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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA – BAHIA (IFBA) CAMPUS PAULO AFONSO MÁQUINAS ELÉTRICAS

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA – BAHIA (IFBA) CAMPUS PAULO AFONSO

MÁQUINAS ELÉTRICAS

AULA 02: FUNDAMENTOS DE ELETROMAGNETISMO (PARTE 4)

PROFESSOR:

FELIPE GONÇALVES

PAULO AFONSO

2015

SUMÁRIO I. ELETROMAGNETISMO 1. Introdução 2. Propriedades magnéticas 3. Carga Elétrica 4. Campo Elétrico II.

SUMÁRIO

SUMÁRIO I. ELETROMAGNETISMO 1. Introdução 2. Propriedades magnéticas 3. Carga Elétrica 4. Campo Elétrico II. CAMPO

I. ELETROMAGNETISMO

1. Introdução

2. Propriedades magnéticas

3. Carga Elétrica

4. Campo Elétrico

II. CAMPO MAGNÉTICO E CORRENTE ELÉTRICA

1. A relação entre eletricidade e magnetismo

2. Campo magnético de um condutor retilíneo

3. Campo magnético de uma espira circular

4. Campo magnético de um solenoide

5. Campo magnético e matéria

6. Aplicações práticas do campo magnético

circular 4. Campo magnético de um solenoide 5. Campo magnético e matéria 6. Aplicações práticas do
circular 4. Campo magnético de um solenoide 5. Campo magnético e matéria 6. Aplicações práticas do
SUMÁRIO III. FORÇA MAGNÉTICA 1. Força magnética sobre cargas elétricas 2. Força magnética sobre condutor

SUMÁRIO

SUMÁRIO III. FORÇA MAGNÉTICA 1. Força magnética sobre cargas elétricas 2. Força magnética sobre condutor imerso

III. FORÇA MAGNÉTICA

1. Força magnética sobre cargas elétricas

2. Força magnética sobre condutor imerso em campo magnético

3. Força magnética entre condutores paralelos

4. Aplicações práticas da força magnética

imerso em campo magnético 3. Força magnética entre condutores paralelos 4. Aplicações práticas da força magnética
imerso em campo magnético 3. Força magnética entre condutores paralelos 4. Aplicações práticas da força magnética
SUMÁRIO IV. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA 1. Fluxo magnético 2. Lei de Lenz 3. Lei de Faraday-Newmann

SUMÁRIO

SUMÁRIO IV. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA 1. Fluxo magnético 2. Lei de Lenz 3. Lei de Faraday-Newmann 4.

IV. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

1. Fluxo magnético

2. Lei de Lenz

3. Lei de Faraday-Newmann

4. Condutor retilíneo em um campo magnético uniforme

5. Transformadores

6. Correntes de Foucault

Lei de Faraday-Newmann 4. Condutor retilíneo em um campo magnético uniforme 5. Transformadores 6. Correntes de
Lei de Faraday-Newmann 4. Condutor retilíneo em um campo magnético uniforme 5. Transformadores 6. Correntes de
IV. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

IV. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

IV. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA
IV. INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Com as experiências de Oersted e Ampère, descobriu- se que uma corrente

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Com as experiências de Oersted e Ampère, descobriu- se que uma corrente elétrica

• Com as experiências de Oersted e Ampère, descobriu- se que uma corrente elétrica pode gerar magnetismo.

• Foi o que vimos até aqui, exemplificando com os casos do campo magnético gerado através da passagem de corrente elétrica por um condutor retilíneo, uma espira circular ou um solenoide.

O físico inglês Michael Faraday realizou experimentos que comprovam o efeito contrário, ou seja, o magnetismo poderia gerar eletricidade.

Michael Faraday realizou experimentos que comprovam o efeito contrário, ou seja, o magnetismo poderia gerar eletricidade.
Michael Faraday realizou experimentos que comprovam o efeito contrário, ou seja, o magnetismo poderia gerar eletricidade.
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Em 1831 Faraday divulgou a demonstração da indução eletromagnética, aquela que seria

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Em 1831 Faraday divulgou a demonstração da indução eletromagnética, aquela que seria

• Em 1831 Faraday divulgou a demonstração da indução eletromagnética, aquela que seria uma das suas descobertas mais importantes.

