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Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP


Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Ciências Sociais

Vespertino e Noturno

Profª Dra. Soraya Soubhi Smaili


Reitora da UNIFESP
Profa. Dra. Valeria Petri
Vice-Reitora da UNIFESP
Prof. Dr. Daniel Arias Vazquez
Diretor Acadêmico do Campus
Profa. Dra. Marineide de Oliveira Gomes
Vice-Diretora Acadêmica do Campus
Profª Dra. Débora Alves Maciel
Coordenadora do Curso de Ciências Sociais
Profª Dra. Maria Cristina Pompa
Vice Coordenadora do Curso de Ciências Sociais

Projeto original: 2006


Alterações pontuais: 2007, 2008, 2009, 2010, 2011
Atualização 2014

Guarulhos 2014

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312

Atualização homologada na reunião ordinária do Conselho de Graduação, em 17/12/2014 (retificação homologada em 14/06/2016).
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Membros da Comissão Curricular de Graduação do Curso de Bacharelado em


Ciências Sociais – CCG

Docentes
Profª Dra. Débora Alves Maciel (Coordenadora de Curso)
Profª Dra. Maria Cristina Pompa (Vice-Coordenadora de Curso)
Profª Dra. Andrea Barbosa
Prof. Dr. Diego Ambrosini
Profª Dra. Valéria Macedo

Representantes Discentes
Leonardo Ferreira
Patrícia Regina Rodrigues

Membros do Núcleo Docente Estruturante do Curso de Ciências Sociais – NDE

Profª Dra. Débora Alves Maciel (Coordenadora de Curso)


Profª Dra. Maria Cristina Pompa (Vice-Coordenadora de Curso)
Profª Drª Cynthia Andersen Sarti
Profª Drª Marcia Regina Tosta Dias
Profª Drª Maria Fernanda Lombardi Fernandes
Prof. Dr. Mauro Luiz Rovai

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SUMÁRIO

1. Apresentação do Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Ciências


Sociais 6

2. Dados Gerais do Curso 9

3. Histórico de Formação do Curso 11

3.1. Contexto e justificativa da oferta do Curso 11

3.2. Perfil do Curso 12

4. Concepção do Curso 13

4.1. Objetivo 13

4.2. Perfil do Egresso - Competências e Habilidades 14

4.3. Organização Curricular 15

4.3.1. Estrutura e Conteúdos Curriculares 15

Núcleo de Formação Básica Comum 16


UCs de Formação Básica Teórica – Antropologia, Ciência Política, Sociologia
16
UCs de Formação Básica Metodológica 16
UCs de Formação Prática de Pesquisa 16
UCs de Domínio Conexo Fixo 17
Atividades Complementares 17

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Núcleo de Formação Específica do Bacharelado 17


UCs de Domínio Conexo Livres 18
UCs Eletivas 18

Conteúdos Transversais 18

4.3.2 Matriz Curricular 2015 19

4.3.3. Matriz de Transição 23

4.4. Sistemas de Avaliação do Ensino e da Aprendizagem 24

4.5. Sistema de Avaliação do Projeto do Curso 25

5. Docência, Pesquisa e Extensão 27

6. Corpo Social 29

6.1. Corpo Docente do Curso 29

6.2. Corpo Técnico Administrativo 53

7. Instalações Físicas 54

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ANEXOS
ANEXO I Matrizes Curriculares 2007-2011 56
ANEXO II Planos de Ensino 65
ANEXO III Regulamento do Curso de Ciências Sociais 281
ANEXO IV Regimento da Comissão de Curso de Graduação – CCG 295
ANEXO V Regimento do Núcleo Docente Estruturante – NDE 299
ANEXO VI Regulamento do Trabalho de Conclusão do Curso - TCC 302
ANEXO VII Regulamento das Atividades Complementares 311
ANEXO VIII Projetos de Docência, Pesquisa e Extensão 315

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1. APRESENTAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE


BACHARELADO EM CIÊNCIAS SOCIAIS

O Projeto Pedagógico original que instalou o curso de Ciências Sociais na UNIFESP


foi elaborado em 2006. Desde o início do seu funcionamento, em 2007, com o primeiro
grupo docente, o Curso tem praticado constantemente a reflexão sobre o seu perfil,
seu funcionamento, seus objetivos.

O Projeto Pedagógico de Curso atualizado em 2014 partiu do reconhecimento de novo


momento do processo de institucionalização do Curso de Ciências Sociais. Por um
lado, a formação das turmas, a partir de 2010, ofereceu subsídios para a avaliação das
potencialidades do projeto original e para a identificação dos ajustes a serem
operados. Por outro lado, a instalação definitiva do corpo docente, com os últimos
concursos realizados em 2012, diversificou o perfil das trajetórias acadêmicas
profissionais dos professores permitindo a consolidação da base de sustentação
docente do projeto acadêmico e pedagógico do Curso.

As alterações pontuais operadas na matriz curricular entre os anos de 2007 e 2011


são sintetizados no roteiro abaixo.

Ano de Retirada de UC/ Termo Entrada de UC/ Resumo das alterações e


ingresso Termo justificativas
2007 - Línguas – Francês I - Inglês para As UCs Línguas (Francês e Inglês, I
(DCF) do 1º termo Leitura de e II) eram oferecidas no 1º e no 2º
Textos (DCF) no termos aos alunos de Ciências
- Línguas – Inglês I
1º termo Sociais (para Bacharelado e
(DCF) do 1º termo
Bacharelado/ Licenciatura). A carga
- Francês para
- Línguas – Francês II horária das UCs era de 36 horas. A
Leitura de
(DCF) do 2º termo nomenclatura e a carga horária
Textos (DCF) no
foram alteradas. Em cada termo, o
- Línguas – Inglês II 2º termo
aluno deverá cursar uma UC, ora
(DCF) do 2º termo
intitulada, “Francês para Leitura de
Textos” e “Inglês para Leitura de
Textos”, que possuem carga horária
de 60 horas cada uma. As alterações
passaram a vigorar a partir de 2008.
Justificativa: UCs integrantes do
conjunto oferecido como Domínio
Conexo Fixo (DCF). As mudanças
foram realizadas a partir de
solicitação do Curso de Letras, além

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de responderem à necessidade de
padronização legal do perfil das
UCs.
As alterações entraram em vigor
para os ingressantes de 2008.
2008 - Estágio – 6º termo - Estágio I – 6º 1. Adequação da nomenclatura das
termo UCs Estágio I, II e III.
- Estágio – 7º termo
- Estágio II – 7º Justificativa: As alterações se
- Estágio – 8º termo
termo fizeram necessárias na medida em
que o Projeto de Estagio
- Estágio III – 8º
Supervisionado foi aprimorado.
termo
2. Alteração da carga horária das
UCs Laboratório de Ensino e
Pesquisa I, II e III, de 60hs para
120hs, para Bacharelado e
Bacharelado/ Licenciatura.
Justificativa: As UCs em questão têm
uma carga horária prática
significativa que não estava
contemplada no projeto inicial.
3. Alteração de carga horária das
UCs Estágio I, II e III – Bacharelado/
Licenciatura, de 60hs para 120hs
Justificativa: Mudança feita para
atender à exigência legal.
As alterações passaram a vigorar
para todos os alunos ingressantes
de 2007 a 2010.
2009 1. Alteração de carga horária das
UCs Estágio I, II e III -
Bacharelado/Licenciatura, de 120hs
para 135hs
Justificativa: Mudança feita para
atender à exigência legal do MEC
para Estágio Supervisionado. As
UCs apresentam uma dimensão
prática (realizada fora da
universidade) que não estava
contemplada na matriz inicial. A
mudança operada em 2008 não foi
suficiente para que as exigências
legais pudessem ser atendidas.
2. Contabilização das atividades
complementares – 200hs
(Bacharelado e
Bacharelado/Licenciatura)
Justificativa: As Atividades
Complementares, apesar de
constarem da Matriz inicial, não
vinham com a indicação de carga
horária.
As alterações passaram a vigorar
para todos os alunos ingressantes
de 2007 a 2010, sem prejuízo para

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os ingressantes nos anos anteriores.

2010 - Retirada de Eletiva do - Inclusão de 1. Adaptação feita à Matriz em


6º termo do Bacharelado Eletiva no 7º janeiro de 2010 para igualar a
termo da quantidade de Eletivas obrigatórias
modalidade nas duas habilitações (Bacharelado
Bacharelado/ e Bacharelado/Licenciatura),
Licenciatura totalizando 11 Eletivas para as duas.
- Inclusão da 2. Inclusão de UC Ensino de Libras
UC Ensino de para atender à exigência legal do
Libras (30hs) no MEC.
8º termo da
3. Considerando a especificidade da
modalidade
formação de professores na área de
Bacharelado/
Ciências Sociais, o Curso de
Licenciatura
Ciências Sociais, modalidade
Licenciatura, decidiu tornar opcional
a obrigatoriedade a realização de
duas UCs no curso de Pedagogia,
comprometendo-se a oferecer, entre
seu repertório de eletivas, UCs
destinadas à formação de
professores. Manteve-se, entretanto,
a obrigatoriedade sobre uma UC no
curso de Pedagogia (para
Bacharelado/ Licenciatura), no 4º
termo.
Salvo este item 3, que incidirá sobre
os alunos ingressantes em 2011, as
alterações 1 e 2 passaram a vigorar
para todos os alunos ingressantes
de 2007 a 2010.
2011 - Inglês para Leitura de Seminário de Inclusão das UCs Seminário de
Textos - 1º termo Leitura Dirigida I Leitura Dirigida I no 1º Termo
- Francês para Leitura – 1º Termo Seminário de Leitura Dirigida II no 2º
de Textos - 2º termo Termo
Seminário de
Leitura Dirigida Justificativa:
II – 2º Termo Em 2011, o Departamento de Letras,
com anuência da Congregação da
EFLCH (Escola de Filosofia, Letras e
Ciências Humanas) e do CG/
PROGRAD, deixou de ofertar as
UCs de Domínio Conexo Fixo Inglês
para Leitura de Textos (1º termo) e
Francês para Leitura de Textos (2º
termo) devido à limitação do quadro
de docentes.
Para suprir a carga horária, o Curso
de Ciências Sociais optou pela
criação das UCs Seminário de
Leitura Dirigida I e II visando atender
outras demandas relevantes dos
ingressantes: 1ª.) tempo especifico e
didaticamente orientado para a
leitura e escrita de textos científico-
acadêmicos [em língua materna];
2ª.) contato introdutório com os

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projetos, reflexões e perspectivas de


formação acadêmica e profissional
em Ciências Sociais.
A mudança não acarretou Matriz de
Transição:
1. as duas novas UCs substituíram
as anteriores em igual quantidade de
carga horária;
2. a nova Matriz Curricular entrou em
vigência para os ingressantes a partir
de 2011

2. DADOS GERAIS DO CURSO

Nome do curso: Ciências Sociais

Grau: Bacharelado

Formas de ingresso: 1) Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), SISU – Sistema


de Seleção Unificada do MEC; 2) Transferência Interna e Externa.

O Departamento de Ciências Sociais oferece os cursos de Licenciatura e Bacharelado


com admissão via ABI: o ingressante realiza um conjunto básico de Unidades
Curriculares (UCs) comuns às duas trajetórias de formação acadêmica para, após um
tempo definido neste Projeto Pedagógico, optar por uma delas. As regras de
reingresso para a segunda titulação estão definidas em Portaria específica da Pró-
Reitoria de Graduação / PROGRAD.

Número de vagas previsto originalmente: 100 (50 para o vespertino e 50 para o


noturno).

Número de vagas atual: 120 (60 para o vespertino e 60 para o noturno), sendo 20
para o Bacharelado e 40 para a Licenciatura em cada turno.

Situação legal do Curso: Curso reconhecido pela Portaria Seres/MEC nº 605 de


19/11/2013, publicada no D.O.U. de 20/11/2013.

Regime do Curso: matrícula semestral por UC

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Carga Horária total: 2.600 horas.

Tempo regular previsto de integralização: 8 semestres

Tempo máximo de Integralização: 14 semestres

Turno de Funcionamento: Vespertino e Noturno

Organização do Currículo

O currículo do Curso está organizado em torno de dois núcleos, dispostos da seguinte


forma:

1) o Núcleo de Formação Básica Comum, que é comum aos cursos de Bacharelado e


Licenciatura, e inclui: a) Unidades Curriculares de formação básica teórica das três
áreas disciplinares das Ciências Sociais (Antropologia, Ciência Política e Sociologia) –
com carga horária total de 900 horas; b) Unidades Curriculares de formação básica
metodológica e de prática de pesquisa – carga horária total de 540 horas; c) Unidades
Curriculares de Domínio Conexo Fixo, ofertadas pelo Departamento de Filosofia da
EFLCH – carga horária total de 120 horas; d) Atividades Complementares – com carga
horária de 200 horas.

2) o Núcleo de Formação Específica, que é próprio do curso de Bacharelado, e inclui:


a) Unidades de Domínio Conexo Livres, ofertadas pelos demais departamentos da
EFLCH – carga horária total de 240 horas; b) Unidades Curriculares Eletivas,
oferecidas pelo Departamento de Ciências Sociais e referentes a áreas e subáreas
específicas das Ciências Sociais, livremente escolhidas pelo estudante – carga horária
total de 600 horas.

Não há pré-requisito no Curso, com execeção de dois casos: a) a UC Pesquisa IV –


Projeto de Pesquisa é pré-requisito para as UCs Pesquisa V – TCC I e Pesquisa VI -
TCC II; b) no caso das disciplinas eletivas, cada professor responsável pela UC
ofertada definirá os pré-requisitos exigidos nos no Plano de Ensino.

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Parâmetros Legais

Diretrizes Curriculares Nacionais para as Ciências Sociais: Resolução CNE/CES


17/2002.

Diretrizes e Bases da Educação Nacional: Lei 9.394/96.

Diretrizes Curriculares Nacionais para Conteúdos e Temas Transversais: Lei


11.645/2008 e Resolução CNE/CP 1/2004 (Diretrizes Curriculares Nacionais para
Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-
Brasileira e Indígena); Resolução CNE/CP 1/2012 e Parecer CNE/CP 8/2012
(Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação em Direitos Humanos); Lei
9.795/1999 e Decreto 4.281/2002 (Política Nacional de Educação Ambiental); Decreto
5.626/2005 (Língua Brasileira de Sinais).

3. HISTÓRICO DE FORMAÇÃO DO CURSO

3.1. Contexto e justificativa da oferta do Curso

O Curso de Bacharelado em Ciências Sociais da UNIFESP, campus de Guarulhos,


surgiu em resposta às demandas de expansão das vagas no ensino público superior.
No âmbito da Universidade, tais demandas se articularam ao interesse de expansão da
atuação para áreas diversas do conhecimento, o que trouxe para o núcleo original
representado pela Escola Paulista de Medicina, cursos de Ciências Humanas e
Exatas. Assim, em 2007, a inauguração do Campus Guarulhos deu início aos Cursos
de Graduação em Filosofia, Ciências Sociais, História e Pedagogia e, em 2009, aos
Cursos de Graduação em Letras e História da Arte. Segundo o Plano de
Desenvolvimento Institucional da UNIFESP - PDI/UNIFESP (2005), os cursos em
novas áreas do conhecimento devem instituir uma dinâmica interdisciplinar de
funcionamento que envolva progressivamente toda a Universidade. De certo modo, tal
dinâmica já se realiza.

Além de atender a seu projeto institucional, a expansão da UNIFESP responde ao


plano posto em prática pelo governo federal de expansão de vagas no ensino público

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superior. Nota-se um salto significativo no número de matrículas no ensino superior


nos últimos dez anos no Brasil. Em 2008, o número de jovens entre 18 e 24 anos que
estavam cursando o ensino superior chegou a 42,8%. Na região metropolitana de São
Paulo, esse percentual foi ainda maior chegando a 63,3% (IBGE, 2009).

No entanto, nessa mesma região, do total de jovens matriculados no ensino superior,


apenas 11,6% estão em instituições públicas. Portanto, o Curso de Bacharelado em
Ciências Sociais da UNIFESP adquire grande importância não só no contexto
institucional dessa Universidade, mas também por atender à necessidade de oferta de
vagas no ensino superior público na região metropolitana de São Paulo na área de
Ciências Humanas.

Seguindo essas diretrizes, o Projeto Acadêmico original do Curso de Graduação em


Ciências Sociais (2007) estruturou-se de modo a garantir uma sólida formação
disciplinar nas três áreas que tradicionalmente constituem esse campo do
conhecimento - Antropologia, Ciência Política e Sociologia - e, ao mesmo tempo,
incentivar o permanente diálogo entre elas para ambos os graus ofertados,
Bacharelado e Licenciatura. O profissional a ser formado, seja por seu perfil
generalista voltado para a pesquisa científica e análise de problemas sociais (no
Bacharelado), seja por meio da formação de professores para a educação básica (na
Licenciatura), irá contribuir com as atuais necessidades do mercado profissional.

3.2. Perfil do Curso

O Curso de Bacharelado em Ciências Sociais oferece sólida formação teórica,


metodológica e prática nas áreas básicas que compõem o campo científico – a
Antropologia, a Ciência Política e a Sociologia.

A formação teórica é contemplada pelo estudo das principais correntes do


pensamento clássico e contemporâneo das Ciências Sociais e pelo repertório variado
de disciplinas eletivas que, contemplando as diversas sub-áreas de teoria e pesquisa,
possibilitam a constituição de trajetórias singulares de conhecimento e de formação.

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A formação metodológica abarca um elenco de disciplinas e abordagens que


compreende a discussão epistemológica própria ao campo geral das Ciências
Humanas e Sociais, os métodos e técnicas de pesquisa (tanto quantitativos quanto
qualitativos), bem como a estrutura e a lógica de elaboração e desenvolvimento de
projetos.

A prática da pesquisa constitui ponto alto do Curso, e é desenvolvida por meio da


elaboração e execução do Trabalho de Conclusão de Curso, sob orientação de um
docente do departamento. Requisito fundamental à formação do bacharel em Ciências
Sociais, a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso é o momento de
convergência de saberes adquiridos nas dimensões teórica e metodológica do Curso,
todos essenciais ao futuro profissional.

4. CONCEPÇÃO DO CURSO

4.1. Objetivo

O objetivo do curso de Bacharelado em Ciências Sociais é a formação teórica e


metodológica sólida nas áreas que compõem este campo científico – a Antropologia, a
Ciência Política e a Sociologia – e, ao mesmo tempo, habilitar o futuro profissional para
o trabalho interdisciplinar e multiprofissional.

No mundo contemporâneo, as Ciências Sociais tem se apresentado como área do


conhecimento privilegiada, chamada a contribuir no estudo de problemas que surgem
como desdobramentos de seus objetos de estudo tradicionais, quais sejam, o trabalho,
as instituições sociais e políticas, os temas de gênero e da cultura. Dentre eles
destaca-se a questão ambiental, a do corpo e da saúde, a violência, as transformações
da economia e da política, as novas configurações da arte e as novas tecnologias.

Considerando esse cenário, a formação teórica e metodológica oferecida pelo Curso


visa desenvolver não somente habilidades analíticas, interpretativas, argumentativas e
discursivas - essenciais para a formação do futuro profissional, seja como bacharel
seja como licenciado - mas também articulá-las com questões de interesse político,

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social e cultural. O Bacharel em Ciências Sociais estará habilitado a sintonizar, de


maneira sofisticada, o amplo repertório teórico e metodológico oferecido com essa
gama cada vez mais variada de temas e problemas a ser cientificamente enfrentada na
sociedade atual.

Com entrada única via ABI no Curso de Ciências Sociais, o momento da opção pelo
Bacharelado é indicado na Matriz Curricular apresentada no item 4.3.2. Regras e
condições de reingresso após a primeira titulação estão estabelecidas em Portaria da
Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD).

4.2. Perfil do Egresso – Competências e Habilidades

O Curso busca estimular a construção das seguintes competências e habilidades:

 Domínio da bibliografia clássica e contemporânea de Antropologia, Sociologia e


Política, com a abertura para a contribuição de outras áreas disciplinares
(Filosofia, História, História da Arte, Letras e Educação);

 Autonomia intelectual e capacidade analítica, adequadas a seu desempenho


profissional para investigar, expor e debater, inclusive publicamente, dados e
idéias sobre problemas científicos, políticos, sociais e culturais envolvendo
aspectos diversos da vida social brasileira e internacional;

 Competência na articulação entre teoria, pesquisa e prática social, por meio do


compromisso ético com os dados e informações de pesquisa referentes a
problemas que afetam populações, pessoas ou grupos populacionais definidos;

 Domínio dos diversos métodos de análise produzidos no âmbito das Ciências


Sociais e capacidade de articulá-los de acordo com a sua pertinência ao
problema de pesquisa;

 Competência técnica para coleta, processamento e análise de dados e de


indicadores sociais diversos.

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Desse modo, o Bacharel em Ciências Sociais estará apto a atuar em três grandes
campos profissionais:

1. Pesquisa – o eixo fundamental da formação do cientista social. O curso oferece


um leque de disciplinas que visam garantir ao futuro profissional amplo
instrumental para desenvolver pesquisas de caráter quantitativo e qualitativo,
além de fornecer oportunidade de desenvolver, ao longo do curso, atividades
permanentes de pesquisa, colocando-o em contato com a realidade social que
será o objeto de seu trabalho profissional.

2. Planejamento, consultoria, formação e assessoria. Diferentes formas de


organização social presentes na sociedade brasileira, desde os anos 1990, e a
apropriação da responsabilidade social por empresas privadas ampliaram o
campo de trabalho para o cientista social, além do já existente nos organismos
públicos.

3. Ensino: o egresso do Bacharelado em Ciências Sociais que reingressa na


licenciatura estará apto, ainda, a atuar no campo da educação, compreendendo
o ensino da sociologia nas escolas tradicionais públicas ou privadas do ensino
médio e as diferentes formas de educação promovidas por outros agentes
sociais, como movimentos sociais, organizações não-governamentais,
empresas e o ensino superior.

4.3. Organização Curricular

4.3.1. Estrutura e Conteúdos Curriculares

O currículo do Curso está organizado em torno de dois núcleos de formação, o Núcleo


de Formação Básica Comum, e o Núcleo de Formação Específica do Bacharelado.

O Núcleo de Formação Básica Comum é comum aos cursos de Bacharelado e


Licenciatura, e inclui as Unidades Curriculares Fixas ou Obrigatórias que todos os
alunos devem cumprir. São elas:

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1. Unidades Curriculares Formação Básica Teórica das três áreas


disciplinares das Ciências Sociais: Antropologia (Introdução, I, II, III e IV);
Ciência Política (Introdução, I, II, III e IV) e Sociologia (Introdução, I, II, III e IV)
[ver ANEXO II]

As UCs de Formação Básica Teórica focalizam as questões teóricas e conceituais nos


debates clássico e contemporâneo da Antropologia, da Ciência política e da Sociologia.
Essas disciplinas visam a desenvolver a capacidade do aluno de ler, interpretar e
produzir textos referenciados na discussão bibliográfica das três áreas do
conhecimento.

2. Unidades Curriculares de Formação Básica Metodológica: Pesquisa I, II, III,


IV [ver ANEXO II]

As UCs de Formação Básica Metodológica abarcam a discussão científica própria do


campo das Ciências Humanas e Sociais (Pesquisa I – Epistemologia), os métodos e
técnicas da pesquisa quantitativa (Pesquisa II – Métodos Quantitativos) e da pesquisa
qualitativa (Pesquisa III – Métodos Qualitativos) e, ainda, a estrutura e a lógica de
elaboração e desenvolvimento de projetos de investigação científica (Pesquisa IV –
Projeto de Pesquisa). Essas disciplinas visam a desenvolver a capacidade do aluno
para identificar as questões epistemológicas envolvidas na produção do conhecimento
nas Ciências Humanas e Sociais; construir e aplicar instrumentos de pesquisa;
levantar, organizar e interpretar dados primários e secundários; elaborar e executar
projetos de pesquisa.

3. Unidades Curriculares de Formação Prática de Pesquisa: Pesquisa V –


Trabalho de Conclusão de Curso I e Pesquisa VI – Trabalho de Conclusão de
Curso II [ver ANEXOS II e VI]

Para graduar-se, o futuro Bacharel deve apresentar obrigatoriamente um Trabalho de


Conclusão de Curso realizado sob orientação de um docente do departamento. Isso é
feito através da matricula nas disciplinas Pesquisa V – TCC I e Pesquisa VI – TCC II.
A dimensão prática do conhecimento teórico e metodológico é aqui enriquecida e

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realçada. O TCC visa a desenvolver a capacidade do aluno de definir problemas


específicos de investigação em diálogo com a literatura científica, adotar teorias e
metodologias condizentes ao seu equacionamento, levantar, organizar e interpretar
dados primários e secundários e, por fim, apresentar com clareza os resultados de sua
pesquisa. O Trabalho de Conclusão de Curso é regido por regulamento próprio.

4. Unidades Curriculares de Domínio Conexo Fixo: Leitura e Interpretação de


Textos Clássicos e Filosofia Geral

Dentro da proposta de interdisciplinaridade no âmbito do Campus Guarulhos, essas


duas UCs são ofertadas pelo departamento de Filosofia para todos os alunos da
EFLCH, no primeiro ano do curso. Elas visam a introduzir os estudantes na reflexão
sobre temas fundamentais da filosofia, a partir da leitura de textos clássicos e segundo
diferentes métodos de interpretação.

5. Atividades Complementares [ver ANEXO VII]

As Atividades Complementares estão também incluídas no Núcleo de Formação


Básica Comum, e são institucionalizadas por meio de regulamento próprio. A
distribuição da carga horária das Atividades Complementares tomou como critério
norteador o grau de autonomia intelectual e prática propiciada ao estudante no seu
desenvolvimento. As Atividades estão agrupadas em duas modalidades,
contemplando dois eixos básicos de formação acadêmica do cientista social: Iniciação
à Pesquisa e ao Ensino e Extensão Acadêmica e Cultural – Aprimoramento
Profissional. A contabilização da carga horária por cada atividade é realizada pela
Comissão Curricular dos Cursos de Graduação em Ciências Sociais (CCG) a partir da
apresentação de certificado e de sua correspondência com o regulamento específico.

Já o Núcleo de Formação Específica do Bacharelado é composto por Unidades


Curriculares de livre escolha do aluno, e inclui:

1. Unidades Curriculares de Domínio Conexo Livres

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As UCs de Domínio Conexo Livres são disciplinas complementares realizadas fora do


Curso de origem e têm o propósito de oferecer formação interdisciplinar em outras
áreas de conhecimento. O aluno do Curso de Bacharelado em Ciências Sociais deve
cursar, além dos Domínios Conexos Fixos da Filosofia, outros quatro Domínios
Conexos são de livre escolha dentre as UCs oferecidas pelos demais departamentos
da EFLCH.

2. Unidades Curriculares Eletivas [ver ANEXO II]

As UCs Eletivas são disciplinas de livre escolha do estudante dentre um leque de


opções ofertadas pelo departamento de Ciências Sociais ou por qualquer outro
departamento da EFLCH, e visam a constituir trajetórias próprias de formação
orientadas pelos interesses intelectuais mais abrangentes de cada aluno, bem como
pelos temas e o problema de pesquisa de seu Trabalho de Conclusão de Curso.

Por fim, cabe notar ainda que os Conteúdos Transversais exigidos pelas Diretrizes
Curriculares Nacionais (Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, Educação em Direitos Humanos e
Educação Ambiental) são ofertados de várias maneiras no âmbito do currículo do
Curso: primeiro, em UCs Fixas do Núcleo de Formação Básica Comum das três áreas
disciplinares das Ciências Sociais (Antropologia, Ciência Política, Sociologia) [ver
ANEXO II]; segundo, em um conjunto de disciplinas eletivas que, oferecidas
anualmente por professores especialistas nessas temáticas, aprofundam tais
conteúdos.

Essas UCs Eletivas incluem, dentre outras: Etnologia Ameríndia, História Indígena,
Cultura Afro-Brasileira, Ciências Sociais e Meio Ambiente, Política e Direitos Humanos,
Teoria Política Feminista no Debate Público e Sociologia da Adolescência e Juventude
[ver ANEXO II].

Os temas transversais também estão presentes em Atividades Complementares


oferecidas pelo corpo docente do Curso, tais como: seminários e colóquios, grupos de
estudo, projetos de extensão, bem como nas pesquisas de Iniciação Científica e de
Trabalho de Conclusão de Curso. Dessa forma, o Curso tem propiciado a formação

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
19

acadêmica nesses conteúdos não apenas no âmbito do ensino mas também de


projetos e atividades de pesquisa e de extensão.

4.3.2. Matriz Curricular 2015

O projeto acadêmico-pedagógico de 2014 resultou de mudanças diversificadas, em


resposta ao processo de institucionalização do curso gerado pela experiência docente
com as turmas formadas a partir de 2010, bem como pela complementação de quadro
docente. Com o propósito de aprimorar o projeto acadêmico-pedagógico original e, ao
mesmo tempo, de sintonizá-lo com as exigências de regulamentação definidas pelo
MEC e com as regras internas à própria Unifesp, uma série de alterações pontuais
foram realizadas, tais como: inclusão e exclusão de UCs, alteração de ementas,
movimentação de UCs nos Termos do curso, eliminação de pré-requisitos e abertura
de janelas na grade curricular para propiciar ao aluno a dedicação semanal ao estudo,
a atividades complementares extracurriculares e à prática de pesquisa orientada no
âmbito do Trabalho de Conclusão de Curso.
Curso de Ciências Sociais Carga
Carga Horária
TERMO Matriz Curricular – 2015 Horária HT HP
Total
BACHARELADO Semanal

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20

Leitura e Interpretação de Textos Clássicos I


1º 60 4 60
(DCF)

Introdução às Ciências Sociais: Antropologia


60 4 50 10
(F)

Introdução às Ciências Sociais: Ciência


60 4 50 10
Política (F)

Introdução às Ciências Sociais: Sociologia (F) 60 4 50 10

JANELA

2º Filosofia Geral (DCF) 60 4 60

Antropologia I (F) 60 4 50 10

Ciência Política I (F) 60 4 50 10

Sociologia I (F) 60 4 50 10

Pesquisa I - Epistemologia (F) 60 4 50 10

3º Antropologia II (F) 60 4 50 10

Ciência Política II (F) 60 4 50 10

Sociologia II (F) 60 4 50 10

Pesquisa II - Métodos e Técnicas de Pesquisa


60 4 40 20
Quantitativa em Ciências Sociais (F)

Domínio Conexo 1 (DC) 60 4 60

4º Antropologia III (F) 60 4 50 10

Ciência Política III (F) 60 4 50 10

Sociologia III (F) 60 4 50 10

Pesquisa III - Métodos e Técnicas de Pesquisa


60 4 40 20
Qualitativa em Ciências Sociais (F)

Domínio Conexo 2 (DC) 60 4 60

5º Antropologia IV (F) 60 4 50 10

Ciência Política IV (F) 60 4 50 10

Sociologia IV (F) 60 4 50 10

Pesquisa IV - Projeto de Pesquisa (F) 80 4 50 30

Domínio Conexo 3 (DC) 60 4 60

6º Eletiva 1 (E) 60 4 50 10

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Eletiva 2 (E) 60 4 50 10

Eletiva 3 (E) 60 4 50 10

Eletiva 4 (E) 60 4 50 10

Domínio Conexo 4 (DC) 60 4 60

Pesquisa V – Trabalho de Conclusão de Curso 140


7º 140 9
I (F) TCC

Eletiva 5 (E) 60 4 50 10

Eletiva 6 (E) 60 4 50 10

Eletiva 7 (E) 60 4 50 10

60 4 50 10
JANELA
Pesquisa VI – Trabalho de Conclusão de 140
8º 140 9
Curso II (F) TCC

Eletiva 8 (E) 60 4 50 10

Eletiva 9 (E) 60 4 50 10

Eletiva 10 (E) 60 4 50 10

JANELA

Ao longo do
Atividades Complementares 200
curso

Total de Horas/ Créditos 2600

Legenda das Unidades Curriculares (UCs)

(F) Fixa (obrigatória para os cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais)

Eletiva: escolha entre as oferecidas pelo departamento de Ciências Sociais


● o elenco das UCs eletivas é apresentado a cada semestre
(E)
● o aluno deverá cumprir 10 eletivas

Domínio Conexo: escolha entre as Unidades Curriculares oferecidas pelos outros


(DC)
departamentos da EFLCH, fora do departamento de origem. O aluno deverá cumprir 4 DCs.

Domínio Conexo Fixo: grupo de Unidades Curriculares oferecidas pelo departamento de


(DCF)
Filosofia cujo conteúdo é comum a todos os cursos da EFLCH

(HT) Horas Teóricas

(HP) Horas Práticas

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22

As horas práticas de Pesquisa V – Trabalho de Conclusão de Curso I e Pesquisa VI – Trabalho


(TCC)
de Conclusão de Curso II correspondem a 60 h de orientação e 80 h de produção do Trabalho
de Conclusão de Curso por UC - Total: 280 h
A UC LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), em atendimento ao Decreto Lei 5626/2005, é
UC Optativa oferecida aos alunos do curso de Bacharelado em Ciências Sociais como Unidade Curricular
Optativa.

Conteúdos relacionados às relações étnico-raciais, direitos humanos, educação ambiental são


DCNs – ofertados em UCs fixas do Núcleo de Formação Básica Comum, nas três áreas (Antropologia,
temas Ciências Política, Sociologia) e em disciplinas eletivas que tratam especificamente destas
transversais temáticas.

Opção pelo O aluno deverá optar pela primeira titulação como bacharel ao final do segundo ano de curso,
Bacharelado em período definido no calendário letivo.

4.3.3. Matriz de Transição

MATRIZ DE TRANSIÇÃO BACHARELADO – INGRESSANTES ATÉ 2014 1

MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR

BACHARELADO CARGA BACHARELADO CARGA


2011 HORARIA 2015 HORARIA

OFERTA/ EQUIVALÊNCIAS

Leitura e Interpretação de Leitura e Interpretação de Textos


60 60
Textos Clássicos (DCF) Clássicos (DCF)

Introdução às Ciências Introdução às Ciências Sociais:


60 60
Sociais: Antropologia (F) Antropologia (F)

Introdução às Ciências Introdução às Ciências Sociais:


60 60
Sociais: Ciência Política (F) Ciência Política (F)

Introdução às Ciências Introdução às Ciências Sociais:


60 60
Sociais: Sociologia (F) Sociologia (F)

Seminário de Leitura Domínio Conexo Livre ou Unidade


60 60
Dirigida I Curricular Eletiva

Filosofia Geral (DCF) 60 Filosofia Geral (DCF) 60

Antropologia I (F) 60 Antropologia I (F) 60

Os ingressantes em anos anteriores a 2011 devem cursar os Domínios Conexos Fixos


ofertados pelo Departamento de Letras: Francês para Leitura de Textos e Inglês para Leitura de Textos.

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Ciência Política I (F) 60 Ciência Política I (F) 60

Sociologia I (F) 60 Sociologia II (F) 60

Seminário de Leitura Domínio Conexo Livre ou Unidade


60 60
Dirigida II Curricular Eletiva

Antropologia II (F) 60 Antropologia III (F) 60

Ciência Política II (F) 60 Ciência Política II (F) 60

Sociologia II (F) 60 Sociologia I (F) 60

Pesquisa I: Epistemologia das Pesquisa I: Epistemologia das


60 60
Ciências Sociais (F) Ciências Sociais (F)

Domínio Conexo (D) 60 Domínio Conexo (D) 60

Antropologia III (F) 60 Antropologia IV (F) 60

Ciência Política III (F) 60 Ciência Política IV (F) 60

Sociologia III (F) 60 Sociologia III (F) 60

Pesquisa II: Métodos e


Pesquisa III: Métodos e Técnicas
Técnicas de Pesquisa
60 de Pesquisa Qualitativa em 60
Qualitativa em Ciências
Ciências Sociais (F)
Sociais (F)

Domínio Conexo (DC) 60 Domínio Conexo (DC) 60

Eletiva (E) 60 Eletiva (E) 60

Eletiva (E) 60 Eletiva (E) 60

Eletiva (E) 60 Eletiva (E) 60

Pesquisa III: Métodos e


Pesquisa II: Métodos e Técnicas
Técnicas de Pesquisa
60 de Pesquisa Quantitativa em 60
Quantitativa em Ciências
Ciências Sociais (F)
Sociais (F)

Domínio Conexo (DC) 60 Domínio Conexo (DC)

Eletiva (E) 60 Eletiva (E)

Eletiva (E) 60 Eletiva (E)

Laboratório de Ensino e
120 Pesquisa IV Projeto de Pesquisa 80
Pesquisa I (F)

Domínio Conexo (DC) 60 Domínio Conexo (DC)

Eletiva (E) 60 Eletiva (E)

Eletiva (E) 60 Eletiva (E)

Eletiva (E) 60 Eletiva (E)

Laboratório de Ensino e 120 Pesquisa V – Trabalho de 140

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24

Pesquisa II (F) Conclusão de Curso I

Eletiva (E) 60 Eletiva (E)

Eletiva (E) 60 Eletiva (E)

Eletiva (E) 60 Eletiva (E)

Laboratório de Ensino e Pesquisa VI – Trabalho de


120 140
Pesquisa III (F) Conclusão de Curso II

4.4. Sistema de Avaliação do Ensino e da Aprendizagem

As metodologias de ensino implementadas pelo conjunto de UCs têm visado a realizar


os objetivos do Curso e o perfil do egresso: a capacidade de leitura, de escrita e de
reflexão autônomas, competências e habilidades fundamentais no treinamento para a
produção de conhecimento. Para isso, um rol variado de atividades tem sido
mobilizado nas UCs, além das tradicionais aulas expositivas: seminários de discussão
da bibliografia de referência no campo científico, produção de resenhas críticas,
confecção de projetos de investigação, exercícios práticos nas disciplinas
metodológicas, produção de relatórios de pesquisa e do Trabalho de Conclusão de
Curso.

Essas formas de avaliação da aprendizagem são estabelecidas pelos docentes


responsáveis pelas Unidades Curriculares e divulgadas nos programas das UCs. A
avaliação do aproveitamento é feita por meio de notas atribuídas de zero (0,0) a dez
(10,0) e a aprovação do estudante nas Unidades Curriculares exige a média igual ou
superior a 6,0 (seis). A avaliação do TCC é realizada por parecer e nota atribuídos
pelos orientador e por professor parecerista interno ou externo. A nota final é a média
aritmética simples entre as duas notas.

Aos estudantes que obtiveram nota inferior a seis (6,0) é propiciada a realização de
exame em época oportuna e posterior à publicação dos resultados finais. Nesse caso,
a nota final de aprovação na Unidade Curricular deverá ser igual ou maior que 6,0
(seis) e seu cálculo, de acordo com o artigo 92 do Regimento Interno da Prograd,
obedecerá à fórmula: Nota final = (média obtida na Unidade Curricular + nota do
exame)/2.

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25

A frequência mínima nas UCs é de 75%. A condição para que o estudante tenha direito
a realizar o exame é ter obtido a freqüência mínima de 75% e nota final igual ou
superior a três (3,0) e inferior a seis (6,0). A nota final consiste em média aritmética
simples entre as duas notas atribuídas.

4.5. Sistema de Avaliação do Projeto do Curso

Processo de Auto-Avaliação do Curso de Licenciatura em Ciências Sociais

A auto-avaliação do Curso se dá de modo contínuo, e leva em consideração as


seguintes dimensões:

I) Corpo discente

a) Desempenho acadêmico: levantamento do desempenho geral dos alunos com o


objetivo de avaliar o acompanhamento dos conteúdos do projeto pedagógico do curso,
com base nos seguintes procedimentos:

 Análise dos históricos escolares (notas e freqüências no decorrer dos


anos);

 Análise das atividades complementares realizadas (monitorias, iniciação


científica, congressos, simpósios, grupos de estudo, atividades de
extensão);

 Análise dos indicadores oferecidos pelo ENADE para os egressos do


curso de Ciências Sociais.

b) Autonomia intelectual e competência na escrita: avaliação do desempenho dos


alunos em sua capacidade de expressão escrita e crítica a cada unidade curricular e
durante a realização do Trabalho de Conclusão de Curso;

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26

c) Engajamento acadêmico: avaliação do grau de envolvimento nas atividades de


representação em colegiados e na participação em eventos (seminários, conferências,
encontros, congressos) com base nos relatórios de atividades complementares.

II) Corpo docente

a) Atividades didáticas: avaliação do trabalho em sala de aula a partir dos relatórios


de Avaliação de Unidades Curriculares (PROGRAD) e atendimento ao aluno em
horários extra-aulas.

b) Atividades científicas: atividades de pesquisa; engajamento em grupos de estudo


e pesquisa; publicações em revistas acadêmicas, livros e revistas de divulgação
científica; apresentação de trabalhos em congressos, seminários e encontros
científicos; orientação de monografias, projetos de iniciação científica, dissertações e
teses;

c) Atividades de extensão: participação em projetos, comissões e câmaras de


extensão do Campus.

d) Atividades administrativas: atuação dos docentes nos trabalhos de coordenação e


de gestão do curso, que incluem: a chefia do Departamento de Ciências Sociais, a
coordenação dos cursos de graduação e de pós-graduação, participação em
colegiados (internos e externos) e comissões ad hoc.

III) Curso

A avaliação do curso de Ciências Sociais tem sido realizada no âmbito da Pró-Reitoria


de Graduação (Avaliação de Unidades Curriculares; Avaliação de Formandos) e do
ENADE. A análise de resultados, produção de relatórios, de diagnósticos e de
proposição de alterações e atualizações na estrutura e nos conteúdos curriculares
estão a cargo da Comissão Curricular de Graduação (CCG) e do Núcleo Docente
Estruturante (NDE).

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Essas formas de avaliação externas, bem como de auto-avaliações promovidas pela


formação de Grupos de Trabalho, envolvendo os docentes e representantes discentes
na Comissão de Curso, têm subsidiado as alterações curriculares promovidas pelo
Curso desde a sua formação.

5. DOCÊNCIA, PESQUISA E EXTENSÃO

O curso de Ciências Sociais, desde a sua formação, vem desenvolvendo projetos


propostos e coordenados pelo seu corpo docente, incorporando número significativo
de graduandos, que têm potencializado as atividades complementares de caráter
extracurricular ofertadas ao aluno e a realização do Trabalho de Conclusão de Curso
consolidando, assim, os objetivos do Curso e o perfil do egresso [ver ANEXO VIII].

Os projetos desenvolvidos abarcam uma gama de modalidades: iniciação científica,


monitoria, grupos de estudos e/ou de pesquisa, laboratórios, projetos de pesquisa
docente (auxílio à pesquisa; bolsa produtividade; jovem pesquisador; projeto temático),
projetos de extensão. As atividades têm sido realizadas, em sua quase totalidade, com
financiamentos e/ou bolsas (docentes e discentes) providos por editais de agências ou
de programas externos (CAPES, CNPQ e FAPESP) e internos (PIBIC, PIBID, PROEX,
PAD, FAP e FADA).

Projetos específicos vinculados à docência são propostos e coordenados por


docentes da área e do Curso e incluem:

a) Iniciação Científica / Trabalhos de Conclusão de Curso

b) Monitorias vinculadas às disciplinas do Estágio Curricular Supervisionado


(Formação Docente Inicial e Práticas de Ensino em Ciências Sociais). De caráter
formativo e prático, os projetos de monitoria contemplaram pesquisa e proposição de
ações educativas;

c) Instalação de Plataforma de conteúdos relacionados ao ensino de Sociologia e à


formação de professores para a Educação Básica integrada às disciplinas de Estágio
Curricular Supervisionado (http://ensinosociologia.pimentalab.net).

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d) PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência): 2010-2012 e 2012-


2014. Esta última edição conta com sub-projeto coordenados pelos professores do
Curso de Ciências Sociais que propõe iniciativas de ensino, pesquisa e extensão,
envolvendo estudantes do Bacharelado e da Licenciatura e professores do Ensino
Médio, visando a potencializar as articulações entre a EFLCH e as escolas públicas da
rede estadual localizadas em seu entorno no Bairro dos Pimentas, periferia de
Guarulhos.

e) Projeto Prodocência (com participação de professores do curso de Ciências


Sociais). O projeto, reunindo seis licenciatura da Unifesp – Pedagogia, História,
Ciências Sociais, Letras, Filosofia (Campus Guarulhos) e em Ciências (Campus
Diadema) – deu início ao estudo sistemático da formação inicial de professores como
base para a consolidação da política institucional e a promoção do contato sistemático
com profissionais e experiências de outras instituições formadoras.

6. CORPO SOCIAL

6.1. Docentes do Curso de Ciências Sociais

O Curso de Ciências Sociais possui corpo docente composto por 38 professores


concursados e efetivos, todos com o título de Doutorado em Programas de Pós-
Graduação stricto sensu Regime de Dedicação Exclusiva / Tempo Integral – 40 horas
semanais.

DO C E NT E ÁR E A E-MAIL ADMISSÃO
A L ES S A ND R A EL Ci ê nc ias Soc i a is / el.far@unifesp.br
03/07/2008
FAR A ntr o po l og i a alessandraelfar@gmail.com
AN A LU CI A D E Ci ê nc ias Soc i a is / alu.fteixeira@gmail.com
22/03/2010
FR EITA S T E IX EI RA S oc i o l og i a a.teixeira@unifesp.br
AN DR E A CL A UD I A
MIG U EL M ARQ U E S
Ciências Sociais / andrea.barbosa@unifesp.br 04/10/2006
Antropologia acmmb66@gmail.com
B AR BO S A
ANTO NI O S ER G IO Ciências Sociais / as.roxa@gmail.com 01/02/2011
CA RVA LHO R O C H A Ciência Política sergio.rocha@unifesp.br
BR UN O KO ND E R Ci ê nc ias Soc i a is / bruno.comparato@unifesp.
17/11/2009
CO M PA RATO Ci ê nc ia Po l ít ic a br

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
29

brunaao@hotmail.com
CA R LO S AL B E RTO Ci ê nc ias Soc i a is / carlos.bello@unifesp.br
04/10/2006
B E LLO E S ILVA S oc i o l og i a carlosabello@uol.com.br
CA RO LI N A M A RT I NS Ci ê nc ias Soc i a is / carolinapulici@gmail.com
14/06/2012
PU L IC I S oc i o l og i a carolina.pulici@unifesp.br
christina.andrews@unifesp.
CH RI ST IN A Ci ê nc ias Soc i a is /
W INDSO R AN DR EW S Ci ê nc ia Po l ít ic a
br 08/07/2008
christinaandr@gmail.com
C YNT HI A A ND E R S EN Ci ê nc ias Soc i a is / csarti@unifesp.br
16/05/1994
S A RT I A ntr o po l og i a csarti@uol.com.br
profdanielvazquez@gmail.c
DANIEL ÁRIAS Ciências Sociais /
VAZQUEZ Métodos Quantitativos
om 14/10/2010
dvazquez@unifesp.br
davisson.souza@unifesp.br
DAVISSON CHARLES Ciências Sociais e
CANGUSSU DE SOUZA Educação
davissonhistoria@yahoo.co 14/10/2010
m.br
DÉBORA CRISTINA Ciências Sociais e debcgoulart@gmail.com
08/11/2011
GOULART Educação debora.goulart@unifesp.br
deboraalves.maciel@gmail.
DÉ B O R A A LV ES Ci ê nc ias Soc i a is /
com 22/03/2010
M AC I EL S oc i o l og i a
damaciel@unifesp.br
DI EG O R A FA EL drambrosini@yahoo.com.br
Ci ê nc ias Soc i a is /
23/04/2012
A M BRO S IN I Ci ê nc ia Po l ít ic adrambrosini@unifesp.br
G A B RI E L A NU N E S Ci ê nc ias Soc i a is / gabriela.ferreira@unifesp.br
04/10/2006
FE RR E IR A Ci ê nc ia Po l ít ic a gabinf@uol.com.br
henriqueamorim@hotmail.c
HE NR IQ U E J O S É Ci ê nc ias Soc i a is /
om 22/03/2010
DO M IC I AN O A MO RI M S oc i o l og i a
hamorim@unifesp.br
henrique.parra@unifesp.br
HE NR IQ U E ZO Q U I Ci ê nc ias S oc ia is e
M A RT IN S PA RR A E duc aç ão
opensocialsciences@gmail. 22/01/2010
com
Ci ê nc ias Soc i a is / humberto.alves@unifesp.br
HU M B E RTO PR AT E S
D A FO N S E C A ALV E S
Mé t od os humbiro@yahoo.com.br 01/07/2008
Q u an t itat i v os humbiro@gmail.com
INGRID CYFER Ciências Sociais / ingridcy@gmail.com
14/10/2010
CHAMBOLEYRON Ciência Política icyfer@unifesp.br
Ci ê nc ias Soc i a is / jamadeo41@hotmail.com
J AVI E R A M A D EO 30/03/2010
Ci ê nc ia Po l ít ic a javier.amadeo@unifesp.br
J O S É C AR LO S jose.carlos22@unifesp.br
Ci ê nc ias Soc i a is /
01/07/1994
G O M E S D A SI LVA A ntr o po l og i a josecarlosgs@uol.com.br
jose.lindomar@unifesp.br
J O S E L IN DO M AR
Ci ê nc ias Soc i a is / joselindomar74@gmail.com
CO EL HO 11/10/2006
S oc i o l og i a fronteirasdobrasil@yahoo.c
A L BUQ U ERQ U E
om.br
JULIO CESAR CASARIN Ciências Sociais / jccsilva@unifesp.br
14/10/2010
BARROSO SILVA Ciência Política juliocesarcbs@hotmail.com

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
30

depaulaliana@gmail.com
Ci ê nc ias Soc i a is /
LIANA DE PAULA liana.paula@unifesp.br 11/06/2012
S oc i o l og i a
lianadepaula@uol.com.br
LILIAN MARIA PINTO Ciências Sociais / lisales@usp.br 20/01/2011
SALES Antropologia lilian.sales@unifesp.br
M AR C ELO C O STA Ci ê nc ias Soc i a is / m.ferreira@unifesp.br
04/10/2006
FE RR E IR A Ci ê nc ia Po l ít ic a celo93@yahoo.com
M AR CI A CR IS T I N A Ci ê nc ias Soc i a is / mconsolim@unifesp.br
16/04/2009
CO N SO LI M S oc i o l og i a mconsolim@terra.com.br
M AR CI A RE G I N A Ci ê nc ias Soc i a is / marcia.tosta@unifesp.br
19/11/2008
TO STA D I A S S oc i o l og i a mt.dias@uol.com.br
M AR CO S P E R EI R A Ci ê nc ias Soc i a is / mrufino@unifesp.br
04/10/2006
RUF INO A ntr o po l og i a mrufino@gmail.com
M AR I A C RI ST IN A Ci ê nc ias Soc i a is / cris.pompa@gmail.com 22/03/2010
PO M PA A ntr o po l og i a pompa@unifesp.br
M AR I A F ER N AN D A mfl.fernandes@unifesp.br
Ci ê nc ias Soc i a is /
LO M BA RD I felombardi@uol.com.br
Ci ê nc ia Po l ít ic a
04/10/2006
FE RN A ND E S felombardi66@gmail.com
Ci ê nc ias Soc i a is / mauro.rovai@unifesp.br
M AU RO L UIZ RO VA I 04/10/2006
S oc i o l og i a maurovai@terra.com.br
M ELV IN A AF R A
Ci ê nc ias Soc i a is / melvina.araujo@unifesp.br
M EN D E S DE 19/11/2008
A ntr o po l og i a melvinaafra@yahoo.fr
AR A ÚJ O
RO D RIG O B AR BO S A Ci ê nc ias Soc i a is /
RI B EI RO A ntr o po l og i a
rodrigobribeiro@gmail.com 05/11/2014

schlegel.rogerio@gmail.co
RO G ÉR IO Ci ê nc ias Soc i a is /
m 01/08/2014
SC H L EG EL Ci ê nc ia Po l ít ic a
rschlegel@unifesp.br
TAT IAN A SAV O I A Ci ê nc ias Soc i a is / tatiana.landini@unifesp.br
01/12/2006
L AN DI NI S oc i o l og i a tatalan@uol.com.br
UI RÁ F E LI P P E Ci ê nc ias Soc i a is / ufgarcia@gmail.com
23/07/2014
G A RC I A A ntr o po l og i a uira.garcia@unifesp.br
VAL E RI A
Ci ê nc ias Soc i a is / vvaall72@gmail.com;
M EN DO N Ç A D E 04/02/2011
A ntr o po l og i a vmacedo@unifesp.br
M AC E DO

Profa. Dra. Alessandra El Far

Professora de Antropologia no curso de Ciências Sociais da UNIFESP – Campus


Guarulhos. Professor Adjunto I nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva,
desde julho de 2008. Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São
Paulo (1994), mestrado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo
(1997), doutorado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (2002), e
pós-doutorado em Estudos de Gênero pela Universidade Estadual de Campinas (2004-

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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2007). Tem experiência na área de Antropologia Histórica com ênfase nos seguintes
temas: cultura escrita, corpo, saúde e sexualidade.

