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UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

FACULDADE DE DIREITO
CAMPUS HIGIENÓPOLIS

I. Procedimentos especiais e tutela de urgência / tutelas provisórias


(tutela de urgência) e tutela de evidência

 Tutela antecipada, cautelar e de evidência


 Consignação em pagamento
 Exigir contas
 Possessórios
 Entrega de 3º
 Oposição
 Monitória
 Notificações e interpelação
 Ações da LI (despejos e renovatória)
 Mandado de Segurança (individual e coletivo)
 Ação Civil Pública

II. Introdução

Exclui ações especificas de direito de família (divórcio) e sucessões e não tratará nessa disciplina

 Consignação em pagamento - Frequente a consignação em pagamento. A consignação em


pgto. pode ser a) administrativa e b) judicial
 Ação de exigir contas A ação de exigir contas se desdobra em duas com conteúdo declaratório
e condenatório
 Possessória. Há três atividades como reintegração da posse, manutenção da posse e interditos
proibitório
 Usucapião
 Embargos de terceiros - Ao lado dos embargos do devedor tem a possibilidade de terceiro excluir
seus bens da ação executiva
 Oposição na vigência de código de 3 era um incidente e a lei alterou e não há incidente processual
e agora é uma ação de oposição, mas o sentido é o mesmo, mas se processa como se fosse uma
ação
 Monitoria -Tema correlato a execução, e fica entre ação de conhecimento e execução (se situa
entra as duas modalidades), é frequente como forma de substituir a ação condenatória
 Notificações e interpelações judiciais tem relevo jurídico pois são instrumentos para alegar a
prescrição, protestar contra a alienação de bens, advertir terceiros que a alienação de bens em
fraude de execução e de credores
 Outros procedimentos especiais fora do CPC. Procedimentos especiais como ações da lei do
inquilinato e das variadas modalidades de despejo e da ação renovatória do contrato da locação
que estão na lei no inquilinato. O despejo além do inquilino inadimplente, mas há diversas
modalidades de despejo e algumas modalidades tem uma especificidade que exige conhecimento
processual e material da lei do inquilinato, que disciplina três modalidades de locação (residencial,
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não residencial e por temporada) cada uma com objeto de despejo . Renovatória que obriga a
renovação da locação.
 Mandado de segurança MS tem disciplina especifica e própria. Nesse caso tem o mandado de
seg. individual e coletivo. Por conta do agravo de instrumento no cpc, tem sido comum o MS contra
ato judicial
 Ação Civil Publica e Ação Popular Cabimento da ACP e AP, a legitimidade e o alcance.

antecedente

antecipada

incidental

urgência

antecedente

Tutela provisória cautelar


(300/310) incidental

antecedente

evidência

incidental

Tutela antecipada
Ações de conhecimento
Requisitos: probabilidade + risco + reversibilidade

A tutela jurisdicional é entregue com a sentença transitada em julgado e os efeitos de uma sentença
transitada em julgada pode ser postar em satisfação. O direito material é satisfeito em momento posterior
e exige sentença para satisfazer isso. Assim, as tutela jurisdicionais dependem de sentença transitada em
julgado. Assim pode ser sentença constitutiva ou condenatória, mas depende sempre do trânsito em julgado
da sentença para atingir o direito material. Mas nem sempre se pode esperar a coisa julgada Há situações
que precisam de um mecanismo e atuação estatal que ponha ponto final mesmo antes da sentença, precisa
de atividade jurisdicional que permita o atingimento do direito material O processo tem sempre um caráter
instrumental e assim tem mecanismo para efetivação de direito material para certas circunstâncias, mesmo
antes do transito em julgado.

A definitividade da tutela jurisdicional depende do transito em jugado, mas em situações especificas se


permite a efetivação de direitos matérias, mesmo antes da coisa julgada e em certas situações. São tutelas
diferencias, não são sentenças e tem como finalidade a efetivação de direito material. Na legislação anterior
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(73), as tutelas provisórias eram exclusivamente de urgência. O novo código alterou o panorama e há tutela
provisória de urgência e de evidência.
Tutelas de urgência efetiva direitos matérias postas em risco ou ameaçados e que podem perecer e tutela
de evidencia que efetiva direitos matérias que não estão em riscos, mas desde que as hipóteses da lei
estejam previstas, onde há grande probabilidade de que o direito pleiteado de forma provisória seja
concedido no final do processo e não se exige o requisito de risco a ser afastado, basta que a hipótese
esteja prevista e a probabilidade de efetivação

III. Classificação

a) Tutela provisória de urgência antecipada – em certas situações é permitido ao juiz


outorgar no todo ou em parte a prestação jurisdicional, antes da coisa julgada. Há situações que
o juiz dá o direito material antes dele estar consubstanciado na coisa julgada e isso é feito pois o
direito ali é praticamente indiscutível, mas se aguardar a coisa julgada poderá não ter mais o direito
material e tem como escopo atender o direito material colocado em risco. A lei permite que tutela
antecipada seja outorgada em caráter antecedente (liminar de antecipação de tutela) ou seja em
certas situações, se autoriza mesmo antes do processo completo que algum direito material seja
entregue ao autor, entrega é feita através de liminar com o modo de garantir um direito material
que é colocado em risco. TU antecipada de caráter incidental - as vezes não há condição
de juiz resolver a questão de direito material se não antes da relação processual estiver completa
e a lei autoriza uma TU antecipada de caráter incidental, nesse caso precisa da formação do
processo e não se trata mais de liminar, é uma tutela de urgência no âmbito de processos completo
e as vezes qnd ação é proposta o juiz no início do processo não havia risco, mas depois pode se
verificar essa situação (TUAIncidental)

b) Tutela provisória de urgência cautelar – Há situações que processo onde vou buscar o
reconhecimento de direito, pode ser inútil em decorrências de atividades que comprometem essa
utilidade e há situações embora há possibilidade de ação de conhecimento ou execução, verifica
que ambas podem ser inúteis em decorrência de alguns fatos. P. ex a execução onde credor tem
nota promissória com vencimento de 1 ano e o credor verifica que o devedor esta se desfazendo
do patrimônio e isso enseja o reconhecimento de fraude contra credores ou no âmbito de uma
execução ou ação pauliana, mas será penoso para o credor ir atrás do patrimônio do devedor
sendo que pode indisponibilizar o patrimônio do devedor, ou seja tal tutela não entrega o direito
material, mas preserva o caráter de utilidade do processo. Logo, para utilidade da execução pode
ser usada como instrumento a tutela urgência cautelar, assim o credor demonstra o titulo
executivo, liquido, certo e inexigível, mas fundamenta a necessidade e pede o arresto de bens e
tal medida é importante para futura satisfação (não efetiva direito material, mas possibilita que
ação onde se discute a execução seja útil), logo dá substância para que ação principal não seja
inútil. É de urgência, pois a tutela cautelar visa o risco de inutilidade do processo principal. Cautelar
pode ser antecedente (risco da ação ser inútil, onde antes do processo principal pode formular a
pretensão de natureza cautelar) e incidental (curso da ação de conhecimento ou execução pode
surgir risco de utilidade do processo, assim é possível a tutela cautelar incidental que supõe uma
ação principal já existente)

c) Tutela Provisória de Evidencia – Na legislação anterior se admitia a modalidade de TPE


desde que houvesse urgência, na legislação presente TPE é tutela, mas não de urgência. Serve
para efetivação de direitos materiais em algumas circunstancias com fundamento na razoabilidade
onde se percebe que o processo não levará a uma conclusão diferente da que se tem, basta se
enquadrar na lei e autoriza nessa hipótese entregar parcialmente ou totalmente o direito material
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que o autor pede. Em certos casos a a TPE é autorizada liminarmente e pode falar em a)
antecedente (antes de formar o processos) e b) incidental (depois de formar o processo)

