Você está na página 1de 141

02/05/2017

BWW
Barramento Blindado WEG

BWW

CONCEITOS
GERAIS
 Circuitos elétricos
 Dimensionamento de barramentos
 Sistemas de aterramento
 Harmônicos
 Definição de grandezas elétricas

1
02/05/2017

BWW

Circuitos elétricos

Conceitos Gerais

Definição: falhas em instalações de baixa tensão.

Sobrecarga
Ocorre quando surge uma corrente maior
que a corrente nominal do circuito. Esta
corrente, mantida por um determinado
tempo, pode provocar a destruição da
máquina, equipamentos ou cabos através do
aquecimento ou incêndio.
Geralmente se considera sobrecarga os
valores de corrente entre 1,05 e 10 vezes a
intensidade de corrente nominal do circuito.

2
02/05/2017

Conceitos Gerais

Definição de falhas em instalações de baixa tensão.

Curto-Circuito
Acontece quando há uma conexão direta ou
franca entre dois ou mais condutores de fases
distintas e/ou com neutro/terra.
Caracteriza-se por rápido aumento da corrente,
chegando a valor várias vezes a corrente
nominal, causando deteriorização nos
elementos da instalação (cabos, motores,
equipamentos, painéis, etc.) com alto poder
destrutivo.

Conceitos Gerais

O conhecimento da corrente de
curto-circuito é importante para:

 Analisar a estabilidade dinâmica do


sistema elétrico.

 Dimensionar a linha de distribuição


em relação a seu limite suportável de
elevação de temperatura.

3
02/05/2017

Conceitos Gerais

Tipos de Curto-Circuitos
Curto-circuito tripolar Curto-circuito bipolar Curto-circuito
unipolar à terra

5% dos Ik 3pol 15% dos Ik 2pol 80% dos Ik 1pol


casos casos casos

Correntes parciais de curto-circuito


Corrente de curto-circuito

Conceitos Gerais
Curva típica de atuação de um
equipamento de proteção

>120s

~20 a 50 s

~10 a 20 ms

1,05xIn ~10xIn In
Sobrecarga Curto-circuito

4
02/05/2017

Conceitos Gerais
Curva típica de atuação
de um disjuntor

Segundo a norma o
disjuntor deve:
- Não atuar em até 2
horas com 1,05 x In;
- Aturar em até 2 horas
com 1,3 x In

Conceitos Gerais
I [A]
Uma corrente muito alta pode
causar danos no sistema devido
ao esforço eletrodinâmico e ao G
U [V] R [Ω]
efeito térmico.

I= U ex. 220 V =2A


R 110 Ω

ex. 220 V = 2.200 A


0,1 Ω

5
02/05/2017

Conceitos Gerais
Curto-circuito - Relação entre Valores de Pico e RMS

 No 1º ciclo, a corrente sobe rapidamente, atingindo o valor de pico (crista) e vai


diminuindo exponencialmente.
 A relação entre o valor de pico e o RMS está entre 1,5 e 2,2.
 A tabela 4 da NBR IEC 60439-1 mostra os valores normalizados para o fator n.
n = 1,5... 2,2

Is = Ikeff * 2 * K
I(kA)

n
Ie [A]
t(ms)

Corrente de
t0
Corrente de
curto-circuito curto-circuito
assimétrica simétrica

Conceitos Gerais
Relação entre Valores de Pico e RMS

6
02/05/2017

Conceitos Gerais
Cálculo de Curto-Circuito pelo Método Simplificado

Curto na saída do trafo: Onde: Portanto:

E o valor dinâmico da corrente de curto-circuito será dada por:

Obs.: Se R/X não for conhecida


Adota-se: fi = 1,8

fi = fator de impulso ou fator de


assimetria

Conceitos Gerais

Comparação métodos de cálculos

SIMPLIFICADO E IMPEDÂNCIAS

7
02/05/2017

Conceitos Gerais

Métodos de cálculo SIMPLIFICADO

 desconsidera impedâncias de barramentos e cabos;

Conceitos Gerais
Cálculo de Curto-Circuito pelo Método Simplificado

1000

P= 1000 kVA
Uns = 0,38 kV 1521A
Z = 5% = 0,05

Valor rms da
cos φ n
corrente de CC (kA)
20 < i ≤ 50 0,3 2,1

8
02/05/2017

Conceitos Gerais
Cálculo de Curto-Circuito pelo Método Simplificado

Curto-circuito simétrico (térmico)

Z% = 5,0
R% = 1,5

Curto-circuito assimétrico (dinâmico)

Valor rms da corrente de CC


cos φ n
(kA)
20 < i ≤ 50 0,3 2,1 ou Utilizando a tabela 4 =

Conceitos Gerais

Métodos de cálculo das impedâncias

9
02/05/2017

Conceitos Gerais
Formulário Básico para Cálculos de Impedâncias de Circuitos Elétricos de B.T.

Conceitos Gerais
Formulário Básico para Cálculos de Impedâncias de Circuitos Elétricos de B.T.

X 
Z

Forma retangular ou cartesiana

Forma polar

10
02/05/2017

Conceitos Gerais
Cálculo de Curto-Circuito pelo Método das Impedâncias

Z% = 5,0
R% = 1,5

Cobre

ῥ = resistividade do cobre=
= 0,0172 ohms x mm² / m
n = número de barras / fase

Conceitos Gerais
Cálculo de Curto-Circuito pelo Método das Impedâncias

11
02/05/2017

Conceitos Gerais

Exemplo de um dimensionamento avaliando a capacidade

de interrupção do circuitos elétrico

Icu>Ik”
DWA1600S-E1600-3
Icu= 50kA

DWB160N-63-3-
3DX
Icu= 30kA

DWB160B-63-3-
3DX
Icu= 16kA

MPW25 -
Icu= 100kA/
. 50kA

12
02/05/2017

Icu>Ik”
DWA1600S-E1600-3
Icu= 50kA

DWB160N-63-3-
3DX
Icu= 30kA

DWB160B-63-3-
3DX
Icu= 16kA
R$ 100%

MDWH-B63-3
Icu= 10kA
R$ 46%

MPW25 -
Icu= 100kA/
. 50kA

Conceitos Gerais

IMPORTANTE: nestes estudos não se levou em consideração a

possibilidade de contribuição de outras fontes no momento de

um curto-circuito.

Ex.: transformadores em paralelo, geradores, motores de

grande porte, capacitores.

13
02/05/2017

BWW

Dimensionamento de barramentos

BWW

 Dimensionamento de barramentos

 Efeitos dinâmicos;
Analisar a estabilidade dinâmica do sistema
elétrico.

 Efeitos térmicos
Dimensionar a linha de distribuição em
relação a seu limite suportável de elevação de
temperatura.

14
02/05/2017

Conceitos Gerais
Carga Dinâmica de um Curto-Circuito

 As setas mostram a direção das


correntes no momento em que o curto-
circuito começa
 A corrente entra no cálculo de força
com seu valor “ao quadrado”

Dobro da corrente = quádruplo da


força!

I k3

Conceitos Gerais
Carga Dinâmica de um Curto-Circuito

 Forças magnéticas causam atração ou repulsão das barras, dependendo


da direção da corrente
 Os suportes das barras precisam suportar uma alta carga mecânica

Ver filme

F [N]
I k3

15
02/05/2017

Conceitos Gerais
Carga Dinâmica de um Curto-Circuito

 A força entre as barras (simplificado):

 Is - corrente de curto-circuito de surto [kA]


 L - comprimento do barramento [cm]
 d - distância entre as barras [cm]

Conceitos Gerais
Carga Dinâmica de um Curto-Circuito

 A seção transversal deve resistir à força F sem se deformar, para isso é


utilizada a seguinte equação:

 Wb - momento resistente da barra [cm³]


 Mf - tensão à flexão [kgf/cm²]
 h - altura da seção transversal [mm]
 b - base da seção transversal [mm]

16
02/05/2017

Conceitos Gerais
Efeito Térmico no Sistema de Distribuição

Onde:
 Sp - seção mínima do barramento (mm²)
 Ik - corrente de curto-circuito simétrico (A)
 t - tempo de operação de um dispositivo de proteção (segundos)
 K - constante do condutor (que depende de sua constituição, assim
como das temperaturas inicial e final)

Conceitos Gerais

 Exemplo de cálculo de barramento

17
02/05/2017

Conceitos Gerais
Considerando o transformador abaixo temos:

