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PODER JUDICIÁRIO

JUSTIÇA DO TRABALHO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 10ª REGIÃO
Gabinete Desembargador Mário Macedo Fernandes Caron
MS 0000105-46.2018.5.10.0000
IMPETRANTE: MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO
AUTORIDADE COATORA: EXMª SRª JUÍZA SUBSTITUTA DA 16ª VARA
DO TRABALHO DE BRASÍLIA-DF

PODER JUDICIÁRIO
JUSTIÇA DO TRABALHO
TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO 10ª REGIÃO

Gabinete Desembargador Mário Macedo Fernandes Caron

PROCESSO Nº 0000105-46.2018.5.10.0000
CLASSE: MANDADO DE SEGURANÇA (120)

IMPETRANTE: Ministério Público do Trabalho


AUTORIDADE COATORA: EXMª SRª JUÍZA SUBSTITUTA DA 16ª VARA DO TRABALHO DE BRASÍLIA-DF

DECISÃO

Trata-se de mandado de segurança impetrado por MINISTÉRIO


PUBLICO DO TRABALHO 10ª REGIAO contra ato praticado pela Exma. Juíza Substituta Martha
Franco de Azevedo, em exercício na MM. 16ª Vara do Trabalho de Brasília/DF, que nos autos da ação
cautelar preparatória nº 0000045-25.2018.5.10.0016 ajuizada em desfavor de Distrito Federal (Secretaria
de Saúde do Distrito Federal - Hospital de Base) e de Instituto Hospital de Base do Distrito Federa
(IHBDF), indeferiu pedido de tutela cautelar antecedente para, em face do IHBDF: a) promover a
suspensão do Edital nº 1- IHB/DF/2018, que prevê a contratação de empregados celetistas para exercerem
as funções de enfermeiro, médico (diversas especialidades) e técnico de enfermagem para compor o
quadro de empregados do referido instituto; b) juntar o Regulamento próprio para admissão de pessoal e
cópia da versão atual do Regimento Interno do IHBDF; e, em face do DF: a) juntar o contrato de gestão
firmado entre o GDF e o IHBDF; b) divulgar no sítio eletrônico da Secretaria de Saúde do DF a
suspensão judicial com efeito ex tunc do ao Edital nº 1- IHB/DF/2018.

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Com relação ao fummus boni iuris, alega o impetrante que o referido edital
condicionou a contratação de candidatos a requisitos discriminatórios, tais como ter o candidato aptidão
física e mental para o exercício das atribuições do cargo e, ainda, não ter sido desligado do quadro de
pessoal do IHBDF no período inferior a 6 meses. Também afirma que a remuneração proposta no certame
indica redução salarial típica de precarização, quando comparada a valores pagos pelo Distrito Federal aos
profissionais de saúde. Aduz, mais, que em relação aos candidatos portadores de deficiência foi concedido
exíguo prazo para inscrição, em nítido tratamento discriminatório.

Diz que apresentou pedido de reconsideração para informar outras


cláusulas de caráter incerto e discriminatório, além de prazo exíguo destinado à pessoa com deficiência, o
qual também foi indeferido pela autoridade dita coatora. Indica violação aos princípios da isonomia,
universalidade, impessoalidade e publicidade, caso subsista o certame pautado por exigências incertas e
discriminatórias em aberto descompasso com o direito.

Quanto ao periculum in mora, afirma que se a medida for deferida


somente ao final da ação em curso no primeiro grau, ela será ineficaz, pois o concurso público já está em
andamento, com provas realizadas no dia 25.2.2018 e com convocação dos candidatos que se declararam
como pessoas com deficiência, para realização de perícia médica.

Decido.

Na forma da previsão contida no artigo 5º, inciso LXIX, da Constituição


Federal e no art. 1º da Lei nº 12.016/2009, concede-se mandado de segurança para proteger direito líquido
e certo, não amparado por habeas corpus ou habeas data, sempre que, ilegalmente ou com abuso de poder,
qualquer pessoa física ou jurídica sofrer violação ou houver justo receio de sofrê-la por parte de
autoridade, seja de que categoria for e sejam quais forem as funções que exerça.

Trata-se de ação autônoma de rito excepcionalíssimo, cujos pressupostos


de impetração encontram-se elencados na Lei nº 12.016/2009.