Aula 2

antecedente
antecipada
incidental
urgência
(300/310)
antecedente
cautelar
incidental

liminar
evidência
(311)
incidental

IV. Tutela Antecipada

A. Requisitos
i. Probabilidade
ii. Perigo de dano
iii. Reversibilidade

B. Processamento
i. Antecedente
ii. Incidental

C. Estabilização da tutela antecedentes


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V. Tutela cautelar (305/310)

A. Requisitos
B. Processamento

Tutelas provisórias se dividem em a) urgência e b) evidência (Na legislação anterior a tutela era apenas
de urgência). Atualmente há a tutela de evidência que só não exige um dos requisitos da tutela de urgência
(risco). A lei preconiza duas tutelas de urgência a1) antecipada e a2) cautelar. A tutela cautelar era
prestigiada até 1994 e atualmente se encontra em desuso, pois na forma do código de 1973 havia um livro
específico sobre o processo cautelar. Na atual legislação a tutela cautelar ficou em segundo plano em
decorrência da tutela antecipada.
Até a reformulação do CPC em 1994 a única modalidade de tutela era a cautelar, pois em certos casos
havia necessidade de urgência e a cautelar se prestava a essa urgência e nem sempre a prestação
jurisdicional seria útil tendo em vista a possibilidade de perecimento do direito material e a cautelar ocupava
esse espaço privilegiado. Em suma, até 1994 em decorrência da urgência de uma situação, o autor deveria
ajuizar a ação cautelar e no processo principal deveria buscar o direito. Ocorre que o processo cautelar tem
como objeto a garantia da efetividade do processo onde se busca o direito material e nçao propriamente a
entrega de um bem ou direito, todavia tinha situações onde havia o temor do perecimento do direito material
e não sobre a efetividade do processo e assim não existiam instrumentos legais, logo a jurisprudência criou
o chamado processo cautelar satisfativo onde se entregava o direito material independentemente de
ação (Houve adaptação em face de uma lacuna da lei). Em 1994 é alterado o CPC/73 e se coloca a
antecipação de tutela. Assim a partir de 1994 há duas modalidades de tutela de urgência: a) cautelar e b)
atecipação
A antecipação de tutela visa uma garantia imediata de direitos materiais, mesmo antes do término do
processo é entregue o bem a quem pediu. Visa efetivar o direito material discutido em juízo antes que seja
tarde uma prestação jurisdicional. Há possibilidade de entregar as partes a prestação jurisdicional para
reparar prejuízo ou evitar um dano
A tutela cautelar tem a finalidade de previnir a inutilidade do processo inde se busca a efetivação ou
reconhecimento do direito material
A partir de 1994 era admitido a tutela de evidência que é subespécie da tutela de urgência que foi
desmembrada apenas no CPC/2015

VI. Tutela antecipada

A tutela antecipada é a mais importante. Surgiu no direito civil processual em decorrência de que os direitos
materiais poderiam ficar prejudicados se não fossem entregues no momento correto. Logo na execuçaõ da
sentençao direito material podia estar perecido. A tutela antecipada permite que eventual prestação
jurisdicional devida apenas na sentença seja concedida muito antes da sentença, sendo desde já efetiva.
A antecipação da tutela serve para angariar o que você só em tese angariaria na sentença. A tutela
antecipada entrega antes da sentença ao todo ou em parte o que só entregaria na sentença. Antes de 1994
havia uma adaptação criada pela jurisprudência através da tutela cautelar satisfativa
Tutela antecipada está relacionada a ação de conhecimento e não existe antecipação de tutela no âmbito
da ação de execução. Está relacionado aos direitos materiais. A tutela antecipadase destina a garatir no
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presente algo que só seria devido no futuro, pois o processo legal envolve o contraditorio e ampla defesa
e há autorização. (A cautelar funcionapara ações de conhecimeno e de execução)

A. Limites
Como antes da sentença se dá o direito material, a lei estabeleceu limites. Assim, só se pode ser
concedida desde que cumulativamente tenha a presença dos seguintes requisitos:

B. Requisitos (Tutela Urgência – Antecedência e Cautelar)

i. Probabilidade

Probabilidade do direito invocado, ou seja, o direito invocado deve ser plausível e exige-se que
com clareza o juiz possa verificar de pronto, apesar de defesas que o réu possa eventualmente
apresentar, entende que o resultado seja provável. A antecipação da tutela não está presa ao
direito (matéria de direito), sendo possível que matéria de fato possa ensejar o deferimento de
tutela antecipada , embora seja mais complicado neste caso.
 Plausabilidade de antever que o direito material pssa ser do autor (será que ao final de
tudo o drt é devido ao autor?)
 Assegurar que num momento anterior ao contraditório e a ampla defesa o direito material
possa ser concedido
 Todo pré-julgamento deve se justificar com a probabilidade de que na situação deve
entregar o drt material, assim só o faz quando há perigo de dano irreparável.
ii. Perigo de dano
Perigo de dano irreparável – demonstrar a possibilidade de dano irreparável, transmitindo ao juiz
a situação de que pode ensejar o dano irreparável. Circunstâncias da vida que pode determinar
o direito material perseguido (Deve mostrar o perigo de dano irreparável ou de difícil reparação)
iii. Reversibilidade
Reversibilidade – A tutela antecipada deve admitir a reversibilidade, permitindo o restabelecimento
da situação antes da concessão da medida. Deve ser possível retirar a tutela antecipada e colocar
as partes na situação anterior. A reversibilidade pode admitir contrapeso como no caso de caução
como necessidade de reversão da medida. Mas independentemente disso, exige-se a
possibilidade de reversão da medida.Pode ser solicitado caução para reparação de danos

OBS: As vezes há casos que dispensam o requisito da reversibilidade ou há casos de teses consagradas
que pode faltar requisitos como o dano de difícil reparação ou a própria reversibilidade, mas isso não
significa que as tutelas devem ser concedidas.

