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, SUGESTÕES AOS PROBLEMAS

Ap:E::\DICE

B

Sl-GESTÕES

I)

.-\OS PROBLE~L-\S

EÇ_~O 1.1

1

. Deve m os

te r x-I:::

O e 3 - x O, de fo r m a

que x E [ 1 , 3).

2.

Devemos

ter x ::: O, 3 - fi :::O, ~ - }3 - fi :::O e ~ - j ~- }3 - fi. O domínio maximal

f é o conjunto formado pelas interseções dos conjuntos-solução

de cada uma dessas inequações.

de

3

. Para

o i te m

(a) , veja q u e f(l)

== f (t) == 1 ~ ~~ i ~ 1== O , f(10)

= f en = I~~~~~~=I

1~1 e

f (~~)= f (~) = I;~~;~I = 1 5 3' Quanto a (b), se la 2 - b 2 1 = 55 e a 2 +b 2 = 73, então (a, b) = (8,3)

ou (3,8),

ou

de forma

que f (i) = f (~) = ~~. Se la 2 - b 2 1= 32 e a 2 + b 2 = 257, então

2a 2 = 289

a 2 - b 2 = 32k e a 2 + b 2 = 257k, com k E N,

2a 2 = 225, de forma que a ti- N; mas, colocando

obtemos

2a 2 = 289k e 2b 2 = 225k, de forma que k = 2 fornece a = 17 e b = 15 (analogamente,

supondo

b 2 - a 2 = 32k, obtemos a = 15 e b = 17); logo, f (in = f (~;) = 2~27' Por fim, se

2 _

b 2 = 101k e a 2 + b 2 = 89k, para algum

seb 2 -a 2

caso, chegamos a um absurdo,

a

(ab)2 = -570k 2 ;

Em qualquer

k E N, então

a 2 = 95k e b 2 == -6k ,

= 101k ea 2 +b 2 = 89k, concluímos analogamenteque

uma vez que (ab)2 > O> -570k 2 .

de forma

qu e (ab)2 = -570k 2 .

4.

Basta ver que f(x)

=

x(x 2 - 2x + 5) = x((x _1)2 + 4), de forma que xf(x)

5.

Comece fazendo

x = 1 e y = J2 na relação dada para calcular

f(1

+ vIz).

6.

Observe que ak+l

= ak + T e calcule f(ak+l)

= f(ak + r) = f(ak)f(r).

8.

P a ra o q u o c i ent e

L , pomo s

X I = { x E X ; g (x ) i = O} e defi nim os

1. : X I

 

9

 

9

 

para todo x

E XI.

= x 2 ((x _1)2 + 4) > O.

- 7 I R po r 1. (x ) = f~:zl

9

9 x

9. Por definição,

lx J E Z, de forma que a imagem

para

e, assim, n E Im(l·J).

n E Z, é claro que o maior inteiro

Logo, Im(l·J)

menor

= Z.

de l·J é um subconjunto

ou igual a n é o próprio

de Z. Por outro

lado,

n, de

forma que lnJ = n

10,

Se lxJ = n, então n é o maior inteiro menor ou igual a x, de forma que n::; x < n + 1. Portanto,

O ~ x - n < 1 e, daí, {x} = x - l=, = x - n E [0,1).

Segue que Im( {-}) C [0,1).

Reciprocamente,

se O ::; a < 1, então

la:J = O: de modo que {a} = a -

laJ

= a. Logo, a E Im({-})

para todo

a: E [0,1), de forma que [0,1) C Im({·}).

Então, Im({·}) = [0,1).

11. Para

o item

(b), use (a); para

(c), considere

inicialmente

o caso k E N, via indução;

por fim,

aplique o resultado

de (c) para obter

(d) e os resultados

484

de (c) e (d) para obter

(e).

2. Mostre que a imagem pedida é (O, +(0).

3. Observe inicialmente

que x + ~ 2: 2, para todo x > O,

Em seguida, conclua que a imagem pedida é lR\ (-2,2).

ocorrendo a igualdade

se, e s6 se, x = 1.

4. Analisemos o caso em que f é crescente em (-00, a] n I e decrescente em la, +(0) n I (o outro

caso é totalmente

análogo).

Para Xo E I tal que Xo < a, temos f(xo)

> f(a)

e, assim,

f não

atinge seu valor mínimo em xo. Também, para :co E I tal que Xo > a, temos f(.7:o) > f(a)

e, uma

vez mais, Xo não é ponto de mínimo para f. Como f não atinge seu valor mínimo em nenhum

elemento Xo E I \ {a}, concluímos que a é seu único ponto de mínimo.

5. Para Yo E Y, tome Xo E X tal que f(xo)

= Yo.

