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POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO TOCANTINS

SECRETARIA ESTADUAL DA EDUCAÇÃO,JUVENTUDE E ESPORTES


COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR – UNIDADE VI
COORDENAÇÃO DISCIPLINAR
Rua Seis S/N bairro Nova Araguatins -, CEP - Araguatins - TO
Tel. (63) 3474-3068 - email: cemantoninamilhomem@gmail.comr

REGIMENTO INTERNO

 CONSTRUÇÃO EM ANDAMENTO *

COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR – UNIDADE VI

Araguatins - Tocantins
Vigência
2018

"Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos" #TudoOTempoTodo
POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO TOCANTINS
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APRESENTAÇÃO

Conhecer a Unidade Escolar é tarefa de quem a arquiteta. Nessa construção


estão incluídos: governo, pais, educadores, alunos e comunidade. Como toda
instituição, a escola também necessita da normatização de sua funcionalidade, com
prerrogativas e caminhos a serem seguidos de forma a garantir os princípios da
isonomia, impessoalidade e transparência no estabelecimento da ordem e promoção
da justiça. Nesta perspectiva, apresentamos a toda a comunidade escolar o
Regimento Interno do Colégio da Polícia Militar (CPM) – Unidade VI.

Este documento traz orientações e respostas que se harmonizam com os


preceitos da Secretaria Estadual de Educação e Esportes a proposta pedagógica
diferenciada pretendida pela Polícia Militar do Estado do Tocantins sobre a
caracterização, os corpos docente e discente, as medidas disciplinares, a estrutura
administrativa, a organização didática, o regime escolar e, por fim, a escrituração e o
arquivo de documentos das unidades escolares. São normas que facilitarão o dia-a-
dia de todos nós, envolvidos com o ensino e a aprendizagem.

O Regimento Interno do CPM - Unidade VI, foi elaborado com a contribuição


de professores, coordenadores, técnicos e demais servidores da escola, e busca
refletir a nossa realidade, devendo ser objeto de conhecimento e atenção de todos,
para que o respeito e cumprimento das normas nele contidas sejam observados por
todos. Contudo, alertamos para a incompletude natural inerente ao documento e
orientamos para que se proceda consulta, também, as legislações (leis e atos
normativos) federais e estaduais, referentes à educação e ao serviço público.

"Educai as crianças, para que não seja necessário punir os adultos" #Nós queremos e podemos! 2
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SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO ...................................................................................................... 2

TITULO I - Da caracterização .................................................................................... 8

CAPÍTULO I - Da Identificação da Unidade Escolar e da Entidade Mantenedora .... 8

CAPÍTULO II - Dos Princípios e Objetivos da Educação .......................................... 8

CAPÍTULO III - Da Organização Administrativa ...................................................... 10

Seção I - Da Organização da Vida Escolar, do Calendário e da Documentação 10

Seção II - Formas de Ingresso ............................................................................ 11

CAPÍTULO IV - Dos Direitos e Deveres dos participantes do Processo Educativo do


Corpo Docente, toda Equipe Pedagógica e Administrativa desta Instituição .......... 12

Seção I ................................................................................................................ 12

Dos Direitos e Deveres do Corpo Docente ......................................................... 12

Seção I - Dos Direitos e Deveres do Corpo Discente ......................................... 16

Seção III - Dos Direitos e Deveres do Corpo Administrativo Da Direção ............ 21

Subseção I - Das Atribuições da Direção e Sub Direção .................................. 21

Seção IV - Da Secretaria .................................................................................... 22

Seção V - Da Coordenação Pedagógica ............................................................ 25

Seção V - Da Coordenação Disciplinar ............................................................... 27

Seção V - Do Corpo de Alunos ........................................................................... 28

Seção VI - Da Orientação Educacional ............................................................... 29

Seção VII - Da Biblioteca e suas finalidades....................................................... 30

CAPÍTULO V - Dos Laboratórios De Informática .................................................... 33

Seção I - Da Organização ................................................................................... 33

CAPÍTULO VI - Da Infraestrutura ............................................................................ 34

Seção I - Das Dependências Dos Laboratórios de Informática........................... 34

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Seção II - Dos Hardwares e Softwares Dos Laboratórios de Informática ........... 34

Seção III - Das Manutenções dos Laboratórios de Informática........................... 35

Seção IV - Das aquisições para os Laboratórios de Informática......................... 35

CAPÍTULO VII - Da Utilização Dos Laboratórios De Informática ............................ 35

Seção I - Da Utilização Dos Laboratórios De Informática Para Aulas Pelos


Coordenadores e Professores ............................................................................ 36

Seção II - Da Utilização Dos Laboratórios De Informática Pelos Alunos Durante o


Período de Aula .................................................................................................. 36

Seção III - Da Utilização Fora Dos Horários De Aula Por Coordenadores E


Professores ......................................................................................................... 37

Seção IV - Da Utilização dos Laboratórios de Informática pelos Alunos ............ 37

Seção V - Da Utilização Dos Laboratórios De Informática Pelos Funcionários .. 37

Seção VI - Da Utilização Dos Laboratórios De Informática Por Terceiros .......... 37

CAPÍTULO VIII - Da Utilização Dos Laboratórios De Informática Pelos Servidores38

Seção I - Da Assessoria Dos Funcionários ......................................................... 38

Seção II - Das Impressões .................................................................................. 38

Seção III - Da Internet ......................................................................................... 38

Subseção I - Da Utilização Da Internet Durante Os Horários De Aula .............. 39

Subseção II - Da Utilização Da Internet Fora Dos Horários De Aula ................ 39

Subseção III - Das Proibições Gerais ............................................................... 39

Seção IV - Dos Drives Na Rede.......................................................................... 40

Seção V - Da Localização E Dos Horários De Funcionamento .......................... 40

Seção VI - Das Disposições Gerais dos LABINS ................................................ 40

TITULO II - Da Organização e Realização Do Pré-Conselho E Conselho De


Classe ....................................................................................................................... 41

CAPITULO I ............................................................................................................ 41

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Seção I - Pré –Conselho de Classe, Forma De Organização e Realização ....... 41

CAPITULO II ........................................................................................................... 42

Seção I - Da Organização Do Espaço Escolar e horários................................... 42

CAPITULO III .......................................................................................................... 44

Seção I - Da Avaliação Do Rendimento Escolar ................................................. 44

CAPITULO IV - Da Recuperação ............................................................................ 46

CAPÍTULO V - Da Avaliação Simulada Bimestral ................................................... 47

TITULO III - Da Disciplina Escolar .......................................................................... 47

CAPITULO I - Do Departamento Disciplinar do Corpo Discente ............................. 47

CAPÍTULO II - Da Regulamentação Disciplinar ...................................................... 48

Seção I - Da Finalidade e do Âmbito de Aplicação ............................................. 48

Seção II - Dos Princípios Gerais da regulamentação disciplinar......................... 48

Seção III - Dos Princípios Gerais da Hierarquia e da Disciplina ......................... 49

Seção IV - Da Competência para a Aplicação .................................................... 50

CAPITULO III - Das Faltas Disciplinares ................................................................. 50

Seção I - Da Conceituação e da Especificação .................................................. 50

Falta Leve ......................................................................................................... 51

Falta Média ....................................................................................................... 52

Falta Grave ....................................................................................................... 53

Falta Eliminatória .............................................................................................. 55

Seção II - Do Julgamento.................................................................................... 55

Seção III - Da Classificação ................................................................................ 56

CAPITULO IV - Sanções Disciplinares.................................................................... 56

Seção I - Da Gradação, Conceituação e Execução ............................................ 56

Seção II - Da Aplicação....................................................................................... 60

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CAPITULO V - Conceito Disciplinar ........................................................................ 63

Seção I - Da Classificação .................................................................................. 63

Seção II - Da Pontuação ..................................................................................... 63

Seção III - Do Conselho De Disciplina ................................................................ 65

CAPÍTULO VI - Dos cursos voltados para qualificação dos alunos ........................ 66

Seção I - Do Curso de Formação de Assessores de Comunicação ................... 66

Seção II - Do Curso de Formação de Fiscais ..................................................... 66

Seção III - Do Curso de Formação de Primeiros Socorros ................................. 67

Seção IV - Dos demais cursos do CPM .............................................................. 68

Capítulo VII - Da Apresentação Pessoal ................................................................. 68

Seção I - Do Uniforme Escolar............................................................................ 68

Seção II - Da padronização do Cabelo ............................................................... 72

TÍTULO IV - Da Coordenação Militar de Finanças e Patrimônio .......................... 72

Seção I - Da Gerência de Finanças .................................................................... 73

Seção II - Da Gerência de Patrimônio ................................................................ 74

Seção III - Da Gerência de Alimentação Escolar ................................................ 75

TÍTULO V - Das Participações ................................................................................ 76

CAPÍTULO I - Da participação dos envolvidos na escola ....................................... 77

Seção I - Participação Dos Pais.......................................................................... 77

Seção II - Participação dos alunos ...................................................................... 77

Seção III - Funções dos alunos na Administração Compartilhada ...................... 77

Seção III - Funções dos alunos nas salas de aula .............................................. 81

Da Chefia e Subchefia de Turma ...................................................................... 81

CAPÍTULO IX - Do Estado Maior Da Sala – EM/Sala ............................................. 83

Seção I - Do Estado Maior Da Sala – EM/Sala ................................................... 83

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CAPÍTULO X - Dos Assessores Da Sala ................................................................ 87

Seção I - Dos Assessores da Sala e dos Assessores do Colégio da Polícia Militar


............................................................................................................................ 87

CAPITULO XI = Da Promoção ................................................................................ 88

TÍTULO V - Das Condecorações ............................................................................ 89

CAPÍTULO I - Das Condecorações Adotadas no CPM, Unidade III ....................... 89

Seção I - Condecorações.................................................................................... 89

Das Condecorações Disciplinares .................................................................... 89

Das Condecorações Intelectuais ...................................................................... 90

Dos Alamares ................................................................................................... 91

Do Alamar Especial .......................................................................................... 91

Do Alamar Duplo............................................................................................... 93

Da Comissão de Condecorações ..................................................................... 93

Seção II - Prescrições Diversas .......................................................................... 94

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TITULO I - Da caracterização

CAPÍTULO I - Da Identificação da Unidade Escolar e da Entidade Mantenedora

Art.1º O Colégio da Polícia Militar – Unidade VI Professora Antonina Milhomem


é um estabelecimento vinculado ao sistema Estadual de Educação do Estado do
Tocantins em convênio com a Polícia Militar do Tocantins e mantém a educação de
Ensino Médio, oferecendo o Ensino Médio Regular nos turnos matutino e vespertino.

Lei de criação: nº 1294 de 14 de setembro de 2001

PORTARIA DE AUTORIZAÇÃO: Portaria – SEDUC nº 2543 de 23 de


setembro de 2016

TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA Nº 008/2015

LEI DA PMTO Nº 083 de 4 de setembro de 2012, publicada no Diário Oficial


do Estado nº 3708 de 5 de setembro de 2012

NUMERO DA ESCOLA (CENSO ESCOLAR): 17050715

CNPJ: 04.675.931/0001-40

EMAIL: cemantoninamilhomem@gmail.comr

ENDEREÇO: Rua Seis s/n, Bairro Nova Araguatins

TELEFONES: (63) 3474-3068

CAPÍTULO II - Dos Princípios e Objetivos da Educação

Art. 2º O Colégio da Polícia Militar – Unidade VI Professora Antonina


Milhomem tem por finalidade oferecer a educação básica assegurando a formação
comum indispensável para o exercício da cidadania, fornecendo meios para o
egresso progredir no mercado de trabalho e em estudos posteriores.

§1º O Colégio da Polícia Militar é uma entidade educacional fundada em 22 de


janeiro de 2018 para prestar serviços na área de educação à sociedade
tocantinense em geral, e sociedades de estados circunvizinhos.

§2º O Colégio da Polícia Militar é uma instituição que funciona com parceria da
Polícia Militar e SEDUC e tem regimento pedagógico e regimento disciplinar próprio.

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§3º Embora seja um Colégio Militar, o Colégio da Polícia Militar abre suas
portas para todos os cidadãos que queiram fazer parte de seus corpos docente e
discente, bem como em todos os demais setores.

Art.3º O Colégio da Polícia Militar tem por objetivo dar ao aluno condições de
aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver e conviver, aprender a ser,
preocupando-se com a formação de valores, emoções e desenvolvimento de suas
múltiplas inteligências, para o exercício pleno da cidadania.

§1º O Colégio da Polícia Militar oferece o Curso de Ensino Médio nos turnos
matutino e vespertino, com a duração de três anos, com as seguintes finalidades:
I. A consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino
fundamental, possibilitando prosseguimento dos estudos;
II. A preparação básica para o mercado de trabalho e para cidadania,
estimulando no educando a vontade para continuar aprendendo, de modo a
ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação e o
aperfeiçoamento posterior;
III. O aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação
ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
IV. A compreensão dos fundamentos científicos tecnológicos dos processos
produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina.

§2º Ao final do Ensino Médio Regular o aluno do Colégio da Polícia Militar


deverá ser capaz de:

I. Dominar os princípios científicos e tecnológicos a serem utilizados na sua vida


profissional e acadêmica;
II. Conhecer as formas contemporâneas de linguagens;
III. Dominar os conhecimentos de filosofia e sociologia necessários aos
exercícios da cidadania;
IV. Possuir melhores condições de desenvolver habilidades cognitivas, afetivas e
psicomotoras, através do conhecimento de ordem unida, disciplina e demais
valores militares apregoados pela Polícia Militar do Estado do Tocantins;
V. Carregar consigo o espírito de corpo, o amor à pátria e aos símbolos
nacionais;
VI. Perceber e aplicar normas de conduta social e cidadã, fatores preponderantes
para o engrandecimento da nação;
VII. Exercer, com base na hierarquia e disciplina, princípios da chefia e liderança;
VIII. Fortalecer as convicções democráticas e a crença na lei, na justiça e na
ordem e no respeito às autoridades constituídas;
IX. Possuir atributos morais e éticos que o destaque dos demais alunos da rede
de ensino do estado, tornando-se verdadeiro padrão de excelência.
.
Art.4º. O Colégio da Polícia Militar – Unidade VI, localiza-se na Rua seis Bairro
s/nº Nova Araguatins, , sob o CNPJ nº 04.675.931/0001-40, com base legal e
amparada nos princípios fundamentais da LDB nº 9.394/96, no Parecer CNE/CEB nº

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11/2008, aprovado em 12 de junho de 2008, e nas demais normas


regulamentadoras do Sistema de Ensino do Estado do Tocantins, bem como nos
documentos que tem como pressupostos a formação integral do profissional
cidadão.

Parágrafo Único. O Ensino Médio Regular do Colégio da Polícia Militar do


Estado do Tocantins é composto de 3 séries anuais com aulas presenciais. O
programa do curso oferece uma grade completa que atende aos Parâmetros
Curriculares Nacionais - PCNs, possui uma carga horária de 2400 horas, prioriza
desde a primeira série a preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio -
ENEM, e estimula a capacidade de interpretação crítica. O objetivo é formar
cidadãos criativos e inovadores, capazes de analisar situações-problema e
habilidade de avaliar, ou seja, ensinar a pensar e a dar asas à imaginação, porque
aprender pode e deve ser divertido. O Ensino Médio capacita o aluno para enfrentar
com tranquilidade o momento de decisão em sua vida. Com base no
desenvolvimento emocional e intelectual, promove uma formação integral para vida
cidadã e para o ingresso nas melhores universidades públicas do País. No futuro, o
aluno poderá atuar em diversas áreas como pesquisa científica, acadêmica ou
mesmo em profissões tradicionais, tecnológicas entre outras. Diante do objetivo
central de formação integral do aluno adota-se um sistema de ensino que garante
não somente o enriquecimento conceitual necessário à promoção de possibilidades
de acesso às universidades públicas, mas uma formação pela vida e para a vida.

CAPÍTULO III - Da Organização Administrativa

Art. 5º. O estabelecimento é dirigido seguindo normas do Conselho Estadual


de Educação e normas do Comando Geral da Polícia Militar que, uma vez
homologadas, constituem peças obrigatórias dos planos escolares.

Seção I - Da Organização da Vida Escolar, do Calendário e da Documentação

Art.6º. O calendário escolar é elaborado de forma a atender as disposições


legais pertinentes.

§1º O calendário deve prever 200 dias letivos com o mínimo de 5 horas diárias
de efetivo trabalho escolar para os turnos matutino e vespertino;

§2º Todas as atividades escolares com a frequência controlada pela escola,


que proporciona desenvolvimento nas múltiplas atividades humanas e necessárias a
plenitude da ação formadora, incluídas na proposta pedagógica são consideradas de
efetivo trabalho escolar.

Art.7º. A documentação escolar será organizada de forma a permitir;

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I. A identificação de cada aluno e a regularidade de sua vida escolar na


Secretaria do CPM;
II. A execução do plano escolar (de todos os setores da escola);
III. O registro das atas e pareceres do conselho de professores e de classes;
IV. A anotação da frequência, notas e ocorrências, registradas diariamente pelo
professor;
V. O acompanhamento disciplinar do aluno, a partir de composição de Ficha
individual de Alterações, composta por elogios, punições e conceito disciplinar
do aluno;
VI. O registro de atendimentos de saúde, constantes em formulários
individualizados, com registros de restrições de saúde, necessidades
especiais e atendimentos executados pelo Serviço de Saúde durante o ano
letivo.

Seção II - Formas de Ingresso

Art.8º. O ingresso de alunos no CPM se dará mediante processo seletivo,


regido por Edital específico, a ser executado por Comissão de Seleção devidamente
nomeado por Portaria da PMTO e SEDUC, para fins de legalidade e publicidade do
ato.

Parágrafo Único. Será redigida lista de espera com os candidatos excedentes


no processo seletivo que serão convocados à realização da matricula de acordo com
a ordem de classificação.

Art. 9º. Aos alunos reprovados na 1ª série do Ensino Médio, é garantida a


permanência, respectivamente, no Ensino Médio, de acordo com disponibilidade de
vagas nos cursos oferecidos, antes da abertura do edital de processo seletivo. O
processo seletivo será para preenchimento das demais vagas restantes.

Parágrafo Único. Os alunos oriundos das unidades I e II do Colégio da Polícia


Militar do Tocantins terão preferência na reserva de vaga, desde que o façam com
antecedência e que gozem de conceito disciplinar suficiente para a matricula.

Art. 10. O processo seletivo será organizado pela Direção do Colégio, em


consonância com a SEDUC, a qual disponibilizará a equipe do SALTO – Sistema de
Avaliação do Tocantins, cuja elaboração das provas e emissão de resultados fica
responsabilizada. À Direção Escolar competirá o apoio administrativo e humano na
elaboração do Edital e demais fases do processo seletivo.

Parágrafo Único. Não haverá ingresso de alunos na 3ª série, salvo aqueles


que forem oriundos de outro Colégio Militar e que goze de bom conceito disciplinar,
atestado por Carta de Recomendação do Comandante da Unidade de origem.

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CAPÍTULO IV - Dos Direitos e Deveres dos participantes do Processo


Educativo do Corpo Docente, toda Equipe Pedagógica e Administrativa desta
Instituição

Art.11. A equipe escolar é composta por professores habilitados, por


coordenadores pedagógicos e disciplinares, por orientadores educacionais,
assistente social, psicólogo, enfermeira, gestor e todo corpo administrativo da
comunidade escolar.

Seção I
Dos Direitos e Deveres do Corpo Docente

Art.12. O professor, além dos direitos e deveres que lhes são assegurados pelo
Estatuto do Servidor Público do Estado do Tocantins, combinado com a legislação
vigente aos profissionais da educação do estado terá os seguintes direitos:

I. Utilizar-se dos recursos disponíveis na escola para atingir os seus objetivos


educacionais;
II. Valer-se de técnicas e métodos pedagógicos próprios para obter melhor
rendimento de seus alunos;
III. Participar das reuniões pedagógicas, opinando e votando nas questões
deliberativas;
IV. Ter acesso às avaliações pessoais e determinações feitas pela direção em
prazo útil;
V. Ter acesso às informações ou reclamações feitas pelo aluno em relação ao
professor;
VI. Ser comunicado com antecedência mínima de 24h, sobre qualquer evento
que irá acontecer na escola, salvo, em situações de caráter extraordinário;
VII. Avaliar equipe pedagógica, direção e todo corpo administrativo da escola;
VIII. Ser removido dentro da própria instituição, caso não esteja desempenhando
adequadamente sua função, por problemas de saúde ou questões que não
afetem o seu dever, evitando ser penalizado ou ser transferido para outra
instituição;
IX. O servidor que não atender as normas e os critérios inerentes à prática
pedagógica do CPM, mediante as notificações que forem tomadas via
documentação escrita, será devolvido para a SEDUC ou Diretoria Regional de
Ensino, órgão de lotação do servidor da área educacional;
X. Ser respeitado por toda equipe escolar e pelos alunos;
XI. Ser apoiado com os recursos adequados na aplicação de novas estratégias;
XII. Ser ouvido em suas queixas ou reclamações.
XIII. Opinar construtivamente, em termos adequados, com relação à direção e
demais serviços do estabelecimento de ensino, bem como, solicitar os
materiais necessários às aulas, dentro das possibilidades do Colégio da
Polícia Militar.

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XIV. O professor poderá utilizar-se dos equipamentos técnicos para a realização


de atividades pedagógicas.

Art.13. Os deveres do corpo docente, equipe pedagógica e administrativa, além


daqueles definidos em lei e nas convenções coletiva de trabalho, são:

I. Apresentar aos alunos, no início do ano letivo, ementa com o conteúdo


programático anual, bem como, a forma de avaliação de acordo com a
legislação vigente;
II. Fazer sempre que necessário a revisão dos conteúdos, oportunizando assim
ao aluno a recuperação paralela dos mesmos;
III. Orientar quanto ao desenvolvimento de trabalhos extraclasse e fornecer-lhe
as referências para pesquisa sempre que solicitar;
IV. Utilizar metodologias diversificadas, tais como: testes, pesquisas, trabalhos
em equipes em sala e extraclasse e outras que se fizerem necessárias,
fazendo preponderar o qualitativo sobre o quantitativo, atendendo as
peculiaridades e individualidades dos educandos;
V. Corrigir as avaliações feitas pelos alunos, dando-lhes ciência das falhas
cometidas e dos acertos obtidos;
VI. Estipular um prazo, através de acordo entre professor e aluno, para entrega
e/ou realização tanto para os trabalhos extraclasses como para avaliação, do
mesmo, observando o prescrito no Projeto Político Pedagógico - PPP quanto
aos atrasos e redução no valor do trabalho, e em seguida:
a. devolver, após a correção das avaliações, aos alunos para que não
fiquem dúvidas sobre erros e acertos;
b. nunca se utilizar da avaliação como meio de punição ao aluno;
c. não realizar apenas uma forma de avaliação ficando assim
expressamente proibido este ato, de acordo com o sistema de
avaliação vigente;
d. as avaliações preestabelecidas pelos professores poderão ser
requeridas pelos alunos que não estiverem presentes no dia e hora
marcada, mediante justificativa coerente e diálogo com o professor, via
Orientação Educacional, visando desenvolver responsabilidades do
educando;
e. fazer a chamada dos alunos em todas as aulas e atividades escolares,
limitando-se a presença e ausência, deixando as justificativas com o
setor competente;
f. Manter todos os registros de classe sempre em ordem, sendo entregue
nas datas marcadas pela secretaria ou coordenações;
VII. Cumprir e fazer cumprir os horários e calendário escolar, devendo o
professor:
a. estar no estabelecimento de ensino com tempo suficiente para munir-
se do material necessário para suas aulas, sem atrasos;
b. abster-se de retirar-se da sala de aula, salvo necessidade comprovada,
tendo cuidado com o seu material;
c. dirigir-se à sala de aula logo após o sinal estabelecido;

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COORDENAÇÃO DISCIPLINAR
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d. entre uma e outra aula, dirigir-se imediatamente à outra classe, de


forma, que os alunos o aguardem em sala, ficando proibida a entrada
de alunos em sala após o professor sem o registro da Coordenação
Disciplinar.
VIII. Manter assiduidade, comunicando com antecedência os possíveis atrasos e
eventuais faltas previstas em lei.
a. no caso de faltas dos professores será obedecido à legislação vigente
(atestados médicos, licenças, dispensa do comando, etc.), sendo a
reposição de aulas combinadas com os alunos e comunicadas à
direção, bem como, sob a orientação da Coordenação Pedagógica;
b. essas reposições deverão ser feitas em horários vagos na falta de
outro professor, aos sábados, e/ou feriados, caso não seja possível em
dias úteis;
c. as faltas não repostas dentro do mês estarão passíveis de descontos
no pagamento do mês seguinte. Mesmo assim o professor deverá
repor as aulas para completar a carga horária e conteúdos;
d. Ainda que com faltas, justificada sem desconto no pagamento, ou não
justificada, com desconto no pagamento, o professor deverá repor a
aula a fim de manter o conteúdo previsto para o bimestre, podendo
acarretar em outras responsabilidades;
IX. Manter e fazer com que seja mantida a disciplina em sala de aula e fora dela,
respeitando o aluno e se fazendo respeitar;
X. Não permitir que os problemas particulares interfiram no bom relacionamento
das atividades em sala de aula;
XI. Comparecer em todas as atividades escolares para as quais for convocado
(reuniões, conselhos de classe, atividades extraclasse, etc.);
XII. Guardar segredo sobre assuntos sigilosos do estabelecimento de ensino,
tratados em reuniões, conselho de classe, etc., que não devam ser
divulgados;
XIII. Não fumar em sala de aula nem nas dependências da escola;
XIV. Acatar as decisões da Direção, do Serviço de Orientação Educacional e da
Coordenação Pedagógica e Disciplinar;
XV. Comunicar aos setores competentes do Colégio da Polícia Militar (Serviços de
Orientação Educacional e Coordenação Pedagógica e Disciplinar) todos os
problemas referentes aos alunos para que sejam tomadas as devidas
providências;
XVI. Trajar-se de maneira condizente com o ambiente escolar e com vistas à sua
correta apresentação pessoal em sala de aula;
XVII. Cumprir todos os dispostos no presente regulamento, bem como os contidos
nas leis escolares. O não cumprimento implicará em:
a. Advertência oral pela coordenação/direção pedagógica;
b. Advertência escrita pela coordenação/direção pedagógica;
XVIII. A reincidência na mesma falta e quando constatada a impossibilidade de se
resolver o problema, será feita nova advertência, sendo o caso encaminhado
aos órgãos competentes;
XIX. Os casos complexos serão encaminhados à DRE;

