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Geotecnia Ambiental e SIG’S na Análise e no Planejamento do

Uso e Ocupação do Solo em Áreas de Risco


Beatriz Nozari Ribeiro de Carvalho
Universidade Federal de Santa Catarina
Florianópolis – SC – Brasil
bianozari@yahoo.com.br

RESUMO: Ao município é tradicionalmente reservada a administração das cidades. O processo de


urbanização verificado nas últimas décadas tem acarretado aos municípios já estruturalmente
debilitados o aumento das responsabilidades relativas às atividades de controle dos impactos
causados por este processo. A exploração dos recursos naturais, o uso e ocupação do solo e demais
intervenções humanas geram impactos, que muitas vezes desencadeiam desequilíbrios ambientais
que modificam a superfície terrestre e na maioria das vezes atingem regiões habitadas. Ações como
o desmatamento, adensamento urbano, ocupações em encostas e em margens de cursos de água,
inexistência de saneamento básico, impermeabilização do solo, entre outros causam erosões,
escorregamentos, inundações e enchentes. Todos estes casos refletem as deficiências do
planejamento urbano e a fragilidade das comunidades em risco, como apresentado no estudo de
caso realizado na bacia hidrográfica do Saco Grande localizada no município de Florianópolis,
estado de Santa Catarina. Dessa maneira, a percepção sobre os riscos existentes deve induzir ações
preventivas para a minimização dos acidentes associados a fenômenos naturais e ocupação do solo.
A intervenção imediata do poder público é recomendada a fim de reduzir e controlar as situações de
riscos associadas a escorregamentos que ameaçam a segurança das populações. A prevenção e
erradicação de riscos socioambientais deveria encontrar resposta em documentos como os planos
diretores que apresentam o zoneamento de uso e ocupação do solo. Para estipular o uso e ocupação
do solo o método de mapeamento, ou zoneamento, deve identificar e caracterizar as áreas de risco
sujeitas a escorregamentos, principalmente nos assentamentos precários que exigem uma politica de
gerenciamento de encostas. A utilização de tecnologias que permitem ampliar o conhecimento
sobre a realidade urbana, visualizar e simular os efeitos das intervenções dão subsídios para a
elaboração de diretrizes gerenciais e técnicas para a implementação de ações estruturantes e não
estruturantes. Assim, o método adotado deve contemplar a investigação de natureza geológica e
geotécnicas de superfície, apoiadas na análise prévia de dados técnicos disponíveis sobre as áreas de
risco. Neste contexto, os SIG’s são importantes ferramentas, na medida em que envolvem
componentes geográficos, integram dados de diferentes fontes e formatos e geram cruzamentos
destes dados, apresentando como resultados relatórios e mapas. As vantagens na utilização do SIG,
para a capacidade analítica do planejador é o potencial de integração de mais de uma base de dados
ou níveis de informação, de forma georeferenciada. Desta forma, para promover maior eficiência
aos órgãos gestores, a Geotecnia Ambiental deve ser incorporada a base de dados, promovendo
informações adequadas e confiáveis para o processo de planejamento do uso do solo.

PALAVRAS-CHAVE: Geotecnia Ambiental. Planejamento de Uso do Solo. SIG’s.