Então,

pela definição da função f + c, temos

(J + c)(xo)

= f(xo)

+c = Yo +c, de sorte que Yo + c E Im (f +c).

Mas, como Yo + c é um elemento

fi!

típico do conjunto Y + c, concluímos que Y + C C Im (J + c). Agora, se in E Im (J + c), então,

por definição , exi s te Xl E X t a l qu e (f + C)(X1)

= Yl o u , o qu e é o m e smo , f(xd

+ c = Yl '

Ent ã o ,

@

f(X1)

= Yl - c , de form a qu e Yl - c E Im (f) = Y . A ss im , Yl = (Yl - c) + c E Y + c e , co m o i sso

@

é válido para

todo Yl E Im (J + c), segue que Im (f + c) C Y + c. Logo, Im (J + c) = Y + c.

6. Argumente como na sugestão dada ao problema anterior.

7. Consideremos

f(x)

o caso em que a > O, sendo o caso a < O totalmente

= Y se, e só se, (x + ,fJ2 - ~ = * ou, ainda, se, e s6 se,

( X +~) =!! + ~ = 4ay +t::.

2a

2

a

4a 2

4a 2

análogo.

Para Y E lR, temos

Como (x + ;J2 ~ O, essa e q ua ç ão tem so lu ç ão s e , e s6 s e , 4a'y + t::. ~ O; m as , c o mo a > O, ta l

condição equivale a Y ~ - fa·

sorte que Im (J) = [- ~, +(0).

Portanto,

existe .7: E IR tal que f(x)

= !J se, e só se, Y 2: - ~, de

8 . Use a form a c a n õ ni ca de f (cf. pr o bl e m a a nt er io r) p ara obter , no ca so em qu e a > O, po r ex emplo ,

f(x) < O {:::a} [(x + ~)2

2a

_

t::.]

4a 2

< O { ::: } (x + ~)2

2a

<=> (x + ~) 2 < _t ::

2a

4a 2

{:::} 1x + ~ \ <

2a

- b - .JE.

{:::}

2a

J - b + t::.

< x<----

2a

J_t ::.

2a

{:::}

9. Para mostrar

que t::. > O, use a forma canônica

af(xo)

= a 2

[(

de f para obter

b)2

:L'o+-

2a

-

-

t::.]

4a 2

485

t::.

4a 2

JE

t::.

2a

,

< O

< x + ~ <

2a

JE ::.

t

2a

-.

••

••

"

"

"

"

@

,

--

-

-

-=:----

-

--~-~

ApÊ?\DlCE B

SCGESTÕES AOS Pl{013LE.\.L\~

de forma que af(xo)

O ::; (xo + 2 V a) 2 < ~

< O se, e só se, (xo + ;a)2 - ~

e , daí , 6 > O . Par a a segunda

< O. Mas, como (xo + ;a)2 :::O, devemos ter

part e, us e o r esultado

d

o p ro ble ma ant e ri o r .

10. Se um retângulo de perímetro

2p tem dimensões

x e y, então x + y = p. A partir

daí, mostre que

sua área depende

da proposição 25.

de x de acordo com a função quadrática

f(x)

= _x 2

+ px e aplique o resultado

11. Sendo

l a largura

e h a altura

do caminhão

(medidas em metros),

é imediato

que o volume

de

carga que o mesmo pode transportar

lho A fim de que o caminhão

l e h) deve ter diagonais de comprimento

é igual a 18lhm 3 ; portanto,

temos de maximizar o produto

de lados medindo

que

possa entrar no túnel, sua seção reta (um retângulo

d, com d ::; 5m; mas, como d = Jl2 + h 2 , temos

.

12.

Pondo x = l2: concluímos que basta maxiniizar

a função f (x) = 25x - x 2 ,

com O < x < 5.

Mostre, inicialmente,

todo x E ]R: equivalentemeute,

ax 2 - 5x + (a + 1) ::: O para todo ;c E ]R,

que devemos procurar

o menor real positivo

que procurar

a tal que f (x)

isso é o mesmo

o menor real positivo

::; a, para

a tal que

13. Para

par, digamos

f(x)

n = 2k, utilizando

a desigualdade

triangular,

obtemos

= (Ix - ali +

+ Ix - akl) + (Iak+l - z] + " . + la2k - xl)

k

2k

:::I)x - 0:)) + L

j=l

j=k+l

(aj

-

x) =

2k

L

j:::k+l

0:j -

k

Laj.

j=l

Agora, mostre que n é ímpar

que todo x E (ak,0:k+d

satisfaz f(x) = I:;~k+l

pode ser tratado de modo análogo.

aj - I:~=l

0:j. Por fim, o caso em

14. Para o item (a): aplique a desigualdade

entre as médias aritmética

e geométrica ao denominador

da expressão que define a função. Para o item (b), escreva f(x) = 2+ J~le, em seguida, proceda como em (a).

