Você está na página 1de 21

19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps

BUSCA 

 Bio  Método.8Ps  Contato  Agenda

 Início O lucro em segundo lugar


O lucro em segundo lugar


 CONRADO  60 COMMENTS , ARTIGOS, INTERNET SOLIDÁRIA, PROFESSORES, REFLEXÕES, SOCIEDADE
CONTEMPORÂNEA

 

Antes de ler esse post, deixe-me adverti-lo. É um post grande, conceitual, reflexivo e não fala absolutamente nada
sobre marketing digital. Belo incentivo, não é mesmo? Mas mesmo assim, acho que deveria lê-lo. O título já diz que
vou falar algo sobre lucro, mas não como ouvimos falar normalmente.

O artigo de Michael Porter da excelente revista HBR de janeiro de 2011 começa com a seguinte frase: “o sistema
capitalista está sitiado”. Cada país do mundo entende tal afirmação de maneiras bem diferentes. Para uma China,
que descobriu o capitalismo nos últimos 30 anos, essa afirmação pode ser vista com descrença, mas em uma
Europa em crise, certamente não. A verdade é que há algo errado em nosso sistema.

Apostamos todas as nossas fichas na segregação e no individualismo. O mito do self-made man continua fazendo
muito sucesso nos países ocidentais. O viril herói que vence os perigos da selva apenas com sua força de vontade e
representa o ideal de muitos indivíduos padrão. Já em 1854, o escritor norte-americano Henry Thoureau preferiu

http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 1/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps

que “a maioria dos homens leva uma vida de um sereno desespero”. Uma frase impactante para quem está nessa
“maioria dos homens”.

Não é de hoje que há algo que não é sustentável – e não estou falando só de ecologia. O preceito do capitalismo no
seu estado mais puro é por o lucro em primeiro lugar, na frente das pessoas, ou seja, não interessa o quanto se
explore um empregado, contanto que se consiga um equilíbrio ótimo entre o seu rendimento e o seu salário, ou
melhor, o quanto rende e o quanto custa um determinado recurso humano. A melhora nas condições de trabalho
de uma equipe só é implantada se a melhora no seu rendimento for maior do que o custo para tal.

O lucro puramente financeiro não leva em conta aspectos sociais, psicológicos e ambientais que permitem que as
empresas existam e que o mercado compre. Gera um ciclo extrativista que consome mais rápido do que repõe. Não
é preciso ser um gênio para entender que esse não é um sistema que vá durar muito tempo. O homem, acostumado
com a rapidez que o mercado exige, não tem a acuidade visual para enxergar processos que gerem resultados
somente a longo prazo, sejam eles bons ou ruins. Nossa percepção de mudança é linear e tem dificuldade de
enxergar as mudanças a longo prazo.

Recomendei ler o artigo de Michael Porter (recomendo, mesmo) porque ele põe em cheque toda a ideia de lucro
que temos atualmente sob o qual nosso sistema sobrevive. Concordo com ele e também a ponho na berlinda. Será
que a busca incessante e unicamente pelo lucro financeiro é a melhor saída para nosso dia a dia?

A maioria das grandes corporações acredita que sim.

Parece, porém, que há algumas pessoas pensando diferente. Exemplos como o do bilionário suíço Stephan
Schmidheiny inspira-nos a pensar diferente. Um homem que pôs o controle acionário de suas empresas nas mãos
de uma fundação cujo objetivo é fazer o bem com o dinheiro ganho pelas empresas do grupo. Uma mudança total e
completa de paradigmas que nos faz pensar se o que a maioria dos homens, que vive em seu “sereno desespero”
para enriquecer meia dúzia de outros, pertencentes a minoria – que vive muito bem, por sinal – vale realmente a
pena.

Desenvolvi esse assunto no meu livro “Você já tem um Plano B?” em que questiono justamente o modelo atual e,
por meio de um livro gratuito, tento subvertê-lo. Mostrar que existem vias alternativas e que pode-se fazer
acontecer em uma relação de mútuo benefício, o conhecido, mas não tão praticado, ganha-ganha.

O lucro financeiro visto como o único objetivo do negócio é prejudicial a todos, inclusive ao negócio, pois nos põe
em uma perspectiva de curto prazo e isolada. Por mais que pensemos que vivemos nosso dia a dia de forma
isolada, somos um sistema aberto, ou seja dependemos viceralmente dos outros e do ambiente que nos cerca. E
com a conectividade que hoje governa, dependeremos cada vez mais. Prejudicar ao outro é prejudicar a si mesmo.

O lucro que parece erigir em uma nova economia baseada no compartilhamento e na informação é o lucro social.
Aquele que, mesmo desconhecido da maioria das pessoas e empresas, é o caminho mais certo para o financeiro,
mas a médio prazo. A ganância não nos deixa vê-lo pois é muito mais sutil do que nossos bolsos ávidos pelo
próximo lançamento de smartphone ou modelo de carro pode perceber. O lucro que constrói a sociedade como um
todo, não somente o indivíduo.

O individualismo como mola propulsora da economia parece uma fórmula fadada ao fracasso e, a cada crise, a
cada bolha, tem se mostrado um erro persistente comparado a uma droga: o prazer imediato em detrimento da
destruição irremediável a longo prazo.

http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 2/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps

Distribuir conteúdo gratuitamente, que é o que prego em cada um dos meus dias, é uma boa maneira de gerar lucro
social. Distribuir conteúdo gratuito é doação de tempo, que é algo muito mais valioso do que dinheiro. Doar
dinheiro, pode acreditar, é fácil. O lucro social tem mais a ver com o tempo das pessoas e muito menos com o
dinheiro. Tem a ver com a reputação e muito menos com o que se pode comprar. Tem a ver com a construção de
uma sociedade sustentável e muito menos com a construção de uma sociedade rica.

