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Celebração da Palavra por Ministro Leigo

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!

ACOLHIDA

Min: Amados e amadas de Deus.

Estamos reunidos nesta celebração para


participarmos da Ceia do Senhor. Sejam todos
bem vindos a este ato de fé Cristã

Iniciemos cantando a santíssima Trindade

Ou

Iniciemos em nome do Pai e do Filho e do


Espírito Santo.

As: Amém.

Min: Estamos reunidos nesta celebração para


louvar, bem dizer e agradecer a Deus pelo dom
da vida..., também pelo aniversário de...
casamento..., nascimento..., festa de......

1ª opção

O Senhor, que encaminha os nossos corações para


o amor de Deus e a constância de cristo, esteja
conosco.

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As: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de
Cristo.

2ª opção

Min: Irmãos, bendizei a Deus que em sua bondade


nos convida para a mesa do Corpo de Cristo. O
amor do Pai a comunhão do Espírito Santo esteja
convosco.

As Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de


Cristo...

ATO PENITENCIAL

Min: Irmãos e irmãs, reconheçamos nossas


culpas para celebrarmos dignamente os santos
mistérios. (Pelas vezes que não fomos fiéis a
palavra de Deus, que não perdoamos, que não
vivemos o amor…) (Pausa para a
reflexão) Confessemos os nossos pecados:

As: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e


irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e
palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha tão
grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e
santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a
Deus, nosso Senhor.

Mim:
Senhor, tende piedade de nós.

As: Senhor, tende piedade de nós.

Min: Cristo, tende piedade de nós.

As: Cristo, tende piedade de nós.

Min: Senhor, tende piedade de nós.

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As: Senhor, tende piedade de nós.

Min: Deus todo-poderoso tenha compaixão de


nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza
avida eterna.

As: Amém.

GLÓRIA

(Somente aos Domingos e Festas - exceto no


Advento e na Quaresma)

Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por


Ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-
poderoso, nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós
vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos
graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo,
Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho
de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende
piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo,
acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai,
tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós o
Senhor, só vós o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito
Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

ORAÇÃO DA COLETA

Irmãos: Como Maria, irmã de Lázaro, sentada aos pés


de Jesus, instruídos pelo que aprendemos, façamos
subir ao Céu as nossas súplicas. Coloquemos no Altar
do Senhor nossas intenções.

(Rezemos pela alma de..., recuperação de saúde de...,


em ação de graças de..., e nossas intenções
particulares)

(Fazer 1 minuto de silêncio)

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Min: Oração do Dia.

As: Amém.

RITO DA PALAVRA

Com: (de acordo com a leitura)

PRIMEIRA LEITURA: (do dia)

Leitor: ... – Palavra do Senhor.

As: Graças a Deus.

SALMO: (do dia)

EVANGELHO: (do dia)

Min: O Senhor esteja conosco.

As: Ele está no meio de nós.

Min: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo


segundo...

As: Glória a vós Senhor.

Min: ... - Palavra da Salvação.

As: Glória a vós Senhor.

HOMILIA: (no máximo 10 (dez) minutos)

CREIO: (somente aos Domingos e Festas)

Creio em Deus-Pai, todo poderoso, criador do céu e da


terra e em Jesus Cristo seu único filho, Nosso Senhor
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo nasceu
da Virgem Maria Padeceu sob Pôncio Pilatos Foi
crucificado, morto e sepultado desceu a mansão dos
mortos ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus
está sentado à direita de Deus Pai, todo poderoso,
de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos

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Creio no Espírito Santo, na Santa Igreja Católica na
comunhão dos Santos Na remissão dos pecados na
ressurreição da carne na vida eterna
Amem.

PRECES DA ASSEMBLEIA

Min: Irmãos e irmãs, oremos a Cristo, oferta


única do Pai para nossa santificação, e com fé
digamos:

As: (resposta do dia)

Leitor: ... (preces do dia)

Min: Essa são as preces que vos dirigimos Senhor


com amor e simplicidade.

RITO DE LOUVOR

OFERTÓRIO: (não pode ter na letra pão e vinho)

Min: Oração do dia

As: Amém.

Min: Irmãos, agradecidos, elevemos nossos


louvores ao Pai. Com braço forte Ele conduziu
seu povo e continua, com a luz de seu Espírito, a
acompanhar a Igreja peregrina neste mundo.

As: Bendito e louvado seja Deus, Pai que tanto amor


demonstra a todos nós.

Rito de louvor

Min: O Senhor esteja conosco.

As: Ele está no meio de nós.

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Min: Elevemos ao Senhor nosso louvor.

As: É nossa alegria e salvação.

Min: Nós vós damos graças, ó Pai, por toda a


vossa criação e por tudo o que fizestes no meio
de nós, por meio de Jesus Cristo, vosso Filho e
nosso irmão, que nos destes como imagem viva
do vosso amor e de vossa bondade.

As: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

Min: Envie sobre nós, aqui reunidos, o vosso


Espírito e dai a esta terra que nos sustenta uma
nova face. Que haja paz em nossas famílias e
cresça em nossa comunidade a alegria de sermos
vossos por Cristo, nosso Senhor.

As: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

Min: Pela palavra do evangelho de vosso Filho,


fazei que as Igrejas do mundo inteiro caminhem
na unidade com o papa Francisco e sejam sinais
da presença do Cristo ressuscitado. Tornai esta
comunidade cada vez mais sinal de vossa
bondade.

As: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

Min: Lembrai-vos, ó Pai, dos nossos irmãos e


irmãs que morreram na paz de Cristo, (memória)
e de todos os falecidos, cuja vida de fé vós
conheceis; acolhei-os na luz da vossa infinita
misericórdia.

As: Por nós fez maravilhas, louvemos o Senhor!

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Min: Ó Deus, criador do céu e da terra, os nossos
louvores e as nossas preces cheguem a vós pelas
mãos daquele que é nosso único mediador, Jesus
Cristo, nosso Senhor.

As: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

1ª opção

Min: Como filhas e filhos, rezemos com amor e


confiança a oração que o próprio Cristo nos
ensinou.

Ou 2ª opção

Guiados pelo espírito de Jesus e iluminados pelo


pela sabedoria do Evangelho ousamos dizer....

Ou 3ªopção

Obedientes a palavra do Salvador e formados por


seu divino ensinamentos, ousamos dizer.

As: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o


vosso nome. Venha a nós o vosso reino
Seja feita a vossa vontade, assim na terra como no
céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje
Perdoai as nossas ofensas. Assim como nós
perdoamos que nos tem ofendido. E não nos deixeis
cair em tentação. Mas livrai-nos do mal
Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos.
Quem nos tem ofendido e não deixeis cair em
tentação. Mas livrai-nos do mal,

Min: Juntos peçamos a Deus o dom da paz:

As: Senhor Jesus Cristo dissestes aos vossos


apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha

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paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que
anima a vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso
desejo, a paz e a unidade. Vós que sois Deus, com o
Pai e o Espírito Santo. Amém!

Min: A paz do Senhor esteja sempre conosco.

As: O amor de Cristo nos uniu.

Irmãos chegou o momento importante da


celebração, é de apresentar o Cristo eucarístico,
para isto vamos nos ajoelhar, e prestar a Ele
nossa homenagem cantado,

Bendito louvado seja.........

Colocar a Ambula sobre o altar e após um breve


silêncio rezar:

1ª opção

Min: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o


Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos
sirva para a vida eterna.

Ou 2ª opção

Min: Irmãos e irmãs, estas hóstias consagradas


são a presença viva do Corpo do Senhor, da vida
que Ele entregou por todos nós. Jesus nos
alimenta com o Pão da vida e nos une em
comunhão com as outras comunidades de nossa
Paróquia e diocese. Participemos da Comunhão do
Corpo do Senhor em profunda unidade com
nossos irmãos e irmãs que, neste dia, tomam
parte da celebração Eucarística, memorial vivo da
paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. O
Corpo de Cristo será nosso alimento.

OU 3ª opção

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Senhor todo-poderoso, criastes todas as coisas e
nos deste alimento que nos sustentam, concede-
nos crescer na vida espiritual pelo pão da vida que
vamos receber. Por Jesus Cristo vosso Filho, na
unidade do Espirito Santo! Amem.

Min: Elevando a Hóstia conclui-se.

Min: Felizes os convidados para a ceia do Senhor.


Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do
mundo.

As: Senhor eu não sou digno que entreis em minha


morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO

Min: (oração do dia)

As: Amém.

Min: Como filhos e filhas do Deus da paz,


saudemo-nos com um gesto de comunhão
fraterna.

RITOS FINAIS

AVISOS

BÊNÇÃO FINAL

(O ministro faz a oração de mãos postas)

Min: O Senhor esteja conosco!

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As: Ele está no meio de nós.

Min: (Fazer o sinal da cruz sobre si) Abençoe-nos


o Deus todo-poderoso, em nome do Pai e do Filho
e do Espírito Santo.

As: Amém!

Min: A alegria do Senhor seja a nossa força;


vamos em paz e o Senhor nos acompanhe.

As: Graças a Deus.

Sugestões para missas em ação de graças pelos


dizimistas

COMENTÁRIO INICIAL

1) Esta celebração é um encontro de gratidão entre


nossa humanidade faminta e sedenta e o nosso Deus ,
fonte e alimento divino que plenamente nos sacia e
suscita em nossos corações o desejo de viver no amor
e na generosidade.

Que a nossa participação nestes sagrados mistérios


nos faça acolher e compreender a misericórdia divina e
retribuir com nossa medida, à infinita bondade de
nosso Deus.

Em pé, com muito entusiasmo, cantemos o canto de


entrada e acolhamos o presidente de nossa
celebração.

2) Participar da Eucaristia é experimentar, em cada


missa, a atualização do mesmo e único sacrifício
redentor de Jesus Cristo, nosso Senhor! Que o nosso
coração se inflame, pois, de amor e gratidão pela
infinita bondade de nosso Deus, levando-nos a uma
participação plena de reverência e fé nos mistérios que

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estamos celebrando. Vamos, em pé, acolher o
presidente desta celebração, com o canto de entrada.

