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Pozzoliando

Estudos dos Padrões Rítmicos


Compassos Simples & Compostos

MTS & Hinos


Curitiba PR – Novembro 2015
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Fábio Souza Pinto
Curitiba - PR
Sobre o material didático
Histórico
O material didático foi elaborado a fim de apoiar e aprofundar os
conceitos métricos estabelecidos nas escolinhas musicais da CCB, utilizando
parte do conteúdo contido no Método de Teoria e Solfejo – MTS;

Ao longo da história, muitos educadores musicais trabalharam para que


algo viesse a dar resultados efetivos, trabalhando a cognição e a parte motora.
Nesse sentido, uma ferramenta que deu resultado significativo foi a exploração
da rítmica, seja de forma individual ou coletiva;

O método do austríaco Emile Jaques-Dalcroze, que por meio de seus


experimentos, afirmou que o corpo humano é a fonte de todas as ideias
musicais e que o movimento afeta a percepção musical. Com a ferramenta da
eurritmia (palavra traduzida do inglês Eurhythmics - ritmo bom), Dalcroze
enfatizava a importância de desenvolver a sensibilidade em primeiro lugar,
para depois expressar os elementos da música: “sinta primeiro, demonstre depois”.
Assim, a experiência sensorial deve anteceder o pensamento intelectual, e da
mesma forma a prática deve sempre preceder a teoria.

Na mesma direção, outro renomado educador musical intermédio do


belga Edgar Willems, que também procurou desenvolver as habilidades
musicais no campo sensorial. Os alunos de sua época eram conduzidos à
relação: música & psique-humana. Essa relação compreende o triplo aspecto
humano: fisiológico, afetivo e mental com os respectivos elementos da música:
o ritmo, a melodia e a harmonia.

Observa-se que ambos educadores buscaram por intermédio da rítmica


a conquista de habilidades primordiais a qualquer musicista. Portanto, pode-se
concluir o seguinte: burlar a parte rítmica, independente de qualquer
circunstância, é traçar o desígnio para o fracasso musical.

O ensino da música na igreja: a postura de instrutores e alunos


Os instrutores são os mestres musicais, os alunos se espelham naqueles
que os ensinam e é importante que tenham uma postura pedagógica:

[...] quanto mais o professor se desenvolve, mais ajuda


os outros a se desenvolverem. Sendo assim, para
ensinar música, deve ser um músico bem preparado,
pois só se pode ensinar aquilo que se sabe bem
(MOREIRA, 2003).

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Fábio Souza Pinto
Curitiba - PR
Assim também como o estudante precisa adquirir uma postura pessoal
quanto aos estudos. Nesse sentido, cita-se Heitor Pozzoli, renomado professor
do Conservatório de Milão (1895), que em seu livro: “Guia Teórico – Prático”
(ensino do ditado musical) demonstra o estudo perceptivo da rítmica. São
apresentadas situações para reconhecer as combinações e suas possibilidades,
como também as durações dos sons, ou seja, o ritmo. Utilizando-se da
metodologia de Pozzoli, busca-se: a otimização de tempo nos estudos, além de
sintetizar as informações estabelecidas no MTS e Hinário n° 5.

O Hinário nº 5 possui 486 partituras (480 hinos e os 06 coros) a serem


respectivamente decodificadas nas linguagens rítmicas e do solfejo, expostas
nas vozes do soprano, contralto, tenor e baixo. Tomando-se a liberdade para
um pequeno cálculo, chega-se a uma leitura de 1944 partituras distintamente,
perfazendo um total de 3888 estudos, sendo metade para linguagem rítmica e a
outra metade para o solfejo.

A sugestão desse trabalho é minimizar esse impacto ao aluno, com


desgastes desnecessários. Utilizando-se de uma prática deliberada, onde o
aluno obterá um esboço de inúmeras possibilidades, haja vista que o estudo da
métrica é construído por meio de padrões armazenados em nossa memória.

Ao estudante fica a possibilidade de conseguir memorizar os padrões


mais complexos e suas variantes. Esse método é um FACILITADOR, o seu
desenvolvimento fará com que o aluno decodifique os nossos hinos, os métodos
e outros exercícios de leitura SEM DIFICULDADE.