Linhas de pesquisa:
Corpo, Sexualidade e Práticas Simbólicas
Arte, Cultura e Teoria Social

Projetos de pesquisa:
1. Cultura escrita, corpo e sexualidade: analisar nas publicações de grande
circulação, de finais do século XIX e início do XX, a configuração de um corpo e de
uma conduta sexual considerados „naturais‟ e „saudáveis‟.
2. Velhas tradições religiosas em novos contextos culturais: analisar a inserção
no campo científico moderno de técnicas orientais de meditação com o intuito de curar
doenças e cultivar uma mente livre de stress e ansiedade.

Profa. Dra. Ana Lúcia de Freitas Teixeira

Professora de Sociologia no curso de Ciências Sociais da UNIFESP – Campus


Guarulhos. Professor Adjunto I nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva,
desde março de 2010. Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de
São Paulo (2000), mestrado Sociologia pela Universidade de São Paulo (2004), e
doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo (2009). Tem experiência na
área de Sociologia da Cultura com ênfase nos seguintes temas: fundamentos
sociológicos da análise literária, literatura brasileira, literatura portuguesa,
Modernidade, nações e nacionalismo.

Linhas de pesquisa:
Arte, Cultura e Teoria Social

Projetos de Pesquisa:
1. Fundamentos Sociológicos da Literatura: análise dos diferentes instrumentos de
apreensão da literatura pela sociologia nas suas variantes metodológicas e tomada da
literatura como fonte de conhecimento sociológico.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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2. Nações e nacionalismo: problematização da perspectiva de nação plasmada


pelo Modernismo brasileiro e sua força constituidora do cânone em que se estruturou a
posterior crítica hegemônica do Modernismo.
3. Modernidades periféricas: análise das concepções de Modernidade na tentativa
de firmar uma noção que escape da perspectiva clássica eurocêntrica de uma
Modernidade unívoca e que possa, a um só tempo, dar conta da multiplicidade cultural
que se evidencia em sua disseminação pelo globo e permitir visualizar a diversidade
de poder que hierarquiza suas diferentes manifestações.

Profª. Drª. Andréa Claudia Miguel Marques Barbosa

Professora de Antropologia do Curso de Ciências Sociais da Universidade Federal de


São Paulo (UNIFESP). Professor Adjunto II nesta instituição, em regime de dedicação
exclusiva, desde outubro de 2006. Foi vice-coordenadora do Curso de Ciências Sociais
no período de 2006-2007. Coordena o VISURB- Grupo de Estudos Visuais e Urbanos
na UNIFESP desde 2007. Possuiu graduação em História pela PUC-RJ (1988),
mestrado em Antropologia Social pelo Museu Nacional/UFRJ (1994) e doutorado em
Antropologia Social pela Universidade de São Paulo/USP (2003). É pesquisadora do
Grupo de Antropologia Visual da USP desde 1996 onde participou de dois projetos
temáticos da FAPESP e realizou Pós-doutorado (2004-2006). Atua nas áreas
Antropologia Visual e Antropologia Urbana.

Linha de pesquisa:
Arte, Cultura e Teoria Social

Projetos de pesquisa:
1. Onde São Paulo acaba? Fluxos de identidades e alteridades construídas entre
as cidades de São Paulo e Guarulhos.
2. Pimentas nos olhos não é refresco. Imagens, identidades e alteridades
construídas no bairro dos Pimentas na cidade de Guarulhos, São Paulo. (projeto de
extensão)

Prof. Dr. Antonio Sérgio Carvalho Rocha

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Professor de Ciência Política no curso de Ciências Sociais da UNIFESP – Campus


Guarulhos. Professor Adjunto I nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva,
desde fevereiro de 2011.Graduado em Economia pela Universidade Católica do
Salvador (1987), Mestre (1996) e Doutor (2002) em Ciência Política pela Universidade
de São Paulo. Pós-graduado em Metodologia Quantitativa pela Universidade de
Michigan (1994 e 1998) e em Política Latino-America Comparada (UCLA-La Jolla,
1994). Foi professor de várias instituições de ensino no Estado de São Paulo, como a
PUC-SP e a Universidade Federal do ABC. É docente do curso de Ciências Sociais da
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP-Guarulhos). Foi membro do Grupo de
Estudos Políticos do CEBRAP (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). É
membro associado do CEDEC (Centro de Estudos de Cultura Contemporânea) e
integrante da sua Câmara de Pesquisa , sendo o coordenador-executivo da pesquisa
“Em busca do processo constituinte, 1985-88” , desenvolvido nessa instituição, com
financiamento do CNPq. Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em
Instituições Políticas Brasileiras e Política Comparada. Desenvolve também trabalhos
relativos à memória política do Brasil contemporâneo, com base em História Oral,
documentação cinematográfica e recursos arquivísticos. Atualmente, prepara cinco
volumes de Memória da Assembléia Nacional Constituinte (1987-88), composta de
documentação primária e de depoimentos de atores com participação direta ou indireta
nesse evento.

Linha de pesquisa:
Pensamento Político-Social, Estado e Ação Coletiva.

Projetos de pesquisa:
Em busca do processo constituinte, 1985-88

Prof. Dr. Bruno Konder Comparato

Professor de Ciência Política do curso de Ciências Sociais da UNIFESP – Campus


Guarulhos. Professor adjunto I nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva,
desde dezembro de 2009. Possui graduação em Ciências Sociais pela FFLCH-
Universidade de São Paulo (1998), e em Engenharia Naval pela Escola Politécnica da
Universidade de São Paulo (1991), mestrado em Ciência Política pela Universidade de

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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São Paulo (2001) e doutorado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo
(2006). Atualmente é professor no Departamento de Ciência Política da FFLCH-USP.
Tem experiência na área de Ciência Política, atuando principalmente nos seguintes
temas: cidadania, direitos humanos, ouvidorias, formas de controle do poder,
movimentos sociais e democracia participativa.

Prof. Dr. Carlos Alberto Bello e Silva

Professor de Sociologia do curso de Ciências Sociais da UNIFESP – Campus


Guarulhos. Professor Adjunto nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva,
desde outubro de 2006. Foi coordenador do curso de graduação de Ciências Sociais
da UNIFESP entre agosto de 2008 e agosto de 2009. Foi diretor da Associação dos
Docentes da UNIFESP – Adunifesp. É pesquisador do Centro de Estudos dos Direitos
da Cidadania (Cenedic), da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da
Universidade de São Paulo, desde 2000. Possui graduação em Economia pela
Universidade de São Paulo (1983), mestrado em Economia pela Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo (1991) e doutorado em Sociologia pela
Universidade de São Paulo (1999). Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase
em Sociologia Política, atuando principalmente nos seguintes temas: hegemonia -
teoria e história, neoliberalismo, direitos de cidadania e orçamento participativo.

Linha de pesquisa
Pensamento Político-Social, Estado e Ação Coletiva.

Projeto de pesquisa:
Hegemonia Neoliberal no Brasil, ao qual está vinculada uma aluna bolsista de iniciação
científica do CNPq.

Profa. Dra. Carolina Martins Pulici

Professora de Sociologia no curso de Ciências Sociais da UNIFESP – Campus


Guarulhos. Professor Adjunto I nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva,
desde junho de 2012. Professora Adjunta da Escola de Filosofia, Letras e Ciências
Humanas da Universidade Federal de São Paulo (EFLCH-UNIFESP). Graduada em

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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ciências sociais pela Universidade de São Paulo (2001) e mestre em sociologia pela
mesma instituição (2004). Doutora pelo departamento de sociologia da FFLCH-USP
(2010), com doutorado-sanduíche no Centre de Sociologie Européenne da École de
Hautes Études en Sciences Sociales (2007/2008). Tem experiência na área de
sociologia, com ênfase em sociologia da cultura, atuando principalmente nos seguintes
temas: gosto, distinção, desigualdade, estilo de vida, prestígio, elites, dimensões
simbólicas da estratificação social, migração de classe, intelectuais e história da vida
intelectual.

Linha de pesquisa:
Arte, Cultura e Teoria Social

Projetos de pesquisa:
A consagração social de um gosto controverso: prédios "neoclássicos" no espaço
residencial das elites de São Paulo

Profa. Dra. Christina Windsor Andrews

Professora Adjunta I do curso de Ciências Sociais da Unifesp desde julho de 2008 em


regime de dedicação exclusiva. Graduação em Engenharia Agronômica (1979),
Mestrado em Administração (1999) e Doutorado em Ciência Política (2003). Tem
pesquisado temas como reforma do Estado, descentralização, avaliação de políticas
públicas e teoria política.

Linha de pesquisa:
Pensamento político-social, Estado e ação coletiva.

Projetos de pesquisa:
1. Metodologia de baixo custo para a avaliação de políticas públicas com foco no
stakeholder (financiado pelo CNPq)
2. Investigando os conceitos de burocracia e burocratização.

Profª. Drª. Cynthia Andersen Sarti

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Professora de Antropologia do Curso de Ciências Sociais da UNIFESP. Professora-


titular desde 2008, em regime de dedicação exclusiva e docente nesta instituição
desde 1994. Possui Graduação (1977) e Mestrado (1986) em Ciências Sociais e
Doutorado em Antropologia (1994) pela Universidade de São Paulo; Livre Docência
(2003) pelo Departamento de Medicina Preventiva da UNIFESP/Escola Paulista de
Medicina. Coordenou o processo de implantação da área de Humanidades na
UNIFESP e foi Diretora Acadêmica do Campus Guarulhos, desde sua criação, em
2006, até fevereiro de 2009. É Orientadora de Mestrado e Doutorado do Programa de
Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UNIFESP. É coordenadora do Programa de
Pós-Graduação em Ciências Sociais da EFLCH/ Campus Guarulhos. Atua nas áreas
de Antropologia e Saúde Coletiva, com experiência nos seguintes temas: corpo, saúde
e doença; dor e violência; família; moralidade; gênero; infância e juventude. É Bolsista
de Produtividade em Pesquisa do CNPq, nível 2. Recebeu o Prêmio Produtividade em
Pesquisa do FADA/UNIFESP, desde 2003.

Linhas de pesquisa
Corpo, Sexualidade e Práticas Simbólicas.
Arte, Cultura e Teoria Social.

Projetos de pesquisa:
1. A dor no corpo ferido: marcas da violência (Bolsa de Produtividade em Pesquisa,
CNPq)
2. Corpo e violência: formas de expressão da dor. (Coordenadora; Pesquisadores:

Profº. Dr. Daniel Arias Vazquez

Possui graduação em Administração (hab. em Administração Pública) pela


Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2000), mestrado em Economia
Social e do Trabalho pela Universidade Estadual de Campinas (2003) e doutorado em
Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas (2010).
Atualmente é professor do departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal
de São Paulo - Unifesp. Tem experiência na área de Gestão e Políticas Públicas, com
ênfase nas finanças públicas e no financiamento e avaliação das políticas sociais.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Profº. Dr. Davisson Charles Cangussu de Souza

Professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) na Área de Ciências


Sociais e Educação desde outubro de 2010. Sociólogo formado na Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp), Mestre e Doutor em Sociologia pela Universidade
de São Paulo (USP). Pesquisador do Programa de Investigación sobre el Movimiento
de la Sociedad Argentina (Pimsa/Argentina) e do Centro de Estudos Marxistas
(Cemarx/Unicamp). Realizou estágios de doutorado na Universidad de Buenos Aires
(UBA) e na Université de Versailles Saint-Quentin-en-Yvelines, na França. Atualmente,
desenvolve pesquisa nas áreas de Educação, Trabalho, Desemprego e Sindicalismo. É
membro do Comitê Editorial dos Cadernos do Cemarx e da revista Crítica Marxista.

Profª Drª Débora Cristina Goulart

Doutora em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita


Filho- UNESP, com estágio doutoral na École des Hautes Études en Sciences Sociales
em Paris no período de fevereiro a setembro de 2010. Possui mestrado em Sociologia
pela Universidade Estadual de Campinas (2004) e graduação - bacharelado e
licenciatura - em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
(1998) e Pedagogia pelo Centro Universitário Nove de Julho (2003). Atualmente é
professora do departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São
Paulo - Unifesp, campus Guarulhos. Pesquisadora do Núcleo de Estudos de Ideologias
e Lutas Sociais (NEILS) da PUC-SP, têm se dedicado à temas como movimentos
sociais e sindicalismo, e em educação, formação de professores, ensino de Sociologia
e política educacional.

Projetos de pesquisa:
Perspectivas de atuação dos licenciados em Ciências Sociais: cidade e escola como
espaços de formação.

Profª Drª Débora Alves Maciel

Professora de Sociologia do Curso de Ciências Sociais da UNIFESP. Professora


Adjunta nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva, desde março de 2010.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Possui graduação em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1985),


mestrado em Sociologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1993) e
doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo (2002). Foi pesquisadora
senior do CEBRAP (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), na Área de Conflitos
Ambientais, no período de 2003-2008. É membro do Grupo de Pesquisa sobre Política
e Direito /CNPq, desde 2004. Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em
sociologia política e sociologia do direito, atuando principalmente nos seguintes temas:
ação coletiva e movimentos sociais; mobilização social e política do direito;
ativismo/movimento de direitos humanos; instituições judiciais e acesso à justiça;
sociologia ambiental; ativismo/movimento ambientalista.

Linha de pesquisa:
Pensamento político-social, Estado e ação coletiva.

Projeto de Pesquisa:
Movimentos sociais, mobilização do direito e advocacia de causa no Brasil

Prof. Diego Rafael Ambrosini

Professor de Ciência Política no curso de Ciências Sociais da UNIFESP – Campus


Guarulhos. Professor Adjunto I nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva,
desde abril de 2012. Possui graduação em Direito pela Universidade Federal da Bahia
(1999), mestrado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (2004) e
doutorado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (2011). Tem
experiência nas áreas de Ciência Política e Direito, com ênfase em História do
Pensamento Político e Jurídico, atuando principalmente nos seguintes temas:
Pensamento Político Brasileiro e História do Direito Público Brasileiro. Desenvolve,
ainda, pesquisas na área de memória institucional.

Linha de pesquisa:
Pensamento Político-Social, Estado e Ação Coletiva.

Projetos de pesquisa:

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A Democracia em debate Juristas baianos e a resistência ao regime varguista (1930-


1945)

Profª. Drª. Gabriela Nunes Ferreira

Professora de Ciência Política do curso de Ciências Sociais da UNIFESP – Campus


Guarulhos. Professor Adjunto nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva,
desde outubro de 2006. É pesquisadora associada do CEDEC (Centro de Estudos de
Cultura Contemporânea). Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de
São Paulo (1991), mestrado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo
(1997) e doutorado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (2003). Tem
experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Teoria Política e Pensamento
Político Brasileiro, atuando principalmente nos seguintes temas: pensamento político
brasileiro, Estado, nação.

Linha de pesquisa
Pensamento Político-Social, Estado e Ação Coletiva.

Projetos de pesquisa:
1. Nós e os outros: o debate sobre a identidade brasileira na transição do Império à
República, sub-projeto realizado em conjunto com as professoras Maria Fernanda
Lombardi Fernandes (Unifesp) e Rossana Rocha Reis (USP), constituindo parte do
projeto temático FAPESP - Linhagens do Pensamento Político Social Brasileiro,
coordenado pelos professores Gildo Marçal Brandão (USP) e Elide Rugai Bastos
(Unicamp).

Prof. Dr. Henrique José Domiciano Amorim

Professor Adjunto de Sociologia da Universidade Federal de São Paulo, Campus


Guarulhos, e pós-doutorando do Departamento de Sociologia do IFCH/Unicamp, com
estágio de pós-doutoramento na École des Hautes Études en Sciences Sociales
EHESS/Paris. Concluiu o Doutorado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual
de Campinas (Unicamp) em 2006, tendo realizado sua pesquisa, Doutorado

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Sanduíche, na EHESS/Paris. É membro do Conselho editorial das Revistas Crítica


Marxista, Margem Esquerda e Outubro. Atua na área de Sociologia, com ênfase em
sociologia do trabalho e teoria sociológica, trabalhando principalmente com os
seguintes temas: trabalho, produção, valor e classes sociais.

Linhas de pesquisa:
Pensamento Político-Social, Estado e Ação Coletiva.

Projetos de Pesquisa:
Estratificação e Classes Sociais: Uma análise da produção bibliográfica nas Ciências
Sociais brasileiras (1990-2009).
Valor e Trabalho Imaterial no Contexto das Transformações Tecnológicas
Contemporâneas

Prof. Dr. Henrique Zoqui Martins Parra

Professor Ajunto de Ciências Sociais e Educação no curso de Ciências Sociais da


UNIFESP, em regime de dedicação exclusiva nesta instituição desde janeiro de 2010.
É graduado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1998), Mestre em
Sociologia pela USP (2002) e Doutor em Educação pela Universidade Estadual de
Campinas (2009). Foi pesquisador em diferentes instituições, gestor e coordenador de
programas governamentais, atuando em áreas relacionadas à sociologia da tecnologia,
desenvolvimento sócio-econômico, políticas públicas, direitos humanos, educação e
comunicação. Atualmente, desenvolve pesquisas sobre as dinâmicas sociais de
produção e difusão de conhecimentos no contexto das tecnologias digitais de
informação e comunicação. Destaque para a relação homem-máquina; as
configurações sócio-políticas da tecnologia; a relação entre instituições sociais,
economia e conhecimento. Áreas de atuação: Sociologia da Tecnologia; Educação e
Comunicação (Ensino de Ciências Sociais); Sociologia Política e Cultura Visual.

Linhas de Pesquisa
Arte, Cultura e Teoria Social
Pensamento Político-Social, Estado e Ação Coletiva

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Projetos de Pesquisa
1. Produção social de conhecimento em redes digitais e novas configurações da
política
2. Ciências Sociais, Linguagens e Tecnologias de Comunicação: ensino e pesquisa

Prof. Dr. Humberto Prates da Fonseca Alves

Professor de Métodos Quantitativos do curso de Ciências Sociais da UNIFESP –


Campus Guarulhos. Professor Adjunto I nesta instituição, em regime de dedicação
exclusiva, desde julho de 2008. Membro da Comissão de Graduação do curso de
Ciências Sociais da Unifesp Campus Guarulhos. Possui graduação em Economia pela
Universidade Estadual de Campinas (1992), mestrado em Sociologia pela
Universidade Estadual de Campinas (1997) e doutorado em Ciências Sociais pela
Universidade Estadual de Campinas (2004). No período de 2004 a 2008, foi pós-
doutorando e pesquisador do Centro de Estudos da Metrópole (CEM-Cebrap) e da
Divisão de Processamento de Imagens (DPI-INPE), atuando principalmente nos
seguintes temas: população e meio ambiente, geoprocessamento aplicado ao meio
ambiente, demografia, vulnerabilidade socioambiental, dinâmicas de uso e ocupação
do solo, dimensões humanas das mudanças ambientais globais, desenvolvimento
sustentável, e indicadores sociais e ambientais.

Linha de pesquisa
Pensamento Político-Social, Estado e Ação Coletiva.

Projetos de pesquisa:
1. Crescimento populacional, vulnerabilidade e adaptação: dimensões sociais e
ecológicas das mudanças climáticas no litoral de São Paulo. Projeto temático
financiado pela FAPESP (no processo 2008/58159-7), e coordenado pelo Prof. Dr.
Daniel Hogan, no âmbito do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças
Climáticas Globais (PFPMCG). A equipe do projeto é constituída de professores,
pesquisadores e alunos de graduação, mestrado e doutorado de três universidades:
UNICAMP (sede do projeto), UNIFESP-Campus Guaruhos e UFSCar.
2. Dimensões sociais e ambientais das dinâmicas de urbanização na hiper-periferia da
Metrópole de São Paulo: análise dos processos de expansão urbana e das situações

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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de vulnerabilidade socioambiental em escala intra-urbana. Projeto coordenado pelo


Prof. Dr. Humberto Alves, do qual participam três alunos do curso de graduação em
Ciências Sociais da Unifesp Campus Guarulhos.

Profª. Dra. Ingrid Cyfer Chambouleyron

Professora Adjunta de Teoria Política do Curso de Ciências Sociais da Universidade


Federal de São Paulo- UNIFESP (2010) .Doutora em Ciência Política pela
Universidade de São Paulo-USP (2009), com estágio doutoral na New School for
Social Research. Mestre em Direito Internacional pela USP (2003) e graduada em
Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ (1998). Atua nas seguintes
áreas: teoria política, teoria politica feminista, direitos humanos e direito internacional.

Prof. Dr. Javier Amadeo

Professor de Ciência Política do curso de Ciências Sociais da UNIFESP – Campus


Guarulhos. Professor Adjunto, em regime de dedicação exclusiva, desde fevereiro de
2010. Possui graduação em Ciência Política pela Universidade de Buenos Aires
(1996), doutorado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (2005), pós-
doutorado no Departamento de História da mesma Universidade (2008-10). Tem
experiência na área de Teoria Política, com ênfase em: teoria política moderna,
liberalismo, republicanismo e pensamento marxista.

Linha de pesquisa
Pensamento Político-Social, Estado e Ação Coletiva.

Projeto de Pesquisa:
Democracia, liberalismo e revolução nas origens do pensamento político moderno.

Prof. Dr. José Carlos Gomes da Silva

Professor de Antropologia. Foi professor da Universidade Federal de Uberlândia no


período 1994-2008. Transferido para a UNIFESP, integra o quadro de professores
desde 2008, em regime de dedicação exclusiva. Graduado em Ciências Sociais (PUC-

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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SP, 1984); Mestre em Antropologia Social (UNICAMP, 1990); doutor em Ciências


Sociais (UNICAMP, 1998), Pós-doutor (UNICAMP, 2006). Participou da implantação do
Curso de Ciências Sociais (1997) e da criação do Programa de Mestrado (2008).
Pesquisa com ênfase em Antropologia Urbana e Antropologia da Música, com
experiências nas seguintes temáticas: culturas juvenis, relações étnico-raciais, música
popular e educação.

Linhas de Pesquisa
Arte, cultura e teoria social

Projetos de Pesquisa:
1- O bairro Capão Redondo: lutas políticas, direitos humanos e produções culturais
(1978-2012)
2- Educar para a paz e a igualdade racial através da música.

Prof. Dr. José Lindomar Coelho Albuquerque

Professor Adjunto de Sociologia no curso de Ciências Sociais da Universidade Federal


de São Paulo (UNIFESP) desde outubro de 2006, em regime de dedicação exclusiva.
Possui graduação em Ciências Sociais (1997), mestrado em Sociologia (2000) e
doutorado em Sociologia (2005) pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Participou
do Programa de Formação de Novos Quadros Profissionais do Centro Brasileiro de
Análise e Planejamento (CEBRAP) (2006/2007). Desenvolve pesquisas nas áreas de
pensamento social no Brasil e América Latina e migrações e fronteiras na região da
Tríplice Fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai. Tem experiência em sociologia
política e sociologia da cultura, atuando nos seguintes temas: empresários na política,
migrações, identidades, nações e fronteiras.

Linhas de pesquisa
Pensamento político-social , Estado e ação coletiva
Arte, Cultura e Teoria social.

Projetos de pesquisa:

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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1. As identidades nacionais na fronteira: memórias, estratégias de cidadania e uso das


línguas nacionais na fronteira entre o Paraguai e o Brasil. O projeto está vinculado a
uma rede de pesquisadores brasileiros e argentinos que investigam a Tríplice Fronteira
– Observatório da Tríplice Fronteira - Rede Pró-Sul (CNPq).
2. As fronteiras da civilização e da nação em Domingo Sarmiento e Euclides da Cunha.
Os limites e as ambigüidades das construções de narrativas nacionais na Argentina e
no Brasil.

Prof. Dr. Júlio César Casarin Barroso Silva

Professor de Teoria Política no curso de Ciências Sociais da UNIFESP – Campus


Guarulhos. Professor Adjunto I nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva,
desde outubro de 2010. Possui graduação em Direito pela Universidade de São Paulo
(1999), mestrado (2003) e doutorado (2009) em Ciência Política pela mesma
universidade. Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em Teoria
Política, dedicando especial atenção aos seguintes temas: liberalismo igualitário,
liberdades, direitos e justiça distributiva.

Profa. Dra. Liana de Paula

Professora de Sociologia no curso de Ciências Sociais da UNIFESP – Campus


Guarulhos. Professor Adjunto I nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva,
desde junho de 2012. É doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo (2011),
tendo feito mestrado na mesma instituição (2004), e é bacharel em Ciências Sociais
pela Universidade de Brasília (2000). Atualmente é professora adjunta do
Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Paulo, diretora de
pesquisa da Associação Nacional de Direitos Humanos, Pesquisa e Pós-Graduação -
ANDHEP e membro do conselho editorial da CASA em Revista. Sua experiência de
pesquisa foca-se nas áreas de Sociologia Política e Sociologia da Violência, com
ênfase em juventude e socialização; violência urbana; sistema socioeducativo; direitos
da criança e do adolescente; justiça e formas alternativas de resolução de conflitos.

Profa. Dra. Lilian Maria Pinto Sales

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas


(1996), mestrado e doutorado em Ciência Social (Antropologia Social) pela
Universidade de São Paulo (2009). Atualmente é Professora Adjunta de Antropologia
na Universidade Federal de São Paulo. Tem experiência na área de Antropologia, com
ênfase em Antropologia Urbana e estudos sobre a religiosidade, atuando
principalmente nos seguintes temas: renovação carismática católica e aparições de
Nossa Senhora.

Projeto de Pesquisa:
Religiões e Controvérsias Públicas: experiências, práticas sociais e discursos

Prof. Dr. Marcelo Costa Ferreira

Professor de Ciência Política do Curso de Ciências Sociais da UNIFESP. Professor-


adjunto em regime de dedicação exclusiva e docente nesta instituição desde outubro
de 2006. Doutor em Ciência Política pela Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo (2005), Mestre em Ciência Política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do
Rio de Janeiro e graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de
Janeiro (1993). Foi professor substituto de Ciência Política na UFRJ entre 2001 e
2003, além de ter atuado como professor conferencista na UERJ e na UFMG. Possui
artigos publicados em revistas indexadas. Suas linhas de pesquisa são Estudos
Legislativos, Política Brasileira e Comportamento Político; além de três artigos em
revistas de divulgação.

Projeto de pesquisa:
A relação Executivo-Legislativo na política externa no Brasil e nos EUA: uma
comparação dos casos Mercosul, Nafta e o projeto Alca -1988/2003

Profa. Dra. Marcia Cristina Consolim

Professora de Sociologia do Curso de Ciências Sociais da UNIFESP – Campus


Guarulhos. Professor nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva, desde abril
de 2009. Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo
(1990), mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1997 – bolsista Capes)

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
46

e doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo (2007 – bolsista CNPq).


Estágio sanduíche na École des Hautes Études de Paris (2005-2006 – bolsa
sanduíche Capes) Tem experiência na área de Sociologia, com ênfase em Sociologia
Histórica e Sociologia das Ciências Sociais, atuando principalmente nos seguintes
temas: história intelectual francesa, psicologia social e sociologia, intelectuais
franceses no fim do século XIX. Ênfase em Sociologia das Ciências Sociais, Sociologia
dos Intelectuais e História Social das Idéias

Linha de pesquisa
Arte, Cultura e Teoria Social

Projetos de pesquisa:
1. Da Psicologia Social à Psicossociologia: projetos de síntese nas Ciências Sociais
francesas - 1890-1920
2. Sociologia das Ciências Sociais: trata-se de investigar o processo de
institucionalização das ciências sociais em vários países, de modo a identificar,
seguindo o método comparativo, modelos, posições e conflitos nesse processo.
Investiga-se, paralelamente, a circulação internacional de idéias e de intelectuais, o
que permite compreender as relações entre as elites intelectuais, bem como entre elas
e as demais elites, particularmente a econômica e a política.

Profª. Drª. Marcia Regina Tosta Dias

Professora de Sociologia, em regime de dedicação exclusiva, desde novembro de


2008. Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista -
UNESP (1985), mestrado em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas
(1997) e doutorado em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (2005). Atuou
como pesquisadora do Centro de Documentação e Memória da UNESP (Universidade
Estadual Paulista) e como professora da Fundação Escola de Sociologia e Política de
São Paulo (FESPSP). Na área de Sociologia tem se dedicado à Sociologia da Cultura
e da Comunicação atuando principalmente nos seguintes temas: indústria fonográfica,
indústria cultural e mundialização da cultura, bem como a questões próprias à Teoria
Sociológica. Dentre outras áreas de interesse estão o ensino público superior e a
memória institucional.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
47

Linha de Pesquisa:
Arte, Cultura e Teoria Social

Projetos de pesquisa:
1. Sociologia da Comunicação no Brasil: idéias para uma arqueologia.
2. Produção e difusão de música gravada no mundo contemporâneo: desafios,
avanços e impasses no século XXI.

Prof. Dr. Marcos Pereira Rufino

Professor de antropologia do curso de Ciências Sociais da Unifesp – Campus


Guarulhos.Professor Adjunto nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva,
desde outubro de 2006. Possui graduação em Ciências Sociais (1993) e doutorado em
Ciências - Antropologia Social (2002) pela Universidade de São Paulo. Atuou no ISA
(Instituto Socioambiental), em seu programa Povos Indígenas no Brasil, no Projeto
Temático sobre a atividade missionária cristã com povos indígenas do Cebrap (Centro
Brasileiro de Análise e Planejamento), e na Escola de Sociologia e Política de São
Paulo, como professor de Antropologia. Tem experiência na área de Antropologia, com
ênfase em atividade missionária e política indigenista, atuando principalmente nos
seguintes temas: política indigenista, movimento indígena, Igreja Católica, Terras
Indígenas e evangelização.

Linha de pesquisa
Corpo, Sexualidade e Práticas Simbólicas

Projeto de pesquisa:
Do "oprimido" à Pachamama - incursões contemporâneas da Igreja Católica na pauta
ambientalista.

Profa. Dra. Maria Cristina Pompa

Possui Graduação em Letras pela Universitá di Roma (1980), Mestrado em


Antropologia Social (1995) e Doutorado em Ciências Sociais (2001) pela Universidade

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Estadual de Campinas, Pós-doutorado pelo Cebrap (2004). É pesquisadora sênior no


Cebrap e foi professora no Curso de Gestão de Políticas Públicas da USP (2005-
2010). Possui 13 artigos publicados em periódicos indexados, 1 livro, 7 capítulos de
livro. Recebeu o prêmio ANPOCS 2002 de melhor tese de doutorado em Ciências
Sociais. Atua nas seguintes linhas de pesquisa: 1) Antropologia e história das
Religiões, 2) História Indígena e do Indigenismo, 3) Identidade Étnica e Nação.

Projeto de Pesquisa:
Diferença e Compatibilidade. Pensamento social, identidade indígena e política
indigenista brasileira. Séculos XIX – XXI.
Antropologia e História das Religiões no século XX: Teorias e metodologias.

Profª. Drª. Maria Fernanda Lombardi Fernandes

Professora de Ciência Política do curso de Ciências Sociais da UNIFESP – Campus


Guarulhos. Professora Adjunta II nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva,
desde outubro de 2006. É pesquisadora associada do CEDEC. Foi representante eleita
junto ao CTA da Unifesp entre 2007 e 2009. Atualmente é vice-coordenadora do curso
de Ciências Sociais, membro da Comissão Curricular de Curso e da Câmara
Acadêmica Transitória do Campus Guarulhos. Possui graduação em História pela
Universidade de São Paulo (1987), mestrado em Ciência Política pela Universidade de
São Paulo (1997 – bolsista CNPq) e doutorado em Ciência Política pela Universidade
de São Paulo (2004). Tem experiência na área de Ciência Política, com ênfase em
Teoria Política e Pensamento Político Brasileiro, atuando principalmente nos seguintes
temas: republicanismo, pensamento político brasileiro, abolição, república e
federalismo.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
49

Linha de pesquisa
Pensamento Político-Social, Estado e Ação Coletiva.

Projetos de pesquisa:
1. A idéia de Federação no Brasil: análise dos debates das Assembléias Constituintes
ao longo da história do Brasil independente
2. Nós e os outros: o debate sobre a identidade brasileira na transição do Império à
República, sub-projeto realizado em conjunto com as professoras Gabriela Nunes
Ferreira (Unifesp) e Rossana Rocha Reis (USP), constituindo parte do projeto temático
FAPESP - Linhagens do Pensamento Político Social Brasileiro, coordenado pelos
professores Gildo Marçal Brandão (USP) e Elide Rugai Bastos (Unicamp).

Prof. Dr. Mauro Luiz Rovai

Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1987),


mestrado em Sociologia pela Universidade de São Paulo (1995), doutorado em
Sociologia pela Universidade de São Paulo (2001) e pós-doutorado na Universidade
Estadual de Campinas (2006), com estágio pós-doutoral no Centro de Investigação e
Estudos de Sociologia - ISCTE Lisboa (2006). Professor Adjunto II da Universidade
Federal de São Paulo, Campus Guarulhos, para o Curso de Ciências Sociais –
Sociologia, em regime de dedicação exclusiva. Tem experiência na área de Sociologia,
com ênfase em Sociologia, atuando principalmente nos seguintes temas: teoria
sociológica, cinema e literatura; imagem, técnica e política. Coordenou o Curso de
Ciências Sociais da Unifesp de dezembro de 2006 a abril de 2008. Prêmio
Produtividade em Pesquisa do FADA/UNIFESP, desde 2008.

Linhas de pesquisa:
Arte, Cultura e Teoria Social
Corpo, Sexualidade e Práticas Simbólicas.

Projetos de pesquisa:
1. As representações do movimento em Oliveira e Antonioni.(em fase de finalização)

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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2. Corpo e violência: formas de expressão da dor. Desenvolvido com os professores


Cynthia Andersen Sarti (Ciências Sociais – Antropologia) e Jens Michael Baumgarten
(Curso de História da Arte), ambos da Unifesp.
3. Civilização. Perspectivas teóricas. Desenvolvido no formato de grupo de estudos e
monitoria (com os alunos de Ciências Sociais). Professores envolvidos: Maria
Fernanda Lombardi Fernandes, Gabriela Nunes Ferreira, Humberto Alves, Márcia T.
Dias, Marcos Rufino, Tatiana Landini.

Profa. Dra. Melvina Afra Mendes de Araújo

Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Londrina (1992),


mestrado em Ciência Social (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo
(1998) e doutorado em Ciência Social (Antropologia Social) pela Universidade de São
Paulo (2003). Foi pesquisadora do Groupe de Sociologie des Religions et de la
Laïcité/CNRS-EPHE, na França (2001/2002), e professora visitante do PPGAS/USP
(2006/2007). Professora adjunta da Universidade Federal de São Paulo desde 2008,
em regime de dedicação exclusiva. Seus trabalhos enfocam principalmente os
seguintes temas: relações interculturais, missões, antropologia dos mediadores,
concepções sobre o corpo, saúde e doença.

Linha de pesquisa:
Pensamento Político-Social, Estado e Ação Coletiva.
Corpo, Sexualidade e Práticas Simbólicas

Projetos de pesquisa:
Processos de circulação e mediação cultural. Missionários e indígenas em questão
Alteridade e mediação: processos de construção do "outro" em universos católicos e
protestantes no Brasil e na África

Prof. Dr. Rodrigo Barbosa Ribeiro

Possui graduação (1997) em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista


Júlio de Mesquita Filho, mestrado (2001) e doutorado (2008) em Ciências Sociais (área
de concentração em antropologia) pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
51

Ciências Sociais da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). Atuou


em cursos de graduação de várias áreas do saber, tanto em bacharelados como em
licenciaturas, tendo ministrando disciplinas das ciências sociais (sociologia,
metodologia de pesquisa e do trabalho científico, mas em especial antropologia).
Começou a carreira docente na UEL (Universidade Estadual de Londrina), tendo
prosseguido sua atuação na AVEC (Associação Vilhenense de Educação e Cultura),
na Univale (Universidade do Vale do Rio Doce), na Uninove (Centro Universitário Nove
de Julho) -, na PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e na UFU
(Universidade Federal de Uberlândia). Atualmente é docente da Escola de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Campus
Guarulhos, atuando na subárea de antropologia do Departamento de ciências Sociais.
Tem experiência de pesquisa na área de Antropologia, com ênfase em Etnologia
Indígena e em Teoria Antropológica, atuando principalmente nos seguintes temas:
povos autóctones - Kaingang, Krahô e Maxakali, colonialismo, violência, uso de
bebidas alcoólicas.

Prof. Dr. Rogério Schlegel

Professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), é pesquisador do


CEM/Cebrap (Centro de Estudos da Metrópole/Centro Brasileiro de Análise e
Planejamento) e do Nupps/USP (Núcleo de Estudos de Políticas Públicas da
Universidade de São Paulo), com doutorado em Ciência Política pela USP. É editor da
série "Textos para Discussão CEM" e colaborador de periódicos nacionais
(Sociologias) e internacionais (Regional & Federal Studies, Brazilian Political Science
Review). Atuou como visiting scholar na Universidade de Cambridge (2012-13), fez
estágio de pesquisa na Universidade de Edimburgo (2010) e foi junior visiting scholar
na Universidade de Oxford (2008-9). Desenvolveu projeto de Pós-Doutorado
financiado pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo),
com foco na trajetória da federação brasileira no século XX. Atua nas áreas de
Federalismo, Políticas Públicas, Política Comparada, Comportamento Político, Opinião
Pública, Educação e Novas Tecnologias.

Projeto de Pesquisa:
A centralização decisória no imaginário político brasileiro

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Profª. Drª. Tatiana Savóia Landini

Professora de Sociologia do curso de Ciências Sociais da UNIFESP – Campus


Guarulhos. Professor Adjunto II nesta instituição, em regime de dedicação exclusiva,
desde dezembro de 2006. Orientadora de mestrado do Programa de Pós-Graduação
Educação e Saúde na Infância e na Adolescência (Unifesp). Possui graduação em
Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, mestrado em sociologia pela
Universidade de São Paulo (2000 - bolsista CNPq) e doutorado em sociologia pela
Universidade de São Paulo (2005 - bolsas CNPq e bolsa sanduíche Capes). Atua
principalmente com os seguintes temas: violência sexual contra crianças e
adolescentes, sexualidade e teoria sociológica (Norbert Elias).

Linhas de Pesquisa
Corpo, sexualidade e práticas simbólicas
Arte, cultura e teoria social

Projeto de pesquisa:
A exploração sexual e o desaparecimento de crianças e adolescentes, projeto
desenvolvido em conjunto com Profa. Dra. Gilka Jorge Fígaro Gattás (coordenadora,
FMUSP), Cláudia Fígaro Garcia (FMUSP) e Rosemeire Aparecida do Nascimento
(Hospital das Clínicas, USP).

Prof. Dr. Uirá Felippe Garcia

Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense (2001),


mestrado e doutorado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP),
e pós-doutorado pelo departamento de antropologia da Universidade Estadual de
Campinas (UNICAMP). Professor da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP),
desenvolve pesquisa junto aos Awá-Guajá, grupo indígena de língua Tupi-Guarani do
Maranhão. É membro do Centro de Estudos Ameríndios (CEstA) da Universidade de
São Paulo, e do Núcelo de Antropologia Simétrica (NAnSi) do PPGAS do Museu
Nacional/UFRJ. Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em Etnologia

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Indígena Amazônica, atuando principalmente nos seguintes temas: caça e ecologia;


parentesco; sistemas de conhecimento e ação; teoria antropológica.

Projeto de Pesquisa:
Entre o Rastro e o Som: a poética da predação Awá-Guajá

Profª. Drª. Valeria Mendonça De Macedo

Antropóloga e professora no Departamento de Ciências Sociais da EFLCH-Unifesp,


onde leciona desde 2011. Defendeu o doutorado em 2010 no Programa de Pós-
Graduação em Antropologia Social da pela FFLCH/USP. Nesta última instituição fez o
mestrado (2001) e a graduação em Ciências Sociais (1996). Também possui
graduação em Comunicação Social (especialização em cinema) pela FAAP (1996). É
pesquisadora associada ao Centro de Estudos Ameríndios (CEstA)/USP. Com atuação
focada na área de etnologia indígena e experiência etnográfica entre populações
Guarani Mbya e Tupi, seu campo de investigação volta-se sobretudo para produção e
circulação de conhecimentos, traduções e atuações indígenas no mundo
contemporâneo, incluindo políticas, projetos e eventos. 


Projeto de Pesquisa:
Agenciamentos e tramas terapêuticas na área da saúde indígena

6.2. Corpo Técnico-Administrativo

O Corpo Técnico-Administrativo diretamente vinculado aos Cursos de Graduação da


EFLCH é constituído por um grupo de Técnicos em Assuntos Educacionais (TAEs)
que compõem o Setor de Apoio Pedagógico da Escola, formado pelos seguintes
profissionais:

Alessandra Andrade - TAE


Daniela Matos – TAE
Diego Martins Casado - TAE
Elaine Pires - TAE
Eliane Maria Pereira Agostinho - TAE

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Wellington Pereira das Virgens - TAE

7. INSTALAÇÕES FÍSICAS

A sede definitiva da EFLCH encontra-se em construção em Guarulhos, na Estrada do


Caminho Velho, nº 333, bairro dos Pimentas, São Paulo, CEP 07252-312. Em
decorrência das obras, as atividades acadêmicas e administrativas do campus foram
transferidas, no segundo semestre de 2013, para uma sede provisória, localizada no
Bairro Macedo, no centro da cidade de Guarulhos à Rua Monteiro Lobato, 679. A
previsão de retorno ao campus Pimentas é início do ano de 2016.

Os novos projetos e obras atendem à legislação pertinente (Decreto 5296/04) e


normas técnicas para acessibilidade (NBR 9050). O edifício novo disporá de 20.767,82
m2 de área construída, cuja disposição geral pode ser descrita da seguinte maneira:
dois blocos, de três andares cada, ligados entre si pelo corredor central em cada
andar, dispostos sobre pilotis no nível térreo, e estes sobre estacionamento em
subsolo. Além das áreas de circulação, sanitários e outras áreas de apoio, o primeiro
bloco, ou fronteiro, abrigará a biblioteca, no primeiro e segundo andares, e um centro
de documentação e laboratórios de línguas e informática no terceiro andar; o segundo
bloco, ou posterior, abrigará, em seus três andares, as salas de aula. No térreo, além
das áreas livres de acesso em pilotis, haverá, entre outros, o Restaurante Universitário
e um auditório para 100 lugares sob o bloco posterior.

Descrição das salas de aula

O campus Pimentas contará com 48 salas de aula, com total de 598 assentos. As
salas estão locadas nos três andares do bloco posterior do prédio novo (16 por andar),
sendo metade salas de 35,09m2 a 36,33m2, com 24 a 27 assentos, e metade salas de
63,21m2 a 87,96m2, com 49 a 70 assentos. Todas as salas contam com iluminação e
ventilação naturais adequadamente dimensionadas, e têm previsão de ponto para
datashow.

Biblioteca

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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A biblioteca ocupa área total de 1522,12m2, sendo 709,53 no primeiro andar e 812,59
no segundo, do bloco fronteiro do prédio novo. O Centro de Memória, com áreas de
atendimento, pesquisa, higienização e acervo, entre outras, ocupa um total de
492,94m2 de área útil no terceiro pavimento.

Gabinetes docentes

Há previsão de 70 gabinetes dos docentes locados em um dos edifícios pré-existentes


do Campus, conhecido como "Edifício Arco", mediante reforma integral do mesmo. O
"edifício Arco" tem dois pavimentos com área total de cerca de 4.000m2. O ante-
projeto desta reforma está em desenvolvimento e ainda sujeito a ajustes. No atual
estado do projeto estão previstos 46 gabinetes no segundo piso para quatro
professores cada, com 23,59m2 ou mais, divisíveis em dois gabinetes para dois
professores cada, e 20 gabinetes de 16,27m2 ou mais no pavimento térreo, para 3
professores cada. Todos contam com iluminação e ventilação diretos. Toda a área dos
gabinetes, em ambos os andares, e todos estarão ligados a um único sistema de
circulação, comum e exclusivo deste setor, com seus respectivos sanitários e
dimensões e mais características que favorecem a co-presença e interação entre os
pesquisadores. Ainda neste mesmo conjunto o projeto prevê parte das áreas
destinadas a grupos de pesquisa.

