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A SAÚDE NO ESTADO

Matérias Jornalísticas - Destaques nos principais jornais e websites

10 de abril de 2018 (Terça-Feira)


Vírus que provocou surto de gripe nos EUA já circula no Brasil Ministério da Saúde deverá vacinar a população entre os meses
de abril e maio
ORM / Notícias / Saúde
Reprodução
Por: Agência Brasil 9 de Abril de 2018 às 16:46
Com a chegada do outono, é esperado que novamente o vírus Influenza, causador das gripes, comece a circular com mais intensidade no
país. Além do vírus H1N1, também conhecida como gripe influenza tipo A ou gripe suína, alguns estados já registraram os primeiros casos
de infecção pelo H3N2, um tipo do vírus Influenza que só nos Estados Unidos, infectou mais de 47 mil pessoas e provocou diversas
mortes, principalmente de crianças e idosos.
Segundo o último informe epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, já são 13 os estados
brasileiros que registraram 57 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, (SARS, na sigla em inglês), causado pelo Influenza A (H3N2),
resultando em 10 mortes este ano.
Vacinação
O Ministério da Saúde ainda não marcou o início da campanha nacional de vacinação, mas segundo a assessoria de imprensa da pasta,
deve ocorre entre abril e maio. Idosos acima de 60 anos, crianças com mais de 6 meses e menores de 5 anos, gestantes, mulheres até 45
dias após o parto, trabalhadores de saúde, povos indígenas, portadores de doenças crônicas e professores da rede pública e particular
serão convocados para a imunização. Os grupos alvoa da campanha são os mais vulneráveis.
Prevenção
As medidas de prevenção para o H3N2 são as mesmas que os outros tipos de influenza.
Colocar sempre o braço para tossir e/ou espirrar nas pessoas (porque ao tossir/espirrar nas mãos a pessoa pode tocar em superfícies e
passar o vírus)
Fazer a lavagem das mãos
Evitar locais fechados, principalmente população de risco e, aos primeiros sinais de sintomas, procurar um médico

Unidade Móvel do Hemopa receberá doações de sangue no Ophir Loyola A ação de coleta de sangue itinerante é para tentar
melhor o estoque no Hemocentro
ORM / Notícias / Saúde
Cristino Martins
Por: Portal ORM, com informações da assessoria 9 de Abril de 2018 às 13:02 Atualizado em 9 de Abril de 2018 às 18:33
Com a baixa no estoque de sangue do hemocentro do Pará, continua a acontecer a coleta itinerante. Desta vez, o Hospital Ophir Loyola e
a Fundação Hemopa realizam, nos dias 11 e 12 de abril, das 8h às 16h, uma campanha de captação de sangue com a finalidade de
aumentar o estoque, considerado em nível crítico. A unidade móvel do Hemopa estará posicionada em frente ao hospital, localizado na Av.
Magalhães Barata, trecho com grande fluxo de pessoas, dentre elas pacientes e familiares vindos do interior, onde o acesso aos postos de
coleta é difícil.
Na rede de saúde pública estadual, em média, o Ophir Loyola realiza mil transfusões mensais, devido, principalmente, ao perfil
assistencial, possui uma das maiores demandas de transfusão no Pará. Além da oncologia, há outras referências e cirurgias que só
acontecem com bolsas de sangue reserva como as neurocirurgias e transplantes, quase todas vão precisar de reserva cirúrgica, em caso
de qualquer eventualidade.
Cerca de 50% da demanda do hospital é atendida a nível ambulatorial, ou seja, na Unidade de Atendimento Imediato e no Hospital Dia
hematológico, geralmente pacientes que vêm das residências e precisam de atendimento de urgência ou de transfusão pós- quimioterapia,
são aqueles considerados numa fase mais aguda da doença.
“Os pacientes oncológicos apresentam mais anemia, taxa baixa de plaquetas e o tratamento em si vai agravar essa situação, aumentando
a demanda por transfusão de sangue e de outros hemocomponentes (hemácias, plaquetas ou plasma). A necessidade é aumentada nos
enfermos hematológicos devido às anemias, às taxas de plaquetas mais graves e a algum distúrbio de coagulação do sangue”, explicou
Polyana Pontes.
Apesar do trabalho de sensibilização, a reposição junto ao Hemopa é muito baixa, em torno de 20% a 30%, não alcança a meta de 50%
estipulada pela fundação. A maioria dos pacientes é de cidades distantes da capital e ainda existe a cultura da doação ser realizada para
alguém próximo, dificultando ainda mais a restituição das bolsas. O ideal seria receber cada vez um número maior possível de doadores
nas campanhas para poder suprir a necessidade de cada paciente, na quantidade requerida, dependendo do diagnóstico.
Serviço:
A campanha será realizada na Avenida Magalhães Barata, nº 992, São Brás, Belém.
Podem doar - Pessoas com boa saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e pesem acima de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar
somente acompanhados dos pais ou responsável legal. É necessário portar documento de identidade original, assinado e com foto. O
doador dever estar bem alimentado. O homem pode doar a cada dois meses e a mulher, a cada três. A exemplo de outras campanhas
externas, haverá uma equipe para a triagem dos doadores
Pará recebe centro especializado de atendimento para pessoas com deficiência Expectativa é de consultas a cerca de 700
pacientes para terapia e inclusão
ORM / Notícias / Pará
Thiago Gomes/Agência Pará
Por: Agência Pará 9 de Abril de 2018 às 18:24

