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O marketing em uma empresa pode ser feito de improviso ou 

planejado. Obviamente, se você não planeja as estratégias de 


marketing de sua empresa, dificilmente conseguirá mensurar os 
resultados e a eficácia das mesmas, ficando assim ​sem​ saber se está 
funcionando ou que outras medidas pode tomar para potencializar os 
efeitos. 
Durante muito tempo discutiu-se como traçar uma estratégia de 
marketing que pudesse facilmente estudar o negócio em questão e 
buscar soluções. McCarthy, na década de 50, formalizou o Composto 
de Marketing, um grupo de elementos que deveriam ser focalizados 
quando estudando uma estratégia de marketing. Esse composto é 
formado pelos seguintes quatro elementos: 
Produto – elemento no qual se deve considerar todos os fatores 
relacionados ao produto e/ou serviço oferecidos. Deve-se então 
considerar as características importantes do produto, sua marca, 
diferencial no mercado e outras informações inerentes ao produto; 
Preço – este elemento está relacionado diretamente ao preço do 
produto, custos de produção ou manutenção e margem de lucro 
esperada. Como se pode perceber, mudanças em qualquer das 
informações aqui (por exemplo, redução nos custos de produção) 
poderá ter sérios impactos nos outros elementos (na qualidade do 
produto, na margem de lucro esperada, preço do produto, etc.); 
Promoção – trata-se dos meios utilizados para aumentar a exposição 
dos produtos e serviços, bem como para encontrar novos clientes, 
parceiros e/ou fornecedores. Um grande ​anúncio​ em um programa de 
TV é um meio de promoção, mas um simples email que um cliente 
envie a outra pessoa elogiando seu serviço também é um meio de 
promoção, cada qual com um diferente alcance quanto ao tipo de 
público alvo (e quantidade de pessoas alcançadas) e portanto com 
diferentes graus de eficácia. Quando se leva, então, em consideração 
a relação custo x benefício, perceberemos que, para determinados 
negócios, certos tipos de promoção são melhores que outros; 
Ponto de venda – refere-se aos canais por meio dos quais o cliente 
pode ter algum contato com o seu produto ou tipo de serviço e 
efetuar a aquisição ou contratação. Geralmente, as pessoas acabam 
por considerar suas lojas e locais de trabalho como únicos “pontos de 
venda”, considerando a Internet somente uma “vitrine”, somente 
um meio de promoção. Isso acaba por limitar e muito o negócio, uma 
vez que o usuário pode adquirir produtos por meio da web – e se 
você não o quer fazer, o seu concorrente o fará!