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METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA Ms. ALVARO AUGUSTO DOZZO DICK
METODOLOGIA DA PESQUISA
CIENTÍFICA
Ms. ALVARO AUGUSTO DOZZO DICK
Você me conhece?
Você
me
conhece?
CURRICULUM 1 - Graduação: Ciências Jurídicas e Sociais 2 - Especialização: - Administração de Empresas
CURRICULUM
1
- Graduação:
Ciências Jurídicas e Sociais
2 - Especialização:
- Administração de Empresas
- Política e Planejamento Estratégico – Escola
Superior de Guerra
Gestão e Aplicação de Terapias Holísticas
Vibracionais
-
3
- Mestrado:
Gestão Estratégica em Hospitalidade e Turismo
ACADÊMICA/DOCÊNCIA Faculdade FACIS – Faculdade de Ciências da Saúde - Pós Graduação em Gestão de
ACADÊMICA/DOCÊNCIA
Faculdade FACIS – Faculdade de Ciências
da Saúde
- Pós Graduação em Gestão de SPAs:
Docente na disciplina de Metodologia da
Pesquisa Científica.
- Orientador/participante de Bancas
Examinadoras de monografias.
Faculdade Estácio Uniradial Pós Graduação em Gestão e Aplicação de Terapias Holísticas Vibracionais: Docente
Faculdade Estácio Uniradial
Pós Graduação em Gestão e Aplicação de
Terapias Holísticas Vibracionais:
Docente nas disciplinas de Metodologia da
Pesquisa Científica, e Gestão e
Planejamento da Hospitalidade.
- Orientador/participante de Bancas
Examinadoras de monografias.
Ex Diretor Geral da Faculdade UNIESP – Brooklin e Interlagos. Docente na Faculdade Sumaré, nas
Ex Diretor Geral da Faculdade UNIESP –
Brooklin e Interlagos.
Docente na Faculdade Sumaré, nas
disciplinas: Direito Trabalhista e Inovação e
Negócios no curso de Administração de
Empresas, e Recrutamento e Seleção de
Pessoal e Negociação Sindical, no curso de
Gestão de Recursos Humanos
Pós-Graduação em Nutriendocrinologia Funcional – Dr. Lair Ribeiro/UNINGÁ. Docente na disciplina de Metodologia da
Pós-Graduação em Nutriendocrinologia
Funcional – Dr. Lair Ribeiro/UNINGÁ.
Docente na disciplina de Metodologia da
Pesquisa Científica.
Diretor no IDEPES – Instituto de
Desenvolvimento Pessoal de Ensino Superior
O que é conhecer? Você tem certeza do que conhece?
O que é conhecer?
Você tem certeza do que conhece?
Mitocondria: Planta da família das Solanaceae, caracterizada pela sua extrema toxidade. Uma das três plantas,
Mitocondria: Planta da família das Solanaceae,
caracterizada pela sua extrema toxidade. Uma das
três plantas, junto com acônito e mandrágora, mais
usadas pelas bruxas medievais. Hoje em dia é
largamente utilizada nos processos de fitoterapia,
como analgésico, narcótico, e em um espectro mais
amplo, no combate a ansiedade, tensão, síndrome
do pânico, stress, insônia, processos de depressão
e falta de vontade, bem como afrodisíaco.
ATENÇÃO: há necessidade de um correto
manuseio, para que seu potencial tóxico não
provoque danos irreparáveis à saúde, podendo o
paciente, chegar a óbito.
Mitocondria: Um dos organelos celulares mais importantes, sendo extremamente relevante para a respiração celular. É
Mitocondria: Um dos organelos celulares mais
importantes, sendo extremamente relevante
para a respiração celular. É abastecida pela
célula que a hospeda por substâncias
orgânicas como a glicose, as quais processa e
converte em energia sob a forma de ATP, que
devolve para a célula hospedeira, sendo
energia química que pode ser, e é, usada em
reações bioquímicas que necessitem de
dispêndio de energia.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitoc%C3%B4ndria
QUEM É?
QUEM É?
Quem é?
Quem é?
QUEM É?
QUEM É?
BRASILEIRO: Povo Hospitaleiro, Cordial e Alegre. “BRASILEIRO É TÃO BONZINHO”. - Último país independente a
BRASILEIRO: Povo Hospitaleiro, Cordial e
Alegre.
