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FABRICAÇAÃ O DE PARABRISAS

Sumário
página
RESUMO EXECUTIVO............................................................................................... 5
1 INTRODUÇÃO............................................................................................................. 6
1.1 O que é Vidro............................................................................................................... 6
1.2 Matéria-Prima: A sílica............................................................................................... 12
1.3 Matéria-Prima: o Vidro Float..................................................................................... 13
2 MERCADO.................................................................................................................. 15
3 PROCESSO DE FABRICAÇÃO.................................................................................. 16
3.1 Corte............................................................................................................................ 16
3.2 Serigrafia...................................................................................................................... 17
3.3 Modelagem.................................................................................................................. 18
3.4 Camada de Plástico..................................................................................................... 18
3.5 Autoclave..................................................................................................................... 19
4 PROCESSO ESCOLHIDO.......................................................................................... 19
5 CAPACIDADE............................................................................................................. 19
6 APLICAÇÕES.............................................................................................................. 20
7 EQUIPAMENTOS........................................................................................................ 20
7.1 Corte de Para-brisa: .................................................................................................... 20
7.2 Lavagem: .................................................................................................................... 20
7.3 Serigrafia: .................................................................................................................... 20
7.4 Secagem: .................................................................................................................... 20
7.5 Forno: .......................................................................................................................... 20
7.6 Lavagem: .................................................................................................................... 21
7.7 Montagem: .................................................................................................................. 21
7.8 Autoclave: ................................................................................................................... 21
7.9 Inspeção: .................................................................................................................... 21
8 FUNDAMENTOS......................................................................................................... 21
9 LOCALIZAÇÃO............................................................................................................ 21
10 UTILIDADES................................................................................................................ 22
11 BALANÇO DE MASSA................................................................................................ 23
12 BALANÇO ENERGÉTICO........................................................................................... 23
13 BALANÇO ECÔNOMICO............................................................................................ 24
14 NORMAS REGULAMENTADORAS............................................................................
15 LEGISLAÇÃO AMBIENTAL.........................................................................................
15.1 CONAMA.....................................................................................................................
15.2 CONFEA......................................................................................................................
15.3 IBAMA..........................................................................................................................
15.4 ANVISA........................................................................................................................
16 CONCLUSÃO..............................................................................................................
17 RECOMENDAÇÕES...................................................................................................
17.1 Carta de visita SAINT-GOBAIN Sekurit.......................................................................
18 FLUXOGRAMAS.........................................................................................................
19 LAY-OUT.....................................................................................................................
20 MAPA DE LOCALIZAÇÃO...........................................................................................
21 BIBLIOGRAFIA............................................................................................................
REFERÊNCIAS...........................................................................................................

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FABRICAÇAÃ O DE PARABRISAS

RESUMO EXECUTIVO

Temos como objetivo desse projeto estudar a viabilidade da construção de uma nova indústria

para a fabricação de parabrisas no Estado de São Paulo.

Trata-se de um projeto no qual inicialmente deve ser investido aproximadamente R$ 11

milhões, entretanto o tempo de retorno projetado é de aproximadamente 8 meses, característica de

alta atratividade para aprovação de investidores e sócios.

O produto em questão é o parabrisa, já citado é utilizado como material fornecido a diversas

indústrias automobilísticas. A matéria-prima utilizada é basicamente o vidro float, e a partir de então,

laminado, conformado e montado em nossa indústria.

A demanda irá variar entre peças para a indústria automobilística e para lotes de reposição.

Serão considerados a localização, logística de recebimento de materiais e entrega do produto,

condições climáticas, ambientais, disponibilização de mão-de-obra, impactos sociais e industriais,

bem como visar a sustentabilidade da empresa, fator importante para a implementação de novas

indústrias atualmente.

A produção estimada de pára-brisas é aproximadamente 23 mil peças por mês.

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1 INTRODUÇÃO

1.1 O que é Vidro

Vidro é uma substância inorgânica, homogênea e amorfa, obtida através do resfriamento de


uma massa em fusão. Suas principais qualidades são a transparência e a dureza.
(www.viminas.com.br)

Em sua forma pura, o vidro é um óxido metálico super resfriado, transparente, de elevada
dureza, essencialmente inerte e biologicamente inativo, que pode ser fabricado com superfícies muito
lisas e impermeáveis. Essas propriedades desejáveis conduzem a um grande número de aplicações.
No entanto, o vidro é frágil e se quebra com facilidade. (WIKIPEDIA)

Propriedades e Características

 Reciclabilidade

 Transparência (permite a passagem de luz)

 Dureza (suporta pressões de 5.800 a 10.800 kg por cm2 )

 Não absorvência (impermeável a fluidos)

 Ótimo isolador dielétrico

 Baixa condutividade térmica (baixo índice de dilatação e condutividade térmica)

 Fragilidade a impactos (exceto com aditivos)

 Recursos abundantes na natureza

 Durabilidade

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Reações de obtenção do Vidro

Na2CO3 + aSiO2 Na2O.aSiO2 + CO2

Ação do cátion Na+ na


formação de fase vítrea da
sílica.

CaCO3 + bSiO2 CaO.bSiO2 + CO2

Na2SO4 + cSiO2 + C Na2O.cSiO2+SO2+CO

Componentes do Vidro

Sílica/Areia (SiO2) – (72%) Matéria prima básica (areia)


cuja função é vitrificante.

Óxido de Potássio (K2O) – (0,3%) Facilita a fusão da


massa silícea.

Alumina/Feldspato (Al2O3) – (0,7%) Aumenta a resistência


mecânica.

Sulfato de Sódio (Na2SO4) – (14%) Aumenta a resistência


mecânica

Óxido de Magnésio/Dolomita (MgO) – (4%) Garante


Fonte:
http://www.viminas.com.br/composic resistêcia ao vidro para suportar mudanças bruscas de
adovidro.html temperatura e aumenta a resistência mecânica.