• Enrolando várias voltas de fio metálico ao redor de um anel de ferro, ligou-o a um galvanômetro, denominando esta bobina de A.

• Em seguida, montou ao redor do mesmo anel uma bobina B (que não tocava a bobina A em ponto algum) e a ligou a uma bateria.

seguida, montou ao redor do mesmo anel uma bobina B (que não tocava a bobina A
seguida, montou ao redor do mesmo anel uma bobina B (que não tocava a bobina A
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA EXPERIMENTOS DE FARADAY A B

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA EXPERIMENTOS DE FARADAY A B
EXPERIMENTOS DE FARADAY A B
EXPERIMENTOS DE FARADAY
A
B
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA EXPERIMENTOS DE FARADAY A B
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA EXPERIMENTOS DE FARADAY A B
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • No esquema apresentado anteriormente a bateria fornece corrente elétrica para um

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • No esquema apresentado anteriormente a bateria fornece corrente elétrica para um

• No esquema apresentado anteriormente a bateria fornece corrente elétrica para um enrolamento, gerando um campo magnético, que seria transportado para o outro enrolamento, ligado a um galvanômetro.

O detalhe é que, como os dois enrolamentos compartilhariam o mesmo núcleo magnético (o anel), o segundo receberia o campo magnético do primeiro, fazendo surgir uma corrente que seria lida pelo galvanômetro.

anel), o segundo receberia o campo magnético do primeiro, fazendo surgir uma corrente que seria lida
anel), o segundo receberia o campo magnético do primeiro, fazendo surgir uma corrente que seria lida
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • No momento exato em que fazia esta ligação, Faraday notou que a

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • No momento exato em que fazia esta ligação, Faraday notou que a agulha

• No momento exato em que fazia esta ligação, Faraday notou que a agulha do galvanômetro de A se movia, mas imobilizava- se em seguida.

• Ao desligar a bateria de B, mais uma vez o galvanômetro de A acusava passagem de corrente.

• Constatou, então, que o galvanômetro do circuito A não se manifestava estando a bateria correspondente ligada ou desligada.

Porém, no instante em que estabelecia ou interrompia sua ligação com o circuito B, evidenciava-se a passagem momentânea de corrente em A.

em que estabelecia ou interrompia sua ligação com o circuito B, evidenciava-se a passagem momentânea de
em que estabelecia ou interrompia sua ligação com o circuito B, evidenciava-se a passagem momentânea de
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA EXPERIMENTOS DE FARADAY

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA EXPERIMENTOS DE FARADAY

EXPERIMENTOS DE FARADAY

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA EXPERIMENTOS DE FARADAY
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INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA EXPERIMENTOS DE FARADAY
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INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Continuando suas experiências, Faraday percebeu que introduzindo um ímã dentro de uma

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Continuando suas experiências, Faraday percebeu que introduzindo um ímã dentro de uma

• Continuando suas experiências, Faraday percebeu que introduzindo um ímã dentro de uma bobina, esta acusava a presença de uma corrente elétrica.

• Imaginou, então, que para obter uma corrente contínua num fio condutor, basta que este se mova ininterruptamente próximo ao ímã.

• Outra verificação importante do cientista foi que a intensidade da corrente induzida depende da velocidade com que o ímã (ou bobina) se aproxima ou se afasta do circuito desligado e que o sentido da corrente induzida é invertido quando o ímã se aproxima ou se afasta.

se afasta do circuito desligado e que o sentido da corrente induzida é invertido quando o
se afasta do circuito desligado e que o sentido da corrente induzida é invertido quando o
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA EXPERIMENTOS DE FARADAY

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EXPERIMENTOS DE FARADAY

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INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Para melhor visualizar os experimentos de Faraday, vamos assistir dois vídeos: 1)

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Para melhor visualizar os experimentos de Faraday, vamos assistir dois vídeos: 1)

• Para melhor visualizar os experimentos de Faraday, vamos assistir dois vídeos:

1) Experimento do pêndulo eletromagnético

2) Experimento de ímã em movimento perto de espira circular

dois vídeos: 1) Experimento do pêndulo eletromagnético 2) Experimento de ímã em movimento perto de espira
dois vídeos: 1) Experimento do pêndulo eletromagnético 2) Experimento de ímã em movimento perto de espira
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Faraday concluiu então que só há geração de eletricidade se ocorrer variação

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Faraday concluiu então que só há geração de eletricidade se ocorrer variação de

• Faraday concluiu então que só há geração de eletricidade se ocorrer variação de uma grandeza associada ao campo magnético.