P= 300 kVA
Uns = 0,38 kV
Z = 4,5% = 0,045

Valor rms da corrente


cos φ n
de CC (kA)
10 < i ≤ 20 0,3 2

Conceitos Gerais
Tabela 1 - Tabela para Dimensionamento do Barramento de Cobre B.T.
Conforme DIN 43671 para Corrente Nominal do Painel
ESCOLHA DO BARRAMENTO CONSIDERANDO A CORRENTE NOMINAL DO CIRCUITO
Instalações Blindadas
Bitola Área Peso Sem Pintura Com Pintura
I II III I II III
Polegada - mm mm2 kg/m A A A A A A
1/8" x 3/4" 60 0,534 205 351 - 238 397
3 x 20 59,5 0,529 204 348 - 237 394
1/8" x 1" 80 0,712 263 442 - 308 504
3 x 25 74,5 0,663 245 412 - 287 470
1/4" x 1" 160 1,42 421 756 - 495 854
5 x 25 124 1,11 327 586 - 384 662
3/16" x 1 1/4" 150 1,34 381 676 - 450 765
5 x 30 149 1,33 379 672 - 447 760
3/16" x 1 1/2" 180 1,6 436 756 986 518 861 1031
5 x 40 199 1,77 482 836 1090 573 952 1040
3/8" x 1 1/2" 362 3,22 648 1170 1605 771 1333 1814
10 x 40 399 3,55 715 1290 1770 850 1470 2000
3/8" x 2" 483 4,3 824 1461 1974 987 1665 2246

1) Os valores da tabela correspondem a uma temperatura ambiente de 35 °C e temperatura final de 65 °C.

18
02/05/2017

Conceitos Gerais
Esforços Eletrodinâmicos Provocados pelas Correntes de Curto-Circuito

 d = 10 cm
 L = 100 cm

 Em barras de cobre os
esforços de flexão não
Disposição 1 Disposição 2 devem ultrapassar
2.000 kgf/cm².

Conceitos Gerais
Esforços Eletrodinâmicos Provocados pelas Correntes de Curto-Circuito

Is - corrente de curto-circuito de surto [kA]


L - comprimento do barramento [cm]
d - distância entre as barras [cm]

Dados:
 h = 40 mm
 b = 5 mm
 d = 10 cm
 L = 100 cm
 Ik = 10,1 kA
 Is = 20,2 kA

19
02/05/2017

Conceitos Gerais
Esforços Eletrodinâmicos Provocados pelas Correntes de Curto-Circuito

Disposição 1

Dados:  Wb - momento resistente da barra [cm³]


 h = 40 mm  Mf - tensão à flexão [kgf/cm²]
 b = 5 mm  h - altura da seção transversal [mm]
 F = 83,24 kgf  b - base da seção transversal [mm]
 L = 100 cm  L - comprimento do barramento [mm]

Conceitos Gerais
Esforços Eletrodinâmicos Provocados pelas Correntes de Curto-Circuito

Disposição 2

Dados:
 h = 5 mm
 b = 40 mm
 F = 83,24 kgf
 L = 100 cm

20
02/05/2017

Conceitos Gerais
Esforços Eletrodinâmicos Provocados pelas Correntes de Curto-Circuito

Disposição 1 Disposição 2

 Em barras de cobre os esforços de flexão não devem ultrapassar 2.000 kgf/cm².

Conceitos Gerais
Esforços Eletrodinâmicos Provocados pelas Correntes de Curto-Circuito

Disposição 1 Disposição 2

21
02/05/2017

Conceitos Gerais
Cálculo da Seção do Barramento de Acordo com o Efeito Térmico do CC

Seção mínima suportável para as


condições de curto-circuito simétrico do
sistema elétrico

Dados:
 Ik = 10.100 A
 t = 1s
 K = 176 - para cobre nu considerando a
temperatura inicial de 30 ºC e final de 250 ºC

Conceitos Gerais
Cálculo da Seção do Barramento de Acordo com o Efeito Térmico do CC

22
02/05/2017

Conceitos Gerais
Cálculo da Seção do Barramento de Acordo com o Efeito Térmico do CC

Dados:
 Ik = 10.100 A
 t = 1s
 K = 176 - para cobre nu
considerando a temperatura inicial
de 30 ºC e final de 250 ºC

Conceitos Gerais

www.erico.com/eriflex

23
02/05/2017

Conceitos Gerais

Sistemas de aterramento

Conceitos Gerais

Esquemas de aterramento de sistemas elétricos

Segundo a NBR5410:
 Simbologia

24
02/05/2017

Conceitos Gerais

Esquemas de aterramento de sistemas elétricos

Segundo a NBR5410:

- -
 Codificação

 T = um ponto diretamente aterrado;  S = funções de neutro e de proteção asseguradas por


 I = isolação de todas as partes vivas em condutores distintos;
relação à terra ou aterramento de um  C = funções de neutro e de proteção combinadas em
ponto através de impedância; um único condutor (condutor PEN)

 T = massas diretamente aterradas, independentemente do


aterramento eventual de um ponto da alimentação;
 N = massas ligadas ao ponto da alimentação aterrado (em
corrente alternada, o ponto aterrado é normalmente o ponto
neutro);

Conceitos Gerais

Esquemas de aterramento de sistemas elétricos

 Esquemas TT

25
02/05/2017

Conceitos Gerais

Esquemas de aterramento de sistemas elétricos

 Esquemas TN

Esquema TN-S Esquema TN-C-S Esquema TN-C


PEN = Protective Earth and Neutral
O uso de condutor PEN só é admitido em instalações fixas, desde que sua seção não seja
inferior a 10 mm² em cobre ou 16 mm² em alumínio

Conceitos Gerais

Esquemas de aterramento de sistemas elétricos

 Esquemas TN - ATENÇÃO

TN-C não pode ser


feito após um TN-S

Esquema TN-C-S

26
02/05/2017

Conceitos Gerais

Esquemas de aterramento de sistemas elétricos

 Esquemas TN - ATENÇÃO

PEN não deve ser S < 10 mm²


conectado ao terminal Proibido no esquema TN-C
de neutro

Esquema TN-C- Conexão do condutor de aterramento

Conceitos Gerais

Esquemas de aterramento de sistemas elétricos

 Esquemas IT

27
02/05/2017

Conceitos Gerais

Esquemas de aterramento de sistemas elétricos

Conceitos Gerais

Harmônicos

28
02/05/2017

Conceitos Gerais

Harmônicos

Sinais de corrente ou de tensão que são representados por uma forma de


onda periódica, composta pela frequência fundamental da rede elétrica, 50
ou 60 Hz, mais os múltiplos desta frequência.

Origem das cargas não-lineares

 Conversores / inversores de frequência


 Acionamentos de corrente contínua
 Retificadores
 Fornos a arco e de indução
 Reatores eletrônicos de iluminação

Conceitos Gerais

Harmônicos

Algumas formas de ondas de cargas não lineares:

Computador tipo PC

29
02/05/2017

Conceitos Gerais

Harmônicos

Algumas formas de ondas de cargas não lineares:

Entrada inversor 6 pulsos

Conceitos Gerais

Harmônicos

Componente fundamental e o 5º harmônico e a forma de onda resultante:

30
02/05/2017

Conceitos Gerais

Harmônicos

Componente fundamental e os 3º, 5º; 7º e 9º harmônicos e respectiva forma de


onda resultante:

Conceitos Gerais

Harmônicos - Efeitos

 Aquecimento excessivo ocasionado pelos harmônicos


 Sobrecorrentes nos capacitores - ressonância série
 Sobretensões - ressonância paralela
 Aumento das perdas em equipamentos eletrônicos
 Funcionamento irregular nos equipamentos de proteção e controle
 Interferências eletromagnéticas
 Vibrações e ruído acústico
 Aumento da temperatura nos cabos e equipamentos de manobra
 Sobretensão
 Queima de reatores e lâmpadas de descarga

31
02/05/2017

Conceitos Gerais

Harmônicos
Harmônicos

Incidência de Harmônicos

 3º harmônico
Sistemas desequilibrados. Prevalência de cargas monofásicas não lineares
tipo máquinas de solda, reatores eletrônicos, impressoras, computadores.
Exemplo: prédios comerciais, datacenter, shopping center

 5º e 7º harmônicos
Sistemas industriais com prevalência de inversores e retificadores
trifásicos. Exemplo: indústrias de maneira geral

Conceitos Gerais

Harmônicos

Ressonância Série

 Ocorre entre o transformador de I = E/R

força e os capacitores ou banco de R 0


capacitores ligados num mesmo I 
barramento

 Corrente assume valor alto

32
02/05/2017

Conceitos Gerais

Harmônicos

Ressonância Paralela

 Ocorre entre as cargas e os


capacitores, conectados num
mesmo barramento

 Tensão e impedância assumem


valores altos

Conceitos Gerais

Definições de grandezas elétricas

33
02/05/2017

Conceitos Gerais

Definições de grandezas elétricas

Valores nominais e limites do circuito principal

Tensão de operação (Ue): Valor da tensão nominal, que combinado


com a corrente nominal de operação determina a aplicação do
dispositivo.