Costumo falar da diferença que a internet evidenciou entre o mercado social e o mercado econômico: o primeiro
baseado em reputação, o segundo baseado em dinheiro. Reputação traz dinheiro, mas o contrário não é
necessariamente verdadeiro. O lucro social atua diretamente no mercado social, do compartilhamento e da
solidariedade. O mercado econômico na busca incessante e cega pelo lucro financeiro.

Uma frase de uma música do Jorge Ben(jor) nos diz: “se o malandro soubesse como é bom ser honesto, seria
honesto só por malandragem”. Proponho fazermos o bem nem que seja por egoísmo, mas que, seja por que motivo
for, atuemos cada vez no mercado social para salvar o pouco que ainda temos do que se chama de sociedade.

 Sobre Conrado

Minha missão no mundo: "Construir um mundo melhor por meio da internet".


Autor do livro "Os 8Ps do Marketing Digital" e entusiasta da internet como fenômeno social.

 ARTIGO ANTERIOR
Esse é o maior prêmio…

PRÓXIMO ARTIGO
O que aprendi com o Cirque du Soleil 

http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 3/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps

d Bem-vindo ao Disqus! Descubra outras discussões incríveis


como essa. Nós somos muito mais que comentários.
Começar

Dismiss ×

61 Comentários conrado.com.br 
1 Prof. DONIZETI D…

Ordenar por Mais votados


 Recomendar ⤤ Compartilhar

Participe da discussão...

Prof. DONIZETI DE PAULA (Coach • segundos atrás

Totalmente controverso!

A princípio, o que sustenta o Capitalismo, é um Marketing Mundial Integrado,


segundo; o texto, e isso já seria obvio também, é muito reducionista e simplista (é
preciso inventarmos algo que atraia as pessoas para o maior tempo de leitura), bom,
quis dizer controverso, porque você é especialista em Marketing, ele é a mola
propulsora do Capitalismo, afinal de contas, qual é a essência do Marketing?
Vender! - Então fica o desafio, fugir desse tempo sem tempo e apresentar uma
solução que começa nas suas entranhas do ser! - O meu desafio estou cumprindo, e
de antemão, já digo que não é nada fácil.

Você fala de material gratuito, que tipo?


Os e-books que servem de iscas digitais?
Voltamos para o loop do Marketing: Vender!
http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 4/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps
p p g

A solução é outra, a morte do capitalismo é o lucro!

Oras e não ter lucro significa ter tempo, e ter tempo é ter liberdade no sentido de
sermos senhores do nosso próprio tempo... os aspectos mais profundos do
marketing é justamente, também, comprar o seu tempo, oras, o produto que está na
prateleira do supermercado, ao comercial do novo celular ou do carro tem como
objetivo implantar em você uma falta para que depois apresente algo que vai
preenche-la, em outras palavras, é um toma lá da cá, ou melhor, crio o problema e
apresento uma pseudo-solução.

Bom, para ser um pouco mais didático, e como também estou na minha face de
transformação, vou deixar aqui um link sobre o ex-presidente do Uruguai, com 80
anos de idade, o Pepe Mujica:

https://www.youtube.com/wat...

Entrevista com José - URUGUAI - #HUMAN

△ ▽ • Editar • Responder • Compartilhar ›

Jocelio Santos • 4 anos atrás


artigo muito bom em tem tudo a ver comigo, pois sempre acreditei que seremos mais
felizes a partir do momento em que visamos o bem comum ao invés do nosso bem
somente, pois a lei da natureza é justa e sabe dividir tudo em partes iguais para
todos, mas para isso precisamos passar por um estágio bem acentuado até
conseguirmos siar do nsso egocentrismo, parabens Conrado, vc sempre demais.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Marli Elisa Trannin Ferreira • 4 anos atrás


Conrado, muito bom, o ser que chamamos de humano, um passo a mais
do animal, preciso galgar uns passos a mais para uma sociedade mais
sensível. Acredito estar faltando um debate maior do ponto de vista filosófico
mesmo O lucro é alcançado dentro de um contesto mas o que
http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 5/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps
mesmo. O lucro é alcançado dentro de um contesto, mas o que
impulsiona é o ser humano individual, em grupo, no corporativismo etc.
O sistema clama por mais sensibilidade, de todos os chamados humanos que terá
como consequência um lucro social e naturalmente
o lucro.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Solange • 4 anos atrás


Gostei e acho que esse assunto merece um hangout para mais troca de informação.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

patrique S.C • 4 anos atrás


Aconselho o livro de Michael Porter: Estratégia Competitiva. Estudo Internet a mais
de 10 anos e já conheci inúmeros palestrantes dos mais simples até os mais
espetaculares. Claro que a grande maioria por materiais on-line ou por livros. Tenho
convicção no que estou relatando agora: Conrado Adolpho é o melhor. Porque?
Todos que estudam verdadeiramente Internet sabem o quanto o conteúdo é
complexo na sua totalidade. Conrado conseguiu humildemente transformar tudo que
aprendeu em conteúdo compreensível para o mercado geral. Parabéns. Sei o que
estou dizendo.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Sandra Diniz • 4 anos atrás


Muito interessante e bem colocado o seu post. Devemos pensar em gerar negócios
sustentáveis que envolvam o bem estar da sociedade. Gol de placa Conrado
Adolfo!!!
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Milton Meira • 4 anos atrás


