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CRIMES EM ESPECIAL

TUTELA DA PESSOA E VIOLÊNCIA DE GÉNERO

2017-2018
2.º SEMESTRE

Coordenação: TERESA PIZARRO BELEZA


Regência: TERESA QUINTELA DE BRITO

PROGRAMA

1. Introdução ao estudo da Parte Especial do Direito Penal (2.03.2018)

a. Distinção entre teoria geral do crime e estudo da Parte Especial do Direito


Penal
b. Funções da Parte Especial (PE) e da Parte Geral (PG)
c. Relações entre a PG e a PE. Condicionamento pela PG das soluções que
decorrem da PE e tensão entre PE e PG
d. A PE como sistema

9.03.2018 – IMPOSSIBILIDADE DE COMPARÊNCIA. AULA DE COMPENSAÇÃO A


COMBINAR

2. Crime de ofensas à integridade física (art. 143º do Código Penal) (16 e 19.03.2018)

a. Conduta típica: ofensa ao corpo ou à saúde. Lesões de diminuta importância e


adequação social. Referência às intervenções e tratamentos médico cirúrgicos
(art. 150º/1 CP) e aos tratamentos médico-cirúrgicos arbitrários (art. 156º CP).
b. Bem jurídico protegido: integridade física num sentido corporal-objectivo, ou
desatenção à pessoa como um todo, i.e. na sua integridade física/corporal e na
sua integridade psíquica/moral?
c. A tutela penal da integridade física abrange em geral e autonomamente a
integridade psíquica/moral ou a saúde psíquica? Uma falsa questão dada a

1
incindibilidade entre emoções, corpo e mente; opção por um conceito de
saúde e de lesão da integridade física biopsicossocial.
d. Fronteira com os crimes contra a honra (retorno às lesões de diminuta
importância).

3. Crimes de violência doméstica e maus-tratos (arts. 152º e 152º-A do Código Penal): 19


e 23.03.2018

a. Condutas típicas, bem jurídico protegido e relações entre o agente e a vítima.


Semelhanças e diferenças entre si.
b. Semelhanças e diferenças relativamente aos crimes de ofensa à integridade
física, ameaças, coacção e injúrias (arts. 143º, 153º, 154º e 181º do Código
Penal).
c. Penas acessórias: proibição de contacto com a vítima; proibição de uso e porte
de arma; obrigação de frequência de programas específicos de prevenção da
violência doméstica; inibição o exercício do poder paternal, da tutela ou da
curatela (art. 152º-A, n.os 4-6 CP).
d. Problemas de concurso aparente com crimes mais gravemente punidos; as
penas acessórias e a problemática cláusula da subsidiariedade expressa.
e. Homicídio doloso em contexto de violência doméstica: concurso efectivo de
crimes?
f. Regime especial de suspensão provisória do processo (art. 281º/7 do Código
de Processo Penal).
g. Concurso homogéneo de crimes de violência doméstica ou de maus-tratos?
Possíveis critérios de identificação.

26.03.2018 A 2.04.2018 – FÉRIAS DA PÁSCOA

AULA ABERTA - 1 TEMPO LECTIVO: DESEMBARGADORA ANA BARATA BRITO


(TRE): “O conceito de namoro enquanto elemento do crime de violência doméstica" –
6.04.2018?

6.04.2018 – 1 TEMPO LECTIVO - 2/3 EXPOSIÇÕES ORAIS DE 15 minutos cada,


seguidas de 30 minutos de debate

4. A “Convenção de Istambul”1 13.04.2018 (1 TEMPO LECTIVO)

1
Convenção do Conselho da Europa para a prevenção e o combate à violência contra as mulheres e a violência
doméstica, de 11 de Maio de 2011, aprovada pela Resolução da AR n.º 4/2013, de 14 de Dezembro de
2012, e ratificada pelo Decreto do Presidente da República n.º 13/2013, de 21 de Janeiro.

