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1º Parte

Antes de Ir Para Lisboa

Índice:

- Introdução --------------------------------------------------------------------------------------4
- Toda a História Começa Pelo Principio-----------------------------------------------------5
- A Minha Vida Profissional--------------------------------------------------------------------7
- A Minha Relação Com o Dinheiro-----------------------------------------------------------12
- A Maior Decisão da Minha Vida-------------------------------------------------------------13

2ª Parte

Depois de Estar Em Lisboa

Índice:

- A Minha Vida Em Lisboa e Oeiras----------------------------------------------------------15


- O Meu Percurso Na Comunidade da Tribo-------------------------------------------------20

3ª Parte

Resposta a Quatro Possíveis Situações

Índice:

Resposta a Quatro Possíveis Situações------------------------------------------------------26


Os Meus Contactos-----------------------------------------------------------------------------27
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Introdução

Olá, bem-vindo(a)!

Sou a Ju Faria, tenho 44 anos, sou solteira e não tenho filhos.

Tenho o 12º ano na área de Humanísticas.

Sou de Caldas da Rainha e moro em Oeiras.

Como Consultora de Marketing recebo muitos pedido de informação.

Algumas já sabem o que querem, ou querem ter, mas não sabem o quê.

Por isso decidi escrever este ebook, com Resposta a Quatro Possíveis Situações
para te ajudar e orientar neste novo caminho que queres percorrer.

Começo para te contar um pouco de minha história e como cheguei a consultora de


marketing.

Este ebook, está dividido em três partes:

1º antes de ir para Lisboa!

2º despois de estar em Lisboa!

3º vou te explicar como podes criar o teu próprio negócio.

Espero te ajudar de alguma forma e não tenhas problemas em entrar em contacto comigo.

Um Abraço!

Ju Faria
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1ªParte
Antes de Ir Para Lisboa

Toda a História Começa Pelo Principio.

Chamo-me Maria de Jesus Faria, mas conhecida por Ju Faria. Nasci no dia 17 de maio de
1973, numa pequena aldeia na Freguesia de Alvorninha, a 8 quilómetros de Caldas da
Rainha.

(Imagem de Caldas da Rainha, na praça da fruta)


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A medida que fui crescendo e tomando consciência das coisas, percebi que morava numa
casa muito pobre e tinha uma família mais pobre ainda.

Tenho um irmão que nasceu 15 meses depois de mim, nunca sofremos maus tratos de
ninguém, mas tínhamos um ambiente familiar muito negativo.

Na minha casa era tudo aos gritos a maioria das vezes, tinha de gritar para fazer-me ouvir,
na maioria das vezes, ninguém me ouvia e sentia-me muito infeliz.

Na minha muito humilde casa vivia, os meus pais, o meu irmão e os meus avós: o avô
paterno e a minha avó materna que era deficiente mental, por lhe ter dado um avc, quando
era criança, que lhe paralisou uma parte do cérebro. Por isso era uma pessoa muito difícil
de se lidar e que me deixava muito nervosa, quase sempre.

São pessoas com mentalidades negativas e muito limitadas e por isso produzem sem
querer energias muito negativas, energias essas que me fizeram muito mal.

Tive uma infância sem brinquedos, a minha brincadeira favorita era subir às árvores.

Tinha o meu irmão, os meus primos, o meu vizinho e os primos dele. Tudo rapazes, para
brincar e atrapalhar! (ehehehehehe)

Na época a minha vida era dividida entre a minha casa e a casa dos meus padrinhos de
batismo, e lá tinha amigas para brincar.

Gostava muito de estar na casa dos meus padrinhos, porque o ambiente era diferente por
isso a energia também era e lá estava sozinha, sossegada no meu canto.

Na minha vida, tudo era muito negativo e muito difícil. Nada dava certo, nada corria bem.

Saí da escola primaria muito traumatizada, devido à péssima professora que tive e a perda
da minha tia, irmã da minha mãe, que eu adorava.

Era uma criança que não falava o que sentia ou o que pensava, apenas observava e
guardava tudo para mim.

Era muito refilona, bruta e antipática, porque era revoltada por não termos outras
condições, detestava e detesto a casa onde nasci.

O meu pai era agricultor e só trabalhava quando o tempo dava para trabalhar, o que
naquela época eram meses e meses sem ganhar dinheiro.

O que interessava para o meu pai era que chegasse para ele. Nunca teve responsabilidade
nenhuma em relação a nós. Era tudo a minha mãe.

Quando eramos pequenos fazia renda para vender numa loja e mais tarde viu-se obrigada
a ir trabalhar como empregada doméstica à hora.

Fui a única forma de começarmos a ter melhor comida em casa, roupa e calçado e de
pagarmos a dívida que havia na mercearia.
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A Minha Vida Profissional

A minha vida profissional começou aos 12 anos.

Na época não era obrigatório ir à escola depois da primária e como nunca disse à minha
mãe que queria continuar a estudar, porque tinha medo dos professores, não fui.

Ela fez o mesmo que lhe fizeram a ela. Colocou-me a servir, ou seja, colocou-me como
criadita interna numa casa nas Caldas, sem ganhar um tostão.

Seguiram-se mais três casas, a ganhar a miséria que a minha mãe pedia.

Não me lembro quanto tempo estive em cada casa, sei apenas que odiava aquela vida, em
que a minha mãe me enfiou.

Um dia disse: “Chega, não quero isto para mim!”

Fui para casa e tomei uma decisão, devia de ter os meus 14 anos.

Decidi que ia sair daquela casa, quando fosse maior de idade e do ambiente muito
negativo em que vivia, e fui dizer aos meus pais.

