Você está na página 1de 30

Atualidades

Profº Urani
Questão Agrária
www.grancursosonline.com.br
Prof. URANI
www.grancursosonline.com.br
Prof. URANI
www.multirio.rj.gov.br
www.grancursosonline.com.br
Prof. URANI
Imagem: histoblogsu.blogspot.com
Professor Urani
Café – História e crises

Café
Manufatura
Café
Crise – fim sec XIX
Pequena industrialização –
imigrantes
Café
Primeira Guerra 1914-1918
Café
Crise de 1929
www.flickr.comwww.flickr.com
Professor Urani
pt.slideshare.net
www.grancursosonline.com.br
Prof. URANI
pt.slideshare.net

revistaepoca.globo.com

www.canalkids.com.br
www.grancursosonline.com.br
Prof. URANI
www.fundacaobunge.org.br
professormarcianodantas.blogspot.com

Professor Urani
www.brasilescola.com
Imagem: www.geoensino.net www.brasildefato.com.br

Professor Urani
Professor Urani
Luta pela terra / Conflitos no Campo

Professor Urani
Personagens
• Posseiro
• Grileiro
• Jagunço
• Latifundiário
• Situação
– Muita terra para pouca gente www.ecodebate.com.br
– Mecanização e exclusão do camponês
– Falta de oportunidades nas cidades

Professor Urani
1960- Origem
1962 – Reforma Agraria
1694- Golpe Militar

brigadasocialistaautonoma.blogspot.com

www.grancursosonline.com.br
Prof. URANI
www.onordeste.com
www.grancursosonline.com.br
Prof. URANI
As Ligas Camponesas foram criadas pelo PCB durante o governo ditatorial de Getúlio Vargas
e nas vésperas do fim da Segunda Guerra Mundial. Elas foram estabelecidas em vários
municípios do país, entre os trabalhadores rurais de todo tipo (pequenos agricultores
familiares, parceiros, Sem-Terras, assalariados e diaristas) com dois objetivos: o primeiro era
aumentar o número de eleitores do PCB, o segundo era identificar os interesses da classe e
organizar a luta ao seu favor.
Em 1946. O Brasil alinhava-se então com os Estados Unidos e, no contexto internacional do
início da Guerra Fria, posicionava-se contra os socialistas da União Soviética. Em 1947, a
nova postura do Estado colocou o PCB na ilegalidade, abafando também as Ligas
Camponesas (
Elas só voltariam a agir em 1954. O segundo período de existência começou no engenho
Galiléia, na cidade de Vitória de Santo Antão, em Pernambuco(PE). Foi formada então
a Sociedade Agrícola e Pecuária de Plantadores de Pernambuco(SAPPP), que tinha três fins
específicos:
Auxiliar os camponeses com despesas funerárias — evitando que os falecidos fossem,
literalmente, despejados em covas de indigentes ("caixão emprestado")
Prestar assistência médica, jurídica e educacional aos camponeses
Formar uma cooperativa de crédito capaz de livrar aos poucos o camponês do domínio do
latifundiário
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ligas_camponesas
www.grancursosonline.com.br
Prof. URANI
1960- Origem
1962 – Reforma Agraria
1694- Golpe Militar

brigadasocialistaautonoma.blogspot.com

www.grancursosonline.com.br
Prof. URANI poavive.wordpress.com
www.grancursosonline.com.br
Prof. URANI pt.slideshare.net
Estatuto da terra Lei 4.504/64

 O Estatuto da Terra classifica a estrutura agrária tendo


como ponto norteador o módulo Rural – propriedade que
explorada pelo proprietário e sua família, absorvendo-
lhes toda a mão-de-obra, lhes garantam a subsistência e
também progresso social.
 Com base no conceito de módulo rural têm-se as demais
classificações:
 Latifúndio por dimensão: propriedade agrária 600 vezes
superior o módulo rural da região.
 Latifúndio por exploração: Imóvel rural inexplorado que
possua até 600 vezes o tamanho do módulo rural da
região
 Empresa rural: imóvel com até 600 vezes o módulo rural ,
mas que é explorado de forma racional
 Minifúndio – propriedade rural menor que o módulo
rural da região.
Professor Urani
www.grancursosonline.com.br
Prof. URANI
Utilizando como base o módulo rural, a Lei nº 8.629, sancionada em 1993,
definiu que a classificação dos imóveis rurais, segundo a sua dimensão,
passaria a ser realizada com base no MÓDULO FISCAL, conceito este
derivado do módulo rural. Trata-se na realidade do módulo rural médio do
município a ser classificado. Este módulo pode variar de 05 a 110 hectares
pelo país.

