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CORPORATIVO Código PD02973

Padrão Definições Revisão 06

Título: MANDATÓRIO - Diretrizes para Elaboração e Área CQ


Revisão dos Planos da Qualidade nas Fábricas de
cimento
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Este padrão não sofreu alterações, foi revisado devido à data de vigência.

a
1. OBJETIVO

lad
Este padrão define o conteúdo do Plano da Qualidade para as fábricas de cimento da Votorantim Cimentos
e os ensaios mínimos que devem ser contemplados para garantia da qualidade do produto.

2. APLICAÇÃO

tro
Este padrão aplica-se a todas as unidades da Votorantim Cimentos, para área de controle de qualidade das
fábricas de cimento. on
3. REFERÊNCIAS

Planos da Qualidade das unidades Votorantim Cimentos

Norma NBR ISO – 9001:2008


oc

4. DEFINIÇÕES

 Fluxograma do processo - representação gráfica mostrando a operação esquematicamente e


indicando pontos de amostragem, transporte e estocagem.


 Tabela de definições - tabela com os itens que devem estar contemplados no Plano da qualidade.
 Padrões de Especificação dos Produtos - estão contidas nestes padrões as faixas de especificação
para a análise crítica.:
p ia

5. RESPONSABILIDADES

5.1 Responsáveis pelo Controle de Qualidade da unidade: manter o plano da qualidade da unidade

atualizado

5.2 Controle de qualidade DT: fazer as revisões necessárias neste procedimento

6. DESCRIÇÃO DO PADRÃO

Responsabilidades: o Coordenador ou Chefe do Controle de Qualidade deve ser o responsável pela


elaboração/ avaliação do Plano da Qualidade da unidade. Nas moagens o responsável pela elaboração/
avaliação é o responsável pela qualidade da unidade.

Responsável: Sigilo: Uso interno ao négócio Aprovador: Guilherme de Moura


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Fluxograma: Cada unidade VC deve incluir neste item, seu fluxograma de processo/ controle de Processo,
mostrando itens de operação, transporte, amostragem e estocagem, com as simbologias apropriadas.

a
Tabela de Definições: Esta tabela deve contemplar, no mínimo, os itens listados no modelo anexo. O anexo

lad
mostra um exemplo da forma como a planilha deve ser completada.

Os tipos de materiais listados nesta tabela, também devem ser detalhados, contemplando os produtos que
compõem todas as fases do processo. Assim como se existirem periodicidades de análises diferentes para

tro
um mesmo material (ex: granulometria de 2 x 2 horas e composição química de 4 x 4 horas) devem estar
descritas de forma detalhada.

A análise crítica, item contido na tabela de definições, é um procedimento de verificação dos resultados
on
obtidos, cuja periodicidade deve estar indicada. As análises críticas devem ser documentadas, sendo que o
modo de rastreabilidade destas análises deve ser referenciado no Plano da Qualidade.
oc

Os materiais eventualmente fora de especificação deverão ser segregados e/ou reclassificados conforme
definido por cada unidade devido às características de cada instalação. Na análise crítica para a definição
de situação de inspeção e ensaios dos produtos poderá ser utilizado critério de arredondamento sobre os
resultados encontrados nos parâmetros de controle.

Caso algum item seja controlado por outra área/divisão que não o Controle de Qualidade (por exemplo,
sacaria),a situação de inspeção e ensaio deve ser definida por esta divisão, e deve ter a descrição de
responsabilidades da coleta e análise crítica descritas na tabela de definições.
ia

No caso de cimentos especiais, pode haver situações especiais de inspeção e ensaios que sejam definidas
p

em padrões específicos. Neste caso, o mesmo deverá estar referenciado na tabela de definições do Plano
da Qualidade.

As unidades VC devem especificar (descrever) nos seus respectivos Planos da Qualidade situações
especificas de inspeção e ensaios, assim como procedimentos para comparativos de resultados (PE’s,
tabelas de parâmetros, identificação de “conformes” e “não conformes”). No caso de “não conformidades”
indicar o nº do padrão de referência.

O controle de insumos adquiridos deverá estar descrito no plano da qualidade de cada unidade para
verificação da conformidade.

Responsável: Sigilo: Uso interno ao négócio Aprovador: Guilherme de Moura


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Controles específicos de cada unidade que não estejam contemplados na tabela de definições devem ser
descritos no procedimento do Plano da Qualidade, em forma de notas (Ex. Nota 1:..., Nota 2:....) no item

a
Definições do procedimento.