Entretanto não resolve alguns problemas que ocorrem ao longo da


formação da personalidade de cada um. Por vezes o comportamento
imediatista retira a paciência, a disciplina e a persistência, que são elementos
fundamentais para o bom desenvolvimento.

Mas não há atalhos, ESTUDAR é a solução. Os primeiros passos devem


ser dados de forma consciente, sabendo que o sucesso do amanhã demanda
muito trabalho hoje. Deve-se iniciar o estudo e sua continuidade de forma
correta, pois “não é o que estudo que dá resultado, mas a forma de se estudar.
Estudar de forma errada é aperfeiçoar o erro”.

Graça e honra seja dada a Deus por conceder aos instrutores e alunos a
rica oportunidade de trabalhar os conceitos básicos da rítmica, no crescente
estudo do MTS, que é ferramenta essencial no aprendizado. De fato, é
necessária a compreensão da ferramenta metodológica, para que o
envolvimento da classe & professor e vice-versa, gerem resultados com saldos
positivos. No desenvolvimento dos estudos, é mister que o aluno seja
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Fábio Souza Pinto
Curitiba - PR
preparado para ser o professor no futuro, para que a obra do Senhor
multiplique os frutos de aprendizagem, disciplina e cuidado.

Desta forma, prescrevem-se algumas recomendações de como os estudos


podem ser explorados nesse método, além-recomendações quanto às condutas
do cotidiano importantes para quem almeja ser bem sucedido na parte musical:

1. Esforce-se para não ler uma partitura por intuição musical (tocar de
ouvido, lembrar-se da melodia), esse processo é muito comum em nossos hinos,
procure ler e compreender o que está escrito. A intenção desses exercícios é
adquirir habilidades com a leitura métrica. Resolvidas essas deficiências,
posteriormente pode-se agregar na rotina de estudos o solfejo (como era no
Bona). Evitando que o musicista só entoe no seu instrumento o que ouve e não
o que lê.
2. Em cada exercício recomenda-se o uso do metrônomo, com início de
pulsações lentas e constantes. Conforme ocorrer o desenvolvimento, os pulsos
devem ser acelerados, sempre gradativamente. É importante que se controle a
ansiedade, a não compreensão de hoje gera problemas difíceis de serem
corrigidos.
3. Trabalhe os grupos e exercícios rítmicos quantas vezes necessárias for,
para estimular o hemisfério cerebral envolvido na memorização e a
compreensão dos sinais da grafia musical.
4. Busque a compreensão das fórmulas de compasso, fazendo as
respectivas distribuições matemáticas contidas em cada pulso, fazendo uso
primeiramente dos gestos elípticos. Posteriormente distribua as mesmas figuras
estabelecidas no pulso, fazendo uso da marcação francesa nos gestos com as mãos.
Lembre-se que os pulsos, nesse segundo processo, se estabelecerão por uma
reta imaginária no espaço, onde os sons terão um ponto de partida e outro de
chegada. Isso pode ser observado na página 27 do MTS, as mãos farão a cada
passagem pelo ponto de partida, movimentos arredondados margeando-os.
Poderão ser do 1° ao 4° pulso, conforme o compasso designado no início da
pauta.
5. Trabalhe até a exaustão os grupos rítmicos contidos no MTS (pag. 40, 50
e 68), esses são a base de toda leitura contida nos hinos, uma vez internalizado
os grupos, sempre que for fazer uma leitura, o cérebro buscará
automaticamente na memória.

6. É imperioso estudar, se tiver alguma duvida ou dificuldade, PROCURE


O INSTRUTOR, O ENCARREGADO, eles estão de prontidão para com amor
instruir. Tudo nessa vida há um preço, é importante fazer o melhor, para que os
frutos desse cuidado e perseverança sejam entoados com perfeição a Deus.