“BRASILEIRO É TÃO BONZINHO”.
- Último país independente a libertar os
escravos.
- Enormes diferenças econômicas.
- Nenhum imigrante bem recebido.
- “É um negro de alma branca”(????)
Música popular do século XIX Negro cor da noite, Cabelo de pixaim! Por favor, negro,
Música popular do século XIX
Negro cor da noite,
Cabelo de pixaim!
Por favor, negro,
Não olhe para mim.
Anú é pássaro preto
De bico rombudo.
Foi praga que Deus deixou
Todo negro ser beiçudo.
(PENTEADO, 1962)
Os navios eram carcaças já muitas vezes dedicadas ao transporte de carvão,cargas de carne humana,
Os navios eram carcaças já muitas vezes
dedicadas ao transporte de carvão,cargas de
carne humana, amontoada e desprotegida cuja
passagem através do oceano era assinalada por
uma esteira de cadáveres ceifados pela morte
nas fileiras dos imigrantes mais fracos e doentes,
das mulheres e crianças extenuadas devido a
alimentos malsãos ou insuficientes, pela falta de
cuidados sanitários e, é triste dizer, pela falta e ar
respirável na plenitude de um horizonte livre.
(ERLER apud TRENTO, 1989)
CONHECIMENTO Pode ser entendido como o ato de estabelecer uma relação entre a pessoa que
CONHECIMENTO
Pode ser entendido como o ato de estabelecer
uma relação entre a pessoa que conhece e o
objeto que passa a ser conhecido.
O conhecimento pode ser Religioso,
Filosófico, Popular e Científico.
Apesar da separação metodológica entre
estes tipos, estas formas de conhecimento
podem coexistir na mesma pessoa.
SIRICUTICO Português, Substantivo si.ri.cu.ti.co confusão, encrenca. Qual a origem da palavra siricutico? Resposta:
SIRICUTICO
Português, Substantivo si.ri.cu.ti.co
confusão, encrenca.
Qual a origem da palavra siricutico?
Resposta: A etimologia é desconhecida. No
caso, ela é considerada "palavra expressiva",
quer dizer que alguém um dia juntou umas
sílabas e as usou para dizer alguma coisa -
talvez por ter vocabulário reduzido - e a coisa
pegou.
ESTREMILIQUE: Substantivo, masculino mal súbito, tremor. Qual a origem da palavra “estremilique”: Resposta:Não é
ESTREMILIQUE: Substantivo, masculino
mal súbito, tremor.
Qual a origem da palavra “estremilique”:
Resposta:Não é conhecida, como a maioria
das palavras de gíria.
PIRIPAQUE: Substantivo, masculino
mal-estar, queda de pressão, perda de cor.
Qual a origem da palavra “piripaque”:
Resposta:Não é conhecida, como a maioria
das palavras de gíria.
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1 - CONHECIMENTO RELIGIOSO - É produto da fé do homem. - Provém da revelação
1 - CONHECIMENTO RELIGIOSO
- É produto da fé do homem.
- Provém da revelação / dogma.
- É um conjunto de conhecimentos mediante
a aceitação da revelação divina.
- Deus existe, e é infinito.
- Os textos bíblicos são autênticos, não
foram adulterados e são claros.
- Tudo que está na Bíblia encerra a própria
ciência divina comunicada por Deus aos
homens.
OBS: Cuidado nos trabalhos quando mencionar ou atribuir falas a alguém, principalmente no âmbito religioso,
OBS: Cuidado nos trabalhos quando
mencionar ou atribuir falas a alguém,
principalmente no âmbito religioso, ex: Deus
disse, ou Moisés falou, ou segundo Buda
Textos de Allan Kardec, pseudônimo de
Hippolyte Léon Denizard Rivail, também não
podem ser entendidos como científicos, pois
segundo o próprio Kardec coloca, foram
ditados por espíritos.
QUEM É?
QUEM É?
Robert Powell, no filme Jesus de Nazareth de Franco Zefirelli
Robert Powell, no filme Jesus de Nazareth de Franco Zefirelli
Cabeça computadorizada: como seria Jesus
Cabeça computadorizada: como seria Jesus
Maria Madalena
Maria Madalena
Homens sempre identificados pelo lugar de origem: - Saulo (Paulo) de Tarso - José de
Homens sempre identificados pelo
lugar de origem:
- Saulo (Paulo) de Tarso
- José de Arimatéia
- Jesus de Nazaré
Mulheres identificadas como sendo
esposa, filha ou mãe de alguém.