Conrado, na sua opinião, o Japão é um país capitalista ou socialista?
Seu post fala de algo muito complexo, conceito que apesar de virar milênios
absoluto ainda é criticado, mas, por quem ele é criticado e porquê ele é criticado,
formas Socialistas de governo, que presumia-se deveriam ser na distribuição da
riqueza fracassaram apesar de durante 1 século inteiro e na verdade serviu apenas
para enriquecer e transformar sociedades organizadas em sociedades totalmente
desmontadas e destruídas, exemplo da Rússia em sua revoluçaõ Bolchevista e
todos os seus parceiros como, Cuba, Alemanha Oriental, Coréia do Norte e muitos
outros.
Eu, particularmente acredito no capitalismo e na meritocracia e como você mesmo
disse dar dinheiro é fácil, dar algo sutentável que dê ao recebedor conteúdo de
sustentanção por muito tempo é uma tarefa que exige muito de quem doa e por isso
não é um produto tão disponível.
No seu caso eu não o vejo como um doador e sim como um estrategista capitalista
que deu certo, você deu algo objetivando sucesso na sua empreitada num negócio e
com o conhecimento sobre esse mercado não resta dúvida que foi bem sucedido, o
seu sucesso foi por sua competência e isso é admirável, mas nem todos tem esforço
próprio para arrisar tanto tempo como foi o seu caso para esperar que o lucro viesse.
O capitalismo vive de lucro e não dá pra querer que uma empresa sobreviva doando
o seu lucro ou dividindo sem que haja critério de meritocracia. NO japão é assim nas
empresas há uma pontuação para cada funcionário e recebe maior participação nos
http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 6/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps
empresas, há uma pontuação para cada funcionário e recebe maior participação nos
lucros àquele que foi mais ativo durante todo o período verificado (semestral), há
pessoas que não recebem nada e seria injusto se recebesse em detrimento daquele
que ajudou mais a empresa.
Eu penso exatamente como o empresário suíço, Bill Gates também pensa assim e
muitos bilionários estão fazendo a mesma coisa, já não acreditam tanto nesse
capitalismo que está aí hoje, mas foi com esse capitalismo que eles se tornaram
bilionários.
Eu não sei se o meu comentário é coerente com seu post na íntegra, mas busco
pensar aqui que falta mais coragem e vontade das pessoas em produzir de fato,
estão todos aí querendo se tornar funcionário público e mamar nas têtas do governo
e viver na preguiça.
Eu já fui funcionário público federal e pedí exoneração por não concordar com o
sistema que sempre foi corrupto, então, se temos uma sociedade pobre é
justamente porque temos um governo absolutamente corrupto que não produz
educação, saúde, sanemanento básico entre outros.
Conrado, o capitalismo é diferente a sua maneira de ser em cada país, é assim que
eu percebo.
A razão do seu post é justamente por estar havendo uma falta de concretismo em
setores responsáveis pela formação da sociedade e muito menos do sistema
capitalista que produz e paga muitos impostos que sobrecarrega sua capacidade de
investimentos no social, enfim, é um assunto que vai longe.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Fabio • 4 anos atrás


Concordo contigo Conrado. O dinheiro sempre foi a base de sucesso e felicidade
para a sociedade, só que muitos que pensam isso, quando chegam lá, percebem
que trilharam o caminho errado. Não eram ricos por dentro, essa riqueza sim, nos
trará paz, mas enquanto a sociedade viver baseada em bens materiais a qualquer
preço, a evolução da espécie ficará mais distante de acontecer. Parabéns pelo artigo
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Guto Howe • 4 anos atrás


Conrado,

pensante, como sempre. Parabéns.

O paradigma parece meio... apocalíptico!! Porém, tenho visto - e conhecido - muitas


atitudes pontuais que quebram, estilhaçam completamente o status "somente lucro".
Pessoas literalmente na contramão do capitalismo animal, do socialismo utópico e
paternalista. No final, nossas verdadeiras motivações são as sementes dos frutos
que comeremos amanhã.

"Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as
fontes da vida".
Provérbios 4:23

Abraços
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Bruno • 4 anos atrás


http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 7/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps

Conrado,

Eu sou seguidor de Jesus Cristo e, dentre tantas coisas que me faz admirá-lo,
destaco o seu enfoque no Ser Humano. Houve muitas atitudes que mostraram isto,
mas eu quero destacar uma que se enquadra bem com o seu post:

Ele nunca aprovou estruturas políticas, econômicas, sociais ou mesmo religiosas


que desfocassem o ser humano.

Eu realmente acredito que estamos às portas de uma nova era política-economica-


social, mas tenho dúvidas se apenas a boa vontade humana será suficiente para
combater e vencer os "poucos" que detêm o poder, o individualismo e egoísmo
humano.

Obrigado,
Bruno.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Denis • 4 anos atrás


Essa é uma das propostas na qual tenho trabalhado, em envolver pessoas que
queiram trabalhar um conteúdo social que é a proposta do meu site abrir um leque
de conhecimentos. Lucro social será consequencia de uma boa reputação como
bem colocado, gostei do texto me abriu muito a mente, valeu!
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Fernando Bueno • 4 anos atrás


Muito interessante. Depois que entendi que dar conteúdo e que este conteúdo é o
que vai gerar lucro lá na frente ( e é apenas consequência do bom trabalho ), minha
mente foi "tomada" por uma outra linha de raciocínio. Por mais experiência ou
vivência que temos, algumas coisas são uma caixa preta. E o Conrado sabe
compartilhar com certeza.

Abs.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Jefferson Guillen • 4 anos atrás


Temos vivido em um mundo onde as pessoas quase não tem tempo nem para elas
mesmas quanto mais para o próximo. Gerar valor gratuito, agregando assim valores
morais. Não vejo apenas como o simples gerar valor com produtos ou serviços, mas
também gerar valor em valorizar as pessoas, dar atenção devida a elas. Isso gera
também um poder social muito forte. Em uma sociedade onde corremos com o
nosso dia a dia, enfrentado trânsitos caóticos, nos moldando e nos forçando a entrar
cada vez mais em uma bolha solitária. Onde muitas pessoas passam ao nosso redor
precisando de um simples " oi " . Por isso o grande desafio para nossas vidas é;
Quando pararmos em um café para descansar um pouco nossa mente de um dia tão
turbulento nessa sociedade capitalista, seria bom ouvirmos um pouco das dores do
garçom que nos serve, e quem sabe até doarmos um pouco de nosso conhecimento
isso com certeza não só iria aumentar nosso capital social, mas também nos faria
sentir mais humanos.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›
http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 8/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps

Waldomiro • 4 anos atrás


asiáticos que trabalham 12 horas por dia em troca de um prato de arroz...nivelamos
por baixo...
Sentimos isto na carne, a industria têxtil brasileira foi quase destruída pela
competição asiática. Até o nosso aço é mais caro que o feito na China, onde eles
importam o nosso minério de ferro!
O futuro é sombrio pois o Estado Social está sendo suplantado pela sociedade
"Grande Irmão", o "Capitalismo de Estado Comunista" da China...Para competir com
eles, os custos devem ser comprimidos e para tal o povo tem de ser escravizado, o
que só é possível em um regime totalitário...o primeiro mundo sai desta equação
pois investe em TECNOLOGIA, eis o diferencial deles. Nós...Venezuela de hoje será
o Brasil de amanhã?
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Waldomiro • 4 anos atrás


Sim, o que acontece é que o egoísmo é crescente em nossa sociedade. O mundo já
buscou o igualitarismo, o combate à super exploração. O fracasso foi retumbante,
criou-se o comunismo, que só serviu para matar milhões e criar regimes totalitários...
Então tivemos o fenômeno da Globalização - ah, agora sim...mercados integrados, o
progresso sendo levado aos diferentes rincões...
Balela, agora competimos não mais com empresas na mesma cidade, estado ou
país, mas competimos com asiáticos
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Edna Fagá • 4 anos atrás


Adorei o post! Cheio de realidade, cheio de oportunidade de esclarecimento aqueles
que buscam entregar o melhor de si em todos os âmbitos (social e pessoal).
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Gina Carvalho • 4 anos atrás


Realmente Conrado, esta sociedade do jeito q está modelada, a tendência é em
algum momento acontecer uma guerra civil, por conta da exploração das pessoas de
forma exacerbada, só visando o lucro, sem se preocupar c/ o ser humano, seus
talentos e vocações. É possível sim, incentivar os colaboradores das empresas a
trabalhar c/ o q ela gosta, descobrindo seus talentos, deixando-as felizes. Todos
sairão ganhando.

Muita Luz Mestre e Namastê!


△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

kleto faria • 4 anos atrás


É isso aí Conrado. O nosso sistema atual está em total decadência.
O ser humano vive um momento difícil, complexo em que não consegue se entender
nem se encontrar e ainda por cima envolvido na máquina que não o permite pensar
e refletir. No meu dia a dia vejo exatamente estas questões , de uma meneira velada
a exploração, o individualismo, o egoísmo e a superficialidade. Ainda falta muito para
aprendermos a lhe dar com gente e compreender o valor que cada um possui, mas
vamos dar nossa contribuição simples, mas verdadeira para que se não o todo, pelo
menos uma parte possa mudar.
http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 9/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps
p p
Excelente artigo, abraço.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Vicente P.Melo • 4 anos atrás


Como disse Nelson Mandella, o impossível deixa de ser impossível quando é feito.
A frase acima sintetiza o seu pensamento.
Se tentamos mudar o mundo, devemos primeiro mudar a nós mesmos e esse é o
assunto.
Concordo, vamos repensar e tentar, pois quando damos, recebemos.
Parabéns pelo tema exposto, vai obrigar a pensar!
Um abraço
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Fabio Lopes da Silva • 4 anos atrás


Olá Conrado,

Também penso da mesma forma, pois afinal, o lucro só vem depois do trabalho que
fazemos. Muitas pessoas costumam enxergar o que de valor pode ter em um
produto ou serviço e isso é que vai fazer toda a diferença. A meu ver, a busca
frenética pelo lucro pode acabar em fracasso. Parabéns por trazer esse assunto à
discussão!

Grande abraço e sucesso sempre!


△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Edson • 5 anos atrás


Bom Conrado, foi você quem pediu, então deixe-me subverter a sua subversão. É
assunto complicado e há muito a se considerar. Para conservar meu hábito de ser
franco, considero que sua "tentativa de subversão" do sistema é basicamente uma
tática de Marketing. Subversão verdadeira, se me permite dizer, seria oferecer seu
curso 8Ps ao vivo gratuitamente - ou por um preço simbólico, como um quilo de
alimentos não perecíveis a serem doados a alguma entidade beneficente. E também
disponibilizar o livro do 8Ps em formato pdf, gratuitamente. OK, eu sei, você não
pode fazer isso, pois tem que pagar milhares de coisas, inclusive hospedagem de
site, e um local para seus eventos. Mas nós sabemos que oferecer conteúdo bom e
gratuito é um investimento comum aos marketers atuando na Internet, para criar
credibilidade e uma boa reputação para quem faz a oferta. Qual curso de marketing
eu compraria? O curso de R$ 1.000,00 do Zé Ruela Desconhecido, ou o curso de R$
3.000,00 do Conrado, que espalhou amostras de seu trabalho gratuitamente e me
educou a ponto de eu perceber que o retorno sobre o investimento seria muito
superior ao valor investido? Francamente, hoje não tenho condição de investir em
nenhum deles - mas aguardo a situação melhorar para investir no curso do Conrado.
Isso se o Zé Ruela não se mexer e aumentar a qualidade de sua divulgação, me
educando sobre as eventuais vantagens de seu curso...
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Leandro Guiraldeli • 5 anos atrás


Caro,

Muito nobre a sua predisposição ao ensino de melhores práticas comerciais e de


http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 10/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps
u to ob e a sua p ed spos ção ao e s o de e o es p át cas co e c a s e de
marketing, mas penso que as pessoas ainda estão muito preocupadas com a própria
sobrevivência. Há uma variável muito mais profunda, que a sociedade ainda não
percebe, que é justamente o olhar com outros olhos para o que as circunda, e
principalmente, para consigo mesmas, do que realmente faz sentido na vida, mas
isso ainda é uma dificuldade imensa. Ensinar melhores práticas, mas ainda com
base num sistema falido, é ainda atuar na sua manutenção. Mas o método ganha-
ganha é viável, exige mais introspecção e visão de conjunto, com perspectiva das
repercussões. Quem procura, acha.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Marcos T • 5 anos atrás


Desculpe-me, mas eu discordo. Sou empresário a mais de 20 anos e o lucro é a
BASE para que todo o resto seja feito. Sem lucro não há como fazer co ciclo
acontecer. É obvio que o que se "vende" (interna e externamente) tem de ter valor,
pois senão não a "coisa" não funciona.

