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CONSELHO DA UNIVERSIDADE DE CABO VERDE

DELIBERAÇÃO N.o 007/CONSU/2017

Sumário: Aprova o Regulamento de Avaliação de Desempenho do Pessoal Docente da


Universidade de Cabo Verde (Uni-CV).

o Estatuto do Pessoal Docente da Uni-CV aprovado pelo Decreto-Regulamentar n.o 8/2009 de 20


de Abril prevê a avaliação de desempenho do Pessoal Docente da Uni-CV estabelecendo que esta é
feita anualmente, com referência ao ano letivo findo, e incide sobre a atividade desenvolvida pelos
docentes em cumprimento das funções e dos deveres gerais e específicos a que estão sujeitos nos
termos da lei e deste Estatuto.

o referido Estatuto estipula entre outros, os princípios gerais a que deve obedecer a avaliação de
desempenho, os objetivos e os efeitos e remete o respetivo regime, incluindo os mecanismos e os
critérios da aplicação desta para regulamentação interna própria da Uni-CV.

Neste sentido levando em consideração os avanços tecnológicos a nível mundial, o processo de


modernização da governação baseado na utilização das tecnologias de informação e comunicação e
a recente adoção de modelo de avaliação do desempenho das instituições de ensino superior em
Cabo Verde, o processo de avaliação de desempenho do pessoal docente da Uni-CV será
instrumentado numa plataforma designada Sistema de Gestão Global e Integrado (SGGI), o qual irá
permitir uma avaliação livre de todos os aspetos geralmente apontados como negativos nas
avaliações, entre estes, a subjetividade e o favoritismo.

o SGGI não permitirá que os critérios de avaliação sejam alterados no decorrer do processo de
avaliação despercebidamente, sendo que toda a atividade do docente será monitorizada pelo
sistema, tornando eficaz a gestão dos Recursos Humanos pela forma como os processos serão
organizados. O avaliado terá amplo acesso à sua avatiação, devendo introduzir no formulário que
lhe será disponibilizado neste Sistema, os elementos que repute relevantes para a sua avaliação de
desempenho referente ao período em avaliação.

Por outro lado, ao avaliador competirá entre outros, negociar e definir os objetivos dos seus
funcionários diretos de acordo com os objetivos estratégicos da unidade orgânica ou subunidade
orgânica, fazer a avaliação anual dos docentes, cumprindo o calendário de avaliação, disponibilizar
recursos humanos e materiais para a realização do processo e acompanhar o desempenho do
avaliado, no exercício de suas funções, contribuindo-para a melhoria deste.

o SGGI permitirá a contabilização dos registos de incidentes críticos- pOSitiVOS ou negativos­


associados a cada colaborador e a cada conhecimento ou competência do seu perfil, bem como os
registos de sugestões feitas pelos colaboradores e terminado o processo de avaliação de
desempenho é possível extrair relatórios com informação sobre a avaliação de desempenho do
colaborador ou uma estatística da avaliação de desempenho global.
Assim, após uma ampla divulgação no seio da comunidade docente da Uni-CV e ouvidas as
entidades sindicais representativas do pessoal docente;

Ao abrigo do disposto no artigo 26. 0 do Estatuto do Pessoal Docente da Uni-CV, conjugado com a
alínea g) do n. O 1 do artigo 19. 0 dos Estatutos da Uni-CV aprovados pelo Decreto-Lei n. o 412016 de
16 de janeiro, o Conselho da Universidade, reunido na Praia, no dia 17 de julho DELIBERA:

l. É aprovado o Regulamento de Avaliação do Desempenho do Pessoal Docente da Uni-CV, anexo


à presente deliberação, da qual faz parte integrante, e baixa-assinado pela Reitora.

2. A presente deliberação entra imediatamente em vigor após a sua publicação na página da


Internet da Universidade de Cabo Verde.

Praia, 17 de julho de 2017


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ANEXO

REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE DA

UNI-CV

CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS

Artigo 1.°
Objeto

o presente Regulamento estabelece as normas por que se deve reger a avaliação de desempenho do
pessoal docente da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV).

Artigo 2.°
Âmbito

O presente Regulamento aplica-se ao pessoal docente da Uni-CV.

Artigo 3.°
Conceitos

Para efeitos do disposto no presente Regulamento considera-se:

a) «Avaliação de Desempenho», o conjunto de procedimentos orientados para apreciar e qualificar

o desempenho, as competências, o potencial e a motivação do pessoal docente das unidades


orgânicas e subunidades orgânicas da Uni-CV;

b) «Avaliados», o pessoal docente das unidades e subunidades orgânicas, seja qual for o tipo de
vínculo;

c) «Avaliador», o superior hierárquico direto do avaliado ou o funcionário com responsabilidades de


coordenação do trabalho sobre o avaliado, no decurso do ano a que se refere a avaliação, desde que tenha no
mínimo 6 (seis) meses de contacto funcional com o mesmo;

d) «Avaliação anual», é o resultado da análise comparativa das autoavaliações;

e) «Ponderação», é o peso atribuído para cada uma das componentes da avaliação, sob forma de
percentagem;

f) «Perfil funcional», é conjunto integrado de requisitos, conhecimentos, competências e padrões


comportamentais desejados definido para cada função organizacional.

