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Relato de viagem: Nova Zelândia em 10 dias

Por Venturas Viagens • junho 21, 2016 • Sem comentários

https://blog.venturas.com.br/nova-zelandia-em-10-dias/

Relato de viagem a Nova Zelândia em 10 dias – por Flávia Marquezine

“Nova Zelândia… este foi o meu destino repentino e com a melhor experiência da minha
vida em uma viagem. A Nova Zelândia possui uma geografia e um clima para todos os
gostos, encontra-se em uma mesma área: neve, praias, montanhas, florestas, campos, lagos,
vulcões e centros urbanos superdesenvolvidos, em tudo na mais perfeita harmonia. A
densidade populacional é baixa e possui uma alta qualidade de vida.

Dá para ficar uma vida inteira por lá, visitando, sem se cansar das paisagens incríveis, das
refeições sensacionais, do povo extremamente simpático, da diversidade de atividades, da
rica cultura maori e da clima relax do país. Nova Zelândia é inesgotável.

É um lugar tão riquíssimo que precisa de um roteiro bem organizado para conhecer da
forma que merece. É importante escolher um pacote de viagens que possa apresentar os
melhores passeios, com profissionais especializados e guias que sejam atenciosos.
Encontrei todas essas qualificações com vocês da Venturas, que oferece um excelente
serviço na organização em viagens. Toda credibilidade está no profissionalismo,
competência e experiência de cada um envolvidos na realização da minha viagem. Desde o
início da elaboração do roteiro personalizado, dos trâmites, de embarque, desembarque,
receptivo, hospedagem, guias, passeios até os parceiros locais, faz da Venturas, uma equipe
diferenciada que tornou o meu destino único, podendo desfrutar de todas as maravilhas do
roteiro com tranquilidade e satisfação.

Nova Zelândia em 10 dias

Uma experiência FANTÁSTICA, vivida EM 10 DIAS! Conheci um pouco da Ilha Sul e Norte,
que compõe este país que é sinônimo de “Terra Média”, para a geração Senhor dos Anéis,
sinônimo de “Adrenalina” para os aventureiros, “Qualidade de vida”, para os imigrantes e
de um pais ‘Que Arrasa os Corações”, para quem conhece de perto.

1° DIA – Vôo de Auckland para Queenstown. Pela janela do avião já me encantei com a bela
paisagem que ia se mostrando aos poucos. Queenstown é uma cidade incrivelmente bonita
e simpática. Localizada em um vale formado por ações glaciares que derreteram há milhões
de anos, e se encontra no meio de algumas das cadeias de montanhas mais famosas do país,
The Remarkables. Estas parecem ter sido desenhadas no céu, de tão altas e perfeitamente
esculpidas. Ás margens da cidade está o Lake Wakatipu, um enorme lago de um azul
belíssimo e profundo, que circundam as estradas proporcionando vistas maravilhosas,
fazendo com que qualquer um pare para tirar inúmeras fotos e admirar aquilo que os olhos
demoram a perceber que é verdade. Impossível não se apaixonar por Queenstown.

Com tantas belezas naturais, a cidade ainda conseguiu o título da capital mundial dos
esportes radicais. Foi em Queenstown que o bungy jumping apareceu pela primeira vez, e
praticamente todos que vão até lá se sentem impelidos a saltar no abismo de 43 metros em
queda livre acima das águas azuis do Kawarau. Mesmo se não tiver coragem para saltar,
vale o passeio pelo belo cenário.

Queenstown é também a cidade perfeita para curtir bons restaurantes, bares e de conviver
com um povo receptivo e extremamente educado. Todos querem saber como você está, e
em como podem ajudar. É uma cidade jovem, movimentada e cheia de VIDA. Turistas de
toda parte do Mundo circulam pela cidade.

Não se pode deixar para jantar nos restaurantes muito tarde, pois a cozinha fecha cedo.
Ficando disponíveis bares e pubs até mais tarde, que são deliciosos e divertidos. A Ilha Sul,
é uma região bastante agrícola, ocupada por fazendas com milhares de ovelhas, cordeiros e
rebanhos de gado. Por isso os pratos à base de carne de cordeiro fazem parte da culinária
nacional, dentre outros pratos diversificados. Come-se muito bem em NZ.

