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Carlos Orge Pinheiro

APRENDA A USAR SUA

HP12C

PARA CALCULAR GANHOS NA POUPANÇA,


CDB E AÇÕES BEM COMO PARA OS
PAGAMENTOS DECDC, LEASING
EDITORA
riCMriA MnncPMA A l F M n n c ; II I P P C ; H F M O P A
Aprenda a usar sua H P 12c para Calcular Ganhos na Poupança, CDB, Ações
bem como para os pagamentos de CDC, Leasing além dos Juros de Mora

Copyright© Editora Ciência Moderna Ltda., 2009.


T odos os direitos para a língua portuguesa reservados pela ED ITO RA
Prefácio
CIÊN C IA M O D ER N A LTDA.
De acordo com a Lei 9.610 de 19/2/1998, nenhum a parte deste livro poderá ser
reproduzida, transm itida e gravada, por qualquer m eio eletrônico, mecânico,
por fotocópia e outros, sem a prévia autorização, por escrito, da Editora.

Editor: Paulo A ndré P. M arques


Supervisão Editorial: C am ila C abete M achado
Copidesque: Kelly C ristina
Capa: C ristina Satchko H odge Este livro tem por objetivo apresentar os recursos da calculadora HP 12c e facilitar sua
Diagramação: Tatiana N eves aplicabilidade às operações do mercado financeiro e de capitais. Tratamos das principais
Assistente Editorial: A line V ieira M arques aplicações financeiras: Cademeta de Poupança, Certificado de Depósito Bancário e Pre­
vidência Privada. Tratamos, também, das operações de empréstimos: Arrendamento
Várias Marcas Registradas aparecem no decorrer deste livro. Mais do que simplesmente Mercantil, Crédito Direto ao Consumidor e Desconto de Duplicatas. Portanto, são assun­
listar esses nomes e informar quem possui seus direitos de exploração, ou ainda imprimir tos que interessam a expressivo número de profissionais de instituições financeiras, de
os logotipos das mesmas, o editor declara estar utilizando tais nomes apenas para fins edi­ empresas privadas, do govemo, professores, estudantes de graduação e todos que neces­
toriais, em benefício exclusivo do dono da Marca Registrada, sem intenção de infringir as sitam avaliar e decidir entre as muitas altemativas existentes no mercado financeiro.
regras de sua utilização. Qualquer semelhança em nomes próprios e acontecimentos será
mera coincidência. Em razão das turbulências políticas e da instabilidade econômica, as operações com títulos
de Renda Fixa e com Ações não ficaram de fora desta obra. Agora, os modelos matemáticos
FICHA CATALOGRÁFICA complexos para definição dos riscos dessas operações podem ser resolvidos de maneira
simples, pela HP 12c. Por meio desses modelos de avaliação do risco é possível decifrar
PINHEIRO, Carlos Otge. cenários, afastar ameaças e aproveitar oportunidades a qualquer momento.
Aprenda a usar sua HP 12c para Calcular Ganhos na Poupança, CDB e Ações
bem como para os Pagamentos de CDC, Leasing além dos Juros de Mora. Portanto, nossa preocupação é que o conteúdo deste livro possa ser acessível a todos
Rio de Janeiro: Editora C iência M oderna Ltda., 2009. que buscam uma oportunidade de conhecer o mercado financeiro e de capitais através
da HP 12c. Procuramos abordar de forma objetiva e clara a solução para diversos
1. C ontabilidade Financeira. problemas de forma explicativa.
I — Título
Tudo isso foi possível graças ao apoio de meus pais, de minha esposa e de minha filha,
ISBN: 978-85-7393-783-1 CDD 657.48 uma vez que nunca faltaram dedicação, tolerância, paciência e renúncia. A oportunida­
de dada por Professora Denise, ao longo desses 8 anos, nos cursos de graduação em
Editora Ciência Moderna Ltda. Administração, também foi fundamental. Enfim, agradeço a todos. Agradeço a Deus
R. Alice Figueiredo, 46 - Riachuelo por ter conhecido todas essas pessoas. Afinal, “ninguém faz nada sozinho”.
Rio de Janeiro, RJ - Brasil CEP: 20.950-150
Tel: (21) 2201-6662/Fax: (21) 2201-6896 As dúvidas e sugestões são bem-vindas para as próximas edições.
Icm @lcm.com.br
www.lcm.com.br
01/09 Prof. Carlos Pinheiro
1
Sumário

C a p ítu lo 1
C o n h e c e n d o a H P 1 2 c ...........................................................................................1

P a rte 1 - L ig an d o e D esligando su a H P 1 2 c ...................................................1


O M ostrador da HP 1 2 c ...................................................................................... 2
A tecla f .................................................................................................................2
A tecla g .................................................................................................................2
A tecla BEG.......................................................................................................... 2
A tec la E N D ......................................................................................................... 2
A tecla D .M Y .......................................................................................................2
A tecla M .D Y .......................................................................................................3
As teclas STO E E X ............................................................................................. 3
A tecla P/R ............................................................................................................ 3

P a rte 2 - F o rm a to do M o s tra d o r d a H P 1 2 c ................................................. 3


Form ato do Ponto Decimal F lu tu a n te .............................................................3
Definição do N úm ero de Casas D ecim ais......................................................3

P a rte 3 - F unções A ltern a tiv a s das Teclas d a H P 1 2 c................................. 4


Tecla de Função A lternativ a.............................................................................. 5

P a rte 4 - E lim in ação do C o nteú do d a H P 1 2 c............................................... 5


Registradores de M e m ó ria .................................................................................5
Eliminação do Conteúdo da M em ória e das O perações............................. 6
P a rte 5 - O p e raçõ e s com M e m ó r ia ................................................................... 6 As teclas do Antilogaritmo Natural g c’' .......................................................... 19
A M em ó ria.............................................................................................................. 7 Logaritmo Decimal.......................................................................................19
A Tecla de Armazenamento S T O ....................................................................... 7
A tecla para Recuperação de Dados R C L ..........................................................7 Parte 3 - Recíprocos, Potenciação e R adiciação......................................20
Operações Aritm éticas com M em ó ria............................................................. 8 A tecla de Recíproco l / x ...................................................................................20
A M em ória C o n tín u a........................................................................................... 9 A tecla de Potência y*........................................................................................ ^ 1
A teclaL S T x....................................................................................................... 10 As teclas de Raiz Quadrada g f ...................................................................... 21
As teclas Fatorial g ........................................................................................... 23
P a rte 6 - E n tr a d a de D ados n a H P 1 2 c ..........................................................11 Arredondamento...........................................................................................
As Teclas Numéricas 0 a 9 ................................................................................ 11 Tecla de números inteiros e fracionários g INTG e g F R A C ........................ 23
Ponto D e c im a l..................................................................................................... 11
A Tecla de Mudança de Sinal C H S .................................................................. 11
A Tecla de Troca de Números x<-^y.................................................................12 Capítulo 3
Operações com Datas. 25

C a p ítu lo 2 Parte 1 - Operações com D a ta s................................................................... 25


O p e ra ç õ e s A r i t m é t i c a s ....................................................................................... 13 Padrão Mês-Dia-Ano g M .D Y ...................................................................25
Padrão Dia-Mês-Ano g D .M Y ...................................................................26
P a rte 1 - O p eraçõ es A r itm é tic a s ..................................................................... 13 Informações sobre o Formato de D ata........................................ .............26
As teclas de Operações Aritméticas + - x .................................................. 13 A Tecla de Definição de uma Data Anterior e Posterior - DATE................. 27
A Pilha da M em ória A u to m ática....................................................................14 A Tecla de Definição do Número de Dias entre Datas - A D Y S................... 27
A pilha da M em ória para Cálculos em C a d e ia ........................................... 15
Inserindo N úm eros na Pilha Autom ática E N T E R ..................................... 16
Deslocando a P ilh a .............................................................................................16 Capítulo 4
Invertendo a Posição dos Núm eros x<->y.....................................................16 Operações Comerciais 29
R olagem para B aixo através da tecla R 4 '.....................................................17
As Funções M atem áticas para um N úm ero e suas A ltera çõ es............... 17 Parte 1 - Operações Com erciais.................................................................. 29
Função P o rce n ta g em ......... ...............................................................................17 A Tecla de porcentagem % ................................................................................29
O registrador L S T x ............................................................................................ 18 A Tecla de Variação Percentual % A .................................................................30
Tecla percentual do total % T............................................................................ 31

P a rte 2 - O p e raçõ e s com L o g a r itm o s ............................................................ 18


As teclas de Logaritmos Naturais g L N .......................................................... 18
r

C a p ítu lo 5
A taxa Interna de R eto m o .................................................................................
O p e r a ç õ e s F i n a n c e i r a s .......................................................................................3 3
Situações Possíveis para I R R ..........................................................................
Perfil do V P L ......................................................................................................
P a rte 1 - F u nções F in a n c e ir a s .......................................................................... 33
Definição dos Com ponentes do Fluxo de C a ix a ........................................59
As Teclas Financeiras n i PV PMT FV e STO EEX....................................... 33
Muxos de C aixa Consecutivos g N .................................................................61
Terminologia e 0 Fluxo de C a ix a ................................................................... 34
D efinição da Taxa Interna de R e to m o ...........................................................62
Convenções U tilizadas nos Fluxos de C aix a............................................... 35
Inform ações sobre a Taxa Intem a de R e to m o ............................................ 63
O Regim e de Juros S im p le s ............................................................................ 35
R evisando os Fluxos de C a ix a ....................................................................... 64
Cobrança de M ulta e M o ra ...............................................................................37
Alterações no Fluxo de C a ix a .......................................... ..............................65
O Regim e de Juros C o m p o sto s...................................................................... 38
Entradas para 0 Fluxo de C a ix a ..................................................................... 40
Prazo da O peração.............................................................................................. 40
C apítulo 6
Capitalização Linear e Capitalização E xp o n en cial................................... 42
O perações C o n tá b e is

P a rte 2 - S érie U n ifo rm e de P a g a m e n to s ..................................................... 43


Parte 1 - D epreciação.....................................................................................67
Teclas para Pagamentos Antecipados e Posteeipados g BEG e g E N D ....... 44
Operações com Títulos de D ív id as.................................................................45
O perações com C arê n cia.................................................................................. 45
C apítulo 7
Tabela de C oeficiente de F in a n ciam en to ..................................................... 48
O perações com T ítulos de R enda F i x a 73

P a rte 3 - V alor F u tu ro d a S érie U n ifo rm e de P a g a m e n to s .................... 50


Parte 1 - Operações com Títulos de D ívida.............................................. 73
Preço para 0 Título de R enda Fixa f P R I C E ...............................................73
P a rte 4 - T axas d e J u ro s N om inais e E f e tiv a s ............................................. 51

Parte 2 - Riscos dos Títulos de Renda F ix a .............................................. 76


P a rte 5 - S istem a de A m o rtiza ção f A M O R T .............................................. 51
Sistema de Am ortização - Tabela P r ic e ....................................................... 54
Sistema de Am ortização Constante - S A C ................................................. 54
C apítulo 8
O perações E sta tístic a s 79
P a rte 6 - A nálise de In v estim ento s f N P V e f I R R .....................................56
Apresentação do Fluxo de C aix a.................................................................... 56
Parte 1 - Operações Estatísticas.................................................................. 79
O Valor Presente L íq u id o ....................................................................................
As Teclas Estatísticas g x , g s e g x , r ......................................................... 79
Situações possíveis para N P V .........................................................................57
Cálculo Estatístico U nivariado....................................................................... 79
Sumário XI

Cálculo Estatístico B iv ariad o ..........................................................................80 Parte 2 - Empréstimos Financeiros.......................................................... 102


Tabela dos R egistradores E sta tístic o s...........................................................80 Crédito Direto ao C o nsu m id o r.....................................................................1^2

C orreção dos Dados E statístic o s.................................................................... 81 Com plexidade do Cálculo do lO F ............................................................... ^^3
A tecla da média estatística g x ....................................................................... 81 Arrendam ento M ercantil ou L easing.......................................................... ^04
Teclas do desvio-padrão g s .............................................................................. 83
Estimação L in e a r.............................................................................................. 84
Coeficiente de C o rrelação ................................................................................ 86 Anexo - Taxa Interna de Retorno...................................................107
R eta L in e a r...........................................................................................................87
M édia P onderad a................................................................................................ 87 Supondo uma Taxa Interna de R etorno..................................................10^

C a p ítu lo 9 Referências Bibliográficas...............................................................


T r a n s f o r m a ç õ e s d e T a x a s .....................................................................................

P a rte 1 - T axa de J u r o s ........................................................................................ ...


Taxas de Juros E quivalentes............................................................................ 89
Taxa de Juros N o m in a l............................................................................... 90
Taxa O ver M e n s a l.................................................................................................
Taxa O ver A n u a l.......................................................................................... 93
Taxa de Juros R e a l ............................................................................... 94

C a p ítu lo 10
A p lic a ç õ e s e E m p r é s t i m o s ................................................................................9 7

P a rte 1 - A plicações F in a n c e ir a s ..................................................................... 97


Caderneta de P o u p a n ç a .............................................................................. 97
Certificado de Depósito Bancário - C D B ....................................................99
Tributação no B ra s il...................................................................................... 99
Previdência P riv ad a.................................................................................. 1qO
Taxa de C arregam ento.............................................................................. 101
Conhecendo a HP 12c

Parte 1 - Ligando e Desligando sua HP 12c

Para ligar a HP 12c devemos pressionar a tecla ON. Após pressioná-la, deverá surgir
no mostrador o valor 0 , como também poderá surgir o último número referente à ope­
ração anterior. Caso a HP 12c não seja desligada manualmente, ela será automatica­
mente desligada.
Com o objetivo de manter a vida útil das baterias, a HP 12c apresenta um dispositivo
de desligamento automático. Desta forma, no intervalo de 8 a 17 minutos após ter sido
usada pela última vez, ela 12c será desligada.
Quando a HP 12c responde corretamente, podemos, enquanto desligada, segurar a te­
cla e apertar a tecla ON. Em seguida, devemos liberar a tecla ON e depois liberar a
tecla Esse procedimento inicia um teste nos circuitos eletrônicos da HP 12c.
Assim, as teclas devem ser pressionadas em ordem da esquerda para a direita ao longo
de cada linha, começando com a primeira e terminando com a última linha Como a
tecla ENTER pertence às duas últimas linhas, a mesma deve ser pressionada duas
vezes, uma vez em cada linha.
Ao pressionar cada tecla, segmentos diferentes no mostrador são ligados. Se a HP 12c
estiver funcionando corretamente e todas as teclas forem pressionadas corretamente,
será exibido no centro do mostrador o número 12 .
I
O Mostrador da HP 12c A tecla M.DY

O mostrador da HP 12c apresenta o máximo de 10 dígitos significativos, embora a Indica que a HP 12c estabelece o formato da data, para operações com datas, no formato
HP 12c retenha internamente um máximo de 12 dígitos. Na apresentação de dados mês-dia-ano. Este indicador aparecerá quando as teclas g M.DY forem pressionadas.
adicionais sobre a HP 12c, alguns indicadores especiais estarão disponíveis no
mostrador. As teclas STO EEX
O mostrador da HP 12c permite a apresentação de números com até 10 dígitos, sendo
um máximo de 9 dígitos à direita do ponto decimal. As vírgulas ou pontos são utiliza­ Indicam que a HP 12c está no modo de capitalização exponencial. Desta forma, o perío­
dos para separar números em grandezas de milhares, a exemplo de 44 .444 .444 , 00 . do inteiro e o período fracionado serão considerados para definição dos juros no regime
O indicador running, ao centro, informa que o procedimento de cálculo encontra-se de juros compostos. O indicador c irá aparecer ou desaparecer quando as teclas STO
em andamento. EEX forem pressionadas. Alternativamente, quando o indicador c não está ativado, a HP
O indicador error, ao centro, é indicativo da existência de uma condição de erro. 12c irá considerar, para definição dos juros, o regime de juros compostos para o período
Caso 0 cálculo resulte num número cuja magnitude seja inferior a 10-^^ o cálculo não é inteiro e, em seguida, o regime de juros simples, para a parte fracionada.
interrompido, mas o valor 0 é utilizado para aquele número em cálculos subseqüentes.
A tecla P/R
A tecla f
Indica que a HP 12c está no modo de programação. Este indicador aparecerá quando as
Indica que a HP 12-c irá acessar a função alternativa da próxima tecla a ser pressiona­ teclas f P/R forem pressionadas.
da. Este indicador aparecerá quando a tecla f for pressionada.

A tecla g Parte 2 - Formato do M ostrador da HP 12c

Indica que a HP 12c irá acessar a função alternativa da próxima tecla a ser pressionada. No formato de ponto decimal flutuante, são apresentados no mostrador da HP 12c todos
Este indicador aparecerá quando a tecla g for pressionada. os dígitos diferentes de zero à direita do ponto decimal. Altemativamente, pode-se defi­
nir 0 número de casas decimais em que o resultado deverá ser apresentado no mostrador.
A tecla BEG
Formato do Ponto Decimal Flutuante
Indica que a HP 12c irá definir os pagamentos de uma série uniforme como antecipa­
dos, ou seja, feitos no início dos períodos a que se referem. Este indicador aparecerá A HP 12c apresenta no mostrador números formatados no ponto decimal flutuante, na
quando as teclas g BEG forem pressionadas. faixa de 9 ,999 ,999,999 até 0 ,000000001 , positivos ou negativos.
Sempre que a HP 12c for ativada, ela estará no formato “ponto decimal flutuante”.
A tecla END
Definição do Número de Casas Decimais
Indica que a HP 12c irá definir os pagamentos de uma série uniforme como postecipados,
ou seja, feitos no fmal dos períodos a que se referem. Este indicador aparecerá quando A tecla f precedida de um número possibilita a definição do número de casas decimais
as teclas g END forem pressionadas. em que o resultado deverá ser apresentado no mostrador da HP 12c. Desta forma, ao se
mudar o formato, pode-se converter um número de um formato para outro.
A tecla D.MY Assim, para definir o número de casas decimais, deve-se pressionar a tecla f e, em
seguida, pressionar a tecla numérica mais apropriada para operação (0 - 9).
Indica que a HP 12c estabelece o formato da data, para operações com datas, no formato No caso de um resultado ocupar mais do que o número determinado de casas decimais,
dia-mês-ano. Este indicador aparecerá quando as teclas g D.MY forem pressionadas. 0 número apresentado no mostrador será arredondado. Ao contrário, se um resultado
ocupar menos casas decimais do que ó número determinado, serão acrescentados nú­ Tecla de F u n ção A lternativa
meros zeros à direita da última casa decimal.
No caso do resultado de um cálculo apresentar um número de vários dígitos ou de A tecla f permite o acesso à função altemativa da próxima tecla a ser pressionada. O
poucos dígitos, este número será apresentado em notação científica. indicador aparecerá no mostrador da HP 12c quando a tecla f for pressionada.
Desta forma, na notação científica, um resultado é expresso com um valor-base, defini­ Assim, para executar uma função altemativa da HP 12c, deve-se pressionar uma das
do por mantissa, multiplicado por 10 elevado a determinada potência. teclas, f ou g e, em seguida, a tecla da função apropriada.
Para especificar o formato de exibição “notação científica”, pressionamos as teclas f . Na HP 12c, IRR é uma função altemativa da tecla FV. Para ativá-la será necessário
utilizarmos, anteriormente, a tecla f
Outro exemplo diz que N. é uma função altemativa da tecla FV. Para ativá-la, será
Exemplo para Notação Cicntífiea necessário utilizarmos, anteriormente, a tecla f.
Obje(i>o TccIas •Moslrador
Im portante
l.igara IIP 12c c dellnir o .\ Algumas informações são importantes para utilização das funções altemativas:
duas casas decimais. CLx 0.00
f2
- Sempre que se pressionar a tecla f ou g surgirá no mostrador da HP 12c o
liar entrada no número 123456 indicador apropriado a cada uma delas, até que outra tecla seja pressionada.
para a operação. EM KR 123.456.00 - No caso de se pressionar a tecla f ou g e, em seguida, uma tecla que não
apresente função altemativa, a tecla pressionada executará a função principal.
Definir o número apresentado - No caso de se pressionar a tecla f ou g acidentalmente, deve-se pressionar a
no mostrador eni notação f. 1,234560
cientifica. -05 tecla ENTER para obter o cancelamento da função.