A partir dessa nova classificação, os imóveis rurais passaram a ser


classificados da seguinte maneira:

- Minifúndio – imóvel rural menor que o módulo fiscal estipulado para o


respectivo município.
- Pequena propriedade – imóvel rural que tem sua área entre 1 e 4 módulos
fiscais.
- Média propriedade – imóvel rural que tem sua área entre 4 e 15 módulos
fiscais.
- Grande propriedade – imóvel rural que tem sua área acima de 15
módulos fiscais.
Professor Urani
Professor Urani
A principal características do MST é a sua
organização.
Números (http://www.mst.org.br ):
Hodiernamente, o MST é atuante em 23
estados brasileiros.
Envolve mais de 1,5 milhões de pessoas,
sendo 300 mil famílias assentadas e 60 mil
que ainda vivem em acampamentos. No ano
de 2001, teve-se a quantidade de 585
acampamentos, nos quais participaram
75.730 famílias. No mesmo ano, o número de
assentamentos foi o de 1.490, sendo 108.849
famílias assentadas. Professor Urani
CF/88-Art. 5º
XXII - é garantido o direito de propriedade;
XXIII - a propriedade atenderá a sua função social;
XXIV - a lei estabelecerá o procedimento para
desapropriação por necessidade ou utilidade pública, ou
por interesse social, mediante justa e prévia indenização
em dinheiro, ressalvados os casos previstos nesta
Constituição;

Professor Urani
CF/88-Art. 184º
Compete à União desapropriar por interesse social, para fins de reforma
agrária, o imóvel rural que não esteja cumprindo sua função social,
mediante prévia e justa indenização em títulos da dívida agrária, com
cláusula de preservação do valor real, resgatáveis no prazo de até vinte
anos, a partir do segundo ano de sua emissão, e cuja utilização será
definida em lei.
§ 1º - As benfeitorias úteis e necessárias serão indenizadas em dinheiro.
Art. 243. As glebas de qualquer região do País onde forem localizadas culturas ilegais de plantas
psicotrópicas serão imediatamente expropriadas e especificamente destinadas ao assentamento
de colonos, para o cultivo de produtos alimentícios e medicamentosos, sem qualquer
indenização ao proprietário e sem prejuízo de outras sanções previstas em lei.

Parágrafo único. Todo e qualquer bem de valor econômico apreendido em


decorrência do tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins será confiscado e
reverterá em benefício de instituições e pessoal especializados no tratamento e
recuperação de viciados e no aparelhamento e custeio de atividades de fiscalização,
controle, prevenção e repressão do crime de tráfico dessas substâncias.