2
4.1 . Conceitos de “violência contra as mulheres”, “violência doméstica”, “género” e
“violência contra as mulheres baseada no género” (art. 3º)

4.2 . A centralidade da vítima (arts. 7º/2, 18º/1, 25º, 26º, 31º, 50º- 53º, 56º, etc.)

4.3 . Obrigações gerais dos Estados-Parte (art. 12º, 27º e 28º)

4.4 . Programas preventivos de intervenção e tratamento (art. 16º)

4.5 . Criminalização da ajuda, cumplicidade e tentativa (art. 41º)

4.6 . Competência judiciária (art. 44º)

4.7 . Sanções e medidas (art. 45º)

4.8 . Processos ex parte e ex officio (art. 55º)

4.9 . Prescrição (art. 58º)

5. A “Convenção de Istambul: possibilidade constitucional, necessidade e oportunidade


de novas incriminações

5.1. Stalking/Assédio persistente (art. 34º da Convenção): 13.04.2018 (1 tempo lectivo)


a. Conceito, modalidades e bem/bens jurídico(s) afectado(s).
b. Preexistência dos crimes de ameaças, coacção, difamação, injúrias, perturbação
da vida privada, devassa da vida privada, devassa por meio de informática,
violação de correspondência ou de telecomunicações e de gravações e
fotografias ilícitas (arts. 153º, 154º, 180º, 181º, 190º/2, 192/1, 193º, 194º e
199º do Código Penal)
c. Dignidade punitiva da conduta, carência e oportunidade de tutela penal?
Referência à alternativa das ordens judiciais de restrição e controlo.
d. Dificuldades na descrição típica do comportamento proibido; conveniência de
uma formulação típica aberta.
e. Possíveis técnicas legislativas de tutela do bem jurídico: crime de mera
actividade ou material/de resultado?; crime de perigo ou de dano?
f. Direito Comparado
g. O novo crime de perseguição (artigo 154º-A do Código Penal).
Inaplicabilidade, por causa da moldura da pena, das medidas de coacção que
protejam a vítima e evitem a continuação da actividade criminosa (arts. 200º,
202º e 203º CPP).
TRABALHOS:

3
DANIELA TRINDADE: Violência doméstica e perseguição – Trabalho escrito

20.04.2018: IMPOSSIBILIDADE DE COMPARÊNCIA. AULA DE COMPENSAÇÃO A


COMBINAR

27.04.2018 – 1 TEMPO LECTIVO: 2/3 EXPOSIÇÕES ORAIS DE 15 minutos cada,


seguidas de 30 minutos de debate:

5.2. Assédio sexual no trabalho e nas ruas (art. 40º da Convenção: qualquer conduta
indesejada, verbal, não verbal ou física, de carácter sexual, tendo como objectivo violar a
dignidade de uma pessoa, em particular quando esta conduta cria um ambiente
intimidante, hostil, degradante, humilhante ou ofensivo) 27.04.2018 (1 tempo lectivo)

a. Conceito, modalidades e bem/bens jurídico(s) protegidos.


b. Preexistência dos crimes de coacção sexual, violação e, sobretudo, de
importunação sexual (arts. 163º/2, 164º/2 e 170º do Código Penal).
c. Dignidade punitiva da conduta, carência e oportunidade de tutela penal?
d. Dificuldades na descrição típica do comportamento proibido
e. Possíveis técnicas legislativas de tutela do bem jurídico: crime de mera
actividade ou material/de resultado?; crime de perigo ou de dano?
f. Direito Comparado
g. A nova versão do crime de importação sexual (artigo 170º CP): “importunar
outra pessoa formulando propostas de teor sexual”; confronto com os crimes contra
a honra, maxime injúrias (arts. 181º e 182º CP)

AULA DE COMPENSAÇÃO DE FALTA A COMBINAR – 1 TEMPO LECTIVO: 2/3


EXPOSIÇÕES ORAIS DE 15 minutos cada, seguidas de 30 minutos de debate.