Fiquei fascinada pela cidade de Queesntown, meu Hotel muito bem localizado, estava
próximo ao centro mais charmoso e gostoso para caminhar, desfrutar do Lake
Wakatipu, uma área possível de sentar a beira do lago, passear de barco, circular por
lojinhas e experimentar bons restaurantes, onde fiz uma breve refeição e logo subi até o
Topo do Bob’s Peak, pelo teleférico do Skyline Gondola para contemplar uma vista
panorâmica extraordinária da cidade. Por onde se olha, encontra se água da cor azul
turquesa coincidindo com o azul do céu limpo de outono, e montanhas grandiosas de
relevos definidos ao fundo. Simplesmente maravilhoso.

Mas, o Skyline não se limita somente em beleza, é um lugar que proporciona várias
diversões. É possível saltar de bungy jump e paraglider, fazer trilhas, passeios de bike e
aventurar nas pistas de downhill, para os que têm prática com uma mountain bike e ainda
correr de Luge, um kart parecido com os carrinhos de rolimã brasileiro. Uma verdadeira
montanha de diversões. Descendo o teleférico e quase no final do dia, fui conhecer o Kiwi
Birdlife Park, estava curiosa para ver o Kiwi, o pássaro mais famoso da região. Uma área
com vida selvagem e natureza super preservada. Nele se encontra a lagartixa verde de
Auckland, o periquito cheeky kea, um réptil pré-histórico chamado tuatara, o pateke tipo de
pato e outras aves. E dentro de casas escuras estavam eles, os Kiwis, estranhos,
desengonçados mais engraçadinhos, são aves de hábito noturno, e por isso permanecem
em ambiente escuro. É um lugar bacana para conhecer a natureza selvagem da região.

2° DIA – Passeio a Milford Sound, um dos lugares mais visitados na Ilha Sul, onde se
encontram os “fiordes”, imenso vale rochoso que foi inundado pelo mar e tem origem pela
erosão de grandes massas de gelo. Uma paisagem SURREAL, nenhuma descrição pode se
igualar a sensação de ver ao vivo.
Descobri que existem 14 fiordes diferentes em terras neozelandesas e todos se concentram
na Ilha Sul, dentro do Fiordland National Park, com cadeias de montanhas altíssimas.
Dizem, que o lugar era apenas uma área de recreação maori antes da descoberta pelos
europeus.

Ir até Milford Sound e conhecer os fiordes por dentro em um dos muitos cruzeiros
disponíveis é atração obrigatória. É incrivelmente surpreendente navegar entre esses
enormes paredões de pedra. Eu peguei um dia chuvoso para conhecê-lo, e vi centenas de
cascatas que surgiram em todos paredões, com mais de 500 metros de altura e alguns
Albatrozes que sobrevoavam pelo mar. Nada me fez sair do lado descoberto do barco, cada
pingo que me encharcou e a ventania gelada que me congelou, valeu para ouvir o barulho e
encher os olhos deste grande espetáculo da natureza. O barco chega bem perto de uma das
maiores cachoeiras, o que é uma verdadeira emoção!

Em dias ensolarados, a paisagem é outra, não tem as cascatas, mas tem a formação de
lindos arcos íris, e dependendo da época do ano e condições climáticas, golfinhos e focas
podem ser vistos, além de pinguins. O trajeto no cruzeiro segue até o encontro do Fiorde
com o Mar da Tasmânia. MARAVILHOSO !!!

A estrada que liga Te Anau até Milford Sound, é uma das mais bonitas, uma atração a parte.
O caminho é incrível, a cada curva sinuosa da estrada avista-se um vale de montanhas
altíssimas á frente, dos lados, atrás, por todas as partes. Fiz o trajeto de ônibus que saiu
de Queenstown e fez algumas paradas ao longo do caminho. Um percurso que muda de
paisagem de uma hora para outra, a diversidade é surpreendente.

