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Professor Elvis Correia

Noções de Arquivologia
Teoria e Exercícios

CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS

(TEORIA DAS TRÊS IDADES)

CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS

VALORES DOS DOCUMENTOS:

 Primário ou Administrativo;

 Secundário ou histórico.

VALOR PRIMÁRIO (ADMINISTRATIVO):

 Documentos vinculados a atividades em anda-

mento ou que ainda podem ser questionados

administrativa, legal ou juridicamente;

 Todo documento nasce com este valor e

depois o perde;

 Compreende os documentos das fases

corrente (alto valor primário) e intermediária

(baixo valor primário).

VALOR SECUNDÁRIO (HISTÓRICO):

 Documentos vinculados a fatos históricos

para a instituição / para a sociedade;

 Poucos documentos atingirão este valor;

 É um valor imprescritível;

 Compreende os documentos da fase permanente.

 CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS

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Valor primário Valor secundário


ou administrativo ou histórico

CICLO VITAL DOS DOCUMENTOS

Valor primário Valor secundário


ou administrativo ou histórico

Eliminação ou
Descarte

1ª IDADE: FASE CORRENTE

 Constituída por documentos mais novos;

 Documentos sujeitos a consultas

frequentes;

 Documentos em tramitação (em curso ou

em andamento);

 Deve se localizar junto aos setores ou em

locais próximos e de fácil acesso.

2ª IDADE: FASE INTERMEDIÁRIA:

 Documentos menos utilizados;


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 Otimiza o espaço dos setores;

 Atende às solicitações das diversas áreas

da instituição;

 Não há necessidade de ser instalado junto

à instituição (questão de economia);

 Os documentos aguardam a sua destina-

ção final (eliminação ou guarda

permanente).

3ª IDADE: FASE PERMANENTE

 Documentos de valor histórico;

 Seus documentos já possuíram valor

administrativo anteriormente;

 Não elimina seus documentos;

 Deve disponibilizar seus documentos para

consulta tanto pelo público interno quanto

ao público externo e a consulta não

depende de autorização da área

acumuladora.

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Valor primário Valor secundário
ou administrativo ou histórico

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Eliminação ou
Descarte

QUESTÕES DE

CONCURSOS ANTERIORES

(Cespe-UnB – Ancine 2012) Uma maneira encontrada para resolver vários problemas dos arquivos é dividi-los em
arquivos correntes, intermediários e permanentes.

(Cespe-UnB – EBC 2011) À semelhança do que ocorre com todo sistema de arquivos, o sistema de arquivos da EBC é
constituído por três fases: corrente, intermediária e permanente.

(Cespe-UnB / STM 2011 – Analista Judiciário) A teoria das três idades refere-se à sistematização do ciclo de vida dos
documentos arquivísticos.

(Cespe-UnB - MCT/2008) Arquivo de primeira idade ou corrente, arquivo de segunda idade ou intermediário e
arquivo de terceira idade ou permanente são estágios de evolução dos arquivos.

(Cespe-UnB - SECAD-TO / 2008) Os arquivos podem ser divididos em: correntes, semipermanentes e permanentes.

(Cespe-UnB-Ipajm / 2006) Com relação à idade, os arquivos são chamados arquivo corrente, arquivo temporário e
arquivo permanente.

(Cespe-UnB-TCE/AC / 2006) As fases do ciclo de vida de um arquivo são duas: corrente e permanente.

(Cespe-UnB – SERPRO 2013) O gênero do documento é uma informação relevante para a determinação dos prazos
de guarda de documentos no arquivo.
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(Cespe-UnB – Anac 2012) Os arquivos correntes armazenam documentos de valor secundário.

(Cespe-UnB – Anatel 2012 – Analista Administrativo) A fase corrente é definida de acordo com os valores históricos
dos documentos.

(Cespe-UnB – DPRF 2012) A teoria das três idades documentais define as fases arquivísticas de acordo com o tipo de
suporte documental.

(Cespe-UnB – TJRR 2012) São considerados de valor permanente os documentos de valor administrativo e legal.

(Cespe-UnB – Correios – Arquivista/2011) A identificação do valor primário nos documentos implica a necessidade
de mantê-los permanentemente.

(Cespe-UnB – EBC 2011) Os documentos de arquivo são imprescritíveis, ou seja, não podem ser eliminados.

(Cespe-UnB – ANP/2013 – Arquivista) Os documentos correntes são de acesso restrito e devem ficar próximos aos
servidores que são seus usuários diretos.

(Cespe-UnB – ANP/2013 – Arquivista) Quando o documento de arquivo tem uma grande possibilidade de uso, ele
deve ser considerado como documento do arquivo corrente.

(Cespe-UnB – TJRR 2012) Os documentos correntes correspondem aos documentos de arquivo que são objeto de
consultas frequentes, devendo ser armazenados em local próximo de seus usuários diretos.

(Cespe-UnB / Cnpq 2011) O elevado valor primário dos documentos, que indica a necessidade de mantê-los
próximos de seus usuários diretos, determina a presença desses documentos no arquivo corrente.

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(Cespe-UnB – EBC 2011) Documentos com alta frequência de uso ou com grande possibilidade de uso fazem parte
de um arquivo corrente.

(Cespe-UnB – AGU 2010) O arquivo corrente é formado por documentos que estão em trâmite, mas que não são
consultados frequentemente porque aguardam sua destinação final.

(Cespe-UnB – CNJ 2013) A organização dos documentos de arquivo na fase corrente deve ser realizada de modo
diferente daquela adotada na fase intermediária. Essa diferença é explicada pelo fato de os documentos terem usos
distintos nessas duas fases.

(Cespe-UnB – EBC 2011) O arquivo intermediário tem como principal função diminuir o volume de documentos nos
arquivos correntes.

(Cespe-UnB – SEGER-ES / 2011). A justificativa para a existência do arquivo intermediário é também econômica, isto
é, ele existe para armazenar os documentos que, mesmo sem consulta muito frequente, precisam ser mantidos por
questões técnicas, fiscais e(ou) legais.

(Cespe-UnB / STM 2011) Caso haja documentos que não sejam frequentemente consultados, eles devem, por
questões econômicas, ser transferidos a outro espaço, que é conhecido como arquivo intermediário.

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