Parte 4 - Elim inação do Conteúdo da HP 12c


O expoente, neste exemplo, indica que o ponto decimal deve ser deslocado cinco casas
decimais para a direita, o que resulta no número 123.456,00, que são os primeiros A tecla ON não elimina o conteúdo da última operação realizada pela HP 12c. Tam­
dígitos do número que estava anteriormente no mostrador. bém, sua execução não elimina os valores porventura armazenados na memória. Uma
Para retomar ao formato de exibição padrão, pressionamos f seguido do número seqüência de teclas irá eliminar o conteúdo dos registradores financeiros, de programa­
desejado de casas decimais. O formato de exibição de notação científica permanece
ção, estatísticos e de memória.
em efeito até que seja alterado o formato de exibição padrão. Quando a HP 12c é
desligada e ligada novamente, os números continuarão no formato de exibição “no­
R egistradores de M em ória
tação científica”.
Os números são armazenados em memórias conhecidas como registradores de
annazenamento, ou simplesmente registradores.
Parte 3 - Funções Alternativas das Teclais da HP 12c Quatro registradores especiais são utilizados para amiazenar números durante os cál­
culos. Outro registrador é usado para armazenar o último número exibido no mostrador
A HP 12c foi desenvolvida para dispor de um grande número de operações matemáti­ antes da execução de uma operação. Este registrador é definido por LSTx.
cas, sem, contudo, sobrecarregar o número de teclas disponíveis. Assim, a função prin­ Além desses registradores, nos quais os números são armazenados automaticamente,
cipal de cada tecla está definida no centro da própria tecla. Muitas teclas podem execu­ existem mais 20 registradores de armazenamento de dados, que recebem a designação
tar mais de uma função. Desta maneira, as teclas f ou g dão acesso às outras funções.
de /?„ a e „ a 7 ? Caso algum programa esteja annazenado, um número menor de
registradores ficará disponível para o armazenamento de números. Contudo, um míni­ A Memória
mo de 7 registradores estará sempre disponível.
Os registradores de armazenamento - referenciados como registradores financeiros - A memória pode armazenar qualquer valor numérico dentro dos limites de operação da
ficam reservados para serem utilizados em cálculos financeiros. HP 12c. Ao ser desligada, qualquer valor armazenado será retido em razão das caracte­
rísticas da HP 12c.
Eliminação do Conteúdo da Memória e das Operações Desta forma, pode-se utilizar a memória para comparar um valor com o resultado de
um cálculo posterior ou para recuperar um número utilizado várias vezes num cálculo.
Deve-se pressionar a tecla CLx para eliminar entradas de números incorretos. A tecla
ON não afeta a memória da HP 12c e os registradores existentes. A Tecla de Armazenamento STO
Para eliminar uma entrada de número incorreto, deve-se pressionar CLx uma única vez.
Para eliminar uma condição de erro indicado por error no mostrador da HP 12c, deve- A tecla STO precedida de um número armazena na memória correspondente o número
se pressionar CLx uma só vez. contido no mostrador, substituindo qualquer outro número por ventura armazenado.

A tecla para Recuperação de Dados RCL


Kxcniplo p a ra Kliniiiiação ilns Rc<;islra(lores Financeiros,
de P rogniniação, Estatísticos c Todos A tecla RCL precedida de um número coloca no mostrador da HP 12c o número arma­
zenado na memória, sem alterar o conteúdo da mesma. Ao copiar do registrador de
O hjctivo Tccias .M ostrador armazenamento para o mostrador, o número no registrador de armazenamento perma­
CI.x nece inalterado.
1.impar o nioslrador c o
0.00 Assim 0 número que estava no mostrador fica automaticamente armazenado na HP 12c para
rciiistnuior X
os próximos cálculos, exatamente como ficaria um número que estivesse no mostrador.

Limpar os registradores
linanceims. f FIN 0,00
K xcm plo p a ra lltili/a ç ã o d a .M emória

Limpar a memória dc progra- Uin investidor cimscgiic iirnia/ciiiir ;i i|iiaiui(i;ule ilc ações ilc que liispòc. Assim,
niavào (i|LiaiKÍo pressionada fPIiG .M 0.00 ó possivel armazenar a quantidade de ações da empresa (I 3,i) e também a
no modo de programação). ciuaniidade de ações ila empresa H (4S) nos registros de arnia/enamento. Mais
tarde. caso o investidor decida avaliar o valor dc uma de suas ações, c possivel
1.impar os registradores csta- recuperar e determinar seu valor
lisiicos. registradores da pilha
operacional e o mostrador f I 0.00
O b jetiv o Teclas M o stra d o r
(Ia lll> I2e.
Ligar a IIP 12c, litiipar os rc- ON
Limpar os registradores de
gistradorcs llnaneeiros íixar f FIN 0.00
dados, llnaneeiros. pilha,
registratlor /..V/á-, alé'm do f RF-G 0.00 os dados em duas casas deci­ t'2
mostrador da 111’ 12c. mais c limpar o registrador. Cl A

A rm a/cnar a primeira 135,00


1.^5 S'TO 0
infom iação ein R
Parte 5 - Operações com Memória .'\rm azcnar a Segunda
48 STO 1 48,00
inform ação cm R,
Pode-se utilizar a memória da HP 12c para amiazenar números, somar e recuperar um
valor numérico. D esligar a 111’ 12c. ON
L ig ara IIP 12c. Objetivo Teclas D em onstrador
ON 4S.00
Ligar a IIP 12c. limpar «s ro- ON
Recuperar a priineira 0,00
RC LO 135.00 üistradofcs llnancciros, tlxar f FIN
iiiforniaçào.
os dacios ctn duas casas dcci- 12
iiiais e limpar o registrador. CI.x
D igitar 0 preço da ação
da etnpresa A. 23,50 23.50
.Antia/euar a primeira 5000 5.000,00
informação em K„ STO 0
Mulli|-)licar o preço da ação A
pela inform ação rcsiistrada X 3.172,50 Subtrair a compra da primeira
tia HP 12c. ai,'ào do saldo em R„. übser-
\ atiios que o mostrador 256.45 256.45
conlinua a e.xibir a quantia STO - 0
subtraida; a resjiüsta é arma­
zenada apenas ctn R„.
O perações A ritm éticas com M em ória
Subtrair a cotiipra da 196.00 106.00
segunda açào. STO - 0
A HP 12c permite operações aritméticas com o número do mostrador e o número de um
registrador de armazenamento, e o armazenamento do resultado nesse mesmo registra- Subtrair a ct)mpra da 2.450.00 2.450.00
dor, sem alterar o número do mostrador. Para isso é necessário: terceira ação. s ro - 0

Recuiierar o nitmero em /<.„ 2.0‘)7.55


- Pressionar STO; KCI.O
para eoiiferiro iio\o saldo.
- Pressionar o operador matemático + - x h- para especificar a operação desejada;
- Digitar o número do registrador.

Assim, quando a aritmética do registrador de armazenamento é executada, o novo nú­ A M em ória C ontínua
mero do registrador é determinado, seguindo a regra abaixo:
A memória contínua abriga os registradores de armazenamento de dados, os registra­
dores financeiros, os registradores da pilha, LSTx, a memória de programação e as
informações de status, como formato do mostrador, formato da data e modo de paga­
núm ero aUial núm ero anligo núm ero do mento. Todas as informações contidas na memória contínua são preservadas, mesmo
do rci;i.strador do registrador m ostrador quando a HP 12c é desligada.
Além disso, as informações contidas na memória contínua são preservadas por um
curto período, quando as pilhas são retiradas, para que se possa trocá-las sem perda de
dados ou da programação.
A memória contínua pode ser reinicializada se a HP 12c sofrer uma queda ou algum
A aritmética do registrador de armazenamento só se aplica aos registradores a
outro dano, ou se o fornecimento de energia for interrompido. Também se pode
reinicializar a memória contínua da seguinte maneira:
Kxcinplo para Operações tom M enniria
-Desligar a HP 12c;
Liii investidor ;ipreseriUiv;i cm tonUi corrcnlf ü viilor de 5,()Ü0.Ü().
l\'la tiianiià, coiiiproii avòes da eiiipivsu ,'\ por 256.45. A lardo. - Manter pressionada a tecla enquanto a tecla ON é pressionada.
eoiiijiiou iiçòcs da empresa li por 196.00. \ o linal do dia, comprou
o ultima lote de ações por 2.450.00. Coin base nos reüisiradores, Quando a memória contínua é reinicializada, todos os registradores são zerados. A
P»^sivel aeoiiipaiihar o saklo deste in\ cstidor. tnemória de programação consiste de oito linhas de programa, cada uma contendo uma
instrução GTO 00. Além disso, o formato de exibição é definido como padrão, com
duas casas decimais; o formato da data é configurado como mês-dia-ano e o modo de Determinar o preço de um x 27.300.00
pagamento é definido como postecipado. lolc de 6.()00 ações.
Toda vez que a memória contínua é reinicializada, o mostrador exibirá a mensagem Itilroduzir a quantidade de
p r error. O acionamento de qualquer tecla apaga essa mensagem do mostrador. ações do terceiro lote na 10.000 10.000
IIP 12e.
A tecla LSTx Rcioriiar o cuslo unitário que
se encontrava no mostrador g 4,55
LSTx
quando a tecla foi acionada.
Em algumas situações, é possível que se queira voltar a exibir o número que se
encontrava no mostrador da HP 12c antes do início de uma operação. Muito co­ neierininar o preço de utn 45.500.00
X
lolcdc 10,000 ações.
mum no momento da realização de operações aritmédcas com constantes, a tecla
LSTx também corrige erros na digitação de dados. Para tanto, é necessário pressi­
onar g LSTx.

Parte 6 - Entrada de Dados na HP 12c


Exemplo pura Utilização da leela LSTx As teclas numéricas possibilitam a entrada dos números necessários à execução das
Uma empresa decide emitir ações dc forma que as mesmas são operações algébricas.
comercializadas cm quantidades dc 4.000. 6.000 e 10.000 por lote.
Se 0 custo de cada ação corrcsponde, no mercado, a 4,55 e po.ssivcl As Teclas Numéricas 0 a 9
determinar o preço de cada lote.
As teclas numéricas permitem a entrada no mostrador da HP 12c dos dígitos de 0 a 9.
Objetivo Teclas .Mostrador A HP 12c permite a introdução máxima de 10 dígitos.
Ligar a IIP ! 2c, limpar os 0\
registradores financeiros tlxar f FÍN 0,00 Ponto Decimal
os dados em duas casas deci­ f2
mais c limpar o registrador. CLx A tecla do ponto decimal. introduz o ponto decimal. Para números decimais menores do
Introduzir a quanlidade de que 1 e maiores do que - 1, um zero será automaticamente precedido do ponto decimal.
4.000 Caso não seja apresentado nenhum ponto decimal no mostrador, ele se situa à direita
ações do primeiro lote na 4.000.00
HP 12c. ENTER
do último dígito exibido no mostrador da HP 12c.
Introduzir o custo unitário
no mostrador 4.55 4.55 A Tecla de Mudança de Sinal CHS
Delemiinar o preço de um
lote dc 4.000 ações. X 18.200.00 A tecla de mudança de sinal CHS altera o sinal algébrico do número contido no mos­
Introduzir a quantidade de trador da HP 12c, desta forma, facilitando o trabalho de entrada de números negativos.
ações do seuundo lote na 6.000 6.000 Assim, para introduzir um número negativo, é necessário, primeiro, introduzir um nú­
IIP 12c. mero e, em seguida, pressionar a tecla CHS.
Retornar o custo utiitãrio que
se encontrav a no mostrador g 4,55
LSTx
quando a leela Ibi acionada.
r

Exemplo piu;i Miidiinçii de Sinal

l’iini iiitroilu/jr iia IIP I2g o m'imci\) -5000 devemos us;ir ;i Iccla ik-
mudança dc sinal.

Objetivo TcchiS Mostrador


Ligara IIP 12c. limpar os rc- O.N
uistradorcs tlnancciros. lixar f I IN 0.00
os dados cm iluas casas ilcci- f2
inais c limpar o registrador. Cl.x
Iiitrodu/ir o niiiiicro .^4.50
cm lorniato negativo. CHS
i :.m i ; k
s.450,00
Operações Aritméticas
A Tecla de Troca de Números x<-^y

A tecla x<-^y também é útil para verificar se o primeiro número foi corretamente intro­
duzido. Antes de pressionar a tecla da operação, não devemos nos esquecer de pressi­ Parte 1 - Operações Aritméticas
onar x<^y novamente para retomar o segundo número digitado. Independente do nú­
mero de vezes que for pressionada a tecla x<->y, a HP 12c considera o número que se As teclas de funções aritméticas possibilitam a execução das operações matemáticas
encontra no mostrador como o segundo número digitado. usualmente utilizadas: adição, subtração, multiplicação e divisão. No modelo adotado
pela HP 12c, as operações aritméticas compreenderão dois números seguidos de uma
operação de adição, subtração, multiplicação ou divisão.
F.WMiplo parii Troca dc Ntinicros
Rcali/ar a subtração dc .vs|) ilc 550. Inadvcrtidanicnic, o \ alor dc .'50 As teclas de Operações Aritméticas + - x
loi introduzido inicialmcntc. Ainda assini. c possível leali/ar lal
opciaçào.
As teclas de operações aritméticas executam as operações algébricas de soma, subtra­
Objetivo leelas Mostrador ção, multiplicação e divisão. Para realizar qualquer um desses cálculos cora a HP 12c,
Ligar a HP 12c, limpar os rc- ON deve-se indicar os números primeiro, e a operação a ser executada, depois. Assim, a
gislradorcs tlnancciros. lixar II'IN 0.00 resposta é calculada quando a tecla de operação é acionada. Para separar os números é
os dados em duas casas deci­ f2
mais c limpar o registrador. necessário usar a tecla ENTER.
Cl.x
-VsO
Inlrodu/ir o número .'50. .'50.00
i:m i ; r
F.xemplo de um Cálculo Simples
Introduzir o número 550 550 550.00
Para calcular (5.43 • 10,6) : 7. é necessário proceder da seguinte
hncrter a ordcni dos números forma:
x<->y •Í50.00
introdu/idos na 1IP 12c. Objetivo Tcclas Mostrador
Rcali/ar a operação ile Ligar a 1IP 12c. limpar os rc- ON
subtração. - 200.00
gistradorcs lliuiuceiros, fixar IFIN 0,00
os dados cm duas casas deci­ Í2
mais e limpar 0 registrador. CLx
Introdu/ir o número .^.4.í. visualizá-los empilhados um sobre o outro. Esses registradores de pilha são designados,
sc'parando-0 do segundo ,‘<,4,> no manual da HP 12c, pelas letras X, Y, Z e T. Se a HP 12c não estiver no modo de
número por meio da leela
KMKU 16.03 programação, o número apresentado no mostrador é o número contido no registrador X
F.NTF.R. r.m seguida intro-
clnzir o segundo número e lO.f.-l-
O número no registradorXe, para as funções de dois números, o número no registrador Y são
st)mar os dois.
os números utilizados nas operações algébricas. Os registradores Ze Tsão utilizados na reten­
Dividir a úilinia operação 2.29 ção automática de resultados intennediários durante as operações algébricas em cadeia.
7-r
pelo número 7.
O modelo abaixo exemplifica como a pilha é utilizada em uma operação aritmética
simples e, em seguida, em uma operação em cadeia. Para cada tecla pressionada na
Kxcinpiu ilc Cálculo Simples cm Scqüênciii Ulili/.iimiu
(IS Ke^istradurcs dc .Mciiiúria
seqüência, a figura ilustra o cálculo demonstrando as teclas e os números em cada um
dos registradores da pilha automática após o pressionamento.
Fara calcular (100 37.87 -119.6 • 1.^,68) é necessário proceder da
seguinte forma;
Ohjctivo Ictlas M ostrador I -♦ 0 i) 0 0
Ligara IIP 12c. limpar os re- ON /. -* 0 0 0 0
gistrndores llnaneeiros. fixar fFIN 0.00
os dados em duas casas deci­ \ -* 0 3 3 0
f2
mais c limpar o registrador. X Kxibido 3 3 ■> 1
CI.x
Inirodu/iro número 100.
separando-o do segumlo 100 TccIas ■ l-.NTI-K
100.00
número por meio da leela KNTER
KNTKU
A tecla EN TE R separa o segundo número inserido do primeiro número. N ota­
l-m seguida, introduzir o
segundo número e subiraí-lo 62.13
mos que isto posiciona o número 3 no registrador Y acima do número 2 no regis­
37.87-
do primeiro. trador X, semelhante à posição dos números caso fossem escritos verticalmente
Introduzir 0 tcrcciro número num papel.
c subtrai-lo do resultado da 19.6- 42.54
última operação. A pilha da Memória para Cálculos em Cadeia
Por fim, introduzir o quarto
número e somá-lo com o re­ 13.68-1- 56.21 Ao contrário de uma operação simples, vamos observar o comportamento da pilha da
sultado da última operação.
memória durante um cálculo em cadeia, conforme equação algébrica abaixo:

Quando uma resposta é exibida no mostrador, é possível executar outra operação com este (2x6)+(5><4)
número, com a simples digitação de um segundo número e o acionamento de uma tecla de
operação. Portanto, não há necessidade de pressionar ENTER para separar o segundo
número do primeiro. Isto acontece porque quando um número é digitado depois de uma I -> 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
tecla de flinção, como + - x e -í-, o resultado do cálculo anterior é armazenado na HP 12c. z -► 0 0 0 0 0 12 12 0 0 0 0
N -► 0 7 1 0 12 5 5 12 0 32 0
A Pilha da Memória Automática 2 20 32 8 4
X 0 6 12 5 5 4

São utilizados quatro registradores especiais na HP 12c para armazenar os números du­
rante 08 cálculos. Para compreender como esses registradores são utilizados, devemos
cclas -► 2 t 6 X t 5 4 X - 8 .f
i;NTr:R r.NTr,r<
Os resultados intermediários não são apenas exibidos quando calcuIados;eles também retomam respostas para o registrador Y, bem como para o registrador^exibido. Assim, a
ficam armazenados automaticamente e disponíveis na pilha da memória. tecla x«->y, ao permitir a troca do número no registrador Y com aquele exibido no regis­
trador X, exibe o segundo número calculado.
Inserindo Números na Pilha Automática ENTER
Rolagem para Baixo através da tecla R l
Se dois números estiverem sendo utilizados para uma operação como, por exemplo,
uma soma, devemos pressionar a tecla ENTER entre os números para separá-los. Quando a tecla rolagem para baixo r 4 ' é pressionada, o número em cada registrador de
pilha é copiado no registrador abaixo, e o número que estava anteriormente no registra­
Quando um número é adicionado ao mostrador, ele é inserido simultaneamente no dor X é copiado para o registrador T.
registrador X. Quando teclas de números adicionais são pressionadas, os números cor­ Assim, pressionando RnI' quatro vezes sucessivamente, exibimos os números nos regis­
respondentes são anexados, isto é, são adicionados à direita dos já existentes no regis­ tradores Y , Z e T e retomamos os números aos seus registradores originais.
trador X exibidos até que a tecla ENTER seja pressionada. Ao pressionarmos ENTER
ocorre o seguinte procedimento:

1 ■ 4 ■ 3 ■ 1 1
1 ->
- O número é copiado a partir do registrador A"para o registrador Y. Este proces­
7. -*■ '> 1 , X 4 . 3 . V •>
so é parte do deslocamento da pilha para cima;
3 , X -> 1 , 4 . V 3
- A HP 12c é informada que o número no registrador X exibido está completo. V -►
Assim, termina a entrada de dígitos. 4 V y 1 X 4
X -►

Ki Kl u| Kl
O primeiro número teclado após a entrada dos números terem sidos digitados substitui o IVchis
número já existente no registrador Xexibido. A entrada do número é definida automatica­
mente quando qualquer tecla for pressionada, exceto para as teclas de entrada . , CHS,
e EEX - além das teclas de prefixo - f, g, STO, RCL, e GTO. As Funções Matemáticas para um Número e suas Alterações
Deslocando a Pilha As funções matemáticas de um número e alteração de número, como Vx, Vx ,LN, e^,
n!, RND, INTG e FRAC, utilizam apenas o número no registrador Xexibido. Desta
Quando a pilha desloca-se para cima, o número em cada registrador de pilha é copiado
maneira, quando a tecla é pressionada, a função é executada após o número no registra­
no registrador acima, e o número que estava anteriormente no registrador Té perdido.
dor X, e a resposta é, então, disponibilizada no próprio registrador X. A pilha não se
O número que antes estava no registrador Z fica, então, contido tanto no registrador X
desloca acima, portanto, o número anteriormente no registrador X não é copiado no
quanto no registrador Y.
registrador F; mas é copiado no registrador LSTx. Os números nos registradores F, Z e
Quando um número é inserido no registrador X e exibido a partir do teclado, de um
T não são afetados quando uma função de um número é executada.
registrador de memória RCL, ou a partir do registrador LSTx a pilha normalmente
sobe primeiro. A pilha não sobe se a última tecla pressionada antes de um número ser
inserido for uma das seguintes: ENTER, CLX, I + , I - , 12x ou 12+. Se uma dessas
Função Porcentagem
teclas for a última a ser pressionada, o número exibido no registrador Z é substituído
Quando qualquer uma das três funções de porcentagem é executada, a resposta é colo­
quando um novo número for inserido.
cada no registrador Z, o número anteriormente do registrador X é copiado no registra­
dor LSTx, mas a pilha não desce. Os números nos registradores Y , Z e T não são altera­
Invertendo a Posição dos Números x o y
dos quando uma função de porcentagem é executada. O modelo abaixo dá uma idéia
do deslocamento da pilha:
Pressionando a tecla x<->y ocorre a troca dos números nos registradores A'e Y. Algumas
funções, a exemplo de ADYS, INT, AMORT, PRICE, SL, SOYD, DB, x, s, y, r e jc, r
20
As teclas do Antilogaritmo Natural g e'
I • 20
Z ■ 22 A seqüência de teclas calcula o antilogaritmo natural do número contido no mostrador da HP
Y ■ 24 24 12c. Desta forma, temos o valor de elevado à potência do número contido no mostrador.
X ■ 26 6.24
Exemplo para Operações com Logaritmo c .Antilogaritmo

LSTx ■ 26
Para Calcular In 210 c c'“*', c neccssário proccdcr da seguiiiic Ibrma:
Teclas■ %
Objeti%o Teclas M ostrador

I.igar a HP 12c, limpar os re- ON


gislradoresi ínianceiros, fixar » HN 0,00000
O registrador LSTx
os dados cm cinco casas deci­ f5
mais c limpar o registrador. CLx
O número no registrador A"exibido é copiado no registrador ZSTx sempre que qualquer
uma das seguintes teclas de função for pressionada: Introduzir o número 210. 210 210,

A seguir, introduzir as teclas


g LN, para calcular o g LN 5,34711
-r - X H- l/x logaritmo natural.
X X

y e LN .Cx RND
1,impar todos os regislradores. f REG 0,00000
FRA C INTG 1 + s- A-, r
A o.so
y,i' n! % A% %T Introduzir o número - 0.80 - 0,80
CILS
DATE ADYS Hm seguida, introduzir as
teclas o <?' |iara calcular í' ã 0,44933
potência.
Pressionando as teclas g LSTx a pilha sobe, com exceção de que ENTER, CLX, S+,
S-, 12x ou 12+, tenham sido a última tecla pressionada. Em seguida, o número do
registrador LSTx é copiado no registrador Xexibido. O número permanece também no Logaritmo Decimal
registrador LSTx.
Apesar de a HP 12c não dispor de uma tecla especifica para o cálculo do logaritmo
Parte 2 - Operações com Logaritmos decimal, ela dispõe deste recurso.