u I
Artigo 4.°
Objetivos e princípios

1. A avaliação do desempenho do pessoal docente da Uni-C V tem como objetivo evidenciar o


mérito demonstrado e contribuir para a melhoria da qualidade do desempenho dos docentes, em
obediência aos seguintes princípios:

a) Universalidade: aplica-se a todos os docentes das unidades e subunidades orgânicas da Uni­


CV;

b) Flexibilidade: permite adaptações específicas segundo as áreas científicas materializadas na


adoção de indicadores e metas de desempenho;

c) Transparência: assegura a divulgação dos instrumentos e critérios de avaliação;

d) Objetividade: o juízo sobre o desempenho é baseado em fatos e não em opinjões;

e) Equidade: o desempenho é avaliado segundo os mesmos indicadores em cada área científica;

f) Obrigatoriedade: a participação de avaliadores e avaliados é imperativa e decorre dos deveres


funcionais;

g) Previsibilidade: a realização da avaliação e a reVlsao do processo de avaliação ocorrem


ordinariamente dentro dos prazos previamente estabelecidos;

h) Documentabilidade: a avaliação considera apenas o desempenho que seja documentado no


âmbito do Sistema de Gestão Global Integrado da Uni-CV (SGGI);

i) Responsabilidade: o fornecimento da informação relevante para o conhecimento do


desempenho, a análise dos resultados e a adoção de planos de melhoria são da
responsabilidade do docente e da Uni-CV, bem como o registo de toda a informação relevante
para a avaliação do desempenho e na garantia de condições tecnológicas e de funcionamento
do SGGI.

CAPÍTULO II
INTERVENIENTES NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO

Artigo 5.°
Intervenientes

1- Sem prejuízo de demais disposições regulamentares aplicáveis são intervenientes no processo de


avaliação do desempenho:

a) O avaliado;

b) O avaliador;

c) A Comissão Administrativa de Avaliação de Desempenho;

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d) A Comissão Central de Avaliação de Desempenho;

e) O Reitor.

2- Intervêm ainda no processo de avaliação de desempenho os estudantes, nos termos previstos no


presente Regulamento.

Artigo 6.°
Avaliado

1. O avaliado tem direito à avaliação do seu desempenho, como elemento integrante do seu
desenvolvimento profissional.

2. O avaliado tem direito a que lhe sejam garantidos as condições indispensáveis ao desempenho
das funções que estatutariamente lhe são cometidas e sobre as quais incide a ava~iação do
desempenho.

3. Cabe ao docente avaliado, autonomamente e por sua iniciativa, introduzir no formulário


disponível para o efeito, os elementos que repute relevantes para a sua avaliação de desempenho
referente ao período em avaliação.

4. A não introdução, no formulário, dos elementos referidos no número anterior relativamente a


cada um dos indicadores, significa a assunção, pelo avaliado, da ausência de atividade quanto a esse
indicador.

Artigo 7.°
Avaliador

1. O avaliador tem direito a dispor de:

a) Informação relevante sobre o avaliado;

b) Recursos humanos e materiais para a realização do processo.

2. O avaliador tem os seguintes deveres:

a) Negociar e definir os objetivos com o avaliado, de acordo com os objetivos estratégicos da


unidade orgânica ou subunidade orgânica;

b) Assegurar a correta aplicação dos princípios integrantes da avaliação;

c) Disponibilizar recursos humanos e materiais para a realização do processo;

d) Cumprir os princípios que regem o sistema de avaliação de desempenho, nos termos do

presente Regulamento;


I
e) Acompanhar o desempenho do avaliado, no exercício de suas funções, contribuindo para a
melhoria deste;

f) Decidir sobre as reclamações acerca do processo de avaliação com base no parecer da


CAAD;

g) Manter em sigilo todas as informações referentes ao desempenho dos avaliados que tiver
acesso, salvo solicitação por parte do avaliado e relatório a ser homologado pelo Reitor, onde
estas devem constar.

Artigo 8.°
Comissão administrativa da avaliação de desempenho

Em cada unidade orgânica é criada pelo Conselho Diretivo uma Comissão administrativa da
avaliação de desempenho (CAAD), que é um órgão motor do processo de avaliação de desempenho
e, tem as seguintes competências:

a) Estabelecer orientações geraIs em matéria de fixação de objetivos, de indicadores e das


competências;

b) Harmonizar as regras de estabelecimento dos objetivos, das competências e dos critérios de


superação dos mesmos;

c) Garantir a coerência entre a missão do serviço, os objetivos estratégicos, os objetivos


institucionais e os objetivos individuais na aplicação do sistema da avaliação do desempenho;

d) Validar o curriculum vitae (CV) do avaliado;

e) Emitir parecer sobre pedidos de reclamação, e solicitar aos avaliadores e avaliados os


elementos que considerar pertinentes para analisar as reclamações;

f) Proceder à avaliação do avaliado, nos casos em que lhe é solicitado pelo avaliador;

g) Monitorizar a aplicação do processo de avaliação de desempenho;

h) Prestar orientações e esclarecimentos sobre o processo da aplicação da avaliação do


desempenho;

i) Emitir parecer sobre o processo de avaliação de desempenho.