Essa grandeza é o fluxo magnético (ΦΦΦΦ), que representa o número de linhas de campo magnético (linhas de indução) dentro de uma área conhecida.

( ΦΦΦΦ ), que representa o número de linhas de campo magnético (linhas de indução) dentro
( ΦΦΦΦ ), que representa o número de linhas de campo magnético (linhas de indução) dentro
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA FLUXO MAGNÉTICO •Para tornar compreensível o conceito de indução eletromagnética, ou

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA FLUXO MAGNÉTICO •Para tornar compreensível o conceito de indução eletromagnética, ou

FLUXO MAGNÉTICO

•Para tornar compreensível o conceito de indução eletromagnética, ou seja, a indução de uma corrente elétrica em um condutor pela variação de um campo magnético, devemos analisar a ideia de fluxo magnético.

•O conceito de fluxo magnético relaciona dois conceitos: o número de linhas de campo e a área que essas linhas atravessam.

•Vamos analisar através da ilustração a seguir como o fluxo magnético varia.

e a área que essas linhas atravessam. •Vamos analisar através da ilustração a seguir como o
e a área que essas linhas atravessam. •Vamos analisar através da ilustração a seguir como o
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA FLUXO MAGNÉTICO

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA FLUXO MAGNÉTICO

FLUXO MAGNÉTICO

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA FLUXO MAGNÉTICO
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA FLUXO MAGNÉTICO
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA FLUXO MAGNÉTICO
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Considerando uma espira de área interna A, inserida em um campo magnético

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Considerando uma espira de área interna A, inserida em um campo magnético uniforme,

• Considerando uma espira de área interna A, inserida em um campo magnético uniforme, de tal forma que o vetor unitário normal ao plano da espira, forma um ângulo com as linhas de campo.

• Quando o campo magnético está paralelo ao plano da área circular (e portanto perpendicular ao vetor normal), o máximo número de linhas de indução atravessa a espira. O fluxo magnético é máximo.

• Quando o vetor normal e o campo formam um ângulo de 90°,o fluxo vale zero.

espira. O fluxo magnético é máximo. • Quando o vetor normal e o campo formam um
espira. O fluxo magnético é máximo. • Quando o vetor normal e o campo formam um
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Com base na análise realizada, conclui-se que o fluxo magnético depende: •

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Com base na análise realizada, conclui-se que o fluxo magnético depende: • Do

• Com base na análise realizada, conclui-se que o fluxo magnético depende:

• Do campo magnético (T)

• Da área que as linhas atravessam (m 2 )

• Da posição entre as linhas de indução e a área (θ)

• Define-se o fluxo magnético como sendo:

= B Acos( )

• No SI, a unidade de fluxo magnético é o tesla-metro quadrado (Tm2), denominado weber (Wb), em homenagem ao físico alemão Wilhelm Weber.

de fluxo magnético é o tesla-metro quadrado (Tm2), denominado weber (Wb), em homenagem ao físico alemão
de fluxo magnético é o tesla-metro quadrado (Tm2), denominado weber (Wb), em homenagem ao físico alemão
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • A geração de energia elétrica por meio do magnetismo é chamada de

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • A geração de energia elétrica por meio do magnetismo é chamada de indução

• A geração de energia elétrica por meio do magnetismo é chamada de indução eletromagnética. Para entender como ela surge, vamos observar o aparecimento de uma tensão elétrica em um condutor.

• Primeiro vamos imaginar um condutor metálico imerso em um campo magnético uniforme. Quando este condutor é colocado em movimento a uma velocidade v, os elétrons livres deste condutor também se movimentam na mesma velocidade.