Nos casos como o presente em que o ato impugnado é uma decisão


judicial, na qual a presunção de legitimidade mais se avulta, o impetrante deve demonstrar, desde logo, a
ocorrência de ilegalidade ou abuso de poder.

Assim, o julgamento do mandado de segurança, inclusive quanto ao


pedido liminar, não pode consistir em uma releitura da decisão judicial impugnada sob o ponto de vista da
melhor forma de se aplicar justiça àquele caso concreto que ainda está em trâmite no primeiro grau. Não
pode haver um rejulgamento de conveniência e oportunidade.

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Pois bem.

A decisão contra a qual se insurge o impetrante está vazada nos seguintes


termos:

DECISÃO EM TUTELA ANTECIPADA

Vistos os autos.

O Ministério Público do Trabalho - MPT postula, em sede de tutela provisória cautelar


de caráter antecedente, que este Juízo suspenda, com efeito ex-tunc, o Edital nº 1 da
IHB/DF, de 19 de janeiro de 2018, que prevê a contratação de empregados celetistas
para exercerem as funções de enfermeiro, médico e técnico de enfermagem,
suspendendo, inclusive, a continuidade das inscrições.

Ainda em sede de tutela, requer que o Instituto Hospital de Base do Distrito Federal -
IHB exiba os documentos elencados na inicial.

Alega, para tanto, que o IHB abriu processo seletivo simplificado para provimento de
vagas e formação de cadastro reserva para as funções de enfermeiro, médico e técnico
em enfermagem, porém o edital possui exigências discriminatórias injustificadas,
inconstitucionais e ilegais. Relata que as inscrições no certame encontram-se abertas.
Por tais razões, entende que os trabalhadores que porventura se inscreverem para o
certame em tela sofrerão prejuízos financeiros caso o presente processo seletivo seja
considerado nulo.

Pois bem. Para que se conceda a tutela de urgência, na forma do art. 300 do novo CPC,
é necessário que se que evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o
risco ao resultado útil do processo.

A probabilidade do direito compreende a aparência de verdade que demanda proteção


imediata.

A discussão envolvendo processo seletivo para contratação de profissionais não


prescinde de análise percuciente, a qual não se exaure apenas pelos fatos narrados na
inicial e em documentos, mas também pelo exame das informações a serem prestadas
pela parte contrária e de outros elementos aptos à averiguação da alegação do Autor.

Mormente porque, no caso, urge averiguar se estão presentes as inconstitucionalidades e


ilegalidades alegadas, o que não se encerra em uma apreciação superficial e dissociada
de princípios que norteiam os direitos do Instituto, tal como o da autonomia.

Portanto, em análise sumária dos autos, não vislumbro, no momento, a urgência alegada
na inicial, sem que ao menos se ouça a parte contrária, inclusive quanto ao pedido de
exibição de documentos.

Por ora, indefiro o pedido de tutela provisória cautelar de caráter antecedente.

Notifiquem-se os Réus, para ciência da presente decisão e, ainda, para que contestem o
pedido e indiquem as provas que pretendam produzir, nos termos do art. 306, do novo
CPC.

Fica consignado desde já que caberá ao Autor proceder na forma do art. 308, do novo
CPC, formulando a lide principal no bojo deste próprio processo, sob pena de extinção.

Nesse caso, o cadastramento da classe processual do feito deverá ocorrer como


reclamatória trabalhista, nos termos do Enunciado 15 da EJUD-10, sobre a
aplicabilidade do CPC ao Processo Trabalhista (Escola Judicial do TRT da 10ª Região).

Decorridos os prazos, façam-se os autos conclusos.

Intime-se o Autor
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Em decisão que indeferiu o pleito de reconsideração, a autoridade dita
coatora fundamentou o quanto segue:

DECISÃO EM TUTELA ANTECIPADA

Vistos os autos.

O Ministério Público do Trabalho - MPT postula reconsideração da decisão de ID.


42B54a4, que indeferiu a tutela provisória cautelar de caráter antecedente. Argumenta
que o edital para contratação de profissionais da área da saúde lançado pelo Instituto
Hospital de Base do Distrito Federal possui critérios incertos e discriminatórios, já que
possui prazos exíguos para inscrições, dentre outras alegações.

Indefiro o pleito.

Mantenho a decisão atacada por seus próprios e jurídicos fundamentos, acrescentando


outros.