As áreas administrativas e de apoio acadêmico ocuparão o chamado "edifício anexo",


mediante reforma, e também haverá setores acadêmicos no térreo do Arco, nos
conjuntos com ligação externa direta à área de circulação do campus.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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ANEXOS

ANEXO I - Matrizes Curriculares de 2007, 2008, 2009, 2010, 2011


Curso de Ciências Sociais: Matriz Curricular – 2007
UNIFESP Guarulhos: vespertino (das 14h às 18h) e noturno (das 19h às 23h)
Termo Bacharelado Hr Crédito Bacharelado e Licenciatura Hr Crédito
. Leitura e Interpretação de Textos Leitura e Interpretação de Textos
1° 60 4 60 4
Clássicos I (dcf) Clássicos I (dcf)
Introdução às Ciências Sociais: Introdução às Ciências Sociais :
60 4 60 4
Antropologia (f) Antropologia (f)
Introdução às Ciências Sociais: Introdução às Ciências Sociais :
60 4 60 4
Ciência Política (f) Ciência Política (f)
Introdução às Ciências Sociais: Introdução às Ciências Sociais :
60 4 60 4
Sociologia (f) Sociologia (f)
Línguas : Francês I (dcf) 36 2,4 Línguas: Francês I (dcf) 36 2,4
Línguas : Inglês I (dcf) 36 2,4 Línguas: Inglês I (dcf) 36 2,4
.
2° Filosofia Geral II (dcf) 60 4 Filosofia Geral II (dcf) 60 4
Antropologia I (f) 60 4 Antropologia I (f) 60 4
Ciência Política I (f) 60 4 Ciência Política I (f) 60 4
Sociologia I (f) 60 4 Sociologia I (f) 60 4
Lín Línguas: Francês II (dcf) 36 2,4 Línguas: Francês II (dcf) 36 2,4
Línguas: Inglês II (dcf) 36 2,4 Línguas: Inglês II (dcf) 36 2,4
.
3° Antropologia II (F) 60 4 Antropologia II (f) 60 4
Ciência Política II (f) 60 4 Ciência Política II (f) 60 4
Sociologia II (f) 60 4 Sociologia II (f) 60 4
Pesquisa I : Epistemologia 60 4 Pesquisa I : Epistemologia (f) 60 4
Domínio Conexo (dc) 60 4 Domínio Conexo (dc) 60 4
.
4° Antropologia III (f) 60 4 Antropologia III (f) 60 4
Ciência Política III (f) 60 4 Ciência Política III (f) 60 4
Sociologia III (f) 60 4 Sociologia III (f) 60 4
Pesquisa II : Métodos Qualitativos
Pesquisa II : Métodos Qualitativos (f) 60 4 60 4
(f)
Domínio Conexo (dc) 60 4 Domínio Conexo (dc) 60 4
.
5° Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Pesquisa III: Métodos Quantitativos e Pesquisa III: Métodos Quantitativos
60 4 60 4
Estatística (f) e Estatística (f)
Domínio Conexo em Pedagogia
Domínio Conexo 60 4 60 4
(dcp)
.
6° Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) 60 4 Estágio (fl) (*) 60 4
Laboratório de Ensino e Pesquisa I Laboratório de Ensino e Pesquisa I
60 4 60 4
(f) (f)
Domínio Conexo em Pedagogia
Domínio Conexo (dc) 60 4 60 4
(dcp)

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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.
7° Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Estágio (fl) 60 4
Laboratório de Ensino e Pesquisa II Laboratório de Ensino e Pesquisa II
60 4 60 4
(f) (f)
.
8° Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Laboratório de Ensino e Pesquisa III:
60 4 Estágio (fl) 60 4
monografia (f)
Laboratório de Ensino e Pesquisa
60 4
III: monografia (f)
Ao
longo
Atividades complementares (**) Atividades complementares
do
curso
Ao
Total de horas/créditos 2304 Total de horas/créditos 2484
final
legenda das unidades curriculares
(f) Fixa (obrigatória para o Curso de Ciências Sociais)
(fl) Fixa para Licenciatura
(e) Eletiva (escolha entre as oferecidas pelo curso de Ciências Sociais)
Eletiva da área (escolha entre as uc oferecidas pela áreas de Antropologia, Ciência Política ou Sociologia,
(ea)
no caso do aluno optar por graduar-se com habilitação em uma das áreas)
Domínio Conexo (escolha entre as oferecidas em qualquer curso do Campus de Guarulhos, fora do curso de
(dc)
origem)
Domínio Conexo Fixo (conteúdo comum a todos os cursos do Campus de Guarulhos, em classes
(dcf)
misturadas)
Domínio Conexo na Pedagogia (escolha entre as oferecidas pelo curso de Pedagogia para a Licenciatura
(dcp)
dos outros cursos)
(*) Estágio: a cargo do Programa Integrado de Licenciatura do Campus de Guarulhos
Atividades complementares: haverá, ainda, créditos a serem adquiridos com participação em atividades
(**) extracurriculares programadas pelos professores (cursos de extensão, grupos de estudos, participação em
eventos científicos, publicações, eventos culturais)
Elenco das eletivas: a ser apresentado posteriormente.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
58

Curso de Ciências Sociais: Matriz Curricular – 2008


UNIFESP Guarulhos: vespertino (das 14h às 18h) e noturno (das 19h às 23h)
Termo Bacharelado Hora Crédito Bacharelado e Licenciatura Hora Crédito
Leitura e Interpretação de Textos Leitura e Interpretação de Textos
1º. 60 4 60 4
Clássicos I (dcf) Clássicos I (dcf)
Introdução às Ciências Sociais: Introdução às Ciências Sociais:
60 4 60 4
Antropologia (f) Antropologia (f)
Introdução às Ciências Sociais: Ciência Introdução às Ciências Sociais:
60 4 60 4
Política (f) Ciência Política (f)
Introdução às Ciências Sociais: Introdução às Ciências Sociais:
60 4 60 4
Sociologia (f) Sociologia (f)
Inglês para Leitura de Textos (dcf) 60 4 Inglês para Leitura de Textos (dcf) 60 4
2º. Filosofia Geral (dcf) 60 4 Filosofia Geral (dcf) 60 4
Antropologia I (f) 60 4 Antropologia I (f) 60 4
Ciência Política I (f) 60 4 Ciência Política I (f) 60 4
Sociologia I (f) 60 4 Sociologia I (f) 60 4
Francês para Leitura de Textos
Francês para Leitura de Textos (dcf) 60 4 60 4
(dcf)
3º. Antropologia II (F) 60 4 Antropologia II (F) 60 4
Ciência Política II (f) 60 4 Ciência Política II (f) 60 4
Sociologia II (f) 60 4 Sociologia II (f) 60 4
Pesquisa I: Epistemologia das Ciências Pesquisa I: Epistemologia das
60 4 60 4
Sociais (f) Ciências Sociais (f)
Domínio Conexo (dc) 60 4 Domínio Conexo (dc) 60 4
4º. Antropologia III (f) 60 4 Antropologia III (f) 60 4
Ciência Política III (f) 60 4 Ciência Política III (f) 60 4
Sociologia III (f) 60 4 Sociologia III (f) 60 4
Pesquisa II: Métodos e Técnicas de Pesquisa II: Métodos e Técnicas
Pesquisa Qualitativa em Ciências 60 4 de Pesquisa Qualitativa em 60 4
Sociais (f) Ciências Sociais (f)
Domínio Conexo (dc) 60 4 Domínio Conexo (dc) 60 4
5º. Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Pesquisa III: Métodos e Técnicas de Pesquisa III: Métodos e Técnicas
Pesquisa Quantitativa em Ciências 60 4 de Pesquisa Quantitativa em 60 4
Sociais (f) Ciências Sociais (f)
Domínio Conexo em Pedagogia
Domínio Conexo (dc) 60 4 60 4
(dcp)
6º. Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) 60 4 Estágio (fl) (*) 120 8
Laboratório de Ensino e Pesquisa I
Laboratório de Ensino e Pesquisa I (f) 120 8 120 8
(f)
Domínio Conexo em Pedagogia
Domínio Conexo (dc) 60 4 60 4
(dcp)
7º. Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
59

Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Estágio (fl) 120 8


Laboratório de Ensino e Pesquisa
Laboratório de Ensino e Pesquisa II (f) 120 8 120 8
II (f)
8º. Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Laboratório de Ensino e Pesquisa III:
120 8 Estágio (fl) 120 8
Monografia (f)
Laboratório de Ensino e Pesquisa
120 8
III: Monografia (f)
Ao
longo
Atividades Complementares (**) Atividades Complementares (**)
do
curso
Ao
Total de Horas/Créditos 2460 Total de Horas/Créditos 2700
final
Legenda das Unidades Curriculares (uc)
(f) Fixa (obrigatória para o Curso de Ciências Sociais)
(fl) Fixa para Licenciatura
(e) Eletiva (escolha entre as oferecidas pelo curso de Ciências Sociais)
Eletiva da área (escolha entre as uc oferecidas pela áreas de Antropologia, Ciência Política ou Sociologia, no
(ea)
caso do aluno optar por graduar-se com habilitação em uma das áreas)
Domínio Conexo (escolha entre as oferecidas em qualquer curso do Campus de Guarulhos, fora do curso de
(dc)
origem)
(dcf) Domínio Conexo Fixo (conteúdo comum a todos os cursos do Campus de Guarulhos, em classes misturadas)
Domínio Conexo na Pedagogia (escolha entre as oferecidas pelo curso de Pedagogia para a Licenciatura dos
(dcp)
outros cursos)
(*) Estágio: a cargo do Programa Integrado de Licenciatura do Campus de Guarulhos
Atividades complementares: haverá, ainda, créditos a serem adquiridos com participação em atividades
(**) extracurriculares programadas pelos professores (cursos de extensão, grupos de estudos, participação em
eventos científicos, publicações, eventos culturais)
Elenco das eletivas: a ser apresentado posteriormente.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
60

Curso de Ciências Sociais: Matriz Curricular - 2009


UNIFESP Guarulhos: vespertino (das 14h às 18h) e noturno (das 19h às 23h)
Termo Bacharelado Hora Crédito Bacharelado e Licenciatura Hora Crédito
Leitura e Interpretação de Textos Leitura e Interpretação de Textos
1º. 60 4 60 4
Clássicos I (dcf) Clássicos I (dcf)
Introdução às Ciências Sociais: Introdução às Ciências Sociais:
60 4 60 4
Antropologia (f) Antropologia (f)
Introdução às Ciências Sociais: Ciência Introdução às Ciências Sociais:
60 4 60 4
Política (f) Ciência Política (f)
Introdução às Ciências Sociais: Introdução às Ciências Sociais:
60 4 60 4
Sociologia (f) Sociologia (f)
Inglês para Leitura de Textos (dcf) 60 4 Inglês para Leitura de Textos (dcf) 60 4
2º. Filosofia Geral (dcf) 60 4 Filosofia Geral (dcf) 60 4
Antropologia I (f) 60 4 Antropologia I (f) 60 4
Ciência Política I (f) 60 4 Ciência Política I (f) 60 4
Sociologia I (f) 60 4 Sociologia I (f) 60 4
Francês para Leitura de Textos
Francês para Leitura de Textos (dcf) 60 4 60 4
(dcf)
3º. Antropologia II (F) 60 4 Antropologia II (F) 60 4
Ciência Política II (f) 60 4 Ciência Política II (f) 60 4
Sociologia II (f) 60 4 Sociologia II (f) 60 4
Pesquisa I : Epistemologia das Ciências Pesquisa I : Epistemologia das
60 4 60 4
Sociais (f) Ciências Sociais (f)
Domínio Conexo (dc) 60 4 Domínio Conexo (dc) 60 4
4º. Antropologia III (f) 60 4 Antropologia III (f) 60 4
Ciência Política III (f) 60 4 Ciência Política III (f) 60 4
Sociologia III (f) 60 4 Sociologia III (f) 60 4
Pesquisa II : Métodos e Técnicas de Pesquisa II : Métodos e Técnicas
Pesquisa Qualitativa em Ciências 60 4 de Pesquisa Qualitativa em 60 4
Sociais (f) Ciências Sociais (f)
Domínio Conexo (dc) 60 4 Domínio Conexo (dc) 60 4
5º. Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Pesquisa III : Métodos e Técnicas de Pesquisa III : Métodos e Técnicas
Pesquisa Quantitativa em Ciências 60 4 de Pesquisa Quantitativa em 60 4
Sociais (f) Ciências Sociais (f)
Domínio Conexo em Pedagogia
Domínio Conexo (dc) 60 4 60 4
(dcp)
6º. Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) 60 4 Estágio I (FL) (*) 135 9
Laboratório de Ensino e Pesquisa I
Laboratório de Ensino e Pesquisa I (f) 120 8 120 8
(f)
Domínio Conexo em Pedagogia
Domínio Conexo (dc) 60 4 60 4
(dcp)
7º. Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
61

Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Estágio II (FL) 135 9


Laboratório de Ensino e Pesquisa
Laboratório de Ensino e Pesquisa II (f) 120 8 120 8
II (f)
8º. Eletiva (e) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Eletiva (e) ou Eletiva de área (ea) 60 4 Eletiva (e) 60 4
Laboratório de Ensino e Pesquisa III :
120 8 Estágio III (FL) 135 9
Monografia (f)
Laboratório de Ensino e Pesquisa
120 8
III : Monografia (f)
Ao
longo
Atividades Complementares (**) 200 Atividades Complementares (**) 200
do
curso
Ao
Total de Horas/Créditos 2660 Total de Horas/Créditos 2945
final
Legenda das Unidades Curriculares (uc)
(f) Fixa (obrigatória para o Curso de Ciências Sociais)
(fl) Fixa para Licenciatura
(e) Eletiva (escolha entre as oferecidas pelo curso de Ciências Sociais)
Eletiva da área (escolha entre as uc oferecidas pela áreas de Antropologia, Ciência Política ou Sociologia, no
(ea)
caso do aluno optar por graduar-se com habilitação em uma das áreas)
Domínio Conexo (escolha entre as oferecidas em qualquer curso do Campus de Guarulhos, fora do curso de
(dc)
origem)
(dcf) Domínio Conexo Fixo (conteúdo comum a todos os cursos do Campus de Guarulhos, em classes misturadas)
Domínio Conexo na Pedagogia (escolha entre as oferecidas pelo curso de Pedagogia para a Licenciatura dos
(dcp)
outros cursos)
(*) Estágio: a cargo do Programa Integrado de Licenciatura do Campus de Guarulhos
Atividades complementares: haverá, ainda, créditos a serem adquiridos com participação em atividades
(**) extracurriculares programadas pelos professores (cursos de extensão, grupos de estudos, participação em
eventos científicos, publicações, eventos culturais)
Elenco das eletivas: a ser apresentado posteriormente.

Curso de Ciências Sociais: Matriz Curricular - 2010


Unifesp Campus Guarulhos: vespertino (das 14h às 18h) e noturno (das 19h às 23h)
Carga Carga
TERMO BACHARELADO Horária Horária HT HP
Total Semanal
1º Leitura e Interpretação de Textos Clássicos I (DCF) 60 4 60
Introdução às Ciências Sociais: Antropologia (F) 60 4 50 10
Introdução às Ciências Sociais: Ciência Política (F) 60 4 50 10
Introdução às Ciências Sociais: Sociologia (F) 60 4 50 10
Inglês para Leitura de Textos (DCF) 60 4 60
2º Filosofia Geral (DCF) 60 4 60
Antropologia I (F) 60 4 50 10
Ciência Política I (F) 60 4 50 10
Sociologia I (F) 60 4 50 10
Francês para Leitura de Textos (DCF) 60 4 60
3º Antropologia II (F) 60 4 50 10
Ciência Política II (F) 60 4 50 10

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
62

Sociologia II (F) 60 4 50 10
Pesquisa I: Epistemologia das Ciências Sociais (F) 60 4 50 10
Domínio Conexo (D) 60 4 60
4º Antropologia III (F) 60 4 50 10
Ciência Política III (F) 60 4 50 10
Sociologia III (F) 60 4 50 10
Pesquisa II: Métodos e Técnicas de Pesquisa Qualitativa
60 4 30 30
em Ciências Sociais (F)
Domínio Conexo (DC) 60 4 60
5º Eletiva (E) 60 4 60
Eletiva (E) 60 4 60
Eletiva (E) 60 4 60
Pesquisa III: Métodos e Técnicas de Pesquisa Quantitativa
60 4 30 30
em Ciências Sociais (F)
Domínio Conexo (DC) 60 4 60
6º Eletiva (E) 60 4 60
Eletiva (E) 60 4 60
Laboratório de Ensino e Pesquisa I (F) 120 8 48 72
Domínio Conexo (DC) 60 4 60
7º Eletiva (E) 60 4 60
Eletiva (E) 60 4 60
Eletiva (E) 60 4 60
Laboratório de Ensino e Pesquisa II (F) 120 8 48 72
8º Eletiva (E) 60 4 60
Eletiva (E) 60 4 60
Eletiva (E) 60 4 60
Laboratório de Ensino e Pesquisa III (F): Monografia 120 8 48 72
Ao longo
Atividades Complementares 200 13
do curso
Total de Horas/ Créditos 2600 2194 406
Legenda das Unidades Curriculares (UC)
(F) Fixa (obrigatória para o Curso de Ciências Sociais)
Eletiva (escolha entre as oferecidas pelo curso de Ciências Sociais) – O elenco das UCs eletivas é
(E)
apresentado a cada semestre.
Domínio Conexo (escolha entre as Unidades Curriculares oferecidas pelos cursos do Campus
(DC)
Guarulhos, fora do curso de origem)
Domínio Conexo Fixo (grupo de Unidades Curriculares oferecidas pelo curso de Filosofia e de Letras
(DCF)
cujo conteúdo é comum a todos os cursos do Campus de Guarulhos)
(HT) Horas Teóricas
(HP) Horas Práticas – referente à “Prática como Componente Curricular”.
A UC LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), em atendimento ao Decreto Lei 5626/2005, é
UC Optativa oferecida aos alunos do curso de Ciências Sociais como Unidade Curricular Optativa para o
aluno.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
63

Curso de Ciências Sociais: Matriz Curricular - 2011


Unifesp Campus Guarulhos: vespertino (das 14h às 18h) e noturno (das 19h às 23h)
Carga Carga
TERMO BACHARELADO Horária Horária HT HP
Total Semanal
1º Leitura e Interpretação de Textos Clássicos I (DCF) 60 4 60
Introdução às Ciências Sociais: Antropologia (F) 60 4 50 10
Introdução às Ciências Sociais: Ciência Política (F) 60 4 50 10
Introdução às Ciências Sociais: Sociologia (F) 60 4 50 10
Seminário de Leitura Dirigida I 60 4 60 30
2º Filosofia Geral (DCF) 60 4 60
Antropologia I (F) 60 4 50 10
Ciência Política I (F) 60 4 50 10
Sociologia I (F) 60 4 50 10
Seminário de Leitura Dirigida I I 60 4 60 30
3º Antropologia II (F) 60 4 50 10
Ciência Política II (F) 60 4 50 10
Sociologia II (F) 60 4 50 10
Pesquisa I: Epistemologia das Ciências Sociais (F) 60 4 50 10
Domínio Conexo (D) 60 4 60
4º Antropologia III (F) 60 4 50 10
Ciência Política III (F) 60 4 50 10
Sociologia III (F) 60 4 50 10
Pesquisa II: Métodos e Técnicas de Pesquisa Qualitativa em
60 4 30 30
Ciências Sociais (F)
Domínio Conexo (DC) 60 4 60
5º Eletiva (E) 60 4 60
Eletiva (E) 60 4 60
Eletiva (E) 60 4 60
Pesquisa III: Métodos e Técnicas de Pesquisa Quantitativa em
60 4 30 30
Ciências Sociais (F)
Domínio Conexo (DC) 60 4 60
6º Eletiva (E) 60 4 60
Eletiva (E) 60 4 60
Laboratório de Ensino e Pesquisa I (F) 120 8 48 72
Domínio Conexo (DC) 60 4 60
7º Eletiva (E) 60 4 60
Eletiva (E) 60 4 60
Eletiva (E) 60 4 60
Laboratório de Ensino e Pesquisa II (F) 120 8 48 72
8º Eletiva (E) 60 4 60
Eletiva (E) 60 4 60
Eletiva (E) 60 4 60
Laboratório de Ensino e Pesquisa III (F): Monografia 120 8 48 72

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
64

Ao longo
Atividades Complementares 200 13
do curso
Total de Horas/ Créditos 2600 2194 406
Legenda das Unidades Curriculares (UC)
(F) Fixa (obrigatória para o Curso de Ciências Sociais)
Eletiva (escolha entre as oferecidas pelo curso de Ciências Sociais) – O elenco das UCs
(E)
eletivas é apresentado a cada semestre.
Domínio Conexo (escolha entre as Unidades Curriculares oferecidas pelos cursos do Campus
(DC)
Guarulhos, fora do curso de origem)
Domínio Conexo Fixo (grupo de Unidades Curriculares oferecidas pelo curso de Filosofia e
(DCF)
de Letras, cujo conteúdo é comum a todos os cursos do Campus de Guarulhos)
(HT) Horas Teóricas
(HP) Horas Práticas – referente à “Prática como Componente Curricular”.
A UC LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), em atendimento ao Decreto Lei 5626/2005,
UC
é oferecida aos alunos do curso de Ciências Sociais como Unidade Curricular Optativa
Optativa
para o aluno.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
65

ANEXO II - PLANOS DE ENSINO


Unidades Curriculares do Núcleo de Formação Básica Comum

UNIDADE CURRICULAR: Introdução às Ciências Sociais - Antropologia


o
1 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Capacitar o aluno à compreensão dos conceitos básicos que fundam a Antropologia como disciplina,
com ênfase na alteridade como mote da produção de conhecimento.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Apresentar e discutir as condições históricas do nascimento da Antropologia no séc. XIX, remetendo


a seus antecedentes históricos: o (des) encontro com o outro no século XVI e as visões sobre a
alteridade no séc. XVIII (iluminismo).

Apresentar e discutir o evolucionismo, teoria que funda a disciplina. Apresentar e discutir as críticas
ao evolucionismo e a emergência do problema do relativismo.

EMENTA

Condições históricas do surgimento da Antropologia: a descoberta do “outro” no século XVI. A


invenção do “mau selvagem” e do “bom selvagem”. O colonialismo europeu no século XIX: a
invenção do “primitivo”. O evolucionismo e o nascimento da Antropologia no panorama científico do
século XIX. A ideia de progresso. Os conceitos de raça e cultura no século XIX. Críticas ao
pensamento evolucionista (Raça e História de Lévi-Strauss).

Noções básicas a serem desenvolvidas: natureza; cultura; evolução; alteridade.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I. HUMANIDADE E DIVERSIDADE (século XVI ao XXI)


a) O século XVI e o “encontro” de dois mundos
b) A conquista da América – O descobrimento (e encobrimento) do outro
c) Etnocídio e antropofagia – Relações com a diferença
d) Rousseau e o pensamento antropológico

II. NASCIMENTO DA ANTROPOLOGIA COMO DISCIPLINA CIENTÍFICA (séc. XIX)


a) Introdução ao Evolucionismo
b) As etapas da evolução da sociedade humana e seus principais autores
c) Introdução ao Darwinismo Social
d) Evolucionismo e Darwinismo Social no Brasil

III. A CRÍTICA DO EVOLUCIONISMO E DO RACISMO (séc. XX)


a) Substituição de “raça” por “cultura”
b) Racismo à brasileira. Perspectivas críticas
c) A diferença que faz diferença (“Raça e História”, de Lévi-Strauss)

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
66

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CASTRO, Celso. Evolucionismo cultural. Rio de Janeiro, Zahar, 2005.

FRAZER, James. O Ramo de Ouro. Rio de Janeiro, Zahar, 1982.

GOULD, Stephen J. A Falsa Medida do Homem. São Paulo, Martins Fontes, 1999.

LÉVI-STRAUSS, Claude. Antropologia Estrutural I. São Paulo, Cosac Naify, 2008.

LÉVI-STRAUSS, Claude. Antropologia Estrutural Dois, Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro, 1987.

MAUSS, Marcel. Sociologia e Antropologia. São Paulo, Cosac Naify, 2003.

MONTAIGNE, Michel. Montaigne: Ensaios (Coleção Os Pensadores). São Paulo, Abril Cultural, 1984.

SCHWARCZ, Lilia. O Espetáculo das Raças: Cientistas, Instituições e a Questão Racial no Brasil
1870-1930, São Paulo, Companhia das Letras, 1993.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CLASTRES, Pierre. Arqueologia da Violência – Pesquisas de Antropologia Política. São Paulo, Cosac
Naify, 2004.

CLASTRES, Pierre. A Sociedade contra o Estado. São Paulo, Cosac Naify, 2003.

DARWIN, Charles. A Origem das Espécies. São Paulo, Folha de S. Paulo, 2010.

ELIAS, Norbert. O Processo Civilizador. Uma História dos Costumes. Rio de Janeiro, Zahar, 1990.

GOULD, Stephen J. A Falsa Medida do Homem. São Paulo, Martins Fontes, 1999.

INGOLD, Tim. “Animalidade e humanidade”. Revista Brasileira de Ciências Sociais 28, 1995.

MALINOWSKI, Bronislaw. Os Argonautas do Pacífico Ocidental, São Paulo, Abril Cultural, 1979.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
67

RICARDO, Beto (org.). Povos Indígenas no Brasil (1996-2000). São Paulo, ISA, 2001.

TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América – A Questão do Outro. São Paulo, Martins Fontes,
1983.

VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. A Inconstância da Alma Selvagem. São Paulo: Cosac Naify, 2002.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
68

UNIDADE CURRICULAR: Antropologia I


o
2 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Analisar o desenvolvimento da antropologia norte-americana, seus temas fundamentais, teorias e


procedimentos metodológicos.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

 Discutir as principais críticas feitas pelos autores da primeira metade do século XX aos
pressupostos teóricos e metodológicos das teorias evolucionistas no pensamento social do
século XIX.
 Entender a centralidade da obra de Franz Boas na constituição da tradição culturalista na
Antropologia e seu diálogo com o particularismo histórico alemão do século XIX.
 Analisar os desdobramentos do culturalismo boasiano, por meio da obra de seus discípulos,
como Ruth Benedict e Margareth Mead.
 Introdução a outros autores e escolas da antropologia norte-americana.

EMENTA

As matrizes da Antropologia no século XX por meio da Escola Histórico-Cultural americana e o


relativismo cultural norte-americano. A obra de Franz Boas e seus discípulos. Outros autores e
vertentes da antropologia norte-americana.

Noções básicas a serem desenvolvidas: Cultura; particularismo; relativismo; etnografia.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Franz Boas e a fundação da antropologia moderna norte-americana


1.1. As críticas às teorias sociais evolucionistas e ao método comparativo.
1.2. O diálogo com o particularismo histórico alemão do século XIX e o problema do
relativismo cultural.

2. Desdobramentos da teoria boasiana na primeira metade do século XX nos Estados Unidos


2.1. Os discípulos de Boas e suas apropriações da teoria culturalista
2.2. A escola “cultura e personalidade”, os estudos de cultura material e a teoria da
aculturação.

3. Outras vertentes da antropologia norte-americana


3.1. Antropologia e cibernética em Gregory Bateson
3.2. Antropologia simbólica de David Schneider
3.3. Materialismo cultural e neoevolucionismo

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
69

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BENEDICT, Ruth. O Crisântemo e a Espada. São Paulo, Perspectiva, 1997.

CASTRO, Celso (org.). Franz Boas – Antropologia Cultural. Rio de Janeiro, Zahar, 2010.

KUPER, Adam. Cultura - A Visão dos Antropólogos. Bauru, Edusc, 2002.

MEAD, Margaret. Sexo e Temperamento. São Paulo, Perspectiva, 2000.

STOCKING JR., G. W. (org.). A Formação da Antropologia Americana. Rio de Janeiro, Contraponto,


2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BATESON, Gregory. Naven: Um Exame dos Problemas Sugeridos por um Retrato Compósito da
Cultura de uma Tribo da Nova Guiné, Desenhado a Partir de Três Perspectivas. São Paulo, Edusp,
2006.

BENEDICT, Ruth. Padrões de Cultura. Petrópolis, Vozes, 2013.

MACHADO, Igor. A antropologia de Schneider: pequena introdução. São Carlos, Editora da UFSCAR,
2013.

HERSKOVITS, Melville. Antropologia Cultural: Man and his Works. São Paulo, Mestre Jou, tomo I,
1963.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
70

UNIDADE CURRICULAR: Antropologia II


o
3 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Capacitar o aluno a compreender os temas fundamentais e os procedimentos teóricos da


Antropologia britânica da primeira metade do século XX e alguns de seus desdobramentos
contemporâneos.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

 Compreender a perspectiva teórica funcionalista e estrutural funcionalista


 Entender a centralidade do método etnográfico no desenvolvimento da disciplina
 Analisar os desenvolvimentos metodológicos da antropologia britânica na teoria da ação.

EMENTA

O Funcionalismo e o Estrutural-Funcionalismo britânicos: Malinowski, Radcliffe-Brown, Evans-


Pritchard. A teoria da ação na Escola Britânica de Antropologia: Gluckman, Leach, Turner.

Noções básicas a serem desenvolvidas: cultura, organização social, estrutura e função; etnografia.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. A construção da antropologia moderna: Bronislaw Malinowski


1.1. A pesquisa de campo
1.2. O conceito de função e a teoria das necessidades

2. O estrutural-funcionalismo: A.R. Radcliffe-Brown


2.1. Estrutura e função
2.2. Parentesco e descendência

3. E. E. Evans-Pritchard
3.1. Segmentação e Linhagens
3.2. A questão simbólica

4. Teorias da Ação
4.1. A vertente estruturalista: E. Leach
4.2. A escola de Manchester e a abordagem processual
4.3. Victor Turner e a teoria do ritual e do simbolismo

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
71

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DA MATTA, Roberto (org.). Edmund Leach. São Paulo, Ática, 1983.

EVANS-PRITCHARD, E. Os Nuer, São Paulo, Perspectiva, 1978.

MALINOWSKI, Bronislaw. Argonautas do Pacífico Ocidental. São Paulo, Abril, 1998.

RADCLIFFE-BROWN, A. R. Estrutura e Função na Sociedade Primitiva. Petrópolis, Vozes, 1973.

TURNER, Victor. O Processo Ritual. Estrutura e Anti-Estrutura. Petrópolis, Vozes, 1974.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

EVANS-PRITCHARD, E. Bruxaria, Oráculos e Magia entre os Azande. Rio de Janeiro, Zahar, 1978.

GLUCKMAN, Max. “Análise de uma situação social na Zululândia moderna”. In: Bela Feldman-Bianco
(org.). Antropologia das Sociedades Contemporâneas – Métodos, São Paulo, Global, 1987.

LEACH, EDMUND. Sistemas Políticos na Alta Birmânia. São Paulo, Edusp.

KUPER, Adam. Antropólogos e Antropologia. Rio de Janeiro : Francisco Alves, 1978.

MELATTI, Júlio Cézar (Org.). Radcliffe-Brown (Antropologia). São Paulo : Ática, 1986.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Antropologia III


o
4 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Analisar o desenvolvimento da antropologia na França, seus pressupostos teóricos e


epistemológicos, e seu diálogo com a Escola Sociológica Francesa.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

 Analisar sistemas de troca e parentesco, sistemas de classificação (sobretudo o totemismo) e


mitologias.
 Analisar o estruturalismo, tal como formulado por Claude Lévi-Strauss, e alguns dos
desdobramentos dessa matriz teórica fora da antropologia francesa.

EMENTA

A Escola Sociológica Francesa e seu impacto sobre a Antropologia. A obra de Marcel Mauss.
Estruturalismo e a obra de Claude Lévi-Strauss.

Noções básicas a serem desenvolvidas: categorias do pensamento e sistemas classificatórios, noção


de pessoa, estrutura, análise estrutural aplicada ao parentesco, mitos e cognição.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Fundamentos da abordagem de Émile Durkheim sobre as “sociedades primitivas”


1.1. O estudo da religião, dos sistemas de classificação e o problema da sociologia do conhecimento.

2. Marcel Mauss e a reinvenção da Escola Sociológica Francesa


2.1. Uma nova articulação entre as noções de pessoa, sociedade, corpo e mente
2.2. O fato social total: abertura do pensamento sociológico para a multiplicidade do mundo social

3. Claude Lévi-Strauss e o desenvolvimento da antropologia estrutural


3.1. O projeto de mobilizar os métodos linguísticos para o tratamento dos fenômenos sociais
3.2. O paradigma da aliança matrimonial: a sociedade como um sistema de
comunicação/troca/aliança
3.3. O pensamento em estado selvagem: o estudo do mito e a descoberta dos sistemas de
ordenamento do cosmos

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

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AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DURKHEIM, E. As Formas Elementares da Vida Religiosa. São Paulo, Martins Fontes, 2003.

LÉVI-STRAUSS, Claude. Antropologia Estrutural. São Paulo: Cosac Naify, 2007.

LÉVI-STRAUSS, Claude. O Pensamento Selvagem. Campinas, Papirus, 1990.

LÉVI-STRAUSS, Claude. Mitológicas I: O cru e o cozido. 2ª ed. São Paulo, Cosac Naify, 2010.

MAUSS, Marcel. Sociologia e Antropologia. São Paulo, Cosac Naify, 2003.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

DOSSE, François. História do Estruturalismo. Bauru, EDUSC, 2007 (2 volumes).

DUMONT, Louis. O Individualismo: uma Perspectiva Antropológica da Ideologia Moderna. Rio de


Janeiro, Rocco, 1993.

LÉVI-STRAUSS, Claude. Antropologia Estrutural II. Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro, 1993.

LÉVY-BRUHL, Lucien. A Mentalidade Primitiva. São Paulo, Paulus, 2008.

MERLEAU-PONTY, Maurice. Maurice Merleau-Ponty. Textos escolhidos. (Seleção de textos de


Marilena de Souza Chauí). São Paulo, Abril Cultural, 1980.

MAUSS, Marcel. Ensaios de Sociologia. São Paulo, Perspectiva, 2001.


UNIDADE CURRICULAR: Antropologia IV
o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Proporcionar ao aluno a compreensão de temas e questões da antropologia contemporânea,


voltando-se para a produção posterior a 1970.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Introdução dos principais temas correntes no debate antropológico contemporâneo:

● hermenêutica
● desdobramentos do estruturalismo
● diálogos entre antropologia e história
● debate pós-colonial
● simetria, reversibilidade e reflexividade em antropologia

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EMENTA

A antropologia hermenêutica de C. Geertz. Desdobramentos contemporâneos dos conceitos de


cultura e estrutura na obra de M. Sahlins. O debate sobre a autoridade etnográfica. A etnografia e o
lugar da antropologia na teoria social contemporânea: crítica pós-colonial. Simetria, reversibilidade e
reflexividade em antropologia.

Noções básicas a serem desenvolvidas: cultura e interpretação; estrutura e história; autoridade


etnográfica; crítica pós-colonial; crítica aos grandes divisores no pensamento social (primitivo e
civilizado; natureza e cultura; indivíduo e sociedade).

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. CULTURA E SIGNIFICADO
1.1. A antropologia interpretativa de Clifford Geertz
1.2. Marshall Sahlins e sua abordagem histórico-estrutural

2. ALTERIDADE E AUTORIDADE
2.1. Pós Modernidade em antropologia
2.2. A questão da autoridade etnográfica
2.3. Crítica pós-colonial

3. ALTERIDADE, REFLEXIVIDADE E CRIATIVIDADE


3.1. A ênfase relacional na produção de conhecimento em antropologia
3.2. Simetrização e reflexividade no exercício etnográfico
3.3. Debate acerca dos chamados grandes divisores na disciplina: Primitivo e Civilizado,Indivíduo e
Sociedade, e Natureza e Cultura.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro, LTC, 2008.

CLIFFORD, James. A Experiência Etnográfica : antropologia e literatura no século XX . Rio de


Janeiro, UFRJ, 1998.

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SAHLINS, Marshall. Ilhas de História. Rio de Janeiro, Zahar, 1984.

SAHLINS, Marshall. Cultura e Razão Prática. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.

LATOUR, Bruno. Jamais Fomos Modernos. Ensaio de Antropologia Simétrica. São Paulo, Ed.
34, 1994.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. Cultura com aspas. São Paulo, Cosac Naify, 2009.

GEERTZ, Clifford. O Saber Local – Novos Ensaios em Antropologia Interpretativa. Petrópolis, Vozes,
2001.

SAID, Edward. Orientalismo: o Oriente como invenção do Ocidente. São Paulo, Companhia
das Letras, 1996.

STRATHERN, Marylin. O Efeito Etnográfico. São Paulo, Cosac Naify, 2014.

WAGNER, Roy. A Invenção da Cultura. São Paulo, Cosac Naify, 2010.

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UNIDADE CURRICULAR: Introdução às Ciências Sociais – Ciência Política


o
1 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Apresentar ao aluno o campo conceitual básico da disciplina. Estudar o surgimento da reflexão sobre
a Política desde sua matriz filosófica, bem como seu desenvolvimento teórico e analítico até a
afirmação da disciplina como área de estudo e reflexão científica autônoma.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Conhecer os chamados "fundamentos da Ciência Política", focalizando especialmente os elementos


envolvidos no estudo científico da Política e no objeto/problema central da análise e das teorizações,
qual seja, o poder; compreender alguns dos principais processos políticos, tais como o exercício do
poder político, o desenvolvimento histórico da cidadania e dos direitos humanos, a dinâmica das
eleições e da representação política; conceituar governo, sistema partidário, sistema eleitoral,
democracia e seus modelos constitucionais; conhecer a base da Teoria Política, destacando os
problemas e as reflexões presentes no pensamento de alguns dos principais "fundadores" da
disciplina, com ênfase em autores como Aristóteles e Maquiavel.

EMENTA

I. Delimitação do campo e do objeto da Ciência Política: o poder; conceitos fundamentais da Política;


os regimes políticos; sistema político: estrutura e funções; representação política; cidadania e direitos
humanos. II. A Grécia e o surgimento da reflexão sobre a Política: Platão e Aristóteles. Roma:
instituições do Império e da República; Cícero e as virtudes republicanas. III. Maquiavel: a ruptura
com o pensamento político antigo; a formação do Estado Moderno.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARISTÓTELES (1997). Política. Brasília: Ed. da UNB.

DAHL, Robert (1997). Poliarquia, São Paulo: Edusp.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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MAQUIAVEL, Nicolau. (1986). O Príncipe. São Paulo: Abril Cultural. (Os Pensadores).

MAQUIAVEL, Nicolau (2007). Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio. São Paulo: Martins
Fontes.

MARSHALL, T.H. (1967). Cidadania, classe social e status. Rio de Janeiro: Zahar.

NICOLAU, Jairo Marconi (1999). Sistemas eleitorais: uma introdução. Rio de Janeiro: Ed. FGV.

PLATÃO. A República. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2007.

PLATÃO. As leis. Edipro, 2010.

SKINNER, Quentin. 2003. El Nacimiento del Estado. Buenos Aires: Editorial Gorla.

URBINATI, N. “O que torna a representação democrática?”. In: Lua Nova, 67, 2006.

WEBER, Max. “A Política Como Vocação”. Em: Ciência e Política – Duas Vocações.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BIGNOTTO, Newton. 2003. Maquiavel Republicano. Rio de Janeiro: Editora Zahar. Parte II, capítulo
II.

BOBBIO, Norberto. (1990). Liberalismo e Democracia. São Paulo: Brasiliense.

BOBBIO, N. (2000) Teoria Geral da Política. Rio de janeiro: Campus.

CLASTRES, Pierre. 1979. “A Sociedade Contra o Estado”. Em: A Sociedade Contra o Estado –
Investigações de Antropologia Política. Porto: Afrontamento.

DUVERGER, Maurice (1980). Os partidos políticos, Brasilía: UnB.

FRATESCHI, Y.; MELO, R.; RAMOS, F. C. (org.). (2011) Manual de filosofia política. São Paulo:
Saraiva.

HELD, D. Modelos de Democracia. Belo Horizonte: Paidéia, 2008.

KYMLICKA, W. (2006) Filosofia política contemporânea. São Paulo: Martins Fontes.

LIMA Jr., O. Instituições Políticas Democráticas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1997.

POGGI, A evolução do Estado. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.

SKINNER, Quentin. 1988. Maquiavel. São Paulo: Brasiliense.

STRAUSS, Leo. 2011. (1957). “O que é a Filosofia Política?”. Em: Leviathan – Cadernos de Pesquisa
Política, n. 2.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Ciência Política I


o
2 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Apresentar os alunos aos principais temas e conceitos da teoria política moderna.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Examinar as teses sobre as origens e os fundamentos do poder político, a gênese dos conceitos de
contrato social, Estado e soberania e investigar como os pensadores jusnaturalistas e contratualistas
(Hobbes, Locke, Rousseau) lançaram as bases de uma nova ciência para os novos tempos.

Apresentar algumas obras fundadoras da reflexão acerca do exercício do poder político e de sua
institucionalização no Estado Moderno.

EMENTA

I. Jusnaturalismo - as bases históricas e teóricas da doutrina do Direito Natural: Hobbes, Locke e


Rousseau; II. Os limites do Estado: Montesquieu e os Federalistas.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

HOBBES, Thomas. Leviatã. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

LOCKE, John. Dois tratados sobre o governo. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

ROUSSEAU, Jean-Jacques. O Contrato Social: Princípios do direito político. São Paulo: Martins
Fontes, 2003.

MONTESQUIEU (Charles Louis de Secondat), O espírito das leis. São Paulo; Martins Fontes, 2005.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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JEFFERSON, Thomas et alii. Escritos políticos; Senso comum; O federalista; A democracia na


América; O antigo regime e a revolução. 2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1979. (Os pensadores).

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDERSON, Perry Linhagens do Estado absolutista, São Paulo, Brasilienese, 1985.

BOBBIO, N. Locke e o Direito Natural. Brasília: UNB, 1997.

BOBBIO, Norberto. Thomas Hobbes. Rio de Janeiro: Campus, 1991.

CASSIRER, Ernest. A questão de Jean-Jacques Rousseau. São Paulo: Editora Unesp, 1999.

DAHL, R. Um prefácio à teoria democrática. Rio de Janeiro: Zahar, 1989, cap. 1 (“A democracia
madisoniana”).

DUNN, John. Locke. São Paulo: Edições Loyola, 2003 (Coleção Mestres do Pensar).

DURKHEIM, Emilie. Como Montesquieu classifica as sociedades em tipos e espécies. In: QUIRINO,
C.G.; SOUZA, M.T.S. R. de. O pensamento político clássico. São Paulo: Martins Editora, 2003.

HILL, Christopher. O mundo de ponta cabeça. São Paulo: Companhia da Letras, 1987.

HOBBES, Thomas. Do cidadão. São Paulo: Martins Fontes, (1642)1992.

LASLETT, P. Introdução. In: LOCKE, John. Segundo Tratado sobre o Governo. São Paulo: Martins
Fontes, 1998.

LASLETT, P. A teoria social e política dos `Dois Tratados sobre o governo-. In: QUIRINO, C. e
SADEK, M. T. O pensamento político clássico. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

LOCKE, John. Cartas sobre a tolerância. São Paulo: Hedra, 2007

LOCKE, John. Ensaios políticos. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2007.

POCOCK, P.G.A. The Maquiavellian Moment.: Florentine Political Thought and the Atlantic
Republican Tradition, Princeton-Oxford, Princeton University Press, 2003.

RIBEIRO, Renato Janine. Ao leitor sem medo: Hobbes escrevendo contra seu tempo. Belo Horizonte:
Editora UFMG, 1999.

ROUSSEAU, Jean-Jacques. Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os


homens. São Paulo: Martins Fontes, 1993.

ROUSSEAU, Jean-Jacques. Emílio ou da educação. São Paulo: Difusão Européia do Livro, (1762)
1968.

SKINNER, Quentin. As fundações do pensamento político moderno. São Paulo: Companhia das
Letras, 1996.

STAROBINSKI, Jean. A transparência e o obstáculo. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Ciência Política II


o
3 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Introduzir os alunos no pensamento e nas obras de autores centrais da teoria política


contemporânea,

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Contemplar os debates sobre a democracia desenvolvidos entre o final do Século XVIII e a segunda
metade do Século XX.

Estudar os elementos analíticos e ideológicos fundamentais das principais vertentes teóricas


envolvidas com a discussão da democracia contemporânea como um problema normativo e positivo.

EMENTA

Vertentes fundamentais do pensamento político desde o século XIX: I - Conservadorismo: Burke; II -


Jacobinismo: Saint-Just; III - Liberalismo: Benjamin Constant; IV - Marx (A Questão Judaica); V -
Tocqueville; VI - Stuart Mill (Sobre a Liberdade); VII - Downs (Escolha Racional); VIII - Schumpeter
(elitismo); IX - Dahl (pluralismo); X - Participacionistas (Macpherson; Pateman); XI - Hannah Arendt;
XII - Rawls; XIII - Dworkin; XIV - Habermas.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CONSTANT, Benjamin. “Da liberdade dos antigos contraposta à dos modernos” in Filosofia Política.
Porto Alegre: LPM Editores, 1985;

DAHL, Robert (1996). Um Prefácio à Teoria Democrática. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.

DAHL, Robert (1997). Poliarquia. São Paulo: Edusp.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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DOWNS, Anthony (1999). Uma Teoria Econômica da Democracia. São Paulo: Edusp.

HABERMAS, Jurgen. “Três modelos normativos de democracia”. In: Lua Nova, n. 36, 1995.

MARX, Karl (2010). Sobre a Questão Judaica. São Paulo: Boitempo.

MICHELS, Robert (1982). Sociologia dos Partidos Políticos. Brasilia: Editora da UnB.

MILL, John Stuar (1991). Sobre a Liberdade. Petrópolis: Vozes.

MOSCA, Gaetano (1992). La Classe Política. México: Fondo de Cultura.

PARETO, Vilfredo (1984). Pareto: Sociologia (Coleção Grandes Cientistas Sociais). São Paulo:
Editora Ática.

PATEMAN, Carole (1992). Participação e Teoria Democrática. São Paulo: Paz e Terra.

PRZWORSKI, Adam (1990). Capitalismo e Social-Democracia. São Paulo: Companhia das Letras.

ROBESPIERRE, Maximilien de. “Sobre o direito de voto dos atores e judeus”, “Sobre os princípios do
governo revolucionário” e “Sobre os princípios de moralidade política que devem guiar a Convenção
Nacional na administração interna da República”, in: Virtude e Terror. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
2008.

SCHUMPETER, Joseph (1961). Capitalismo, Socialismo e Democracia. São Paulo: Fundo de


Cultura.

TARDE, Gabriel (2000). A Opinião e as Massas. São Paulo: Martins Fontes.

TOCQUEVILLE, Aléxis de (2005). A Democracia na América. São Paulo: Martins Fontes.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDERSON, Perry (2004). Considerações sobre o Marxismo Ocidental. São Paulo: Boitempo.

ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

BERLIN, Isaiah. “Dois Conceitos de Liberdade” in: Estudos sobre a Humanidade --Uma Antologia de
Ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.

BOBBIO, Norberto. Nem com Marx, nem contra Marx. São Paulo: Editora Unesp, 2006.

ELEY, Geoff. Forjando a democracia – a história da esquerda na Europa, 1850-2000. São Paulo:
Editora Fundação Perseu Abramo, 2005.

GRAY, John (1986). O Liberalismo. Lisboa: Editorial Presença.

HELD, David (1987). Modelos de Democracia. Belo Horizonte: Editora Paidéia.

JASMIN, Marcelo. Alexis de Tocqueville - A Historiografia como Ciência da Política. Belo Horizonte:
Editora UFMG,2005.

LIJPHART, Arend (1990). As Democracias Contemporâneas. Lisboa: Gradiva.

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LASKI, Harold (1973). O Liberalismo Europeu. São Paulo: Editora Mestre Jou.

SHAPIRO, Ian (2006). Os Fundamentos Morais da Política. São Paulo: Martins Fontes.

QUIRINO, Célia Galvão (2001). Dos Infortúnios da Igualdade ao Gozo da Liberdade: Uma Análise do
Pensamento Político de Aléxis de Tocqueville. São Paulo: Discurso Editorial.

SARTORI, Giovanni (1994). A Teoria Democrática Revisitada (Vols. I e II). São Paulo: Ática

VICENT, Andrew (1995). Ideologias Políticas Modernas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.

WEFFORT, Francisco (Org.) (1993). Os Clássicos da Política (Vols. I e II). São Paulo: Editora Ática.

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UNIDADE CURRICULAR: Ciência Política III


o
4 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Fornecer aos alunos uma ampla visão das principais teorias sobre as instituições políticas e dos
elementos fundamentais do funcionamento dos sistemas políticos.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Levar os alunos ao aprendizado das principais correntes da ciência política que estudam os efeitos
das variáveis institucionais sobre os processos decisórios e seus desdobramentos nas políticas
públicas.

EMENTA

I. Ciência Política e a busca pelos fundamentos epistemológicos: o antigo


institucionalismo (Direito); a revolução comportamentalista (psicologia social); a escolha racional e o
neoinstitucinalismo (economia neoclássica); os novos institucionalismos. II. Modelos de democracia:
democracia majoritária e democracia consociativa. III. Representação política e sistemas eleitorais;
as teorias do voto; partidos políticos e sistemas de partidos; sistemas eleitorais e sistemas
partidários. IV. Processo governativo: as relações Executivo-Legislativo; parlamentarismos;
presidencialismos. V. Formas de Estado: federações e unitarismos. VI. Estado, instituições e
processo decisório.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DUVERGER, M. Partidos políticos. Rio de Janeiro: Zahar, 1968.

FIGUEIREDO, A. e FIGUEIREDO, M. O plebiscito e as formas de governo. São Paulo: Brasiliense,


1993.

FIGUEIREDO, M. A decisão do voto. Democracia e racionalidade. São Paulo: Humanitas, 2008.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
84

IMMERGUT, E. “O núcleo teórico do Novo Institucionalismo”, in: SARAIVA, E. e FERRAREZI, E.


Políticas Públicas. Vol. 1, 2007. Disponível em
http://perguntasaopo.files.wordpress.com/2012/02/immergutt002.pdf .

LIMONGI, F. “O novo institucionalismo e os estudos legislativos: a literatura norte-americana recente”.


BIB (Revista Brasileira de Informação Bibliográfica), n. 37 - 1994

LIJPHART, A. Modelos de democracia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

MANIN, Bernard. “As metamorfoses do governo representativo” (disponível em


http://www.anpocs.org.br/portal/publicacoes/rbcs_00_29/rbcs29_01.htm).

MANIN, PRZERWORSKI e STOKES. “Eleições e representação”. Revista Lua Nova, n. 67 (206).

MARQUES, E. “As políticas públicas na Ciência Política”, in: MARQUES, E.; PIMENTA DE FARIA, C.
A. (orgs.). A política pública como campo multidisciplinar. São Paulo; Editora Unesp; Rio de Janeiro:
Editora Fiocruz, 2013.

NICOLAU, J. Sistemas eleitorais. Rio de Janeiro: FGV, 2012.

___________. (org.) Instituições representativas no Brasil. Belo Horizonte: UFMG, 2007.

PANEBIANCO, A. Modelos de partidos. Organização e poder nos partidos políticos. políticos. São
Paulo: Martions Fontes, 2005.

PERES, P. S. “Comportamento ou instituições? A evolução histórica do neoinstitucionalismo da


ciência política”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 23, n. 68 – 2008.

PITKIN, Hanna, “Representação: palavras, instituições e idéias”. Revista Lua Nova, n. 67 -- 2006.

SARTORI, G. Engenharia constitucional. Brasília: UnB, 1996.

___________. Partidos e sistemas partidários. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.

TSEBELIS, G. Jogos ocultos: escolha racional no campo da política comparada. São Paulo: EdUSP,
1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

HALL, P. e TAYLOR, R. R. C. “As três versões do neo-institucionalismo”. Revista Lua Nova, n. 58 –


2003.

LAMOUNIER, Bolívar. “Representação política: a importância de certos formalismos”. Revista


DADOS, 1984.

IMMERGUT, E. “As regras do jogo: a lógica das políticas de saúde na França, na Suíça e na Suécia”.
Revista Brasileira de Ciências Sociais, . Disponível em
http://www.anpocs.org.br/portal/publicacoes/rbcs_00_30/rbcs30_13.htm

LIMA Jr., Olavo Brasil e ABRANCHES, Sergio. “Representação eleitoral: conceitos e experiências”.
Revista DADOS, 1985.

LIMA Jr., Olavo Brasil. Instituições políticas democráticas. Rio de Janeiro: Zahar, 1997.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
85

TSEBELIS, G. “Processo decisório em sistemas políticos: veto players no presidencialismo,


parlamentarismo, multicameralismo e pluripartidarismo”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol.
12, nº 34, junho de 1997.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
86

UNIDADE CURRICULAR: Ciência Política IV


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Introduzir os alunos nas questões principais da política brasileira até o período democrático atual, sob
o foco da oscilação entre períodos autoritários e períodos democráticos e a construção do Estado
Brasileiro.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Promover o estudo analítico do processo de construção das relações entre o Estado e a Sociedade
no contexto republicano brasileiro, com destaque para os elementos centrais do desenho institucional
do país, como os partidos e o sistema partidário, o sistema eleitoral, a interação dos poderes
constitucionais, a estrutura sindical, a organização da sociedade civil, a participação política e as
formas de cidadania.

EMENTA

I. Brasil-Império: construção da ordem política e a formação do Estado. II. A Primeira República:


coronelismo e política dos governadores; tenentismo. III. A Revolução de 30; a Era Vargas; o
sindicalismo corporativista; a revolução constitucionalista de 1932; Estado Novo: modelo político e a
repressão; intervenção estatal na economia. III. A CF 1946; o populismo; o golpe de 1964. IV. Regime
militar e autoritarismo; transição política e redemocratização; Assembleia Constituinte e a
Constituição-Cidadã. V. A República de 1988: (In)governabilidade e presidencialismo de coalizão;
ajuste econômico e a reforma do Estado; o debate sobre a reforma política; democracia e
desigualdades sociais.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABRANCHES, Sérgio. 1988. “Presidencialismo de Coalizão: o Dilema Institucional Brasileiro”. In:


Dados, vol. 31, nº 1.

BICHIR, Renata Mirandola. 2010. “O Bolsa Família na Berlinda?”. In: Novos Estudos Cebrap, n. 87.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
87

CARVALHO, José Murilo de. 2004. A Cidadania no Brasil. São Paulo: Civilização Brasileira.

FICO, Carlos. 2004. “Versões e Controvérsias sobre 1964 e a Ditadura Militar”. In: Revista Brasileira
de História, São Paulo, v. 24, n. 47.

LIMONGI, Fernando. 2006. “A democracia no Brasil: Presidencialismo, coalizão partidária e processo


decisório”. In: Novos Estudos, nº 76.

MARTINS, Carlos Estevão; CRUZ, Sebastião Velasco. 1983. “De Castello a Figueiredo: uma incursão
na pré-história da abertura”. In: ALMEIDA, Maria Hermínia T.; SORJ, Bernardo. Sociedade e Política
no Brasil pós 64. São Paulo: Brasiliense.

NICOLAU, Jairo. 2004. “Partidos na República de 1946: Velhas teses, Novos Dados”. In: Dados, vol
47, n. 1, págs. 85 a 129.

NICOLAU, Jairo. 2007. “O sistema eleitoral de lista aberta no Brasil”. In: NICOLAU, Jairo e POWER,
Timothy (orgs). Instituições Representativas no Brasil: balanço e reforma. Belo Horizonte: Editora
UFMG.

NOBRE, Marcos. 2013. Imobilismo em Movimento: da redemocratização ao governo Dilma. São


Paulo: Companhia das Letras.

NUNES, Edson. 2003. A Gramática Política do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.

SINGER, André. 2009. “Raízes sociais e ideológicas do Lulismo”. In: Novos Estudos Cebrap, n. 85.

SOUZA, Maria do Carmo Campello de. 1976. Estado e Partidos Políticos no Brasil (1930 a 1964).
São Paulo: Alfa-Ômega.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ARANTES, Rogério e COUTO, Cláudio Gonçalves. 2010. “Uma Constituição Incomum”. In: ARAÚJO,
Cícero; CARVALHO, M. A. R. e Simões, J. (orgs.). 2010. A Constituição de 1988: Passado e Futuro.
São Paulo: Hucitec.

AVRITZER, Leonardo e BIGNOTTO, Newton. 2009. Corrupção - Ensaios e críticas. Belo Horizonte:
UFMG.

CARVALHO, José Murilo de. 1997. “Mandonismo, Coronelismo, Clientelismo: uma Discussão
Conceitual”. In: Dados, Vol. 40, n. 2. Rio de Janeiro.

FIGUEIREDO, Argelina Cheibub. 1993. Democracia ou reformas? Alternativas democráticas à crise


política: 1961-1964. São Paulo: Paz e Terra.