15. Para o item (a), escreva

(x + lO)(x + 2) = ((x + 1) + 9)((x + 1) + 1) = (x + 1) + _9_

x+l

x+l

x+1

+ 10

e, C111 seguida, aplique a desigualdade

entre

as

médias para obter f(x)

::: 2J9 + 10 = 16. Para

(b), aplique a desigualdade

entre as médias

ao

denominador

para obter

x 4 + a ::: 2x 2

e, daí,

f(x)

<

-2yÍa

_1

.

486

16. Comece escrevendo

f(x)

4x 2

= --

x+1

= 4(x -1)

+ k =

4(x

2

x+1

-

1)

4

+ --

x+1

+ k

+ _4_

x+1

+ k = 4 (x + 1+ _1_) + (k - 8).

;c+1

X!l temos f(x) = 4g(x)+(k-8).

Portanto, sendo g(x) = x+1+

2.3, juntamente com

resultado do problema 2.6)

Agora, o resultado do problema

o fato de 9 ser ímpar, implica que Irn (g) = ]R\ (-2,2),

Im (49) = IR \ (-8,8).

de modo que (pelo

Agora, o resultado do problema 2.5 garant-e

que Im (f)

= IR \ (k - 16, k), de sorte que devemos ter k - 16 = -L

e k = L.

SEÇÃO 1.3

1. Observe primeiro que, para todo z E IR, temos Izl > z se, e só se, z < O. Portanto,

queremos que

g(f(x))

< O. Fazendo y = f(x),

segue do problema 2.8, página 34, que g(y)

<

O Ç::> y2

-1 < O {:::?

-! < y < ~. Mas, como y = f(x),

queremos que -~

< ::r- ; < ~ ou, ainda, 3 < :1: < 4.

2. Comece observando que

(f

o 9)(X)

= f(9(X))

= 2g(x)

+ 7 e, daí, que 2g(x)

+ 7 = x 2 -

2x + 3.

3. Façag (x ) = y p arao b terx

= y!3 e , d a í , f(y)

= f(9(x))

= 2:1: 2 -4x+1

= 2 C'!3/ -4 C,!3)+1.

4. Corno f o 9

e 9 o 9 têm

domínios e contradomínios iguais, temos f o 9

= 9 o 9 {:::? (J o g)(x)

=

(g

o J)(x)

Ç::> f(g(x))

= 9(f(x)).

Basta, agora, calcular f(g(x))

= (ac)x

+ (ad

+ b) e 9(J(X))

=

(ac)x

+ (bc + d) e igualar os resultados.

5. Para x, f(x)

# =b, temos

f(J(x))

= f(x)

+ a = ~

+ a = (a + 1)x + (ab + a)