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Fábio Souza Pinto
Curitiba - PR
7. Tendo dificuldades em determinadas células rítmicas como, por
exemplo: bi-subdivisões?! NÃO PASSE POR CIMA DO ERRO, NÃO
COMECE O ESTUDO NOVAMENTE. ENQUANTO NÃO SANAR ESSA
DIFICULDADE (CÉLULA PROBLEMÁTICA), NÃO AVANCE! Vá ao ponto,
procure não fazer rodeios, esforce-se em resolver as dificuldades. Nesse
processo o mais importante é pensar (cognição), criar uma estratégia, antes de
ansiosamente querer terminar, se livrar ou passar o estudo. O cérebro é igual
esponja, absorve conteúdo bom e ruim, hábitos desenvolvidos de uma má
compreensão, acarretará problemas rítmicos para o resto de sua vida.
8. DEDICAÇÃO, DISCIPLINA, PERSEVERANÇA, ATITUDE,
HUMILDADE são alguns dos atributos para o pleno êxito nos estudos. Uma
base sólida de fundamentos dará prazer, trará alegrias em um futuro próximo.
Evitará que você aluno caia em frustrações irreversíveis, por não ter se
dedicado quando podia.
9. Não simplesmente espera-se de Deus tudo, faça sua parte de coração,
aproximando-se do Pai com seu louvor e adoração, esperando alcançar a
misericórdia. O próprio Senhor advertiu a Josué: Esforça-te (trabalho,
dedicação) e tem bom ânimo (motivação), não temas (coragem), nem te
espantes (foco e determinação), porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde
quer que andares (JOSUÉ 1:9). O mover de Deus é proporcional ao nosso
trabalho. Quanto mais dedicados, mais o Senhor abençoa e prospera.

Honremos Deus sobre todas as coisas, consideremos os ministros


musicais constituídos e uns aos outros busquemos o respeito.

A Deus toda honra e glória para sempre, amém!

Curitiba – PR, 03 de novembro de 2015.

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Fábio Souza Pinto
Curitiba - PR
Pozzoliando

Estudos dos Padrões Rítmicos


Base dos Compassos Simples

MTS & Hinos


Curitiba PR – Novembro 2015
Padrões Rítmicos - Pozzoliando
Compassos Simples - Exercícios Complementares MTS

Treine a Linguagem Rítmica com Gestos Elípticos e Gestos de Solfejo

Grupo 1 - Conteúdo Idealizador:


(Página 40 e 50 MTS) Fábio Souza Pinto
Exercício n° 1
Notação

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Bi-subdivisões

5 Exercício n° 2
Grupo 2

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9 Exercício n° 3
Grupo 3
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13 Exercício n° 4 (Síncopa Regular)


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4
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16 Grupo 5 Exercício n° 5
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Digitação: Fábio Souza Pinto


Curitiba PR
30 Outubro 2015
2
21 Grupo 6 (Subdivisão e Bi-subdivisão) Exercício n° 6

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24
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26
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28
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3
31 Grupo 9
Exercício n° 8
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35 Exercício n° 9
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39
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Síncopas (Regulares e Irregulares)


(Conteúdo - Página 42 MTS)

42
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- Grupo 1
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Tá Ti ti Tá Ti ti Tá Ti ti

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F f F f Exemplo no Hino n° 261
(Síncopa Regular)
4
45
   Exercício
 
- Grupo 2
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F f F f F f F f Exemplo nos Hinos n° 188, 255 e
Coro n° 02(Síncopa Regular)
48 Exercício - Grupo 3 Exercício - Grupo 4
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F f F f F f F f F f F f
Exemplo no Hino n° 208 (Síncopa Irregular) Exemplo no Hinos n° 59
(Síncopa Irregular)
51
   Exercício
  
- Grupo 5
      Exercício
  - Grupo 6 (Mistos)

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Tá ti..i Tá Tá ti..

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F f F f F f F f F f
Exemplo nos Hinos n° 67, 203, 300, Exemplo no Hino n° 458 e
405 e 473 (Síncopa Irregular) Coro n° 02 (Síncopa Irregular)

53
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 - Grupo7 (Mistos)
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Tá ti.. ti Tá ti.. ti Tá ti..