1 INTRODUÇÃO forma tal que a cidade funcione a contento e se


desenvolva (ABRAMS, 1972).
Em todo o mundo, a terra é usada para fins No plano territorial as indicações têm
específicos, como por exemplo, habitação e essencialmente a intenção de definir as grandes
indústria. Um dos principais problemas de linhas dos objetivos, os problemas a afrontar e
qualquer cidade é como controlar esses usos de os principais endereços para os projetos e os
programas integrados que a mesma região deve metas da Administração Municipal.
promover (GAMBINO, 1996).  Áreas de Risco – áreas impróprias para
Na tentativa de resolver seus problemas, as assentamentos humanos devido às
administrações municipais têm recorrido a caracteristicas ambientais, tais como,
ações localizadas, ora aumentando o grau de erosão, deslizamentos, enchentes, etc.
informatização, ora contratando diagnósticos  Geoprocessamento – metodologia
ambientais e planos diretores, ora executando o compatível para representar as
mapeamento urbano, ora conduzindo o informações necessárias à pesquisa e à
recadastramento imobiliário. Apesar dos bons tomada de decisão.
resultados obtidos setorialmente, os problemas
globais persistem (CARVALHO, 2000). 2.1 Planejamento e Desenvolvimento Municipal
A concepção deste trabalho partiu da
necessidade de fundamentar a prática do Dificilmente consegue-se uma definição que
gerenciamento e planejamento urbano para possa ser aceita, unanimemente, de
áreas de risco ambiental. planejamento ou planificação (FERRARI,
Além disso, a gestão municipal exige 1979).
abordagem integrada a um custo compatível Planejamento, em essência, em qualquer
com a capacidade financeira do município. escalão do governo (municipal, estadual ou
Neste contexto, faz-se necessário o federal), visa resolver os problemas de uma
desenvolvimento de aplicações específicas no sociedade (SER) localizada em determinada
ambiente de Sistemas Informativos para solução área ou espaço (FORMA), numa determinada
de problemas típicos de gerenciamento época (TEMPO).
municipal, permitindo análises com níveis de Em cada um desses níveis ou escalões o
detalhamento variável. planejamento dá maior ou menor ênfase a
A importância da solução proposta em Sistema determinados aspectos da realidade.
Informativo inicia-se, portanto, pela Assim, os planos de uso e ocupação do solo têm
identificação das necessidades do município. a sua tônica nos problemas econômicos e
Aplicativos, utilizando técnicas de sociais genéricos, visando, em essência,
geoprocessamento e informática, customizados promover o desenvolvimento urbano. Para
para cada necessidade administrativa, garantem tanto, seus objetivos visam mudar estruturas
facilidade de uso e efetividade, eliminando por econômico-sociais, valendo-se da organização
completo a duplicidade de informações e do espaço físico. Há, portanto, no planejamento
serviços. estratégico, um acentuado predomínio dos
Esta solução vem de encontro as necessidades setores econômico e social sobre os demais.
que os municípios enfrentam, administração
austera, financiamento escasso, demanda 2.2 Áreas de Risco
crescente por serviços, pressões por melhoria de
qualidade de vida, exigências de proteção ao Devido ao crescimento populacional, a
meio ambiente e administração eficiente. urbanização tem se expandido no território,
muitas vezes para áreas impróprias à ocupação,
2 REFERENCIAL TEÓRICO o que aumenta as situações de perigo e risco
para desastres naturais (AMARAL e
Com a finalidade de estabelecer diretrizes para GUTJAHR, 2011).
o desenvolvimento municipal, faz-se necessário A ocorrência de enchentes e inundação está
definir claramente os aspectos inerentes ao muitas vezes ligada à impermeabilização do
