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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA

Autorizada pelo Decreto Federal No 77.496 de 27/04/76


Reconhecida pela Portaria Ministerial No 874/86 de 19/12/86
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO

PLANO DE ENSINO
IDENTIFICAÇÃO

CÓDIGO DISCIPLINA PRÉ-REQUISITOS


EDU 280 DIDÁTICA
Semestre – 2018.1

CURSO DEPARTAMENTO ÁREA


Licenciatura em Pedagogia Educação Prática de Ensino

CARGA HORÁRIA PROFESSOR (A)


T
P MARINALVA LOPES RIBEIRO, Ph.D.
E
60h Ass.

EMENTA
Estudo dos fundamentos sócio-políticos e epistemológicos da Didática na formação do (a) professor (a). A
prática pedagógica: planejamento e suas relações dialéticas no trabalho docente/discente. Avaliação da
aprendizagem.

OBJETIVOS

OBJETIVOS
1. Conceituais (o que vamos conhecer)

a) Conceituar Didática, destacando o seu compromisso com a emanacipação humana, social e política;
b) Compreender o papel sociopolítico da educação, da escola e do ensino e a contribuição da Didática para
a compreensão do processo de ensino-aprendizagem;
c) Compreender a importância da pesquisa na sala de aula como instrumento para questionar, conhecer,
transformar a prática docente e comunicar os resultados dos achados;
d) Identificar os determinantes socioculturais que influenciam a prática pedagógica;
e) Compreender as modalidades de planejamento pedagógico, buscando o significado desta etapa do
trabalho docente.
f) Construir o conceito de avaliação numa perspectiva política, epistemológica, pedagógica e metodológica.

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2. Procedimentais (o que vamos aprender a fazer)

a) Elaborar planejamento de curso e planos de aula (s) respaldados em uma concepção emergente de
ensino-aprendizagem;
b) Planejar e fazer uma intervenção educativa, aplicando os conhecimentos teóricos e uma estratégia
criativa e condizente com a realidade da classe;
c)Desenvolver habilidades relativas à pesquisa na/sobre a prática docente.
d) Elaborar mapas conceituais como ferramentas para estudo e apresentação de trabalhos científicos;
e) Elaborar pôsteres e resumo expandido ou artigos científicos para comunicar os estudos realizados;
f) Desenvolver habilidades relativas à escrita de textos científicos.

3. Atitudinais (o que vamos aprender a ser)

a) Desenvolver o gosto pela docência;


b) Desenvolver atitude de reflexão sobre a profissão de professor, a identidade, os saberes, a formação
docentes e a prática pedagógica;
c) Exercitar atitudes de solidariedade, respeito e coletividade no desenvolvimento das atividades do
curso;
d) Despertar o gosto pelo ensino com pesquisa na sala de aula;
e) Despertar o gosto pela leitura.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ATIVIDADES/METODOLOGIAS Nº DE HORAS


1) Conhecimento da turma - Conversa com a turma;
Levantamento dos conhecimentos prévios dos - Dinâmica de socialização.
alunos -Organização dos grupos
Apresentação e discussão do plano de ensino. - Mapa conceitual coletivo.
Construção coletiva do contrato de trabalho. Textos:
Escrita de uma carta, pelos estudantes, 1) Mas ele(a) não tem Didática – Celso
falando sobre suas motivações pela escolha Antunes
do curso e a trajetória acadêmica
(dificuldades encontradas, como tem feito
para vencê-las, projetos futuros). 2) Leitura crítica. Eloi Barreto e Cipriano
Luckesi.
2) Didática: conceito, objeto de estudo, - Levantamento das ideias centrais do
objetivos, pressupostos, relações com a texto.
escola básica, trajetória histórica, as - Construção e discussão coletiva de mapa
tendências atuais da Didática. conceitual.
Texto: O protagonismo da Didática nos
cursos de Licenciatura. Selma Garrido.