Maria de Magdala – Magdalena.
Só ela é equiparada aos homens.
JESUSJESUSJESUSJESUS NÃONÃONÃONÃO PRESTA!!!!PRESTA!!!!PRESTA!!!!PRESTA!!!!
JESUSJESUSJESUSJESUS
NÃONÃONÃONÃO
PRESTA!!!!PRESTA!!!!PRESTA!!!!PRESTA!!!!
JESUS ESCOBAR NÃO PRESTA!!!!
JESUS
ESCOBAR
NÃO
PRESTA!!!!
2 - CONHECIMENTO FILOSÓFICO - Provém da reflexão do homem. - Utiliza o raciocínio. -
2 - CONHECIMENTO FILOSÓFICO
- Provém da reflexão do homem.
- Utiliza o raciocínio.
- A ciência não é suficiente para o homem.
- Ele ultrapassa os limites da ciência,
filosofando.
- Suas conclusões não apresentam prova
material da realidade.
3 - CONHECIMENTO POPULAR - Fundamenta-se em uma seleção operada com base em estados de
3 - CONHECIMENTO POPULAR
- Fundamenta-se em uma seleção operada
com base em estados de ânimos e emoções.
- Não segue uma ordenação lógica.
- Extremamente mutável e sujeito a variações.
SERIAL KILLER
SERIAL KILLER
HANNIBAL LECTER
HANNIBAL LECTER
VERDADEIROS ASSASSINOS EM SÉRIE
VERDADEIROS ASSASSINOS EM SÉRIE
39 MORTES CONFESSADAS
39 MORTES CONFESSADAS
Haverá algum “Serial Killer” aqui?
Haverá algum “Serial Killer” aqui?
Ou aqui?????? ////
Ou aqui??????
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NO IMAGINÁRIO CAMAREIRAS
NO IMAGINÁRIO
CAMAREIRAS
NA REALIDADE PESSOAS
NA REALIDADE
PESSOAS
4 - CONHECIMENTO CIENTÍFICO - Resulta da investigação metódica e sistemática da realidade. - É
4 - CONHECIMENTO CIENTÍFICO
- Resulta da investigação metódica e
sistemática da realidade.
- É imparcial.
- É realizado por meio de pesquisas.
POR QUE 1 = UM ? 2 = DOIS ? 3 = TRÊS? OU POR
POR QUE
1 = UM ?
2 = DOIS ?
3 = TRÊS?
OU
POR QUE
1 + 1 = 2 ?
2 + 2= 4 ?
4 + 4 = 8?
CONHECIMENTO da Arte: Baseia-se no Intuitivo - Estética. - Criatividade - Subjetividade - A beleza
CONHECIMENTO da Arte:
Baseia-se no Intuitivo
- Estética.
- Criatividade
- Subjetividade
- A beleza da criação artística se dá pela
intuição estética.
- Não há operação intelectual que transmita
o belo.
- A inteligência, a vontade e o sentimento
são capazes de intuições
Marc Chagall
Marc Chagall
Gustav Klimt
Gustav Klimt
Picasso
Picasso
Roy Liechtenstein
Roy Liechtenstein
Alan Mattew
Alan Mattew
Robert Doisneau
Robert Doisneau
Anônimo
Anônimo
METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA É a atividade que propõe a aquisição sistemática de conhecimentos sobre
METODOLOGIA DA PESQUISA
CIENTÍFICA
É a atividade que propõe a aquisição
sistemática de conhecimentos sobre a
natureza biológica, social e tecnológica com
a finalidade de melhoria da qualidade de
vida, intelectual e material.
PESQUISA Processo pelo qual as pessoas adquirem um novo conhecimento sobre si mesmas, ou sobre
PESQUISA
Processo pelo qual as pessoas adquirem um novo
conhecimento sobre si mesmas, ou sobre o mundo
em que vivem.
Processo formal e sistemático de desenvolvimento
do método científico, utilizada para a descoberta
de novos conhecimentos.
A pesquisa deve ser sempre Neutra. Nunca Induzir. Se pesquisa para: 1. Produzir novos conhecimentos.
A pesquisa deve ser sempre Neutra.