f (x) + b

~~~ + b

(b + 1) x + (a + b 2 ) .

'

A par Ir

quatro valores de x. Portanto,

ti daí

ai, cone ua que

I

d

t

evemos er (a+l)x+(ab+a) Ib+l)x+(a+b2)

t d

o o x

E

= ;1: para

~,exce o por no rnaximo

.

1I1l

t

exceto por tais valores de z , temos (a + 1)x + (ab + a) = (b +

1)x 2

+ (a + b 2 )x.

Conclua, então, que b + 1 = O.)

6. Supondo

que f é crescente

(o caso em que f é decrescente

pode ser tratado

de modo análogo),

basta observar que, se Xl , x2 E I, então X l # X2 =} f(xt}

a validade dessa implicação,

segue do fato de f ser crescente que f(Xl)

# f(X2)'

Por sua vez, a fim de verificar

< X2,

Argumente de modo

note que Xl # X2 implica X l < X2 ou X l > . 1 : 2 · Caso seja X l

< f(X2)

e, então, f(xt}

# f(X2)'

análogo no caso em que Xl > X2·

7. Analisemos

casos.

Para

f(X1),f(X2)

o caso em que f e 9 são crescentes,

X l

deixando

ao leitor a análise dos outros

< f(X2)'

dois

M as, como

< X2 em I, segue do fato de f ser crescente que f(xI)

E J e 9 também é crescente, temos g(f(Xl))

< g(.f(X2))'

487

ApÊ:"DICE B •

 

SUGESTÕES

AOS PR013LEl\'IAS

 

8. Comece supondo

que f

= 9 + h, onde g, h : I -+ lR são tais que

9 é par e h é ímpar.

Em

seguida,

use as definições

de função

par e ímpar

para

concluir que

g(x)

= !(f(x)

+ f( -x))

e

h(x)~(f(x)

- f(-x)).

9. Inicialmente,

mostre que f(l)

=

O. Em seguida,

faça a = 1 e b = -1 para calcular

f( -1).

Por

fim, faça b = -a.

10. Basta calcular

(f

o f)(

-x)

= f(f(

o fato de que f é ímpar segunda

-x))

= f( - f(x))

= - f(j(x))

e terceira igualdades.

11.

Tome f(x)

= -g(x)

para x :S O e f(.7:.) = -x

para z 2: O.

= -(10 1)(x), onde utilizamos

12. Para o item (a), comece mostrando

k E Z e Q E [O,p).

Em seguida,

que todo x E lR pode ser escrito faça indução sobre k para mostrar

da forma x = kp + Q, com

que f(x)

= f(x

- kp).

Para

o item (b), observe primeiro

seguida,

que 9 (:I:+~)

= f(ax±p)

= f(ax)

= g(x),

para todo x E lR; em

+ ap') = f(ax)

note que, se p' > O satisfaz g(x + p') = g(x)

para todo x E lR, então f(ax

 

para todo a: E lR.

A partir

daí, conclua

que lalp' = lap'l 2: p.

 

13.

A fim de mostrar

que f

é ímpar,

comece observando

que f(20

+ x)

= f(10

+ (10 + x))

=

f(lO

-

(10 + x))

= f('-x)

e, analogamente,

f(20

- x) = f(x).

Em seguida,

use o fato de que

f(20+x)

= - f(20-x).

Para a segunda parte, calcule f(40+x)

= f(20+(20+x))

= - f(20+x)

=

f(x).

14

. Fazendo g(x) = f(x)

todo x E R

+ ~ , mos t r e

que g(x + a) = J~- g(x)2

e

, daí, que g(x + 2a) = g(x),

para

15. Encontre

uma partição

de N da forma N = AI U .1 2 U.1 3 U

Em seguida,

defina f pondo f(x)

= n, para todo x E An·

, com An infinito,

para todo n E N.

16 . Supondo

que X l < X2 são pontos fixos de f,

= 1:2, temos

Mas, como f(xd

= Xl e f(X2)

segue do fato de f ser decrescente uma contradição.

que f(Xl)

> f(X2).

17. Se existissem e 9 é crescente,

X l < X2 em I tais que f(xd

teríamos f(1:1)

> f(X2)

= 9(Xl)

e f(X2)

= g(X2),

então, como f é decrescente um absurdo.

= 9(X2)

> g(xd

= f(Xl),

18. Observe inicialmente que x = 4 é uma solução dessa equação. Em seguida, veja ambos os membros

do problema anterior

da equação

para concluir que

como funções

de (O, +(0) em si mesmo

e aplique

o resultado

:I; = 4 é a única solução.

SEç.~O 1.-4

1.

Para

9. o f = Idx

910 (j 092) = (gl o 1) o tn = Idx o,cJ2 = 92.

o item

(a) 1 use a proposição

37. Para

e f o gi = Idy , para i = 1,2.

o item (b), suponha Use a proposição

que gl, g2 : y -+ X satisfazem 32 para obter 91 = tn o Idy =

488

-;.,.ApÊ1\DICE

'. r.

•.•

".:

.' - .~'

B

2.

Use repetidas vezes o resultado da proposição 32, juntamente com o fato de que t:' o j = Idx,

 

f

o j-l

= Idv , 9 o «:

= Idz e g-l

o 9 = Idy.

3.

Aplique o resultado do exemplo 42.

 