Não me lembro o que a minha mãe disse, mas o que disse o meu pai, recordo bem:
- Se saíres não voltas a entrar!

Sempre fui muito obstinada e a minha decisão estava tomada, queria ter a minha casa a
minha vida, a minha independência.

Desde esse dia que tem sido o meu foco e percebi que, para isso precisava de dinheiro e
para ter dinheiro tinha de arranjar um emprego.

É aqui que começa os meus problemas a sério. Porque ou tinha trabalho a ganhar um
ordenado mínimo, quando não era à comissão ou simplesmente não tinha trabalho.

Com a ajuda da Junta de Freguesia de Alvorninha, aos 15 anos fui trabalhar juntamente
com o meu irmão, para uma fábrica na Benedita, que fabricava os ténis Adidas.

Acho que estive lá um ano e meio, mais coisa menos coisa. Despedi-me! Detestava a
Benedita queria ir para Caldas da Rainha.

Nesta situação confesso que fiz uma grande asneira, depois arrependi-me e já não deu
para voltar atrás.

Por causa disso tive muitos anos sem conseguir trabalho. Por ter dificuldade em conseguir
trabalho decidi ir estudar de noite, que era um dos meus sonhos, com esforço e alguns
anos depois consegui tirar o 12º ano.
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Passei fome, Por não ter dinheiro para comer nos intervalos das aulas, não trazia comida,
porque não tinha nada em casa de jeito, que pudesse trazer.

Houve muitas vezes, em que ia para a escola de autocarro, mas não sabia como voltar
para casa.

Podia ter de dormir na rua, mas nunca deixei de ir à escola, por causa disso. Felizmente
nunca aconteceu, porque tinha uma colega que me deixava dormir na sua casa, quando
não conseguia boleia.

Um dia consegui ir trabalhar como ajudante de cabeleireira, num salão mesmo ao pé da


escola. A ganhar uns trocos em comissão.

Acabei por me aborrecer e mais tarde fui para outro cabeleiro aonde conheci uma
cabeleireira chamada São. Foi ela quem me ensinou a trabalhar como cabeleireira.

Nessa altura a minha mãe trabalhava numa casa em que a patroa tinha um quarto, com
casa de banho e cozinha, tudo à mistura, num sótão.

E assim, pela primeira vez na minha vida, realizei o sonho de ir morar sozinha.

Morei ali, se não me engano, três anos.

No cabeleiro para onde fui, pagava-me à semana, mas era muito pouco, dava para pagar
a renda e comer alguma coisa, mais nada.

Tive de procurar outro trabalho e consegui, numa frutaria no Mini-Preço, uma concessão
particular. A primeira patroa que tive ali, só esteve três meses, veio outra concessionária
que também só esteve três meses.

Ou seja, em seis meses tive duas patroas, porque infelizmente a frutaria só dava prejuízo
e lá fiquei sem trabalho.

Pouco tempo depois, fui trabalhar para uma empresa de serviços de limpeza.

Se já foste a bares e discotecas muito movimentados, imagina como fica todo o espaço
em si e principalmente as casas de banho…

Nunca tinha ido a uma por opção minha, agora imagina o choque quando entro nas casas
de banho pela primeira vez. Nem vale a pena comentar para não ficares maldisposto (a).

O pior de tudo é que não tinha luvas! (ahahahahaha)

Entretanto foi para uma casa particular, e comecei a tirar a carta de condução. Se há coisa
que eu detesto é trabalhar como doméstica, por isso estive lá pouco tempo.

Através de uma amiga consegui emprego numa loja em Óbidos, dentro das muralhas, ia
e vinha de autocarro.
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Trabalhar na loja era muito fixe, mas no verão. Quando chegou o inverno não havia
turistas. Sim, porque na época anda não existia em Óbidos o que existe hoje, infelizmente.

Por isso, fui dispensada da loja por falta de clientes!

Continuei a trabalhar em Óbidos, mas desta vez num café. O meu almoço era pão com
manteiga e sopa, até eu descobrir que a sopa tinha lagartas.

(Porque a senhora que fazia a sopa era diabética e por isso via muito mal)

Deixei de comer sopa, só comia o pão, durante um dia inteiro de trabalho, porque se
quisesse comer outra coisa, tinha de pagar. (ahahahahah)

Finalmente, consegui a carta de condução. Fiquei radiante, por muitos anos foi um sonho,
e realizar sonhos é MARAVILHOSO.

Despedi-me do café! Quando deixei o café senti pela primeira vez um alívio enorme e
uma sensação de liberdade incrível.

Como já tinha a carta de condução, pensei e bem que seria mais fácil encontrar o que
tanto desejava á muito tempo, que era trabalhar num escritório.

Então decidi colocar um anuncio na Gazeta das Caldas e consegui!

Contudo era fora das Caldas e para ir trabalhar tinha de ir de autocarro. Para o escritório
tinha autocarro, mas para casa era muito complicado para mim apanhar um autocarro, as
vezes estava ali duas horas à espera.

Era um pequeno e simples escritório de construção civil, aonde tinha uma pequena
carpintaria. Às vezes era um barulho infernal. (eheheheheheh)

Não havia computador, mas sim uma máquina de escrever. Por sorte tenho um curso de
dactilografia.

Como tinha a carta de condução, uma das minhas tarefas era andar com as carrinhas, e ir
buscar e levar o que fosse preciso para as obras, por exemplo: areia, brita, cimento, tijolo,
etc…etc.

Adorava o meu trabalho, foi com as carrinhas de caixa aberta que eu realmente aprendi a
conduzir. Pouco tempo depois, a carrinha mais velha, ia comigo para casa e depois ficava
comigo o fim de semana.