Os logaritmos são importantes em certas operações de finanças, bem como em outras


operações estatísticas. Outras variedades de operações exigem o valor de logaritmos. Exemplo para Logaritmo Decimal
Desta forma, as seqüências das teclas na HP 12c dão acesso ao cálculo dos logaritmos,
Para calcular o log 45, é necessário proceder da seguinte forma:
bem como dos logaritmos naturais.
Objetivo Teclas M ostrador
As teclas de Logaritmos Naturais g LN
I.igar a HP 12e, limpar os re- ON
gislradores financeiros, lixar fFIN 0,00000
A seqüência das teclas g LN calcula o logaritmo natural, cuja base correspondente a os daílos cm cinco casas deci­ rs
2,718281828 do número contido no mostrador da HP 12c. mais c limpar o registrador. CLx
A tecla de Potência y*
Inlroiliizir o número 45. 45 45.

A seguir, inlrodii7.ir as teclas A tecla y* determina a potência de um número. Esta tecla requer a entrada de dados de
<> l-.N, para calcular o íí l-N 3,80666 dois números.
logariiino nauiral.

Delenniiuir o logarilino 10}. 2,30259


natural de 10, LN Evemplo para Tecia de Potência
Dcicrniinar o logaritmo dc 23 l’ara determinar o valor dc (5,20), e necessário o seguinte
na base U) pela divisão do procedimento;
1,65321
resultado da primeira opera­
rão com c.sta última. Objetivo Teclas M ostrador

Ligar a 1IP 12c, limpar os re- O.N


Parte 3 - Recíprocos, Potenciação e Radicíação gistradores (nianceiros. Il.xar 111N 0.00
os dados em duas casas deci­ Í2
mais c limpar o registrador. Cl.\
A HP 12c possibilita o cálculo de recíprocos de um número, a potência de um valor, bem
como definir sua raiz quadrada. A seqüência das teclas de potenciação e de radiciação Introduzir o número 5,20 5,20
5,20
como base da e.\poncnciaçào. KNTKR
determina qualquer potência ou raiz dentro dos limites de cálculos da HP 12c.
.'\ seguir introduzir o número 3 y' 140,61
A tecla de Recíproco l/x 3 e definir a exponenciação..

A tecla l/x determina o recíproco do número contido no mostrador, o que corresponde


Exemplo para le d a de Potência
a dividir 1 por este número. Esta operação é conveniente quando se faz necessário
dividir 1 por outro valor. Assim, caso o divisor já esteja no mostrador em razão de Para determinar o valor de ( 5 ,2 0 ) 'é necessário o seguinte
algum cálculo anterior, pode-se obter o recíproco do número. procedimento:
Objetivo Teclas M ostrador
E\empli> piirii Tecla de Recíproco
Ligara IIP 12c, limpar os re- ON
Para determinar o valor de 2 (6+3), é necessário o seguinte gistradores financeiros, fixar fFIN 0.00
procedimento: os dado.s em duas casas deci­ f2
mais e limpar o registrador. CLx
Objetivo Tecliis M ostrador
Introduzir o número 5,20 5,20
IJgar a 1IP 12c, litnpar os re- ()\ como base da exponenciação. 5.20
ENTER
gistradorcs financeiros, fi.xar f 1 IN (),()()
os dados cm diias casas deci­ (2 4
mais e limpar o rcgistrador. A seguir, intioduziro número o.xo
CI..V 4 e dividi-lo por 5, ENTER
5-
6
Introduzir o número 6. 6,00
ENTKR Definir a exponenciação.. y' 3,74
A seguir introduzir o nútnero
3 e som;í-lo ao número 6. 3+ 9,00
As teclas de Raiz Quadrada g f
Determinar o inverso desta
soma. l/x 0,11

F.m seguida, multiplicar pelo


A seqüência das teclas g determina a raiz quadrada de um número. Alternativamente,
número dividendo da 2\ 0,22 para a raiz xésima de um número positivo, o cálculo só será possível por meio das
expres.são. regras de exponenciação.
Y

As teclas Fatorial g n!
Kxciiiplo p ara o Cálculo da Kalz Q u ad rad a

Pnra dclcrminar o valor dc é neccssário o seguinte A se q ü ên c ia das teclas g n! d eterm in a o fato rial de um n úm ero p rese n te no m o stra ­
proccdimenio; d o r d a H P 12c.
O bjelivo le d a s M ostrador
1 igar a 11P 12c, limpar os re- ON Exem plo:
gislradores financeiros, fixar IH N 0.00
os dados em duas casas deci­ 1'2
mais e limpar o registrador. Para determinar o valor de 6!, c neccssário o seguinte proccdimenio;
CLx
25 O bjetivo Teclas M o strad o r
ItUroduzir u lunneru 25. 25.00
EN TER
Ligar a 1IP 12c, limpar os re­ ON
nclliiir a sua rai/ quailrada. 5.00 gislradores tlnancciros, tlxar ITTN 0,00
os dados em duas casas deci­ f2 «
mais e limpar o registrador. CLx
6 6.00
Introduzir o número 6. E N IE R
r.xi-niplo p ara o Cálculo da Rai/, Q u ad rad a
g 11!
Para determinar o valor de {Ígà e neccssário o seguinte Definir o falorial. 720.0
proccdimenio:
O bjetivo Teclas ■Mostrador
Arredondamento
Ligar a IIP 12c. limpar os re­ ON
gislradores ílnaneeiros. fixar fF IN 0,00 O form ato de exibição da HP 12c que define o núm ero de casas decim ais de u m núm e­
os dados em três casas deci­ (2
mais e limpar o regisiratlor. ro é arredondado quando o m esm o se apresenta no m ostrador. N o entanto, este núm ero
CLx
apresentado não afeta o núm ero arm azenado.
64 D esta form a, pressionando as teclas f R N D , altera-se o núm ero arm azenado n a H P 12c,
Introduzir o número 64. 64,00
ENTER
o qual corresponde ao o núm ero exibido no mostrador.
Introilu/ir o número 6. 6 Para arredondar um núm ero para outro determ inado núm ero de casas decim ais, pode-
6,
se configurar tem porariam ente o form ato de exibição para m ostrar o núm ero desejado
de casas decim ais, e em seguida, pressionar f RN D .
Deierminar o seu recíproco. l/x 0.17

Tecla de números inteiros e fracionários g INTG e g FRAC


Definir a exponenciação. 2.00
A com binação das teclas g IN T G substitui o núm ero no m o strad o r da H P 12c pela
sua p arte inteira, ou seja, substitui todos os dígitos à direita do ponto decim al p o r 0.
Im p o rta n te O núrriero é alterado no m ostrador e no interior da HP 12c. O núm ero original pode ser
A operação foi definida através da propriedade das expressões radicais. L em ­ recuperado através das teclas g L ST x.
A s te cla s g F R A C su b stitu em o n ú m ero p rese n te no m o stra d o r p e la su a p arte
bre-se de que um radical é um a expressão da form a ^ , denotando a raiz n-
fra cio n á ria, isto é, su b stitu em to d o s os d íg ito s à esq u erd a do p o n to decim al p o r 0.
ésim a p rincipal de a. U m a das regras diz que, d ad a u m a raiz d efinida p o r
A ex em p lo d a função IN T G , a função F R A C altera tan to o n ú m ero arm azen ad o na
,devem os ter .
HP 12c como 0 número em exibição. O número original pode ser recuperado através
das teclas g LSTx.

Exem plo p ara Definição do Valor Inteiro e F racionado

Para determinar o valor inteiro c fracionário da expressão 50/450,


é necessário o seguinte procedimento:
O bjetivo Teclas ■Mostrador

Ligar a IIP 12c, limpar os rc- ON


gistradores financeiros, fixar f FIN 0,000
os dados em três casas deci­
mais c limpar o rcgistrador.
12
CLx
Operações com Datas
50
Introduzir o número 50, 50.000
RNTEU
Introduzir o número 450 c
proceder á divisão. 450- 0,111

Determinar a parte inteira do


número no mostrador da g lN T G 0,000
HP 12c. Parte 1 - Operações com Datas
Recuperar o número anterior. g LSTx 0,111
A HP 12c possibilita o cálculo de operações que necessitam de datas ou até mesmo de
Determinar a parte Iracionada dias entre duas datas. Desta forma, as funções de calendário trabalham com datas entre
do número no mostrador da g FRAC 0,111 15 de outubro de 1582 a 25 de novembro de 4046.
HP 12c.

P adrão M ês-D ia-A no g M .D Y

Este formato de apresentação de data corresponde à informação do mês, precedida do


dia e ano correspondentes.

Exemplo para Registro de Data no Formato Mês-Dia-Ano


Para registrar a data 20 de maio de 2006. c necessário o seguinte
procedimento;
01ijeti\o Teclas M ostrador

Ligar a IIP 12e. limpar os re- O.N


gistradores financeiros, lixar IFIN 0,000000
os dados em seis casas deci­ f6
mais e limpar o rcgistrador. CLx
Definir o formato de data com í; 0.000000
0 padrão mès-dia-ano. \LDV
A Tecla de Definição de uma Data Anterior e Posterior - DATE
üigiiar 0 mês do maio. 05. 05.

Digitar, a seguir, o dia. 20 05.20 A tecla DATE é utilizada para definir uma data a partir de um número de dias posteri­
ores ou anteriores a uma data definida anteriormente. Os números do mês, dia e ano (ou
2006
Digitar 0 ano. 5.202006 dia, mês e ano) são separados por separadores de dígitos, e o dígito à direita da respos­
ENTER
ta indica o dia da semana, adotando como padrão o número 1 para segunda-feira e o
número 7 para domingo. Os demais dias são representados pelos números 2, 3,4, 5 e 6
Padrão Dia-Mês-Ano g D.MY e, nesta ordem, representados terça, quarta, quinta, sexta-feira e sábado.

Este formato de apresentação de data corresponde à informação do dia, precedida do


mês e ano correspondentes. Exemplo para Cálculo de uma Data Posterior
Para dcllnir 150 dias após a data 20 dc maio dc 2006, c ncccssário
0 seguinte proccdimcnto:
F.\i'iii|)ln para Rcyisiro de Oala iio Formato Dia-Mcs-Aiio
Objetivo Teclas iMostrador
Para regisirar a data 20 dc maio dc 2006, c nccessátio o seguinie
proccdimcnio: Ligara IIP 12c. limpar os rc- OiN
gistradorcs financciros, lixar riTN 0.000000
Ohjelivü Teclas M ostrador os dados cm seis casas deci­ fò
mais e limpar 0 regisirador. CL.X
I igar a I IP 12c. limpar os rc- O.N
üisiradoros tniancciros. fixar f riN o.oooooo Dcllnir o Ibrmato dc dala com
0.000000
os dados (.-m seis easas dcri- ffi 0 padrão dia-inês-ano. ^O.MV
mais e limpar o rcgisirador. Cl.x
Digitar 0 dia. 20 20.
Dcllnir o formato dc dala com K 0.000000
o padrão dia-mcs-ano. D.MY Digitar 0 mcs. 05 20.05
Diuiiar. a seguir, o dia. 20. 20. 2006
Digiiar e introduzir o ano. 20.052006
ENTER
Diaitar o mês. 0,s 20.05
Dcllnir 0 número dc dias. 150 150
Digiiar c iiurodtizir o aiio. 2006
20.0.S2006 17,10.2006
F-NTEU Defmir a próxima data. g D.\TE 2

Informações sobre o Formato de Data


A Tecla de Definição do Número de Dias entre Datas - ADYS
Quando o formato da data apresentar-se configurado em dia-mês-ano, o indicador de
status D.MY estará presente no mostrador da HP 12c. Se D.MY não estiver presente, A tecla ADYS é utilizada para definir o número de dias entre duas datas. A resposta
significa que o formato de data está configurado no padrão mês-dia-ano. exibida representa o número de dias que separa as duas datas, incluindo os dias a mais
O formato de data permanece configurado no modo especificado até que seja alterado. que ocorrem nos anos bissextos, quando for o caso. AHP 12c também define o número
Desta forma, o formato não será restaurado quando a HP 12c for ligada. Entretanto, se de dias entre duas datas com base num mês de 30 dias. A resposta fica armazenada na
a memória contínua for reinicializada, o formato de data será configurado como mês- HP 12c e, para exibi-la, é necessário pressionar x<->y. Para retomar a resposta original
dia-ano, que é o formato americano de datas. ao mostrador, deve-se pressionar novamente x o y .
Kxcmplo pura Definição do N úm ero dc Dias entre Datiis

Para definir o número dc dias cnlrcs as datas I de maio de 2006 e I de


juniio de 2007. é necessário o seguinte procedimento:
Objetivo Teclas M ostrador
Ligar a IIP 12c. limpar os rc- ON
gistradores financeiros, fixar fF IN 0.000000
os dados em seis casas deci­ f6
mais e limpar o regislrador. ( l.x
Detlnir o íormato de data com
0 padrão dia-mês-ano. 0.000000
D.MV
Digitar 0 dia. 01 . 01.
Operações Comerciais
Digitar 0 mcs. 05 01.0.5

Digitar e intm du/ir o ano. 2006


1.052006
ENTER
Dellnir a próxima data. 01 .0 6 2 0 0 7 0 1.062007

Definir o número dc dias Parte 1 - Operações Comerciais


entre as datas. ÍJADYS .■Í96

Delinir o número de dias. A HP 12c possibilita o cálculo de operações que envolvem relações de porcentagem.
com base num mês de 30 dias. 390
Para a HP 12c, não é necessário converter uma porcentagem para seu valor equivalente
decimal, uma vez que a ela já procede a esta operação. Os recursos disponíveis refe-
reiTi-se à definição do valor percentual, à variação percentual, bem como à relação
percentual entre um valor em relação a um total.

A Tecla de porcentagem %

A tecla % permite calcular o valor correspondente à porcentagem de um número.

E xem plo p a r a o C álculo ilo \ a lo r Pereciitual

Para delinir 15% dc 500.00. c necessário o seguinte procedlmcnio:

O b j f l ív » Teclas M o s tr a d o r

l.igar a 1IP 12c. limpar os rc- ON


gistradores iHuincciros. Hxar I I TN 0.00
os dados cm iluas casas deci­ n
mais e limpar o regislrador. C l .x

InUüdu/ir o núiucru. 500


500.(10
separando-o da porceiuagcm.
r.xcmpli) para I)erml(,-ào tia Variaçàii Perccntiial
Iniroduzir a porecniagcni. 15 15.
Para delinir a variavão percentual entre 15 e 2‘). c necessário o
llolMiir o valor pctvcnlual. % 75.00 se.tiuinic procedimenio:
Objetivo reelas .Mostrador
Alternativamente, este valor poderá ser somado ou subtraído do valor inicialmente arma­
zenado. Assim, ao final da operação, deve-se utilizar a tecla + ou conforme o caso. Ligar a 1IP 12c. limpar os re- ON
gistradoies financeiros, tl.xar II-IN 0,00
os dados eiii ciiias casas ileci- 12
E x e n ip lu p a r a Dcfiiiivrio d c \ a lo rc s P c rc c n tu iiis S uccssix os mais e limpar o registrador. C Lx
l’ara (lofinir o v alor llnal d o s acrcscinios pcrcciuiiais .iiicc.ssivos dc
Imrodii/iro número, separan- 15 15.00
().50''(i. O.S()"o c 2“ u. num dclcrniiiiado p roduto, c iicccssário o scgiiinic
proe-cdiiiiciito: do-o ila variarão percentual. K M K lí

O l)je(ivi) T eclas M o s tr a d o r Introiki/ir o segundo número. 2‘) 2‘J

L igar a IIP 12c. lim p ar os rc- ON Delinir o \ alor da \ ariai,'ào


A"/„
;jislrad orcs Iniaiicviros. I'i.\ar iU N (1.00000 percentual.
os d ad o s cni cin co casas <lcci- 15
m ais 0 lim p ar o reg islrad o r C l.x
Tecla percentual do total %T
In tro d u /ir o n úm ero 1 com o 1
1,00000
a n illc io para o cálculo.
A tecla % T permite que seja definida a relação percentual em relação a um total.
In iro d u /ir a prim eira
0.50 0.50
po rcen tag cn i.

DcH m r o \ alo r pcrccniual. *'/ii 0 .00500


l'xempl(i para Dellnivão do l*crcoiiliial doTolaI
A d icio n ar este valor ao + 1.00500
n ú m ero im cial 1. Para dellnir a variarão percentual da composição acionária de uma
In tro d u zir a S egunda
carteira de ai,òes. iremos considerar i|ue um investidor apresenta 1.000
o.xo o .so ai,òes de três empresas com preços de 10.50. 12.00 e 45,00. Desta
porcciilagciii.
forma, para dellnir o \alor percentual de cada ação sobre o uual da
DeUnn- o \ alo r perceniual. "X. O.OOSOI carteira, é necessário o segninle procoiliniento;
.\d ic io n a r esie \ a lo r ao n ú ­ -f Objetivo Teclas Mostrador
1,01.^04
m ero aiu erio rm cn te definido.
In tro d u /ir a tercen a l.igar a 1IP 12c. limpar os re- ON
■> ■> 0.00
po rcen lagem . gislradores llnanceiros. lixar n-IN
os dados cm diias casas deci­ l'2
D elin ir o \ alo r percentual. v., 0.02026 mais e limpar o regislrador. CLx
A ilicio n ar este v alo r ao iiú- + Introdii/ir o preço da 10.5
n iero an terio rm en te dellnidi>.
1.0.Vv'0 10.50
primeira ação. F.Nir.R
Introdu/ir a quantidade e pro- 10..>00.()()
A Tecla de Variação Percentual %A ceiler á multiplicação. lOOOx

Introdu/ir o preço da 12.0 12.00


A tecla %A permite que seja definida a variação percentual entre dois números. Se o segundo
Segunda ação. i ;n h : r
número superar o número-base, a variação percentual será positiva. Caso contrário, se o se­
gundo número for menor que o número-base, a variação percentual será negativa. Para a HP Introdu/ir a quantidade e pro­ 12,000.00
ceder à nmlliplicaçào. 1000 X

12c, uma variação positiva indica um aumento, e uma variação negativa indica uma redução.
SoíiKir os \ ;ilorcs da pi imcira
avào coni a scgiiiula. 22.500,00

Introciiizir o preço da 4.S


IcrcLMfa ação. i:\T K U 45.00

Iiilrodii/ir a c|uamidadc c pro­


ceder à iiuiltiplicaçào. 1000 X 45.000.00

Somar o \ alorda lerccira açao


com o \ alor cia soma anierior. 76.50().00

Defiiiii- o \aIor pcrcciilual da


scguiida avào subre o lotai da 12.000
%T 17.7S
caiicira.
l-iiiiparo regislrador da
IIP 12c. Ch 0.00 Operações Financeiras
Ocilnir o valor percentual da
pi imeira ação sobre o tolai da I()..>()0
%T 15.56
caneira.

Parte 1 - Funções Financeiras

A HP 12c apresenta muitos recursos para funções financeiras. Dentre esses recursos,
há cinco registradores especiais, que armazenam os números utilizados em operações
financeiras. Esses registradores são representados pelas teclas n i PV PMT FV além
da teclas STO EEX. Todas as primeiras teclas estão localizadas na primeira fileira
superior da HP 12c.

As Teclas Financeiras n i PV PMT FV e STO EEX.