Óxido de Cálcio/Calcário (CaO) – (9%) Proporciona


estabilidade ao vidro contra ataques de agentes
atmosféricos.
A sucata de vidro (caco), limpa e selecionada, é usada para auxiliar a fusão. Os vidros
coloridos são produzidos acrescentando-se à composição corantes como o Selênio (Se), Óxido de
Ferro (Fe2O3) e Cobalto (Co3O4) para atingir as diferentes cores.

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Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/vidro/imagens/vidros-87.jpg

Classificação do vidro
 Classe 1 – SiO2 > 99%
 Classe 2 – Silicatos alcalinos
 Classe 3 – Vidros soda-cal
 Classe 4 – Cristais (Vidros à base de chumbo espelhos de qualidade, vidros utilizados em
óticas)
 Classe 5 – Vidros de Boro (pyrex, aparelhos óticos)
 Classe 6 – Vidros de Alumínio (resistentes à temperaturas altíssimas >400oC)
 Classe 7 – Fibras de vidro (reforços)
 Classe 8 – Vidro de cal-potássio (alta dureza, rigidez, propriedades óticas)
 Classe 9 – outros (coloridos, translúcidos, temperados, de segurança, foto-sensíveis,
inquebráveis)

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Divisão do vidro

Vidros para embalagem

Vidros Domésticos

Vidros Planos
(Float)

Vidros especiais

As matérias-primas são misturadas com precisão e fundidas no forno. O vidro float fundido, a
aproximadamente 1000ºC, é continuamente derramado num tanque de estanho liquefeito,

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quimicamente controlado. Ele flutua no estanho, espalhando-se uniformemente. A espessura é


controlada pela velocidade da chapa de vidro que se solidifica à medida que continua avançando.
Após o recozimento (resfriamento controlado), o processo termina com o vidro apresentando
superfícies polidas e paralelas.

O vidro float é adquirido por nossa indústria e manufaturado para atender à demanda de
parabrisas para as indústrias automobilísticas e reposição de mercado.

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Fluxograma do Processo da Fabricação do Vidro

Fonte: A Elaboração do Vidro (Mauro Akerman)

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1.2 Matéria-Prima: A Sílica

Sílica (areia): Silício metalúrgico Preço(US$/tonelada): 1.300.

Areia para Indústria de Vidro

Granulometria 32/115(menor que 0,5mm e maior que 0,125mm).

Composição química mínimo 99,9% de Sílica(SiO2)

Produtos: Teor de Ferro menor que 100 ppm (para vidros especiais)

Teor de Ferro menor que 150 ppm Teor de Ferro menor que 300 ppm

Os produtos são obtidos através da moagem, lavagem, secagem, classificação e separação


magnética.

Aplicação: Industria do vidro plano (float), doméstico, embalagens, vidros técnicos e vidros
especiais.

 Potássio: ~ 131,08 US$/tonelada

 Alumina: ~400,00 US$/tonelada

 Sódio (barrilha): 230,00 US$/tonelada


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 Magnésio: 220,00 US$/tonelada

 Cálcio: 182,00 US$/tonelada

1.3 Matéria-Prima: o Vidro Float

Vidro Float - É o vidro comum, liso, transparente e a matéria-prima que dá origem aos
temperados, laminados, insulados, serigrafados e espelhos. Sua composição inclui sílica, sódio,
cálcio, magnésio, potássio e alumina. É aplicado na arquitetura, indústria moveleira, automotiva e de
linha branca (eletrodomésticos). Atualmente, no Brasil, é produzido com espessuras que variam de 3
a 19 mm.

Fabricação do Float

O vidro float (ou comum) é composto por sílica (areia), potássio, alumina,
sódio (barrilha), magnésio e cálcio. Essas matérias-primas são misturadas com
precisão e fundidas no forno. O vidro, fundido a aproximadamente 1.000 graus, é
continuamente derramado num tanque de estanho liquefeito, quimicamente
controlado. Ele flutua no estanho, espalhando-se uniformemente. A espessura é
controlada pela velocidade da chapa de vidro que se solidifica à medida que
continua avançando. Após o recozimento (resfriamento controlado), o processo
termina com o vidro apresentando superfícies polidas e paralelas.

O float pode ser incolor, verde, fumê e bronze. Para obter vidros comuns coloridos, é preciso
juntar corante no processo de fabricação. No Brasil, é produzido em diversos tamanhos e com
espessuras que variam de 2 a 19 mm.

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Fonte: http://www.tangram.co.uk/TI-Glazing-Float%20Glass.html
Benefícios do float

O vidro float é muito requisitado no mercado. A transparência, durabilidade, boa resistência


química, facilidade de manuseio e baixo custo atraem os consumidores.

Aplicações do float

Geralmente, não recebe nenhum tipo de tratamento e pode ser utilizado nas mais diversas
aplicações – construção civil, indústria de móveis e decoração. Ele é a matéria-prima para o
processamento de todos os demais vidros planos: temperados, laminados, insulados, serigrafados,
curvos, duplo envidraçamento, espelhos, entre outros

Diferença entre o Vidro Comum e o Vidro Float

A qualidade óptica é a diferença notável. Isto é, embora a matéria-prima utilizada na


fabricação destes dois tipos de vidros seja a mesma, o Vidro Float apresenta um índice de
deformação e ondulação de sua superfície muito inferior ao Vidro Comum - fabricado pelo
processo convencional.

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Fonte: http://www.agmc.co.jp/02jigyo/02img/kakou01.jpg

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2 MERCADO

A indústria automobilística também tem se beneficiado da segurança proporcionada pelos


vidros laminados, que são formados por duas lâminas de vidro e uma camada intermediária de PVB
(plástico especial).

Por enquanto, esse tipo de vidro é utilizado em larga escala apenas na produção de pára-
brisas, por ser obrigatório por lei. Porém, de acordo com especialistas do setor, conforme a
segurança passar a ser exigida pelos consumidores, o vidro laminado passará a ser utilizado em
escala, também, na parte lateral do veículo.

“O uso de vidros laminados em todo o carro vai depender da exigência do consumidor. O


brasileiro, por exemplo, não paga por airbag, sistema de freio ABS. Prefere pagar ar-condicionado”,
comenta o coordenador do curso de design da mobilidade da Faap, Carlos Armando Castilho.

