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Beauty Shape: A primeira criolipólise de contraste e convencional no mesmo equipamento
Beauty Shape: A primeira criolipólise de contraste e convencional no mesmo equipamento

Beauty Shape: A primeira

criolipólise de contraste e

Beauty Shape: A primeira criolipólise de contraste e convencional no mesmo equipamento

convencional no mesmo

equipamento

Beauty Shape: A primeira criolipólise de contraste e convencional no mesmo equipamento
O que é Criolipólise ? Sistema de arrefecimento controlado, não invasivo, que se baseia sobre

O que é Criolipólise ?

O que é Criolipólise ? Sistema de arrefecimento controlado, não invasivo, que se baseia sobre a
Sistema de arrefecimento controlado, não invasivo, que se baseia sobre a maior susceptibilidade à lesão
Sistema de arrefecimento controlado, não invasivo,
que se baseia sobre a maior susceptibilidade à
lesão dos adipócitos, causada pelo frio, em
comparação a outras células. A Criolipólise recebeu

aprovação inicial da FDA para a redução de adiposidade localizada em flancos em 2010.

A Criolipólise recebeu aprovação inicial da FDA para a redução de adiposidade localizada em flancos em
A Criolipólise recebeu aprovação inicial da FDA para a redução de adiposidade localizada em flancos em
De onde surgiu essa ideia? Primeiros episódios relatados na literatura A técnica de Criolipólise foi
De onde surgiu essa ideia? Primeiros episódios relatados na literatura A técnica de Criolipólise foi
De onde surgiu essa ideia? Primeiros episódios relatados na literatura A técnica de Criolipólise foi

De onde surgiu essa ideia?

Primeiros episódios relatados na literatura

A técnica de Criolipólise foi concebida a partir da observação de casos

reportados a respeito da paniculite do picolé e da paniculite equestre.

da paniculite do picolé e da paniculite equestre. EPSTEIN; OREN, 1970 BEACHAM,1980 Criança do sexo feminino

EPSTEIN; OREN, 1970

BEACHAM,1980

Criança do sexo feminino de 4 meses de idade apresentou-se ao serviço de emergência com áreas de eritema e endurecimento em cada bochecha. A mãe relatou que deu a criança um picolé na semana anterior, com a intenção de aliviar a dor na dentição. Resolução completa da lesão dentro de 2 meses.

na semana anterior, com a intenção de aliviar a dor na dentição. Resolução completa da lesão
na semana anterior, com a intenção de aliviar a dor na dentição. Resolução completa da lesão
A Criolipólise tem comprovação científica? A tecnologia da Criolipólise emprega a extração de energia da

A Criolipólise tem comprovação científica?

A Criolipólise tem comprovação científica? A tecnologia da Criolipólise emprega a extração de energia da pele

A tecnologia da Criolipólise emprega a extração de energia da pele e do tecido adiposo, resfriando

gradualmente o tecido subcutâneo

A técnica de Criolipólise foi criada pelos pesquisadores de Harvard University e Massachusetts

University: Wellmancenter of Photomedicine.

foi criada pelos pesquisadores de Harvard University e Massachusetts University: Wellmancenter of Photomedicine.
foi criada pelos pesquisadores de Harvard University e Massachusetts University: Wellmancenter of Photomedicine.
foi criada pelos pesquisadores de Harvard University e Massachusetts University: Wellmancenter of Photomedicine.
foi criada pelos pesquisadores de Harvard University e Massachusetts University: Wellmancenter of Photomedicine.
foi criada pelos pesquisadores de Harvard University e Massachusetts University: Wellmancenter of Photomedicine.
Primeiros estudos Primeiros estudos em modelo animal

Primeiros estudos

Primeiros estudos Primeiros estudos em modelo animal

Primeiros estudos em modelo animal

Primeiros estudos Primeiros estudos em modelo animal
Primeiros estudos Primeiros estudos em modelo animal
Primeiros estudos Primeiros estudos em modelo animal
Primeiros estudos em modelo animal Redução de 30% da espessura da camada de gordura superficial

Primeiros estudos em modelo animal

Primeiros estudos em modelo animal Redução de 30% da espessura da camada de gordura superficial após
Primeiros estudos em modelo animal Redução de 30% da espessura da camada de gordura superficial após

Redução de 30% da espessura da camada de gordura superficial após 90 dias.

ZELICKSON et al, 2009

de gordura superficial após 90 dias. ZELICKSON et al, 2009 A n t e s e

Antes e 3 meses após o tratamento.

ZELICKSON et al, 2009 A n t e s e 3 m e s e s
ZELICKSON et al, 2009 A n t e s e 3 m e s e s
Desenvolvimento do equipamento Assim, com o controle da aplicação do frio sobre a pele, entendeu-se

Desenvolvimento do equipamento

Desenvolvimento do equipamento Assim, com o controle da aplicação do frio sobre a pele, entendeu-se que

Assim, com o controle da aplicação do frio sobre a pele, entendeu-se que seria possível lesionar

seletivamente os adipócitos subcutâneos, evitando danos à epiderme e derme sobrejacentes, proporcionando uma forma eficaz de tratar o excesso de tecido adiposo localizado subcutâneo. (BORGES,

2014)

A partir deste conceito, procurou-se desenvolver um equipamento que proporcionasse a aplicação

externa de frio, com finalidades estéticas para a redução não invasiva do panículo adiposo.

a aplicação externa de frio, com finalidades estéticas para a redução não invasiva do panículo adiposo.
a aplicação externa de frio, com finalidades estéticas para a redução não invasiva do panículo adiposo.
a aplicação externa de frio, com finalidades estéticas para a redução não invasiva do panículo adiposo.
a aplicação externa de frio, com finalidades estéticas para a redução não invasiva do panículo adiposo.
Como atua a Criolipólise? Cristalização dos lipídios: Devido a extração do calor da região. Paniculite

Como atua a Criolipólise?