Tutela provisória de urgência antecipada antecedente (Antecipaçao de tutela antecedente)


Rito próprio definido pela lei, onde desde que cumpridas as hipóteses autoriza a necessidade de pronto
atendimento é necessário já no ato de propositura da ação, onde pela ação se angaria drt que pode ficar
prejudicado se não acolher a tutela antecipada. Ou seja a lei admite a tutela antecipada antecedente onde
se possibilita a entrega de direito material mesmo antes da formação do processo (há liminar em cautelar
de evidência). Liminar é uma fase de procedimento, pois há liminar em antecipação de tutela de urgência,
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liminar em cautelar, liminar é fase procedimental onde antes do contraditório possibilita ao juiz entregar o
drt. A TPUAA se torna contemporaneamente a propositura da ação
Tutela urgência antecipada incidental
As circunstâncias (probabilidade + perigo de dano + reversibilidade) podem surgir no curso do processo
que supõem um processo completo e nada impede uma tutela dessa natureza na stn, pois na tramitação
de recursos o direito material pode ficar prejudicado. Logo a tutela de urgência incidenta pode surgir no
curso do processo ou na sentença
Processamento (tutela antecedente)
Processamento da tutela antecedente está na lei que não disciplinou de forma clara a tutela incidental . A
tutela antecipada antecedente e incidental podem ser revogadas. A lei regula minuciosamente a
TUAantecedente. Antes do CPC/15 para obter a TAntecipada deveria formular o pedido de forma incidental
à petição inicial. Ex: ajuíza ação de obg de fazer ao hospital (ação de conhecimento) e no bojo da ação de
conhecimento demonstrava que estava doente e tbm que tem drt a cobertura e demonstra que não está
inadimplente, mas destaca que precisa do tratamento de maneira imediata, pois o drt pode estar
irremediavelmente comprometido se esperar a sentença, onde pode ser que o autor não esteja mais vivo
ate o final da sentença e demonstra a a) probabilidade, b) perigo de dano e c) reversibilidade. Ou seja, a
tutela antecipada era pedida no bojo da petição inicial que deveria ser válida. No CPC/15 o processamento
é outro, pois admite que qnd se cuide de tutela antecedente, admite que se apresente em juízo com uma
semi-petição inicial (apresente brevemente a questão de fundo e os requisitos da tutela, ou seja não tem
todos os requisitos legais da petição inicial) Essa semi-petição inicial (art. 303, CPC) onde instaura o
processo não por uma petição inicial totalmente válida, mas que preencha alguns requisitos, assim
concedida a tutela antecipada o autor tem que aditar e emendar a petição inicial no prazo de 15 (quinze)
dias (art. 303, § 1º, I, CPC) ou no prazo que o juiz atribuir, se não houver o aditamento considerasse
cessado a antecipação de tutela e se não aditar a tutela o processo é extinto
Processamento (tutela incidental)
Tutela incidental não tem explicação na lei, logo se interpreta que pode ser por simples requerimento
Estabilização da tutela (art. 304) Tutela antecedente – lei que estabelece a possibilidade de estabilização
(a lei não falou sobre essa possibilidade na incidental). A lei fala que se não for objeto de recurso, considera-
se a estabilização da tutela com extinção do processo sem resolução do mérito e só poderá ser revista com
ação própria no prazo de 2 anos. A lei deu força de coisa julgada a uma decisão interlocutória, ao ponto da
tutela antecipada ter caráter de definitividade com prazo decadencial de 02 anos e ausência de recurso
extingue o processo e só pode ser desfeito por ação própria (ação desconstitutiva). Logo há um estimulo
ao réu para recorrer por causa da estabilização da tutela (recurso deveria ser algo voluntario). Se ação
extinta sem resolução do mérito vale a antecipação de tutela, mas se a antecipação de tutela for parcial
(extingue o processo e deixa valendo tudo). Em se tratando de tutela antecedente é possível a estabilização
qnd não for interposto agravo de instrumento contra decisão que concedeu a tutela.
A estabilização da tutela (art. 304, CPC) não é algo que não existia na legislação anterior é inovação do
CPC/15, sendo um instituto que apresenta problemas pelos seguintes motivos:
Aplica-se a tutela antecedente e não incidental, a lei no art. 304 diz de maneira expressa que a estabilização
se presta para a tutela antecedente. Mas questiona-se há duas formas de tutelas de urgência, mas se
privilegia apenas uma? Assim, na medida q os institutos são idênticos em momentos distintos, o prof. Crê
que é possível a estabilização da tutela antecedente, mas a partir do texto da lei é só aplicável a
antecedente
A lei tem esforço para não configurar a estabilização como sendo coisa julgada (coisa julgada é efeito de
sentença de mérito) e quando obtém tutela antecedente ante se obtém por mera decisão interlocutória.
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Mas a nova lei estabelece que a deferida a antecedente intima-se o réu acerca do deferimento da tutela
antecedente, o réu é obrigado a agravar da decisão de tutela concedia, caso o réu não agrave da decisão
da tutela antecipada, a lei considera-se como extinta do processo sem resolução do mérito ..... 15 minutos.
Mas a tutela não perde eficácia, só é passível de revogação mediante ação própria que a lei estabelece
prazo decadencial de 02 anos. A própria lei nega que a tutela antecedente, mas pela interpretação CASO:
pedido extenso e a tutela antecipada seja recorte do pedido amplo, o juiz outorga a tutela antecipada e o
réu para se livrar do pedido não recorre e a consequência disso é a extinção do processo sem resolução
do mérito. Entende-se que a estabilização da tutela é prerrogativa do autor e apenas se ele pedir e no caso
de tutela antecipada parcial a estabilização se dá nessa parte e não totalmente o restante do pedido se
sujeita ao processamento normal. Mas isso pode conduzir a problemas sérios, onde se prossegue com a
ação no restante e depois a tutela antecipada pode ser incongruente.

O professor critica dizendo que o legislador restringiu o agravo de instrumento, mas criou uma situação de
agravo obrigatório, resultando numa penalidade ou gravame

Art. 304. A tutela antecipada, concedida nos termos do art. 303, torna-se
estável se da decisão que a conceder não for interposto o respectivo recurso.

§ 1o No caso previsto no caput, o processo será extinto.

§ 2o Qualquer das partes poderá demandar a outra com o intuito de rever, reformar
ou invalidar a tutela antecipada estabilizada nos termos do caput.

§ 3o A tutela antecipada conservará seus efeitos enquanto não revista, reformada


ou invalidada por decisão de mérito proferida na ação de que trata o § 2o.

§ 4o Qualquer das partes poderá requerer o desarquivamento dos autos em que foi
concedida a medida, para instruir a petição inicial da ação a que se refere o §
2o, prevento o juízo em que a tutela antecipada foi concedida.