Em minhas empresas já investíamos muito em nossos "clientes internos",


distribuímos lucro e na primeira crise que a empresa passou os funcionários que
mais havíamos investido (melhores qualificados) eram os primeiros a abandonarem
o navio, ou seja, o individualismo não é uma "qualidade" exclusiva dos empresários.

Minha experiência em todos estes anos mostra que o que retém "cliente interno" é
salário acima do mercado. Para a maior parte destes "clientes internos" não adianta
mostrar crescimento (financeiro, emocional, pessoal, cultural, etc) o que interessa é
salário acima do mercado.

Este assunto é muito complexo para ser tratado em um comentário de post, mas
somente para reflexão a outras questões entrelaçadas (como se tudo não fosse
entrelaçado) como: não há como se falar em longo prazo neste país, governo
pseudo-patriarcal para continuar governando e lesando empresários e empregados,
etc...

Obrigado pelo seu conteúdo.


△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Antonio Meirinho Rodrigues • 5 anos atrás


Muito dificel pra mim opinar sobre estes assuntos. Não tenho ainda nivel pra isso,
mas na minha opinião deveria haver uma melhor distribuição de renda. Meirinho.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Rafael • 5 anos atrás


O artigo é muito bom, com um assunto muito, digamos que, "polêmico".
Sempre me pergunto "onde está a capacidade de raciocínio dos grandes
empresários?" ainda não encontrei a resposta.
A base de lucro das empresas é muito alta. É isso que os empresários querem.
Alguns chegam cobrar 100% sobre o custo do produto.
O capitalismo já está falido há muito tempo, Desde 1929. O Combustível econômico
é gerado pelo LUCRO excessivo, as empresas querem lucro, o governo quer lucro.
Não existe pensar no cidadão ou no funcionário. A relação ganho-ganha é só teoria.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›
http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 11/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps

Eder • 5 anos atrás


Conrado,

Suas palavras deveriam ser ensinadas no primeiro ano do ensino fundamental,


tenho certeza que esses valores apresentados aqui tem muitos a ver com a
construção do caráter, no qual dificilmente muda pós adolescência.

Há um livro que li e que gosto muito, "O estilo mafioso de gerenciar", o livro mostra
exatamente as duas vertentes, comparando Maquiavel a Salomão, ele vai de
encontro ao que você disse aqui nesse texto: "Não vale ser rico, se não puder se
deitar com a consciência tranquila"

Um abraço!
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Marcelino Nascimento de Araujo • 5 anos atrás


Olá Conrado!

Gostei Muito, este seu discurso em resumo, se parece muito com as palavras de um
grande conhecido, que diz: é dando, que se recebe!

Abraço
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Rafael Libânio • 5 anos atrás


Muito bom o post Conrado. Refletir e colocar em prática esses ideais é sempre bem
vindo! Abçs
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Marcos • 5 anos atrás


Olá Conrado
Mais uma vez parabéns pelo seu artigo de pura reflexão.
Compartilho com essa idéia de "doação para um bem comum", mas é difícil conviver
com pessoas que não pensam assim, um patrão que agride o funcionário que é
produtivo, mas sempre chega atrasado cinco minutos, a esposa que critica os
ganhos do marido, que ele deveria ter o toque de midas. As vezes acredito que os
verdadeiros heremitas são os que querem o bem de todos, mas por não serem
compreendidos vivem "isolados".
Espero que ainda se levante uma geração empreendedora e com ideais de " lucro
social".
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Josue Neto • 5 anos atrás


Obrigado pela provocação, Conrado, querido.

Umas das leis mais claras e incríveis do universo: "Sintonia"

A mudança só acontecerá se ela acontecer em mim. Eu preciso ser a mudança que


quero ver no mundo. Agir hoje como o homem que quero ser no futuro. E eu preciso
e posso escolher com que ou quem sintonizar, para que isso ocorra.
http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 12/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps

Mudar é um processo e leva algum tempo para ocorrer ( aliás, A Busca de Melhoria
o Tempo e a Persistência são uma tríade evolutiva) e, amiúde, passamos muito
tempo sem notar mudança alguma ocorrer. Porém, como no fenômeno do salto
quântico (em que um elétron salta de uma orbita para outra, sem passar pelas faixas
intermediárias) "de repente", pela persistência e esforço continuado durante o tempo
necessário, nos percebemos diferentes.

Como, graças à internet, cada vez mais, fica claro que podemos escolher a
comunidade em que estamos inseridos, a despeito das limitações geográficas e
sermos influenciados-influenciadores de milhares de pessoas, podemos escolher
sintonizar com pessoas comuns, mas incríveis, com suas idéias, provocações e
idiossincrasias e, dessa forma, aos poucos, estaremos "cercados" de pessoas
especiais que nos estimulam a sermos melhores e fazermos o melhor, "turbinando"
nosso processo de desenvolvimento.

Este seu texto, Corado, bem como todos os comentários que li, agora fazem parte
de mim, de algum modo e influenciará meus pensamentos e projetos, em algum
nível.

Isto é muito especial.

Felicidade e obrigado a todos.


Abraço
Josué Neto
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Ben Oliveira • 5 anos atrás


Artigo muito bem escrito, Conrado. Gostei do seu ponto de vista. Realmente, na
busca pelo lucro, as pessoas acabam deixando de lado as outras coisas que
encontram pelo caminho, e além de explorarem a si mesmas, acabam deixando os
seus funcionários doentes, com tantas exigências.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Theophilo Azambuja • 5 anos atrás


Desculpem o erro.
Não foram 700 bilhões de dólares em ajuda ao bancos.

Segundo uma Organização, que promove o cumprimento das metas das Nações
Unidas para o combate à pobreza no mundo, os países em desenvolvimento
receberam em 49 anos o equivalente a US$ 2 trilhões em doações de países ricos.