A diferença entre o vidro temperado e o laminado é que este não estilhaça quando há forte
impacto. A tecnologia também ajuda a reduzir o nível de ruído interno do carro e diminui em 99% a
transmissão de raios UV. “O vidro laminado também é uma arma contra roubos e mantém os
ocupantes no interior do veículo em caso de capotamento”, acrescenta o diretor-geral da Saint-
Gobain Sekurit, Manuel Corrêa.

Nossa indústria será responsável por abastecer a indústria automobilística na cidade de São
Paulo e área do Grande ABC (SP), bem como material de reposição em lojas autorizadas.

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3 PROCESSO DE FABRICAÇÃO

Conheça o processo de produção do pára-brisa laminado.

3.1 Corte

Um robô abastece a linha no ponto inicial do sistema de produção com a matéria-prima, que
são placas planas de vidro. Na seqüência, outro robô corta o vidro, seguindo o desenho do programa
do computador, de acordo com as dimensões para cada ponto do veículo. Em seguida, o vidro é
destacado. As sobras são destinadas à reciclagem. Outro robô realiza o polimento das bordas do
vidro.

Fonte: Priscila Dal Poggetto/G1

3.2 Serigrafia

Em uma sala com temperatura controlada é feita a aplicação de serigrafia e também do selo
de homologação com o respectivo número e informações do nome do fabricante, data de produção e
tipo de produto. Essa aplicação é feita sobre uma das peças que compõem o pára-brisa.

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Fonte: Priscila Dal Poggetto/G1

3.3 Modelagem

A etapa seguinte é a união das peças (uma delas com serigrafia aplicada) para
encaminhamento ao forno, onde será dado ao conjunto, em um molde, o formato de acordo com o
modelo do veículo. A temperatura no forno chega a cerca de 600ºC. A curvatura do vidro é feita por
gravidade. Após o forno, são feitas a separação e a lavagem das chapas.

Fonte: Priscila Dal Poggetto/G1

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3.4 Camada de plástico

Chega o momento da aplicação da camada intermediária de PVB (plástico polivinil butiral), em


um local tem temperatura controlada e é livre de impurezas. Essa camada é uma espécie de manta
plástica. Ao casar as lâminas de vidro, operadores eliminam os excessos de PVB. A operação
seguinte é a colagem das pastilhas para a instalação do espelho retrovisor.

Fonte:Priscila Dal Poggetto/G1

3.5 Autoclave

As peças são encaminhadas para a autoclave para o casamento do conjunto. Nessa


operação, por pressão e temperatura elevada elimina-se o ar interno e promove-se a aderência dos
vidros ao PVB. Após o processo, o pára-brisa passa por uma inspeção final, feita visualmente e a
laser, para a detecção de eventuais falhas na produção. Em seguida, os vidros são transportados até
as montadoras e entram na linha de montagem.

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Fonte: Priscila Dal Poggetto/G1

O vidro temperado, utilizado para as janelas e vigia traseiro, é produzido com base no mesmo
processo, porém, por ter apenas uma lâmina, não passa pelas fases de aplicação do plástico
intermediário.

4 PROCESSO ESCOLHIDO
Manufatura de parabrisas em linha de produção automática

5 CAPACIDADE
Indicadores do Processo:
Cadência: 40 pçs/h
Rendimento: 99 %
Horas Trabalhadas: 576 h/mês
Produtividade (peças totais/horas totais): 10 pçs/hora

 Composição do Parabrisa
 Chapa de Vidro Plano 45620 peças/mês
 PVB 22810 m²/mês
 Esmalte 343 Kg/mês

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Consumíveis
 Rebolo – 9 peças/ mês
 Magueiras de degasagem 250 peças/mês
 Lâminas 2281 unidades / mês
 Energia Elétrica
 Água

Fórmula de produtividade: Quantidade de peças boas/ Horas-homem totais

6 APLICAÇÕES
Atendimento a indútrias automibilísticas e mercado de reposição.

7 EQUIPAMENTOS
7.1 Corte de Para-brisa:
O primitivo é comprado com dimensões de acordo com o artigo a ser produzido. Com uma
Empilhadeira, é colocado ao lado da mesa de corte e Lapidação para inicializar o processo.
Na mesa de corte, com o auxilio de uma caneta de corte de vidro e um gabarito de acordo
com o modelo, o operador risca cada chapa de vidro, destaca a rebarba e Lapida a Borda com uma
lixa tipo cinta.

7.2 Lavagem:
A chapa de vidro é lavada com água média pressão e secada com ar quente.

7.3 Serigrafia:
A chapa de vidro é levada através de transportadores da máquina de lavar para a sala de
serigrafia, onde recebe através de um processo de silkscreen uma camada de esmalte na borda
conforme desenho do fabricante.

7.4 Secagem:
A chapa de vidro é levada através de transportadores da sala de serigrafia até a estufa, onde o vidro
recebe uma pré-cura no esmalte.

7.5 Forno:
A chapa de vidro é levada através de transportadores da estufa até o forno, onde através da
gravidade e de radiação, a chapa de vidro é curvada conforme modelo.
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7.6 Lavagem:
A chapa de vidro é levada através de transportadores do forno até a máquina de lavar, lavada
com água média pressão e secada com ar quente.
Nesse processo após curvatura e esfriamento, o vidro é separado de seu par e lavado chapa
a chapa.

7.7 Montagem:
A chapa de vidro é levada através de transportadores até uma sala com temperatura
controlada, e um filme de PVB (Polivinil Butiral) é colocado entre as suas chapas de vidro, onde
através de mangueiras e vácuo, é retirado todo ar entre o vidro e o filme plástico.

7.8 Autoclave:
Através de Temperatura e pressão as chapas de vidro com o filme plástico são finalmente
aderidas.
7.9 Inspeção:
Após o processo de Autoclave, o vidro passa por uma cabine de inspeção onde o operador irá
verificar defeitos.