Como atua a Criolipólise? Cristalização dos lipídios: Devido a extração do calor da região. Paniculite lobular
Como atua a Criolipólise? Cristalização dos lipídios: Devido a extração do calor da região. Paniculite lobular

Cristalização dos lipídios:

Devido a extração do calor da região.

dos lipídios: Devido a extração do calor da região. Paniculite lobular : Instala-se um processo inflamatório

Paniculite lobular: Instala-se um processo inflamatório local, devido ao frio.

Apoptose: Mediante a

sua alteração estrutural, o adipócito entra em

processo de morte

programada.

devido ao frio. Apoptose: Mediante a sua alteração estrutural, o adipócito entra em processo de morte
devido ao frio. Apoptose: Mediante a sua alteração estrutural, o adipócito entra em processo de morte
Mecanismo de ação da Criolipólise Cristalização  Os triglicerídeos na temperatura corporal se encontram no

Mecanismo de ação da Criolipólise

Mecanismo de ação da Criolipólise Cristalização  Os triglicerídeos na temperatura corporal se encontram no

Cristalização

Os triglicerídeos na temperatura corporal

se encontram no estado líquido;

O resfriamento gera uma modificação dos

triglicerídeos de líquido à sólido;

Isto gera a apoptose e, consequente,

morte dos adipócitos.

SANDHOFER et al., 2013 ZELICKSON et al., 2009

à sólido;  Isto gera a apoptose e, consequente, morte dos adipócitos. SANDHOFER et al., 2013
à sólido;  Isto gera a apoptose e, consequente, morte dos adipócitos. SANDHOFER et al., 2013
à sólido;  Isto gera a apoptose e, consequente, morte dos adipócitos. SANDHOFER et al., 2013
Amostras de tecido adiposo de 4 ratos expostos a + 8°C no tempo 0, 10
Amostras de tecido adiposo de 4 ratos expostos a + 8°C no tempo 0, 10
Amostras de tecido adiposo de 4 ratos expostos a + 8°C no tempo 0, 10
Amostras de tecido adiposo de 4 ratos expostos a + 8°C no tempo 0, 10

Amostras de tecido adiposo de 4 ratos expostos a + 8°C no tempo 0, 10 e 25 minutos.

Figuras A e B : Antes da aplicação, controle;

Figuras C e D: Claras alterações após 10 minutos de exposição a + 8°C;

Figuras E e F: Foi observada maior evidência de cristalização no tempo de 25 minutos.

minutos de exposição a + 8°C; Figuras E e F: Foi observada maior evidência de cristalização
minutos de exposição a + 8°C; Figuras E e F: Foi observada maior evidência de cristalização
Mecanismo de ação da Criolipólise Paniculite Lobular A) Dentro de 3 dias após o tratamento

Mecanismo de ação da Criolipólise

Mecanismo de ação da Criolipólise Paniculite Lobular A) Dentro de 3 dias após o tratamento há

Paniculite Lobular

Mecanismo de ação da Criolipólise Paniculite Lobular A) Dentro de 3 dias após o tratamento há

A) Dentro de 3 dias após o tratamento

há evidências de um

processo inflamatório local.

B) No 14° dia após o tratamento há um pico do processo

inflamatório onde os adipócitos estão rodeados por neutrófilos,

linfócitos e outras células mononucleares.

C) Entre o 14° e o 30° dia, a fagocitose é aparente, macrófagos

digerem o conteúdo de células mortas.

D) 60 dias após esse período a resposta inflamatória parece

diminuir com redução do volume dos adipócitos e espessamento dos septos interlobulares.

a resposta inflamatória parece diminuir com redução do volume dos adipócitos e espessamento dos septos interlobulares.
a resposta inflamatória parece diminuir com redução do volume dos adipócitos e espessamento dos septos interlobulares.
Mecanismo de ação da Criolipólise

Mecanismo de ação da Criolipólise

Mecanismo de ação da Criolipólise
Mecanismo de ação da Criolipólise
Mecanismo de ação da Criolipólise
Mecanismo de ação da Criolipólise
Mecanismo de ação da Criolipólise Morte celular Necrose - Morte celular na qual as células

Mecanismo de ação da Criolipólise

Morte celular

Necrose

-

Morte celular na qual as

células sofrem um trauma;

-

Resulta

no

aumento

do

volume celular;

-

Perda

da integridade da

membrana plasmática;

 

-

Reação

inflamatória

no

local.