Nunca Induzir.
Se pesquisa para:
1. Produzir novos conhecimentos.
2. Resolver problemas.
3. O avanço do conhecimento.
4. Descobrir algo que ainda não foi dito.
PARA QUE É UTILIZADA A PESQUISA? Basicamente para: - Responder a um questionamento (explicar ou
PARA QUE É UTILIZADA A PESQUISA?
Basicamente para:
- Responder a um questionamento (explicar
ou descrever).
- Resolver um problema.
- Satisfazer uma necessidade de mercado.
ITENS ABORDADOS NA PESQUISA Descrição detalhada dos passos de coleta e registro dos dados. -
ITENS ABORDADOS NA PESQUISA
Descrição detalhada dos passos de coleta e
registro dos dados.
- Por que ocorre?
- Como ocorre?
- Onde ocorre?
- Quando ocorre?
- O que ocorre?
- Com que intensidade ocorre?
- Quem? quando? onde? como?;
- Dificuldades, as precauções, a supervisão
e o controle.
RECORDANDO 1º Conhecer não é o mesmo que provar. 2º O conhecimento, principalmente o popular,
RECORDANDO
1º Conhecer não é o mesmo que provar.
2º O conhecimento, principalmente o
popular, pode ser falho, ou não resistir a
uma análise científica.
3ª O conhecimento é mutável. Baseia-se
nas fontes de informações.
4º “Eu conheço”, =/= “O mundo conhece”.
O FANTASMA. Por falha na impressão, no Brasil (único país no mundo) o uniforme ficou
O FANTASMA.
Por falha na impressão,
no Brasil (único país no
mundo) o uniforme ficou
cor de rosa forte.
Nos demais países, a cor era a original, roxa.
Nos demais
países,
a cor era a
original,
roxa.
Ferdinando, Violeta, Xulipa e Lúcifer Buscapé.
Ferdinando,
Violeta,
Xulipa
e Lúcifer Buscapé.
NO ORIGINAL Li´ l Abner Daisy Mae, Mammy Yokum, AI Vapp, Brejo Seco é Dogpatch
NO ORIGINAL
Li´ l Abner
Daisy Mae,
Mammy Yokum,
AI Vapp,
Brejo Seco é
Dogpatch
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ELÉTRICA?
ELÉTRICA?
ANÚNCIOS DE REMÉDIOS NA MÍDIA “Após recentes estudos, foi comprovada a eficácia de , que
ANÚNCIOS DE REMÉDIOS NA MÍDIA
“Após recentes estudos, foi comprovada a
eficácia de
,
que regenera os tecidos
agora com a proteína WZ32,
Quais estudos?
Realizados por quem?
aonde?
quando?
Validados por qual órgão?
O que é a proteína WZ 32? Quem disse que
tem o efeito descrito?
MONOGRAFIA 1) Conceitos: Descrição ou tratado especial de determinada parte de uma ciência qualquer, dissertação
MONOGRAFIA
1) Conceitos: Descrição ou tratado especial
de determinada parte de uma ciência
qualquer, dissertação ou trabalho escrito que
trata especificamente de um determinado
ponto da ciência, da arte, da história, etc
(LAKATOS, 2001)
Trabalho sistemático e completo sobre um
assunto particular, usualmente
pormenorizado no tratamento, mas não
extenso ao alcance - American Library
Association.
2) Características: a – Trabalho escrito, sistemático e completo. b – Tema específico ou particular
2) Características:
a – Trabalho escrito, sistemático e completo.
b – Tema específico ou particular de uma ciência ou
parte dela.
c – Estudo pormenorizado e exaustivo, abordando
vários aspectos e ângulos do caso.
d – Tratamento extenso em profundidade, mas não
em alcance – importante é o caráter do trabalho,e a
qualidade da tarefa, o nível da pesquisa.
e – Metodologia específica.
f – Contribuição importante, original e pessoal para a
ciência.
3) Estrutura: a - Introdução – apresentação sintética da questão, metodologia, referência a trabalho anterior
3) Estrutura:
a - Introdução – apresentação sintética
da questão, metodologia, referência a
trabalho anterior (se houver) sobre
mesmo assunto.
B - Desenvolvimento –
Fundamentação lógica do trabalho de
pesquisa, expondo e demonstrando.