8 FUNDAMENTOS

A fabricação de parabrisas basear-se-á no recebimento de suas matérias-primas, já


especificadas, por fabricantes escolhidos. Avalia-se que os equipamentos utilizados sejam sempre
vistoriados,e tenham a manutenção preventiva em dia, bem como o manuseio das matérias-primas
sejam feitas por profissionais treinados e cientes de manter a qualidade do processo.
Caso o processo não seja qualitativamente satisfatório devido à materia-prima, relatórios de
qualidade serão emitidos para a verificação do passo em que está o recebimento da matéria-prima e
reportada ao fornecedor.
Qualidade é o que buscará nas análises das tarefas

9 LOCALIZAÇÃO

Tatuí é um município brasileiro da região sudoeste do estado de São Paulo. Localiza-se na


bacia do Rio Sorocaba, entre o Planalto de Piratininga e a Serra de Botucatu.
Distante 131 km de São Paulo, está a uma latitude de 23º21'20" sul e a uma longitude de
47º51'25" oeste, estando a uma altitude de 645 metros. Sua população estimada em 2004 era de
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102.930 habitantes. Possui uma área de 525,44 km². É conhecido como capital da música, graças ao
Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos, uma das escolas mais tradicionais do
Brasil, mantido pela Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Estado de São Paulo.

10 UTILIDADES

A fabricação de parabrisas implica no uso das seguintes utilidades primárias:

Água
Sistema de refrigeração dos equipamentos do processo; abastecimento de toda a planta
industrial).

Energia elétrica
Todos os processos dependem essencialmente de energia elétrica para o funcionamento, pois
todos os maquinários, e equipamentos são munidos de energia elétrica, seja em alta ou baixa tensão,
assim como os equipamentos de supervisão e monitoramento, tais como digitalizadores,
computadores e verificadores do processo. Conta-se também com a energia elétrica como
abastecimento de toda a rede industrial na iluminação ideal ambiente, sendo básica e necesária)
Para proteção de todo sistema elétrico, geradores de energia são projetados para qualquer
eventualidade de falta da rede elétrica, por tempo a ser determinado.

Exemplificam-se como utilidades secundárias:


Manutenção
Manutenção preventiva garante ao processo um bom funcionamento dos equipamentos. É
previsto que problemas eventuais possam ocorrer e assim evitam-se paradas desnecessárias no
processo de produção, evocando-se a manutenção corretiva.
Estocagem
Matérias-primas recebidas são estocadas em lugar correto para tal, evitando deformações e
possíveis perdas de material.
São elaboradas prateleiras para o correto armazenamento dos parabrisas já manufaturados,
vistoriados e ok para liberação da logística.
Tratamento de efluentes
Todo o processo que se utiliza água como utilidade primária é previsto como retorno desse material
(água) para re-uso ou descarte. Portanto, o tratamento de efluentes conforme legislação também foi
previsto.
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Treinamento e Segurança
Todos os funcionários passam por treinamento tanto para o manuseio correto do processo
quanto às questões de segurança da linha de produção inteira. Assim, visa-se mininizar ou eliminar
todo e qualquer risco à conduta pessoal de cada um.
Todas as áreas e equipamentos são devidamente sinalizados para alertar o grau de risco o
funcionário pode estar envolvido e assim o mesmo tomar as devidas cautelas no processo.

11 BALANÇO DE MASSA

Não há balanço de massa para o processo de fabricação de parabrisas, uma vez que a
matéria-prima (vidro-float) já é adquirida e certificada pelo fornecedor.

12 BALANÇO ENERGÉTICO
Água
Energia elétrica

Exemplificam-se como utilidades secundárias:


Manutenção
Estocagem
Tratamento de efluentes
Treinamento e Segurança

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13 BALANÇO ECÔNOMICO

13.1 Projeções Financeiras Panorâmicas da empresa:

Os principais dados necessários para avaliar a viabilidade financeira estão descritos a seguir:

A seguir, o cálculo de fatores elementares para avaliação contábil:

13.2 Ponto de Equilíbrio

Considerando a definição de ponto de equilíbrio:


PE = Quantidade de Peças que devem ser vendidas a fim de que "Receita - Custo Fixo - Custo
Variável = 0"

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PE = (Custo Fixo)/[(Preço de Venda por Unidade) - (Custo Variável)]


PE = G/(D-F)

Com base na definição descrita, e nos parâmetros calculados, conclui-se que o Ponto de
Equilíbrio é de 1.028 peças. Ou seja, esta é a quantidade mínima de peças que devem ser
vendidas durante 1 mês, para que não haja saldo negativo.

13.3 Estimativa de Investimento

A estimativa de investimento foi realizada através do Método de Chilton.


Os parâmetros utilizados, bem como o histórico e detalhamento dos cálculos encontram-se
descritos a seguir:

Registro dos cálculos adotados para gerar os valores da tabela acima:

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O custo dos principais equipamentos necessários para a produção de pára-brisas está


descritos a seguir:

13.4 Tempo de Retorno (TR)


O Tempo de Retorno projetado para a Fábrica de Pára-brisas é de 7 meses e meio.
Emprega-se, para este cálculo, a divissão do Investimento Total pelo Lucro Líquido Mensal
(equação que resulta no valor 7,541905305).
Nota: Para cálculo do Investimento Total soma-se o Capital Fixo ao Capital de Giro.

13.5 Referências Adotadas e Memórias dos Cálculos Realizados

 Produção Mensal Efetiva (B):

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 Custo de Matéria Prima e Insumos (F), considerando produção mensal de


Mercado igual a 100%:

Consumo Energético
Valores de referencia informados na RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 497, DE 26 DE JUNHO
DE 2007 (elaborado pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL)

Água e Esgoto
Tabela 20. Tatuí (SP). Preços industriais. Água e esgoto, segundo classe de
consumo.
Classes de Consumo Água (em R$) Esgoto (em R$)
(m³/mês)
0 a 10 R$ 27,37 / mês R$ 21,89 / mês
11 a 20 R$ 3,24 / m³ R$ 2,57 / m³
21 a 50 R$ 5,41 / m³ R$ 4,32 m³
acima de 50 R$ 6,83 / m³ R$ 5,45 m³
Fonte: SABESP, 2009.