FIGUEIREDO, Argelina; LIMONGI, Fernando. 2006. “Poder de agenda na democracia brasileira:


desempenho do governo no presidencialismo multipartidário”. In: SOARES, Gláucio A.D.; RENNÓ,
Lucio R. Reforma Política. Lições da História Recente. Rio de Janeiro: Ed. FGV.

GOMES, Angela de Castro. 1994. A Invenção do Trabalhismo. Rio de Janeiro: Relume-Dumará.

GOMES, Angela de Castro. 1996. “O populismo e as ciências sociais no Brasil: notas sobre a
trajetória de um conceito”. In: Tempo, vol. 1, n. 2.

KINZO, Maria D´Alva. 2004. “Partidos, eleições e democracia no Brasil Pós-1985”. In: Revista

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
88

Brasileira de Ciências Sociais, nº 54.

LAMOUNIER, Bolívar. 1988. “O „Brasil autoritário‟ revisitado: o impacto das eleições sobre a
abertura”. In: Alfred Stepan (org.). Democratizando o Brasil. Rio de Janeiro: Paz e Terra.

SAFATLE, Vladimir e TELES, Edson (orgs.). 2010. O que resta da ditadura - A exceção brasileira.
São Paulo: Boitempo.

SANTOS, Wanderley Guilherme dos. 1986. Sessenta e Quatro – Anatomia da Crise. São Paulo:
Vértice.

SOARES, Gláucio A. D. 1994. “O golpe de 64”. In: 21 anos de regime militar – balanços e
perspectivas. Editora da FGV.

STEPAN, Alfred. 1975. Os Militares na Política. Rio de Janeiro: Artenova.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
89

UNIDADE CURRICULAR: Introdução às Ciências Sociais - Sociologia


o
1 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Em linhas gerais, a disciplina de Introdução as Ciências Sociais pretende apresentar aos alunos o
contexto histórico, científico e filosófico de nascimento da sociologia visando a um entendimento da
especificidade desse campo do saber.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Ao final do curso, o aluno deverá conhecer:

1. o panorama social, político e histórico em que ocorre o nascimento da sociologia - na Europa e na


América;

2. o contexto científico e filosófico da época (séc.XIX e início do séc. XX);

3. o debate em torno da "especificidade" da sociologia e de alguns de seus temas contemporâneos.

EMENTA

A inserção da Sociologia na História; as duas revoluções e a alteração da sensibilidade espaço-


temporal; o contraponto entre os pensamentos liberais, radicais e conservadores; o século XIX e a
emergência da sociologia em distintos contextos culturais; o liberalismo e a harmonia social no
capitalismo; o positivismo e a invenção da ordem social; evolucionismo e darwinismo social; a
sociologia e a sociedade moderna; a especificidade da sociologia; a imaginação sociológica e o ofício
do sociólogo; abordagens relacionadas à pesquisa e ao ensino a partir das diversas fontes
bibliográficas utilizadas na disciplina

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1 - A INSERÇÃO DA SOCIOLOGIA NA HISTÓRIA

1.1 As duas revoluções e a alteração da sensibilidade espaço-temporal


1.2 A constituição dos direitos da cidadania
1.3 O contraponto entre o pensamento conservador, liberal e radical
1.4. O século XIX na Europa - a emergência da Sociologia

2 - CONTEXTO CIENTÍFICO E FILOSÓFICO DA ÉPOCA

2.1 O liberalismo e a harmonia social no capitalismo


2.2 Positivismo e a invenção da ordem social
2.3 Evolucionismo e darwinismo social
2.4 Repercussões das teorias evolucionistas no Brasil

3 - SOCIOLOGIA E SOCIEDADE

3.1 A Sociologia e a sociedade moderna


3.2 A especificidade da sociologia
3.3 A imaginação sociológica

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METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

COMTE, Auguste. Terceiro Opúsculo. In: _____. Opúsculos de Filosofia Social. São Paulo/Porto
Alegre: Globo/Edusp, 1972, pp.55-86.

HOBSBAWM, Eric J. A era das revoluções – 1789-1848. São Paulo: Paz e Terra, 2006.

_____. A era do capital – 1848-1875. São Paulo: Paz e Terra, 1996 (Capítulo 1 – A primavera dos
povos, pp.27 a 50).

LEPENIES, Wolf. As Três Culturas. São Paulo: Edusp, 1996.

NISBET, Robert. Conservantismo. In: NISBET, Robert & BOTTOMORE, Tom (orgs.). História da
Análise Sociológica. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1980, pp. 118-165.

_____. La formación del pensamento sociológico. Buenos Aires: Amorrortu, 1969.

SMITH, Adam. A riqueza das nações: investigação sobre suas naturezas e suas causas. São Paulo:
Abril Cultural, 1983.

SPENCER, Herbert. O indivíduo e o Estado. Salvador, Imprensa Oficial, s/d. Páginas 85-107.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOURDIEU, P. Questões de sociologia. Rio de Janeiro, Marco Zero, 1983.

CHARTIER, Roger. Origens culturais da Revolução Francesa. São Paulo: Editora Unesp, 2009.

GAY, Peter. “II. Arquitetos e mártires das mudanças” e “VI. 2. As ciências sociais como um sintoma
cultural”. In: A experiência burguesa: da rainha Vitória a Freud. A educação dos sentidos. São Paulo:
Companhia das Letras, 1989, pp. 42-57; 303-314.

ELIAS, Norbert. Introdução à sociologia. Lisboa, Portugal: Edições 70, 1970.

SIMMEL, Georg. As grandes cidades e a vida do Espírito. In: Mana, vol. 11, nº.2, 2005, pp. 577-591.

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UNIDADE CURRICULAR: Sociologia I


o
2 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Pretende-se estudar aspectos da teoria sociológica de Émile Durkheim - autor francês do final do
século XIX que contribuiu para desenvolver a sociologia como disciplina científica. Considerando-se
que para se compreender conceitos e teorias é fundamental entender o contexto histórico e
intelectual no qual eles foram elaborados, adotaremos uma abordagem histórica e teórica no estudo
de sua obra.

A relação entre “indivíduo e sociedade” é um problema recorrente na teórica sociológica clássica e


contemporânea e será um dos focos principais de nossa leitura das obras principais de Durkheim.
Além disso, trata-se de mostrar como sua obra contribuiu para a relativa autonomia da sociologia
diante da filosofia social, bem como de outras disciplinas científicas da época, tais como a psicologia
e a biologia.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Compreender os principais conceitos da obra durkheimiana, tais como “fato social”, “divisão do
trabalho”, “solidariedade mecânica e orgânica”, “egoísmo, altruísmo e anomia”, “representações
individuais e coletivas”, “sagrado e profano”, “normal e patológico” etc. Relacionar tais conceitos aos
debates teóricos com outros intelectuais situados no contexto francês e em outros países. Diante
desses debates e do contexto social e político vivenciado pelo autor, daremos atenção à visão de
Durkheim sobre a necessária permanência do vínculo social (ou moral) nas sociedades modernas e,
de outro lado, à noção de “liberdade individual” como representação social própria às sociedades
altamente diferenciadas. A disciplina também tem o objetivo de estabelecer um permanente diálogo
com leituras posteriores da obra de Durkheim e com autores “herdeiros” de seu pensamento e que
refletiram sobre outros aspectos da vida social.

EMENTA

Contexto histórico e institucional do pensamento de Émile Durkheim. A especificidade da sociologia


de Durkheim em relação a outras sociologias em disputa. Sociologia e socialismo. A divisão do
trabalho e a diferenciação social. Solidariedade mecânica e orgânica e o direito repressivo e direito
restitutivo. Moral, direito e Estado. O método e a especificidade do social: exterioridade e
objetividade na observação dos fatos sociais. A distinção entre o normal e o patológico. Egoísmo,
altruísmo e anomia. Representações individuais e coletivas e as categorias sociais do conhecimento.
Religião, magia e sociedade. As distinções entre o sagrado e o profano. A memória coletiva.
Abordagens relacionadas à pesquisa e ao ensino a partir das diversas fontes bibliográficas utilizadas
na disciplina.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I - REGRAS DO MÉTODO SOCIOLÓGICO

 Definição do fato social: distinção entre problema social e sociológico


 Observação e explicação de fatos sociais;
 Exterioridade versus interioridade em ciência social;
 Distinção entre determinação sociológica e psicológica

II - DIVISÃO DO TRABALHO SOCIAL

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 Solidariedade Mecânica e Orgânica


 Código jurídico e regras morais
 Diferenciação de funções e evolução social
 Anomia Social e Modernidade

III - O SUICÍDIO COMO PROBLEMA SOCIOLÓGICO

 Explicação de fatos coletivos versus motivações psicológicas


 Integração Social e disposições sociais
 Representações Individuais e Representações Coletivas
 A importância do método quantitativo: definição de normal e patológico
 Suicídio egoísta, altruísta e anômico

IV - RELIGIÃO, MORAL E SOCIEDADE

 Dimensão material e simbólica da sociedade


 A função social da religião
 Distinção entre o ”sagrado” e o ”profano”
 A origem social da crença

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DURKHEIM, Émile. A ciência social e a ação. São Paulo: Difel, 1975.

________. Da Divisão do Trabalho Social. São Paulo: Martins Fontes, 1995.

________. As Regras do Método Sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

________ O Suicídio: estudo sociológico. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

________. As Formas Elementares da Vida Religiosa. São Paulo: Martins Fontes: 1996.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

DURKHEIM, Émile; MAUSS, Marcel. “Algumas formas primitivas de classificação”. In RODRIGUES,


José Albertino (org.). Durkheim. São Paulo: Ática, 2005 (Coleção Os Grandes Cientistas Sociais).

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LEPENIES, Wolf. As três culturas. São Paulo: Edusp, 1996 [1985].

OLIVEIRA, Márcio de; WEISS, Raquel (orgs.). David Émile Durkheim: a atualidade de um clássico.
Curitiba: UFPR, 2011.

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UNIDADE CURRICULAR: Sociologia II


o
3 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Apresentar e analisar o pensamento de Karl Marx, visando a compreensão de seus conceitos


fundamentais.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

● Apresentar a concepção materialista da história;


● Analisar as classes sociais: processo produtivo, consciência e luta de classes;
● Compreender a formação da sociedade capitalista sob a ótica de Karl Marx;
● Problematizar a atualidade do pensamento marxista.

EMENTA

A concepção materialista da história; o idealismo e o materialismo histórico, forças produtivas e as


relações sociais de produção, modos de produção e os processos de transição; classes sociais,
consciência e luta de classes; processo produtivo e as classes sociais, classes, ideologia, poder
político e luta de classes; sociedade capitalista; mercadoria, força de trabalho e mais valia,
acumulação de capital e exército de reserva, fetichismo e alienação; marxismo e aspectos da
sociedade contemporânea.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Elementos biográficos do pensamento de Karl Marx; Questões de método: materialismo histórico e


dialético; A teoria da Alienação; Ideologia; O surgimento do capitalismo; Os fundamentos da
sociabilidade capitalista; Trabalho e valor; Mercadoria: valor de uso e valor de troca; Os efeitos do
desenvolvimento do capitalismo sobre o trabalho; Classes sociais e luta de classes; A natureza de
classe do Estado; Marx e o capitalismo contemporâneo.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MARX, Karl e ENGELS, Friedrich. A Ideologia Alemã. São Paulo: Boitempo Editorial, 2007;

_______. Manifesto Comunista. Petrópolis: Vozes, 2006;

MARX, Karl. 18 Brumário de Luís Bonaparte. In: O 18 Brumário e cartas a Kugelmann. São Paulo:
Paz e Terra, 1986, p. 17-126.

_______. O Capital. São Paulo: Nova Cultural, 1988;

_______. Grundrisse: Manuscritos econômicos de 1857-58: esboços da crítica da economia política.


São Paulo: Boitempo, pp. 578-596, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MARX, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos. São Paulo: Boitempo, 2004;

_______. A Miséria da Filosofia: Resposta à „Filosofia da Miséria‟ de Pierre-Josepf


Proudhon. Rio de Janeiro: Editora Leitura, 1965;

_______. Capítulo VI Inédito de O capital. São Paulo: Moraes, s/d.– cap. VI (inédito), p. 87-108.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Sociologia III


o
4 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Apresentar aos estudantes as contribuições teóricas e metodológicas da sociologia compreensiva de


Max Weber e as interlocuções com outros clássicos da sociologia.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Compreender a noção de “objetividade” do conhecimento nas Ciências Sociais e a construção dos


conceitos típicos ideais.

Entender a relação entre a ética religiosa e a racionalidade econômica.

Apresentar debates clássicos do pensamento weberiano, como a noção de “desencantamento do


mundo”, a ciência e a política como vocações e racionalização e burocracia.

EMENTA

A interlocução entre os pensamentos de Max Weber e Georg Simmel. Individualidade, sociabilidade e


modernidade na sociologia de Georg Simmel. Conceitos teórico-metodológicos em Max Weber. A
sociologia compreensiva e os conceitos sociológicos fundamentais; a noção de “objetividade” nas
Ciências Sociais e o tipo ideal. Ética religiosa e processo de racionalização. O processo de
racionalização e o desencantamento do mundo. Ciência e Política duas vocações. Dominação e
legitimidade. Abordagens relacionadas à pesquisa e ao ensino a partir das diversas fontes
bibliográficas utilizadas na disciplina.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1 - A INTERLOCUÇÃO ENTRE OS PENSAMENTOS DE SIMMEL E WEBER

1.1. Georg Simmel e Max Weber


1.2. Forma e conteúdo da vida social
1.3. Aventuras e deslocamentos
1.4. Modernidade e vida urbana

2 - CONCEITOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS EM WEBER

2.1. Ciência e racionalidade moderna


2.2. Conhecimento, realidade e a construção de tipos ideais
2.3. A sociologia compreensiva e a ação social

3 - ÉTICA RELIGIOSA E PROCESSO DE RACIONALIZAÇÃO

3.1. A ética protestante e o espírito do capitalismo


3.2. Protestantismo ascético e mentalidade capitalista
3.3. As religiões mundiais e a racionalidade econômica

4 - POLÍTICA E DOMINAÇÃO

4.1. Estado e política no mundo moderno


4.2. Dominação e legitimidade

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4.3. Classe, estamento e partido


4.4. Nação e comunidade étnica

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

SIMMEL, G. Questões fundamentais de sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.

WEBER, M. Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1974

_______. Economia e sociedade: Fundamentos da Sociologia Compreensiva. Brasília, DF: Editora da


UNB/Imprensa Oficial de S. Paulo. Vol. 1 e vol. 2, 1994.

_______. A ética protestante e o “espírito” do capitalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004

______. Ciência e política: duas vocações. São Paulo: Cultrix, 1993.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

COHN, Gabriel (org). Weber: sociologia. São Paulo: Ática, 1982. (Grandes Cientistas Sociais)

COHN, Gabriel. Crítica e resignação: fundamentos da sociologia de Max Weber. São Paulo: Martins
Fontes, 2003.

FREUND, Julien. Sociologia de Max Weber. 5 ed.Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003.

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UNIDADE CURRICULAR: Sociologia IV


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Em linhas gerais, a disciplina de Sociologia Contemporânea visa a apresentar aos alunos temas e
teorias sociológicos centrais de meados no século XX até o presente. Com isso, tem a intenção de
aprofundar o arsenal conceitual dos alunos, somando às teorias sociológicas clássicas, as teorias
contemporâneas que de alguma forma se valeram das primeiras.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Ao final do curso, o aluno deverá:

1. Compreender algumas das principais teses sociológicas debatidas nas últimas décadas;

2. Conhecer alguns dos autores e temas discutidos pela sociologia contemporaneamente;

3. Estabelecer possíveis relações teórico-conceituais entre a sociologia clássica e a contemporânea.

EMENTA

Problemas teóricos clássicos na sociologia contemporânea. Ação, estrutura e sistema social. A


relação indivíduo e sociedade no mundo contemporâneo. Teoria social e cultura. Formas de
desigualdade, conflito e poder nas sociedades contemporâneas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALTHUSSER, Louis. A favor de Marx. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
100

BOURDIEU, Pierre. A distinção: crítica social do julgamento. São Paulo: Edusp, 2007.

CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

ELIAS, Norbert. Sociedades dos indivíduos. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.

FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: história da violência nas prisões. Petrópolis, RJ: Vozes, 1977.

GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. 8ª Ed. Petrópolis: Ed. Vozes, 1999.

HABERMAS, Jürgen. Teoría de la acción comunicativa. Madrid: Taurus, 1987.

HARVEY, David. A Condição Pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1998.

LUHMANN, Niklas. Social systems. Stanford, Stanford University Press, 1995.

PARSONS, Talcott. O sistema das sociedades modernas. São Paulo: Pioneira, 1974.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALEXANDER, Jefrey. Las teorias sociológicas desde la segunda guerra mundial. Barcelona, Gedisa
Editorial.

BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar, 2000.

BECK, U. Sociedade de Risco. Rumo a uma outra modernidade. São Paulo: Editora 34, 2011.

BÉJAR, Helena. La cultura del yo. Madrid: Alianza, 1993.

BRAVERMAN, Harry. Trabalho e Capital Monopolista: A Degradação do Trabalho no Século XX. Rio
de Janeiro: Zahar, 1980.

CASTEL, Robert. Les Métamorphoses de la Question Sociale. Paris: Fayard, 1995.

CASTORIADIS, Cornelius. A instituição imaginária da sociedade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.

GIDDENS, A. & TURNER, J. Teoria Social Hoje. São Paulo: UNESP, 1999.

GORZ, André. Adeus ao Proletariado - Para Além do Socialismo. Rio de Janeiro: Forense, 1987.

GRAMSCI, Antonio. Cadernos do cárcere. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004.

POULANTZAS, Nicos. Poder político e classes sociais. São Paulo: Martins Fontes, 1977.

ROCHER, Guy. (1976). Talcott Parsons e a sociologia americana. Rio de Janeiro: Ed. F. Alves, 1976.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
101

UNIDADE CURRICULAR: Pesquisa I – Epistemologia das Ciências Sociais


o
2 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Iniciar o estudante na discussão teórico-metodológica e apresentar as diferentes possibilidades de


construção de conhecimento nas ciências sociais.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Discutir as questões epistemológicas fundantes das ciências sociais: Compreender versus explicar,
Estrutura e história, Holismo e individualismo

EMENTA

Epistemologia geral e epistemologia das ciências sociais: a querela monismo versus dualismo na
ciência - positivismo: o argumento monista; as “ciências do espírito”: o argumento dualista -
fundamentos epistemológicos das ciências sociais: holismo versus individualismo; compreensão
versus explicação; micro versus macro; estrutura versus história - o problema da objetividade nas
ciências sociais - a construção do objeto de estudo e a delimitação do problema da pesquisa.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ADORNO, Theodor. “Sobre a lógica das ciências sociais”. In COHN, Gabriel (org). Theodor W.
Adorno. São Paulo: Ática, Coleção Grandes Cientistas Sociais, 1986, pp. 46-61.

ADORNO, Theodor. “Introdução à controvérsia sobre o positivismo na sociologia alemã”. In Os


Pensadores. São Paulo: Abril, 1992, pp. 215-263.

BOURDIEU, Pierre & CHAMBOREDON, Jean-Claude & PASSERON, Jean-Claude. A profissão de


sociólogo: preliminares epistemológicas. Petrópolis: Vozes, 1999.

BOURDIEU, Pierre. “Compreender”. In A Miséria do Mundo. Petrópolis: Vozes, 2007, pp. 693-713.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
102

BOURDIEU, Pierre. “Sistemas de Ensino e Sistemas de Pensamento”. In A economia das trocas


simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1974, pp. 203-229.

DILTHEY, Wilhelm. A construção do mundo histórico nas ciências humanas. São Paulo: UNESP,
2010.

DURKHEIM, Émile. As regras do método sociológico. São Paulo: Martins Editora, 2007.

ELIAS, Norbert. “As questões postas por Comte”. In Introdução à sociologia. Lisboa: Edições 70,
1970, pp. 35-52.

ELSTER, Jon. Peças e engrenagens para as ciências sociais. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994.

ENGELS, Friedrich & MARX, Karl. A ideologia alemã. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.

FEREJOHN, John & PASQUINO, Pasquale. “A teoria da escolha racional na Ciência Política”.
Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol. 16, n. 45, 2001, pp. 5-24.

FERNANDES, Florestan. Fundamentos empíricos da explicação sociológica. São Paulo: Companhia


Editora Nacional, 1972.

FOUCAULT, Michel. A arqueologia do saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1977, pp. 1-85;
153-239.

GADAMER, Hans. “O significado da tradição humanística para as ciências do espírito”. In Verdade e


método I: traços fundamentais de uma hermenêutica filosófica. Petrópolis: Vozes, 2011.

GIDDENS, Anthony. “O positivismo e seus críticos. In BOTTOMORE, Tom & NISBET, Robert (orgs.).
História da análise Sociológica. Rio de Janeiro: Zahar, 1980, pp . 317-378.

GIDDENS, Anthony. “Estruturalismo, pós-estruturalismo e a produção da cultura”. In


GIDDENS, Anthony & TURNER, Jonathan (orgs.). Teoria social hoje. São Paulo: Unesp, 1999, pp.
281-320.

HABERMAS, Jürgen. “Ciências sociais reconstrutivas versus ciências sociais compreensivas”. In


Consciência moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2009.

HORKHEIMER, Max. “Teoria tradicional e teoria crítica”. In Benjamin, Horkheimer, Adorno,


Habermas. São Paulo: Abril Cultural (Col. Os Pensadores, vol. XLVIII), 1975.

LÉVI-STRAUSS, Claude. “Jean-Jacques Rousseau, fundador das ciências do homem”. In


Antropologia estrutural dois. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro: 1993, pp. 41-51.

MALINOWSKI, Bronislaw. “Introdução. Tema, método e objetivo desta pesquisa”. In Os argonautas


do Pacífico ocidental. São Paulo: Abril Cultural, 1978. pp. 17-34.

MARX, Karl. “Prefácio” e “O método da economia política”. In Contribuição à crítica da economia


política. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

POPPER, Karl. A lógica das ciências sociais. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2004.

PRZEWORSKI, Adam. “Marxismo e escolha racional”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, n. 6,


vol. 3, 1988.

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RICOEUR, Paul. Tempo e Narrativa. Tomo I. São Paulo: Papirus, 1994.

STINCHCOMBE, Arthur. Constructing Social Theories. Chicago: The University of Chicago Press,
1968.

WEBER, Max. “A ciência como vocação”. In Ciência e política: duas vocações. São Paulo: Cultrix,
1993, pp. 17-52.

WEBER, Max. A objetividade do conhecimento nas ciências sociais. São Paulo: Ática, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALEXANDER, Jeffrey. Sociological Theory since World War II. Nova York: Columbia University Press,
1987.

ALMOND, Gabriel A. & POWELL, Bingham. Uma teoria de política comparada. Rio de Jeneiro: Zahar,
1966.

BOBBIO, Norbert. “As características do historicismo”. In O positivismo jurídico. São Paulo: Ícone,
1996.

BOTTOMORE, Tom & NISBET, Robert. “Estruturalismo”. In História da análise Sociológica. Rio de
Janeiro: Zahar, 1980, pp. 727-779.

CORCUFF, Philippe. Las nuevas sociologías: principales corrientes y debates, 1980 -2010. Buenos
Aires: Siglo veintiuno editores, 2013.

DOMINGUES, José Maurício. A sociologia de Talcott Parsons. São Paulo: Annablume, 2008.

LITTLE, Daniel. Varieties of Social Explanation. Boulder: Wesview Press, 1991.

LÖWY, Michael. Ideologias e ciências sociais: elementos para uma análise marxista. São Paulo:
Cortez, 2003.

PELUSO, Luis Alberto. “O método das ciências sociais: a engenharia social fragmentária”. Disponível
em: http://teoriadoconhecimentocientifico.blogspot.com.br/2010/03/capitulo-9-o-
metodo-nas-ciencias.html

PIRES, Álvaro. “Sobre algumas questões epistemológicas de uma metodologia geral para as ciências
sociais”. In POUPART, Jean & DESLAURIERS, Jean-Pierre & GROULX, Lionel-H & LAPERRIÈRE,
Anne & MAYER, Robert & PIRES, Álvaro. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e
metodológicos. Petrópolis: Vozes, 2008, pp. 43-94.

REIS, José Carlos. Dilthey e a autonomia das ciências histórico-sociais. São Paulo: Eduel, 2003.

RINGER, Fritz K. “Interpretação e explicação”. A metodologia de Max Weber: unificação das ciências
culturais e sociais. São Paulo: EDUSP, 2004, pp. 97-123.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Pesquisa II - Métodos e Técnicas de Pesquisa Quantitativa em


Ciências Sociais
o
3 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O curso tem como objetivo geral introduzir aos alunos algumas das principais metodologias, técnicas
e fontes de dados utilizadas nas pesquisas quantitativas em ciências sociais, bem como apresentar e
aplicar alguns métodos e técnicas de estatística básica.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

O curso tem como objetivos específicos introduzir aos alunos os seguintes temas:

 Questões introdutórias e principais elementos da pesquisa quantitativa em ciências sociais


 Fontes de dados secundários e indicadores sociais
 Exploração e descrição de dados
 Estatística básica aplicada às ciências sociais
 Aplicações de métodos quantitativos e análise de dados em ciências sociais

EMENTA

Questões introdutórias e principais elementos da pesquisa quantitativa em ciências sociais. As fontes


e a coleta de dados. Indicadores sociais. Exploração e descrição de dados. Estatística básica
aplicada às ciências sociais. Aplicações de métodos quantitativos e análise de dados em ciências
sociais. Abordagens relacionadas à pesquisa e ao ensino a partir das diversas fontes bibliográficas
utilizadas na disciplina.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Questões conceituais a respeito da pesquisa quantitativa em ciências sociais


1.1. Algumas distinções e oposições entre pesquisa quantitativa e qualitativa em ciências sociais
1.2. Principais elementos da pesquisa quantitativa: problemas e hipóteses, conceitos e variáveis,
mensuração e escalas

2. Principais desenhos e métodos de pesquisa quantitativa


2.1. Survey (levantamento): tipos de survey, questionário, coleta de dados, amostragem
2.2. Pesquisas de opinião e estudos amostrais: amostras probabilísticas e não probabilísticas
2.3. Análise de dados secundários e Pesquisa experimental

3. Fontes de dados secundários e indicadores sociais


3.1. Fontes de dados: censos, pesquisas amostrais, registros administrativos e outras fontes
3.2. Indicadores sociais: conceitos básicos e exemplos

4. Exploração e descrição de dados


4.1. Mensuração: tipos de dados e escalas
4.2. Apresentação e exploração de dados: tabelas e gráficos
4.3. Do questionário à matriz de dados: o desafio de padronizar dados
4.4. O teste de hipóteses e o controle de variáveis por meio de tabulações cruzadas: construindo e
compreendendo tabelas

5. Estatística básica aplicada às ciências sociais

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5.1. Estatísticas descritivas: medidas de posição e dispersão


5.2. Associação entre variáveis quantitativas: gráficos de dispersão e coeficiente de correlação
5.3. Associação entre variáveis qualitativas: tabelas de contingência e testes de qui-quadrado
5.4. Associação entre variáveis qualitativas e quantitativas
5.5. Noções de análise multivariada: introdução a regressão linear
5.6. Análises longitudinais: mudanças sociais ao longo do tempo

6. Aplicações de métodos quantitativos e análise de dados em ciências sociais


6.1. Elaboração do questionário
6.2. Desenho da amostra e pesquisa de campo: pré-teste, entrevistas
6.3. Codificação do questionário e tabulação dos dados
6.4. Análises quantitativas dos dados

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

COOPER, Donald R.; SCHINDLER, Pamela S. Métodos de pesquisa em administração. 7. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2003.

GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed., 2. reimp. São Paulo: Atlas, 2009.

HAIR, J. F.; BABIN, B.; MONEY, A. H. e SAMOEL, P. Fundamentos de Métodos de Pesquisa em


Administração. Porto Alegre: Bookman, 2007.

LEVIN, Jack; FOX, James Alan. Estatística para ciências humanas. 9. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2004.

MORETTIN, Pedro Alberto; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Estatística básica. 6. ed., rev. e atual. São
Paulo: Saraiva, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

DANCEY, Christine P.; REIDY, John. Estatística sem matemática para psicologia: usando SPSS para
Windows. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.

HAIR, J. F., ANDERSON, R. E., TATHAM, R. L. e BLACK, W. C. Análise Multivariada de Dados. 6a.
Ed. Porto Alegre: Bookman, 2009.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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MALHOTRA, Naresh K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2008.

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UNIDADE CURRICULAR: Pesquisa III - Métodos e Técnicas de Pesquisa Qualitativa em


Ciências Sociais
o
4 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVOS

. Introduzir a discussão acerca dos critérios de cientificidade dos métodos qualitativos;


. Apresentar as principais aplicações da metodologia qualitativa aos problemas de pesquisa;
. Discutir o delineamento da pesquisa qualitativa.

EMENTA

Especificidades da pesquisa qualitativa – critérios de cientificidade dos métodos qualitativos –


métodos e técnicas de pesquisa qualitativa.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Especificidades e critérios de cientificidade dos métodos qualitativos

● Métodos e técnicas da pesquisa qualitativa:


● estudo de caso e metodologia comparativa;
● história oral: história de vida, entrevista, história temática;
● etnografia: observação participante, descrição densa;
● uso de fontes escritas e audiovisuais: documentos, textos, iconografia, filmes;
● grupo focal;
● análises de redes sociais.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BECKER, Howard S. Métodos de pesquisa em Ciências Sociais. São Paulo: Hucitec, 1993.

BOURDIEU, Pierre. “Compreender”. In. _____. A Miséria do Mundo. Petrópolis: Vozes, 2007, pp.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
108

693-713.

GEERTZ, Clifford. “Uma Descrição Densa: Por uma Teoria Interpretativa da Cultura”. In. _____. A
Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Guanabara, 1989, pp. 13-41.

MALINOWSKI, Bronislaw. Argonautas do Pacífico Ocidental. São Paulo: Abril Cultural, 1976.

POUPART, Jean; DESLAURIERS, Jean-Pierre; GROULX, Lionel-H; LAPERRIÈRE, Anne; MAYER,


Robert & PIRES, Álvaro. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos.
Petrópolis: Vozes, 2008.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRETON, David Le. L‟interactionnisme symbolique. Paris: PUF, 2004.

FASSIN, Didier & BENSA, Alban (org.). Les politiques de l‟enquête. Épreuves ethnographiques. Paris:
La Découverte, 2008.

PAUGAM, Serge (org.). L‟enquête sociologique. Paris: PUF, 2010.

NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. Campinas: Papirus, 2008.

NOGUEIRA, Oracy. Pesquisa social. São Paulo: Companhia Editora Nacional, [s/d].

SARDAN, Jean-Pierre Olivier. La rigueur du qualitatif: les contraintes empiriques de l‟interprétation


socio-anthropologique. Louvain-La-Neuve: Academia-Bruylant, 2008.

WRIGHT MILLS, Charles. A imaginação sociológica. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Pesquisa IV – Projeto de Pesquisa


o
5 Termo
Carga horária total: 80h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 30h

OBJETIVO GERAL

Orientar os alunos na elaboração de um projeto de pesquisa que possa servir de base para a
realização do trabalho de pesquisas posteriores, tais como o trabalho de conclusão de curso,
iniciação científica, mestrado e doutorado.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Abordar os diferentes elementos que compõem o projeto: introdução, problematização do objeto de


investigação, objetivos, justificativa, metodologia e bibliografia.

EMENTA

A disciplina Projeto de Pesquisa visa oferecer instrumentais teóricos e práticos por meio dos quais os
alunos possam começar a ter contato com a prática da pesquisa no âmbito das Ciências Sociais,
entendida tanto como processo de aprendizagem quanto de produção de conhecimento. O núcleo do
semestre gira em torno da realização e apresentação de um projeto de pesquisa, instrumento
necessário à posterior realização de pesquisas na área de ciências sociais (Trabalho de Conclusão
de Curso, Iniciação Cientifica, Mestrado, Doutorado). Nesse sentido, faz-se necessário discutir a
elaboração de um projeto de pesquisa em suas diversas etapas: introdução, problematização do
objeto de investigação, revisão bibliográfica, objetivos, justificativa, metodologia e bibliografia.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BIANCHI, Álvaro. “Temas e problemas nos projetos de pesquisa”. Estudos de sociologia. UNESP, v.
7/8, 2002/2003.

CARDOSO, Ruth. Aventura antropológica: Teoria e pesquisa. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1986.

CERRONI, Umberto. Política: métodos, teorias, processos, sujeitos, instituições, categorias. São

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
110

Paulo: Ed. Brasiliense, 1993.

GONDIM, Linda e LIMA, Jacob Carlos. A Pesquisa como Artesanato Intelectual – Considerações
sobre Método e Bom Senso. São Carlos: Edufscar, 2006.

NICOLAU, Jairo. “Breve Roteiro para Redação de um Projeto de Pesquisa”. Revista Estudos
Políticos, n. 6, 2013.

NUNES, Edson de Oliveira (org.). A aventura sociológica: objetividade, paixão, improviso e método
na pesquisa social. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.

PESSANHA, E.; VILLAS BÔAS, G. (orgs.). Ciências sociais: ensino e pesquisa na graduação. Rio de
Janeiro, J.C. Editora, 1995.

SÁEZ, Oscar Calavia. Esse Obscuro Objeto de Pesquisa – Um Manual de Métodos, Técnicas e
Teses em Antropologia. Santa Catarina: Edição do Autor, 2013.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BECKER, H. Métodos de pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Hucitec, 1994.

BOURDIEU, P; CHAMBOREDON, J. e PASSERON, J. A profissão do sociólogo – preliminares


epistemológicas. Petrópolis, Vozes, RJ, 1999.

ECO, U. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1989.

MALINOWSKI, Bronislaw. Um diário no sentido estrito do termo, Rio de Janeiro: Ed. Record, 1997.

MICELI, Sérgio. O que ler na ciência social brasileira (1970-1995). Vols. 1, 2 e 3. São Paulo, Editora
Sumaré, 1999.

MILLS, Charles Wright. Sobre o artesanato intelectual e outros ensaios. Rio de janeiro: Zahar, 2009.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
111

UNIDADE CURRICULAR: Pesquisa V – Trabalho de Conclusão de Curso I


o
7 Termo
Carga horária total: 140h
Carga horária teórica: Carga horária prática: 140h

OBJETIVO GERAL

Unidade Curricular não-presencial que conforma a relação de orientação entre professor e aluno para
a realização do Trabalho de Conclusão de Curso.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

O Trabalho de Conclusão de Curso é requisito obrigatório para a integralização dos cursos de


Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais. O TCC é o resultado de um trabalho de pesquisa a
ser realizado pelo aluno sob orientação de um docente do departamento.

EMENTA

O TCC visa a desenvolver a capacidade do aluno de definir problemas específicos de investigação


em diálogo com a literatura científica, adotar teorias e metodologias condizentes ao seu
equacionamento, levantar, organizar e interpretar dados primários e secundários e, por fim,
apresentar com clareza os resultados de sua pesquisa.

AVALIAÇÃO

Relatório parcial de pesquisa avaliado pelo professor-orientador

BIBLIOGRAFIA

Não há bibliografia pré-determinada

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UNIDADE CURRICULAR: Pesquisa VI – Trabalho de Conclusão de Curso II


o
8 Termo
Carga horária total: 140h
Carga horária teórica: Carga horária prática: 140h

OBJETIVO GERAL

Unidade Curricular não-presencial que conforma a relação de orientação entre professor e aluno para
a realização do Trabalho de Conclusão de Curso.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

O Trabalho de Conclusão de Curso é requisito obrigatório para a integralização dos cursos de


Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais. O TCC é o resultado de um trabalho de pesquisa a
ser realizado pelo aluno sob orientação de um docente do departamento.

EMENTA

O TCC visa a desenvolver a capacidade do aluno de definir problemas específicos de investigação


em diálogo com a literatura científica, adotar teorias e metodologias condizentes ao seu
equacionamento, levantar, organizar e interpretar dados primários e secundários e, por fim,
apresentar com clareza os resultados de sua pesquisa.

AVALIAÇÃO

Relatório final de pesquisa avaliado pelo professor-orientador e um por parecerista convidado

BIBLIOGRAFIA

Não há bibliografia pré-determinada

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Unidades Curriculares do Núcleo de Formação Específica do Bacharelado

UNIDADE CURRICULAR: Antropologia Política


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Introduzir o aluno nos temas fundamentais da pesquisa e reflexão em antropologia política,


apresentando os momentos principais na história de desenvolvimento desse campo e alguns dos
conceitos mais importantes nele utilizados.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

A disciplina propõe aprofundar:

● As condições de emergência de uma reflexão sistemática sobre o fenômeno político no


interior do pensamento antropológico;
● O binômio antropologia e colonialismo ao longo dos séculos XIX e XX;
● As relações entre poder, simbolismo e práticas culturais;
● As pesquisas antropológicas recentes sobre capitalismo e globalização

EMENTA

O estrutural-funcionalismo e o nascimento da antropologia política. As estruturas políticas africanas. A


crítica às interpretações “harmônicas” da ordem social. A situação colonial. As sociedades contra o
Estado. Novos conceitos acerca do poder. Globalização e alteridade cultural. Teorias pós-coloniais.
Antropologia do Político.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1 – O nascimento da antropologia política no interior da tradição britânica


Estruturas políticas e sociedades segmentares
A “ordem social” enquanto mudança e conflito

2 – Antropologia e colonialismo
Analisando a “situação colonial”
Descolonização e crise antropológica

3 – A revolução copernicana de Pierre Clastres


As sociedades “contra o Estado”
Novas reflexões sobre o poder

4 – Modernidade, capitalismo e globalização


Críticas à teoria do “sistema mundial”
Marxismo e antropologia nas etnografias norte-americanas

5 – Antropologia pós-colonial
Um antropologia política terceiro-mundista?
O lugar da alteridade no mundo contemporâneo

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METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

APPADURAI, A. Dimensões Culturais da Globalização. São Paulo, Teorema, 2005.

BHABHA, Homi. O Local da Cultura. Belo Horizonte, Editora UFMG, 2013.

CLASTRES, P. A Sociedade Contra o Estado. São Paulo, Cosac & Naify, 2003.

FORTES, M. & EVANS-PRITCHARD. E.E. Sistemas polticos africanos. Lisboa, Calouste Gulbenkian,
1981.

MONTERO, P., POMPA, C., ARRUTI, J.M. “Por uma antropologia do político”. In Lavalle, Adrian
Gurza. O horizonte da política – questões emergentes e agendas de pesquisa. São Paulo, Editora da
Unesp, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANDERSON, B. Comunidades Imaginadas – Reflexões sobre a origem e difusão do nacionalismo.


São Paulo, Cia das Letras, 2008.

BALANDIER, G. Antropologia Política. São Paulo, Difusão Européia do Livro, 1969.

CLASTRES, P. Arqueologia da Violência. São Paulo, Cosac & Naify, 2004.

RIBEIRO, G. L. “A condição da Transnacionalidade” In: Cultura e política no mundo contemporâneo.


Brasília, Editora UnB, 2000.

SAHLINS, M. “Cosmologias do Capitalismo: O Setor Trans-Pacífico do Sistema Mundial.” In: Cultura


na Prática. Rio de Janeiro, Editora da UFRJ, 2004.

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UNIDADE CURRICULAR: Antropologia da Natureza

o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Oferecer um panorama geral e introdutório sobre o debate antropológico acerca do


estudo da "natureza", tendo como ponto de interesse a crítica à oposição natureza e cultura. Serão
abordados: a concepção categórica entre humanos e não-humanos, o multinaturalismo, a construção
da paisagem, a ecologia política e as cosmopolíticas nativas.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Desenvolver as seguintes noções: debate natureza e cultura; multinaturalismo; ecologia; paisagem;


humanidade-animalidade; xamanismo e meio ambiente.

EMENTA

A disciplina discute tema da etnologia contemporânea que aportam, cada qual a seu modo, reflexões
que deslocam o "humano" como foco principal de interesse, dando lugar aos agenciamentos com os
mundos não-humanos, tratados por naturais pela ontologia ocidental. Animais, plantas, objetos e
mesmo a paisagem, aparecem nessas descrições como agentes, produtores de conceitos, pontos de
partida para pensarmos sobre as formas criativas como diferentes povos concebem e interagem com
essa "natureza". A teoria antropológica foi profundamente afetada por essa discussão, que
requestiona uma das suas mais importantes premissas intelectuais, a saber, a primazia do estudo
das relações intra-humanas. O curso buscará apresentar os desdobramentos experimentados pela
disciplina, assim como algumas das suas consequências para debate atual. Dar-se-á destaque a um
conjunto de obras que refletem sobre os modos de conhecimentos e concepções de "natureza".

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

● Multinaturalismo e cosmopolíticas indígenas


● Etnografia da natureza: por uma antropologia para além do humano
● A percepção da paisagem: espaços e construção da natureza
● Ciência, transformação e políticas da natureza

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
116

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DESCOLA, Philippe & Gísli Pálsson (eds.). Naturaleza y Sociedad: Perspectivas antropologicas.
México: Siglo Veinteuno, 2001.

INGOLD, Tim. “Humanidade e animalidade”. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais (28). São
Paulo: Anpocs, 1995.

LATOUR, Bruno. Jamais fomos modernos. São Paulo: ed. 34, 1994.

VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. A inconstância da alma selvagem. São Paulo: Cosac & Naify,
2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALBERT, Bruce. “O ouro canibal e a queda do céu: uma crítica xamânica da economia política da
natureza” in Albert, B. & Ramos, A. (orgs.). Pacificando o branco: cosmologias do contato no norte
amazônico. São Paulo: Edunesp, 2000.

CARNEIRO DA CUNHA, Manuela & Almeida, Mauro W. Barbosa de (orgs.) 2002. Enciclopédia da
Floresta. O Alto Juruá: práticas e conhecimentos das populações. São Paulo: Companhia das Letras.

LATOUR, Bruno. Políticas da Natureza. Bauru: EDUSC, 2004.

LATOUR, Bruno. Reflexão sobre o culto moderno dos deuses fe(i)tiches. Bauru: EDUSC, 2002.

STRATHERN, Marilyn. O efeito etnográfico. São Paulo: Cosac & Naify. 2014.

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UNIDADE CURRICULAR: Antropologia Urbana


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O curso tem como principal objetivo o estudo de diferentes práticas, ações e representações culturais
nos contextos urbanos.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Investigar concepções de cidade, estratégias de ordenação, segregação e controle elaborados


pelo poder urbano; analisar projetos alternativos propostos por atores sociais situados à
margem, sem-teto, músicos, grafiteiros, pichadores, escritores, movimentos sociais, entre outros, que
transformam a cidade em palco de intervenções.

EMENTA

O Campo de pesquisa da Antropologia Urbana; Principais tradições teóricas da Antropologia Urbana,


Antropologia Urbana no Brasil, Etnografia e espaço urbano, Atores sociais e poder urbano.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

● Antropologia Urbana: o campo disciplinar.


● Teorias Antropológicas e Antropologia Urbana
● Antropologia Urbana no Brasil
● Pesquisa antropológica na cidade

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGIER, Michel. Antropologia da cidade. São Paulo: Terceiro Nome, 2011.

CARDOSO, R. (org). A Aventura Antropológica: teoria e pesquisa. São Paulo/Rio de Janeiro, 1997.

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CALDEIRA, Teresa P. do R. Cidade de Muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São
Paulo, EDUSP/Ed. 34, 2011.

FELDMAN-BIANCO, Bela. Antropologia das sociedades contemporâneas. São Paulo, Ed. UNESP,
2009.

VELHO, Octávio. O Fenômeno Urbano. Rio de Janeiro, Zahar, 1967. [1938]

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

VELHO, Gilberto. Individualismo e cultura. Individualismo e cultura. Rio de Janeiro, Jorge Zahar,
1987.

CALDEIRA, Teresa P. R. A política dos outros. O cotidiano dos moradores da periferia e o que
pensam do poder e dos poderosos. São Paulo, Brasiliense, 1984.

WHYTE, William Foote. Sociedade de esquina”. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2005 [1943]

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UNIDADE CURRICULAR: Antropologia e Literatura


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Explorar possíveis relações entre antropologia, análise da vida social e literatura, a partir da
discussão de autores que construíram suas obras no interior desse diálogo.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Enfrentar textos de ficção que apresentaram por meio de suas personagens um retrato de uma
determinada sociedade e discutir o caráter literário de algumas monografias antropológicas.

EMENTA

Este curso pretende discutir o estatuto da literatura no interior do campo epistemológico das ciências
sociais. Procura debater autores que se detiveram na análise de discursos literários, sejam eles de
ficção, relatos biográficos e de testemunho, com o objetivo de problematizar o uso dessas fontes na
análise social, na escrita etnográfica e na construção de objetos de estudo. Nesse sentido, relatos
escritos e também orais tomam aqui um lugar privilegiado de debate atentando para seus modos de
produção, disseminação, recepção, ressignificação bem como suas apropriações pelas diferentes
escolas teóricas do estruturalismo, da hermenêutica e do pós-modernismo.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I – A literatura como inspiração para a análise social


II – Literatura como etnografia
III – Antropologia como literatura
IV - Autoria e testemunho

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Auerbach, Erich. Mimesis. São Paulo. Perspectiva, 2004.

Becker, Howard. Falando da sociedade. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.

Candido, Antonio. Literatura e sociedade. São Paulo, T. A. Queiroz Editor, 2000.

Clifford, James. A experiência etnográfica. Rio de Janeiro, Ed. UFRJ, 2008.

Said, Edward. Orientalismo. São Paulo, Companhia de Bolso, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Austen, Jane. Orgulho e preconceito. São Paulo, Companhia das Letras, 2011.

Gay, Peter. Represálias selvagens. São Paulo: Companhia das Letras. 2010.

Said, Edward. Humanismo e crítica democrática. São Paulo, Companhia das Letras, 2007.

Velho, Gilberto. Individualismo e Cultura. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.

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UNIDADE CURRICULAR: Antropologia e História


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Apresentar as linhas gerais do diálogo e das tensões entre a Antropologia e a História.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Apresentar temas específicos do debate, resgatando os períodos e os autores da tradição


historiográfica que usufruíram da teoria antropológica e, paralelamente, os antropólogos que
propuseram uma leitura histórica das questões antropológicas.

EMENTA

Analisar em pormenor a maneira pela qual a Antropologia adotou uma visão da história para melhor
elucidar seus estudos culturais para, em seguida, resgatar os períodos e os autores da tradição
historiográfica que usufruíram da teoria antropológica criando, a partir dessa interação, novas escolas
de pensamento e linhas de pesquisa, como, por exemplo, a história cultural também conhecida como
história das mentalidades. Esse curso também irá recuperar os momentos de diálogo entre a
Antropologia e a História na prática de pesquisa, tanto antropológica quanto historiográfica.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Antropologia na História
a) Escola dos Annales
b) História cultural e micro-história

2. História na Antropologia
a) O modelo sincrônico : estruturalismo frances e estrutural-funcionalismo
b) Estrutura e História na antropologia contempporânea

3. Antropologia e história na práticas de pesquisa : alguns exemplos

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRAUDEL, Fernand. História e ciências sociais. Lisboa. Editorial Presença. 1986.

DARNTON, Robert. “História e antropologia” in O beijo de Lamourette. São Paulo, Companhia das
Letras, 1995.

GINZBURG, Carlo. A micro-história e outros ensaios. Lisboa, Difel, 1989.

SAHLINS, Marshall. Ilhas de história. Rio de Janeiro. Jorge Zahar Editor, 1990.

LEVI-STRAUSS, C. Antropologia estrutural I, Rio de Janeiro, Tempo Brasileiro, 1967.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BURKE, Peter. A escola dos Annales 1929-1989. São Paulo, Ed. Unesp, 1991.

SCHWARCZ, Lilia M. e GOMES, Nilma (org.). Antropologia e história. Belo Horizonte, Autêntica,
2000.

TURNER, Victor. Floresta de símbolos. Rio de Janeiro, Editora UFF, 2008.

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UNIDADE CURRICULAR: Etnologia Ameríndia


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Introduzir o aluno ao estudo antropológico das sociedades indígenas das terras baixas sul-
americanas.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Apresentar os principais temas da etnologia indígena sul-americana enfatizando os debates e


questões que a disciplina vem colocando à teoria antropológica

EMENTA

Introdução ao estudo antropológico das sociedades indígenas das terras baixas sul-americanas. O
curso busca apresentar os principais temas da etnologia indígena sul-americana enfatizando os
debates e questões que a disciplina vem colocando à teoria antropológica. Com ênfase nas ideias de
alteridade e transformação como fundamentos de regimes sócio-cosmológicos ameríndios, o curso
além de discutir temas clássicos da disciplina - como o parentesco, organização social, a noção de
pessoa, morte e doença, a cosmologia, o xamanismo e a relação entre natureza e cultura -, introduz
também o tema das políticas da diferença em relação ao Estado e os não-indígenas, bem como suas
articulações com outras subjetividades não-humanas, tais como animais, espíritos e outros sujeitos
que povoam tais universos.


Noções básicas a serem desenvolvidas: identidade e alteridade; corpo, pessoa e transformação;


multiculturalismo e perspectivismo; xamanismo.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

● Índios do Brasil ou índios no Brasil? (algumas definições)


● Sem Estado ou contra o Estado? (reflexões clastreanas)
● Antropofagia e filosofias da diferença
● Corpo e pessoa
● Multiculturalismo e multinaturalismo
● Caça, predação e diferença
● Pacificando os brancos
● Consumismo e predação
● Conversão e predação
● Conhecimentos indígenas e a lógica do sensível
● Índios na cidade

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CLASTRES, Pierre. A sociedade contra o Estado. São Paulo, Cosac Naify, 2014.

LÉVI-STRAUSS, Claude. O Cru e o Cozido. São Paulo, Cosac Naify, 2004.

SZTUTMAN, Renato. O Profeta e o Principal. Ação Política Ameríndia e seus Personagens. São
Paulo, Edusp, 2012.

VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. A Inconstância da Alma Selvagem. São Paulo, Cosac Naify, 2002.

ALBERT, Bruce e RAMOS, Alcida (orgs.). Pacificando o branco: cosmologias do contato no norte-
amazônico. São Paulo: IMESP/IRD/Ed. UNESP, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. Os mortos e os outros. Uma análise do sistema funerário e da


noção de pessoa entre os índios Krahó. São Paulo, Hucitec, 1978.

DA MATTA, Roberto; SEEGER, Anthony; VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. "A construção da pessoa
nas sociedades indígenas brasileiras." Boletim do Museu Nacional 32, 1979.

LÉVI-STRAUSS, Claude. História de Lince. São Paulo, Companhia das Letras, 1993.

LIMA, Tânia Stolze. "O dois e seu múltiplo: reflexões sobre o perspectivismo em uma cosmologia
tupi." Mana 2(2), 1996.

VIVEIROS DE CASTRO. Arawete, os Deuses Canibais. Rio de Janeiro, Zahar, 1986.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: História Indígena e do Indigenismo


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Proporcionar ao aluno o domínio dos instrumentos históricos e conceituais necessários para a


compreensão da história indígena e do indigenismo no Brasil, conforme as exigências da Lei nº
11.465/08, ( obrigatoriedade da temática da história e da cultura dos povos indígenas na escola).