é colocado em movimento a uma velocidade v, os elétrons livres deste condutor também se movimentam
é colocado em movimento a uma velocidade v, os elétrons livres deste condutor também se movimentam
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TENSÃO INDUZIDA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TENSÃO INDUZIDA

TENSÃO INDUZIDA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TENSÃO INDUZIDA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TENSÃO INDUZIDA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TENSÃO INDUZIDA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Com isso, como já vimos, surgem campos magnéticos ao redor dos elétrons,

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Com isso, como já vimos, surgem campos magnéticos ao redor dos elétrons, que

• Com isso, como já vimos, surgem campos magnéticos ao redor dos elétrons, que interagem com o campo magnético uniforme, fazendo com que se manifeste uma força magnética. Essa força empurra os elétrons para uma das extremidades do condutor.

• Com a falta de elétrons na outra extremidade, surge um campo elétrico, fazendo com que os elétrons fiquem submetidos a uma força elétrica, de sentido contrário ao da força magnética.

• Enquanto as forças não entrarem em equilíbrio, essa separação de cargas continua.

• Como o campo elétrico no interior do condutor não será nulo, entre os terminais do condutor existirá uma diferença de potencial, que é a tensão induzida.

condutor não será nulo, entre os terminais do condutor existirá uma diferença de potencial, que é
condutor não será nulo, entre os terminais do condutor existirá uma diferença de potencial, que é
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TENSÃO INDUZIDA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TENSÃO INDUZIDA

TENSÃO INDUZIDA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TENSÃO INDUZIDA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TENSÃO INDUZIDA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TENSÃO INDUZIDA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • A tensão induzida pode ser calculada através da seguinte expressão: E =

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • A tensão induzida pode ser calculada através da seguinte expressão: E = B

• A tensão induzida pode ser calculada através da seguinte expressão:

E = Bl v

Onde:

- E é a tensão induzida, em volts (V);

- B, o campo magnético, em tesla (T);

- l, o comprimento do condutor, em metro (m)

- v, a velocidade com que o condutor se move, em metros por segundo (m/s)

- l , o comprimento do condutor, em metro (m) - v , a velocidade com
- l , o comprimento do condutor, em metro (m) - v , a velocidade com
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA LEI DE LENZ •O físico e químico russo Heinrich Friedrich Emil Lenz realizou

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA LEI DE LENZ •O físico e químico russo Heinrich Friedrich Emil Lenz realizou vários

LEI DE LENZ •O físico e químico russo Heinrich Friedrich Emil Lenz realizou vários experimentos sobre a indução eletromagnética e chegou a seguinte conclusão sobre o sentido da corrente elétrica induzida:

O O sentido sentido da da corrente corrente elétrica elétrica induzida induzida produz produz efeitos
O O sentido sentido da da corrente corrente elétrica elétrica induzida induzida produz produz
efeitos efeitos que que se se opõem opõem à à variação variação do do fluxo fluxo
magnético magnético que que a a originou. originou.
se se opõem opõem à à variação variação do do fluxo fluxo magnético magnético que que
se se opõem opõem à à variação variação do do fluxo fluxo magnético magnético que que
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Para entender a lei formulada por Lenz, vamos retomar a ideia do

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Para entender a lei formulada por Lenz, vamos retomar a ideia do experimento

• Para entender a lei formulada por Lenz, vamos retomar a ideia do experimento no início da aula, quando aproximamos um ímã de uma bobina ligada a um galvanômetro.

Ao aproximar de uma espira o polo norte de um ímã, o sentido da corrente induzida deve gerar na face da espira um polo que se opõe à aproximação do ímã, ou seja, um polo norte. Sabendo a orientação do campo magnético gerado pela corrente induzida, é possível determinar o sentido que ela percorre o fio com a regra da mão direita.

Analogamente, ao afastarmos o polo norte da espira, a corrente induzida deve gerar um campo magnético tal que se oponha a esse afastamento. Para se opor ao afastamento do polo norte, nessa face da espira é gerado um polo sul pela corrente induzida, já que os polos opostos se atraem.

do polo norte, nessa face da espira é gerado um polo sul pela corrente induzida, já
do polo norte, nessa face da espira é gerado um polo sul pela corrente induzida, já
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA LEI DE LENZ

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA LEI DE LENZ

LEI DE LENZ

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA LEI DE LENZ
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA LEI DE LENZ
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA LEI DE LENZ
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

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INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Em suma, se ficarmos aproximando e afastando o ímã da espira, é

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Em suma, se ficarmos aproximando e afastando o ímã da espira, é gerada

• Em suma, se ficarmos aproximando e afastando o ímã da espira, é gerada nela uma corrente alternada, ou seja, uma corrente que tem o seu sentido invertido a cada ida e volta do ímã.