Água Desmineralizada
Estimativa apresentada em estudo de análise termo-econômica do processo de Geração de Vapor,
elaborado pela Universidade Técnica Federal do Paraná.
Fonte: www.ppgem.ct.utfpr.edu.br/Análise%20Termoeconômica%20do%20Processo%20de
%20Geracaodevapor

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 Custo Fixo (G):

 Depreciação (H):
Os Bens Patrimoniais, devido ao uso e pelo desgaste natural ao longo do
tempo, sofre desvalorização de seu valor original, a qual se denomina “depreciação”.
Conforme a legislação, depreciação é a diminuição do valor dos bens tangíveis ou intangíveis, por
desgastes, perda de utilidade por uso, ações da natureza ou obsolescência.
Com exceção de terrenos e alguns outros itens, os elementos que integram o ativo permanente tem
um período de vida útil limitado. Dessa forma, o desgaste ou obsolescência desses bens devem ser
registrados em conta própria retificadora de depreciação, a fim de apresentar o verdadeiro valor dos
ativos fixos nas demonstrações elaboradas pela contabilidade.
Para depreciação, a base é a divisão de seu valor contábil pelo prazo de vida útil do bem,
observando-se que serão incluídas no valor contábil, bem como no valor da conta de depreciação, os
valores resultantes de reavaliações na forma da Lei Federal n° 4.320, de 17 de março de 1964, em
seu art. 148, inciso V.

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Mesmo não sendo prática comum o cálculo da depreciação e seu cômputo no balanço econômico
das instituições de direito público, a Lei Federal n° 4320, de 17 de março de 1964, em seu art. 108
dispõe que as previsões para depreciação serão computadas para efeito de apuração do saldo
líquido das mencionadas entidades.
Para cada tipo de equipamento e material permanente, deve ser consultada a Norma de Execução n°
06, publicada no Diário Oficial da União de 30 de dezembro de 1993, bem como as taxas anuais mais
usuais admitidas por atos normativos e já conhecidos no Brasil (jornal do CRC de abril de 1994),
conforme o item seguinte.
Fonte: http://www.tj.pr.gov.br/depat/dcp/depreciacao.htm
IMPORTANTE: Conforme legislação mencionada, aplica-se 10% de depreciação para “Máquina e
Equipamentos de Natureza Industrial”

Planilha do Microsoft
Office Excel
Planilha de Cálculo do Balanço Econômico →

14 NORMAS REGULAMENTADORAS

A empresa segue todas as normas regulamentadoras do trabalho aplicáveis ao processo de


fabricação de Parabrisas.

 NR1 - Disposições Gerais: Estabelece o campo de aplicação de todas as Normas


Regulamentadoras de Segurança e Medicina do Trabalho do Trabalho Urbano, bem como os direitos
e obrigações do Governo, dos empregadores e dos trabalhadores no tocante a este tema específico.
A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR,
são os artigos 154 a 159 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.

 NR2 - Inspeção Prévia: Estabelece as situações em que as empresas deverão solicitar ao


MTb a realização de inspeção prévia em seus estabelecimentos, bem como a forma de sua
realização. A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência
desta NR, é o artigo 160 da CLT.

 NR3 - Embargo ou Interdição: Estabelece as situações em que as empresas se sujeitam a


sofrer paralisação de seus serviços, máquinas ou equipamentos, bem como os procedimentos a
serem observados, pela fiscalização trabalhista, na adoção de tais medidas punitivas no tocante à

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segurança e a Medicina do Trabalho. A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá


embasamento jurídico à existência desta NR, é o artigo 161 da CLT.

 NR4 - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho:


Estabelece a obrigatoriedade das empresas públicas e privadas, que possuam empregados regidos
pela CLT, de organizarem e manterem em funcionamento, Serviços Especializados em Engenharia de
Segurança em Medicina do Trabalho - SESMT, com a finalidade de promover a saúde e proteger a
integridade o trabalhador no local de trabalho. A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá
embasamento jurídico à existência desta NR, é o artigo 162 da CLT.

 NR5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA: Estabelece a obrigatoriedade


das empresas públicas e privadas organizarem e manterem em funcionamento, por estabelecimento,
uma comissão constituída exclusivamente por empregados com o objetivo de prevenir infortúnios
laborais, através da apresentação de sugestões e recomendações ao empregador para que melhore
as condições de trabalho, eliminando as possíveis causas de acidentes do trabalho e doenças
ocupacionais. A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à
existência desta NR, são os artigos 163 a 165 da CLT.

 NR6 - Equipamentos de Proteção Individual - EPI: Estabelece e define os tipos de EPI's a


que as empresas estão obrigadas a fornecer a seus empregados, sempre que as condições de
trabalho o exigirem, a fim de resguardar a saúde e a integridade física dos trabalhadores. A
fundamentação legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR,
são os artigos 166, 167 da CLT.

 NR7 - Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional: Estabelece a


obrigatoriedade de elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições
que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Controle Médico de Saúde
Ocupacional - PCMSO, com o objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus
trabalhadores. A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à
existência desta NR, são os artigos 168 e 169 da CLT.

 NR8 - Edificações: Dispõe sobre os requisitos técnicos mínimos que devem ser
observados nas edificações para garantir segurança e conforto aos que nelas trabalham. A
fundamentação legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, são
os artigos 170 a 174 a CLT.

 NR9 - Programas de Prevenção de Riscos Ambientais: Estabelece a obrigatoriedade de


elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam
trabalhadores como empregados, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais - PPRA, visando

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à preservação da saúde e da integridade física dos trabalhadores, através da antecipação,


reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou
que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e
dos recursos naturais. A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à
existência desta NR, são os artigos 175 a 178 da CLT.

 NR10 - Instalações e Serviços em Eletricidade: Estabelece as condições mínimas


exigíveis para garantir a segurança dos empregados que trabalham em instalações elétricas, em suas
diversas etapas, incluindo elaboração de projetos, execução, operação, manutenção, reforma e
ampliação, assim como a segurança de usuários e de terceiros, em quaisquer das fases de geração,
transmissão, distribuição e consumo de energia elétrica, observando-se, para tanto, as normas
técnicas oficiais vigentes e, na falta destas, as normas técnicas internacionais. A fundamentação
legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, são os artigos 179
a 181 da CLT.

