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Ativo Imobilizado

(IAS 16 – CPC 27)


Adaptações Societárias e Tributárias

Benjamim C. Mardine Acuña


bacuna@terra.com.br
1

2
Normas Contábeis

• IAS 16: Property, Plant and Equipment;


• SFAS 144: Accounting for impairment or
disposal of long-lived assets (conteúdo
convergente);
• CPC 27: Ativo Imobilizado;
• NBC TG 27: Ativo Imobilizado.

Legislações Societárias/Tributárias
Brasileiras Relacionadas

• Tratamento Societário e Tributário


diferenciados: (art. 187, IV – Lei 6404/6; arts.
37 e 60 – Lei 11941/09);
• Tratamento de prejuízos não operacionais:
(IN SRF 11/96).
• Tratamento de incentivos fiscais: (PNs CST
02/76; 112/78; 113/79)
• Tratamento da depreciação contábil e
fiscal: (PN nº 1, de 2011)
4
Fora do Escopo
IAS 16 e CPC 27:

a) ativos imobilizados classificados como


mantidos para venda;
b) ativos biológicos relacionados com a atividade
agrícola;
c) reconhecimento e mensuração de ativos de
exploração e avaliação;
d) direitos sobre jazidas e reservas minerais tais
como petróleo, gás natural, carvão mineral,
dolomita e recursos não renováveis
semelhantes.

Imobilizado

Correspondem aos direitos que tenham por objeto


bens corpóreos destinados à manutenção das
atividades da entidade ou exercidos com essa
finalidade, inclusive os decorrentes de operações
que transfiram a ela os benefícios, os riscos e o
controle desses bens.

6
Características

Ativo tangível que:

a) é mantido para uso na produção ou


fornecimento de mercadorias ou serviços, para
aluguel a outros, ou para fins administrativos; e

b) se espera utilizar por mais de um período.

Depreciação
• alocação sistemática do valor depreciável de
um ativo ao longo da sua vida útil.

Valor depreciável
• custo de um ativo ou outro valor que substitua o
custo, menos o seu valor residual.

Perda por redução ao valor recuperável


• valor pelo qual o valor contábil de um ativo ou
de uma unidade geradora de caixa excede seu
valor recuperável. 8
Valor Justo

valor pelo qual um ativo pode ser negociado


entre partes interessadas, conhecedoras do
negócio e independentes entre si, com
ausência de fatores que pressionem para a
liquidação da transação ou que caracterizem
uma transação compulsória.

Arm’s length
9

Valor recuperável
• maior valor entre o valor justo menos os custos de venda
de um ativo e seu valor em uso.

Valor residual
• valor estimado que a entidade obteria com a venda do
ativo, após deduzir as despesas estimadas de venda,
caso o ativo já tivesse a idade e a condição esperadas
para o fim de sua vida útil.

Vida útil
a) o período de tempo durante o qual a entidade espera
utilizar o ativo; ou
b) o número de unidades de produção ou de unidades
semelhantes que a entidade espera obter pela utilização
do ativo.
10
100%
Valor depreciável

Depreciação
Acumulada
Valor
Contábil
Valor
Residual

Vida
Útil 11

Problemas com
Imobilizado
Custos
Susequentes

Reconhecimento

Mensuração
Reavaliação
Susequente

Mensuração
Inicial

Depreciação Perdas por


Impairment

Divulgação

Desreconhecimento
12
Mensuração inicial Reconhecimento
a) Quando for provável que os benefícios futuros
fluirão para a entidade.
b) O custo do item puder ser medido com
confiabilidade.
– Normalmente ocorre quando os riscos e o controle
tiverem sido transferidos para a entidade.
– Em transações com o mundo exterior torna-se
razoavelmente fácil identificar os custos da transação.
– Quando o ativo é construído internamente uma
mensuração confiável do custo pode ser obtida quando
os materiais são adquiridos de terceiros, os serviços
são adquiridos e insumos aplicados. 13

Um item deve ser reconhecido, antes de ter o seu valor mensurado.