Artigo-9.0
Composição

1. A CAAD é composta por:

a) Presidente do CO de cada unidade orgânica que preside;

b) Dirigentes das subunidades orgânicas, caso estas existirem;


c) Representante do Pessoal Docente, indicado pela classe na respetiva unidade orgânica;

d) Representante indigitado de entre os coordenadores das comissões científicas especializadas;

e) Representante indigitado de entre os coordenadores das comissões pedagógicas


especializadas;

f) Representante dos estudantes.

2. Os membros da CAAD devem desempenhar as suas atribuições com isenção e imparcialidade,


apreciando os processos com objetividade.

3. Sempre que a CAAD entender, pode solicitar aos demais intervenientes no processo de avaliação,
bem como a outras entidades, a colaboração necessária ao exercício das suas funções.

4. Nos casos de falta, ausência ou impedimento do Presidente do Conselho Diretivo, a CAAD é


presidida por um dos seus membros eleito pelos pares.

5. Nos casos em que a CAAD tem de se pronunciar sobre a avaliação de um dos seus membros, a
sua composição é limitada aos demais elementos.

Artigo 10. 0
Organização e funcionamento

1. A CAAD só pode funcionar com a presença da maioria dos seus membros.

2. As deliberações da CAAD são tomadas à pluralidade de votos cabendo ao presidente o voto de


qualidade.

3. Não é admitida a abstenção dos membros da CAAD.

4. A CAAD é secretariada por um dos seus membros.

Artigo 11. 0
A Comissão Central de Avaliação de Desempenho

1- Para efeitos do disposto no presente Regulamento é criada junto da Administração-Geral da Uni­


CV uma Comissão Central de Avaliação de Desempenho (CCAD).

2- Compete à CCAD:

a) Analisar a conformidade da avaliação com as normas e princípios estabelecidos no presente


Regulamento;

b) Homologar os relatórios finais de avaliação de desempenho dos docentes.

3- A CCAD é composta por:

a) Administrador-Geral, que preside;


b) Um membro da equipa reitoral designado pelo Reitor;

c) Representante do Conselho para a Qualidade e avaliação;

d) Representante dos Serviços de Recursos Humanos.

4- Os membros da CCAD devem desempenhar as suas atribuições com isenção e imparcialidade,


apreciando os processos com objetividade.

5- Sempre que a CCAD entender, pode solicitar aos demais intervenientes no processo de avaliação,
bem como a outras entidades, a colaboração necessária ao exercício das suas funções.

6- Nos casos de falta, ausência ou impedimento do Presidente da CCAD, esta é presidida por um
dos representantes indigitados pelo próprio.

Artigo 12. 0
O Reitor

Compete ao Reitor:

a) Decidir sobre os recursos, sem prejuízo da faculdade de delegação em membros da equipa


reitoral;

b) Rever os resultados da avaliação, sempre que constatar alguma infração ao disposto no


presente Regulamento ou demais legislação aplicável;

c) Anular a avaliação em caso de deteção de inconformidades comprovadas.

Artigo 13. 0
Discentes

Os discentes intervêm no processo de avaliação de desempenho através do preenchimento de


questionário disponibilizado no SGGI, sendo que esta avaliação incide sobre o parâmetro ensino.

CAPITULO III
PROCESSO DE AVALIAÇÃO

Artigo 14. 0
Fases do processo de avaliação

O processo de avaliação dos docentes compreende as seguintes fases:

a) Inserção de informações no CV;

b) Validação do CV;

c) Definição do perfil do avaliado;

d) Auto-Avaliação;

e) Produção de relatório de avaliação;

f) Análise do relatório de avaliação;

g) Reclamação;

h) Validação;

i) Recurso;

j) Homologação;

k) Remessa do processo.

Artigo 15. 0
Inserção de informações sobre o curriculum vitae

É a fase em que o avaliado preenche o formulário que lhe é disponibilizado pelo SGGI, com as suas
informações curriculares.

Artigo 16. 0
Validação do curriculum vitae

A validação do CV é feita pela CAAD, após a confirmação das informações disponibilizadas no


SGGI.

Artigo 17. 0
Definição do perfil do avaliado

o perfil do avaliado é definido pelo SGGI, no momento de sua opção, por um dos domínios da
avaliação, através de inserção de informações no formulário disponibilizado, para o efeito.

Artigo 18. 0
A u to-avaliação

1. A auto-avaliação tem como objetivo incentivar o avaliado a analisar o seu desempenho e


identificar meios para o autodesenvolvimento, através da inserção na ficha de avaliação dos
elementos que considere relevantes no âmbito das informações disponibilizadas no SGGI, sempre
com vista a sua melhoria e evolução profissional.