§ 5o O direito de rever, reformar ou invalidar a tutela antecipada, previsto no


§ 2o deste artigo, extingue-se após 2 (dois) anos, contados da ciência da decisão
que extinguiu o processo, nos termos do § 1o.

§ 6o A decisão que concede a tutela não fará coisa julgada, mas a estabilidade
dos respectivos efeitos só será afastada por decisão que a revir, reformar ou
invalidar, proferida em ação ajuizada por uma das partes, nos termos do §
2o deste artigo.

Tutelas provisórias

VII. Antecipaçao de tutela


A. Pressupostos
B. Processamento
C. Estabilização
D. Cessação da eficácia
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Tutela provisória é passivel de cessação de eficacia de qualquer forma de tutela provisória (exceto a
estabilização d tutela) entende-se assim que quem executa uma t.p assume todo risco de cessação
de sua eficacia, assim é respondavel objetivamente aquele que obteve a tutela antecipada e por
qualquer motivo perda a eficacia o autor responde objetivamente por todos prejuizos causados ao reu
e independemetnet de ção de indenizaão e basta ao reu na propria ação de tutela antecipada
reviogada, basta ingressar com pedido de liquidação de artigos para apurar o prejuizo da tutela
antecipdad na mesma ação o réu executa o prejuizo (toda tutela antecipada corre por conta e risco do
autor e obriga a reparação de danos nno caso de revogação). A lei criou uma hipotese de
responsabilidae objetiva (risco processual). Se mais tarde a mediada não prevalecer vai ter de reparar
o dano, sem necessidade de nova açaõ basntando peddo de liquisaçao por artigos demosntrando o
tipo de dano que experimentou. Assim, é absolutamente impossivel deferir tutela antecipada de oficio
(muitos autores e doutrinadores dizem que presnetes os requisitos é possivel deferir a tutela
antecipada, mas o prof entende que a lei fixa que é devido mediante requerimento e não é razoave
que juiz defira tutela antecipada que possa gerar prejuizos ao autor
Tutela antecupada pode ser revogada a qualquer tempo (o mesmo juiz que concedeu poode revogá-
la) independentemente de recurso do réu. Outra hipotese de cessação da eficacia é quando uma vez
concedida o autor nçao emenda a incial (semi petição) no prazo que a lei exige. Cessa a eficacia
quadno a ação é julgada improcedente e também quando o recurso viltado contra a tutela concedido
na é provido

VIII. Tutela cautelar


TUC. Ate 1994 a única tutela de urgência no CPC era a cautelar no âmbito do CPC, sendo na época o
CPC/73 tinha livro próprio sobre cautelar e em 1994 entra a tutela antecipada e há declínio da cautelar que
culminou no novo código ter destinado poucos artigos a TC. A TUC é caracteriza pela necessidade de
alguns casos não evitar perigo de dano irreparavel ou de difícil reparação não do direito, mas a utilidade do
processo. A TUC é acessória, pois não ampara direitos materiais ou satisfaze-los, mas visa permitir que o
processo onde se busca a satisfação de direitos tenha eficácia ou utilidade, não serve para satisfação do
direito, mas para que o processo atenda ao destino que se pretende. A tutela antecipada atende o direito
material, mas a TUC não permite que se conceda direitos, mas que se defira medidas que visem a preservar
e dar utilidade do processo de conhecimento ou execução. (A tutela antecipada é apenas para o processo
de conhecimento e visa a satisfazer um direito material e a tutela cautelar não pode entregar um drt material,
mas permite que se defira medidas que garantem a utilidade do processo onde se busca o drt material). A
pretensão cautelar ou antecipatório depende do que a parte vai requerer (antecipação do direito ou proteger
a utilidade do processo)

A. Pressupostos

Os pressupostos são os mesmo da TUA e na cautelar deve demonstra a probabilidade do drt que se
busca no processo principal. Deve demonstrar a urgência (na antecipada é perigo de dano ou dano
irreparável no direito material) é perigo de dano ou de difícil reparação ao processo onde busco o
direito material e exige-se a reversibilidade que exige a caução.
No CPC/73 a cautelar dependia de processo cautelar, relação acessória ao processo principal, jpa o
CPC/15 alterou essa situação, logo este último autoriza que havendo necessidade de TUC a parte
promova processo cautelar por uma ação, obtenha a mediada, emende a inicial transformando a
cautelar em processo de conhecimento ou execução e prossiga em termos de proc de conhecimento
ou execução e ao final o juiz julga a cautelar e a pretensão conhecimento ou execução.
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Art 305, CPC

Art. 305. A petição inicial da ação que visa à prestação de tutela cautelar em
caráter antecedente indicará a lide e seu fundamento, a exposição sumária do
direito que se objetiva assegurar e o perigo de dano ou o risco ao resultado
útil do processo.

Parágrafo único. Caso entenda que o pedido a que se refere o caput tem natureza
antecipada, o juiz observará o disposto no art. 303.

B. Processamento
C. Cessação de eficácia
Cessação de cautelar é a mesma coisa que se aplica a tutela antecipada

D. Efeitos da cessação de eficácia


Mesmos efeitos de cessação de eficácia

E. Fungibilidade

Existe fungibilidade entre cautelar e antecipada ou vice e versa ( a parte formula um pedido cautelar e
o juiz defere a antecipação da tutela, desde que preenchidos os requisitos legais) a lei esclarece que
há fung entre as medias
O processo cautelar deveria ser mantido como era, o art. 301, CPC faz alusão a diversos
procedimentos cautelares que estavam em partes especiais. Na leg anterior havia procedimento
cautelares previstos para cada caso, havia pressupostos específicos e isso não existe mais. P. ex para
pleitear um arresto não é necessário percorrer o processamento indicado pelo CPC/73.

IX. Tutela de evidência

No codigo de 73 a TE era uma especie de tutela antecipada ou de urgncia e não havia TE destacada da
TA e quando se falava em TE tinha duvuda quanto ao dano de dificil de reparaçaõ. Agra no CPC15 a TE é
tutela distinta da TU. Assim, na TE prescinde do pergio de dano irreparavel e de dificil reparaçao. Antes no
73 o perigo de dano e de dificil reparação devia ser demosntrada. A TE agora é deida diante da
plausabilidae do direito e a porpria lei é expresa onde não há necessidade urgência para seu deferimento.
Assim, deve ter a plauabilidade do direito invocado em algumas situaçoes e em duas situações o juiz pode
deferir liminarmente uma TE. Visa priveligair a celeridade e a prestação da tutela jurisdicional.
Hipoteses que permitem deferir a tutela de evidencia (art. 311, CPP) em liminar
1. 311, II - as alegações de fato puderem ser comprovadas apenas
documentalmente e houver tese firmada em julgamento de casos repetitivos ou
em súmula vinculante.
O legislador prestigia o sistema de precedentes. Sempre que autor postula
conforme sumula vinculante, IRDR, AC, etc é possível deferir a tutela de
evidencia em caráter liminar. O juiz pode proceder dessa maneira mesmo que
haja questões de fato que deve estar documentamente provada
2. 311, III se tratar de pedido reipersecutório fundado em prova documental
adequada do contrato de depósito, caso em que será decretada a ordem de
entrega do objeto custodiado, sob cominação de multa
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Ações relacionadas a ações fiduciarias e reserva de dominio deiam de ter regulamentaça


oespecifica cedendo vez para a TE
O juiz nesses casos indeendetemente de perido de dano ou de dificil reparação em carater liminar