Mensuração inicial

Componentes do Custo

1. Gastos com a aquisição, incluindo preço,


taxas, tributos cumulativos, menos
descontos incondicionais, devoluções e
abatimentos.

14
Mensuração inicial Componentes do Custo

2. Gastos diretamente atribuíveis para trazer o


ativo e para colocá-lo em condições de
operação:
• Folha de pagamento diretamente alocada à
construção,
• Gastos de comissionamento;
• Gastos de instalação e embalagem;
• Gastos de empréstimo (quando elegíveis – IAS 23);
• Gastos de teste de produção (antes da produção
comercial – líquidos das eventuais receitas);
• Gastos com honorários profissionais (engenheiro,
arquiteto, etc.)
15
Mensuração inicial

Componentes do Custo
Q1
3. Uma estimativa inicial dos gastos de
desmontagem e remoção - ARO (exemplo:
descomissionamento) para restauração do
ambiente onde o ativo está sendo instalado.
A obrigação para isso pode surgir tanto:
• Na aquisição do item, como
• Por uma consequência da utilização de local
diferente para produzir.
ias 2 aplica-se ao custo de uma obrigação
decorrente do uso de um ativo para a produção do
estoque 16
Ativos recebidos
Mensuração inicial em permuta
O custo é mensurado, preferencialmente, pelo valor
justo do ativo recebido, que deverá ser igual ao do
ativo entregue (ativo trocado) ajustado por alguma
quantia de caixa transacionada, exceto quando:
• A permuta não possua caráter comercial, ou
• Nem o ativo entregue e nem o recebido tenham
seus valores justos confiavelmente mensurados.
Hierarquia do custo
1. VJ do ativo recebido
2. VJ do ativo entregue
3. VC do ativo entregue
17

Problemas com
Imobilizado

Reconhecimento

Mensuração
Inicial

18
Custos Subsequentes Tratamento Contábil

O valor contábil do imobilizado não é alterado pelos


gastos de sua manutenção em serviço, tais gastos
são destinados ao resultado tão logo sejam
incorridos.
Os gastos com manutenção e com peças de
reposição são realizados para manter a
capacidade de geração de benefícios econômicos
futuros, não para aumentá-la.

19
Custos Subsequentes

Substituição de Partes
• Muitos ativos imobilizados são formados por
componentes conectados (aeronaves, navios,
etc.) que demandam reposição regular em
diferentes intervalos de tempo e possuem
diferentes vidas úteis e assim devem ser
reconhecidos e desreconhecidos
(segregadamente).
• O valor contábil do imobilizado reconhece o custo
de reposição de uma parte no momento em que o
gasto é incorrido, quando os critérios de
reconhecimento são preenchidos.
• Devem ser baixados assim que disponibilizados.
20
Inspeções ou vistorias
Custos Subsequentes relevantes
• A realização de importantes inspeções e
vistorias em busca de falhas, independentemente
de as peças desse item serem ou não
substituídas, podem ser uma condição para
continuar a operar um imobilizado (prolongando a
sua vida útil).
• Os gastos com essas importantes inspeções
devem ser reconhecidos segregadamente no
custo do imobilizado e sofrer depreciação à parte,
proporcional ao prazo constante na programação,
sendo quaisquer saldos remanescentes de outras
inspeções, quando refeitas, desreconhecidos 21
(baixados) contra o resultado.

Problemas com
Imobilizado
Custos
Susequentes

Reconhecimento

Mensuração
Inicial

22
Mensuração subsequente à mensuração inicial Política contábil

• Uma entidade pode escolher entre o modelo


do custo e o da reavaliação (nas jurisdições
em que esta é permitida; no Brasil, por exemplo,
a lei 6404/76 alterada pela 11638/07 veda).
• Deve ser mantida a mesma política homogênea
para cada classe de imobilizado (terrenos,
terrenos e edificações, máquinas e
equipamentos, etc.).
Não confundir mensuração subsequente com custos
subsequentes.
23
Mensuração subsequente à mensuração inicial

Modelo do Custo

O valor contábil do item é


mantido ao custo,
reduzido das eventuais
depreciações e
estimativas de
impairment.