é gerada nela uma corrente alternada, ou seja, uma corrente que tem o seu sentido invertido
é gerada nela uma corrente alternada, ou seja, uma corrente que tem o seu sentido invertido
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

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INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Dado : A = = = = = 9 2 cm B 4

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Dado : A = = = = = 9 2 cm B 4 10
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Dado : A = = = = = 9 2 cm B 4 10

Dado :

A
A

=

=

=

=

=

9

2

cm

B

4 10

A

= ◊ cos( )

9 10

3

9 10

36 10

1,8 10

7

1

2

=

6 Wb

4

2

m

4

cos(60 )

18 10

7

A = ◊ cos( ) 9 10 ◊ 3 ◊ 9 ◊ 10 ◊ 36 10
A = ◊ cos( ) 9 10 ◊ 3 ◊ 9 ◊ 10 ◊ 36 10
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA LEI DE FARADAY-NEWMANN •Comentamos que a corrente induzida que ocorre em uma espira

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA LEI DE FARADAY-NEWMANN •Comentamos que a corrente induzida que ocorre em uma espira deve-se

LEI DE FARADAY-NEWMANN •Comentamos que a corrente induzida que ocorre em uma espira deve-se à variação do fluxo magnético através da sua superfície. •De acordo com Faraday, o quociente entre a variação do fluxo magnético (Δφ) e o intervalo de tempo (Δt) no qual ocorre essa variação corresponde ao valor da força eletromotriz induzida média Em através da espira.

Em =

 

t

•O sinal negativo que antecede a expressão deve-se aos experimentos feitos por Lenz a respeito do sinal da corrente induzida.

negativo que antecede a expressão deve-se aos experimentos feitos por Lenz a respeito do sinal da
negativo que antecede a expressão deve-se aos experimentos feitos por Lenz a respeito do sinal da
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA CONDUTOR RETILÍNEO EM CAMPO MAGNÉTICO UNIFORME •Vamos considerar um condutor retilíneo AB

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA CONDUTOR RETILÍNEO EM CAMPO MAGNÉTICO UNIFORME •Vamos considerar um condutor retilíneo AB

CONDUTOR RETILÍNEO EM CAMPO MAGNÉTICO UNIFORME •Vamos considerar um condutor retilíneo AB deslocando-se com velocidade constante sobre ramos paralelos de outro condutor em forma de U, localizado em uma região onde o campo magnético é uniforme, constante e perpendicular ao plano dos condutores. •Os fios em forma de U juntos com o condutor AB podem ser vistos como uma espira retangular. •Quando há um deslocamento do condutor AB aumentando a área da espira, aumenta-se a quantidade de linhas de campo que passa por ela, ou seja, aumenta-se o fluxo magnético pela espira. •Com isso, há o aparecimento de uma corrente elétrica induzida e força eletromotriz induzida.

magnético pela espira. •Com isso, há o aparecimento de uma corrente elétrica induzida e força eletromotriz
magnético pela espira. •Com isso, há o aparecimento de uma corrente elétrica induzida e força eletromotriz
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA CONDUTOR RETILÍNEO EM CAMPO MAGNÉTICO UNIFORME

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA CONDUTOR RETILÍNEO EM CAMPO MAGNÉTICO UNIFORME

CONDUTOR RETILÍNEO EM CAMPO MAGNÉTICO UNIFORME

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA CONDUTOR RETILÍNEO EM CAMPO MAGNÉTICO UNIFORME
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA CONDUTOR RETILÍNEO EM CAMPO MAGNÉTICO UNIFORME
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA CONDUTOR RETILÍNEO EM CAMPO MAGNÉTICO UNIFORME
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Para o instante t , o fluxo magnético é : Sendo A ◊

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Para o instante t , o fluxo magnético é : Sendo A ◊ 1

Para o instante t , o fluxo magnético é :