2. A auto-avaliação é obrigatória e é considerada para o cálculo da pontuação final da avaliação,


após a sua validação.

3. No relatório final da avaliação deve constar a menção a melhoria e evolução profissional por
parte do avaliado.
Artigo 19. 0
Produção de relatório de avaliação

o relatório de avaliação é produzido pelo SGGI, após a validação das informações pela CAAD.

Artigo 20. 0
Reclamação

1. O avaliado pode reclamar junto da CAAD do resultado da avaliação sempre que houver
discordância, após a produção do relatório referido no artigo anterior.

2. A reclamação é dirigida ao Presidente da CAAD e deve ser fundamentada não se considerando


fundamento bastante a comparação da avaliação atribuída a funcionários com cargos similares ou
avaliação feita em anos anteriores.

3. Só pode reclamar o avaliado que tenha introduzido no formulário disponível para o efeito, os
elementos que repute relevantes para a sua avaliação de desempenho referente ao período em
avaliação.

Artigo 21. 0
Validação

A validação das informações sobre a avaliação de desempenho é da competência da CAAD.

Artigo 22. 0
Recurso

1. É facultado ao avaliado, o direito de recurso ao Reitor, caso detete inconformidades


comprováveis, em decorrência da não aceitação da reclamação interposta perante à CAAD.

2. O recurso deve ser fundamentado, não se considerando fundamento bastante a comparação com a
avaliação atribuída a outros avaliados ou a avaliação em anos anteriores.

3. Compete ao Reitor deliberar sobre o recurso fundamentadamente em conformidade com os fatos


apresentados e nas informações disponíveis no SGGI, bem como os pareceres que julgar
necessários.

Artigo 23. 0
Homologação

Após a conclusão do processo de avaliação de desempenho este é reencaminhado para a CCAD,


para homologação.
Artigo 24. 0
Remessa do processo

Expirado o prazo de reclamação ou de recurso o processo é enviado ao serviço responsável pela


gestão de recursos humanos.

Artigo 25. 0
Sistema de Gestão Global Integrado

1. O processo de avaliação de desempenho deve ser instrumentado e desenvolvido no SOOr.

2. O modelo de desempenho compõe-se de objetivos, indicadores e metas, sendo o sistema de


objetivos e indicadores comum a toda a Uni-CV.

3. Cada unidade orgânica escolhe, para cada objetivo, os indicadores aplicáveis ao respetivo caso e
cada unidade orgânica e área científica escolhe as metas consideradas adequadas.

4. A plataforma informática produz relatórios específicos para cada docente/investigador, para cada
área disciplinar/científica e para cada unidade orgânica/centro, instituto, cátedra ou núcleo de
investigação.

5. A apreciação dos relatórios é registada na tarefa 'avaliar relatório de desempenho', Melhoria do


desempenho pessoal', 'Melhoria do desempenho da área científica' ou 'Melhoria do desempenho da
unidade orgânica' consoante se refere, respetivamente, aos docentes, áreas funcionais ou unidades
orgânicas.

Artigo 26. 0
Fontes e resultados

1. Os dados relevantes para a avaliação de desempenho são produzidos pelos diferentes


intervenientes no processo de avaliação de desempenho, em função de suas atribuições e
disponibilizadas no SOOI.

2. Os dados resultam dos processos de distribuição de serviço docente, realização do serviço


docente, avaliação da satisfação das entidades interessadas, atuação científica, coordenação
científica, provimento de cargos, execução dos projetos de ensino, de investigação e de extensão
universitária e outros que os órgãos competentes da Uni-CV considerar relevantes.

Artigo 27. 0
Periodicidade da avaliação de desempenho

1- A avaliação de desempenho dos docentes da Uni-CV é feita anualmente, com referência ao ano
letivo findo, e incide sobre a atividade desenvolvida pelos docentes em cumprimento das funções e
dos deveres gerais e específicos a que estão sujeitos nos termos da lei e do respetivo Estatuto.
2- Sem prejuízo do disposto no n. o 1 sempre que as atividades relacionadas ao desempenho do
docente não coincidir com a avaliação ordinária, far-se-á uma avaliação extraordinária.

3- O calendário da avaliação de desempenho dos docentes da Uni-CV é aprovado por Despacho


reitoral, ouvida a CCAD.

CAPITULO IV
DEFINIÇÃO DA A VALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Artigo 28. 0
Domínios da avaliação

1. Os domínios da avaliação de desempenho são a investigação, o ensino, a extensão e a gestão e


estão alinhados com os objetivos estratégicos, objetivos operacionais e índices de desempenho.

2. No domínio da investigação, são avaliados os seguintes critérios, com as seguintes


ponderações:

a) Produção científica, tecnológica e cultural- 50 % (cinquenta por cento);

b) Reconhecimento pela comunidade científica - 25% (vinte e cinco por cento);

c) Elaboração, coordenação e/ou participação em projetos científicos, culturais - 25% (vinte e


cinco por cento).