24
Mensuração subsequente à mensuração inicial Modelo do Custo

Custo

Depreciação

Perdas por Impairment

25

Modelo do Custo

Até o Ponto de Operação Após Entrada em Operação (subseqnte.)


ENTRA NÃO ENTRA (-) (-)
Depreciação Impairment
Gastos necess. à Tributos
oper.: Recuperáveis
Teste para Functo.
Gastos
Gastos de Anormais
Transação:
Honorários, taxas Start’ups:
para operar Festa,
divulgação,
Gastos de treinamentos RESULTADO
Aquisição e comerciais e
Elaboração adm

26

Mensuração subsequente à mensuração inicial


Mensuração subsequente à mensuração inicial Modelo da Reavaliação

• Terrenos e Edificações são usualmente mensurados


ao seu Valor Justo obtido mediante avaliações de
profissionais avaliadores qualificados.
• Máquinas e Equipamentos também têm o seu valor
de mercado obtido por avaliação. Mas, caso não haja
uma evidência do Valor Justo com base em mercado
(devido aos ativos não terem um mercado ativo, ou
serem raramente vendidos), o Valor Justo pode ser
estimado usando:
– Custo de reposição depreciado, ou
– Estimativas de fluxo de caixa.
27
Mensuração subsequente à mensuração inicial

Modelo da Reavaliação

Frequência
• As reavaliações devem ser realizadas com
regularidade suficiente para assegurar que não haja
diferença material entre o valor contábil (reavaliado) e
o Valor Justo ao final do período de reporte.
• A frequência depende das oscilações do Valor Justo.
Quando o VJ difere materialmente do valor contábil
uma nova reavaliação é necessária.
• Itens de uma classe com valores que oscilam
continuamente em pequenos períodos de tempo,
devem ser mantidos constantemente atualizados.
28
Mensuração subsequente à mensuração inicial Modelo da Reavaliação

No momento da reavaliação, a depreciação


acumulada será:
• Atualizada proporcionalmente com a alteração no
valor contábil bruto, de modo que o valor contábil
após a reavaliação iguale a quantia reavaliada,
ou
• Eliminada contra a quantia escriturada bruta e a
quantia líquida reposta para a quantia reavaliada.

O segundo é mais fácil e mais comumente usado


para edifícios. 29
Mensuração subsequente à mensuração inicial

Modelo da Reavaliação
Aumentos e Reduções.
• As aumentos dos valores reavaliados acima do custo
devem ser reconhecidos em Outros Resultados
Abrangentes e acumulados diretamente no PL (reserva
de reavaliação ou Ajustes de Avaliação Patrimonial – BR-
GAAP).
– No entanto, pode ocorrer de o aumento da reavaliação ser
reconhecido na Demonstração de Resultado até ao ponto em que
reverta um decréscimo de reavaliação que foi anteriormente
reconhecido como uma despesa.
• Reduções devem ser reconhecidos em Resultado.
– No entanto, pode ocorrer de a redução ser reconhecida
diretamente em Outros Resultados Abrangentes, no PL, até ao
ponto em que consuma a reserva de reavaliação (AAP) que foi
anteriormente reconhecido. 30
Mensuração subsequente à mensuração inicial Modelo da Reavaliação

Reavaliação
(IAS 16)

VJ > VC VJ < VC

ORA Resultado Q4
(PL) (Impairment)
31

Problemas com
Imobilizado
Custos
Susequentes

Reconhecimento

Mensuração
Reavaliação
Susequente

Mensuração
Inicial

32
Resumo das variações aceitas nos padrões
internacionais (IFRS) e brasileiros (CPC).

Permitida a Permitido na
Reavaliação Adoção Inicial
IAS 16 Custo Atribuído
IFRS
ICPC 10
Reversão Impairment Reversão
IAS 36 Impairment
CPC 01