Hipoteses com necessidade de contraditório que não podem ser em carater liminar, o reu deve ter se
defendido

3. I - ficar caracterizado o abuso do direito de defesa ou o manifesto propósito


protelatório da parte;

A resistencia a pedidos diante de jusrisprudencai maciça. Requerimento spor provas


desnecessarias. Tal hipotese é muita subjetiva, pois não há uma interpretação estrita.
4. IV - a petição inicial for instruída com prova documental suficiente dos fatos
constitutivos do direito do autor, a que o réu não oponha prova capaz de gerar
dúvida razoável.

Demandas propostas com base em prova documental e não havendo na


contestação qualquer elemento que coloque em duvida o direito postulado.
Tais hipoteses 3 e 4 não admitem ser deferidas sem o carater

Em suma, TE deende de requerimento expresso da parte e pode ter eficacai cessda da mesma forma que
TU, quasno vier ser revogada no curso do processo, cassada na sentnça, não subsisitir em sede de recurso
e a essão de eficacia da TE provisoria e impoe a parte repor os danos à parte. A repondsablidae do
nbeneficirio da TE é a mesma do que e beneficiario da tutela urgência . Diante da hipotede sde contratos
de alienação fiduciaria e reserva de dominio é de dificil aplicação do art 311, CPC sem o risco de
precipitação da medida

X. Procedimentos Especiais

PEsp (só alguns serão examinados, os mais relevantes). O procedimento é forma de encaminhar os atos
processuais (forma de formaçao e desenvolvimento do processo). Processo é relação juridica estabelecida
a partir do autor. Os PEsp aplicam-se aos processos de conhecimento, ou seja, é um processo de
conhecimento que demanda algum ato processual diverso do que seria usado comumente em decorrencia
de peculiaridade do direito material.

A. Consignação em pagamento (art. 539, CPC a art 549, CPC)

Permite que a obg seja extinta por força do pagamento.


i. Natureza

CP é uma das mais frequentes no PEsp. A CP é processo de conhecimento desconstitutivo


(constitutivo negativo), pois por ela o autor pretende extinguir uma obg por força do pagamento. O
devedor quer extinguir a obg e o credor é recalcitrante e para evitar os efeitos da mora e
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descumprimento do contrato o devedor recorre a via judicial para ter uma sentença extintiva de
obg (processo de conhecimento para extinção de obg)
Há 3 espécies de ação de conhecimento: a) declaratória, b) condenatória, c) constitutiva e aqui
estamos diante de uma ação constitutiva negativa. A CP é uma via própria para extinção de obg
que o credor recusa. Se diz que a CP é execução invertida. Na execução o credor busca satisfação
de um credito inadimplido pelo devedor e aqui a situação é invertida (credor se recusa a extinguir
a obg). CP é processo constitutivo negativo com finalidade de quitação da obg.

ii. Legitimidade

Pode promover essa ação pelo devedor e assim analisar a relação obg em tese o devedor que
propõe a CP, mas a peculiaridade da CP é que pode ser proposta por terceiro interessado na
extinção da obg, assim pode ter o fiador do devedor no polo ativo que tem interesse para evitar
execução da fiança. Ademais todas pessoas com interesse legitimo na extinção da obg pode
figurar no polo ativo. No polo passivo haverá o credor que recusa o cumprimento da obg e a
outorga da obg. Na legitimidade passiva pode haver a situação do administrador de bens que
recusa a quitação, mas não é o titular do direito, ele só representa os credores e nesse caso deve
ter cuidado pois o credor deve figurar no polo passivo, mas o administrador de bens (mandatário)
responde pelo mandante.

iii. Modalidade
Extrajudiciais art 539, CPC

Modalidade que também está no CPC. A lei regula a chamada consignação em pgmt
extrajudicial, tal modalidade chamada de consignação administrativa ou bancaria serve para
extinção de obg, mas exclusivamente pecuniária (obg pecuniária), sendo tentativa de
desburocratizar certas questões. A CPe onde vencida a obg e o credor não querendo dar
quitação ao devedor, isso abre a possibilidade do devedor buscar uma instituição financeira
autorizada a trabalhar com carteira de consignação e o devedor promove na inst. f o deposito
do valor correspondente a obrigação em favor do credor, feito isso, o devedor deve notificar
o credor que realizou o deposito e que se encontra a disposição do credor naquela inst f, o
credor assim pode ir lá e preenchendo os requisitos administrativos do banco levanta o
deposito que é o ato extintivo. O credor pode discordar do valor e o devedor deve notificar a
inst f no prazo assinalando na lei indicando que não levantará o valor pelas razões que alegar
e quando o credor faz isso, subsiste a obrigação e assim o devedor tem de recorrer a via
judicial e assim o fazendo (recorrendo a via judicial) o deposito extrajudicial se converte em
judicial e os efeitos da mora cessão para o devedor a partir do deposito extrajudicial (assim
pode se entender como fase pre processual). Só vale para obg em dinheiro e não é obrigatório
e se o credor resiste ao levantamento do devedor este deve socorrer da via judicial. Todavia
surgem outras questões, pois pode ter CPj promovida pelo devedor, pois o credor recebeu
com ressalvas parte de credito na CPe (A propôs pagamento para B que acha que o valor é
maior, mas recebe. Assim A deveria depositar o restante através de CPj)
Só obg em dinheiro. Não é obrigatória, é voluntaria e faz quem quer
Consequências: notificar o credor e ele recebe extingue a obg (o levantamento equivale a
extinção da obg); se credor não quiser o valor deve notificar a instituição financeira, após 10
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dias da comunicação do devedor(se eventualmente pz de 10 dias passa e o credor não


notifica a instituição financeira, supõe-se que ele aceitou)
A competência é onde a obg deve ser satisfeita
Judiciais