  - Reação inflamatória no local. Apoptose - Processo de morte programada ; - As caspases
  - Reação inflamatória no local. Apoptose - Processo de morte programada ; - As caspases

Apoptose

- Processo de morte programada;

- As caspases sinalizam para a

apoptose;

- Liberação do conteúdo celular em corpos apoptóticos, sem ruptura de membrana;

- Remoção dos restos celulares por fagocitose;

- Sem inflamação adjacente.

apoptóticos, sem ruptura de membrana; - Remoção dos restos celulares por fagocitose; - Sem inflamação adjacente.
apoptóticos, sem ruptura de membrana; - Remoção dos restos celulares por fagocitose; - Sem inflamação adjacente.
Apoptose  Mediada por caspases 3,6,7,8,9,10  Membrana celular íntegra  Ausência de inflamação prévia
Apoptose  Mediada por caspases 3,6,7,8,9,10  Membrana celular íntegra  Ausência de inflamação prévia
Apoptose  Mediada por caspases 3,6,7,8,9,10  Membrana celular íntegra  Ausência de inflamação prévia

Apoptose

Mediada por caspases 3,6,7,8,9,10

Membrana celular íntegra

Ausência de inflamação prévia

Fragmentação celular (corpos apoptóticos)

Fagocitose por macrófagos

Piroptose ou Poroptose

Mediada por caspases 1, 11

Poração da membrana

Citocinas inflamatórias

Encolhimento do núcleo celular com dano no DNA

Fagocitose por macrófagos

 Citocinas inflamatórias  Encolhimento do núcleo celular com dano no DNA  Fagocitose por macrófagos
 Citocinas inflamatórias  Encolhimento do núcleo celular com dano no DNA  Fagocitose por macrófagos
Mecanismo de ação da Criolipólise Morte celular

Mecanismo de ação da Criolipólise

Mecanismo de ação da Criolipólise Morte celular

Morte celular

Mecanismo de ação da Criolipólise Morte celular
Mecanismo de ação da Criolipólise Morte celular
Mecanismo de ação da Criolipólise Morte celular
Parâmetros recomendados pela literatura Sucção: Subjetiva, que mantenha a pele dentro do aplicador, cobrindo as

Parâmetros recomendados pela literatura

Parâmetros recomendados pela literatura Sucção: Subjetiva, que mantenha a pele dentro do aplicador, cobrindo as

Sucção: Subjetiva, que mantenha a pele dentro do aplicador, cobrindo as placas, suficientemente confortável para o paciente. Pode-se iniciar com um nível mais alto e diminuir ao longo do tratamento.

Membrana anticongelante: Registro na ANVISA! Nunca reutilizar a membrana.

mais alto e diminuir ao longo do tratamento. Membrana anticongelante: Registro na ANVISA! Nunca reutilizar a
mais alto e diminuir ao longo do tratamento. Membrana anticongelante: Registro na ANVISA! Nunca reutilizar a
mais alto e diminuir ao longo do tratamento. Membrana anticongelante: Registro na ANVISA! Nunca reutilizar a
mais alto e diminuir ao longo do tratamento. Membrana anticongelante: Registro na ANVISA! Nunca reutilizar a
Membrana Anticongelante Imagens de tecidos utilizados para a confecção de membranas anticongelantes (aumentado 200X).
Membrana Anticongelante Imagens de tecidos utilizados para a confecção de membranas anticongelantes (aumentado 200X).

Membrana Anticongelante

Membrana Anticongelante Imagens de tecidos utilizados para a confecção de membranas anticongelantes (aumentado 200X).

Imagens de tecidos utilizados para a confecção de

membranas anticongelantes (aumentado 200X).

Notar a maior porosidade no tecido de imagem A em comparação com as imagens D e F. Isso faz

com que o fluido anticongelante não se “fixe”

satisfatoriamente no tecido, diminuindo o efeito protetor e colocando em risco a integridade física da pele do cliente. Os tecidos das letras C, D e F

são considerados os mais apropriados para a

confecção e uso de membranas anticongelantes.

das letras C , D e F são considerados os mais apropriados para a confecção e
das letras C , D e F são considerados os mais apropriados para a confecção e
Tratamento

Tratamento

Tratamento
Tratamento
Tratamento
Tratamento
Tratamento
Reperfusão pós-Criolipólise Massagem local restabeleceu a temperatura pré-tratamento mais rápido do que nos

Reperfusão pós-Criolipólise

Reperfusão pós-Criolipólise Massagem local restabeleceu a temperatura pré-tratamento mais rápido do que nos
Reperfusão pós-Criolipólise Massagem local restabeleceu a temperatura pré-tratamento mais rápido do que nos
Reperfusão pós-Criolipólise Massagem local restabeleceu a temperatura pré-tratamento mais rápido do que nos

Massagem local restabeleceu a

temperatura pré-tratamento mais rápido do que nos indivíduos que não a receberam.

Este fenômeno foi hipotetizado como potencializador da apoptose adipocitária em virtude do fenômeno da reperfusão.

Resulta na morte de adipócitos pela liberação de espécies reativas de oxigênio e ativam outros eventos

intracelulares deletérios que

acompanham a reperfusão.

de espécies reativas de oxigênio e ativam outros eventos intracelulares deletérios que acompanham a reperfusão.
de espécies reativas de oxigênio e ativam outros eventos intracelulares deletérios que acompanham a reperfusão.
Reperfusão pós-Criolipólise Objetivo: Avaliar o uso da massagem imediatamente após a Criolipólise em abdômen.
Reperfusão pós-Criolipólise Objetivo: Avaliar o uso da massagem imediatamente após a Criolipólise em abdômen.