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XX. É expressamente proibido ao professor ministrar sob qualquer pretexto, aulas


particulares a alunos e turmas sob sua regência mediante remuneração dos
mesmos;
XXI. Organizar e executar atividades propostas pelo Colégio da Polícia Militar,
contribuindo assim para ordem e sucesso do progresso educativo;
XXII. Conhecer todas as normas atinentes ao Colégio da Polícia Militar no que se
refere às questões disciplinares aos docentes e discentes, não eximindo das
suas atribuições nem dispensando procedimentos devidos pelo Corpo
Discente;
XXIII. Comparecer pontualmente no horário de trabalho, reuniões para quais
tenham sido convocados, atentando para a compatibilidade de sua carga
horária na escola;
XXIV. Manter os conhecimentos relativos à sua especialidade, assim como ao ciclo
de formação continuada;
XXV. Proceder de forma que seu comportamento dê exemplo aos alunos;
XXVI. Agir com discrição na orientação do aluno respeitando-lhe as limitações e as
condições próprias de sua idade e formação, fornecendo-lhe meio para o seu
progresso;
XXVII. Proceder à avaliação do rendimento contínuo e acompanhamento da
aprendizagem;
XXVIII. Documentar resultados obtidos através de notas, observações de forma que
possam ser levados ao conhecimento dos alunos, pais e especialistas da
escola;
XXIX. A escola deve fornecer mecanismos/equipamentos para que seja possível ao
professor cumprir esta data, de acordo com boletim informativo,
bimestralmente;
XXX. Escriturar, o diário de classe, observando rigorosamente as normas
pertinentes;
XXXI. Manter com os colegas e demais servidores do Colégio da Polícia Militar,
espírito de colaboração, indispensável à eficiência do processo educativo;
XXXII. Manter a disciplina em classe e colaborar para a ordem disciplinar geral do
Colégio da Polícia Militar, auxiliando no cumprimento da disciplina escolar,
prevista neste Regimento Interno dentro e fora da escola;
XXXIII. Colaborar nos assuntos referentes à conduta e ao aproveitamento dos
alunos;
XXXIV. Ser exemplo de conduta ética e moral, referência aos alunos do Colégio da
Polícia Militar, preservando a imagem e ideologia dos outros professores;
XXXV. Encaminhar via relatório ou outro documento oficial, à coordenação
disciplinar, qualquer ação meritória ou de interesse para a divulgação e
enaltecimento do aluno e do colégio;
XXXVI. Portar-se e apresentar-se com vestes e indumentárias condizentes com o
exercício de suas funções e durante sua permanência nas dependências
desta U.E, especialmente em salas de aula;
XXXVII. Receber a apresentação da turma que será efetuada pelo Aluno Chefe de
Turma a cada início de aula/atividade, retornando a este tão logo haja o
encerramento destinando a atividade seguinte;

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XXXVIII. Manter o controle da turma em todo o período previsto para sua


aula/atividade, tomando as providências disciplinares em caso de ocorrências
durante a aula/atividade;
XXXIX. Receber do Chefe de turma a apresentação formal, o qual realizará os
procedimentos nos padrões militares, que o deixará ciente do número de
presentes, ausentes e informações pertinentes;
XL. Retornar ao Chefe de Turma o controle da turma, sempre ao encerramento
da aula/atividade, podendo permitir a saída dos alunos caso haja necessidade
de sua permanência na sala, exceto nos Labins, Quadra de esporte, Piscina,
Auditório, e ambientes sob a responsabilidade do docente;
XLI. Redigir e encaminhar Memorando em casos de faltas de alunos descritas
neste Regimento Interno;
XLII. Encaminhar a Coordenação Disciplinar o aluno que cometer atos que
contrariam as normas desta U.E, promovam qualquer tipo de alteração ao
bom andamento da aula/atividade ou cometa atos de indisciplina;
XLIII. Procurar conhecer e utilizar os alunos assessores em suas respectivas
funções, evitando que os oportunistas e desinteressados se ausentem da sala
propositalmente.

Parágrafo Único – No caso de Militares docentes, as atribuições acima


especificadas deverão ser atendidas, bem como o militar deverá atentar para as
previsões legais correlatas ao militarismo. No caso de controle de atividades e
registros diversos, os mesmos deverão ser encaminhados ao superior imediato;

Art.14. Entendem-se ainda como deveres dos professores todos aqueles que
resultem no enaltecimento do nome do Colégio da Polícia Militar, sejam nos campos
pedagógicos, administrativos, disciplinares e áreas afins da educação.

Seção I - Dos Direitos e Deveres do Corpo Discente

Art.15. São direitos do aluno

I. Ser considerado e valorizado na sua individualidade, sem discriminação de


raça, cor, religião, classe social, convicção política ou outra;
II. Gozar dos benefícios que vierem a surgir em razão de ser aluno do Colégio
da Polícia Militar;
III. Participar do planejamento de aulas externas, na condição de coordenação,
participação ou observação, desde que com o consentimento do professor;
IV. Sugerir alterações em disciplinas, estruturas curriculares, aulas programadas
ou outra atividade acadêmica, desde que tenha o devido respaldo
pedagógico, acadêmico ou científico;
V. Propor alterações nos regulamentos e normas do Colégio da Polícia Militar, a
partir de estudos de caso, análises pedagógicas e científicas, encaminhando-
as ao coordenador disciplinar para apreciação;

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VI. Expressar suas ideias e valores, desde que não atentem aos valores dos
outros, bem como venham a ferir direito de terceiros, sendo ainda vedado o
anonimato;
VII. Recusar-se a cumprir uma determinação imposta, cujo amparo legal não
exista;
VIII. Defender-se amplamente e exercer o direito Constitucional de expor o
contraditório, em procedimentos disciplinares em que esteja envolvido;
IX. Ausentar-se, justificadamente, das atividades propostas, desde que não gere
prejuízos ao conteúdo ministrado ou venha a exceder o limite de faltas
preestabelecido;
X. Apresentar queixa, por escrito, contra professores/instrutores, corpo
administrativo e disciplinar, sobre atos ou fatos atentatórios aos direitos
preconizados neste regimento;
XI. Formalizar pedidos, requerimentos, solicitações ou outras formas de
documentos em nome da turma a qual faça parte, desde que com o devido
amparo legal ou aquiescência daquela, bem como crivo do diretor do Colégio
da Polícia Militar;
XII. Ter o direito de resposta, de forma proporcional ao agravo sofrido, no que se
referem aos danos morais, materiais ou à imagem;
XIII. Ter a liberdade de consciência e crença, assegurada a livre manifestação
religiosa e garantida, nos moldes legais, a proteção aos locais destinados aos
cultos e liturgias no interior do Colégio da Polícia Militar, previamente
acordado com a Direção;
XIV. Manifestar atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, nas
datas e locais previamente estabelecidos para a atividade pedagógica;
XV. Ter garantida a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas,
assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de
sua violação;
XVI. Ter o acesso à informação que julgar de seu interesse, resguardado o sigilo
da fonte, quando necessário ao bem da disciplina e funcionamento do Colégio
da Polícia Militar;
XVII. Reunir-se pacificamente, sem armas, nas dependências do Colégio da Polícia
Militar, desde que não frustrem outra reunião, evento ou atividade
anteriormente convocada para o mesmo local, desde que com a ciência e
autorização da direção;
XVIII. Criar um grêmio recreativo estudantil, agremiação musical ou desportiva ou
outra associação de cunho acadêmico, pedagógico ou cívico, com a devida
autorização da direção do Colégio da Polícia Militar;
XIX. Solicitar ao professor/instrutor os esclarecimentos que julgar necessários à
boa compreensão de assuntos que lhe estejam sendo ministrados;
XX. Solicitar revisão de provas de acordo com as normas do Projeto Político
Pedagógico;
XXI. Ter acesso a sua ficha de alterações;
XXII. Ter oportunidade de ser ouvido em qualquer assunto de seu interesse;
XXIII. Ser informado de qualquer punição pertinente a sua pessoa antes mesmo de
ser aplicada, com direito de defesa;

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XXIV. Praticar qualquer modalidade esportiva compatível com a sua idade e


programada pela Seção de Educação Física, desde que preenchidos os
requisitos mínimos, incluindo bom comportamento disciplinar e outros
determinados pela direção escolar;
XXV. Receber atendimento individual, em grupo e familiar pelo Serviço de
Orientação Educacional;
XXVI. Ter acesso ao laboratório de informática, biblioteca e complexo esportivo,
desde que agendando antecipadamente, em horário extraclasse, com
monitoramento. Para a permanência no interior do CPM, após o horário das
aulas, somente com autorização prévia;
XXVII. Receber as avaliações, divulgadas pela coordenação disciplinar;
XXVIII. Ter professores qualificados.

§ 1º Se o aluno faltar em dias de prova terá direito a realizar a 2º chamada somente


nas seguintes situações:

I. De doença que o impeça comprovadamente de comparecer à escola;


II. De viagem por motivo de tratamento médico ou doença e ocorrência familiar
grave;
III. De luto;
IV. Imprevistos nos deslocamentos entre residência/escola, devidamente
comprovados.

§ 2º - Em caso de perca de prova, o aluno terá até 48 horas (dias úteis) para
requerer junto ao serviço de orientação educacional a segunda chamada. Passado
este período, o aluno perde o direito ao requerimento, por extemporaneidade;

Art.16. São deveres do aluno:

I. Obedecer rigorosamente às normas na execução dos trabalhos escolares,


considerando os recursos ilícitos como incompatíveis com a dignidade
pessoal do aluno do Colégio da Polícia Militar;
II. Possuir caderneta ou agenda de anotações do aluno, a fim de que se possam
constar todas as determinações e orientações do Colégio da Polícia Militar,
desde professores às coordenações;
III. Acatar prontamente as ordens do Chefe e Subchefe de turma;
IV. Contribuir, na esfera de sua competência, para o prestígio do colégio;
V. Esforçar-se para obter o maior aproveitamento possível do ensino que lhe for
ministrado;
VI. Manter conduta e apresentação corretas, mesmo longe das vistas dos
coordenadores do colégio, demonstrando assim, possuir disciplina
consciente;
VII. Ter o devido zelo com equipamentos e demais objetos pertencentes ao
colégio, bem como os cautelados no nome do aluno. Quem danificar qualquer
material por brincadeira ou falta de cuidado, deverá repor o bem em questão

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sem prejuízos para as sanções disciplinares, cíveis e penais, se assim


necessitar;
VIII. Deixar as carteiras limpas e alinhadas do início ao término das aulas – cada
aluno é diretamente responsável por sua carteira, e o Chefe de turma por
todos;
IX. Usar os uniformes impecavelmente limpos, mãos asseadas, unhas aparadas,
mantendo uma apresentação pessoal irrepreensível e postura elegante e
manter-se assim durante todo o período previsto ou fora dele quando em
deslocamentos;
X. Comportar-se com absoluta lealdade e disciplina em todas as atividades
escolares;
XI. Apresentar à coordenação pedagógica todos os comunicados com o ciente
dos pais no prazo máximo de 48 horas, salvo quando liberado por quem de
direito ou a bem da disciplina;
XII. Apresentar, nos dias de provas e atividades escolares valoradas,
comunicados devidamente assinados pelos pais ou responsáveis. No caso de
não apresentação do documento, o aluno perderá o direito à atividade
prevista;
XIII. Cada aluno é responsável pelo seu material escolar e outros objetos que
tragam para o colégio, devendo ter com eles o devido zelo;
XIV. Portar seus livros, individualmente, para as aulas previstas, antes do início da
atividade, utilizando-o em coletividade somente com a ordem do professor;
XV. Estar pronto para as atividades propostas, dentro e fora do colégio, atentando
para o toque da sirene indicativa, ou efeito sonoro similar, de início e término
das atividades;
XVI. Valorizar e aceitar as individualidades, sem discriminação de raça, cor,
religião, classe social, convicção política ou outra;
XVII. Participar das atividades externas, na condição de coordenação, participação
ou observação, mantendo o bom andamento das aulas;
XVIII. Aceitar a expressão de ideias e valores, desde que não atentem aos valores
dos outros, bem como venham a ferir direito de terceiros;
XIX. Cumprir uma determinação imposta, cuja determinação possua amparo legal
e a ordem seja emanada por um profissional habilitado e qualificado;
XX. Cumprir uma orientação imposta por turma líder, cuja expressão possua
amparo legal e a orientação seja emanada de forma a atender o bem da
disciplina, trabalho acadêmico ou atividade proposta;
XXI. Atentar para o limite de faltas preestabelecidas;
XXII. Garantir e promulgar a garantia da intimidade, a vida privada, a honra e a
imagem das pessoas, sob pena de indenização pelo dano material ou moral
decorrente de sua violação;
XXIII. Seguir rigorosamente a cadeia de comando para encaminhar qualquer
documento por escrito, passando pelos níveis previstos dentro do Colégio da
Polícia Militar;
XXIV. Pedir autorização para adentrar e para sair de qualquer ambiente escolar,
incluindo as dependências abertas, como áreas de vivência, refeitório ou
outras, quando estiverem sendo utilizadas.

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§ 1º – É vedado ao aluno do Colégio da Polícia Militar:

I. Adentrar a sala de aula sem autorização do professor, quando em aula, e do


Chefe de Turma sem justificar o motivo;
II. Adentrar a secretaria, direção, coordenação disciplinar e pedagógica, sala de
professores, almoxarifado, cozinha, exceto com autorização de quem de
direito;
III. Andar com o uniforme em desalinho, camisa ou camiseta para fora da calça
ou saia;
IV. Sentar-se ou deitar-se no chão ou em locais não apropriados para tal;
V. Trazer consigo revistas, figuras ou qualquer outro tipo de objeto ou publicação
de cunho obsceno ou pornográfico;
VI. Deixar de usar a Tarjeta de Identificação no 1º uniforme (quando adotado);
VII. Usar termos de gírias ou pornográficos e gestos obscenos;
VIII. Deixar de cortar o cabelo e/ou usar costeletas ou qualquer modelo fora do
padrão estabelecido;
IX. Comparecer a qualquer atividade do Colégio da Polícia Militar, com a barba
por fazer;
X. Usar o celular dentro da sala de aula ou qualquer local que se esteja
realizando instrução, formaturas, solenidades, etc.;
XI. Exibir cenas amorosas ou desrespeitosas no interior das dependências do
Colégio da Polícia Militar, bem como no meio externo, quando uniformizados.
a. Entende-se por cenas amorosas qualquer carícia lasciva, beijos nos lábios,
exprimindo afeto ou irreverência, de forma voluptuosa, abraços diversos da
amizade ou outros atos que venham a acentuar a sexualidade;
b. Os namorados deverão manter conduta ética e postura condizente com o
aluno do Colégio da Polícia Militar, não manifestando ações amorosas no
interior do colégio, bem como no exterior, quando uniformizados. Não é aceito
o andar de mãos dadas;
c. A amizade possui outros gestos e ações exprimíveis, diversos dos acima
proibidos.
XII. Infringir qualquer inciso preconizado no artigo 6º (Das Obrigações);
XIII. Imprimir qualquer trabalho que seja nos departamentos administrativos da
escola;
XIV. Usar adereços como pulseiras, brincos, colares, piercing, exceto:
a. As alunas poderão usar brincos discretos e pequenos, um em cada orelha,
não ultrapassando o lóbulo, que não prejudiquem o desempenho das
atividades físicas. Poderão ainda usar relógio de pulso, alianças e anéis que
não possuam pedras encravadas;
b. Mesmo dentro do padrão, não serão permitidos brincos ou anéis esdrúxulos,
de cunho obsceno ou que motive a violência;
XV. As alunas só poderão usar maquiagem leve e discreta;
XVI. As alunas deverão manter as unhas curtas não ultrapassando as pontas dos
dedos. E não poderão usar esmaltes nas cores vermelho, preto, grafite, café
e roxo ou quaisquer cores fluorescentes ou que estejam sobressaindo às
cores do uniforme;

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XVII. O sutiã das alunas deverá ser discreto, não podendo ser visto através do
uniforme, nem excluir o uso da peça;
XVIII. As alunas deverão fazer uso de redinhas sobre o coque do cabelo e meias-
finas cor da pele, compondo o uniforme 1ºA;
XIX. As alunas deverão usar rabo de cavalo ao prender o cabelo, sem franjas
sobre o rosto, compondo o uniforme 1º B.

§ 2º - O objeto não autorizado que estiver de posse do aluno será retido pela
Coordenação Disciplinar, mediante recibo, permanecendo dessa forma até a visita
dos pais ou responsáveis, para entrega e assinatura do Termo de Medida
Disciplinar, se for o caso.

Seção III - Dos Direitos e Deveres do Corpo Administrativo Da Direção

Art. 17. A direção do colégio é o núcleo executivo encarregado de administrar


as atividades da unidade escolar e será exercida pelo Diretor, devidamente
assessorado pelos responsáveis pelos Departamentos de Gestão indicados no
caput do artigo 14.

Parágrafo único – Os responsáveis pelos núcleos serão designados pelo


diretor da unidade escolar.

Subseção I - Das Atribuições da Direção e Sub Direção

Art. 18. A Direção Geral do Colégio será exercida preferencialmente por um


Tenente Coronel PM pertencente aos quadros da PMTO, escolhido pelo
Comandante Geral, e a Sub Direção será exercida preferencialmente por Major PM,
também escolhido pelo Comandante Geral, que terão as seguintes atribuições:

I. Garantir as condições para o desenvolvimento da gestão democrática do


ensino, na forma prevista pela legislação e neste regimento;
II. Coordenar a elaboração da proposta pedagógica da escola;
III. Organizar as atividades de planejamento no âmbito da escola;
IV. Gerenciar os recursos físicos, materiais, humanos e financeiros para atender
às necessidades da escola a curto, médio e longo prazo;
V. Promover a elaboração, o acompanhamento, a avaliação e o controle da
execução do Plano Plurianual de Gestão e do Plano Escolar;
VI. Garantir:
a. O cumprimento dos conteúdos curriculares, das cargas horárias e dos dias
letivos previstos;
b. Os meios para a recuperação de alunos de menor rendimento nas disciplinas
críticas, bimestralmente;
VII. Assegurar o cumprimento da legislação, bem como dos regulamentos,
diretrizes e normas emanadas da administração superior;

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VIII. Expedir diplomas, certificados e outros documentos escolares,


responsabilizando-se por sua autenticidade e exatidão;
IX. Desenvolver ações visando o contínuo aperfeiçoamento dos cursos e
programas, dos recursos físicos, materiais e humanos da escola;
X. Garantir o zelo da manutenção e conservação dos bens patrimoniados e de
outros bens colocados à disposição do colégio;
XI. Assegurar a inspeção periódica dos bens patrimoniados, solicitar baixa dos
inservíveis e colocar os excedentes à disposição de órgãos superiores;
XII. Promover ações para a integração da escola-família-comunidade-empresa;
XIII. Coordenar a elaboração de projetos, submetendo-os à aprovação dos órgãos
competentes, acompanhar seu desenvolvimento e avaliar seus resultados;
XIV. Criar condições e estimular experiências para o aprimoramento do processo
educacional; e
XV. Prestar informações à comunidade escolar.

Seção IV - Da Secretaria

Art.19. A Secretaria Geral do CPM é o departamento encarregado dos


registros escolares, da documentação, da correspondência e dos arquivos.

Parágrafo único. O cargo de secretário geral do CPM é exercido por profissional da


área da educação, designado para esse fim por meio de ato da Diretoria Regional de
Ensino ou Secretaria de Educação.

Art. 20. São atribuições do secretário geral de UE:


I. substituir o diretor, na ausência do Sub Diretor, e em caso de impedimentos;
II. efetuar a matrícula dos alunos e organizar as respectivas pastas processos
individuais com a documentação completa;
III. proceder, no ato da matrícula, em caso de alunos ingressos por transferência,
à comparação do histórico escolar com as estruturas curriculares vigentes na
UE, em conjunto com o coordenador pedagógico, para os fins de adaptação,
quando for o caso;
IV. organizar as turmas de acordo com os anos/séries/períodos do ensino
oferecido;
V. organizar e disponibilizar aos professores os correspondentes diários de
classe, zelando pelo correto preenchimento das informações correspondentes
ao preenchimento dos campos obrigatórios (cabeçalho, nome da UE, ano
letivo, turma, disciplina, carga horária, nome do professor e bimestre) e
movimentação de aluno;
VI. manter organizada a pasta de legislação da UE, bem como atender aos
prazos de vigência dos atos reguladores do ensino ministrado:
a. lei ou ato de criação;
b. ato de credenciamento;
c. autorização, reconhecimento ou renovação de reconhecimento do ensino;

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d. regimento e estrutura curricular aprovados; e


e. leis, decretos e demais normas pertinentes.
VII. operacionalizar com ética, e com o necessário sigilo, as informações da
documentação escolar;
VIII. registrar e divulgar bimestralmente, resultados do aproveitamento escolar do
alunado, bem como o resultado final, após decisão do Conselho de Classe;
IX. manter atualizada a documentação dos servidores e informar a sua
frequência;
X. receber, conferir, registrar e encaminhar documentos e controlar sua
tramitação;
XI. redigir e assinar atas, editais e pareceres;
XII. assinar, juntamente com o diretor da UE, os certificados, diplomas, históricos
escolares e outros documentos, mantendo atualizada sua expedição;
XIII. atender com préstimo os alunos, professores e pais, em assuntos
relacionados com a documentação escolar e outras informações pertinentes;
XIV. organizar processos de legalização da UE, compreendendo: credenciamento
da instituição, autorização, reconhecimento e renovação do reconhecimento
do ensino e cursos ministrados, bem como aprovação das estruturas
curriculares e regimento, quando for o caso;
XV. supervisionar os trabalhos dos auxiliares de secretaria;
XVI. planejar, acompanhar, monitorar e avaliar as atividades da secretaria;
XVII. manter cópia do regimento da UE em local de fácil acesso a toda comunidade
escolar;
XVIII. zelar pelo fiel cumprimento do calendário escolar, das estruturas curriculares,
do regimento e demais normas pertinentes à organização do trabalho da UE;
XIX. controlar a entrada e saída do material de expediente da secretaria da UE;
XX. responsabilizar-se pelo arquivamento dos documentos referentes aos
equipamentos, materiais didáticos e mobiliários direcionados à Sala de
Recursos Multifuncionais;
XXI. no ato da matrícula, colher informações que identifiquem se o aluno é publico
alvo da Educação Especial, e informar à equipe pedagógica da UE a
existência desse aluno;
XXII. realizar a matrícula dos alunos no AEE;
XXIII. assegurar o quantitativo de alunos por sala do ensino regular, quando houver
alunos incluídos, conforme a Resolução CEE/CEB nº1/2010 e o Procedimento
de Matrícula vigente;
XXIV. participar de reuniões do Conselho de Classe;
XXV. conhecer a legislação e sua aplicabilidade nas diferentes formas de
organização da Educação Básica;
XXVI. Supervisionar o preenchimento do Livro-de-ponto do servidor, devendo ser a
responsável direta por eventuais correções e alterações nos registros;
XXVII. Comunicar à direção toda irregularidade que venha ocorrer na secretaria;
XXVIII. Organizar e manter em dia o protocolo, o arquivo escolar e o registro de
assentamentos dos alunos, de modo a permitir, em qualquer época, a
verificação:
a. Da identidade e da regularidade da vida escolar do aluno;

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b. Da autenticidade dos documentos escolares.

Art. 21. Compete aos assistentes administrativos que atuam na secretaria e ao


auxiliar de Secretaria, sob a coordenação do secretário:

I. apropriar-se da legislação educacional vigente;


II. organizar e manter atualizada a escrituração, os arquivos ativo e passivo, o
fichário, a correspondência escolar e o registro dos resultados do
aproveitamento escolar dos alunos;
III. entregar, na data prevista, o material solicitado;
IV. guardar sigilo sobre o conteúdo do material a seu encargo;
V. responsabilizar-se pela conservação dos equipamentos do setor,
comunicando ao secretário geral a necessidade de eventual revisão ou
conserto;
VI. solicitar ao secretário, em tempo hábil, a aquisição do material necessário ao
bom funcionamento do serviço;
VII. cumprir outras determinações do secretário geral, quando do interesse da
respectiva UE;
VIII. participar ativamente das campanhas que orientem quanto ao uso racional de
materiais, como uma forma de minimizar a degradação dos recursos naturais;
IX. envolver-se nas ações de sensibilização quanto à conservação do patrimônio
escolar, como forma de aperfeiçoar os serviços e a produção de lixo no
ambiente escolar.
X. Cumprir as obrigações inerentes às atividades administrativas da secretaria,
quando ao registro escolar do aluno referente à documentação
comprobatória, necessidades de adaptação, aproveitamento de estudos,
classificação, reclassificação e regularização de vida escolar;
XI. Atender a comunidade escolar e demais interessados, prestando
informações orientações;
XII. Cumprir a escala de trabalho e folgas que lhe for previamente estabelecida;
XIII. Participar de reuniões de pais, conselho de classe quando solicitado, a fim de
registrar atas ou auxiliar o secretário;
XIV. Controlar a entrada e saída de documentos escolares, prestando informações
sobre os mesmos a quem de direito;
XV. Controlar a entrada e saída de pessoas distintas ao setor, controlando o
acesso aos equipamentos da secretaria;
XVI. Organizar, em colaboração com o secretário escolar, os serviços do seu
setor;
XVII. Emitir Ficha Individual, Histórico Escolar, Boletins, Declarações, garantindo
sua idoneidade;
XVIII. Organizar e manter atualizado o arquivo ativo e inativo e inativo da escola;
XIX. Classificar, protocolar e arquivar documentos e correspondências;
XX. Solicitar ao secretario, em tempo hábil, a aquisição do material necessário ao
bom funcionamento do serviço;
XXI. Coletar e digitar dados estatísticos, alimentado e atualizando o sistema, tais
como CENSO ESCOLAR, BOLSA FAMILIA, nas datas estipuladas;

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XXII. Executar trabalho de reprografia e digitação;


XXIII. Checar o e-mail e afins, atendendo as solicitações;
XXIV. Zelar pelo sigilo de informações pessoais de alunos, professores, funcionários
e família;
XXV. Manter e promover relacionamento cooperativo de trabalho, respeito e
hierarquia com colegas, chefes de setor, alunos, com pais e com os demais
segmentos da comunidade escolar;
XXVI. Anexar ao dossiê os atestados médicos, realizando o registro no livro de
ponto;
XXVII. Cumprir outras determinações do secretário geral, quando do interesse da
respectiva UE;

Art. 22. O horário de funcionamento da Secretaria escolar é de 07h00min às


17h00min horas.

