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A crise de 29 foi considerada uma crise de superprodução e do capitalismo liberal,

explique esses dois termos:


A economia europeia posteriormente se restabeleceu e passou a importar cada vez
menos dos Estados Unidos. Com a retração do consumo na Europa, as indústrias norte-
americanas não tinham mais para quem vender. Havia mais mercadorias que
consumidores, ou seja, a oferta era maior que a demanda; consequentemente os preços
caíram, a produção diminuiu e logo o desemprego aumentou. A queda dos lucros, a
retração geral da produção industrial e a paralisação do comércio resultou na queda das
ações da bolsa de valores e mais tarde na quebra da bolsa. Portanto, a crise de 1929 foi
uma crise de superprodução.
A crise do capitalismo liberal, assim como a crise de 29 se deu pela falta do consumo
que não acompanhou a superprodução e a solução disso tudo foi o New Deal que foi a
iniciativa tomada por Franklin Delano Roosevelt para intervir na economia do Estado.
Com isso ele queria aumentar o consumo, diminuir o desemprego, aumentar o poder de
compra, além de diminuir os impostos, dinamizar a economia, etc

Como ficou a Europa após a primeira guerra mundial?


As consequências imediatas da Primeira Guerra Mundial foram evidentemente as baixas
humanas. O conflito fez mais de 8 milhões de mortos,milhões de feridos e 6 milhões de
inválidos. Traduziu-se igualmente em grandes perdas econômicas e em enormes gastos
com o esforço de guerra, lançando muitos Estados em sérias crises. A Europa passou
por um período de dependência econômica e também de instabilidade política, perdendo
a sua posição de hegemonia que ocupava no panorama mundial.
Em termos econômicos, a Europa ficou completamente desorganizada, com graves
problemas no setor agrícola e industrial. Os grandes beneficiários desta situação foram
os EUA e o Japão. No caso do Japão, o país pôde beneficiar do afastamento dos
tradicionais concorrentes europeus, o que permitiu o estímulo e a diversificação da sua
indústria.

Darwinismo social é um nome moderno dado a várias teorias da sociedade, que surgiram
no Reino Unido, América do Norte e Europa Ocidental na década de 1870.[1] Trata-se de
uma tentativa de se aplicar o darwinismo nas sociedades humanas. Descreve o uso dos
conceitos de luta pela existência e sobrevivência dos mais aptos, para justificar políticas
que não fazem distinção entre aqueles capazes de sustentar a si e aqueles incapazes de
se sustentar. Esse conceito motivou as ideias
de eugenia, racismo,imperialismo[2] , fascismo, nazismo e na luta entre grupos e etnias
nacionais.[3]