Mais de 1,8 milhão de pessoas no Pará - aproximadamente 24% da população - declararam, em pesquisa realizada pelo Censo de 2010
do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), possuir algum tipo de deficiência. Para atender a essas pessoas, no Pará, foi
criado o Centro Integrado de Inclusão e Reabilitação (CIIR), que será inaugurado no próximo dia 12, pelo Governo do Estado.
No CIIR vai funcionar um Centro Especializado em Reabilitação (CER IV) para usuários com deficiência auditiva, física, intelectual e visual;
uma oficina ortopédica e um Centro de Especialidades Odontológicas (CEO II). O Centro será administrado em parceria com o Instituto
Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (INDSH).
A expectativa é proporcionar cerca de 19 mil consultas e 10 mil exames mensais e atender diariamente cerca de 700 pessoas em terapias”,
explica José Neto, diretor executivo do CIIR.
Os atendimentos serão feitos por uma equipe multiprofissional com cerca de 150 colaboradores que estão sendo treinados para o
atendimento especializado.
Inclusão social e cultural
No local, a Fundação Cultural do Pará (FCP) instalará uma biblioteca inclusiva para Braille e Libras (Língua Brasileira de Sinais), além de
um laboratório de manipulação em argila e trabalhos manuais, bem como aulas de dança e teatro. Essas oficinas são para garantir
também a inclusão para os familiares das pessoas que precisam de reabilitação, que podem aguardar o usuário ser atendido participando
de alguma atividade.
Além de todo o atendimento especializado, o CIIR também tem uma área de convivência às margens da Baía do Guajará. Nela é possível
visitar um jardim sensorial e a estrutura reformada da antiga igreja de Santo Amaro, pertencente à Ordem dos Mercedários, localizada na
antiga fazenda Val-de-Cães.
Com construção datada entre 1675 e 1794, a igreja recebeu uma iluminação especial. Acredita-se que a construção seja um dos poucos
exemplares arquitetônicos do período colonial.
Atendimento
Para receber atendimento no CIIR, a pessoa com deficiência deve primeiro ter passado por uma Unidade de Referência Especializada
(URE), da Sespa, para ser direcionado, a partir do Sistema de Regulação (Sisreg) até o Centro.
Outras duas formas de acesso são por meio da Coordenadoria de Educação Especial da Secretaria de Educação do Estado (Seduc),
exclusiva pala alunos da rede pública, e do Centro Integrado de Inclusão e Cidadania da Secretaria de Estado de Assistência Social,
Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), para a comunidade em geral. Todos passarão por triagem e, posteriormente, serão direcionadas a
partir do Sisreg para o CIIR.
O local começará a receber usuários cerca de 20 dias após a inauguração.