gerenciamento e planejamento urbano. solo, à disposição inadequada do lixo, à
Com este objetivo e com a finalidade de ocupação das margens dos cursos d’água e ao
consolidar a proposta deste trabalho, a seguir desmatamento. Os escorregamentos muitas
são apresentadas as principais definições de: vezes são provocados por cortes de aterro em
 Planejamento e Desenvolvimento – áreas de alta declividade, por exemplo.
Todos estes casos refletem as deficiências do objetivos de curto, médio e longo prazo.
planejamento territorial e a prevenção de O Geoprocessamento associado às técnicas
desastres é um elemento fundamental para atuais de mapeamento, topografia convencional,
diminuir a fragilidade das comunidades em utilização de fotografias aéreas, imagens de
risco. satélite, GPS-Sistema de Posicionamento
Global por Satélite bem como outras formas de
2.3 Geoprocessamento aquisição de dados, torna possível a aquisição
de mapas temáticos e a quantificação de áreas,
Nas últimas décadas a informação passou, como por exemplo: áreas de agricultura,
gradualmente a desempenhar um papel afloramentos rochosos, áreas sujeitas a
fundamental nas organizações (político- alagamento, banhados, açudes, barragens, áreas
econômica-sociais). Isso foi possível com o eroditas, estradas, bem como outras formas de
advento da informática, que automatiza a utilização.
informação através de seu processamento e Além de ser necessário ter um conhecimento
integração. Ao mesmo tempo em que a dos recursos naturais, solos, clima, vegetação,
informática desenvolvia-se, outra importante recursos hídricos, etc., conhecer as
área de conhecimento também avançava: a características sócio-econômicas também é útil
Geografia, que, adquirindo novas dimensões, para que se tenha um embasamento para
passou a explorar formas de se organizar e se identificação, utilização ou desenvolvimento de
posicionar frente às tecnologias que envolvem determinada atividade apropriada, apontando a
informação. Em paralelo, também o conceito de área que deva ser trabalhada ou preservada.
sistema ganhou relevância, permitindo o Ao considerar todo este volume de dados, torna-
amadurecimento de idéias voltadas à integração se necessária a adoção de técnicas não
de conhecimentos e funções para realizar tarefas convencionais para manipulação, planejamento
específicas. e simulação dos dados, bem como para
Neste contexto, o Geoprocessamento surge levantamentos. É neste contexto que o
como uma disciplina integradora de diferentes Geoprocessamento, mais especificamente os
áreas de conhecimento e vastíssima aplicação, SIG’s, apresentam grande potencial de
mas apoiando-se, sobretudo, na informática, na aplicação.
geografia e mantendo intrínseco em seu
conceito a idéia de sistema, que automatiza a 2.3.1.1 Sistemas de Informações Geográficas
informação através de seu processamento e (SIG’s)
integração.
Os SIG’s vêm influenciando de maneira
2.3.1 Sistemas de Geoprocessamento decisiva e positiva as atividades relacionadas ao
gerenciamento municipal, pois permitem a
A maior parte das decisões tomadas por órgãos tomada de decisões baseada em quantidade
de planejamento e gestão urbana envolve um maior de informação e na comunicação
componente geográfico diretamente ou por interdisciplinar.
implicação, daí a importância que as Os SIG’s são modelos ou representações do
tecnologias de Geoprocessamento adquirem "mundo real" que permitem uma manipulação
para a moderna gestão da cidade. ágil, ampla e precisa dos dados com que se
A introdução de uma tecnologia nova como percebem os fenômenos e interferem na
Geoprocessamento, em processos de gestão e realidade.
planejamento urbano, tende a causar impactos A compreensão de SIG’s como modelos da