Ocorre quando deixo de promover a CPe com finalidade de quitação de obg recusada pelo
credor. A CPj é no processo de conhecimento e os requisitos da petição da CPj são os mesmo
a do processo de conhecimento na petição inicial. Assim, a ação é promovida de com base
na relação jurídica das partes e a recusa e o pedido é de extinção da obg com o pagamento.
Proposta a ação, antes de citação do reu deve o jui examinar o caimento da ação e concluindo
pelo cabimento, concede ao autor o dever de deposito da coisa ou do valor ofertado. No art.
542, CPC trata desses aspectos. O prazo contado do vencimento da obg para promover a
CPj (existe prazo decadencial para promover a CPj?) A Cpj é para evitar mora, juros,
cobranças etc. Há casos que eventualmente que fui ofertar o pgmt ao credor que recusou e
assim não há como ninguém ingressar imediatamente com a CPj (burocrático) logo ficou
consignado que a CPj a partir do vencimento da obg deve ser proposta em prazo razoável e
assim esquiva o devedor de qualquer encargo moratório (prazo razoável, alguns falam de 05
dias, outros em 10 dias). Nada impede em promover a CPj de uma obg a muito tempo vencida
desde que oferte o valor mais os encargos da mora. Assim pe possível fazer uma CPj simples
de obg a muito tempo vencida, desde que coloque com os encargos vencidos. Se o prazo
não é razoavel o devedor deve se encarregar dos juros e da mora.
Obrigações de caráter continuado (satisfação mensal de obg como aluguel) e se hogver
recusa sucessiva do devedor em regra estaria obg a promover para cada parcela uma CPj ,e
nesse ponto a lei coloca um prazo onde ratando de obg sucessiva e permitida ao devedor
naquele processo exitinte das parcelas vencidas e nesse caso há prazo de até cinco dias da
data do respectivo vencimento
O reu é citado e havendo o deposito da parcela, ele pode pedir o levantamento que equivale
a confissão e o juiz extingue a ação. Mas o credor pode contestar e nesse caso a contestação
envolve matéria restrita (art 544, CPC) onde pode falar que não recusou o recebimento, a
recusa pode ser justa, que o deposito não se efetuou no prazo e que o deposito não é integral.
Mesmo com a contestação p credor pode levantar o deposito e continuar a discutir o valor
restante. Ainda sim quando a contestação vem com base no art 544, IV nessa situação é
permitido ao autor complementar o deposito (hipótese que o reu alega a insuficiência do
deposito) e no prazo da replica o devedor pode efetuar o valor que fala
É possível fase probatória em CPj e se resolve como a ação de conhecimento qualquer

No caso de duvida do devedor de quem é o credor e é possível o CPj (quem paga mal paga
suas vezes) e não é o caso de recusa do credor, mas da situação de duvida de quem é o
credor (nao sao situações frequentes, mas pode ocorrer existência de diversos herdeiros sem
representante onde procuram o devedor e falam que são credores, assim nesse caso hpa
duvida do devedor em realizar o pgmt e nesse caso é permitido a CP no caso de duvida de
quem é o credor) Proposta a ação com base nesse motivo o devedor tb promove o deposito
e são citados todos os supostos credores, tal ação envolve obg o litisconsórcio passivo
necessário. A lei esclarece que dps da citação dos credores , se eles não discutirem a obg e
contestam exclusivamente quanto a titularidade, nesse caso é determinado que o juiz julgue
extingue a obg em relação ao auto, exclua o autor do processo e prossiga em face dos réus.
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Não obsta que devedores além de contestar com base nesse motivo de titularidade, eles
podem também discutir com base no art. 544, CPC (resistência do pgmt) a ação prossegue
com o autor
Serve para obg de dar e obg pecuniária
A legitimidade ativa na CP permite que terceiro possa promove-la, em tese seria o devedor,
mas há hipótese de terceiro interessado em promover a CP como o fiador. A petição incial
preenche todos os requisitos, mas no inicio o devedor deve realizar o deposito corresponde
a situação que quer ver extinta. O juiz analisa e se não tiver o pgmt do valor não há condição
para prosseguimento da ação. O credor após é citado e pode comparecer e levantar o
deposito onde a ação será extinta por sentença de mérito, mas o credor pode ficar revel e
assim presume que havia mora em receber a obg e a consequência é a sentença de mérito
eu reconhece o pedido e extingue a ação. O credor pode contestar o pedido e ela é limitada.
A lei admite a contestação, mas é hipóteses restrita. (um dos motivos de contestação é que
deposito não é integral e o rito da CP uma vez intimado o devedor ele pode complementar o
deposito; alegação que não houve recusa e que o devedor não teria interesse na propositura
da ação; pode contestar que o deposito ou a ação não foi proposta onde a obg deveria ser
satisfeita (art. 544, CPC). Ademais o processo será instruído e apura se a ação é procedente
ou não
Obrigações de trato sucessivo ou continuadas onde a lei permite que a mesma ação permita
o deposito das parcelas sucessivas, mas fixa pz de 5 dias a partir do vencimento de cada
parcela. No caso do vencimento da obrigação para propositura na CP num prazo razoável
para evitar os efeitos da mora que não está elencado em lei e a doutrina e jurisprudência
coloca como 05 a 10 dias. Ainda que prazo tenha se extravasado não impede a CP, mas não
se esquiva dos encargos moratórios devendo realizar o deposito do valor mais os encargos
moratórios.
A CP pode ser ajuizada também quando há duvida por parte do devedor sobre quem é o
credor. Nesse caso há situação diversa com vários querendo receber (principio do direito da
obg, onde quem paga mal, paga mais de uma vez) e para evitar isso o devedor pode promover
a ação em face dos vários credores que querem receber e nessa modalidade, deve
estabelecer um litisconsórcio passivo necessário. Nesse caso deve fazer o deposito da obg e
citam-se todos os credores e se eles apenas argumentarem que a condição de credores, ou
que são únicos credores (exclusiva qualidade de credor) e não questionar nada sobre o valor
a ação prossegue apenas quanto aos credores e a ação é extinta para o autor e a ação
prossegue apenas contra os credores que devem demonstrar o justo titulo.
A CPe é natureza exclusiva pecuniária e a CPj pode ser para obrigação de dar (determinado
ou indeterminado), no caso de determinado o credor apresenta a ação e deposita a coisa
determinada, mas se eventualmente for devedor de coisa indeterminada, antes do deposito
deve citar o credor que deve dizer sobre quais meios quer ver solvida a obg anterior.
A CP é ação de conhecimento
iv. Competencia
v. Processamento
Extrajudicial
Judicial
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B. Ação de exigir contas

i. Natureza: condenatória/declaratória
ii. Finalidade: apurar saldo
iii. Legitimidade ativa e passiva
iv. Procedimento bifásico
Inicial
Citação para prestar contas
Revelia
Constestada
2ª fase (intimação para prestar sob pena)

