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4. PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO uma das escalas de corrente compreendida entre d. Aplique as pontas de prova em paralelo com 4.

de prova em paralelo com 4.6 Teste Alarme Sonoro Ref.: 8522


200µA e 200mA que seja adequada à leitura a o resistor a ser medido.
4.1. Tensão Contínua/Alternada: ser feita. e. Leia o valor do resistor no visor. a. Conecte a ponta vermelha na ponta de prova
d. Desligue o circuito que pretende testar, inter- f. Quando for medir um resistor que esteja no “VΩmA” e a preta na “COM”.
a. Conecte o pino preto na ponta de prova do
borne marcado “COM” e o vermelho no borne
“VΩmA”;
rompa o condutor no qual deseja medir a cor-
rente e ligue o multímetro em série com o cir-
cuito.
ligado, solte um de seus terminais para que a
medição não seja influenciada pelos demais
componentes do circuito.
b. Gire a chave para a posição
c. Conecte as duas pontas no circuito a ser tes-
tado. Se a resistência for inferior a 100 ohm, o
Multímetro
b. Gire a chave seletora de função e escala pa-
ra a posição DCV (para tensão contínua) e ACV
e. Ligue o circuito.
f. Leia o valor da corrente no visor. Caso o sinal 4.4. Teste de Diodos
alarme soará.
Digital
(para tensão alternada); negativo (-) apareça no visor, as pontas de pro- 5. Troca de Baterias
c. Selecione uma das escalas de tensão, que va estarão com polaridade invertida em relação a. Conecte o pino preto na ponta de prova
seja adequada à leitura que deseja efetuar. Em ao circuito. “COM” e o vermelho no “VΩmA”. Quando o sinal de bateria fraca aparecer no
caso de dúvida, utilize a mais elevada (1.000 b. Gire a chave seletora de função e escala para visor, substitua. No verso do aparelho, abra a
DCV / 750ACV); a escala de diodo. Não tente testar diodos que tampa e troque a bateria.
NUNCA MUDE DE ESCALA COM O
d. Aplique as pontas de prova em paralelo com estejam ligados em circuito energizado ou com
CIRCUITO ENERGIZADO, DESLIGUE-O capacitores carregados.
o circuito que deseja medir e ligue a fonte de
energia. PRIMEIRO. NAS MEDIÇÕES DE CORRENTE c. Aplique a ponta de prova preta no catodo (-)
e. Leia o valor da tensão no visor. Caso o sinal CONTÍNUA SUPERIORES A 5A , NÃO e a vermelha no anodo (+) do diodo.
negativo (-) apareça no visor, as pontas de ULTRAPASSE O TEMPO MÁXIMO DE 30s,
d. O valor da resistência de polarização direta
ANTES DE EFETUAR A TROCA DA BATERIA,
prova estarão com polaridade invertida em será exibido na tela. Se o diodo estiver reverso,
PARA EVITAR DANOS CAUSADOS PELA aparecerá o número 1 no visor e verifique a DESCONECTE AS PONTAS DE PROVA
relação ao circuito.
DISSIPAÇÃO DE CALOR POR EFEITO “JOULE”. polarização. E DESLIGUE O APARELHO.
4.2. Corrente Contínua
a. Gire a chave seletora de função e escala para 4.3. Resistência 4.5. Teste de Transistores
a posição “DCA”; a. Para medir resistência, o circuito deve estar a. Remova as pontas de prova do multímetro.
b. Conecte o pino preto na ponta de prova no desligado e os capacitores descarregados. Gire a chave seletora até a posição hFe.
borne marcado “COM” e o vermelho no b. Conecte o pino preto na ponta de prova b. Selecione NPN ou PNP de acordo com o tipo
“VΩmA” para medir correntes até 200mA, e “COM” e o vermelho no “VΩmA”. de transistor que deseja testar.
para medir correntes superiores e até 10A, c. Gire a chave seletora de função e escala para c. Insira os terminais do transistor no conector
conecte o borne vermelho no “10A“. a posição “Ω” e escolha uma das escalas de re- observando a correta pinagem (E-B-C).
c. Caso tenha escolhido o borne “10ADC” sistência que seja adequada à leitura que deseja d. Leia o valor no visor. Manual de Instruções
selecione a escala 10A, caso contrário escolha efetuar.

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MANUAL DE INSTRUÇÕES 2. DESENHO DESCRITIVO 3. ESPECIFICAÇÕES 3.3. CORRENTE CONTÍNUA

1. CUIDADOS IMPORTANTES A precisão é garantida por um ano após


ESCALA PRECISÃO VARIAÇÃO
a calibração, desde que mantido a tem-
O multímetro digital é um equipamento delicado
1. Chave seletora de função e escala peraturas entre 18ºC e 28ºC e umidade 2.000µA 1µA ± 1,0% ± 3D
e requer o manuseio de um operador habilitado
tecnicamente, caso contrário, poderá ser danifi- relativa inferior a 80% sem condensação. 20mA 10µA ± 1,0% ± 3D
cado. Portanto não serão considerados, mesmo
2. Visor em cristal líquido, 3½ dígitos 200mA 100µA ± 1,5% ± 5D
dentro do prazo de validade da garantia, os de-
feitos causados pelo mau uso. e 0,5” de altura 3.1. TENSÃO CONTÍNUA
Nunca ultrapasse os limites de tensão ou corren-
te de cada escala, pois poderá danificar o seu ESCALA PRECISÃO VARIAÇÃO
multímetro seriamente. Nunca medir resistência 3. Borne comum (COM), para a ponta
em um circuito que esteja energizado, ou antes 200mV 100µV ± 0,5% ± 2D
de prova preta
que os capacitores estejam descarregados.
2.000mV 1 mV ± 0,5% ± 3D
Em caso de dúvida nas medições de tensão e 3.4. RESISTÊNCIA
corrente, selecione sempre a escala mais alta da 20V 10 mV ± 0,5% ± 3D
função. Nunca faça uma medição se esta puder 4. “VΩmA” Borne para a ponta de
ser superior ao valor da escala selecionada no prova vermelha 200V 100 mV ± 0,5% ± 3D ESCALA PRECISÃO VARIAÇÃO
multímetro. 1.000V 1V ± 0,8% ± 3D 200Ω 100mΩ ± 1,0% ± 10D
Não aproxime o seu multímetro a fontes de ca-
lor, pois poderá deformar o seu gabinete. 5. Borne “10ADC” para a ponta de 2.000Ω 1Ω ± 1,0% ± 2D
Sempre que não estiver utilizando o multímetro, prova vermelha 20KΩ 10Ω ± 1,0% ± 2D
desligue-o.
Mantenha esse aparelho fora do alcance de cri- 3.2. TENSÃO ALTERNADA 200KΩ 100Ω ± 1,0% ± 2D
anças e animais.
Para evitar choque elétrico e/ou danos no multí- 6. Conector para medir transistores 2.000KΩ 1KΩ ± 1,0% ± 2D
ESCALA PRECISÃO VARIAÇÃO
metro, não medir voltagens que excedam DC NPN e PNP
1000V ou AC 750V. 200V 100mV
Antes de usar o aparelho verifique se há racha- ± 1,2% ± 10D
750V 1V
duras ou fissuras nas pontas de prova, conecto-
res e sondas.

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