Frise-se que pretender suspender concurso público por meio de tutela cautelar
implicaria interferir na atuação administrativa do órgão, situação desaconselhável em
juízo precário, como dito na decisão impugnada.

Além do mais, caso o concurso fosse suspenso, os candidatos seriam prejudicados ainda
mais, vista à proximidade da realização das provas, arcando com gastos de
cancelamento com hospedagem, por exemplo.

Por fim, as alegações apresentadas pelo MPT não são suficientes para justificar a
paralisação do certame.

Não se pode presumir que os prazos seriam insuficientes para que os interessados
efetuassem suas inscrições.

As demais questões relacionadas à carga horário e salário são complexas, merecem


análise à luz da legislação que atualmente rege as relações de emprego (Lei
13.467/2017) e inerentes ao mérito da questão principal que será objeto de demanda
futura, não cabendo análise sumária em pedido de natureza cautelar.

Finalmente, urge destacar que não se trata de terceirização ilícita, como sustenta o
parquet, mas de transformação do Hospital de Base do Distrito Federal - HBDF em
instituto de personalidade jurídica de direito privado - serviço social autônomo,
promovida por lei e cuja constitucionalidade já foi reconhecida em decisão transitada em
julgado, consoante citado em defesa.

Logo, salvo juízo diverso em decisão definitiva, tudo indica que não há que se perquirir,
por meio desta ação, a regularidade da criação do instituto em questão e da mesma
forma, não parece irregular o processo seletivo para contratação de empregados, a
princípio.

Quanto ao pedido de designação de audiência para tentativa de conciliação, apesar


deste Juízo sempre incentivar as partes ao acordo, deixo de fazê-lo dadas as
considerações acima e dada a proximidade do exame.

Dê-se vista à Reclamante sobre a defesa e documentos apresentados pela Reclamada,


para manifestação no prazo de cinco dias.

Indiquem as partes as provas que pretendem produzir, no mesmo prazo.

Decorridos os prazos, façam-se os autos conclusos para designação de audiência de


instrução, se for o caso ou para julgamento.
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Intimem-se as partes.

Primeiro, no que tange ao pleito exordial estampado à alínea "a.2" (fl. 16


do PDF), alusiva à determinação dirigida ao IHBDF para que apresente o inteiro teor do Regulamento
para admissão de pessoal a que faz menção o item 3.9. do Edital, bem como cópia do Regimento Interno
do referido litisconsorte, vejo que houve perda do objeto. Pela análise que fiz do andamento processual da
ação cautelar preparatória nº 0000045-25.2018.5.10.0016, verifiquei que já houve a juntada dos aludidos
documentos.

Relativamente à pretensão deduzida na alínea "a.1", consistente na


suspensão dos efeitos oriundos do Edital que prevê a contratação de médicos, enfermeiros e técnicos de
enfermagem sob a modalidade celetistas, fundamento o quanto segue.

O Edital referido está colacionado às fls. 798/824 do PDF.

As alegações de que há discriminação quanto à exigência de que o


candidato tenha aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo, ou de que há
precarização da condições de trabalho ante a ausência de precisão de salário e de jornada, entendo que
devem ser aferidas e discutidas caso a caso, em cenário processual em que seja possível o amplo debate e
o exercício do contraditório.

No que tange à alegação de que aos candidatos portadores de deficiência


foi concedido exíguo prazo para inscrição, observo que o item 6.2. do Edital prevê que "Será admitida a
inscrição somente via internet, no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/ihb_df_18,
solicitada no período entre 10 horas do dia 23 de janeiro de 2018 e 18 horas do dia 5 de fevereiro de
2018 (horário oficial de Brasília/DF)". (fls. 806/807 do PDF - grifo aposto).

Porém, no item 5.2.1. do Edital previu-se que "O candidato com


deficiência deverá enviar, de forma legível, no período entre 10 horas do dia 23 de janeiro de 2018 a 18
horas do dia 24 de janeiro de 2018 (horário oficial de Brasília/DF), (via upload) por meio de link
específico no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/ihb_df_18 imagem do CPF e do
laudo médico a que se refere o subitem 5.2 deste edital. Após esse período, a solicitação será indeferida,
salvo nos casos de força maior e nos que forem de interesse da Administração. " (fl. 805 do PDF - grifo
aposto).