 NR11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais: Estabelece os


requisitos de segurança a serem observados nos locais de trabalho, no que se refere ao transporte, à
movimentação, à armazenagem e ao manuseio de materiais, tanto de forma mecânica quanto
manual, objetivando a prevenção de infortúnios laborais. A fundamentação legal, ordinária e
específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, são os artigos 182 e 183 da CLT.

 NR12 - Máquinas e Equipamentos: Estabelece as medidas prevencionistas de segurança


e higiene do trabalho a serem adotadas pelas empresas em relação à instalação, operação e
manutenção de máquinas e equipamentos, visando à prevenção de acidentes do trabalho. A
fundamentação legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, são
os artigos 184 e 186 da CLT.

 NR13 - Caldeiras e Vasos de Pressão: Estabelece todos os requisitos técnicos-legais


relativos à instalação, operação e manutenção de caldeiras e vasos de pressão, de modo a se
prevenir a ocorrência de acidentes do trabalho. A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá
embasamento jurídico à existência desta NR, são os artigos 187 e 188 da CLT.

 NR14 - Fornos: Estabelece as recomendações técnicos-legais pertinentes à construção,


operação e manutenção de fornos industriais nos ambientes de trabalho. A fundamentação legal,
ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, é o artigo 187 da CLT.

 NR15 - Atividades e Operações Insalubres: Descreve as atividades, operações e agentes


insalubres, inclusive seus limites de tolerância, definindo, assim, as situações que, quando
vivenciadas nos ambientes de trabalho pelos trabalhadores, ensejam a caracterização do exercício

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insalubre, e também os meios de proteger os trabalhadores de tais exposições nocivas à sua saúde.
A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR,
são os artigos 189 e 192 da CLT.

 NR16 - Atividades e Operações Perigosas: Regulamenta as atividades e as operações


legalmente consideradas perigosas, estipulando as recomendações prevencionistas
correspondentes. Especificamente no que diz respeito ao Anexo n° 01: Atividades e Operações
Perigosas com Explosivos, e ao anexo n° 02: Atividades e Operações Perigosas com Inflamáveis,
tem a sua existência jurídica assegurada através dos artigos 193 a 197 da CLT.A fundamentação
legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à caracterização da energia elétrica como
sendo o 3° agente periculoso é a Lei n° 7.369 de 22 de setembro de 1985, que institui o adicional de
periculosidade para os profissionais da área de eletricidade. A portaria MTb n° 3.393 de 17 de
dezembro de 1987, numa atitude casuística e decorrente do famoso acidente com o Césio 137 em
Goiânia, veio a enquadrar as radiações ionozantes, que já eram insalubres de grau máximo, como o
4° agente periculoso, sendo controvertido legalmente tal enquadramento, na medida em que não
existe lei autorizadora para tal.

 NR17 - Ergonomia: Visa estabelecer parâmetros que permitam a adaptaçào das condições
de trabalho às condições psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de
conforto, segurança e desempenho eficiente. A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá
embasamento jurídico à existência desta NR, são os artigos 198 e 199 da CLT.

 NR18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção: Estabelece


diretrizes de ordem administrativa, de planejamento de organização, que objetivem a implementação
de medidas e controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio
ambiente de trabalho na industria da construção civil. A fundamentação legal, ordinária e específica,
que dá embasamento jurídico à existência desta NR, é o artigo 200 inciso I da CLT.

 NR19 - Explosivos: Estabelece as disposições regulamentadoras acerca do depósito,


manuseio e transporte de explosivos, objetivando a proteção da saúde e integridade física dos
trabalhadores em seus ambientes de trabalho. A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá
embasamento jurídico à existência desta NR, é o artigo 200 inciso II da CLT.

 NR20 - Líquidos Combustíveis e Inflamáveis: Estabelece as disposições regulamentares


acerca do armazenamento, manuseio e transporte de líquidos combustíveis e inflamáveis,
objetivando a proteção da saúde e a integridade física dos trabalhadores m seus ambientes de
trabalho. A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência
desta NR, é o artigo 200 inciso II da CLT.

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 NR21 - Trabalho a Céu Aberto >>> não aplicável.

 NR22 - Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração>>> não aplicável.

 NR23 - Proteção Contra Incêndios: Estabelece as medidas de proteção contra Incêndios,


estabelece as medidas de proteção contra incêndio que devem dispor os locais de trabalho, visando
à prevenção da saúde e da integridade física dos trabalhadores. A fundamentação legal, ordinária e
específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, é o artigo 200 inciso IV da CLT.

 NR24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho: Disciplina os preceitos


de higiene e de conforto a serem observados nos locais de trabalho, especialmente no que se refere
a: banheiros, vestiários, refeitórios, cozinhas, alojamentos e água potável, visando a higiene dos
locais de trabalho e a proteção à saúde dos trabalhadores. A fundamentação legal, ordinária e
específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, é o artigo 200 inciso VII da CLT.

 NR25 - Resíduos Industriais: Estabelece as medidas preventivas a serem observadas,


pelas empresas, no destino final a ser dado aos resíduos industriais resultantes dos ambientes de
trabalho de modo a proteger a saúde e a integridade física dos trabalhadores. A fundamentação legal,
ordinária e específica, que dá embasamento jurídico à existência desta NR, é o artigo 200 inciso VII
da CLT.

 NR26 - Sinalização de Segurança: Estabelece a padronização das cores a serem


utilizadas como sinalização de segurança nos ambientes de trabalho, de modo a proteger a saúde e a
integridade física dos trabalhadores. A fundamentação legal, ordinária e específica, que dá
embasamento jurídico à existência desta NR, é o artigo 200 inciso VIII da CLT.