3) O nosso Deus se faz alimento de salvação e se


revela a nós nesta liturgia. É tão grandiosa esta
experiência do amor de Deus que ainda não podemos
compreender plenamente o mistério que iremos
celebrar. Que o próprio Deus nos ajude a acolher tão
grande dom e nos prepare para a comunhão nesta
eucaristia e no dia-a-dia de nossa vida. De pé, vamos
acolher o presidente desta celebração, com o canto de
entrada.

4) Nossa Igreja se alegra com seus dizimistas e


benfeitores e nesta celebração agradece a Deus pelo
dom de suas vidas e pela generosidade com que
partilham de seus bens em benefício da comunidade.
Que nossa participação nesta Eucaristia nos ajude a
viver plenamente no amor, nos inspire a praticar a
generosidade e a assumir o compromisso cristão de
evangelizar com renovado ardor missionário. De pé,
acolhamos o presidente desta celebração, com o canto
de entrada.

5) Vamos nos alegrar nesta santa Missa pelo dom da


vida de cada um de nós e também pelo dom da vida
de todos os nossos dizimistas e benfeitores. Que o
alimento da Palavra e da Eucaristia nos sacie de toda
nossa fome de justiça e de amor e nos inspire à
prática da misericórdia. De pé, vamos acolher o
presidente de nossa celebração com o canto de
entrada.

6) Dízimo é a devolução, que fazemos ao Nosso


Senhor de tudo que ele nos dá, com carinho e muito
amor. Devolver o dízimo a Deus, é o dever do bom

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cristão, um gesto bem generoso, prova de nossa
gratidão. De pé e com muito entusiasmo vamos
acolher o presidente de nossa celebração com o canto
de entrada.

7) É dever de todos agradecer a Deus. Nossa gratidão


deve ser concreta, não apenas por palavra.
Agradecemos concretamente a Deus quando nos
abrimos à conversão, buscando viver integralmente o
Evangelho e quando nos conprometemos com as
coisas de Deus ajudando a expansão do Evangelho e
da Igreja. Entoando com entusiasmo o canto de
entrada, acolhamos o presidente de nossa celebração.

8 ) Se é certo que recebemos tudo de Deus, é justo


que lhe ofereçamos algo para a realização de seu
reino, anúncio do Evangelho e sustento da Igreja.
Confiantes, vamos dar início à Santa Missa, acolhendo
com alegria o presidente desta celebração enquanto
entoamos o canto de entrada.

9) Aquele que semeia pouco, pouco ceifará, aquele


que semeia em profusão, em profusão ceifará. Dê cada
um conforme o impulso de seu coração, sem tristeza
nem constrangimento, Deus ama o que dá com
alegria. Vamos dar início a esta Santa Missa acolhendo
o presidente da celebração enquanto entoamos com
entusiasmo o canto de entrada.

10) É justo que sejamos gratos a Deus, o dízimo é um


sinal dessa gratidão. O primeiro sentimento necessário
para oferecer o dízimo é, portanto, a nossa gratidão a
Deus. Vamos dar início a esta Santa Missa com o canto
de entrada, enquanto em procissão acolhemos a
equipe de celebração e o seu presidente.

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11) O dízimo nos educa para a gratidão e para a
generosidade. Ele nos leva a abrir os horizontes da
nossa mente, a abrir o nosso coração e as nossas
mãos. Iniciemos esta Santa Missa com o canto de
entrada que entoamos enquanto recebemos a equipe e
o presidente desta celebração.

12) Irmãos e Irmãs, estamos reunidos para celebrar a


“graça de dar”. Vamos participar deste encontro com
Deus, com a abertura de coração que nos permite
tocar o Mistério da Salvação, por meio da Liturgia da
Palavra e da Liturgia Eucarística.

Vamos celebrar esta missa pelos nossos irmãos


benfeitores, aqueles que de uma forma ou de outra
colaboram com a comunidade, especialmente os
dizimistas, que procuram fazer a Igreja de Cristo
crescer na fé, amor e corresponsabilidade. Iniciemos a
celebração com o canto de entrada, enquanto
acolhemos a procissão com a equipe e seu presidente.

13) Irmãos e irmãs, participando desta Eucaristia,


vamos poder perceber que nossas celebrações são
momentos de esperança e vitória, pois é isto que
Jesus demonstrou com sua vida. E por isso somos
gratos a Deus. Portanto, estamos aqui para agradecer
e louvar, especialmente pelos benfeitores e dizimistas
de nossa Paróquia. Vamos, pois, nesta Eucaristia,
pedir ao Espírito Santo que nos ilumine para bem rezar
esta Santa Missa. De pé, recebamos o presidente
desta celebração e equipe, com o canto de entrada.

14) Irmãos e irmãs, estamos aqui participando desta


Santa Eucaristia. Vamos refletir, rezar e celebrar o
dom da vida, especialmente dos ofertantes,
benfeitores e dizimistas de nossa Paróquia, que estão

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em sintonia com os irmãos e com o Pai. Vamos louvar
e agradecer a Deus, com muita alegria. Fiquemos
todos de pé para dar início a esta celebração com o
canto de entrada enquanto em procissão recebemos o
presidente e a equipe.

PROCISSÃO DAS OFERTAS

1) É chegado o momento de prepararmos a mesa para


o banquete eucarístico. A humanidade participa da
atualização do sacrifício redentor de Cristo trazendo os
dons do pão e do vinho que, pela força do Espírito
Santo, tornar-se-ão o Corpo e o Sangue de Jesus que
nos servirá de alimento nesta nossa caminhada de fé.
Participamos também da vida e do dinamismo da
Igreja, trazendo em seguida as nossas ofertas
generosas, fruto do nosso trabalho, que servirão para
o sustento material de nossa Igreja em vista de uma
evangelização maior, melhor e com renovado ardor
missionário.

2) Neste momento somos todos convidados a


caminhar até o altar do sacrifício do cordeiro de Deus
que tira o pecado do mundo. A comunidade leva como
primícias, as espécies que serão consagradas e em
seguida apresenta a sua generosa contribuição para
que a Igreja tenha sempre a vitalidade necessária para
uma evangelização que atinja cada vez mais o coração
dos filhos de Deus, particularmente aqueles que se
encontram distantes, sofridos e chagados pelo
abandono, a solidão e a falta de fé.

3) O Ofertório é um momento precioso de preparação


do memorial que atualiza o sacrifício pascal de Cristo.
Na Eucaristia Deus nos oferece seu Filho em sacrifício
reparatório por nossos pecados e nós próprios

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oferecemos o sacrifíco de Jesus ao Pai e a esta oferta
nos associamos levando até o altar, primeiramente as
espécies que serão consagradas e, em seguida os bens
materiais que dinamizam a Igreja em sua tarefa de
Evangelizar que é partilhada por todos nós que somos
os seus membros.

4) Jesus, ao instituir a Eucaristia, quis que ela


dependesse também da nossa participação. O
momento do Ofertório é um precioso momento onde a
humanidade oferece as espécies que serão
consagradas na atualização do Sacrifício Redentor de
Cristo e nos convida ainda a nos associarmos à missão
evangelizadora da Igreja, através da nossa
contribuição material, como gesto generoso de
gratidão a Deus por todos os imensos benefícios que
dÊle recebemos.

5) Ofertar é refletir o ato divino da doação de tudo o


que de bom temos em nós e conosco. De fato, que
maior doação que aquela que nos faz o Pai na oferta
do próprio Filho em sacrifício pelos nossos pecados?
Nossa resposta é abrir o nosso coração em
generosidade e derramar diante de Deus a nós
mesmos, nossas lutas, nossas dores, nossas alegrias e
também o fruto do nosso trabalho, a nossa doação
material em favor da Igreja, fornecendo-lhe o suporte
em sua missão de evangelizar que, na verdade, é
também missão de todos e de cada um de nós
batizados.

6) Esta é a hora de ofertarmos. Quantos dentre nós


aqui hoje, saímos de nossas casas desanimados, com
o coração apertado, questionando a Deus o porquê de
tudo. Sejamos ofertantes nesta hora, ofertemos toda
nossa vida, nossos sentimentos, nosso emprego,
nossa família para que na hora da consagração junto à

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presença de Cristo tudo se transforme, sejamos
imolados com ele e assim sejamos fortalecidos na fé.

7) Deus nos deu seu próprio filho, como exemplo de


amor profundo. Foi ele o maior doador pois doou sua
vida ao mundo. Se quisermos seguir o exemplo de
nosso Senhor Jesus, devemos partilhar com os irmãos
do mesmo amor que Ele partilhou conosco no calvário
e na cruz.

8 ) Jeus repartiu o vinho, o pão e os peixes, repartiu a


verdade, sua doutrina, repartiu seu amor, seu Pai, sua
Mãe. Deu seus exemplos distribuiu seus milagres,
espalhou seus discípulos, para levarem a Boa Nova, a
grande partilha.

9) Jesus na Eucaristia reparte-se com todos, ensina a


partilhar tudo, Corpo e Sangue, a qualquer hora, e em
todo lugar.
Do amor, só nasce amor sem se esgotar, da partilha,
sobra sempre mais para partilhar sem nunca faltar.

10) A Eucaristia é oferta, sacríficio e comunhão. É


Jesus Cristo, Pão partido, que se oferece ao Pai, em
nome de toda a Igreja. É alimento no qual o próprio
Senhor Jesus se dá, nos sinais do pão e do vinho, aos
que crêem e o amam.

11) Eucaristia é ação de graças por excelência. O


dízimo é a expressão de nossa gratidão para com Deus
que se manifesta através da oferta de uma parcela de
nossos bens.

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12) Recebei, ó Senhor, estas oferendas que
escolhemos entre os dons que nos destes, e o
alimento que hoje concedeis à nossa devoção torne-se
prêmio da redenção eterna.

13) Dízimo é sacrifício, pois exige a renúncia de algo


que conquistamos com nosso trabalho. O dízimo é
comunhão, uma vez que nos aproximamos de Deus e
dos irmãos e fazemos com que não falte o pão na
mesa dos menos favorecidos.