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F f F f F f F f F f F f
(Síncopa Regular) Exemplo no Hino n° 478
(Síncopa Regular e Irregular)
Pozzoliando

Estudos dos Padrões Rítmicos


Exercícios Compassos Simples

MTS & Hinos


Curitiba PR – Novembro 2015
Padrões Rítmicos Hinos
Compassos Simples - Exercícios Complementares MTS

Treine a Linguagem Rítmica com Gestos Elípticos e Gestos de Solfejo


Idealizador:
Fábio Souza Pinto

Pozzoliando Hino n° 29
Hino n° 31
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 
            
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6 Hino n° 43
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11 Hino n° 51
Hino n° 48
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17 Hino n° 54 Hino n° 58
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22

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27 Hino n° 59 (Síncopa Irregular) Hino n° 66


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33 Hino n° 67 (Síncopa Irregular)



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46 Hino n° 70
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Digitação: Fábio Souza Pinto
Curitiba PR
27 Outubro 2015
2
Hino n° 74
50 Coro Final
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55 Hino n° 87
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61 Hino n° 88 Hino n° 104


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66 Hino n° 127 Hino n° 147 Coro


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71 Hino n° 148
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76 Hino n° 155
Coro
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Hino n° 167 Hino n° 171
81 Coro Coro
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Hino n° 181
87 Coro
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92 Hino n° 188 (Síncopa Regular)


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3
97 Hino n° 203 (Síncopa Irregular)
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103 Hino n° 208 (Síncopa Irregular) 


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109 Hino n° 220



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114 Hino n° 224 


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120 Hino n° 226


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126 Hino n° 228 (Ponto Aumento) Hino n° 233


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Hino n° 243
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Coro
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137 Coro
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142 Hino n° 255 (Síncopa Regular) Hino n° 261 (Síncopa Regular)


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4
147

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153 Hino n° 275 (Síncopa Regular)


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Hino n° 300 (Síncopa Irregular)


158 Coro
              
                

163 Hino n° 303


               
          
 

169 Hino n° 318 (Bi-subdivisão) 


         
           

175 Hino n° 320 Hino n° 337


     
                  
    
 

181 Final

                         
 
 

           
    

186 Hino n° 353  


          
                

192 Hino n° 368 (Compassos Alternados)    Hino n° 370



  
                       
5
197 Portamento Hino n° 375 (Coro)
 
                   
       
Tá i Tá

203
 Hino n° 378
           
    
  

209 Hino n° 398 (Bi-subdivisão)


poco rall.
            

          

215
Coro
     
                 
  

220

                     

226 
 
    
      
    
    

Hino n° 408
234 Hino n° 405 (Síncopa Irregular)

                          
   

240 Portamento (Contralto)


                  
     
  
Tá Tá i á ti

245

                    
    
6
Portamento (Soprano)
249 Hino n° 410
            
        
Tá e

254

                  
   

260 Hino n° 413 (Síncopa Regular) Hino n° 419 (Bi-subdivisão)


    
                         

266 Hino n° 431 (Portamento)



 
      
   

            
 
Tá i Tá Tá ti

272 Hino n° 444 (Portamento)



           
               

Tá i Tá Tá ti

278 Coro Hino n° 458 (Síncopa Irregular - Regular)


               
                   

287 Hino n° 460 (Síncopa Regular) Hino n° 471


  
         
         
  
      

292
Coro
               

    



  
  
Hino n° 478 (Síncopa Regular)
298 Hino n° 473 (Síncopa Irregular) Coro
    
              
 
      
7
303 Tercinas Hino n° 110
           
   
  
   3       

308  Hino n° 157 


              
      3
         

315    (Clave Fá) poco rall.