Era eu que ia buscar dinheiro, fazia as contas e pagava aos empregados. Ali estava a
aprender a ser uma profissional.

Já me estava a imaginar a trabalhar num escritório maior e a ganhar mais dinheiro, para
assim poder ter a minha casa.

Estava super feliz por finalmente ter encontrado o meu caminho. Estive lá apenas 8 meses.
Fui mandada embora, por ciúmes da patroa sem razão nenhuma.
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Foi a primeira vez na minha vida em que fui despedida, e ainda apor cima sem justa causa.

Confesso que chorei muito, porque adorava o que fazia!

Tive direto a receber um ano de subsidio de desemprego, entretanto saí do quarto aonde
estava e fui para outro, mas desta vez era numa casa onde não estava sozinha. A casa era
igualmente em Caldas da Rainha.

Entretanto enquanto recebia subsídio, decidi não procurar trabalho para adiantar-me na
escola. Quando chegou o verão, a pedido do Centro de Emprego, fui trabalhar para a Junta
de Freguesia da Amoreira, (fica a caminho de Peniche) para fazer as férias da funcionaria
da Junta.

Adorei! Mas foram só dois meses.

Nessa altura e com a ajuda de um amigo, comprei o meu primeiro carro. Um Ford Fiesta
vermelho, já velhinho, mas andava e depois de pintado e limpo, ficou um espetáculo.

Isso foi uma mais valia para mim naquela altura, mas trouxe-me também mais despesa.

Quando o subsidio acabou, fui tirar um curso através do centro de emprego, que durou
alguns meses, fiz o estágio e depois fiquei desempregada, porque não consegui emprego
em lado nenhum, tive de voltar para onde não queria, mais voltar: a casa dos meus pais.

Depois de algum tempo, fui trabalhar para um café numa aldeia.

Não tinha nada a ver comigo, mas lá fui “empurrando com a barriga”. Não me lembro o
tempo que estive ali. Acabei por me vir embora, aquilo não era para mim, não o trabalho
em si, mas as pessoas. As conversas, as mentalidades, a forma de estar daquela gente.

Acabei por deixar o café. Lá fui eu mais uma vez à procura de trabalho.

Algum tempo depois fui trabalhar para uma imobiliária, em Caldas da Rainha, a ganhar
à comissão. Só que, não se vendia nada e as despesas de gasolina a comida quem pagava
era a minha mãe.

Não podia ser, tinha de ter um ordenado.

Fui à procura outra vez de trabalho, fui outra vez para outra imobiliária em São Martinho
do Porto, que me parecia mais fácil, para fazer vendas e ganhar comissões.

Puro engano, era muito mais longe da minha casa e por isso era mais despesas.

Só fui porque me disseram que ia vender uns apartamentos de luxo, numa urbanização,
que foi construída mesmo dentro de São Martinho, muito perto da praia.

Quando os fui ver, para depois mostrar, percebi que de luxo nada tinham, ainda havia
alguns por acabar. Nos apartamentos do rés-do-chão, já tinham as paredes rachadas.
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Eu pensei: - Como é que isto é possível! Quem é que vai comprar apartamentos com
paredes já neste estado?!

Esquece!

No meio disto tudo, estive muitos anos desempregada, não conseguia trabalho em lado
nenhum, inscrevia-me em tudo, ia ao centro de emprego todas as semanas. Nada!

O único tipo de trabalho que me aparecia era como doméstica e a cuidar de crianças.

Esse foi sem dúvida a causa de ter estado quase sempre desempregada, para mim trabalhar
como domestica era impensável.

Contudo cheguei a um ponto de precisar de roupa e outras coisas e não tinha dinheiro.

Um dia a minha mãe chegou a casa e disse-me que a Dª Isabel, uma patroa da minha mãe,
precisava que eu fosse lá com a minha Rainbow (fui revendedora da Rainbow, mas
também não deu certo) lavar as persianas das varandas.

Eu: - Ok!

Comecei a trabalhar para ela, e depois fui para a casa da filha Marta, duas tardes por
semana. Era uma casa que estava sempre muito suja e desarrumada, as horas que me
pagavam não chegava, por isso fazia sempre uma hora a mais, sem cobrar o valor.

Um dia finalmente. Consegui um trabalho como rececionista numa clínica de adaptação


de aparelhos auditivos. Infelizmente a ganhar o ordenado mínimo, para variar.

Nessa altura já tinha o carro que tenho hoje, porque no meio disto tudo fui trabalhar para
um cabeleireiro, aonde tinha contrato e recibos, a minha mãe foi minha fiadora e consegui
o credito, só paguei a 1ª prestação, logo de seguida fui despedida, porque tinha comprado
um carro novo, porque tinha muita competência no que fazia.

E ninguém pode ter mais competência que a minha chefe, que acabou também ela por ser
despedida quando o patrão descobriu que a fulana o andava a roubar. (Eheheheheheh)

Pois é!!! Tudo na vida tem volta, mais cedo ao mais tarde.

No Centro Auditivo estive 8 meses, se não me engano. Isto porque o meu patrão era um
autêntico cromo. Todo o dinheiro que recebia da venda dos aparelhos auditivos, ele ia
gastá-lo em grandes hotéis e a fazer grandes vidas. Em vez de pagar os aparelhos ao
fornecedor.

Foi ter connosco a uma sexta feira para dizer que o Centro na segunda já não abria.

Não tive outro remédio, se não começar a trabalhar a horas, como doméstica, porque era
só o que havia.
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No meio disto tudo, pensei muitas vezes em ter o meu próprio negócio, só que não tinha
dinheiro nem os conhecimentos adequados e infelizmente não conhecia ninguém que
tivesse e que pudesse ajudar-me nesse sentido.