4.

Veja a sugestão ao próximo problema.

5.

Para a primeira parte,

note

que a equação ~Z~=:~y tem, para todo y i:- Z, a solução única

 

x = -dy+b. cy-a

 

6.

Para a primeira parte, basta

ver que,

para O ~ Xl < X2: temos X2 -

Xl > O; portanto,

pelo item

(a) do problema 5, página 415, temos

 

de maneira que j(xd

< j(X2)

e j é crescente, logo injetiva.

Para a segunda parte,

dado y E

[0,+(0),

como estamos assumindo que Im(J) = [0,+(0),

existe x

E [0,+(0)

tal que y = z":

 

então, obtemos x = ifY por definição da raiz n-ésima

de y, de sorte que j-l(y)

= ifij.

 

7.

Se f(x)

= 2x, temos j-l(X)

= ~, de forma que (J + I-I

)(x) = 5;; e (J - I-I

)(x) = 3{, as quais

são duas bijeções de IR em IR.

 

8.

Suponha que j é crescente (o caso em que j é decrescente é inteiramente análogo). Dados Yl < Y2

em J, tome os elementos Xl, x2 E I tais que j(xd

= Yl e j(X2)

= Y2.

Se Xl = X2, então

YI

= j(Xl)

= j(X2)

= Y2, O que não é o caso; se X2 < Xl: então segue de f ser crescente que

 

< j(xd

= Yl, o que também não é o caso. Logo, Xl < X2 ou, G que é o mesmo,

 

Y2 = j(X2) j-l(yd

< j-I(Y2).

Mas, como os elementos u, < Y2 em J foram escolhidos arbitrariamente, isso

ti

garante que j- I também é crescente.

 

SEÇÃO 1.5

1. Para a segunda parte, mostre que as abscissas dos pontos comuns aos gráficos são as soluções da

equação j(x)

= x. Em nosso caso, a única solução é 1; = 5+ 2 v5.

2. Se Ij(x)1 ~ M

par a

tod o x <:: I e (xo , Yo)

E G J '

e ntã o

IYol =

I j( xo) 1

~

! v I , de so rt e

que

-M

~ Yo ~ M. Portanto,

(xo, Yo) pertence à faixa horizontal do plano cartesiano, delimitada

pelas retas paralelas y = - M e y = 111.

3. Como a bissetriz dos quadrantes ímpares do plano cartesiano é O conjunto dos

mesmo tais que x = y, concluímos que Xo E I é ponto fixo de .f se, e só se, j(xo)

Portanto,

os pontos fixos de j são exatamente

(x, y) do

i.e., se, e

s6 se, (xo, xa) E G J'

o gráfico de j intersecta a bissetriz dos quadrantes ímpares elo plano cartesíano. Na Figura Bi l ,

pontos fixos de

j são Xl, X2 e X3, os quais são as abscissas dos pontos A, B e C, respectivamente.

supondo que j é crescente para X < X 1 e decrescente para X > X3, temos que os

pontos

= xo,

as abscissas dos pontos onde

489

ApÊNDICE

13

.

SUGESTÕES AOS PROBLEMAS

/

Figura

/

/

/

B.l: pontos

fixos de uma função f.

x

4. Um ponto

(x, y) é comum aos gráficos de f e 9 se, e só se, x E I e y = f(x)

resolver,

para identificar

tais pontos, é suficiente

para x E L, a equação

f(x)

5. Façamos

a prova do item (a): sendo a prova do item (b) totalmente

análoga.

= g(x).

= g(x).

Portanto,

Se f é par, temos

f(x)

= .f( -x),

Ç::?

para

todo x E T. Portanto,

para : t E I, temos (x, y) E G f ç:. y = f(x)

Ç::?

y

=

f(-x)

(-x,y)

E Gf:

1/1as , como os pontos

(x,y)

e (-x,y)

são simétricos

em relação

ao eixo

6

das ordenadas,

concluímos que o mesmo sucede com G I:

. A s fun ç õ e s

1 " 2 e f4 são se mp r e

nã o n egat i v as

e só s c a nul a m

e m x = O. Também ,

é c laro

que

são funções pares, ele forma que: pelo problema

ao eixo vertical do sistema cartesiano

que 1"2(x) = x 2 e f4(X)

valor predefinido.

justificando

anterior, seus gráficos são simétricos em relação

é evidente

Por outro

x 4

< x 2 ,

situado

lado, à medida

Ixl

>

1 ::: ::: ?

abaixo

x 4

que Ixl aumenta,

= x4 tomam-se cada vez maiores e, eventualmente,

> x 2 e

ultrapassam qualquer [z] = 1 ::::::? x 4 = x 2 = I,

(-1, 1)

Por último,

\x\

<

1 ::::::?

o fato de o gráfico de .t4 estar

do gráfico de h no intervalo

e acima

d e

forma que (novamente pelo problema anterior) seus gráficos são simétricos em relação à origem do

sistema cartesiano.

tornam-se cada vez maiores e, eventualmente,

x > O, n eg a t i vas

fora do intervalo

[-l,lJ