Sai de Queenstown amanhecendo, com um lindo dia de céu azul, o lago margeando a
estrada até encontrar os pastos imensos de ovelhas, carneiros e gado e montanhas
enormes com os mais diversos verdes formam paisagens com diferentes árvores de
folhagens coloridas de outono, até que no meio do caminho apareceu o arco íris mais
completo que já vi de ponta a ponta. Chegando em Te Anau, uma das cidades mais
conhecida de Southland, possui o segundo maior Lago, considerado o local de grande pesca
de salmões e trutas. Fizemos uma pausa para um café e continuamos o percurso.

O tempo já era outro, os chuviscos foram aumentando de Te Anau para frente. E no meio do
percurso, mais uma parada para uma sessão de fotos em meio à floresta e o lago, Mirror
Lake. A Floresta nativa é fechada e encontram-se árvores gigantescas, com uma vegetação
rasteira cheia de arbustos e uma variedade de samambaia, lindíssimas.

Voltando a estrada, para o cruzeiro, já começa o espetáculo, pelo gigantesco e


impressionante Vale com vista para as mais imensas montanhas nevadas, passando pelo
túnel que atravessa uma montanha imensurável e surpreendente por sua grandeza e assim
chegando ao Milford Sound. No retorno para Queenstown, o tempo se abriu e o entardecer
estava chegando com mais um arco íris acompanhando a viagem. Realmente posso dizer que
estava em um vale encantado.
3° DIA – Era meu dia livre em Queenstown, queria fazer tudo que pudesse, mas só consegui
agendar o salto de paraglider e o Jet boat. Não tinha hora disponível e nem tempo suficiente
para o paraquedas e o bungy jump, meus maiores desafio. Precisava de mais dois dias em
Queenstown para praticar trekking, canoagem, rafithing, etc. Já é um bom motivo para eu
voltar!!!

Mas nada tirou minha empolgação, encontrei com o pessoal do Paraglider, e começamos a
subida para o ponto mais alto. A paisagem se mostrava incrível e quando saltei, no meio de
tudo aquilo, com o céu limpo e o sol brilhante, não queria mais parar de sobrevoar toda
aquela natureza belíssima. Uma sensação de paz e tranquilidade durante o voo. Amei!!!!

Mal me recuperei de tal emoção deliciosa, fui para o Jet boat, esse sim foi radical. Uma
descarga de adrenalina em todo o percurso, que é feito por um barco a jato que anda pela
superfície do Rio Shotover. O piloto é extraordinariamente “muito piloto” (Rs), são feitas
diversas manobras com o barco, com giros de 360 graus em alta velocidade entre as
paredes do cânion estreito, passando por formações rochosas, paredes de penhascos e
pedregulhos. A paisagem toda é de tirar o fôlego. Que dia sensacional!!!!!!!!!!!!!!!!!

4° DIA – Malas prontas para partir para Franz Joseph, com várias paradas ao longo do
percurso. Madruguei na estrada em direção de Wanaka, à 1 hora de Queenstown.

Wanaka é uma cidade pequena, às margens do Lake Wanaka, formado pelo degelo das
montanhas maravilhosas e dos glaciares das imediações, sempre cheia de turistas em busca
de natureza e aventuras, uma cidade digna de cartão postal. Tendo também acesso para
o Mount Aspiring National Park, um parque preservado e lindíssimo.

A cidade por ser plana, oferece pedaladas de bike ao redor do lago, trilhas e atividades
aquáticas no verão e ski no inverno. Tivemos um momento relax em um dos cafés, frente ao
Lake Wanaka, para apreciar tanta beleza e agradecer por estar em um lugar
sensacional. Prosseguindo a viagem passamos pelo Lake Wakatipu que fica em Glenorchy,
um vilarejo cujas grandes atrações são as trilhas atravessadas por Haast Pass em meio ao
Mount Aspiring National Park.