Tensão de isolação (Ui): Valor da tensão a qual são referidos os


ensaios dielétricos de tensão e distâncias de isolação. (Ex. 690 V).
Tensão

Tensão de impulso (Uimp): Valor de pico da onda de impulso de


forma e polaridade determinada, que é capaz de resistir o dispositivo,
sem falha de isolação, sob condições específicas no ensaio, com onda
simulada de uma descarga atmosférica conhecida como 1,2/50 micro
seg. (Ex. 8 KV).

Conceitos Gerais

Definições de grandezas elétricas

Valores nominais e limites do circuito principal

Corrente nominal (In): Valor máximo de corrente definida pelo


fabricante, que pode conduzir o disjuntor em serviço contínuo
Intensidade de corrente

ininterrupto.

Corrente suportável de curta duração nominal ( Icw ):


Valor eficaz da componente alternada da corrente de curto-circuito
presumida, suposta constante durante o tempo de retardo.
O curto retardamento de tempo associado à corrente suportável de
curta duração nominal deve ser no mínimo 0,05 segundos, sendo os
valores preferenciais dados a seguir:
0,05s – 0,1s – 0,2 s- 0,5 s – 1 s

34
02/05/2017

Conceitos Gerais

Definições de grandezas elétricas

Ensaio Curto-circuito Disjuntor DWB160


Ver filme

Conceitos Gerais

Definições de grandezas elétricas

Ensaio Curto-circuito Disjuntor DWB160

0,000s ...... 0,005s ...... 0,007s ...... 0,010s

35
02/05/2017

Conceitos Gerais

Definições de grandezas elétricas

Valores nominais e limites do circuito principal


Capacidade de interrupção de curto-circuito (Icu): Valor máximo
de corrente de curto-circuito designado pelo fabricante, para a tensão
Características de curto-circuito

de operação e condições de ensaio correspondente a seqüência O-t-


CO, ( Open-time-Close open). Se expressa como o valor eficaz da
corrente de curto-circuito presumida en kA (valor eficaz da
componente simétrica da corrente de curto-circuito).

Capacidade de interrupção de curto-circuito em serviço (Ics):


Valor máximo de corrente de curto-circuito designado pelo fabricante,
para a tensão de operação e condições de ensaio correspondente a
seqüência O-t-CO-t-CO, (Open-time-Close open-time-Close open).
Se expressa como porcentagem da Icu, geralmente 50, 75, 100 % de
Icu.

Conceitos Gerais

Definições de grandezas elétricas

Tempos de atuação na interrupção de um curto-circuito

36
02/05/2017

Conceitos Gerais

Definições de grandezas elétricas

Interrupção de um curto-circuito - painel


Tempo de abertura = 5 ciclos = 80 ms

Conceitos Gerais

Definições de grandezas elétricas

Interrupção de um curto-circuito - painel


Tempo de abertura = 46 ciclos = 736 ms

37
02/05/2017

Conceitos Gerais

Definições de grandezas elétricas

Interrupção de um curto-circuito - pessoa


Tempo de abertura = 5 ciclos = 80 ms

Conceitos Gerais

Definições de grandezas elétricas

Interrupção de um curto-circuito - pessoa


Tempo de abertura = 46 ciclos = 736 ms

38
02/05/2017

BWW

Definição

BWW
Definição

O que é?
Conjunto modular de barras condutoras, isoladas
e protegidas por um invólucro.
Finalidade:
- Transmitir e distribuir energia elétrica

Normas aplicáveis:
– NBR IEC 60439-2/1 e IEC 61439-6/1

39
02/05/2017

BWW
Definição

Alternativa a distribuição de energia através de cabos elétricos


 Economia de espaço na instalação - elimina prumadas com grande
volume de cabos elétricos;
 Redução do tempo de instalação - comparando com uma prumada
de cabos, reduz em até 80% o tempo de instalação na obra;
 Maior flexibilidade na expansão das instalações devido a
modularidade do sistema;
 Desperdício zero;
 Garantia de desempenho - NBR IEC 60439-2/1 e IEC 61439-6/1

BWW
Definição

BWW – Filme – fábrica – Cabos x BWW


BWW – Filme – prumada - Cabos
BWW – Filme – prumada - BWW
BWW – Filme – prumada – Cabos x BWW

40
02/05/2017

BWW

Cabeamento x Barramento blindado


Estudo de caso

Fonte: TCC – FURB – Estudo técnico e econômico para implementação de


barramento blindado em edifício de grande porte.
Engenheiro Elton Nascimento Pivato
Blumenau 2016

BWW
Estudo de caso
Considerações:

 Edifício com 1 torre, 134 metros de altura, 44


pavtos; 34 aptos;

41
02/05/2017

BWW
Estudo de caso
1ª análise: distribuição com cabos

BWW
Estudo de caso
Medidor da concessionária

Instalado em local de fácil


acesso para o leiturista da
concessionária

42
02/05/2017

BWW
Estudo de caso

BWW
Estudo de caso
2ª análise: distribuição com barramento blindado

43
02/05/2017

BWW
Estudo de caso

Medição
centralizada

BWW
Estudo de caso
Resultado da comparação entre as 2 opções de distribuição elétrica

Comparativo Cabos x Barramento blindado


Quantitativos
Descrição Unid. Cabeamento BWW01
Qtd. total de materiais utilizados (exceto cabos) pç 1.094 235
Qtd de metros lançados BWW m -------- 310
Qtd de cabos lançados m 16.070 --------
Total 17.164 545

Tempo de montagem dias 30 7

Comparativo econômico
Material Vlr (pu) 112 180
Mão de obra Vlr (pu) 103 35
Total (pu)
Vlr 215 215

44
02/05/2017

BWW
Estudo de caso
Conclusões:

Sistema com barramento blindado apresenta as seguintes vantagens:


- Redução do tempo de instalação = Modularidade; Processo industrializado;
- Eliminação das perdas de materiais na obra;
- Segurança = durante um incêndio não emite gases tóxicos.
- Não foram avaliados os ganhos indiretos com a redução do prazo de entrega
e, no caso de uso dos cabos, do quadro alimentador que seria utilizado.
- Redução da mão de obra em até 70% em comparação ao cabo.

BWW

Características construtivas

45
02/05/2017

BWW
Características construtivas

BWW
Características construtivas

Alumínio x cobre

46
02/05/2017

BWW
Características construtivas

Referências para a
mesma corrente Peso Preço
conduzida

Alumínio ~40% do peso do cobre 30 a 40% do preço do cobre – estabilidade nos preços e
maior disponibilidade para produção

Conexões
Estanhadas = Evita corrosões galvânicas.
Alumínio Garante desempenho adequado nas conexões sem aumento da resistência de contato.

ALUMÍNIO = Melhor custo x benefício


Nota: - Como padrão fabricamos os barramentos em alumínio.
Se necessário, podem ser fabricados em cobre.