As teclas financeiras permitem armazenar um niímero correspondente no registrador


financeiro. Assim, após a digitação da informação financeira, será digitada a tecla cor­
respondente.
Caso haja necessidade de exibir um número armazenado no registrador financeiro,
deve-se pressionar a tecla RCL e a correspondente tecla financeira.
Antes de começar um novo cálculo financeiro, é prudente zerar todos os registradores
financeiros, pressionando, para isso, as teclas f FIN. Caso seja necessário repetir o
cálculo depois de alterar apenas um dos dados presentes nos registradores financeiros,
não podemos pressionar as teclas f FIN. Ao contrário, armazenamos o novo número no
registrador correspondente. Os demais números constantes nos registradores financei­
ros permanecem inalterados.
Os registradores financeiros também são zerados quando as teclas f REG são pressio­
nadas e quando a memória contínua da HP 12c é reinicializada.
Os valores das problemáticas financeiras correspondem às cinco primeiras teclas na Um problema definido em 6 períodos compostos pode ser representado da seguinte
fileira superior do teclado. Assim: forma:

- A tecla n é utilizada para registrar o número de períodos da operação financei­


ra. Este valor pode ser expresso em anos, meses, dias ou qualquer outra unidade
de tempo, desde que a taxa de juros esteja no mesmo período. A HP 12c realiza
suas operações com base em períodos, deixando a interpretação para o usuário.

A forma com que n é introduzido determina se a HP 12c efetuará ou não os cálculos As entradas e saídas dos valores financeiros são representadas por setas verticais. O
financeiros para período irregular ou regular. Caso o valor de n seja um número não valor financeiro embolsado é representado por uma seta apontando para cima do eixo
inteiro, os cálculos de i, PV, PMT, e FV serão efetuados para períodos irregulares. temporal, no momento em que ocorre a transação. Ao contrário, o recurso desembolsa­
do é representado por uma seta apontando para baixo, conforme figura a seguir:
- A tecla i é utilizada para registrar a taxa de juros por período da transação;
- A tecla PV é utilizada para registrar o valor presente da operação financeira,
bem com o valor presente de uma série de futuros fluxos de caixa; Valor l-nibolsado Valor Dosmbolsaclo
- A tecla PM T é utilizada para registrar o valor dos pagamentos fixos de uma
série periódica. Quando todos os pagamentos são iguais, eles recebem o nome
de anuidade uniforme;
- A tecla FV é utilizada para registrar o valor futuro em relação a um valor
presente, bem como em relação a uma série de fluxos de caixa anteriores;

A solução dos problemas financeiros consiste em registrar e armazenar os valores de Convenções Utilizadas nos Fluxos de Caixa
uma relação financeira por meio das teclas correspondentes e, em seguida, pressionar a
tecla correspondente ao valor desconhecido. Os valores relativos aos fluxos de caixa PV, PMT e FV devem ser introduzidos com os
sinais apropriados + (positivos) ou - (negativos).
Terminologia e o Fluxo de Caixa Assim, os recursos financeiros embolsados (seta para cima) são digitados ou mostra­
dos com sinal positivo (+), enquanto que os valores desembolsados (seta para baixo)
São inúmeras as situações financeiras. Ainda que um problema específico não seja são digitados ou mostrados com sinal negativo (-).
abordado neste livro, não podemos, por isso, concluir que a HP 12c não consiga resolvê-
lo. Toda operação financeira envolve elementos básicos, mas a tenninologia utilizada O Regime de Juros Simples
pode se apresentar diferente nos diversos segmentos do mundo financeiro e acadêmi­
co. Desta forma, devemos identificar esses elementos básicos e estruturá-los para que Devido à pouca utilização, no mercado financeiro, do regime de juros simples, a HP
fiquem definidos adequadamente seus valores, de modo que sejam informados à HP 12c apresenta limitações de cálculo para este regime, definindo apenas o valor dos
12c. Assim, 0 valor procurado poderá ser definido. juros e o valor futuro. Desta forma, prazo e taxa de juros não são definidos pela HP 12c
Uma ajuda no uso da HP 12c para cálculos financeiros é a utilização do fluxo de caixa. com o uso das funções financeiras. Caso seja necessário defini-los, as teclas de opera­
Muito utilizado em matemática financeira, é uma representação gráfica do tempo e das ções numéricas deverão ser utilizadas, desde que se conheçam as expressões algébri­
relações financeiras, associando os valores correspondentes com as teclas da HP 12c. cas em juros simples. O livro Matemática Financeira sem o Uso de Calculadoras
Dado por uma linha horizontal, chamada de eixo temporal, o fluxo de caixa repre­ Financeiras, de minha autoria, é uma indicação para estes casos.
senta o tempo de duração de uma situação financeira e deve estar fracionado em No regime de juros simples, o ano-base pode ser comercial de 360 dias e exato de 365
períodos (dias, meses, anos). dias, simultaneamente.
Qualquer um dos dois anos pode ser exibido na HP 12c. Além disso, com os valores ção da taxa de juros. Para efeito de cálculo, necessariamente, a taxa deve estar no
definidos para os juros, é possível determinar o valor futuro, pressionando, para isso, a formato anual. Caso nenhum desses dados esteja no padrão, deve-se proceder à sua
tecla +. transformação. Isto se deve a utilização das seguintes fórmulas pela HP 12c:
Em qualquer dos regimes de juros simples, sempre os juros da operação serão dados
pela diferença algébrica entre o valor futuro e o valor presente. Desta forma, a soma
entre os juros e o valor presente representará o valor futuro. 3ÕU 3gQ

j - . . r = p v -------i
Kxcmplo p a ra o R csinic de Ju ro s Sim ples 365

Uin em préstim o ctc .SOO.OOO.OO foi rcíilizado pelo prazo dc nicscs a


tima laxa de Juros simples de 2% ao mcs. a serem calculados com
base 0111 36.^ dias. Para delinir o valor dos juros simples, bem como o C ob ran ça de M u lta e M ora
valor luUiro, é necessário o seguiiile procediinento:
No Brasil, uma empresa não classificada como instituição financeira, mas que concede
O bjclivo leelas M o stra d o r crédito nas suas operações comerciais, pode cobrar do cliente inadimplente uma multa
L iiiara IIP 12c, limpar os re- ().\ até 2 % sobre o valor da prestação, bem como juros de até 1% ao mês, proporcional­
gisiradores finaiiceiros, lixar f F l\ 0,00 mente ao número de dias em atraso.
os ilatlos cni duas casas deci­ Í2 Os juros simples apresentam pouca utilização no mercado financeiro brasileiro. Em
mais e limpar 0 regislrador. CLv especial, são utilizados para o cálculo do lOF (Imposto de Operação Financeira), para
Inirodu/ir o valor do capilal 500000 determinação dos encargos de empréstimos para BNDES e para definição de multa e
preseiue. CHS - 500.000,00 mora de empresas não financeiras.
PV
2
Introduzir a taxa de Juros
sempre no formato anual. EM EU 24.00 Kxeniitlii paru o R c^I iiil' dc Juros Simples ila ('(iliriiiiça
12 X i dc M ulla c M ora
5 Objetivo Tcclas M ostrador
Inlroiluzir o prazo da
operação eni dias. EiN IER 150.00
Ligar a 1IP 12e.' liinpar o_s re- ON
30 X 11 0.00
gisiradores financeiros, ll.var 1 FIX
Deterniinar ii \ ak)r dos Juros õs tlados eni duas casas deci­ 12
simples. ri.N T 50.000,00 mais e limpar o regislrador. CLx
Alterar a posição do \a lo r dos 50000
Juros no regislrador de R l x< >y 49.315,07 Iniroduzir o valor do capilal 50.000.00
r\
memória. presente.
Acrescentar o valor dos Juros
simples, com base no ano de Iniroduzir a taxa de mora. 2% 1.000,00
365. no \ alor presente de + 549.315,07
500.000.00, Armazenar a primeira 1.000.00
STO 0
informação em R„.
1
Para definição dos juros simples pela HP 12c, duas convenções foram respeitadas. A Introduzir a taxa de Juros ENTER 12,00
sempre no formato anual.
primeira refere-se ao prazo da taxa - (sempre diário). A segunda refere-se à apresenta­ 12 X I
Capítulo 5 - Operações Financeiras 39

500000
Introduzir o prazo cia - 500.000.00
20 n 20.00 CHS
operarão cm ilias. Introduzir o valor presente.
v\
I )cteniiiiiar o vnlor tlo> juros
simples. riN T
1i 1.00
Introduzir a taxa de juros.
Acrcscciilar o valor dos juros
simples, com base no ano de -50.353.33 Introduzir o prazo da opera­
360 dias. 5n 5,00
ção. ctii relação ao prazo
Recuperar a informação da taxa.
RCL 0 1.000.00
em R„.
525.505,0.'5
Dclcrniinar o valor futuro. VX
Aereseenlar o \ alor da mulla
ao valor dos Juros. A operação RCL
de subtração Ibi lUilizada. -500.000,00
Recuperar o valor presente.
uma vc/ i|ue a multa iipiesen- -51.333.33 V\
lava valor positi\ o e o
objeti\'o da operação era o de Som ar o valor presente
acréscimo. (negativo) com o valor futuro 4- 25.505,03
(positivo) para determ inar os
juros da operação.

O R egim e de Juros C om postos


Eveiiiplo p a ra o Regim e de Ju ro s C om postos:
Derm ição d a Taxa de Ju ro s
A HP 12c apresenta muitos recursos para o regime de juros compostos, definindo o
valor presente, o valor futuro, a de taxa de juros da operação, o prazo, os juros, além do Um investim ento no valor de 100,000,00 fot dehnido para 12 iiieses.
valor futuro por meio das convenções linear e exponencial. Ao fmal deste prazo, o valor futuro era de 179.585.63. Desta toim a,
para defm ir o valor da taxa de juros, e necessário o seguinte
Em qualquer dos regimes, os juros da operação serão sempre definidos pela diferença
entre o valor futuro e o valor presente. Desta forma, caso seja necessário definir os procedimento:
juros compostos de uma operação, utilizamos essa definição. TccIas M o stra d o r
O b jclivo

Ligar a 1IP 12e, limpar o_s re- ON


f FIN 0.00
üistradores financeiros. Itxar
os dados em duas casas deci­ Í2
l'\eiu[)l() jia ra » Rc” itne de .liiros C'nnipiislo.s: Dclluiçãti mais e limpar o registrador. CLx
1ooooo
Uin invcslitnento de .500.000.00 foi delliiido para 5 meses, com base - 100.000,00
Introduzir o valor presente. CHS
numa laxa de Juros de l^n ao mês. Desla forma, para definir o valor PV
luliin) c 0 valor dos Juros compostos, e necessário o segiiiiile
proeetiimetuo: Introduzir o prazo da opera­
12 n 12,00
ção. cm relação ao pra/o
ü l)jc (i\0 Teclas .M ostrador da laxa.
Introduzir o valor futuro da 179.5S5.63 179.585,63
Ligar a I IP !2c, limpar os rc- ON operação. FV
gistradores niiancciro.s, fi.xar f FIN 0.00
os tlados em duas casas deci­ 12 D efin ira taxa de juros 5,00
i
mais c lim par o rcgistrador. compostos.
CLx
Im portante A única alternativa para definir o valor do prazo adequado dá-se através do uso de
Para a mesma operação acima, caso fosse necessária a taxa de juros trimestral, expressões algébricas, conforme:
em vez de registramos 12 n, iríamos registrar 4 n, e a taxa trimestral seria defi­
nida por 15,76%.
FV
Entradas para o Fluxo de Caixa In
PV
Os recursos financeiros relativos aos fluxos PV e F V devem ser digitados com os sinais In 1 + -
100
apropriados + (positivos) ou - (negativos). Caso os dois fluxos sejam digitados com o
mesmo sinal, a HP 12c irá identificar o erro apresentando a mensagem error 5.

Iremos considerar o mesmo exemplo anterior, alterando apenas o valor futuro para
Kxcmplo p ara o Rc;>inic dc Juros Com postos: Dcllnição do l’razo 217.627,20. Com a HP 12c, definimos o novo prazo por meio do seguinte procedimento:

Uni invcsiimcnto cic 80.000.00 foi ícali/ado com base numa taxa dc
Juros dc 10"/(i ao mcs. Ao final dcstc prazo, o salor futuro cra dc
207.499.40, Desta forma, para dellnir o pra/o da operação, c neces­ O b jetiv o Tcclas M o stra d o r
sário 0 seguinte proccdimcnio:
Ligar a IIP 12c, limpar os re- ON
O bjetivo gistradores financeiros, fi.xar fF IN 0,00
Tcchis M o strad o r
os dados cm duas casas deci­ f2
L igara HP 12c, limpar os ro- O.N mais c lim par o registrador CLx
gislradores luiancciros, Hxar fF IN 0,00
os dados ein duas casas deci­ f2 80.000,00
mais c limpar o regislrador Cl.x Introduzir o valor presente. CHS - 80.000,00
p\
SO.OOO.ÜO
Introdu/ir o valor presente. CM.S - 80.000.00 10,00
Introduzir a taxa da operação. 10 1
1>\

Introduzir a taxa da operação. 10 i Introduzir o valor futuro da 217,627,20 217.627,20


10.00
o|ieração. FV
Introdu/ir o valor futuro da 207.499.40
operação. 207.499,40 Definir o p ra/o da operação. n 11,00
l-\-
Dellnir o pra/o da operação. II 10,00

No entanto, a operação acima foi realizada em 10,5 meses. O resultado de 11 me­


ses deve-se ao mecanismo de arredondamento da HP 12c. Somente por meio do
procedimento algébrico podemos definir o prazo. Para isso, é necessário o seguin­
Prazo da Operação te procedimento:

As operações desenvolvidas com a HP 12c definem o prazo sempre como um número


inteiro. Caso o prazo da operação seja um valor fracionado, a HP 12c arredonda este
valor para um número inteiro.
Objetivo Teclas Mostrador F^xcmplo para Capitalização I-incar no Regime
de Juros Compostos
Ligara Hl’ 12c, limpares re- ON
gisiradoies finunceiros. lixar f FIN 0.00 Um investimento de 50.000,00 Ibi realizado com base numa taxa de
os dados eni duas casas deci­ f2 uros de 5“á. ao mês. O prazo da operação c definido em 5.5 meses.
mais e limpar o registrador. CLx Desla forma, para definir o valor futuix) da operação, é necessário o
seguinle procedi ment0 :
Introduzir o valor presente. 217.627,20
217.627.20
E N TE R Objetivo leclas Mostrador

Introduzir o valor presente e Ligar a IIP 12c. limpar os re- ON


SO.OÜO - 2.72 gistradores luianceiros, fixar fFIN 0,00
reali/ur a divisão.
os dados cm duas casas deci­ f2
Determinar o logaritmo mais e limpar o registrador. CLx
1.00
neperiaiio.
50.000.00
I Introduzir o valor presente. CHS - 50.000.00
Introduzir a unidade e somar ENTER PV
com a taxa no Ibnnalo 10 I.IO
unitário. ENTER Introduzir a laxa da operação. 5i 5.00
100 -^ -i-
Definir a capitalização linear. STO
Deiemiinar o logaritmo Para isso. “c” deve estar 5.00
0.10 EEX
neperiano. desabilitado.
Introduzir o prazo da
Dividir a primeira operação 5,5 n 5.50
10,50 operação.
pela segunda.
Determinar o valor futuro. FV 65.409,4.1

Capitalização Linear e Capitalização Exponencial Para a mesma operação, caso o indicador “c” estivesse habilitado na HP 12c, a capita­
lização adotada seria a exponencial, e o valor final corresponderia a 65.389,97. O
Nas operações financeiras, o período de capitalização da taxa tem que ser valor da capitalização linear sempre supera o valor da capitalização exponencial, uma
homogeneizado com o prazo da operação. Em alguns casos, pode-se encontrar situa­ vez que, para prazos menores do que o prazo da taxa, o regime de juros simples produz
ções em que o prazo de aplicação não é um número inteiro. Desta fonua, existem duas mais juros, quando comparado com o regime de juros compostos.
formas de cálculo: a capitalização linear e a exponencial.
A capitalização linear justifica-se quando no passado não era possível contar com as
máquinas financeiras. As relações financeiras eram realizadas por meio de tabelas (ju­ Parte 2 - Série Uniforme de Pagamentos
ros compostos), e estas eram definidas apenas para prazos inteiros. Nas operações de
prazos fracionados, era possível aplicar a tabela para os cálculos da parte inteira e, a o financiamento realizado em pagamentos uniformes segue os princípios da equiva­
seguir, a utilização dos juros simples para a parte fracionada. lência de capitais, visto em juros compostos. Através da equivalência, um conjunto de
A HP 12c manteve este procedimento, bastando, para executá-lo, desabilitar a função capitais, quando trazidos para data de assinatura do contrato, representa o valor inicial
através das teclas STO EEX. Na hipótese de o visor exibir o indicador “c”, a modali­ do financiamento. Assim, a série uniforme de pagamentos caracteriza-se por um con­
dade exponencial estará ativada, de forma que todo o prazo inteiro e fracionado será junto de parcelas constantes, compostas de amortização e juros, referentes ao paga­
capitalizado a juros compostos. Assim, recomendamos que esteja sempre ativada. mento do financiamento.
Capitulo 5 - Operações Financeiras 45

não será restaurada quando a calculadora for ligada. Contudo, se a memória contínua for
No entanto, uma série de parcelas também pode representar a formação de capital restaurada, a modalidade de pagamento será configurada para pagamento postecipado.
futuro, a exemplo dos fundos de investimentos e de aposentadoria.
Antes de resolver problemas envolvendo pagamentos uniformes, algumas informações Exem plo p a ra O perações do V alor P resente
merecem ser explicadas. Os pagamentos da série uniforme podem ser realizados tanto num a S érie U niform e
no início do período (pagamento antecipado) como no final do mesmo (pagamento
Um cmprcstimo de 40.000.00 foi obtido com base numa taxa dc
postecipado). As definições que envolvem pagamentos antecipados produzem resulta­ juros dc 3'!/o ao mcs. Sabendo que as prestações postccipadas corres-
dos diferentes daqueles que envolvem pagamentos postecipados, uma vez que os efei­ pondcm a 5.698,26. podemos dctlnir o número dc parcelas neces­
tos dos juros serão menores. sárias para operação por meio do seguinte procedimento.
Os exemplos do fluxo de caixa ilustrados abaixo demonstram as duas modalidades: M o stra d o r
O bjetivo Teclas
pagamentos antecipados referentes ao período seguinte {BEG) e pagamentos referen­
tes ao período postecipado {END). Ligar a 1IP 12c. limpar os re- ON
líislradores financeiros, fi.\ar f FIN 0.00
os dados em duas casas deci­ f2
.Antecipado Postccipado mais c limpar o registrador CL x
D cllnir os pagamentos para o END 0,00
niodalidade postecipada.
Introduzir o valor presente do 40.000.00 - 40.000.00
financiamento. C H S PV

introduzir a taxa da operação. i 3,00


Im portante
Independentemente da modalidade de pagamento, a quantidade de parcelas deve Introduzir o valor das 5.698,26 5.698.26
ser igual ao número de períodos que compõem a série, e não o seu prazo. A taxa de prestações mensais. PM T
juros deve acompanhar essas parcelas. Assim, se o financiamento for semestral, a Determinar o número de 8
II
taxa de juros será semestral. Os financiamentos mais comuns são os mensais. parcelas.

Teclas para Pagamentos Antecipados e Postecipados g BEG e g END Operações com Títulos de Dívidas
Na HP 12c, as modalidades de pagamento são definidas por meio das teclas g BEG e g Exem plo p a ra O perações do Valor Presente num a
END. Desta forma, o procedimento será dado: Série U niform e
Um titulo dc divida paga juros de 90,00 ao seu titular no fuial dc cada
- Pressionar g BEG se os pagamentos forem antecipados, ou seja, feitos no semestre. Ao final de 10 anos, o valor dc 1.000,00 será devolvido ao
início dos períodos a que se referem; titular. Para detenninar o valor dc venda deste titulo na data atual,
- Pressionar g END se os pagamentos forem realizados ao final do período a com base numa taxa de 7% ao semestre, adota-se o seguinte
que se referem. procedimento;

O bjetivo Teclas M o stra d o r


O indicador está habilitado quando a HP 12c estiver configurada para a modali­
dade de pagamento antecipado. Caso o indicador não esteja habilitado, a calcula­ Ligar a IIP 12c, limpar os re- ON
gistradores financeiros, fixar f F lN 0,00
dora estará configurada na modalidade de pagamento postecipado END.
os dados em duas casas deci­ f2
Após a definição por uma das modalidades, a HP 12c permanece configurada no modo mais e limpar o registrador CLx
de pagamento selecionado, até que seja alterado. Desta maneira, a configuração original
Definir os pagainenlos para
U KM) 0.00 Introduzir a taxa da operação. 3,5 I 3,50
moda Iidade poslecipada.
Introduzir o valor dos paga­ 9(),()0 24
mentos semestrais. 90.00
P.VIT ENTER
Introduzir o níimero de 24,50
Introduzir a taxa semestral da parcelas c a carência. 15
operação. 71 7.00 EN TER
.3 0 -- - n
Introduzir o valor de resgate 1.000
final. 1.000.00 Definir o valor das prestações
FV PM T 2.217.36
mensais.
Introdu/ir o número de 10
parcelas. KM EU 20.00
2x n
Determinar o jireço de venda
do titulo de divitla. PV - 1.211.88 Série U niform e 1’o stecip ad a

35.607,23
Operações com Carência
23 24

i i ■

■~T~
Exem plo p a n i o V alor P resente com P eríodo dc C a rên cia 2.217.36 2.217,36 2.217,36 2.217.36

Um financiam ento de 35.000,00 foi obtido para ser pago durante


3 anos, com base numa ta.xa dc juros dc 3.5% ao mês. Salicndo que
as prestações são postecipadas c que c.xiste um periodo dc carência
de 15 dias para pagamento da primeira prestação, a tlefinição do O flu x o d e c a ix a ac im a re p re se n ta a o p era ção p a ra p e río d o s irre g u la re s. D e sta
valor da parcela c realizada por meio do seguinte procedimento: fo rin a, as 24 p a rc e la s p o ste c ip a d a s tiv e ra m u m a c a rê n c ia em ju ro s c o m p o sto s
d u ran te o p e río d o de 15 d ias. A o fin al d este p erío d o , as p a rc e la s fo ra m d e fin id a s
O bjetivo Teclas M o stra d o r co m b ase no v a lo r d e 3 5 .6 0 7 ,2 3 (3 5 .0 0 0 ,0 0 a tu a liz a d o s em 15 d ias a ju r o s c o m ­
L ig ara IIP 12c, lim par os rc- ON p o sto s).
gistradores llnanceiros, fixar f FIN 0.00
os dados cm duas casas deci­ f2
mais e lim par o registrador. I m p o rta n te
CLx C a so o in d ic a d o r de statu s “ c” e ste ja d e s a b ilita d o , a siste m á tic a de c á lc u ­
D ctlnir os pagam entos para lo se rá a m e sm a; no en tan to , ao c o n trá rio d a c a p ita liz a ç ã o dos ju r o s ser
moda 1idadc postcc ipada. f END 0,00
d e fin id a n a m o d a lid a d e dos ju ro s co m p o sto s, se rá d e fin id a em ju r o s sim ­
D ctlnir a capitalização p les. A ssim , o p e río d o de c a rê n c ia a tu a liz a rá os v a lo re s em ju ro s sim p les.
cxponencial. Para isso, “c” S IO C o m o n ão é m u ito co m u m tal a tu aliza ção , su g e rim o s m a n te r o in d ic a d o r
dcvc estar habilitado na 0,00
EEX “ c” h a b ilita d o .
HP 12c.