Hydro nega contaminação ambiental em Barcarena A Hydro disse que não foi encontrada nenhuma evidência de
transbordamento de seus depósitos de bauxita
ORM / Notícias / Pará
Tarso Sarraf
Por: Redação Portal ORM 9 de Abril de 2018 às 10:24 Atualizado em 9 de Abril de 2018 às 18:53
O vice-presidente executivo da Hydro Alunorte, Eivind Kallevik, apresentou nesta segunda-feira (9) relatórios e análises elaborados pela
consultora ambiental SGW Serviços, contratada para realizar uma avaliação classificada como independente do tratamento de água e do
sistema de gerenciamento de efluentes da empresa em Barcarena.

De acordo com os documentos, não houve transbordamento das áreas de depósitos de resíduos de bauxita da Alunorte, não há evidências
de que a empresa contaminou as comunidades locais de Barcarena e também não há indícios de qualquer impacto ambiental significativo
ou duradouro nos rios próximos.

A Hydro Alunorte diz está mantém dialogo com partes interessadas para fortalecer o engajamento com as comunidades e contribuir para o
desenvolvimento sustentável de Barcarena. A empresa deve investir cerca de R$ 100 milhões em ações sociais nas comunidades por
meio da Iniciativa Barcarena Sustentável.

Está entidade legal independente (com sua própria organização, pessoal e autonomia, financiada pela Alunorte) vai proporcionar capacitar,
estabelecer uma plataforma pública para acompanhamento e avaliação de dados, desenvolver projetos sociais e ambientais.
Laudo parcial da Hydro aponta que não foram detectados metais tóxicos nas águas de Barcarena
A empresa afirma que não foi encontrada concentração de chumbo, mercúrio e arsênio na água dos poços da comunidade, contrariando o
laudo conclusivo do Instituto Evandro Chagas.
Por G1 PA, Belém
09/04/2018 11h21 Atualizado há 15 horas
Hydro Alunorte opera no município de Barcarena, nordeste do Pará (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal) Hydro Alunorte opera no município de Barcarena,
nordeste do Pará (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)
Hydro Alunorte opera no município de Barcarena, nordeste do Pará (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)
A refinaria Hydro divulgou na manhã desta segunda-feira (9) o resultado parcial de estudos encomendados pela empresa e revisados pela consultoria
ambiental SGW Service, que afirmam não existir indicação de contaminação em rios, igarapés e lençóis freáticos, em Barcarena, nordeste do Pará.
Ainda de acordo a empresa, os dados servem para contestar os resultado dos laudos do Instituto Evandro Chagas (IEC), que garantiu a contaminação.
Segundo recente laudo do IEC, o rio Pará e seus afluentes estão contaminados com níveis acima do permitido pela lei de 14 substâncias em áreas
próximas às praias de Sirituba e Beja, Guajará do Beja, Arapiranga, igarapés do Curuperê e Dendê e igarapé do Tauá.
Relatório nega contaminação em Barcarena (PA)
"Ambos os relatórios confirmam nossas declarações anteriores de que não houve transbordo das áreas dos depósitos de resíduos de bauxita. Também
não há qualquer indicação ou evidência de contaminação nas comunidades próximas da refinaria em consequência das fortes chuvas de fevereiro",
disse o presidente Svein Richard Brandtzaeg em material divulgado pela Hydro durante a coletiva.
Segundo a Hydro, após as chuvas de fevereiro, uma força-tarefa interna e a consultoria ambiental realizaram estudos na Alunorte. Os estudos incluem
o funcionamento dos depósitos de resíduos de baixuta, os sistemas de tratamento de água e de efluentes e potencial impacto sobre o ambiente
externo.
O levantamento encomendado pela Hydro recolheu amostras de água em tubulações e áreas de despejo de efluentes da fábrica, além das seguintes