Um ano depois, de um dia para o outro chegou a solução, para o que eu queria fazer…

Como pessoa sou nervosa e ansiosa. Fui criada num ambiente muito negativo e isso fez
de mim uma pessoa muito negativa, com uma péssima atitude.

Hoje ao olhar para trás percebo os erros que cometi.

Contudo sou uma pessoa muito obstinada e nunca desisti de nada. Quando quero uma
coisa luto até conseguir. Tenho uma força interior muito grande.

Sofri muito, porque focava-me nos problemas, mas com o tempo aprendi que não é assim
que as coisas funcionam, se quero chegar a algum lado.

Percebi que tinha de me concentrar nas soluções e assim fui crescendo e aprendendo que
a vida não é fácil para ninguém.

A Minha Relação Com o Dinheiro

Infelizmente sempre vivi na escassez, nunca tinha dinheiro, ou quando tinha não dava
para realizar os meus sonhos.

Em tudo em que trabalhei, tinha muito trabalho, mas o ordenado não compensava.

Passei anos sem trabalho, passei anos e anos sem um tostão, dependente da minha mãe.

Como nunca tive nada, quando comecei a ter algum dinheiro queria tudo. Comprava
coisas para mim, mas sobretudo para o meu enxoval, para levar para a minha casa.

Ganhasse eu o dinheiro que ganhasse, nunca chegava. Passei muitas necessidades e


sobretudo anos a olhar para as montras das lojas a precisar de roupa e calçado.

Mas não podia comprar nada. Quando podia, comprava uma coisa ali outra acolá.

Um dia disse: - Chega!!!!

Para mim o dinheiro serve para fazer-me feliz.

Para comprar as coisas que preciso, que quero e para ter a qualidade de vida que mereço.

Para realizar os meus sonhos e poder ajudar a minha família.


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A Maior Decisão da Minha Vida

Um dia compreendi que se queria que a minha vida mudasse, eu tinha de mudar primeiro
e decidi sair de Caldas da Rainha, porque comecei a sentir que não havia ali nada para
mim.
Só não sabia ainda, como é que ia fazer para deixar Caldas!

Então deixei-me andar, até ao dia em que essa ideia começou mesmo a fazer parte do meu
dia a dia durante 7 anos.

Juntamente com os meus pais e o meu padrinho gostávamos muito de ir em excursões.

Íamos muitas vezes a Fátima, à feira dos frutos secos em Vendas Novas, à festa das
vindimas em Palmela, à Serra da Estrela, estive uma vez em Campo Maior, em Mirandela
e em Tomar.

Íamos também em excursões pelas praias, desde a Ericeira, até Setúbal, em que
aproveitávamos para ir a Troia.

Numa dessas excursões (ia sempre com a minha mãe, o meu pai ia com o meu padrinho)
ia a conversar com a minha mãe sobre como é que havia de fazer para sair de Caldas da
Rainha.

Como na altura trabalhava a horas como doméstica a solução seria sair das Caldas e ir
para outro sítio como doméstica, mas aonde é que ia arranjar senhoras e aonde ia dormir?

De repente a minha mãe vira-se para mim e disse:


- Filha a única solução é encontrares na Internet uma casa a trabalhares como doméstica.
É a única maneira de conseguires sair das Caldas.

Eu com a
minha Mãe.
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Olhei muito séria para a minha mãe e respondi:


- Pois é!!! Tens razão! Boa ideia é isso mesmo.

Esta conversa foi a passar entre a praia do Guicho e Cascais. Estava a pensar no assunto
quando passamos na Marginal e vi a praia de Santo Amaro e Oeiras e pensei para mim: -
“Aqui está um bom sitio para eu morar”.

O melhor é que hoje, moro mesmo em Oeiras e a praia de Santo Amaro é a “minha praia”
(ahahahahahah).

Um dia, ainda nas Caldas, fui ao banco fazer um depósito e em frente ao banco fica um
café. O dono era filho de uma patroa da minha mãe.

Ele viu-me na rua e chamou-me!

Entrei no café e ele diz-me assim:


- Olha, tenho aqui uma senhora que mora aqui por cima, é dona da Mango e precisa de
uma moça para fazer companhia à mãe porque o pai morreu e ela está sozinha, mas é para
Lisboa.

Arregalei os olhos e fiquei de boca aberta a olhar para ele, não conseguia dizer nada.

Ele continuou:
- É em Lisboa no Parque das Nações, vais morar na Torre São Gabriel mesmo ao lado do
Centro Comercial Vasco da Gama, olha que vai ser fixe.

Continuei com os olhos arregalados, fechei a boca e pus-me a pensar, “mas isto era o que
eu queria, mas vai me custar tanto é uma mudança tão grande!!! O que é que eu faço?
Tem de ser, é isto que ando a pedir e a desejar. Esta é a oportunidade que eu preciso.”

Respondi:
- Ok, está bem!

Fui-me embora para casa, ainda não ia a meio caminho quando ele liga para mim e diz-
me que a senhora estava no café e queira falar comigo.

Ia a conduzir e voltei para trás, direita para o café. Só não fui para lisboa no dia seguinte
porque não podia deixar as senhoras que eu tinha assim sem mais nem menos.

Mas ficou tudo combinado para a semana a seguir! Finalmente ia sair de Caldas da Rainha
como o “céu” queria.

Cheguei a casa e disse à minha mãe que ficou deveras surpreendida, mas feliz por mim.

Toda a gente lá em casa ficou surpreendida, mas apoiaram a minha decisão.

