
sombreamento ou em determinada fase do crescimento quando atinge o índice de
área foliar crítico apresenta crescimento mais vertical com maior alongamento do
caule e menor densidade de folhas. (LIMA et al., 2003).

Segundo Rincon (1992) e Simpson (1994) a temperatura ideal para o


crescimento está em volta de 25-30ºC, neutralizando o crescimento em
temperaturas abaixo de 10°C. Os obstáculos em clima subtropical são as baixas
temperaturas e umidade acentuada durante o inverno, devendo-se cobrir a
deficiência de forragem mediante a utilização de espécies hibernais semeadas na
área, antecipadamente no final do verão, aproveitando a disponibilidade de
nitrogênio fixado pela leguminosa. Os solos ideais são de textura franca, de média
fertilidade, com matéria orgânica igual ou superior a 3%, bem drenado, pH em torno
de 6,0-6,5, tolerando condições de má drenagem e encharcamento temporário.
Adapta-se a solos pobres em nutrientes, deficientes em fósforo, potássio, cálcio e
magnésio.
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4.2.1 Importância econômica do amendoim forrageiro no Brasil

A Embrapa Acre vem desenvolvendo estudos tendo em vista avaliar o


potencial de utilização da leguminosa em pastagens no Acre. Entre 2000 e 2004 esta
leguminosa foi introduzida no Acre em mais de 1.000 propriedades em cerca de
65.000 ha de pastagem, resultando em consideráveis benefícios econômicos devido
ao aumento da produção de carne e leite por animal e por hectare (VALENTIM &
ANDRADE, 2004; 2005).

Segundo pesquisas feitas com produtores, está na capacidade da leguminosa


impedir a degradação do solo e a melhoria da capacidade produtiva do solo e do
rebanho, que resultam em ganho econômico da adoção da tecnologia que está
relacionada ao aumento da produtividade do animal. Nas propriedades que
adotaram o amendoim forrageiro em pastagens, os animais apresentaram um ganho
de peso de 100 g/dia quando comparado com os animais que se alimentam com o
capim estrela. Proporcionando ganhos econômicos médio de R$ 744,58 por hectare
para a atividade de recria e engorda de bovinos de corte no Estado do Acre. A
tecnologia, no aspecto geral, contribui para a melhora do meio ambiente, com
destaque para a qualidade da atmosfera, como também para o aumento da
capacidade produtiva do solo, além da contribuição para a recuperação de
pastagens degradadas nos aspectos físicos e biológicos. (SÁ et al., 2008)

4.3 Mandioca

A Mandioca (Manihot esculenta) é um arbusto perene e arbustiva, pertencente


à família botânica Euphorbiaceae, planta originária da América do Sul, cujo centro de
origem e de diversidade mais provável é o Brasil. Exerceu papel relevante para as
populações nativas, mantendo a sua posição de principal fonte de carboidrato do
continente. Também cultivada em muitos países, deu início quando os portugueses a
levaram para a África devido a sua grande adaptação, então expandiu-se para
outras regiões do planeta sendo hoje produzida em mais de oitenta países e resulta
em uma produção mundial de aproximadamente 140 milhões de toneladas, é o
sexto produto alimentar da humanidade, em volume de produção, depois do trigo,
arroz, milho, batata e cevada. (PINTO et al., 2003; SILVA; FILHO et al., 2012)
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Sendo um dos produtos mais populares da alimentação brasileira, também


famosa em cantos do mundo como “Pão de pobre” por ser consumida e cultivada
por famílias com renda baixa desde o início da colonização. Preparada de diferentes
formas, a farinha, seu principal produto, é usada por todas as camadas da
população. Presente tanto nos pratos cotidianos mais simples quanto em outros
mais finos e elaborados, ocupa lugar de destaque no sistema culinário nacional e
regional desempenhando em algumas regiões do país relevante papel na construção
de identidades culturais. (PINTO et al., 2003).

4.3.1 Importância econômica da mandioca no mundo

Segundo EMBRAPA,2003 O Brasil ocupa a segunda posição na produção


mundial de mandioca com 26,1 milhões de toneladas, em primeiro Nigéria com 39,0
milhões de toneladas. Cultivada em todas as regiões, tem papel importante na
alimentação humana e animal, como matéria-prima para inúmeros produtos
industriais e na geração de emprego e de renda. Estima-se que, nas fases de
produção primária e no processamento de farinha e fécula, são gerados um milhão
de empregos diretos e que a atividade mandioqueira proporciona receita bruta anual
equivalente a 2,5 bilhões de dólares e uma contribuição tributária de 150 milhões de
dólares; a produção que é transformada em farinha e fécula gera, respectivamente,
receitas equivalentes a 600 milhões e 150 milhões de dólares.
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5 MATERIAIS E MÉTODOS

No experimento serão avaliados composição centesimal de 500kg de cada


subprodutos, sendo elas: Açaí (Euterpe oleracea Mart.), Amendoim Forrageiro
(Arachis pintoi), Mandioca (Manihot esculenta).