14) Recebei, Senhor, minha oferta./ Não é uma


esmola, porque não sois mendigo./ Não é uma
contribuição, porque não precisais dela./ Não é o resto
que me sobra que vos ofereço./ Esta importância
representa, Senhor/ Meu reconhecimento/ Porque se
tenho/ É porque vós me deste. Amém.

15) As oferendas, as ofertas são transformadas por


Jesus no altar, e oferecidas ao Pai como dádivas
sagradas. Vamos todos em fila, agradecer a Deus,
ofertando o que tivermos: nossas alegrias, a nossa
gratidão e, se nada tivermos a oferecer, vamos
oferecer nossas dores, as nossas fadigas, o coração
machucado, – pois tudo isto será consagrado ao
Senhor.

16) Precisamos viver a dimensão litúrgica, fazer de


nossas ofertas neste momento do ofertório, uma
doação a Deus, um agradecimento de coração. Não
importa que seja uma moedinha, mas que seja o
melhor de nós.

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17) Neste momento, vamos dar graças a Deus, porque
está no meio de nós, sob a forma do pão e vinho, e
porque também temos algo a oferecer a Deus, a nossa
vida, os nossos dons, os nossos bens.

ORAÇÃO DA ASSEMBLÉIA

1) Por toda Igreja, para que acolha sempre


calorosamente os seus filhos e lhes ofereça um
ambiente aconchegante onde possam, como irmãos,
manifestar uns aos outros o amor, a solidariedade e a
partilha, rezemos ao Senhor!

2) Para que nossos pastores sejam sempre


abençoados em sua missão apostólica e que obtenham
sempre o generoso apoio das comunidades as quais
servem, rezemos ao Senhor!

3) Por todos nós aqui reunidos, para que, assumindo


plenamente o nosso batismo, nos unamos em orações
e ações, no sentido de juntos cooperarmos na
edificação da Igreja, rezemos ao Senhor!

4) Por todos os falecidos que lembramos em nossas


orações, para que sejam acolhidos juntos de Deus em
sua glória, rezemos ao Senhor!

1) Por toda a Igreja, nosso Papa, nosso bispo, nosso


pároco e por todos aqueles que foram escolhidos para
pastorear o povo de Deus, para que com seu
testemunho e serviço sejam um sinal do amor de Deus
por toda a humanidade, rezemos ao Senhor!

2) Por todos os nossos dizimistas e benfeitores, para


que sempre possam, através de sua fiel contribuição
do dízimo e da oferta generosa, manifestar a Deus a
sua gratidão por todos os benefícios recebidos,
rezemos ao Senhor!

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3) Por todos nós que participamos desta celebração,
para que através dela sejamos abençoados por Deus e
realizemos a plena comunhão que ela nos propõe,
rezemos ao Senhor!

4) Por todas as intenções trazidas no coração de cada


um, para que sejam acolhidas e atendidas pela infinita
misericórdia de nosso Deus, rezemos ao Senhor!

1) Pela Igreja e pelos pastores que a conduzem, para


que sejam sempre agraciados com todos os dons
necessários para o árduo desempenho de sua missão
apostólica, rezemos ao Senhor!

2) Pelas nossas famílias dizimistas, para que


obtenham sempre de Deus a certeza de que a sua
opção pelo dízimo como forma de retribuição, é uma
fonte de força evangelizadora para toda Igreja,
rezemos ao Senhor!

3) Por todos nós reunidos nesta assembléia de louvor,


para que tocados pela presença do Espírito Santo, nos
deixemos modelar pelo amor de Deus que transforma
nossos corações, rezemos ao Senhor!

4) Por todos os falecidos lembrados nestas preces,


para que tenham o eterno descanso e participem da
glória eterna junto de Deus e seus eleitos, rezemos ao
Senhor!

1) Por nosso papa……….. nosso bispo………… e nosso


pároco…………., para que sempre iluminados pelo
Espírito Santo, conduzam as ovelhas que lhes estão
confiadas com o zelo e cuidados do Bom Pastor,
rezemos ao Senhor!

2) Pelos nossos benfeitores e dizimistas, para que


sempre expressem a generosidade que o próprio Deus
lhes inspira no coração através da prática fiel do
dizimo e das ofertas, rezemos ao Senhor!

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3) Por nossas necessidades pessoais e familiares, para
que sejam acolhidas e atendidas pela infinita
misericórdia de nosso Deus, rezemos ao Senhor!

4) Pelos fiéis defuntos, cuja memória trazemos e


apresentamos em forma de preces nesta celebração,
para que sejam acolhidos no paraíso junto de Deus e
de seus anjos e santos, rezemos ao Senhor!

1) Pelo papa, pelos bispos e pelos padres que


conduzem e animam as nossas comunidades, para que
sempre fortalecidos com os dons do Espírito Santo,
saibam governar, ensinar e santificar o povo que lhes
é confiado, rezemos ao Senhor!

2) Pelos dizimistas e benfeitores de nossa comunidade,


que generosamente procuram sustentá-la em sua
missão de evangelizar, para que sejam sempre
poderosamente abençoados por Deus em suas vidas e
em suas famílias, rezemos ao Senhor!

3) Pelas intenções encontradas no coração de cada um


de nós aqui presentes, para que sejam levadas em
forma de prece até o coração de nosso Deus e
atendidas segundo a sua infinita misericórdia, rezemos
ao Senhor!

4) Pelas almas dos fiéis defuntos lembrados nesta


celebração, para que obtenham de Deus a graça de
ingressar no Paraíso e fruir do eterno gozo reservado
aos eleitos, rezemos ao Senhor!

1) Para que o vosso amor fortifique nossa voz para


que possamos através da doação de nossos serviços e
do dízimo que ofertamos humildemente, sermos
vossos profetas hoje, rezemos ao Senhor!

2) Para que nós dizimistas tocados pela luz do Espírito,


tenhamos a mente aberta para compreender as

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necessidades da nossa comunidade, rezemos ao
Senhor!

3) Para que nós dizimistas, sejamos abençoados em


nossa missão e não desanimamos diante aos
sofrimentos e dificuldades, rezemos ao Senhor!

4) Por todos dizimistas falecidos, para que recebam na


eternidade a recompensa de seus sacrifícios na terra,
rezemos ao Senhor!

5) Que o dízimo seja assumido pelos fiéis como


compromisso de vida, como expressão de Fé e o
desejo de aprofundar-se na experiência de Deus,
rezemos ao Senhor!

6) Por nossas necessidades pessoais, que o dízimo nos


eduque para a prosperidade, para a benção e para
pedirmos a Deus o suficiente para vivermos
dignamente como seus filhos, rezemos ao Senhor!

7) Por todas as famílias dizimistas, que sejam sempre


unidade e partilhem tudo entre si, rezemos ao Senhor!

8 ) Por toda a Igreja de Deus, que o Senhor nosso


Deus lhe dê a paz e a unidade, que ele proteja por
toda a terra e nos conceda uma vida calma e
tranquila, para sua própria glória, rezemos ao Senhor!

9) Por todos nossos irmãos e irmãs que crêem no


Cristo, para que o Senhor nosso Deus se digne reunir
e conservar na unidade da sua igreja todos os que
vivem segundo a verdade, rezemos ao Senhor!

10) Por nossa Igreja, para que seja sempre o exemplo


vivo de doação, de amor ao próximo, rezemos ao
Senhor.

11) Por todos os homens, para que compreendam que


a vinda de Jesus é para que todos tenham vida e que
também somos responsáveis para que todos tenham
vida, rezemos ao Senhor.

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12) Pelos nossos benfeitores, dizimistas e ofertantes
que generosamente contribuem todos os meses, para
que nunca se deixem vencer pelo espírito de
competição, privilégios, ou cobranças, mas que sintam
no gesto de contribuir, a expressão mais forte de
Cristo, que por amor serve, reparte e se doa –
rezemos ao Senhor.

MENSAGEM APÓS A AÇÃO DE GRAÇAS

1) Esta celebração, com certeza, não foi apenas um


rito ou um encontro amigável e caloroso de muitas
pessoas. Foi isto e muito mais do que isto, foi
principalmente um encontro renovado com Deus em
sua linguagem de amor e doação. Foi também uma
oportunidade de refletir sobre a generosidade e a
partilha expressa pela comunidade através do dízimo e
das ofertas. Doamos muito de nós e ganhamos muito
de Deus que nunca se deixa vencer em generosidade.
Nos dirigiremos aos nossos lares levando Deus no
coração, levando também um pouco de cada irmão e
deixando um pouco de nós mesmos partilhado na
suprema festa do amor, a Eucaristia!

2) Embora possamos e devamos nos reunir todos os


domingos para celebrar a Eucaristia, não podemos
deixar que isto seja um ato de rotina. Sempre convém
lembrar que Deus mesmo se manifesta e se faz pão
para nosso alimento de fé, esperança e amor. Ele é a
força que nos sustenta em nossa jornada rumo ao
reino definitivo, do qual todos nós já fazemos e
queremos tomar parte. Que a nossa semana possa ser
plena do amor de Deus que foi derramado em nossos
corações e que nós possamos ser sinais da presença
de Deus no mundo, onde e como quer que estejamos.

22
3) Cheios de gratidão a Deus pela participação nesta
Eucaristia e também pela fidelidade de nossos
dizimistas e benfeitores que respondem concretamente
a Deus e à sua Igreja com fiel generosidade, em vista
de uma evangelização que é mandato e missão de
cada batizado, façamos nesta semana o propósito de
viver fielmente a mensagem do Evangelho que nos foi
dirigida nesta santa Missa e busquemos a santidade
com a qual o próprio Deus deseja nos agraciar.

4) A missa se aproxima do seu final mas a missão


continua. Dar graças a Deus é também dispor-se a
abraçar o apostolado no mundo e nas situações do
nosso quotidiano, transformando-nos em sinais
indicadores do caminho que leva a Deus. Somos
convidados a ter a ousadia de imaginar que o nosso
testemunho é o mais importante ato evangelizador
que podemos realizar e mesmo no escondido de
nossas vidas é sempre possível, pelo exemplo,
aproximar de Deus aqueles que estão
desesperançados e aflitos pelos sofrimentos, a tristeza
e a solidão.