Parágrafo Único. O horário de atendimento é voltado para os pais e


responsáveis. No caso de atendimento para alunos, somente poderá ser realizado
em horários distintos das aulas, ou em casos especiais, com a devida autorização
do superior imediato.

Seção V - Da Coordenação Pedagógica

Art.23. A Coordenação Pedagógica terá por Chefe um Capitão do serviço ativo


da Polícia Militar do Tocantins, preferencialmente possuidor do Curso de
Especialização em Educação ou equivalente, cabendo-lhe:

I. Assessorar o comandante e diretor na administração do ensino;


II. Orientar e acompanhar a elaboração anual do projeto político pedagógico;
III. Coordenar, supervisionar, acompanhar, controlar e avaliar todas as atividades
de ensino;
IV. Coordenar e participar da elaboração do calendário escolar anual e do quadro
de horário de aulas;
V. Cuidar do bom desenvolvimento das atividades de ensino e correlatas;
VI. Zelar pelo cumprimento da legislação do ensino, calendário escolar e
regimento interno;
VII. Executar e fazer executar as atividades que contribuam para o bom
funcionamento do Colégio da Polícia Militar;
VIII. Dirigir e supervisionar toda a atividade didático-pedagógica em âmbito
interno, incluindo revisão de currículo, de conteúdo, de indicação e dispensa
do corpo docente, planejamento de emprego dos recursos de ensino–
aprendizagem etc.;
IX. Planejar e supervisionar atividades operacionais e solenidades;
X. Promover, coordenar e supervisionar as atividades pedagógicas de forma
contínua.

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Art. 24. O plano de trabalho desta equipe tem como objetivos;

I. Assessorar os professores no ato da prática-pedagógica;


II. Observar constantemente as diversificadas atividades e sua coerência com a
prática pedagógica;
III. Acompanhar o processo de avaliação junto aos professores, alunos e pais,
promovendo a autoavaliação;
IV. Realizar estudos, momentos de reflexão sobre evasão e repetência,
promovendo a inclusão;
V. Promover a comunicação entre escola e pais, divulgando o desempenho e
resultados;
VI. Subsidiar os professores quanto ao preenchimento de documentos;
VII. Valorizar e respeitar junto à comunidade escolar a cultura do aluno do Colégio
da Polícia Militar;
VIII. Promover o entrosamento socioeducativo, cultural e desportivo;
IX. Subsidiar o planejamento e desenvolvimento do mesmo, dentro dos preceitos
do Projeto Político Pedagógico;
X. Promover o delineamento quanto aos conteúdos;
XI. Acompanhar a metodologia histórico-crítica;
XII. Efetivar o acompanhamento da Avaliação dos conteúdos;
XIII. Acompanhar a elaboração e execução de todos os projetos realizados;
XIV. Realizar visitas planejadas às salas de aula, solicitadas ou casuais;
XV. Analisar critérios e instrumentos de avaliação;
XVI. Observar resultados e dificuldades dos alunos;
XVII. Realizar apresentação a alunos e pais sobre situação escolar, em fichas
próprias e boletins;
XVIII. Prestar constante observação de livros registro, relatórios, fichas e outros;
XIX. Efetivar planejamento junto aos professores discutindo critérios de avaliação
e propostas de trabalhos referentes ao atendimento do aluno;
XX. Acompanhar e apoiar quanto ao desempenho de Professores e Alunos, tendo
em vista a aprendizagem;
XXI. Incentivar à clientela escolar e pais a expressar suas ideias mantendo o
autocontrole.
XXII. Proceder a notificação por escrito de professores que deixarem de cumprir os
prazos e atividades determinadas pelas coordenações de área e pela direção
do Colégio, aplicando a devida advertência, por escrito, quando o docente for
notificado pela terceira vez.

§ 2º - São considerados Procedimentos metodológicos:

I. Reuniões pedagógicas, informativas, extraordinárias;


II. Encontros para troca de experiências e análise de problemas e desempenho
de atividades;
III. Relacionar atividades significativas e divulgá-las;
IV. Realizar entrevistas com professores, alunos, e pais;
V. Pré-conselho de classe por áreas específicas;

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VI. Conselhos de classe;


VII. Envolver toda a comunidade escolar na discussão e definição de ações;
VIII. Realizar projetos junto ao Colégio da Polícia Militar;
IX. Orientações individuais com alunos, pais e professores;
X. Condicionar atividades de atendimento ao professor em hora atividade;
XI. Entrevistas com alunos, pais e professores com intuito de detectar as
dificuldades e as necessidades individuais;
XII. Reuniões informativas, palestras, festas, filmes, jogos, gincanas culturais e
recreativas;
XIII. Exposições de trabalhos produzidos pelos alunos;
XIV. Projetos de integração interdisciplinar;
XV. Confraternização e eventos comemorativos;
XVI. Ressaltar as datas comemorativas.

§3º As atividades propostas serão realizadas durante todo o ano letivo,


obedecendo às necessidades extraordinárias e eventuais de acordo com as
possibilidades. Os prazos e datas previstas para execução das atividades estão
contemplados no P.P.P do Colégio da Polícia Militar.

Seção V - Da Coordenação Disciplinar

Art. 25. A Coordenação Disciplinar terá por Chefe um Capitão do serviço ativo
da Polícia Militar do Tocantins, preferencialmente possuidor do Curso de
Especialização em Educação ou equivalente, cabendo-lhe:

I. Assessorar o Comandante na administração da disciplina no ambiente


escolar e fora dele;
II. Opinar na elaboração anual do projeto político pedagógico;
III. Coordenar, supervisionar, acompanhar, controlar e avaliar todas as atividades
de acompanhamento disciplinar, com vistas a melhorar o desenvolvimento
pedagógico dos alunos;
IV. Opinar na elaboração do calendário escolar anual e no quadro de horário de
aulas;
V. Cuidar do bom desenvolvimento das atividades disciplinares com o objetivo
principal de proporcionar reflexos positivos na área pedagógica;
VI. Zelar pelo cumprimento da legislação do ensino, calendário escolar e
regimento interno;
VII. Supervisionar as atividades que contribuam para o bom funcionamento do
Colégio da Polícia Militar;
VIII. Supervisionar toda a atividade disciplinar em âmbito interno e externo,
incluindo a participação de alunos nas solenidades de formatura geral e
solenidades cívico-militares das quais o colégio faça parte;
IX. Supervisionar atividades operacionais atribuídas aos orientadores
educacionais e as solenidades do colégio;

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X. Promover, coordenar e supervisionar as atividades disciplinares de forma


contínua.
XI. Realizar a atualização da Ficha Individual de alterações dos discentes através
da aplicação de medidas disciplinares bem como da concessão de elogios,
condecorações e menções honrosas;
XII. Acionar os pais e responsáveis sempre que os alunos apresentarem desvios
de conduta disciplinares, realizando o registro da reunião em livro próprio;
XIII. Dispensar alunos desde que previamente autorizado pelo Comando e pelo
Chefe da Coordenação Pedagógica;
XIV. Orientar as intervenções pontuais realizadas pelo Corpo de Alunos nas
turmas que apresentarem contínuos problemas relativos à disciplina e que
afetarem o desempenho pedagógico;
XV. Autorizar a saída de alunos fora dos horários especificados nesse regimento
desde que acompanhados pelos pais ou responsáveis, bem como dispensar
alunos de participar de eventos e solenidades.
XVI. Definir, juntamente com a Coordenação Pedagógica os critérios para a
aplicação de reforço pedagógico-disciplinar aos sábados;
XVII. Interagir com o Serviço de Orientação Educacional para identificação de
problemas disciplinares e apresentação de proposta de intervenção coletiva;
XVIII. Atender os responsáveis para tratar de questões disciplinares dos discentes
em apoio ao Chefe do Corpo de Alunos.

Seção V - Do Corpo de Alunos

Art. 26. O Corpo de Alunos terá por Chefe um Tenente do serviço ativo da Polícia
Militar do Tocantins, preferencialmente possuidor do Curso de Especialização em
Educação ou equivalente, cabendo-lhe:

I. Exercer o comando imediato de todo o Corpo de Alunos para a consecução


das finalidades previstas neste regimento interno e daquelas propostas pelo
Comandante e Diretor do CPM;
II. Assessorar, em conjunto com a Coordenação Disciplinar, o Comandante na
administração da disciplina no ambiente escolar;
III. Acompanhar o dia a dia dos discentes cobrando o fiel cumprimento das
normas internas do CPM e realizando, a orientação, fiscalização e anotação
disciplinar nos termos desse regimento e demais atividades que julgar
necessárias para a manutenção da disciplina no ambiente escolar;
IV. Executar as intervenções coletivas propostas pela Coordenação Disciplinar
após a detecção de problemas disciplinares ou pedagógicos pela
Coordenação Disciplinar, Coordenação Pedagógica e pelo Serviço de
Orientação Educacional;
V. Executar todas as atividades de acompanhamento disciplinar;

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VI. Preparar e ministrar a disciplina de Orientação Educacional, em conjunto com


os demais orientadores disciplinares, visando a melhoria constante da postura
disciplinar de todas as turmas do colégio;
VII. Coordenar a seleção e o Curso de Formação de Fiscais;
VIII. Encaminhar para a Coordenação Disciplinar os casos que não puderem ser
resolvidos através de orientação ou mesmo da anotação disciplinar;
IX. Executar as ações de reforço pedagógico-disciplinar aos sábados em parceria
com a Coordenação Pedagógica;
X. Organizar, acompanhar e fiscalizar as solenidades internas e externas das
quais o colégio faça parte;
XI. Exercer o acompanhamento e controle das atividades realizadas pelos alunos
Fiscais;
XII. Providenciar as escalas dos militares Orientadores Disciplinares.

Seção VI - Da Orientação Educacional

Art.27. A Orientação Educacional é o suporte pedagógico que tem por objetivo


fortalecer e promover espaços para o diálogo entre docentes, discentes, família e
comunidade, visando a humanizar o processo de ensino e aprendizagem,
proporcionando condições apropriadas ao estudante, para desenvolver-se
integralmente.

Art. 28. Cumpre ao responsável pela função de orientador pedagógico:

I. participar e colaborar com o processo de elaboração do Projeto de


Intervenção Pedagógica;
II. conhecer e apropriar-se dos resultados dos alunos nas avaliações externas –
de âmbito federal e estadual, tendo em vista as metas propostas e pactuadas
pela UE;
III. assessorar o planejamento, a implementação e o desenvolvimento das ações
educacionais, juntamente com o coordenador pedagógico, relativas à
intervenção pedagógica;
IV. manter reuniões periódicas com as turmas, para mapear problemas de
aprendizagem, evasão escolar, desinteresse, desorganização, conflito e
outros, buscando soluções juntamente com professores e coordenador
pedagógico;
V. dar suporte aos alunos com problemas de relacionamento e estabelecer
parcerias com as famílias, quando houver desconfiança de que a dificuldade
de aprendizagem esteja em casa;
VI. trabalhar, em parceria com os professores, para compreender o
comportamento dos alunos e agir de maneira adequada em relação a eles;
VII. acompanhar e articular, juntamente com o corpo docente, o planejamento e a
implementação da intervenção pedagógica, garantindo que a realidade do
aluno seja o foco para o (re)dimensionamento das atividades;

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VIII. acompanhar sistematicamente o processo de aprendizagem a partir do


interesse e necessidade dos corpos docente e discente, sugerindo medidas e
práticas inovadoras que contribuam para a melhoria da qualidade da
aprendizagem;
IX. atender aos alunos que apresentem necessidade de assistência sistemática e
especializada, quanto a problemas de aprendizagem ou de comportamento;
X. participar dos conselhos de classe como um dos articuladores, para conduzir
a reflexão e a discussão das dificuldades de ensino, de aprendizagem, de
adequação dos conteúdos curriculares, das metodologias empregadas, com
vistas às competências e habilidades previstas na proposta pedagógica da
UE, face às necessidades dos alunos;
XI. motivar os alunos, a fim de que participem e valorizem o Prova Brasil, o
ENEM e o Salto;
XII. articular, juntamente com a coordenação pedagógica, reuniões periódicas
com pais e comunidade, para focalizar a troca de informações, a fim de que, a
partir desse ponto, possa elaborar, de forma conjunta, uma solução para os
problemas apresentados relativos à vida educacional do aluno;
XIII. monitorar a frequência do aluno por meio da Ficha de Aluno Infrequente –
FICAI, desde que detectada a ausência do aluno, propondo ações
interventivas, em articulação com o coordenador pedagógico, família,
acionando o Conselho Tutelar e/ou Ministério Público, quando necessário;
XIV. construir e acompanhar, sistematicamente, as atividades do Grupo de
Trabalho (GT), que será estruturado pela UE, do qual farão parte:
coordenadores pedagógicos, gestor escolar, aluno líder titular e um suplente,
e professor (eleito pela equipe docente da UE), articulando estratégias de
eficácia do trabalho, com o intuito de erradicar a evasão escolar;
XV. promover ações com base nos valores e princípios da Educação Ambiental;
XVI. conhecer os diferentes estilos de vida, hábitos e costumes culturais, e de que
forma estes aspectos influenciam na aprendizagem dos educandos;
XVII. promover momentos de sensibilização sobre a importância da continuidade
dos estudos ao longo da vida, em vista da convivência coletiva e da
perspectiva de ascensão social.
XVIII. Acionar, após despacho do Diretor da Unidade, o Conselho Tutelar
competente para intervir nos casos que julgar necessários;
XIX. Realizar o levantamento Sócio Econômico do Corpo Discente através da
aplicação de questionário e outras formas que julgas pertinentes.

Seção VII - Da Biblioteca e suas finalidades

Art. 29. Local reservado para estudos, pesquisas, leitura, reflexão e deleite.
Para que estes objetivos sejam alcançados, necessário se faz, que seus
frequentadores e usuários, respeitem e façam respeitar algumas exigências
mínimas, tais como:

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§ 1º - É vedado aos usuários:

I. Levar para as mesas de estudo, bolsas, mochilas, sacolas e fichários


devendo estes, serem guardados no balcão guarda volumes;
II. Fumar na biblioteca;
III. Bate papos e conversas, pois prejudica todo o ambiente;
IV. O uso de celulares devendo os mesmos, permanecerem desligados ou no
silencioso;
V. A permanência de alunos, na biblioteca durante o período das aulas, salva
com autorização por escrita do professor, ou direção/coordenação da escola;
VI. Trazer e consumir alimentos (biscoitos, bolachas, balas, pirulitos, chicletes,
sorvetes e picolés) ou quaisquer espécies de guloseimas, nem consumi-los
no interior da(s) sala (s) do acervo. Estão inclusos neste item: bebidas, água,
refrescos, refrigerantes, iogurtes e demais líquidos;
VII. Umedecer os dedos com saliva para folhear as páginas das obras;
VIII. Usar canetas ou outros tipos de tinta para destacar frases, textos ou páginas;
IX. Para marcar páginas, não dobre folhas ou faça “orelhas de burro” nas obras
da biblioteca;
X. Usar clips ou Grampos para prender ou marcar páginas;
XI. Usar cola nas atividades de pesquisa, evitando danificar as obras de pesquisa
e até mesmo os móveis da biblioteca;
XII. Utilizar marcadores coloridos, ou outros objetos que soltem tinta nos livros;
XIII. Usar o livro do acervo, como base para redigir resumos ou copiar textos sobre
o mesmo (plágio);
XIV. Conversar em voz alta, gargalhar, gritar ou cantar no recinto da biblioteca.
Jamais, corra ou pratique qualquer espécie de agitação ou barulho na (s) sala
(s) do acervo;
XV. Celulares ligados ou com som em viva-voz. Os mesmos deverão estar
desligados enquanto o proprietário permanece no recinto da biblioteca. Os
aparelhos eletrônicos que produzem som e imagem, com ou sem fone de
ouvido ou quaisquer outros recursos tecnológicos similares, não devem ser
usados no ambiente da biblioteca;

Art. 30. São consideradas providências necessárias:


I. Ao retirar material da biblioteca para ser utilizado como fonte de pesquisa, o
aluno deverá deixar com o funcionário responsável seu documento de
identidade. Em caso de dano ou extravio o material deverá ser levado ao
conhecimento da direção da escola para as devidas providencias;
II. Ao retirar qualquer material da biblioteca para ser utilizado em sala de aula
fica o professor solicitante, responsável pela sua conservação de devolução,
devendo assinar o termo do empréstimo;
III. A biblioteca funcionará para pesquisa e tanto seu espaço físico como seu
acervo deverão estar à disposição de todos e não de uma turma específica;
IV. Agendar previamente a Biblioteca para os plantões tira-dúvidas ou outras
intervenções consideradas necessárias pela comunidade escolar;

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V. Os livros de pesquisas, não disponíveis para cautela, não podem sair da


biblioteca, visto que são para uso exclusivo dos alunos;
VI. Todo material utilizado deverá ser deixado sobre as mesas, cabendo ao
funcionário responsável, sua contagem para fins da estatística e posterior
recolocação nas estantes;
VII. Fica o professor responsável pela solicitação do material a ser utilizado na
sala de leitura ou de aula com antecedência para que o funcionário
responsável possa providenciar em tempo hábil;
VIII. Empréstimos somente de livros literários e com carteirinha do aluno que
deverá ser apresentado ao funcionário responsável;
IX. A biblioteca não se responsabilizará por qualquer material esquecido em seu
recinto, ficando o funcionário responsável apenas, de entregá-lo ao setor de
achados e perdidos;
X. Ao funcionário responsável fica reservado o direito de intervir para a
manutenção da disciplina, podendo inclusive solicitar a retirada do recinto, se
necessário;
XI. Os livros didáticos do aluno ou outro material da biblioteca deverão ser
devolvidos em bom estado de conservação após utilização;
XII. O aluno usuário receberá um “nada consta” de liberação para ser
apresentado na secretaria da escola caso este necessite de algum
documento;
XIII. Ao realizar as pesquisas, não será permitido ao usuário da biblioteca circular
no ambiente interno nem entrar e sair por várias vezes da mesma;
XIV. Manter o ambiente limpo e acolhedor, jogando papéis e outros produtos sem
uso na lixeira;
XV. Considerando-se as dificuldades de reposição, os móveis, os livros, cadeiras
e outros objetos pertencentes à biblioteca, devem ser cuidados e
conservados, sem riscos, rabiscos, cortes ou outras formas de depredação ou
degradação;
XVI. Ao término da pesquisa, deixar a mesa limpa, cadernos e pertences pessoais
devem ser guardados e os livros de pesquisa deixados sobre a mesa;
XVII. Não retirar ou rabiscar as etiquetas dos livros do acervo bibliográfico;
XVIII. O leitor (a) terá direito a retirar uma (01) obra literária por empréstimo,
podendo realizar outra retirada somente após a devolução desta;
XIX. O prazo para cautela será de 10 dias, podendo ser prorrogado por mais uma
vez por igual período;
XX. Devolver o livro no prazo combinado e estabelecido na ocasião do
empréstimo ou comunicar e solicitar prorrogação de prazo;
XXI. O extravio ou a não devolução de obras literárias acarretará no ressarcimento
de um novo livro igual, ou de valor semelhante conforme proposto pela
Biblioteca;
XXII. Não será disponibilizado empréstimo eventual de livros didáticos a alunos
cuja turma o tenha recebido;
XXIII. As turmas que não receberem livros didáticos, e, havendo “reserva técnica”,
estes, serão cedidos para estudo em sala de aula, sob a responsabilidade do

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Professor que os solicitou e em número compatível à quantidade de alunos,


conferindo e responsabilizando-se pela devolução dos mesmos.

Art. 31. Aos professores é recomendado que:


I. Evite o professor, de mandar grande número de alunos da sala, a retirar livros
para a execução de trabalhos ou pesquisas. Recomenda-se deslocar o
máximo de seis alunos por ocasião.
II. Cada professor (a) tem conhecimento para identificar o nível de leitura dos
seus educandos, devendo, portanto orientá-los na busca de livros
compatíveis e, se possível acompanhá-los na escolha e colaborar,
conclamando os alunos a devolvê-los no prazo estipulado.

Art. 32. Considerando-se que, a Biblioteca “Sivia Maria Vieira”, é pública,


porém, sendo biblioteca escolar, não é permitido o empréstimo de obras literárias a
pessoas não pertencentes ao quadro regular do estabelecimento de ensino.

CAPÍTULO V - Dos Laboratórios De Informática

Seção I - Da Organização

Art. 33. Os laboratórios do Colégio da Polícia Militar têm como principal


objetivo prover de recursos de informática de modo a suprir as necessidades nas
áreas de ensino, pesquisa e atividades complementares e quaisquer outras
direcionadas para o atendimento de alunos, professores e coordenadores.

Art. 34. Compete a Coordenação Pedagógica na gestão dos laboratórios:

I. Analisar os produtos de hardware e software solicitados pelo corpo docente,


projetando estimativas de tempo e custo para sua instalação;
II. Propor e desenvolver projetos de novos laboratórios de informática voltados
para a área acadêmica, mediante levantamentos e análises da infra-estrutura
necessária em cada caso;
III. Dar manutenção e suporte técnico aos laboratórios de informática visando
manter a integridade dos equipamentos e garantir o seu perfeito
funcionamento.
IV. Realizar reuniões internas mensais conjuntamente com a Coordenação
Pedagógica, com a finalidade de avaliar o funcionamento do laboratório e
proceder às mudanças necessárias;
V. Elaborar, supervisionar e coordenar os horários de uso das disciplinas da
matriz curricular que utilizam os laboratórios de informática;
VI. Autorizar a entrada e permanência do aluno no LABIN, somente em horários
de aula/atividade, acompanhamento técnico ou com autorização por escrito
do SOE ou Diretoria Disciplinar, devidamente assinada pelos pais ou
responsáveis;

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CAPÍTULO VI - Da Infraestrutura
Seção I - Das Dependências Dos Laboratórios de Informática

Art. 35. Nas dependências dos laboratórios de informática é proibido:

I. Receber alunos sem a presença de um responsável (sem autorização


confome item VI do parágrafo anterior);
II. A entrada de pessoas estranhas aos Cursos;
III. Utilizar aparelhos celulares, CDs, Walkman, todos os tipos de IPODs, ou
quaisquer outros equipamentos de áudio e vídeo;
IV. Fumar, beber, comer ou mesmo levar alimentos para o laboratório;
V. Sentar-se nas bancadas, ou apoiar-se sobre os equipamentos;
VI. Discutir em tom de voz acima do normal sobre trabalhos ou conversas extra-
aula;
VII. Utilizar borracha, tesoura, cola estilete ou qualquer outro material deste
gênero;
VIII. Utilizar equipamentos para fins particulares estranhas às finalidades do CPM.

Seção II - Dos Hardwares e Softwares Dos Laboratórios de Informática

Art. 36. O usuário deve zelar, com o máximo de cuidado, pelo equipamento
que estiver utilizando e caso verifique qualquer falha no mesmo deve informar
imediatamente o responsável presente pela turma que repassará ao servidor
responsável pelos laboratórios de informática.

Art. 37. Fica proibida toda e qualquer alteração nas configurações de hardware
e software das máquinas dos laboratórios de informática, assim como:

I. A utilização de equipamentos e softwares que não façam parte do patrimônio


do Colégio da Polícia Militar;
II. O transporte de equipamentos de informática, entre os diferentes setores da
escola, sem a devida autorização fornecida pela Coordenação de
pedagógica;
III. A utilização de recursos computacionais (equipamentos e softwares) de
propriedade particular, nas dependências dos laboratórios;
IV. A cópia de qualquer software instalado nos laboratórios;
V. A cópia de softwares de um micro para outro;
VI. A armazenagem, apresentação, cópia ou manipulação de material
pornográfico ou jogos nos equipamentos dos laboratórios.

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Seção III - Das Manutenções dos Laboratórios de Informática

Art.38. Os técnicos designados pela SEDUC/PMTO têm autonomia para:

I. Executar manutenções apenas nos equipamentos pertencentes ao(s)


laboratório(s) do CPM, não podendo operar nos equipamentos de terceiros;
II. Proceder à abertura dos equipamentos para manutenção in loco;
III. Trocar equipamentos danificados caso haja necessidade.

Art. 39. É expressamente proibida qualquer intervenção, de hardware ou de


software, nos equipamentos, por parte de usuários, professores ou funcionários que
não façam parte dos laboratórios de informática sem a autorização da Coordenação
Pedagógica. Os que infringirem esta regra serão responsabilizados por qualquer
problema que venha a ocorrer com os equipamentos em questão.

Art. 40. Quando a equipe designada pela SEDUC/PMTO não puder dar o
devido suporte técnico ou manutenção aos equipamentos danificados, por falta de
material, ferramentas ou estrutura adequada, estes deverão ser devidamente isolado
para evitar o agravamento do defeito.

Seção IV - Das aquisições para os Laboratórios de Informática

Art. 41. Toda solicitação de aquisição de softwares e/ou hardware por parte
dos professores, deve passar primeiramente pelos coordenadores de área. Estes,
por sua vez, analisarão o pedido juntamente com a Coordenação Pedagógica,
sendo então o processo, com parecer e devidas justificativas, encaminhadas para a
direção geral que tomará as providências junto à SEDUC, visando sua respectiva
aprovação.

Art. 42. Programas freeware, shareware e doações devem ser encaminhados


para a Coordenação Pedagógica para análise e autorização de uso.

CAPÍTULO VII - Da Utilização Dos Laboratórios De Informática

Art. 43. Os laboratórios serão preferencialmente utilizados para realização de


pesquisas e trabalhos pelos alunos, mas com o ciente da Coordenação Pedagógica,
poderão também ser utilizados, professores, coordenadores e funcionários para
realização de aulas e/ou atividades ligadas ao Colégio da Polícia Militar. Cabe aos
usuários, trazer todo o material necessário para utilização pessoal dos serviços dos
laboratórios.

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Seção I - Da Utilização Dos Laboratórios De Informática Para Aulas Pelos


Coordenadores e Professores

Art. 44. Professores e Coordenadores poderão ministrar aulas na(s) sala(s)


dos laboratórios de informática, desde que tal programação esteja previsto no
planejamento da disciplina elaborado no início de cada semestre e devidamente
agendados;

Art. 45. Durante o horário de aula, o acesso será restrito ao professor e aos
seus respectivos alunos.