O material avaliado será coletado nos arredores de Cruzeiro do Sul, AC e


após coletados, levados ao laboratório de bioquímica de alimentos da Universidade
Federal do Acre-UFAC, Campus Floresta, onde será realizada a seleção dos
produtos e seu preparo para análises.

As amostras serão submetidas a desidratação por meio de pé-secagem em


estufa com circulação forçada de ar, regulada a uma temperatura de 65°C, por um
período de 72 horas. Logo após as amostras serão trituradas em moinho industrial
de facas e reservadas para posterior análise. As avaliações da composição
centesimal dos produtos serão realizadas considerando os seguintes parâmetros:

Matéria seca (MS) a mesma e feita por volatilização causada pelo calor. A
porcentagem e calculada por meio do peso da amostra, antes e depois do
tratamento de calor. (HARRIS,1970)

Cinzas ou Matéria Mineral (MM) a amostra é incinerada a 550°C, com


eliminação da matéria orgânica que não volatiliza nessa temperatura denominada
cinzas.

Extrato de Etéreo (EE) o éter e aquecido e volatilizado e depois, ao


condensar-se, passa pela amostra e arrasta as frações solúveis nele. O processo e
sucessivamente repetido, até não restarem mais frações extraíveis na amostra. O
éter e destilado e coletado em outro recipiente, enquanto a gordura extraída e
calculada por diferença de pesagem do balão coletor. Pelo método de Soxhlet.
(HARRIS, 1970)

Fibra Bruta (FB) e uma fração dos alimentos composta por carboidrato
estrutural, obtida após uma digestão ácida, seguida de uma digestão básica. Uma
amostra seca e desengordurada é submetida a digestão com uma solução ácida e
depois com uma solução básica fraca. O resíduo orgânico é recebido em cadinho
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Gooch (Schoot G2-50ml), sendo queimado em mufla a temperatura de 550°C. A


perda de peso após ignição é denominada de fibra bruta. (HARRIS,1970)

Carboidratos Totais ou Extrativos Não-Nitrogenados (ENN) calculados por


diferença da matéria seca, fibra bruta (FB), extrato etéreo (EE), proteína bruta (PB) e
matéria mineral (MM). Sendo todas as avaliações realizadas segundo
procedimentos descritos por Silva e Queiroz (2002).

Para determinação do nitrogênio-não-protéico (NNP) será usada metodologia


descrita por Sniffen et al. (1992), usando ácido tricloracético a 10%.

Para o processo de (FDN) utilizamos detergente neutro para a determinação


de constituintes das paredes celulares, e um processo rápido para a determinação
da fibra total em alimentos. Fraciona a matéria seca dos alimentos bastante próximo
do ponto em que se separa os constituintes nutricionais solúveis e disponíveis
daqueles incompletamente disponíveis ou dependentes de fermentação microbiana.
Esse método não é adequado para alimentos que possuam altos teores de proteínas
e baixa fibra. A fibra em detergente neutro (FDN) é constituída por celulose,
hemicelulose e lignina. (GEORING,1970)

Para o processo de determinação de Nitrogênio total (N) há duas


metodologias empregada na determinação do nitrogênio total: o Micro Kjeldahl e o
Macro Kjeldahl. Ambas possuem os mesmos princípios, porém diferenciam-se
quanto à quantidade de reagentes, de amostras e tipo de equipamentos e utensílios
utilizados. (HARRIS,1970)

No método micro Kjeldahl, o nitrogênio, proteínas e outros compostos são


transformados em sulfato de amônio por digestão do ácido sulfúrico fervente. O
ácido digerido é resfriado, diluído com agua destilada e tornado fortemente alcalino
com hidróxido de sódio. A amônia é desprendida e destilada numa solução de ácido
bórico. A amônia na solução de ácido bórico é titulada com o ácido clorídrico
padronizado. Portanto, o objetivo é isolar e quantificar o nitrogênio total (N) e estimar
o conteúdo proteico através do fator de conservação de cada alimento ou através do
fator universal (6,25). (HARRIS,1970)
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6 CRONOGRAMA

Período
Atividades
2016 2017

Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov
Levantamento
X X
bibliográfico
Montagem do
X X X
projeto
Entrega do
X
pré-projeto
Período de
X X
correção
Apresentação
X
do pré-projeto
Coleta dos
materiais para X X X X X
analizar
Análise de
X X
dados
Revisão de
X
texto
Entrega da
X
monografia
Apresentação
da X
monografia
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7 ORÇAMENTO

Recursos Materiais Quantidade Unidade Custo Custo


Unitário total

MATERIAL DE CONSUMO
Caderno de campo 1 Und 8,00 8,00
Caneta esferográfica 4 Und 1,00 4,00
Combustível 50 Litro 4,51 225,50
Lápis 04 Und 0,75 3,00
Prancheta 1 Und 10,00 10,00
Resma de papel A4 01 Und 16,00 16,00
Xerox 50 Und 0,15 7,50
Analises 6 Amostras 50,00 300,00
bromatológicas
574,00
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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