Os ensaios mínimos e obrigatórios a serem contemplados nas fábricas de cimento são os seguintes:

lad
Calcário mina Composição química

Calcário empilhado Composição química, % máx. de retido na malha de controle da unidade

tro
Calcário aditivo Composição química

Argila Composição química e umidade (argila empilhada)

Minério de ferro Teor de Fe2O3, umidade


on
Carvão / Coque / Moinha Finura #170 e/ou # 325, Umidade, PCI*1, % SO3*1, % cinzas

Óleo combustível % SO3 e PCI


oc

Farinha produzida Composição química e retido na # 100 e/ou # 170

Farinha alimentada Composição química

Clínquer Composição química, CaO livre, Peso litro, Microscopia


Gesso Índice de acidez*2, umidade, % SO3

Escória Basicidade (NBR 5735), umidade*3

Materiais Pozolânicos Granulometria*4, RI, PF, análise química, umidade, índice de atividade
ia

pozolânica com cal

Cimento produzido Finura (#325 ou #400), PF (apenas cimentos com adição de calcário), RI
p

horário (apenas cimentos pozolânicos), SO3, % escória teórico (CPIIE e CPIII)

Cimento produzido média R1 dia, Finura (#325 ou #400, Blaine), Tempo de início de pega, RI, PF e

diária SO3, MgO ( MgO exceto CPIII), % escória teórico (apenas para CPIIE e
CPIII)

Cimento expedido R3, R7 e R28 dias (R1 para CPV-ARI), Blaine, Tempos de início e fim de
Pega, # 200, Expansibilidade a quente, PF, RI, CO2* 5, MgO (MgO exceto
CPIII), SO3, % escória teórico (apenas para CPIIE e CPIII)
Para cimentos classificados como RS devem ser feitas análises para
caracterização da Resistência a Sulfatos, pelo menos 2 vezes por ano

Sacaria Comprimento e largura da sacaria, posição da válvula, tamanho da válvula.

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Obs *1: Unidades que não possuem equipamentos para determinação de SO3 e PCI de moinha ou carvão,
devem enviar amostras para outra unidade ou para o Centro Técnico. Para unidades que utilizam coque e

a
não possuem equipamentos, devem receber e avaliar os laudos dos fornecedores.

Obs *2: Para as unidades que recebem gesso natural, cujo índice de acidez seja caracteristicamente baixo,

lad
a determinação do índice de acidez não se faz necessária.

Obs *3: Para a escória recebida moída não é necessário o ensaio de umidade.

Obs *4: A granulometria da pozolana é obrigatória para unidades que expedem ou que produzem e utilizam

tro
pozolana moída para produção de cimentos.

Obs*5: Fabricas que não tem condições de analisar o CO2, também devem acompanhar este item de
norma através de analises da ABCP ou CT.
on
Obs: Ensaios que são analisados por outros métodos que não os de norma (ex: RI – FRX) devem ser
periodicamente validados pelo método normativo.

Para caracterização mais detalhada de alguns materiais é recomendada a realização dos ensaios adicionais
oc

abaixo (não obrigatórios):

Combustíveis Moabilidade e teor de voláteis, analise química das cinzas

Gesso %P2O5, Flúor


Materiais Pozolânicos % máx. água requerida, índice de atividade pozolânica com cimento

Cimento CPIII Teor de sulfetos


ia

Clinquer Retido na #9,0mm


p

7. ANEXOS

Tabela de Definições: No exemplo em anexo, os itens mínimos a serem padronizados, são mostrados na

primeira linha da tabela. Na vertical, são indicados os materiais (ex. calcário, farinha) seguidos pelos demais
até completar todo o processo da fábrica.

Planilha do Microsoft
Excel 97-2003

Seguem complementos para entendimento dos itens da tabela acima:

* Tipo de Amostragem: Indicar o modo de composição da amostra. Por exemplo:

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Cimento produzido - para as análises horárias as amostras são do amostrador ou amostras spots, e a média
do dia é a composição de todas as amostras horárias coletadas no dia. Informar também se a coleta é

a
manual ou automática.

lad
* PRM: Peso representativo mínimo da amostra, em kg.

* Em PO de Coleta e em PO de Análise: Informar número do Procedimento Operacional do Sisquali.

* Registro: indicar onde fica arquivado o resultado da análise. Podendo ser no PI, em planilhas de papel,

tro
etc.

8. ELABORADORES
on
Nome Área
oc

Ana Carolina Luchese DT- Controle de Qualidade



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Responsável: Sigilo: Uso interno ao négócio Aprovador: Guilherme de Moura


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