Reperfusão pós-Criolipólise

Reperfusão pós-Criolipólise Objetivo: Avaliar o uso da massagem imediatamente após a Criolipólise em abdômen.
Reperfusão pós-Criolipólise Objetivo: Avaliar o uso da massagem imediatamente após a Criolipólise em abdômen.

Objetivo: Avaliar o uso da massagem imediatamente após a Criolipólise em abdômen.

Protocolo: Sessão de Criolipólise por 60 minutos em cada lado do abdômen. Um dos lados recebeu massagem vigorosa por 1 minuto (amassamento) + 1 minuto de massagem circular usando a ponta dos dedos.

dos lados recebeu massagem vigorosa por 1 minuto (amassamento) + 1 minuto de massagem circular usando
dos lados recebeu massagem vigorosa por 1 minuto (amassamento) + 1 minuto de massagem circular usando
Reperfusão pós-Criolipólise Vermelho: Lado onde foi realizada a massagem Verde: Lado onde não foi realizada

Reperfusão pós-Criolipólise

Reperfusão pós-Criolipólise Vermelho: Lado onde foi realizada a massagem Verde: Lado onde não foi realizada a

Vermelho: Lado onde foi realizada a massagem

Verde: Lado onde não foi realizada a massagem

a massagem Verde: Lado onde não foi realizada a massagem Roxo: Lado onde foi realizada a
a massagem Verde: Lado onde não foi realizada a massagem Roxo: Lado onde foi realizada a

Roxo: Lado onde foi realizada a massagem

Azul: Lado onde não foi realizada a massagem

não foi realizada a massagem Roxo: Lado onde foi realizada a massagem Azul: Lado onde não
não foi realizada a massagem Roxo: Lado onde foi realizada a massagem Azul: Lado onde não
Reperfusão pós-Criolipólise Análise fotográfica pós-tratamento com massagem manual  A n t e s (

Reperfusão pós-Criolipólise

Análise fotográfica pós-tratamento com massagem manual

Análise fotográfica pós-tratamento com massagem manual  A n t e s ( a ) 
Análise fotográfica pós-tratamento com massagem manual  A n t e s ( a ) 
Análise fotográfica pós-tratamento com massagem manual  A n t e s ( a ) 

Antes (a)

Após 2 meses (b)

Após 4 meses (c)

)  Após 2 meses (b)  Após 4 meses (c) Conclusão: Pensando em associação de

Conclusão: Pensando em associação de técnicas, a massoterapia pós-Criolipólise é, hoje, considerada necessária. A massagem (reperfusão) foi capaz de potencializar os efeitos da Criolipólise em 44% após 4 meses.

necessária. A massagem (reperfusão) foi capaz de potencializar os efeitos da Criolipólise em 44% após 4
necessária. A massagem (reperfusão) foi capaz de potencializar os efeitos da Criolipólise em 44% após 4
Mas afinal, o que é a Criolipólise de Contraste?
Mas afinal, o que é a Criolipólise de Contraste?

Mas afinal, o que é a Criolipólise de Contraste?

Mas afinal, o que é a Criolipólise de Contraste?
Mas afinal, o que é a Criolipólise de Contraste?
Mas afinal, o que é a Criolipólise de Contraste?
Criolipólise de Contraste PRÉ-AQUECIMENTO (+) 40 Tempo: 5 minutos RESFRIAMENTO ( – ) 11 º

Criolipólise de Contraste

Criolipólise de Contraste PRÉ-AQUECIMENTO (+) 40 Tempo: 5 minutos RESFRIAMENTO ( – ) 11 º C

PRÉ-AQUECIMENTO (+) 40 Tempo: 5 minutos

de Contraste PRÉ-AQUECIMENTO (+) 40 Tempo: 5 minutos RESFRIAMENTO ( – ) 11 º C Tempo:

RESFRIAMENTO () 11 º C Tempo: 45 - 60 minutos

40 Tempo: 5 minutos RESFRIAMENTO ( – ) 11 º C Tempo: 45 - 60 minutos
40 Tempo: 5 minutos RESFRIAMENTO ( – ) 11 º C Tempo: 45 - 60 minutos

PÓS-AQUECIMENTO (+) 38 Tempo: 10 minutos

40 Tempo: 5 minutos RESFRIAMENTO ( – ) 11 º C Tempo: 45 - 60 minutos
40 Tempo: 5 minutos RESFRIAMENTO ( – ) 11 º C Tempo: 45 - 60 minutos
Criolipólise de Contraste Primeiros estudos Hernán Pinto MD, PhD, MSc, CETC. Director Barcelona, Spain. VIDAL,

Criolipólise de Contraste

Criolipólise de Contraste Primeiros estudos Hernán Pinto MD, PhD, MSc, CETC. Director Barcelona, Spain. VIDAL, Rafaela;

Primeiros estudos

Criolipólise de Contraste Primeiros estudos Hernán Pinto MD, PhD, MSc, CETC. Director Barcelona, Spain. VIDAL, Rafaela;

Hernán Pinto

MD, PhD, MSc, CETC. Director

Barcelona, Spain.

VIDAL, Rafaela; SEGURA Laura; VERGARA Paulo; PINTO Hernán. Adverse effects of lipocryolysis: Analysis of 28 cases. Journal of Surgery, v. 3, n. 1. p. 6-7, 2015.