 NR27 - Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no Ministério do


Trabalho: Estabelece os requisitos a serem satisfeitos pelo profissional que desejar exercer as
funções de técnico de segurança do trabalho, em especial no que diz respeito ao seu registro
profissional como tal, junto ao Ministério do Trabalho. A fundamentação legal, ordinária e específica,
tem seu embasamento jurídico assegurado través do artigo 3° da lei n° 7.410 de 27 de novembro de
1985, regulamentado pelo artigo 7° do Decreto n° 92.530 de 9 de abril de 1986.

 NR28 - Fiscalização e Penalidades: Estabelece os procedimentos a serem adotados pela


fiscalização trabalhista de Segurança e Medicina do Trabalho, tanto no que diz respeito à concessão
de prazos às empresas para no que diz respeito à concessão de prazos às empresas para a correção
das irregularidades técnicas, como também, no que concerne ao procedimento de autuação por
infração às Normas Regulamentadoras de Segurança e Medicina do Trabalho. A fundamentação
legal, ordinária e específica, tem a sua existência jurídica assegurada, a nível de legislação ordinária,
através do artigo 201 da CLT, com as alterações que lhe foram dadas pelo artigo 2° da Lei n° 7.855

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de 24 de outubro de 1989, que institui o Bônus do Tesouro Nacional - BTN, como valor monetário a
ser utilizado na cobrança de multas, e posteriormente, pelo artigo 1° da Lei n° 8.383 de 30 de
dezembro de 1991, especificamente no tocante à instituição da Unidade Fiscal de Referência -UFIR,
como valor monetário a ser utilizado na cobrança de multas em substituição ao BTN.

 NR29 - Segurança e Saúde no Trabalho Portuário >>> não aplicável.

 NR30 - Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário >>> não aplicável.

 NR31 - Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária Silvicultura, Exploração


Florestal e Aqüicultura >>> não aplicável.

 NR32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde. Estabelecer as diretrizes


básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos
serviços de saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde
em geral.1.33

 NR 33 - Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados 1.34 >>> não aplicável.

 NR 34 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação


Naval >>> Não aplicável.

15 LEGISLAÇÃO AMBIENTAL

15.1 CONAMA

O Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA é o órgão consultivo e deliberativo do


Sistema Nacional do Meio Ambiente-SISNAMA, foi instituído pela Lei 6.938/81, que dispõe sobre a
Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto 99.274/90.
O CONAMA é composto por Plenário, CIPAM, Grupos Assessores, Câmaras Técnicas e
Grupos de Trabalho. O Conselho é presidido pelo Ministro do Meio Ambiente e sua Secretaria
Executiva é exercida pelo Secretário-Executivo do MMA.
A política ambiental de nossa empresa viabiliza todas as informações e estudos pertinentes
quanto à utilização do espaço físico, respeitando os limites definidos em leis ambientais.
Vistorias periódicas para averiguação de possíveis contaminações por resíduos ou despejos
são realizadas e auditadas, sendo que todas as providências necessárias são prontamente
determinadas, se for o caso.
Um plano de reposição ambiental já foi considerado pela administração.

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15.2 CONFEA

O Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA) é um conselho de


fiscalização profissional, não sendo entidade de classe, na forma de autarquia pública, responsável
pela regulamentação e julgamento final no Brasil das atividades profissionais relacionadas às classes
que abrange: Engenharia, Arquitetura, Agronomia, bachareis em Geografia, Geologia e Meteorologia,
possuindo mais de trezentos títulos profissionais, nos níveis Técnico e Superior (Tecnólogo,
Licenciado e Bacharel), além de anotar também títulos de pós-graduação.
Foi instituído em 1933 por decreto do presidente Getúlio Vargas e coordena os Creas:
Conselhos regionais.
Todos os profissionais diretamente responsáveis pela linha de produção e seu correto
funcionamento são credenciados pelo CONFEA, sendo um requisito básico para tal. São responáveis
também pelo treinamento e acompanhamento de seus funcionários, tal como zela por sua segurança
durante todo o processo de fabricação, disponibilizar todos os meios para o trabalho, desde
vestimentas apropriadas até EPIs.

15.3 IBAMA

O licenciamento ambiental é uma obrigação legal prévia à instalação de qualquer


empreendimento ou atividade potencialmente poluidora ou degradadora do meio ambiente e possui
como uma de suas mais expressivas características a participação social na tomada de decisão, por
meio da realização de Audiências Públicas como parte do processo.

Essa obrigação é compartilhada pelos Órgãos Estaduais de Meio Ambiente e pelo Ibama,
como partes integrantes do SISNAMA (Sistema Nacional de Meio Ambiente). O Ibama atua,
principalmente, no licenciamento de grandes projetos de infra-estrutura que envolvam impactos em
mais de um estado e nas atividades do setor de petróleo e gás na plataforma continental.

As principais diretrizes para a execução do licenciamento ambiental estão expressas na Lei


6.938/81 e nas Resoluções CONAMA nº 001/86 e nº 237/97. Além dessas, o Ministério do Meio
Ambiente emitiu recentemente o Parecer nº 312, que discorre sobre a competência estadual e federal
para o licenciamento, tendo como fundamento a abrangência do impacto.

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A Diretoria de Licenciamento Ambiental é o órgão do Ibama responsável pela execução do


licenciamento em nível federal. A Diretoria vem realizando esforços na qualificação e na
reorganização do setor de licenciamento, e disponibiliza aos empreendedores módulos de: abertura
de processo, atualização de dados técnicos do empreendimento, solicitação de licença, envio de
documentos e boletos de pagamento de taxas do licenciamento em formato on line.

Pretende-se que o sistema informatizado agilize os trabalhos e as comunicações inerentes ao


processo de licenciamento e permita maior visibilidade e transparência para os processos de
licenciamento em tramitação no Ibama.