na organização municipal, pois provoca realidade tem como conseqüência a
mudanças em procedimentos, métodos, atitudes, necessidade, no caso do planejamento e gestão
devendo ser dosado cuidadosamente o ritmo da urbana, do projeto de sistema que represente
implantação. Isto conduz à definição de uma adequadamente - para os objetivos propostos - a
implantação gradual, onde sejam estabelecidos cidade que se pretenda planejar, gerir, monitorar
ou simular o crescimento. A utilização de Sistemas de Informações
A decisão de implementar um Sistema de voltada para as necessidades especificas em
Informação Geográfica deve ser acompanhada áreas de risco ambiental pode influenciar de
por uma definição conceitual clara de todo o maneira decisiva e positiva as atividades
processo, descrevendo detalhadamente a relacionadas ao gerenciamento municipal, pois
metodologia adotada. Isto é necessário, pois a permite a tomada de decisões baseada em
atividade de implantação de um SIG é quantidade maior de informação e na
interdisciplinar e requer a integração de comunicação interdisciplinar.
diversos enfoques, de diferentes áreas de
atividades. 4 APLICAÇÃO PRÁTICA
A tecnologia permite grande flexibilidade e
adaptabilidade, mas é imprescindível uma A Bacia Hidrográfica selecionada contém
estratégia que contemple uma abordagem deslizamentos e apresenta situações de riscos.
integrada. Neste contexto, o projeto de extensão para a
Sistemas de Informações Geográficas são bacia do Saco Grande, Florianópolis, foi
sistemas destinados ao tratamento de dados integrado às ações do Núcleo de Geotecnia e
referenciados espacialmente. Estes Sistemas Riscos Ambientais da UNISUL no
manipulam dados de diversas fontes como desenvolvimento de pesquisas e extensão
mapas, imagens de satélites, cadastros e outras, atreladas ao contexto dos fenômenos climáticos
permitindo recuperar e combinar informações intensos (catástrofes), desenvolvidas em sua
e efetuar os mais diversos tipos de análises maioria com financiamento da FAPESC e do
sobre os dados (ALVES, 1990). Governo do Estado de Santa Catarina.
Uma das mais importantes funções de um SIG
urbano é a possibilidade que ele oferece para 4.1 Metodologia
integrar dados de diversas fontes e formatos e
gerar informação adicional pelo cruzamento Os problemas abordados visam adequar os
destes dados. modelos desenvolvidos pelo Ministério das
Cidades quanto ao Mapeamento de Riscos em
3 PROPOSIÇÃO Encostas e Margens de Rios, o Manual do IPT
sobre Ocupação de Encostas e os estudos de
A Ocupação das Encostas no Brasil tem sido deslizamentos que já foram desenvolvidos para
feita sem critérios específicos de forma que Santa Catarina.
cada vez mais estão aumentando os
deslizamentos nas encostas naturais com muitas
mortes e prejuízos materiais. Muitas das
encostas, principalmente do leste de Santa
Catarina, são propensas a escorregamentos. As
fortes chuvas que estão ocorrendo diminuem a
resistência do subsolo, possibilitando
deslizamentos tipo rastejo, escorregamentos
planares e circulares e nas piores situações,
corridas de lama, como ocorreu em 2008 no
Morro do Baú, com forte poder destrutivo. O
processo de urbanização de uma região que
envolve encostas e planícies deve ser analisado
através de Bacias Hidrográficas. Os
deslizamentos que ocorrem na parte elevada das Figura 1. Zoneamento das áreas de risco da Bacia do
encostas provocam assoreamento dos córregos e Saco Grande, Florianópolis, SC. PMRR. 2007
dos rios, com consequente inundação das partes
baixas.
 Tipo de material e as deformações do
mesmo sob a edificação, a influência de
prédios vizinhos frente às construções
existentes
 Deformações de pavimentos
 Aterros inadequados
 Assoreamento de córregos e rios e
erosões em suas margens