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3) Pressupostos pedagógicos e Textos:
epistemológicos do processo de ensino- 3) Representações Sociais de estudantes de
aprendizagem. licenciatura sobre o ensino universitário.
Ribeiro. M.
4) O fazer pedagógico e as concepções de
conhecimento. Marlene Grillo e Valderez
Lima
4) A identidade do professor, elementos Leitura do texto em casa: 5) Identidade
identitários da docência e seus saberes profissional do professor. Libâneo
Cada estudante entrevista um/a
professor/a: a) O que/quem contribuiu para
a sua escolha profissional? b) Quais os
saberes que você tem necessitado para a
docência? c) Como foi e tem sido a sua
formação para a docência?
Apresentação e discussão dos resultados
de forma escrita e oral.

5) A docência. A relação entre docência e Círculo de cultura. Texto: 6) Pedagogia da


discência. Os papéis de cada um. autonomia. Paulo Freire

6) A escola como espaço sociocultural Texto 7) A escola como espaço


sociocultural - Juarez Dayrell
8) A escola conservadora: as
desigualdades frente à escola e à cultura.
Bourdieu. In: Maria Alice Nogueira.
Escritos de educação. p. 40-64.
8) Filme: Entre os muros da escola, de
Laurent Cantet, 2008.
Projeção de filme e discussão.
Visita a campo, observação e relato
escrito.
Conhecimento da realidade do ensino: a
parte física, administrativa; as relações
interpessoais; o comportamento dos
alunos, o nível de satisfação, de
aprendizagem, a sala de aula, a cultura
escolar, o trabalho do professor, etc.
Apresentar relato escrito, mostrando uma
problemática que lhe tocou.

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7) Planejamento da prática educativa: 9) Aprender conceitos, procedimentos e
concepção, modalidades, elementos do atitudes. Teresa Mauri. In: César Coll. O
projeto de ensino-aprendizagem, o plano de construtivismo na sala de aula, p. 105-122.
ação, plano bimestral, semanal e plano de 10)Roteiro de elaboração do projeto de
aula (sequência didática). ensino-aprendizagem. Celso Vasconcelos.
11) Os Parâmetros Curriculares
Nacionais(PCNs).
12) Unidade didática: uma técnica para
organização do ensino e da aprendizagem
– Damis
Trabalho em grupos, elaboração de
planejamento.
Elaboração do Plano de uma sequência
didática para superar as fragilidades da
prática observada.

8) Avaliação da aprendizagem como 13)Abordagem crítica e construtiva da


processo formativo; concepções, avaliação da aprendizagem na escola.
pressupostos, análise e elaboração de Luckesi Caps 1 e 2
instrumentos avaliativos (a prova, os diários 14) Avaliação, ensino e aprendizagem.
de bordo, os portfólios, relatórios, mapas Lea Anastasiou
conceituais e outros)
9) Aula prática 15) Estratégias de ensino. Léa
Anastasiou.- Apresentação de uma
intervenção educativa para ser aplicada no
ensino fundamental e médio.
- Análise das aulas observadas
10) A relação professor e alunos 16) A afetividade na relação educativa.
Marinalva Ribeiro
Painel Imagético
Técnica vivencial
11) Ensino com pesquisa 17) O papel mediador da pesquisa no
ensino de Didática. Marli André. In:
Alternativas no ensino de Didática, p. 19-
36.
18) LÜDKE, Menga (Coord.) O que conta
como pesquisa? São Paulo, Cortez, 2009.
P. 94-103
Leitura dos textos.
Apresentação mediante painel aberto.
A turma será dividida em duas partes.
Cada uma apresenta o resumo de um dos
textos.
Técnica vivencial.