Avaliação Metodológica do Trabalho a – A Hipótese está explicita? b – Apresentaram-se os antecedentes
Avaliação Metodológica do Trabalho
a – A Hipótese está explicita?
b – Apresentaram-se os antecedentes de observação
e leitura, que levaram à hipótese?
c – Os problemas e hipóteses foram propostos em
termos científicos?
d – O plano de pesquisa foi pormenorizado, de modo
que sua lógica seja aparente?
e – As várias subproposições foram derivadas e
relacionadas com as observações contidas no
trabalho?
f – O corpo do trabalho realmente resume e indica
nova pesquisa?
CRITÉRIOS DE COERÊNCIA E COESÃO Coerência: Rede de sintonia entre as partes e o todo
CRITÉRIOS DE COERÊNCIA E COESÃO
Coerência: Rede de sintonia entre as partes e o
todo de um texto. Conjunto de unidades
sistematizadas numa relação semântica, ou seja,
popularmente: “Dizer coisa com coisa”, ou “Uma
coisa bater com a outra”.
Coesão: Conjunto de elementos posicionado ao
longo do texto, numa linha de sequência e com os
quais se estabelece uma conexão sequencial.
Caso o vínculo coesivo se faça via gramática, fala-
se em coesão gramatical; se se faz por meio do
vocabulário, tem-se uma coesão léxica.
Questionário (Pesquisa, Estudo de Campo, etc) Técnica de coleta de informações, constituído por indagações
Questionário (Pesquisa, Estudo de Campo, etc)
Técnica de coleta de informações, constituído por
indagações escritas.
Fundamentos básicos:
1 – Brevidade
2 – Isenção: não se deve induzir respostas (Ex:
você não acha um absurdo
)
3
– Clareza
4 – Organização: Não deve haver perguntas
conflitantes, que possam confundir o respondente.
Ex: Dê uma nota de 10 a 5; a)na assiduidade do
professor. b) na impontualidade do professor.
NORMAS METODOLÓGICAS - LEMBRETES Expressões: Ap. (apud) – segundo (Silva apud Souza.) Et al. (et
NORMAS METODOLÓGICAS - LEMBRETES
Expressões:
Ap. (apud) – segundo (Silva apud Souza.)
Et al. (et alii) – e todos
Ib. (ibdem) – a mesma obra já referida.
Id.(idem) - - mesmo autor, já referido.
Ip. lit. (ipsis literis) – literalmente.
Ip. V. (ipsis verbis) - textualmente
Loc. Cit. (loco citato) – no lugar citado.
Op. Cit. (opus citatum) – na mesma obra já
citada.
SUMÁRIO 1 - Título em Maiúsculas. 1.1 - Subtítulo, com maiúsculas nas letras iniciais. 1.1.1.
SUMÁRIO
1 - Título em Maiúsculas.
1.1 - Subtítulo, com maiúsculas nas letras iniciais.
1.1.1. Subdivisão em minúsculas com grifo
OBS: Trabalhos digitalizados: Como o computador
obedece aos comandos do digitador, “erros do
computador”, não são aceitos.
Numeração de Páginas As páginas são contadas desde a Folha de Rosto (a seguinte após
Numeração de Páginas
As páginas são contadas desde a Folha de
Rosto (a seguinte após a capa), mas os
números só aparecerão após o Sumário, ou
seja , na Introdução.
Recomenda-se abrir um arquivo, da Capa
até Sumário, e outro da Introdução até o
final.
Fica muito mais fácil contar, mas não
numerar, e no outro arquivo, já começar
com o número 9 ou 10 colocado na parte
superior, à direita de quem olha a página.
Redação 1 – Não usar verbo na 1ª pessoa do singular, sempre no infinitivo, ou
Redação
1 – Não usar verbo na 1ª pessoa do singular,
sempre no infinitivo, ou na 3ª pessoa.
Ex: Nunca “Fiz, pesquisei”, mas “foi feito, faz-se,
e foi pesquisado, pesquisou-se”.
2 – Não usar – “Meu trabalho”, “Eu penso”, etc.
3 – Não usar verbo na 1ª Pessoa do Plural, ou o
plural de modéstia – “No nosso trabalho”
“no nosso entender”.
Ou
4 – Não estabelecer diálogo com o leitor, do tipo
“Veja só como
”,
ou “ “O leitor irá entender
”,
pois é um trabalho científico.