localidades: Igarapé Murucupi (Vila Nova, trilha e nascente); Igarapé Tributário do Rio Tauá ; saída do efluente após o tratamento no Rio Pará; Praia de
Sirituba, também no Rio Pará; Orla da Praia de Beja; Rio Arapiranga; Rio Guajará de Beja; Orla da Praia de Beja; Rio Arienga; Orla da Cidade de
Abaetetuba; Rio Campupema; Rio Maracapucu; Rio Guajará de Beja; Rio Arapiranga; Igarapé Dendê; e Igarapé Curuperê.
Sem contaminação
Representante da consultoria SGW apresenta as análises feitas dentro da refinaria Hydro Alunorte, em Barcarena (PA). (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)
Representante da consultoria SGW apresenta as análises feitas dentro da refinaria Hydro Alunorte, em Barcarena (PA). (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)
Representante da consultoria SGW apresenta as análises feitas dentro da refinaria Hydro Alunorte, em Barcarena (PA). (Foto: Tarso Sarraf / O Liberal)
As principais conclusões da força-tarefa da empresa foram:
Não houve transbordo das áreas de depósito de resíduos de bauxita da Alunorte;
Não há evidências de que a Alunorte contaminou as comunidades locais de Barcarena;
Não há indícios de qualquer impacto ambiental significativo ou duradouro nos rios próximos.
De acordo com Andrea Aluani, representante da consultoria SGW, foi realizada uma análise crítica dos laudos do IEC. "No primeiro laudo do intituto há
ausências de controle de qualidade. Toda coleta foi feita sem acreditação do Inmetro. Mas esse é apenas um dos pontos. Eles não fornecem dados
suficientes. A tabela de resultados mostra um valor e o gráfico mostra outro. A isso se alia a ausência dos dados analíticos", explica.
A equipe da consultoria afirma que o relatório não foi completamente ignorado. "Estamos avaliando criticamente. Não discordamos, mas temos uma
interpretação diferente. Tem muita coisa colocada que precisa ser revista. Por exemplo o ferro e o alumínio, há concordância. Mas em concentrações
que não eram muito acima do limite. O que aponta que se trata de anomalias naturais, metais presentes naturalmente no solo. Mas o chumbo, arsênio
e mercúrio, por exemplo, não encontramos. E ele foi coletado por vários órgãos", completa Aluani.
"Tem muita coisa colocada que precisa ser revista. Por exemplo o ferro e o alumínio, há concordância. Mas em concentrações que não eram muito
acima do limite. O que aponta que se trata de anomalias naturais, metais presentes naturalmente no solo. Mas o chumbo, arsênio e mercúrio, por
exemplo, não encontramos", afirma Andrea Aluani, representante da consultoria SGW.
Sobre os vazamentos, a Hydro garantiu que nada com grande impactou aconteceu. "Toda capacidade da água de chuva foi absorvida pelas bacias. A
inundação ficou contida e restrita dentro da refinaria, não houve escape para área externa. O que houve foi um descarte controlado de água de chuva
sem que passasse por estação de tratamento de efluentes. Apesar do efluente conter soda caústica, ainda foi feito controle do ph, o que garantiu que
não houvesse impacto significativo", afirma Andrea.A força-tarefa apresenta propostas de melhorias como aumentar a capacidade de tratamento de
água; upgrades e manutenção e planos de emergência e treinamento. De acordo com o vice-presidente executivo Eivind Kallevik, o projeto prevê
investimento de R$ 100 milhões em 10 anos nas comunidades ao redor da refinaria."Estamos levando nossa ação com a comunidade para um
patamar ainda melhor. Aumentando a qualidade do processo de tratamento, fazendo estudos toxicológicos na comunidade e fortalecendo o
monitoramento técnico. Já iniciamos um estudo ambiental nas áreas próximas também", garantiu o executivo.
Evandro Chagas
Questionado pela qualidade de seus laudos, o Instituto Evandro Chagas (IEC) - referência internacional em pesquisas de meio ambiente - se