5) Viver e celebrar juntos é um imenso dom que Deus


nos concede. Unidos na mesma fé e no mesmo
compromisso de batizados, vamos sair desta
celebração renovados em nosso desejo de manifestar
Deus ao mundo através de nossos atos simples no dia-
a-dia. A santidade é uma caminhada possível e
necessita de um primeiro passo. Deus já nos
alimentou nesta santa Ceia e nos convida e encetar
esta jornada, buscando fazer bem e com justiça as
pequenas coisas do nosso quotidiano. Sua força nos
acompanha, seu amor nos corrige e suas graças nos
transformam!

23
6) Aproveitamos, ó Senhor, a participação nos vossos
mistérios. Fazei que eles nos ajudem a amar desde
agora o que é do céu e, caminhando entre as coisas
que passam, abraçar as que não passam.

7) O dízimo não é garantia de salvação. Podemos vê-lo


como um auxílio. E o será de fato se for fruto da livre
doação do dizimista, um gesto consciente para auxiliar
no crescimento da comunidade. “Com o dízimo não se
compra um pedaço do céu”. Infelizmente, existem
pessoas achando que sendo dizimistas têm direito de
maior voz ou atenção na comunidade. Se o dizimista é
um membro do corpo da comunidade como os demais,
ele também tem os mesmos direitos e obrigações. Não
deve haver diferença entre os cristãos, nem entre os
dizimistas e os não-dizimistas, muito menos entre
aqueles que podem contribuir mais e os que doam
generosamente o pouco que lhes é possível. Todos
somos responsáveis pelas nossas comunidades.

8 ) Senhor Jesus, ensina-nos a amar e acolher como


tu amaste e acolheste as pessoas. O teu perdão
revela-nos o amor de teu e nosso Pai. Desperta as
nossas comunidades para que acolham a tua prática:
sempre mais abertas e acolherem também as
mulheres nos vários ministérios e serviços. Que não
haja discriminação e marginalização, mais integração e
solidariedade. Amém.

9) Senhor Jesus, tu nos ensinaste tantas coisas belas


no evangelho que refletimos hoje tu indentificaste tua
palavra com o amor: amando, guardaremos tuas
palavras e estas nos levam ao amor; prometeste-nos a
paz, e pediste que a vivêssemos entre nós; pediste-
nos a legria pelo dom da tua vida; não escondeste tua
próxima partida… Pedimos-te, Senhor Jesus, que nos

24
faça compreender e viver tudo isto. Em nome do teu e
nosso Pai. Amém.

10) O amor aos irmãos é um gesto nobre que nasce da


vontade do coração de cada homem, porque Deus,
nossa força habita no coração de cada um de nós,
basta a nós encontrá-lo. A compaixão é um
sentimento de nobreza humana e ao mesmo tempo
divina. A compaixão é uma força que nos capacita não
somente a sofrer a mesma paixão que o irmão que o
irmão, mas a lutar concretamente pelo bem do
próximo com a totalidade de nosso ser.

11) Senhor, acompanhai nossa vida, nossas lutas de


cada dia, nossa alegria e nossa tristeza. Cada um de
nós seja mais otimista, mais caridoso, mais atencioso
e alegre. Cada um de nós seja um semeador de paz e
bondade, um coração cheio de esperança. Assim
estaremos cumprindo o mandameno do amor ao
próximo e estaremos amando a vós, acima de todas as
coisas. Senhor, muito obrigado. Amém.

12) Senhor Deus, vós distribuís todos os dons


gratuitamente. Derramastes e continuais derramando
vossas bênçãos sobre cada um de nós sem exigir nada
em troca.

Concedei-nos a graça de fazermos o mesmo. Que cada


cristão colabore com sua comunidade. Cada um dê o
que manda seu coração e o que exige sua consciência.

Isto consitui sinal de que somos cristãos, vivemos em


comunidade, a nossa família, e nos preocupamos uns
com os outros. O dízimo é um gesto de ação de
graças, um ato de gratidão a Deus por suas infinitas
graças. Ele é gesto de amor, de partilha, de doação.

Não é esmola para tranquilizar a consciência.

25
É uma doação espontânea, livre e generosa que
caracteriza o desapego do cristão. Que eu não me
feche no pouco ou muito que tenho, mas esteja aberto
às necessidades da comunidade.

Ela necessita do meu tempo e do meu trabalho, do


meu saber e dos meus bens.

Só assim me sentirei membro ativo e responsável.


Derramai sobre nós as bênçãos necessárias para
abrirmos nosso coração à doação.

Só quem é generoso e não tem medo de dividir está,


de fato, aberto para acolher os benefícios de Deus.

13) Eu Deuteronômio 14, 27-29 encontramos: “Não


descuides dos levitas do templo, para que o teu Deus
te abençõe em todas as tuas obras”.Aqui está a
grande finalidade do dízimo: sustentar a Igreja, torná-
la cada dia mais missionária e, conforme Paulo nos
exorta, acolhendo as viúvas pobres, órfãos e os irmãos
necessitados.

14) Ser dizimista é converter-se; e a conversão


implica em deixar de lado nosso egoísmo, o nosso
“eu”, renunciar a si mesmo. Somente pela conversão é
que conseguimos enxergar as necessidades de nossa
Igreja, de nossos irmãos carentes dos bens materiais e
espirituais. E somente pela conversão atingiremos as
dimensões do dízimo – Religiosa, Social e Missionária.

Solenidade de todos os Santos

Reunimo-nos para celebrar a ceia do Senhor,


contemplando o testemunho de todos os
Santos e vivendo bem as bem
aventuranças aqui na terra, afim de
percorrermos o caminho que nos conduz para a

26
plena comunhão com Deus.Vamos iniciar nossa
celebração cantando.

(entrar algumas pessoas vestidas de branco e de


palmas nas mãos,Círio lLecionário.)

Evangelho -Com alegria vamos ficar em pé para


aclamar o evangelho cantando

Ofertório

Fazer ofertas é para corações puros e generosos.


Junto do pão e o vinho colocamos nossas
dificuldades ao viver as bem-aventuranças.
Pedimos ao Senhor da vida que transforme tudo,
nos faça corajosos ao procurar a Santidade. Com
o coração desprendido, façamos nossas ofertas,
cantando!!

Comunhão

Deus nos proporciona momentos íntimos ao


recebê-lo na Santa Eucaristia. Ele que é fonte da
santidade, nos convida a viver as bem-
aventuranças. Senhor fortaleça-nos em nossas
provações, nos torne firmes na fé e nos abençoe
sempre.

Missa para o dia de Finados

Intenções da Santa missa.

Comentário inicial- No dia em que lembramos


nossos familiares, parentes e amigos falecidos,

27
nos reunimos para celebrar o mistério pascal de
Cristo que proclama a vitória da vida sobre a
morte, sabendo que somos criados para viver
eternamente junto de Deus. A fé em Cristo
ressuscitado nos faz andar no caminho unidos
rumo a casa do pai.

Ato Penitencial- (Padre) Há muitos sinais de


morte em nosso meio. Reconheçamos nossas
ações que diminuem a vida e nossa falta de fé na
ressurreição e invoquemos a misericórdia do
Senhor.

1-Senhor esperança dos tristes, acolhei nosso


coração arrependido e tende piedade de
nós. Refrão cantado

2-Cristo ressurreição dos mortos perdoai nossos


pecados, e tende piedade de nós.

. Refrão cantado

3-Senhor vida em plenitude, fortalecei nossa fé


na ressurreição, e tende piedade de nós.

. Refrão cantado

Liturgia da Palavra - Acolhemos de coração


aberto, a Palavra que Deus dirige a nós, para que
neste dia recordamos as pessoas falecidas e
pensamos sobre o sentido da vida.

I-leitura - Acolhemos de coração aberto, a


Palavra que Deus dirige a nós, para que neste dia

28
recordamos as pessoas falecidas e pensamos
sobre o sentido da vida.

Salmo - Cantado

II- Leitura-

Evangelho- Com alegria vamos ficar em pé para


aclamarmos ao Santo Evangelho. Cantemos

Preces - Senhor concedei a nossos familiares e


membros de nossa comunidade já falecidos a
alegria de viverem eternamente convosco.

Oferendas- (entrar a vela) Lembramos a vida de


tantos parentes familiares e amigos nossos,
coloquemos no altar nossa esperança e o
compromisso de que os sinais ressurreição já
sejam vistos, através de nossas ações de
promoção da vida e solidariedade aos irmãos.

(entrar o pão) Na Eucaristia, a Palavra


proclamada e acolhida é seguida da ação de
graça: Louvor e entrega de nossa vida a Cristo
em favor dos irmãos e irmãs. Façamos nossas
oferendas cantando.

Comunhão- O encontro com Cristo Eucarístico já


é uma antecipação do encontro definitivo com
Deus na eternidade. Comungar da mesa
eucarística é buscar tudo o que precisamos para
caminhar nesta vida esperançosos da felicidade
eterna do banquete definitivo.

29
Momento de oração pelos falecidos

1- Através desta celebração fazemos memória


dos falecidos, apóstolos e mártires da Igreja
Senhor do Bonfim dos fundadores de nossa
comunidade e de todas as lideranças que já
partiram. Que o testemunho dos que nos
procederam seja esperança para nós
continuarmos a missão da Igreja.

Todos: O Ressuscitado vive entre nós, aleluia!


Aleluia!

2- Nós também recordamos nossos queridos


familiares (deixar em silêncio para cada um
recordar seus familiares) Que a recordação da
vida dos familiares que já partiram seja o
fortalecimento da certeza de que estão no
descanso eterno em Deus.

Todos: O Ressuscitado vive entre nós, aleluia!


Aleluia!

3- Celebrar o dia de finados é também fazer


memória e rezar pelas almas do purgatório, por
aqueles dos quais ninguém se lembra. Nossa
oração fortalece esta certeza.