BWW
Características construtivas

Características mecânicas

Designação Condutividade
Tensão de Escoamento * Tensão Limite de Ruptura
Material Elétrica (IACS)
200 MPa mínimo 250 MPa mínimo 98,3 % mínimo
Cobre
(DIN 13601) (DIN 13601) (DIN 13601)
170 MPa mínimo 200 MPa mínimo 55% mínimo
Alumínio
(ASTM B317/317 M) (ASTM B317/317 M) (ASTM B317/317 M)

* Tensão de escoamento = corresponde à tensão


necessária para promover uma deformação
permanente de 0,2%

47
02/05/2017

BWW

Componentes do barramento

48
02/05/2017

BWW
Elementos de montagem

BWW

49
02/05/2017

BWW
Componentes do barramento

BWW
Componentes do barramento

50
02/05/2017

BWW
Componentes do barramento

BWW
Componentes do barramento

51
02/05/2017

BWW
Componentes do barramento

Elementos de fixação

BWW
Componentes do barramento

Curva vertical Curva horizontal Curva dupla Flange de painel

Desvio vertical Desvio horizontal T vertical T horizontal

Cx.de derivação extraível Trecho reto Flange transformador Unidade de redução

52
02/05/2017

BWW
Codificação

BWW01 - C A 1000 M - 31
Identificação
Capacidade de
geral do Material do Corrente Grau de
Modelo do BWW condução de curto-
barramento condutor (A) proteção
circuito Icw
blindado
700 N - 30kA 31 -IP31
C - compacto A - Alumínio 800 M - 40kA 54 - IP54
U - ultra compacto C - Cobre 1000 S - 50kA
1250 E - 55kA
1500 H – 65kA
1600
1750 A
2000 A
2500 A

BWW

Normalização e ensaios

53
02/05/2017

BWW
Normalização e ensaios

O barramento blindado é normalizado dentro dos requisitos e normas que regem a


fabricação dos painéis elétricos - NBR IEC 60439 e IEC61439

Para Instalação = NBR 16019

Barramento blindado = Transmissão e distribuição de energia elétrica

Segurança, confiabilidade e desempenho garantidos

BWW
Normalização e ensaios

NBR IEC 60439-2


Conjunto de manobra e controle de baixa tensão – parte 2:
Requisitos particulares para linhas elétricas pré-fabricadas (sistema de barramentos
blindados).

IEC 61439-6
Low-voltage switchgear and controlgear assemblies – part 6:
Busbar trunking systems (busways).

54
02/05/2017

BWW
Normalização e ensaios

 IECs – composição
a) NBR IEC 61439-1: Regras gerais
b) NBR IEC 61439-2: CONJUNTOS de manobra e controle de potência (CONJUNTOS MCP)
c) IEC 61439-3: Quadros de distribuição (substitui a IEC 60439-3)
d) IEC 61439-4: CONJUNTOS para canteiro de obra (substitui a IEC 60439-4)
e) IEC 61439-5: CONJUNTOS para distribuição de energia elétrica (substitui a IEC 60439-5)
f) IEC 61439-6: Linhas elétricas pré-fabricadas (substitui a IEC 60439-2)
g) IEC / TR 61439-0: Guia para especificação dos CONJUNTOS.

BWW
Normalização e ensaios
Normas
Ensaios
IEC 61439-6 NBR IEC 60439-2
Proteção contra choque elétrico e integridade do circuito de proteção
Continuidade entre partes condutivas expostas e o circuito de proteção 10.5.2 8.2.4.1
Eficácia do circuito de proteção 10.5.3 8.2.4
Incorporação de dispositivos de manobra e componentes 10.6
Circuitos elétricos internos e conexões 10.7
Terminais para condutores externos 10.8
Propriedades dielétricas
Tensão aplicada na frequência industrial 10.9.2 8.2.2
Nível básico de impulso 10.9.3 8.2.2
Elevação de temperatura 10.10 8.2.1
Curto circuito 10.11 8.2.3
Operação mecânica 10.13 8.2.6
Verificação da resistência à propagação de chamas 10.101 8.2.14
Verificação da barreira corta-fogo em passagens de edificações 10.102 8.2.15
Verificação das características elétricas do sist. de linha elétrica pré-fabricada 8.2.9
Verificação da durabilidade dos sistemas de linhas pré-fabricadas com meios
8.2.11
de derivação do tipo contato deslizante

55
02/05/2017

BWW
Normalização e ensaios
Normas
Ensaios
IEC 61439-6 NBR IEC 60439-2
Resistência de materiais e peças
Resistência à corrosão 10.2.2
Propriedades dos materiais isolantes
Resistência a aquecimento anormal e a fogo devido a efeitos elétricos 10.2.3.2 8.2.13
Içamento 10.2.5
Impacto mecânico 10.2.6
Marcação 10.2.7
Capacidade de suportar cargas mecânicas
Procedimento para Ensaio em amostra de barramento reto 10.2.101.1 8.2.10
Procedimento para Ensaio em conexão. 10.2.101.2
Resistência do Encapsulamento ao Esmagamento 10.2.101.3 8.2.12
Ciclo térmico 10.2.102
Grau de Proteção 10.3 8.2.7
Verificação das distâncias de isolação 10.4 8.2.5
Verificação das distâncias de escoamento 10.4 8.2.5

BWW
Normalização e ensaios

Os ensaios são a garantia de desempenho e


segurança de operação do conjunto montado.

56
02/05/2017

BWW
Normalização e ensaios

Barreira corta fogo durante ensaio:

BWW
Normalização e ensaios

Barreira Corta Fogo


Sistema capaz de fazer a proteção
passiva contra incêndio até 240
minutos.

57
02/05/2017

BWW
Normalização e ensaios

Barreira corta fogo após ensaio:

BWW
Normalização e ensaios

Propagação de chamas:
Exposição a queimadores
por 40 min

Após exposição o dano não pode se estender por mais de 2,5 mts do ponto da
exposição e não deverão ter chamas

58
02/05/2017

BWW
Normalização e ensaios

Grau de proteção.
1º ALGARISMO ( indica o grau de proteção contra penetração de corpos sólidos e contato acidental)
0 Sem proteção
1 Corpos estranhos de dimensões acima de 50mm - Toque acidental com a mão
2 Corpos estranhos de dimensões acima de 12mm - Toque com os dedos
3 Corpos estranhos de dimensões acima de 2,5mm - Toque com os dedos
4 Corpos estranhos de dimensões acima de 1,0mm - Toque com ferramentas
5 Proteção contra acúmulo de poeiras - Completa contra toques
6 Totalmente protegido contra a poeira - Completa contra toques

2º ALGARISMO ( indica o grau de proteção contra efeitos prejudiciais pela penetração de água)
0 Sem proteção
1 Pingos de água na vertical
2 Pingos de água até a inclinação de 15° com a vertical
3 Água da chuva até a inclinação de 60° com a vertical
4 Respingos em todas as direções
5 Jatos d’água de todas as direções
6 Água de vagalhões
7 Imersão temporária
8 Imersão permanente

BWW
Normalização e ensaios

Grau de proteção:

59
02/05/2017

BWW
Normalização e ensaios

Grau de proteção:

Grau de proteção IPx4

BWW
Normalização e ensaios

Curto-circuito
Icw

Ver filme Icw

60
02/05/2017

BWW
Normalização e ensaios

Eficácia do circuito de proteção

BWW
Normalização e ensaios

61
02/05/2017

BWW
Normalização e ensaios

BWW
Normalização e ensaios

Elevação de temperatura
Horizontal e vertical

62
02/05/2017

BWW

Dimensionamento

BWW

Ao projetar um barramento blindado é necessário:

- Coleta de dados elétricos: Tensão, corrente, frequência, Icc, etc...;

- Identificar características construtivas: - Tipo de instalação, grau de proteção,


configuração das barras, frame, etc...;

- Avaliar os acoplamentos: - Flanges de painéis e trafos principalmente;

- Avaliar, caso existam, especificações técnicas e normas internas de cliente;

63
02/05/2017

BWW

Ao projetar um barramento blindado é necessário:

- Analisar as plantas baixas: - Elaboração do layout do segmento e definição


das peças (trechos retos, curvas, derivações, etc). Atenção às passagens do
duto nas instalações devido a interferências como colunas, encanamentos, etc.;

- Identificar e elaborar desenhos detalhados das peças que farão acoplamento


entre duto e equipamentos externos, como trafos e painéis;

- Indicar os pontos sugeridos para instalação dos suportes de fixação;

BWW

Identificação dos parâmetros de projeto

64
02/05/2017

Critérios e considerações para dimensionamento

BWW
Identificação dos parâmetros de projeto

Antes de iniciar um projeto de barramento blindado é necessário


identificar:

 Quanto ao ambiente de instalação:

65
02/05/2017

BWW
Identificação dos parâmetros de projeto

 Altitude da instalação;

 Temperatura ambiente identificando mínima, máxima e média em 24h.