3. No domínio do ensino, são avaliados os seguintes critérios, com as seguintes ponderações:

a) Atividade de ensino, em termos de tempo dispensado a lecionação, tutorias, orientação,


atendimento, entre outros - 60% (sessenta por cento);

b) Qualidade, inovação e valorização pedagógica - 10% (dez por cento);

c) Produção de material pedagógico- 10% (dez. por cento);

d) Coordenação e/ou participação em projetos pedagógicos - 20% (vinte por cento).

4. No domínio da extensão, são avaliados os seguintes critérios, com as seguintes ponderações:

a) Prestação de serviço - 60% (sessenta por cento);

b) Transferência de conhecimento ~ 40% (quarenta por cento).

5. No domínio da gestão, são avaliados os seguintes critérios, com as seguintes ponderações:

a) Desempenho de funções de governo e de gestão da Uni-CV - 60% (sessenta por cento);



I
b) Gestão de cursos- 30% (trinta por cento);

c) Participação em júris e comissões de natureza não académica- 10% (dez por cento).

Artigo 29. 0
Incidência da avaliação

I. A avaliação de desempenho tem maior incidência sobre o domínio escolhido pelo avaliado,
através do preenchimento de infonnações disponibilizadas no SGGt

2.Sem prejuízo do disposto no número anterior, a avaliação de desempenho incide sobre todos os
domínios previstos no artigo 28. 0 do presente Regulamento.

3.Para a avaliação no domínio do ensino e com relação à participação dos estudantes, apenas serão
considerados os resultados dos inquéritos pedagógicos que tenham sido atempadamente dados a
conhecer ao docente e em que forem cumulativamente verificadas as duas condições seguintes:

a) Terem sido obtidas respostas ao inquérito de pelo menos metade dos estudantes inscritos na
unidade curricular atribuída ao docente;

b) Existir garantia de que os inquéritos só foram respondidos por estudantes com frequência à
unidade curricular em causa e com horas de contacto efetivo com o docente.

Artigo 30. 0
Avaliação qualitativa

As classificações quantitativas obtidas, numa escala de O (zero) a 100 (cem) valores em qualquer
das dimensões são convertidas, para efeitos de classificação, em escala qualitativa, segundo as
seguintes regras de equivalência:

a) Desempenho excelente (se 85 :s CF :s 100);

b) Desempenho bom (se 70:S CF < 85);

c) Desempenho regular (se 50:S CF < 70);

d) Desempenho insuficiente (se CF < 50).


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Artigo 31.°
Documentos de avaliação

1. O sistema de avaliação de desempenho do pessoal docente comporta os seguintes documentos em


anexo, ao presente Regulamento, do qual fazem parte integrante:

a) Formulário de categorias de entradas CV, anexo I;

b) Formulário de entradas CV - Habilitação, anexo [;

c) Formulários de entradas para os domínios de avaliação, anexo 11;

d) Formulário de abertura da avaliação docente, anexo III;

e) Formulário do relatório de avaliação, anexo 111.

2. Para além dos documentos referidos no número anterior é disponibilizado ainda ao avaliado um
manual de instruções do SGGI.

CAPITULO V
DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS

Artigo 32.°
Efeitos dos resultados da avaliação de desempenho

1- A avaliação de desempenho é obrigatoriamente considerada para efeitos de:

a) Evolução na carreira;
b) Celebração de novos contratos ou a renovação destes;
c) Atribuição de bolsas e subsídios;
d) Atribuição de licenças com vencimento, nos termos estatutários;
e) Prémios de desempenho;
f) Outros, a definir pelo Conselho da Universidade.

2- Para além dos efeitos previstos no n.o 1 a atribuição de uma classificação negativa constitui
fundamento para a rescisão do contrato por tempo determinado ou para a sua não renovação.

3 - A atribuição de uma classificação inferior a bom determina a não contagem do correlativo tempo
de serviço para efeitos de desenvolvimento profissional dos docentes em regime de carreira.

4- A atribuição a um docente em regime de carreira de duas classificações negativas seguidas e de


três interpoladas no período de cinco anos constitui fundamento para a instauração de processo
disciplinar por incompetência profissional.

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Artigo 33. 0
Prémios de desempenho

1- Os prémios de desempenho destinam-se a reconhecer e compensar a diferenciação do mérito


obtido pelos docentes em sede de avaliação de desempenho.

2- É atribuído um prémio de desempenho aos docentes, que preenchem cumulativamente os


seguintes requisitos:

a) Cinco anos de serviço efetivo com avaliação de desempenho de excelente;

b) Participação efetiva e desempenho excelente em todos os domínios da avaliação.

3- O montante do prémio de desempenho fica condicionado a disponibilidade de verbas


orçamentais destinadas a suportar este tipo de encargo."

4- A atribuição dos prémios de desempenho é feita por Despacho do Reitor, mediante parecer
favorável do Conselho Administrativo.