Todos: O Ressuscitado vive entre nós, aleluia!


Aleluia!

4-No dia de finados reafirmamos a esperança de


que Cristo continua vivo no meio de nós, nas
criaturas humanas, no Pão Eucarístico e em
tantos sinais de ressurreição.

Todos: O Ressuscitado vive entre nós, aleluia!


Aleluia!

30
5-Nossa fé alimenta a certeza de que todos
estaremos com Cristo quando Ele nos chamar
para a eternidade. Ele que vive e reina com o Pai,
na unidade do Espírito Santo. Amém

A Missa é a maior, a mais completa e a mais


poderosa oração da qual dispõe o católico.

Nos dias de hoje, muitos irmãos e irmãs


católicos, ainda não sabem o verdadeiro
significado e o valor de uma Santa
Missa. Alguns vão apenas por um sentido de
obrigação ou convenção social, talvez imposta
pelos pais na infância. Grande parte deles
acabam por abandonar a Igreja por acharem
uma coisa repetitiva, desconhecendo o
verdadeiro conteúdo de uma Celebração da
Eucaristia.

Evangelizar também é ensinar o verdadeiro


sentido dos sacramentos da Igreja e portanto,
aprenda você também a mostrar o sentido da
Santa Missa aos seus parentes, familiares,
amigos e vizinhos. Eduque seus filhos na
fé! Fale de Deus com todos! Não tenha medo
nem vergonha!

Entenda que Deus realmente está presente na


missa e fala diretamente conosco. É preciso
tornar-se criança no sentido de inocência e
humildade para participar bem e aproveitar
todas as bençãos que provém dos céus durante a
missa. Ao entrar na igreja deixe de lado seus
problemas e preocupação com o mundo e se
entregue totalmente nas mãos do Nosso Senhor.

Porque ir à Igreja?

O individualismo não tem lugar no Evangelho,


pois a Palavra de Deus nos ensina a viver
fraternalmente. O próprio céu é visto como uma

31
multidão em festa e não como indivíduos
isolados. A Igreja é o povo de Deus. Com ela,
Jesus fez a Nova e Eterna Aliança no seu Sangue.
A palavra Igreja significa Assembléia. É um povo
reunido na fé, no amor e na esperança pelo
chamado de Jesus Cristo.

A Missa foi sempre o centro da comunidade e o


sinal da unidade, pois é celebrada por aqueles
que receberam o mesmo batismo, vivem a
mesma fé e se alimentam do mesmo Pão. Todos
os fiéis formam um só "corpo". São Paulo disse
aos cristãos: "Agora não há mais judeu nem
grego, nem escravo, nem livre, nem homem, nem
mulher. Pois todos vós sois um só em Cristo
Jesus" (Gl 3,28).

Gestos e atitudes

O homem é corpo e alma. Há nele uma unidade


vital. Por isso ele age com a alma e com o corpo
ao mesmo tempo. O seu olhar, as suas mãos, a
sua palavra, o seu silêncio, o seu gesto , tudo é
expressão de sua vida. Na Missa fazemos parte
de uma Assembléia dos filhos de Deus, que tem
como herança o Reino dos Céus. Por isso na
Celebração Eucarística, não podemos ficar
isolados, mudos, cada um no seu cantinho. A
nossa fé, o nosso amor e os nossos sentimentos
são manifestados através dos gestos, das
palavras, do canto, da posição do corpo e
também do silêncio.

Tanto o canto como o gesto, ambos dão força à


palavra. A Oração não diz respeito apenas à alma
do homem, mas ao homem todo, que é também
corpo. O corpo é a expressão viva da alma.

Significado dos gestos e posições

SENTADO: É uma posição cômoda, uma atitude


de ficar à vontade para ouvir e meditar, sem
pressa.

32
DE PÉ: É uma posição de quem ouve com atenção
e respeito. Indica a prontidão e disposição para
obedecer. (Posição de orante)
DE JOELHOS: Posição de adoração a Deus diante
do Santíssimo Sacramento e durante a
consagração do pão e vinho.
GENUFLEXÃO (ajoelhar-se): É um gesto de
adoração a Jesus na Eucaristia. Fazemos quando
entramos na igreja e dela saímos, se ali existir o
Sacrário.
INCLINAÇÃO: Inclinar-se diante do Santíssimo
Sacramento é sinal de adoração.
MÃOS LEVANTADAS: É atitude dos orantes.
Significa súplica e entrega a Deus.
MÃOS JUNTAS: Significam recolhimento interior,
busca de Deus, fé, súplica, confiança e entrega
da vida.
SILÊNCIO: O silêncio ajuda o aprofundamento
nos mistérios da fé. Fazer silêncio também é
necessário para interiorizar e meditar, sem ele a
Missa seria como chuva forte e rápida que não
penetra na terra.

Canto Litúrgico

A liturgia inclui dois elementos: o divino e o


humano. Ela nos leva ao encontro pessoal com
Deus, tendo como Mediador o próprio Cristo, que
nascido de Maria, reúne em Si a Divindade e a
Humanidade. Portanto, a Missa é mais do que um
conjunto de orações: ela é a grande Oração do
próprio Jesus, que assume todas as nossas
orações individuais e coletivas para nos oferecer
ao Pai, juntamente com Ele. O canto na Missa
está a serviço do louvor de Deus e de nossa
santificação. Não é apenas para embelezar a
Missa, para nos ajudar a rezar. E cada canto deve
estar em sintonia como momento litúrgico que se
celebra. O canto penitencial deve nos ajudar a
pedir perdão de coração arrependido; um canto
de Ofertório deve nos ajudar a fazer a nossa
entrega a Deus; um canto de Comunhão deve nos

33
colocar em maior intimidade com Deus e
expressar nossa adoração e ação de graças.

O Sacerdote

O Concílio Vaticano II diz que o padre age "in


persona Christ", isto é, em lugar da pessoa de
Jesus. O padre é presbítero e profeta. Como
sacerdote, administra os sacramentos, preside o
culto divino e cuida da santificação da
comunidade, como profeta, anuncia o Reino de
Deus e denuncia as injustiças e tudo o que é
contra o Reino; como presbítero, o padre
administra e governa a Igreja.

As Partes da Celebração:

1. Entrada e saudação

2. Ato Penitencial e hino de louvor

3. Liturgia da palavra

4. Profissão de Fé

5. Oração dos fiéis

6. Liturgia Eucarística

7. Rito da comunhão

8. Ritos finais

9. Considerações Gerais sobre a Santa


Missa

10.Preparação do altar para celebração


da Santa Missa

11.As Vestes Litúrgicas

O SIGNIFICADO E O VALOR DE CADA PARTE:

34
1. Entrada e Saudação

Na entrada a Comunidade recebe o celebrante,


ao mesmo tempo que responde: "Eis me aqui
Senhor!", vim para atender o vosso chamado,
vim para louvar, agradecer, bendizer, adorar e
estou inteiramente a seu dispor.

Na saudação inicial o Sacerdote ou


Minístro da Eucarístia, invoca a
Santíssima Trindade, onde Jesus já
se faz presente na celebração, pois
ele mesmo disse: "Onde dois ou
mais estiverem reunidos em meu
nome, ali estarei Eu no meio deles".

Livres das preocupações mundanas, nesse


momento e nesse lugar sagrado que é a igreja, o
ser humano se torna iluminado na medida em
que se coloca totalmente nas mãos de Deus e se
entrega a um momento sagrado de união com os
irmãos e com a Santíssima Trindade.

O SINAL DA CRUZ

Vai começar a Celebração. É o nosso encontro


com Deus, marcado pelo próprio Cristo. Jesus é o
orante máximo que assume a Liturgia oficial da
Igreja e consigo a oferece ao Pai. Ele é a cabeça
e nós os membros desse corpo. Por isso nos
incorporamos a Ele pra que nossa vida tenha
sentido e nossa oração seja eficaz.

Durante o canto de entrada, o padre


acompanhado dos ministros, dirige-se ao altar. O
celebrante faz uma inclinação e depois beija o
altar. O beijo tem um endereço:não é
propriamente para o mármore ou a madeira do
altar, mas para o Cristo, que é o centro de nossa
piedade.

O padre dirige-se aos fiéis fazendo o sinal da


cruz. Essa expressão "EM NOME DO PAI E DO

35
FILHO E DO ESPÍRITO SANTO", tem um sentido
bíblico. Nome em sentido bíblico quer dizer a
própria pessoa. Isto é, iniciamos a Missa
colocando a nossa vida e toda a nossa ação nas
mãos da Santíssima Trindade.

2. Ato Penitencial

Nesse momento, toda a Comunidade, cada


membro individualmente e todos nós temos
nossas fraquezas, limitações e misérias, e,
somos um povo Santo e Pecador.

O Ato Penitencial é um convite para cada um


olhar dentro de si mesmo diante do olhar de
Deus, reconhecer e confessar os seus pecados, o
arrependimento deve ser sincero. É um pedido de
perdão que parte do coração com um sentido de
mudança de vida e reconciliação com Deus e os
irmãos.

Quando em nosso dia-dia temos alguma


obrigação a cumprir, seja ela profissional, social
e lazer, nos preocupamos com nossa higiene
pessoal e também com nossa
aparência. Quando estamos para participar em
corpo e alma de uma Santa Missa temos que nos
preocupar com a limpeza de nosso coração alma
e mente, pois mais importante que a aparência
física, é ter uma alma limpa e livre de qualquer
mal e pecado que possa impedir de nos
aproximarmos de Jesus.

Assim fazemos um Ato


Penitencial, onde a
comunidade e cada um
dos fiéis, reconhecendo
a condição de pecador,
com verdadeiro e
profundo
arrependimento e, com
o firme propósito de não cometê-los mais,
suplicamos a misericórdia de Deus e seu eterno

36
amor, que pela intercessão de Jesus Cristo nosso
Salvador, somos perdoados.

Após recebermos o perdão de Deus, concedido


por sua infinita bondade através da invocação do
Sacerdote, proclamamos com o coração aliviado
o nosso hino de louvor e glória pela graça
recebida.