Sendo A

1

B

A

1

1

cos( )

= ◊

l

x

1

=

1

0 , temos :

e

cos(0 )

=

1 ◊ ◊

=

B

l

x

1

1 l x

=

B

1

Para o instante t , o fluxo magnético é :

=

Sendo A

2

B

A

2

2

=

◊ ◊

l

x

◊ ◊

l

x

cos( )

l

2

2

x

2

e

2

0 , temos :

=

B

B

cos(0 )

2

=

2

=

2 = ◊ ◊ l x ◊ ◊ l x ◊ cos( ) l 2 2
2 = ◊ ◊ l x ◊ ◊ l x ◊ cos( ) l 2 2
2 = ◊ ◊ l x ◊ ◊ l x ◊ cos( ) l 2 2
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Para o intervalo de tempo = = B = B ◊ ◊ 2

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Para o intervalo de tempo = = B = B ◊ ◊ 2 l

Para o intervalo de tempo

=

=

B

=

B

◊ ◊

2

l

x

2

(

◊ ◊

l

x

1

2

B

x

◊ ◊

l

x

1

)

1

t

=

t - t , temos a variação do fluxo magnético :

2

1

Sendo o módulo da força eletromotriz induzida igual a :

E

=

m

Então :

t

 

B

(

◊ ◊

l

x

 

x

)

 

E

=

2

1

 

m

t

 

Como

s

=

x

2

x

1

e v

E

m

=

B

◊ ◊

l

v

m

 

m

=

s

t

, então :

  Como s = x 2 x 1 e v E m = B ◊ ◊
  Como s = x 2 x 1 e v E m = B ◊ ◊
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Exemplo 1) A figura a seguir representa uma espira quadrada de 0,3m de

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Exemplo 1) A figura a seguir representa uma espira quadrada de 0,3m de lado,

Exemplo 1) A figura a seguir representa uma espira quadrada de 0,3m de lado, imersa em um campo magnético uniforme de 4T, perpendicular às linhas de indução magnética. Considere que a espira sofreu um giro até ficar paralela às linhas de campo.

sofreu um giro até ficar paralela às linhas de campo. Determine: a)O fluxo magnético através da

Determine:

a)O fluxo magnético através da espira quando ela está perpendicular às linhas de indução. b)O fluxo magnético da espira quando ela está paralela às linhas de indução. c)A variação do fluxo magnético através da espira entre as duas posições.

está paralela às linhas de indução. c)A variação do fluxo magnético através da espira entre as
está paralela às linhas de indução. c)A variação do fluxo magnético através da espira entre as
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Dado l a) = = b) = = c) 0,3m então A =

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Dado l a) = = b) = = c) 0,3m então A = ◊

Dado l

a) = = b) = = c)
a)
=
=
b)
=
=
c)

0,3m então A

=

0,3 0,3

=

=

0 )

Posição inicial (

B

A

cos( )

4

0,09 1

◊ =

0,36Wb

Posição final (

cos( )

90 )

=

B

4

=

A

0,09 0

0

=

=

0

final

0,36

=

inicial

0,36Wb

=

0,09m 2

Posição final ( ◊ cos( ) ∞ 90 ) = B 4 = ◊ A ◊
Posição final ( ◊ cos( ) ∞ 90 ) = B 4 = ◊ A ◊
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Exemplo 2) Uma espira inserida em um campo magnético está submetida à seguinte

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA Exemplo 2) Uma espira inserida em um campo magnético está submetida à seguinte variação

Exemplo 2) Uma espira inserida em um campo magnético está submetida à seguinte variação do fluxo magnético: no instante t 1 =4s o fluxo φ 1 =15Wb; no instante t 2 =12s o fluxo φ 2 =55Wb. Qual é o valor absoluto da força eletromotriz média induzida nesse intervalo de tempo?