Depreciação Depreciação
IAS 16 CPC 27

Impairment Impairment
IAS 36 CPC 01 33
33
Depreciação e Impairment

Depreciação
• O valor depreciável deve ser alocado em uma base
sistemática durante toda a vida útil.
• Tanto a vida útil quanto o valor residual devem ser
revistos pelo menos uma vez ao ano. Se as
expectativas diferirem das estimativas iniciais, as
mudanças devem ser contabilizadas como uma
mudança de estimativa e não de política.
• Os montantes reconhecidos de depreciação devem
ser alocados como despesa do período, exceto
quando compuserem o valor contábil de outro ativo.

34
Depreciação e Impairment Depreciação
• O método de depreciação deve refletir o padrão com
que os benefícios econômicos de um ativo são
consumidos.
• A IAS 16 não determina o uso nenhum método de
depreciação.
• Cada parte de um item do imobilizado que seja
significante (em relação ao custo total) deve ser
depreciada separadamente.

Q2
35
Depreciação e Impairment

Vida útil
Devem ser considerados os seguintes aspectos:
• O uso considerado como referência para a determinação
da capacidade esperada ou volume físico de saída.
• Esperado desgaste físico (depende de fatores
operacionais, como número de turnos, programa de
manutenção e reparos, etc.).
• Obsolescência técnica decorrente de:
– Mudanças ou melhorias na produção; ou
– Mudanças na demanda de mercado para o produto ou serviço
fornecido.
• Limites legais ou similares para o uso (datas de validade
ou prazos de locação relacionados)
36
Depreciação e Impairment Vida útil
• A política de gerenciamento pode envolver a
disponibilização de ativos depois de um certo
período de tempo, de modo que a vida útil (tempo
de uso) seja inferior à vida econômica
(capacidade).
• As políticas de manutenção e reparos podem
também afetar a vida útil ou mesmo o valor
residual, mas nunca eliminar a necessidade de
depreciação.

37
Depreciação e Impairment

Valor Residual
• É o valor estimado que a entidade obteria com a
venda do ativo, após deduzir as despesas
estimadas de venda, caso o ativo já tivesse
(nesta data) a idade e a condição esperadas para
o fim de sua vida útil.
• O montante depreciável é líquido do valor
residual. Q3
• Frequentemente o valor residual pode ser
considerado desprezível ou imaterial, nesse caso,
o montante depreciável corresponderá ao custo
do imobilizado.
38
Exemplo Linha Reta
Depreciação e Impairment Valor Residual Desprezível
Valor
Depreciação
n Custo Contábil
Acumulada
Líquido
0 100.000 - 100.000
1 100.000 (10.000) 90.000
2 100.000 (10.000) 80.000
3 100.000 (10.000) 70.000
4 100.000 (10.000) 60.000
5 100.000 (10.000) 50.000
6 100.000 (10.000) 40.000
7 100.000 (10.000) 30.000
8 100.000 (10.000) 20.000
9 100.000 (10.000) 10.000
10 100.000 (10.000) -
39

Exemplo Linha Reta


Depreciação e Impairment

Valor Residual Desprezível

40
Exemplo Linha Reta
Depreciação e Impairment Valor Residual ($10.000)
Valor
Depreciação
n Custo Contábil
Acumulada
Líquido
0 100.000 - 100.000
1 100.000 (9.000) 91.000
2 100.000 (9.000) 82.000
3 100.000 (9.000) 73.000
4 100.000 (9.000) 64.000
5 100.000 (9.000) 55.000
6 100.000 (9.000) 46.000
7 100.000 (9.000) 37.000
8 100.000 (9.000) 28.000
9 100.000 (9.000) 19.000
10 100.000 (9.000) 10.000
41

Exemplo Linha Reta


Depreciação e Impairment

Valor Residual ($10.000)