Atenção: O perdão recebido no Ato Penitencial


não significa que estamos isentos do sacramento
da Confissão. Depois de fazer um completo
exame de consciência, devemos nos confessar
com um Sacerdote, principalmente quando
cometemos um pecado grave ou mortal. E
também não dá a ninguém que não faça a
confissão, o direito a participar da
Comunhão. Esse perdão é só para aqueles que
se confessam sempre e que não estejam em
pecado grave e que participam todos os
domingos da Santa Eucarístia. Assumem o risco
de aqueles que não tomam esses cuidados de
cometer um pecado maior.

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS

O Glória é um hino antiquissimo e venerável,


pelo qual a Igreja glorifica a Deus Pai e ao
Cordeiro. Não constitui aclamação trinitária.
Louvamos ao Pai a ao Filho, expressando através
do canto, a nossa alegria de filhos de Deus.

ORAÇÃO

OREMOS é seguido de uma pausa este é o


momento que o celebrante nos convida a nos
colocarmos em oração. Durante esse tempo de
silêncio cada um faça mentalmente o seu pedido
a Deus. Em seguida o padre eleva as mãos e
profere a oração, oficialmente, em nome de toda
a Igreja. Nesse ato de levantar as mãos o
celebrante está assumindo e elevando a Deus
todas as intenções dos fiéis. Após a oração todos

37
respondem AMÉM, para dizer que aquela oração
também é sua.

3. Liturgia da Palavra

Após o AMÉM da Oração, a comunidade senta-se


mas deve esperar o celebrante dirigir-se à
cadeira. A Liturgia da Palavra tem um conteúdo
de maior importância pois é nesta hora que Deus
nos fala solenemente. Fala a uma comunidade
reunida como "Povo de Deus".

A liturgia da Palavra é composta das seguintes


fases:

1. Primeira Leitura: geralmente é tirada do


Antigo Testamento, onde se encontra o
passado da História da Salvação. O próprio
Jesus nos fala que nele se cumpriu o que
foi predito pelos Profetas a respeito do
Messias.

2. Salmo: após a Primeira Leitura, vem o


"SALMO RESPONSORIAL", é uma resposta
à mensagem proclamada para ajudar a
Assembléia a rezar e a meditar na Palavra
acabada de proclamar. Pode ser cantado
ou recitado.

3. Segunda Leitura: Epistolas - é sempre


tirada das Cartas de Pregação dos
Apóstolos (Paulo, Thiago, João etc...) às
diversas comunidades e também a nós,
cristãos de hoje.

4. Canto de Aclamação: terminada a Segunda


Leitura, vem a Monição ao Evangelho, que
é um breve comentário convidando e
motivando a Assembléia a ouvir o
Evangelho. O Canto de Aclamação é uma
espécie de aplauso para o Senhor que vai
nos falar.

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5. O Evangelho de Jesus segundo João,
Marcos, Mateus e Lucas conforme o tema
do dia, toda a Assembléia está de pé,
numa atitude de expectativa para ouvir a
Mensagem. A Palavra de Deus
solenemente anunciada, não pode estar
"dividida" com nada: com nenhum
barulho, com nenhuma distração, com
nenhuma preocupação. É como se Jesus,
em Pessoa, se colocasse diante de nós
para nos falar. A Palavra do Senhor é luz
para nossa inteligência, paz para nosso
Espírito e alegria para nosso coração.

6. Homilia: é a interpretação de uma profecia


ou a explicação de um texto bíblico.A
Bíblia não é um livro de sabedoria
humana, mas de inspiração divina. Jesus
tinha encerrado sua missão na terra. Havia
ensinado o povo e particularmente os
discípulos. Tinha morrido e ressuscitado
dos mortos. Missão cumprida! Mas sua
obra da Salvação não podia parar, devia
continuar até o fim do mundo. Por isso
Jesus passou aos Apóstolos o seu poder
recebido do pai e lhes deu ordem para que
pregassem o Evangelho a todos os povos.
O sacerdote é esse "homem de Deus". Na
homilia ele "atualiza" o que foi dito há dois
mil anos e nos diz o que Deus está
querendo nos dizer hoje.

Baseado nas leituras,


sempre relacionadas entre
sí, o Sacerdote faz a
explicação e reflexão do
que foi ensinado. Esta é
uma hora muito importante
da Santa Missa pois é
quando aprendemos grandes lições de vida e
fazemos o firme propósito de aplicá-las em
nossas vidas. É também a hora em que

39
podemos entender o poder da Palavra de Deus
que nos liberta e faz de nós seus novos
apóstolos.

As leituras são escolhidas pela Santa Igreja


conforme o tempo que estamos vivendo, isto é,
de acordo com o Calendário Litúrgico: tempo
comum, Advento, Natal, Quaresma, Páscoa,
Pentecostes e para missas espeçíficas como
Batísmo, Primeira Comunhão, Crisma, etc..

4. Profissão de Fé

A comunidade professa sua fé em comunhão com


os ensinamentos da Igreja e pela liturgia da
palavra, confessando crer em toda doutrina
Católica, no perdão dos pecados e na presença
viva de Jesus. A fé é a base da religião, o
fundamento do amor e da esperança cristã. Crer
em Deus é também confiar Nele. Creio em Deus
Pai, com essa atitude queremos dizer que cremos
na Palavra de Deus que foi proclamada e
estamos prontos para pô-la em prática.

5. Oração dos fiéis


A Comunidade unida em um só
pensamento e desejo eleva a Deus
seus pedidos e anseios, pedidos
coletivos e também pessoais. As
orações podem ser conforme o tempo litúrgico
ou campanhas da igreja, como por exemplo a
Campanha da Fraternidade. Depois de ouvirmos
a Palavra de Deus e de professarmos nossa fé e
confiança em Deus que nos falou, nós colocamos
em Suas mãos as nossas preces de maneira
oficial e coletiva. Mesmo que o meu pedido não
seja pronunciado em voz alta, eu posso colocá-lo
na grande oração da comunidade. Assim se torna
oração de toda a Igreja.

6. Liturgia Eucarística

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Na Missa ou Ceia do Senhor, o Povo de Deus é
convidado e reunido, sob a presidência do
sacerdote, que representa a pessoa de Cristo
para celebrar a memória do Senhor. Iniciam-se
com as oferendas. A comunidade oferece seus
sacrifícios através do pão e do vinho entregues
ao Sacerdote para a transformação.

Procissão das Oferendas

As principais ofertas são o pão e vinho. Essa


caminhada, levando para o altar as ofertas,
significa que o pão e o vinho estão saindo das
mãos do homem e da mulher que trabalham. As
demais ofertas representam igualmente a vida
do povo, a coleta do dinheiro é o fruto da
generosidade e do trabalho dos fiéis. Deus não
precisa de esmola porque Ele não é mendigo e
sim o Senhor da vida. A nossa oferta é um sinal
de gratidão e contribui na conservação e
manutenção da casa de Deus.

Na Missa nós oferecemos a Deus o pão e o vinho


que, pelo poder do mesmo Deus, mudam-se no
Corpo e Sangue do Senhor. Um povo de fé traz
apenas pão e vinho, mas no pão e no vinho,
oferece a sua vida.

O sacerdote oferece o pão a Deus, depois coloca


a hóstia sobre o corporal e prepara o vinho para
oferecê-lo do mesmo modo. Ele põe algumas
gotas de água no vinho que simboliza a união da
natureza humana com a natureza divina. Na sua
encarnação, Jesus assumiu a nossa humanidade
e reuniu, em si, Deus e o Homem. E assim como a
água colocada no cálice torna-se uma só coisa
com o vinho, também nós, na Missa, nos unimos
a Cristo para formar um só corpo com Ele. O
celebrante lava as mãos: essa purificação das
mãos significa uma purificação espiritual do
ministro de Deus.

Santo

41
Prefácio é um hino "abertura" que nos introduz
no Mistério Eucarístico. Por isso o celebrante
convida a Assembléia para elevar os corações a
Deus, dizendo "Corações ao alto!" É um hino que
proclama a santidade de Deus e dá graças ao
Senhor.

O final do Prefácio termina com a aclamação


Santo, Santo, Santo... é tirado do livro do profeta
Isaías (6,3) e a repetição é um reforço de
expressão para significar o máximo de
santidade, embora sendo pecadores, de lábios
impuros, estamos nos preparando para receber o
Corpo do Senhor.

A Consagração do pão e do vinho,


é o momento mais importante da celebração.

Consagração do Pão e Vinho

Pelas mãos e oração do Sacerdote o pão e o


vinho se transformam em Corpo e Sangue de
Jesus. O celebrante estende as mãos sobre o pão
e vinho e pede ao Pai que os santifique enviando
sobre eles o Espírito Santo.

Por ordem de Cristo e recordando o que o próprio


Jesus fez na Ceia e pronuncia as palavras
"TOMAI TODOS E..." O celebrante faz uma
genuflexão para adorar Jesus presente sobre o
altar.

42
Em seguida recorda que Jesus tomou o cálice em
suas mãos, deu graças novamente, e o deu a
seus discípulos dizendo: "TOMAI TODOS E...

"FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM!" aqui


cumpre-se a vontade expressa de Jesus, que
mandou celebrar a Ceia.

Novamente começa o Sacrifício de Jesus e diante


de nós está o Calvário, e agora somos nós que
estamos ao pé da Cruz. No silêncio profundo e
no recolhimento do nosso coração adoramos o
nosso Salvador, que está cruxificado diante de
nós. Devemos oferecer a Jesus, nossa vida,
dores, misérias e sofrimentos para ser
cruxificado junto com Ele, na esperança da
Salvação e da vida-eterna. Tudo isso não
podemos ver com os olhos do corpo, mas temos
que ver com os olhos do coração e da alma.

"Tudo isso é Mistério da fé "

"EIS O MISTÉRIODA FÉ" - Estamos diante do


Mistério de Deus. E o Mistério só é aceito por
quem crê.