À leitura do item 5.2.1. do Edital concluo que, a despeito de o prazo para


inscrição do concurso ter sido estabelecido de 23.1.2017 a 5.2.2018, a exigência para entrega prévia do
laudo implicou, tal como dito na exordial, que "as pessoas com deficiência interessadas na inscrição no
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certame apenas teriam dois dias para efetivar sua inscrição, o que demonstra a total falta de
razoabilidade no item exigido pelo edital. (inclusive com a apresentação, desde já, do respectivo laudo
médico)" (fl. 14 do PDF)

Resta aparente o caráter discriminatório da norma editalícia em relação aos


candidatos portadores de deficiência pois, ao tempo em que para os candidatos não portadores de
deficiência o prazo de inscrição foi fixado de 23.1.2018 a 5.2.2018, para aqueles portadores de deficiência
o prazo seria apenas de 23.1.2018 a 24.1.2018, uma vez que o Edital expressamente definiu que após essa
data a solicitação do candidato seria indeferida.

A esse respeito, vejo que o Decreto nº 3.298/1999, que regulamenta a Lei


no 7.853/1989 que dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência,
consolida as normas de proteção, e dá outras providências, dispõe em seu artigo 39, inciso IV, que os
editais de concursos públicos deverão conter: "exigência de apresentação, pelo candidato portador de
deficiência, no ato da inscrição, de laudo médico atestando a espécie e o grau ou nível da deficiência,
com expressa referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doença - CID, bem
como a provável causa da deficiência" (grifo aposto).

Como se vê pela espécie normativa que rege a matéria, em um primeiro


olhar, o IBDF não poderia ter restringido a apresentação do laudo aos dois primeiros dias do prazo para
inscrição, pois o dispositivo legal transcrito apenas exige que o laudo seja apresentando "no ato da
inscrição", não autorizando a restrição levada a efeito pelo IHBDF.

Outro ponto, vejo ainda que o item 3.9. do Edital, quando impõe como
condição para a inscrição que o candidato não tenha sido desligado do quadro de pessoal do IHBDF no
período inferior a 6 meses, sugere, igualmente, viés discriminatório. Ainda que o referido item faça
referência ao Regulamento Próprio para Admissão de Pessoal do IHBDF, noto que não há base legal ou
constitucional a justificar a exclusão desse rol de destinatários, sob pena de violação ao princípio
universal que baliza o certame público de provas e de provas e títulos.

De resto, cabe o registro de que as alegações trazidas pelo órgão do


Parquet perpassem por assuntos extremamente caros aos princípios do Direito do Trabalho, adstritos à
inconstitucionalidade da transferência da gestão ao IHBDF; à inexistência de estudo técnico para criação
do IHBDF; à terceirização da saúde pública e à inconstitucionalidade da terceirização em atividade-fim,
conforme exposto na petição inicial da ação cautelar preparatória manejada, o que enseja, no mínimo, a
suspensão do processo de seleção pública levado a efeito.

Desta feita, em juízo preliminar e precário, próprio das ações

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mandamentais, DEFIRO a liminar postulada para, em face do IHBDF: promover a suspensão do Edital
nº 1- IHB/DF/2018, que prevê a contratação de empregados celetistas para exercerem as funções de
enfermeiro, médico (diversas especialidades) e técnico de enfermagem para compor o quadro de
empregados do referido instituto; e para, em face do DF: divulgar no sítio eletrônico da Secretaria de
Saúde do DF a suspensão judicial com efeito ex tunc do ao Edital nº 1- IHB/DF/2018, conforme
postulado na petição inicial do mandamus.

Intime-se os litisconsortes passivos necessários, COM URGÊNCIA, para


o cumprimento da presente ordem, bem como para, querendo, ofertarem manifestação ao presente
mandado de segurança.

Oficie-se a autoridade eleita coatora para que forneça as informações que


entender pertinentes, no prazo de 10 dias, nos termos do art. 7º, I, da Lei nº 12.016/2009.

Com as manifestações, venham-me os autos conclusos para relatoria,


sendo desnecessária a sua remessa ao Ministério Público do Trabalho para emissão de parecer, porquanto
autor da presente medida.

Publique-se.

À Secretaria do Gabinete, para as providências cabíveis.

Brasília (DF), de de 2018.

MÁRIO MACEDO FERNANDES CARON

Desembargador Relator

Brasília-DF, 19 de Março de 2018

MARIO MACEDO FERNANDES CARON


Desembargador do Trabalho

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