 Trajeto da instalação – identificar interferências, disponibilidade de


espaço, trajeto vertical e horizontal;

 Identificar locais que devem ser isolados com elementos corta-fogo;

 Tipo de instalação (abrigada ou ao tempo) e seu respectivo grau de


proteção.

BWW
Identificação dos parâmetros de projeto

 Os graus de proteção conforme NBR IEC 60529 visam:

- Proteção de pessoas contra acesso às partes perigosas no interior do


invólucro;

- Proteção dos equipamentos no interior do invólucro contra a penetração de


objetos;

- Proteção dos equipamentos no interior do invólucro contra defeitos


prejudiciais devido a penetração de água.

Para identificação dos numerais que irão compor o código IP temos os


critérios a seguir.

66
02/05/2017

BWW

Indicação relativa à proteção das pessoas contra acesso às partes perigosas

Informações suplementares

67
02/05/2017

68
02/05/2017

BWW
Identificação dos parâmetros de projeto

Identificar pontos de peças especiais

Posição de
montagem do
Conexões com painel
barramento de distribuição

Interferências
Conexões com
transformador Barreira corta-fogo

BWW
Identificação dos parâmetros de projeto

 Características elétricas/mecânicas:

69
02/05/2017

BWW
Identificação dos parâmetros de projeto

Executar um dimensionamento de barramento blindado é


adequar as informações obtidas com os ensaios definidos em
norma com as necessidades do projeto em questão.

BWW
Identificação dos parâmetros de projeto

 IECs – composição

a) IEC 61439-1: Regras gerais

b) IEC 61439-2: CONJUNTOS de manobra e controle de potência (CONJUNTOS MCP)

c) IEC 61439-3: Quadros de distribuição (substitui a IEC 60439-3)

d) IEC 61439-4: CONJUNTOS para canteiro de obra (substitui a IEC 60439-4)

e) IEC 61439-5: CONJUNTOS para distribuição de energia elétrica (substitui a IEC 60439-5)

f) IEC 61439-6: Linhas elétricas pré-fabricadas (substitui a IEC 60439-2)

g) IEC / TR 61439-0: Guia para especificação dos CONJUNTOS.

70
02/05/2017

BWW
Identificação dos parâmetros de projeto

NBR IEC 60439-2


Conjunto de manobra e controle de baixa tensão – parte 2:
Requisitos particulares para linhas elétricas pré-fabricadas (sistema de barramentos
blindados).

IEC 61439-6
Low-voltage switchgear and controlgear assemblies – part 6:
Busbar trunking systems (busways).

BWW
Normas
Ensaios
IEC 61439-6 NBR IEC 60439-2
Resistência de materiais e peças
Resistência à corrosão 10.2.2
Propriedades dos materiais isolantes
Resistência a aquecimento anormal e a fogo devido a efeitos elétricos 10.2.3.2 8.2.13
Içamento 10.2.5
Impacto mecânico 10.2.6
Marcação 10.2.7
Capacidade de suportar cargas mecânicas
Procedimento para Ensaio em amostra de barramento reto 10.2.101.1 8.2.10
Procedimento para Ensaio em conexão. 10.2.101.2
Resistência do Encapsulamento ao Esmagamento 10.2.101.3 8.2.12
Ciclo térmico 10.2.102
Grau de Proteção 10.3 8.2.7
Verificação das distâncias de isolação 10.4 8.2.5
Verificação das distâncias de escoamento 10.4 8.2.5

71
02/05/2017

BWW
Normas
Ensaios
IEC 61439-6 NBR IEC 60439-2
Resistência de materiais e peças
Resistência à corrosão 10.2.2
Propriedades dos materiais isolantes
Resistência a aquecimento anormal e a fogo devido a efeitos elétricos 10.2.3.2 8.2.13
Içamento 10.2.5
Impacto mecânico 10.2.6
Marcação 10.2.7
Capacidade de suportar cargas mecânicas
Procedimento para Ensaio em amostra de barramento reto 10.2.101.1 8.2.10
Procedimento para Ensaio em conexão. 10.2.101.2
Resistência do Encapsulamento ao Esmagamento 10.2.101.3 8.2.12
Ciclo térmico 10.2.102
Grau de Proteção 10.3 8.2.7
Verificação das distâncias de isolação 10.4 8.2.5
Verificação das distâncias de escoamento 10.4 8.2.5

BWW
Normas
Ensaios
IEC 61439-6 NBR IEC 60439-2
Proteção contra choque elétrico e integridade do circuito de proteção
Continuidade entre partes condutivas expostas e o circuito de
10.5.2 8.2.4.1
proteção
Eficácia do circuito de proteção 10.5.3 8.2.4
Incorporação de dispositivos de manobra e componentes 10.6
Circuitos elétricos internos e conexões 10.7
Terminais para condutores externos 10.8
Propriedades dielétricas
Tensão aplicada na frequência industrial 10.9.2 8.2.2
Nível básico de impulso 10.9.3 8.2.2
Elevação de temperatura 10.10 8.2.1
Curto circuito 10.11 8.2.3
Operação mecânica 10.13 8.2.6
Verificação da resistência à propagação de chamas 10.101 8.2.14
Verificação da barreira corta-fogo em passagens de edificações 10.102 8.2.15
Verificação das características elétricas do sist. de linha elétrica pré-
8.2.9
fabricada
Verificação da durabilidade dos sistemas de linhas pré-fabricadas com
8.2.11
meios de derivação do tipo contato deslizante

72
02/05/2017

BWW Ensaios
IEC 61439-6
Normas
NBR IEC 60439-2
Proteção contra choque elétrico e integridade do circuito de proteção
Continuidade entre partes condutivas expostas e o circuito de
10.5.2 8.2.4.1
proteção
Eficácia do circuito de proteção 10.5.3 8.2.4
Incorporação de dispositivos de manobra e componentes 10.6
Circuitos elétricos internos e conexões 10.7
Terminais para condutores externos 10.8
Propriedades dielétricas
Tensão aplicada na frequência industrial 10.9.2 8.2.2
Nível básico de impulso 10.9.3 8.2.2
Elevação de temperatura 10.10 8.2.1
Curto-circuito 10.11 8.2.3
Operação mecânica 10.13 8.2.6
Verificação da resistência à propagação de chamas 10.101 8.2.14
Verificação da barreira corta-fogo em
10.102 8.2.15
passagens de edificações
Verificação das características elétricas do sist. de linha elétrica pré-
8.2.9
fabricada
Verificação da durabilidade dos sistemas de linhas pré-fabricadas com
8.2.11
meios de derivação do tipo contato deslizante

BWW
Identificação dos parâmetros de projeto

 Material do condutor – Al ou Cu;

 Tensão e frequência nominais de operação (Ue e f)

 Tensão nominal de isolamento (Ui);

 Tensão suportável nominal de impulso (Uimp);

 Corrente nominal de curta duração (Icw);

 Corrente suportável nominal de crista (Ipk);

 Queda de tensão prevista para o projeto (∆V%);

 Configuração dos condutores – fase/neutro/terra;

73
02/05/2017

BWW
Identificação dos parâmetros de projeto

Todas as grandezas consideradas devem estar alinhadas com


demais equipamentos do projeto - Icw; Ipk; Ue; Ui; Uimp; In

BWW

Dimensionamento

74
02/05/2017

BWW
Dimensionamento

Como dimensionar?
 Tensão
 Corrente
 Capacidade de curto circuito
 Queda de tensão
 Grau de proteção
 Condutor neutro
 Condutor de proteção

75
02/05/2017

BWW
Dimensionamento
Corrente
 Ao definir a corrente, atenção na posição de montagem do invólucro e
das barras;

HORIZONTAL HORIZONTAL VERTICAL


BARRAS NA VERTICAL BARRAS NA HORIZONTAL (CURRENT DERATING)
(CURRENT DERATING)

A maior capacidade de corrente é conseguida nos frames com grau de proteção IP-31
instalados na horizontal (e com a largura da barra na vertical).
A montagem em outras posições com comprimentos superiores a 1,5 m (vertical ou
horizontal com a largura da barra na horizontal), apresentam redução na capacidade
de corrente do frame, conforme pode ser observado na folha de dados técnicos.

76
02/05/2017

BWW
Dimensionamento
Corrente

A corrente demandada (Id) pode ser calculada pela seguinte fórmula:

. , :

Id = Corrente demandada (A).