Fui para Lisboa e levei comigo 3 objetivos muito bem definidos:


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1. Encontrar uma nova forma de trabalhar e ganhar dinheiro para ter a minha casa e
pagar os meus estudos.
2. Conhecer pessoas e fazer novas amizades.
3. Ir para a universidade estudar Psicologia Clínica.

Cheguei a Lisboa no dia 11 de novembro de 2010, dia de São Martinho e dia de


aniversário de casamento dos meus pais.

Estava tão nervosa que quando fui ter com o meu irmão para ele me levar e depois trazer
o meu carro, torci o pé. (ahahahahahahah)

2ª Parte
Depois da Mudança

A Minha Vida Em Lisboa e Oeiras

Em casa desta senhora, apenas fiquei 6 meses, não nos demos muito bem. Porque eu
quero liberdade e ela sufocava-me, por ter pânico de estar sozinha.

Contudo comecei a conhecer pessoas e a fazer amizades, tanto que uma dessas pessoas,
conseguiu arranjar-me um novo trabalho, à mesma como doméstica, mas externa.

Despois de falar com as pessoas em questão, percebi que tinha de encontrar um quarto
para morar e tinha de trazer o meu carro para cá.

Adorei a ideia!

Nesta nova casa, as coisas não foram nada fáceis. Tinha hora para entrar, mas nunca para
sair e o meu trabalho era andar a correr o dia inteiro, porque era muito trabalho para uma
só pessoa. Buscar e levar 3 gêmeas à escola, para a natação, aulas de música, dar banho,
dar jantar, etc.

Como um dos meus objetivos era ir para a universidade, comecei à procura de uma que
desse para eu me candidatar. Infelizmente cheguei à conclusão que não tinha tempo, nem
dinheiro. Custou muito, mas acabei por aceitar que ir para a universidade não era a
solução.

Por isso, comecei a pensar num outro objetivo que tinha, que era encontrar algo novo que
pudesse fazer e que me fizesse sentir realizada profissionalmente e que ganhasse dinheiro
suficiente para poder realizar os meus sonhos.

Como tinha de levar as gêmeas e de as ir buscar à escola, é normal conhecer mães de


outras crianças e de fazer amizades.
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Foi o que aconteceu. Uma dessas mães chama-se Bia Pomar e foi-me apresentada por
uma outra amiga mãe que se chama Simone.

Apesar de conviver com as duas, foi com a Bia que comecei a fazer uma grande amizade
e um dia percebi que ela trabalhava em casa pela internet, era um sonho para mim.
Contudo não conseguia perceber qual era o trabalho exatamente.

Um dia percebi que podia confiar na Bia e desabafei com ela os meus desejos e os meus
sonhos.

Então a Bia decidiu contar-me o que fazia em casa pela internet. Depois de ouvir tudo só
disse:
- Sim é isto que eu quero!

Nesse mesmo dia ouvi uma conferencia online, para perceber como é que as coisas
funcionavam e voltei a dizer que sim à minha amiga.

Pouco tempo depois fui despedida devido a uma mal-entendido e nesse mesmo dia
inscrevi-me na empresa em que trabalhavam, na altura, uma empresa chamada 4Life
Research. Nesse mesmo dia fui a uma reunião em Lisboa e conheci o Sílvio Fortunato e
a esposa Cesarina.

E assim comecei a fazer parte do grupo Sílvio Fortunato e do sistema criado pelo Sílvio
e pelo Rui Gabriel: - o Magnet System. Comecei a ouvir as formações e as conferências,
para assim começar a aprender uma nova forma de trabalhar e ainda por cima em casa.

Comecei a conhecer pessoas muito interessantes, a fazer boas amizades, a ter apoio, a ter
ajuda e partilha de conhecimento, etc.

Nesta altura, percebi que era isto que andava à procura a minha vida toda, mesmo sem
saber bem o que procurava.

Contudo havia aqui uma situação, estava desempregada e precisava de dinheiro para
pagar as contas (toda a gente tem contas para pagar) e para investir no meu negócio a
partir de casa.

Problema atrás das costas, foco na solução. E a soluções que encontrei foi fazer
profissionalmente o oposto daquilo que eu queria, que é ser livre.

Foi assim e por este motivo que decidi ser cuidadora de idosos interna. Porque como
interna poupo dinheiro em comida e em transportes. E assim posso investir esse dinheiro
no meu negócio.

Ao fim de 5 meses consegui um trabalho como cuidadora de uma idosa em Lisboa. A


senhora tinha 97 anos, estive com ela até falecer dois anos depois.

Enquanto estive na casa desta senhora…

O Sílvio na altura decidiu fazer uma formação do Nível II e eu decidi fazer parte, assim
como outros colegas.
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Esta formação consistia em criar uma presença na Internet. Não foi fácil, porque não sabia
nada.

Ninguém nasce ensinado e tudo se aprende.

Achas que eu sabia fazer um blog pago de raiz, ou escrever artigos, ou o que era um
autorresponder, ou o que era um email marketing!! (ehehehehe)

Claro que não! Mas isso não foi desculpa para desistir. Pelo contrario adoro desafios e de
aprender. Estava e estou cada vez mais apaixonada por esta nova forma de trabalhar.

Consegui concluir a formação com êxito e assim aprendi a fazer o meu marketing pessoal.

Nesta formação aprendi uma coisa muito importante, que é: quem não se envolve, não
se desenvolve.

Todos os dias, nós tínhamos uma conferência online para explicar às pessoas novas o
nosso negócio.

Era muito tímida, tinha muita vergonha, mas lá ganhei coragem e mesmo a tremer e as
mãos a transpirar, consegui começar a dar a conferencia. Adorava fazer isso, foi uma boa
experiência.