Art. 46. Caso o professor queira instalar um software de sua propriedade, que
não necessite de licença deverá emitir antecipadamente uma comunicação interna
para a Coordenação Pedagógica, para a devida aprovação. Na comunicação interna
deverão constar todos os dados necessários para instalação, como: requisitos de
hardware e sistema operacional, vínculos com outros softwares, assim como o
tempo em que o software deverá permanecer instalado.

Art. 47. O professor poderá usufruir todos os recursos do laboratório de


informática durante o seu período de aula.

Art. 48. O professor é responsável pela ordem, disciplina e bom andamento da


aula, assim como pelos equipamentos de informática durante a sua permanência no
laboratório. Qualquer ocorrência (falhas de equipamentos, problemas de softwares,
etc.) deverá ser notificada ao coordenador do curso de informática.

Art. 49. Os professores são expressamente proibidos de permitir a entrada de


alunos que não sejam da turma que está em aula.

Art. 50. Cabe ao professor, orientar e auxiliar os alunos quanto à utilização dos
equipamentos e programas referentes à sua disciplina.

Seção II - Da Utilização Dos Laboratórios De Informática Pelos Alunos Durante


o Período de Aula

Art. 51. Para utilização dos laboratórios de informática durante o período de


aula, o aluno deverá estar regularmente matriculado na unidade escolar e na
disciplina correspondente à aula em questão.

Art. 52. O aluno poderá utilizar os recursos dos laboratórios de informática, em


todas as suas atividades escolares, bastando para isso observar os horários fixados
pela coordenação pedagógica e o devido agendamento prévio.

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Seção III - Da Utilização Fora Dos Horários De Aula Por Coordenadores E


Professores

Art. 53. Os professores e coordenadores poderão utilizar os recursos dos


laboratórios de informática, somente para realização de trabalhos relacionados às
atividades do Colégio da Polícia Militar, com o conhecimento prévio do Coordenador
Pedagógico ou outro servidor nomeado pelo Diretor.

Seção IV - Da Utilização dos Laboratórios de Informática pelos Alunos

Art. 54. Para utilização dos laboratórios de informática o aluno deverá estar
regularmente matriculado na Instituição.

Art. 55. O aluno deverá estar uniformizado.

Art. 56. O aluno poderá utilizar os laboratórios para realizar trabalhos, práticas
e projetos relativos às atividades, desde que previamente autorizadas.

Art.57. É expressamente proibido o uso dos laboratórios de informática para


fins exclusivamente pessoais ou profissionais.

Art. 58. Os laboratórios de informática não deverão, em hipótese alguma, ser


utilizados como salas de estudo.

Art. 59. É proibido à utilização de scanner, para digitalização de cadernos,


livros, lembretes, monografias, fotos pessoais, etc.

Art. 60. É expressamente proibido o uso da Internet para ter acesso a sites
eróticos, pornográficos, jogos, hackers, pheakers, crakers, redes sociais e demais
conteúdos não pertinentes a área de conhecimento dos cursos.

Seção V - Da Utilização Dos Laboratórios De Informática Pelos Funcionários

Art. 61. Os funcionários somente poderão utilizar os laboratórios de informática


quando os mesmos possuírem computadores disponíveis e unicamente para efetuar
trabalhos ligados ao CPM, com conhecimento prévio do Coordenador Pedagógico
e/ou responsável pelo setor.

Seção VI - Da Utilização Dos Laboratórios De Informática Por Terceiros

Art. 62. É expressamente proibido o uso dos laboratórios por pessoas


estranhas ao CPM, que não sejam alunos, funcionários, professores e
coordenadores.

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Art. 63. É proibida a utilização dos laboratórios de informática por ex-alunos


que trancaram a matrícula ou se formaram e não mantêm mais nenhum vínculo com
a Instituição, salvo se expressamente autorizados pelos chefes de seção da escola.

CAPÍTULO VIII - Da Utilização Dos Laboratórios De Informática Pelos


Servidores

Art. 64. O(s) laboratório(s) pode oferecer diversos serviços, tais como:
assessoria por parte dos técnicos e auxiliares, acesso à Internet, serviços de
impressão, acesso a drives nos servidores, etc.

Art. 65. Toda e qualquer requisição de serviços por parte dos professores
deverá ser enviada inicialmente para os coordenadores de área, que juntamente
com o Técnico de informática responsável pelo laboratório, analisará a solicitação e
dará seu parecer para, se for o caso, posterior encaminhamento à direção geral.

Seção I - Da Assessoria Dos Funcionários

Art. 66. Os professores, coordenadores, funcionários, estagiários, monitores,


designados para atuar nos laboratórios não poderão prestar serviços de digitação,
diagramação, ou editoração eletrônica para quaisquer usuários ou terceiros.

Art. 67. Compete aos técnicos de informática à explicação procedimental, caso


necessário, de como se utilizam os softwares instalados nas estações.

Art. 68. A ajuda do funcionário poderá ser solicitada também no caso de


problemas técnicos como impressão, gravação, recuperação de documentos, ou
problemas na rede.

Seção II - Das Impressões

Art. 69. Será permitido apenas ser impresso uma folha de pesquisa por aluno;
trabalhos a ser entregues para professores não será permitido.

Seção III - Da Internet

Art. 70. O acesso à Internet através dos laboratórios de informática será


disponibilizado para os alunos, funcionários e professores, mediante solicitação
prévia e autorização expressa determinando hora e duração do uso, e tem como
objetivo fornecer uma ferramenta de apoio didático assim como possibilitar consultas
e pesquisas de cunho escolar, contribuindo desta forma, para uma melhoria do
ensino e da formação dos alunos da escola e do desempenho de professores e
funcionários, de um modo geral.

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Subseção I - Da Utilização Da Internet Durante Os Horários De Aula

Art. 71. Visando auxiliar o professor em suas atividades didático-pedagógicas,


o acesso a Internet durante o horário de aula nos LABINs será permitido mediante
sua autorização.

Art. 72. Durante as aulas no CPM, é terminantemente proibido o acesso a sites


não autorizados ou que não possuam correlação com o conteúdo das aulas.

Subseção II - Da Utilização Da Internet Fora Dos Horários De Aula

Art. 73. O acesso à Internet fora dos horários de aula é permitido aos alunos,
professores e funcionários exclusivamente para fins escolares.

Art. 74. Visando atender a todos, satisfatoriamente, a partir do momento que


houver pessoas esperando, os usuários poderão ter o seu tempo de uso limitado,
ficando essa limitação a cargo do(s) responsável pelo laboratório.

Subseção III - Das Proibições Gerais

Art. 75. É expressamente proibido o acesso a sites de conteúdo pornográfico,


bate-papo (Chat), IRCs, ou quaisquer outros sites cujo conteúdo agrida moralmente
ao Colégio da Polícia Militar e/ou outras pessoas que estejam usando o laboratório.

Art. 76. É proibida a utilização dos recursos do laboratório para envio e


recebimentos de textos, sons ou imagens que sejam considerados de cunho
ofensivo.

Art. 77. É terminantemente proibido o uso da rede para:

I. Realizar tentativas de invasão, quebra de senhas, acessos indevidos,


modificação das permissões ou conteúdo de arquivos de outros usuários e
disseminação de vírus;
II. A utilização, desenvolvimento, armazenamento e divulgação de programas
que causem danos aos sistemas ou ao desempenho dos mesmos;
III. Quaisquer outras atividades que venham a causar danos aos computadores,
redes ou sistemas, estando eles localizados nessa Instituição ou não.

Art. 78. Qualquer informação obtida através da rede que possua propriedade
registrada não pode ser usada, modificada, copiada ou disseminada sem a devida
autorização do detentor dos direitos autorais.

Art. 79. Não é permitida a utilização dos recursos do laboratório para


realização de quaisquer atividades que não possuam fins escolares ou de
intercâmbio cultural.

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Art. 80. A utilização da Internet ou do laboratório com finalidade lucrativa é


terminantemente proibida.

Seção IV - Dos Drives Na Rede

Art. 81. É exclusivamente responsabilidade do(s) aluno(s), arquivos gravados


em áreas comuns existentes nos computadores ou na rede.

Art. 82. Compete ao(s) facilitador (es),e professores (s) que estão utilizando os
laboratórios identificar os alunos que estão acessando qualquer arquivo de cunho
ofensivo ou pornográfico e salvando os mesmos em áreas comuns ou particulares
dos computadores e da rede.

Art. 83. Em caso de problemas técnicos o(s) facilitador (es) ou professor(es)


dos laboratórios não se responsabiliza(m) por arquivos gravados em áreas
particulares na rede.

Art. 84. Caso ocorram eventuais interrupções no sistema, ocasionadas por


situações não previstas como incêndio, inundação, falta de energia elétrica ou
quaisquer outros problemas desta ordem, o Colégio da Polícia Militar não se
responsabilizará por objetos (Pen-Drives – MP3 Player, HD,s externo) conectados
ao computador assim com arquivos perdidos ou que não possam ser recuperados.

Seção V - Da Localização E Dos Horários De Funcionamento

Art. 85. Os Laboratórios de Informática localizam-se nas dependências do


Colégio da Polícia Militar.

Art. 86. Os horários de funcionamento são de Segundas às Sextas-feiras, das


07h00min às 18h00min.

Seção VI - Das Disposições Gerais dos LABINS

Art. 87. A não observância das regras acima citadas implicará aos alunos
penalidades conforme os seguintes critérios:

I. Ocorrência de Advertência e registro do ocorrido;


II. Ocorrência de Suspensão do uso do laboratório.

Art. 88. Dependendo da gravidade da violação, a ocorrência será comunicada


às instâncias superiores da escola (Diretoria), podendo o usuário estar sujeito a
ação legal.

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Art. 89. Caso o usuário cause algum dano aos equipamentos, e for
comprovada atitude dolosa, o usuário ou seus responsáveis deverá arcar com as
despesas de reparo dos equipamentos.

Art. 90. Este documento está sujeito a alterações sem aviso prévio. Sendo
necessário, as alterações serão comunicadas aos setores competentes e aos
demais interessados.

Art. 91. Os casos omissos neste regulamento do Laboratório de Informática


serão apreciados, em primeira e única instância, por uma comissão designada pela
direção.

TITULO II - Da Organização e Realização Do Pré-Conselho E Conselho De


Classe

CAPITULO I

Seção I - Pré –Conselho de Classe, Forma De Organização e Realização

Art. 92. O pré-conselho é realizado no decorrer do ano letivo durante as horas


atividades de áreas diversificadas a fim de colher os resultados simultâneos dos
alunos, com intuito de intervenção direta no processo ensino e aprendizagem para
busca de soluções, sob a orientação da coordenação pedagógica, secretaria,
orientação educacional e professor pedagogo.

Art. 93. Ao conselho de classe cabe verificar se os objetivos, conteúdos,


procedimentos metodológicos, avaliativos e relações estabelecidas na ação
pedagógico-educativa, estão sendo cumpridos de maneira coerente com o projeto
político-pedagógico do estabelecimento de ensino. O conselho de classe constitui-se
em espaço de reflexão pedagógica, onde todos os sujeitos do processo educativo,
de forma coletiva, discutem alternativas e propõem ações que possam vir a sanar
necessidades/dificuldades apontadas no processo ensino aprendizagem. Os dados
do pré-conselho, quanto do conselho de classe deverão ser constantes de relatórios
diagnosticais próprios, devem conter, levantamento de cada aluno com dificuldades
de aprendizagem e/ou distúrbios comportamentais que comprometam sua vida
escolar, medidas pedagógicas intervencionistas e análise de resultados. O conselho
de Classe Pedagógico é realizado bimestralmente em data prevista no calendário
escolar, documentando-se em ata as informações obtidas oportunizando auto-
avaliação, bem como esclarecer os motivos de dificuldades, por séries ou disciplina.

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CAPITULO II
Seção I - Da Organização Do Espaço Escolar e horários

Art. 94. As aulas são ministradas sempre de segunda a sexta-feira, nos turnos
matutino e vespertino, nos horários que se seguem, podendo também, ser
realizadas aos sábados conforme calendário escolar.

Turno Matutino
HORÁRIOS ATIVIDADE

6h30 às 7h00 Formatura e preleção

7h00 às 7h50 1º Tempo de Aula

7h50 às 8h40 2º Tempo de Aula

8h40 às 9h30 3º Tempo de Aula

9h30 às 9h50 INTERVALO

09h50 às 10h40 4º Tempo de Aula

10h40 às 11h30 5º Tempo de Aula

11h30 às 12h20 6º Tempo de Aula

Turno Vespertino
HORÁRIOS ATIVIDADE

12h30 às 13h00 Chamada e Hasteamento do Pavilhão Nacional;

13h00 às 13h50 1º Tempo de Aula

13h50 às 14h40 2º Tempo de Aula

14h40 às 15h30 3º Tempo de Aula

15h30 às 15h50 INTERVALO

15h50 às 16h40 4º Tempo de Aula

16h40 às 17h30 5º Tempo de Aula

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17h30 às 18h20 6º Tempo de Aula

§1º. As Chamadas Gerais serão definidas em Calendário Escolar próprio;

§2º. Nos dias de Chamada Geral haverá a redução de 5 minutos no tempo de


aula e intervalo para realização da solenidade;

§3º As atividades pedagógicas ou disciplinares realizadas aos sábados terão


horário especial previamente informados pelas Coordenações Pedagógica e
Disciplinar.

Art. 95. A tolerância para os turnos matutino e vespertino será de, no máximo,
15 (quinze) minutos. Será dado o sinal sempre com cinco minutos antes do início de
cada turno, destinado ao aluno. O sinal do horário da aula é destinado ao professor.
Os alunos que se atrasarem deverão preencher lista de anotações, disponível na
Portaria do CPM, para acionamento dos pais, a fim de que se verifiquem os motivos,
bem como não haja reincidência;

Art. 96. Caso haja necessidade de o aluno se atrasar, o responsável (se o


aluno for menor) deverá apresentar uma justificativa por escrito, ou por telefone, à
Orientação Educacional. Caso não haja justificativas de faltas ou atrasos, após o
terceiro atraso o aluno será notificado e os pais ou responsáveis serão avisados pelo
serviço de Orientação Educacional (OE).

Art. 97. Uma vez iniciado o 1º Tempo de Aula, o aluno somente entrará ao
CPM acompanhado dos pais que deverão apresentar justificativa por escrito para o
atraso do aluno.

Art. 98-A. Os alunos só poderão deixar a unidade escolar após o término do


último tempo de aula, após a formatura diária de encerramento do respectivo turno.

§ 1º. A saída de qualquer aluno da unidade escolar antes do término do último


tempo de aula só será autorizada com a presença do próprio responsável ou outra
pessoa por ele autorizada, por escrito, em formulário próprio, registrado na ficha do
aluno.

Art. 99. No Colégio da Polícia Militar, não existem aulas vagas e nem a prática
de subir horário. O aluno terá o direito de ter sempre as aulas previstas para aquele
dia, estando ou não o professor. Caso este venha a faltar, o Coordenador
Pedagógico de cada área notificará o responsável por meio memorando e o
profissional justificará por escrito em até 3 dias úteis ao Coordenador Pedagógico
geral.

Art. 100. Em ambos os turnos, o recreio/intervalo tem a duração de 15 (quinze)


minutos.

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Art. 101. Dado o sinal para a troca de aulas, o deslocamento é exclusivo do


professor, devendo o aluno permanecer na sala de aula. Para se deslocar o aluno
deverá utilizar o cartão de autorização. O aluno que for encontrado transitando pelos
corredores sem o cartão estará sujeito às mesmas sanções daquele que for pego
fora da sala nos horários de aulas.

Parágrafo Único: O cartão de autorização é exclusivo do professor e cabe somente


a este confiar o cartão ao aluno para que este, em horário de aulas, desloque-se de
sua sala para outro local, com fins justificáveis;

Art. 102. O aluno deverá trazer água em garrafa individual, que será
reabastecida prioritariamente no horário do intervalo.

CAPITULO III
Seção I - Da Avaliação Do Rendimento Escolar

Art. 103. As diretrizes para práticas avaliativas do Colégio da Polícia Militar são
estabelecidas de acordo com orientações da SEDUC-TO e as discussões são feitas
coletivamente no início do ano letivo a partir de debates com todos os segmentos da
comunidade escolar com vistas a aperfeiçoar a qualidade do ensino por essa
Instituição Escolar. O colégio adota-se uma avaliação dentro das disposições
orientadas como regras comuns ao Ensino Fundamental e Médio, previstas na LDB
9394/96, Art. 24, Inciso V e Deliberação nº 007/99, avaliação esta, contínua,
cumulativa e diagnóstica, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os
quantitativos.

I. O sistema de avaliação deste Estabelecimento de Ensino está fundamentado


na Deliberação Nº 007/99 que determina as Normas Gerais para Avaliação do
Aproveitamento Escolar, Recuperação de Estudos e Promoção de alunos, do
Sistema Estadual de Ensino, em Nível do Ensino Médio e consta no
Regimento Escolar obedecendo a legislação vigente.

a. Critérios de Avaliação da Aprendizagem:


 A avaliação será contínua, permanente e cumulativa;
 Serão utilizados técnicas e instrumentos diversificados;
 O aluno será avaliado em diferentes oportunidades;
 Deverá preponderar o aspecto qualitativo da aprendizagem, considerando-
se a interdisciplinaridade e a multidisciplinaridade dos conteúdos;
 Dar-se-á maior importância à atividade crítica, à capacidade de síntese e à
elaboração pessoal, sobre a memorização;
 Serão utilizados procedimentos que assegurem a comparação com os
parâmetros indicados pelos conteúdos de ensino, evitando-se a comparação dos
alunos entre si.

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 Serão considerados os resultados obtidos durante o período letivo, num


processo contínuo cujo resultado final venha a incorporá-los, expressando a
totalidade do aproveitamento escolar.
II. A nota do bimestre será resultante da somatória dos valores atribuídos em
cada instrumento de avaliação, na seqüência e ordenação de conteúdos. A
pontuação varia em uma escala de Zero a Dez e será considerado aprovado
o aluno que obtiver Média Anual igual ou maior que 7,0. A pontuação da
média bimestral é assim distribuída:

INSTRUMENTOS PONTUAÇÃO
AV1 – Avaliação de Formação Cidadã (sócio-afetiva)
(assiduidade, compromisso com as atividades escolares,
relações interpessoais, socialização do saber, respeito às
5,0
normas de boa convivência, seminários, estudos dirigidos,
testes; trabalhos em classe e extraclasse, atividades
avaliativas...)
AV2 - Avaliação para Verificação da Aprendizagem
5,0
Bimestral por Disciplina – (Prova)
Média Bimestral – AV1+AV2 = MB 10,0

Art. 104. O cálculo da pontuação anual para efeitos de aprovação e/ou


reprovação do aluno é feito através da média aritmética, de acordo com a seguinte
fórmula:

(MB1 + MB2 + MB3 + MB4): 4 ≥ 7,0


Art. 105. Para melhor desenvolvimento da avaliação sócio-afetiva há
necessidade de se melhorar tanto a formação dos educadores (capacidade de
observar, de analisar, melhor conhecimento de psicologia do desenvolvimento e da
aprendizagem, etc.), quanto suas condições de trabalho (nº de alunos por classe,
tempo para contato pessoal com os alunos, tempo para elaboração de relatórios,
organização de conselhos de classe mais legitimados, etc.).

Art.106. A AV2 é aplicada no estilo do ENEM. O tempo mínimo de


permanência com a prova é de 01 (uma) hora. O aluno só poderá levar o caderno de
questões/prova após decorridos 01h30 (uma hora e trinta minutos) de prova.

Art. 107. Nos dias de Avaliação de Redação, será acrescido 01 (um) tempo de
aula;

Art.108. Em caso de quebra do princípio do sigilo avaliativo, o fato deverá ser


denunciado e registrado em ata para o estabelecimento de sindicância e apuração
da veracidade dos mesmos e, sendo a denúncia comprovada, o processo avaliativo

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deverá ser cancelado pela direção do colégio que estabelecerá novo cronograma de
realização das avaliações em questão;

Art. 109. Em caso de constatação de qualquer prática fraudulenta antes ou no


decorrer do procedimento de avaliação deverá obedecer aos seguintes
procedimentos:

III. Notificação em ata;


IV. Punição dos alunos responsáveis pela fraude com suspensão das atividades
escolares por no mínimo três dias letivos;
V. Atribuição de nota zero às avaliações fraudadas sem direito a 2ª chamada;
VI. Comunicação pessoal e expressa aos pais e/ou responsável legal;

Art.110. A revisão de avaliações escritas é um direito garantido ao aluno.


Entretanto, ela só será possível se a avaliação não tiver sido realizada com lápis
(grafite) e não apresentar rasuras. O pedido de revisão deverá ser feito dentro de 48
(quarenta e oito) horas, úteis, após a divulgação do resultado (correção). Neste
caso, o responsável (se o aluno for menor) deverá se dirigir ao Serviço de
Orientação Educacional e preencher o requerimento.

§1º - Caso o aluno deixe de fazer qualquer uma das avaliações (provas e/ou
trabalhos avaliativos), deverá apresentar um requerimento de segunda chamada ao
Serviço de Orientação Educacional no prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas,
apresentar uma justificativa por escrito (atestado médico ou pedido pessoalmente do
pai ou responsável) para análise e deferimento do SOE. Caso o pedido seja
deferido, o aluno deverá cumprir o Calendário de 2ª Chamada estabelecido pela
Coordenação Pedagógica.

§2º - O aluno que se apresentar, assinar lista de presença, ter acesso ao


instrumento de avaliação (teste ou prova) e desistir da realização do mesmo, não
terá direito à realização da avaliação em 2ª chamada, salvo seja apresentado
documento com valor legal (atestado de profissional habilitado) que tal procedimento
decorreu de algum transtorno sofrido pelo mesmo, o qual deverá ser apresentado ao
Serviço de Orientação Educacional conforme o previsto no parágrafo primeiro deste
artigo.

CAPITULO IV - Da Recuperação

Art. 111. A recuperação será contínua e paralela. O aluno (a) que na somatória de
AV1 + AV2, não atingir a média aprovativa (7,0) terá direito à recuperação, que
será realizada em prova única no valor de 5,0, devendo atingir 70% desta avaliação
(3,5 pontos) para ter direito a compensar a pontuação que lhe falta para atingir
média 7,0 e ser aprovado no bimestre.

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CAPÍTULO V - Da Avaliação Simulada Bimestral

Art. 112. A Avaliação Simulada Bimestral tem por objetivo simular a avaliação
realizada pelo ENEM além de abranger os conteúdos específicos que compõem a
matriz curricular do Ensino Médio do Colégio Polícia Militar.

Art.113. A Avaliação Simulada Bimestral será composta por 50 questões


objetivas abrangendo a área de Linguagens, Exatas, Ciências da Natureza e
Redação.

Art. 114. A pontuação do Simulado Bimestral será distribuída da seguinte


maneira:

Percentual de Acertos % Valoração


Acima de 60% 01 ponto em até 03 disciplinas à critério
do aluno

Art. 115. O resultado do Simulado Bimestral é divulgado através do Ranking e


as notas de cada aluno e em que lugar foi classificado, a escola premia os alunos
que se destacam nesta prova.

TITULO III - Da Disciplina Escolar


CAPITULO I - Do Departamento Disciplinar do Corpo Discente

Art.116. O Departamento Disciplinar do Corpo Discente será comandado pelo


Chefe da Coordenação Disciplinar e terá por subcomandante o Chefe do Corpo de
Alunos, sendo subordinado diretamente ao Diretor do Colégio da Polícia Militar.

Art.117. São atribuições da Divisão Disciplinar do Corpo Discente:

I. Ao chefe da divisão disciplinar compete o cumprimento e a fiscalização do


regimento interno;
II. Confeccionar e publicar em documento próprio as atividades relacionadas ao
corpo discente;
III. Controlar e manter atualizado a ficha individual de alterações do corpo
discente;
IV. Apurar e documentar as transgressões disciplinares do corpo discente;
V. Manter a uniformidade de conduta nos turnos de funcionamento da unidade
escolar;
VI. Manter, continuamente, o trabalho de forma interativa e integrada com a
equipe pedagógica;
VII. Colaborar para o bom desenvolvimento de todas as atividades de ensino;
VIII. Colaborar com o desenvolvimento das atividades de formação continuada do
Colégio da Polícia Militar, junto ao corpo discente;

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IX. Fornecer dados estatísticos alusivos ao comportamento do corpo discente,


sempre que solicitados pela direção do CPM;
X. Desenvolver orientações gerais e específicas ao corpo discente, concorrendo
para continuidade do processo de formação e ensino-aprendizagem;
XI. Repassar diariamente o controle de presença do corpo discente à secretaria
escolar;
XII. Providenciar o acompanhamento dos alunos nas atividades extraclasse;
XIII. Encaminhar ao serviço de orientação educacional, mediante relatório
circunstanciado, os discentes que apresentam desajustes comportamentais,
com vistas a uma orientação especializada quanto à forma de trabalhar os
mesmos;
XIV. Coordenar o hasteamento e arreamento das bandeiras por ocasião de
eventos cívicos e formaturas, motivando e incentivando a participação do
corpo discente;
XV. Agendar, encaminhar e acompanhar alunos para ao serviço de orientação
pedagógica, educacional ou serviço de saúde, internos ou externos, quando
conveniente ou necessário.

CAPÍTULO II - Da Regulamentação Disciplinar

Seção I - Da Finalidade e do Âmbito de Aplicação

Art.118. A regulamentação disciplinar do Colégio da Polícia Militar, tem por


finalidade especificar as faltas disciplinares estabelecendo a padronização de
critérios em sua aplicação, bem como normas relativas às sanções disciplinares,
comportamento e relacionamento entre os discentes e estão previstas neste
Regimento Interno e demais portarias emanadas pela Direção do CPM.

Parágrafo Único - As normas disciplinares devem constituir instrumento a


serviço da formação integral do aluno, sendo caracterizado como ameaça e/ou
violação dos direitos fundamentais da criança e do adolescente qualquer forma de
abuso para com o aluno, não sendo toleráveis o vigor excessivo, nem a
benevolência.

Art.119. Estão sujeitos a regulamentação disciplinar todos os alunos do ensino


médio do Colégio da Polícia Militar, dentro ou fora da unidade escolar, estando ou
não utilizando o uniforme da escola.