manifestou em nota dizendo que os relatórios técnicos divulgados buscam sintetizar os resultados encontrados na análise das amostras. No entanto,
esses documentos não contém à exaustão todas as informações que se encontram nos relatórios de análises gerados para cada amostra.
De acordo com o IEC, os relatórios técnicos são apresentados apenas dados essenciais, como citação dos métodos utilizados; citação dos controles
de qualidade, a partir de amostras certificadas internacionais; e limites de quantificação. As análises completas são enviadas na íntegra para os
demandantes do trabalho, nesse caso, MPPA e MPF.
Quanto à certificação pelo Inmetro, o IEC informou que iniciou seu programa de certificação junto ao órgão por etapas no ano de 2017. Na primeira
etapa, já foram certificados 4 parâmetros e este ano pleiteia a certificação de diversos outros, incluindo análises de metais."A tentativa de desqualificar
a ciência produzida pelo IEC é também a tentativa de desqualificar a ciência brasileira", diz a nota.
O Instituto criticou a afirmativa de que sem a certificação do Inmetro, o laboratório não pode ter seus trabalhos considerados. "Não é razoável
considerar que apenas as análises realizadas por laboratórios certificados pelo Inmetro ou órgãos equivalentes de outros países são válidas, pois se
isso for verdade, grande parte da ciência brasileira e mundial deve ser considerada sem validade. Da mesma forma, se esse pensamento fosse
correto, a referida certificação seria uma condição para funcionamento de todos os laboratórios no Brasil e no mundo. A tentativa de desqualificar a
ciência produzida pelo IEC é também a tentativa de desqualificar a ciência brasileira", diz a nota.
Vazamento
As descobertas de irregularidades começaram no dia 17 de fevereiro, quando fotos registraram vazamento de rejeitos da bacia de depósitos da
mineradora. Nos dias seguintes, órgãos dos governos estadual e municipal, além do Instituto Evandro Chagas, estiveram no local para dar início às
vistorias.
Inicialmente, a Hydro Alunorte se manifestou negando qualquer incidente, garantindo que a bacia se mantivera firme, intacta e sem vazamentos,
mesmo com as fortes chuvas no município.
Inspeção flagra alagamento de lama vermelha com alumínio na sede da Hydro. (Foto: Instituto Evandro Chagas) Inspeção flagra alagamento de lama
vermelha com alumínio na sede da Hydro. (Foto: Instituto Evandro Chagas)
Inspeção flagra alagamento de lama vermelha com alumínio na sede da Hydro. (Foto: Instituto Evandro Chagas)
No dia 22 de fevereiro, o Instituto Evandro Chagas divulgou um laudo contrariando a empresa e confirmando a contaminação em diversas áreas de
Barcarena, provocada por uma ligação clandestina para eliminar efluentes contaminados da empresa norueguesa. O laudo constatou a presença de
diversos metais pesados, inclusive de chumbo, em comunidades ribeirinhas.
No final de fevereiro, o Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA) já havia determinado que a Hydro reduzisse sua produção em Barcarena em 50% e
embargou uma bacia de rejeitos da empresa. A refinaria acatou o recurso.
No dia 9 de março, o segundo canal de despejo não autorizado foi descoberto pelo Ministério Público do Pará (MPPA), após uma vistoria realizada nas
dependências da Hydro Alunorte. Segundo o MPPA, o canal seria utilizado em situações de grandes chuvas para despejar efluentes sem
tratamentodiretamente no rio Pará.
No dia 15 de março, a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) identificou um terceiro ponto de despejo irregular.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do G1 Pará no (91) 98814-3326.
Sespa publica edital com 140 vagas para tutores
Terça-Feira, 10/04/2018, 09:30:15 - Atualizado em 10/04/2018, 09:30:15 Ver comentário(s)