Introduzir o valor presente 35.000,00


do llnanciamento. - 35.000,00
C H S PV
Tabela de Coeficiente de Financiamento Determinar o aieficienie de
PM T 0,19702
llnanciamcnto.

Introduzir o prazo da 7,00000


Exem plo p a ra Dclinição de Valores da Tabela de Cocncieiite operação. 7n

Em algumas situações, é comum que equipe de atendimento não dis­ Determinar o cocficientc de 0.17282
ponha da IIP 12c para realizar operações de empréstimos. Neste caso, PM T
Iniancianicnlo.
podemos criar uma tabela de coeficiente. Para o modelo, iremos
considerar que a taxa de juros corresponde a 5% ao mês, para em­ Inlrodii/ir o pra/o da 8.00000
operação. 8n
préstimos até 24 meses. Desta forma, para dellnir os valores da tabela,
é necessário o seguinte procedimento:
Determinar o coeficicntc de 0.15472
PM T
O bjetivo Teclas Mo,sfrador financiamento.

Ligar a HP 12c, limpar os re- Introduzir o prazo da 9.00000


O.N
operação. 9n
gistradores financeiros, fi.xar fF IN
os dados em duas casas deci­
mais e limpar o registrador e l'5 0.00000 Determinar o eoefieiente de
PM T 0,14069
definir as parcelas CLx llnanciamcnto.
postecipadas. K i:.M)
Introdu/ir o pra/o da 10.00000
operação. 10 n
Introdu/ir o número para
representar uma unidade de 1 CHS
-1.00000 Determinar o coeficiente de
capital emprestado. PV PM T 0,12950
financiamento.
Introduzir a taxa de juros. 5i 5.00000 Iniroclu/ir o pra/o da
Hn 1,00000
operação.
Introduzir o prazo da
o|)eraçào. 2n 2.000()0
Determinar o coeficiente de 0,12039
PM T
financiamento.
Determinar 0 coeficiente de
financiamento. PM I 0.5.^780
Introduzir o pra/o da
12 n 12.00000
operação.
Introduzir o prazo da
operação. 3 II 3,00000
Determinar o coeficiente de
PM T 0 , 112X.>
financiamento.
Determinar o coeficiente de
financiamento. PMT 0,36721
O procedimenlo acima deverá ser utilizado para outras faixas do
Introduzir o prazo da financiamento.
operação. 4n 4,00000
Período Coeficiente - 5
Determinar o coeficiente de 2 0.53780
financiamento. PM ! 0,28201
3 0..36721
Introdu/ir o prazo da
operação. 5n 5.00000
9 0.14069
Determinar o coeficiente de 10 0.12950
financiamento. PMT 0,23097
11 0.12039
Introduzir o prazo da 12 0.11283
operação. 6 11 6,00000
r

Assim, caso um cliente tenha a intenção de financiar 5.000,00 em 10 parcelas mensais, Algumas operações no mercado são descontadas de uma taxa de contribuição. Desta
devemos multiplicar o valor do financiamento pelo coeficiente 0,12950. Assim, pagará forma, do valor depositado pelo investidor, será descontada uma taxa de contribuição
o valor mensal de 647,52. para administração do fando de investimento.

Parte 3 - Valor Futuro da Série Uniforme de Pagamentos Parte 4 - Taxas de Juros Nominais e Efetivas

A modalidade postecipada não contempla remuneração para o último pagamento ou 0 período de formação e incorporação de juros ao capital pode não coincidir com o
parcela. Por isso, é mais comum a utilização da modalidade antecipada para projeção prazo da taxa. Quando isto ocorre, a taxa de juros é definida como nominativa. O
de valor ílituro. formato mais usual do mercado é a taxa anual com capitalização mensal. Desta forma,
Com relação ao prazo de carência (prazo irregular) não há nenhum efeito quando utili­ na HP 12c, podemos usar as teclas g 12-í-.
zado para o cálculo do valor faturo. Desta forma, a HP 12c só irá considerar valores
inteiros. Um empréstimo de 200.000,00 foi realizado pelo prazo de 48 meses
a uma taxa de juros de 24% ao ano, com capitalização mensal. .As
parcelas do empréstimo sào mensais e postecipada.s. Desta forma,
Exemplo para Operações do Valor Futuro para detniir o valor das parcelas, é necessário o seguinte
procedimento:
Depósitos mensais de 300,00 são realizados durante 18 anos, com
base numa taxa de juros de 0,80% ao mês. Sabendo que todas as Objetivo Teclas M ostrador
prestações serão rcnuineradas (parcelas antecipadas), a definição do
valor futuro desta aplicação e realizada por meio do seguinte Ligar a HP 12c, limpar os rc- ON
procedimento: gistradores financeiros, fixar fFIN 0,00
os dados em duas casas deci­ f2
Objetivo Teclas M ostrador mais e limpar o registrador. CLx
Ligar a HP 12c, limpar os rc- ON Definir os pagamentos para g EN» 0,00
gistradores financeiros, fixar fF IN 0,00 modalidade postecipada.
os dados cm duas casas deci­ f2 200 .000.00
mais e limpar o registrador. CLx Introduzir o valor presente - 200 .000,00
do linanciamenlo. CHS
Definir os pagamentos para l»V
modalidade antecipada. gB EG 0.00
Introiluzir a taxa da operação, 24 g 12^ 2,00
300,00 ajustada para o período mensal.
Introduzir o valor das
parcelas. CHS - 300,00 Introduzir o número de
PM I 48 n 48,00
parcelas.
Introduzir a taxa da operação. 0,80 i 0,80 Definir o valor das prestaçòe
mensais.
p.vn 6.520,37

Introduzir a taxa da operação. 3,5 i 3,50


Parte 5 - Sistema de Amortização f AMORT
Introduzir o número de 18
parcelas. ENTER 216,00
Toda e qualquer dívida contraida consiste no pagamento de prestações, ao longo de um
12 X n
período definido, de modo que, a uma determinada taxa de juros, o débito contraído
Definir o valor fuliiro. FV 173.532,72 esteja pago ao final do período contratado.
A prestação é composta da devolução do valor principal da dívida, definido pelo termo
Recuperar o valor do saldo RCL
“amortização”, e pelo pagamento dos serviços da dívida, definido pelo termo “juros”. 4.079,20
remanescente. PV
A HP 12c executa os cálculos da amortização, dos juros e do saldo remanescente de
uma dívida, período a período. Definir os ju ro s do período.
1 f 81,58
AM ORT

E xem plo p a ra S istem a de A m ortização F ra n cê s - SA P Recuperar o valor da am or­


2.019,41
tização realizada.
Um em préstim o de 8.000,00 foi realizado pelo sistema dc am ortiza­
Recuperar o valor do saldo RCL
ção francês no período de 4 meses, a uma taxa de juros 2% ao mês. -2.059,79
remanescente. PV
As parcclas do em préstim o são mensais e postecipadas. Desta forma,
para definir as inlbm iaçòes do sistema de amortização, é necessário 1 f
Definir os juros do período. 41,20
0 seguinte procedimento: AM ORT

O bjetivo Teclas M o stra d o r Recuperar o valor da amor­


x«-*y 2,059,79
tização realizada.
Ligar a HP 12c, limpar os re- ON
gistradores fiiiancciros, fixar ÍF IN 0,00 Recuperar o valor do saldo RCL
0,00
os dados cm duas casas deci­ Í2 remanescente. PV
mais e lim par o registrador. C Lx
D efinir os pagamentos para Para que o número total de pagamentos amortizados seja exibido na HP 12c. deve-se
gEN D 0,00
m odalidade postecipada. pressionar f RCL n .
8.000 O número de pagamentos registrados antes das teclas f AMORT é considerado como
Introduzir o valor presente
do financiamento. CMS - 8.000,00 número de pagamentos que já foram amortizados. Desta forma, temos, para o mesmo
PV empréstimo, a seguinte situação, em relação aos dois primeiros meses juntos:
Introduzir a taxa da operação
2i 2,00 O b jetiv o Teclas M o stra d o r
para o período mensal.

Introduzir o número de Ligar a HP 12c. lim par os re- ON


4 n 4,00 gistradorcs financeiros, fixar f FIN 0.00
parcelas.
os dados cm duas casas deci­ f2
Definir o valor das prestações mais e lim par o registrador. CLx
PM T 2.100,99
mensais.
D efinir os pagam entos para
1 f g END 0,00
D efinir os juros do período. 160,00 m odalidade postecipada.
AM ORT
8.000
Introduzir o valor presente
Recuperar o valor da am or­ CHS - 8.000,00
x<->y 1.940,99 do financiam ento.
tização realizada. PV
Recuperar o valor do saldo RCL Introduzir a taxa da operação
remanescente. -6.059,01 2 i 2.00
PV para o periodo mensal.

D efinir os juros do período.


1 f Introduzir o núm ero dc
121,18 4 n 4,00
AM ORT parcclas.
Recuperar o vàlor da am or­ Definir o valor das prestações
x ‘~*y 1.979,81 PM T 2.100,99
tização realizada. mensais.
Capítulo 5 - Operações Financeiras 55

UCI, PV
2 f Determinar o valor da amor- RCL
Definir os juros do período. 2S 1.I8 -2.0tK).(ll)
A.MORT ii/ai;ào mensal constante. n -í-
SI O 0
Recuperar o \ alor da amor- x< ’y 3.920.80 RCI. PV
li/ação rcali/ada. Determinar os juros do
primeiro periodo. RCL i -160.00
Recuperar o valor cio saldo RCL V.,
-4.079,20
rcmanesccnte. PV Determinar a parcela do
primeiro periodo. RCL 0 + -2.160.00

RCL PV
Determinar o saldo devedor
O valor de 281,18 dos juros refere-se ao valor dos dois primeiros períodos. Neste do primeiro períotio. RCL 0 - 6.()0(),()0
PV
procedimento, se somarmos o do valor dos juros do primeiro período com o valor dos
juros do segundo período, totalizamos 281,18. Este procedimento também vale para as Recuperar o valor da anioni-
zav'ào mensal constante. RCI. 0 -2.0(K).()0
demais informações: amortização e saldo devedor.
RCL PV
Determinar os Juros do
seiiinulo periodo. RCL i -120.00
Sistema de Amortização - Tabela Price %
Determinar a parcela do
A tabela Price demanda o mesmo procedimento para o Sistema de Amortização Fran­ segumlo periodo. RCLO + -2,120.00
cês. A única diferença é que na Tabela Price a taxa de juros deve ser apresentada no
RCL PV
formato nominal. Delerniinar o saldo devedor
do segundo periodo. kC L 0 - -4.000.00
P\
Sistema de Amortização Constante - SAC Recuperar o valor da amorti-
/a(,-ào mensal constaiUe. RCLO -2.000.00
Diferente do sistema de amortização francês, em que as parcelas são constantes, nesta RCL PV
Determinar os juros tio
modalidade as amortizações é que são constantes. terceiro periodo. RCL i -SO.OO
Considerando o exemplo anterior, iremos realizá-lo, agora, pelo sistema de amortização cons­ %
tante. As parcelas do empréstimo também são mensais e postecipadas. Desta forma, para Determinar a parcela do
terceiro periodo. RCL 0 + -2.080.00
definir as informações do sistema de amortização, é necessário o seguinte procedimento:
Determinar o valor da amort­
ização mensal constante. RCI. 0 -2.000.00
Oli.jctivo Teclas M ostrador
RCL PV
Ligar a HP 12c. limpar o.s ro- O.N Determinar o saldo devedor
do periodo. RCL ü - -2.000.00
gisiradorcs financeiros, fixar 1 KI.N O.ÜO P\
i)s (lados eni duas casas deci­ f2
mais e limpar o rcgislrador. C \.\ RCL PV
Determinar os juros do ipiarto
periodo. RCL 1 -40.00
S.ÜÜO %
Inuoduzir o \ alor prcscme
CHS - 8.000.00
do tinanciamcnto.
PV Delerniinar a parcela do
qiiario peritido. RCL 0 + 2,040.00
Inirodu/ii; o pra/o da 4.00
4 n RCL PV
optíraçào. Determinar o saldo devedor
do periodo. RCL 0 - 0.00
Introduzir a taxa dc juros no PV
pcriodo mensal. 2i 2.00
Parte 6 - Análise de Investimentos f NPV e f IRR Para entender o uso das teclas f NPV e f IRR, podemos considerar o primeiro fluxo de
caixa acima como um projeto de investimento que requer um desembolso inicial defi­
A HP 12c apresenta os métodos tradicionais utilizados em Finanças para análise dos nido por CFg e gera, ao final do primeiro ano, um fluxo positivo CF^, e conforme os
fluxos de caixa. O primeiro deles é definido por meio das teclas f NPV {Neí Present períodos à frente, até o final do quarto ano, CF^. No fluxo de caixa o investimento
Valué), e o segundo, pelas teclas f IRR {Internai Rate o f Return). Essas funções são inicial é identificado por CF^ e é ilustrado com uma seta para baixo, por representar o
utilizadas na análise de problemas financeiros que possam ser definidos através dos desembolso. Os fluxos de caixa de CF^ até CF^ são representados por setas para cima e,
fluxos de caixa. Em juros compostos, o intervalo entre os fluxos de caixa pode ser desta forma, constituem embolsos.
representado por qualquer período, desde que a taxa de juros esteja ajustada a eles.
Os fluxos de caixa não precisam apresentar o mesmo valor. O Valor Presente Líquido

Apresentação do Fluxo de Caixa A ílinção NPV representa a diferença entre o investimento inicial e o valor atualizado
dos fluxos de caixa previstos. Para a análise da função NPV, a taxa considerada em
O fluxo de caixa de um projeto de investimento pode ser definido apenas com uma Finanças recebe o nome de custo de capital e na análise da função IRR a taxa definida
mudança de sinal e, ao contrário, com mais de uma mudança de sinal. O primeiro deles é chamada de taxa interna de retorno. O valor definido pela função NPV indica o
é definido como fluxo de caixa convencional, enquanto que o outro é definido como resultado líquido do investimento.
fluxo de caixa não convencional. Em relação ao último fluxo, é possível que o mesmo
Algebricamente, o NPV pode ser definido por:
apresente mais de uma taxa interna de retomo.

CFl , CF2 CF2 CF4


Fluxo de Caixa C«n\c'nt’i<)nal NPV = -C F o

CF3
C Fl CF4
CF2
▲ Situações possíveis para NPV

- O valor pode ser positivo. Neste caso, o resultado líquido previsto é financei­
ramente atraente;
CFG - O valor pode ser nulo. Neste caso, o resultado líquido previsto é indiferente
em relação ao investimento;
- O valor pode ser negativo. Neste caso, o resultado líquido previsto não é fi­
nanceiramente atraente.
Fluxo dc Caixa não Convencional
Em Finanças, a comparação dos projetos com base na função NPV em diferentes alter­
CF3 nativas de investimento é um critério de decisão. Assim, quanto maior for o NPV, mais
CF2 atraente será o projeto de investimentos.
1 4
A taxa Interna de Retorno
2 5
^’ 1 A taxa interna de retomo - IRR - é a taxa que consegue igualar os fluxos de caixa
CFO CF4 futuros descontados ao desembolso inicial. De outra forma, a IRR é a taxa de desconto
Taxas menores que a IRR produziram NPVs positivos e, taxas maiores que a IRR pro­
na qual oNPVé zero. A comparação entre o valor da IRR e a atual taxa de desconto também
duzirão NPVs negativos.
indica o resultado do investimento. Algebricamente, o IRR pode ser definido por:

Definição dos Componentes do Fluxo de Caixa


CF, I CP2 C fi I CF4 Os projetos de investimentos que apresentem até 20 fluxos de caixa (para a HP 12c -
0= -CR
[( i+ i)‘ (i+ ira + if (i+ ir Platinum esse valor corresponde a 30 fluxos), desconsiderando o investimento inicial,
definido por CF^, podem ser resolvidos pela HP i2c. Porém, projetos que apresentem
mais de 20 fluxos de caixa podem ser resolvidos se houver entre eles fluxos de caixa
iguais e consecutivos. Neste caso, deve-se informar, junto com os valores dos fluxos de
Situações Possíveis para IRR caixa, o número de ocorrências, até o limite de 99, para cada valor. Esse número é
designado através das teclas g Nj, correspondente ao valor do fluxo de caixa CFj. Cada
- Valor maior que o custo de capital. Neste caso, o investimento é financeira­ Nj é armazenado em um registro especial na memória da HP 12c.
mente atraente; Para registrar o valor do investimento inicial CF^, utilizamos a tecla CF^. Através das
- Valor igual ao custo de capital. Neste caso, 0 investimento é financeiramente combinações das teclas g CF^ é possível armazenar 0 no registrador R^z também
indiferente; o número 0 no registrador n.
- Valor menor que 0 custo de capital. Neste caso, o investimento não é financei­ Os valores dos demais fluxos de caixa são armazenados na ordem de ocorrência, nos
ramente atraente. outros registradores da HP 12c. Armazenam-se os fluxos de CF ^ até CF^ nos registrado-
res de R^ até R^ e os fluxos até CF,, nos registradores de até R.^, respectivamente.
Perfil do VPL Caso exista o vigésimo fluxo de caixa o mesmo será armazenado no registrador FV.
Os fluxos de caixa são designados pela tecla CF^, sendo que j assume os valores de 1 até
0 número do fluxo final. Os valores desses fluxos de caixa são registrados por meio de
CF.. A cada vez que as teclas g CFj são pressionadas, 0 valor exibido no mostrador da HP
12 c será armazenado no registrador disponivel subseqüente, e o valor de n será acrescido
em uma unidade. O objetivo desta variável é contar 0 número de valores de fluxos de
caixa que foram registrados, não levando em consideração o investimento inicial CF^.

Importante
Ao introduzir os fluxos de caixa, inclusive 0 investimento inicial, não podemos
esquecer da convenção de sinais para os fluxos de caixa. Assim, pressiona-se a
tecla CHS conforme o fluxo de caixa seja negativo ou positivo, representado
um desembolso ou embolso, respectivamente.

Exemplo para Definição dos Valores do Fluxo dc Caixa


de um Projeto de Investimento

O gráfico acima relaciona a função N P V de um projeto de investimento, de um fluxo Um invcsiinicnlo dc 50.()()(),()() Ibi rcali/udo c o cuslo dc ciipital c lic
10% ao íino. A expectativa é cicsenvoKer o projeto por 5 anos e. ao
de caixa convencional, com a taxa de desconto, definindo, desta forma, 0 perfil do
final, vcndê-lo por 40.000.00. Os lluxos dc caixa são definidos
NPV. A IRR é a taxa na qual 0 JVPF do projeto é igual a zero e 0 investimento, finan­ abaixo. Ocsta forma, para determinar a viabilidade financeira do
ceiramente indiferente. Por isso, quando a curva do perfil do NPV corta, o eixo hori­ projeto, é necessário o seguinte procedimento;
zontal, definimos a IRR.
Fluxos de Caixa Consecutivos g N.
Fluxo dc C aixa Coiivi-iicional Os projetos que apresentem mais de 20 fluxos de caixa podem ser resolvidos através da
40 . 00(1 HP 12c, caso haja fluxos consecutivos de mesmo valor. Assim, o número de ocorrênci­
4.0(10
X.OOd as consecutivas do valor do fluxo CF. é designado N.. Para registrar o número de ocor­
7 1)01)
,).500 rências, utilizamos as teclas g N..
A
Os fluxos de caixa consecutivos de mesmo valor podem ser registrados utilizando-se
as teclas g N., conforme existam registradores suficientes para armazenar os dados
totais dos fluxos de caixa. O agrupamento dos fluxos de caixa consecutivos de mesmo
50 1)00 valor é usado para minimizar a quantidade de registradores.