A parada seguinte foi no Farm Salmon, fazenda de criadouros de salmões, oferecendo


encontro direto com os peixes, usa-se um modo de viveiros geométricos para facilitar o
acompanhamento e desenvolvimento dos peixes. Difícil foi escolher o que experimentar
na lanchonete; sopa, pratos diversos, tortas e lanches, tudo de salmão. Alguns quilômetros
antes de chegar à Franz Joseph, está Fox Glacier, parecido com Franz Josef, e um menor.

Franz Josef é o maior glaciar da região, que fica entre um conjunto de montanhas altas, os
Alpes e uma Floresta perto da costa. Lá está uma das aventuras que só me deixou na
vontade, a caminhada guiada na geleira e voo de helicóptero pelo Mount Cook. A região do
Mount Cook já é considerada, por muitos, a mais bonita de um país tão fantástico como a
Nova Zelândia, imagine a sensação de sobrevoar e vê-lo de camarote, espelhado em um
lago…
A minha estadia na cidade de Franz Joseph foi só por uma noite e um café da manhã com
direito a muito frio e conversas com uma brasileira que está morando lá, trocas de
experiências impagáveis; além de repor energias para continuar a viagem pela West
Coast. Da janela do meu quarto do hotel, vi o amanhecer por de trás das montanhas
cobertas de gelo misturado com o céu amarelo azulado, um quadro com uma pintura
natural. Lindo demais!!


DIA – No dia seguinte à caminho de Punakaiki , conheci Greymouth, a cidade não
proporciona muitas atividades, sendo suficiente uma caminhada pelo centro e uma visita à
antiga estação de trem para comece-lá. É a maior cidade da West Coast e de onde sai e
chega o TranzAlpine, o trem que cruza os Alpes da Ilha Sul.

Toda Costa Oeste é maravilhosa, passa por Great Coast Road, beirando o Mar da Tasmânia,
por uma sequência de abismos, sendo possível ver ao alto toda a extensão das praias, com
inúmeras rochas negras. O sol foi aquecendo e brilhando o caminho e meu entusiasmo em
chegar à praia já estava transbordando.

O Parque é muito conhecido por suas pedras em formato de panquecas, Pancake Rocks, e
por seus blowholes. Com a maré cheia e a grande força com que a água do mar bate nas
formações rochosas é possível ver a força das ondas passando por entre os buracos
existentes nas rochas, os “blow holes”, e jogando águas nas alturas feito um chafariz.

Minha estadia em Punakaiki, foi perfeita, dias de sol, com uma vista incrível da praia dentro
de um Resort super charmoso, com um clima de tranquilidade, um entardecer privilegiado
com o pôr do sol nas pedras e uma noite deliciosa, regada a vinho e barulhinho do mar na
janela. Paraíso!!!!

6° DIA – Meu último destino na ilha Sul foi em Christchurch, é a maior cidade da Ilha. Sai de
Punakaiki direto para estação de trem em Greymouth. Fiz a travessia pelo TranzAlpine é a
mais famosa rota de trem devido às paisagens deslumbrantes, que cruza a Ilha Sul, ligando
Greymouth a Christchurch, às margens do Oceano Pacífico com um percurso de quatro
horas e meia, passando por fazendas, cidades perdidas no meio do nada e pelo Arthur’s
Pass, uma passagem entre os Alpes neozelandeses, cheia de montanhas nevadas e rios
azuis, é o ponto mais alto do trajeto. No seu início é possível descer do trem e observar as
montanhas imponentes e no final admirar o pôr do sol até a chegada em Christchurch.

Christchurch, por sua vez, é a mais antiga cidade do país, vários de seus prédios possuem
uma arquitetura um pouco gótica em pleno centro da cidade. Após o terremoto vivido, que
destruiu o centro da cidade, grande parte dos prédios históricos e muitas lojas; tiveram
como solução, a criação de lojas dentro de contêiners coloridos, super cool. Pelas águas do
Rio Avon, no parque central, passa uma gôndola como a de Veneza, com guia contando toda
a história. É um lugar belíssimo com barrancos de gramados, chorões verdes e lindas flores
espalhadas. Adorei a cidade, encantadora e charmosa.