Em apenas um ano, 2008, durante a crise dos bancos, esses e outras instituições
financeiras ameaçadas pela crise global receberam US$ 18 trilhões em ajuda
pública.

Dinheiro que se tira de trabalhadores para ajudar quem não precisa, os bancos. Os
banqueiros estavam afundados na lama até o pescoço de tanta transação errada
que fizeram. E ainda saíram com os bolsos cheios, enquanto milhares de
americanos perderam suas casas na crise.

Um filme do cineasta Michel Moore chamado: "Capitalismo - uma história de amor",


http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 13/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps

explica bem como surgiu a crise. Um monte de negociatas ilegais que enriqueceram
pilantras, envolvendo suborno e todo tipo de sujeira.

Aqui no bRazil, terra de capitalismo selvagem também não é diferente.

O Banco Itaú atingiu em 2010 o lucro recorde de R$ 13,3 bilhões, o maior da história
dos bancos brasileiros”, ainda assim demitiu 7 mil funcionários.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Theophilo Azambuja • 5 anos atrás


Adorei o texto. Estava navegando por aqui após ver uma página no Facebook
(http://www.facebook.com/gar... que possuem alguma relação com o que você
escreve, pois é uma menina que precisa de tratamento médico urgente e o plano de
saúde nega, algo que é direito da paciente, pois ela paga o plano.
O que é isso senão colocar o lucro em primeiro lugar e a (vida da) pessoa em
segundo?
Me espanta ver aqui nos contários quem diga: "Mas até lá, viva o Capitalismo, a
Liberdade e a Democracia."
Que capitalismo ? Esse que está aí ?
Não muito obrigado, esse eu não quero por que dentro desse sistema é impossível
esperar que o ser humano se comporte de modo realmente ético e decente, por que
a perseguição cega ao lucro gera a escassez, que gera violência, que gera prisões e
que gera também serviço social.
O serviço social é caro e obriga que o homem médio que trabalha, trabalhe cada vez
mais e ganhe cada vez menos para dividir com quem não precisa, os pesados
custos dos impostos que teriam destinação a distribuição das riquezas, mas que na
realidade tornam os pobres menos pobres, a classe média cada vez mais pobre e os
ricos cada vez mais ricos.
Essa é a realidade desse sistema.
Ainda bem que esse sistema, que alguns dão vivas, já começou a "fazer água" e não
demora para naufragar.
Crises como a dos EUA em 2007 / 2008, quando o governo Bush, injetou mais de
700 bilhões de dólares nos bancos quebrados do país, devido a crise, ajuda essa
que superou mais de 50 anos de ajuda aos países miseráveis da África.
Quando a União Européia reuniu esforços em conjunto para estatizar ou manter o
crédito bancário entre os bancos europeus, deixando o mercado de investimento
instável até 2010, e agora na atualidade atravessa uma gravíssima crise, são
sintomas de que o "barco" está indo rápido para o fundo.
E já não era sem tempo.
Esse capitalismo selvagem que está aí ?
Não, muito obrigado.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Rafael Libânio • 5 anos atrás


Muibom o post Conrado!
Tenho esse mesmo pensamento.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Axel Guedes • 5 anos atrás


Querido Conrado!
http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 14/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps

A coisa mais rara de se ver é alguém conseguir ser, de fato, aquilo que almeja.
Parece que os desejos, por serem tão poderosos, sufocam os princípios e, estes,
rendem-se àqueles... Adorei ler essa frase:

"Aquele [o lucro social] que, mesmo desconhecido da maioria das pessoas e


empresas, é o caminho mais certo para o financeiro, mas a médio prazo. A ganância
não nos deixa vê-lo pois é muito mais sutil do que nossos bolsos ávidos pelo
próximo lançamento de smartphone ou modelo de carro pode perceber. "

Não conheço sua vida pessoal, mas, porque seu trabalho (que acompanho já faz
tempo) tem coerência com tudo que li neste post, reafirmo: SOU SEU FÃ!
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Sandro César Borges • 5 anos atrás


Conrado, ótimo artigo. Sempre fui um ser humano, preocupado com as
consequências dos meus atos na vida das pessoas. Sempre busquei ganhar sem
querer que outro perca. E acho que esse deve ser o jogo da vida, não aquela
máxima da bolsa: muitos perdem para poucos ganharem, mas vivermos o ganha a
ganha, como você falou.
Sou professor, consultor tributário, empresário e pai de família e me preocupa para
onde o capitalismo caminha.

Tenho filhos, primos, sobrinhos e quero realmente deixar plantado na cabecinha


deles, que eles dever fazer DIFERENTE do que estamos fazendo. Quero orientar e
ajudar na educação de jovens que irão cuidar do próximo e da ecologia e não,
provocar sua destruição devido a um consumo desenfreado e inconsequente.

Parabéns pelo artigo ele é muito pertinente.


△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Vanilson R. Nunes • 5 anos atrás


Pensamento contundente, atual e ao mesmo tempo com um certo teor de nostalgia
dos pensamentos socialistas do amanhecer das sociedades socialistas. Que o
capitalismo está fadado às cinzas, isto não resta dúvidas. Cabe a nós, rever nossos
preceitos e valores sociais e econômicos e trabalhar para a construção de uma
sociedade interdependente que é uma sociedade muitos mais madura e adulta do
que uma sociedade dependente ou independente. No início dos famosos "gritos de
independência" teria sido muito mais adulto gritar "interdependência ou morte!" A
bancarrota dos mercados econômicos de países com moedas ditas fortes se dá
porque estes países são muito "independentes" e a globalização tem exigido cada
vez mais culturas interdependentes. O reconhecimento da necessidade do outro
para o crescimento, seja ele econômico ou não, é um sinal de maturidade pois,
como dizia Thomas Merton, "no man is an island" (nenhum homem é uma ilha)
assim como nehuma cultura, nenhum país, nenhuma empresa é uma ilha. Por isto
acredito que este artigo do Conrado vem realmente de encontro a que a sociedade
se abre para uma reflexão mais séria e madura, pois o capitalismo por si só é um
tanto quanto infantil, pois somente as crianças muito novas querem o lucro a todo
custo.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›
http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 15/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps

celia buarque • 5 anos atrás


Pactuo do mesmo pensamento que você e até pensei: por que não escrevi isso?
Assim com tanta propriedade? A visão de curto prazo e o lucro acima de tudo é uma
praga em todas as empresas (com raras e bem vindas exceções).
Quando passarmos a ter um olhar mais espiritualizado de como tratar o ser humano
e o quanto as empresas dependem deles (de nós) para alcançarem sucesso
permanente passaremos a viver de forma que todos nós ganharemos. Inclusive elas
(as empresas) que querem tanto lucro.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Wander Sena • 5 anos atrás


Conrado importante colocar esta perspectiva do Lucro não mais no primeiro plano -
o que é fundamentado por vários autores que abordam o Capitalismo e outros
sistemas.
A RSE - Responsabilidade Social Empresarial que tem no Brasil o Instituo Ethos
como grande propagador, nasceu no ventre das empresas que contam com
EmpreVisionários.
RSE por pressão de stakeholders, por estar na moda, como marketing ou como
utopia.... muitas podem ser as leituras e práticas.
Eu percebo o fenômeno como sendo dialético: Tese (capitalista), Antítese (socialista)
e a Síntese: um sistema TransFormado.
Os princípios (objeto de estudos da Filosofia) como a Ética estão redirecionando, por
exemplo, a Moral Capitalista.
Tenho uma fórmula que criei durante meus estudos e aulas sobre a RSE que
represento assim:
VI/VM*V$ onde:
VI -> corresponde aos Valores Ideais em termos Absolutos;
VM-> corresponde aos Valores Morais e, portanto, Relativos;
V$ -> corresponde aos Valores Materiais que são necessários.
Precisamos do Ideal para orientar a construção do Real que necessáriamente tem
relação com o Material por uma questão de sobrevivência, com qualidade de vida.
A Tese (o Ideal) na sua relação com a Antítese (o Real) é dialético e, no tempo;
lapida o Capitalismo e eliminando sistemas que possam submergir a sociedade nas
Utopias.

A história é um processo Dialético!


△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Giorgio • 5 anos atrás


Não é o capitalismo que não presta. Você mesmo deu a dica no meio do texto: "A
ganância não nos deixa vê-lo pois é muito mais sutil do que nossos bolsos ávidos
pelo próximo lançamento de smartphone ou modelo de carro pode perceber".

Fora isso, concordo que precisamos colocar as pessoas, e não o lucro, em primeiro
lugar!
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

JULIANA LAUTON • 5 anos atrás


Olá Conrado! Acho os seus argumentos de uma perspectiva progressista, tendo em
i t t l t
http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ f ã fi i l ã i t íd 16/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps
vista que atualmente na formação profissional as pessoas são instruídas a uma nova
visão sistêmica, as organizações passaram a ser consideradas como organismos e
os empregados como colaboradores, essa concepção transforma o eu em nós.
Acabei de me formar em administração, e no processo de formação compreendi
claramente a função de um líder no que tange os aspectos materiais, patrimoniais e
humanos, que a interação desses aspectos também assimilados como valores, são
o que forma as organizações modernas.
Conheci seu trabalho quando estava fazendo minha monografia, desde então
sempre o acompanho. Parabéns e sucesso sempre.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Eric Moraes • 5 anos atrás


Se encararmos o lucro de forma mais ampla, percebendo-o como um proveito muito
além do financeiro, aí sim fará sentido colocá-lo em primeiro lugar. Do contrário, só
me resta concordar com o título do post. Parabéns pelo texto.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Nic Furlan • 5 anos atrás


Conrado, este é o seu diferencial como profissional, tem o perfil de educador, o que
sempre busquei em minha trajetória profissional. Sou Professor, Consultor,
Administrador, com MBA em Marketing, mas fiz meu mestrado na área da Educação,
e este encaminhamento diferenciado de formação me abriu muito os olhos para
compreendermos o mundo em que vivemos e o nosso verdadeiro papel social, seja
como empresário ou profissional em qualquer área de atuação.

Meu mestrado concluí em 2010, mas nesta época escrevi um artigo que trazia esta
temática do capitalismo - na verdade minha dissertação traz mais a respeito -
utilizando um autor que já vi você elogiar, o Manuel Castells (livro A Sociedade em
Rede), entre outros mais direcionados ao conceito de Competência como Philippe
Zarifian. Neste artigo com o título "TRABALHO E NÃO MAIS EMPREGO: A
REFLEXÃO POR UMA PERSPECTIVA EDUCACIONAL", trabalho os conceitos de
trabalho e emprego e o nosso papel como educadores. Acredito que se gosta destes
assuntos deverá lhe ser útil, ao menos interessante esta discussão. Posso lhe
mandar por e-mail se manifestar interesse.

Destaco alguns trechos deste meu artigo que acredito complementam um pouco a
id i t d t b óti d d ã
ver mais

△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Airton Costa • 5 anos atrás


Parabéns Conrado, texto maravilhoso, ideias revolucionárias, moderno e ao mesmo
tempo antigo, ideias que em seu cerne, já foram pregadas há um pouco mais de dois
mil anos. Obrigado, quando mais divulgarmos e também utilizarmos esses
pensamentos no dia a dia poderemos virar o jogo de um mundo em decadência para
um planeta em evolução. Grande abraço.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

justino batista • 5 anos atrás


Òla conrado suas ideias são fatos ,estou comesando a pegar o negocio,suas obras
http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 17/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps
Ò a co ado suas de as são atos ,estou co esa do a pega o egoc o,suas ob as
são muitas ricas "parabens.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Anselmo • 5 anos atrás