In = Corrente demandada da derivação n (A).
RDF1= Fator de Diversidade.
1Segundo a IEC 61.439-6, para um sistema de barramento blindado, a menos
que especificado de forma diferente, o fator de diversidade deve ser igual a 1,
isto é, todas as derivações (caixas extraíveis ou fixas) podem ser continua e
simultaneamente carregadas com as suas correntes nominais.

BWW
Dimensionamento
Corrente

Para derivações que contenham mais de um circuito de saída, a menos que


especificado de forma diferente, um fator de diversidade (RDF) conforme tabela
a seguir deve ser utilizado. A corrente demandada de uma derivação pode ser
calculada pela seguinte fórmula:

.
In = Corrente demandada da derivação n
, : (A).
3. . P = Potência instalada na derivação n (W).
RDF = Fator de Diversidade.
Ue = Tensão Nominal (V)
cos = Fator de Potência.

77
02/05/2017

BWW
Dimensionamento
Corrente

RDF – Fator de Diversidade segundo IEC 61.439-6


Número de Circuitos de Saída Fator de Diversidade (RDF)
2e3 0,9
4e5 0,8
6 a 9 (inclusive) 0,7
10 (e acima) 0,6

Nota: É permitido pela IEC o uso de fatores de diversidade diferentes do


especificado na norma.
Cabe ao projetista/usuário responsável pelo projeto de aplicação do barramento
blindado a definição de outros fatores de diversidade.

BWW
Dimensionamento
Queda de Tensão
 De acordo com a NBR 5410 a queda de tensão permitida em relação a tensão
nominal da instalação:
a) 7%, calculados a partir dos terminais secundários do transformador MT/BT, no caso de
transformador de propriedade da(s) unidade(s) consumidora(s);
b) 7%, calculados a partir dos terminais secundários do transformador MT/BT da empresa
distribuidora de eletricidade, quando o ponto de entrega for aí localizado;
c) 5%, calculados a partir do ponto de entrega, nos demais casos de ponto de entrega
com fornecimento em tensão secundária de distribuição;
d) 7%, calculados a partir dos terminais de saída do gerador, no caso de grupo gerador
próprio.
Em nenhum caso a queda de tensão nos circuitos terminais pode ser superior a 4%

78
02/05/2017

BWW
Dimensionamento
Queda de Tensão

 Para cada tipo de barramento blindado, em função de sua corrente


nominal e o fator de potência, o fabricante informa os valores de queda
de tensão do barramento em questão;

BWW
Dimensionamento
Queda de Tensão

A queda de tensão de um sistema de barramento blindado BWW pode


ser calculada pela seguinte fórmula:

T = Queda de tensão do modelo de BWW


∆ . 10 . . , : selecionado, depende do fator de potência (cos),
conforme dados técnicos (V/100 m/A).
In = Corrente nominal do trecho considerado do
barramento blindado (A).
l = Comprimento do trecho considerado do
barramento blindado (m).

79
02/05/2017

BWW
Dimensionamento
Queda de Tensão

1) Calcular a queda de tensão conforme o projeto do BWW - transmissão ou


distribuição.

2) A IEC 61439-6 permite a utilização de um fator de utilização de 50% para os


casos de barramento para distribuição.
Apesar desta indicação, recomendamos o uso do cálculo ponto a ponto.
A utilização do fator de 50% implica em uma consideração de que todos os
trechos são iguais, o que pode não acontecer.

BWW
Dimensionamento
5º pavto
C6
Corrente e queda de tensão
5º pavto  Exercício
C5

4º pavto
C4

3º pavto
C3

2º pavto
C2

1º pavto
C1

Ponto de entrega

80
02/05/2017

BWW
Dimensionamento
Corrente
 IMPORTANTE

E quando temos presença de harmônicos na rede?

Neste caso seguir as orientações da NBR 5410:2004 – Instalações elétricas


de baixa tensão

BWW
Dimensionamento
Corrente

 Conforme 6.2.6.1.2, alínea a da NBR 5410 :


• A capacidade de condução de corrente dos condutores deve ser
igual ou superior à corrente de projeto (IB) do circuito, incluindo
componentes harmônicas, afetada dos valores de correção
aplicáveis

81
02/05/2017

BWW
Dimensionamento
Corrente

 Desta forma, considerando harmônicos no circuito:

BWW
Dimensionamento
Corrente

 Condutor neutro:
• Seguir a tabela abaixo:

Taxa de distorção 3ª harmônica Seção do condutor Neutro


DH 3ª < 15% Igual ou menor que o condutor fase (conforme tabela 1)
15% ≤ DH 3ª < 33% Igual ao condutor fase
DH 3ª ≥ 33% Ver tabela 2

82
02/05/2017

BWW
Dimensionamento
Corrente

Corrente de neutro com DH 3ª < 15%

Se atendidos os requisitos abaixo usar a tabela 1:

BWW
Dimensionamento
Corrente

Corrente de neutro com DH 3ª < 15%


Tabela 1 -

83
02/05/2017

BWW
Dimensionamento
Corrente

Corrente de neutro com DH 3ª ≥ 33%

Neste caso calcular a corrente de neutro IN conforme a fórmula abaixo:

BWW
Dimensionamento
Corrente

Corrente de neutro com DH 3ª ≥ 33%

84
02/05/2017

BWW

Exemplo de dimensionamento

BWW
Exemplo de dimensionamento
Definição da corrente do barramento

N.de Circ.de Saída Fator de Diversidade (RDF)


2e3 0,9
4e5 0,8
6 a 9 (inclusive) 0,7
10 (e acima) 0,6

85
02/05/2017

BWW
Exemplo de dimensionamento
Definição da corrente do barramento

BWW
Exemplo de dimensionamento
Definição da queda de tensão do barramento

∆ . 10 . . , :
T = Queda de tensão do modelo de BWW selecionado, depende do fator de
potência (cos), conforme dados técnicos (V/100 m/A).
In = Corrente nominal do trecho considerado do barramento blindado (A).
l = Comprimento do trecho considerado do barramento blindado (m).

86
02/05/2017

BWW
Exemplo de dimensionamento
Definição da queda de tensão do barramento

Para K = 0,5 a queda de tensão = 0,46%.


Considerando cálculo ponto a ponto ∆V = 0,70%;
Neste caso K = 0,75 (0,70/0,93).
Conclusão: sempre que possível calcular a queda de tensão ponto a ponto.

BWW
Exemplo de dimensionamento

 IMPORTANTE

O barramento escolhido na corrente definida terá de ser instalado conforme


abaixo:

- Para outra posição de montagem que exceda 1500mm de trecho linear


(invólucro horizontal e barras na vertical), o barramento deverá ser
redimensionado para a condição de corrente conforme sua montagem.

87
02/05/2017

BWW
Exemplo de dimensionamento

 IMPORTANTE

Cálculo Weg

Cálculo COPEL

BWW

Identificação das peças

88
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

 Elementos para mudanças de direção;

 Elementos de conexão;

 Elementos de transmissão;

 Elementos de distribuição;

 Elementos especiais e acessórios;

BWW
Identificação das peças

Mudanças de direção

 Atenção para sequência de fases – Referência de projeto = “seguir” fase “R”

89
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Mudanças de direção

BWW
Identificação das peças

Mudanças de direção

90
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos de conexão

Flange “I” Flange “L”


Painéis elétricos Painéis elétricos Flange “T” Caixa de
ou ou Transformadores alimentação por
Transformadores Transformadores cabos

BWW
Identificação das peças

Elementos de transmissão
Trecho reto horizontal sem janela

 Peças s/barreira corta-fogo c = 1500, 2000 e 3000mm;


 Peças c/barreira corta-fogo c = 2000 e 3000mm;
 Com barreira corta-fogo onde x = a definir no projeto;
 Comprimentos especiais sob encomenda;

91
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos de transmissão
Trecho reto vertical sem janela

 Peças s/barreira corta-fogo c = 1500, 2000 e 3000mm;


 Peças c/barreira corta-fogo c = 2000, 2700 e 3000mm;
 Com barreira corta-fogo onde x = a definir no projeto;
 Comprimentos especiais sob encomenda;

BWW
Identificação das peças

Elementos de distribuição
Trecho reto horizontal com janela

 Peças s/barreira corta-fogo c = 2000 e 3000mm;


 Janelas de acesso nos 2 lados do barramento;
 Sistema de lacre nas janelas para energia não medida;
 Comprimentos especiais sob encomenda;

92
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos de distribuição
Trecho reto vertical com janela

 Peças c/barreira corta-fogo c = 2700 e 3000mm;


 Janelas de acesso de 1 lado do barramento;
 Sistema de lacre nas janelas para energia não medida;
 Comprimentos especiais sob encomenda;

BWW
Identificação das peças

Elementos de distribuição

93
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos de distribuição
Trechos retos com caixa de derivação fixa

 Disponíveis para trecho horizontal ou vertical;


 Comprimento C = 3000mm;
 Com disjuntores DW e ACW de 500 a 800A e seccionadoras rotativas RFW630;
 Comprimentos especiais sob encomenda;

BWW
Identificação das peças

Elementos de distribuição
Caixa de derivação extraível

 Disponíveis na corrente até 400A, com disjuntores DW e ACW; seccionadora


saca-fusível e chave rotativa RIW;
 Para barramentos instalados na horizontal, preferencialmente instalar a caixa
na parte superior do BWW;

94
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos de distribuição
Caixa de derivação extraível

Dispositivo de lacre e cadeado:


As caixas são preparadas para a
instalação de lacres e dispositivo para
cadeado (manutenção).
Obs.: Trava para cadeado apenas nas
caixas com disjuntores.

