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Sexta-feira, 16 de Junho de 2017

ACT » Per gunt as Mai s Fr equent es

Pergunt as Mais Fr equent es

Veja aqui as perguntas que mais frequentemente são colocadas à ACT bem como as respetivas respostas. Pode fazer a
pesquisa por t e m a s ou por p a la v r a - ch a v e . Esta lista está em permanente atualização e novos temas são
acrescentados regularmente.

Pe sq u isa r
por:

Tema:

» Qu em deve est ar ab ran gid o pela f orm ação em SST previst a no art .º 20 .º d a Lei n.º 10 2/ 20 09 , d e 1 0 d e set em b ro
alt erada pela Lei n.º 42 / 2 01 2, d e 2 8 de ag ost o e p ela Lei n.º 3 / 2 01 4 , d e 2 8 de j an eiro?

Todos os trabalhadores da empresa.

» O q ue é con sid erado f o rm ação ad equ ad a?

A formação adequada é toda a formação / informação / sensibilização que o trabalhador receba e que esteja em relação direta
com a atividade desenvolvida pelo mesmo. Os riscos a que o mesmo está exposto deverão ser objeto dessa formação,
especialmente, quando se trate de atividade com risco elevado.

» Est a f o rm ação t em d e ser ob j et o d e u m a cert if icação/ em issão de cert if icado de f o rm ação pro f issio nal?

Não necessariamente, uma vez que a formação para este efeito poderá ser constituída por ações de sensibilização e informação
para os riscos do posto de trabalho. Contudo, a existir, recomenda-se, a utilização do modelo previsto na portaria n.º 474/2010,
de 8 de julho, com as devidas adaptações.

O comprovativo da sua realização deverá ser feito através da existência de registos que comprovem que a mesma decorreu,
nomeadamente através de, folhas de presença, programa de formação de que conste os conteúdos abordados e sua duração e o
curriculum vitae do formador.

A referida Portaria, que se refere à formação certificada não inserida no Catálogo Nacional de Qualificações estabelece o modelo
de “certificado de formação profissional que se destina a certificar a conclusão com aproveitamento de uma ação de formação
certificada não inserida no Catálogo Nacional de Qualificações”.

Diz o mesmo normativo legal que, quando se trate de “ação de formação que não pressuponha a sua conclusão com
aproveitamento, nomeadamente nas situações em que essa ação configure a forma de conferência, seminário, ou outra, não é
obrigatória a utilização do modelo” de certificado previsto. Para estes casos, embora sem registo obrigatório na plataforma SIGO,
é recomendada também a utilização do modelo previsto na referida portaria com as devidas adaptações.

» Pod erá est a f o rm ação ser co nsiderad a p ara ef eit os da realização da f o rm ação con t ín ua cert if icada, previst a no
Cód ig o d e Trab alh o, de 35 h o ras/ anu ais?

A formação prevista no Código de Trabalho (Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, art.º 131.º, n.º 3) refere que a mesma “pode ser
desenvolvida pelo empregador, por entidade formadora certificada para o efeito ou por estabelecimento de ensino reconhecido
pelo ministério competente e dá lugar à emissão de certificado e a registo na Caderneta Individual de Competências nos termos do
regime jurídico do Sistema Nacional de Qualificações”. Ainda, de acordo com o art.º 133.º, n.º 2), “A área da formação é escolhida
pelo trabalhador, devendo ter correspondência com a atividade prestada ou respeitar a tecnologias de informação e comunicação,
segurança e saúde no trabalho ou língua estrangeira”.

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Assim sendo, para que a formação em SST possa ser considerada para efeitos da prevista em Código do Trabalho, deverá a
mesma ser organizada de forma sistemática e atribuir no final um Certificado de Formação Profissional emitido ao abrigo da
Portaria 474/2010, de 8 de julho.

O comprovativo da sua realização terá que ser feito pela evidenciação através da existência de registos sobre: programa de
formação com conteúdos e duração da mesma, curriculum vitae do formador (sendo que, no caso da formação ser desenvolvida
internamente pelo empregador possa haver recurso a formador sem certificação, desde que as competências sejam
comprovadamente as necessárias face aos conteúdos da formação), folhas de presença e sumários, etc.

» Qu em são o s o rg anism os pú blicos a q ue o em pregado r e as respet ivas associações represent at ivas po dem
recorrer para o d esenvolvim ent o d a f orm ação p ara os t rabalhado res resp on sáveis pela ap licação d e m ed idas d e
p rim eiro s so co rro s, de co m b at e a incên d io s e de evacuação de t rabalh ado res?

Deverão ser contactados os serviços da Au t o rid ad e Nacion al d e Pro t eção Civil ( ANPC) .

» Qu al é a f orm ação con sid erada ad eq u ad a p ara o exercício d e f un ções d e SHT p or Em pregado r/ Trab alh ad or
Desig n ad o?

A formação adequada para o exercício das funções referidas é a formação desenvolvida por entidades formadoras
certificadas cujas ações de formação são objeto de comunicação prévia à ACT. Esta obrigação decorre do art.º 81.º
da Lei n.º 102/2009, de 10 de setembro, , alterada pela Lei n.º 42/2012, de 28 de agosto e pela Lei n.º 3/2014, de
28 de janeiro.

As temáticas a abordar são as previstas no art.º 77.º do mesmo diploma legal, coincidindo com a formação
considerada adequada para o representante do empregador.

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