Um dia o Sílvio apresentou-nos a Empower Network e mudou o nome do Grupo.

Fui ao primeiro evento dos Lazy, (o nome do novo grupo) na Nazaré e nesse dia subi ao
palco e contei um bocadinho da minha história e porque decidi entrar para a formação do
Nível II.

Tremia no palco como varas verdes, mas consegui falar normalmente sem gaguejar e foi
uma boa experiência.

Contudo esta mudança trouxe-me duas situações complicadas: era tudo em inglês e eu
não tinha o dinheiro necessário para investir neste novo negócio.

Tentei por todos os meios conseguir o dinheiro sem sucesso, a minha idosa começou a ir-
se aos poucos e comecei a entrar num stress muito elevado que já me estava a prejudicar
fisicamente.

Até perceber que apenas podia contar com o meu minúsculo, mas agradecido ordenado.

Entretanto, a minha idosa faleceu e eu fui cuidar de um idoso, onde o ordenado era um
bocadinho maior.

Como só podia contar com o meu ordenado, consegui com muito sacrifício pessoal e
algumas rendas por pagar, comprar os cursos, exceto um o mais caro.
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Com estes novos cursos fiquei qualificada para o que se chamava na altura o Clube das
Insónias, apesar de estar a trabalhar sozinha, nessa altura já não tinha os meus
patrocinadores, aprendi muitas coisas e fiz muita coisa.

Agora, só precisava de dinheiro, para começar a fazer publicidade. Infelizmente, começou


a acontecer coisas que me impediram de realizar esse objetivo, e ainda por cima o senhor
faleceu dois meses depois de eu ter comprado os cursos.

Logo de seguida, fui cuidar de uma senhora em Oeiras durante a noite, só para a levar ao
bacio. Mas estava lá o dia todo, porque não me compensava andar de um lado para o outro
porque na altura, já tinha mudado de quarto e era ainda mais longe.

Fui nesta situação que fiz parte pela primeira vez da Comunidade da Tribo do Rui Gabriel.

Na altura a Tribo era diferente e comecei a ter problemas com o meu pc, tive de gastar
dinheiro com ele e em outras situações, e mais uma vez não consegui dinheiro para fazer
publicidade. Por isso na altura tive de sair da Tribo.

Como é que eu vou conseguir dinheiro para começar a fazer publicidade?

Foco na solução e não no problema!

A solução que encontrei foi a maior e a mais difícil decisão da minha vida, até hoje.

Que foi deixar o quarto aonde vivia e assim perder a pouca liberdade que me restava.

Como o meu trabalho com esta senhora era apenas de dia, uma amiga da família pediu-
me para ir fazer duas horas, para cuidar da casa e dar de almoço à mãe que se chama Dona
Cristina.

Nesta casa a fazer as noites, estive apenas aqui 4 meses, fui mandada embora, com a
desculpa de que já não precisavam de mim.

Não me importei nada, não gostei de estar naquela casa.

Por isso fiquei só a fazer as duas horas na casa da Dona Cristina, ao fim de duas semanas,
fui viver e trabalhar para a casa do irmão e da cunhada da Dona Cristina.

Foi-me permitido levar as minhas coisas e coloca-las na garagem. Constou-me imenso,


mas teve mesmo de ser.

O que me deu coragem foi um objetivo, conseguir comprar o último curso da Empower
que custava 3500 dólares e depois começar a fazer publicidade com o pouco que ia
conseguindo.

Por ser família continuava a fazer as duas horas na casa da Dona Cristina e trabalhava na
casa aonde estava. Como ganhava dos dois lados conseguia pagar as minhas coisas e
consegui juntar algum dinheiro.
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Entretanto a Dona Cristina que na altura tinha 91 anos, começou a precisar de alguém a
tempo inteiro e fui dispensada. (faleceu com 94 enquanto escrevia este ebook)

Quando isso aconteceu deixei de ter margem de manobra para juntar mais dinheiro. Não
consegui arranjar o dinheiro que precisava e hoje agradeço por não ter conseguido. (Já
vais perceber porque mais à frente.)

Consoante o tempo que tinha, ia fazendo as minhas coisas na internet, ouvindo as


formações do grupo, etc.

Mas confesso que chegou a um ponto que comecei a perder a paciência, porque estavam
sempre a mudar tudo e nós tínhamos que, estar sempre a mudar as coisas constantemente.

Entretanto o Rui Gabriel deixou o grupo, que para mim não foi novidade. Sabia que isso
ia acontecer mais tarde ou mais cedo.

Cheguei a um ponto que comecei a não ouvir mais as formações, aquilo começou a não
fazer sentido para mim e afastei-me.

Por causa disso, não percebi que o grupo tinha deixado a Empower e estava infelizmente
numa empresa que pouco tempo depois fechou.

Um dia eu estava de folga e percebi que um colega, estava a anunciar no Facebook que
tinha deixado o grupo e no meu chat tinha uma mensagem dele a dizer que queria falar
comigo com urgência.

Quando cheguei a casa falei com ele no Skype, foi quando percebi o que tinha acontecido
e ele disse-me para eu ir falar com o Rui Gabriel.

E assim fiz! Falei com o Rui pelo Skype, que pediu para eu ver um vídeo e concordei
com o que estava a ser dito no vídeo.

E foi assim que comecei a fazer parte da Comunidade da Tribo do Rui Gabriel. E tudo
começou a mudar para mim.

➢ A Tribo é uma Comunidade de Marketers Digitais de Empreendedores que fazem


a diferença nas suas vidas e na vida de outras pessoas.
➢ Clica AQUI e lê o Manifesto da Tribo!