Escola Técnica do Serviço Único de Saúde do Pará “Dr. Manuel Ayres” (ETSUS/PA) abre 140 vagas para seleção de tutores para o curso
de qualificação de acolhimento em saúde, do Projeto Itinerários do Saber. Por intermédio do Ministério da Saúde e em parceria com
Instituto de Comunicação e Informação Científica em Saúde da Fiocruz, o edital foi publicado ontem pela Secretaria de Estado de Saúde
Pública (Sespa).

As inscrições vão até o dia 18 deste mês. As vagas são destinadas a profissionais de nível superior, com formação na área de saúde ou
educação, que tenham, no mínimo, seis meses de experiência no SUS, como docente e em metodologias ativas. É pré-requisito também o
conhecimento básico de informática.

FUNÇÃO

Na função de tutor, os selecionados irão realizar e acompanhar a formação das turmas do Curso de Qualificação em Acolhimento em
Saúde, fazendo registros acadêmicos, elaborando relatórios e avaliando as respectivas turmas.

O resultado final da seleção será divulgado no dia 8 de maio. Contratados receberão uma bolsa Fiotec no valor de R$ 1.200 por turma
concluída, mais ajuda de custo para deslocamento.

SERVIÇO

A seleção terá duas etapas, sendo a primeira a análise das inscrições, que devem ser feitas através do envio do formulário de inscrição e
dos documentos comprobatórios para o e-mail intinerariosdosaber.etsuspa@gmail.com, até às 18h de 18 de abril.

O formulário está disponível no portal da secretaria, www.saude.pa.gov.br. Os documentos exigidos são: cópia do diploma de graduação
(frente e verso); comprovante da experiência profissional no SUS; comprovante de experiência profissional como docente e em
metodologias ativas; e o termo de compromisso do candidato a tutor (em anexo no edital). O resultado será divulgado no dia 29 de abril.

Dos 140 selecionados, apenas 120 serão classificados para a segunda etapa, ficando os demais em cadastro reserva, podendo ser
chamados para novas formações.

A segunda fase da seleção será o Curso de Capacitação de Tutores, que terá 60 horas de duração, das quais 24h serão presenciais,
realizada na ETSUS/PA, em Belém. Ocorrendo entre os dias 24 e 26 de abril e 2 e 4 de maio, é obrigatória a participação em 100% do
curso, com risco de eliminação.

(Arthur Medeiros/Diário do Pará)


Liberada primeira lista dos aprovados na seleção para o Hospital de Barcarena
Os aprovados devem conferir a lista e seguir as orientações para enviar o nome completo e o número do documento para o
email da instituição. Baixar Foto Foto: Divulgação PreviousNext
09/04/2018 11:37h

A Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, gestora do Hospital Materno Infantil de Barcarena, localizado no
nordeste paraense, divulgou nesta segunda-feira (9), a primeira lista de aprovados para o processo seletivo da unidade, que será uma das
mais modernas do Estado do Pará.

Os candidatos aprovados têm até a sexta-feira (13) para enviar e-mail com seus contatos (telefone e e-mail) para
trabalheconosco@prosaude.org.br. O título do e-mail deve conter “Aprovado – Nome Completo – CPF”.

Confira os nomes dos aprovados abaixo, assim como o passo a passo do processo admissional:

http://www.prosaude.org.br/noticias_ver.asp/4325

Pró-Saúde

A Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar possui quase 50 anos de atuação e é considerada uma das
maiores instituições de gestão de serviços de saúde e administração hospitalar do País. Presente em todas as regiões do Brasil, a
entidade tem sob sua responsabilidade 2.068 leitos e o trabalho de cerca de 16 mil profissionais, sendo 2,9 mil médicos.

Entidade filantrópica, sem fins lucrativos, a Pró-Saúde é certificada como Entidade Beneficente de Assistência Social na Área da Saúde.
Tal reconhecimento oficial pelo Ministério da Saúde reforça sua atuação no âmbito da gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), com
eficiência e qualidade, ampliando o acesso da população aos serviços.

Sua atuação na área de administração hospitalar tornou a entidade amplamente reconhecida no setor e permite que ofereça a mesma
qualidade em assessoria e consultoria, planejamento estratégico, capacitação profissional, diagnósticos hospitalares e de saúde pública,
além da gestão de serviços de ensino.

Por Administrador Sclipping