Seção II - Dos Princípios Gerais da regulamentação disciplinar

Art.120. Este regulamento baseia-se nos princípios da legalidade, legitimidade,


proporcionalidade, justiça e equidade, sendo que as normas disciplinares aqui
exteriorizadas visam a excelência da formação moral, cívica, ética e profissional do
aluno.

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Art.121. A civilidade é parte integrante da educação e de interesse vital para a


disciplina consciente. Sendo assim, o aluno do Colégio da Polícia Militar deverá
demonstrar o seu apreço não só aos professores e companheiros, bem como a
todos que estejam investidos de autoridade no contexto educacional.

§ 1º. A continência individual deverá ser prestada aos oficiais e praças da


Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, aos professores do Colégio da Polícia
Militar por ocasião da apresentação da sala de aula e aos demais militares de outras
forças.

§ 2º. É dever do aluno e responsabilidade de todos os integrantes do CPM:

I. Conhecer a estrutura governamental oficial do Estado do Tocantins e seus


titulares; (Governador, Vice-Governador, Secretário Estadual da Educação)
II. Conhecer a estrutura hierárquica do Comando da Polícia Militar e seus
Titulares; (Comandante Geral, Chefe do Estado maior e Diretor de Ensino da
PMTO);
III. Conhecer a estrutura hierárquica Militar e funcional do CPM. (Militares seus
Postos ou Graduações e funções).

Seção III - Dos Princípios Gerais da Hierarquia e da Disciplina

Art.122. A hierarquia é a ordenação da autoridade, em níveis diferentes,


devendo contemplar a rigorosa observância e o acatamento integral deste
regimento, traduzindo-se pelo perfeito cumprimento do dever por parte de todos e de
cada um dos componentes do Colégio da Polícia Militar.

Art.123. A disciplina e o respeito à hierarquia devem ser mantidos


permanentemente, nas instalações internas do Colégio da Polícia Militar, bem como
no convívio social em qualquer localidade, havendo atividade estudantil ou não, por
todos os que o compõem a comunidade escolar interna.

§ 1o. São manifestações essenciais de disciplina:

I. A obediência às normas regimentais;


II. A correção de atitudes;
III. A colaboração espontânea para a disciplina coletiva;
IV. A colaboração espontânea para a eficiência escolar;
V. A dedicação integral aos estudos.

Art.124. As normas regimentais emanadas da direção geral do Colégio da


Polícia Militar devem ser prontamente cumpridas por todos os subordinados, em
suas respectivas esferas de ação.

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Seção IV - Da Competência para a Aplicação

Art.125. A competência para aplicar as sanções disciplinares é inerente ao


cargo e não ao grau hierárquico, sendo competentes para aplicar as sanções
contidas neste regimento:

I. O Diretor Geral, sendo a sanção de transferência educativa escolar de sua


exclusiva competência;
II. O Chefe da Coordenação Administrativa;
III. O Chefe da Orientação Educacional;
IV. O Chefe da Coordenação Pedagógica;
V. O Chefe da Coordenação Disciplinar;
VI. O Chefe do Corpo de Alunos.

§1º. Aqueles que não possuírem competência para aplicação da sanção


disciplinar, ao tomarem conhecimento de um fato contrário à disciplina, em
atividades educacionais dentro ou fora do espaço do colégio, deverão participar a
ocorrência à autoridade competente.

§2º. Quando, para preservação da disciplina, a ocorrência exigir uma pronta


intervenção, o componente da equipe pedagógica ou docente que, presenciar ou
tiver conhecimento do fato, deverá tomar imediatas providências para impedir seu
prosseguimento e, na medida do possível, reparar as consequências negativas,
dando ciência ao Corpo de Alunos ou a Coordenação Disciplinar, pelo meio de
comunicação mais rápido que dispuser do fato ocorrido e das providências, em seu
nome, tomadas.

§3º. A punição aplicada deverá ser analisada pela Coordenação Disciplinar, o


qual deverá ajustá-la às normas previstas neste regimento.

§3º. De acordo com a gravidade ou demais implicações acarretadas pela


medida aplicada, a Coordenação Disciplinar e Direção Geral, poderão ainda
convocar reunião extraordinária do conselho de classe do Colégio para deliberar
sobre a questão.

CAPITULO III - Das Faltas Disciplinares

Seção I - Da Conceituação e da Especificação

Art.126. São faltas disciplinares todas as violações aos regulamentos e


determinações da Direção do CPM, dos preceitos da ética, dos deveres e
obrigações escolares, das regras de convivência social e do padrão de
comportamento inerente aos alunos, em função do sistema de ensino e a proposta

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pedagógica peculiar do Termo de Cooperação firmado entre a Secretaria Estadual


de Educação e Polícia Militar do Estado do Tocantins.

§ 1º. Todas as ações e omissões contrárias à disciplina escolar especificadas


no Capítulo das Transgressões Disciplinares são consideradas faltas disciplinares.

§ 3º. As transgressões disciplinares, quando cometidas por um grupo de


alunos, poderão gerar diferentes sanções, após a garantia do contraditório ao aluno.

§ 4o. As responsabilidades nas esferas cível, criminal e administrativa são


independentes entre si e podem ser apuradas concomitantemente.

Art.127. São especificadas as transgressões disciplinares de acordo com a


gravidade dos atos, como:

Falta Leve

I. Afastar-se dos locais destinados aos trabalhos ou atividades escolares sem a


devida permissão.
II. Alimentar-se durante as atividades escolares, sem autorização do professor.
III. Arrancar as páginas do Livro didático Escolar, pintá-las ou rabiscá-las, de
forma a tirar sua originalidade.
IV. Concorrer para a discórdia ou desarmonia ou cultivar inimizade entre colegas.
V. Continuar fora da sala de aula após o término do intervalo.
VI. Conversar ou fazer algazarra em ocasiões ou lugares ou horas impróprios.
VII. Deixar de manter a devida compostura quando estiver em forma e/ou
deslocamento em tropa.
VIII. Deixar de comunicar a execução de qualquer ordem à autoridade
competente.
IX. Deixar de cortar o cabelo, unhas ou deixar de fazer a barba dentro dos prazos
estabelecidos e nos moldes regulamentares.
X. Deixar de prender o cabelo,usar franja,assim como as unhas pintadas de
cores extravagantes conforme padrão estabelecido para as alunas.
XI. Deixar de prestar o cumprimento regulamentar aos superiores hierárquicos ou
fazê-lo relaxadamente.
XII. Deixar de usar no uniforme a identificação prevista (a partir da data de
previsão).
XIII. Entrar em forma após o comando de sentido ou avançar sem a devida
permissão.
XIV. Entrar no Colégio ou dele sair sem ser pelo portão pré-determinado ou
transitar pelas dependências do Colégio sem utilizar-se das vias normais.
XV. Espalhar boatos ou falsas notícias em prejuízo da boa ordem civil ou militar
ou o bom nome do Colégio.
XVI. Andar, dentro ou fora do ambiente escolar, com camiseta ou gandola para
fora do uniforme.
XVII. Imprimir ou distribuir publicações que contrariem as normas da ética e moral.

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XVIII. Ingressar nas salas de coordenação ou dos professores quando para isto não
estiver autorizado.
XIX. Ler romances, jornais, revistas e publicações semelhantes, bem como livros
diferentes da disciplina ministrada, em sala de aula, no horário de aula sem
autorização.
XX. Entrar ou permanecer em salas de aulas diversas, bem como ambientes nos
quais estejam havendo aulas de turmas diversas do aluno transgressor,
XXI. Perturbar o estudo dos colegas com barulho ou brincadeiras.
XXII. Praticar esportes em locais e horários inadequados.
XXIII. Procurar desacreditar ou desconsiderar colegas por atos ou palavras.
XXIV. Retardar sem justo motivo a execução de qualquer ordem.
XXV. Retirar-se de atividades de ensino e instrução sem a devida autorização de
quem de direito.
XXVI. Trabalhar mal, intencionalmente, ou com falta de atenção em qualquer
atividade escolar ou instrução.
XXVII. Usar indevidamente distintivos ou insígnias.
XXVIII. Usar adereços (brincos, pulseiras, anéis, cordões, fivelas ou quaisquer
adereços nos braços, pescoço ou farda) quando uniformizado.
XXIX. Usar distintivos de séries que não o da sua.
XXX. Usar divisas ou nome que não sejam os seus.
XXXI. Deixar de comunicar a Secretaria à mudança de residência e/ou telefone.

Falta Média

XXXII. Abandonar objetos de ensino e instrução ou peças de uniforme.


XXXIII. Aconselhar ou concorrer para que não seja cumprida qualquer ordem de
autoridade competente ou para que seja retardada a sua execução.
XXXIV. Apresentar-se com o uniforme diferente do estabelecido para a data ou
atividade.
XXXV. Apresentar-se em qualquer situação, dentro ou fora da escola, com uniforme
alterado, seja tênis de cores diferentes, roupas não permitidas ou objetos não
pertencentes ao uniforme ou farda oficial.
XXXVI. Causar ou contribuir para a ocorrência de acidentes.
XXXVII. Contribuir para a má apresentação da sala de aula, ou atirar papéis, restos de
comida ou quaisquer objetos nos pátios ou fora dos locais destinados a sua
coleta.
XXXVIII. Danificar ou extraviar objetos de colegas.
XXXIX. Deixar de apresentar seus cadernos e deveres escolares em dia e em ordem.
XL. Deixar de cumprir as ordens recebidas das autoridades competentes, desde
que previamente cientificados.
XLI. Deixar de cumprir ou de fazer cumprir as normas regulamentares na esfera de
suas atribuições, desde que previstas na NGA ou repassadas pela
administração da escola.
XLII. Conservar em seu poder aparelhos sonoros, coletivo ou individual, celulares,
bem como qualquer material não didático, estando em atividade de caráter
disciplinar ou educativo.

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XLIII. Desrespeitar as convenções sociais ou portar-se sem compostura em lugar


público.
XLIV. Dormir em sala de aula, durante o horário das aulas.
XLV. Entrar no Colégio ou dele sair em trajes civis sem permissão de autoridade
competente.
XLVI. Faltar com a verdade.
XLVII. Faltar ou chegar atrasado a qualquer aula; formatura, instrução ou outra
atividade curricular em que deva tomar parte, sem motivo aos trabalhos
escolares ou a qualquer atividade programada, sem motivo justificável.
XLVIII. Incitar colegas a transgredir as normas de convivência escolar.
XLIX. Não se apresentar ao superior hierárquico ou, de sua presença, retirar-se
sem obediência as normas regulamentares.
L. Perambular pelas dependências do Colégio ou pelas ruas durante o horário
de aula.
LI. Proferir palavras de gírias com termos baixos, incompatíveis com as normas
de boa educação ou grafá-las em qualquer lugar.
LII. Promover jogos, excursões, coletas, listas de pedidos ou campanhas de
qualquer natureza, sem a prévia autorização.
LIII. Sair de forma sem permissão.
LIV. Sair de sala sem permissão.
LV. Ter pouco cuidado com o asseio próprio ou coletivo, em qualquer
circunstância.
LVI. Tomar atitudes que afetem o bom nome do Colégio realizadas em âmbito
externo que venham ao conhecimento do Corpo de Alunos.
LVII. Retirar peça do uniforme (sapato, tênis, meia, camisa, etc) e ficar desfalcado
em sala de aula ou durante as atividades, sem a devida solicitação do
professor.
LVIII. Trocar de uniforme em locais não apropriados.
LIX. Usar piercing em qualquer parte do corpo ou tatuagens.
LX. Usar tinturas de cabelo de cores extravagantes.
LXI. Usar os armários nos horários de aula ou fora do horário estabelecido pela
administração.
LXII. Utilizar-se do anonimato.
LXIII. Deixar de devolver à Coordenação Pedagógica, dentro do prazo estipulado,
documentos devidamente assinados pelos pais ou responsáveis.
LXIV. Agredir verbalmente professores ou funcionários do colégio.
LXV. Expor colegas, professores ou funcionários a situações vexatórias.

Falta Grave

LXVI. Assinar pelo pai ou responsável documento que deva ser destinado ao
Colégio.
LXVII. Atentar contra a integridade física de quem quer que seja.
LXVIII. Ausentar-se individual ou coletivamente das aulas sem a prévia autorização.

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LXIX. Agredir verbalmente usando palavras de gírias com termos de baixo calão, ou
gestos, professores, instrutores, coordenadores e funcionários do Colégio da
Polícia Militar.
LXX. Censurar ou criticar ato de superior ou procurar desconsiderá-lo, seja entre
militares, ou civis.
LXXI. Deixar de cumprir qualquer punição.
LXXII. Desacatar a autoridade de professores, de funcionários ou da Direção do
Colégio.
LXXIII. Dirigir-se, referir-se ou responder ao superior hierárquico de modo
desrespeitoso ou desatencioso.
LXXIV. Discutir ou provocar discussões por qualquer veículo de comunicação sobre
assuntos de natureza política ou militar.
LXXV. Esquivar-se a satisfazer compromissos de ordem moral ou pecuniária que
houver assumido.
LXXVI. Executar toques ou sinais regulamentares, sem ordem para tal.
LXXVII. Freqüentar lugares incompatíveis com o decoro da sociedade e de sua
situação de aluno, estando com ou sem o uniforme da escola.
LXXVIII. Fumar no ambiente interno do CPM ou fora dele estando uniformizado.
LXXIX. Guiar veículo sem estar devidamente habilitado pelo órgão competente.
LXXX. Içar ou arriar a bandeira ou estandarte sem ordem para tal.
LXXXI. Namorar dentro ou fora do colégio, quando uniformizado.
LXXXII. Não zelar devidamente, danificar ou extraviar, por negligência ou
desobediência às regras ou normas do Colégio, material do CPM ou de
colegas que estejam ou não sob sua responsabilidade direta.
LXXXIII. Ofender a moral e os bons costumes.
LXXXIV. Ofender, provocar ou desafiar superior e colega com atos ou palavras.
LXXXV. Portar-se de modo inconveniente nas salas de aula, instrução ou formaturas.
LXXXVI. Praticar atos contrários ao culto e respeito aos Símbolos Nacionais.
LXXXVII. Realizar transações comerciais de qualquer natureza dentro do colégio, sem
expressa autorização.
LXXXVIII. Representar o Colégio ou por ele tomar compromisso sem estar para isso
autorizado.
LXXXIX. Retirar, rasurar ou falsificar documentos escolares ou assinaturas.
XC. Sair do Colégio sem a autorização do Coordenador Disciplinar ou Pedagógico
ou do Diretor Adjunto ou Geral da Escola.
XCI. Simular doença para esquivar-se ao atendimento das obrigações e atividades
escolares.
XCII. Ter em seu poder ou ingerir bebidas alcoólicas.
XCIII. Ter em seu poder, introduzir, ler ou distribuir dentro do Colégio publicações,
estampas ou jornais subversivos ou que atentem contra a disciplina ou a
moral.
XCIV. Tomar parte em jogos proibidos ou em apostas dentro do Colégio.
XCV. Travar disputa, rixa ou luta corporal.
XCVI. Ter atitudes ou relações de comportamento incompatíveis com o padrão do
Colégio.

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XCVII. Ter se valido ou tentado utilizar-se de meios ilícitos e/ou fraudulentos para
resolução de provas ou trabalhos escolares.

Falta Eliminatória

XCVIII. Falta que afete gravemente a honra pessoal, o pudor e o decoro sociais.
XCIX. Participar de greves e movimentos reivindicatórios estando uniformizado.
C. Portar drogas ou delas fazer uso dentro ou fora do colégio.
CI. Destruir ou danificar, deliberadamente, com requintes de vandalismo,
instalações, equipamentos e/ ou material pertencente ao CPM.
CII. Portar armas de fogo (revólveres ou similares).
CIII. Ser condenado em processo por prática de crime.
CIV. Apossar-se indevidamente de materiais pertencentes ao Colégio ou a
colegas, sendo passível de ressarcimento.

Seção II - Do Julgamento

Art.128. O julgamento da falta disciplinar deve ser precedido de análise que


considere:

I. O histórico disciplinar do aluno;


II. As causas que a determinaram;
III. A natureza dos fatos ou atos que a envolveram;
IV. As consequências que dela possam advir.

Parágrafo único - Não haverá punição quando for reconhecida qualquer


causa de justificação.

Art.129. São circunstâncias atenuantes:

I. Ser aluno novato até 02 (dois) meses a contar da data de matrícula;


II. Estar no comportamento bom, ótimo ou excepcional;
III. Ser a primeira falta disciplinar;
IV. Ter sido a transgressão cometida para evitar mal maior;
V. Ter sido a transgressão cometida em defesa própria, de seus direitos ou de
outrem, não se configurando causa de justificação.

Art.130. São circunstâncias agravantes:

I. A prática simultânea ou conexão de duas ou mais faltas disciplinares;


II. A reincidência de faltas disciplinares, mesmo que a punição anterior tenha
sido uma advertência;
III. O conluio de dois ou mais alunos;
IV. Estar no comportamento REGULAR, INSUFICIENTE ou MAU;

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V. Haver cometido a falta disciplinar em público ou em presença de alunos em


forma ou em sala de aula;
VI. Haver premeditação no cometimento da falta.

Seção III - Da Classificação

Art.131. A falta disciplinar deve ser classificada, desde que não haja causa de
justificação, em leve, média, grave e eliminatória.

Parágrafo Único - A competência para classificar a transgressão é da


autoridade a qual couber sua aplicação, em consonância com as disposições
estabelecidas nesse regimento.

Art.132. As transgressões de natureza leve são aquelas que não chegam a


comprometer os padrões morais, pedagógicos e escolares, situando-se
exclusivamente no âmbito disciplinar.

Art.133. As transgressões de natureza média são aquelas que atingem aos


padrões de disciplina e/ou comprometem o bom andamento dos trabalhos escolares.

Art.134. As transgressões disciplinares de natureza grave são aquelas que


comprometem a disciplina, os padrões morais e os costumes, bem como o
andamento dos trabalhos pedagógicos.

Art.135. As transgressões disciplinares de natureza eliminatórias são aquelas


que desabonam os padrões morais, a disciplina, os costumes e o bom andamento
dos trabalhos pedagógicos, a partir de atos vergonhosos que afetem o decoro e a
honra do Colégio da Polícia Militar. O aluno que cometer qualquer falta eliminatória
será imediatamente encaminhado ao Conselho Escolar.

Parágrafo único – As faltas que constituírem em “ATO INFRACIONAL” ou


CRIME, serão tomadas as medidas previstas em Lei.

CAPITULO IV - Sanções Disciplinares

Seção I - Da Gradação, Conceituação e Execução

Art.136. A sanção disciplinar terá caráter educativo e visará à preservação da


disciplina escolar, elemento básico indispensável à formação integral do aluno.

Art.137. De acordo com a classificação resultante do julgamento da falta


disciplinar, a sanção disciplinar a que estão sujeitos os alunos, em ordem de
gravidade crescente, são as que seguem:

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I. Anotação Disciplinar;
II. Termo de Medida Disciplinar (TMD);
III. Reforço Pedagógico;
IV. Suspensão;
V. Termo de Ajuste de Condutas - TAC;
VI. Reforço Disciplinar;
VII. Veto de rematrícula;
VIII. Transferência Educativa Disciplinar.

§ 1º. Todas as medidas disciplinares aplicadas serão comunicadas ao pai ou


responsável, com exceção da Anotação Disciplinar, através do aluno por meio de
comunicado emitido pela Coordenação Disciplinar.

§ 2º. O comunicado será emitido aos pais ou responsáveis, os quais deverão


tomar ciência da medida imposta, bem como do prazo para recurso, caso não
concorde com a sanção aplicada. Em caso de deferimento do recurso interposto,
após a análise dos argumentos que sejam considerados plausíveis, o aluno terá seu
nome retirado da relação para cumprimento da medida imposta.

§ 3º. Quando a transgressão originar dano material ou moral a outrem, ou ao


patrimônio do colégio, a Coordenação Disciplinar servirá de mediador entre as
partes para facilitar a reparação do dano. Havendo recusa do ressarcimento ou
interesse por parte do ofendido, o fato deve ser encaminhado às instâncias legais
(justiça comum) pela parte interessada, independente da mera reparação.

§ 4° O aluno deverá reparar os danos materiais causados ao colégio, por meio


de seus pais ou responsáveis, independentemente da sanção disciplinar. Constitui-
se também reparação de danos, a limpeza e conservação das instalações de uso
dos alunos.

§ 5° O aluno que incomodar excessivamente o estudo dos colegas ou praticar


transgressão que torne inconveniente a sua permanência em aula deverá ser
encaminhado pelo professor à Coordenação Disciplinar para as devidas
providências.

Art.138. A Anotação Disciplinar consiste no apontamento por escrito da falta


disciplinar cometida pelo aluno transgressor, na qual o militar, o professor, o Fiscal
de Turma, o Chefe de Turma, realiza a anotação da transgressão cometida pelo
aluno em ficha de anotações própria, colhendo o ciente do transgressor e,
posteriormente, encaminhando à Coordenação Disciplinar.

§ 1º. Sempre que o aluno receber 4 (quatro) Anotações Disciplinares receberá


o Termo de Medida Disciplinar.

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§ 2º. Sempre que o aluno receber 2 (duas) Anotações Disciplinares será


suspenso o uso da boina por, no mínimo, uma semana, a critério da coordenação
disciplinar.

§ 3º. As 2 (duas) anotações que acarretam a suspensão do uso da boina serão


levadas em consideração na hora de contabilizar as Anotações Disciplinares que
resultem no Termo de Medida Disciplinar.

§ 4º. Na ocorrência do cometimento de falta disciplinar por parte do aluno, além


da Anotação Disciplinar também deverá ser feita advertência ao transgressor com
orientações para a correção de atitudes e quanto às consequências da reincidência.
Quando em caráter ostensivo, a advertência poderá ser na presença de superiores
ou no círculo de seus pares, em chamadas gerais ou em chamadas em Sala de
aula.

Art. 139. O Termo de Medida Disciplinar é a sansão aplicada ao aluno que


praticar qualquer ato que atente contra a hierarquia e a disciplinar escolar,
acarretando na perda de pontos na média disciplinar do aluno, nos seguintes
termos:

I – Falta leve: 0,20 pontos

II – Falta Média: 0,30 pontos

III – Falta Grave: 0,50 pontos

IV – Falta Eliminatória: 1,00 pontos

§ 1º. Quando o aluno for reincidente na mesma conduta transgressiva, ou


receber 4 (quatro) Anotações Disciplinares, independente da natureza da falta
disciplinar, receberá o Termo de Medida Disciplinar.

§2º. A cada dois Termos de Medida Disciplinar, o aluno deverá


automaticamente participar do reforço pedagógico proposto pela Coordenação
Disciplinar ou pelo Chefe do Corpo de Alunos.

§ 3º. A presença dos responsáveis à escola é obrigatória na Coordenação


Disciplinar para tomar ciência da medida disciplinar imposta.

Art.140 O Reforço Pedagógico consiste na convocação do aluno transgressor a


comparecer ao colégio, fora de seu horário regular de aulas, podendo ser aos finais
de semana, com o intuito de desenvolver trabalhos pedagógicos extracurriculares
por um período de 02 a 04 horas, objetivando a formação integral do mesmo.

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§ 1º. Será imposto o reforço pedagógico a cada vez que o aluno atingir 2 (dois)
Termos de Medida Disciplinar, podendo ser realizado em dias da semana ou aos
finais de semana, sendo necessária prévia ciência dos pais.

§ 2º. O reforço pedagógico exigirá preparação de conteúdos didáticos a serem


aplicados aos alunos submetidos ao reforço, sob a responsabilidade da
Coordenação Pedagógica. Caso tenha atividade física, esta deverá ser
acompanhada de um orientador físico, bem como de um enfermeiro qualificado.

§ 3º. Para o cumprimento da medida disciplinar de reforço pedagógico, o aluno


deverá comparecer ao Colégio devidamente uniformizado e na data previamente
acertada para realizar as atividades de estudo de caráter disciplinar e educativo.

Art.141. A Suspensão Disciplinar é o afastamento temporário do aluno das


atividades no âmbito escolar, que não poderá exceder ao prazo de 5 (cinco) dias e
deverá ser cumprida em casa sob a total supervisão dos pais e responsáveis, sendo
responsabilidade deles e do aluno solicitar ao Serviço de Orientação Educacional e
a Coordenação Pedagógica o aparato necessário para a realização das atividades
que tiver perdido em virtude do cumprimento da sanção.

§ 1º. Será aplicada a Suspensão Disciplinar quando o aluno receber o 4º Termo


de Medida Disciplinar, podendo também receber esta sansão o aluno que cometer
ato que afete o bom andamento das atividades escolares, ou que desabone os
padrões morais e os bons costumes, ou que pratique atos vergonhosos que afetem
o decoro e a honra do Colégio da Polícia Militar, levando – se em consideração o
grau e a proporção em que se deu a transgressão.

§ 2º. Em hipótese alguma o aluno suspenso poderá ser submetido a tratamento


cruel, desumano ou degradante, devendo o seu préstimo voltar-se à reflexão do ato,
bem como ao entendimento da estrutura administrativa disponibilizada ao seu favor,
no intuito de lhe garantir o exercício da cidadania através dos estudos.

Art. 142. O Termo de Ajuste de Condutas (TAC) é a sanção aplicada ao aluno


que tiver a sua nota disciplinar igual ou abaixo de 6 (seis), onde os responsáveis são
cientificados que o aluno deverá cumprir determinados requisitos para continuar no
Colégio da Polícia Militar, bem como participar de atividades extras de reforço
pedagógico e disciplinar. Após a assinatura do TAC o aluno que voltar a cometer
infrações disciplinares estará sujeito a sanção de Transferência Disciplinar.

§1º. Quando o aluno atingir esta sanção fica obrigatório o comparecimento dos
pais ou responsável, em até 03 (três) dias úteis após a convocação feita pelo
colégio, uma vez que a ciência e aceitação do Termo de Ajuste de Condutas deverá
ser firmado em formulário próprio.

§2º. O não comparecimento dos pais ou responsável, salvo por motivo


justificado, culminará em uma agravante, que implicará no envio de documentação

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ao Conselho Tutelar local, por se tratar de caso com necessidade de medida


cautelar.

§3º. A não assinatura do Termo de Ajuste de Condutas (TAC) de maneira


deliberada pelos pais ou responsável pelo aluno e/ou a sua não aceitação nos
termos das diretrizes ali constantes, será entendida como uma demonstração de
desacreditar da proposta educacional adotada pela escola, estando o aluno a partir
de então, sujeito à consequente transferência escolar.