No meio disto na casa aonde estava a senhora faleceu e o filho, por não ser mais precisa
mandou-me embora, mas deu-me tempo para encontrar uma outra situação, que foi logo
no mês a seguir.

Esta foi sem dúvida a casa mais complicada aonde estive, mas também a melhor de todas.

Estou a cuidar de um senhor e da casa, também em Oeiras, uma situação mais fácil para
mim e aonde tenho mais liberdade, mais autonomia, portanto a mais fácil de todas.
Contudo, já tomei a decisão que este é o meu último idoso!
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O Meu Percurso Na Comunidade da Tribo

O meu percurso tem sido maravilhoso. Comecei no nível 0 e fui me qualificando até ao
nível III, numa primeira fase.

Entretanto o Rui Gabriel criou o SMT-Sistema de Marketing da Tribo, com ferramentas


preciosas de marketing para nos ajudar a fazer muito melhor o nosso trabalho como
empreendedores.

Entretanto criou a Universidade da Tribo onde sou um dos pioneiros!

Entretanto deixamos de trabalhar com a Empower Network e pouco tempo depois a


empresa fechou.

Por isso, ainda bem que não consegui comprar o curso mais caro de todos, por um lado,
por outro, tenho pena de não ter consigo comprar porque perdi todos os ensinamentos que
continha.

Deves de estar a pensar:

- “Puxa Ju fizeste um sacrifício tão grande e agora a empresa fecha, assim ficaste sem o
dinheiro e sem os cursos, mudaste de um grupo para outro. Que trapalhada!”

Eu respondo-te:

- Tudo isto faz parte do processo e quem quer ter sucesso. Sem se passar pelo processo,
nunca se consegue nada e vai para as redes socias dizer mal daquilo que pensam que
conhecem e que acham que sabem.

Porque…

Não Existe Sucesso Sem Processo

Já ouviste a expressão: “Não ponhas a carroça à frente dos bois”?

Pois é, só que passar pelo processo é exatamente ao contrário.

É precisamente colocar a carroça à frente dos bois, dar um passo maior que a perna! É
isso que significa passar pelo processo.

Quando cheguei à Tribo, não comecei logo a participar nos eventos, porque trazia comigo
o “chip” formatado para o “não posso ir”, porque no sítio onde tinha estado anteriormente
eu não podia ir às aulas magnas, só aos eventos de três dias, porque aproveitava para tirar
férias naquela altura.

Um dia o Rui Gabriel disse-me no Skype: - Ju! Deves de começar a ir às aulas magnas
para melhorares o teu vocabulário, o teu desenvolvimento pessoal os teus conhecimentos.

Concordei e comecei a pensar seriamente no assunto e rapidamente percebi que nesta


nova situação em que me encontro, podia ir a todas as aulas magnas.
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Assim mudei o “chip” não para o “posso ir”, mas para o “vou” a todos os eventos!

E, assim assumi um compromisso comigo própria e não consigo passar sem ir a Aula
Magna todos os meses no primeiro sábado de cada mês, salvo alguma exceção.

E este tem sido o meu PROCESSO de crescimento profissional e pessoal.

Vou te explicar qual é o PROCESSO num modo geral:

➢ Sair da zona de conforto; foi o que fiz, quando deixei a minha cidade e tenho
trabalhado no que não gosto nada de fazer aprisionando-me mais ainda. E fazer o
que por norma não faria e para onde não iria.

➢ Foco na Solução e não no problema; ter a capacidade de conseguir ultrapassar


os obstáculos que aparecem no caminho e não deixar que ninguém te desvie dele.

➢ Fazer tudo o que tem de ser feito; mesmo que seja difícil para ti.

➢ Acabar com as desculpas:

Vou te enumerar as 18 desculpas mais comuns e as afirmações que te vão


ajudar a acabar com elas:

1. Vai ser difícil; sou capaz de realizar com facilidade e desembaraço qualquer
tarefa que me proponha.
2. Vai ser arriscado; não existe nenhum risco em ter eu próprio. É a minha verdade
última e vivo-a sem receios.
3. Vai demorar muito tempo; quando se trata de cumprir o meu destino, a minha
paciência é infinita.
4. Vai dar origem a problemas familiares; prefiro ser detestado pelo que sou do
que amado pelo que não sou.
5. Eu não mereço: sou uma criação divina, um fragmento de Deus. Por
conseguinte, não posso ser indigno.
6. Não faz parte da minha natureza: a minha natureza essencial é perfeita e
irrepressível. É para essa natura que volto.
7. Não posso permitir tal coisa: estou ligado a uma fonte de abundância ilimitada.
8. Ninguém me vai ajudar: as circunstâncias adequadas e as pessoas certas já
estão aqui e revelar-se-ão no devido momento.
9. Nunca tive essa oportunidade: estou disposto a atrair tudo aquilo que desejo,
começando neste preciso instante.
10. Não sou suficiente forte: tenho acesso a uma ajuda ilimitadas. A minha força
provém da minha ligação à fonte do ser.
11. Não sou suficiente inteligente: sou uma criação do espirito divino; tudo é
perfeito e sou um génio de plano direito.
12. Sou demasiado velho/demasiado novo: sou um ser infinito. A idade do meu
corpo não tem nenhuma incidência no que faço ou no que sou.
13. As regras não me permitem: vivo a minha vida em funções das regras divinas.
14. É um objetivo demasiado alto: só penso no que posso concretizar agora. E
pensando em pequeno posso fazer grandes coisas.
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15. Não tenho energia: sinto-me apaixonado pela vida e esta paixão enche-me de
entusiasmo e energia.
16. É a minha herança familiar: vivo no momento presente e estou agradecido pelas
experiências que vivi na minha infância.
17. Estou demasiado ocupado: quando mais ordeno a minha vida, mais livre fico
para responder aos chamamentos da minha alma.
18. Tenho medo: posso realizar tudo o aquilo que me dedicar, pois sei que nunca
estou só.