3 3
        3
          
   
      

322 Hino n° 211 (Clave Fá) Coro Hino n° 233


Hino n° 182
            
                     
3 3 3 3
 

Hino n° 267 Hino n° 356


330 Clave Fá Coro (Clave Fá) Coro (Clave Fá)
                      
3 3
               
3

Hino n° 359 Coro (Clave Fá)


334 Coro 
            3   3   3   3    
3
   3     3 
 
Hino n° 462
340 Coro (Clave Fá) Hino n° 464
  3              
  3
         3     

Hino n° 469
(Portamento)
346  Coro (Clave Fá)
     3          
         3 
Tá i Tá Tá te ti

351  Coro n° 02 (Síncopa Regular)


         
         
 
Pozzoliando

Estudos dos Padrões Rítmicos


Base dos Compassos Compostos

MTS & Hinos


Curitiba PR – Novembro 2015
Padrões Rítmicos - Pozzoliando
Compassos Compostos - Exercícios Complementares MTS

Treine a Linguagem Rítmica com Gestos Elípticos e Gestos de Solfejo

Grupo 1 - Conteúdo Idealizador:


(Página 68 MTS) Fábio Souza Pinto
Exercício n° 1
Notação
          
Tá Tá Tá Tá Tá Tá

Subdivisões e
Bi-subdivisões                         

5 Grupo 2
  Exercício n° 2
    
 
          
Tá Tá Tá te ti Tá te ti
Simile____

                          

9
                  Grupo 3
      
     
  
                

12 Exercício n° 3
                     Grupo 4 
 
Tá fa te fe ti fi Tá fa te fe ti fi Tá fate fe ti fiTá fa te fe ti fi
Simile____
           

15 Exercício n° 4

      
              
       
Tá ti Tá ti Tá ti Tá ti Tá ti Tá ti Tá ti Tá ti


                             

Digitação: Fábio Souza Pinto


Curitiba PR
01 Novembro 2015
2
19
 Grupo 5
    Exercício
  
n° 5
       
      
Tá te Tá te Tá te Tá te Tá te Tá te

                      
 

23
         Grupo 6    Exercício n°

6
    
 
Tá te Tá te Tá ti fi Tá ti fi Tá ti fi Tá ti fi

                
Simile____
          

27
       Grupo 7 
       


Tá ti fi Tá ti fi Tá ti fi Tá ti fi

  
                 


30
   Exercício n° 7                  
Tá ti fi Tá ti fi Tá ti fi Tá ti fi Tá ti fi Tá ti fi

Simile____
                              
3
33 Grupo 8 Exercício n° 8
        
 
Tá fa ti Tá fa ti

                                      
 

35
            Grupo
 
9
  Exercício
    
n° 9

 
Tá fa ti Tá fa ti Tá..e fe ti Tá..e fe ti

Simile____ 
                         

38 Grupo 10
    Exercício
   n° 10 
            
  
 
Tá..e fe ti Tá..e fe ti Tá te..i fi Tá te..i fi

Simile____ 
                           

Síncopas (Regulares e Irregulares)


(Conteúdo - Página 42 MTS)
41 Exercício - Grupo 1
     

                    
     
Tá te..i fi Tá te..i fi Tá te ti Tá te ti Tá te ti

Simile____    
                          
F f f F f f
Exemplo nos Hinos n° 117,231,
381 e 457 (Síncopa Regular)
4
45 Exercício - Grupo 2
                  
Tá te Tá te Tá te

                
        
F f f F f Exemplo no Hino n° 91 (Síncopa Regular)

48 Exercício - Grupo 3 (Mistos)


                      
         
Tá te ti Tá te ti Tá te ti fi Tá te ti fi

                               
F f f F f Exemplo no Hino n° 21 (Síncopa Irregular)

52 Exercício - Grupo 4
   
                
  
Tá te Tá te Tá te ti fi Tá te ti fi


                               
F f f F f f F f f F f f
Exemplo no Hino n° 33 (Síncopa Irregular e Regular)

56 Exercício - Grupo 5
             

Tá te ti Tá te ti

   
               
F f f F f f Exemplo no Hino n° 29 (Síncopa Regular)
5

58 Exercício - Grupo 6
                   
  
Tá te ti fi Tá te ti fi Tá te ti fi

                           
F f f F f f
Exemplo no Hino n° 326
(Síncopa Regular)

61 Exercício - Grupo 7
                  

Tá te ti fi Tá te ti fi Tá te ti fi

 
                           