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12) Construção coletiva de um projeto de Aula expositiva.
pesquisa; objetivos, questões de pesquisa; Trabalho em grupos para a escolha da
tipo de coleta. temática e desenvolvimento do projeto.
Leitura de resumos de artigos.
Elaboração de síntese de artigos lidos.
Técnica vivencial.
13) Coleta de dados no campo sobre a prática Uso de Entrevistas, questionários ou
docente da educação básica observação.
14) Categorização dos dados coletados Trabalho em grupos
15) Busca de referencial teórico para análise Trabalho em grupos
e interpretação das informações recolhidas.
16) Análise dos dados Trabalho em grupos
17) Construção do relatório da pesquisa em Leitura de resumos de artigos.
forma de resumo expandido. Leitura de Introdução de Artigos.
Leitura de Conclusões de Artigos.
Leitura e análise de pôsteres.
Trabalho em grupos
18) Sessão de pôster Todos os grupos apresentam seus
trabalhos.
19) Avaliação do curso, hetero e auto- Estudantes, estagiários e e professora
avaliação da aprendizagem. avaliam e se auto-avaliam.

INTERFACES (explicitação das inter-relações entre as disciplinas, que podem ser previstas
longitudinalmente no currículo)
Mantém interfaces significativas com todos os componentes curriculares que compõem o projeto do curso.

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM


A avaliação será processual. As atividades elencadas na metodologia se converterão em instrumentos
avaliativos, bem como serão observados os seguintes critérios: pontualidade na entrega dos trabalhos,
organização das atividades solicitadas de forma individual ou de grupo, frequência e assiduidade nas aulas,
envolvimento nos trabalhos de classe e extraclasse, auto e hetero-avaliação. Para registro avaliativo das três
unidades de ensino, serão realizadas as seguintes atividades:
 1ª Avaliação- Produção de um resumo expandido em grupo com base na pesquisa de campo (10)
 2ª Avaliação- Apresentação de uma sequência didática, planejamento em grupo e apresentação
individual (10)
 3ª Avaliação- Participação nas leituras, painéis, entrevistas, produção de textos individuais (10).

RECURSOS DIDÁTICOS NECESSÁRIOS


Vídeo, projetor multimídia, papel ofício, textos xerocopiados; papel metro, piloto para quadro branco,
papel ofício, DVD, livros, revistas, etc.

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BIBLIOGRAFIA

1. ANDRÉ, Marli. O papel mediador da pesquisa no ensino de Didática. In: ANDRÉ, Marli. Alternativas no ensino de
Didática. São Paulo: Papirus, 1997.
2. ANTUNES, Celso. Mas ele(a) não tem Didática. Disponível em:www.celsoantunes.com.br/mas-elea-nao-
tem-didatica/
3. BRASIL. Secretaria de Ensino Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998.
4. BECKER, Femando. Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed, 2001.
5. BOURDIEU, Pierre. Escritos de Educação. NOGUEIRA, Maria Alice e CATANI, Afrânio. Petrópolis, RJ:
Vozes, 1998.
6. CASTRO, Maria Amélia de. A trajetória histórica da Didática. Ideias, São Paulo: FDE, 1991. p.15-25.
7. COLL, César e outros. O construtivismo na sala de aula. São Paulo: Ática, 1996.
8. CRUZ, Giseli Barreto da; ANDRÉ, Marli, E. D. Ensino de didática: um estudo sobre concepções e práticas de professores
formadores. In: Educação em Revista|Belo Horizonte|v.30|n.04|p.181-203|Out.-Dez., 2014.
9. D’ÁVILA, Cristina. Decrifra-me ou te devorarei. O que pode o professor frente ao livro didático? Salvador: EDUNEB;
EDUFBA, 2008.
10. D’ÁVILA, Cristina. universidade e formação de professores: qual o peso da formação inicial sobre a construção da
identidade profissional docente? In: HETKOWSKI, Tânia e NASCIMENTO, Antonio. Memória e formação de
professores. Salvador: EDUFBA, 2007, p. 219-240.
11. DAYRELL, Juarez. Múltiplos olhares sobre educação e cultura. Belo Horizonte, UFMG: 1996.
12. FARIAS, Isabel et al. Didática e docência: aprendendo a profissão. Brasília: Liber livro 2011.
13. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
14. FREITAS, Luís Carlos de. A organização do trabalho pedagógico. Campinas: Papirus, 1995.
15. FUSARI, José Cerchi. O planejamento do trabalho pedagógico: algumas indagações e tentativas de respostas. Ideias,
São Paulo: nº 8, 1990. p. 44-53.
16. GILLO, Marlene et al. A gestão da aula universitária na PUCRS Porto Alegre: EDIPUCRS, 2008.
17. GUIMARÃES, Valter. Identidade e profissionalidade docente, saberes profissionais e praticas formativas. In:
GUIMARÃES, Valter. Formação de professores: saberes, identidade e profissão. São Paulo: Papirus, 2004.
18.HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. 2 ed. Porto Alegre: Mediação, 200l.
19.HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora: uma prática em construção da pré-escola à Universidade. 8" 00. Porto
Alegre: Educação e Realidade, 1993 .
20. HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito e desafio - uma perspectiva construtivista. 20 ed. Porto Alegre.
21. IMBERNÓN, Francisco. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. São Paulo:
Cortez, 2011.
22. LERNER, Délia. É possível ler na escola? Revista Lectura y vida, ano 17, mar, 1996.
23. LAMPERT, Ernani. O ensino com pesquisa: realidade, desafios e perspectivas na universidade brasileira. In: Linhas
Criticas: docência na educação superior. V. 14, n.26, jan.-jun., 2008.