7° DIA – Na manhã seguinte em Christchurch, estava empolgadíssima à espera pelo passeio


em Kaikoura para ver as baleias (cachalotes/orcas) e golfinhos em alto mar. O tempo não
estava lá dos mais amigáveis, o sol apareceu tímido atrás das nuvens e um frio gelado
alastrou pela cidade.

Na ida para Kaikoura, fui recepcionada por uma guia super atenciosa e simpática, (assim
como todos) só que desta vez estávamos somente ela e eu na van, atenção super VIP.
Kaikoura, é uma cidade pequena, um verdadeiro santuário marinho, as praias são repletas
de colônias de focas, baleias, golfinhos e até mesmo pinguins. Poucos lugares apresentam
tamanha comunidade de animais selvagens com tão fácil acesso.

Antes do passeio, fui até o mirante, apreciar mais uma vista panorâmica espetacular. E
junto com o vento forte e nuvens escuras chegou a notícia que não teria mais o passeio do
dia. Por segurança, nenhuma embarcação saiu do cais. Por alguns instantes fiquei
decepcionadíssima, estava ansiosa para ver as baleias em seu habitat natural… Imprevistos
da natureza. Mas, quem tem uma guia prestativa, não morre na praia, ficou a minha
disposição para eu conhecer o que quisesse por ali, pois havíamos tempo de sobra até o
final do dia. Então aproveitei para desfrutar de todos os cantos da cidade até as barreiras
de pedras e a península, onde se encontram as focas, e tive a sorte de ver as babys
brincando nas piscinas formadas entre as pedras. Ownnnnn…..

Música no carro, aula de inglês particular, e pé na estrada, deliciando a paisagem linda do


outono. Aliás, Nova Zelândia possui um outono maravilhoso, as árvores apresentam um
festival de cores degradê entre o amarelo ao avermelhado que se misturam aos verdes das
montanhas e planícies, com o azul turquesa do céu. O dia rendeu e antes de chergarmos a
Christchurch, paramos no Vinhedo de Waipara, o primeiro da região e o mais produtivo.
Muito de seus vinhos foram premiados. E eu como uma amante de vinhos não poderia
deixar de degusta-los…

Muito longe de ser uma expert, acho que meu paladar leigo está ficando bem apurado e
selecionado… Em meio a uma brincadeira, de notas e escalas com o ” sommelier “, de 6
escolhi 2 das melhores garrafas da safra, sem ver o rótulo. Paladar ou sorte, não sei, mas me
diverti muito, além de saborear excelentes vinhos.

Dia seguinte, bye bye Southland… welcome Northland.

8° DIA – Voo de Christchurch para Auckland. Desde que cheguei em NZ, todos os
motoristas dos translados que esperavam-me no aeroporto eram de uma pontualidade,
receptividade e simpatia, o que torna a viagem ainda mais tranquila e sem nenhuma
preocupação.

Chegando em Auckland já no meio da tarde, sai para caminhar pela cidade, considerada a
metrópole de NZ. Fui até à Sky Tower, a ícone torre de Aukland de mais de 300 m de altura;
andei por toda Queen Street e vi o pôr do sol no Albert Park, um parque lindo e muito
tranquilo. É surpreendente ver a preservação das plantas e árvores, tudo é adaptável a elas.
Belíssimos tapetes de diversas flores colorem o gramado. É de encher os olhos. Logo
na descida do parque, encontra-se Auckland Art Gallery Toi o Tāmaki que interage com o
parque, e apresenta uma das maiores coleções de arte da Nova Zelândia.

Impressionante como a população que vive em Auckland, é diversificada; encontram-se


grande quantidade de Europeus, Maoris, Asiáticos e Indianos.

9° DIA – Na manhã seguinte fiz um passeio por todo centro de Auckland, SkyCity visitas á
Museus, Vulcões, bairros e Costa litorânea. Um dia cheio de experiências e
aprendizado. Como tudo em Auckland é construído ao redor de vulcões, quase todos são
transformados em parques.