=12s o fluxo φ 2 =55Wb. Qual é o valor absoluto da força eletromotriz média induzida
=12s o fluxo φ 2 =55Wb. Qual é o valor absoluto da força eletromotriz média induzida
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA E m E m E m E m = = = = t

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA E m E m E m E m = = = = t final

E

m

E

m

E

m

E

m

=

=

=

=

t

final

inicial

55

t

2

15

12

5 V

4

t

1

=

40

8

=

5

V

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA E m E m E m E m = = = = t final
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA E m E m E m E m = = = = t final
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA APLICAÇÕES PRÁTICAS DA INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA •São inúmeras as aplicações

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA APLICAÇÕES PRÁTICAS DA INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA •São inúmeras as aplicações

APLICAÇÕES PRÁTICAS DA INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

•São inúmeras as aplicações práticas da indução eletromagnética, dentre as quais podemos citar:

Gerador Elétrico

Transformador

Forno de Indução

Medidor de Energia Elétrica

quais podemos citar: • Gerador Elétrico • Transformador • Forno de Indução • Medidor de Energia
quais podemos citar: • Gerador Elétrico • Transformador • Forno de Indução • Medidor de Energia
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA GERADOR ELÉTRICO

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA GERADOR ELÉTRICO
GERADOR ELÉTRICO
GERADOR ELÉTRICO
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA GERADOR ELÉTRICO
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA GERADOR ELÉTRICO
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA USINA HIDRELÉTRICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA USINA HIDRELÉTRICA
USINA HIDRELÉTRICA
USINA HIDRELÉTRICA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA USINA HIDRELÉTRICA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA USINA HIDRELÉTRICA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA GERADOR ELÉTRICO (CC)

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA GERADOR ELÉTRICO (CC)

GERADOR ELÉTRICO (CC)

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA GERADOR ELÉTRICO (CC)
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA GERADOR ELÉTRICO (CC)
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA GERADOR ELÉTRICO (CC)
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TRANSFORMADOR

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TRANSFORMADOR

TRANSFORMADOR

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TRANSFORMADOR
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TRANSFORMADOR
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA TRANSFORMADOR
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA   = B ◊ A ◊ cos(0 ) ∞ = B ◊ A

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA   = B ◊ A ◊ cos(0 ) ∞ = B ◊ A ◊
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA   = B ◊ A ◊ cos(0 ) ∞ = B ◊ A ◊
 

=

B

A

cos(0 )

∞ =

B

A

1

max

=

B

A

  = B ◊ A ◊ cos(0 ) ∞ = B ◊ A ◊ 1 max
  = B ◊ A ◊ cos(0 ) ∞ = B ◊ A ◊ 1 max
  = B ◊ A ◊ cos(0 ) ∞ = B ◊ A ◊ 1 max
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA = B ◊ A ◊ cos( Ou, como : ◊ B A =

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA = B ◊ A ◊ cos( Ou, como : ◊ B A = max
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA = B ◊ A ◊ cos( Ou, como : ◊ B A = max

=

B

A

cos(

Ou, como :

B

A

=

max

Então :

=

max

cos(

t

)

t

)

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA = B ◊ A ◊ cos( Ou, como : ◊ B A = max
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA = B ◊ A ◊ cos( Ou, como : ◊ B A = max
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA = B ◊ A ◊ cos( Ou, como : ◊ B A = max
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Assim, como o fluxo magnético varia com o cosseno do tempo, a

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • Assim, como o fluxo magnético varia com o cosseno do tempo, a representação

• Assim, como o fluxo magnético varia com o cosseno do tempo, a representação gráfica desta curva é uma cossenoide.

• Assim, como o fluxo magnético varia com o cosseno do tempo, a representação gráfica desta
• Assim, como o fluxo magnético varia com o cosseno do tempo, a representação gráfica desta
• Assim, como o fluxo magnético varia com o cosseno do tempo, a representação gráfica desta
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • A variação do fluxo magnético gera o aparecimento de uma corrente elétrica

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA

INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA • A variação do fluxo magnético gera o aparecimento de uma corrente elétrica induzida,

• A variação do fluxo magnético gera o aparecimento de uma corrente elétrica induzida, que também oscilará com a mesma frequência do fluxo. Porém, pode ser deduzido que a intensidade da corrente é dada por:

também oscilará com a mesma frequência do fluxo. Porém, pode ser deduzido que a intensidade da
também oscilará com a mesma frequência do fluxo. Porém, pode ser deduzido que a intensidade da
também oscilará com a mesma frequência do fluxo. Porém, pode ser deduzido que a intensidade da