AEC (ação de exigir contas). No cpc73 a AEC era espécie da prestação de contas. Assim havia a ação
de prestação de contas e dentro dela a AEC e ação de prestação de contas propriamente dita. O
cpc15 eliminou a ação de prestação de contas propriamente dita e o instituto ficou sendo chamado de
ação de exigir contas (alguns se referem a ação de prestar contas). Muitas vezes ocorre de haver
duvida sobre o saldo correspondente de determinada obg, ou alguém que é credor encontra
recalcitrância do devedor em lhe apresentar saldo de conta que é comum as partes (ex: contrato uma
empresa que administra locações e recebe os alugueis da minha propriedade e emite os boletos, mas
a empresa tem certas obgs onde deve pagar encargos dos imóveis como IPTU, taxas condominiais,
descontar sua comissão e a partir disso sobra saldo que o proprietário recebe, logo a empresa
administra as contas e deve colocar a disposição um saldo ao proprietário, mas pode ser que a
empresa não preste as contas da administração que realiza ou presta contas duvidosas). AEC
possibilita ao credor exigir do devedor das contas que ele as demonstre ou que claramente detalhe a
existência ou inexistência de saldo. È existência/inexistência de algum saldo que pode desfavorecer o
autor e nessa mesma ação é legitimo ao réu exigir o saldo. Assim apura existência de algum saldo
para posterior cobrança por cumprimento de sentença tanto do autor em face do reu ou inversamente.
A aplicação da AEC é vasta, bastando relação jurídica onde alguém esta obg a prestar contas a outrem
(ex2 relaçao jurídica entre cliente e advogado; ex 3 outorgante de mandato em relação ao mandatário;
ex4 correntista em face da instituição financeira; ex5 condômino em face do condomínio desde que
contas ão tenham sido aprovados em assembleia de condôminos)

Art 550, CPC (Legitimidade)

Art. 550. Aquele que afirmar ser titular do direito de exigir contas requererá
a citação do réu para que as preste ou ofereça contestação no prazo de 15
(quinze) dias.

§ 1o Na petição inicial, o autor especificará, detalhadamente, as razões pelas


quais exige as contas, instruindo-a com documentos comprobatórios dessa
necessidade, se existirem.

§ 2o Prestadas as contas, o autor terá 15 (quinze) dias para se manifestar,


prosseguindo-se o processo na forma do Capítulo X do Título I deste Livro.

§ 3o A impugnação das contas apresentadas pelo réu deverá ser fundamentada e


específica, com referência expressa ao lançamento questionado.
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§ 4o Se o réu não contestar o pedido, observar-se-á o disposto no art. 355.

§ 5o A decisão que julgar procedente o pedido condenará o réu a prestar as contas


no prazo de 15 (quinze) dias, sob pena de não lhe ser lícito impugnar as que o
autor apresentar.

§ 6o Se o réu apresentar as contas no prazo previsto no § 5o, seguir-se-á o


procedimento do § 2o, caso contrário, o autor apresentá-las-á no prazo de 15
(quinze) dias, podendo o juiz determinar a realização de exame pericial, se
necessário.

AEC pode ser bifásica, assim é em parte declaratória e em parte condenatória e se ela não for bifásica
é meramente declaratória. Normalmente cumprimento de sentença é sobre sentença condenatória,
mas excepcionalmente em ação declaratória pode ter o cumprimento de sentença. Logo ela tem duas
naturezas bifásica (decl/cond) ou em única fase (declaratória)
Única fase – declaratória – devedor das contas é citada para apresentar as contas ou para que conteste
a ação ele simplesmente apresenta as contas. (empresa é citada para apresentar as contas ou
contestar e a empresa decide apresentar as contas). Tem contraditório sobre as contas prestadas
podendo haver dilação probatória com pericia e resolve-se por sentença declaratória do saldo que
pode ser em favor do autor ou do réu. Tais contas devem ser prestadas sempre sob a forma mercantil,
ou seja, devem ser apresentadas documentalmente cada lançamento. Pode apurar dois saldos a)
favorece o autor – cobra o cumprimento de sentença o credito; b) favorecer o réu – o reu faz o
cumprimento de sentença em face do autor. O cs supõe sentença condenatória, mas nesse caso a
sentença é declaratória, mas há saldo. Se há ctz sobre existência de saldo que me favoreça é a ação
de cobrança. So cabe AEC sobre duvida de saldo.

Bifásica – quando ocorre revelia ou no caso do réu comparecer e contestar a AEC, pois nesse caso
considerando a inexistência de contas que foram prestadas deve examinar se ha a obrigação de
prestá-las. Se não há apresentação espontânea das contas deve averiguar se ele esta obg a presta-
las e assim uma vez citado o réu e se ele nega ou ocorre revelia deve resolver através decisão que
pode ser interlocutória onde há obg de prestar contas ou sentença onde não reconhece a obg de
prestar contas. Após se a decisão interlocutória indicar que deve apresentar contas, intima o devedor
para prestar contas sob pena de caso não presta as contas, não pode impugnar as contas que o autor

Réu contestou que não esta obrigado em prestar contas - juiz diz que está obg a prestar contas
(interlocutória) – juiz determina que reu preste as contas sob pena de não impugnar as contas do autor.
A 2ª fase é a intimação. Pode ser que o reu apresente as contas onde é verificado o saldo e se ele não
apresentar dá oportunidade a autor de apresentar as contas e mesmo que apresente contas com valor
maior o reu não pode impugnar, mas o juiz não deve engolir as contas, podendo determinar a incidência
de provas ou pericia sobre as contas (1 – condenatório 2- declaratório)
Na legislação anterior havia a prestação de contas prop. Dita que era uma ação de quem esta obg a
prestar contas em face de quem deveria pedir as contas (ex imóveis na administradora e me recuso a
quitar aos saldos que a administradora apresenta e na legislação anterior era possível que a
administradora ingressasse com saldo que entendia para quitação da obg e gaia contraditório e
chegava ao saldo, mas entendeu se que a prestação de contas se sobrepunha com a consignação em
pagamento que cumpriria o mesmo papel da prestação de contas e assim não existe no CPC15 mas
entende-se que se o devedor tenha duvida da exatidão de saldo deve recorrer a consignação em pgmt
e se o saldo não estiver certo há oportunidade para complementação do saldo, logo não existe a prest
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de contas que estaria substituída pela consignação em pagamento (professor entende que
consignação em pgmt exige certeza sobre valor devido)

C. Ação monitória

i. Natureza

ii. Prova escrita e sua eficácia executiva

iii. Processamento

Inicial

Mandado de pagamento, entrega/15 dias

honorários

iv. Mandado Executivo

v. Embargos

Suspensivo

Defesa comum

vi. Reconvenção

Ação monitória (arts 700 a 702, CPC). Ação monitoria é ação de conhecimento? Ou procedimento especial?
A AM reúne elementos característicos da ação de conhecimento, mas há institutos da execução (professor
não acha que é ação de conhecimento com procedimento especial, mas diz que é modalidade de ação
diferente da ação de conhecimento e ação executiva). A doutrina diz que é ação de conhec. de cunho
condenatório mediante procedimento especial (professor reitera que é diferente de ação de
conhecimento e de execução). Mas no caso de indagação da ntz jurídica da monitoria em concurso diz que
é ação de conhecimento condenatória mediante procedimento especial.
Evidencias que levam a convicção sumaria de existência de obg, onde no momento da propositura da
ação vislumbra uma obg, mas não há presunção de certeza, liquidez e exigibilidade, por isso não suporta
ação de execução. Nesse caso inicia-se a monitoria mediante petição de cumprimento de pagamento
ou cumprimento de obrigação (ordena o pagamento, mas não parte para atos de constrição patrimonial
pois não é título executivo extrajudicial).
I. Requisitos
Existência de prova escrita sem eficácia executiva referente a qualquer modalidade obrigacional (art. 700,
CPC)
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Art. 700. A ação monitória pode ser proposta por aquele que afirmar, com base em prova escrita
sem eficácia de título executivo, ter direito de exigir do devedor capaz:

I - O pagamento de quantia em dinheiro;

II - a entrega de coisa fungível ou infungível ou de bem móvel ou imóvel;

III - o adimplemento de obrigação de fazer ou de não fazer.