AULA ABERTA: PROFESSORA HELENA MORÃO (FDUL; CIDPCC – 1 TEMPO


LECTIVO) – “Estereótipo de género e investigação criminal”?

5.3. Criminalização do casamento forçado de adulto ou criança (art. 37º/1 da


Convenção) e crime de tráfico de pessoas (arts. 160º do Código Penal e 37º/2 da
Convenção: criminalização do acto intencional de enganar criança ou adulto a fim de o
levar do território de uma Parte ou Estado onde reside para outro, com o objectivo de
forçar essa criança ou adulto a contrair matrimónio) AULA DE COMPENSAÇÃO DE
FALTA A COMBINAR - 1 TEMPO LECTIVO

a. Direito Comparado
b. O novo crime de casamento forçado; a amplíssima punição dos actos
preparatórios; distinção entre autoria, participação no crime de casamento

4
forçado e punição pela prática de actos preparatórios; os casos de agravação
(artigos 154º-B, 154º-C, 155º CP).
c. Falta de norma especial sobre prescrição semelhante à vertida no art. 118º/5
CP.
4.05.2018 – 1 TEMPO LECTIVO: 2/3 EXPOSIÇÕES ORAIS DE 15 minutos cada,
seguidas de 30 minutos de debate

5.4. Coacção sexual e violação (arts. 163º e 164º CP) 4 e 11.05.2018


AULA ABERTA: PROFESSORA INÊS FERREIRA LEITE (FDUL; CIDPCC – 1 TEMPO
LECTIVO)?
a. Substituição do constrangimento ao acto sexual pelo mero dissentimento? (art.
36º/2 da Convenção: o consentimento deve ser dado voluntária e livremente,
e avaliado no contexto das circunstâncias envolventes).
b. A nova redacção dos artigos 163º/2 (coacção sexual) e 164º/2 (violação);
confronto com a anterior redacção; consequências da nova incriminação e
alternativas; distinção entre crimes contra a liberdade sexual e crimes contra a
autodeterminação sexual mas possibilidade de aplicação dos crimes contra a
liberdade sexual quando a vítima seja menor.
c. “Publicização” destes crimes? Art. 178º/2 CP, nova redacção.

5.5. Mutilação genital feminina (MGF) (art. 38º da Convenção: criminalização das
condutas de excisão; dos actos de forçar mulher a submeter-se a excisão ou de lhe
providenciar meios para esse fim e, ainda, de incitar ou forçar rapariga a submeter-se a
excisão ou de lhe providenciar meios para esse fim) 18.05.2018 (1 tempo lectivo)

a. Conceito, modalidades e bem/bens jurídico(s) ofendido(s).

b. Preexistência do crime de ofensa grave à integridade física [art. 144º, al. b) do


Código Penal].
c. Eventual incriminação autónoma em função da inserção da MGF num
contexto de violência contra as mulheres baseada no género, mas que também
é normalmente de forte pressão social, religiosa e cultural sobre agentes e
vítimas ?
d. O novo crime de mutilação genital feminina (artigo 144º-A CP); relação com o
art. 144º b); falta de previsão da automutilação; punição dos actos
preparatórios sem qualquer descrição; distinção entre autoria, participação no
crime de MGF e punição pela prática de actos preparatórios.

5
18.05.2018 – 1 TEMPO LECTIVO: 2/3 EXPOSIÇÕES ORAIS DE 15 minutos
cada, seguidas de 30 minutos de debate

MÉTODOS DE AVALIAÇÃO

1. Aulas dialogadas, em geral com uma exposição inicial, seguida de discussão do tema
apresentado.

2. Aulas abertas leccionadas por convidados (v.g. professores, magistrados judiciais,


advogados ou membros de associações de apoio à vítima).

3. Utilização de PowerPoint para apoio e acompanhamento da exposição; projecção do


correspondente sumário, com indicação de bibliografia e jurisprudência durante a aula.