Art. 143. O reforço disciplinar é uma sanção mais rígida, através do


cometimento de assinatura de TAC, que culmina com a convocação do aluno a
atividades escolares fora de seu horário regular de aulas, com o intuito de
desenvolver trabalhos pedagógicos e disciplinares extracurriculares por um período
mínimo de 02 horas que objetivem e reforcem a formação integral do mesmo,
gerando um sentimento de responsabilidade para com suas atribuições e
aprendizado, devendo ser também comunicado aos responsáveis através de
formulário próprio.

§1º. Quando do comparecimento dos pais ou responsável para a assinatura do


TAC, fica desde então ciente da obrigatoriedade do cumprimento do reforço
disciplinar por parte do aluno.

2º - O não comparecimento do aluno para o cumprimento do reforço disciplinar,


desde que não justificado, culminará em uma agravante, que implicará em uma
solicitação de transferência do aluno.

§3º. O reforço pedagógico-disciplinar ocorrerá aos fins de semana e/ou


feriados, sendo disponibilizado ao aluno, quando este reforço avançar 02 (dois)
turnos, um intervalo de no mínimo 02 horas para alimentação.

Art. 144. A transferência disciplinar é o desligamento definitivo do aluno do


estabelecimento de ensino, pelo cometimento de falta de natureza eliminatória, pelo
ingresso no comportamento insuficiente ou mau. Neste caso, o aluno e responsável
deverá ser submetido a procedimento interno administrativo, instaurado pelo diretor
do Colégio da Polícia Militar, intitulado Conselho de Disciplina, sendo assegurado o
contraditório e a ampla defesa ao aluno e seus responsáveis.

Seção II - Da Aplicação

Art. 145. A aplicação da sanção disciplinar consiste de um Termo de Medida


Disciplinar (TMD), emitida pela Coordenação Disciplinar.

§ 1º. O Termo de Medida Disciplinar deverá conter:

I. Os dados do aluno como nome completo, matrícula, série e turma;

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II. A especificação da transgressão ou transgressões cometidas, de acordo com


o especificado no regulamento;
III. A classificação da transgressão;
IV. A medida disciplinar aplicada;
V. A classificação do comportamento, com o seu respectivo grau numérico;
VI. Os locais próprios para as assinaturas do monitor e responsável pelo aluno.

§ 2º. O Termo de Medida Disciplinar deverá conter também a especificação das


circunstâncias atenuantes ou agravantes, a classificação da falta disciplinar, bem
como deverá conceder prazo para apresentação das justificativas do aluno (ampla
defesa e contraditório).

Art.146. A aplicação da sanção disciplinar deve ser feita com justiça,


serenidade e imparcialidade, para que o aluno seja conscientizado e convicto de que
a mesma se inspira no exclusivo cumprimento do dever, na preservação da
disciplina, e que tem em vista o benefício educativo para o mesmo e para todo o
corpo do Colégio da Polícia Militar.

Art.147. Na aplicação do Termo de Medida Disciplinar o aluno perderá:

I. 0,20 pontos em seu conceito disciplinar para a falta leve;


II. 0,30 pontos em seu conceito disciplinar para falta média;
III. 0,50 pontos em seu conceito disciplinar para falta grave;
IV. 1,00 pontos em seu conceito disciplinar para falta eliminatória, mas que o
conselho julgue desnecessária a aplicação da Transferência Educativa;
V. Transferência Educativa Compulsória, para falta eliminatória.

§ 1º. A sanção disciplinar deve ser proporcional à gravidade da falta cometida,


obedecendo-se os limites especificados.

§ 2º A sanção disciplinar não deve atingir o grau máximo previsto quando


ocorrerem apenas circunstâncias atenuantes.

§ 3º. Quando ocorrerem circunstâncias atenuantes e agravantes a sanção


disciplinar será aplicada conforme for o maior número de atenuantes ou de
agravantes.

§ 4º. Por uma única falta disciplinar não deve ser aplicado mais de uma sanção;

§ 5º. A sanção disciplinar não exime o aluno punido e seus responsáveis da


responsabilidade civil que lhe couber.

Art.148. A sanção aplicada pode ser anulada, relevada, atenuada ou agravada


pela autoridade que a aplicou ou por outra, superior e competente para tal, quando
tiver conhecimento de fatos que recomendem tal procedimento.

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Art.149. A anulação da sanção disciplinar consiste em tornar sem efeito a


aplicação da mesma.

§ 1º. Deverá ocorrer quando for comprovado ter havido injustiça, ilegalidade ou
abuso na sua aplicação.

§ 2º. A Anulação da sanção disciplinar acarreta, automaticamente, o


cancelamento de toda e qualquer anotação ou registro na ficha disciplinar do aluno
referente à sanção disciplinar anulada.

Art.150. A Relevação de sanção disciplinar consiste na suspensão do


cumprimento da mesma e poderá ser concedida quando:

§ 1º. ficar comprovado que foram atingidos os objetivos visados com a


aplicação da sanção disciplinar, independentemente do término de seu
cumprimento.

§ 2º. por motivo de passagem de comando, do aniversário do Colégio da


Polícia Militar, de grandes festas nacionais, já tiver sido cumprida pelo menos um
terço da sanção disciplinar e o aluno assim o mereça, conforme parecer do diretor
do Colégio da Polícia Militar.

§ 3º. A Relevação da sanção disciplinar não acarreta o cancelamento dos


pontos negativos relativos à mesma.

Art.151. A atenuação ou agravação de sanção disciplinar consiste na


transformação da punição proposta ou aplicada em outra menos ou mais rigorosa,
respectivamente, se assim o exigir o interesse da disciplina e da ação educativa.

§ 1º - A atenuação e a agravação de sanção disciplinar só poderão ser


aplicadas dentro do prazo de 03 (três) dias úteis, contados a partir da data em que a
autoridade tomar conhecimento da sanção disciplinar aplicada.

§ 2º. A atenuação e a agravação acarretam em um decréscimo ou acréscimo,


respectivamente, de pontos negativos relativos à sanção disciplinar aplicada.

Art.152. A retirada do aluno de sala de aula deve ocorrer somente quando o


comportamento do mesmo impedir o andamento normal da aula, devendo o
professor ou o monitor encaminhar o aluno à coordenação disciplinar.

Art.153. Assiste ao aluno ou ao seu responsável, o direito de pedir


reconsideração de ato, toda vez que se julgar prejudicado, ofendido ou injustiçado.

§ 1º. O pedido de reconsideração do ato deverá ser feito através de documento


escrito, dirigido ao Coordenador Disciplinar e redigido em termos claros, simples e

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respeitosos, dentro do prazo máximo de 03 (três) dias úteis, a contar da data que
recebeu a informação da sanção disciplinar.

§ 2º. Após a decisão do Coordenador Disciplinar sobre o pedido de


reconsideração de ato, o aluno terá 03 (três) dias úteis para recorrer em segunda
instância ao Diretor do Colégio da Polícia Militar.

CAPITULO V - Conceito Disciplinar


Seção I - Da Classificação

Art.154. O comportamento dos alunos espelha o seu grau de envolvimento e


absorção dos ditames disciplinares inerentes aos discentes do Colégio da Polícia
Militar.

Art.155. O comportamento dos alunos é classificado por grau numérico, de


acordo com o seguinte critério.

I. grau 10,00 - excepcional.


II. grau 9,00 a 9,99 – ótimo
III. grau 6,00 a 8,99 – bom
IV. grau 3,00 a 5,99 – insuficiente
V. grau 0,00 a 2,99 - mau

§ 1° - O grau de comportamento se estenderá por todo o curso e, em cada ano,


sua menção levará em consideração todo o ano letivo anterior.

§ 2° - O aluno, ao ingressar no Colégio da Polícia Militar, será classificado no


comportamento BOM, com o grau 8,00 (oito).

§ 3º- Ao ser rematriculado o aluno será classificado com o grau de


comportamento que tinha anteriormente.

Art.156. O responsável pelo aluno que ingressar no comportamento


INSUFICIENTE deverá ser informado do fato por escrito, bem como ser convocado
para assinatura do Termo de Ajuste de Condutas (TAC).

Seção II - Da Pontuação

Art.157. As sanções disciplinares recebem valores numéricos conforme se


apresenta e que deverão ser computados no cálculo da classificação do
comportamento do aluno, a saber:

I. 0,20 pontos para a falta leve;


II. 0,30 pontos para falta média;

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III. 0,50 pontos para falta grave; e


IV. 1,00 pontos para falta eliminatória, desde que o conselho não julgue pela
Transferência Educativa;

Art.158. Constituem fatores de melhoria de comportamento e recebem valores


numéricos conforme se apresenta e que deverão ser computados no cálculo da
classificação do comportamento do aluno.

I. Elogio Coletivo 0,20


II. Elogio Individual 0,30
III. Participação destaque em atividades dentro ou fora do CPM 0,30
IV. Representação honrosa do Colégio da Polícia Militar 0,50

§ 1º. Será considerado por semestre, quantas forem as participações com


destaque em atividades realizadas no Colégio da Polícia Militar, devidamente
solicitadas pela Coordenação responsável.

§ 2º. Considera-se Elogio coletivo às situações em que seus feitos denotam


senso de responsabilidade e destaque frente aos demais colegas, conseguidos em
caráter coletivo.

§ 3º. Considera-se Elogio Individual aos feitos destacados de forma


individualizada, quando estes estiverem acima do coletivo.

§ 2º. Considera-se Representação Honrosa às conquistas com destaques dos


alunos: em competições desportivas, exames e avaliações que possam exaltar o
Colégio da Polícia Militar, em caráter nacional.

§ 4º. Considera-se participação destaque todas aquelas as quais enaltecem o


aluno frente aos demais membros do corpo discente, sejam em caráter interno ou
externo. Compreendem aqui os feitos desportivos, intelectuais, culturais, cívicos e
militares, em caráter municipal ou estadual.

§ 5º. A melhoria de comportamento poderá ainda ser alcançada através da


participação voluntária em atividades extraclasse tais como Representações,
desfiles, bem como eventos e projetos de interesse do Colégio da Polícia Militar.

Art.159. No decurso do ano letivo, inclusive no período de férias escolares, o


aluno poderá ser submetido a avaliação pessoal, de uniforme, de intelecto,
desportivo, cultural e outras avaliações esporádicas, a fim de que venha a ser
agraciado com elogios em ficha, desde que devidamente acordado pelo Corpo de
alunos.

Art.160. Além dos elogios que constarão em sua ficha individual, os alunos
receberão condecorações de mérito anuais para premiar seu bom desempenho
intelectual e disciplinar.

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Art.161. A Coordenação Disciplinar é a responsável pela atualização


continuada do grau de comportamento dos alunos que compõem o Colégio da
Polícia Militar, devendo acompanhar a evolução de cada aluno, repassando as
alterações para os responsáveis legais e ao Comandante e Diretor do Colégio da
Polícia Militar.

Seção III - Do Conselho De Disciplina

Art.162. O Conselho de Disciplina – CD, é órgão supremo, sendo um colegiado


de natureza deliberativa, tendo por fim acompanhar e avaliar o PAD – Procedimento
Administrativo Disciplinar -, sob a ótica dos direitos e garantias do aluno, bem como
dos procedimentos a adotar nos casos que envolvam transgressões de natureza
Grave ou Eliminatória.

Art.163. O CD será composto pelos seguintes integrantes da unidade de


ensino médio do Colégio da Polícia Militar, podendo haver alterações quando
necessárias ao cumprimento das medidas administrativas e disciplinares:

I. Coordenador Disciplinar;
II. Coordenador Pedagógico;
III. Orientador Disciplinar da Turma;
IV. Professor Padrinho da Turma;
V. Orientador Educacional;

Parágrafo único - Funcionando deliberativamente, o Conselho Disciplinar será


presidido pelo Coordenador Disciplinar, tendo como membros aqueles relacionados
nos itens II, III, IV e V do caput deste Artigo e, havendo necessidade, ante a
natureza do assunto, o Diretor poderá convocar outros integrantes do Colégio da
Polícia Militar, os quais terão direito a voto.

Art.164. São atribuições do Conselho Disciplinar:

I. Deliberar sobre providências preventivas e repressivas de atos de indisciplina


individual e coletiva dos discentes, decidindo sobre a necessidade de aplicação da
Transferência Disciplinar;
II. Analisar e propor soluções sobre a vida escolar do aluno, a partir de análises
de ficha de alterações;
III. Propor alterações no Regulamento Disciplinar, após reuniões previamente
marcadas e votadas.

Art.165. De cada reunião realizada pelo CD, deverá ser lavrada uma ata, a qual
será submetida à apreciação e homologação do Diretor do Colégio da Polícia Militar.
Das decisões do Conselho caberão recurso, no prazo de 02 (dois) dias úteis ao
Diretor Geral da Escola.

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Parágrafo único - Os registros disciplinares dos alunos do CPM somente


serão disponibilizados aos pais ou responsáveis com solicitação formal antecipada,
a outrem por vias judiciais, e às Instituições Policiais ou Judiciais de acordo com as
legislações estaduais e federais em vigor.

CAPÍTULO VI - Dos cursos voltados para qualificação dos alunos

Seção I - Do Curso de Formação de Assessores de Comunicação

Art. 163. A finalidade primária do Curso de Formação de Assessores de


Comunicação (CFAscom) é formar alunos de 1ª e 2ª séries, a fim de prestar o apoio
técnico ao Chefe da Assessoria de Comunicação da Escola na consecução de
atividades e serviços imprescindíveis à realização de eventos ao longo e todo ano
letivo, na unidade escolar, assim como acrescer em sua formação uma postura
diferenciada ao que tange aos bons modos e aos costumes perante autoridades.

Art. 164. Ao final do curso é esperado que o aluno tenha capacidade de se


comportar de forma condizente nos mais diversos ambientes e com diferentes
autoridades que venham a fazer parte do quadro geral da escola, ou que participem
dos eventos nela realizados.

Art. 165. Os alunos poderão ser empregados em eventos estabelecidos no


calendário escolar anual, com funções técnicas pré-estabelecidas pela Assessoria
de Comunicação, departamento esse em que o aluno estará ligado diretamente
durante o ano. Há a possibilidade de os alunos serem empregados em eventos fora
da unidade escolar, com a devida aquiescência dos responsáveis.

Art. 166. As informações gerais e específicas são baixados em edital, com a


devida aprovação da direção escolar;

Seção II - Do Curso de Formação de Fiscais

Art. 167. A finalidade do curso é formar alunos capazes de fiscalizar os demais


alunos do CPM, embasado neste Regimento Interno e seus documentos normativos
mantendo, assim, a disciplina e a ordem do Colégio da Polícia Militar, servindo de
auxiliares diretos da Coordenação Disciplinar do Colégio.

Art. 168. Os objetivos do curso compreendem a proposta de transformar os


participantes do Curso em exemplo de boa conduta para os demais alunos da
instituição, manter a disciplina e a ordem do CPM através dos Fiscais e formar um
grupo íntegro que honre e defenda com responsabilidade esta instituição;

Art. 169. Os alunos poderão ser empregados em diversas frentes de serviço do


CPM, com funções de Comando, Coordenação, Supervisão e Controle de alunos e

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atividades dentro e fora do CPM. Pautados pela formação, os alunos estarão aptos
aos serviços diversos em eventos e solenidades;

Art 170. São matérias constantes no curso, passíveis de alterações conforme o


edital específico para o curso a que se destina:

IV. Atividades de campo;


V. Normas Gerais de Ação;
VI. Regulamento Disciplinar e Regimento Interno CPM;
VII. Chefia e Liderança;
VIII. Psicologia da educação;
IX. Educação e orientação educacional;
X. Gerência de recursos humanos;
XI. Educação Física Militar;
XII. Direitos da criança e do adolescente.

Seção III - Do Curso de Formação de Primeiros Socorros

Art. 171. A finalidade primária do curso é formar alunos capazes de oferecer os


cuidados básicos em Primeiros Socorros no CPM, bem como desempenhar as
funções de Brigada de Incêndio Escolar, valendo-se de conhecimento teórico e
capacidade técnica básica para atendimentos em casos de vítimas de diversas
enfermidades clínicas e prevenção e combate a princípios de incêndio em
edificações.

Art. 172. Os objetivos do curso compreende a proposta de disseminar e


instituir o ensino de primeiros socorros e procedimentos básicos de prevenção e
combate a princípios de incêndio à um grupo de alunos do CPM, orientar sobre
primeiros socorros e providências para enfrentar os casos mais comuns de
acidentes e , formar um grupo de alunos capazes de desenvolver competências para
fazer gestão de controle de pânico em caso de princípios de incêndio e prestar
auxilio imediato à vitimas de acidentes e mal súbitos, mantendo-a com vida até a
chegada de auxílio competente, reduzindo complicações por atendimentos
totalmente leigos, bem como transformar os participantes do Curso em exemplo de
boa conduta para os demais alunos da instituição;

Art. 173. Os alunos poderão ser empregados em diversas frentes de serviço do


CPM, com funções de atendimento em Primeiros Socorros, brigadistas, bem como
participação em atividades de sala de aula e demais dependências do Colégio.

Art. 174. São matérias básicas constantes no curso, passíveis de alterações


conforme o edital específico para o curso a que se destina:

I. Gestão de Recursos Humanos;


II. Chefia e Liderança;

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III. Atendimento Pré Hospitalar Básico – APH


IV. Noções básicas de combate a incêndio;
V. Noções básicas de salvamento em altura;
VI. Noções básicas salvamento terrestre;
VII. Noções básicas de salvamento aquático;
VIII. Treinamento Físico Militar - TFM.

Seção IV - Dos demais cursos do CPM

Art. 175. Poderão ser inseridos novos cursos direcionados aos alunos do CPM,
mediante autorização do Diretor da Unidade, havendo seleção de alunos com base
em critérios definidos em Edital.

Art. 176. Para todos os cursos realizados junto ao CPM, o aluno fará jus ao
uso de Braçadeira correlata ao curso, bem como distintivo de curso.

Art. 177. Para participar de qualquer seleção para os cursos internos


oferecidos pela escola, o aluno deverá estar previamente autorizado pelos pais e
possuir os critérios disciplinares e intelectuais exigidos no respectivo edital.

Capítulo VII - Da Apresentação Pessoal

Seção I - Do Uniforme Escolar

Art. 178. É obrigação de todo o aluno do Colégio da Polícia Militar o uso de


uniformes limpos, bem alinhados e passados.

I. O uso de qualquer peça que não faça parte do uniforme constitui desrespeito
para com o Colégio da Polícia Militar e demonstra alto grau de indisciplina por parte
do aluno, estando sujeito ao Regulamento Disciplinar. É considerado sobreposição
de uniforme a utilização de bonés, bandanas, chapéus e outros itens diversos ao
uniforme.

II. O aluno deverá estar uniformizado sempre que tiver de comparecer ao


Colégio da Polícia Militar, para tratar de qualquer assunto e em qualquer horário,
mesmo em particular, salvo se dispensado pelo Chefe do Corpo de Alunos.

Da especificação dos Uniformes

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Art. 179. Os uniformes dos alunos do CPM são: uniforme de passeio, uniforme
de instrução, uniforme de educação física, e uniformes de gala (túnica branca e
túnica azul), tendo estes as seguintes especificações:

I. Uniformes masculinos:

a) Fardamento 1ºA (uniforme de passeio) – camiseta cinza com escritas do


nome do aluno, mais o tipo sanguíneo e estrelas indicativas da série
cursada, gandola com bolsos para afixação da tarjeta de identificação de
bolso e lapelas de ombro, para afixação das luvas contendo o número de
estrelas alusivas à série do aluno, cobertura bibico (gorro sem pala)
contendo o número de estrelas de acordo com o ano em curso, boina azul
para as turmas de 2º Ano e boina vermelha para as turmas de 3º Ano,
com brasão do CPM, calça social preta, sapato social preto (sem detalhes
assessórios) com meias pretas e cinto cinza com fivela contendo o brasão
do Colégio da Polícia Militar.
b) Fardamento 1ºB (uniforme de Instrução) – camiseta cinza com escritas do
nome do aluno, mais o tipo sanguíneo e estrelas indicativas da série
cursada, calça tactel preta (sem detalhes), meia soquete branca e tênis
preto.
c) Uniforme 1ºC (uniforme de educação Física) – camiseta cinza com
escritas do nome do aluno, mais o tipo sanguíneo e estrelas indicativas da
série cursada, calção preto, meia soquete branca e tênis preto.
d) Uniformes de gala: - Para alunos da fanfarra: Túnica azul longa com
botões dourados e lapelas de ombro para afixação das luvas contendo o
número de estrelas alusivas à série do aluno, camiseta do uniforme, calça
social preta e sapato social preto com meias pretas. Para os alunos do 3º
Ano, Turma Líder: Túnica branca com dois bolsos laterais e dois bolsos na
altura do peito, um de cada lado, com lapelas de ombro para afixação das
luvas contendo o número de estrelas alusivas à série do aluno, com
botões dourados, camisa social branca, gravata azul, calça social preta e
sapato social preto com meias pretas.

II. Uniformes femininos:

a) Fardamento 2ºA (uniforme de passeio) – camiseta cinza com escritas do


nome do aluno, mais tipo sanguíneo e estrelas indicativas da série
cursada, gandola com bolsos para afixação da tarjeta de identificação de
bolso e lapelas de ombro para afixação das luvas contendo o número de
estrelas alusivas à série do aluno, cobertura bibico (gorro sem pala)
contendo o número de estrelas de acordo com o ano em curso, boina azul
para as turmas de 2º Ano e boina vermelha para as turmas de 3º Ano,
com brasão do CPM, saia social preta, sapato social preto feminino (sem
detalhes assessórios) com meia calça na cor da pele e cinto cinza com
fivela contendo o brasão do Colégio da Polícia Militar.

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b) Fardamento 2ºB (uniforme de Instrução) – camiseta cinza com escritas do


nome do aluno, mais tipo sanguíneo e estrelas indicativas da série
cursada, calça tactel preta (sem detalhes), meia soquete branca e tênis
preto.
c) Uniforme 2ºC (educação Física) – camiseta cinza com escritas do nome
da aluna, mais tipo sanguíneo e estrelas indicativas da série cursada,
calça leg preta, acessório tipo mini canga (“tapa – bumbum”) com a sigla
CPM, que deverá ser amarrado à cintura com o laço do lado direito, meia
soquete branca e tênis preto.
d) Uniformes de gala: - Para alunas da fanfarra
e) : Túnica azul longa com botões dourados e lapelas de ombro para
afixação das luvas contendo o número de estrelas alusivas à série da
aluna, camiseta do uniforme, saia social preta, sapato social preto
feminino e meia calça na cor da pele. Para as alunas do 3º Ano, Turma
Líder: Túnica branca com dois bolsos laterais e dois bolsos na altura do
peito, um de cada lado, com lapelas de ombro para afixação das luvas
contendo o número de estrelas alusivas à série da aluna, com botões
dourados, camisa social branca, gravata azul, saia social preta, sapato
social feminino preto e meia calça na cor da pele.

§ 1º. A camiseta cinza terá as seguintes especificações: escritas do nome do


aluno na fonte arial, caixa alta, sem negrito e/ou itálico, altura 1,5cm, sendo 0,75mm
a altura do nome, mais 0,75mm a altura da sigla AL CPM, sendo esta seguida da(s)
estrela(s) indicativa(s) da série cursada, sendo a sigla e estrela(s) centralizadas em
relação ao nome, seguido da estrela alusiva à série, também de altura 0,75mm, mais
o tipo sanguíneo na cor vermelha e após o nome e na mesma altura.

§ 2º. Os uniformes deverão ser adquiridos em empresa especializada e


credenciada ao Colégio da Polícia Militar – Núcleo III. Não será admitida nenhuma
peça de uniforme, diversa do preconizado no regulamento do CPM.

§ 3º. Não será permitido o uso de sapatos de salto acima de 2,5cm, de


qualquer marca ou modelo, considerando a padronização do uniforme e a evitar
acidentes nas escadas e durante as atividades.

Art. 180. O uniforme é de uso obrigatório em todos os dias letivos, até mesmo
nos sábados ou dias de atividades extras, sendo alternado de acordo com o dia
preestabelecido, ou conforme orientação ou determinação prévia. Segue o
preestabelecido para utilização dos uniformes:

I. O uniforme de passeio deverá ser utilizado às segundas, quartas e


sextas – feiras, bem como nas solenidades em geral.
II. O uniforme de instrução deverá ser utilizado às terças e quintas – feiras.
III. O uniforme de educação física será utilizado nas aulas de educação
física, durante práticas desportivas, ou em qualquer atividade ou

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instrução que seja, por conveniência, indicado e/ou definido previamente


pela Coordenação Disciplinar.
IV. Dos uniformes de gala, a túnica azul será para uso dos integrantes da
fanfarra durante suas apresentações e a túnica branca para os alunos do
3º Ano, Turma Líder, que a utilizarão em solenidades especiais.

§ 1º. A camiseta do uniforme deverá ter o nome do aluno bordado do lado


esquerdo e na altura do peito, conforme especificado no art. 179 e seus incisos,
mais o tipo sanguíneo e tendo acima o número de estrelas alusivas a série cursada
pelo aluno. O nome a ser bordado será composto por nome (simples ou composto) e
sobrenome (preferencialmente o último nome). A camiseta não deverá ser curta para
não dificultar o uso por dentro da calça.

§ 2°. As alunas deverão usar a saia preta de acordo com o estabelecido pela
direção da escola, que deverá estar cobrindo os joelhos e não podendo ser
apertada.

§ 3º. As alunas deverão usar o uniforme 2º A com o cabelo feito “coque”,


utilizando liga, redinha e presilha pretas, sem fios soltos. Não é permitido o uso de
franjas soltas.

§ 4°. As alunas deverão usar os uniformes 2º B e 2º C com o cabelo feito rabo


de cavalo, simples ou com trança, utilizando liga e presilha pretas, sem franja e sem
fios soltos.

Art. 181. O aluno que não tiver o uniforme ou esteja impedido de utilizá-lo,
deverá procurar a Coordenação Disciplinar para pegar autorização por escrito. O
procedimento é obrigatório, sujeitando o aluno às penalidades no descumprimento
desta ordem.

Art. 182. A aquisição do uniforme é obrigatória, ficando os pais ou


responsáveis orientados a adquirir o uniforme no ato da matrícula, em empresa
particular previamente definida.

Art. 183. O uso de quaisquer peças diversas do uniforme, bem como


acessórios de uso proibido no Colégio da Polícia Militar será recolhido pela
Coordenação Disciplinar, contra recibo entregue ao aluno, a fim de que o objeto seja
entregue aos pais ou responsáveis.