BWW
Identificação das peças

Elementos de distribuição
Caixa de derivação extraível

Dispositivo de aterramento:
As garras das caixas extraíveis dispõe de
um sistema de aterramento automático.

- Podem ser fornecidas pinças avulsas


para instalação em caixas de medição
dedicadas

95
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Conexão rápida

Tipo fixa ou horizontal móvel (que


permite a movimentação linear das
barras em caso de dilatação térmica).

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Junta de dilatação
1000

96
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Pontos fixos de engenharia: Pontos específicos


que utiliza conexões rápidas do tipo fixas.
 Direciona a dilatação térmica de determinado
trecho de barramento blindado.

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

97
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Junta de dilatação

 Regras de aplicação da junta de dilatação

1 - Entre ponto fixo natural e fim de linha:

1.1 - Se o comprimento total for igual ou inferior a 35 m = sem junta dilatação;

1.2 - Acima de 35 m deve-se usar uma junta de dilatação a cada 35 m;

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Junta de dilatação

98
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Junta de dilatação

 Regras de aplicação da junta de dilatação

1 – Entre 2 pontos fixos naturais:

1.1 - Se o comprimento total for igual ou inferior a 20 m = sem junta dilatação;

1.2 - Acima de 20 m deve-se usar uma junta de dilatação a cada 35 m;

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Junta de dilatação

99
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Junta de dilatação

 Regras de aplicação da junta de dilatação

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Caixa de redução

 Redução entre barramentos. Fornecida com disjuntor de proteção

100
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Transição de fases

 Adequar sequência de fases no projeto

1000

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Homogeneizador

 Uniformizar a corrente entre barras de mesma fase.


- Necessário nos sistemas com cargas monofásicas distribuídas de forma desequilibrada.

1000

101
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Homogeneizador

 Uniformizar a corrente entre barras de mesma fase.


- Necessário nos sistemas com cargas monofásicas distribuídas de forma desequilibrada.

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Fim de linha

102
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Sustentação do BWW

 Trechos horizontais fixados na laje/teto da edificação

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Sustentação do BWW

 Trechos horizontais fixados na laje/teto da edificação

103
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Sustentação do BWW

 Trechos horizontais fixados na parede da edificação

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Sustentação do BWW

 Trechos horizontais fixados na parede da edificação

104
02/05/2017

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Sustentação do BWW

 Trechos verticais fixados na parede da edificação

BWW
Identificação das peças

Elementos especiais e acessórios

 Sustentação do BWW

 Trechos verticais fixados na parede da edificação

105
02/05/2017

BWW

Trajeto do BWW

BWW
Trajeto do barramento

106
02/05/2017

BWW
Trajeto do barramento

Informações necessárias para definição do trajeto

 Distâncias mínimas de montagem;


 Pontos de necessidade de sistema corta-fogo;
 Percurso do BWW;
 Sequencia de fases;
 Pontos de interferência;
 Sustentação e fixação;
 Acessos para manutenção;
 Necessidade de trechos com junta de dilatação;

BWW
Trajeto do barramento

Considerações de projeto

 Distâncias mínimas de montagem;

 Avaliar outras peças que podem ter


BWW01
alturas diferentes das indicadas ao
lado

Conexão
rápida

107
02/05/2017

BWW
Trajeto do barramento

Considerações de projeto

 Barreiras corta-fogo;

 Posicionar o elemento corta-fogo


na linha mediana da parede onde
se propõe executar esta função.
 Indicações em vermelho são de
BWW01
responsabilidade do instalador.

BWW
Trajeto do barramento

Considerações de projeto

 Definição do percurso;

 Determinar e verificar as dimensões da construção – identificar pontos


de interferência, equipamentos, trajetos, barreiras corta-fogo;
 Caso a aplicação do BWW seja para distribuição, identificar pontos de
derivação.

108
02/05/2017

BWW
Dimensionamento

Considerações de projeto

 Definição do percurso;

 Determinar e verificar as dimensões


da construção – identificar pontos
de interferência, equipamentos,
trajetos.

BWW
Trajeto do barramento

Considerações de projeto

 Fazer o percurso do BWW;

 Manter as escalas e lançar o trajeto no desenho;


 Na definição do trajeto priorizar utilização de peças padronizadas. Peças
especiais serão executadas nos pontos onde esta ação não é possível;
Procurar direcionar as peças especiais para trechos retos.
 Além dos desenhos 2D, executar isométrico do trajeto do BWW;
 Atenção a sequência de fases – elas podem mudar durante o trajeto;

109
02/05/2017

BWW
Dimensionamento

BWW
Trajeto do barramento

Considerações de projeto

 Fazer o percurso do BWW;

 Atenção para os tamanhos de cada peça. Consultar o manual ou utilizar


os desenhos 2D disponíveis em nosso site.

110
02/05/2017

BWW

Considerações de projeto

BWW
Trajeto do barramento

Considerações de projeto

 Fazer o percurso do BWW;

 Com o trajeto feito, adequar os trechos de forma a utilizar o maior


número de peças padronizadas

111
02/05/2017

BWW
Dimensionamento

Considerações de projeto
 Conexões que podem ser adequados a
peças padronizadas;
 Trechos retos avaliar após definição das
curvas e derivações

BWW
Dimensionamento

Considerações de projeto
 Layout otimizado após adequação das
conexões e trechos retos.

112
02/05/2017

BWW
Trajeto do barramento

Considerações de projeto

 Fazer o percurso do BWW;

 Finalizar projeto executivo e posicionar pontos de fixação do BWW

BWW
Dimensionamento

113
02/05/2017

BWW
Dimensionamento

BWW
Dimensionamento

Exemplo de projeto Complexo Esportivo Deodoro


Exemplo de projeto Novo Tempo

Exemplo de projeto VBC Engenharia

Exemplo de projeto Ed. Abraham Lincoln

114
02/05/2017

BWW
Instalação

 Normas de referência para instalação de barramento blindado:

- NBR 16019 –

- NEMA BU 1.1 – General instruction for handling, installation, operation and


maintenance of busway rated 600 Volts or less

BWW
Instalação

 Recebimento;

 Movimentação

 Armazenamento;

 Preparação para montagem;

 Montagem;

 Inspeção e testes

115
02/05/2017

BWW
Instalação

Recebimento

 Conferencia do material – antes de dar entrada na expedição da


obra, utilizar o romaneio e comparar com o material recebido;

 Com o projeto, que segue junto com o material, fazer a conferência


das peças fornecidas.
Esta verificação pode ser através do material SAP ou os tags que
são gerados pelo projeto e estarão fixados nos materiais;

BWW
Instalação

Recebimento

116
02/05/2017

BWW
Instalação

Movimentação
Os elementos do barramento blindado WEG são fornecidos sobre pallets com
embalagem de madeira que podem ser transportados com uso de empilhadeira
ou talhas (com garfo palleteiro).