ICvciiiplo p a ra lliix o s d e C aixa Ciniscciiliv os


O bjetivo Teclas Mostrador
Ligar a IIP 12c, limpar os rc- ON L'm iinesiimeiuo de lOO.OOO.OO foi rcali/ado com base num ciisio de
gislradorcs llnancciros, lixar IIIIN 0.00 eapilal de 10"'.i ao ano. .A expeciali\a é iiesen\olver o projeto por 10
os dados em duas tasas deci­ l'2 anos e, ao Tinal, \entlê-lo por 50.000,(10. Os lloxos de eai\a são
mais e limpar o registrador. delinídos oni 20.(100,00 nos primeiros quairo anos; 24.000.00 para os
CLx
próximos irês anos e 12.000.00 para os úlllmos anos do projelo. Desia
50.000 forma, para defmir a viabilidade linanceira do projeto, é necessário o
Inirodu/ir o valor do invcsli-
meiiU) inicial do projclo. CHS g - 50.000,00 scjjuinte proeedínienio:
CI<„
5|),0(l0
Introdu/ii' a laxa da operação 24.000
para o período. 10 i 10,00
20 . 01)0
l.’’J)00
In(rodii/ir o llu,xo de cai\a 4.000 g
do pró.Kinio período. 4,000,00
CR

Inlroduzir o lluxo de caixa 3.500 g 10


do próximo período. CR 3.500,00

hUrodii/ir o lluxo de caixa 8000 » 100.000


do próximo período. S.000,00
CP. O b je tiv o .M ostrador
Icclas
Inlrodü/ir o lluxo de caixa 7000 s
do próximo período. 7.000.00 l.igar a 111’ 12c, limpar os re- ON
CR 0 .0(1
,i;isiradores 1'inaneeiros. lixar 11-IN
ln(rodu/ír o lluxo de caixa 40000 g os dados em tluas casas deci­ 1'2
do próximo período. 40,000,00 mais e limpar o regíslrailor. C I.\
CR
I 00000
Dellnir o valor do NPV para InUodiizir o \ alor do in\ eslí- 100 . 000.00
fNPV -7.842.61 CII.S n -
o projeto. menlo iníeial do projeto.
ci„
Inlrodu/ir a taxa da operai,'ào
|iara o ]ieriotlo. 10 I 10.00
Como o valor para o NPV apresentou-se negativo, o projeto não é viável financeira­
20000 K
mente. Introduzir o lluxo de caixa 4.00
C l,
do> (|iiatro primeiros períiulos
r

mamente complexas. Sua métrica se constitui numa série de iterações, ou seja, uma
2^()()() <;
liiln 'tlu /ir o Hiixo dc caixa
(I. série de cálculos sucessivos. Em cada iteração, a HP 12c utiliza uma estimativa da
lios Irõs próxim os iutíocIos. IRR como taxa para definir o NPV. As iterações prosseguem até que o NPV apresente
N,
0 valor zero.
Iiitmilii/ir o tluxo dc caíxn dos I2(i(if) »
períodos períodos seguintes, CP, O processo de iteração utilizado no cálculo da IRR pode ser interrompido com o
2.00
menos o úllimo. pressionamento de qualquer tecla. O resultado então exibido será a estimativa utili­
Introdii/iro (luxo dc caixa 62(1110 »
zada pelo processo naquele momento. Pode-se verificar se a taxa é uma boa estima­
do úllimo período. Cl'. fO.OOO.OO tiva utilizando a mesma no cálculo do NPV. Caso a estimativa seja próxima da taxa
de retorno do projeto, o NPV calculado deverá ser aproximadamente zero. 0 valor da
Dellnir d \ alur do Ni’V para
o projelo. fNPV IRR é armazenado no registrador i ao final de cada iteração. Assim, para verificar a
qualidade da estimativa para a IRR após sua exibição no visor da calculadora, basta
pressionar as teclas f NPV.
Conforme visto anteriormente, os fluxos de caixa podem ser convencionais e não con­
Algumas observações devem ser feitas em relação aos quatro últimos fluxos de caixa.
vencionais. Este último modelo apresenta mais de uma mudança de sinal, permitindo
O último deles corresponde a 62.000,00 (12.000,00 além de 50.000,00) porque os
diversas taxas de retomo. Desta forma, dependendo da magnitude e das alterações de
fluxos de caixa foram introduzidos conforme seus períodos - dois fluxos de 12.000,00
e um último fluxo de 62.000,00. Caso fossem introduzidos três fluxos de caixa no valor sinais dos fluxos de caixa, será possível obter um único resultado, diversos resultados,
de 12.000,00 e, em seguida, um único fluxo no valor de 50.000,00, estaríamos assu­ um resultado negativo e até mesmo nenhum resultado.
mindo onze fluxos, ao contrário dos dez fluxos do projeto.
Como o cálculo do valor para NPV apresentou-se positivo, o projeto é viável financei­
Informações sobre a Taxa Interna de Retorno
ramente.
Para a grande maioria dos casos, a HP 12c encontrará a IRR, se ela existir. Mas o
Defínição da Taxa Interna de Retorno cálculo da taxa é tão complexo que se a seqüência de fluxos de caixa não atender a
certos critérios, algumas vezes a HP 12c é incapaz de determinar se existe uma ou mais
respostas.
Para definir a taxa interna - IRR, deve-se registrar os fluxos de caixa utilizando os
métodos descritos anteriormente. Em seguida, deve-se pressionar as teclas f IRR.
Prim eira situação; Uma resposta positiva.
A IRR definida é exibida no visor e, automaticamente, armazenada no registrador da HP 12c.
O calculo da função IRR, por ser definido pelo processo de iteração, pode demorar. Caso seja exibida uma resposta positiva, é a única resposta. Uma ou mais res­
Enquanto a operação não é definida, a palavra running será exibida no visor da HP 12c. postas negativas também podem existir.

Segunda situação: Uma resposta negativa.


l'.\i'inplo para l)i'niii<;'à(i da Taxa liili-riia di- Ucliiriui
Caso seja exibida uma resposta negativa, pode ser que haja mais respostas
l.ni relação ao procedimento anterior, .se os IUimis de caixa ainda negativas e pode ser uma simples resposta positiva. Se houver respostas
esti\ erem arma/enados na 1II’ 12c. para dellnir a /liR. é necessário o adicionais, elas podem ser calculadas a partir do procedimento descrito no
se um iite proced imen lo:
Anexo A.
O l)jcli\o IVclas M(islr:ul(>r
Oelinir o \alor do lUR para Terceira situação: error 3.
o projeto. ( IRIÍ 17.(.() Caso seja exibido error 3, esta informação indica que o cálculo é muito comple­
xo, possivelmente envolvendo múltiplas respostas e não pode ser definido até
que seja informada á HP 12c uma estimativa da taxa. O procedimento para isto
Neste processo, a HP 12c poderá levar alguns segundos para definir a IRR Isso
segue no Anexo A.
acontece porque as operações matemáticas utilizadas no cálculo da taxa são extre­
64
r Capitulo 5 - Operações Financeiras 65

Q uarta situação: error 7. Objetivo Tcchis Mostrador


Caso seja exibido error 7, não há resposta para o cálculo da taxa com o número
Verificar o número de UCLj- 1.00
de fluxos de caixa introduzidos. Esta situação é provavelmente o resultado de oconcncias tio último lluxo Nj
um erro na entrada das grandezas ou dos sinais dos fluxos de caixa, bem como de caixa.
do número de vezes que ocorre o montante de fluxo de caixa consecutivamente. lU l-!;
Vcrillear o valor tio último (>2 .000,00
Error 7 indica que não existe pelo menos um fluxo de caixa positivo e pelo lluxo dc caixa. Clj
menos um fluxo de caixa negativo.
Vori ficar o número de KCI.s; 2.00
Apesar de a HP 12c obter um dos resultados acima, ela pode levar muito tempo. Antes Deonviieias pata o lluxo Nj
cie caixa anterior.
disso, podemos desejar terminar o processo iterativo da IRR, pressionando qualquer
tecla, para visualizar a taxa que a HP 12c definiu até aquele ponto. Se a HP 12c for Verificar o \ alor para o lluxo U C l.s 12.000.00
de caixa anterior. Clj
interrompida, podemos continuar pesquisando a taxa novamente.
Vcrillear o número tie UCI-S .voo
Revisando os Fluxos de Caixa ttcorrèiicias para o lluxo Nj
de caixa anterior.
Pode-se exibir um fluxo de caixa introduzido anteriomiente na HP 12c. Para isso, é RCLn 24.000.00
Verificar o \ alor para o (luxo
necessário pressionar a tecla RCL e, a seguir, digitar o número do registro que apresen­ de caixa anterior. Cij
tar esse valor. Pode-se, também, registrar o número referente a esse valor na variável n
e, então, pressionar as teclas RCL g CFj. Verificar o número de RCl.íí 4.00
ocorrências para o tluxo Nj
Para revisar todos os valores dos fluxos de caixa, pressiona-se RCL g CFj repetida­
de caixa anterior.
mente. Assim, os valores serão exibidos em ordem reversa, ou seja, começando do
último fluxo e terminando em CF^. \ erifiear o \ alor para o lluxo RCl-u 20 .000.00
de caixa anterior. Clj
Para exibir o número de vezes que um valor do fluxo de caixa ocorre consecutivamen­
te, isto é, para mostrar o N. relativo ao CF. registra-se o número no registrador n asso­ \ erifiear o número de HCL«; 1.00
ciado ao valor desejado (ou seja, o j ) e, a seguir, pressiona-se as teclas RCL g Nj . ocorrCMicias para o tluxo Nj
Para revisar todos os valores de fluxos de caixa em conjunto com o número de vezes lie caixa anterior.
em que cada um ocorre consecutivamente, ou seja, para revisar cada par de CF. e M , Veritlear o \ alor para o tluxo R C l.s - 100.000.00
pressiona-se RCL g Nj RCL g CFj repetidamente. Desta maneira, cada //.será exibido de caixa anterior Cij
seguido do CF correspondente. Inicia-se com o último valor e termina-se com os valo­
res iniciais e CF^. Restaurar o registro original 4n 4.00
As funções IRR e N P V não alteram o número registrado em n. No entanto, quando em II.
as teclas RCL g CFj são utilizadas, o número registrado em n sempre será reduzi­
do em uma unidade. Neste caso, quando utilizarmos essas teclas, ou mesmo altera­
mos manualmente o número disposto em n com o objetivo de revisar um número Alterações no Fluxo de Caixa
em Nj ou CFj, devemos, ao fmal da revisão, registrar em « o número total de valo­
Para alterar o valor de um fluxo de caixa deve-se digitar o valor desejado pressionando
res do fluxo de caixa originalmente registrado. Se esse cuidado não for tomado, os
STO Em seguida, deve-se digitar o valor do registro que armazena o valor a ser alte-
cálculos realizados pelas funções N P V q IRR terão resultados inconsistentes com o
fluxo original. f r Em c a L de'a>„n.çâo do de vezes em ,u e »m valo, de de c . x
Caso seja necessário revisar todos os fluxos de caixa do último exemplo dado, e o núme­ ocorre consecutivamente, ou seja, para alterar o valor de Nj associado ao
ro de suas ocorrências, no fluxo de caixa, devemos adotar o seguinte procedimento: registrar na variável n o número do valor. Para isso, é preciso digitai o nu
Operações Contábeis

Parte 1 - Depreciação

Nos processos produtivos em que ocorre a interação entre o capital fixo da empresa, a
exemplo das máquinas, equipamentos, instalações e veículos, há uma gradual perda do
valor destes em razão de sua utilização. Por definição, esse desgaste sofi^ido durante o
processo de produção é definido pela contabilidade como depreciação. Desta forma, a
HP 12c pemiite realizar o cálculo da depreciação e do valor depreciável, utilizando,
para tanto, o método linear, o método da soma dos dígitos do ano e o método do saldo
decrescente. Para efetuar os cálculos com qualquer um desses métodos devemos ado­
tar o seguinte procedimento:

- Registrar o custo original do ativo através da tecla PV;


- Registrar o valor residual final do ativo, através da tecla FV. Caso o valor
residual seja igual a zero, deve-se pressionar as teclas 0 FV;
- Registrar a vida útil esperada do ativo em anos através da tecla n;
- Digitar 0 número do ano cuja depreciação se deseja calcular.

Caso 0 método do saldo decrescente seja utilizado, deve-se registrar o fator em termos
percentuais, através da tecla i.
Kxcniplo p a ra o C alculo da D cprcciação I.in car O epreciação p o r meio da Som a do.s Dígitos do .\n o

Através cio mctocio dc depreciação linear c admitido que a depreciação Fste método deprecia o tq u ip an icnto mediante uma fraçao de depre-
c conslaiite ao longo do período do icnipo de vida útil do cquipameiUo ciação total fornecida pelo resta nte da vida útil e pel a soma dos digitos
Uni equipamento adquirido por 10.000.00 pode ser depreciado pelo representativos lia mesma vida iL ltil.
penodo de 5 anos. Ao linal deste prazo, o valor de revenda corresponde Considerando as mesmas inlorr nações, para delniir i:i dcprcciação c o
a 1.000.00. Para definir a depreciação e o valor residual para os três valor residual para os três primííiros anos, pelo métcido de depreciação
procedimento:
prnnciros anos, por meio do mélodo de deiireciaçào linear, é necessário da soma dos digitos do ano, é n ecessário o seguinte
0 scgunite procedimento:
O bjetivo Tcclas M o strad o r
O bjetivo Teclas M o strad o r
l.itiar a HP 12c, limpar os rc- ON
Ligar a IIP 12c. limpar os rc- ON f FIN (),0 ()
gistradores financeiros, tlxar
gistradorcs Inianceiro.s. fixar fF IN 0,00 os dados eni duas casas deci­ f2
os dados cm duas casas deci­ 12 mais e limpar o rcgistrador. CLx
mais e limpar o rcgistrador. CI.x
Introduzir o valor do equipa­ 10.000 10.000.00
Inlrodu/ir o valor do equipa­ 10.000
10.000.00 mento a ser depreciado. PV
mento a ser depreciado. p\'
1 Introduzir o valor do equipa­
Introdu/ir o valor do equipa­ 1.000 1.000,00
1.000 mento ao tlnal do período dc
mento ao llnal do período dc 1.000.00 IV
dcprcciação. I\ depreciação.

Introduzir o período dc lntr()tluzir o perít)do de .5 n .s.00


dcprcciação. 5n .5.00 dcprcciação.

Definir a depreciação para o 1 f .1 .000,00


Dcllnir a depreciação para o
1 fS L primeiro período. SOYl)
primeiro período. 1.800,00
Definir 0 saldo depreciado 6 .000,00
Definir o saldo depreciado X< ’ V
.x^^y 7.200,00 após 0 primeiro período.
após 0 primeiro período.
Detlnir a dcprcciação para o 2 f 2.400,00
Detlnir a depreciação para o SOYD
segundo período. 2 fS L 1.800.00 segundo período.

Detlnir o saldo depreciado 3.600,00


Definir 0 saldo depreciado x^y
após 0 segundo período.
após 0 segundo período. . X '^ } 5.400,00
Definir a dcprcciação para o 3 f 1.800,00
Deluiir a dcprcciação pai‘a o SOYD
terceiro período. 3 fS L 1.800,00 terceiro período.

Definir 0 saldo depreciado x^^y 1.800,00


Definir o .saldo depreciado
apos 0 lerceiro período. x< >v .1.600.00 após 0 terceiro período.
70

Depreciação através do Saldo Decresccntc Im portante


No Brasil, os critérios básicos da depreciação, com base na legislação fiscal,
Hste método deprecia o equipamento com base num índice de acele­ estão definidos no Regulamento do Imposto de Renda. As taxas anuais de de­
ração. Com isso, a depreciação c elevada no primeiro periodo c preciação normalmente admitidas pelo Fisco para utilização dos equipamentos
diminui cm períodos sucessivos. num turno de até 8 horas tem base na depreciação linear.
A partir das mesmas informações, para deíinir a depreciação e o valor
residual para os três primeiros anos. pelo mctodo dc deprcciaçào do
saldo dccrcsccnlc, considerando o iator de 150%, c ncccssárío o se­
guinte procedimento:
O bjetivo Teclas M ostrador
Ligar a HP 12c, limpar os re- ON
gistradores llnancciros. fixar fFLN 0,00
os dados em duas casas deci­ f2
mais e limpar o registrador. CLx
Inlrodu/ir o valor do equipa­ 1().()()()
mento a ser depreciado. lO.ÜÜÜ.OO
PV
Iiitrodu/ir o valor do equipa­
mento ao final do periodo de I.OÜO
1.000,00
depreciação. I’V

introdu^ir o período dc
depreciação. 5n 5.00

Registrar o (ator do saldo


decrescente. 1.50 i 150.00

Definir a depreciação para o


primeiro periodo. 1 f Dli 3.000.00

Definir o saldo depreciado


após 0 primeiro período. x< *y 6 .000,00

Definir a depreciação para o


segundo período. 2 11) li 2 . 100.00

Definir o saldo depreciado


após 0 segundo período. 3.900.00

Definir a depreciação para o


terceiro período. 2 fD B 1.470,00

Definir o saldo depreciado


após o terceiro período. x^-^y 2.430.00
Operações com Títulos de
Renda Fixa

Parte 1 - Operações com Títulos de Dívida

Todos os cálculos para títulos de dívida são executados pela HP 12c adotam as reco­
mendações da Securities Industiy Association. Portanto, seguem uma abordagem do
mercado americano.

Preço para o Título de Renda Fixa f PRICE

Para definir o preço de um título de renda fixa, com base nos dias efetivos, devemos
adotar o seguinte procedimento:

- Registrar o rendimento desejado até o vencimento, por meio da tecla i;


- Registrar a taxa de desconto anual, no formato percentual, com a tecla
PMT;
- Registrar a data de compra e, em seguida, pressionar a tecla ENTER;
- Digitar a data de vencimento do titulo;
- Pressionar f PRICE.
Exemplo para Dellnição do Preço dc 1ítulo de Renda l ixa A rentabilidade até o vencimento será exibida no mostrador e armazenada no registra-
lim 1 dc maio dc 2006. um título dc renda fixa ;iprcseiit;i icnclinicnios dor i.
anuais dc 6 .00 %. com vcnciincmo definido para 30 dc setembro de
2009. Se 0 objetivo Ibr o dc adquirir uma renlabilidade de 10%. deier-
minamo.s o preço pago pelo tiiulo com o seguinte procediinenlo: Exemplo:
Objetivo Teclas M ostrador Considerando que o preço de um titulo c cotado no mercado pelo
valor de 95 , 75 , podemos determinar a rentabilidade até o vencimento
Ligar a IIP I2e, limpar os re- ON
a partir do seguinte procedimento:
gistradoics tlnancciros. tlxar flIN
os dados cm seis casas deci­ 0.000000
16 Objetivo Teclas ■Mostrador
mais e limpar o registrador. CLx
Ligar a 1II’ 12c. limpar os re- ON
Detinir o formato de data gistradores llnanceiros, lixar f ITN
com 0 padrão dia-iucs-ano. 5Í l).MV Ü.OOOOOO 0,000000
os dados em seis casas deci­ f6
mais e limpar o registrador. CLx
Introduzir a daia dc coni|)ra. 1.0.^2006
1.052006
E.M EK Definir o formato de data « n.M Y 0.000000
Registrar a taxa de retorno eom 0 padrão dia-mês-ano.
alé o vencimcnU). lOi i 0,000000
1.052006 1,052006
Introduzir a data de compra.
Registrar o pagamento ENTER
semestral. 6 PM 1 6.000000
Registrar a taxa de desconto 6 PiMT 6 ,()0()()00
Registrar a data de compra. 30.092009 30,092009
95.75 95.750000
Registrar o preço de mercado.
Delcrminar o preço. f PRICE P\
S.S.659033
Registrar a dala de compra. 30.092009 3().()92009
Determinar o preço total,
inclusive os juros. + S9JS0773
Determinar a rentabilidade. fvriM 7,430006

Rentabilidade de um título de Renda Fixa Determinar o valor de amor­


tização mais a porcentagem 103,000000
UCI . I V
Para definir a rentabilidade de um título de renda fixa, com base nos dias efetivos, da taxa do cupom anual divi­
dido por dois.
devemos adotar o seguinte procedimento:
Determinar os dias a partir 0.S26087
UCL n
- Registrar a cotação do preço no formato percentual do valor nominal, por da data de liquidação.
meio da tecla PV;
- Registrar a taxa de desconto anual no formato percentual, com da tecla PMT;
- Digitar a data de compra e pressionar a tecla ENTER . Neste caso, deve-sè Depois de resolver um problema de títulos de dívida, o registrador FV contém o valor
perceber o formato da data na HP 12c; de amortização mais a porcentagem da taxa do cupom anual dividido por dois, e o
- Digitar a data de vencimento; registrador n contém os dias a partir da data de liquidação até a data do próximo cupom
- Pressionar as teclas f YTM; dividido pelo número de dias no período do cupom em que ocorre a liquidação.
Parte 2 - Riscos dos Títulos de Renda Fixa Inlrodii/ir a laxa de juros da
7i 7.00
operação.
Podemos analisar as relações das alterações nas taxas de juros com o preço dos títulos,
Introduzir- 0 prazo do pi'imciro
que está ligado à taxa de juros no vencimento pela seguinte relação: I II
paganiontu,