15.4 ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)

Desde o nascimento das cidades, na idade antiga, que temos registros das preocupações com
a vigilância sanitária . A humanidade não conhecia ainda os processos de contaminação que
espalhavam a peste, a cólera, a varíola, a febre tifóide e outras doenças que marcaram a história;
mas, mesmo não conhecendo todo o processo de transmissão de doenças, era sabido que a água
poderia ser uma via de contaminação e que os alimentos de igual maneira poderiam ser meios de
propagação de doenças. Com as populações aglomerando-se em cidades, estes problemas foram
crescendo e se tornando mais complexos.
Vigilância Sanitária História de Vigilância Sanitária Entende-se por Vigilância Sanitária um
conjunto de ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos
problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e da circulação de bens e da
prestação de serviços de interesse da saúde, abrangendo:
1 - o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde,
compreendidas todas as etapas de processo, da produção ao consumo;
2 - o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a
saúde.
Riscos sanitários são os perigos que podem ameaçar nossa saúde no dia-a-dia, quando
consumimos um produto ou quando utilizamos um determinado serviço. Os riscos à saúde são
classificados em cinco tipos – ambientais, ocupacionais, iatrogênicos, institucionais e sociais. Essa
classificação, no entanto, não é rígida. Muitas um risco ambiental, como a falta de saneamento básico
(água e esgoto) está relacionado à questões sociais.
Tipos de riscos à saúde

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Riscos ambientais: relacionados à qualidade da água que consumimos, ao lixo (doméstico,


industrial ou hospitalar), à poluição do ar, do solo e da água dos mananciais, à presença de insetos e
outros animais transmissores de doenças, etc.
Riscos ocupacionais: relacionados ao ambiente de trabalho.
Riscos iatrogênicos: relacionados a tratamento médico ou uso de serviços de saúde. Riscos
institucionais: relacionados às condições físicas, higiênicas e sanitárias de estabelecimentos públicos
(creches, clubes, hotéis, salão de beleza, saunas, etc.)
Riscos sociais: relacionados às condições familiares, financeiras e afetivas das pessoas e à
inserção social dos indivíduos.

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16 CONCLUSÃO

O mercado de parabrisas é bastante competitivo e agrega muito da melhor tecnologia de


ponta indicada pelo progresso.
O projeto elaborado possibilita mensurar o valor do investimento que devem ser requisitados
de capital e engenharia, além de destacar as atratividades técnicas e econômicas do negócio em
questão.
Com o investimento inicial estimado em R$11.077.950,00 é possível estruturar um negócio
que apresentará lucro líquido anual variando entre 17 e 24 milhões nos 3 primeiros anos de
operação. Com uma capacidade de produção mensal de 19.200 peças e um ponto de equilíbrio de
1.027 peças, é possível obter o retorno desse capital investido em apenas 7 meses e meio – fato que
torna este projeto extremamente atrativo para investidores.

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17 RECOMENDAÇÕES

O mercado industrial aquecido devido às oscilações positivas da economia favorecem a


empresa a se desenvolver e implementar novas tecnologias.
Em vista desse positivismo, analisamos o processo de crescimento com o upgrade de
funcionários administrativos, mão-de-obra treinada e especializada, bem como admissão de novos
maquinários e engenharia.
A localização da empresa favorece seu abastecimento e fornecimento de manufaturados, bem
como o fácil intercâmbio com os grandes pólos industriais do Estado de São Paulo.
Acreditamos que a construção dessa nova indústria com mentalidade de auto-sustentabilidade
e modernidade, é factível e viável, pois com base em todas as propostas de novas tecnologias,
treinamento e especialização, estudo sobre logística do processo, e principalmente, acirramento de
uma competitividade saudável, viabilizando sempre a qualidade, a nova indústria será capaz de gerir
novas culturas manufatureira e consciente.
Visitas técnicas devem ser sempre feitas para a reciclagem e atualização de funcionários.
Agradecemos a Saint-Gobain sua prestatividade em nos receber e compartilhar de sua
tecnologia.

18 FLUXOGRAMAS
Vidro Laminado >>> Parabrisa

Fonte: http://www.agmc.co.jp/en/02b_overview/fabricated3.html

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Fluxograma: Processo de Fabricação de Para-brisas:

19 LAY-OUT (1/2)

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LAY-OUT (2/2)

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20 MAPA DE LOCALIZAÇÃO

Estado São Paulo

Mesorregião Itapetininga

Microrregiões limítrofes Não disponível

Características geográficas

Área 2.242,937 km²

População 245.794 hab. est. 2006

Densidade 109,6 hab./km²

Indicadores

IDH médio 0,796 PNUD/2000

PIB R$ 2.332.496.731,00 IBGE/2003

PIB per capita R$ 10.197,27 IBGE/2003

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21 BIBLIOGRAFIA
PETERS, M.S.; TIMMERHAUS, K.D.; Plant Design and Economics for Chemical Engineers, Ed.Mc
Graw Hill, Singapore, 1991

PADILHA,A.F.; Engenharia de Materiais – Microestruturas e Propriedades, ed. Hemus SA, Curitiba,


PR, 2000

AKERMAN, M.; A Elaboração do Vidro - CETEV - CENTRO TÉCNICO DE ELABORAÇÃO DO VIDRO


– Saint-Gobain, nov 2000

REFERÊNCIAS

http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL346769-9658,00-
VEJA+COMO+E+FEITO+O+PARABRISA+DE+UM+CARRO.html, acesso em 30/ago/2010
http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL346736-9658,00-
VIDROS+REVOLUCIONAM+O+DESIGN+DOS+CARROS.html, acesso em 30/ago/2010
http://www.sebraerj.com.br/main.asp?Team=%7B8F2FD81E
%2DDD85%2D4094%2D9096%2D38057C83800C%7D#vidro
http://naturaconsultorasandra.files.wordpress.com/2008/12/vidro03.jpg
http://www.blindex.com.br/pdf/ovidro.pdf
http://www.abividro.org.br/index.php/20

http://www.nrfacil.com.br/
http://www.mte.gov.br/legislacao/normas_regulamentadoras/
http://www.pinheironeto.com.br/upload/tb_pinheironeto_livreto/pdf/070507111358ambiental_2007.pdf
http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_ambiental
http://pt.wikipedia.org/wiki/IBAMA
http://www.ibama.gov.br/licenciamento/
http://www.mma.gov.br/port/conama/estr.cfm
http://anvisa.org.br

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