OBJETIVOS ESPECíFICOS

● compreender a história indígena enquanto maneira indígena de pensar e fazer história


● compreender, na longa duração, a relação política e jurídica entre povos indígenas e Estado
no Brasil
● identificar a base histórica e cultural das atuais políticas de reconhecimento

EMENTA

A partir do enfoque da antropologia histórica, será analisada a construção historiográfica, cultural e


política do lugar do índio no interior da história nacional, entre assimilação, negação e
reconhecimento. Identificaremos as formas de conceptualização da alteridade indígena desde a
literatura colonial, passando pela política indigenista pombalina, imperial e republicana, até chegar às
atuais políticas de reconhecimento implementadas a partir da constituição de 1988. Por outro lado,
por meio da literatura etnológica e histórica mais recente, será discutida a própria idéia de “história
indígena”, enquanto regimes múltiplos de historicidade.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I - Questões conceituais
 A História dos índios e os Índios na história.
b. História e etnologia
 “Contatualismo” e “transformações indígenas”

II . O contato e a construção do Índio


a. Contatos antes do contato: Arqueologia e lingüística.
 Historiografia do contato: alianças, guerras e epidemias no século XVI
c. Economia e escravidão. Os aldeamentos.

III. Índios e Nação


a. Índios e Missionários: os múltiplos sentidos da conversão.
 A legislação colonial, pombalina e Imperial
 Assimilação, Invisibilidade e desaparecimento.
d. órgãos de tutela, movimentos indígenas e diálogo interétnico

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

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RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os Índios na história do Brasil. Rio de Janeiro, Editora FGV,
2010.

CARNEIRO da CUNHA, Manuela. História dos Índios no Brasil. São Paulo, Companhia das letras,
1995.

MONTEIRO, John Manuel. Negros da terra. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

SILVA, Aracy Lopes da; GRUPIONI, Luís Donizete Benzi. (Orgs.). A temática indígena na escola..
Brasília:Mari/Unicef/Unesco, 1995. Disponível em
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me002103.pdf

VIVEIROS DE CASTRO E. e CARNEIRO DA CUNHA, M. (orgs). Amazônia: Etnologia e História


Indígena, São Paulo: NHII, 1993.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALBERT B. e RAMOS, A. orgs., Pacificando o Branco: cosmologias do contato no Norte Amazônico,


São Paulo: Ed. Unesp, 2002.

FAUSTO, Carlos. Os Índios antes do Brasil. Rio de Janeiro, Zahar, 2001.

GOW Peter. Da Etnografia à História: “Introdução” e “Conclusão” de Of Mixed Blood: Kinship and
History in Peruvian Amazônia. Cadernos de Campo, 14/15, 2006.

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UNIDADE CURRICULAR: Meio Ambiente, Conflitos Socioambientais e Representações da


Natureza
o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Discutir, a partir da antropologia, alguns dos temas e controvérsias que acompanham o debate
público acerca do meio ambiente e das políticas voltadas à defesa da natureza.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

● Entender parte das principais controvérsias contemporâneas relacionadas à natureza e ao impacto


das atividades antrópicas sobre o meio ambiente;
● Mapear as principais linhas divisórias no interior do movimento ambientalista, com atenção especial
ao contexto brasileiro, e discutir a pertinência da classificação que separa preservacionistas,
conservacionistas e socioambientalistas;
● Discutir a mobilização de categorias ecológicas como categorias políticas e sua utilização na
produção de agendas voltadas à condução de políticas públicas;
● Entender como as representações simbólicas da natureza participam do delineamento de
certas concepções de desenvolvimento econômico e social e como atuam na mediação política entre
agentes e atores sociais distintos.

EMENTA

A “natureza” no debate político nacional e internacional. Produção científica e manifestos políticos na


composição de representações sociais e simbólicas. Ecologia e critérios de legitimidade para a ação
do Estado. Conflitos socioambientais e novos movimentos sociais. Natureza e mediação política e
simbólica.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

● A “natureza” pede passagem (alguns momentos históricos da emergência da pauta


ambientalista no Brasil e no mundo);
● Agentes e seus objetos (breve mapeamento do campo ambientalista);
● Uma categoria do espírito humano: a noção de natureza, a de ambiente-agente;
● Controvérsias socioambientais no “país da sustentabilidade”;
● Natureza, meio ambiente e ecologia: mediações simbólicas da Nova Era

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Barreto Filho, Henyo Trindade. “Notas para uma história social das áreas de proteção integral no
Brasil”. In Ricardo, Fany (org.). Terras Indígenas & Unidades de Conservação da Natureza: o desafio
das sobreposições. São Paulo, Instituto Socioambiental, 2004.

Carvalho, Isabel Cristina Moura & Steil, Carlos Alberto. “A sacralização da natureza e a 'naturalização'
do sagrado: aportes teóricos para a compreensão dos entrecruzamentos entre saúde, ecologia e
espiritualidade”. Ambiente & Sociedade, v. XI, n. 2, Campinas, 2008.

Ingold, Tim. “Trazendo as coisas de volta à vida: emaranhados criativos num mundo de materiais”.
Horizontes Antropológicos, ano 18, n. 37, Porto Alegre, 2012.

Latour, Bruno. As políticas da natureza: como fazer ciência na democracia. Bauru, Edusc, 2004.

Velho, Otávio. “De Bateson a Ingold: passos nas constituição de um paradigma ecológico”. Mana, 7
(2), Rio de Janeiro, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Ab'Saber, Aziz. “A teoria dos refúgios”. Estudos Avançados, São Paulo, IEA/USP, 1992.

Araújo, Flávia Camargo de & Telles do Valle, Raul Silva (orgs.) A política agrícola como vetor para a
conservação ambiental. São Paulo, Instituto Socioambiental, 2013.

Barreto Filho, Henyo Trindade. “Utopias tecnológicas, distopias ecológicas e contrapontos


românticos: „populações tradicionais‟ e áreas protegidas nos trópicos”. Sexta-Feira: Antropologia,
Artes e Humanidades, no 6, 2001.

Machado e Silva, Regina Coeli. “A teoria da pessoa de Tim Ingold: mudanças ou continuidade nas
representações ocidentais e nos conceitos antropológicos?”. Horizontes Antropológicos, ano 17, n.
35, Porto Alegre, 2011.

Viveiros de Castro, Eduardo. “Perspectivismo e multinaturalismo na América indígena”. In A


inconstância da alma selvagem e outros ensaios de antropologia. São Paulo, Cosac y Naify, 2002.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Religião e Práticas Simbólicas


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Oferecer instrumentos conceituais e analíticos para pensar o fenômeno religioso enquanto práticas
simbólicas historicamente situadas.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Identificar o processo de construção da dimensão do religioso e suas categorias (sagrado, profano,


magia, mito, etc.) no pensamento ocidental.

EMENTA

O curso discute alguns tremas centrais no debate sobre a religião presente na cultura ocidental
dando particular atenção aos tema seguintes: estudo do processo de construção da dimensão do
religioso e suas categorias no pensamento ocidental; discussão de alguns conceitos de religião
acionados nas ciências sociais; análise do lugar ocupado pelo “religioso” no mundo contemporâneo,
tendo como pano de fundo os debates sobre o estatuto da religião na atualidade, em suas relações
com a política e a ciência.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

 A dimensão do religioso e suas categorias


a. A religião como construção histórica
b. A autonomização do campo religioso

2. A Religião na Antropologia
a. A Escola Francesa
b. A Antroopologia Britânica
c. A Antropologia Americana

3. Temas de Antropologia e Religião


a. Mito e Ritual
 Religião e política

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

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Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASAD, Talal. “A construção da religião como uma categoria antropológica”. Cadernos de campo, 19,
p.263-285, 2010.

DURKHEIM, Emile – As Formas Elementares da Vida Religiosa. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

EVANS-PRITCHARD, E.E. Antropologia social da religião. Rio de janeiro, Campus, 1978.

GEERTZ, Clifford. A religião como sistema cultural in Interpretação das culturas, Rio de Janeiro,
Zahar, 1978.

MAUSS M.. Esboço de uma teoria geral da magia in Sociologia e Antropologia, São Paulo, Edusp. vol
1.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FRAZER, J. G. O ramo de ouro, São Paulo, Círculo do Livro, 1982.



TURNER, Victor. Floresta de símbolos. Rio de Janeiro, Editora UFF, 2008.

WEBER M.. Rejeições religiosas do mundo e suas direções, em Ensaios de sociologia. Rio de
Janeiro, Zahar, 1982.

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UNIDADE CURRICULAR: Modernidade, Religião e Espaço Público


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Discutir as características e o lugar ocupado pelo “religioso” no mundo contemporâneo.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Apresentar os debates sobre o estatuto da religião na atualidade, como as polêmicas sobre o “fim da
religião” e as questões sobre a presença da religião no espaço público.

EMENTA

Neste curso pretendemos discutir e analisar as características e o lugar ocupado pelo “religioso” no
mundo contemporâneo. Teremos como pano de fundo os debates sobre o estatuto da religião na
atualidade, como as polêmicas sobre o “fim da religião”, as novas formas religiosas na
contemporaneidade e as questões sobre a presença da religião no espaço público.

Ao longo do curso discutiremos posicionamentos teóricos e estudos de casos sobre o estatuto do


religioso, utilizando autores clássicos, críticas contemporâneas à categoria religião e discussões
correntes sobre as reconfigurações das formas de expressão religiosa no mundo.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

● Modernidade e Religião
● Reconfigurações e reinterpretações do fenomeno religioso.
● Religião e Espaço Público

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ASSAD, Talal. "A construção da religião como uma categoria antropológica". Cadernos de campo,
São Paulo, n. 19, p. 263-284, 2010.

CLAVERIE, Elisabeth. Les Guerres de la Vierge. Paris, Galimard, 2003.

HERVIEU-LÉGER, Danièlle. O Peregrino e o Convertido, a Religião em Movimento. Petrópolis,


Vozes: 2008.

PIERUCCI, Antônio Flávio. A realidade Social das Religiões no Brasil. São Paulo, Hucitec: 1996.
Introdução.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

DUARTE, Luiz Fernando Dias et alli. Valores religiosos e legislação no Brasil – a tramitação de
projetos de lei sobre temas morais controversos. Rio de Janeiro: Garamond, 2009.

GIUMBELLI, Emerson. "A presença do religioso no espaço público: modalidades no Brasil". In:
Religião e Sociedade, v.28, n.2. Rio de Janeiro. 2008

HERVIEU-LÉGER, Danièlle. "Representam os surtos emocionais contemporâneos o fim da


secularização ou o fim da religião?" Religião e Sociedade, vol 18, no 1. 1997.

MONTERO, Paula. Jürgen Habermas: "Religião, Diversidade Cultural e Publicidade". Novos Estudos,
no 84, 2009.

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UNIDADE CURRICULAR: Cultura Afro-Brasileira


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Possibilitar ao aluno a compreensão da cultura afro-brasileira em diferentes modalidades de


inscrição.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

A disciplina prioriza três práticas culturais fundamentais: 1- tradições centradas na oralidade; 2-


Literatura afro-brasileira; 3- Música afro-brasileira.

EMENTA

Os processos de territorialização da cultura africana no Brasil; as matrizes banto e sudanesa e suas


inscrições no Brasil; as práticas culturais centradas na oralidade: língua, religião, remanescentes de
quilombo; produções literárias afro-brasileiras em diferentes contextos; música afro-brasileira em
diferentes contextos; relações entre cultura e lutas políticas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

● África: unidade e diversidade cultural;


● Diáspora Negra no Brasil: discurso escravo e tradições religiosas;
● Produções literárias afro-brasileiras;
● Sonoridades Afro-brasileiras

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BASTIDE, Roger. As religiões africanas no Brasil. São Paulo, EDUSP/Ed. Pioneira, 1971.
BERND, Zilá. Introdução à literatura negra. São Paulo, Brasiliense, 1988.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
134

HEYWOOD, Linda. Diáspora negra no Brasil. São Paulo, Contexto, 2009.

MELLO E SOUZA, Marina. Reis negros no Brasil escravista. Belo Horizonte, Ed. UFMG, 2002.

REIS, João José. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo,
Companhia das Letras, 2009.

WA MUKUNA, Kazadi. Contribuição bantu na música popular brasileira: perspectivas


etnomusicológicas. São Paulo, Terceira Margem, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BASTIDE, Roger. O candomblé da Bahia: rito nagô. São Paulo, Companhia das Letras, 2001.

ORTIZ, Renato. A morte branca do feiticeiro negro: umbanda e sociedade brasileira. São Paulo,
Brasiliense, 2005.

MOURA, Roberto. Tia Ciata e pequena África no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, FUNARTE, 1983.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
135

UNIDADE CURRICULAR: Cultura, Cotidiano e Sensibilidade


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Compreender a constituição, em especial no Ocidente, de algumas formas específicas de


comportamento, sensibilidades e expressões artísticas

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Abordar textos e autores que analisaram as categorias de indivíduo, público e privado, sociabilidade,
afetividade, dentre outras, para melhor debater textos literários, filmes e obras de arte.

EMENTA

A partir da relação entre natureza e cultura, esse curso buscará entender a constituição, em especial
no Ocidente, de algumas formas específicas de comportamento, sensibilidades e expressões
artísticas. Para isso, as aulas irão priorizar textos e autores que desenvolveram análises no campo
das ciências humanas sobre as categorias de indivíduo, público e privado, sociabilidade, afetividade,
dentre outras, para melhor debater textos literários, filmes e obras de arte. Essa disciplina procurará
também desenvolver uma discussão aprofundada entre etnografia, literatura e subjetividade.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I – Códigos, sentimentos e linguagens sociais

II – Individualismo, sociedade e romantismo

III – Literatura, etnografia e análise social

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Becker, Howard. Falando da sociedade. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.

Benjamin, Walter. Magia e técnica, arte e política - Obras escolhidas (v. 1). São Paulo: Brasiliense,
1986.

Elias, Norbert. O processo civilizador. Uma história dos costumes. Rio de Janeiro: Ed. Zahar, 1990.

Lévi-Strauss, Claude. As estruturas elementares do parentesco. Petrópolis, Ed. Vozes, 1982.

Simmel, Georg. Fidelidade, gratidão e outros textos. Lisboa, Relógio d‟água, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Duby, Georges e Ariès, Philippe. História da vida privada. Vols.3 e 4, São Paulo, Companhia das
Letras, 2009.

Moretti, Franco (org.). Romance 1: A cultura do romance. São Paulo: CosacNaify, 2009.

Pais, José Machado Pais. Sociologia da vida cotidiana. Lisboa, ICS, 2002.

Said, Edward. Cultura e imperialismo. São Paulo, Companhia das Letras, 1995.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Pensamento Antropológico no Brasil


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Familiarizar o estudante com a construção da disciplina no Brasil, inspirada em teorias e instituições


europeias e norte-americanas, mas profundamente marcada pela questão da nacionalidade.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Explicitar o contexto do surgimento, da autonomização e do desenvolvimento da antropologia


brasileira, em suas principais linhas teóricas e em suas ligações, históricas, políticas e
institucionais com a construção da nação.

EMENTA

Antropologia no e do Brasil: a constituição do campo. Evolucionismo, funcionalismo, culturalismo,


estruturalismo e a crítica pós-moderna nas leituras brasileiras. Raça e etnicidade. Antropologia do
mundo rural. Antropologia urbana. Mudança cultural e relações interétnicas. Tensões e debates.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

 O surgimento da Antropologia entre medicina, engenharia e direito


 O culturalismo e o projeto Unesco
III. Antropologia e Sociologia. O Funcionalismo
IV. O lugar do negro na construção da nação
V. Estudos indígenas e indigenistas
VI. O estruturalismo no Brasil
VII. Debates contemporâneos

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MICELI, Sergio, org., O Que Ler na Ciência Social Brasileira, 1: Antropologia, São Paulo, Editora
Sumaré, 1999, pp.109-224.

________ (org.). História das Ciências Sociais no Brasil. São Paulo: Editora Sumaré, vol. 1 e vol. 2,
1995, 2001.

PONTES, Heloisa; PEIXOTO, Fernanda e SCHWARCZ, Lilia (orgs.) Antropologias, histórias,


experiências, Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2004.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. 1993 - O espetáculo das raças. Cientistas, instituições e questão racial no
Brasil - 1870-1930. São Paulo, Companhia das Letras.

TRAJANO FILHO, W. e RIBEIRO, Gustavo Lins (orgs.) O campo da antropologia no Brasil. Rio de
Janeiro: Contracapa, 2004, pp. 249-265.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. Sobre o Pensamento Antropológico, Rio de Janeiro, Tempo


Brasileiro, 1988.

CORRÊA, Mariza. “Traficantes do Excêntrico: os antropólogos no Brasil dos anos 30 a 60”. Revista
Brasileira de Ciências Sociais, vol. 3, n. 6, 1998, pp.79-98.

GROSSI, Miriam Pillar; TASSINARI, Antonella; RIAL, Carmen. Ensino de antropologia no brasil:
formação, práticas disciplinares e além-fronteiras. Florianópolis, SC, 2006.

MELATTI, Julio Cezar. 1983 - "A antropologia no Brasil: um roteiro" Brasília, UnB, Trabalhos em
Ciências Sociais, Série antropologia, 38.

PEIRANO, Mariza. Uma Antropologia no Plural. Brasília: UnB, 1991.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: O Corpo nas Ciências Sociais


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVOS

Apresentar as principais linhas teóricas que fundamentam os estudos sobre o corpo nas ciências
sociais e discutir essa área temática a partir dos debates teóricos internos à disciplina, bem como
problematizar a relação do tema com outros saberes, em particular os biológicos e psicológicos,
envolvendo as injunções morais que atravessam a construção cultural do corpo.

EMENTA

Os estudos antropológicos sobre o corpo, o sofrimento e a doença. Principais linhas teóricas internas
à disciplina. Fronteiras disciplinares: as dimensões biológica, psicológica e social. As injunções
morais que atravessam a construção cultural do corpo. A noção de “natureza” e o suporte dos
saberes biológicos. A noção moderna de “indivíduo” ancorada na existência corporal. Os recortes
das noções de “gênero” e “raça”. A discussão sobre (bio)tecnologia.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade I - O corpo como objeto das Ciências Sociais


A Escola Sociológica Francesa
Os estudos fenomenológicos

Unidade II - Corpo, Pessoa, Individuo


O corpo e a pessoa
O indivíduo como categoria moderna

Unidade III - Corpo e Moralidade


O cuidado do corpo
Corpo e violência
A tortura

Unidade IV - Biologia e Cultura


Corpo, sofrimento, cérebro, hormônios...
Gênero, sexo e corpo
Raça, classe, identidade e corpo
Corpo e (bio)tecnologia

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

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AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CSORDAS, Thomas. Corpo, significado, cura. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2008.

HERTZ, Robert. A preeminência da mão direita [1909]. Trad. de Alba Zaluar. Religião e Sociedade.
Vol. 06, 1980.

LE BRETON, David. Antropologia do corpo e modernidade [2001]. Trad. de Fábio dos Santos Creder
Lopes. Petrópolis: Vozes, 2011.

MAUSS, Marcel. Sociologia e Antropologia. São Paulo: Cosac Naify, 2003.

SEEGER, Anthony; DA MATTA, Roberto; CASTRO, Eduardo Viveiros de. A construção da pessoa
nas sociedades indígenas brasileiras. Boletim do Museu Nacional, Série Antropologia, n. 32, p. 2-19.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CLASTRES, Pierre. Da tortura nas sociedades primitivas. In: CLASTRES, Pierre. A sociedade contra
o Estado. 5ª ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves; 1990. p. 123-31.

LAQUEUR, Thomas. Inventando o sexo: corpo e gênero dos gregos a Freud. Rio de Janeiro, Relume
Dumará, 2001.

SANTOS, Ricardo V, MAIO, MC. Antropologia, raça e os dilemas das identidades na era da
genômica. História, Ciências, Saúde, 12 (2): 447-68, 2005.

SARTI, Cynthia. Corpo e doença no trânsito de saberes. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 25
(74), 2010.

SOUZA, Iara M.A. Produzindo corpo, doença e tratamento no ambulatório: apresentação de casos e
registro em prontuário. Mana, 13 (2): 471-498, 2007.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Corpo em Leituras Etnológicas


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Tomar contato com abordagens etnológicas do corpo em diferentes matrizes cosmológicas: euro-
americana, melanésia, afro-brasileira e ameríndia.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Com ênfase em estudos nas áreas de antropologia e filosofia, promover leituras comparativas em
que o corpo é tematizado em diferentes campos etnográficos e por meio de diferentes modelos
teóricos.

EMENTA

O curso se destina a promover leituras em que o corpo é foco de investigação a partir de diferentes
modelos teóricos e campos de pesquisa, trazendo à cena discussões e problematizações acerca de
divisores como natureza e cultura ou indivíduo e sociedade, bem como abordagens sobre noção de
pessoa, alteridade e identidade, gênero, relações de poder e conhecimento.
 Tais temas serão
enfrentados a partir universos cosmológicos singulares, de matriz euro-americana, melanésia, afro-
brasileira e ameríndia.

Noções básicas a serem desenvolvidas: biopoder; corpo, pessoa e transformação; gênero e


diferença.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

● Corpo e pessoa na etnologia euro-americana


● Corpo e pessoa na etnologia melananesista
● Corpo e pessoa na etnologia afro-brasileira
● Corpo e pessoa na etnologia indígena

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BUTLER, Judith. Problemas de Gênero. Feminismo e Subversão da Identidade. Rio de Janeiro:


Civilização Brasileira, 2003.

FOUCAULT, M. Microfísica do poder. Graal: 1979.

MAUSS, M. Sociologia e Antropologia. São Paulo: EDUSP/EPU, 1974.

STRATHERN, Marilyn. O Efeito Etnográfico. São Paulo: Cosak Naif, 2014.

VIVEIROS de CASTRO, Eduardo. Sobre a Inconstância da Alma Selvagem. São Paulo: Cosak Naif,
2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BATESON, Gregory. Naven: Um Exame dos Problemas Sugeridos por um Retrato Compósito da
Cultura de uma Tribo da Nova Guiné, Desenhado a Partir de Três Perspectivas. São Paulo, Edusp,
2006.

FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade I: A vontade de saber. RJ: Graal, 1988.

GOLDMAN, Márcio. “A Construção Ritual da Pessoa: a Possessão no Candomblé”. Religião e


Sociedade, 12 (1), 1985.

HARAWAY, Donna; KUNZRU, Hari; TADEU, Tomaz (org.). Antropologia do Ciborgue - As vertigens do
pós-humano. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.

STRATHERN, Marilyn. O Gênero da Dádiva. Campinas: Unicamp, 1988.

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UNIDADE CURRICULAR: A África na Antropologia


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O curso terá como objetivo principal discutir as questões mais recorrentes da antropologia africanista,
tais como mudança e poder.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Discutir monografias africanistas sobre o poder e as instituições relacionadas à sua criação e


manutenção, sobre a articulação entre diferentes formas de poder "tradicional" e Estado colonial,
assim como trabalhos que se debruçam sobre a dimensão simbólica do poder, sobretudo os
concernentes à religião, feitiçaria, acusação e vingança.

EMENTA

Este curso terá como eixo central a discussão de importantes questões da antropologia africanistas,
dentre as quais estão as relativas aos estudos sobre o poder e as instituições relacionadas à sua
criação e manutenção, sobre a articulação entre diferentes formas de poder "tradicional" e Estado
colonial e/ou pós-colonial, assim como aquelas relativas à dimensão simbólica do poder e à religião,
feitiçaria, acusação e vingança.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

● Estudos de etnologia africana: feitiçaria, acusação e vingança


● Cosmologia e ritual nos estudos africanos
● Alteridade, etnicidade e diferenças sociais
● Nacionalismo e etnicidade nos estudos da África pós-colonial
● Raça, gênero e política

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

EVANS-PRITCHARD, E. E. Bruxaria, oráculos e magia entre os Azande. Rio de Janeiro: Zahar, 2004.

TURNER, Victor. Floresta de símbolos: aspectos do ritual Ndembu. Niterói: Eduff, 2005.

CABAÇO, José Luís. Moçambique: identidade, colonialismo e libertação. São Paulo: Editora Unesp,
2009.

MOUTINHO, Laura. “Sob a ótica do feminino: raça e nação, ressentimentos e (re)negociações na


África do Sul pós-apartheid”. In: WERNECK, Alexandre;

CARDOSO DE OLIVEIRA. (Org.). Pensando bem: Estudos de sociologia e antropologia da moral. Rio
de Janeiro: Casa da Palavra, 2014. p. 150-170.

THOMAZ, Omar Ribeiro. “Relações raciais em Moçambique: histórias sobre autóctones e


forasteiros”. In: PEIXOTO, Fernanda, PONTES, Heloísa, SCHWACZ, Lília (org.). Antropologias,
histórias, experiências. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2004. p. 199 -220.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BRUMANA, Fernando. O sonho Dogon: nas origens da etnologia francesa. São Paulo: Edusp, 2011.

FORTES, Meyer y EVANS-PRITCHARD, E (org.). Sistemas políticos africanos. México: Centro de


Investigaciones y Estudios Superiores en Antropología Social/ Universidad Autónoma Metropolitana/
Universidad Iberoamericana, 2010.

ODHIAMBO, E. S. A. & LONSDALE, John (org.). Mau Mau & nationhood.Oxford : James Currey,
2003.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Leituras do Brasil


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Esta disciplina pretende entender o Brasil em uma perspectiva interdisciplinar (sociologia,


antropologia e ciência política) em seus múltiplos diálogos com a história, literatura e a
educação.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Apresentar e discutir textos e autores que contribuíram de modo decisivo na elaboração de


interpretações teóricas sobre o Brasil e seus principais dilemas sociais, políticos e culturais.

EMENTA

A disciplina Leituras do Brasil visa discutir em profundidade as principais análises teóricas


sobre o Brasil, suas particularidades culturais e suas relações com outros países. Abordando
autores como Nina Rodrigues, Euclides da Cunha, Gilberto Freyre, Manoel Bonfim, Sérgio
Buarque de Holanda, Florestan Fernandes, Antonio Candido, dentre outros, esse curso
buscará levantar questões relacionadas à construção do Estado nacional, nacionalismo e
regionalismo, raça, ciência e identidade, relações público-privado e tradição-modernidade, a
partir de uma perspectiva interdisciplinar.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade I – Raça e Identidade


Unidade II – Diferenças regionais e relações raciais
Unidade III – Estado e Nação

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FREYRE, Gilberto. Casa Grande & senzala. Rio de Janeiro: Record, 1996.

HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, 1948.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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RODRIGUES, Nina. As raças humanas. Bahia, Livraria Progresso, 1888.

SCHWARZ, Roberto. Ao vencedor as batatas. São Paulo, Duas Cidades/Editora 34, 2000.

PRADO JUNIOR, Caio. Formação do Brasil Contemporâneo: Colônia. São Paulo: Companhia
das Letras, 2011.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BONFIM, Manuel. América Latina: males de origem. Rio de Janeiro, Topbooks, 1993.

FRANCO, Maria Sylvia de Carvalho. Homens livres na ordem escravocrata. São Paulo:
Fundação Editora da UNESP, 1997.

DUARTE, Nestor. A ordem privada e a organização política nacional. São Paulo: Cia. Editora
Nacional, 1939.

Oliveira Vianna, Francisco de. Populações meridionais do Brasil: populações rurais do centro
sul. Belo Horizonte: Itatiaia; Niterói: Ed. da UFF, 1987.

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UNIDADE CURRICULAR: Pensamento Mítico e a Produção da Diferença


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Apresentar o debate antropológico em torno do pensamento mítico e de suas modalidades de


(re)elaboração.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

1. Apresentar as principais características do pensamento em estado selvagem;


2. Mostrar as modificações ligadas ao seu modo de funcionamento, com destaque para o
surgimento de formas de pensamento mítico-prático-político;
3. Discutir as figuras da diferença que produzem e são produzidas por essa forma de
pensamento.

EMENTA

O pensamento em estado selvagem: principais características e formas de atuação sobre o


mundo. Formas de alteridade: produção/apropriação das diferenças na instituição de si. As
produções da diferença no mito, na elaboração do discurso e da atuação política e na
interação cotidiana com outrem. Caráter histórico do pensamento mítico: reelaborações dos
meios de pensamento e das formas de atuação prática.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade I: A análise estrutural dos mitos


1.1. A fórmula canônica do mito;
1.2. A reconstrução do modelo de análise: a lógica transformacional dos mitos;
1.3. Os aspectos presentes na análise dos mitos;
1.4. “O inacabamento final” do modelo de análise estrutural dos mitos.

Unidade II: As reinvenções do modelo de análise estrutural dos mitos


2.1. A idealidade presente nas relações materiais;
2.2. O perspectivismo ameríndio e a (re)relativização do dualismo Natureza x Cultura;
2.3. As mercadorias e as representações do contato
2.4. O discurso político: entre o pensamento selvagem e a história;
2.5. O xamanismo como abertura ao exterior.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)

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Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALBERT, Bruce; RAMOS, Alcida Rita (Orgs.). Pacificando o branco: cosmologias do contato
no Norte-Amazônico. São Paulo: UNESP; Imprensa Oficial SP, 2002.

CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. (2009). Cultura com aspas e outros ensaios. São Paulo:
Cosac Naify.

______. (1998). Pontos de vista sobre a floresta amazônica: xamanismo e tradução. MANA, 4
(1): pág. 7-22.

CLASTRES, Pierre. Arqueologia da violência: pesquisas de antropologia política. Tradução de


Paulo Neves. Prefácio de Bento Prado Jr. São Paulo: Cosac & Naify, 2004.

______. (1990). A fala sagrada: mitos e cantos sagrados dos índios Guarani. Tradução Nícia
Adan Bonatti. Campinas: Papirus.

______. A sociedade contra o Estado: pesquisas de antropologia política. 5ª ed. Tradução de


Theo Santiago. Rio de Janeiro: Francisco Alves: 1990.

DESCOLA, Philippe. As lanças do crepúsculo: relações Jivaro na Alta Amazônia. Tradução de


Dorothée de Bruchard. Ilustrações de Philippe Munch. São Paulo: Cosac & Naify, 2006.

______. Estrutura ou sentimento: a relação com o animal na Amazônia. Tradução de Tânia


Stolze Lima. Mana. v. 4, n. 1, 1998, p. 23-45.

GODELIER. Maurice. O enigma do dom. Tradução de Eliana Aguiar. Rio de Janeiro:


Civilização Brasileira, 2001.

______. Godelier: antropologia. Organizado por Edgard de Assis Carvalho. Tradução de


Evaldo Sintoni… et all. São Paulo: Ática, 1981.

GORDON, César. Economia selvagem: ritual e mercadoria entre os índios Xikrin-Mebêngôkre.


São Paulo: UNESP: ISA; Rio de Janeiro: NuTI, 2006.

KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. (2015) A queda do céu: palavras de um xamã yanomami.
Tradução Beatriz Perrone-Moisés. São Paulo: Companhia das Letras.

LÉVI-STRAUSS, Claude. (1985). Antropologia estrutural. 2ª edição. Tradução Chaim Samuel


Katz e Eginardo Pires. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro.

______. (1991). O cru e o cozido – Mitológicas 1. Tradução Beatriz Perrone-Moisés. São


Paulo: Brasiliense.

______. (1993). História de lince. Tradução Beatriz Perrone-Moisés. São Paulo: Companhia
das Letras.

______. (s/d) O olhar distanciado. Lisboa: Edições 70.

______. (1997). O pensamento selvagem. 2ª ed. Tradução Tânia Pellegrini. Campinas:


Papirus.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo Batalha. (2002). A inconstância da alma selvagem: e outros


ensaios de antropologia. São Paulo: Cosac & Naify.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O anti-édipo: capitalismo e esquizofrenia. Tradução de


Joana M. Varela e Manuel Carrilho. Lisboa: Assírio & Alvim, s/d.

______. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. Tradução de Sueli Rolnik, Ana Lúcia de
Oliveira, Lúcia Cláudia Leão, Aurélio Guerra Neto, Célia Pinto Costa, Peter Pál Pelbart e
Janice Caifa. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1995-1997.

______. O que é a filosofia? Tradução de Bento Prado Jr e Alberto Alonso Muñoz. Rio de
Janeiro: Ed. 34, 1992, 288 p.

JULLIEN, François. Figuras da imanência: para uma leitura filosófica do I Ching, o clássico da
mutação. Tradução de Carlos Alberto da Fonseca. São Paulo: Ed. 34, 1997.

______. Tratado da eficácia. Tradução de Paulo Neves. São Paulo: Ed. 34, 1998.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
150

UNIDADE CURRICULAR: Antropologia da Música e Culturas Africanas na Diáspora


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Capacitar o aluno à compreensão dos fundamentos básicos da Antropologia da Música e


suas aplicações no estudo das músicas e culturas africanas reelaboradas na América.

EMENTA

Apresenta teorias, conceitos e métodos peculiares à Antropologia da Música. Discute o


contexto de formação da disciplina e suas relações com Antropologia, Etnomusicologia e
Musicologia Comparada. Analisa os processos históricos de desterritorialização e
reelaboração dos patrimônios culturais africanos na América. Focaliza a inscrição da música e
culturas de origem africana nos campos da tradição oral e da mídia (indústria do disco).
Abordagens relacionadas à pesquisa e ao ensino a partir das diversas fontes bibliográficas
utilizadas na disciplina.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade I - Antropologia da Música e música africana

Unidade II - Música, cultura africana e o contexto da escravidão

Unidade III - Música afro-americana nos espaços urbanos

Unidade IV - Música afro-americana e internacionalização da cultura

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

HOBSBAWN, Eric J. História social do jazz. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1990.

LUCAS, Glaura. Os sons do rosário. O congado mineiro dos Arturos e Jatobá. Belo Horizonte,
Editora da UFMG, 2002.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
151

MINTZ, Sidney M. & PRICE, Richard. O nascimento da cultura afro-americana. Rio de


Janeiro, Pallas, 2003.

SANDRONI, Carlos. Feitiço decente. Transformações do samba no Rio de Janeiro (1917-


1933). Rio de Janeiro, Ed. UFRJ, 2001.

WA MUKUNA, Kazadi. Contribuição bantu na música popular brasileira. Perspectivas


musicológicas. São Paulo, Terceira Margem, 2000.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
152

UNIDADE CURRICULAR: Relações Interculturais em Questão


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

EMENTA

As questões concernentes às relações interculturais fazem parte de uma problemática com a


qual boa parte dos antropólogos se depara nos dias atuais. Relações entre populações
indígenas e regionais, entre essas e o Estado, entre grupos étnicos diversos e a formação de
nacionalismos étnicos em contextos de disputas anticoloniais são alguns exemplos de
situações nas quais a questão das relações interculturais se apresenta. Estas relações, que
tomam feições a partir de contextos sócio-histórico-políticos específicos, recebem diferentes
tratamentos teórico-metodológicos, que dependem dos vínculos teórico-políticos dos
analistas. Alguns destes tratamentos serão analisados no decorrer deste curso, permitindo
aos estudantes de temas relacionados terem um maior domínio deste campo de pesquisa.
Abordagens relacionadas à pesquisa e ao ensino a partir das diversas fontes bibliográficas
utilizadas na disciplina.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Mudança e poder
2. Reflexões sobre encontros interculturais
3. Relações interculturais no campo religioso
4. Mestiçagem, hibridismo e construção de identidades
5. Teoria da mediação cultural

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALBERT, Bruce e RAMOS, Alcida. Pacificando o branco: cosmologias do contato no norte-


amazônico. São Paulo: Editora UNESP, 2002. cap. 8 e 10

ARRUTI, José Maurício. MOCAMBO - Antropologia e História do processo de formação


quilombola. Bauru: Edusc-Anpocs, 2006. introdução e capítulo 4.

BALANDIER, Georges. A noção de situação colonial. Cadernos de Campo, n. 3, 1993, p. 107-


131.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
153

BARTH, Frederik. Os grupos étnicos e suas fronteiras. In: O guru, o iniciador e outras
variações antropológicas. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2000.

BASTIDE, Roger. As religiões africanas no Brasil: contribuição a uma sociologia das


interpenetrações de civilizações. São Paulo: Edusp/Pioneira, 1971. Vol. 1: Introdução (p. 9 -
44) e Conclusões (p. 219 - 240), Vol. 2: Cap. III. Os problemas da memória coletiva (p. 333 -
358), Cap. IV Os problemas do sincretismo religioso (p. 359 - 392) e Conclusões (p 515 -
554).

CALAVIA SÁEZ, Oscar. Os homens sem Deus e o cristianismo: para um estudo dos fracassos
missionários. Religião e Sociedade, v. 20, n. 2, 1999, p. 39-72.

GLUCKMAN, Max. Análise de uma situação social na Zululândia moderna. In: FELDMAN-
BIANCO, Bela (org.). A antropologia das sociedades contemporâneas. São Paulo: Global,
1987. p. 227-344.

GOW, Peter. Da Etnografia à História: Introdução e Conclusão de Of Mixed Blood. Cadernos


de Campo, no prelo.

HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Editora da


UFMG, 2003. cap. 2 e 3

SAHLINS, Marshall. Ilhas de história. Rio de Janeiro: Zahar, 1990. Cap. 5

VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. O mármore e a murta: sobre a inconstância da alma


selvagem. A inconstância da alma selvagem. São Paulo, Cosac & Naify, 2002.

WRIGTH, Robin (org.). Transformando os deuses. Campinas: Ed. Unicamp, 1999. cap. 3 e 4

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BHABHA, Homi. O local da cultura. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1998.

GRUZINSKI, Serge. La pensée métisse. Paris: Fayard, 1999.

HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Editora da


UFMG, 2003.

POMPA, Cristina. Religião como tradução: missionários, Tupi e Tapuia no Brasil colonial.
Bauru: Edusc, 2003.

PRATT, Mary Louise. Os olhos do império: relatos de viagem e transculturação. Bauru:


EDUSC, 1999.

RANGER, Terence. Missionaries, migrants and the Manyika: the invention of ethnicity in
Zimbabwe. In: VAIL, Leroy (ed.). The Creation of Tribalism in Southern Africa. University of
Califórnia, 1988, p. 118- 150.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Antropologia Visual


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Construir uma reflexão sobre as possibilidades do uso da imagem, e mais especificamente,


do cinema, nas pesquisas antropológicas.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Introduzir o aluno em temas do debate antropológico sobre as imagens: Imagens como


instrumento de pesquisa, ou seja a utilização de fotos e vídeos não apenas como registro de
observação, mas também como elementos que permitem a criação de um setting específico
para a pesquisa de campo; Imagens como interlocutores e/ou campo de pesquisa, análise
fílmica, imagens como forma de expressão do conhecimento antropológico, discussão da
categoria filme etnográfico e discussão de experiências etnográficas que se apropriam da
imagem em uma das suas muitas possibilidades.

EMENTA

Esta UC apresenta algumas das questões teóricas e metodológicas mais significativas na


construção do campo da Antropologia visual. Pensar as possibilidades do uso das imagens
na reflexão antropológica implica num primeiro momento entender o discurso cinematográfico
como forma específica de linguagem. Implica também entender a emergência histórica da
Antropologia Visual e verificar as questões metodológicas e epistemológicas que este campo
tem agregado a discussão mais ampla da Antropologia.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade I - Antropologia e Imagem: mapeando o campo

Unidade II - Diálogos entre cinema e etnografia

Unidade III - O filme etnográfico

Unidade IV - Construções e experiências no campo a Antropologia Visual

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALVES, André e SAMAIN, Etienne. Os argonautas do mangue precedido de Balinese


character (re)visitado. Campinas: Editora Unicamp, São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de
São Paulo, 2004.

BANKS, M. & MORPHY, H. (Orgs.). Rethinking visual anthropology. New Haven e Londres:
Yale University Press, 1999

BARBOSA, Andrea, CUNHA, Edgar Teodoro da. Antropologia e Imagem. Rio de Janeiro:
Zahar, 2006.

BARBOSA, CUNHA & HIKIJI (Orgs). Imagem-conhecimento: Antropologia, cinema e outros


diálogos. Campinas: Papirus, 2009, p. 35-60.

CAIUBY NOVAES et alli (orgs.) Escrituras da imagem. São Paulo: Edusp/Fapesp, 2004.

CRAWFORD, Peter. Film as Ethnography. Manchester: Manchester University Press, 1995 pp


116-130.

GONÇALVES, Marco Antonio. O real imaginado - Etnografia, cinema e surrealismo em Jean


Rouch. Rio de Janeiro: Topbooks, 2008.

GRIMSHAW, Anna. The ethnographer's eye. Cambridge: Cambridge University Press, 2001,
pp:90-120.

HOCKINGS, P. Principles of Visual Anthropology. Berlin, New York: Mouton de Gruyter, 1995.

MACDOUGALL, David. Transcultural cinema. Princeton, Princeton University Press, 1998

MARTINS, ECKERT & CAIUBY NOVAES (Orgs). O imaginário e o poético nas Ciências
Sociais. Bauru: Edusc, 2005.

RIBEIRO, José da Silva. Antropologia visual - da minúcia do olhar ao olhar distanciado. Porto,
Edições Afrontamento, 2007.

RUSSEL, Catherine. Experimental Ethnography. Durham e Londres: Falmer Press, 1998

SAMAIN, Etienne. O fotográfico. São Paulo, Hucitec, 1998.

TAYLOR, Lucien (ed.). Visualizing theory. New York: Routledge, 1994

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

LOIZOS, Peter. Innovation in ethnographic film. Chicago: University of Chicago Press, 1993

MOREIRA LEITE, Miriam, Feldman-Bianco, Bela. Desafios da Imagem. Campinas: Papirus,


1998

NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. Campinas: Papirus, 2005.

PIAULT, Marc Henri. Anthopologie et cinema. Paris: Nathan, 2000.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
156

TACCA, Fernando de. A Imagética da Comissão Rondon. Campinas: Papirus, 2001.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Juventude e Práticas Culturais na Metrópole


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O curso tem por objetivo apresentar e discutir uma bibliografia antropológica sobre cidade e
metrópole a partir das principais linhas teóricas que mobilizaram a formação do campo e que
constroem hoje sua referência e também empreender uma discussão de etnografias urbanas
brasileiras recentes, seus temas atuais e recorrentes, focalizando, de forma mais específica,
diferentes práticas culturais juvenis.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

O curso visa introduzir os alunos à reflexão antropológica em contextos urbanos por meio da
formação de um olhar elaborado e voltado para a produção material e simbólica da cidade
como espaço de sociabilidade. O curso pretende também fornecer instrumentos de pesquisa
para realização de etnografias sobre práticas urbanas.

EMENTA

O curso se estrutura em duas grandes partes. Uma primeira na qual serão discutidas
referências teóricas básicas do campo da antropologia urbana e da juventude. Um momento
intermediário será dedicado a questões metodológicas sobre estudos urbanos e juventude em
metrópoles brasileiras. A segunda parte privilegiará discussões teóricas sobre práticas
culturais juvenis e as cotejará com os contextos sociais e políticos em que as identidades e
culturas juvenis se formulam, se fixam e se reelaboram.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade I - A Antropologia urbana e o problema das sociedades complexas : Escola de


Chicago, Interacionismo simbólico, Juventude e práticas culturais

Unidade II - Etnografias urbanas: uma discussão metodológica

Unidade III - Etnografias: identidades, práticas culturais e grupos juvenis

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABRAMO, Helena W. Cenas juvenis, punks e darks no espetáculo urbano. São Paulo, Scritta,
1994.

BECKER, Howard. Outsiders: estudos de sociologia do desvio. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

COSTA, M. R. & SILVA, E. M. Sociabilidade juvenil e cultura urbana. São Paulo, Ed. PUC,
2006.

EISENSTADT, S. N. Grupos etários em sociedades sem parentesco. De geração a geração.


São Paulo, Ed. Perspectiva, 1976.

HERSCHMANN, Michael. Abalando os anos 90. Funk e hip hop. Globalização e estilo
cultural. Rio de Janeiro, Rocco, 1997.

PAIS, José Machado & BLASS, Leila Maria. Tribos urbanas, produção artística e identidades.
Lisboa, ICS, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BARTH, Fredrik. "A análise da cultura em sociedades complexas". In: O guru, o iniciador e
outras variações antropológicas. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2000.

CAMPOS, Ricardo Marnoto de Oliveira Campos. “All City - graffiti europeu como forma de
comunicação”. In: Revista de Antropologia, São Paulo, USP 2008, V. 52 n. 1. pp 11- 46.

CAIAFA, Janice. Movimento punk na cidade: A invasão dos bandos sub. Rio de janeiro:
Zahar, 1985.

COSTA, Márcia Regina. "OS". Carecas de subúrbio. Caminhos de um nomadismo moderno.


Petrópolis, Vozes, 1993.

COSTA, Peri-Oriol et all. Tribus urbanas. Barcelona, Paidós, 1996.

DIÓGENES, Glória. “Inscrições sobre o corpo: violência e mitologia”. In: Cartografias da


cultura e da violência: gangues, galeras e movimento hip hop. São Paulo, Annablume, 1998.

DURHAM, Eunice. “A pesquisa antropológica com populações urbanas: problemas e


perspectivas”. In: CARDOSO, R. (org.) A Aventura antropológica: teoria e pesquisa. Rio de
Janeiro e São Paulo, Paz e Terra, 1997.

GILROY, Paul. “Jóias trazidas da escravidão: música negra e a política de autenticidade”. In:
O Atlântico negro. São Paulo, Ed. 34, 2001.

GOFFMAN, Erving. A representação do Eu na vida cotidiana. Petrópolis: Vozes, 1975.

HALL, Stuart. Da diáspora. Identidades e mediações culturais. Belo Horizonte, Ed. UFMG,
2006.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Administração Pública no Brasil: História, Política e Teoria


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Fornecer ao aluno uma visão ampla da história política da Administração Pública no Brasil, das suas
origens no sistema colonial português até os desenvolvimentos mais recentes.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Pretende-se discutir os processos políticos e os fundamentos teóricos pertinentes à estrutura do


Estado e suas ações no Brasil, que incluem o patrimonialismo, o modelo burocrático, o
desenvolvimentismo, o modelo burocrático-autoritário, as reformas administrativas e a emergência
das políticas de proteção social.

EMENTA

A Unidade Curricular apresenta um panorama da Administração Pública brasileira, apresentando


seus desenvolvimentos e aspectos marcantes do século XVI até o final do século XX. Procura
demonstrar que suas características são resultado tanto do contexto político de cada época, como
das teorias que predominaram para a sua análise.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANDREWS, Christina W.; BARIANI, Edison. Administração Pública no Brasil: breve história política.
(manuscrito submetido à Editora Unifesp), 2009.

COSTIM, Cláudia. A reforma do Estado. Brasília: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos
RECURSOSs Naturais Renováveis, 1997. 33p. (Série Meio Ambiente; no. 5).

DINIZ, Eli R. Uma perspectiva analítica para a reforma do Estado. Lua Nova, v.45, p.29-48, 1998.

FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. 30a ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional,

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
160

2001 (Biblioteca Universitária. Série 2, Ciências sociais, v. 23).

NUNES, Edson. A gramática política do Brasil: clientelismo e insulamento burocrático. Rio de Janeiro:
J. Zahar, 1997. Capítulos 1 a 3 , p. 3-65.

O'DONNELL, Guillermo. Análise do autoritarismo burocrático. Tradução de Cláudia Schilling. Rio de


Janeiro: Paz Terra, 1990. Cap. I, p. 23-63.

PREBISCH, Raúl. O desenvolvimento econômico da América Latina e alguns de seus problemas


principais. In: BIELSCHOWSKY, Ricardo (Org.). Cinquenta anos de CEPAL. V. 1. Rio de Janeiro:
Record, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AMIN, Samir. Desenvolvimento desigual: ensaio sobre as formações sociais do capitalismo periférico.
Rio de Janeiro: Forense Universitaria, 1976. 334 p.

BRASIL, MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO E REFORMA DO ESTADO. Os avanços da reforma da


administração pública ¿ 1995¿1998. Brasília: MARE, 1998 (Cadernos MARE da Reforma do Estado,
n. 15).

CAMPANTE, Rubens Goyatá. O patrimonialismo em Faoro e Weber e a sociologia brasileira. Dados,


v. 46, n. 1, p. 153¿193, 2003.

CARDOSO, Fernando Henrique. Autoritarismo e burocratização. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1975.

CHANG, Ha-Joon. Chutando a escada: a estratégia do desenvolvimento em perspectiva histórica.


São Paulo: Editora da UNESP, 2003.

FERLIE, Ewan; ASHBURNER, Lynn; FITZGERALD, Louise & PETTIGREW, Andrew. New Public
Management in action. Oxford: Oxford Universty Press, 1996.

GRAHAM, Lawrence. Civil service reform in Brazil: Principles versus practice. Austin: University of
Texas Press, Institute of Latin American Studies, 1968.

SALLUM Jr., Brasílio. Liberalismo e desenvolvimentismo no Brasil nos anos 90. In: ARBIX, Glauco,
ZILBOVICIUS, Mauro & ABROMOVAY, Ricardo (Orgs.), Razões e ficções do desenvolvimento. São
Paulo: Editora UNESP; Edusp, 2001, p. 311-347.

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UNIDADE CURRICULAR: Análise de Conjuntura Política


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Refletir sobre o status epistemológico da Análise de Conjuntura Política a partir da perspectiva da


Ciência Política.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Discutir temas e problemas reativos aos métodos de análise de conjuntura.

EMENTA

O curso oferece uma introdução ao método de análise de conjuntura; as Ciências Sociais e a


epistemologia da análise conjuntural; Os fatores econômicos: PIB, Taxa de Desemprego e inflação;
Estudos de casos.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CARDOSO, Fernando Henrique et alli . Visoes da transicao : projeto: A construcao da democracia no


Brasil. .Sao Paulo : CEDEC, 1989.

CNBB. Análise de Conjuntura de Junho de 2010. Datilo.

GRAMSCI, Antonio, 1891-1937. Caderno do Cárcere. 4. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
2006. v. 5.

LENIN. Vladimir,. Que fazer? : as questões palpitantes do nosso movimento. São Paulo: Hucitec,
1978.

MARX, Karl. O dezoito brumário de Louis Bonaparte. 5. ed. São Paulo: Centauro, 2003.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Souza, Herbert José de. Como se faz análise de Conjuntura. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 1993.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CRUZ, Sebastião Velasco. (2000), -Teoria e Método na análise de conjuntura¿. Educação e


Sociedade, ano XXI, nº 72, Agosto.

IUPERJ. (1991), Metodologia e problemas na Análise de Conjuntura. Grupo de Conjuntura. Nº36.


Janeiro.

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UNIDADE CURRICULAR: Estudos Legislativos


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Introduzir os discentes nos temas principais da área de Estudos Legislativos.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Analisar os principais tópicos do debate recente sobre o Legislativo brasileiro e o respectivo debate
em perspectiva comparada

EMENTA

O Congresso Nacional Brasileiro; Dois modelos de organização legislativa: o modelo Inglês e o


Estadunidense; Assembléias Estaduais e Câmaras Municipais: organização, processo legislativo e
representação de interesses. Principais tópicos do debate recente sobre o Legislativo brasileiro e o
respectivo debate numa perspectiva comparada.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABRANCHES, Sergio Henrique. (1973a), O Processo Legislativo : Conflito e conciliação na política


brasileira. Dissertação de mestrado em Sociologia apresentada na Universidade de Brasília.

