Você está na página 1de 4

Provisoes

1. São contas de Natureza Credora, localizadas, em regra, no Passivo Exigível.

2. Quando constituídas em função de uma conta do Ativo, deslocam-se do Passivo por força
de atração funcionando como Contas Retificadoras ou Redutoras, reduzindo o saldo da conta
correspondente.

3. Representam estimativas de valores de encargos e riscos sem data fixada para pagamento,
mas que só serão concretizados no exercício seguinte ao da sua constituição.

4. São contabilizadas segundo os Princípios da Competência, Oportunidade e Prudência.

5. Toda provisão vai surgir de um FG(fato gerador) já ocorrido sendo, portanto inerentes ao
Regime de Competência, não existindo no Regime de Caixa.

6. Seus lançamentos representam sempre despesas que reduzem o Patrimônio Líquido. Por
isso as provisões NUNCA estarão localizadas no Patrimônio Líquido, já que devido a sua
natureza tenderiam a aumentar o seu valor.

7. O dinheiro para a constituição das provisões é oriundo das reservas de lucro (lucro líquido)
do Patrimônio Líquido.

8. Se não houver perda, a provisão será revertida como uma receita no exercício seguinte.
9. Forma de constituição - Debita uma despesa e credita uma provisão:

D: Despesa com provisão ou Despesa (encargo) de Depreciação

C: Provisão ou Depreciação

PROVISÕES DO ATIVO PROVISÕES DO


PASSIVO

Provisão p/ ajuste ao Valor de Provisão para IR


Mercado
Provisão para CSLL
Provisão p/ Devedores
Duvidosos (PDD) Provisão para 13º salário

Provisão p/ Perdas Prováveis Provisão para férias


na
Provisão p/ resgate de
realização de investimentos partes beneficiárias
(PPRI)
Provisão para
contingências

Depreciação Acumulada

Amortização Acumulada
Exaustão Acumulada

A importância dos computadores nos dias de hoje é de vital, importância para difusão
educacional no Brasil, pois, os profissionais em educação necessitam dominar os programas
para realizar determinadas tarefas educativas, como nos afirma O fulano de tal.

“o microcomputador nada mais é do que a extensão do pensamento humano,


então, por que temé-lo?.. Vejam só essas caixinhas de som e esse microfone
plugado ao micro, e o micro ao sistema telefônico, possibilitando-nos
telefonar, emitir um fax, emitir e receber correspondências via correio
eletrônico, falar simultaneamente com pessoas de diferentes locais do mundo
via IRC e navegar na grande rede de informações, a Internet. Isso pode nos
parecer tecnologicamente novo, mas data de 1876 e 1878, respectivamente,
quando Alexandre Graham Bell apresentou à humanidade seu invento: o
telefone, e aperfeiçoou o fonógrafo de Edison.
Um século se passou, nada mais justo que esses sistemas tenham evoluído. E
esse mouse... Impressionante, não? Desliza sobre a tela, conforme vamos o
orientando. Pois bem, (nesse instante é retirada a tampinha e a bola interna
do mouse) o princípio que coordena esse funcionamento nada mais é que o sistema cartesiano,
aqui estão as coordenadas X e Y (são apresentadas as

coordenadas móveis que estão internamente no mouse). Esse princípio foi

estabelecido no início do século XVII pelo matemático René Descartes,

razão do nome do sistema, pois em Latim Cartesius significa Descartes. Que

tal uma aula de matemática a partir do mouse?... Querem outro exemplo?

Então, olhem para o teclado do micro. Aqui está a história da humanidade,


ou melhor da escrita humana, pois situam-se há 6 mil anos, no IV milênio a

c., os primeiros sistemas de escrita. Que tal nos perguntarmos o que sabemos

desde a pictografia até os dias atuais? E o winchester da máquina? Também

é resultado da evolução do ábaco até a máquina de calcular, e dessa à

máquina científica e assim até chegar ao microcomputador. E o nosso velho

monitor de vídeo? As primeira experiências para a criação do aparelho

televisível tiveram início no século XVIII, o que hoje nos proporciona

monitores de tela plana”.

Apesar da evolução tecnológica muitos professores ainda não estão totalmente familiarizados
com a informática que auxiliam no processo educativo, conforme nos relata o fulano de tal

“o processo educativo é um vai e vem, é como usar um estilingue: para se

ir mais longe, é preciso recuar, voltar, trazer a pedra para trás, e

compreender mais sobre nossa própria história. Mas, se nos

preocuparmos ou apaixonarmos demasiadamente pelo passado, é o

mesmo que puxarmos excessivamente o estilingue até partir e


ligaelástica,

com o objetivo e/ou comodidade de não mais avançar”.

Sabemos que o passado já era, precisamos ter visão de futuro, para


melhoria contínua da educação nos dias de hoje.

Apesar da mídia estabelecer determinados critérios...........................


determinados pelo conhecimento de cada indivíduo, de acordo com o
comentário de fulano de tal.
“o conhecimento do cotidiano escolar é necessário por duas razões.

Primeiro, porque sendo conhecido é possível conquistá-lo e planejar

ações que permitam transformá-lo, assim como lutar por mudanças

institucionais desejadas(...) Segundo, porque o cotidiano, sendo

conhecido, pode fornecer informações e gestões institucionais

democráticas que queiram tomar medidas adequadas para facilitar o

trabalho ao nível cotidiano das escolas e melhorar a qualidade do ensino

aí realizado”.

A qualidade de ensino é evidente quando a instituição promove ao


docente planos de careira e capacitação para melhoria da qualidade de
ensino na instituição.

http://www.url.edu.gt/sitios/tice/docs/trabalhos/110.pdf

http://www.eci.ufmg.br/gebe/downloads/314.pdf

http://www.ufpe.br/nehte/simposio2008/anais/Francisca-Chagas-Reis.pdf