42
Soma dos Dígitos
Depreciação e Impairment Decrescentes
Valor
Depreciação
n Custo Contábil
Acumulada
Líquido
0 100.000 - 100.000
1 100.000 (18.182) 81.818
2 100.000 (16.364) 65.455
3 100.000 (14.545) 50.909
4 100.000 (12.727) 38.182
5 100.000 (10.909) 27.273
6 100.000 (9.091) 18.182
7 100.000 (7.273) 10.909
8 100.000 (5.455) 5.455
9 100.000 (3.636) 1.818
10 100.000 (1.818) -

çã (1) = ÷ í í 43

Soma dos Dígitos


Depreciação e Impairment

Decrescentes

44
Soma dos Dígitos
Depreciação e Impairment Crescentes
Valor
Depreciação
n Custo Contábil
Acumulada
Líquido
0 100.000 - 100.000
1 100.000 (1.818) 98.182
2 100.000 (3.636) 94.545
3 100.000 (5.455) 89.091
4 100.000 (7.273) 81.818
5 100.000 (9.091) 72.727
6 100.000 (10.909) 61.818
7 100.000 (12.727) 49.091
8 100.000 (14.545) 34.545
9 100.000 (16.364) 18.182
10 100.000 (18.182) -

45

Soma dos Dígitos


Depreciação e Impairment

Crescentes

46
Método dos
Depreciação e Impairment Saldos Decrescentes
• A base da depreciação é o saldo da conta a depreciar
(valor contábil) e não o custo.
$ ! "
=1 −
#

n Custo Deprec Vlr Contábil Vida Útil= 10


0 100.000 - 100.000 Custo= 100.000
1 100.000 (20.567) 79.433 Vlr Resid= 10.000
2 100.000 (16.337) 63.096 Taxa Anual= 0,2056718
3 100.000 (12.977) 50.119
4 100.000 (10.308) 39.811
5 100.000 (8.188) 31.623
6 100.000 (6.504) 25.119
7 100.000 (5.166) 19.953
8 100.000 (4.104) 15.849
9 100.000 (3.260) 12.589 47

10 100.000 (2.589) 10.000

Método dos
Depreciação e Impairment

Saldos Decrescentes

48
Método das
Depreciação e Impairment Unidades Produzidas
(capacidade = 100.000.000)
Unidades Produzidas Valor Contábil
n Depreciação
no Período Líquido
0 - 100.000
1 9.000.000 (9.000) 91.000
2 11.000.000 (11.000) 80.000
3 13.000.000 (13.000) 67.000
4 15.000.000 (15.000) 52.000
5 18.000.000 (18.000) 34.000
6 16.000.000 (16.000) 18.000
7 5.000.000 (5.000) 13.000
8 4.000.000 (4.000) 9.000
9 5.000.000 (5.000) 4.000
10 4.000.000 (4.000) -
Total 100.000.000

%&'(&) *+,-. = /,012 3 4+56 7(26 7&( ÷ /-'-)56-6& 856- ú15. 49

Método das
Depreciação e Impairment

Unidades Produzidas
(capacidade = 100.000.000)

50
Método das
Depreciação e Impairment Horas Trabalhadas
Estimativa = 12.000h

Horas Trabalhadas Valor Contábil


n Depreciação
no Período Líquido
0 - 100.000
1 1.000 (8.333) 91.667
2 1.100 (9.167) 82.500
3 1.400 (11.667) 70.833
4 1.400 (11.667) 59.167
5 1.000 (8.333) 50.833
6 1.400 (11.667) 39.167
7 1.000 (8.333) 30.833
8 1.100 (9.167) 21.667
9 1.300 (10.833) 10.833
10 1.300 (10.833) -
Total 12.000
%&'(&) *+,-. = /,012 3 :2(-0 ;(-< ÷ =015>-15?- :2(-0 ;21-. 51