Artigo 34. 0
Legislação aplicável

Em tudo o que não estiver expressamente previsto no presente Regulamento aplica-se o Estatuto do
Pessoal Docente da Uni-CV e o Código Laboral.

Artigo 35. 0
Dúvidas e casos omissos

As dúvidas e os casos omissos suscitados na interpretação e aplicação das normas do presente


regulamento são resolvidos por despacho do Reitor, sem prejuízo da faculdade de interpretação
autêntica das normas em causa, por deliberação do Conselho da Universidade, tendo em conta os
princípios e as regras de direito aplicáveis.

Artigo 36. 0
Período experimental

A avaliação de desempenho referente ao ano letivo 2016/2017 é feita a título experimental sem
qualquer efeito na classificação do docente.

Praia, 17 de julho de 2017

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Anexo 11, a que se refere o artigo 30. 0 do Regulamento


Entradas CV - Participação em Júris

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Anexo IH, a que se refere o artigo 30. 0 do Regulamento


Entradas CV - Atividade Docente

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Anexo IV, a que se refere o artigo 30. 0 do Regulamento


Entradas CV - Organização de Eventos

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Anexo IV, a que se refere o artigo 30. 0 do Regulamento
Entradas CV - Projetos de Investigação

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Anexo V, a que se refere o artigo 30. 0 do Regulamento


Validação do CV pela C AAD

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Anexo VI, a que se refere o artigo 30,0 do Regulamento


Abertura da avaliação docente

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Anexo VII, a que se refere o artigo 30,0 do Regulamento


Relatório da autoavaliação

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Definição dos itens de avaliação do pessoal docente nos diferentes Domínios

~ Domínio Investigação

• Critério de Produção Científica, Tecnológica e Cultural - 50%

Relativamente a este critério, a tabela que segue indica os valores das pontuações associadas a cada
um dos 16 subcritérios que o compõem:

abela 1

Nº Subcritério Pontuação
1 Livros publicados (Nacional e Internacional) 30
Artigos científicos em revistas com peer review (Nacional e
25
2 Internacional)
3 Artigos científicos em revistas (Nacional e Internacional) 20
4 Capítulo de livros (Nacional e Internacional) 20
5 Edição de livros (Nacional e Internacional) 20
6 Artigos em atas de conferências (Nacional e Internacional) 22
Patentes, modelos ou desenhos industriais (Nacional e
30
7 Internacional)
8 Relatórios científicos 10
9 Outras publicações 5

O valor da pontuação total associado a este critério é calculado pela seguinte expressão:

[pc = I
i=l
O(i X (Ti x nJ

em que:

a) Ipc - pontuação do domínio da investigação no critério de produção científica;


b) N - número total de subcritérios que compõem este critério (N =9);
c) O(t- factor de correcção associado à posição relativa do autor:

Posição relativa do autor O(t

Primeiro 1

Último 0,7

Intermédio 0,5

d) Tj- valor da pontuação correspondente ao i-ésimo subcritério conforme o indicado na Tabela 1;


e) ni- número ou quantidade de ítens correspondentes ao i-ésimo subcritério da Tabela 1.
SlDADE •

uni

• Reconhecimento pela Comunidade Científica ~ 25%

Relativamente a este critério, a tabela que segue indica os valores das pontuações associadas a cada

um dos 44 subcritérios que o compõem:

T bela 2

I Nº Subcritério Pontuação
1 Avaliador em projetos de 10 (Nacional e Internacional) 12,5
2 Membro de júri para concurso de recrutamento nas carreiras - presidente (Interno) 4
3 Membro de júri para concurso de recrutamento nas carreiras - presidente (Externo) 5
4 Membro de júri para concurso de recrutamento nas carreiras - vogal (Interno) 2
5 Membro de júri para concurso de recrutamento nas carreiras - vogal (Externo) 3
6 Membro de júri de provas agregação - presidente (Interno) 15
7 Membro de júri de provas agregação - presidente (Externo) 15
8 Membro de júri de provas agregação - arguente (Interno) 21
9 Membro de júri de provas agregação - arguente (Externo) 21
10 Membro de júri de provas agregação - vogal (Interno) 9
11 Membro de júri de provas agregação - vogal (Externo) 15
12 Participação em peritagens e referees (Nacional e Internacional) 12,5
13 Membro de corpo editorial (revista própria ou externa) (Nacional e Internacional) 6,25
14 Membro de comissão de organização de evento científico (Nacional e Internacional) 12,5
15 Membro de júri de provas de doutoramento - presidente (Interno) 15
16 Membro de júri de provas de doutoramento - presidente (Externo) 15
17 Membro de júri de provas de doutoramento - arguente (Interno) 21
18 Membro de júri de provas de doutoramento - arguente (Externo) 21
19 Membro de júri de provas de doutoramento - vogal (Interno) 9
20 Membro de júri de provas de doutoramento - vogal (Externo) 15
21 Membro de júri de provas de mestrado - presidente (Interno) 7,5
22 Membro de júri de provas de mestrado - presidente (Externo) 7,5
23 i Membro de júri de provas de mestrado - arguente (Interno) 10,5
24 Membro de júri de provas de mestrado - arguente (Externo) 10,5
I
25 Membro de júri de provas de mestrado - vogal (Interno) 4,5
26 1Membro de júri de provas de mestrado - vogal (Externo) 7,5
27 Membro de júri de provas de licenciatura - presidente (Interno) 3,75
28 Membro de júri de provas de licenciatura - presidente (Externo) 3,75
29 Membro de júri de provas de licenciatura - arguente (Interno) 5,25
30 Membro de júri de provas de licenciatura - arguente (Externo) 5,25
31 Membro de júri de provas de licenciatura - vogal (Interno) 2,25
32 Membro de júri de provas de licenciatura - vogal (Externo) 3
33 Comunicação em eventos científicos (Nacional e Internacional) 15
34 Agraciamento com prémios (Nacional e Internacional) 37,5
35 Cargos em organizações científicas (Nacional e Internacional) 12,5
36 Outros reconhecimentos de natureza científica (Nacional e Internacional) 6,25