Pinto, Hernán ; Ricart-Jané, David; Pardina, Eva; Melamed, Graciela. Lipocryolysis: Cooling Speed Affects

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PINTO, Hernán; RICART-JANÉ, David; PARDINA, Eva. Pre and post lipocryolysis thermic conditioning enhances rat adipocyte destruction. CryoLetters, v. 35, n. 2, p. 154-160, 2014.

PINTO, Hernán; MELAMED, Graciela. Contrast lipocryolysis: Pre-and post-session tempering improves clinical results. Adipocyte, v. 3, n. 3, p. 212-214, 2014.

clinical results. Adipocyte, v. 3, n. 3, p. 212-214, 2014. PINTO, Hernán; RICART-JANÉ, David; PARDINA, Eva.
clinical results. Adipocyte, v. 3, n. 3, p. 212-214, 2014. PINTO, Hernán; RICART-JANÉ, David; PARDINA, Eva.

PINTO, Hernán; RICART-JANÉ, David; PARDINA, Eva. Pre and post lipocryolysis thermic conditioning enhances rat adipocyte destruction. CryoLetters, v. 35, n. 2, p. 154-160, 2014.

PINTO, Hernán; RICART-JANÉ, David; PARDINA, Eva. X-ray diffraction study confirms intra-adipocitary lipid crystallization after lipocryolysis stimulus. Cryoletters, v. 34, n. 6, p. 619-623, 2013.

confirms intra-adipocitary lipid crystallization after lipocryolysis stimulus. Cryoletters, v. 34, n. 6, p. 619-623, 2013.
confirms intra-adipocitary lipid crystallization after lipocryolysis stimulus. Cryoletters, v. 34, n. 6, p. 619-623, 2013.
Aquecimento pré-Criolipólise O calor tem a capacidade de aumentar a extensibilidade do colágeno. “Sob a

Aquecimento pré-Criolipólise

Aquecimento pré-Criolipólise O calor tem a capacidade de aumentar a extensibilidade do colágeno. “Sob a ação
Aquecimento pré-Criolipólise O calor tem a capacidade de aumentar a extensibilidade do colágeno. “Sob a ação
Aquecimento pré-Criolipólise O calor tem a capacidade de aumentar a extensibilidade do colágeno. “Sob a ação

O calor tem a capacidade de aumentar a extensibilidade do colágeno.

tem a capacidade de aumentar a extensibilidade do colágeno. “Sob a ação de uma força constante,

“Sob a ação de uma força constante, mantida através do tempo, a pele continua a estirar, conforme as fibras progressivamente se alinham, concomitantemente ao deslocamento da substância intercelular.

DOBREV, 2002 SILVER; FREEMAN; DEVORE, 2001.

alinham, concomitantemente ao deslocamento da substância intercelular. ” DOBREV, 2002 SILVER; FREEMAN; DEVORE, 2001 .
alinham, concomitantemente ao deslocamento da substância intercelular. ” DOBREV, 2002 SILVER; FREEMAN; DEVORE, 2001 .
Aquecimento pré-Criolipólise Elevar a temperatura do tecido antes da Criolipólise:  Maior conforto;  Aumenta

Aquecimento pré-Criolipólise

Elevar a temperatura do tecido antes da Criolipólise:

Maior conforto;

Aumenta maleabilidade do tecido;

Aumenta o número de adipócitos que serão cristalizados;

Temperagem.

 Aumenta maleabilidade do tecido;  Aumenta o número de adipócitos que serão cristalizados;  Temperagem.
 Aumenta maleabilidade do tecido;  Aumenta o número de adipócitos que serão cristalizados;  Temperagem.
 Aumenta maleabilidade do tecido;  Aumenta o número de adipócitos que serão cristalizados;  Temperagem.
 Aumenta maleabilidade do tecido;  Aumenta o número de adipócitos que serão cristalizados;  Temperagem.
Aquecimento pós-Criolipólise Reperfusão tecidual: retorno da circulação sanguínea Restauração do sangue após a

Aquecimento pós-Criolipólise

Reperfusão tecidual: retorno da circulação sanguínea

Restauração do sangue após a Criolipólise é capaz de:

Levar a uma inflamação;

Produzir uma matriz de radicais livres de oxigênio (espécie reativa de

oxigênio);

Ativação de enzimas proteolíticas (caspases);

Morte celular adipocitária.

SASAKI et al, 2014

MANSTEIN et al, 2009

Ativação de enzimas proteolíticas (caspases);  Morte celular adipocitária. SASAKI et al, 2014 MANSTEIN et al,
Ativação de enzimas proteolíticas (caspases);  Morte celular adipocitária. SASAKI et al, 2014 MANSTEIN et al,
Ativação de enzimas proteolíticas (caspases);  Morte celular adipocitária. SASAKI et al, 2014 MANSTEIN et al,
Ativação de enzimas proteolíticas (caspases);  Morte celular adipocitária. SASAKI et al, 2014 MANSTEIN et al,
Amostra composta por 7 ratos. Objetivo: comparar o número de células adiposas vivas e a
Amostra composta por 7 ratos. Objetivo: comparar o número de células adiposas vivas e a
Amostra composta por 7 ratos. Objetivo: comparar o número de células adiposas vivas e a

Amostra composta por 7 ratos.