F f f F f f Exemplo no Hino n° 37 (Síncopa Regular)

64 Exercício - Grupo 8
                    

Tá te ti fi Tá te ti fi Tá te ti fi

                          
F f f F f Exemplo no Hino n° 417 (Síncopa Irregular)
Pozzoliando

Estudos dos Padrões Rítmicos


Exercícios Compassos Compostos

MTS & Hinos


Curitiba PR – Novembro 2015
Padrões Rítmicos Hinos
Compassos Simples - Exercícios Complementares MTS

Treine a Linguagem Rítmica com Gestos Elípticos e Gestos de Solfejo


Idealizador:
Fábio Souza Pinto
Pozzoliando
Hino n° 4 Hino n° 5 Coro

  
            
         

5 Hino n° 8 (Portamento) Hino n° 14 (Síncopa regular)



           
             

 
Tá te ti Tá ti Tá i Tá

9 Hino n° 15 (Portamento)
 
            poco rall.
     Hinon° 16
  

Tá Tá te ti Tá i Tá

12 Coro (Subdivisão)
        
         
      

16 Hino n° 21 (Síncopa irregular - Bi-subdivisão)


                  
              

21
  Final
                               

26
Hino n° 24 (Bi-subdivisão)

           
             

30 Hino n° 27
                         
    
 

35 Hino n° 33 (Síncopa Irregular/regular - Bi-subdivisão)


         
            
     

 

Digitação: Fábio Souza Pinto


Curitiba PR
03 - 05 Novembro 2015
2
41 Hino n° 35


           
 
 

          
 
 
  

     
   

47 Hino n° 36 (Bi-subdivisão)

         
                    

52 Hino n° 41 Hino n° 42
   
                   
          

57 Final
          Hino n° 45 Coro
                   
          

60
    Hino n° 46 
       
                  

64 (Trecho Contralto e Baixo) Hino n° 47 Final


Coro           
               
   

71 Hino n° 50 
     
 
 
 

                    Final
 (Clave
  Fá)
 

77 Portamento
Hino n° 63
            
    

       

Tá i

82 Hino n° 76 (Clave Fá)


     

              
3
Hino n° 78 (Portamento
86 - Trecho Contralto)
    Trecho Soprano (Bi-subdivisão) 
             
           

Tá i

90 Hino n° 83
         
       

   
a te ti

95
        Coro
      
   
 

99

       Hino n° 86 (Bi-subdivisão)


        Coro
        

103

         
    
        
 

107 Hino n° 97 Final (Portamento C/T/B)

             Hino n° 98
       


Tá - a te ti Tá Tá i Tá

112 1.2.
Coro Hino n° 105
        
   
           
  
  

116 3. Final

                    
  
Hino n° 107
120 (Trecho de Contralto/Tenor/Baixo) (Portamento Soprano/Tenor)

      
                         
   
Tá ti Tá e ti
4
Portamento Portamento
124 (S/T/B) (C/T) Hino n° 117

                            
Tá i Tá ti Tá i a ti Tá

131
  
       Hino

n° 118 (Bi-subdivisão)
                      
        

137 Hino n° 124


  Hino

n° 121
                
 

141 Hino n° 125 Coro

            
             

146

    
         Hino n° 130
             
  

151 Hino n° 136 (Clave Fá)


    

                       

 

156 Hino n° 138 (Portamento Contralto/Tenor)



 
                             
        
Tá i Tá e ti

162 Hino n° 141 (Bi-subdivisão) Portamento (C/B)


                       Coro
 
 
Tá te ti Tá te i

168 Fim Hino n° 142 (Bi-subdivisão)


                                

5
174 
 Coro         
                            

Portamento
179 Hino n° 154
 Coro (S/C/T)
            
 
 
 
               
   
Tá e ti
Portamento
184  (Clave Fá)
  Hino n° 163
           
          
          
 
  
Tá i
Portamento (Clave Fá)
190 Hino n° 170

                             
a Tá i a

195 Coro Portamento (Contralto)

                        
  

201 Hino n° 177


                      

Tá á te ti

205 Hino n° 191 (Bi-subdivisão - Portamento) Coro


                          
    