O valor da pontuação total associado a este critério é calculado pela seguinte expressão:
N

Ire = ICT
(= 1
i x na
em que

a) Ire - pontuação do domínio da investigação no critério de reconhecimento;

b) N - número total de subcritérios que compõem este critério (N=36);

c) Ti - valor da pontuação correspondente ao i-ésimo subcritério conforme o indicado na Tabela 2;

d) ni- número ou quantidade de ítens correspondentes ao i-ésimo subcritério da Tabela 2.

• Elaboração, coordenação e/ou participação em projetos científico-culturais - 25%

A tabela que segue indica os valores das pontuações associadas a cada um dos 16 subcritérios que
compõem este critério:

Tabela 3

Nº I
Subcritério Pontuação
I

Coordenação de comissão para elaboração de projetos nas áreas científica, técnica ou


1 25
cultura l
2 Coordenação de comissão para elaboração de projetos legislativos 25
Coordenação de comissão geral de projetos científicos com financiamento
3 30
internacional
4 Coordenação local de projetos científicos com financiamento internacional 25
5 Coordenação de projetos científicos nacionais com financiamento I 20
6 Coordenação de projetos científicos nacionais sem financiamento 15
7 Coordenação de evento científico-cultural 15
8 Coordenação de comissão para a criação/alteração de cidos de estudos 15
9 Coordenação de comissão para a criação/alteração de outros ciclos 10
10 Supervisão de trabalhos de investigação individuais 3
Membro da equipa de investigação em projectos científicos com financiamento
11 20
(Nacional e Internacional)
12 Membro da equipa de investigação em projetos sem financiamento externo 10
13 Membro da comissão para a elaboração/alteração de projetos de investigação 10
Membro da comissão para a elaboração/alteração de outros de projetos de
14 8
investigação
I
15 I Membro da comissão para a elaboração de projetos legislativos 8

o valor da pontuação total associado a este critério é calculado pela seguinte expressão:
N

I ecpc = I CT
i=l
i x ni)

em que
PSlp.I>ot •

un

a) lecpc - pontuação do domínio da investigação no critério de elaboração ou , coordenação e/ou


participação em projetos científico-culturais;
b) N - número total de subcritérios que compõem este critério (N=15);
c) Ti - vailor da pontuação correspondente ao i ~ésimo subcritério, conforme o indicado na Tabela 3;
d) ni- número ou quantidade de ítens correspondentes ao i-ésimo subcritério da Tabela 3.

~ Domínio Extensão Universitária

• Prestação de serviços - 60%

A tabela que segue indica os valores das pontuações associadas a cada um dos 7 subcritérios que
compõem este critério:

Tabela 4

Nº Subcritério Pontuação ,1

1 Participação na criação de spin-off da Uni-CV 25


2 Participação em júris de concursos externos 15
3 Consultoria técnico-científica - responsável I 20
4 Consultoria técnico-científica - membro da equipa 15
5 Contratos de prestação de serviços - responsável 25
6 Contratos de prestação de serviços - membro da equipa 25
7 Ações de participação cívica I1 2

o valor da pontuação total associado a este critério é calculado pela seguinte expressão:
N

lps = ICT
i=l
i x na
em que

a) pontuação do domínio da extensão universitária no critério de prestação de serviços;

Ipsc -

b) N - número total de subcritérios que compõem este critério (N=7);

c) Ti - valor da pontuação correspondente ao i-ésimo subcritério, conforme o indicado na Tabela 4;

d) ni- número ou quantidade de ítens correspondentes ao i-ésimo subcritério da Tabela 4.