5 CONCLUSÕES

Figura 1. Saco Grande – Morro do Janga, 2011. O principal benefício a ser alcançado pela
Administração Municipal é a satisfação das
necessidades do cidadão.
Devido à realidade tecnológica atual, as
prefeituras estão redescobrindo o valor da
informação correta, confiável, atualizada,
disponível com agilidade, apresentada de forma
conveniente, no momento da tomada de
decisão. Neste caso, a informação representa
uma ferramenta importante, que oferece
recursos para a prestação de serviços de maior
qualidade ao cidadão.
Figura 2. Saco Grande – Morro do Balão, 2011.
Através de planos de ações com gerenciamento
em Sistemas Informativos evita-se a
redundância da informação, proporcionando o
mapeamento dos diversos planos, bem como
critérios de alocação dos recursos humanos e
financeiros nos diversos setores.
A atualização das informações espacialmente
referenciadas traz benefícios aos diversos
setores da Administração, permitindo, por
exemplo, planejar obras de melhoria e expansão
dos serviços comunitários, fazer análises
espaciais sobre as diversas variáveis.
A grande maioria das informações mantidas a
Figura 3. Saco Grande – Sol Nascente, 2011 respeito do ambiente urbano tem associada
alguma forma de referência geográfica (como
4.2 Resultados obtidos endereço, bairro, CEP, cruzamento). Assim, os
Sistemas de Informações passam a cumprir o
Como principais resultados destacam-se a
papel de ferramentas de integração de base de
identificação e a análise crítica de variáveis que
dados. Desta maneira, tornam-se recursos
qualificam a área de estudo:
tecnológicos que permitem organizar e acessar
 Uso e ocupação do solo conforme
informação com base em conceitos muito
zoneamento estabelecido pelo PDDU
próximos da clientela principal dos sistemas
 Processo de urbanização informativos urbanos, a população em geral.
 Tipo de solo e riscos de escorregamento Dentro deste contexto, a idéia central desta
 Rupturas de estruturas de contenção proposta é integrar as informações espaciais
 Localização de blocos de rocha relativas aos recursos territoriais de cada
 Tipologia das edificações município, gerando assim a base funcional legal
para o gerenciamento territorial, possibilitando Ferrari, C. – (1979) - Curso de Planejamento Municipal
ainda a avaliação de transformações e impactos Integrado. Livraria Pioneira Editora, São Paulo.
Gambino, R. – (1986) - Progetti per l’ambiente. Ed.
causados pelas intervenções do poder público e Franco Angeli. Milão. Itália.
revisões periódicas do próprio plano. As Infogeo – Revista bimestral da Editora Espaço GEO Ltda.
mudanças dos programas políticos, diretrizes e Curitiba/PR.
metas governamentais podem ser facilmente PMRR - Plano Municipal de Redução de Riscos de
integradas a estrutura funcional do plano. Escorregamento. PMF. Florianópolis. 2007.
No caso especifico da ocupação de bacias
hidrográficas, propor soluções e reflexões sobre
como devem ser urbanizadas a fim de manter a
sustentabilidade, evitando o aumento de
escorregamentos e inundações, que tanto tem
prejudicado socialmente e economicamente o
nosso estado e pais.
Portanto, pode-se notar a importância da criação
de uma metodologia de ação na área do
conhecimento do meio físico, com o objetivo de
identificar áreas de risco e promover ações
imediatas ou preventivas nas bacias
hidrográficas quando ocorrerem tais eventos,
evitando assim perdas de vidas humanas.
Também é importante produzir material
informativo sobre as construções visando
orientar a população a cerca de orientações
gerais cobre como construir e obter
financiamentos para melhorias nas habitações.
Agrega-se ainda o estudo de modelos de
soluções estruturantes e não estruturantes de
estabilização de encostas.

REFERÊNCIAS
Abrams, Charles – (1972) - O uso da terra nas cidades in
Cidades - A Urbanização da Humanidade. Zahar
Editores, Rio de Janeiro.
Alves, Diógenes S. – (1990) – Sistemas de Informação
Geográfica. Anais do Simpósio Brasileiro de
Geoprocessamento. Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo, páginas 66-78, São Paulo.
Amaral, R.; Gutjahr, M.R. – (2011) – Desastres Naturais.
Caderno de Educação Ambiental. Governo do Estado
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Geológico. São Paulo.
Birkloz, L.B.; Bruna, G.C.; Nogueira, B.C.; et al. –
(1983) - Questões de Organização do Espaço
Regional. Ed. Nobel, São Paulo.
Carvalho, B.N.R. - (2000) - Um Sistema de Informações
para a prática do Gerenciamento e Planejamento
Urbano. Tese de Doutorado. Programa de Pós-
Graduação em Engenharia de Produção. UFSC,
Florianópolis.
Carvalho, B.N.R. – (2003) Sistema de Informação:
Suporte ao Gerenciamento e Planejamento
Municipal. XXIII Encontro Nac. de Eng. de Produção
- Ouro Preto, MG, Brasil, 21 a 24 de out.