A primeira parada foi no Museum Auckand War, todo construído em pedra com detalhes
em bronze. Nele se concentra o maior acervo da história neozelandesa, guerras e muito
sobre a cultura Maori. Ao lado está o Winter Gardêns, com uma variedade de plantas e
flores lindíssimas. Dá para se perder entre tantas flores coloridas.

Do bairro de Parnell, o mais antigo da cidade, com casas neoclássicas, fomos ao bairro
litorâneo próximo ao centro de Auckland, a Mission Bay, com inúmeros cafés bares e
restaurantes. Uma graça!Cruzando a Auckland Harbour Bridge, chegamos a uma das áreas
mais charmosa e descontraída de Auckland, North Shore. Primeiro ponto de parada foi no
Mount Éden, um vulcão extinto em plena área urbana da cidade. Um lugar muito bonito,
onde a grama cobriu toda a extensão do local formando um enorme jardim, e abrange a
vista de toda a cidade e do Porto. É o ponto mais alto de Auckland, o dia estava nublado e
chuvoso, mas não tirou a beleza privilegiada da cidade. Em Davenport fizemos uma parada
rápida, uma simpática cidadezinha, que possui a maior concentração de casas em estilo
vitoriano. E proporciona uma vista fantástica em todo seu waterfront.

Auckland é também conhecida como Cidade das Velas, pois é banhada por 2 baías e tem a
maior quantidade de barcos. Dizem que uma em cada três casas da cidade tenha uma
embarcação. E considerada a cidade do maior campeonato de iatismo. Paramos em uma
das Marinas próxima ao centro da cidade. Ali encontram-se vários bares, cafés e
restaurantes. Delícia de lugar para fazer uma bela refeição, os restaurantes são excelentes.

No período da tarde fomos para Titirangi, o caminho passa por trilhas e lindas
praias.Visitamos o Arataki Visitors Center, porta de entrada do Waitakere Ranges
Park, onde se encontra exposições da história da exploração da Madeira e da cultura Maori;
um grandes terraço de madeira que envolve o Museu da acesso a uma vista de uma
enorme Cordilheira.

A chuvinha deu uma trégua e dentro do parque fizemos uma pequena trilha e muito
interessante, com guias que deram uma boa noção sobre as plantas nativas, como é
preservada e utilizada no dia a dia, desde a produção de papel com folhas a canoas e
embarcações com madeiras específicas. Como NZ é um país isolado, possui diversos
animais e plantas que não existe em outra parte do Mundo,como as gigantescas árvores
“damaras”da floresta de Northland.

Trilha concluída com uma recompensa belíssima, o visual de uma cachoeira enorme entre
pedras e árvores e o cantos diferentes de pássaros. E como ponto final do passeio,
descemos a estrada do parque até a praia de Piha, famosa e mais popular por suas fortes
ondas e também conhecida como “Rock Lion,” pois a pedra que a simboliza parece a cabeça
de um leão. Não aguentei e nem chuva me segurou, acabei invadindo a praia… pé na areia
preta magnetizada, por partículas de sílica, fuligem do vulcão e minerais de titânio. E
muitas fotos por todo visual entre as gigantescas pedras, onde foi filmado o filme “Piano”. A
praia é incrível e linda !!!

10° DIA – Meu último dia em Auckland aproveitei para almoçar na Marina
Westhanven,próxima ao centro de Auckland e a sobremesa foi no alto da SkyTower,
curtindo a vista da cidade e deliciando uma taça de vinho. Despedida deliciosa com
gostinho de quero mais, para conhecer muitas outras coisas que este pais oferece.
Nova Zelândia é daqueles lugares que te faz ficar feliz em cada passeio realizado, e quando
se depara com paisagens deslumbrantes, te faz perguntar se “Isso é real?”. É difícil dizer o
que mais me encantou… a Natureza, Aventuras, Tranquilidade, Segurança, etc, mas se é
para dizer só uma coisa, então… A NATUREZA. É extraordinariamente maravilhosa e
surpreende por cada descoberta.

Lembranças impagáveis!!! Nenhuma foto é capaz de mostrar o que realmente vi e vivi. “

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