Estilo Despojado, sem excesso de adjetivação, e sem o emprego de termos eruditos, preciosismos vocabulares,
Estilo
Despojado, sem excesso de adjetivação, e
sem o emprego de termos eruditos,
preciosismos vocabulares, ou palavras em
desuso.
Gírias ou palavras deselegantes, não fazem
parte da linguagem científica.
Evitar repetições próximas, de vocábulos,
conjunções ou expressões.
continua
continuação Linguagem científica: clara e concisa. Um parágrafo deve expressar apenas uma idéia principal, com
continuação
Linguagem científica: clara e concisa.
Um parágrafo deve expressar apenas uma
idéia principal, com idéias secundárias ao
redor.
Evitar prolongar a explanação de uma idéia já
suficientemente exposta, bem como repetir
detalhes irrelevantes.
Frases demasiadamente longas,
comprometem a clareza, e dificultam a
concordância gramatical.
Dividir, pois, frases longas em duas ou mais,
evitando o acúmulo de orações em um só
período.
continuação Preferir o estilo culto, ou coloquial educado – aquele que usa vocábulos comuns e
continuação
Preferir o estilo culto, ou coloquial educado –
aquele que usa vocábulos comuns e sintaxe
simples, mas não exclui a observância das
normas gramaticais.
Procedimento fundamental – organizar as
idéias de maneira lógica e precisa,
estabelecendo uma linha coerente de
raciocínio.
Expressões condenáveis Opções A nível de, ao nível Em nível, no nível Face a, frente
Expressões condenáveis
Opções
A nível de, ao nível
Em nível, no nível
Face a, frente a
Ante, diante de, em face de,
perante
Onde (quando não exprime lugar)
Em que, na qual, nos quais.
Sob um ponto de vista
De um ponto de vista
Sob um prisma
Por (ou através de) um prisma
Em função de
Em virtude de, por causa de, em
razão de.
Através de
Por meio de
(Fazer alguma coisa) visando
(Fazer alguma coisa) destinadas a.
Expressões não recomendáveis Opções A partir de Com base em, tomando-se como base Devido a
Expressões não recomendáveis
Opções
A partir de
Com base em, tomando-se como
base
Devido a
Por, mediante, segundo
Dito
Citado, mencionado
Enquanto
Ao passo que
Fazer com que
Compelir, constranger, fazer que
No sentido de, com vistas a
A fim de, para, com a finalidade
Pois (no início da oração)
Já que, porque, uma vez que
Principalmente
Especialmente, mormente, sobretudo
Expressões que demandam atenção - Acaso, caso = com “se”, use acaso. Caso, sem “se”.
Expressões que demandam atenção
- Acaso, caso = com “se”, use acaso. Caso,
sem “se”.
- Aceitado e aceito = Ter e haver,Aceitado.
Ser ou estar – aceito,
- À custa de = não às custas de
- À medida que = à proporção que,
conforme, ao mesmo tempo que
- Na medida em que = tendo em vista que,
uma vez que.
- A meu ver = não ao meu ver
- A ponto de = não ao ponto de
continuação - De modo (maneira) que = não a maneira - Em termos de =
continuação
- De modo (maneira) que = não a maneira
- Em termos de = modismo. Evitar.
- Em vez de = em lugar de
- Ao invés de = ao contrário de
- Enquanto que = o “que” é redundância
- Implicar em = regência direta – sem “em”.
- Ir de encontro a = chocar-se com
- Ir ao encontro de = concordar com
- Junto a = usar só quando equivaler a
“adido” ou similar.
BIBLIOGRAFIA ANDRADE, M. M. Como Preparar Trabalhos para Cursos de Pós-Graduação. São Paulo: Atlas, 2008.
BIBLIOGRAFIA
ANDRADE, M. M. Como Preparar Trabalhos para
Cursos de Pós-Graduação. São Paulo: Atlas, 2008.
DENKER, A. F. M. e DA VIÁ, S. C. Pesquisa
Empírica em Ciências Humanas (com ênfase em
comunicação). São Paulo: Futura, 2007.
LAKATOS, E. M. Fundamentos da Metodologia
Científica. 4ª Edição. São Paulo: Atlas,2010.
VERGARA, S. C. Projetos e Relatórios de Pesquisa
em Administração. São Paulo: Atlas, 2009.