D eterm inar o valor atual do 6.5,42


PV
prim eiro cupom.
PMT\ PMTj PMT„
PV =
1
[ ( H - .f ( U ,f (l + /)5
Introduzir o prim eiro par de KMKR
1.00
dados estatísticos. R C I,
PV 1 +
Considerando que i é a taxa de rendimento no vencimento.
Introduzir o prazo do segumio
2 n
Quando as taxas de juros se alteram, os preços das obrigações contraídas e os rendi­ pagamento.
mentos no vencimento também sofrem variações. A variação do valor atualizado em D eterm inar o valor aluai cio
PV 61,14
relação à variação da taxa de juros pode ser definida por: prim eiro cupom .
2
Introduzir o .segimdo par dc ENTER
dVPMT PMTx 2PMT2 nPMTfj R C l.
2.00
dados estatísticos.
di (l + í]Í (i+ip PV 1 +

Introduzir o prazo do lercciro 3,00


3 n
pagamento.
Esse conceito foi introduzido por Macaulay, com o propósito de definir umprazo mé­
dio para os títulos de renda fixa. Para isso, procurou calcular um índice que represen­ D eterm inar o valor atual do 57,14
PV
tasse a participação relativa de cada pagamento original da obrigação sobre o valor prim eiro cupom.
presente total, ponderado pelo prazo em que esse pagamento se encontrava no fluxo de 3
caixa. Então, a partir da duration, é possível, em termos de tempo, preço da obrigação Introduzir o tcrceiro par de EN FER
3,00
e duração média, comparar obrigações de títulos de diferentes maturidades. dados estatísticos. RCL
Com base num título de renda fixa que remunera seus portadores a 7% ao semestre, PV Z +
valor nominal de 1.000,00 e, prazo de 3 anos e meio, determinamos a duration adotan­
Introduzir o prazo do quarto 4,00
do o seguinte procedimento: pagamento.
4 n

D eterm inar o valor atual do 53,40


PV
prim eiro cupom.
O b jetiv o rccla.s M o s tra d o r 4
l.ig a ra HP 12c, lim par os rc- ON Introduzir o quarto par de ENTER
4,00
gistradoi cs. fixar os dados cni fR E ÍÍ 0.00 dados estatísticos. R C l.
duas casas decim ais. f2 PV 1 +

Inlroduzir o valor do prim eiro 70 C H S Introduzir o prazo do quinto


-70.00 5n 5,00
pagam ento dc cupom. FV pagamento.
D clerininar o valor atual do
prim eiro cupom . PV 49.91

5
Inirodu/ir o quinlo par dc ENTER
5.00
díidos e.stalislicos. RCL
PV 1 +
Introduzir o prazo do sexto
pagam ento. 6n 6.00

n cterm inar o valor atual do


prim eiro cupom . PV 46,64

6
Operações Estatísticas
Introdu/ir o scxtu par dc i ;m i ; r
6.00
(lados c.statisticos. R( 1.
PV x +
Introduzir o prazo do .sctinio
pagam ento. 7 II 7.00

Introduzir o valor tina) com 1.070


pagam ento do cupom c o CHS - 1.070,00
Parte 1 - Operações Estatísticas
valor nominal. IV
A HP 12c apresenta recursos para funções estatísticas. Conta com registradores especi­
D eterm inar o valor atual
do prim eiro cupom . PV 666,34 ais, que armazenam os dados utilizados em operações estatísticas. Todas as teclas estão
localizadas como funções alternativas no teclado numérico.
7
Introduzir o .sétimo par de ENTER
dailos estatísticos. RCL
7,00 As Teclas Estatísticas g x , g s e g j c , r
PV 1 +
As teclas da HP 12c permitem armazenar números correspondentes nos registradores
D eterm inar o valor médio estatísticos. Os dados são inseridos na HP 12c pela tecla Z+, que automaticamente
da operação ((liiratioii). 5 J7
calcula e armazena estatísticas dos dados nos registros de armazenamento a R^.
Esses registros são denominados por registros estatísticos.

Im portante
Antes de iniciar qualquer procedimento do registro de estatísticas relativas a um
novo conjunto de dados, devemos apagar os registradores de estatísticas. Para
tanto, pressionamos as teclas f Z •

Cálculo Estatístico Univariado

Para realizar cálculos estatísticos com apenas uma variável, introduzimos uma obser­
vação da série definida porx e, em seguida, pressionamos X+. Para as demais observa­
ções, devemos proceder da mesma forma.
Capítulo 8 - Operações Estatísticas 81

Cálculo Estatístico Bivariado Correção dos Dados Estatísticos

Caso um dos dados seja digitado incorretamente, as estatísticas acumuladas podem ser
Para realizar os cálculos com duas variáveis, devemos adotar o seguinte procedimento:
corrigidas. Para isso digitamos o dado incorreto ou o par de dados novamente, como se
fossem novos, mas em vez de pressionarmos a tecla X+, pressionamos as teclas g
- Digitar a observação definida pory;
LSTx g E-. Esse procedimento cancela o efeito do dado ou par de dados incorretos.
- Pressionar ENTER;
- Digitar a observação definida por x correspondente;
Dando prosseguimento, após a correção, introduzimos o ponto de dado correto ou par
- Pressionar S + .
de dados e pressionamos a tecla X+-
Para as demais observações repetimos o mesmo procedimento. Em cada operação em
que pressionamos a tecla 2]+, a HP 12c realiza as seguintes operações: A tecla da média estatística g x

O uso das teclas g x calcula as médias aritméticas das variáveis x e y. A média dos
- O número armazenado em é aumentado em uma unidade e o resultado é
exibido no mostrador da HP 12c; valores da variável x será então exibida. Caso seja necessário exibir a média dos valo­
- O valor de X é acrescentado ao número armazenado em R^; res da variável y, pressionamos as teclas x<->y.
- O quadrado do valor de x é acrescentado ao número armazenado em
- O valor de _y é acrescentado ao número armazenado em R^-, F.xcmplo p a ra D cflnivão d a Médiii
- O quadrado do valor de é acrescentado ao número armazenado em
- O produto dos valores das variáveis x e y é acrescentado ao número armazena­ As inlbrinações correspoiulein aos rendim entos do IBüVHSPA c
do em R„0 registram o com portam ento dii ação AMBEV. cm 2007.

Tabela dos Registradores Estatísticos R eto rn o d a .\ç ã o R eto rn o do


P erío d o M ensal A M B E V (% ) IBÜ V ESPA C’/ .)
cm 2007 V ariável r N ariávcl .v
Janeiro 3,84 0.38
K cííistrador listatística Fevereiro -5,89 -1,68

R (c mostrador) ii: representa o lunncro de Março 11,01 4.36


pares tios tlaclos registrados. .í\brii 4.41 6.88
^ .\: representa o somatório Maio 10,1.^ 6.77
dos valores da variável .v. 4.06
Junho 4,32
X x ; representa o somatório -0,39
Julho -4,62
dos quadrados dos valores
da variável .v. ■Agosto 5,02 0.84
L y : representa o somatório Setem bro 0,53 10,67
A’,
dos valores da \ ariá\ el v. Outubro 5,93 8.02
Z y ': representa o somatório Novembro -6.64 -3,54
R. dos quadrados dos vak)res 1.40
Dezembro -3,25
da variável
X xy: representa o .somatório Desta fornia. podem os calcular o retorno médio da ação A M BEV c
do produto dos |-)ares tie do IBOVHSPA por meio do seguinte procedimento:
dados ,v e i\
O bjetivo Icclas M ostradüi- 6.64
CH S
Ligar a 1IP 12c. limpar os re- ( )i\ Introduzir o décim o primeiro EN TER 11.00
gi.stradorcs cstatísticos, fixar f l par dc dados cstatísticos.
(),()() 3.55
os dados eni duas casas deci­ f2
mais e limpar o regislrador. CHS 1 +
CLx
3.25
3,84 CH S
Introduzir o prim eiro par dc introduzir o décimo segundo 12,00
E N TE R 1,00 par dc dados cstatísticos. E N TE R
dados estatísticos.
0,38 1 + 1,40 X +
5,89
D elinir o retom o médio da K V 3.15
CHS
lntrodu7Ír o scguiido par dc variável .v.
E N TE R 2.00
dados estatísticos.
CH S Dcfmir o retorno médio da x>->y 2,07
1,68 1 + variável v.
11.01
introduzir o tcrcciro par dc EN TE R
dados estatísticos. 3,00 ■
4,36 1 +
4,41
Teclas do desvio-padrão g s
Introduzir o quarto par de
E N TER 4,00
dados estatísticos. O desvio-padrão de um conjunto de dados é uma medida estatística de dispersão dos
6,88 1 +
dados em relação à média. Através das teclas g s, será exibido o desvio-padrão dos
10.13 dados X. Para visualizar o desvio padrão da variável y , pressionamos a tecla x<->y.
Introduzir o quinto par dc E N TER
dados cstatísticos. 5,00 Desta forma, para calcular o desvio-padrão dos retornos das observações estatísticas
6.77 1 +
acima, adotamos o seguinte procedimento:
4,32
introduzir o sexto par dc
E N TE R 6.00
dados cstatísticos.
4,06 1 +
O bjetivo Teclas M o stra d o r
4,62
CH S
introduzir o sétimo par dc D elinir o desvio-padrão S s 4.33
E N TER 7,00
dados cstatísticos. da variável v.
0.39
CHS 1 + Dcfm ir 0 desvio-padrão x< >y 6.01
5,02 da variável ,v.
introduzir o oitavo par de
E N TER 8,00
dados estatísticos.
0,84 1 +
0.53 A HP 12c, na definição do desvio-padrão, calcula as melhores estimativas para os
introduzir o nono par de
E N TE R 9,00 desvios-padrões populacionais, baseadas numa amostra dessa população. Essas esti­
dados estatísticos.
10,67 1 + mativas são chamadas, de acordo com as convenções da teoria estatística, de desvio-
5,93 padrão amostrai. No exemplo anterior, foi implicitamente pressuposto que as doze
Introduzir o décimo par de
E N TER 10,00 observações dos retornos da ação e do mercado eram, na verdade, uma amostra da
dados cstatí.sticos.
8,02 1 + população total das medidas.
No entanto, se as doze observações dos retornos representassem toda a população, não E xem plo p a ra E stim a r o V alor d a ,\ç ã o com Base no
seria necessário estimar o desvio-padrão populacional. Assim, podemos calcular o desvio R eto rn o do .Mercado
padrão populacional - a - sempre que as observações disponíveis constituam a popu­ Com base nas inform ações dos \ alores da ação e do retorno do m erca­
lação total. Para tanto, adotamos o seguinte procedimento: do. podem os estim ar o valor da ação AMBKV no 13" niès. prc\endo
que 0 rciorno do IBOVKSPA corresponde a 10%, adotando o seguinte
procedimento:
O b jetiv o Teclas M o stra d o r
O bjetivo Teclas M o stra d o r
Ligar a IIP 12c, lim par os re­ ON
Defmir o reiorno médio da
g -í 3,15 gistradores estatísticos, fixar fI
variável .y . 0,00
os dados cm duas casas deci­ f2
D cílnir mais uma observação. 13.00 mais c lim par o rcgistrador. CLx
X+
3,84
D ellnir o desvio-padrão Introduzir o primeiro par de
g ■' 4,15 ENTER 1,00
d;i variável ,v. dados estatísticos.
0.38 X +
Definir o desvio-padrão
cia x ariávei v. 5,75 5,89
CH S
Introduzir o segumlo par de ENTER 2,00
dados estatísticos. 1,68
CHS 1 +
Estimação Linear
11,01
Introduzir o terceiro par de ENTER 3,00
Quando os dados estatísticos referirem-se às observações de duas variáveis e estive­ dados estatísticos.
4,36 S +
rem disponíveis nos registradores da HP 12c, será possível estimar um valor previsto
4,41
para a variável y - (y) - na hipótese de informarmos um valor para a variável x e, Introduzir o quarto par de EN TER 4,00
similarmente, será possível estimar um valor previsto de x - ( x ) - na hipótese de dados estatísticos.
6,88 1 +
informarmos um valor para a variável y.
10,13
Introduzir o quinto par de ENTER 5,00
Para definir o valor de y devemos: dados estatísticos.
6,77 X +
4,32
- Digitar um novo valor da variável x; Introduzir o sexto par de ENTER 6,00
- Pressionar as teclas g, y r. dados estatísticos.
4,06 1 +

Para definir o valor de x , devemos: 4,62


CHS
Introduzir o sétimo par de ENTER 7,00
- Digitar um novo valor para a variável y; dados estatísticos. 0,39
- Pressionar as teclas g, x r. CHS 1 +
5,02
Introduzir o oitavo par de ENTER 8,00
dados estatísticos.
0,84 S +
0,53 O bji-tivo Icclas .M o strad o r
Introduzir o nono par de
E.NTER 9.00
dados esiatísiicos. in u o d u zir o v alor estim ado
10,67 1 + para a variável v com objetivo lO g 7.91
5.93 dc estim ar o valor da yr
Introduzir o décim o par de sariávcl v.
ENTER 10,00
dados estatísticos.
8,02 1 + V isualizar o cocfícicnlc dc X* ’y 0.62
c o rrclaçào das inform ações.
6.64
CHS
Introduzir o décim o primeiro
par dc dados cstatisticos. ENTER 11.00 Reta Linear
3.55
CHS v + Para traçar a reta de regressão em um gráfico, calculamos os coeficientes da equação
3.25 linear y = A + Bx. Neste sentido, para definir a reta, adotamos o seguinte procedimento:
Introduzir o décim o segundo CH S
par de dados esiatísiicos. EM KR 12.00 - Pressionar 0 g j) r para calcular o intercepto a da reta;
1.40 1 + - Introduzir a informação na memória 0, através das teclas RCL 0;
- Pressionar as teclas I g y r RCL 0 - para calcular o coeficiente angular B da reta;
Definir o retorno médio da
variável .v. S V 3.15 E xem plo p a ra D cllnição do C oeficiente A n g u la r
(p a ra o M ercado dc Ações, C oeficiente R eta)
Definir o retorno médio da
x ‘- y 2.07 t om base nas inform ações introduzidas anteriorm ente. (ict'ininios a
variável r.
rela linear, adotando o seguinte pioceilim ento:
Introduzir o valor estim ado
para a variável ,v com objetivo Objeti>'o Teclas M o s tra d o r
lO g
dc estim ar o valor da 7.91
yr Definir 0 inlereeplo - A - da
variável v. rela. N esse easo. o valor
-------------;------------------------- Os -0.62
previsto para a variável .v é yr
iwual a zero.
A rm azenar a inform ação ST O O -0.62
C oeficien te de C orrelação em /?„
1» > r
D efinir o eocficienie angular o.s.*;
Em Estatística, a confiabilidade de uma estimativa linear é dependente do grau de R C I. 0
da reta.
ajustamento dos pares de dados em relação a uma reta. Uma medida estatística que
representa essa confiabilidade define-se por coeficiente de correlação, r.
Im portante
Esse coeficiente é definido automaticamente sempre que j> ou jc forem previstos O coeficiente angular ou, no mercado de ações, Coeficiente Beta, indica o grau
pela HP 12c. Para visualizar este coeficiente devemos pressionar sempre a tecla de variabilidade do retomo da ação em resposta a uma variação do retorno do
x<->y. O coeficiente de correlação próximo de 1 ou -1 indica que os pares de dados mercado. Quando mais elevado for este coeficiente, mais arriscada é a ação. E
ajustam-se bem à linha reta. Por outro lado, um coeficiente de correlação próximo uma medida de risco usada pelo mercado.
de 0 indica que os dados não se ajustam bem a uma reta. Para visualizar o coefici­
ente de correlação entre o retomo da ação da AMBEV e o retomo do IBOVESPA, Média Ponderada
adotamos o seguinte procedimento;
Com a HP 12c, é possível definir a média ponderada de um conjunto de observações,
desde que se definam os pesos a elas associados. Dentre as aplicações utilizadas no
88 Aprenda a Usar sua HP 12c

mercado financeiro, o prazo médio das operações de desconto de duplicatas merece


destaque. Para defmir a media ponderada, adotamos o seguinte procedimento:

- Introduzir o valor a ser ponderado e pressionar a tecla ENTER •


- Introduzir o peso e pressionar a tecla S+.

l-xen.pio pnra Definirá,, do Prazo Mcdio da Operação


dc Desconto de Duplicatas

.1 .strcni de.scoiiiiida.s no m ercado financciro.

Valor
Nominal
40.000.00
l’ra/0 de Nenciniento
cin dias Transformações de Taxas
1,5
.^5.000.00 U)
20.000,00 14
30.000.00 12

ís: '’;:™ ;“ i:: 'íssí ....... -


Objflivo
Teclas Mosirador Parte 1 - Taxa de Juros
Liyar a 111’ 12c. limpar os o .\
rct:isliadoic.s. lixar d .s dados
cm duas casas d ccim ais.
f u i:c 0,00 Algumas operações realizadas no mercado financeiro brasileiro apresentam caracterís­
l'2 ticas diferenciadas. Com base na teoria financeira e nas condições estabelecidas pelo
15
Im rodii/ir o prim eiro par dc
mercado, a HP 12c, a partir dos registradores representados pelas teclas n i PV PMT
K M EU
oíkIos estatísticos. 40.0 0 0 1,00 FV pode definir as taxas de juros, bem como realizar as operações financeiras.
v +
16 Taxas de Juros Equivalentes
Introduzir o segun d o par de ENTER
dados csia iisiico s. 3.5.000 2.00
Duas taxas, e são consideradas equivalentes se, para o mesmo período de aplica­
V+
ção, for indiferente aplicar o capital à taxa ou à taxa i^, uma vez que irão proporcionar
14 os mesmos juros.
Introduzir oicrcciro par de E M E It
dados csiaiisticos. 20.000 3.00 No regime de juros simples, como o crescimento dos juros é linear, permite-se as ope­
1 +
rações de multiplicação e divisão entre as taxas. No regime de juros compostos não
12 podemos realizar tal operação uma vez que o fundamento deste regime é exponencial.
Introduzir 0 quarlo par dc E M E lí A relação para operações com juros compostos pode ser representada pela seguinte
dados csla líslico s. 30.000 4 ,0 0 formulação algébrica:
v+

IX -llniro valor ponderado. « .V , H


14.-40

Ou seja, o prazo médio das operações de desconto.de duplicatas é de 14,40 dias Consideramos que representa o prazo da taxa que se quer, enquanto que n, represen­
ta o prazo da taxa que se tem.
r "

Após essa divisão, a taxa encontrada representa a taxa efetiva da operação. Ao contrá­
Rxcniplo p ara T ransform ação de Taxa
rio da primeira taxa, esta segunda é definida por taxa efetiva e, conceitualmente, repre­
Com base numa taxa de juros de 48% ao ano. no regime de juro.s senta toda aquela taxa em que o periodo de formação e incorporação de juros ao capital
compostos, determinamos a taxa dc juros mensal adotando o seguinte coincide com o prazo da taxa.
procedimento:
O bjetivo Teclas M ostrador
E x em p lo p a ra T axa N o m in al com C a p ita liz aç ão D iária
o \
Ligar a HP 12c, limpar os re- U m em préstim o foi realizado a unia taxa de juros 24% ao ano, com
r iiN
gistradores financeiros, tlxar
os ciados em cinco casas deci­ f5 capitalização diária. Desta forma, para dellnir o valor cretivam cnte
0.00000
mais, limpar e habilitar o CLx cobrada para cada unidade em prestada, no prazo, é necessário o
registrador c. S10 seguinte procedim ento:
EEX
O b jetiv o 1'cclas M o stra d o r
Inirodu/ir o número 1 como
artificio para operação de 1 CHS
-1,00000 ON
transformação da taxa. PV
Ligar a HP 12c. lim par os re- f FIN
Introduzir a taxa de juros a gistradores financeiros, fixar
48 i Í5 o.ooooo
ser transformada. 48,00000 os dados cm cinco casas deci­
C lA
mais. lim par e habilitar o
Introduzir o prazo da taxa 1 registrador c. STO
C|ue se quer. 1,00000
ENTER EE X
Intioduzir o prazo da taxa Im roduzir o núm ero 1 como
que se tem e dividir pela 1 CHS -1,00000
12- n 0,08333 artificio para operação de
primeira informação. PV
transform ação da taxa.
Determinar a taxa de juros 24
pela exponenciação. Para isso. Introduzir a taxa de juros a
FV 1.03321 ENTEK 0.06667
utilizamos a função FV. ser transform ada e dividi-la
pelo periodo de capitalização. 360 - i
Subti-air 0 número 1 utilizado
anteriormente como artificio 1- 0,03321 Introduzir o prazo de uin ano 360,00000
para o cálculo. 360 n
para a operação.
Multiplicar por 100, para
D eterm inar a taxa dc juro
estabelecer uma taxa no 100 X 3,32097
formato percentual. através da exponenciação. 1,27115
FV
Para isso. utilizam os a
função FV.
Portanto, dada uma taxa de juros anual de 48%, a taxa equivalente mensal, no regime Subtrair o núm ero 1 utilizado
de juros compostos, corresponde a 3,32%. anteriorm ente com o artificio 1- 0.27115
para o cálculo.
Taxa de Juros Nominal M ultiplicar por 100 para esta-
belcccr um a taxa no formato 100 X 27.11475
percentual.
O período de formação e incorporação de juros ao capital pode não coincidir com o
prazo da taxa. Quando isto ocorre, a taxa de juros é definida como nominativa. O
formato mais usual do mercado é a taxa anual com capitalização mensal. A HP I2c Portanto, dada uma taxa nominal, a taxa efetivamente cobrada para o período de um
dispõe do recurso g 12-í-, que automaticamente converte a taxa nominal em efetiva pela ano é de 27,11%, embora a taxa do contrato se apresente como 24% ao ano com capi­
divisão de seu valor em 12 períodos. talização diária.
Taxa Over Mensal Introduzir o prazo dc um ano 20.00000
20 n
para a operação.
A denominação over relaciona-se com a remuneração mensal cujos pagamentos de D eterm inar a taxa de juro
juros são diários. Desta forma, a partir da taxa diária será possível, pela exponenciação, por m eio da exponenciação. FV 1.16140
por dias úteis, definir a taxa efetiva. Para isso. utilizam os a
A taxa over mensal pode ser considerada uma taxa nominativa, uma vez que a forma­ função /•'!'.
ção e incorporação de juros ao capital não coincide com o prazo da taxa. Ela só tem Subtrair 0 núm ero I utilizado
anteriorm ente com o artillcio 1- 0.16149
validade para os dias úteis e o mercado financeiro, no Brasil, apresenta, em média, 21
dias úteis no mês. para o cálculo.