§ 1o A prova escrita pode consistir em prova oral documentada, produzida antecipadamente nos
termos do art. 381.

§ 2o Na petição inicial, incumbe ao autor explicitar, conforme o caso:

I - a importância devida, instruindo-a com memória de cálculo;

II - o valor atual da coisa reclamada;

III - o conteúdo patrimonial em discussão ou o proveito econômico perseguido.

§ 3o O valor da causa deverá corresponder à importância prevista no § 2 o, incisos I a III.

§ 4o Além das hipóteses do art. 330, a petição inicial será indeferida quando não atendido o disposto
2o
no § deste artigo.

§ 5o Havendo dúvida quanto à idoneidade de prova documental apresentada pelo autor, o juiz intimá-
lo-á para, querendo, emendar a petição inicial, adaptando-a ao procedimento comum.

§ 6o É admissível ação monitória em face da Fazenda Pública.

§ 7o Na ação monitória, admite-se citação por qualquer dos meios permitidos para o procedimento
comum.

A evidencia é a presença de prova documental que permita já no momento do ajuizamento, concluir para
a existência das modalidades obrigacionais. A abrangência da monitoria com o cpc de 2015 foi ampliada,
pois antes servia para a questão de divida, entrega de coisa fungível e para bem móvel e em paralelo com
a execução entra com possibilidade quando não é possível entrar com ação executiva, ela vai em proveito
em qualquer modalidade de obrigação. Obrigatoriamente deve possuir prova documental e escrita sobre a
obrigação. (Exemplo: email autenticado onde alguém admite que é devedor de outrem que é prova escrita
suficiente para propositura da monitoria)
A ação de cobrança também é possivel fazer a cobrança da obrigação. Há titulos executivos que perdem
a eficacia executiva, como nota promissoria vencida que não tem força para autorizar execução, mas a
propria nota é documento elucidativo para entrar com ação monitoria (tinstrumwrno particular sem a
presença de duas testemunhas é prova escita sobre a existencia de divida e pode entrar com monitória.) a
lei quer substituir a ação condenatória pela monitória, segundo observação do professor, Quando tem
docuemtno comprobatorio de divida voce pode promover a monitória ou a cobrança (caminho mais longo),
mas se há titulo executivo com força executiva deverá necessariamente utilizar a execuçaõ e nçao pode
abrir mão da execução.
Ação que visa o adimplemento de modalidade obrigacional, compete ao autor no ajuizamento da ação
exibir a prova escrta sem eficacia executiva
Nas ações de conhecimento há contraditorio com citação do réu que irá se defender (questões preliminares
e de mérito), já a monitória permite que proposta a ação expede-se manadao de pagamenot, entrega ou
de execução (obg de fazer ou nçao fazer). O primeiro despacho do juiz é determinar a expediçaõ de
mandade de pgmt, entrega (dar), execução (fazer ou não fazer). O juiz ordena que reu promova o
cumprimento da iobrigação. Uma vez citado o devedor já esta constituido em mpra e tem prazo de 15 dias
para promober o cumprimento da obrigação e caso ele cumpra há benesse de ficar isento dasc cusatas e
despeses da monitória (juiz ao determinar a expediçao de monitória , fixa o percentual de 5% dos honorários
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que é devido mesmo no caso de pagamenoto e se não pagar o percentual vai ser majorado). O reu
devidamente citado pode não cumprir o mandado de pagamento e o cumprimento da obrigaçao e nesse
caso a lei vai além da revelia, ela determina que o mandado fica convertido em execução de pagamento
(mandado de pagamento > titulo executivo de pagamnento) tal titulo tera natureza judicial e assim esta
autorizado o autor a cumprir a sentença. (a conversão é automatica e independe de manifestação judicial
– decisão, sentença etc). E a partir disso o autor pode pleitaear o cumprimento de sentença.
A prova (documento)pode ser contestado pelo devedor pois não é um aprova peremptoria (absoluta) e o
devdor pode ofertar embargos ao mandado monitório que se assemelha a impugnçaõ ao cumpirmento
de dsentença ou embargos a execuçao. Assim nesses embargos o devedor pode oferecer as resistencias
tais quais a de cobrança podendo até alegar a falsidade do titulo monitorio, inexietencia da obg, ou fato
extintivo, modificativo e da obg (defesa indireta). Nesses embargos o devedor pode arguir materia de
defesas com o direta e indireta.
Os embargos ao mandado de pagamento, na vdd não é ação é incidente processual e tem contraditorio,
uma vez o fertados os embargos e a partir disso delimita o controvertido onde se delimita as provas que
em sede da mnitoria são caracteristicas do devedor que apresentou embargos. Os embargos são julgados
por sentença (senteçe em sede de monitória só há quando há embargos tanto na rejeição onde também
eleveva o ercentual de honorarios ate o limite de 20% (conversão pata titulo executivo judicial) ou na
aceitação dos embargos). Os embargos tem efeito suspensivo da monitória e suspende
independentemento de garantia de juizo (efeito supensivo ex lege)
CPC 2015 esclareciemtos:
Antes no cpc 73 discutia se poderia monitoria contra a fazenda publica? (fazenda tem procediemno
diferente na execuçao e tambem os instrumetnos poderia nçao ter força executiva e antes não poderia
figurar como ré na monitoria ou seria executada ou seria ré em açao de conheciemtno) o cpc 15 diz que
cabe monitria em face da fazwnda publica. Art 700, § 6º
Admissão da reconvenção, assim o suj promove a monitria, o devedor comparece e apresenta pretensão
monitória em face do autor. Art. 702, §6
Cobrança art 700, § juiz duvida da autenticidade do titulo monitorio deve dar a oportunidade do autor
converter a ação monitória em açao de cobrança

Ninguem é obrigado a se valer de monitória, podend usar a açao de conhecimento (açao comum), mas
não é possivel ter titulo executivo ser usado pela monitória ou cobrança
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