Professor Urani
Ec 81/2014 alterou art. 243 CF/88t Feral:
“As propriedades rurais e urbanas de qualquer região do país onde forem
localizadas culturas ilegais de plantas psicotrópicas ou exploração de trabalho
escravo na forma da lei serão expropriadas e destinadas à reforma agrária e a
programas de habitação popular, sem qualquer indenização ao proprietário e sem
prejuízo de outras sanções previstas em lei, observado, no que couber, o disposto no
Artigo 5º”.
www.grancursosonline.com.br
Prof. URANI Imagem: http://safiteba.org.br/
CP - Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940
Art. 149. Reduzir alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a
trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições
degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em
razão de dívida contraída com o empregador ou preposto: (Redação dada pela Lei
nº 10.803, de 11.12.2003)
Pena - reclusão, de dois a oito anos, e multa, além da pena correspondente à
violência. (Redação dada pela Lei nº 10.803, de 11.12.2003)
§ 1o Nas mesmas penas incorre quem: (Incluído pela Lei nº 10.803, de 11.12.2003)
I - cerceia o uso de qualquer meio de transporte por parte do trabalhador, com o
fim de retê-lo no local de trabalho; (Incluído pela Lei nº 10.803, de 11.12.2003)
II - mantém vigilância ostensiva no local de trabalho ou se apodera de documentos
ou objetos pessoais do trabalhador, com o fim de retê-lo no local de trabalho.
(Incluído pela Lei nº 10.803, de 11.12.2003)
§ 2o A pena é aumentada de metade, se o crime é cometido: (Incluído pela Lei nº
10.803, de 11.12.2003)
I - contra criança ou adolescente; (Incluído pela Lei nº 10.803, de 11.12.2003)
II - por motivo de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou origem. (Incluído pela
Lei nº 10.803, de 11.12.2003)
www.grancursosonline.com.br
Prof. URANI
LEI Nº 12.188, DE 11 DE JANEIRO DE 2010.
Vigência
Institui a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural para a
Agricultura Familiar e Reforma Agrária - PNATER e o Programa Nacional
de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na
Reforma Agrária - PRONATER, altera a Lei no 8.666, de 21 de junho de
1993, e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional
decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
CAPÍTULO I
DA POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA
E EXTENSÃO RURAL PARA A AGRICULTURA FAMILIAR E REFORMA
AGRÁRIA - PNATER
Art. 1o Fica instituída a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão
Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária - PNATER, cuja
formulação e supervisão são de competência do Ministério do
Desenvolvimento Agrário - MDA.

Professor Urani
LEI Nº 12.188, DE 11 DE JANEIRO DE 2010.
Art. 3o São princípios da Pnater:
I - desenvolvimento rural sustentável, compatível com a
utilização adequada dos recursos naturais e com a preservação
do meio ambiente;
II - gratuidade, qualidade e acessibilidade aos serviços de
assistência técnica e extensão rural;
III - adoção de metodologia participativa, com enfoque
multidisciplinar, interdisciplinar e intercultural, buscando a
construção da cidadania e a democratização da gestão da política
pública;
IV - adoção dos princípios da agricultura de base ecológica como
enfoque preferencial para o desenvolvimento de sistemas de
produção sustentáveis;
V - equidade nas relações de gênero, geração, raça e etnia; e
VI - contribuição para a segurança e soberania alimentar e
nutricional.

Professor Urani
Art. 4o São objetivos da Pnater:
I - promover o desenvolvimento rural sustentável;
II - apoiar iniciativas econômicas que promovam as potencialidades e vocações
regionais e locais;
III - aumentar a produção, a qualidade e a produtividade das atividades
e serviços agropecuários e não agropecuários, inclusive
agroextrativistas, florestais e artesanais;
IV - promover a melhoria da qualidade de vida de seus beneficiários;
V - assessorar as diversas fases das atividades econômicas, a gestão de
negócios, sua organização, a produção, inserção no mercado e
abastecimento, observando as peculiaridades das diferentes cadeias
produtivas;
VI - desenvolver ações voltadas ao uso, manejo, proteção, conservação e
recuperação dos recursos naturais, dos agroecossistemas e da biodiversidade;
VII - construir sistemas de produção sustentáveis a partir do
conhecimento científico, empírico e tradicional;
VIII - aumentar a renda do público beneficiário e agregar valor a sua produção;
IX - apoiar o associativismo e o cooperativismo, bem como a formação
de agentes de assistência técnica e extensão rural;
Professor Urani
X - promover o desenvolvimento e a apropriação de
inovações tecnológicas e organizativas adequadas ao
público beneficiário e a integração deste ao mercado
produtivo nacional;
XI - promover a integração da Ater com a pesquisa, aproximando
a produção agrícola e o meio rural do conhecimento científico; e
XII - contribuir para a expansão do aprendizado e da
qualificação profissional e diversificada, apropriada e
contextualizada à realidade do meio rural brasileiro.
Art. 5o São beneficiários da Pnater:
I - os assentados da reforma agrária, os povos indígenas, os
remanescentes de quilombos e os demais povos e comunidades
tradicionais; e
II - nos termos da Lei no 11.326, de 24 de julho de 2006, os
agricultores familiares ou empreendimentos familiares
rurais, os silvicultores, aquicultores, extrativistas e
pescadores, bem como os beneficiários de programas de
colonização e irrigação enquadrados nos limites daquela
Lei. Professor Urani