4. Indicação de bibliografia e de jurisprudência específicas para cada um dos conteúdos


programáticos, durante as aulas e na página online da disciplina.

5. Discussão e resolução de casos e questões práticas de aplicação e teste dos conceitos e


conteúdos teóricos leccionados.

6. Apresentação oral pelos alunos de casos (p. ex. decisões do Tribunal Constitucional ou
de qualquer outro tribunal) ou de trabalhos sobre pontos do programa, seguidos de
discussão por todos. O tema e o plano da exposição oral devem ser previamente
submetidos à aprovação da Regente.

7. Possibilidade de realização de um trabalho escrito, segundo o template disponibilizado,


com um máximo (inultrapassável) de 10 páginas de texto, sob pena de não
consideração das páginas excedentes. Texto: letra tamanho 12, espaço 1,5; notas de
rodapé: letra tamanho 10, 1 espaço. O tema e o plano do trabalho devem ser
submetidos à aprovação prévia da regente e trabalho será entregue na semana
seguinte àquela em que for leccionada a matéria que constitui o objecto do trabalho.

8. Controlo da assiduidade às aulas.

9. Só será atribuída nota de avaliação contínua aos alunos que tenham assiduidade às
aulas.

10. A nota final de avaliação contínua corresponderá sempre à média aritmética das
classificações obtidas nos diversos elementos componentes da avaliação contínua:
exposição oral e/ou trabalho escrito, qualidade e pertinência das participações orais.

11. Caso a nota de avaliação contínua seja superior à do exame final, a nota final
corresponderá à média aritmética de ambas.

12. É indispensável a assiduidade a todas as aulas (teórico-práticas e práticas), porque o


Direito Penal lida com conceitos complexos, mas é iminentemente prático. Todo ele se
orienta para a interpretação e aplicação do Direito a situações concretas da vida. Por
isso, todas as aulas são imprescindíveis para um bom aproveitamento e para uma sólida
formação jurídico-penal. O objectivo é munir os Alunos de conhecimentos que os
habilitem a reflectir e argumentar sobre qualquer questão de Direito Penal especial.

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LEGISLAÇÃO
• Código Penal
• Código de Processo Penal
• Convenção de Istambul
• Lei n.º 130/2015, de 4 de setembro (Estatuto da Vítima)
• Lei n.º 112/2009, de 16 de Setembro (Vítimas de violência doméstica)
• Lei n.º 33/2010, de 2 de Setembro [meios técnicos de controlo à distância (Vigilância

15
electrónica)]; Portaria n.º 220-A/2010, de 16 de Abril (Meios técnicos de
teleassistência)
• Lei n.º 93/99, de 14 de Julho; Decreto-Lei n.º 190/2003, de 22 de Agosto (Protecção
de testemunhas)

JURISPRUDÊNCIA

• Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 29.03.2012, Proc. N.º


429/09.9TTLSB.L1.S1, Relator: GONÇALVES ROCHA (assédio moral no
trabalho/mobbing)

• Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, de 29.03.2006, Proc. N.º 0516874, Relator:


JOAQUIM GOMES (Ofensa à integridade física: quadro depressivo grave)

• Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, de 19.09.2012, Proc. N.º


901/11.OPAPVZ.P1, Relator: ERNESTO NASCIMENTO (violência doméstica:
elementos do tipo)

• Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, de 17.11.2010, Proc. N.º


638/09.09OPBFIG.C1, Relatora: ELISA SALES (violência doméstica/ofensa à
integridade física)

• Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, de 6.02.2013, Proc. N.º


2167/10.0PAVNG.P1, Relator: COELHO VIEIRA (violência doméstica: bem jurídico
versus âmbito punitivo)

• Ac. da Relação de Lisboa de 5 de Julho de 2016, Processo n.º 662/13.9GDMFR.L1,


relator Jorge Gonçalves (violência doméstica: bem jurídico protegido), disponível em
http://www.pgdlisboa.pt/jurel/jur_mostra_doc.php?nid=5097&codarea=57&

• Ac. da Relação de Lisboa, de 31 de Maio de 2016, Proc. n.º 249/14.9PAPTS.L1-5,


Relatora Filipa Macedo (violência doméstica como crime específico próprio).