(veja a Figura

B.2).

As funções

h e f5

são positivas

para

p a r a x < O e se anula m

e m x = O. T a mbém ,

é c laro qu e s ão funções ímpares ,

Agora, à medida que [z] aumenta

é

evidente que 113(x)1 = Ix 3 1 e If5(x)1 = jx 5 1

qualquer valor prefixado. Por último,

ultrapassam

[z] < 1 : : ::: : ? Ix 5 1 < Ix:3l: Ixl > 1 : : : : : :? Ix 5 1 > Ix:31 e 1:1:1= 1 :::::: ? Ix 5 1 = Ix 3 j,

justificando

o fato de o

gráfico de f5

estar, no intervalo (-1, 1), mais próximo do eixo horizontal

do que o gráfico de h e

mais distante

de tal eixo fora elo intervalo

[-1, 1J (veja a Figura

B.3).

7. Observe que f é a inversa da função 9 : ]R --+ IR, tal que g(x)

aplique o resultado anterior.

ela proposição

= x 3 , para todo x E IR. Em seguida,

no problema

51 ao esboço do gráfico de 9 = h, construído

490

-

 

- ·Apf.;;\JDJCE n .

,

 

y

 

x

 

Figura

B.2: gráficos de h e ri'

8. Verifique que tal gráfico é a união dos conjuntos

[n,n + 1) x {n}, quando TI, varia em Z.

 

9. Para

o item (a), observe inicialmente

que, para

x E

[O,p). a periodicidade

de f garante

que

••

f(x

+ kp)

= f(x),

para todo k E Z.

Portanto:

(x, y)

E G f {::> y = f(x)

{::> y = f(x

+ kp)

Ç:?

(x

+ kp, y) E G

Então, sendo F

= G f n ([O: p) x R), temos G f = UkEZ(F

+ k), onde F +

k

••

deno ta a translaçâo de F se gund o

Como {-} é periódica

{.}.

o ve tor (k,O).

de período 1: segue de (a)

P a r a

( b ) , n ote que {x} = x pa r a x E [0 ,1 ) .

que a Figura 2.1, página

92, esboça o gráfico

de

10. Para o item (a), basta mostrarmos

que (x, y) é um ponto do gráfico de f se, e só se, (x - a, y)

= y e, daí,

é um ponto do gráfico de g. De fato, se (x,y)

pertence

ao gráfico de i, então f(x)

g(x -a)

= f( (x - a) +a) = y, quer dizer, (x - a, y) pertence ao gráfico de g; provamos a recíproca

do mesmo modo.

e só se, (x, y + a) é um ponto do gráfico

Para o item (b), basta mostrarmos

que (T, y) é um ponto do gráfico de f se,

ao gráfico de j , então

de g. De fato, se (x, y) pertence

f(x)

= y e, daí, g(x)

= f(x)

+ a = y + a, quer dizer, (:1;, y + a)

pertence ao gráfico de g; provamos

a reciproca do mesmo modo. Os demais itens podem ser analisados de forma similar.

1 L Em princípio, pode parecer que não podemos usar o resultado do problema anterior, haja vista que

a função em questão não tem por domínio o conjunto dos reais. Contudo, como 2=~,= x2~:2 =

-1- x~2' podemos raciocinar como naquele problema,

(deixamos ao leitor a tarefa de esboçar as figuras correspondentes aos passosdescritos a seguir):

primeiro, traçamos o gráfico de x f---t ~; em seguida, transladarnos o gráfico anterior duas unidades para a direita, obtendo o gráfico de :r f---t 1::2: agora. alongamos o gráfico anterior na direção vertical, pelo fator 2, obtendo o gráfico ele 1.' f---t ;l:~2: refletimos o resultado no eixo horizontal, obtendo o gráfico de x f---t - ,,:2; por fim, transladamos o gráfico assim obtido uma unidade para

esboçando o gráfico de f do seguinte modo

491

ApÊNDICE

B

baixo, obtendo

Figura

o gráfico de x ~

2:x'

SUGESTÕES AOS PROBLE?lIAS

x

B.3: gráficos de h «I«

12. Para a primeira parte, mostre que, de posse do gráfico de I, obtemos o gráfico de 9 refietindo, longo do eixo das abscissas, a porção do gráfico de I situada abaixo de tal reta. Para os itens

de 9 refietindo, longo do eixo das abscissas, a porção do gráfico de I situada abaixo

ao

de

(a) a (c), aplique esse procedimento às funções I(x)

respectivamente. Observe que, de acordo com o problema 5.10,

ser obtido transladando-se

de I(x) = x 2 - Ix + 21 + 2, para esboçá-lo analise

observando que Ix + 21 é respectivamente igual a -x - 2 e x + 2.

= x 2 - 4, I(x) = X~l e f (x) = x 2 -Ix + 21 +2,

pode

unidade para a esquerda. Quanto ao gráfico

o gráfico de f(x)

=

X~l

separadamente