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24. LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da escola pública: A pedagogia crítico-social dos conteúdos. São Paulo:
Loyola, 1985.
25. LIBÂNEO, José Carlos. Organização e gestão da escolar teoria e práctica. Alternative, 2004.
26. LIMA, Valderez e GRILLO, Marlene. O fazer pedagógico e as concepções de conhecimento. In: A gestão da aula
universitária na PUCRS.
27. LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da aprendizagem na escola: reelaborando conceitos e recriando a prática. Salvador:
Malabares, Comunicação e Eventos, 2003.
28. LUCKESI, Cipriano C. Filosofia da Educação. São Paulo: Cortez, 1995.
29. LUCKESI, Cipriano C. et al. Fazer universidade: uma proposta metodológica. São Paulo: Cortez, 1985.
30. LÜDKE, Menga (Coord.) O que conta como pesquisa? São Paulo, Cortez, 2009.
31. LÜDKE, Menga. A pesquisa do professor da educação básica em questão. In: Revista Brasileira de Educação.v.14, n.42,
set./dez., 2009, p. 456-468/
32. MARTINS, Jorge Santos. Projetos de pesquisa: estratégias de ensino e aprendizagem em sala de aula. Campinas, SP:
Armazém do Ipê (Autores Associados), 2005.
33. MASETTO, Marcos. Didática. A aula como centro. São Paulo: FTD, 1997.
34. MIZUKAMI, Maria da Graça N. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: EPU, 1986.
35. MORAES, Regis (Org.). Sala de aula: que espaço é esse? Campinas, SP: Papirus, 1990.
36. MORETTO, Vasco Pedro. Construtivismo: a produção do conhecimento em aula. 4 ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2003.
37. MORETTO, Vasco Pedro. Prova: um momento privilegiado de estudo ou um acerto de contas? São Paulo: DP&A, 2003.
38. MOURA, Ingrid Louback de Castro. A DIDÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES: A DESCONTRUÇÃO
DO MITO DO “LIVRO DE RECEITAS”. XVI ENDIPE - Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino - UNICAMP - Campinas – 2012.
39. OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales (Org.). Didática: ruptura, compromisso e pesquisa, Campinas, SP: Papirus, 1993.
40. PERRENOUD, Philipe. Construir competências desde a escola. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
41. PIMENTA, Selma Garrido. Formação de professores: identidade e saberes da docência. In: PIMENTA, Selma Garrido
(Org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. São Paulo: Cortez, 2008.
42. PIMENTA, Selma Garrido. O protagonismo da didática nos cursos de licenciatura: a didática como campo disciplinar.
XVI ENDIPE - Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino - UNICAMP - Campinas – 2012.
43. PIMENTA, Selma Garrido. Formação de professores - saberes da docência e identidade do professor. In: Nuances-
Vol. III- Setembro de 1997.
44. RIBEIRO, Marinalva Lopes. A afetividade na relação educativa. In: Estudos de Psicologia, São Paulo, v. 27, n. 3,
jul./set. 2010, p. 403-412.
45. RIBEIRO, Marinalva Lopes. Análise das representações sociais de afetividade na relação educativa. In: Psicologia da
educação, São Paulo, 20, 1 sem, 2005, p. 31-54.
46. RIBEIRO, Marinalva Lopes. Representações sociais de professores sobre afetividade. Estudos de Psicologia, Campinas,
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47. RIBEIRO, Marinalva Lopes. Representações sociais de estudantes de licenciatura sobre o ensino universitário. In:
Revista da FAEEBA, 2009.
48. RIBEIRO, Marinalva Lopes; CRUZ, Antonio Roberto Seixas da. O papel do professor no ensino superior:
representações sociais de estudantes de cursos de licenciatura. In: RIBEIRO, MARTINS, CRUZ (Orgs.).Docência no