Objetivo: comparar o número de células

adiposas vivas e a formação de cristais no

adipócitos.

Comparação entre o grupo MBT e o PRE38.

Resultado: O número de adipócitos com cristais no padrão PRE38 foi 2,5 vezes maior em relação ao MBT.

Conclui-se que o padrão PRE38 aumento a destruição das células e a formação de cristais.

maior em relação ao MBT. Conclui-se que o padrão PRE38 aumento a destruição das células e
maior em relação ao MBT. Conclui-se que o padrão PRE38 aumento a destruição das células e
Amostra foi composta por 10 mulheres Idade média de 48,1+-9,73 anos. O resultado com a
Amostra foi composta por 10 mulheres
Amostra foi composta por 10 mulheres

Idade média de 48,1+-9,73 anos.

O resultado com a Criolipólise de Contraste representou uma melhoria de 42,45% para redução da camada adiposa em comparação à técnica convencional.

Foram realizadas 3 dobras cutâneas:

Azul: Imediatamente antes da sessão Vermelho: 15 dias após a sessão

Verde: 30 dias após a sessão

cutâneas: Azul: Imediatamente antes da sessão Vermelho: 15 dias após a sessão Verde: 30 dias após
cutâneas: Azul: Imediatamente antes da sessão Vermelho: 15 dias após a sessão Verde: 30 dias após
Criolipólise de contraste Vantagens A técnica Criolipólise de Contraste é uma evolução em relação à

Criolipólise de contraste

Criolipólise de contraste Vantagens A técnica Criolipólise de Contraste é uma evolução em relação à
Criolipólise de contraste Vantagens A técnica Criolipólise de Contraste é uma evolução em relação à

Vantagens

A técnica Criolipólise de Contraste é uma evolução em relação à

criolipólise convencional.

Enquanto uma sessão de crio convencional chega a reduzir de 20% a 25% da gordura na área tratada, a criolipólise de contraste obtém até 20% a mais de resultados (40% a 45% de redução).

Consiste em um pré-aquecimento do tecido antes de seu resfriamento. Ao final, a área tratada é novamente aquecida para a imediata reperfusão.

do tecido antes de seu resfriamento. Ao final, a área tratada é novamente aquecida para a
do tecido antes de seu resfriamento. Ao final, a área tratada é novamente aquecida para a
Diferentes modos de emissão: Pulsado: Indicado no inicio e no final da terapia Continuo: indica
Diferentes modos de emissão: Pulsado: Indicado no inicio e no final da terapia Continuo: indica
Diferentes modos de emissão: Pulsado: Indicado no inicio e no final da terapia Continuo: indica

Diferentes modos de

emissão:

Pulsado: Indicado no inicio e no final da

terapia

Continuo: indica no modo de

resfriamento

Diferentes modos de emissão: Pulsado: Indicado no inicio e no final da terapia Continuo: indica no
Diferentes modos de emissão: Pulsado: Indicado no inicio e no final da terapia Continuo: indica no

Criolipólise de contraste

Criolipólise de contraste Modos de emissão do vácuo Pulsado: Indicado no inicio e no final da
Criolipólise de contraste Modos de emissão do vácuo Pulsado: Indicado no inicio e no final da

Modos de emissão do vácuo

Pulsado: Indicado no inicio e no final da

terapia

Continuo: Indicado no modo de resfriamento Até 70 KPa

Aplicadores O equipamento vai acompanhar 3 aplicadores: pequeno, médio e grande

no modo de resfriamento Até 70 KPa Aplicadores O equipamento vai acompanhar 3 aplicadores: pequeno, médio
no modo de resfriamento Até 70 KPa Aplicadores O equipamento vai acompanhar 3 aplicadores: pequeno, médio

Aplicadores

Aplicadores
Aplicadores
Aplicadores
Aplicadores
Aplicadores

Tela do Equipamento

Tela do Equipamento
Tela do Equipamento
Tela do Equipamento
Tela do Equipamento
Tela do Equipamento

Tela do Equipamento

Tela do Equipamento
Tela do Equipamento
Tela do Equipamento
Tela do Equipamento
Tela do Equipamento
Criolipólise de contraste

Criolipólise de contraste

Criolipólise de contraste
Criolipólise de contraste
Criolipólise de contraste
Criolipólise de contraste
Criolipólise de contraste

Criolipólise de contraste

Criolipólise de contraste
Criolipólise de contraste
Criolipólise de contraste
Criolipólise de contraste
Criolipólise de contraste

Criolipólise de contraste

Criolipólise de contraste
Criolipólise de contraste
Criolipólise de contraste
Criolipólise de contraste
Protocolos Pré Programados Beauty Shape

Protocolos Pré Programados Beauty Shape

Protocolos Pré Programados Beauty Shape
Protocolos Pré Programados Beauty Shape
Protocolos Pré Programados Beauty Shape
Protocolos Pré Programados Beauty Shape
Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise contraste

Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise contraste
contraste
contraste
Protocolo de Criolipólise contraste
Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo Criolipólise

Protocolo Criolipólise

Protocolo Criolipólise
Protocolo Criolipólise
Protocolo Criolipólise
Protocolo Criolipólise
Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise

Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Protocolo de Criolipólise
Resultados Clínicos (A) Imagem antes do procedimento e (B) imagem 2 anos após o procedimento.