os casos x S -2 e x > -2 ,

o gráfico de x ~

~ uma

13. Aplicando uma rotação de -~ radianos ao sistema cartesiano original (o que equivale a rotacionar

a hipérbole

curv a de equa ç ão (xli)

x 2

-

y2 = 4 de ~ radianos),

2

- ('C~/)

obtemos, pelo resultado do problema 6, página 480, a

:2

= 2 ) 2 o u , ainda , xy = 1.

1. Para a primeira parte do item (a), sejam A = (I, O) e P o ponto sobre o ciclo trigonométrico

i],

tal

que AP = x. Como sen x é a ordella~a de P, se Xl, 1:2 E [-::'

é crescente, logo,

injetiva. Como tal restrição tem imagem [-1,1], a função arco-seno fica bem definida e, pelo

sen z i < senx2, de sorte que a restrição

com Xl < X2, temos claramente

[-i,~]

da função seno ao intervalo

492

r •~.

problema 4.8, página 47, é crescente.

análogo, observando

A primeira

parte

do item

(b) pode

parte

que cos x é a abscissa

de P. Por fim, a primeira

ser tratada

do item (c) segue do

de modo

--+

 

fato de que, para x E (- ~, ~),

tg x é a ordenada

do ponto de interseção da sernirreta

OA com a

reta vertical passando

por A.)

2.

Para o item (a), observe que ctg x = - tg (x + ~) e utilize os resultados

do problema

5.10, página

 

59. Para

os itens (b) a (d), utilize o resultado

da proposição

5l.

3.

Para os itens (a) e (b), referimos o leitor à discussão

do exemplo 56, mais precisamente

à equação

 

(1.9). Quanto

ao item (c), sugerimos

ao leitor rever os itens (a) e (e) do problema

5.10, página

59.

4. Argumentando

como no exemplo 56, obtenha

f(x)

e sen Q = k · Agora,

mostre que J tem período

= Ja 2 +b 2 cos(Àx

-

ond e C O SQ = J:

m'

Q),

a +b-

.,

5. Para

o item

(a), comece utilizando

as fórmulas

do arco duplo

para obter

f(x)

= -2sen

2X

+

2 sen x + l.

máximo

expressão acima obtida para J, juntamente

fim, para o item (c), esboce os gráficos de x H 2senx

Em seguida,

observe que a função quadrática

seu valor

da

que a função seno tem período 211".Por

no intervalo [0,211"Je em um

y 1---1 - 2y2 + 2y + 1 assume

em [~, 1]. O item

em y = !' sendo

crescente em [-1, ~] e decrescente

com o fato de

(b) segue

e x H cos(2x)

mesmo sistema cartesiano;

em seguida, some as ordenadas

dos pontos desses dois gráficos

para

obter o esboço do gráfico de f.

6. Use o resultado

do problema 5.4, página 58.

 

7. Opere a mudança

de variável

:1-' = j5 cos e, onde O ~ () ~ 11". Em seguida,

use a discussão

do

exemplo 56 para concluir que f(x)

= 25cos(e

- Q), com a tal que coso: = ! e sen o = ~.

••

til

8. Suponhamos,

por

contradição,

que f fosse periódica,

de período

7

> O.

Então,

deveria ser

 

1(7) = f(O)

= 2.

Mas, aí, 2 = f(7)

= COST + cosfo r ) ~ 1 + 1 = 2, uma vez que o cosseno

de

qualquer

número

real é no máximo

l. Assim, deve ser cos T

= cos( O:T) = l. Para tanto,

devem

t!!I

existir inteiros (não nulos)

duas igualdades, chegamos

k, l tais que T = 2k11" e QT = 2l".

Dividindo membro a membro essas

a o: = k E Q, o que é uma contradição.

SEÇÃO 2.1

1

. Para o it e m ( a) , vej a qu e (_l_)n = _ 1 _ = x . Pa r a ( b ) , a r gume n te

'~

1/:r:

(c) segue imediatamente

segue do problema

corolário 2.

dos resultados

cios problemas

d

e manei r a a n á l oga .

47.

O it e m

(d),

4.6 e 4.8, página

Por fim, para

4.6, página 47, que 'y'a > y'a se, e só se, a n > am; então, o resto segue do

493

ApÊNDICE

B

2

. Para

o it e m

( a ), s upo n h a

-b ~ O e, por (a), existem

.

SuGESTÕES

AOS PROBLE:\L-\S .

.

qu e t em os

T E Q e o: E ]R\ Q tais que

a va l i d a de

do r e su l tado

qu a ndo

1 ', Q( E (-b, -a).

a ~ O.

Portanto,

Se b ~ O, então

-1 ',

-Q(

E (a, b),

 

com -7 ' E Q e - Q( E ]R\ Q. Se a ~ O < b, mostre

que

basta aplicarmos o resultado

que supomos

conhecido ao intervalo

(O, b).

Para

o item

(b), basta tomar

n E N tal que n > ~.

Por fim,