A expressão que pode definir a taxa efetiva a partir de uma taxa over mensal é dada por: M ultiplicar por 100 para esta-
bclcccr uma taxa no formato lOOx 16.14915
percentual.

/ • Ndu
‘over Portanto, dada uma taxa over mensal, a taxa efetivamente cobrada para o período de 20
1+ 100 -1 ;clOO dias é de 16,15%, embora a taxa do contrato se apresente como 22,54% ao mês.
30
Taxa Over Anual
Diferentemente da taxa mensal, a taxa efetiva a partir de uma taxa over anual é dada
O número de dias úteis utilizado pelas instituições financeiras segue o calendário do pela seguinte formulação algébrica:
Banco Central.

du
E xem plo p a r a Taxa Over p a r a o P erío d o ‘over ^252
ie = 1+ - 1 xlOO
100
Com base num a taxa o r tv d c 22,54% ao mês c. considerando um
pra/o dc 20 dias úteis no mês. dclcnninainos a laxa efetiva do
período a partir do seguinte procedimento;
O b jetiv o Fcclas .M ostrador E xem plo p a r a T axa Otrr.-V iiua!
ON
Ligar a IIP 12c. lim par os re- Com base num a taxa o i w dc 21.00"/o ao ano. e considerando um prazo
f FIN
gistradorcs tinancciros, tlxar de 22 dias úteis para uma operação, tieterm inam os a taxa eletiva com
os dados çm ciiico casas deci­ l'5
0.00000 0 seguinte procedim ento:
mais. lim par e habilitar o C I.x
registrador c. STO
O b jetiv o Teclas M o s tra d o r
EEX
Introduzir 0 núm ero 1 com o ON
artincio para operação dc 1 CHS Ligar a I IP 12c, lim par os re- 1 FIN
PV -1.00000 gistradores financeiros, fixar
transform ação da taxa. f5 0.00000
os dados em cinco casas deci­
Introduzir a laxa dc juros a CLx
22..S4 m ais. lim par c habilitar o
ser transform ada e dividi-la registrador c. STO
ENTER 0.75133
pelo período de capitalização. 30- i EE X
Introduzir o núm ero 1 como F.xcm plo p a r a Taxa ili- .lu rtis Roal
artillcio para operação de 1 CH S
-1.0001)0 D uninic u pcrioilo am ial. um iin c stiiio r o bteve iciulim oiiios m ensais
iraiislbrinação da laxa. PV
de l).70"ii ao inès. C onsiiieraiuio (,)ue cm 2 anos a itillaví>o 1*''
Introduzira ta.xa de Juros a ik-lerininam os a ta.xii real a partir tio scgiiinle proi-eiliincnlo:
ser transformada. 21 i 21.00000
O b je tiv o IVclas M o s tra d o r
Introduzir o prazo da operação. T> ON
Como osse prazo é de 22 dias L iiiar a 1il’ 12c. lim par os re-
c a taxa está cotada cni 252 KM ER 0,08730 1 riN
” istradores rm aiieeiros. líxai
dias. teremos 22/252 do jirazo. 252 n 15 0,()l)()()()
os ciados em cinco casas d eci­
C l.x
D ctcrininar a taxa dc juro m ais. lim par e habilitai o
regislrador c. STO
por incio da c.xpoiicnciaçào.
Para isso, utilizam os a FV 1,01678
tunção /• Introduzir 0 núm ero 1 com o 1 CH.S
a rtillc io para operação de -I.DOOIHI
r v
Subtrair o número 1 utilizado u a n stb rm acào da taxa.
anteriorm ente com o artillcio 1- 0.0U>7S
para o cálculo. Introduzir a taxa dc juros a 0,7t) i (1.71)000
ser iraiLsIormada.
M ultiplicar por 100 para esta­
Inirodir/ir o prazo da operação.
belecer uma laxa no fonnaio lOO.x 1.67807 C om o esse prazo é dc 2 anos 24 24.()0()()()
percentual. II
c a laxa esta cotada ao mês.
terem os 24 meses.
D clerm inar o v alor llnal da
operação, utilizando a 1.IS224
IV
função r i '.
Taxa de Juros Real
1.im par o rcgistrador 1 l-I.N 1,18224
A taxa de juros real define o valor da operação financeira, após a eliminação dos luiaiiceiro.
efeitos inflacionários. Alguns índices são utilizados para definição da inflação no Introduzir o \a lo r da operação CHS -1.1S224
Brasil. A partir das informações obtidas no mercado, podemos definir os valores das com o v alor linal. 1 \'
operações financeiras. Introduzir o prazo em c|ue a
uitlação loi avaliada. C om o
a sua laxa está colada cm 2 1n i.oonoo
As taxas relacionam-se pela seguinte expressão algébrica:
anos. n ecessitam os apenas
de 1 periodo dc 2 anos.
Introduzir a laxa da inllação lO.OOOOO
10 i
(/ + /) = (l + r )x (l + /) no periodo.
D clerm inar o valor atual da
operação, elim inando o eleito l'V 1.07477
da inllação.
Consideramos que {i + /) representa a taxa aparente; (1 + r) a taxa real e (1 + /) a S ubirair o núm ero 1 utilizado
taxa da inflação. Desta forma, a taxa aparente é formada pela taxa real acrescida dos a nteriorm ente com o artillcio 1- 0.()7-177
efeitos da inflação. para o cálculo.
M ultiplicar por 11)0 para
oslabclcccr um a liixa no lOOx 7.47í,77
lorm alo pcrccnuial.
Portanto, considerando que a inflação no período corresponde a 10% no período de 2
anos, temos uma taxa de juros real de 7,48% no período.

Aplicações e Empréstimos

Parte 1 - Aplicações Financeiras

As aplicações financeiras realizadas no mercado brasileiro, mesmo apresentando ca­


racterísticas diferenciadas, podem ser definidas pela HP 12c. Com base nos registra-
dores representados pelas teclas n i PV PMT FV, podemos definir os rendimentos
obtidos.

Caderneta de Poupança

A Caderneta de Poupança paga rendimentos de 6,0% ao ano com capitalização mensal


(taxa nominal), além da TR - Taxa de Referência. Esta é uma expressão usual de mer­
cado, uma vez que esses valores percentuais não podem ser somados. A remuneração
mensal pode ser dada pela seguinte expressão algébrica:

f + ‘cp ) = (* + ‘ír ) ><(1 + j )

Considerando i a taxa de juros e k o número de capitalizações (para a caderneta, temos


12 capitalizações).
r

Exemplo p ara os RendinieiHos da C aderneta de Poupança Subtrair o número 1 utilizado


anteriormente como artifício 1- 0,00767
Com base nos rendimentos da TR disponíveis na tabela abaixo podemos para o cálculo
dcttnnm ai o lendimento de cada mês para a Cademela de Poupança.
Multiplicar por 100 para esta­
Período belecer uma taxa no formato 100 X 0.76693
Mês TR Rendimento mensal percentual.
Jul/02 0,2656% 0,5000%
Ayo/02 0.2481% 0.5000% Portanto, o rendimento para o mês de julho de 2002 corresponde a 0,7669% no perío­
Set/02 0,1955% 0.5000% do mensal.

O l)jetiv o Certificado de Depósito Bancário - CDB


Teclas iNIostrador
Ligar a HP 12e. limpar os o \ O CDB é um título privado emitido por uma instituição financeira, com objetivo de
r_eg 1s t ra d o re s fi n a n c e i ro s , I FI N captar recursos entre os investidores. Considerando um investimento de 200.000,00,
fixar os dados em cinco casas com base numa taxa de 21 % ao ano e prazo de 6 meses, determinamos o valor final de
decimais, limpar o registrador
f5 o.ooooo
CLx resgate adotando o procedimento abaixo.
e habilitar o registrador c. Algumas considerações devem ser feitas. A taxa de juros é cotada em 252 dias úteis e
STO F.EX
no prazo da operação existem 124 dias úteis.
Introduzir o número 1 como
irlillcio para operação. ENI ER 1.00000 Tributação no Brasil

Introduzir o rendimento Na operação, os rendimentos são tributados em 22,50%. Acima de 6 meses, até 1 ano,
garantido pelo governo. 0.50 0.50 a tributação é de 20%. De 1 a 2 anos, a tributação é de 17,50%, e acima de 2 anos,
corresponde a 15%.
Dctlnir o valor percentual
sobre a unidade. % 0.00500 Exemplo p ara os Rendim entos do CDB

Com base nos infonnaçòes disponíveis, podemos detemiinar o rendi­


Acrescentar o valor siibre a
unidade. 1.00500 mento do CDB:

Objelivo Teclas M ostrador


Introduzir a TR do mês de
julho. 0,2656 0.2656 ON
l.igar a IIP 12c. limpar os
rc g istra d o rc s fin an ceiro s, f FIN
Dellnir o valor percentual lixar os dados em duas casas Í2 0,00
sobre o último resultado. % 0,00267 decimais, limpar o registrador CLx
c habilitar o registrador c. STO EEX
Acrescentar sobre o último
resultado 1,00767 Introduzir o valor da
200000 CHS P \ ’ - 2 ()0 .()00.00
aplicação.
Taxa de Carregamento
Introduzir a taxa de juros. 2i I 21,00
A taxa de carregamento incide sobre as contribuições do plano de previdência. En­
quanto a taxa de administração tem como objetivo remunerar o gestor pelo seu traba­
Introduzir o prazo da operação lho, a taxa de carregamento compensa a instituição financeira pelas suas despesas de
cm relação ao prazo da taxa. 124E.VIER152-n 0,49
corretagem e comercialização do plano.

Dclerminar o valor futuro. IV 219.667,42 E.vcmplo p ara Planos dc Prcvidcncla Privada C onsiderando
Taxa de C arregam ento
Recuperar o valor presente.
RCL PV - 2 ()0 .ü ()(),00 Considerando contribuições mensais cie 500,00, durante 30 anos, com
base numa taxa de 0,50% ao mês, podemos projetar o valor acumulado
desta operação, em que incide uma taxa de carregamento igual a 5'!ü.
Somar o valor presente (negati\'o)
com 0 valor futuro {ix>sitivo) pimi Assim, com base na série uniforme de pagamentos antecipados,
+ 19.667,42
cictenninar os jums cia oiXTação. adotamos o seguinte procedimento:

Objetivo Teclas M ostrador


Introduzir a taxa do imposto
dc renda. 22,5 22.5
Ligar a ÍIP 12c, limpar os^ re- ON
gistradorcs financeiros, fixar f FIN 0,00
Determinar o valor percentual
%- 15.242,25 Õs dados em duas casas deci­ f2
c subtraí-lo dos juros.
mais e limpar o registrador. Clx

Acrescentar ao valor inicial


da operação. RCL PV - 215.242,25 Definir os pagamentos para » \iEG 0,00
modalidade postecipada.

In tro d u zir o valor dos 5(X),(X) ENTER 475,00


Previdência Privada pagam entos m ensais. 5 % -P M T

Outra possibilidade de aplicar recursos no mercado dá-se através dos fundos de in­
vestimentos. As séries uniformes de pagamentos antecipados são utilizadas para o Introduzir a taxa da operação. 0.50 i 0,50
cálculo da provisão acumulada dos fundos de aposentadoria privada. De modo geral,
os funat)S representam aplicações para longo prazo, de forma que, ao final do perío­
do firmado em contrato, o participante possa adquirir seu benefício. Algebricamente, Introduzir o prazo da operação. 30 ENTER 12 Xn 360,00
teríamos a seguinte condição:

Dclinir o \alor llnal da operação FV -479.530.37

FV = PMT x (1 + 0
Parte 2 - Em préstim os Financeiros
Introdu/ir o \ alor percentual 20.00 % o.ooo.oo
Crédito Direto ao Consumidor da entrada.

Os pagamentos postecipadas são utilizados para o cálculo do financiamento dos bens


duráveis. A operação no mercado brasileiro recebe o nome de Crédito Direto ao Con­ - .^6.000.00
Subtrair do valor do \ ciculo.
sum idor- CDC. Por se tratar de uma operação de empréstimo, incide sobre a operação
0 imposto de operação financeira - (lOF).
Regra geral, o consumidor deve dispor de uma entrada para sinalizar o interesse da
compra financiada, pagando o restante em parcelas fixas e iguais durante o intervalo de Acrescentar ao valor liciuido 4W1.77 -t :Uv46ív77
tempo (n) acordado entre as partes. Algebricamente, temos: do veiculo 0 lOl-.

PV + IO F l-E = PM Tx Introdu/ir o valor a ser tlnan- ( IIS 1*V


ciailo.

Inti oduzir a la.\a de juros do 5i 5.00


línanciamento.
l‘'.\cinpl(i para Valor cia Prestava» dc uin CDC

liv n i D S cmisiilcnir iiiu' iim \ciciili) custa, á \isl:i. 45.0l)().(K). c i|iio c


necessária um a ontnicla tic 20'’« do valor do \ciculo. 1'ni liinçào tia laxa 24.00
Introdu/ir o prazo da operavfto. 24 11
ilc jiim s tio 5" II ao incs c ilo p ra /o tIc 24 m cscs, o \a lo r do im posto de
opci:n;ao liiiaiii.cira lOl- corrcs|X)iHlo a 4(>(). .'7. sondo tam lviii rmanciado.
Dosta Ibniia. dclcnninanios o \a lo r tio pauaiiicnto m ensal por moto tii)
sc;jiiinlc proccditnaito:
nelcrm inar o s alor do linan- 1*MT 2.642.7S
( ) l ) j l ‘ IÍV II IVclas M ostrador ciamento mensal.

l.iu a r a 111’ 12 c , lim p a r os ()\


r o g is ir a d o r c s fin a n c c iro s . n iN
0 .00
t'i\a r o s d a d o s om d tia s 12 Complexidade do Cálculo do lOF
c a s a s d e c im a is c lim p a r o Clv
ro u is tra d o r Em razão da complexidade que envolve o valor do lOF, é prudente utilizar a tabela fornecida
pela Secretaria da Receita Federal. Assim, temos que a definição do lOF é dada por;
n d í n i r os p a g am en to s para
o F .M ) 0.00
A cobrança será definida da seguinte forma:
m o d alid ad e posiecip ad a.

In tro d n /ir o \ alor da aplicai;ão. •15000 KN TKU 4 5 .0 0 0 .0 0


IOF = Ü2Í
(1- ^ )
^ 10^
r 104
r
Considerando que Vd representa o valor residual a ser pago e P V o valor do aluguel,
T;ix:i 3 6 12 24 36
descontado o valor residual garantido.
2.0" « 0.0252 0.0445 0.0S42 0.1210 0.13.1(1
2,2-!;, 0,02.52 0.0445 0,0S45 0.1215 0.1336
2.4"í, 0.02.-S2 0,044f. 0.0S4X 0.1220 0.1341 E x em p lo p a r a V^alor d a P re s ta ç ã o d e u m Leasiníf
2.6".. 0,0252 0.0447 0 .0 S 5 1 0.1225 0.1346
2..S'’;, 0,0252 0.044S 0.0X54 0.1230 0.1351 Uin ociuipiiniciilo no valor dc 400.000,00 será arrendado d uiante 24
3.0'!,, 0,0252 0.044,S 0.0X56 0,1235 0.1356
.1.2'!'o
m eses à Ui.\a dc ao mês. O perccnlual do valor residual garantido
0,025.' 0.0449 0,0X59 0,1239 0.1360
0.025.Í 0.0450 0.0X62 0.1244 0.1365 (V) c dc 4" ». C oni b ase nas inform ações, c considerando que o valor
.1.6'!;, 0.025,'í 0.0450 0,0X65 0.1249 0.1 369 residual será pago ao longo do contraio, dclcrm inam os o \ alor da
0.0253 0.0451 Ü,0X6X 0,1254 0.1374
4.0'!,, 0.0253 0.0452 0.0X71
contraprcstaçào c da prestação adotando o seguinte procedim ento:
0.125X 0 .1 37S
4.2% 0.0253 0,0452 0,0X74 0,1263 0.13X2
4.4'‘-o 0.02.S4 0.0453 O b je tiv o Techis .V líistrador
0.0X76 0.1267 0.13X6
4.6'/i, 0.0254 0,0454 0.0X79 0.1271 0.1390
4.S'>;, 0.0254 0.0455 Ligar a IIP 12c. lim par os ON
0.0XX2 0.1276 0.1394
5.0'!i, 0.0254 0.0455 O.OXX5 registradores linanceiros. li.sar f FIN 0.00
0.12X0 0 .1 39X
os dados cni duas casas d eci­ f2
m ais c lim par o rcgistrador. C lx

D efinir os p agam cnios para o KM) 0,00


m odalidade postccipada.
Arrendamento Mercantil ou Leasing Introduzir o valor do eq u ip a­ 400.000.00 400.000.00
m ento a ser arrendado. F.NTKR
Os pagamentos postecipados são utilizados para o cálculo do arrendamento mercantil.
Ele representa um contrato especial de aluguel, no qual, além do pagamento do valor D etlnir o valor residual g aran­ 4 % 16.000,00
tido.
do aluguel, deve ser definido um valor capaz de garantir a aquisição do bem arrendado.
Este valor é denominado valor residual garantido (V). D iluir 0 valor residual ao longo 24 + 666,67
A operação m^is comum no mercado é a realizada com base no valor residual pago ao do contnito.
longo do contrato. Em termos algébricos, temos: Introduzir o valo r pago m en­ PM I 666,67
salm ente no contrato.

24.00
Vd 1-0 + 0 - n introduzir o prazo do contrato. 24 n
PV- =P V
Intro d u zir o valor da taxa dc .3.00
3 i
juros.

D eterm inar o valor atual do -11.290.36


PV
residual garantido.
1 -(1 + /)-
PV' =PMTx Desconiar t) valor do equipa­
, 400000 + -388.709,64
mento do \ alor atual do residiia
CHS
garantido.
Limpar os rcgistradores finaii-
cciros. fFLN -.188.709,64 Anexo
Inirodu^ir o valor presente 1
líquido da operação. PV -.■?.S8.709,64

Introduzir o prazo do contraio. 24 n 24,00


Introduzir o valor da taxa de
Juros. 3i 3,00

Dcllnir 0 valor pago mensal­


mente no contrato (contraprcs- PMT 22.952,3
Taxa Interna de Retorno
taçào).

Supondo uma Taxa Interna de Retorno

Podemos pesquisar soluções para IRR, ainda que ocorra uma indicação de error 3.
Para isso, devemos:

- Supor uma taxa e inseri-la;


- Pressionar as teclas RCL f R/S.

Tal suposição ajudará a HP 12c em sua pesquisa e, se ela encontrar uma resposta para
a IRR próxima da sugestão, esta resposta será exibida. Pelo fato de a HP 12c não
informar o número de soluções que existem, podemos continuar com as suposições,
pressionando RCL f R/S após cada uma, para pesquisar soluções de IRR.
O processo pode ser acelerado utilizando-se a função N PV para auxiliar nas sugestões.
Devemos lembrar que uma solução correta de IRR fará o NPV calculado muito peque­
no. Portanto, deve-se fazer suposições de taxas e solucionar o NPV até que a resposta
obtida seja razoavelmente próxima a zero. Então, pressione RCL f R/S para calcular a
resposta de IRR próxima à sua suposição.
Para outra situação, a HP 12c pode exibir uma resposta negativa e podemos desejar
verificar um único IRR positivo. Para isso, introduzimos, sucessivamente, suposições
maiores para a taxa e resolvemos o NPV até que alcance uma troca de sinal em seus
resultados. Assim, pressionamos RCL f R/S para encontrar uma solução de IRR mais
próxima da última taxa obtida no processo.
Referências Bibliográficas

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6“ ed. São Paulo: Atlas, 2001.

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