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ensino superior: desafios da prática educativa. Salvador, EDUFBA, 2011.
49. RIBEIRO, Marinalva Lopes. SANTOS, Nandyara; SOUSA, Cleudinéte F. Ensino com Pesquisa: uma experiência na
formação de professores. In: SOARES et al (Orgs.) Experiência educativa na universidade: desafio para a formação de
profissionais éticos e autônomos. Série Práxis e Docência Universitária, 2016, v. 5, p. 25-61.
50. SANT’ANNA, Ilzar Martins. Por que avaliar? Como avaliar: critérios e instrumentos. Petrópolis: Vozes, 1995.
51. SAVIANI Dermeval. Escola e democracia. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1986.
52. SILVA, Janssen Felipe da HOFFMANN, Jussara e ESTEBAN, Maria Teresa (Org.) Práticas avaliativas e
aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Porto Alegre: Mediação, 2004.
53. SILVA, Tomaz Tadeu (Org.) Alienígenas na sala de aula: uma introdução aos estudos culturais em educação Petrópolis,
RJ: Vozes, 1995.
54. SOLIGO, Rosaura Angélica. Quem forma quem? – Instituição dos sujeitos. Dissertação de Mestrado. Faculdade de
Educação da UNICAMP, 2007.
55. VASCONCELOS, Celso. Planejamento, plano de ensino-aprendizagem e projeto educativo: elementos metodológicos
para elaboração e realização. São Paulo: Libertad, 1995.
56. VEIGA, Ilma Passos. Didática: o ensino e suas relações. Campinas-SP: Papirus, 1996.
57. VEIGA, Ilma Passos. Escola fundamental: currículo e ensino. Campinas-SP: Papirus, 1995. 2 ed.
58. VEIGA, Ilma Passos. Projeto Político-Pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas-SP: Papirus, 1995.
59. VEIGA, Ilma Passos. Técnicas de ensino: novos tempos, novas configurações. Campinas-SP: Papirus, 2006.
60. VEIGA, Ilma Passos. Técnicas de ensino: por que não? Campinas-SP: Papirus, 1991.
61. ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar Porto Alegre: ArtMed, 1998.

HORÁRIO DA PROFª. NO DEPARTAMENTO PARA ATENDIMENTO AOS ALUNOS (2h


semanais) Sexta-feira de 10:00 às 12:00h na sala do NEPPU.