§ 1º. É compreendido como acessórios de uso proibido todo material não


utilizado para fins didáticos, pedagógicos, desportivos ou que não estejam
autorizados, mesmo que opcionalmente, para estes fins. Os materiais proibidos
também compreendem objetos ilícitos, que apresentem cunho pornográfico,
apologia ao crime, ou que possa ser utilizado para danificar a estrutura do Colégio
da Polícia Militar de Araguaína ou mesmo oferecer riscos à integridade física ou
material de outrem.

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§ 2º. Para os objetos que sejam apreendidos, mas que não venham a constituir
prova criminal, caso o responsável não venha a pegar o objeto até o final do
semestre, o objeto recolhido será encaminhado para doação às instituições
carentes, previamente disposto em documentação própria, e entregue mediante
termo de recebimento da Instituição beneficiada.

Seção II - Da padronização do Cabelo

Art. 184. O corte de cabelo será padronizado para os alunos do sexo


masculino.

§ 1° Por padronização do corte, entender-se-á a utilização da máquina nº 01,


para a parte inferior (nuca) do crânio, a máquina nº 1.5, para a lateral do crânio; e
para a parte superior do crânio a máquina n° 02. O “pé do cabelo” deverá ser
constantemente aparado.

§ 2° - É proibido o uso de costeletas. Consideram-se costeletas, quando a base


lateral do pé do cabelo está abaixo da saliência cartilaginosa da entrada do ouvido.

§ 3° - O corte do cabelo deverá ser feito de quinze em quinze dias ou quando


este apresentar tamanho superior ao padrão determinado;

§ 4° - É vedado aos alunos do Colégio da Polícia Militar, usar tinturas ou


descolorir os cabelos de forma alegórica ou pintá-los de várias cores extravagantes;

§ 5º - Os alunos receberão o Cartão de Corte do Cabelo para que o militar


Orientador Disciplinar, após inspecionar o mesmo, dê o respectivo visto.

Art. 185. As alunas do Colégio da Polícia Militar deverão usar o cabelo em


“coque” com redinha, “rabo de cavalo” simples ou com trança, de acordo com a
atividade previamente acordada, devendo ser as ligas, redinhas e grampos usados
para prendê-los, na cor preta;

§ 1° - As alunas, quando em atividade física, deverão usar o cabelo preso;

§ 2° - O cabelo quando preso em “coque”, “rabo de cavalo” simples ou com


trança, deverá ser bem feito, evitando pontas soltas ou mechas ou franjas caídas;

.Art. 186. Para efeitos de fiscalização extra, a Chefia do Corpo de Alunos


estabelecerá datas para Inspeções de cabelo, bem como poderá realizar inspeções
aleatórias para os cabelos que não estiverem de acordo com o regulamentar.

TÍTULO IV - Da Coordenação Militar de Finanças e Patrimônio

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Art. 187 - A Coordenação Militar de Finanças e Patrimônio é a Unidade Financeira


subordinada diretamente ao Diretor do CPM e terá por Chefe um Capitão do serviço
ativo da Polícia Militar do Tocantins, preferencialmente, possuidor do Curso de
Ciências Contábeis e/ou equivalente, tendo por finalidade a execução da política
financeira e orçamentária definidas em PPP, o controle e acompanhamento das
despesas, a elaboração e análise de prestação de contas, mantendo intercâmbio
com os órgãos responsáveis pela fiscalização, controle interno, alimentação escolar,
incorporação e controle de patrimônio, competindo-lhe implementar suas atividades
através da seguinte estrutura:

Seção I - Da Gerência de Finanças


Art. 188 - À Gerência de Finanças – cumpre acompanhar a execução contábil e
financeira no que se refere ao recebimento e tramitação de processos, emissão de
notas de empenho para pagamento das respectivas despesas, competindo-lhe:

I. Receber e analisar, processos de empenho e pagamento, mantendo sob


controle os convênios firmados com órgãos Federais, não permitindo o uso
indevido dos mesmos;
II. Manter atualizado os arquivos e sistemas de controle das dotações
orçamentárias e dos recursos financeiros liberados, individualizando as
respectivas fontes financeiras;
III. Controlar as operações financeiras compreendendo os depósitos bancários,
as aplicações no mercado financeiro e os resgates de valores para cobertura
de ordens bancárias emitidas;
IV. Efetuar as solicitações bancárias das contas relativas aos convênios firmados
com a Secretaria da Educação;
V. Coordenar a movimentação de contas bancárias, efetuando lançamentos de
entrada e saída de ordens bancárias e valores bem como a conferência dos
processos que deverão ser pagos ou anulados, entre outras competências
inerentes.
VI. Executar sintética e analiticamente, a contabilização orçamentária, financeira
e patrimonial do CPM, de acordo com a legislação vigente, preparando o
balancete da receita e da despesa, os balanços gerais assim como as
prestações de conta às entidades ou órgãos federais, estaduais e municipais;
VII. Coordenar a elaboração anual das diretrizes orçamentárias e a proposta
orçamentária com base nos elementos fornecidos pelos diversos setores da
administração do CPM e constantes no PPP;
VIII. Acompanhar a execução do orçamento em todas as suas fases, mediante o
empenho prévio das despesas e controle dos saldos das dotações
orçamentárias;
IX. Providenciar a prestação e a tomada de contas dos agentes responsáveis por
recursos destinados ao CPM, quando tratar-se de objeto de doação feito por
outros órgãos públicos ou por particulares;
X. Atender as demandas apresentadas pelos outros setores do CPM, quando
houver previsão orçamentária, desde que autorizado pelo Diretor;

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XI. Manter rigorosamente em dia o controle dos saldos das contas mantidas em
estabelecimentos de crédito e movimentadas pelo CPM;

Parágrafo único - São atribuições do chefe da Coordenação Militar de


Finanças e Patrimônio do CPM, dentre outras determinadas em legislação
específica, desempenhar e/ou certificar-se da correta execução das competências
elencadas neste artigo.

Seção II - Da Gerência de Patrimônio


Art. 189 - À Gerência de Patrimônio – cumpre Receber, armazenar e fornecer
materiais de consumo, zelando pela manutenção dos níveis de estoques, bem como
registrar e controlar os bens patrimoniais do CPM
Propor a previsão e a programação do material a ser adquirido;

I. Propor escalas de requisição de material;


II. Emitir balancetes anuais de material;
III. Exercer controle físico-financeiro de materiais adquiridos, distribuídos e em
estoque;
IV. Executar especificação, codificação, padronização de material e emplaquetar
os bens incorporados ao patrimônio do CPM;
V. Manter o estoque de formulários e impressos padronizados, de necessidade
da direção, das Coordenações e da secretaria do CPM;
VI. Verificar os prazos de entrega de material adquirido;
VII. Emitir, mensalmente, relatório de movimentação de material;
VIII. Emitir pedidos de compra de material, submetendo-os à aprovação superior;
IX. Receber e atender as requisições de material, quando autorizado;
X. Catalogar requisições pendentes para atendimento futuro;
XI. Receber os materiais adquiridos, conferindo-os com as especificações
constantes do processo de aquisição e atestando as Notas Fiscais;
XII. Atualizar o sistema de cadastro de fornecedores quanto às condições de
entrega do material;
XIII. Propor níveis de estoque mínimo, para fins de reposição;
XIV. Comunicar o recebimento do material adquirido aos setores do CPM que
deram origem ao processo de compra;
XV. Providenciar o armazenamento do material destinado ao almoxarifado, de
forma adequada, em local seguro e compatível com a sua natureza;
XVI. Informar ao superior competente sobre os fornecedores inadimplentes;
XVII. Receber, classificar, codificar, cadastrar e controlar bens patrimoniais;
XVIII. Tombar e emplaquetar os bens incorporados;
XIX. Proceder a inventários anuais de bens patrimoniais;
XX. Fiscalizar e acompanhar a movimentação de bens móveis, mantendo
atualizado o cadastro dos bens;
XXI. Propor baixa permuta cessão, recuperação ou alienação de bens
considerados inservíveis, antieconômicos ou ociosos;
XXII. Emitir e controlar Termos de Responsabilidade dos bens patrimoniais;

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XXIII. Fiscalizar o cumprimento de normas técnicas de utilização e manutenção de


máquinas, equipamentos e outros bens;
XXIV. Providenciar reparos ou substituições dos bens móveis, quando necessário;
XXV. Emitir e controlar cautelas de material permanente;
XXVI. Recolher e redistribuir os bens móveis, quando necessário;
XXVII. Executar e supervisionar os Planos de Trabalho e cronogramas de realização
de atividades da Coordenação Militar de Finanças e Patrimônio, de forma a
zelar pelo cumprimento dos prazos estipulados;
XXVIII. Elaborar relatórios, estatísticas e estudos referentes às atividades do CPM;
XXIX. Desempenhar outras competências típicas da unidade, delegadas pela
autoridade superior ou cometidas através de normas.

Parágrafo único - São atribuições do chefe da Coordenação Militar de Finanças e


Patrimônio do CPM, dentre outras determinadas em legislação específica,
desempenhar e/ou certificar-se da correta execução das competências elencadas
neste artigo.

Seção III - Da Gerência de Alimentação Escolar


Art. 190 - À Gerência de Alimentação Escolar – cumpre planejar, executar,
controlar e acompanhar a aquisição, estocagem, produção e distribuição da
Alimentação Escolar no âmbito do CPM, competindo-lhe:

I. Acompanhar e fiscalizar o cumprimento dos princípios e das diretrizes da


alimentação escolar do Programa Nacional de Alimentação Escolar, na forma
da legislação federal pertinente;
II. Planejar, aplicar e acompanhar a execução dos recursos financeiros
destinados à alimentação escolar;
III. Definir os cardápios do programa de alimentação escolar do CPM, conforme
orientação dos profissionais de nutrição da Seduc, sugerindo as adequações
necessárias, quando julgar pertinente;
IV. Acompanhar a prática dos cardápios dos programas de alimentação escolar e
realizar estudos a respeito dos hábitos alimentares, a aceitabilidade de
refeições, zelando pela qualidade da alimentação escolar;
V. Zelar pela qualidade dos gêneros alimentícios em todos os seus níveis, desde
a aquisição até a distribuição, observando as boas práticas higiênicas e
sanitárias, priorizando a orientação na aquisição de 30% dos recursos
federais de gêneros alimentícios da agricultura familiar;
VI. Apresentar a Coordenação Militar de Finanças e Patrimônio, propostas de
prestação de serviços e fornecimento de alimentação escolar adequada à
realidade do CPM,
VII. Estabelecer critérios para a distribuição da alimentação escolar aos alunos
CPM;
VIII. Exercer fiscalização sobre as condições higiênicas, saneamento básico e
infraestrutura física das cozinhas, despensas e refeitórios,

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IX. Acompanhar as ações de formação na prestação de serviço da alimentação


escolar, promovendo a formação continuada aos profissionais que direta ou
indiretamente participam do processo de manipulação dos alimentos,
ressaltando sobre a importância da higiene e saneamento básico,
fundamentais na armazenagem, conservação, manuseio e preparação dos
alimentos;
X. Articular-se com os órgãos ou serviços governamentais nos âmbitos estadual
e federal e com outros órgãos da administração pública ou iniciativa privada, a
fim de obter colaboração ou assistência técnica para a melhoria da
alimentação escolar oferecida pelo CPM desde que devidamente autorizado
por estância superior;
XI. Promover campanhas educativas de esclarecimentos sobre a alimentação
escolar, levantando dados estatísticos ao conhecimento do corpo
administrativo, docentes e, principalmente, aos discentes do CPM;
XII. Confeccionar, analisar e emitir parecer conclusivo sobre a Prestação de
Contas dos recursos financeiros da alimentação escolar, em conformidade a
legislação do PNAE;
XIII. Propor a aquisição de gêneros alimentícios, destinados a complementação
do Programa de Alimentação Escolar;
XIV. Estabelecer controle e distribuição da alimentação escolar, conforme
disposição desta Lei e as constantes dos convênios firmados com os órgãos
estaduais e federais de alimentação escolar;
XV. Supervisionar, orientar e controlar as atividades do programa de alimentação
escolar;
XVI. Promover em conjunto com o órgão próprio o transporte dos gêneros
alimentícios e sua distribuição;
XVII. Desenvolver campanhas visando o melhoramento da alimentação escolar;
XVIII. Acompanhar a aplicação dos recursos federais transferidos a conta do PNAE;
XIX. Zelar pela qualidade dos produtos, em todos os níveis;
XX. Participar do planejamento, da execução e do acompanhamento das
atividades pedagógicas que envolvam a alimentação escolar;
XXI. Apoiar as atividades desenvolvidas por alunos e professores, que tratem da
alimentação escolar;
XXII. Atuar junto ao corpo docente e discente afim de melhorar a eficiência e
eficácia de todo o sistema de alimentação escolar do CPM.

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elencadas neste artigo.

TÍTULO V - Das Participações

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CAPÍTULO I - Da participação dos envolvidos na escola

Seção I - Participação Dos Pais

Art. 191. Compete aos pais acompanharem a vida do filho, vindo sempre que
possível para um contato estreito com o OE (Orientação Educacional) e CD
(Coordenação Disciplinar), a fim de que possam complementar as orientações
ministradas. As orientações específicas aos pais são:

I. Priorize conhecer o CPM, Diretoria, corpo docente, corpo técnico e


colaboradores, antes que seja convidado ou solicitado a sua presença; Não
deixe para conhecer ao colégio ou conhecer os professores e coordenadores
de seu filho apenas no final do ano; Informe de imediato ao SOE, caso ocorra
mudança de endereço ou telefone de contato; ocorrendo mudança de
endereço, comunique ao SOE com urgência; da mesma forma e com a
mesma brevidade, informe caso seu filho esteja impossibilitado de frequentar
a(s) aula(s), evite as faltas sem a justificativa comprovada; evite que seu filho
falte às aulas. Caso isso ocorra, por motivo de força maior, comunique ao
SOE;
II. Problemas específicos os pais são chamados pelo SOE ou CD, quando se
faz necessária uma troca maior de informação sobre o aluno;
III. Solicitações espontâneas dos pais são marcadas entrevistas com
antecedência pessoalmente ou por telefone, junto ao SOE;
IV. Somente com a devida averiguação e autorização destes dois
departamentos, o(s) pai(s) ou responsável, poderá retirar seu(s) filho(s) da
escola dentro do turno de aulas, salvo decisão superior do CPM.

Seção II - Participação dos alunos

Funções dos alunos na escola

Art. 192. O Colégio da Polícia Militar incentiva a criação de grêmios e


associações, promoções culturais e desportistas, de iniciativa do corpo discente,
docente da equipe pedagógica, desde que coerente com os objetivos da instituição e
que provem se úteis ao processo educativo. Escola e a comunidade, bem como
associação de pais e mestres.

Seção III - Funções dos alunos na Administração Compartilhada

Art. 193. A Administração Compartilhada, consoante projeto previsto no Plano


Político Pedagógico, possui caráter instrutivo voltado para a participação dos alunos
na vida administrativa e operacional do CPM.

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Art. 194. Em cada semana, a administração da escola disporá de 01 (uma)


turma de 1ª série, comandada por alunos de 3ª série, para a execução de atividades
conforme planejamento prévio de funções.

Art. 195. As funções e atribuições previstas no projeto são as seguintes:

I. Comando de operações

a) O Comando de operações deverá ser um aluno de 3ª série, Fiscal, o qual


terá a responsabilidade de escalar, supervisionar, comandar, coordenar e
designar tarefas a serem desempenhadas pelos demais escalados.
b) Caberá ao comando de operações o envio de eventual relatório de
atividades, lista de anotados ou demais alterações surgidas no decurso da
atividade ao Corpo de alunos.
c) O Comando de operações deverá designar auxiliares, fiscais ou não, para
o desenvolvimento e fiscalização dos subordinados, devendo estes primar
pela instrução prévia para, posteriormente, cobrar resultados.

II. Subcomando de operações

a) Responsável por levar as ordens emanadas do Comandante de


operações aos demais escalões subordinados;
b) Fiscalizador direto das atividades desempenhadas pelos subordinados,
devendo orientar e direcionar as ações, a fim de que a missão seja
desenvolvida a contento.

III. Fiscal de banheiros

a) Deverá ficar de prontidão nas portas dos banheiros, observando a


situação que o banheiro se encontra ao início de sua participação,
comunicando de imediato qualquer dano ou alteração verificada;
b) No decurso de sua missão, deverá observar eventuais estragos, mau uso
ou outra alteração decorrente, nominando o responsável pela ação, bem
como garantindo o bom uso, por parte dos demais usuários.
c) Não terá a atribuição de limpeza ou organização, devendo sua ação se
respaldar na fiscalização ao bom uso do material público e de uso coletivo.

IV. Auxiliar de linha de serviço lanche

a) Deverá se apresentar à equipe do refeitório, com a máxima antecedência


possível, não sendo superior a 10(dez) minutos se estiver em aula, a fim
de que se coloque à disposição para auxílio no serviço;

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b) Deverá seguir as orientações e prescrições do refeitório, incluindo limpeza,


asseio e higiene, bem como uso de equipamentos obrigatórios.

V. Fiscal de recolhimento

a) Será o responsável por fiscalizar os pratos e talheres devolvidos ao


término da refeição;
b) Deverá observar a entrega, a fim de que não seja jogado no lixo,
equivocadamente ou por vontade própria, o talher ou copo utilizado;
c) Fiscalizará e controlará o desperdício, anotando os nomes dos alunos
cujas quantidades de alimentos jogadas fora sejam incompatíveis ou
caracterizadoras de desperdício;
d) Deverá aguardar até que o último aluno termine sua refeição, exceto
casos fora da rotina e horários;

VI. Fiscal de Higiene

a) Observará o cumprimento do dispositivo de mesas e cadeiras do refeitório,


limpeza e organização das mesas e cadeiras, orientando os alunos para o
recolhimento de materiais e restos de comida;
b) Atentará para o uso de aventais, toucas e máscaras higiênicas, por parte
dos fiscais e auxiliares do refeitório, como norma procedimental padrão.

VII. Fiscal de filas

a) Auxiliará na organização e condução da fila, primando pela correção de


atitudes e posturas;
b) Garantirá a prioridade aos professores e funcionários da escola, como
forma de ratificar a hierarquia e disciplina, fatores preponderantes para o
sucesso escolar e respeito aos superiores;
c) Observará eventuais alunos com necessidades especiais, dando
prioridade de atendimento, quando devidamente comprovados.

VIII. Fiscal de ginásio

a) Participará da fiscalização do ginásio, em consonância com o militar


responsável, observando as prescrições correlatas ao dia e a hora da
missão.

Art. 196. As atribuições acima elencadas poderão ser desempenhadas pelos


alunos que fazem parte da Gestão Compartilhada, escalados no contra turno, a
critério da Coordenação Disciplinar.

Art. 197. Todas as alterações deverão ser relatadas ao Comando de


operações, devendo este consignar o fato em formulário próprio, a ser repassado
posteriormente ao Corpo de alunos;

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Art. 198. Os alunos designados para as atividades terão total precedência de


ordens e orientações, devendo os alunos seguirem o preestabelecido por estes,
quando em serviço;

Art. 199. O desrespeito às normas, bem como ao aluno responsável pelo


serviço da administração compartilhada, será considerado como transgressão grave,
visto que o aluno estará a ocupar cargo de funcionário escolar, cabendo a ele
prestar o devido respeito e consideração, independente da série que ocupa.

Art. 200. Todas as funções e atribuições deverão ser compartilhadas com a


turma responsável pela semana, devendo o chefe de turma informar ao Comando de
operações qual efetivo presente, para fins de escala;

Art. 201. As atividades propostas na administração compartilhada possuem o


cunho pedagógico voltado ao desenvolvimento das seguintes habilidades:

I. Subordinação e acatamento às ordens;


II. Desenvolvimento de habilidades coletivas
III. Desenvolvimento da personalidade e humildade;
IV. Ênfase ao trabalho coletivo
V. Ressalto do voluntariado, fator preponderante no aluno CPM;
VI. Desenvolvimento de responsabilidades coletivas;
VII. Percepção das funções e atribuições administrativas;
VIII. Envolvimento com a coisa pública;
IX. Gestão de pessoas
X. Caracterização das habilidades interpessoais;
XI. Respeito e solidariedade

Art. 202. Tais habilidades devem sempre ser ressaltadas ao final da dinâmica
semanal, em momento específico, a fim de que o aluno capte estas propostas,
traduzindo-as em atividades puras e dinâmicas;

Art. 203. Em nenhuma hipótese será admitida a humilhação, exposição do


aluno a situações vexatórias ou constrangedoras, devendo qualquer caso diverso
ser imediatamente cessado, bem como repassado ao Corpo de alunos, para
providências cabíveis

Art. 204. Os casos omissos ou que não sejam previstos nesta instrução
deverão ser sanados pela Direção da Escola.

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Seção III - Funções dos alunos nas salas de aula

Da Chefia e Subchefia de Turma

Art.205. As Instruções gerais aos Chefes e Sub Chefes de turma assim se


delimitam: Os Chefes e Subchefes de Turma serão escalados pela Coordenação
Disciplinar e terão precedência hierárquica sobre os demais alunos da turma;

I. O Chefe de Turma é o responsável pela apresentação da mesma, no lugar


determinado e na hora fixada, bem como pelo procedimento dos alunos que a
integram durante os intervalos e os deslocamentos;
II. A entrada nas salas de aula deverá ser feita em ordem e em silêncio, antes
ou assim que o sinal de alerta for dado. Se a sala de aula a ser ocupada não
estiver livre, a turma permanecerá no corredor, em silêncio, aguardando o
momento da entrada;
III. O descumprimento do horário de entrada em sala, a partir da ordem dada ou
sinal tocado consistirá em punição para o Chefe e Sub Chefe de turma, bem
como para os integrantes, se assim a Coordenação Disciplinar entender;
IV. No intervalo entre duas aulas, somente será permitido aos alunos saírem do
local em que se encontram e onde deverão ter a aula seguinte, quando esse
intervalo for superior a 10 minutos ou para satisfação de necessidade
fisiológica, desde que autorizado pelo professor, Coordenador Disciplinar ou
outra autoridade previamente autorizada. As turmas permanecerão à vontade,
mantendo a conversação em tom moderado.

§ 1° - As Instruções específicas ao Chefe de Turma são:

I. Manter a disciplina, quando não houver professor em sala ou lugar de


trabalho;
II. Apurar as faltas verificadas na turma, apresentando-as por ocasião de aulas,
instruções ou formaturas, ao instrutor à frente;
III. Receber documentos destinados à turma distribuí-los aos interessados e
recolhê-los, quando for o caso, para restituí-los a quem de direito, tudo dentro
dos prazos estipulados;
IV. Retransmitir ordens gerais aos alunos da turma, zelando pelo cumprimento
das mesmas no que for de sua alçada;
V. Comunicar ao Coordenador Pedagógico/Disciplinar as irregularidades que
exijam providências imediatas;
VI. Verificar, por ocasião das Avaliações de Estudo, se os alunos de sua turma
conduzem apenas os documentos e o material previamente permitido pelo
professor;
VII. Cientificar à turma os locais, horários das atividades, e os uniformes a serem
utilizados;
VIII. Manter contato prévio com os professores e providenciar, os meios auxiliares
para sua aula;

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IX. Fiscalizar a entrada e a saída da turma na sala de aula e comandar SENTIDO


à chegada e retirada do professor ou instrutor;
X. Diariamente, por ocasião das vistorias realizadas pelos monitores nas salas
de aulas de suas respectivas turmas, deverão os chefes de turma apresentar
o responsável ou responsáveis por danos ocorridos no material da sala de
aula, bem como alterações verificadas;
XI. Dar conhecimento das presentes normas ao subchefe de turma, a quem cabe
substituí-lo em todas as eventualidades em que estiver ausente;
XII. Revezar-se com o Sub Chefe para que haja sempre um dos membros da
chefia em sala durante os intervalos;
XIII. Dar ciência ao monitor de todas as alterações de alunos ocorridas;
XIV. Deverá ser o primeiro aluno a chegar ao local da formatura, colocando a
turma em forma por própria iniciativa, nos horários previstos ou determinados
e fazendo a chamada para apurar as faltas, cuidando para que isso não
implique atraso para apresentação da mesma;
XV. Exigir perfeita correção de atitudes;
XVI. Apresentar a turma ao monitor, instrutor, professor ou a quem adentrar a sala,
desde que superior, comunicando-lhe as faltas e informando-lhe, se possível,
os motivos;
XVII. Em caso de deslocamento da turma, fazê-lo sempre em forma, passo sem
cadência e em silêncio, salvo ordem em contrário, atentando sempre para
todos os detalhes aprendidos na ordem unida;
XVIII. O chefe de turma deverá procurar constituir-se num exemplo aos seus
colegas, enquadrando-se nas normas e regulamentos do Colégio da Polícia
Militar, sem descuidar dos elevados princípios de educação e moral;
XIX. Entregar o QTS (Quadro de Trabalho Semanal), o TCA (Talão Controlador de
Aula) e outros documentos ao Sub Chefe, cuidando para que todos os
períodos tenham sido assinados pelo professor, bem como atentar para o
correto preenchimento da documentação;
XX. Manter registro de alunos que tenham problemas de saúde ou se faz uso de
medicamentos em sala de aula, e passar aos cuidados de outro aluno,
sempre do mesmo sexo, para acompanhar o doente no deslocamento e
averiguações no SOE;

§ 2°. Outras ordens e atribuições poderão ser criadas, bastando, para isso,
instrução específica da Direção, baixadas em documentos internos.

Art. 206. As Instruções específicas ao Sub Chefe de Turma são:

I. Substituir o chefe de turma na sua ausência, devendo inteirar-se das


atribuições normais da mesma;
II. Ao subchefe compete auxiliar o chefe de turma em todas as suas atribuições;
III. Zelar pela manutenção da limpeza e conservação da sala de aula,
fiscalizando-a nos intervalos e no final do turno;

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IV. Manter uma adequada disposição das carteiras, verificando previamente a


intenção do próximo professor, a fim de que deixe a disposição da sala
conforme a necessidade da disciplina a ser ministrada;
V. Acionar os alunos para que se dirijam ao local de formatura, logo que tenham
deixado o material nos armários;
VI. Manter a sala de aula fechada e trancada, com dispositivos elétricos e
eletrônicos desligados, guardados ou entregues na coordenação, conforme
necessidades, sempre que não houver atividade, evitando possíveis
ocorrências;
VII. Informar à coordenação pedagógica qualquer alteração que observe no início
e no final do expediente/aula, como faltas e atrasos dos professores,
atividades a realizar nos intervalos ou outras necessidades pedagógicas;
VIII. Informar ao professor, faltando 5 minutos para o término da aula, sobre o final
da atividade;

CAPÍTULO IX - Do Estado Maior Da Sala – EM/Sala

Seção I - Do Estado Maior Da Sala – EM/Sala

Art. 207. Constituem ainda, para o bom funcionamento do Colégio da Polícia


Militar, um segundo escalão de subordinados ao chefe e subchefe da turma,
chamados de EM/sala (estado-maior da sala), composto por membros da sala,
designados a partir do perfil e comportamento ilibado, a ser designado pelas
coordenações do Colégio da Polícia Militar, que receberão a patente CMP.