_____ e SOARES, Gláucio. (1973b), « As Funções do Legislativo ». Revista Brasileira de


Administração Pública. Rio de Janeiro, Vol. 7, pp.73 - 98.

ABREU, Alzira Alves de e DIAS, Jose Luciano de Mattos. (Orgs).O Futuro do Congresso brasileiro.
Rio de Janeiro, Editora FGV.

AMES, Barry. (1986), ¿O congresso e a política orçamentária no Brasil durante o regime


pluripartidário.¿ Dados, Rio de Janeiro. Vol. 29, nº 2. pp. 177-205.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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BAAKLINI, Abdo. (1993), O congresso e o sistema político brasileiro. Rio de Janeiro, Paz e Terra.

BAHIA, Luis Henrique. (1981), ¿Reforma Constitucional, Ordem Política e Desempenho Parlamentar:
Oitava Legislatura¿ In: FLEISCHER, David (org.). Os Partidos Políticos no Brasil. Brasília, Editora
Universidade de Brasília. pp. 275-300.

BRIGAGÃO, Clovis. (1972), Poder e Legislativo no Brasil: análise política da produção legal de 1959
a 1966. Rio de Janeiro, Conjunto Universitário Cândido Mendes. Edições Dados.

FRADE, Laura. (1997), As Bancadas Suprapartidárias no Congresso nacional Brasileiro. Dissertação


de Mestrado em Ciência Política na UnB.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BACKES, Ana Luiza. (2008), ¿Fortalecimento parlamentar de minorias regionais e suas razões¿. In
LEMOS, Leany Barreiro (Org.). (2008), O Senado Federal Brasileiro no Pós-Constituinte [de 1988].
Unilegis. Brasília. pp. 63-84.

BERNARDES, Franco Cesar. (1996), ¿Organização interna da House of Representatives: três


interpretações¿ In Democracia concentrada: estrutura do processo decisório da Câmara dos
Deputados¿. Dissertação de Mestrado em Ciência Política apresentada no Iuperj. Rio de Janeiro. pp.
08-41 e 57-93.

FLEISCHER, David. (1988), ¿O novo pluripartidarismo: perfil socioeconômico da Câmara dos


Deputados (1979 versus 1983).¿ In FLEISCHER, David. (Org.). Da distenção à abertura: as eleições
de 1982. Editora UnB. Brasília. pp. 119-155.

SOARES, Rosinethe Monteiro e BAAKLINI, Aldo. (1975), ¿Uma Instituição viva¿ In O poder
Legislativo no Brasil. CEDOC. Brasília. pp. 23-69.

MULLER, Gustavo. (2002), ¿Instituições e seus jogos ocultos¿ In Um estudo sobre os Padrões
Partidários de Recrutamento para as Comissões Permanentes da Câmara dos Deputados -
1995/1999. Dissertação de mestrado em Ciência Política na UFRGS. Porto Alegre. pp. 24-58.

VOLPE, Ana Paula Sampaio. (2006), ¿O Neo Institucionalismo¿ e ¿Institucionalização Legislativa¿ In


A Construção do Legislativo: o caso da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Dissertação de
mestrado em Ciência Política na UnB. Distrito Federal. pp. 6-55.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Formação do Estado no Brasil


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O objetivo desta disciplina é discutir a construção do Estado brasileiro a partir da independência até a
Revolução de 30

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Discutir temas específicos da disciplina: centralização, descentralização, federação, Estado unitário,


participação política e representação serão discutidos a partir de uma perspectiva histórica e teórica.

EMENTA

O estudo da construção das instituições políticas, na perspectiva escolhida, leva em consideração o


lugar e o tempo de sua construção. O tema da construção da nação, a partir de uma herança colonial
ibérica e da escravidão, assim como os modelos e projeções para o futuro do país e de seu povo,
também serão objeto de análise.

I - A formação dos Estados Nacionais; II - A independência brasileira; III - A construção do Estado no


Império; IV - Fim do Império e proclamação da República; V - A Primeira República no Brasil; VI - A
Revolução de 30 e as transformações do Estado no Brasil.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANDERSON, Benedict (2008). Comunidades Imaginadas. São Paulo: Cia das Letras.

CARVALHO, José Murilo de (1988), Teatro de Sombras: A Política Imperial. Rio de Janeiro: Editora
Vértice/Iuperj.

CARVALHO, José Murilo de (1993). A Formação das Almas: o imaginário da república no Brasil. São
Paulo: Cia das Letras.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
166

CARVALHO, José Murilo de (1998). “Federalismo e centralização no Império Brasileiro” in Pontos e


Bordados: escritos de história e política. Belo Horizonte: Ed. UFMG.

COSTA, Emília Viotti da. Da Monarquia à República: Momentos Decisivos. São Paulo: Unesp, 1999.

COSTA, Wilma P. “A independência na historiografia brasileira” in JANCSÓ, István. (org).


Independência: história e historiografia. São Paulo: Hucitec/Fapesp, 2005.

DOLHNIKOFF, Miriam (2005). O Pacto Imperial: origens do federalismo no Brasil. São Paulo: Ed.
Globo.

HOBSBAWN, Eric. (1990). Nações e Nacionalismo desde 1789: programa, mito e realidade. Rio de
Janeiro: Paz e Terra.

JANCSÓ, István. “A construção dos estados nacionais na América Latina – apontamentos para o
estudo do Império como projeto”, in SZMRECSÁNYI, Tamás e

LAPA, José Roberto do Amaral (orgs.), História Econômica da Independência e do Império. São
Paulo: Hucitec/Fapesp, 1996.

LESSA, Renato (1988). A Invenção Republicana – Campos Sales, as bases e a decadência da


Primeira República brasileira. Rio de Janeiro: Editora Vértice/Iuperj.

MATTOS, Ilmar Rohloff de (1990) O Tempo Saquarema – A formação do Estado Imperial. São Paulo:
Editora Hucitec.

MELLO, Evaldo Cabral de. A outra Independência. O federalismo pernambucano de 1817 a 1824.
São Paulo: Editora 34, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALONSO, Ângela. (2002). Idéias em Movimento: a geração de 1870 e a crise do Império. São Paulo:
Paz e Terra/ANPOCS.

BOSI, Alfredo (1992). Dialética da colonização. São Paulo: Cia. das Letras.

CASTRO, Celso. (1995). Os Militares e a República. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor

FERNANDES, Florestan. (1976). A Revolução Burguesa no Brasil. Rio de Janeiro: Zahar Editores.

FERNANDES, Maria Fernanda L. (2008). A Esperança e o Desencanto: Silva Jardim e a República.


São Paulo: Humanitas/Fapesp.

FERREIRA, Gabriela Nunes (1999). Centralização e Descentralização no Império: o debate entre


Tavares Bastos e visconde de Uruguai. São Paulo: Editora 34.

FURTADO, Celso (1972). Formação Econômica do Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional.

LAMOUNIER, Bolívar. “Formação de um pensamento político autoritário na Primeira: República. Uma


interpretação”, in Boris Fausto (coord.), O Brasil Republicano – Sociedade e Instituições (1889-1930),
vol. 9, tomo III de História Geral da Civilização Brasileira. São Paulo: Difel, 1985.

LEAL, Vitor Nunes (1997). Coronelismo, enxada e voto: o município e o sistema representativo no
Brasil . Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
167

PAIM, Antonio “A discussão do Poder Moderador no Segundo Império”. Em Curso de Introdução ao


Pensamento Político Brasileiro, Brasília: Ed da UNB, 1982. vol 2.

PRADO JR, Caio. Evolução Política do Brasil. São Paulo: Editora Brasiliense, 1980.

SCHWARZ, Roberto (1995). Ao vencedor as batatas. São Paulo: Duas Cidades.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
168

UNIDADE CURRICULAR: Liberalismo Político e seus Críticos


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

A disciplina “O liberalismo político e seus críticos” tem o propósito de explorar conceitualmente e


delimitar a identidade política da ampla tradição liberal.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Aprofundar os textos e autores fundantes, analisando sua evolução histórica até as vertentes liberais
contemporâneas, explorando e procurando articular as tensões e diálogos teóricos entre o liberalismo
e algumas das tradições que com ele rivalizam.

EMENTA

I – Fundações
a) Hobbes e a liberdade negativa;
b) John Locke e os fundamentos da normatividade liberal.
c) Tolerânca religiosa e limitação do poder.

II - Evoluções
a) Constant e a liberdade dos modernos;
b) O jovem Marx: dois gêneros de críticas aos direitos e liberdades liberais;
c) John Stuart Mill e a defesa da liberdade;
d) Isaiah Berlin: a liberdade afirmada e contida;
e) A crítica schmittiana ao liberalismo.

III - Questões contemporâneas


a) John Rawls e a justiça distributiva;
b) Nozick e a reação ao neoliberal ao liberalismo igualitário.
c) Críticas contemporâneas: o comunitarismo.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BERLIN, Isaiah. -Dois Conceitos de Liberdade- in: Estudos sobre a Humanidade --Uma Antologia de
Ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 2.002.

CONSTANT, Benjamin. -Da liberdade dos antigos comparada à dos modernos-, in: Filosofia Política
2. Porto Alegre: L&PM, 1985.

HOBBES, Thomas. Leviatã. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

LOCKE, John. Dois tratados sobre o governo. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

LOCKE, John. Cartas sobre a tolerância. São Paulo: Hedra, 2007

MACINTYRE, Alasdair. Justiça de Quem? Qual Racionalidade? São Paulo: Edições Loyola, 1991.

MARX, Karl. A Questão Judaica. São Paulo: Edições Moraes, 1.991.

MILL, John Stuart. Sobre a Liberdade. Petrópolis: Vozes, 1.991.

NOZICK, Robert. Anarchy, State and Utopia. Nova Iorque: Basic books, 1.974.

RAWLS, John. A Theory of Justice. Cambridge (EE. UU.): Harvard: University Press, 1.971.[Edição
brasileira: RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. São Paulo: Martins Fontes, 1.997.]

____________. O Liberalismo Político. São Paulo: Ática, 2.000.

SCHMITT, Carl. O conceito do político. Petrópolis: Vozes, 1992.

_____________. A crise da democracia parlamentar. São Paulo: Scritta, 1996.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BELLAMY, Richard. Liberalismo e Sociedade Moderna. São Paulo: Editora Unesp, 1994.

BOBBIO, Norberto. Liberalismo e Democracia. (Sexta edição). São Paulo: Brasiliense, 1994.

CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil - o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2006.

DWORKIN, Ronald. Law's Empire. Cambridge (Massachusetts): Harvard University Press, 1986.

EAGLETON, Terry. Marx e a Liberdade. São Paulo: Editora Unesp, 1999.

GRAY, John. Liberalismo. Madri: Alianza Editorial, 1994.

HARTOG, François. -Da Liberdade dos Antigos à Liberdade dos Modernos: o Momento da Revolução
Francesa¿, in: NOVAES, Adauto. O Avesso da Liberdade (organizador). São Paulo: Companhia das
Letras, 2.002.

MACPHERSON, C. B. A teoria politica do individualismo possessivo de Hobbes ate Locke.Rio de


Janeiro: Paz e Terra, 1979.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
170

MARSHALL, T. H. -Cidadania e classe social-. In: Cidadania, classe social e status. Rio de Janeiro:
Zahar, 1967

MILL, John Stuart. Capítulos sobre o Socialismo. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo,
2001.

SANDEL, Michael S. El Liberalismo e los Límites de la Justicia. Bracelona: Gedisa, 2000.

SKINNER, Quentin. Liberdade antes do liberalismo. São Paulo: Editora Unesp, 1999.

________________. Hobbes e a liberdade republicana. São Paulo: Editora Unesp, 2010.

VITA, Álvaro de. Justiça Liberal - Argumentos Liberais contra o Neoliberalismo. São Paulo: Paz e
Terra, 1993.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Política e Direitos Humanos


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Em linhas gerais, a disciplina Política e Direitos Humanos pretende introduzir os alunos ao tema dos
direitos humanos, a partir do ponto de vista da ciência política.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Aprofundar os temas específicos da disciplina, no que diz respeito aos princípios teóricos, bem como
no que tange o debate contemporâneo

EMENTA

1. os princípios teóricos que embasam a discussão contemporânea sobre os direitos humanos; 2. o


histórico de violações de direitos humanos no Brasil; 3. o desafio de implementar os direitos e traduzir
os princípios de direitos humanos em políticas públicas; 4. o debate contemporâneo sobre a justiça
de transição e a revisão das leis de anistia.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BENEVIDES, M. V. -Os direitos humanos como valor universal.- In Lua Nova, Nº 34. São Paulo:
Cedec, 1994.

BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Campus, 1992.

CARVALHO, José Murilo de. A Cidadania no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004.

DEVINE, C., HANSEN, C. R., WILDE, R. Direitos Humanos: Referências Essenciais. São Paulo:
Edusp, 2007.

HUNT, Lynn. Inventing human rights. New York: W. W. NORTON & Company, 2007.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
172

JELIN, E., HERSHBERG, E. Construindo a Democracia: Direitos Humanos, Cidadania e Sociedade


na América Latina. São Paulo: Edusp, 2006.

MARSHALL, T. H. Cidadania, Classe Social e Status. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.

PINHEIRO, Paulo Sérgio (orgs.) Brasil - Um século de transformações. São Paulo: Companhia das
Letras, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ARENDT, H. Origens do Totalitarismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

BENNETT, A. The Geneva Convention. Phoenix Mill: Sutton, 2006.

BLOOMFIELD, David, BARNES, Teresa, HUYSE, Luc (Eds.). Reconciliation After Violent Conflict: A
Handbook. Stockholm: Idea, 2005.

COMPARATO, F. K. A Afirmação Histórica dos Direitos Humanos. São Paulo: Saraiva, 2003.

DE GREIFF, P. (Org.) The Handbook of Reparations. New York: Oxford University Press, 2006.

DONNELLY, J. Universal Human Rights in Theory & Practice. Ithaca and London: Cornell University
Press, 1989.

ELSTER, J. Closing the Books - Transitional Justice in Historical Perspective. Cambridge, Cambridge
University Press, 2004.

GAUCHET, M. La révolution des droits de l'homme. Paris: Gallimard, 1989.

KYMLICKA, Will. Multicultural Citizenship. Oxford: Clarendon Press, 1995.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
173

UNIDADE CURRICULAR: Regimes Políticos e Política Comparada


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Fornecer aos alunos uma ampla visão de uma das principais abordagens da Ciência Política na
literatura internacional, tal como se constituiu historicamente o campo da Política Comparada.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Mostrar como o legado dessa área pode ser empregado no o exame da política nos diversos países
do mundo.

Introduzir o estudo das instituições políticas brasileiras por meio da perspectiva comparativista, de
modo a dar saliência aos aspectos críticos do funcionamento do sistema político nacional.

EMENTA

O método comparativo; regimes políticos e suas explicações: pRECURSOSres. A Teoria da


Modernização e seu impacto na Ciência Política; as “crises e sequencias” do paradigma do
Desenvolvimento Político; os golpes militares e a formação das explicações alternativas em Política
Comparada. O estudo dos regimes autoritários. A literatura sobre as transições políticas e o novo
paradigma para o comparativismo. A questão da consolidação das novas democracias; o problema
da “ingovernabiidade” dos novos sistemas políticos: democracias consociativas vs. democracias
majoritárias; a crítica à concepção schumpeteriana de democracia: democracia “dos políticos” vs.
democracia “do povo”. Panorama atual da Ciência Comparada.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

LIJPHART, A. Modelos de democracia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

NICOLAU, J. Sistemas eleitorais. Rio de Janeiro: FGV, 2012.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
174

___________. (org.) Instituições representativas no Brasil. Belo Horizonte: UFMG, 2007.

PANEBIANCO, A. Modelos de partidos. Organização e poder nos partidos políticos. políticos. São
Paulo: Martions Fontes, 2005.

SARTORI, G. Engenharia constitucional. Brasília: UnB, 1996.

___________. Partidos e sistemas partidários. Rio de Janeiro: Zahar, 1976.

TSEBELIS, G. Jogos ocultos: escolha racional no campo da política comparada. São Paulo: EdUSP,
1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

IMMERGUT, E. “As regras do jogo: a lógica das políticas de saúde na França, na Suíça e na Suécia”.
Revista Brasileira de Ciências Sociais, . Disponível em
http://www.anpocs.org.br/portal/publicacoes/rbcs_00_30/rbcs30_13.htm

LIMA Jr., Olavo Brasil. Instituições políticas democráticas. Rio de Janeiro: Zahar, 1997.

PINHEIRO, P. S. (org.) O Estado autoritário e movimentos populares. São Paulo:Paz e Terra, 1978.

TSEBELIS, G. “Processo decisório em sistemas políticos: veto players no presidencialismo,


parlamentarismo, multicameralismo e pluripartidarismo”. Revista Brasileira de Ciências Sociais, vol.
12, nº 34, junho de 1997.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Representação em Partidos Políticos


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

OBJETIVOS ESPECíFICOS

EMENTA

Representação Política; Participação Política; Partidos Políticos; Sistemas Partidários; Filiação


Partidária; Organização partidária; Financiamento de partidos; Clivagens; Partidos e mobilização
política; Partidos e eleições; Partidos e formação de governos; Partidos e representação de
interesses; Partidos no Brasil; Sistemas Eleitorais; Sociologia Eleitoral.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CERRONI, Umberto. Teoria do Partido Político. São Paulo: Livraria Editora Ciências Humanas, 1982.

DUVERGER, Maurice. Os Partidos Políticos. São Paulo: Zahar, 1970.

KINZO, Maria D'Alva; BRAGA, Maria do Socorro de Sousa. Eleitores e representação partidária no
Brasil. São Paulo: Humanitas, 2007.

LAMOUNIER, Bolívar; MENEGUELLO, Rachel. Partidos Políticos e Consolidação Democrática: o


caso brasileiro. São Paulo: Brasiliense, 1986.

MICHELS, Robert. Sociologia dos Partidos Políticos. Brasília: UnB, 1982.

PANEBIANCO, Angelo. Modelos de Partido. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

PITKIN, Hanna Fenichel. Representação: Palavras, Instituições e Idéias. In: Lua Nova, n° 67, 2006.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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SARTORI, Giovanni. Partidos e Sistemas Partidários. Brasília: Ed. UnB, 1982.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

LAPALOMBARA, Joseph; WEINER, Myron (Eds.). Political Parties and Political Development.
Princeton: Princeton University Press, 1966.

LIPSET, S. M.; ROKKAN, Stein (Eds.). Party Systems and Voter Alignments. New York: Free Press,
1967.

MIGUEL, Luiz Felipe. Representação política em 3-D: elementos para uma teoria ampliada da
representação política. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, São Paulo, v. 18 n. 51, p. 123-140,
fev. 2003.

PERES, Paulo. Revisitando a ¿Teoria Geral¿ dos Partidos Políticos de Maurice Duverger. In: Revista
Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais, nº 68, 2º Semestre, 2009, pp. 17-58.

SHAPIRO, Ian; STOKES, Susan C.; WOOD, Elisabeth Jean; KIRSHNER, Alexander S. (Eds.).
Political Representation. Cambridge: Cambridge University Press, 2009.

SINGER, André. Esquerda e Direita no Eleitorado Brasileiro. São Paulo: Edusp, 1999.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Teoria Política Feminista no debate público


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Apresentar algumas das principais temáticas da teoria política feminista contemporânea.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Articular a teoria política feminista com temas polêmicos do debate público brasileiro e internacional.

EMENTA

I. Liberalismo Político. II. Feminismo e Marxismo. III. Teoria Crítica e feminismo. IV Feminismo
Transnacional V. A crítica feminista como performance. VI. A mulher como o Outro.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BEAUVOIR, S O Segundo Sexo.. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. V. 1.

BENHABIB, S. e Cornell, D. Além da Política de gênero in Feminismo como crítica da modernidade.

FRIEDAN. B. A mística feminina. Petrópolis, RJ: Ed. Vozes Ilimitada, 1971.

BUTLER, J. Problema de gênero. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

FRASER, N. Da redistribuição ao reconhecimento: dilemas da justiça numa era pós-socialista in


Cadernos de Campo. São Paulo, V. 15, n. 14-15. Jan.-Dez-2006.

FRASER, N. Mapeando a imaginação feminista: da redistribuição ao reconhecimento e à


representação. Revista de Estudos Feministas: Florianópolis, 15(2): 291-308, maio-agosto-2000.

NICHOLSON, L. Feminismo e Marx: integrando parentesco com Economia in Feminismo como crítica

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
178

da modernidade. Rio de Janeiro: Ed. Rosa dos Tempos, 2001.

PATEMAN, Carole. O contrato sexual. São Paulo: Paz e Terra, 1993.

PINTO, Celi. Uma história do feminismo no Brasil. São Paulo: Editora Perseu Abramo, 2003.

RUBIN, Gayle. O Tráfico de Mulheres: notas sobre a "economia política" do sexo. Recife: Ed. SOS-
Corpo, 1993.

SARTI, C. O feminismo brasileiro desde os anos 1979: revisitando uma trajetória in Revista de
Estudos Feministas, V. 12, n.2. Florianópolis, maio-ago, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BENHABIB. Claims of Culture: equality and diversity in the Global Era, Princeton: Princeton University
Press, 2002.

BUTLER, Judith. Bodies that matter: on the discursive limits of `sex. New York: Routledge, 1993.

BUTLER, J.. Variações sobre sexo e gênero: Beauvoir, Wittig and Foucault in Benhabib, S. e Cornell,
Drucilla (ed)Feminismo como crítica à modernidade. Rio de Janeiro: Ed. Rosa dos Tempos, 2001.

BUTLER, Judith. Undoing Gender. New York: Routledge, 2004.

CÔRREA, Mariza. Do feminismo aos estudos de gênero no Brasil: um exemplo pessoal in Dossiê:
Feminismo em questão, questões do Feminismo. Cadernos Pagu (16) 2001.

CYFER, Ingrid . " Igualdade de Gênero em Martha Nussbaum". Revista de Sociologia e Política
(UFPR. Impresso), 2010.

FOUCAULT, M. História da Sexualidade. São Paulo, Graal, 2006.

FOUCAULT. M. Ética, Sexualidade, Política. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004.

FRASER, N. Fraser. Heterosexism, misrecogntion and capitalism: a response to Judith Butler. Social
Text 52-53, Vol 15n. 3. Fall-winter, 1997.

PATEMAN, Carole (1992). Participação e Teoria Democrática. São Paulo: Paz e Terra.

PINTO, Céli. Nota sobre a controvérsia Fraser-Honneth informada pelo cenário brasileiro. Lua Nova:
Revista de Cultura e Política, 2008.

SMITH, G. Bonnie, Gênero e História: Homens, mulheres e prática histórica. São Paulo:EDUSC,
2003.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Marketing Eleitoral


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Introduzir os alunos nas questões principais da literatura de Marketing Político no Brasil..

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Articular o conhecimento de Marketing Eleitoral com a questão da Internet e da Legislação Eleitoral


brasileira.

EMENTA

Conceitos de Marketing Político. Teoria Política e Teoria da Comunicação. Jornalismo e assessoria de


imprensa. Os principais meios tradicionais de comunicação: Rádio, Jornal e Televisão. Pesquisas
Qualitativas, Quantitativas e a propaganda eleitoral. Legislação Eleitoral. Análise de casos de
Marketing na História Eleitoral do Brasil. O uso da internet nas campanhas: e-mails, Blogs, Twitter e
home-pages. Estudos de casos: o moderno marketing político no Brasil, caso Collor (1989); e o uso
da Internet como divulgação eleitoral na mídia, caso Obama (2008).

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Marketing e Marketing Político


2. Comunicação e Política
3. Jornalismo, mídia e campanhas eleitorais
4. Pesquisa de Opinião por cotas e grupos focais
5. A questão do horário eleitoral gratuito
6. O controverso uso da internet na campanha eleitoral
7. Estudos de casos: Obama (2008), Collor e Lula (1989).

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FIGUEIREDO, Rubens. (1995), Marketing Político. São Paulo, Brasiliense.

LOPES, Boanerges. (1994), Assessoria de Imprensa. São Paulo, Brasiliense.

MATOS, Heloiza (Orgs). (1994), Mídia, Eleições e Democracia. Scritta, São Paulo.

MONTEIRO, Geraldo Tadeu Moreira. (2004), Manual Prático de Campanha Eleitoral. Gramma
Livraria e Editora, Rio de Janeiro.

SILVA, Carlos Eduardo Lins da. (2002), O Marketing Eleitoral. São Paulo, Publifolha.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FIGUEIREDO, Rubens e MALIN, Mauro. (Orgs). (1994), A Conquista do Voto. São Paulo, Brasiliense.

____________ e FIGUEIREDO, Jose Rubens de Lima. (1990), Como Ganhar uma Eleição. Cultura
Editores Associados, São Paulo.

TRAVANCAS, Isabel Siqueira. (1993), O Mundo dos Jornalistas. Summus Editoral, São Paulo.

PACHECO, Cid, (et alli). (1998), Voto é Marketing?. Irradiação Cultural, Rio de Janeiro.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Pensamento Político e Social Brasileiro


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O objetivo do curso de Pensamento Político e Social Brasileiro é apresentar ao aluno alguns dos
chamados cânones do pensamento político e social brasileiro, tais como Oliveira Vianna, Sergio
Buarque, Gilberto Freyre, Caio Prado Jr. e Raymundo Faoro, e familiarizá-lo com uma forma diferente
de se pensar o Brasil, basicamente por meio das leituras das obras desses autores. É importante
lembrar que trabalharemos com ensaios, com reflexões de caráter global que, a partir da
institucionalização do saber universitário, em meados do século XX, tornaram-se cada vez mais
rarefeitas.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Ler e interpretar algumas das obras clássicas do pensamento político brasileiro.

EMENTA

Breve histórico das questões nacionais (Império). Gilberto Freyre. Oliveira Vianna. Sérgio Buarque de
Holanda. Caio Prado Jr. Raymundo Faoro. Abordagens relacionadas à pesquisa e ao ensino a partir
das diversas fontes bibliográficas utilizadas na disciplina.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1.As questões nacionais no século XIX

● Escravidão e Abolição
● Centralização e Descentralização

2.As interpretações do Brasil

 Casa-Grande e Senzala Gilberto Freyre


 Instituições Políticas Brasileiras Francisco de Oliveira Vianna
 Raízes do Brasil Sergio Buarque de Holanda
 Formação do Brasil Contemporâneo: Colônia Caio Prado Jr.
 Os Donos do Poder Raymundo Faoro

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FAORO, Raymundo. Os Donos do Poder. Rio de Janeiro: Ed. Globo, 1958.

FREYRE, Gilberto. Casa-Grande e Senzala. Rio de Janeiro: Record, 1994.

HOLANDA, Sérgio B. de. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2006.

OLIVEIRA VIANNA, F. J. de. Instituições Políticas Brasileiras. São Paulo: Edusp; Belo Horizonte:
Itatiaia; Niterói: Ed. UFF, 1987. (2 volumes)

PRADO JR., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo: Colônia. São Paulo: Brasiliense,

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ARAÚJO, Ricardo Benzaquen. Guerra e paz: Casa-grande e senzala e a obra de Gilberto Freyre nos
anos 30. Rio de Janeiro, Editora 34, 1994.

BASTOS, Élide. R. & MORAES, João Q. de. (orgs.). O Pensamento de Oliveira Vianna. Campinas:
Ed. da Unicamp, 1998.

CANDIDO, Antonio. (org.) Sérgio Buarque de Holanda e o Brasil. São Paulo: Fundação Perseu
Abramo, 1998.

DUARTE, Nestor. A Ordem Privada e a Organização Política Nacional. São Paulo: Companhia
Editora Nacional, 1939.

FAORO, Raymundo. Existe um pensamento político brasileiro? São Paulo: Ática, 1994.

LAMOUNIER, Bolívar. “A Formação de um Pensamento Político Autoritário na Primeira República:


uma interpretação” In: FAUSTO, Boris. (org.). História Geral da Civilização Brasileira - Tomo III: O
Brasil Republicano - Volume 2: Sociedade e Instituições. 5ª ed. São Paulo: Difel, 1985.

MICELI, Sérgio (org.). O que ler nas ciências sociais brasileiras (1970 - 1995). V. ii. São Paulo,
Editora Sumaré, 1999.

MOTA, Lourenço D. (org.) Introdução ao Brasil: um banquete no trópico. São Paulo: Senac, 1999 (1º
vol.) e 2000 (2º vol.)

PIVA, Luiz Guilherme. Ladrilhadores e semeadores. São Paulo: Editora 34, 2000.

Revista Lua Nova “Pensar o Brasil”- n. 54. São Paulo: Cedec, 2001.

Revista USP. “Dossiê intérpretes do Brasil - anos 30”, n. 38. São Paulo: 1998.

RICUPERO, Bernardo. Sete Lições sobre as Interpretações do Brasil. São Paulo: Alameda, 2007.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
183

SANTIAGO, Silviano. Intérpretes do Brasil. São Paulo: Nova Aguilar, 2002 (3 volumes)

TORRES, Alberto. A organização nacional. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1978.

VIANNA, Luiz Werneck. “Weber e a interpretação do Brasil”. In: Novos Estudos CEBRAP, n. 53, 1999.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
184

UNIDADE CURRICULAR: Teorias da Democracia - Os Debates Contemporâneos


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Apresentar uma revisão das principais teorias contemporâneas de democracia e seu


desenvolvimento teórico.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Introduzir os alunos no debate contemporâneo envolvendo as teorias realistas e normativas de


democracia.

EMENTA

O debate contemporâneo sobre as teorias da democracia envolve duas vertentes claramente


distintas. De um lado, as chamadas teorias realistas (ou empíricas) de democracia e, de outro as
teorias normativas. No entanto, pode-se notar que nem as teorias realistas estão despidas de
componentes normativos, nem as teorias normativas estão isentas de pressupostos sobre a
realidade empírica. A partir do confronto entre as duas abordagens, a disciplina segue com a
discussão das principais abordagens da vertente normativa, apontando suas convergências e
divergências teóricas.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I - As concepções realistas e liberais


- Pluralismo e poliarquia;
- Modelos majoritário e consensual;
- Democracia delegativa;
- O liberalismo e as duas concepções de liberdade;

II - A crítica ao modelo liberal-pluralista


- Democracia deliberativa;
- Comunitarismo;
- Republicanismo contemporâneo;
- Política do reconhecimento.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BENHABIB, Sheila. “Sobre um modelo deliberativo de legitimidade democrática”. In: WERLE,


Denilson; MELO, Rúrion Soares, Democracia deliberativa. São Paulo: Editora Singular, Esfera
Pública, 2007. p. 45-79.

CONSTANT, Benjamin. Da liberdade dos antigos comparada a dos modernos. Revista Filosofia
Política, n. 2, 1985. Disponível em: <http://www.caosmose.net/
candido/unisinos/textos/benjamin.pdf>. Acesso em: 25 fev. 2009.

ELSTER, Jon. O mercado e o fórum: três variações na teoria política. In: WERLE, Denilson; MELO,
Rúrion Soares, Democracia deliberativa. São Paulo: Editora Singular, Esfera Pública, 2007. p. 223-
251.

DAHL, Robert. Poliarquia: participação e oposição. São Paulo: EDUSP, 1997.

HABERMAS, Jürgen. “Três modelos normativos de democracia”. Lua Nova, n.36: 39-53, 1995.

LIJPHART, Arend. Modelos de democracia: desempenho e padrões de governo em 36 países. Rio de


Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

MANIN, Bernard. “Legitimidade e deliberação política”. In: WERLE, Denilson; MELO, Rúrion Soares,
Democracia deliberativa. São Paulo: Editora Singular, Esfera Pública, 2007. p. 15-45.

MELO, Marcos André. “Republicanismo, liberalismo e racionalidade”. Lua Nova, n. 55-56, p. 57-84,
2002.

O'DONNELL, Guilhermo. “Democracia delegativa?”. In: Novos Estudos CEBRAP, n. 31, p. 25-40,
1991.

PATEMAN, Carole. Participação e teoria democrática. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.

VIROLI, Maurizio. Republicanism. New York: Hill and Wang, 1999. Cap. 4.

WALZER, Michael. “Deliberação, e o que mais?” In: WERLE, Denilson; MELO, Rúrion Soares,
Democracia deliberativa. São Paulo: Editora Singular, Esfera Pública, 2007. p. 299-312.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

GUTMAN, Amy. Review: Communitarian Critics of Liberalism. In: Philosophy and Public Affairs, v. 14,
n.. 3, p. 308-322, 1985.

SILVA, Ricardo. “Liberdade e lei no neo-republicanismo de Skinner e Pettit”. In: Lua Nova 2008, n.74,
p. 151-194, 2008.

SOUZA, Jessé. “Charles Taylor e a teoria crítica do reconhecimento”. In: A modernização seletiva:
uma reinterpretação do dilema brasileiro. Brasília: Editora da UNB, 2000.

WALZER, Michael. “The communitarian critique of liberalism”. Political Theory, v. 18, n. 1, p. 6-23,
1990.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Introdução ao Pensamento Marxista - O Marxismo Ocidental


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Analisar o surgimento e desenvolvimento de uma das principais correntes teóricas do marxismo, o


marxismo ocidental; o objetivo será situar historicamente o corpo de sua obra teórica e assinalar as
coorde nadas que definem sua unidade.

EMENTA

O curso buscará entender o surgimento e desenvolvimento do marxismo ocidental. A obra dos


autores que compõe esta corrente constituiu uma configuração intelectual nova e original dentro do
desenvolvimento do materialismo histórico. A partir destes autores o marxismo se converteu num tipo
de teoria que em certos aspectos críticos era bastante diferente do marxismo de Marx e Engels; em
particular os temas e preocupações característicos do conjunto de autores considerados se
afastaram de maneira significativa, numa transformação que foi ao mesmo tempo geracional e
geográfica

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I - O marxismo dos fundadores (Marx e Engels)


II - O marxismo como filosofia da práxis (Gramsci)
III - A teoria crítica da Escola de Frankfurt (Adorno e Horkheimer)
IV - O pensamento de Lukács e a Escola de Budapeste (Lukács)
V - O marxismo francês (Althusser e Sartre)

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

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187

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ADORNO, T. e HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.

ALTHUSSER, L. La revolución teórica de Marx. México: Siglo XXI, 1985.

ANDERSON, P. Considerações sobre o marxismo ocidental; nas trilhas do materialismo histórico.


São Paulo: Boitempo, 2004.

BORON, A. A.; AMADEO, J. E GONZÁLEZ, S. A teoria marxista hoje. Problemas e perspectivas. São
Paulo: Expressão Popular, 2007.

GRAMSCI, A. Cadernos do cárcere. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, Vols. I-V, 1999-2002.

LUKÁCS, G. História e consciência de classe [Tradução de Rodnei Nascimento]. São Paulo: Martins
Fontes, 2003.

MARX, K. e ENGELS, F. A ideologia alemã. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.

MARX, K. e ENGELS, F. Manifesto Comunista. São Paulo: Boitempo, 2005.

MARX, K. Manuscritos econômico-filosóficos. São Paulo: Boitempo, 2004.

MARX, K. O XVIII Brumário de Luis Bonaparte. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

SARTRE, J-P. Crítica da razão dialética. Rio de Janeiro, DP&A Editora, 2002.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ARATO, A. e BREINES, P. El joven Lukács y los orígenes del marxismo occidental. México: Fondo de
Cultura Económica, 1986.

BENSAÏD, D. Marx, o intempestivo: grandezas e misérias de uma aventura crítica (séculos XIX e XX).
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999.

HONNETH, A. Luta por reconhecimento: A gramática moral dos conflitos sociais [Tradução de Luiz
Repa]. São Paulo: Editora 34, 2003.

JAY, M. A imaginação dialética: História da Escola de Frankfurt e do Instituto de Pesquisas Sociais


(1923-1950). Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008.

KORSCH, K. Marxismo e filosofia. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2008.

LÖWY, M. Romantismo e messianismo. Ensaios sobre Lukács e Walter Benjamin. São Paulo:
Perspectiva, 1990.

MÉSZÁROS, I. Para além do capital. Rumo a uma teoria da transição. São Paulo: Boitempo, 2002.

MONDOLFO, R. Marx y marxismo. Estudios históricos-críticos. México: Fondo de Cultura Económica,


1960.

QUARTIM DE MORAES, J. (ORG). História do marxismo no Brasil. Campinas, SP: Editora da


Unicamp, 2007. 2 volumes.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Estado e Religião na Teoria Política Contemporânea


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Familiarizar os alunos com uma discussão normativa central para a teoria política contemporânea: a
da neutralidade religiosa do Estado.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

A disciplina explorará os antecedentes, as origens, os fundamentos teóricos, as razões históricas e a


evolução da separação entre Estado e religião. Num segundo momento didático, o foco analítico
passará à teoria política contemporânea, marcada pelo diálogo e pelas tensões entre liberais e
comunitaristas, em cujo núcleo está a controvérsia sobre a viabilidade e desejabilidadede um Estado
neutro em face das concepções de boa vida.

EMENTA

-A religião como cimento social republicano;


-A ruptura lockeana;
-A tolerância no pensamento liberal contemporâneo;
-O debate entre liberais e comunitaristas;
-Modelos e alcances da laicidade;

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CATROGA, Fernando. Entre Deuses e Césares - secularização, laicidade e religião civil - uma
perspectiva histórica. Lisboa: Almedina, 2006.

DWORKIN, Ronald. Uma questão de Princípio. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

FORST. Os limites da tolerância, in: Novos estudos - CEBRAP, São Paulo, número 84, 2009.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
190

HABERMAS, Jürgen. Direito e Dermocracia - entre faticidade e validade. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 1997.

MACINTYRE, Alasdair. Justiça de Quem? Qual Racionalidade? São Paulo: Edições Loyola, 1991.

NUSSBAUM, Marta. Libertad de conciencia - contra los fanatismos. Barcelona: Tusquet Editores,
2009.

RAWLS, John. A Theory of Justice. Cambridge (EE. UU.): Harvard: University Press, 1.971.[Edição
brasileira: RAWLS, John. Uma Teoria da Justiça. São Paulo: Martins Fontes, 1.997.]

____________. O Liberalismo Político. São Paulo: Ática, 2.000.

____________. Justiça como equidade - uma reformulação. São Paulo; Martins Fontes, 2003.

SANDEL, Michael S. El Liberalismo y los Límites de la Justicia. Bracelona: Gedisa, 2000.

TAYLOR, Charles. ¿Propósitos entrelaçados: o debate liberal-comunitário¿, in: Argumentos


filosóficos. São Paulo: Edições Loyola, 2000, pp. 197-220.

VITA, Álvaro de. -Sociedade democrática e tolerância liberal-, in: Novos estudos - CEBRAP, São
Paulo, número 84, 2009 (disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-
33002009000200005&script=sci_arttext).

_____________. ¿Uma Concepção Liberal-Igualitária de Justiça Distributiva¿, in: Revista Brasileira


de Ciências Sociais, volume 14, número 39, fevereiro de 1999.

WALZER, Michael. Da Tolerância. Martins Fontes, 1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

DWORKIN, Ronald. Law's Empire. Cambridge (Massachusetts): Harvard University Press, 1986.

________________. Freedom's Law: The Moral Reading of the American Constitution. Harvard
University Press, 1996.

________________. Sovereign Virtue: The Theory and Practice of Equality. Harvard University Press,
2000.

KURU, Ahmet T. Secularism and State policies toward religion. Nova Iorque: Cambridge University
Press, 2009.

KYMLICKA, Will. Filosofia Política Contemporânea. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

NOZICK, Robert. Anarchy, State and Utopia. Nova Iorque: Basic books, 1974, capítulo VII (tentar-se-á
colocar a edição brasileira --esgotada na editora-- à disposição dos alunos: NOZICK, Robert.
Anarquia, Estado e Utopia. Rio de Janeiro: Zahar, 1991).

VITA, Álvaro de. Justiça Liberal ¬_ Argumentos Liberais contra o Neoliberalismo. São Paulo: Paz e
Terra, 1993.

_____________. A Justiça Igualitária e seus Críticos. São Paulo: Editora Unesp, 2000.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
191

UNIDADE CURRICULAR: Teoria Constitucional e Processos Constituintes: a Trajetória Político-


Institucional do Brasil
o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Trata-se de apresentar, discutir e analisar, junto aos alunos, o problema constitucional do Brasil,
tomado em perspectiva histórica. O recurso à diacronia permitirá discutir tal problema evidenciando
as suas distintas materializações em cada fase da trajetória política brasileira, desde a Primeira
República até a contemporaneidade.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Tenciona-se colocar em evidência, em termos analíticos, a questão da boa organização institucional


da pólis, examinando e discutindo aspectos decisivos englobados na Teoria Constitucional

EMENTA

I - Teoria Constitucional: Poder Constituinte: poder originário e poder derivado; legalidade e


legitimidade; Representação Política e Poder Constituinte; Conceitos de Constituição (jurídico,
sociológico, político; Constituição formal e Constituição material); Constituições na história (Magna
Carta; Constituição americana; Constituições francesas; Ideologias políticas e modelos
constitucionais: Estado liberal e a Constituição sintética; Estado Social e Constituições analíticas; as
Constituições européias do pós-guerra e a Constituição Dirigente; Carl Schmitt e o Estado de
Exceção: o direito do inimigo.

II - História Constitucional do Brasil: um problema crônico: o déficit de soberania popular; a


Constituinte de 1823 e o Poder Moderador no Império; o ultrafederalismo e a política dos
governadores da Constituição de 1891; nacionalismo e corporativismo na CF 34; a -Polaca- de 1937
e os juristas autoritários; a experiência democrática na Constituição liberal de 1946; as Constituições
dos militares (1967 e 1969); a longa Constituinte e a Constituição-Cidadã de 1988.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I - TEORIA CONSTITUCIONAL

1. Poder Constituinte
1.1 Soberania Popular: Kritsch (2002)
1.2 Representação Política e Poder Constituinte

2. Conceitos de Constituição (jurídico, sociológico, político; Constituição formal e Constituição


material);

3. Estrutura de uma Constituição: Carta de Direitos e Organização do Estado.

4. Constituições na história (Magna Charta; Constituição americana; Constituições francesas);

5. Ideologias políticas e modelos constitucionais


5.1 Estado liberal e a Constituição sintética;

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5.2 Estado Social e Constituições analíticas;


5.3 As Constituições européias do pós-guerra e a Constituição Dirigente.

6. Constituição e Estado de exceção: o direito do inimigo.

II - HISTÓRIA CONSTITUCIONAL DO BRASIL

1. Constituinte de 1823 e o Poder Moderador no Império;

2. Constituição de 1891: o ultrafederalismo e a `política dos governadores¿;

3. Nacionalismo e corporativismo na CF 34;

4. A -Polaca- de 1937 e os juristas autoritários;

5. A experiência democrática na Constituição liberal de 1946;

6. As Constituições dos militares (1967 e 1969);

7. A CF 88
7.1 A longa Constituinte
7.2 A Constituição-Cidadã de 1988

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BERCOVICI, G. -Constituição e política. Uma relação difícil-. São Paulo: Lua Nova, n. 61, 2004.

BONAVIDES, P. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Malheiros, 2012.

__________. Do Estado Liberal ao Estado Social. Rio de Janeiro: Forense, 1980.

CAMPANHOLE, A. e Campanhole, H. Constituições do Brasil. São Paulo: Atlas, 1983.

CARVALHO, J. M. de. O desenvolvimento da cidadania no Brasil. Rio de Janeiro:


Civilização Brasileira, 2012.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
193

LASSALE, F. A essência da Constituição. Rio de Janeiro: Liber Juris, 1985.

ROCHA, A. S. C. -Genealogia da Constituinte. Do autoritarismo à democratização-. Lua Nova, março


de 2013.

SIEYÈS, J. E. A Constituinte burguesa. Rio de Janeiro: Liber Juris, 1985.

TAVARES, A. R. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AGAMBEN, G. Estado de Exceção. São Paulo: Boitempo, 2007.

ALMINO, J. Os democratas autoritários. São Paulo: Brasiliense, 1980.

ARANTES, R. B. e Couto, C. G. -Constituição, governo e democracia no Brasil-. Revista Brasileira de


Ciências Sociais, vol. 21, n. 61 (2006).

BAGEHOT, W. A Constituição Inglesa. Brasília: UnB, 1982.

BERCOVICI, G. -Apresentação-, in: Goulart, J. O. (org.) As múltiplas faces da Constituição-Cidadã.


São Paulo: UNESP, 2009.

____________. -O Poder Constituinte do povo no Brasil. Um roteiro de pesquisa sobre a crise


constituinte¿. Manuscrito (s./d.).

CANOTILHO, J. J. G. Direito Constitucional e Teoria da Constituição. Lisboa: Almedina Brasil, 2007.

COMPARATO, F. K. A afirmação histórica dos Direitos Humanos. São Paulo: Saraiva, 2012.

COELHO, R. C. -Partidos políticos, maiorias parlamentares e tomada de decisão na Constituinte-.


Tese de Doutorado apresentada ao DCP-USP. São Paulo, FFFLCH, 1999.

KRITSCH, R. Soberania. A construção de um conceito. São Paulo: IMESP, 2002.

LAMOUNIER, B. -A `geração autoritária- e a crítica ao liberalismo-. In: HOLANDA, S. B. (org.).


História da Civilização brasileira. Bertrand Brasil, 2007.

MOREIRA ALVES, M. H. Estado e oposição no Brasil (1964-1984). Rio de Janeiro: Vozes, 1984.

NEGRI, A. O Poder Constituinte. Ensaio sobre as alternativas da modernidade. Rio de Janeiro:


DP&A, 2002.

NOGUEIRA, O. A Constituinte de 1946. Getúlio, o sujeito oculto. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

PILLATI, A. A Constituinte de 1987-1988. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2008.

PITKIN, H.F. -Representação: palavras, instituições e ideias-. Lua Nova, n. 67, 2006.

SALGADO, E. D. Constituição e democracia. São Paulo: Fórum, 2007.

SANTOS, W. G. Cidadania e Justiça. Rio de Janeiro: Campus, 1979.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Teoria das Constituições


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Trata-se de apresentar, discutir e analisar, junto aos alunos, a Constituição sobretudo como
documento político, sem descurar de seus aspectos propriamente jurídicos. Vista por muito
tempo como uma dimensão meramente formal da estruturação de uma comunidade política, a
dinâmica de transformação de regimes políticos a que a Política Comparada tem se dedicado
a estudar desde os anos setenta do século passado renovou o interesse dos cientistas sociais
pela problemática da gênese das instituições política, tomada exemplarmente nas
modalidades de Processos Constituintes, e dos efeitos de uma dada arquitetura constitucional
sobre a atuação dos atores políticos relevantes do país sob exame.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Apresentar criticamente os principais elementos de uma Constituição e evidenciar os


aspectos políticos ínsitos às distintas modalidades de Carta Política, associadas ao que a
literatura jurídica denomina Estado Liberal e Estado Social. Especial atenção será dada ao
conceito recente de “Constituição Econômica”, nascido do constitucionalismo alemão e
ibérico e em cerrada disputa no Brasil desde o processo constituinte de 1987-1988 no país.

EMENTA

Teoria Constitucional: Poder Constituinte: poder originário e poder derivado; legalidade e


legitimidade); Representação Política e Poder Constituinte; Conceitos de Constituição
(jurídico, sociológico, político; Constituição formal e Constituição material); Constituições na
história (Magna Charta; Constituição americana; Constituições francesas; Ideologias políticas
e modelos constitucionais: Estado liberal e a Constituição sintética; Estado Social e
Constituições analíticas; as Constituições européias do pós-guerra e a Constituição Dirigente;
a questão da “Constituição Econômica”; Carl Schmitt e o Estado de Exceção: o direito do
inimigo. As aspetos históricos do “problema constitucional” brasileiro.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Poder Constituinte
1.1 Soberania Popular: Poder constituinte originário e poder constituinte derivado;
1.2 Representação Política e Poder Constituinte;

2. Conceitos de Constituição (jurídico, sociológico, político; Constituição formal e Constituição


material);

3. Estrutura de uma Constituição: Carta de Direitos e Organização do Estado.

4. Constituições na história (Magna Charta; Constituição americana; Constituições francesas);

5. Ideologias políticas e modelos constitucionais


5.1 Estado liberal e a Constituição sintética.
5.2 Estado Social e Constituições analíticas.
5.3 As Constituições européias do pós-guerra e a Constituição Dirigente.

6. Constituição e Estado de exceção: o direito do inimigo.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGAMBEN, G. Estado de Exceção. São Paulo: Boitempo, 2007.

BONAVIDES, P. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Malheiros, 2012.

__________. Do Estado Liberal ao Estado Social. Rio de Janeiro: Forense, 1980.

COMPARATO, F. K. A afirmação histórica dos Direitos Humanos. São Paulo: Saraiva, 2012.

KRITSCH, R. Soberania. A construção de um conceito. São Paulo: IMESP, 2002.

LASSALE, F. A essência da Constituição. Rio de Janeiro: Liber Juris, 1985.

NEGRI, A. O Poder Constituinte. Ensaio sobre as alternativas da modernidade. Rio de


Janeiro: DP&A, 2002.

SIEYÈS, J. E. A Constituinte burguesa. Rio de Janeiro: Liber Juris, 1985.

TAVARES, A. R. Curso de Direito Constitucional. São Paulo: Saraiva, 2012.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BAGEHOT, W. A Constituição Inglesa. Brasília: UnB, 1982.

BERCOVICI, G. “Constituição e política. Uma relação difícil”. São Paulo: Lua Nova, n. 61,
2004.

CANOTILHO, J. J. G. Direito Constitucional e Teoria da Constituição. Lisboa: Almedina Brasil,


2007.

ELSTER, J. “Forces and Mechanisms in the Constitution-Making Process”. Duke Law


Journal, v. 45, n.2, 1995. Disponível em
http://scholarship.law.duke.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=3297&context=dlj
PITKIN, H.F. “Representação: palavras, instituições e ideias”. Lua Nova, n. 67, 2006.

ROCHA, A.S. “Genealogia da Constituinte: do autoritarismo à democratização”, in: Lua Nova.


Revista de cultura e política. Dossiê “Constituição e Processo Constituinte” – n. 88, 2013.
Disponível em http://www.scielo.br/pdf/ln/n88/a11n88.pdf

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Governo Representativo: Princípios e Instituições


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Fornecer aos alunos uma ampla visão de uma das principais abordagens da Ciência Política
sobre o Governo Representativo, por meio do exame e discussão do que tem sido
considerado, pelos autores modernos e os contemporâneos, seus princípios de
funcionamento e as suas estruturas institucionais.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Discutir as análises das instituições políticas brasileiras conforme foram elaboradas desde o
período do Império até as críticas ao sistema político criado pela Constituição Federal de
1988.

EMENTA

Os princípios do Governo Representativo: panorama geral e genealogia das elaborações


teóricas; a representação política como problema e solução; a questão das eleições. As
Instituições do Governo Representativo: sistemas eleitorais, partidos e sistemas partidários,
sistemas de governo e formas de Estado; o debate das democracias majoritárias vs.
democracias consociativas. O Governo Representativo no Brasil: questões bisseculares; a
disputa sobre o sistema eleitoral e sistema de governo mais adequado; as instituições
políticas tem importância? O revival na década de oitenta; a CF 88 e a “crise de
governabilidade”; a querela da Reforma Política. Os desafios ao Governo Representativo: a
crítica à concepção schumpeteriana de democracia; debates entre autorização, accountability
e legitimidade na representação democrática.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I - Princípios do Governo Representativo


Um panorama geral: as metamorfoses do governo representativo segundo Bernard Manin.
Breve genealogia do Governo Representativo: Edmund BURKE; Benjamin CONSTANT; os
artigos federalistas de Madison, Jay e Hamilton ; a concepção de John Stuart MILL John
Stuart. A questão da representação: representação de interesses, representação de pessoas
cf. Hanna Pitkin, Nadia Urbinati e Iris Young. Representação e a questão das eleições: Manin,
Przerworski e Stokes.