• Ac. da Relação do Porto de 15 de Janeiro de 2014, Proc. n.º 364/12.3GDSTS.P1,


Relator José Carreto (violência doméstica no quadro de relação de namoro)

• Ac. da Relação do Porto de 30 de Setembro de 2015, Proc. n.º 3299/14.1TAMTS.P1,


Relator Horácio Correia Pinto (violência doméstica no quadro de relação de namoro)

• Ac. da Relação do Porto, de 8 de Março de 2017, Proc. n.º 121/15.5JAPRT.P1, Relator


Jorge Langweg (violência doméstica em relação extra-conjugal)

• Ac. Relação do Porto de 9 de Novembro de 2016, Proc. n.º 173/14.5GBAND.P1,


Relator João Pedro Nunes Maldonado (violência doméstica: maus tratos psíquicos)

• Ac. da Relação de Évora, de 30 de Junho de 2015, proc. n.º 1340/14.7TAPTM.E1,


Relatora Ana Barata Brito (violência doméstica: prova em caso de contradição das
declarações do arguido e da vítima).

• Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 5.04.2006, Proc. N.º 06P468, Relator:


JOÃO BERNARDO (maus tratos a menores)

16
• Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, de 19.06.2013, Proc. N.º
607/11.0SMPRT.C1, Relator: CORREIA PINTO (castigos corporais, poder de
correcção, maus-tratos, ofensa à integridade física)

• Acórdão do Tribunal da Relação do Porto, de 13.04.2011, Proc. N.º


476/09.0PBBGC.P1, Relatora: EDUARDA LOBO (crime de violação e violência)

• Acórdão TRC de 03.02.2016, Proc. n.º 9/14.7GCTND.C1, Relator: OLGA


MAURÍCIO (conceito de ameaça grave para efeitos do art. 163º/1 CP).

• Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 31.05.2006, Proc. N.º 1177/06, Relator:


JOÃO BERNARDO PIRES (violação, coacção sexual, ameaça, rapto, bem jurídico
protegido e concurso de infracções)

• Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 14.05.2009, Proc. N.º 07P0035, Relator:


SOARES RAMOS (abuso sexual de crianças, crime continuado, crime de trato
sucessivo, concurso de crimes)

• Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, de 9.04.2014, Proc. N.º


2/11.1GDCNT.C1, Relatora: ALICINA COSTA RIBEIRO (abuso sexual de crianças,
violação, pluralidade de infracções).

• Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 14.01.2016, Processo n.º


414/12.3TAMCN.S1, Relator: MANUEL AUGUSTO MATOS (abuso sexual de
crianças, crime de trato sucessivo, concurso de infracções)

• Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 20.04.2016, Processo nº


657/13.2JAPRT.P1.S1, Relatora: HELENA MONIZ (violação, crime de trato sucessivo,
crime continuado, concurso de crimes).

• Acórdão do Tribunal da Relação de Guimarães, de 2.05.2016, Proc. n.º


73/12.3GAVNC.G1, Relator: JOÃO LEE (coacção sexual, importunação sexual, acto
sexual de relevo, pena acessória).

• Acórdão do Tribunal da Relação de Évora, de 7.02.2017, Proc. n.º 12/14.7JAPTM.E2,


Relatora ANA BARATA BRITO (abuso sexual, maus-tratos a menores e crime de trato
sucessivo)

• Acórdão do Tribunal da Relação de Coimbra, de 29.09.2010, Proc. N.º


09.0JAPRT.C1, Relator: ALBERTO MIRA (comparticipação criminosa e casamento
forçado).

Lisboa, 8 de Março de 2018


Teresa Quintela de Brito

17

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