Método das
Depreciação e Impairment

Horas Trabalhadas
Estimativa = 12.000h

52
Depreciação e Impairment
Recuperabilidade do Valor Contábil
Perdas por Impairment

• Para verificar se um imobilizado sofreu


impairment, deve-se aplicar a IAS 36,
contabilizando a perda de acordo com esta
Norma.
• Se houver alguma indenização pela perda, deve
ser reconhecida no resultado tão logo se torne
recebível. Assim, não é apropriado reconhecer
a compensação
– como receita diferida, nem
– como redução da perda por impairment , nem
– como redução do custo do novo ativo 53

Problemas com
Imobilizado
Custos
Susequentes

Reconhecimento

Mensuração
Reavaliação
Susequente

Mensuração
Inicial

Depreciação Perdas por


Impairment

54
Desreconhecimento Tratamento Contábil

• Baixar do Balanço Patrimonial tão logo tenham


sido definidos para alienação ou quando não
forem mais esperados benefícios econômicos
futuros pelo uso ou alienação.
• As diferenças entre o valor recuperável na data
do desreconhecimento e o valor contábil devem
ser lançadas em resultado.

55

Data de
Desreconhecimento

Desreconhecimento
• Deve-se aplicar o mesmo princípio do
reconhecimento da receita da venda de bens
contido na IAS 18 para a venda de itens do
Imobilizado.
• Ativos Não Circulantes que estão para ser
abandonados não se encontram no escopo da
IFRS 5 (Mantido para Venda).

56
Custos
Susequentes

Reconhecimento

Mensuração
Reavaliação
Susequente

Mensuração
Inicial

Depreciação Perdas por


Impairment

Desreconhecimento
57

Requisitos e
Divulgação

Encorajamentos
Requisitos
• Para cada classe;
• Outros;
• Itens mantidos ao valor reavaliado.

Encorajamentos
• Valores contábeis de imobilizados temporariamente
inativos;
• Valor contábil bruto de algum imobilizado depreciado
totalmente que ainda esteja em uso;
• Valor contábil líquido de algum imobilizado não mais em
uso e não classificados como mantido para venda.
• Quando o modelo do custo é usado, o valor justo do
imobilizado quando for materialmente diferente do valor58
contábil.
Requisitos e
Divulgação Encorajamentos
Para cada classe:
• Bases de mensuração utilizadas para determinação do
valor contábil bruto;
• Métodos de depreciação utilizados;
• Vidas úteis ou as taxas de depreciação utilizadas;
• Valor contábil bruto e depreciação acumulada no início e
no final do exercício.
• Reconciliação do Valor contábil no início e no final do
exercício, mostrando:
– Aumentos (por exemplo como integralização de capital);
– Ativos Não Circulantes classificados como Mantidos para Venda;
– Aquisições mediante combinações de negócios;
– Aumentos ou reduções decorrentes de reavaliações;
– Perdas e reversões de Impairment;
– Depreciação;
– Diferenças cambiais na tradução de moeda funcional; 59

– Outros movimentos.

Requisitos e
Divulgação

Encorajamentos
Outros:
• Existência de restrições sobre bens dados
como garantia;
• Gastos realizados com ativos em construção;
• Compromissos contratuais de aquisição de
imobilizados;
• Abertura dos saldos de compensações de
impairment, perdas ou desistências que não
tenham sido abertas na demonstração do
resultado. 60
Requisitos e
Divulgação Encorajamentos
Sobre Itens Reavaliados:
• Data efetiva da reavaliação;
• Se um avaliador independente está envolvido;
• Métodos e premissas significativas utilizados para estimar
o valor justo;
• A extensão com a qual os valores justos:
– Foram determinados diretamente (se com base em preços
observáveis em mercado ativo ou com base em transações
similares);
– Foram estimados por técnicas de avaliação.
• Os valores contábeis de itens reavaliados que eram
mantidos ao custo;
• Abertura da reserva de reavaliação (ajuste de avaliação
patrimonial), com os movimentos e eventuais restrições
de movimentação na distribuição aos sócios. 61

Custos
Susequentes

Reconhecimento

Mensuração
Reavaliação
Susequente

Mensuração
Inicial

Depreciação Perdas por


Impairment

Divulgação

Desreconhecimento
62