Resultados Clínicos

Resultados Clínicos (A) Imagem antes do procedimento e (B) imagem 2 anos após o procedimento. (A)
Resultados Clínicos (A) Imagem antes do procedimento e (B) imagem 2 anos após o procedimento. (A)
Resultados Clínicos (A) Imagem antes do procedimento e (B) imagem 2 anos após o procedimento. (A)

(A) Imagem antes do procedimento e (B) imagem 2 anos após o procedimento.

do procedimento e (B) imagem 2 anos após o procedimento. (A) A imagem antes do procedimento

(A) A imagem antes do procedimento e (B)

imagem de 5 anos após o procedimento.

e (B) imagem 2 anos após o procedimento. (A) A imagem antes do procedimento e (B)
e (B) imagem 2 anos após o procedimento. (A) A imagem antes do procedimento e (B)
Resultados Clínicos Mulher, 44 anos. Aplicação unilateral. (A) Pré-tratamento e (B) 16 semanas pós- tratamento.

Resultados Clínicos

Resultados Clínicos Mulher, 44 anos. Aplicação unilateral. (A) Pré-tratamento e (B) 16 semanas pós- tratamento.
Resultados Clínicos Mulher, 44 anos. Aplicação unilateral. (A) Pré-tratamento e (B) 16 semanas pós- tratamento.
Resultados Clínicos Mulher, 44 anos. Aplicação unilateral. (A) Pré-tratamento e (B) 16 semanas pós- tratamento.

Mulher, 44 anos.

Aplicação unilateral.

(A) Pré-tratamento e (B)

16 semanas pós- tratamento.

Resultados Clínicos Mulher, 44 anos. Aplicação unilateral. (A) Pré-tratamento e (B) 16 semanas pós- tratamento.
Resultados Clínicos Mulher, 44 anos. Aplicação unilateral. (A) Pré-tratamento e (B) 16 semanas pós- tratamento.
Resultados Clínicos A paciente foi submetida a um único tratamento, (1 aplicação a direita e

Resultados Clínicos

Resultados Clínicos A paciente foi submetida a um único tratamento, (1 aplicação a direita e uma

A paciente foi submetida a um único tratamento,

(1 aplicação a direita e uma aplicação para o lado esquerdo).

A) Linha de base, B) Demonstra a melhora clínica

4 meses após o tratamento.

e uma aplicação para o lado esquerdo). A) Linha de base, B) Demonstra a melhora clínica
e uma aplicação para o lado esquerdo). A) Linha de base, B) Demonstra a melhora clínica
e uma aplicação para o lado esquerdo). A) Linha de base, B) Demonstra a melhora clínica
e uma aplicação para o lado esquerdo). A) Linha de base, B) Demonstra a melhora clínica
Criolipólise causa flacidez ? Fenômeno Criolipólise. que ocorre após 90 dias da aplicação da A

Criolipólise causa flacidez ?

Fenômeno

Criolipólise.

que

ocorre

após

90

dias

da

aplicação

da

A mudança na firmeza da pele pode ser o resultado da produção de colágeno, nova formação de elastina, ou

compactação do tecido.

Análise histológica demonstrou que, com a remoção seletiva de adipócitos, a espessura dos septos interlobulares foi aumentada 90 dias após o tratamento.

Mulher de 38 anos, 2 sessões para o abdômen inferior e superior: pré-tratamento (A, B) e 4 meses após o tratamento (C, D).

de 38 anos, 2 sessões para o abdômen inferior e superior: pré-tratamento (A, B) e 4
de 38 anos, 2 sessões para o abdômen inferior e superior: pré-tratamento (A, B) e 4
de 38 anos, 2 sessões para o abdômen inferior e superior: pré-tratamento (A, B) e 4
Reações Adversas  Amostra composta por 9 pacientes.  Destes, 6 pacientes experimentaram redução transitória

Reações Adversas

Reações Adversas  Amostra composta por 9 pacientes.  Destes, 6 pacientes experimentaram redução transitória
Reações Adversas  Amostra composta por 9 pacientes.  Destes, 6 pacientes experimentaram redução transitória

Reações Adversas  Amostra composta por 9 pacientes.  Destes, 6 pacientes experimentaram redução transitória

Amostra composta por 9 pacientes.

Destes, 6

pacientes experimentaram

redução transitória da sensibilidade.

lesão

de

fibras

Mínima

nervosas

epidermais.

No

entanto,

em

todas

as

sensações depois do

voltaram

tratamento.

3

semanas

 Mínima nervosas epidermais.  No entanto, em todas as sensações depois do voltaram tratamento. 3
 Mínima nervosas epidermais.  No entanto, em todas as sensações depois do voltaram tratamento. 3
Reações Adversas A recuperação completa de fibras nervosas aconteceu após cerca de 6 semanas. Nenhum

Reações Adversas

Reações Adversas A recuperação completa de fibras nervosas aconteceu após cerca de 6 semanas. Nenhum dos

A recuperação completa de fibras nervosas aconteceu após cerca de 6 semanas.

Nenhum dos indivíduos avaliados experimentou qualquer déficit permanente.