Orações pela Igreja

A Igreja está espalhada por toda a terra e além


dos limites geográficos: está na terra, como
Igreja peregrina e militante; está no purgatório,
como Igreja padecente; e está no céu como
Igreja gloriosa e triunfante. Entre todos os
membros dessa Igreja, que está no céu e na
terra, existe a intercomunicação da graça ou
comunhão dos Santos. Uns oram pelos outros,

43
pois somos todos irmãos, membros da grande
Família de Deus.

A primeira oração é pelo Papa e pelo bispo


Diocesano, são os pastores do rebanho, sua
missão é ensinar, santificar e governar o Povo de
deus. Por isso a comunidade precisa orar muito
por eles.

Rezar pelos mortos é um ato de caridade, a


Igreja é mais para interceder do que para julgar,
por isso na Missa rezamos pelos falecidos

Finalmente, pedimos por nós mesmos como


"povo santo e pecador".

POR CRISTO, COM CRISTO E EM CRISTO...

Neste ato de louvor o celebrante levanta a Hóstia


e o cálice e a assembléia responde amém.

PAI - NOSSO

O Pai Nosso, não é apenas uma simples fórmula


de oração, nem um ensinamento teórico de
doutrina. Antes de ser ensinado por Jesus, o Pai-
Nosso foi vivido plenamente pelo mesmo Cristo.
Portanto, deve ser vivido também pelos seus
discípulos. Com o Pai Nosso começa a preparação
para a Comunhão Eucarística. Essa belíssima
oração é a síntese do Evangelho. Para rezarmos
bem o Pai Nosso, precisamos entrar no
pensamento de Jesus e na vontade do Pai.
Portanto, para eu comungar o Corpo do Senhor
na Eucaristia, preciso estar em "comunhão" com
meus irmãos, que são membros do Corpo Místico
de Cristo.

Pai Nosso é recitado de pé, com as mãos


erguidas, na posição de orante. Pode também ser
cantado, mas sem alterar a sua fórmula. Após o
Pai Nosso na Missa não se diz amém pois a
oração seguinte é continuação.

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A paz é um dom de Deus. É o maior bem que há
sobre a terra. Vale mais que todas as receitas,
todos os remédios e todo o dinheiro do mundo. A
paz foi o que Jesus deu aos seus Apóstolos como
presente de sua Ressurreição. Assim como só
Deus pode dar a verdadeira paz, também só
quem está em comunhão com Deus é que pode
comunicar a seus irmãos a paz.

FRAÇÃO DO PÃO

O celebrante parte a hóstia grande e coloca um


pedacinho da mesma dentro do cálice, que
representa a união do Corpo e do Sangue do
Senhor num mesmo Sacrifício e mesma
comunhão.

CORDEIRO DE DEUS

Tanto no Antigo como no Novo Testamento,


Jesus é apresentado como o "Cordeiro de
Deus".Os fiéis sentem-se indignos de receber o
Corpo do Senhor e pedem perdão mais uma vez.

7. Rito da Comunhão

Jesus agora está vivo e presente sobre o altar. É


presença real no meio de nós e se manifesta em
bondade e amor.

A Eucaristia é um tesouro que Jesus, o Rei


imortal e eterno, deixou como Mistério da
Salvação para todos os que nele crêem.
Comungar é receber Jesus Cristo, Reis dos Reis,
para alimento de vida eterna.

MODO DE COMUNGAR

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Quem comunga recebendo a hóstia
na mão, deve elevar a mão
esquerda aberta, para o padre
colocar a comunhão na palma da
mão. O comungante
imediatamente, pega a Hóstia com
a mão direita e comunga ali mesmo
na frente do padre ou ministro. Ou
direto na boca. quando a comunhão é nas duas
espécies, ou seja, pão e vinho é diretamente na
boca.

Quando verdadeiramente preparados, somos


convidados a participar do Banquete Celestial.
Jesus novamente realiza o milagre da
multiplicação, partilhando o seu Corpo e seu
Sangue com a comunidade. Agora seu Corpo
descido da cruz não irá mais para o sepulcro,
mas vai ressucitar dentro de cada um de nós.

É o momento sagrado em que Jesus fala


diretamente conosco, nos ilumina e dá forças
para viver cada vez melhor para podermos
refletir sua imagem onde quer que estejamos.

Terminada a comunhão, convém fazer alguns


momentos de silêncio para interiorização da
Palavra de Deus e ação de graças.

8. Ritos Finais

É hora da refexão final, tudo que sentimos e


vivemos, será completado pela benção final,
pelas mãos do Sacerdote, Deus nos abençoa.

É preciso valorizar mais


e receber com fé a
benção solene dada no
final da Missa. E a Missa
termina com a benção.

Ao deixarmos o interior
da Igreja, a celebração

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deve continuar em cada momento de seu dia-dia,
pois Jesus não ficou no altar, mas está dentro de
cada um de nós.

Estamos fortalecidos e prontos para vivenciar a


salvação . Olhando o mundo de nova maneira,
acolhendo bem a todos os irmãos, praticando a
caridade e fraternidade, principalmente com os
excluídos deste mundo, aos doentes, presos,
marginalizados e com aqueles que não conhecem
a Jesus, ensinando-os a conhecê-lo. Só ai a
Santa Missa terá o verdadeiro sentido e nos fará
caminhar e aproximar-nos cada vez mais da vida
eterna junto à Santíssima Trindade.

9. Considerações Gerais sobre a Santa Missa

A Missa é uma oração, a melhor das orações; a


rainha, como dizia São Francisco de Sales. Nela
reza Jesus Cristo, homem-Deus. Nós temos
apenas de associar-nos. “O que pedirdes ao Pai
em meu nome Ele vo-lo dará”, disse Jesus (Jo
16,23).

São João Crisóstomo disse: durante a Missa


nossas orações apóiam-se sobre a oração de
Jesus Cristo. Nossas orações são mais facilmente
atendidas, eficazes, porque Jesus Cristo as
oferece ao seu eterno Pai em união com a sua.

Os anjos presentes oram


por nós e oferecem
nossa oração a Deus. É
o presente mais
agradável que podemos
oferecer à Santíssima
Trindade. Cada Missa
eleva nosso lugar no céu
e aumenta nossa
felicidade eterna. Cada vez que olhamos cheios
de fé para a Santa Hóstia, ganhamos uma
recompensa especial no céu.

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Entretanto, se não conhecemos o seu valor e
significado e repetimos as orações de maneira
mecânica, não usufruiremos os imensos
benefícios que a missa traz.

Reflitamos um pouco mais sobre a forma de


como cada um participa da Missa lendo a
seguinte história:

Numa certa cidade, uma bela


catedral estava sendo
construída. Ela era
inteiramente feita de pedras, e
centenas de operários moviam-
se por todos os lados para
levantá-la. Um dia, um
visitante ilustre passou para
visitar a grande construção. O
visitante observou como
aqueles trabalhadores passavam, um após o
outro, carregando pesadas pedras, e resolveu
entrevistar três deles. A pergunta foi a mesma
para todos. O que você está fazendo?
- Carregando pedras, disse o primeiro.
- Defendendo meu pão, respondeu o segundo.

Mas o terceiro respondeu:


- Estou construindo uma catedral, onde muitos
louvarão a Deus, e onde meus filhos aprenderão
o caminho do céu.

Essa história relata que apesar de todos estarem


realizando a mesma tarefa, a maneira de cada
um realizar é diferente. Assim igualmente
acontece com a Missa. Ela é a mesma para todos,
contudo a maneira de participar é diferente,
dependendo da fé e do interesse de cada um:

 Existem os que vão para cumprir um


preceito;

 Há os que vão à Missa para fazer seus


pedidos e orações;

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 E há aqueles que vão à Missa para louvar a
Deus em comunhão com seus irmãos.

Resumindo para compreender melhor cada parte


da Missa:

 Na entrada, ato Penitencial, Glória,


Oração, nós falamos com Deus.

 Na Liturgia da Palavra que compreende as


2 leituras, o Evangelho, a Homilia
(Sermão), Deus fala conosco.

 A Liturgia Eucarística: Ofertório, Oração


Eucarística e a Comunhão é o Coração, o
Centro da Missa.

o No ofertório nós apresentamos


nossas oferendas, o nosso amor, o
nosso ser representados pelo pão e
vinho.

o Na oração Eucarística, Jesus


consagra nossas oferendas e nos
leva consigo até Deus.

o Na comunhão, Deus nos devolve


esse Dom. Ao nos unirmos à Cristo
unimo-nos também a todos que
estão “em Cristo”, aos outros
membros da Igreja.

o Devemos medir a eficácia das


nossas comunhões pela melhora no
nosso modo de ser e agir. (Leituras
recomendadas: Mt 26,26-28; Mc
14,22-24; Lc 22,19-20; I Cor 11,23-
29)

 No Rito final Deus nos abençoa e Jesus vai


conosco para termos uma vida santa,
iluminada pelo Espírito Santo.

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10. Preparação do altar para celebração da Santa
missa

1. Altar: representa a mesa que Jesus e os


Apóstolos usaram para celebrar a Ceia na
Quinta-Feira Santa. O altar representa a
mesa da Ceia do Senhor. Lembra também
a cruz de Jesus, que foi como um "altar"
onde o Senhor ofereceu o Sacrifício de sua
própria vida. O altar deve ter o sentido de
uma mesa de refeição para celebrar a Ceia
do Senhor.

2. Toalha: lembra a dignidade e o respeito


que devem ao altar. Geralmente branca,
comprida. Deve ser limpa, condizente com
a grandeza da Ceia do Senhor

3. Sacrário: é onde ficam guardadas as


âmbulas com Hóstias Consagradas.

4. Ostensório: é onde se coloca a Hóstia


Consagrada para Adoração dos fiéis.

5. Lâmpada do Santíssimo Acesa: indica


Jesus presente no sacrário vivo e real,
como está no céu.

6. Círio Pascal: é uma vela grande, benzida


na cerimônia da Vigília Pascal (Sábado

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Santo). Indica “Cristo Ressuscitado”, “Luz
do Mundo”.