qu a nt o

a ( c ), no t e qu e m > n b => 711;(2 > ~ > b; m os tre

e m s e guida

qu e , s e m for o meno r

natural

satisfazendo

m,f2 > b, então

m>

1 e (m-1;)~

E (a, b).

3.

Adapte

os itens (b) e (c) do problema

anterior ao caso presente.

 

4.

Use o exemplo 2, juntamente

com o axioma

3.

5.

Use

o item (b) do problema

1.2.

6.

Para

a = k 2 e b = k 2 + 1, temos

1ft - Jbl = ~~~

= ~h/k2

< Corno todo elemento

de

X

é positivo,

segue que inf X = o.

 

7.

Observe

que, para

k E N, todos os números

da forma

lk e

1 -

3 1k pertencem

a C. Conclua

o que

se pede a partir daí, juntamente

com o fato de que 31k < t

8.

Adapte a prova da proposição

6 ao caso presente.

 

9.

Use a proposição 6, juntamente

com o resultado

do problema 1.8, para concluir pela existência

de X n E X e

Yn E Y tais que

o. - 2~ < X n < o: e o: < Yn < o:+ 2~'

 

10.

Para

o item

(a), mostre

que, se o: (resp.

(3) é uma cota superior

para X (resp.

para cX),

então

 

co: (resp.

~) é uma cota

superior

para cX

(resp.

para X).

Os outros casos podem ser tratados

 

de modo análogo.

11.

Para

o item

(a), comece

mostrando

que; se o: e ;3 forem cotas superiores respectivamente

para

X

e Y, então

Q( + (3 é uma cota

superior

para X + Y; a partir

daí,

conclua que sup(X

+ Y) ~

sup X + sup Y. Em seguida,

mostre que se fosse sup(X

+ Y) - sup X < sup Y, então Y teria uma

cota superior

menor do que sup Y.

 

13.

O resultado

do problema 1.11,

página 23, garante

que f (x)

= x para

todo

x E Q.

Agora,

se

x,y

E ]R, com x

< Y, e a f. O for tal

que Y -

x = a 2 ,

aplique

(a) e (b) para

concluir

que

f(y)

- f(x)

= f(y)

+ f( -x)

= f(y

- x) = f(a 2 )

= f(a)2

> O, de

sorte que f é crescente.

Por fim,

supondo

que existe a E ]R tal que f(a)

< a, use a densidade

de Q em lR (cf. problema

1.2) para

escolher T E Q tal que f(a)

contradição.

< T < a; em seguida,

use o caráter crescente

> a.

Conclua, analogainente,

que não se pode ter f(a)

de f para chegar

l. Adapte

o argumento

da demonstração

(L n

do item

> atb > b n .

a > b , t erí a mos , ev e n t u a lm e nt e ,

494

(a) da proposição

15, mostrando

que,

a uma

se fosse

 

. ApÊNDICE

 

B

2. Para

o item

(a),

veja que

I~

- vai = ~~Ja

< )a-Ia n -

0.1. Para

o item

(b),

por

um

lado, ey'2r;:)n~1 é uma subsequência

de (vr.n)n~1,

de forma

que

2~

--7

I; por outro

lado,

2V'2ri = 2V'2. ~

-- 7 1 . -Ji.

 

3. Para n > 16a 2 , mostre

que 1~ln < (~;'~ < (/n) n< 2~"

4. Escrevendo

l = (1 - tn)l + tnl, use a desigualdade

triangular

para obter

IC n - 11= 1(1- tn)(a. n

-

l) + tn(Cn -l)1 (l-tn)€+tnE=€.

::; (1 - tn)lan -li

+ tnlbn -li.

de sorte que lan -li,

Ib n -LI

< E implique

IC n -li

:;

5. Note primeiro

que bn = (1 - tn)an + tnCn, com tn = b,,-un

CJl-Qn

a n = Cn. Em seguida,

aplique o resultado

do problema anterior.

E [0,1], se an < C n , e = 0, se

6. Para o item (a), escreva

;:!~= .;n:_l- < )n. Para

HVn

(b), escreva

. /

V

an + b

n 2 + an + b - n = --;:.::;;::= = = =---

vn 2 +an+

b+n

a+Q. n

Para o

item (c) observe que, se a n = V'1 + qn, então o. n > 1 e, pelo item (a) do

problema 5, página

415, O < o. n - 1 =

n - l

an

na~2-1

+a" +···+a,,+1

e use o resultado

do item anterior.

< L1~ ' Por fim , para ( d) , escreva

yt o. n +b n = a

nh + ( -all)n

V

7. Adapte, ao presente caso, os argumentoe da demonstração

8. Para a primeira

parte,

escreva q = 1 + 0:, com O: > O, e note

que G.n > M para

n > JvI~-1.

da proposição 18.

que a n = (1 + o:)n ;::: 1 +no:, de modo

9. Seja b = i, de sorte

que b > l.

Use a primeira

parte

do problema

anterior para concluir pela

existência

de k E N tal que b k > o

Em seguida,

mostre

que 2 11 > kn para todo n suficientemente

grande

e conclua,

a partir

daí, que a n q2n