O procedimento está associado à modestas alterações

reversíveis de curto prazo na função de nervos sensoriais

periféricos.

está associado à modestas alterações reversíveis de curto prazo na função de nervos sensoriais periféricos.
está associado à modestas alterações reversíveis de curto prazo na função de nervos sensoriais periféricos.
está associado à modestas alterações reversíveis de curto prazo na função de nervos sensoriais periféricos.
está associado à modestas alterações reversíveis de curto prazo na função de nervos sensoriais periféricos.
Reações Adversas Homem, 40 anos; Eritema e desconforto moderado; 1-2 meses (diminuição da gordura); 3

Reações Adversas

Reações Adversas Homem, 40 anos; Eritema e desconforto moderado; 1-2 meses (diminuição da gordura); 3 meses
Reações Adversas Homem, 40 anos; Eritema e desconforto moderado; 1-2 meses (diminuição da gordura); 3 meses

Homem, 40 anos; Eritema e desconforto moderado;

1-2 meses (diminuição da

gordura);

3

meses (aumento gradual);

5

meses (estabilização).

desconforto moderado; 1-2 meses (diminuição da gordura); 3 meses (aumento gradual); 5 meses (estabilização).
desconforto moderado; 1-2 meses (diminuição da gordura); 3 meses (aumento gradual); 5 meses (estabilização).
desconforto moderado; 1-2 meses (diminuição da gordura); 3 meses (aumento gradual); 5 meses (estabilização).
Reações adversas Imagem histológica de tecido adiposo com hiperplasia paradoxal Fig. A) Espessamento de septos

Reações adversas

Reações adversas Imagem histológica de tecido adiposo com hiperplasia paradoxal Fig. A) Espessamento de septos
Reações adversas Imagem histológica de tecido adiposo com hiperplasia paradoxal Fig. A) Espessamento de septos
Reações adversas Imagem histológica de tecido adiposo com hiperplasia paradoxal Fig. A) Espessamento de septos

Imagem histológica de tecido adiposo com hiperplasia paradoxal Fig. A) Espessamento de septos fibrosos; Fig. B) Rede vascular aumentada.

de tecido adiposo com hiperplasia paradoxal Fig. A) Espessamento de septos fibrosos; Fig. B) Rede vascular
de tecido adiposo com hiperplasia paradoxal Fig. A) Espessamento de septos fibrosos; Fig. B) Rede vascular
Contraindicações Lipoaspiração ou qualquer outro procedimento cirúrgico na área, nos últimos 6 meses; Fator

Contraindicações

Lipoaspiração ou qualquer outro procedimento

cirúrgico na área, nos últimos 6 meses; Fator reumatoide positivo;

Artrite Reumatoide;

Crioglobulinemia;

Hemoglobinúria paroxística ao frio; Síndrome de Sjögren;

Lúpus Eritematoso Sistêmico;

Comprometimento circulatório periférico;

paroxística ao frio; Síndrome de Sjögren; Lúpus Eritematoso Sistêmico; Comprometimento circulatório periférico;
paroxística ao frio; Síndrome de Sjögren; Lúpus Eritematoso Sistêmico; Comprometimento circulatório periférico;
paroxística ao frio; Síndrome de Sjögren; Lúpus Eritematoso Sistêmico; Comprometimento circulatório periférico;
paroxística ao frio; Síndrome de Sjögren; Lúpus Eritematoso Sistêmico; Comprometimento circulatório periférico;
Contraindicações Doença de Reynaud; Hepatite C; Doenças auto imunes; Imunodeficiência adquirida (AIDS); Urticária ao

Contraindicações

Doença de Reynaud;

Hepatite C;

Doenças auto imunes; Imunodeficiência adquirida (AIDS); Urticária ao frio;

Feridas abertas ou infectadas; Área de sangramento recente; Infecções aguda e crônica;

Gravidez;

Lactação;

Cicatriz na região;

Hérnia na região;

Área de sangramento recente; Infecções aguda e crônica; Gravidez; Lactação; Cicatriz na região; Hérnia na região;
Área de sangramento recente; Infecções aguda e crônica; Gravidez; Lactação; Cicatriz na região; Hérnia na região;
Área de sangramento recente; Infecções aguda e crônica; Gravidez; Lactação; Cicatriz na região; Hérnia na região;
Área de sangramento recente; Infecções aguda e crônica; Gravidez; Lactação; Cicatriz na região; Hérnia na região;
Contraindicações Dermatites e eczemas; Neuralgia pós-herpética; Diabetes; Neoplasia ou tumor; Obesidade; Excesso de

Contraindicações

Dermatites e eczemas;

Neuralgia pós-herpética;

Diabetes; Neoplasia ou tumor; Obesidade; Excesso de gordura visceral;

Esteatose hepática; Flacidez de pele após grande perda ponderal de

peso;

Hipovitaminose D;

Tratamento medicamentoso para infertilidade;

Prega mínima inferior a 2,0 cm.

perda ponderal de peso; Hipovitaminose D; Tratamento medicamentoso para infertilidade; Prega mínima inferior a 2,0 cm.
perda ponderal de peso; Hipovitaminose D; Tratamento medicamentoso para infertilidade; Prega mínima inferior a 2,0 cm.
perda ponderal de peso; Hipovitaminose D; Tratamento medicamentoso para infertilidade; Prega mínima inferior a 2,0 cm.
perda ponderal de peso; Hipovitaminose D; Tratamento medicamentoso para infertilidade; Prega mínima inferior a 2,0 cm.
aline.pereira@htmeletronica.com.br patricia.lopez@htmeletronica.com.br
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