7. Carrilhão (sino): é acionado para maior


atenção no momento mais solene da
Missa, a Consagração.

8. Cálice: Nele se deposita o vinho que vai


ser transformado em sangue de Jesus. È
feito de metal prateado ou dourado.

9. Patena: é como um pratinho que vai sobre


o cálice. Na patena é colocada a Hóstia
Grande, do Celebrante.

10.Sanguíneo: é uma toalhinha comprida,


serve para enxugar o cálice onde estava o
Sangue de Jesus.

11.Pala: é uma peça quadrada, que serve para


cobrir o cálice com o vinho.

12.Hóstias: as hóstias grandes e pequenas


são feitas de trigo puro, sem fermento. A
grande o padre consagra para si, é a maior
para que todos possam ver.

13.Âmbula: é igual ao cálice, mas fechada


com uma tampa justa. Nela colocam-se as
hóstias dos fiéis que depois serão
guardadas no sacrário.

14.Galhetas: são duas jarrinhas que contém


água e vinho. O vinho é para a
consagração. A água serve para misturar
no vinho antes da consagração, para
simbolizar a união da humanidade com a
Divindade em Jesus, lavar os dedos do
celebrante e purificar o cálice e as
âmbulas depois da comunhão.

15.Manustérgio: é para enxugar os dedos do


celebrante no Ofertório.

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16.Corporal: é uma toalha branca quadrada,
que vai no centro no altar. Chama-se
corporal porque sobre ela coloca-se a
Hóstia consagrada que é o corpo do
Senhor.

17.Missal: é o livro que o padre usa para ler


as orações da Missa.

18.Crucifixo: colocado no centro do altar, para


lembrar o sacrifício de Jesus.

19.Velas acesas: lembra Cristo luz do mundo.


A Missa só tem sentido para quem tem fé.

20.Flores: as flores simbolizam beleza, amor e


alegria.

11. As Vestes Litúrgicas

TÚNICA: É um manto geralmente branco, longo,


que cobre todo do corpo. Lembra a túnica de
Jesus.
ESTOLA: É uma faixa vertical, separada da
túnica, a qual desce do pescoço, com duas
pontas na frente. Sua cor varia de acordo com a
Liturgia do dia. Existem quatro cores na Liturgia:
verde, branco, roxo e vermelho. Representa o
poder sacerdotal.
CASULA: Vai sobre todas as vestes. É uma veste
solene, que deve ser usada nas Missas
dominicais e dias festivos. a cor também varia
conforme a Liturgia do dia.
A MITO: É um pano branco que envolve o
pescoço do celebrante.
CÍNGULO: É um cordão que prende a túnica à
altura da cintura.

12. Glossário Geral dos Objetos Litúrgicos

Eis a seguir uma relação de todos os objetos


litúrgicos, é bom para que se conheça e entenda
sua utilização no culto da missa. Alguns destes
objetos talvez você nunca tenha visto e na

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verdade nem todos são sempre usados. Outros
realmente já caíram em desuso. O importante é
perceber o zelo litúrgico que está por trás da
confecção destes objetos. Hoje estão aparecendo
novos objetos litúrgicos: microfone, violão, toca-
discos, etc. É importante que estes instrumentos
sejam dignos de culto. Para Deus sempre o
melhor!

Antigamente (e há ainda em alguns lugares)


colocava-se um crucifixo pequeno em cima do
altar, no meio de duas velas, ou do lado direito
ou uma em cada lado. Agora procura-se deixar
somente a toalha no altar; há no lado esquerdo
do altar um local para se colocar a CRUZ
PROCESSIONAL e até os candelabros podem ficar
fora do altar no outro lado.

Alfaias: Designam todos os objetos utilizados no


culto, como por exemplo, os paramentos
litúrgicos.
Altar: Mesa onde é realizada a Ceia Eucarística.
Na liturgia, esta mesa representa o próprio Jesus
Cristo.
Ambão: Estante na qual é proclamada a Palavra
de Deus.
Alva: Veste litúrgica comum dos ministros
ordenados.
Âmbula: Uma espécie de cálice maior, onde são
guardadas as hóstias consagradas. Possui
tampa.
Andor: Suporte de madeira, enfeitado com flores.
Utilizado para levar a imagem dos santos nas
procissões.
Asperges: Utilizado para aspergir o povo com
água-benta. Também conhecido pelos nomes de
aspergil ou aspersório.
Bacia: Usada com o jarro para as purificações
litúrgicas.
Báculo: Bastão utilizado pelos bispos. Significa
que ele está no lugar do Cristo Pastor.
Batina: Durante muito tempo foi a roupa, oficial

53
dos sacerdotes.
Batistério: O mesmo que pia batismal. E onde
acontecem os batizados.
Bursa: Bolsa quadrangular para colocar o
corporal.
Caldeirinha: Vasilha de água-benta.
Cálice: Uma espécie de taça, utilizada para
depositar o vinho que será consagrado.
Campainha: Sininhos tocados pelo acólito no
momento da Consagração.
Capa: Usada pelo sacerdote sobre os ombros
durante as procissões, no casamento, no batismo
e bênção do Santíssimo. Também conhecida
como CAPA PLUVIAL ou CAPA DE ASPERGES, ou
ainda CAPA MAGNA.
Capinha: Utilizada pelas senhoras que exercem o
ministério extraordinário da comunhão.
Castiçais: Suportes para as velas.
Casula: E a veste própria do sacerdote durante as
ações sagradas. E usada sobre a alva e a estola.
No Brasil, a CNBB aprovou em 1971 o uso de
uma túnica ampla no lugar da casula.
Cadeira do celebrante: Cadeira no centro do
presbitério que manifesta a função de presidir o
culto.
Cibório: O mesmo que âmbula, conhecido por
píxide.
Cíngulo: Cordão utilizado na cintura.
Círio Pascal: Uma vela grande onde se pode ler
ALFA e ÔMEGA (Crista: começo e fim) e o ano em
curso. Tem grãos de incenso que representam as
cinco chagas de Crista. Usado na Vigília Pascal,
durante o Tempo Pascal, e durante o ano nos
batizados. Simboliza o Cristo, luz do mundo.
Colherinha: Usada para colocar gota de água no
vinho e para colocar incenso no turíbulo.
Conopeu: Cortina colocada na frente do sacrário.
Corporal: Pano quadrangular de linho com uma
cruz no centro. Sobre ele é consagrado o pão e o
vinho.
Credência: Mesinha ao lado do altar, utilizada

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para colocar objetos do culto.
Cruz processional: Cruz com um cabo maior
utilizada nas procissões. Cruz peitoral: Crucifixo
dos bispos.,
Custódia: O mesmo que OSTENSORIO.
Estola: É uma tira de pano colocada no ombro
esquerdo, como faixa transversal, pelo diácono,
e pendente sobre os ombros pelo presbítero e
bispo. E distintivo dos ministros ordenados. As
Estolas são de quatro cores: branca, verde,
vermelha, e roxa, de acordo com a liturgia.
Galhetas: Recipientes onde ficam a água e o
vinho durante a Celebração Eucarística. Podem
ser levadas ao altar durante a procissão das
ofertas.
Genuflexório: Faz parte dos bancos da Igreja.
Sua única finalidade é ajudar o povo na hora de
ajoelhar-se.
Hóstia: Pão Eucarístico. A palavra significa
“vítima que será sacrificada”.
Hóstia grande: E utilizada pelo celebrante. É
maior apenas por uma questão de prática. Para
que todos possam vê-la na hora da elevação,
após a consagração.
Incenso: Resina de aroma suave, O incenso
produz uma fumaça que sobe aos céus,
simbolizando nossa oração.
Jarro: Usado, durante a purificação.
Lamparina: E a lâmpada do Santíssimo.
Lecionários: Livros que contêm as leituras da
missa.
Livros litúrgicos: Todos os livros que auxiliam na
liturgia: lecionários, missal, rituais, pontifical,
gradual, antifonal.
Luneta: Objeto em forma de meia-lua utilizado
para fixar a hóstia grande dentro do ostensório.
Manustérgio: Toalhinha utilizada para purificar
as mãos antes, durante e depois da ação
litúrgica.
Matraca: Instrumento de madeira que produz um
barulho surdo. Substitui os sinos durante a

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semana santa.
Mitra: Uma espécie de chapéu alto e pontudo
usado pelos bispos. É símbolo do poder
espiritual.
Naveta: Recipiente onde é depositado o incenso
a ser usado na liturgia. Tem a forma de um
pequeno navio.
Opa: Roupa que distingue os ministros
extraordinários da Comunhão.
Ostensório: Utilizado para expor o Santíssimo, ou
para levá-lo em procissão. Também conhecido
como custódia.
Pala: Cobertura quadrangular do cálice.
Patena: Um tipo de pratinho sobre o qual são
colocadas as hóstias para a celebração.
Píxide: O mesmo que âmbula.
Planeta: O mesmo que CASULA.
Pratinho: Recipiente que sustenta as galhetas.
Relicário: Onde são guardadas as relíquias dos
santos.
Sacrário: Caixa onde é guardada a Eucaristia
após a celebração. Também é conhecida como
TABERNÁCULO.
Sanguinho: Pequeno pano utilizado para o
celebrante enxugar a boca, os dedos e o interior
do cálice, após a consagração.
Solidéu: Um pequeno barrete em forma de
calota, usada pelos bispos sobre a cabeça.
Teca: Pequeno recipiente onde se leva a
comunhão para os doentes.
Túnica ampla: Veste aprovada pela CNBB para o
Brasil. Substitui o conjunto da alva e casula.
Deve ser realmente ampla.
Turíbulo: Vaso de metal utilizado para queimar
incenso.
Véu do cálice: Pano utilizado para cobrir o cálice.
Véu dos ombros: Usado pelo sacerdote ou
diácono na bênção do Santíssimo e nas
procissões para levar o ostensório. Também é
conhecido como VEU UMERAL.

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Véu: E aquele paninho usado para cobrir as
âmbulas com as hóstias consagradas.

Para Deus, sempre o melhor!

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