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Classificação da Classe Amphibia

Ordem Gymnophiona (do grego gymnos, nu, + ophineos, de cobra). Corpo alongado,
desprovidos de membros e cinturas escapular e pélvica; escamas dérmicas presente na pele de
alguns representantes: cauda curta ou ausente: 95 a 285 vértebras: três famílias, 33 gêneros,
aproximadamente 173 espécies.

Ordem Urodela(do grego oura, cauda, + delos, evidente) (Caudata) Salamandras. Corpo com
cabeça, tronco e cauda bem definidos; escamas ausentes: geralmente dois pares de membros
de tamanhos semelhantes; 10 a 16 vértebras; 9 famílias atuais; 64 gêneros; aproximadamente
533 espécies.

Ordem Anura (do grego na, sem, + oura, cauda) (Salientia): Sapos e Rãs. Cabeça e troncos
fusionados; cauda e escamas ausentes; dois pares de membros; boca grande; pulmões; 6 a 10
vétebras; 44 famílias; 362 gêneros; aproximadamente 5.283 espécies.

• Essa deve ser uma adaptação à falta de patas, já que esse tipo de pênis funciona
também como órgão para a apreensão da fêmea. São conhecidas espécies de cecílias
vivíparas e ovíparas.

• Quando a larva sai dos ovos, vive na água, é vegetariana e respira por brânquias
externas.

• Depois de passar por diversas transformações (metamorfoses), passa a ter respiração


aérea. Respira o ar com um pulmão só. Respira também pela pele que é úmida e
coberta de muco.

São animais dioicos e a fecundação é interna. O macho apresenta um órgão copulador


denominado falodeu, que é protraído da coacla no momento da cópula que propiciam a
fecundação interna. Apresentam tanto indivíduos ovíparos quanto vivíparos. Nos animais
vivíparos as fêmeas desenvolvem cuidado parental, ou seja: cuidam de seus filhotes até que
obtenham condições de sobreviverem sozinhos, geralmente os filhotes nascem com 30 a 60 %
do tamanho da mãe (ficando alinhados em seu interior), no inicio os fetos se alimentam de
vitelo e, com o fim do vitelo, passam a se alimentar das paredes dos ovidutos cujo epitélio
prolifera e secreta uma substância branca (leite uterino). Essa forma de alimentação e o
grande tamanho dos fetos em relação ao corpo da mãe gera uma enorme demanda
energética, o que faz com que a fêmea se alimente muito mais que o normal