• Transferência de conhecimento - 40%

A tabela que segue indica os valores das pontuações associadas a cada um dos 10 subcritérios que
compõem este critério:

Tabela 5

Nº Subcritério I Pontuação
1 Ações de formação - responsável 25
2 Ações de formação - membro de equipa 15
3 Ações de divulgação técnico-profissional - responsável 15
4 Ações de divulgação técnico- profissional - membro da equipa I
10 I
UHVflIH'ADt •

uni

5 Participação nos media 5


6 Publicação e/ou divulgação cultural e técnico-científica 15
7 Participação em associações profissionais e académicas 3
8 Organização de eventos científicos (Nacional e Internacional) 3
9 Organização de eventos científicos internos 3

O valor da pontuação total associado a este critério é calculado pela seguinte expressão:

Ite = I
i =l
(Ti X nJ

emque

a) Itc - pontuação do domínio da extensão universitária no critério de transferência de conhecimento;

b) N - número total de subcritérios que compõem este critério (N=9);

c) Ti - valor da pontuação correspondente ao i-ésimo subcritério, conforme o indicado na Tabela 5;

d) ni- número ou quantidade de ítens correspondentes ao i-ésimo subcritério da Tabela 5.

~ Domínio do Ensino

a) Atividade de ensino, induindo a lecionação, tutorias, orientação, atendimento, entre outros ­


60% (sessenta por cento)

Subcritérios I Pontuação

Subcritérios 1. Lecionação subtotal =100


1.1. Nº de UCs leciona das (min = 1; max = 4); 7

1.2. Lecionação em mais do que um ciclo de estudos (min = 1; max = 3); 6

1.3. Taxa de cumprimento das horas letivas previstas (min =75%; max = 100%); 3 a 10

11.4. Média da avaliação global do desempenho do docente pelos estudantes; 10

1.5. Média da avaliação global da qualidade da UC, com base numa ficha elaborada para 10
o efeito;
I

1.6. Disponibilização atempada das Fichas das UCs;


9
1.7. Entrega atempada de sumários das aulas e respetivos materiais de apoio;
7
1.8. Entrega atempada dos resultados de avaliação;
10
1.9. Entrega atempada de Relatório de UC;
8
Ul' 5ID.Df •

uni

1.10. lecionação extra (de caráter modular) em outros cursos da Uni-CV; 6

1.n. lecionação em outras IES, no âmbito de parcerias com a Uni-CV; 6

1.12. Número de alunos por UCs lecionadas acima de 30; 6

1.13. Outras atividades de natureza letiva (a especificar) . 5

Subcritérios 2. Acompanhamento e Orientação subtotal =60


2.1. Acompanhamento e apoio aos estudantes, respeitando o horário de atendimento; 5
I

2.2- Orientação ou supervisão de unidades curriculares terminais na graduação; 10

2.3. Orientação ou co-orientação de seminários associados à elaboração de dissertação 15


ou equiparáveis (Mestrado);

2.4 . Orientação e co-orientação de seminários associados à elaboração de Teses do 3º


ciclo; 25

2.5. Outras atividades (a especificar).

Total = 18 subcritérios 160 pontos

b) Qualidade, inovação e valorização pedagógica -10% (dez por cento)

Subcritérios 3

3.1. Participação, como formador, em reuniões/ações/cursos de natureza pedagógica, 10


presenciais ou a distância;

3.2. Participação, como formando, em reuniões/ações/cursos de natureza pedagógica,


presenciais ou a distância; 5

3.3. Organização de atividades de enriquecimento /aprofundamento (seminários,


sessões com convidados, ...,) no âmbito das aulas ou a elas associadas;
15
I
3.4. Dinamização de projetos de inovação pedagógica;

3.5 . Utilização das TICs no processo de ensino presencial e à distância;


15
I

3.6. Outras atividades (a especificar).


20

Total = 6 subcritérios 70 pontos

c) Produção de material pedagógico -10% (dez por cento)

Subcritérios 4
4.1. Texto/artigo de natureza pedagógico-didática; 10

4.2. Elaboração e disponibilização de coletânea de textos didáticos; 20

4.3. Produção e disponibilização de materiais multimédia, incluindo páginas Web; 15

4.4. Outras atividades (a especificar). 5

Total = 4 subcritérios 50 pontos

d) Coordenação e/ou participação em projetos pedagógicos - 20% (vinte por cento).


,
Subcritérios 5

5.1. Conceção e coordenação de projetos pedagógicos; 20

5.2. Participação na conceção e execução de projetos pedagógicos; 15

5.3. Participação na execução de projetos pedagógicos; 10

5.4. Outras atividades (a especificar). 5

Total = 4 subcritérios 50 pontos

o valor da pontuação total associado a cada critério do domínio do ensino é calculado pela seguinte
expressão:
Nj

lj = I
i=l
(Ti) x ni})
em que

./j - pontuação do domínio do ensino no critério j, conforme as alíneas a) a d) do nº 3 do Artº 28º .


• Nj - número total de subcritérios que compõem o critério j;
• Tij - valor da pontuação atribuída ao i-ésimo subcritério, conforme o indicado na tabela correspondente ao
critério j;
• nij- número ou quantidade de ítens correspondentes ao i-ésimo subcritério