Tá i Tá ti

211 Hino n° 192 (Bi-subdivisão)


         
                       
      

217  Coro
        
                
  
Tá ti Tá te ti
6
222 Hino n° 197 (Bi-subdivisão)      Hino n° 199
               
    

226 Hino n° 205


  Coro
        
          

231 Hino n° 215



                     
    
 

235 1.2. 3. Coro



                       

239 Coro Hino n° 231 (Síncopa Regular)



                             
 
  
  

244 Hino n° 237


                       

248
        Hino n° 238
                   

253 1.2. 3. Hino n° 240


Final
                    
          
 

259
                         Hino
  
n° 257
   
      
7
265 Coro Hino n° 280 (Portamento C/B)
  
                          
Tá i á ti

272 (Portamento Tenor) Hino n° 282 (Fermata C/T) Coro


                            

Tá ti Tá ti Tá i á i Tá ti Tá ti

277 (Portamento Baixo) Hino n° 293


                       

Tá te ti Tá i á te ti

281 Hino n° 294 (Síncopa Regular)


                     

285 Hino n° 297



                 
      
   

289 Hino n° 306 (Bi-subdivisão)


                        Coro
 

294
 Hino n° 308
                             

299 Hino n° 315 (Bi-subdivisão) Coro



                       
  

303 Hino n° 322


          
              

8
307 (Portamento C/T/B) (Portamento C/T)
      
                
Tá te ti Tá e i á te ti Tá te ti Tá i á

312 Hino n° 326 (Bi-subdivisão - Síncopa Regular)


                             Hino
   n° 329 Coro
 
       
Tá te ti fi

317 Hino n° 339


                    
  
    

322  Hino n° 342 (Bi-subdivisão - Comp. Alterenados) (Portamento S/C/T)


                     
      
Tá i Tá ti

326 (Lig. Valor) Hino n° 344 (Portamento T)


               
     
Tá te ti Tá e ti

329 Hino n° 346 (Compassos Alternados)


     
       

  

 

332 Hino n° 372 (Bi-subdivisão - Síncopa Regular)


                            
 
Hino n° 381 Coro (Síncopa Regular)
337
                             
      

344 Hino n° 415 (Bi-subdivisão - Portamento - Comp. Alternados)


  
                           
Tá i Tá
9
348 (Lig. Valor) Hino n° 417 (Bi-subdivisão - Síncopa Irregular)
                         

352

                    
     

Hino n° 422 (Compasso Alternado)


356 Hino n° 421
   
                               

363 Hino n° 448 (Bi-subdivisão)


           Coro
                        

369 Hino n° 453 (Bi-subdivisão)


                              
    

374 Hino n° 453 (Síncopa Regular - S/T)


            
               

379 Final
    
        

          
 

 

385 Hino n° 459 


 
    
                  
 
Referências

ARAÚJO, L. S.; CAMPOS, G. M. D. C. O Ensino Musical na Educação Infantil: o uso do


corpo nas abordagens de Dalcroze e Willems. ABEM Educação Musical, 2007.
Disponivel em:
<http://www.abemeducacaomusical.org.br/Masters/anais2007/Data/html/pdf/art_
o/O%20ensino%20musical%20na%20ed_infantil%20Luciana%20Sanches%20Gilka.pdf
>. Acesso em: 02 nov 2015.

BRASIL, C. C. N. Método de Teoria e Solfejo com aplicação ao Hinário. 2. ed. São


Paulo: Distribuidora Congregação Cristã no Brasil, 2014.

MOREIRA, A. L. I. G. Método Dalcroze: educação musical para o corpo e a mente. São


Paulo: UNESP, 2003. 23 p. Disponivel em:
<http://www.academia.edu/6369900/M%C3%A9todo_Dalcroze_-
_educa%C3%A7%C3%A3o_musical_para_o_corpo_e_a_mente_monografia_>. Acesso
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POZZOLI, H. Guia Teórico-Prático para o ensino do ditado musical - Parte I & II. São
Paulo: Ricordi Brasileira, 1983.