Estão aqui algumas com a qual já te identificaste. Acredita isto é tudo invenção da nossa
cabeça. Eu sei já fui a rainha das desculpas. (eheheheh)

➢ Ler muitos livros de desenvolvimento pessoal: de todo o processo este é o


meu importante. Com este tipo de leitura, tudo o resto consegues fazer com mais
facilidade, porque tens a mente mais aberta.

Não importa quais são as tuas circunstâncias. Ler este tipo de livro é muito importante
para toda a gente.

As pessoas focam-se apenas no seu crescimento profissional e esquecem-se do seu


próprio desenvolvimento como pessoa e isso é errado.

Conheço pessoas com grandes cursos universitários, mas não têm desenvolvimento
pessoal nenhum. Se pudesses retirar-lhes os cursos da mente, ficam vazios, sem nada na
cabeça.

Isto faz sentido para ti?!

Deixa que te explique uma coisa importante. Para além de ler muitos livros de
desenvolvimento pessoal, também tenho de comprar cursos que me ensinem a fazer o
meu trabalho de forma correta.

O sacrifício que fiz para comprar os cursos de uma empresa que acabou de fechar, foi um
investimento para adquirir conhecimentos para hoje te poder ajudar a mudar a tua vida e
a viver da tua paixão.

Não perdi nada! Só ganhei!

Hoje! Vivo os Meus Sonhos!

Por exemplo:

- Sonhei em escrever a minha história. É o que estou a fazer neste memento.

- Sonhava que entrevistava pessoas, entra no meu canal do youtube e vê as entrevistas


que já fiz.

- Sonhava em morar junto do mar, moro a 5 minutos da praia.

- Sonhava em usar o meu nome Ju Faria para um negócio meu. Já tenho!


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Agora diz-me, VIVO OU NÃO VIVO OS MEUS SONHOS?!!! (eheheheheheeh)

Pois é. isto é apenas o começo!

Em janeiro de 20018 comecei a fazer a Certificação de Consultores da Tribo (um estágio)


e finalmente encontrei o MEU CAMINHO!

Sou Consultora de Marketing e o meu trabalho consiste em ENSINAR empreendedores


a fazerem o marketing dos seus pequenos negócios, empresas e negócios online!

Contudo, como já referi no começo deste ebook. Tenho pessoas que me procuraram para
saberem como podem criar o seu próprio negócio…

3ª Parte

Resposta a Quatro Possíveis Situações

Antes de mais precisas de saber o seguinte e isto é para todos os empreendedores que
querem ter um negócio online ou querem aprender a fazer marketing digital dos seus
negócios.

Não podes fazer nada disso se não tiveres um cartão de crédito ou de preferência um
cartão de crédito pré-pago e uma conta gratuita no paypal.

O cartão de crédito pré-pago pedes ao teu banco! Para perceberes melhor

Artigo Relacionado: Como Criar Uma Conta No Paypal e Porquê

Como não sei quais são as tuas circunstâncias vou te dar soluções de como podes criar o
teu próprio negócio.

1ª solução!

Queres ter um negócio online, físico ou os dois, mas não sabes o quê?

Então vais ter de descobrir qual é a tua paixão!

Neste caso, deves de comprar o curso “Vive da Tua Paixão”.

Descobre a TUA PAIXÃO e depois transforma-a num negócio de sucesso.

Clica na imagem ou aqui e compra o curso por apenas 97 euros, mas que vai fazer toda a
diferença. Este é o curso mais vendido na Universidade.
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Depois de estudares o curso fala comigo através do Messenger aqui! Para marcarmos uma
reunião.

2ª solução!

Se no teu caso já sabes que negócio queres ter, quer seja online, tradicional ou os dois.

Deves de aprender a trabalhar com uma das principais redes socias da atualidade que é o
facebook.

Por isso, vou te oferecer o curso que te ensina a trabalhar com o facebook. Clica aqui ou
na imagem.
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Depois de o estudares, fala comigo pelo messenger aqui! Para marcarmos uma reunião.

3ª solução!

Se não tens nenhuma paixão, se não sabes mesmo que negócio queres ter, mas gostavas
de trabalhar pela internet.

Neste caso sugiro que trabalhes com o sistema de afiliados da Universidade da Tribo.

Um sistema de afiliados é um site que neste caso tem cursos digitais que te ensina a
trabalhar na Internet e a fazer marketing. Compras os cursos e estudos e depois vendes e
ganhas comissões de 45% sobre o valor.

Para isso tens de fazer cinco coisas:

1ªSubscreves o blog PowerBlog!

2º tens de subscrever a tua afiliação de valor mensal, para poderes ser afiliado e receber
as comissões.

3º começar a comprar os cursos e estuda-los.

4º ir a todos os eventos.

5º depois de subscreveres o blog e antes de fazeres seja o que for, tens de falar comigo
pelo messenger aqui!
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4ª solução!

Se no teu caso, caso já tens um negócio, ou empresa e não sabes fazer o marketing digital.

Esse é o meu trabalho!

SEJA QUAL FOR A TUA SITUAÇÃO, FAZ TUDO O QUE TE DISSE E PODES
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Vais receber gratuitamente um ebook que te enina a 15 peças do empreendedorismo

Os Meus Contactos

O meu email: email@jufarialiberdade.com

O MEU LINK DO MESSEGER


http://m.me/jufariaconsultorademarketing

O meu Skype: jesus.faria1

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Um Grande Abraço!!!