Ok, Conrado. Tambem acho o capitalismo repleto de falhas e injustiças, mas, do alto
dos meus 57 anos ainda não vi um modelo melhor. É o mesmo dilema da Nossa
Democracia e da Nossa liberdade - cheias de defeitos, abusos e distorsões - mas,
tambem não vi outro sistema de governo melhor que a Democracia, tão pouco outra
maneira de viver que não seja a de total liberdade das pessoas. No entanto, entendo
que devemos continuar o debate e batalhando, por quem sabe um dia,
encontrarmos novos sistemas que substituam estes com vantagens. Mas até lá, viva
o Capitalismo, a Liberdade e a Democracia.
Grande Abraço.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

og oliveira e souza • 5 anos atrás


Realmente o lucro sem a visão do social, perde-se como algo sem maiores efeitos
para sociedade. Gostei do artigo e das reflexões nele
apresentadas.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Josemar Almeida • 5 anos atrás


O lucro financeiro visto como o único objetivo do negócio é prejudicial a todos com
certeza. Tanto isto tem sido percebido pelas empresas que cada vez mais
percebemos a preocupação com aspectos sociais internos e externos, que muitas
vezes são ações de longo prazo.
A doação de tempo traz consigo a dedicação a um ideal, algo que possue em sua
essência um motivo maior de existir, do que o meramente financeiro.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Ronaldo Faria Storck Eler • 5 anos atrás


Minha esposa tem um sonho de criar em nossa pequena cidade, uma escolinha
infantil, que atenda apenas a quem não tenha como sustentar a educação dos filhos,
seja com mensalidades, seja com material escolar... um dos motivos que me move
desde que abri a minha empresa em 2009 (mas só agora estou colocando-a pra
funcionar) é conseguir realizar o desejo dela... parabéns Conrado mais uma vez pelo
excelente post, lembrando das palavras de Jesus (a quem recomendo fortemente a
leitura), "Nem só de pão viverá o homem" (LC 4,4, cf Mat 4.4)...
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Itamar Serpa Fernandes • 5 anos atrás


Dando o mesmo formado de segundo vem o lucro
Sou mais ousado e digo que vem em QUARTO!
Sim, quarto porque todos os projetos da Natureza temos sempre 4 aspectos:
1). Rumo, direção, objetivo, direção do desenvolvimento
2). Relacionamento, meio envolvido, ambiente, estrutura (mensagens)
3). Processos, trocar físicas, movimentação de coisas, transformação de ...
4). Recursos, lucro, resultados, acumulo de riquezas, sobrevive + ...
As forças que movem os homens são sobrevivência e reprodução ou melhor
http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 18/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps
As forças que movem os homens são sobrevivência e reprodução ou melhor
melhores condições de vida e perpetuação da espécie humana.
Os socialistas do século IXX confundiram luta pela sobrevivência com "lutas de
classes"!
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Edson Carlos Miranda • 5 anos atrás


Caro Conrado, a tese defendida por você e aderida por muito é bastante louvável.
Compartilho desta ideia. Será essa a base de sustentação da minha empresa.
Infelizmente, o modelo altruísta de ser e de administrar é visto com pouca
importância e, até mesmo, de forma negativa e rejeitada pela maioria esmagadora
das pessoas "normais". Procurar o lucro com o objetivo de beneficiar a todos sem
prejudicar a qualquer um destes é a forma mais sublime de desenvolver um trabalho
digno... Forte abraço e sucesso a todos os "anormais" que comungam dessa filosofia
!
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

Ary Costha • 5 anos atrás


Amigo Conrado, Saúde e Sucesso. Mais é óbvio que uma sociedade que se diz
civilizada, elegendo como seu bem maior, seu alicerce, seu pilar, sua única e
exclusiva sustentação o dinheiro, a moeda, "a força da grana" é claro que isso não
poderia, não pode, nem nunca poderá dar certo. Por um simples motivo; atropelar
valores morais, éticos, desprezar a solidariedade, esquecer a fraternidade não está
certo. não pode ser, simplesmente pelo fato desse sentimento ir de encontro a nossa
natural vocação de ser gregário, de ser humano, de ser gente.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

António Santos • 5 anos atrás


Acho que o maior desafio é termos de nos desafiar a todos para sairmos das nossas
áreas de conforto.
O mundo de hoje proporciona uma quantidade de oportunidades às pessoas como
nunca aconteceu, mas é preciso aprender a usar essas oportunidades e isso tem de
ser ensinado e não tem de ser sempre pelas vias tradicionais . Temos de aprender
coisas novas que ainda só há 10 anos atrás não tínhamos necessidade.
Mas continua a ser preciso aprender coisas tradicionais também. E todos temos uma
responsabilidade de ensinar e partilhar conhecimentos e valores para que não se
percam.
△ ▽ • Responder • Compartilhar ›

António Santos • 5 anos atrás


Saudações ao Conrado e leitores.

O capitalismo de hoje está podre, precisamente pelo egoísmo e concentração de


lucros em poucos à custa de muitos.
Isso leva a uma falta de saúde social nas sociedades que é muito grave.
Sou de Portugal e por exemplo oiço por aqui uma propaganda publicitaria dos maior
jogo oficial Europeu ( loteria ) que se chama EUROMILHÕES. A Publicidade deste
jogo diz " jogue esta semana no Euromilhões e seja mais um milionário Excêntrico"
Isto é assim porque os prémios são distribuidos de forma que o 1º prémio é quase

http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 19/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps

 Melhores Artigos

 O que é um programa de mentoria?


 Mentoria vs Consultoria vs Coaching: qual a diferença e qual o melhor para você?
 Mentoria Conrado Adolpho: o que é e como funciona?

http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 20/21
19/03/2018 O lucro em segundo lugar - Conrado Adolpho - 8Ps

  

Conrado Adolpho · 2018 © Webliv Todos os direitos reservados

 Imprensa  Contato  Termos de uso

http://www.conrado.com.br/o-lucro-em-segundo-lugar/ 21/21

Você também pode gostar