§ 1°. O EM/Sala é composto pelos seguintes membros:

I. CMP/1
II. CMP/2
III. CMP/3
IV. CMP/4
V. CMP/5

Art. 208. As atribuições de cada membro do EM/Sala abaixo se descrevem.


Todos deverão se manifestar imediatamente sempre que o assunto for concernente
a sua área de atuação, a omissão poderá acarretar em sanções da CD ;

Art. 209. O CMP/1 é o responsável pelo controle humano e documental da


sala. São atribuições do CMP/1:

I. Manter a relação completa e atualizada com os nomes dos alunos da sala,


destinando uma via ao Coordenador Disciplinar e afixando outra no Celotex
da Sala;

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II. Controlar as faltas e assessorar o Chefe e sub Chefe da sala na contagem


dos alunos e justificativas das faltas e atrasos;
III. Afixar e manter atualizada uma lista contendo os nomes, endereços e
telefones dos alunos, para eventuais consultas e acionamentos;
IV. Subsidiar o CMP/5 no controle das datas comemorativas e aniversários;
V. Auxiliar a Coordenação Disciplinar no repasse de dados e informações sobre
os alunos, como lista de anotações disciplinares, méritos ou outros
procedimentos do Colégio da Polícia Militar, por parte da Coordenação
Administrativa e Pedagógica;
VI. Auxiliar o CMP/3 nas escalas de serviço, mantendo atualizadas as escalas de
Chefe, Sub Chefe, CMP/1 ao CMP/5, conforme lista de alunos, atentando
para as particularidades de cada dia, como faltas e atrasos;
VII. Receber a documentação diária interna, mandar protocolá-la, se necessário e
levá-la ao Chefe ou sub Chefe da sala;
VIII. Organizar os fichários, os mapas, as relações e outros documentos referentes
ao efetivo da sala;
IX. Organizar e manter em dia, sob a orientação do Chefe de turma, um Livro de
Ordens da Sala, que conterá o registro das ordens internas de caráter geral
em vigor, que não constem das NGA/CPM, assim como uma cópia da planta
do Colégio da Polícia Militar e dos terrenos da unidade;
X. Estar em condições de informar aos Coordenadores do Colégio da Polícia
Militar sobre o estado moral e o disciplinar da sala;
XI. Ter em mãos uma cópia do mapeamento da sala, e com o apoio do Chefe de
turma mantê-lo até segunda ordem, sendo permitida a alteração somente ao
professor ou condutor da turma enquanto durar a atividade;

Art. 210. O CMP/2 é o chefe da Seção de Informações da sala, sendo


responsável pelas atividades relativas à Inteligência e à Contra Inteligência. São
atribuições do CMP/2:
I. Ter as informações disciplinares dos alunos atualizadas, orientando e
auxiliando o Chefe e Sub Chefe de Turma nas escalas disciplinares;
II. Auxiliar o CMP/3 nas instruções e planos didáticos, no que se refere ao
levantamento de informações para a consecução dos objetivos;
III. Auxiliar as Coordenações com informações de interesse e relevantes para o
Colégio da Polícia Militar, sejam administrativas, disciplinares ou de
segurança;
IV. Manter-se atualizado sobre as informações do Colégio da Polícia Militar e do
mundo, a fim de divulgá-las aos alunos e ao Colégio, enaltecendo o
conhecimento de mundo;
V. Levantar os Pontos sensíveis e vulneráveis do Colégio da Polícia Militar,
fomentando a criação de um Plano de Segurança do Colégio, a partir das
informações adquiridas;

Art. 211. O CPM/3 é responsável pelas atividades relativas à instrução e às


operações. São atribuições do CMP/3:

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I. Planejar, organizar e coordenar, mediante determinação das Coordenações e


com base nas diretrizes do escalão superior, toda a instrução do Colégio da
Polícia Militar e das disciplinas;
II. Organizar e relacionar o arquivo de toda a documentação de instrução, para
facilitar consultas e inspeções, bem como novos planejamentos a executar;
III. Planejar e realizar a seleção dos alunos que devam ser empenhados em
quaisquer atividades, em colaboração com o CPM/1;
IV. Auxiliar nas cerimônias militares, em coordenação com outros Coordenadores
e CPM/3 do Colégio da Polícia Militar;
V. Elaborar os documentos de instrução de sua responsabilidade e submetê-los
à aprovação das Coordenações que o designou;
VI. Reunir dados que permitam às Coordenações acompanhar e avaliar o
desenvolvimento das instruções da unidade;
VII. Fiscalizar as instruções, a fim de propor medidas para obter o melhor
rendimento da atividade;
VIII. Coordenar as atividades dos responsáveis pelos diversos ramos de instrução,
tendo em vista a produção de notas, quadros e outros elementos para a sala
de instrução da unidade;
IX. Propor, com a colaboração do CPM/1, a qualificação dos alunos de acordo
com os resultados alcançados ao término do período de instrução individual;
X. Elaborar mini-instruções sobre diversos assuntos de interesse das
Coordenações, com a cooperação do EM/sala;
XI. Auxiliar na elaboração dos planos de segurança e defesa do Colégio da
Polícia Militar, com a cooperação do CPM/2;

Art. 212 - O CMP/4 é o principal responsável pela perfeita observância de


todas as disposições regulamentares relativas à administração. São atribuições do
CPM/4:

I. Providenciar, diariamente, todo o material necessário às aulas como giz,


apagador, mapas, material de desenho ou qualquer outro material solicitado
pelo(a) professor(a) ou Coordenações;
II. Manter em sala um cadastro de Achados e Perdidos, para localização e
devolução de materiais da sala;
III. Manter em sala um cadastro atualizado de todo o patrimônio existente, nele
constando número de patrimônio, características e qualquer outra
particularidade do bem;
IV. Recolher às Coordenações, o material esquecido pelos alunos no interior do
Colégio da Polícia Militar e não procurado;
V. Coordenar e fiscalizar os serviços dos seus elementos de execução nos
termos da legislação vigente e dos manuais específicos;
VI. Manter estreita ligação com o CPM/3 para providenciar o apoio material à
execução das instruções e aos planos de emprego do Colégio da Polícia
Militar;
VII. Zelar pelo fiel cumprimento, por todos os membros do Colégio da Polícia
Militar, das prescrições de segurança e prevenção de acidentes na instrução

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e em outras atividades de risco, reguladas em planos de instrução e em


manuais específicos, verificando as condições de segurança e o uso correto
de EPI (Equipamentos de proteção individual) e dispositivos de segurança do
Colégio.
VIII. Ao CMP/4 também compete às atribuições de cunho ambiental, como:
a. Responsabilizar-se pela elaboração, atualização e difusão das normas de
controle ambiental no Colégio da Polícia Militar e em áreas de
responsabilidade do Colégio, de acordo com a legislação ambiental das
esferas federal, estadual e municipal;
b. Acentuar a implantação da Coleta seletiva de lixo, com propostas
dinâmicas e alternativas sobre a reciclagem e utilização dos materiais
descartáveis;
c. Fiscalizar, com a colaboração do CPM/3 e das Coordenações, o fiel
cumprimento das normas de que trata o inciso acima, por ocasião de
exercícios externos ou instruções militares, em campos de instrução ou
em outras áreas cedidas para este fim;
d. Propor e participar de campanhas de educação ambiental, conforme
necessidades do Colégio da Polícia Militar.

Art. 213. O CPM/5 é o assessor do Chefe de Turma, nos assuntos referentes


às atividades de comunicação social e cerimonial de eventos. Ao CMP/5 compete:

I. Acompanhar, para efeito de levantamento do grau de satisfação do público


interno, a execução do serviço especial que compreende, entre outras, as
atividades de biblioteca, espaços culturais, cantina, salas do Colégio da
Polícia Militar, atividades de recreação e externas;
II. Ouvir opiniões, principais anseios e preocupações dos públicos interno e
externo, propondo medidas para explorar aspectos positivos e neutralizar
efeitos negativos;
a. Quando determinado pelas Coordenações, divulgar as atividades da
unidade junto ao público interno e externo;
III. organizar e conduzir os eventos sociais e culturais da sala e, quando
escalado, os eventos externos;
IV. elaborar os programas de lazer e de assistência religiosa do colégio;
V. Cooperar no preparo e na divulgação de solenidades cívico-militares;
VI. Cooperar com as coordenações nos assuntos de assistência social;
VII. Primar-se por utilizar os pronomes de tratamentos oficiais, para com as
autoridades civis, militares e religiosas;
VIII. Manter atualizadas no celotex da sala as listas de autoridades locais,
personalidades civis e militares e amigos do Colégio da Polícia Militar, bem
como as das datas significativas;
IX. Orientar os alunos da sala quanto ao atendimento adequado aos públicos
externo e interno;
X. Auxiliar na confecção do Plano de Comunicação Social do Colégio da Polícia
Militar, conforme as orientações contidas no Plano de Comunicação Social da

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PMTO e de acordo com as diretrizes e determinações recebidas das


Coordenações;
XI. Elaborar, quando necessário, o anexo de Comunicação Social às ordens de
serviço/instruções, submetendo-o à apreciação do Chefe de Turma ou
Coordenações, se solicitado;
XII. Fazer os pronunciamentos de agradecimentos, convites, felicitações por
aniversários ou méritos indiciduais, e representatividades escolares em geral
da turma, sempre que receberem visitas em sala de aula, que não seja
atividade de rotina;
XIII. Ligar-se com os demais CMP/5 do Colégio, bem como o CPM/5 EMG do
CPM

CAPÍTULO X - Dos Assessores Da Sala

Seção I - Dos Assessores da Sala e dos Assessores do Colégio da Polícia


Militar

Art. 214. Constituem Assessores da Sala e Assessores do Colégio da Polícia


Militar as funções auxiliares não previstas no EM/Sala e EMG/CPM, mas
imprescindíveis ao funcionamento do Colégio.

Art. 215. São Assessores militares, com as respectivas funções:

I. Assessor de Limpeza – responsável pela limpeza e organização do local


designado, atentando para o cumprimento das prescrições sobre meio
ambiente, limpeza e conservação, sendo ainda responsável por encaminhar
os nomes dos eventuais contraventores das normas, para efeitos
disciplinares;
II. Assessor de sinal de alerta – responsável pelo toque do sinal nos intervalos
preestabelecidos ou finais de aulas, a partir dos cronogramas das atividades
propostas;
III. Assessor disciplinar – responsável pela manutenção da disciplina no Colégio
da Polícia Militar, observando as prescrições e regulamentos próprios, a fim
de que o Colégio permaneça símbolo de disciplina;
IV. Assessor administrativo responsável pela consecução dos serviços
administrativos, quando este não dispuser de meios necessários ao
cumprimento das tarefas preestabelecidas, por quaisquer problemas
advindos;
V. Assessor de segurança – responsável por auxiliar a segurança do Colégio da
Polícia Militar para que o Colégio não seja alvo de depredações, vandalismos
ou ações que venham a comprometer a segurança das suas dependências;
VI. Assessor técnico – responsável pela montagem e desmontagem de
equipamentos e assessórios eletroeletrônicos a serem utilizados pelo Colégio
da Polícia Militar nas diversas atividades propostas. Deverá dotar-se de

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capacidade técnica para o exercício desta atividade, sendo responsável pelos


danos decorrentes do descumprimento das normas técnicas para o manuseio
de tais aparelhos, tem precedência a qualquer outro aluno em caso de oferta
de cursos extras e treinamentos especializados dentro de sua atuação, que
tenha limites de vagas;
VII. Assessor pedagógico – responsável por orientar, sugerir, modificar, prever e
auxiliar o professor, instrutor ou Coordenador, no que se refere às questões
pedagógicas, para que a atividade desenvolvida seja alcançada com melhor
aproveitamento e é representante da turma em qualquer atividade
pedagógica que requer ou permita a participação de alunos.

§ 1°. Poderão ser alocados um ou mais alunos Colégio da Polícia Militar para
as funções de Assessores, dependendo da atividade proposta e fim desejado;

§ 2°. Os assessores serão escalados pelas Coordenações, atendendo o fim


desejado;

§ 3°. A recusa das funções do EM ou de Assessoria, bem como o não


cumprimento de forma excepcional implicará em sanções administrativas e
disciplinares, entendendo-se como uma afronta à hierarquia e disciplina prevista em
regulamento.

Art. 216. Para todas as atividades desempenhadas, o aluno deverá possuir


características essenciais de um líder, contendo, entre outros requisitos:

I. Ser capaz de ajudar a equipe a crescer;


II. Ser capaz de influenciar positivamente a equipe;
III. Ser capaz de despertar confiança;
IV. Ser capaz de reconhecer suas fraquezas;
V. Ser capaz de conciliar interesses;
VI. Ter idéias novas e interessantes;
VII. Ser criativo;
VIII. Saber ouvir e compreender as pessoas;
IX. Manter sempre o diálogo com os colegas;
X. Saber elogiar e fazer críticas construtivas;
XI. Saber receber críticas dos colegas;
XII. Ser agradável, autêntico e comunicativo;
XIII. Almejar ser representante de turma;
XIV. Estar disposto e sempre voluntário a participar da construção e enaltecimento
do nome institucional.

CAPITULO XI = Da Promoção

Art. 217. Considerar-se-á aprovado quanto à assiduidade e ao


aproveitamento, no ensino médio, o aluno que obtiver freqüência igual ou superior a
75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas e média mínima dos

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bimestres igual ou superior a 7.0 (sete). O aluno aprovado será promovido a série
subsequente após a solenidade de formatura da Turma Líder (3ª Série do Ensino
Médio), momento em que receberá do seu padrinho a respectiva luva de
identificação.

Art. 218. O Colégio da Polícia Militar não adota o sistema de progressão


parcial, na qual o aluno se matricula na série seguinte sem ter conseguido êxito em
todas as disciplinas do núcleo comum da série anterior.

TÍTULO V - Das Condecorações

CAPÍTULO I - Das Condecorações Adotadas no CPM, Unidade III

Seção I - Condecorações

Art. 219. São Condecorações:

I – Condecoração de Mérito Disciplinar nas categorias OURO e PRATA e


respectivos alamares;

II – Condecoração de Mérito Intelectual nas categorias OURO e PRATA e seus


respectivos alamares;

1° - As Condecorações de Mérito poderão ser utilizadas no uniforme enquanto o


aluno permanecer dentro dos requisitos estabelecidos nesta portaria.

2º - Não poderão concorrer às condecorações de mérito os alunos que ingressaram


no CPM Unidade III após o início do segundo semestre (terceiro bimestre) do ano
letivo em curso, salvo se oriundos de outra unidade do sistema Colégio da Polícia
Militar do Estado do Tocantins;

Das Condecorações Disciplinares

Art. 220. Fará jus à Condecoração de Mérito Disciplinar, Categoria “Prata”, o


aluno que obtiver conceito disciplinar ao final do 3º Bimestre de acordo com o
estabelecido para cada série e não tiver recebido mais de 1 (um) Termo de Medida
Disciplinar (TMD), e nem tirado mais do que 2 (duas) notas abaixo de 7 (sete) em
qualquer disciplina da grade curricular em cada um dos três bimestres do corrente
ano. As médias disciplinares são as que se seguem:

I – Turma Líder: média igual ou superior a 9,0 (nove) pontos.

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II – Turma Intermediária: média igual ou superior a 8,5 (oito e meio) pontos;

III – Turma Moderna: média superior a 8,0 (oito) pontos.

Art. 221. Fará jus à Condecoração de Mérito Disciplinar, Categoria “Ouro”, o


aluno que obtiver conceito disciplinar ao final do 3º Bimestre de acordo com o
estabelecido para cada série e não tiver recebido nenhum Termo de Medida
Disciplinar, e nem tirado mais do que 2 (duas) notas abaixo de 7 (sete) em qualquer
disciplina da grade curricular em cada um dos três bimestres do corrente ano. As
médias disciplinares são as que se seguem, a saber:

I – Turma Líder: média igual ou superior a 9,5 (nove e meio) pontos;

II – Turma Intermediária: média igual ou superior a 9,0 (nove) pontos;

III– Turma Moderna: média igual ou superior a 8,5 (oito e meio) pontos.

§ 1° - Perderá o direito à Condecoração, o aluno que, porventura, venha a faltar à


solenidade de entrega do mérito sem motivo justificado.

§ 2º - O aluno que receber a Condecoração de Mérito Disciplinar, Categoria “Ouro”,


terá direito a usar o Alamar de Mérito Disciplinar, respectivo ao Grau que cursar, e
poderá usá-lo durante todo o ano letivo, salvo se baixar de conceito disciplinar para
uma nota inferior a 8 (oito) ou se exceder a quantidade de TMDs previstas nessa
portaria, quando terá seu uso suspenso.

§ 3° - As Condecorações de Mérito Disciplinar, Categoria “Prata” e “Ouro”, terão


descrição conforme a série (Ensino Médio/2º Grau) que cursar o aluno.

Art. 222. Para efeitos de Condecoração de Mérito Disciplinar, serão levados


em consideração apenas os termos exarados no ano letivo que estiver em curso.

Das Condecorações Intelectuais


Art. 223. Fará jus à Condecoração de Mérito Intelectual, Categoria “Prata”, o
aluno que não obtiver média em qualquer matéria da grade curricular isolada inferior
a 7,00 (Sete) ao final do 3º Bimestre.

Art. 224. Fará jus à Condecoração de Mérito Intelectual, Categoria “Ouro”, o


aluno que tiver atingido a média geral final dos três bimestres igual ou superior a
8,50 (oito e meio), bem como, não ter nenhuma média em disciplina isolada inferior
a 7,00 (Sete) no referido ano letivo.

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Art. 7º - As condecorações de que trata este regulamento, serão usadas apenas no


2º uniforme do Colégio (passeio), não podendo ser afixadas em uniformes esportivos
ou de Instrução.

§ 1° - As Condecorações de Mérito Intelectual, Categoria “Prata” e “Ouro”, serão


entregues em solenidade especialmente marcada para esse fim e, perderá o direito
a respectiva condecoração o aluno que faltar a solenidade sem motivo justificado.

§ 2° - As Condecorações de Mérito Intelectual, Categorias “Prata” e “Ouro”, terão


descrição conforme a série (Ensino Médio/2º Grau) que cursar o aluno.

Dos Alamares
Art. 225. Fará jus à utilização do “Alamar Disciplinar” o aluno que preencher e
cumprir os critérios para receber a Condecoração de Mérito Disciplinar Ouro.

Paragrafo Único - O aluno que receber o “Alamar Disciplinar” terá o direito de utilizá-
lo durante todo o ano letivo subsequente se permanecer dentro dos critérios
estabelecidos nessa portaria.

Art. 226. Fará jus a utilização do “Alamar Intelectual” o aluno que preencher os
requisitos para receber a Condecoração de Mérito Intelectual Ouro, podendo utilizá-
lo enquanto permanecer com as médias pedagógicas estabelecidas nessa
normativa.

Art. 227. Fará jus à utilização do “Alamar Duplo” o aluno que preencher os
requisitos para receber as Condecorações de Mérito Intelectual e Disciplinar, ambas
na categoria Ouro.

Art. 228. Qualquer aluno condecorado no Colégio da Polícia Militar – Unidade


III, só poderá ostentar 01 (um) alamar, mesmo que faça jus à utilização de outros, a
exemplo do alamar utilizado na guarda bandeira.

Do Alamar Especial
Art. 229. Fará jus a utilização do “Alamar Especial”, os alunos que alcançarem
a primeira colocação dentre os alunos da Turma Líder (3ª série), Turma
Intermediária (2ª série) e Turma Moderna (1ª série), conforme os seguintes critérios:

I – O aluno condecorado será o primeiro do “ranking pedagógico” em cada bimestre


do ano.

§ 1º - Haverá uma solenidade específica, ao término de cada bimestre, para entrega


do alamar especial, ou para a “transferência” de alamar ao primeiro colocado do

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bimestre subsequente. Caso seja o mesmo condecorado, este será colocado em


local de destaque no ato da solenidade e o alamar permanecerá em uso pelo
mesmo aluno.

§ 2º - Para fins de análise da Comissão de Condecorações, o aluno deverá


preencher requisitos mínimos de intelectualidade e disciplina, conforme estabelecido
nesta portaria, devendo ser necessariamente o primeiro colocado no ranking
pedagógico e não estar com a nota disciplinar/conceito abaixo de 8,0 (oito).

§ 3º - Caso o primeiro colocado no “ranking pedagógico” não preencha os requisitos


para o uso do alamar especial, este será substituído automaticamente pelo segundo
colocado e assim subsequentemente caso o segundo colocado não preencha os
requisitos mínimos exigidos na presente portaria.

§ 4º - Caso o aluno esteja utilizando o alamar especial e reduza a média disciplinar


abaixo de 8,0 (oito), automaticamente perderá o alamar, e repassará em solenidade
ao colocado subsequente no ranking;

§ 5º - Havendo empate de alunos na primeira colocação, considerando o conjunto de


disciplinas que compõem a malha curricular do CPM III, o desempate se dará da
seguinte forma:

I – Ranking disciplinar;

II – Administração compartilhada;

III – Elogios individuais;

IV – Elogios coletivos.

§ 8º - A persistir o empate o voto da direção da escola decidirá a controvérsia.

Art. 230. O aluno que condecorado com o “Alamar Especial”, terá os seguintes
privilégios:

I –será(ão) designado(s) “Comandante Aluno”, sendo o aluno mais antigo de sua


companhia;

II – será(ão) o(s) ajudante(s) de ordens dos militares lotados no Colégio da Polícia


Militar;

III – não entrará(ão) em forma no período em que estiver(em) utilizando o referido


alamar;

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IV – ficará(ão) sempre em evidência e em posição de destaque perante a escola nas


chamadas gerais e demais eventos extraclasse que porventura forem realizados;

V – não necessitará(ão) de autorização do chefe de sala para ausentar-se da “sala


de aula”;

VI – terá (ão) acesso ao lanche sem necessidade de entrar na sequência que dá


acesso àquele.

Do Alamar Duplo
Art. 231. O aluno que receber, cumulativamente, o Alamar Disciplinar e o
Alamar Intelectual, fará jus a utilizar o Alamar “Duplo”.

Da Comissão de Condecorações
Art. 232. A avaliação individual dos alunos, para fins de concessão de
condecorações deverá ser realizada por Comissão de Condecorações (CC), a qual
deverá analisar e realizar o levantamento de nomes de alunos a serem
contemplados em solenidade.

§ 1º - A CC será composta pelos seguintes integrantes do CPM, podendo haver


alterações quando necessárias ao cumprimento das análises pedagógicas e
disciplinares:

I - Chefe da Coordenação Pedagógica;

II - Chefe da Coordenação Disciplinar;

III - Chefe do Corpo de Alunos;

IV - Professores padrinhos das turmas;

V - Orientadores Disciplinares

§ 2º - São atribuições da Comissão de Condecorações:

I - Realizar levantamento disciplinar e pedagógico dos alunos após a realização do


conselho de classe de encerramento do 3º bimestre;

II - Analisar e propor soluções sobre casos não previstos nesta norma, como séries
distintas, semestres letivos diversos ou outros casos de ordem Intelectual ou
Disciplinar;

III - Propor alterações nas normas regulamentares para concessão de


Condecorações, após reuniões previamente marcadas e votadas.

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§ 3º - De cada reunião realizada pela CC, deverá ser lavrada uma ata, a qual será
submetida à apreciação e homologação do Diretor do CPM.

§ 4º - Após a publicação da relação de condecorados pelas Coordenações


Pedagógica e Disciplinar, o aluno terá prazo de dois dias úteis, a contar do primeiro
dia útil subsequente à data da publicação, para apresentar recurso por escrito com
as devidas fundamentações, apresentando, inclusive, cópias de elogios que tenha
recebido e do boletim escolar com as notas das quais pretende recorrer.

§ 5º - A não apresentação do recurso no prazo cabível acarretará a perda do direito


de receber a condecoração.

Art. 233. Os casos omissos serão dirimidos pela direção do Colégio da Polícia
Militar de Araguaína, Unidade III.

Seção II - Prescrições Diversas

Art. 234. Este regimento interno também será publicado, juntamente com o
Regimento Interno, no Boletim Geral da Polícia Militar do Estado do Tocantins, a fim
de se tornar público à Instituição PM sobre a questão disciplinar, tratada com
esmero e dedicação, pelo Colégio da Polícia Militar;

§ 1º. Deverá ser realizada revisão anual das normas emanadas pelo citado
Regulamento.

§ 2º. O Diretor Geral do Colégio da Polícia Militar instituirá uma comissão


responsável pela revisão.

Art. 235. Os casos omissos deverão ser resolvidos pelo Diretor Geral do
Colégio da Polícia Militar, ouvida toda a comunidade escolar.

Art. 236. Os casos omissos, em qualquer área de atuação do Colégio da


Polícia Militar, serão resolvidos após parecer do Diretor Geral do Colégio da Polícia
Militar.

Art. 237. Este regimento entrará em vigor a partir da aprovação do mesmo pelo
Conselho Escolar composto pelo pais, alunos, professores e servidores do colégio,
revogando-se as disposições contrárias e só poderá ser alterado em reunião
especifica da gestão do CPM, com a aprovação de quatro (4) conselheiros.

Art. 238. O presente Regimento Interno do Colégio da Polícia Militar foi


ajustado em janeiro de 2016 e atualizado após aprovação da criação do Colégio da
Polícia Militar – Unidade III em ______. 2018. A presente reformulação do
Regimento Escolar, após a entrada no órgão específico da Secretaria de Educação,

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(Conselho Estadual de Educação) terá validade a título precário até a sua aprovação
definitiva e posterior publicação no Diário Oficial.

-------CONSTRUÇÃO EM ANDAMENTO ------

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