BWW
Instalação

Movimentação

 Movimentação:

117
02/05/2017

BWW
Instalação

Movimentação
Para a movimentação deve-se usar os olhais existentes nos quatro cantos
inferiores do elemento

Horizontal

BWW
Instalação

Movimentação

Vertical

118
02/05/2017

BWW
Instalação

Armazenamento

BWW
Instalação

Armazenamento

119
02/05/2017

BWW
Instalação

Armazenamento

BWW
Instalação

Preparação para montagem

 Conferencia do material – antes de dar entrada na expedição da


obra, utilizar o romaneio e comparar com o material recebido;

 Com o projeto, que segue junto com o material, fazer a conferência


das peças fornecidas.
Esta verificação pode ser através do material SAP ou os tags que
são gerados pelo projeto e estarão fixados nos materiais;

120
02/05/2017

BWW
Instalação

Ações para melhoria/facilidade da montagem

 Definir um cronograma de montagem em conformidade com o

andamento da obra.

 Iniciar a montagem após instalação hidráulica executada.

Nas prumadas, após toda a obra civil concluída;

 Objetos estranhos e penetração de água são as principais causas de

problemas na instalações com BWW;

BWW
Instalação

Ações para melhoria/facilidade da montagem

 Reservar local exclusivo e abrigado para armazenamento dos materiais;

 Utilizar a ferramenta certa – talhas, furadeiras, chaves de aperto......;

 Cuidado no manuseio das peças;

121
02/05/2017

BWW
Instalação

Ações para melhoria/facilidade da montagem

 Durante a montagem, eliminar interferências não identificadas no projeto

que comprometam o desempenho do BWW – por exemplo grau de

proteção;

 Antes da montagem, caso haja alguma dúvida quanto a integridade do

BWW, mesmo que aparentemente esteja bom, fazer um teste de

resistência de isolação;

BWW
Instalação

Montagem do BWW

122
02/05/2017

BWW
Instalação

Atenção = verifique os pontos abaixo antes do início do trabalho:

 Projeto do BWW01;
 Conferir o projeto com o local de instalação;
 Possíveis pontos de interferência;
 Conferir as peças do BWW com a lista de materiais do projeto;
 Conferir equipamento de montagem – andaimes, furadeiras,
equipamentos de transporte e sustentação para barramentos verticais;
etc.;
 Sequência de fases do trajeto;

BWW
Instalação

Montagem

 Identificações disponíveis nas peças do BWW

123
02/05/2017

BWW
Instalação

Montagem

 Identificações disponíveis nas peças do BWW

BWW
Instalação

Montagem

 Identificações disponíveis nas peças do BWW

124
02/05/2017

BWW
Instalação

Montagem

 Após levar as peças do BWW (trechos retos/verticais/curvas) para


os locais da instalação, iniciar as montagens pelos trechos na
horizontal. Trechos verticais deverão ser instalados após os trechos
horizontais.

BWW
Instalação

Montagem

 Com o projeto do BWW fazer a verificação do trajeto e a


disponibilidade do local para instalação do barramento.
 Definir os pontos de fixação – instalar os suportes horizontais e
verticais

125
02/05/2017

BWW
Instalação

Montagem
Trecho reto horizontal com e sem janela

Distância mínima entre a face da


parede e conexão rápida
parede

BWW
Instalação

Montagem
Trecho reto vertical com e sem janela

parede Distância mínima entre a face


da parede e conexão rápida

126
02/05/2017

BWW
Instalação

Montagem
Procedimento de acesso a janela

BWW
Instalação

Montagem

As janelas possuem lacre para energia não medida

127
02/05/2017

BWW
Instalação

Montagem
Caixa de derivação extraível
 Para a montagem do suporte seguir os passos abaixo:

BWW
Instalação

Montagem
Caixa de derivação extraível
 Para a montagem do suporte seguir os passos abaixo:

128
02/05/2017

BWW
Instalação

Montagem
Caixa de derivação extraível
 Para a montagem do suporte seguir os passos abaixo:

BWW
Instalação

Montagem
Caixa de derivação extraível
 Para a montagem do suporte seguir os passos abaixo:

129
02/05/2017

BWW
Instalação

Montagem
Caixa de derivação extraível
 Para a montagem do suporte seguir os passos abaixo:

BWW
Instalação

Montagem
Caixa de derivação extraível
 Para a montagem do suporte seguir os passos abaixo:

130
02/05/2017

BWW
Instalação

Montagem
Caixa de derivação extraível
 Para a montagem do suporte seguir os passos abaixo:

BWW
Instalação

Montagem
Caixa de derivação extraível
 Para a montagem do suporte seguir os passos abaixo:

131
02/05/2017

BWW
Instalação

Montagem

Trava e lacre na caixa de derivação extraível

BWW
Instalação

Montagem

 Conexão rápida
- Montagem

132
02/05/2017

BWW
Instalação

Montagem

 Conexão rápida
- Montagem

BWW
Instalação

Montagem

 Conexão rápida
- Montagem

133
02/05/2017

BWW
Instalação

Montagem

 Conexão rápida
- Montagem

BWW
Dimensionamento

Elementos especiais / acessórios

 Conexão rápida
- Montagem

134
02/05/2017

BWW
Instalação

Montagem

 Conexão rápida
- Montagem

BWW
Instalação

Montagem

 Conexão rápida
- Montagem

135
02/05/2017

BWW
Instalação

Montagem

 Conexão rápida
- Montagem

BWW
Instalação

Elementos especiais / acessórios

 Conexão rápida
- Montagem

136
02/05/2017

BWW
Instalação

Montagem

 Conexão rápida
- Montagem

BWW
Instalação

Montagem

 Conexão rápida
- Montagem

137
02/05/2017

BWW
Instalação

Entrega da montagem

 Para entrega da obra realizar e documentar os seguintes procedimentos:

 Inspeção visual:
 Fornecimento e montagem conforme normas aplicáveis;
 Não apresentam danos aparentes;
 Verificação do alinhamento e nivelamento;
 Limpeza e presença de influências externas que possam afetar o
desempenho do BWW

BWW
Instalação

Entrega da montagem

 Para entrega da obra realizar e documentar os seguintes procedimentos:

 Inspeção visual:
 Fornecimento e montagem conforme normas aplicáveis;
 Não apresentam danos aparentes;
 Verificação do alinhamento e nivelamento;
 Limpeza e presença de influências externas que possam afetar o
desempenho do BWW

138
02/05/2017

BWW
Instalação

Ensaios

- Verificar a resistência de isolamento das fases x involucro. Utilizar um Megohmetro de 500V


ou 1000V. A leitura do Megohmetro é inversamente proporcional ao comprimento da linha e as
seções das barras condutoras por fase; e também pode variar com a umidade. Para uma
instalação de 30m leituras menores que 5MΩ devem ser investigadas.

BWW
Manutenção

- O BWW é um produto que não requer manutenção periódica, desde que as


recomendações deste manual sejam seguidas.

- Acessórios acoplados ao sistema de barramento blindado, como disjuntores,


seccionadoras e outros, devem seguir procedimento de manutenção conforme seus
respectivos manuais.

- Qualquer manutenção que seja necessária no sistema de barramento blindado,


deve ocorrer com o sistema desenergizado.

- Recomenda-se que após um mês da energização do barramento blindado,


seja realizada uma inspeção termográfica em todas as conexões para
assegurar a correta instalação e o bom funcionamento do sistema. Esta
inspeção deve ocorrer uma vez ao ano

139
02/05/2017

BWW
Geral

- Cronograma de montagem adequado com o andamento das obras civis;

- Seguir as instruções do manual do produto: armazenagem, movimentação,


instalação e testes;

- Muita atenção na armazenagem do BWW na obra;

- Utilizar ferramentas adequadas para manuseio e montagem (talhas, chaves);

- Durante a montagem não permitir penetração de objetos estranhos no BWW e não


improvisar diante de interferências na obra;

- Energizar o BWW somente após a finalização dos ensaios de rotina. Na


dúvida, refaça / revise a montagem;

BWW
Geral

 Estrutura de apoio a vendas WEG:

 Representantes WEG nas cidades/estados;

 Banweg (SP; RJ; ES; MG)


• Ricardo S. Abe – abe@weg.net;
• Cristiano R. Dos santos – cristianor@weg.net;

 Jaraguá do Sul (Região Sul, Norte, Nordeste, Centro-oeste)


• Fabricio Oeksler - fabricio@weg.net;
• Cesar Ribeiro - cesarfr@weg.net;

140
02/05/2017

Emílio Rossito WEG Automação


47.3276 4364
emilior@weg.net www.weg.net

141