II - Instituições do Governo Representativo: Lijphart e a tipologias das democracias


contemporâneas: majoritarianismo vs. consociativismo. Os sistemas eleitorais, partidos e
sistemas partidários, parlamentarismo e presidencialismo: Sartori e Olavo Brasil.

III - Governo Representativo no Brasil: A representação política e o sistema eleitoral no Brasil


segundo Maria Dalva Kinzo; Wanderley Guilherme dos Santos e a teoria democrática de José
de Alencar; Bolívar Lamounier e a importância de formalismos para a representação política;
Olavo Brasil e Sergio Abranches no debate sobre a representação eleitoral ¿ os conceitos e
as experiências no Brasil; Lamounier: o modelo institucional dos anos 30 e a crise brasileira
dos anos 90; a crítica de Wanderley Guilherme dos Santos: máscaras institucionais do
liberalismo oligárquico. A querela da Reforma Política:

IV - Desafios ao Governo Representativo: a crítica à concepção schumpeteriana de


democracia: democracia -dos políticos- vs. democracia -do povo-. Ligações e dissociações
entre Autorização, accountability e legitimidade na representação democrática.

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METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BURKE, Edmund. ¿Discurso a los electores de Bristol¿, in: Textos políticos. México: Fondo de
Cultura Económica, 1942 [1774].

CONSTANT, Benjamin. ¿A liberdade dos antigos comparada à dos pósteros, in : Escritos


políticos. São Paulo : Martins Fontes, 2005.

KINZO, Maria Dalva Gil. Representação política e sistema eleitoral no Brasil. São Paulo:
Símbolo, 1980.

LIJPHART, A. Modelos de democracia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

LAMOUNIER, Bolívar. ¿Representação política: a importância de certos formalismos¿.


Revista DADOS, 1984.

____________________. ¿Representação proporcional no Brasil: mapeamento de um


debate¿. Revista DADOS, 1985.

LIMA Jr., Olavo Brasil. Instituições políticas democráticas. Rio de Janeiro: Zahar, 1997.

LIMA Jr., Olavo Brasil e ABRANCHES, Sergio. ¿Representação eleitoral: conceitos e


experiências¿. Revista DADOS, 1985.

MADISON, JAY e HAMILTON. Os artigos federalistas. várias edições.

MANIN, Bernard. ¿As metamorfoses do governo representativo¿ (disponível em


http://www.anpocs.org.br/portal/publicacoes/rbcs_00_29/rbcs29_01.htm).

MANIN, PRZERWORSKI e STOKES. ¿Eleições e representação¿. Revista Lua Nova, n. 67


(206).

MILL, John Stuart. O governo representativo; São Paulo: Escala, 2006 [1861].

PITKIN, Hanna, ¿Representação: palavras, instituições e idéias¿. (Revista Lua Nova, n. 67


(206).

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
200

SANTOS, Wanderley Guilherme dos. Regresso: máscaras institucionais do liberalismo


oligárquico (Opera Nostra, 1994)

SARTORI, G. Engenharia constitucional. Brasília: UnB, 1996.

SOARES, Gláucio A. D. e RENNÓ, L (orgs.). Reforma política. Rio de Janeiro: 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MANIN, Bernard. The Principles of Representative Government. Cambridge: Cambridge


University Press, 1998.

NUN, José. Democracia. Gobierno del pueblo o gobierno de los políticos? Fondo de Cultura,
2001.

PITKIN, Hanna Fenichel (1967). The concept of representation. Berkeley: University of


California Press.

URBINATI, Nadia (2006). Representative democracy: principles & genealogy. Chicago: The
University of Chicago Press.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Sociologia das Ciências Humanas e Sociais


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O objetivo do curso é mostrar que as ciências humanas e sociais – sociologia, psicologia, história,
economia etc. – são um objeto de estudo que tem sua especificidade e que podem constituir um
campo relativamente autônomo cujas condições de existência são históricas. Trata-se de mostrar as
condições do surgimento, do desenvolvimento e da retração desse campo relativamente autônomo,
bem como as relações que ele pode estabelecer com o espaço social e com a produção intelectual.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Trata-se, em primeiro lugar, de investigar a relação entre, de um lado, a institucionalização de


espaços intelectuais e científicos relativamente autônomos e, de outro lado, as trajetórias dos
agentes pertencentes ao campo – produtores ou intermediários. Em segundo lugar, trata-se de
construir de modo relacional tipos intelectuais e acadêmicos, bem como os universos em que eles se
constituem e circulam, de modo a identificar as hierarquias sociais e intelectuais e as relações de
disputa ou de colaboração que estabelecem. Finalmente, trata-se de estudar os espaços nacionais e
internacionais de produção e circulação das ciências humanas e sociais e, em particular, a posição
que ocupa o Brasil nesse universo.

EMENTA

I: Introdução à sociologia das ciências humanas e sociais; História social da ciência; Relações entre
as ciências humanas e sociais; Ciência e literatura; Ciência e engajamento; Ciência pura e aplicada.
II: Institucionalização da produção e da difusão científica; Poder e consagração social e intelectual;
Sociabilidades científicas; Identidades e conflitos disciplinares; Profissionalização das carreiras
científicas; Revolução e rotina científica; Difusão e vulgarização científica. III: Circulação internacional
da ciência e dos cientistas; Espaços transnacionais de produção e difusão científica; Espaços de
interação internacional: congressos, missões e sociedades científicas; Hierarquias na produção e
difusão científica internacional. IV: Ciências humanas e sociais no Brasil; Institucionalização da
produção e da difusão científica no Brasil; Cátedras e Departamentos; Universidade e debates
disciplinares; Ciência brasileira ou ciência no Brasil.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
a
ORTIZ, Renato (org.). Pierre Bourdieu. 2 edição. São Paulo, Ática, 1994 [1976], pp.122-155.

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202

BOURDIEU, Pierre. Para uma Sociologia da Ciência. Lisboa, Edições 70, 2008

LEPENIES, Wolf. As Três Culturas. São Paulo, Edusp, 1996

MICELI, Sérgio (org.). História das Ciências Sociais no Brasil, 1. São Paulo, Vértice/IDESP, 1989.

_____. (org.). História das Ciências Sociais no Brasil, 2. São Paulo, Sumaré/FAPESP, 1995.

RINGER, Fritz, O Declínio dos Mandarins Alemães. São Paulo, Edusp, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

KUHN, Thomas. A Estrutura das Revoluções Científicas. São Paulo: Perspectiva, 1978.

SCHORSKE, Carl. Viena fin-de siècle. Política e cultura. São Paulo, Companhia das Letras, 1988.

PONTES, Heloisa. Destinos mistos: os críticos do Grupo Clima. São Paulo, Cia. das Letras, 1998

GARCIA, Sylvia. Destino Ímpar: sobre a formação de Florestan Fernandes. São Paulo, Ed. 34, 2002

HAMBURGUER, Amelia, DANTES, Maria Amélia, PATY, Michel, PETITJEAN, Patrick. A Ciência nas
Relações Brasil-França (1850-1950). São Paulo, Edusp-Fapesp. 1996.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Temas de Sociologia da Cultura


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O objetivo do curso é mostrar que as produções estéticas e culturais – teatro, dança, música, ópera,
pintura etc.. – são um objeto de estudo que tem sua especificidade e que podem constituir um campo
relativamente autônomo cujas condições de existência são históricas. Trata-se de mostrar as
condições de surgimento, de desenvolvimento e de retração desse campo relativamente autônomo,
bem como as relações que ele pode estabelecer com o espaço social e com a produção estética e
cultural.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Trata-se, em primeiro lugar, de investigar a relação entre, de um lado, a institucionalização de


espaços culturais e artísticos relativamente autônomos e, de outro lado, as trajetórias dos agentes
pertencentes ao campo – produtores ou intermediários. Em segundo lugar, trata-se de construir de
modo relacional tipos de produtores, bem como os universos em que eles se constituem e circulam,
de modo a identificar as hierarquias sociais e estéticas e as relações de disputa ou de colaboração
que estabelecem. Finalmente, trata-se de estudar os espaços nacionais e internacionais de produção
e circulação de arte e cultura e, em particular, a posição que ocupa o Brasil nesse universo.

EMENTA

I: Gênese e estrutura dos campos de produção simbólica; Estrutura social e estruturas mentais;
Habitus e campo; II: Campos culturais e campo do poder; espaço social e espaço cultural; hierarquias
sociais, culturais e estéticas. III: Espaços de sociabilidade e estilos de vida; Instituições de
consagração e de difusão de arte e cultura; Intermediários culturais. IV: trajetórias e produção
cultural; gênero estético e literário; hierarquias de gosto e consumo cultural.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOURDIEU, Pierre. A Economia das Trocas Simbólicas. Trad. Sergio Miceli. São Paulo, Perspectiva,
2005.

______. Les Règles de l´art. Paris, Seuil, 1992. [Trad. As Regras da Arte. Trad. Maria Lúcia Machado.
São Paulo, Cia das Letras, 2002.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
204

______. A Produção da Crença, Porto Alegre, Zouk, 2008.

______. O Amor pela Arte: os museus de arte na Europa e seu público. Porto Alegre/São Paulo,
Zouk/Edusp, 2007.

Elias, Norbert. Mozart. Sociologia de um Gênio. Rio de Janeiro, Zahar, 1995.

Elias, Norbert. A Sociedade de Corte. Rio de Janeiro, Zahar, 2001.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CHARTIER, Roger. A História Cultural: entre Práticas e Representações. Lisboa, Rio de Janeiro,
Editora Bertrand Brasil/ Difel, 1990, pp.13-28 e 29-67

DARNTON, Robert. Boemia Literária e Revolução, São Paulo: o submundo das letras no Antigo
Regime, Cia. das Letras, 1989 [1982].

CLARK, T.J. A Pintura da Vida Moderna. São Paulo, Cia das Letras, 2004.

CHARLE, Christophe. A Gênese da Sociedade do Espetáculo. São Paulo, Cia das Letras, 2012.

BECKER, Howard. Mundos da Arte. Lisboa, Horizonte, 2010.

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UNIDADE CURRICULAR: O Indivíduo na Teoria Social


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

A unidade curricular O indivíduo na Teoria Social tem dois grandes objetivos. Em primeiro lugar, levar
o aluno a compreender a dimensão do conceito de indivíduo na teoria sociológica. Em seguida,
permitir que ele identifique o modo pelo qual a noção de indivíduo pode ser construída e
problematizada em vários autores contemporâneos.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Aproximar os alunos dos clássicos da teoria social por meio de um recorte temático polêmico;
apresentar bibliografia contemporânea sobre o assunto; colocar sob prisma inaudito a noção de
indivíduo, que aparece normalmente formulada, mas não problematizada, na linguagem cotidiana;
aprofundar o debate teórico, fundamental para a formação do estudante de Ciências Sociais.

EMENTA

O indivíduo, a moral e o Estado; Ação, ação social e sociabilidade; Alienação e fetichismo; Habitus,
Configuração e Processo; A disciplina e a “produção do indivíduo”; O indivíduo e os movimentos
políticos de massa no século XX; Autonomia, heteronomia e a “instituição imaginária da sociedade”;
O debate sobre o Espaço público, o privado e a intimidade; Narcisismo e técnicas de sobrevivência
nas sociedades contemporâneas; A “codificação da intimidade”.Amor e erotismo; Sedução, Desejo e
Fascinação; Códigos do “apaixonamento” e do amor; As novas tecnologias e a subjetividade
contemporânea; Abordagens relacionadas à pesquisa e ao ensino a partir das diversas fontes
bibliográficas utilizadas na disciplina.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GIDDENS, Anthony. A transformação da intimidade: sexualidade, amor e erotismo nas sociedades


modernas. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1993.

CASTORIADIS, Cornelius. A instituição imaginária da sociedade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.

ELIAS, Norbert. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.

SENNETT, Richard. O declínio do homem público: as tiranias da intimidade. São Paulo: Companhia

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206

das Letras, 1988.

SIMMEL, Georg. Fidelidade, gratidão e outros textos. Lisboa : Relógio d‟água, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ADORNO, Theodor e HORKHEIMER, Max. Dialética do Esclarecimento: Fragmentos Filosóficos.


Trad. Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1986.

BAUMAN, Zigmunt. Amor líquido. São Paulo : Jorge Zahar, 2003.

GOFFMAN, Erving. Estigma. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, 1988.

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UNIDADE CURRICULAR: Imagem, subjetividade e Teoria Social


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Aproximar os alunos (das Ciências Sociais ou de outros cursos) das questões teórico-conceituais,
epistemológicas e metodológicas do trabalho com o cinema (e com o audiovisual de modo geral) na
Sociologia, a partir de recortes e de temas pertinentes a esta área de conhecimento.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Discutir o estatuto de real, realidade e verdade da “imagem em movimento”; problematizar o “uso‟ do


filme ou do audiovisual como ilustração nas Ciências Sociais; incentivar o trabalho com conceitos na
análise do material audiovisual.

EMENTA

Leituras sobre o cinema após 1945. A sobrevivência subjetiva depois dos eventos de “extermínio” do
século XX; As energias utópicas e a Revolução; leituras sobre o cinema contemporâneo; Análise
sociológica do Audiovisual e das Séries. Civilização e Imagem; Imagem, Política e subjetividade. O
debate sobre a “aceleração do tempo” e a produção da subjetividade contemporânea.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGAMBEN, Giorgio. O que é o contemporâneo? E outros ensaios. Chapecó-SC.

HAROCHE, Claudine. A condição sensível. Rio de Janeiro: Contracapa, 2008.

LINDEPERG, Sylvie. Nuit et brouillard. Un film dans l‟Histoire. Paris: Odile Jacob 2007.

ESQUENAZI, Jean-Pierre. Mythologie des séries télé. Paris, Le cavalier bleu, 2009.

RICOEUR, Paul. A memória, a história, o esquecimento. Campinas: Editora Unicamp, 2007.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AUBERT, Nicole & HAROCHE, Claudine. Tiranias da visibilidade. São Paulo : Ed. Fap-Unifesp, 2013.

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DELEUZE, Gilles. A imagem-tempo. Cinema II. Trad. Eloisa de Araujo Ribeiro. São Paulo,
Brasiliense, 1990.

POLLOCK, Griselda & SILVERMAN, Maxim (ed.). Concentrationary Cinema: Aesthetics as Political
Resistance in Alain Resnais‟s Night and fog. New York: Oxford: Berghahn books, 2011.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Sociologia e Cinema


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Pretende-se discutir o papel do cinema no período que vai de 1914 a 1945 de modo a deixar clara
qual a relação, proposta pela UC, entre arte e guerra, política e entretenimento. Serão privilegiados
dois aspectos: 1. o estatuto de verdade ou de registro fiel do real que tem acompanhado a imagem,
em particular a imagem-movimento, inclusive em nossos dias, e, 2. a presença da “forma”
entretenimento como referência de conduta nas mais variadas esferas da vida social.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Apresentar aos alunos alguns autores e temas clássicos da discussão “Ciências Humanas e
Imagem”, a partir da Sociologia e do Cinema; Orientar as aproximações entre Sociologia e Cinema,
colaborando para as futuras investigações dos alunos; Aprofundar o debate teórico e crítico sobre
certos itinerários da Sociologia, problematizando as relações entre a arte, a técnica, a política e a
produção de informação sob a forma de entretenimento.

EMENTA

Da fotografia e do cinema em Benjamin e Kracauer; O cinema, o fetiche da técnica e a vida moderna;


dialética e montagem cinematográfica; fotogenia e primeiro plano; Eisenstein e Griffith; o cinema
alemão nos anos 20 e 30; a construção da imagem das lideranças políticas no século XX; as leituras
de André Bazin sobre a imagem cinematográfica; cinema e a “mitologia americana”; informação e
entretenimento.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CHARNEY, Leo & SCHWARTZ, Vanessa. O cinema e a invenção da vida moderna. São Paulo: Cosac
& Naif, 2004.

COHEN, Yves. Le siècledes chefs: une histoiretransnationaleducommandement et de l'autorité, 1890-


1940. Paris: ÉditionsAmsterdan, 2013.

EISNER, Lotte H. A Tela Demoníaca: As Influências de Max Reinhardt e do Expressionismo. Trad.


Lúcia Nagib. Rio de Janeiro: Paz e Terra – Instituto Goethe, 1985.

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KRACAUER, Siegfried. O ornamento da massa. São Paulo: Cosac & Naif, 2009.

SORLIN, Pierre. Esthétiques de L‟audiovisuel. Paris: Nathan Université, 1992.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

JAMESON, Frederic. As Marcas do Visível. Trad. Ana Lucia de A. Gazolla e outros. Rio de Janeiro:
Graal, 1995.

MENEZES, Paulo. Cinema e sexualidade nos anos 70. São Paulo: Editora 34, 2001.

XAVIER. Ismail (org.). A Experiência do Cinema. Antologia. Rio de Janeiro: Graal, 2003

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Sociologia da Comunicação e dos Media


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O curso examina a origem e o desenvolvimento da Sociologia da Comunicação considerando sua


proximidade com temas centrais da teoria sociológica. A partir do surgimento dos meios de
comunicação de massa no início do século XX, propõe-se a reflexão sobre as especificidades
teóricas e metodológicas desta área de pesquisa, concentrando-se no estudo das principais correntes
de pensamento que têm orientado o conhecimento produzido sobre os meios mecânicos, elétricos e
digitais de comunicação e suas formas de interação social.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

 Refletir sobre o advento da sociedade de massa e sobre o conceito de massa


 Conhecer as abordagens clássicas e contemporâneas sobre a comunicação de massa
 Estabelecer relações entre a teoria sociológica e a teoria da comunicação
 Refletir sobre os media como problema sociológico.

EMENTA

A disciplina discute a teoria sociológica, a partir de um de seus campos temáticos. Focaliza o


pioneirismo e a centralidade dos estudos sociológicos sobre a dinâmica, desenvolvimento e
especificidades dos meios de comunicação de massa. Abordagem das principais correntes teóricas e
respectivos estudos (Mass communication research, a Teoria Crítica da Sociedade, Estruturalismo e
Semiologia, os Estudos Culturais, a Economia das Trocas Simbólicas, a Teoria das Mediações, a
Teoria de Redes). A Teoria da Comunicação como campo autônomo do estudo dos media. Os meios
de comunicação como problema sociológico.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ADORNO. T.W. e HORKHEIMER, M. A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das


massas. Dialética do Esclarecimento. Tradução Guido de Almeida. RJ: Jorge Zahar Editor, 1985,
p.113-156.

BENJAMIN, W. A obra de arte na época de suas técnicas de reprodução. Os pensadores. SP: Abril,
1983, p. 05-28.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
212

BOURDIEU, P. O mercado de bens simbólicos. A economia das trocas simbólicas. SP: Ed.
Perspectiva, 2009, p. 99-181.

CASTELLS, M. A galáxia da internet.RJ : Zahar Editores, 2003.

COHN, G. (org.) Comunicação e indústria cultural. São Paulo: Editora Nacional, 1977.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MARTÍN-BARBERO, J. Dos meios às mediações. RJ: Editora UFRJ, 1997.

MATTELART, A História das teorias da comunicação. SP: Loyola, 2000.

THOMPSON, J. B. Para uma teoria social da comunicação de massa. Ideologia e cultura moderna.
Petrópolis : Vozes, 2009, p. 287-35.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
213

UNIDADE CURRICULAR: Modernidade, pós-modernidade: fundamentos de um debate


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Apresentar aos alunos a reflexão sociológica que problematiza a vigência da modernidade como
projeto histórico, político, social e cultural, no século XX, considerando a emergência da pós-
modernidade.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

 Retomar a discussão sobre o tema da emergência da modernidade tal como foi tratado pela
Sociologia Clássica.
 Refletir sobre a modernidade contemporânea, sua “crise" e emergência da pós-modernidade.
 Conhecer as especificidades da pós-modernidade tal como pode vista na obra de autores
como J. Habermas, F. Jameson, D. Kellner, J.F. Lyotard, J. Baudrillard, A. Giddens, S. Hall,
dentre outros.

EMENTA

Emergência da modernidade. Bases para o diagnóstico de crise da modernidade; o pós-Segunda


Guerra e a transformação do capitalismo no século XX; a passagem da modernidade à pós-
modernidade – principais rotas do debate; a dimensão política, cultural e científica; teorias da
transição; teorias da pós-modernidade; Sociologia da pós-modernidade.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

JAMESON, F. Pós-Modernismo. A Lógica cultural do capitalismo tardio. SP: Ática, 1991.

HARVEY, D. Condição pós-moderna. Uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. SP:
Edições Loyola, 1993.
a
LYOTARD, J. F. A condição pós-moderna. RJ: José Olympio, 2011, 14 . Edição.

MARX, K. e ENGELS, F. Manifesto Comunista. SP: Boitempo Editorial, 1998

GIDDENS, A.; BECK, U. e LASH, S. Modernização reflexiva. SP: Editora UNESP, 1997.

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214

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FEATHERSTONE, M Para uma sociologia da cultura pós-moderna.

HABERMAS, J. Modernidade versus pós-modernidade. Arte em Revista, Ano 5/ nº 7, 1983.

LATOUR, B. Jamais fomos modernos. SP: Ed. 34, 1994.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
215

UNIDADE CURRICULAR: Movimentos Culturais no Brasil dos Anos 60


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Refletir sobre a sociedade brasileira contemporânea a partir da análise dos movimentos culturais que
tiveram lugar em período especialmente distinto da história do país em termos sociais, políticos e
culturais – os anos 60. A análise da produção de musica popular no período guiará a reflexão.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

3. Aprimorar o uso de ferramentas de análise oferecidas pela Sociologia da Cultura.


4. Refletir sobre o sentido social da arte por meio do debate sobre o engajamento.
5. Refletir sobre o processo de modernização da sociedade brasileira a partir do período
chamado desenvolvimentista.
6. Analisar a dinâmica dos movimentos culturais que, em diferentes momentos da referida
década e com estreita interface com a vida política do país, envolveram vários tipos de
manifestações artísticas, como o teatro, a música, o cinema e as artes plásticas.
7. Explorar as peculiaridades culturais que sustentaram a produção, no período, de expressões
musicais ligadas ao samba, à Bossa Nova, ao rock‟n‟roll, a Jovem Guarda, aos Festivais de
música popular e ao Tropicalismo.
8. Refletir sobre o surgimento e o declínio da MPB.

EMENTA

O sentido social da arte e a questão do engajamento. O processo de modernização no Brasil. Os


anos 60: sociedade, política e cultura. Expansão dos meios de comunicação de massa. O teatro, o
cinema, as artes plásticas e a música. O samba; a Bossa Nova; o rock‟n‟roll; a Jovem Guarda; os
Festivais de música popular; o Tropicalismo. A MPB em questão.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1) Desafios da modernização brasileira: um debate


2) Cultura e política no Brasil dos anos 60.
3) O debate sobre o engajamento – principais referências teóricas. O exemplo do debate entre
Centros Populares de Cultura e o Cinema Novo. O teatro engajado: Arena, oficina e Opinião.
4) O Golpe de 64: impactos na produção cultural e na comunicação de massa.
5) Tradição e modernidade na música popular brasileira: o samba e Bossa Nova.
6) Jovem Guarda, MPB em tempos de televisão e crescimento da indústria fonográfica.
7) A Música Popular Brasileira e a Era dos Festivais.
8) O lugar do Tropicalismo – 1968-1970.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

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Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FAVARETTO, C. Tropicália, alegoria, alegria. SP: Ateliê editorial, 2007, 4ª ed.

HOLLANDA, Heloísa B. e GONÇALVES, Marcos A. Cultura e participação nos Anos 60. SP: Ed.
Brasiliense, 1985, 4ª edição.

HOMEM DE MELO, Zuza. A Era dos Festivais – Uma Parábola. São Paulo: Editora 34, 2003.

NAPOLITANO, MARCOS. Seguindo a canção: engajamento político e indústria cultural na MPB


(1959-1969). SP: Annablume, 2001.

SCHWARZ, R. O pai de família e outros estudos. RJ: Paz e Terra, 1978.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ADORNO, Theodor W. Engagement.  Notas de literatura. Tradução de Celeste Aída. Galeão. Rio de


Janeiro: Edições Tempo Brasileiro, 1973, p. 51-71.]
a
CAMPOS, A. O balanço da bossa e outras bossas. SP: Ed Perspectiva, 2015, 5 . edição.
a
COHN, S. E COELHO, F. Tropicália. RJ: Azougue Editorial, 2012, 2 . edição.

HOLLANDA, Heloísa B. Impressões de viagem (CPC, vanguarda e desbunde). Ed. Brasiliense, 1980.

MARTINS, CARLOS E. A questão da cultura popular. RJ: Tempo Brasileiro, 1963.

NAPOLITANO, M. A síncope das ideias. A questão da tradição na música popular brasileira. SP: Ed.
Fundação Perseu Abramo, 2003.

SANCHES, P. A. Como dois e dois são cinco. SP: Boitempo Editorial, 2004.

TATIT, L. O século da canção. SP; Ateliê Editorial, 2004.

VASCONCELLOS, G. Música popular: de olho na fresta. RJ: Edições do Graal, 1977.

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UNIDADE CURRICULAR: Sociologia do Gosto


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Com base em fontes bibliográficas clássicas e contemporâneas referentes à construção de barreiras


simbólicas, o objetivo é discutir as lógicas distintivas resultantes dos diferentes modos de
relacionamento com os bens culturais e, de modo mais geral, da partilha de certo estilo de vida.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

 Discutir os critérios extra-econômicos da estratificação social;


 Apresentar diferentes perspectivas de análise das formas de inclusão e exclusão de ordem
propriamente cultural;
 Refletir sobre as relações entre as práticas culturais e as lógicas de diferenciação social;
 Examinar os discursos que emergem das posições de expertise e as lógicas distintivas a que
dão ensejo.

EMENTA

O domínio da vida social como domínio de diferenças; critérios de excelência e de depreciação


social; senso de dignidade x de desonra; desgosto cultural e violência simbólica; gostos e atributos
sociais; disposição estética e privilégio social; a hierarquia dos bens e dos públicos; usos diferenciais
da cultura e imagem social das obras/práticas; representações do mundo e lutas de classificação; a
multidimensionalidade das formas de riqueza apreendidas sincrônica e diacronicamente; hierarquias
de prestígio e legitimidades culturais.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Dimensões simbólicas DA DESIGUALDADE E do conflito social

* Aspectos extra-econômicos do poder e da dominação


* Princípios de visão e hierarquização legítimos
* O estilo de vida como parâmetro de associação e dissociação
* A natureza do prestígio e da desonra/da deferência e do descrédito
* A superioridade social ligada ao refinamento cultural/à excelência corporal

2. distinção social pelo gosto e culturas de classe

* O consumo artístico e a legitimação das diferenças sociais


* Produção e recepção de obras hierarquizadas e hierarquizantes
* Críticas à teoria da legitimidade cultural
* Migração de classe, estratégias de reconversão e sofrimento social
* Gostos de classe e estilos de vida no Brasil

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

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AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOURDIEU, Pierre. A distinção: crítica social do julgamento. São Paulo: Edusp; Porto Alegre: Zouk,
2008 [1979].

CHARLE, Christophe. A gênese da sociedade do espetáculo: teatro em Paris, Berlim, Londres e


Viena. São Paulo: Companhia das Letras, 2012 [2008].

DUVAL, Julien. « L‟offre et les goûts cinématographiques en France ». Sociologie, n° 1, 2011, pp. 1-
18.

ELIAS, Norbert & SCOTSON, John. Os estabelecidos e os outsiders: sociologia das relações de
poder a partir de uma pequena comunidade. Rio de Janeiro: Zahar, 2000 [1965].

LAHIRE, Bernard. A cultura dos indivíduos. Porto Alegre: Artmed, 2006.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FABIANI, Jean-Louis. Beautés du Sud: la Provence à l‟épreuve des jugements de goût. Paris:
L‟Harmattan, 2005.

LAMONT, Michèle. Money, Morals and Manners: The Culture of the French and American Upper-
Middle Class. Chicago/Londres: The University of Chicago Press, 1992.

POULY, Marie-Pierre. « Proust ethnographe et policier symbolique: diffusion de l‟anglais et maintien


des écarts linguistiques ». Actes de la recherche en sciences sociales, 2011/3 n° 188, pp. 84-101.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Sociologia das Elites


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O objetivo do curso é discutir as especificidades do estudo de grupos que concentram uma ou várias
formas de capital e que são pouco investigados pelos sociólogos. Com base em fontes bibliográficas
clássicas e contemporâneas, discutir-se-ão os modos de recrutamento e reprodução das elites, os
diferentes capitais mobilizados para a aquisição e manutenção de legitimidade e seu papel na
produção e propagação das representações dominantes.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

 Discutir os obstáculos metodológicos à abordagem sociológica das elites;


 Apresentar estudos sobre as elites brasileiras e internacionais vistas em sua variedade e
com base no controle de diferentes formas de riqueza;
 Examinar os processos de legitimação que produzem distinções e hierarquias associadas
a diversos mecanismos de dominação;
 Discutir as tradicionais formas de reprodução das elites (socialização em universos
distintivos, aquisição precoce de disposições valorizadas) frente aos critérios de
recrutamento baseados em novas competências.

EMENTA

A hierarquia dos temas de pesquisa no senso comum erudito e o estudo das elites; Especificidades
da investigação de grupos que acumulam diferentes formas de capital; Distância social
pesquisador/pesquisado e impasses da constituição da amostra e da interação face-a-face; O
recrutamento social dos grupos dirigentes; Gênero, estratégias educativas e reprodução das classes
superiores; A identificação das estruturas patrimoniais no espaço dos estilos de vida; Patrimônio
reputacional e demais particularidades da ocupação de uma posição dominante; O poder sobre os
espaços da cidade ou a inscrição da lógica social na lógica urbana; Promoção cultural e
benemerência social como fonte de benefício honorífico; Ascensão às elites e vergonha cultural.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALMEIDA, Ana Maria da Fonseca & POLAZ, Karen & MOSCKOVITCH, M. “Pesquisando os grupos
dominantes: notas de pesquisa sobre o acesso às informações”. Revista Pós Ciências Sociais, v. 13,
2012, pp. 47-64.

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220

ALMEIDA, Ana Maria da Fonseca & CANÊDO, Letícia Bicalho & GARCIA, Afrânio & BITTENCOURT,
Agueda Bernardete. Circulação internacional e formação intelectual das elites brasileiras. Campinas:
Unicamp, 2004, 318p.

PEROSA, Graziela. “Educação diferenciada e trajetórias profissionais femininas”. Tempo Social, v.


20, n. 1, 2008, pp. 51-68.

PINÇON, Michel & PINÇON-CHARLOT, Monique. “Sociologia da alta burguesia”. Sociologias, n. 18,
2007, pp. 22-37.

SEIDL, Ernesto. “Introdução ao Dossiê Sociologia do Poder e das Elites”. Tomo (UFS), v. 10, 2008,
pp. 7-12.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOURDIEU, Pierre. La noblesse d‟état. Paris: Minuit, 1989.

MENSION-RIGAU, Éric. Aristocrates et grands bourgeois : éducation, traditions, valeurs. Paris :


Perrin, 1997.

NAUDET, Jules. Entrer dans l‟élite: parcours de réussite en France, aux États-Unis et en Inde. Paris:
Presses Universitaires de France, 2012.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: A tradição norte-americana de teoria e pesquisa sociológica: do


estrutural-funcionalismo ao interacionismo simbólico e à etnometodologia
o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O objetivo do curso é apresentar aos alunos de graduação algumas das principais vertentes da
tradição norte-americana de teoria e pesquisa sociológica, como o estrutural-funcionalismo, o
interacionismo simbólico e a etnometodologia.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

● Discutir a constituição histórica da sociologia nos Estados Unidos;


● Apresentar o estrutural-funcionalismo de Talcott Parsons e a releitura funcionalista de Robert
Merton;
● Examinar as apostas metodológicas e as obras decisivas do interacionismo simbólico;
● Apresentar a abordagem e o quadro interpretativo da etnometodologia.

EMENTA

A teoria da ação e a noção de sistema em Talcott Parsons; A renovação da abordagem funcionalista


em Robert Merton; O declínio do funcionalismo e a alternativa interacionista; Interacionismo
simbólico: pragmatismo e individualismo; A (segunda) escola de Chicago: trabalho e interação na
sociologia das profissões de Everett Hughes; Anselm Strauss e a Grounded Theory; Rotulação e
comportamento desviante em Howard Becker; O mundo social como cerimônia em Erving Goffman; A
radicalização do interacionismo simbólico: Harold Garfinkel e a etnometodologia; A sociologia
cognitiva de Aaron V. Cicourel.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

GARFINKEL, Harold. O que é etnometodologia? In Studies in ethnomethodology. Cambridge: Polity


Press, 1996 [1967], pp. 1-34. Tradução de Adauto Vilella e edição final de Paulo Cortes Gago e Raul
Francisco Magalhães (Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de Juiz de Fora).
Disponível em:
http://www.editoraufjf.com.br/revista/index.php/TeoriaeCultura/article/view/2035
MERTON, Robert. Sociologia: teoria e estrutura. São Paulo: Mestre Jou, 1968.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
222

PARSONS, Talcott. O sistema das sociedades modernas. São Paulo: Pioneira, 1974.

PARSONS, Talcott. A estrutura da ação social. 2 vols. Petrópolis: Vozes, 2010.

STRAUSS, Anselm. Espelhos e máscaras: a busca da identidade. São Paulo: Edusp, 1999, 177p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

HUGHES, Everett. Men and Their Work. Glencoe, Ill: The Free Press, 1958, 184p.

MEAD, George Herbert. Mind, Self & Society: From the Standpoint of a Social Behaviorist. Chicago:
University of Chicago Press, 1952.

WARNER, Lloyd. Yankee City. New Haven : Yale University Press, 1963, 432p.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
223

UNIDADE CURRICULAR: Sociologia da Juventude


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O curso tem como objetivo geral oferecer aos alunos uma introdução à problematização da juventude
enquanto objeto de estudo sociológico, tendo como pressuposto de trabalho a relação entre teoria e
empiria na explicação dos fenômenos sociais.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

O primeiro objetivo específico do curso e seu ponto de partida é trabalhar a relação entre teoria e
empiria na própria construção do fenômeno da juventude enquanto objeto de estudo sociológico. O
segundo objetivo específico é apresentar e discutir os principais temas que têm sido foco dos estudos
de sociologia da juventude. O terceiro objetivo é problematizar as especificidades da realidade
brasileira por meio da discussão da produção sociológica nacional sobre juventude.

EMENTA

Adolescência e juventude enquanto categorias sociais e sociológicas. Adolescência e juventude no


contexto brasileiro. Processos de socialização e sociabilidades juvenis: repensando as relações com
a família, a escola, o mercado de trabalho e os grupos de pares. Culturas e identidades juvenis.
Vulnerabilidade, risco e violência. Transição para a vida adulta. Jovens na esfera pública:
protagonismo, empoderamento e participação política.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

● Adolescência e juventude enquanto categorias sociais, históricas e sociológicas


● Socialização e sociabilidades
● Transição para a vida adulta
● Cultura e identidades juvenis
● Vulnerabilidade, risco e violência
● Jovens na esfera pública

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ABRAMO, H. W.; BRANCO, P. P. (orgs.). Retratos da juventude brasileira: Análises de uma pesquisa

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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nacional. São Paulo: Instituto Cidadania, Perseu Abramo, 2004.

DAYRELL, J. Cultura e identidades juveniles. Última Década. No. 18, 2003, pp. 69-91.

FORACCHI, M. M. A juventude na sociedade moderna. São Paulo: Livraria Pioneira, 1972.

MAGNANI, J. G. C.; SOUZA, B. M. (orgs.). Jovens na metrópole: etnografias de circuitos de lazer,


encontro e sociabilidade. São Paulo: Editora Terceiro Nome, 2007.

NOVAES, R.; VANNUCHI, P. (orgs.). Juventude e sociedade: trabalho, educação, cultura e


participação. São Paulo: Instituto Cidadania, Perseu Abramo, 2004.

PAIS, J. M. Culturas juvenis. Lisboa: Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1993.

ZALUAR, A. Teleguiados e Chefes: juventude e crime. In. _____. Condomínio do diabo. Rio de
Janeiro: Revan; Editora da UFRJ, 1994, pp. 100-16.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOURDIEU, P. A juventude é apenas uma palavra. In. _____. Questões de sociologia. Rio de Janeiro:
Marco Zero, 1983, pp. 112-21.

BRITTO, S. (org.). Sociologia da juventude. 4 vols. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1968.

MANNHEIM, K. The problem of generations. In _____.Essays on the Sociology of Knowledge.


London: Routledge and Kegan Paul, 1952.

ROCHE, J.; TUCKER, S.; FLYNN, R.; THOMSON, R. Youth in society: contemporary theory, policy
and practice. London: Sage Publications, 2004

SPOSITO, M. P. (coord.) O Estado da Arte sobre juventude na pós-graduação brasileira: educação,


ciências sociais e serviço social (1999-2006). Belo Horizonte: Argumentum, 2009.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
225

UNIDADE CURRICULAR: Sociologia da Violência


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O curso tem como objetivo geral oferecer aos alunos uma introdução à problematização da violência
enquanto objeto de estudo sociológico, tendo como pressuposto de trabalho a relação entre teoria e
empiria na explicação dos fenômenos sociais.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

O primeiro objetivo específico do curso e seu ponto de partida é trabalhar a relação entre teoria e
empiria na própria construção do fenômeno da violência enquanto objeto de estudo sociológico. O
segundo objetivo específico é apresentar e discutir as perspectivas teóricas clássicas e as
respectivas vertentes contemporâneas que buscaram e buscam interpretar a violência nas
sociedades modernas. O terceiro objetivo é problematizar as especificidades da realidade brasileira
por meio da discussão da produção sociológica nacional sobre violência.

EMENTA

A violência enquanto problema sociológico: relações entre objeto empírico e teórico. Perspectivas
teóricas de interpretação da violência. Perspectivas analíticas e interpretações da realidade brasileira.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. A violência enquanto problema sociológico: relações entre objeto empírico e teórico.

2. Perspectivas teóricas de interpretação da violência:


2.1 Civilização, cultura e violência;
2.2 Violência e conflito;
2.3 Crime, anomia e desvio;
2.4 Punição e controle social.

3. Perspectivas analíticas e interpretações da realidade brasileira:


3.1 Violência e crime;
3.2 Violência, democracia e direitos humanos;
3.3 Violência, punição e organizações;
3.4 Violência e gênero;
3.5 Sociabilidades e violência contemporânea.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CALDEIRA, T. P. R. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo:
Companhia das Letras, 2000.

ELIAS, N. O processo civilizador. Vols. I e II. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1994.

FOUCAULT, M. Vigiar e punir: história da violência nas prisões. Petrópolis: Vozes, 1999.

GOFFMAN, E. Manicômios, prisões e conventos. São Paulo: Perspectiva, 1999.

KANT de LIMA, R. Ensaios de antropologia e de direito. Rio de Janeiro: Lumen Juris Ed., 2009.

MACHADO da SILVA, L. A. Sociabilidade violenta: por uma interpretação da criminalidade


contemporânea no Brasil urbano. Sociedade e Estado, Brasília, v. 19, n. 1, jan./jun. 2004, pp. 53-84.

MERTON, R. K. Estrutura social e anomia. In. _____. Sociologia: teoria e estrutura. São Paulo,
Mestre Jou, 1968, pp. 203-34.

MISSE, M. Crime e violência no Brasil contemporâneo: estudos de sociologia do crime e da violência


urbana. Rio de Janeiro: Lumen Juris Ed., 2011.

PAIXÃO, A. L.; BEATO F., C. C. Crimes, vítimas e policiais. Tempo Social, Revista de Sociologia da
USP, São Paulo, 9(1), maio de 1997, pp. 233-248.

PERALVA, A. Violência e democracia: o paradoxo brasileiro. São Paulo: Paz e Terra, 2000.

PORTO, M. S. G. Sociologia da violência: do conceito às representações sociais. Brasília: Editora


Francis, 2010.

WIEVIORKA, M. Violência hoje. Ciência e saúde coletiva, Rio de Janeiro, vol. 11 (supl.), 2007, pp.
1147-1153.

ZALUAR, A. Democratização inacabada: fracasso da segurança pública. Estudos Avançados, São


Paulo, vol. 21, n. 61, 2007, pp. 31-49.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ADORNO, S. Exclusão socioeconômica e violência urbana. Sociologias, Porto Alegre, n. 8, jul.-dec.


2002, pp. 84-135.

ARENDT, H. Sobre a violência. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994.

BOURDIEU, P. O poder simbólico. Lisboa: Difel; Rio de Janeiro: Bertrand, 1989.

COSER, Lewis. Las funciones del conflicto social. Ciudad del México: Fondo de Cultura Económica,
1961.

GARLAND, D. Punishment and modern society: a study in social theory. Oxford: Oxford University
Press, 1991, pp. 157-175.

MICHAUD, Y. A violência. São Paulo: Ática, 1989.

RAMALHO, J. R. O mundo do crime: a ordem pelo avesso. São Paulo: Ibccrim, 2002.

SANTOS, J. V. T. Violências e conflitualidades. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2009.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
227

SIMMEL, G. A natureza sociológica do conflito. In. MOARES FILHO, E. (Org.) Simmel. São Paulo:
Ática. 1983, pp. 122-134.

VELHO, G. O estudo do comportamento desviante: contribuições da antropologia social. In: _____.


(org.). Desvio e divergência: uma crítica da patologia social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003, pp.
11-28.

WIEVIORKA, M. Violence: a new approach. Londres: Sage Publications, 2009.

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UNIDADE CURRICULAR: Violência contra Crianças e Adolescentes


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Discutir diversos tipos de violências contra crianças e adolescentes, com ênfase nas violências
sexuais.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Compreender questões específicas ligadas ao tema geral: mudanças históricas e visibilidade;


mudanças na sensibilidade; moralidade; mídia; movimentos sociais ; gênero e geração ; direitos.

EMENTA

A violência contra crianças e adolescentes apresenta-se como um problema social sério neste final de
século XX e início de século XXI. Compreendê-la sob uma perspectiva sociológica requer discutir as
seguintes questões, as quais serão abordadas ao longo do curso: mudanças históricas e visibilidade;
mudanças na sensibilidade; moralidade; mídia; movimentos sociais ; gênero e geração ; direitos.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANDRADE, Leandro Feitosa. Prostituição infanto-juvenil na mídia: estigmatização e ideologia. São


Paulo: Educ: Fapesp, 2004.

COOPER, Sharon et al. Medical, legal & social science aspects of child sexual exploitation: a
comprehensive review of pornography, prostitution, and internet crimes. St. Louis: G. W. Medical
Publishing, Inc, 2005.

DAVIDSON, JULIA O‟CONNELL. Children in the Global Sex Trade. Malden, USA and Cambridge, UK:
Polity Press, 2010.

QUAYLE, Ethel and TAYLOR, Max (editors). Viewing child pornography on the Internet –
understanding the offence, managing the offender, helping the victims. Lyme Regis: Russell House
Publising, 2005.

VIGARELLO, Georges (1998). História do estupro: violência sexual nos séculos XVI-XX. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
229

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Addeniz, Yaman. Internet child pornography and the law: national and international responses.
Barlington, USA: Ashgate Publishing Company, 2009.

Corriveau, Patrice et Fortin Francis. Cyberpédophiles et autres agresseurs virtuels. Montréal: VBL
Éditeur, 2011.

ENNEW, JUDITH. Exploitation of children in prostitution. Rio de Janeiro, Brazil, 2008.


(http://www.iiicongressomundial.net/congresso/arquivos/thematic_paper_prostitution_
eng.pdf)
GREGORI, Maria Filomena. Relações de violência e erotismo. Cad. Pagu, Campinas , n. 20, 2003 .

HEILBORN, Maria Luiza; AQUINO, Estela M. L. e KNAUTH, Daniela Riva. “Editorial”. Cad. Saúde
Pública, Rio de Janeiro, 22(7):1362-1363, jul, 2006.

JENKINS, Philip. Moral Panic – changing concepts of the child molester in Modern America. New
Haven and London: Yale University Press, 1998.

LANDINI, Tatiana Savoia. Pedófilo, quem és? A pedofilia na mídia impressa. Cadernos de Saúde
Pública (FIOCRUZ), v.19, p. S273 - S282, 2003.

LANDINI, Tatiana Savoia. Violência sexual contra crianças na mídia impressa: gênero e geração.
Cadernos Pagu (UNICAMP), v.26, p.225 - 252, 2006.

LANDINI, Tatiana Savoia, OLIVEIRA, Marina P. P. Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas no Brasil.


São Paulo: Ibccrim, 2008, v.1. p.134.

McAlinden, Anne-Marie. „Grooming‟ and the Sexual Abuse of Children – institutional, Internet, and
familial dimenstions. Oxford, UK: Oxford University Press, 2012.

MONTGOMERY, Heather. “Working with child prostitutes in Thailand – problems of practice and
interpretation”. Childhood, vol 14 (4), 2007.

O‟Donnell, Ian and Milner, Claire. Child pornography – crime, computer and society. Devon, UK;
Portland, USA: Willan Publishing, 2007.

Ost, Suzanne. Child pornography and sexual grooming: legal and societal responses. Cambridge, UK:
Cambridge University Press, 2009.

PISCITELLI, Adriana (et all) (Org.) Cadernos PAGU 25, Mercado do sexo. 25. ed. Campinas: Núcleo
de Estudos de Gênero-PAGU/UNICAMP, 2005.

PISCITELLI, Adriana. Trânsitos: brasileiras nos mercados transnacionais do sexo. Rio de Janeiro:
EDUERJ/Garamond/CLAM, 2013.

PISCITELLI, Adriana; GREGORI, Maria Filomena e CARRARA, Sérgio. Sexualidades e saberes:


convenções e fronteiras. Rio de Janeiro: Garamond, 2004a, p. 319-342.

Quayle, Ethel and Ribisl, Kurt M. (editors). Understanding and preventing online sexual exploitation of
children. Abingdon, Oxon, Great Britain: New York, USA: Routledge, 2012.

QUAYLE, Ethel; LOOF, Lars; PALMER; Tink. Child pornography and sexual exploitation of children
online. Theme paper written on behalf of ECPAT International as a contribution to the World Congress
III against Sexual Exploitation of Children and Adolescents. Rio de Janeiro, 2008.

WOLAK, J., FINKELHOR, D., MITCHELL, K., & YBARRA, M. “Online „Predators‟ and their Victims:
Myths, Realities and Implications for Prevention and Treatment”. .American Psychologist, 63, 2008,

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
230

111-128.

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UNIDADE CURRICULAR: Sociologia de Norbert Elias


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Apresentar a proposta de sociologia processual e figurational do sociólogo alemão Norbert Elias,


discutindo seus principais conceitos e sua pertinência para compreender a sociedade
contemporânea.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

 Apresentar os conceitos fundantes da sociologia eliasiana: figuração, processo e civilização;


 Ler e discutir suas principais obras;
 Ler e discutir pesquisas empíricas realizadas seguindo os princípios da sociologia eliasiana.

EMENTA

A UC tem como objetivo propiciar aos alunos um estudo da obra do sociólogo alemão Norbert Elias.
O curso será dividido em dois momentos. Num primeiro momento, serão lidas algumas de suas
principais obras, bem como comentadores que ajudam na compreensão de sua sociologia e de seus
conceitos fundantes - figuração, processo e civilização. Num segundo momento, serão lidas
pesquisas empíricas que tiveram como orientação teórica a sociologia de Elias, permitindo ao aluno
uma compreensão mais apurada do que significa fazer uma pesquisa nos moldes eliasianos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

A sociologia de Norbert Elias: sociologia processual ou figuracional; o conceito de figuração; o


conceito de processo; o conceito de civilização; teoria e empiria; a pesquisa sob a ótica da sociologia
eliasiana.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ELIAS, Norbert. (1970), Introdução à sociologia. Lisboa, Edições 70.

_________. (1990), O processo civilizador. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, vol. 1.

_________. (1993), O processo civilizador. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, vol. 2

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_________. (1994a), A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro, Jorge Zahar.

ELIAS, Norbert & Scotson, John L. (2000), Os estabelecidos e os outsiders: sociologia das relações
de poder a partir de uma pequena comunidade. Rio de Janeiro, Jorge Zahar.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MENNELL, Stephen. (1998), Norbert Elias: an introduction. Dublin, University College Dublin Press.

DEPELTEAU, François and LANDINI, Tatiana Savoia. (2013), Norbert Elias and Social Theory. New
York, Palgrave Macmillan.

LANDINI, Tatiana Savoia and DEPELTEAU, François. (2014), Norbert Elias and Empirical Research.
New York, Palgrave Macmillan.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Pensamento Social Contemporâneo na obra de Michel Foucault


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVOS

No tratamento do que Foucault denominou genealogia do sujeito, o curso percorrerá o trajeto de


transformação dessa categoria dentro da perspectiva foucaultiana. Paralelamente, será necessário
perseguir a transformação metodológica que acompanha a mudança na problematização do sujeito
empreendida pelo autor, mudança que se faz com uma alteração no eixo da análise, que vai de uma
apreensão arqueológica do problema a uma apreensão genealógica. Nesse percurso será possível
visualizar a originalidade da formulação foucaultiana dada ao problema do sujeito, que permite
combinar a práticas de liberdade que caracterizam as sociedades contemporâneas com os
sofisticados dispositivos através dos quais o poder pode ser entendido como exercício capaz de agir
na capilaridade das relações sociais.

EMENTA

Relação entre sujeito e poder; dispositivo disciplinar; dispositivo de sexualidade; regimes de verdade
e efeitos de poder; hermenêutica do sujeito; práticas de liberdade; os métodos arqueológico e
genealógico de investigação histórica.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

 Tratamento do método arqueológico e do recurso à análise dos discursos para a


compreensão do problema do sujeito;
 Tratamento do método genealógico e da centralidade das práticas como o entendimento das
posições do sujeito;
 Definição dos dispositivos disciplinar e de sexualidade e o conceito de biopoder;
 Formulação do conceito de regime de verdade;
 Problematização da relação agonística entre poder e liberdade na definição dos sujeitos na
sociedade contemporânea;
 Introdução ao uso dos prazeres como forma de erotização da política, contrapartida da
politização do sexo.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FOUCAULT, Michel. Do Governo dos Vivos. São Paulo, Martins Fontes, 2014.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
234

_____. Hermenêutica do Sujeito. São Paulo, Martins Fontes, 2005.

_____. História da Loucura. São Paulo, Ed. Perspectiva, 1978.

______. História da Sexualidade II: O uso dos prazeres. Rio de Janeiro, Graal, 1984.

______. Vigiar e Punir: história da violência nas prisões. Petrópolis, Vozes, 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FOUCAULT, Michel. As Palavras e as Coisas. São Paulo, WMF Martins Fontes, 1999.

______. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro, Graal, 1979.

______. O que é o Iluminismo? In: ESCOBAR, Carlos Henrique de (org.). Michel Foucault – O Dossier:
últimas entrevistas. Rio de Janeiro, Taurus, 1984, pp. 103-112.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Foucault e a Literaura


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Percorrer as diferentes etapas da obra de Michel Foucault perscrutando a transformação nos usos da
literatura ao longo do desenvolvimento de múltiplos métodos de investigação.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

 Delimitação da literatura como acontecimento da linguagem que emerge ao final do século


XVIII;
 Lugar da literatura no trabalho de arqueologia das Ciências Humanas: como expressão
inespecífica da linguagem ao mesmo tempo que lugar de ruptura com a linguagem reduzida
a uma organização discursiva;
 Literatura como lugar de delimitação de experiências sociais específicas, entendida como
lugar do engate entre saberes e práticas, e, portanto, como material para problematização do
mundo social.

EMENTA

Delimitação e exploração dos múltiplos e diversos usos da literatura propostos por Michel Foucault na
formulação de questões pertinentes à teoria social e na elaboração dos métodos de investigação
histórica, arqueológico e genealógico, buscando, a um só tempo, desmontar formas consagradas de
hierarquização de saberes na produção do conhecimento científico e apontar a especificidade dessa
forma de expressão como ruptura de uma linguagem formulada em termos discursivos. Com isso se
sedimentam algumas das possibilidades de tomada de objetos esteticamente investidos como objeto
de interesse sociológico e como lugar de problematização na produção de conhecimento acerca do
mundo social.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FOUCAULT, M. “A linguagem ao infinito”. In: _____. Ditos & Escritos III – Estética: Literatura e Pintura,
Música e Cinema. Rio de Janeiro, Forense Universitária, [1963] 2001.

______. A ordem do discurso. Rio de Janeiro, Loyola, 2005.

______. As palavras e as coisas: uma arqueologia das Ciências Humanas. São Paulo, Martins

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236

Fontes, [1966] 1999.

______. Do governo dos vivos. São Paulo, Martins Fontes, 2014.

______. Raymond Roussel. Rio de Janeiro, Forense Universitária, [1963] 1999.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FOUCAULT, M. “O que é um autor?”. In: _____. Ditos & Escritos III – Estética: Literatura e Pintura,
Música e Cinema. Rio de Janeiro, Forense Universitária, [1969] 2001.

______. “A escrita de si”. In ____. Ditos & Escritos V: Ética, Sexualidade, Política. Rio de Janeiro,
Forense Universitária, [1983] 2012.

______. “Arqueologia de uma paixão”. In: _____. Ditos & Escritos III – Estética: Literatura e Pintura,
Música e Cinema. Rio de Janeiro, Forense Universitária, [1984] 2001.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
237

UNIDADE CURRICULAR: Literatura e Teoria Social no Brasil


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Investigar as relações entre as teorias da literatura brasileira e o desenvolvimento de algumas


interpretações do Brasil.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

 Investigar os fundamentos de algumas das teorias da literatura brasileira, notadamente aquelas


dedicadas a traçar um perfil nacional para essa literatura;
 Averiguar as convergências dessas análises literárias e das teorias ditas “intérpretes” do Brasil;
 Discutir as implicações de conceber a linguagem literária como dotada de uma “missão”;
 Discutir a perspectiva de um encerramento da literatura brasileira na chave “nacionalista”.

EMENTA

Problematização das relações de mútua implicação entre as ditas “interpretações do Brasil” e a


formulação de um cânone literário brasileiro, dando relevo à matriz comum dentro da qual um âmbito
dá inteligibilidade ao outro, notadamente através no delineamento da problemática da “nação” como
fundamento de ambos.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Andrade, Mário de. Aspectos da Literatura Brasileira. Belo Horizonte, Editora Itatiaia, 2002.

Candido, Antonio. Literatura e Sociedade. São Paulo, T.A.Queirós/Publifolha, 2000.

Lima, Luiz Costa. “Concepção de História Literária na Formação”. In: _____. Pensando nos Trópicos.
Rio de Janeiro, Rocco, 1991.

Moraes, Eduardo Jardim de. A brasilidade modernista: sua dimensão filosófica. Rio de Janeiro, Graal,
1978.

Prado, Antonio Arnoni. “Nacionalismo Literário e Cosmopolitismo”. In: _____. Trincheira, Palco e
Letras: crítica, literatura e utopia no Brasil. São Paulo, Cosac & Naify, 2004.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
238

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Baptista, Abel Barros. O Livro Agreste: ensaio de curso de literatura brasileira. Campinas, SP, Editora
da Unicamp, 2005.

Finazzi-Agrò, Ettore. “Em Formação. A literatura brasileira e a „configuração de origem‟”. In: Antonio
Candido y los estúdios latinoamericanos. Pittsburgh, Instituto Internacional de Literatura
Iberoamericana, 2001.

Arantes, Paulo. “Nação e Reflexão”. In: Benjamin Abdala Jr. e Salete de Almeida Cara (orgs.).
Modernos de Nascença: figurações críticas do Brasil. São Paulo, Boitempo, 2006.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
239

UNIDADE CURRICULAR: Teorias Sociológicas da Literatura


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Traçar um panorama histórico e teórico das transformações sofridas pela interface entre a sociologia
e a literatura.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

 Investigar o lugar ocupado pela literatura na sociologia clássica;


 Tratar do desenvolvimento de uma sociologia da literatura como subárea específica da sociologia;
 Abordar as diferenças nas teorias sociológicas da literatura tendo em conta a diversidade das
abordagens teóricas em contextos específicos, notadamente na França, nos EUA e no Brasil.

EMENTA

Percurso pelas diversas teorias sociológicas que se debruçaram sobre a literatura, dela se
apropriando como objeto de interesse sociológico ou utilizando-a como recurso para problematizar
sociologicamente fenômenos do mundo social.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Candido, Antonio. Literatura e Sociedade. São Paulo, Publifolha, 2000.

Foucault, M. “O que é um autor?”. In: _____. Ditos & Escritos III – Estética: Literatura e Pintura,
Música e Cinema. Rio de Janeiro, Forense Universitária, [1969] 2001, pp. 264-298.

Gaudez, Florent. (1997), Pour une socio-anthropologie du texte littéraire. Paris, L‟Harmattan.

Leenhardt, Jacques. (1998), “Uma sociologia das obras de arte é necessária e possível?”. In: Tempo
o
Social, São Paulo, vol.10, n .2, pp.101-111.

Péquignot, Bruno. (1993), Pour une sociologie esthétique. Paris, L‟Harmattan.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Lukács, Georg. A teoria do romance. São Paulo, Editora 34, 2000.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
240

Weber, Max. Os fundamentos racionais e sociológicos da música. São Paulo, Edusp. 1995.

Goldmann, Lucien. A sociologia do romance. Rio de janeiro, paz e terra, 1976.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
241

UNIDADE CURRICULAR: Nação, Migração e Fronteira


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

A disciplina pretende discutir, numa perspectiva interdisciplinar, alguns contextos históricos e teóricos
de construção das nacionalidades, nacionalismos, migrações internacionais e fronteiras nacionais
modernas à luz do debate contemporâneo sobre esses temas.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

a. Construir uma reflexão teórica e histórica sobre a formação das nacionalidades no mundo
moderno;

b. Compreender as migrações e outras formas de mobilidades (refugiados, intercâmbios


estudantis, turistas, circulação de trabalhadores, entre outros) em distintos contextos
nacionais e transnacionais;

c. Abordar os territórios de fronteiras nacionais a partir da perspectiva das interações sociais


produtoras de diversas fronteiras sociais, culturais e simbólicas.

EMENTA

O debate teórico sobre nação e nacionalismo. As teorias sobre migrações e fronteiras. Nacionalismo
e globalização no mundo contemporâneo e o debate atual sobre transnacionalismo. As fronteiras
internacionais e outras fronteiras culturais e simbólicas. Migrações internas e transnacionais. Os
conceitos de zonas de contato, fluxos, transculturação nos contextos migratórios e fronteiriços.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANDERSON, Benedict. Comunidades imaginadas: reflexões sobre a origem e difusão do


nacionalismo. Tradução de Denise Bottman. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

BARTH, Fredrik. Grupos étnicos e suas fronteiras. In: POUTIGNAT, Philippe; STREIFF-FENART,
Jocelyne. Teorias da etnicidade. Tradução Elcio Fernandes. São Paulo: UNESP, 1998.

BHABHA, Homi. Disseminação. O tempo, a narrativa e as margens da nação moderna. O local da


cultura. Tradução de Myriam Ávila, Eliane Lourenço e Cláudia Renate. Belo Horizonte: UFMG, 2003.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
242

SAYAD, A. Imigração ou os paradoxos da alteridade. São Paulo: EDUSP, 1998.

TURNER, Frederick. O significado da fronteira na história americana. KNAUSS, Paulo. Oeste


americano: quatro ensaios de história dos Estados Unidos da América de Frederick Jackson Turner.
Niterói: UFF, 2004.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

APPADURAI, Arjun. Soberania sem territorialidade: notas para uma geografia pósnacional. Revista
Novos Estudos do CEBRAP, n. 49, Nov. de 1997.

BALAKRISHNAN, Gopal (org.). Um mapa da questão nacional. Tradução Vera Ribeiro. Rio de
Janeiro: Contraponto, 2000.

MACAGNO, Lorenzo; MONTENEGRO, Silvia; GIMENEZ, Verónica. A Tríplice Fronteira: espaços


nacionais e dinâmicas locais. Curitiba: UFPR, 2011.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
243

UNIDADE CURRICULAR: Modernidade e Colonialidade


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Discutir os paradoxos da modernidade a partir de uma perspectiva pós-colonial.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

 Problematizar as teorias da modernidade produzidas a partir do Ocidente, sobretudo Europa


Ocidental e Estados Unidos.

 Pensar a relação entre modernidade, colonialidade, escravidão e racismo;

 Discutir as especificidades da Índia, dos países da América Latina e da África na problemática


da colonização e descolonização.

EMENTA

As abordagens pós-coloniais a partir de diferentes lugares geográficos e políticos. A relação entre os


estudos pós-coloniais e teoria sociológica contemporânea. Modernidade e colonialidade na América
Latina. Modernidades entrelaçadas. As epistemologias do Sul. O colonialismo interno.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CESAIRE, Aimé. Discurso sobre o colonialismo. Prefácio de Mário de Andrade. Lisboa: Livraria Sá da
Costa, 1978.

FANON, Franz. Peles negras, máscaras brancas. Salvador: EDUFBA, 2008.

GILROY, Paul. O Atlântico Negro. Modernidade e dupla consciência, São Paulo, Rio de Janeiro,
34/Universidade Cândido Mendes – Centro de Estudos Afro-Asiáticos, 2001.

MIGNOLO, Walter. Histórias locais / projetos globais: colonialidade, saberes subalternos e


pensamento liminar. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003.

SAID. Edward W. Orientalismo. O Oriente como invenção do Ocidente. São Paulo: companhia das
letras, 2007.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
244

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

WALLERSTEIN, Immanuel. O universalismo europeu. A retórica do poder. São Paulo: Boitempo,


2007.

SANTOS, Boaventura dos; Meneses, Maria Paula (orgs.). Epistemologias do Sul. Coimbra: edições
Almedina, 2009.

COSTA, Sergio. Desprovincializando a sociologia. A contribuição pós-colonial. Revista Brasileira de


Ciências Sociais, vol. 21, n. 60, 2006, PP. 117-134.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
245

UNIDADE CURRICULAR: Identidade e Diferença


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

A disciplina pretende discutir e problematizar os conceitos de identidade e diferença, associando-os a


abordagens teóricas distintas e a contextos sociais e culturais específicos.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

 Pensar a questão da identidade e diferença nos estudos sociológicos e antropológicos que


abordam os grupos étnicos e nacionais;

 Discutir a identidade e diferença nas abordagens dos estudos culturais e pós-coloniais;

 Refletir sobre as identidades em contextos de políticas de reconhecimento.

EMENTA

Identidade, diferença e alteridade. Identidades étnicas e nacionais. Multiculturalismo e


interculturalidade. Diversidade e diferenciação. Identidades situacionais e negociadas. Identificação,
sentidos de pertença e processos identitários. Cultura, identidade e memória. Políticas de identidade,
cidadania e reconhecimento.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRAH, Avtar. . Cartografías de la diáspora. Identidades en cuestión. Madrid: Traficantes de Sueños.

CASTELLS, Manuel. O poder da identidade. São Paulo: Paz e Terra, 2008. Lyotard, J, F. La
diferencia. Barcelona: Gedisa, 1996.

FEDMAN-BIANCO, Bela; CAPINHA, Graça (orgs.). Identidades. Estudos de cultura e poder. São
Paulo: Hucitec, 2000.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 2004.

TODOROV, Tzvetan. Nosotros y los otros. Reflexión sobre la diversidade humana. México, DF: Siglo
XXI, 1991.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
246

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

SILVA, Tomaz Tadeu (org). Identidade e diferença – a perspectiva dos estudos


culturais. Petrópolis: Vozes, 2000.

GIMÉNEZ, Gilberto. Cultura, identidad y memória. Materiales para una sociología de los procesos
culturales en las franjas fronterizas. Colégio de la Frontera Norte, vol. 21, n. 41, ene-ju de 2009.

MIGNOLO, Walter. Desobediência epistêmica: a opção descolonial e o significado de identidade em


política. Cadernos de Letras da UFF – Dossiê: Literatura, língua e identidade, no 34, p. 287-324,
2008.

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UNIDADE CURRICULAR: O Valor na Teoria Social Clássica e Contemporânea


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVOS GERAIS

 Mapear o debate sobre o valor-trabalho


 Resgatar as contribuições clássicas sobre o valor (François Quesnay, Adam Smith, David
Ricardo, Karl Marx, entre outros).
 Contextualizar histórica e teoricamente a crítica à teoria do valor na teoria social
contemporânea.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

● Mapear as teses da teoria social contemporânea que se valem da relevância ou não da teoria
do valor-trabalho para a análise do papel das tecnologias da informação e do trabalho
imaterial na atualidade.
● Expor a relação entre tempo de trabalho e tempo livre para a fundamentação do conceito de
valor-trabalho nos clássicos e na teoria social contemporânea.

EMENTA

A constituição da sociedade capitalista. O valor como fundamento da sociabilidade capitalista. O valor


em Adam Smith. O valor em David Ricardo. O valor em Karl Marx. o valor e a crise econômica dos
anos 1960-70. A teoria contemporânea sobre o valor. Fim ou radicalização das formas de valorização.
Capital e Capitalismo: história e conjuntura.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O Conceito de Valor em Adam Smith; David Ricardo e Karl Marx; Valor e Trabalho; Valor-trabalho; o
Tempo como Medida do Valor; A Desmedida do Valor; Valor e Renda.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BELLUZZO, Luiz Gonzaga. (1988) Valor e Capitalismo. Campinas: Unicamp.

HUNT, E.K. (1981) História do Pensamento Econômico. Rio de Janeiro: Campus.

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MARX, Karl. (1988) O Capital. São Paulo: Nova Cultural.

NAPOLEONI, Cláudio. (1977) O Valor na Ciência Econômica. Portugal: Presença.

RUBIN, Isaak. (1980) A Teoria Marxista do Valor. São Paulo: Brasiliense.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

GORZ, André. (2005) O Imaterial: conhecimento, valor e capital. São Paulo: Annablume.

HARVEY, David. (1998) A Condição Pós-moderna. São Paulo: Loyola.

PRADO, Eleutério. (2005) Desmedida do valor - Crítica da pós-grande indústria. São Paulo: Xamã.

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UNIDADE CURRICULAR: Sociologia do Trabalho


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O objetivo é introduzir os estudantes aos principais temas da sociologia do trabalho em seu processo
de formação como disciplina científica nos anos 1950, discutindo, a partir disso, os eixos analíticos
centrais da disciplina nas décadas seguintes.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

● Apresentar a Sociologia do Trabalho como uma ciência que se constitui com base nas
necessidades da própria dinâmica das relações sociais em presença e que, portanto,
sintetiza teoricamente as contradições da sociedade capitalista;

● Analisar as diversas interpretações sobre o conceito de trabalho.

EMENTA

Sociologia do trabalho e capitalismo no século XX; Fundamentos teóricos da sociologia do trabalho; o


taylorismo, a Sociologia das organizações e psicosociologia; A Sociologia da Alienação; A sociologia
como disciplina científica; Os desafios diante da Automação da produção; A Sociologia do Trabalho
diante da crise do trabalho.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Braverman, Harry. Trabalho e Capital Monopolista. A Degradação do Trabalho no Século XX. Rio de
Janeiro: Zahar, 1980.

Friedmann, Friedmann. O Trabalho em Migalhas. São Paulo: Perspectiva, 1983.

Rosdolsky, Roman. “Processo de trabalho e processo de valorização. In: Roman Rosdolsky. Gênese
e Estrutura de O Capital de Karl Marx. Rio de Janeiro: EDUERJ/Contraponto, 2001.

Marglin, Marglin “Origem e funções do parcelamento das tarefas (para que servem os patrões?)”. In:
GORZ, André (org.). Crítica da Divisão do Trabalho. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

Marx, Karl. “A mercadoria”. Seção 1: A mercadoria e o dinheiro. Itens: 1, 2 e 4. In: O Capital: Crítica

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da Economia Política (Os Economistas). São Paulo: Nova Cultural, 1988.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Georges Friedmann. Cap. VI: “O profissional completo, o especialista e o especializado”. In: Georges
Friedman. O Trabalho em Migalhas. São Paulo: Perspectiva, 1983.

André Gorz. “Técnico, técnica e luta de classes.” In: GORZ, André (org.). Crítica da Divisão do
Trabalho. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

Ricardo Antunes. Adeus ao trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do


trabalho (Caps. 1, 2 e 3). São Paulo: Cortez, 1995.

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UNIDADE CURRICULAR: Hegemonia: Consenso e Relações entre Classes, Sociedade e Estado


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Trata-se de discutir uma bibliografia voltada às relações entre Estado e sociedade a partir de
contribuições do marxismo, especialmente aquelas ligadas à obra de Gramsci. Serão analisadas
contribuições acerca da relevância das práticas hegemônicas e das ações coercitivas para a
conquista e o exercício do poder estatal em períodos marcantes da história do capitalismo
contemporâneo, no mundo e no Brasil.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Analisar diversas visões marxistas sobre as relações entre hegemonia, consenso e coerção. Discutir
práticas de grupos políticos voltadas à obtenção de apoio de segmentos sociais, por um lado, e
examinar ações emanadas do poder do Estado e de outros âmbitos da sociedade, por outro. A
análise será focada na social-democracia e no neoliberalismo, no plano mundial, no populismo e no
neoliberalismo, para discussão do caso brasileiro.

EMENTA

Hegemonia na teoria marxista: Marx, Lenin e Trotsky; Gramsci, Thompson e Burawoy; Social-
democracia européia; Populismo no Brasil; Neoliberalismo no mundo e no Brasil.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

● Hegemonia na teoria marxista: Marx, Lenin e Trotski


● Hegemonia na teoria marxista do século XX: Gramsci, Thompson e Burawoy
● Social-democracia européia: capitalismo e estado de bem estar social
● Populismo: tutela estatal e inserção das massas na política brasileira
● Neoliberalismo no mundo e no Brasil: domínio do mercado e restrição de direitos.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

COUTINHO, C. N. Intervenções: o marxismo na batalha das idéias. São Paulo: Cortez, 2006.

GRAMSCI, A. Cadernos do cárcere. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, vol. 1 a 6, 1999.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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HARVEY, D. O Neoliberalismo: história e implicações. São Paulo: Ed. Loyola, 2008.

MORAES, R. Neoliberalismo; de onde vem, para onde vai?. São Paulo: Ed. Senac. 2001

OLIVEIRA, F., BRAGA, R. & RIZEK, C. (orgs.) Hegemonia às avessas: economia, política e cultura na
era da servidão financeira. São Paulo: Boitempo, 2010.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

HAYEK, F. O caminho da servidão. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1994.

THOMPSON, E. P. Costumes em comum. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.

WEFFORT, F. O populismo na política brasileira. São Paulo: Paz e Terra, 2003.

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UNIDADE CURRICULAR: Neoliberalismo e o Capitalismo Contemporâneo


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Trata-se de discutir uma bibliografia voltada a discutir o neoliberalismo como modo de dominação no
capitalismo contemporâneo, incorporando os diversos aspectos através dos quais esta dominação é
exercida e contestada pelos variados segmentos sociais.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Analisar diversas visões acerca do neoliberalismo como ideologia e como prática social nos âmbitos
ideológico, econômico, político e social, no mundo e no Brasil. Trata-se também de examinar as
relações entre o neoliberalismo nesses diversos âmbitos enquanto projeto hegemônico de segmentos
burgueses numa fase do capitalismo de acentuada financeirização e mundialização, além do retorno
da pobreza como o eixo da questão social.

EMENTA

Ementa: Neoliberalismo como ideologia. Neoliberalismo e domínio da financeirização. Neoliberalismo


e as novas políticas Estado-sociedade como contraponto ao Estado de bem estar social.
Neoliberalismo e as esferas do emprego e do trabalho.  Classes, cidadania e pobreza sob o
neoliberalismo. Especificidades do neoliberalismo em diferentes países e contextos históricos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

 Neoliberalismo como ideologia.


 Neoliberalismo e domínio da financeirização.
 Neoliberalismo como contraponto ao Estado de bem estar social.
 Neoliberalismo e as esferas do emprego e do trabalho.  
 Classes, cidadania e pobreza sob o neoliberalismo.
 Especificidades do neoliberalismo em diferentes países e contextos históricos.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CHESNAIS, F. A teoria do regime de acumulação financeirizado: conteúdo, alcance e interrogações.


Economia e Sociedade, Campinas, v. 11, n. 1 (18), p. 1-44, jan./jun. 2002

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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HAYEK, F. – O caminho da servidão. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1994.

HARVEY, D. - O Neoliberalismo: história e implicações. São Paulo: Ed. Loyola, 2008.

MORAES, R. – Neoliberalismo; de onde vem, para onde vai?. São Paulo: Ed. Senac. 2001

DUMENIL, G. & LEVY, D. – A crise do neoliberalismo: São Paulo: Botemnpo, 2014.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

COUTINHO, C. N. – Intervenções: o marxismo na batalha das idéias. São Paulo: Cortez, 2006.

ESPING-ANDERSEN, G. “As três economias políticas do “Welfare State”. Lua Nova n° 24, 1991.

GALVÃO, A. “O neoliberalismo na perspectiva marxista”. Crítica Marxista (São Paulo), v. 27, p. 121-
126, 2008.

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UNIDADE CURRICULAR: Classes e Cidadania na Sociologia Política


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Trata-se de discutir uma bibliografia voltada a discutir as classes sociais e a cidadania enquanto
conceitos que discutem as ações coletivas dos segmentos populares, combinando os diversos
aspectos através dos quais suas identidades são formadas nas práticas sociais sob o capitalismo.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Analisar diversas visões acerca das classes sociais e da cidadania como conceitos que discutem as
práticas sociais em vários âmbitos - ideológico, econômico, político e social, no mundo e no Brasil,
especialmente nos períodos mais recentes. Examinar como tais conceitos foram aproximados ou
distanciados, conforme as perspectivas adotadas por diversos autores na análise de processos nos
quais os segmentos populares se mobilizaram para lutar por suas demandas junto ao Estado e à
sociedade.

EMENTA

Classes sociais na estrutura socioeconômica. Classes nas relações entre base econômica e
superestrutura político-ideológica. Classe, consciência de classe e luta de classe. Cidadania e status
social. Cidadania e as perspectivas de direitos. Cidadania e classes sociais: diferenças e
aproximações.  Cidadania e classes em diferentes países e contextos históricos.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

● Classes sociais na estrutura socioeconômica.


● Classes nas relações entre base econômica e superestrutura político-ideológica.
● Classe, consciência de classe e luta de classe.
● Cidadania e status social.
● Cidadania e as perspectivas de direitos.
● Cidadania e classes sociais: diferenças e aproximações.  
● Cidadania e classes em diferentes países e contextos históricos.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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CASTEL, R. As Metamorfoses da Questão Social: uma crônica do salário. Petrópolis: Vozes, 1998.

FERREIRA, J. (org.) O populismo e sua história, Rio de Janeiro: Civiliz. Brasileira, 2001.

GRAMSCI, A. Cadernos do cárcere. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, vol. 1 a 6, 1999.

HARVEY, D. O Neoliberalismo: história e implicações. São Paulo: Ed. Loyola, 2008.

MARSHALL, T. Cidadania, Classe Social e Status. São Paulo: Zahar, 1967.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BUCI-GLUCKSMANN, C. e THERBORN, G. O desafio social-democrata. Lisboa: D. Quixote, 1983.

SINGER, A. “Raízes Sociais e Ideológicas do Lulismo”, Novos Estudos, 85, nov 2009

THOMPSON, E. P. Costumes em comum. São Paulo: Cia. das Letras, 1998.

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257

UNIDADE CURRICULAR: Literatura, Cinema e Política no Mundo Ibérico


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

A unidade curricular Literatura, Cinema e Política no Mundo Ibérico tem como objetivo geral
aproximar o corpo discente da cultura e da política do Mundo Ibérico, utilizando, para tanto, a
literatura, o cinema, bem como documentos históricos e outras manifestações artísticas.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Apresentar aos alunos alguns autores e temas clássicos do Mundo Ibérico por meio de um recorte
temático polêmico;
. Colocar os alunos diante de uma bibliografia nova, de modo a potencializar o seu interesse pelas
aproximações entre as Ciências Sociais, a História, a Literatura e o Cinema;
. Aprofundar o debate teórico sobre certos itinerários da Sociologia e da História, fundamental para a
formação do estudante de Ciências Sociais.

EMENTA

Sono e Assombro - O Bom Governo; O Esperpento; o Cinema e a Memória Revisitada. O Império


Sonhado - O olhar, a decadência e o sonho interdito de grandeza. Terra adentro - A defesa dos
paulistas; a decadência e o sertão; "estranho" e "estrangeiro". Diálogos Ibéricos - D. Quixote
revisitado, caricaturas da corte brasileira, Portugal e Europa no cinema. O Ultimatum de Álvaro de
Campos. Abordagens relacionadas à pesquisa e ao ensino a partir das diversas fontes bibliográficas
utilizadas na disciplina.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I - SONHO E ASSOMBRO
1.1 Calderón de La Barca e o Bom Governo;
1.2 Valle-Imclan e o Esperpento;
1.3 Carlos Saura e a memória revisitada.

II - O IMPÉRIO SONHADO
2.1 Padre Vieira - sobre o olhar;
2.2 Alexandre Herculano - sobre a decadência;
2.3 Manoel de Oliveira e o sonho interdito de grandeza.

III - TERRA ADENTRO


3.1 Jacob Rolland e a Defesa dos Paulistas (1684);
3.2 Euclides da Cunha: a decadência e o sertão;
3.3 O "estranho" e o "estrangeiro" - Terra estrangeira

IV - DIÁLOGOS IBÉRICOS
4.1 Unamuno e o D. Quixote revisitado;
4.2 Bordalo e Patrocínio - caricaturas da corte brasileira;
4.3 Olhares oblíquos em Um filme falado e Viagem ao princípio do mundo
4.4 O Ultimatum de Álvaro de Campos.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BARCA, Calderón de la. A vida é sonho. Tradução Renata Pallottini; introdução Luís Filipe Lima e
Ricardo Valle. São Paulo: Hedra, 1992.

CUNHA, Euclides da. Os sertões. R. J.: Editora Paulo de Azevedo, 1957.

FERREIRA, Carolin Overhoff (Org.). On Manoel de Oliveira. Londres: Wallflower Press, 2008.

GOOCH, G. Historia e historiadores en el siglo XIX. México: Fondo de cultura econômica, 1977.

MATOS-CRUZ, José de. O cais do olhar. O cinema português de longa-metragem e a ficção muda.
Lisboa: Cinemateca Portuguesa e Museu do Cinema, 1999.

MONTEIRO, Paulo Filipe. “The Burden of a nation” (O fardo de uma nação). In Portugal: a
cinematographic portrait (Portugal: um retrato cinematográfico). Lisboa: Número Magazine - arte e
cultura, 2004, pp. 22 - 69.

PÉCORA, Alcir. “O demônio mudo”, In: NOVAES, Adauto (org), O Olhar, São Paulo, Companhia das
Letras, 2006.

UNAMUNO, Miguel de, Vida de D. Quijote y Sancho, Madrid, Espasa-Calpe, 1941

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BERNECKER, W. L. España entre tradición y modernidad - Política, economia, sociedad (siglod XIX y
XX). Madri: Siglo veinitiuno, 1999.

CAMPOS, Alvaro de. Vida e Obras do Engenheiro. Org. Teresa Rita Lopes. Lisboa, Editorial
Estampa., 1990.

FERREIRA, Carolin Overhoff (org.). O cinema português através dos seus filmes. Porto: Campo das
Letras, 2007.

GUIMARÃES, A. Bordallo face a um mundo em turbilhão. Lisboa: Casa da Moeda., 1997.

LOURENÇO, Eduardo. Mitologia da saudade. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

MARICHAL, J. El secreto de España. Madri: Taurus, 1995.

MATTOSO, J. (Diretor) História de Portugal - O liberalismo. Lisboa: Estampa, 1998.

PESSOA, Fernando. Obras Em Prosa. 6a reimpressão. Organização Cleonice Berardinelli. Rio de


Janeiro, Editora Nova Aguilar, 1986.

ROVAI, M.L. Os saberes de si. Memória, violência e identidade nos poemas de Álvaro de Campos.
São Paulo: Annablume-FAPESP, 2001.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
259

SANTOS, Boaventura de Sousa. Pela mão de Alice. O social e o político na pós-modernidade. São
Paulo: Cortez, 1995.

TENGARRINHA, J. Da liberdade mitificada à liberdade subvertida. Lisboa: Colibri, 1993.

VALLE-INCLÁN, R. del. El ruedo ibérico (3 volumes). Madri: espasa-Calpe, 1997.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Sociedade e Tecnologias Digitais - Estudo em Cibercultura


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Conhecer e investigar os impactos das tecnologias de informaçao e comunicação na dinâmica social,


cultural, econômica e política.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

-Examinar diferentes aspectos teóricos da relação entre tecnologias digitais e sociedade, em especial
a constituição sócio-política dos dispositivos técnicos;

-Problematizar as transformações introduzidas pelas tecnologias digitais nas seguintes dimensões:


interação social cibermediada e modos de subjetivação; produção, difusão e acesso à cultura;
produção colaborativa de conhecimentos; regime visual; trabalho e economia digital; política e poder.

EMENTA

As tecnologias de informação e comunicação estão presentes em diversos domínios da vida social.


Elas participam de profundas transformações nos modos de interação social, nas formas de produção
e acesso ao conhecimento e aos bens culturais, nas relações de trabalho e nas atividades
econômicas, nas formas de ação política e no exercício do poder. Analisá-las enquanto objeto sócio-
técnico, cuja constituição é influenciada pela dinâmica política, econômica e cultural, é fundamental
para que possamos compreender a complexidade dos fenômenos sociais tecnicamente mediados.
Para isso, examinaremos a relação tecnologia-sociedade em recortes específicos que evidenciam as
transformações sociais em curso.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1.Desenvolvimento sócio-cultural das tecnologias de informação e comunicação;

2.Relações sociais cibermediadas: novas sociabilidades e modos de subjetivação;

3.Conhecimento na cibercultura; cultura livre; ciência cidadã; produção colaborativa; interfaces


visuais e simulação;

4.Economia Digital: propriedade intelectual; trabalho imaterial e capitalismo.

5.Poder e política: sociedade de controle; ciberpolítica; tecnopolítica; ativismo e cultura hacker.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BENKLER, Yochai. A economia política do commons. In: SILVEIRA, Sérgio Amadeu et al (org.). A
comunicação digital e a construção dos commons: redes virais, espectro aberto e as novas
possibilidades de regulação. São Paulo: Editora Perseu Abramo, 2007.

CASTELLS, Manuel. A Galáxia da Internet: reflexões sobre a Internet, os negócios e a sociedade. Rio
de Janeiro, J. Zahar Editor, 2003.

DELEUZE, Gilles. Post-Scriptum sobre Sociedade do Controle In: Conversações. São Paulo: Ed. 34,
2007.

FLUSSER, Vilém. Filosofia da caixa preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia. Rio de
Janeiro: Relume Dumará, 2002.

GORZ, Andre. O imaterial: conhecimento, valor e capital. São Paulo: Annablume, 2005.

HARDT, Michael; NEGRI, Antonio. Império. São Paulo: Record, 2001.

HIMANEN, Pekka. A Ética Hacker e Espírito da Era da Informação, 2001.

LÉVY, Pierre. O que é virtual? Rio de Janeiro, Editora 34, 1996.

MARCUSE, Herbert. Algumas implicações sociais da tecnologia moderna. In:

KELLNER, Douglas (Org.). Tecnologia, guerra e fascismo. São Paulo: Ed. UNESP, 1999. p. 71-104.

MACHADO, Arlindo. O sujeito na tela: modos de enunciação no cinema e no ciberespaço. São Paulo:
Paulus, 2007.

SANTOS, Laymert Garcia. Politizar as novas tecnologias: o impacto sócio-técnico da informação


digital e genética. São Paulo: Ed. 34, 2003.

VIRILIO, Paul. Velocidade e política. São Paulo: Estação Liberdade, 1996. Primeira edição 1977.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BENKLER, Yochai. The Wealth of Networks ¿ How Social Production Transforms Markets and
Freedom. London: Yale University, 2006.

COUCHOT, Edmond. La technologie dans l'art: de la photographie à la réalité virtuelle. Nimes:


Éditions Jacqueline Chambon, 1998.

COSTA, Rogério da. Inteligência coletiva: comunicação, capitalismo cognitivo e micropolítica. Revista
FAMECOS, Porto Alegre, n. 37, p. 61-68, dez. 2008.

_____ . A sociedade de controle. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 17, n. 3, p. 161-167, 2004.

GALLOWAY, Alexander. Protocol: How control exists after decentralization. Cambridge: MIT Press,
2004.

GIBSON, William. Neuromancer. São Paulo: Aleph, 2003.

FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, 1993.

GHOSH, Rishab Aiyer. CODE: Collaborative ownership and the digital economy. Cambridge: MIT

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
262

Press, 2005.

HABERMAS, Jürgen. Técnica e ciência enquanto Ideologia. In: Os Pensadores. São Paulo: Abril
Cultural, 1975. p. 303-333.

KERCHHOVE, Derrick. A pele da cultura: investigando a nova realidade eletrônica. São Paulo:
Annablume, 2009.

LÉVY, Pierre. Cibercultura. Rio de Janeiro, Editora 34, 1999.

OLIVEIRA, Francisco; RIZEK, Cibele. A Era da Indeterminação. São Paulo: Boitempo Editorial, 2007.
p. 221-256.

PELBART, Peter Pál. Vida capital: ensaios de biopolítica. São Paulo: Iluminuras, 2003.

RAMOS, Fernão Pessoa. Falacias e deslumbre face a imagem digital. Revista Imagens, Campinas, p.
28-33, 1994.

RANCIERE, Jacques. A partilha do sensível: estética e política. Tradução Mônica Costa Netto. São
Paulo: Ed. 34/EXO, 2005.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Movimento Sindical no Brasil


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O objetivo da Unidade Curricular é introduzir os estudantes ao universo da organização dos


trabalhadores, tendo como recorte principal a experiência histórica do movimento sindical no Brasil
nos últimos trinta anos.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Entre os objetivos específicos da UC, destacam-se os seguintes:


1) compreender os fatores econômicos, políticos, ideológicos e culturais que condicionam a prática
sindical;
2) traçar um panorama geral das experiências e tradições de luta do movimento operário e sindical no
Brasil;
3) conhecer a estrutura sindical e a legislação trabalhista brasileira;
4) estudar a atuação das principais entidades sindicais brasileiras, especialmente suas centrais
sindicais;
5) conhecer o universo das pesquisas sobre sindicalismo das Ciências Sociais no Brasil.

EMENTA

O objetivo da Unidade Curricular é introduzir os estudantes ao universo da organização dos


trabalhadores, tendo como recorte principal a experiência histórica do movimento sindical no Brasil
nos últimos trinta anos. Durante o curso, serão exploradas as seguintes temáticas:

1) Introdução às teorias do sindicalismo;


2) As origens do movimento sindical no Brasil;
3) Corporativismo e legislação trabalhista no governo Vargas;
4) Populismo, sindicalismo de massas e a resistência à ditadura militar;
5) As greves do ABC e o novo sindicalismo;
6) Movimento sindical nos anos 90;
7) Movimento sindical nos governos Lula/Dilma;
8) Metodologias de pesquisa do movimento sindical.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Introdução às teorias do sindicalismo


1.1 Política, economia e movimento sindical
1.2 A teoria marxista do sindicalismo: Marx, Lenin e Gramsci
1.3 A teoria do corporativismo de Phillipe Schmitter
1.4 A teoria das relações industriais de Richard Hyman

2. As origens do movimento sindical no Brasil


2.1 Industrialização, urbanização e organização sindical
2.2 Anarquismo, socialismo e sindicalismo
2.3 As primeiras centrais e a greve de 1917

3. Corporativismo e legislação trabalhista no governo Vargas


3.1 Imposto, unicidade e investidura sindical
3.2 Populismo, trabalhismo e a CLT
3.3 Estrutura sindical e o sindicalismo de estado no Brasil

4. Populismo, sindicalismo de massas e a resistência à ditadura militar

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
264

4.1 A ascensão do sindicalismo de massas no período democrático


4.2 A CGT e o golpe militar
4.3O movimento sindical durante o período ditatorial

5. As greves do ABC e o novo sindicalismo


5.1 A organização no local de trabalho, movimentos sociais e a explosão de greves no ABC
5.2 A CUT e o sindicalismo combativo nos anos 80
5.3 Sindicalismo, redemocratização e a Constituinte
5.4 O movimento sindical além da fábrica

6. Movimento sindical nos anos 90


6.1 Neoliberalismo, reestruturação técnica do capital e desafios do sindicalismo
6.2 A FS e o sindicalismo de resultados
6.3 A CUT e o sindicalismo propositivo
6.4 Desemprego, informalidade e sindicalismo de serviços
6.5 Crise, declínio e refluxo do movimento sindical

7. Movimento sindical nos governos Lula/Dilma


7.1 Reforma sindical e neocorporativismo
7.2 As novas centrais: NCST, CGTB, CTB, Intersindical, Conlutas
7.3 Participacionismo político e relação sindicato-partido

8. Metodologias de pesquisa do movimento sindical


8.1 Entrevistas
8.2 Imprensa sindical
8.3 Taxas de sindicalização e perfil das greves
8.4 Dieese, OIT
8.5 Análise comparativa internacional

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANTUNES, Ricardo. Adeus ao Trabalho? São Paulo: Cortez; Campinas: Editora da Unicamp, 1995.

BOITO JR., Armando. O sindicalismo de Estado no Brasil: uma análise crítica da estrutura sindical.
Campinas-SP: Editora da Unicamp; São Paulo: Hucitec, 1991.

BOITO JR., Armando. Política Neoliberal e Sindicalismo no Brasil. São Paulo: Xamã Editora, 1999.

CARDOSO, Adalberto Moreira; RODRIGUES, Leôncio M. Força Sindical: uma análise sócio-política.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993.

GALVÃO, Andréia. O movimento sindical frente ao governo Lula. Outubro, n. 14, pp. 131-150, 2006.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
265

HYMAN, Richard. -Trade Unions and the Disaggregation of the Working Class-. In: REGINI, Marino
(Ed.). The Future of Labour Movements. London: Sage, 1994.

MARTINS, Heloisa H. T. de Souza. O Estado e a burocratização do sindicato no Brasil. São Paulo:


Hucitec, 1978.

MATOS, Marcelo Badaró. Trabalhadores e sindicatos no Brasil. São Paulo: Expressão Popular, 2009.

NORONHA, Eduardo. A explosão das greves na década de 80. (p. 93-135). In: BOITO JR., Armando
(Org.). O sindicalismo brasileiro nos anos 80. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991.

RAMALHO, José Ricardo, SANTANA, Marco Aurélio. Além da Fábrica: trabalhadores, sindicatos e a
nova questão social. São Paulo: Boitempo, 2003.

RODRIGUES, Iram Jácome. Sindicalismo e política: a trajetória da CUT. São Paulo: Scritta, 1997.

RODRIGUES, Leôncio M. Sindicalismo e Classe Operária (1930-1964). (pg. 528-555), In: _________
(Org.) Brasil Republicano (tomo III: O Brasil Republicano). São Paulo: Difel, 1981.

SIMÃO, Azis. Sindicato e Estado. São Paulo, Dominus Editora, 1981.

TRÓPIA, Patrícia. Força Sindical: política e ideologia no sindicalismo brasileiro. São Paulo:
Expressão Popular, 2009.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANTUNES, Ricardo. Trabalho, reestruturação produtiva e algumas repercussões no sindicalismo


brasileiro. In: ANTUNES, Ricardo. Neoliberalismo, trabalho e sindicatos: reestruturação produtiva na
Inglaterra e Brasil. 2 ed. São Paulo: Boitempo Editorial, 2002, p. 71-84.

D‟ARAÚJO, Maria Celina; GOMES, Ângela de Castro. Getulismo e trabalhismo. São Paulo: Editora
Ática, 1989

GALVÃO, Andréia. A CUT na encruzilhada: impactos do neoliberalismo sobre o movimento sindical,


Idéias (Neoliberalismo e lutas sociais no Brasil), ano 9, n. 1, p. 105-154, 2002.

HOBSBAWN, E. J. Os trabalhadores: estudos sobre a história do operariado. (orig. 1964). São Paulo:
Paz e Terra, 2000.

HYMAN, Richard. Industrial Relations: a marxist introduction. London: Macmillan Press, 1975.

LENIN, V. I. Sobre os sindicatos. São Paulo: Editora Polis, 1979.

MARX, K; ENGELS, F. Sobre o sindicalismo. Pontos de Vista: Lisboa, 1974.

RODRIGUES, Leôncio M. CUT: os militantes e a ideologia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.

SCHMITTER, Philippe. Still the century of corporatism? In: Pike & Strich (Orgs.). The new
corporatism. Notre Dame, University of Notre Dame Press, 1974.

SOUZA, Davisson C. Cangussu de; TRÓPIA, Patrícia. O protagonismo metalúrgico no sindicalismo


brasileiro. Em: SOUZA, Davisson C. Cangussu de; TRÓPIA, Patrícia. Sindicatos metalúrgicos no
Brasil contemporâneo. Belo Horizonte: Editora Fino Traço, 2012. ISBN: 8580540739

SOUZA, D. C. C. As centrais sindicais diante do desemprego no Brasil e na Argentina de 1990 a


2002. In: MARTINS, Heloisa; COLLADO, Patricia. (Org.). Trabalho e sindicalismo no Brasil e na
Argentina. 1ed.São Paulo: Hucitec, 2012, v. , p. 147-169.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Pobreza, Classes, Cidadania e Políticas Públicas


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Propiciar aos alunos a compreensão acerca da problematização conceitual e empírica dos usos e
práticas relativos à pobreza, às classes e à cidadania, articulando-a a como as políticas públicas vem
tratando a questão da pobreza.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Ao final do curso, os alunos deverão ter conhecimentos acerca de como a pobreza se constitui como
condição relevante da sociedade brasileira, bem como suas conexões com as condições de classe e
de cidadania. Deverão ter noções sobre as perspectivas de enfrentamento das questões sociais
brasileiras pelas políticas públicas.

EMENTA

Conceituações; pobreza, classe e cidadania no mundo e no Brasil; Pobreza; a questão social na


época neoliberal; Pobres e não pobres: sentidos e significados acerca da condição de pobreza.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. Conceituações; pobreza, classe e cidadania no mundo e no Brasil.


2. Pobreza; a questão social na época neoliberal.
3. Pobres e não pobres: sentidos e significados acerca da condição de pobreza.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CALDEIRA, T. A política dos outros; o cotidiano dos moradores da periferia e o que pensam do poder
e dos poderosos. São Paulo: Brasiliense, 1984

CASTEL, Robert. As Metamorfoses da Questão Social: uma crônica do salário. Petrópolis: Vozes,
1998.

COHN, A. Cartas ao presidente Lula: Bolsa Família e direitos sociais. São Paulo: Azougue Edit.,
2013.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
268

ESPING-ANDERSEN, G. -As três economias políticas do Welfare State¿. Lua Nova, São Paulo, nº
24, 1991.

MARSHALL, T. - Cidadania, Classe Social e Status. São Paulo: Zahar, 1967.

PAUGAM, S. A desqualificação social. Ensaio sobre a nova pobreza. São Paulo: Educ, Cortez, 2003.

REGO, W. & PIZZANI, A. - Vozes do Bolsa Família: autonomia, dinheiro e cidadania. São Paulo:
Unesp, 2013.

SEN, A. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Cia das Letras, 2000.

SOUZA, J.- A ralé brasileiros: quem é e como vive, Belo Horizonte: Edit. UFMG, 2011.

TELLES, V. Pobreza e cidadania. São Paulo:Edit. 34, 2001.

VIANNA, M. L. T. W. - A nova política social no Brasil: uma prática acima de qualquer suspeita
teórica?, UFRJ, (acesso pelo site ess.ufrj.br/ejornal/index.php/praiavermelha/article/download/40/25)

ZALUAR, A. A máquina e a revolta: as organizações populares e o significado da pobreza. São Paulo:


Brasiliense, 1982

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CARVALHO, J. M. Cidadania no Brasil: O longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002
(3_a edição).

RABELO, M. M. - Redistribuição e reconhecimento no Programa Bolsa Família: a voz das


beneficiárias. Porto Alegre: UFRGS, tese de doutorado em Sociologia, 2011.

RIDENTI, Marcelo. Classes sociais e representação. São Paulo: Cortez, 2001.

SOUZA, J.- Os batalhadores brasileiros; Nova classe média ou nova classe trabalhadora? Belo
Horizonte, Edit. UFMG, 2012.

UGA, V. D. - A questão social como pobreza: crítica à conceituação neoliberal. Curitiba: Appris, 2011.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
269

UNIDADE CURRICULAR: Leituras de Pierre Bourdieu: Os Campos de Produção Simbólica


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Trata-se de discutir a teoria dos campos de produção simbólica de Pierre Bourdieu, ou seja, da
produção e reprodução dos bens simbólicos (arte, literatura, ciência, filosofia etc.) num espaço não
redutível à existência comum, nem elevado a um universo de exceção. O "campo" será abordado em
seus aspectos gerais, um espaço constituído por estruturas de relações de força que se impõem a
todos os agentes que nele ingressam e, no caso dos campos de bens simbólicos, em seus aspectos
específicos - uma vez que nesse caso o capital simbólico é instrumento e alvo das lutas de
concorrência. Pretende-se focalizar a progressiva diferenciação dos campos simbólicos entre os
produtores de bens simbólicos e os demais agentes (críticos de arte, editores etc.) e instituições
(museus, universidades, editoras etc.), cuja ação visa monopolizar os instrumentos de produção,
difusão e recepção das obras culturais e impor categorias de percepção legítimas. Trata-se, além
disso, de relacionar tal processo ao espaço social e às trajetórias dos agentes - no curso das quais
eles adquirem capitais e incorporam disposições e categorias de percepção/julgamento que operam
no sentido de orientar suas estratégias ou tomadas de posição no campo.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

Pretende-se discutir alguns dos principais conceitos elaborados por Pierre Bourdieu, particularmente
os conceitos relacionados à noção de "campo" e de "campo de produção simbólica", a partir da leitura
e discussão de alguns textos teóricos, bem como de pesquisas realizadas pelo autor.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I - Os Campos de Produção Simbólica


* Estrutura Social e Práticas Culturais
* O Mercado de Bens Simbólicos
* Habitus e Campo
* Campos de Produção Simbólica e Campo do Poder

II - Gênese e Transformação dos Campos de Produção Simbólica: os Produtores


* Flaubert e o Campo Literário Francês no XIX
* Manet e o Campo Pictórico Francês no XIX
* Heidegger: O Campo Filosófico e o Espaço dos Possíveis
* Bourdieu: o Campo Filosófico e as Ciências Sociais

III: Espaços e Práticas de Difusão e Consagração Simbólica


* A Produção Social da Crença: teatros, galerias e editoras
* Intelectuais e Poder: a nobreza de Estado
* O conflito das faculdades: universitários e intelectuais
* Categorias do Entendimento: estruturas do ensino e estruturas mentais

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
270

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOURDIEU, Pierre. In A Economia das Trocas Simbólicas. Trad. Sergio Miceli. São Paulo,
Perspectiva, 2005.

______. BOURDIEU, Pierre. Méditations Pascaliennes. Paris, Seuil, 1997. Trad. Meditações
Pascalianas. Trad. Sergio Miceli. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2001.

______. Le sociologue et l´historien. Paris, Raisons d´agir, 1988. Trad. O Sociólogo e o Historiador.
Trad. Guilherme Teixeira, Belo Horizonte, Autêntica, 2011.

_______. Capital Cultural, Escuela Y Espacio Social. Siglo XXI, 2005

______. Escritos de Educação. Maria Alice Nogueira e Afrânio Catani (orgs.), Petrópolis: Vozes, 1999,
251 p

______. Les Règles de l´art. Paris, Seuil, 1992. [Trad. As Regras da Arte. Trad. Maria Lúcia Machado.
São Paulo, Cia das Letras, 2002.

______. Poder simbólico. Trad. Fernando Tomaz. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2003.

______. A Produção da Crença, Porto Alegre, Zouk, 2008.

______. O Amor pela Arte: os museus de arte na Europa e seu público. Porto Alegre/São Paulo,
Zouk/Edusp, 2007.

______. Science de la science et refléxivité. Paris, Raisons d´Agir, 2001. Trad. Para uma Sociologia
da Ciência. Trad. Pedro Duarte. Lisboa, Edições 70, 2008.

______ & J-C Passeron. Les héritiers : les étudiants et la culture, Paris, Les Éditions de de Minuit,
coll. « Grands documents » (no 18),? 1964. Trad. Os Herdeiros. Trad. Ione Valle e Nilton Valle.
Florianópolis, UFSC,2014

______. Homo Academicus, Paris, Minuit, 1984. Trad. Homo Academicus. Trad. Ione Valle.
Florianópolis, UFSC, 2011.

______. Esquisse pour une auto-analyse. Paris, Raisons d´agir, 2004. Trad. Esboço de Auto-análise.
Trad. Sergio Miceli. São Paulo, Cia das Letras, 2005.

______. L´Ontologie politique de Martin Heidegger, Paris, Minuit, 1988. Trad. Ontologia Política de
Martin Heidegger. Trad. Lucy Moreira César. Campinas, Papirus, 1989

______. Pierre Bourdieu. Renato Ortiz [org]. Col. Clássicos das Ciências Sociais. São Paulo, Ática,
1983.

______. La Noblesse d´État: grandes écoles et esprit de corps. Paris, Minuit, 1989. Trad. La Nobleza
del Estado: educación de elite y espíritu de cuerpo, Siglo XXI, 2014

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ENCREVÉ, Pierre & LAGRAVE, Rose-Marie (coord.). Trabalhar com Bourdieu. Trad. Karina Jannini.
Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2005

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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MICELI, Sergio. "Bourdieu e a renovação da sociologia contemporânea da cultura". Tempo Social.


vol.15, n..1, 2003, pp. 63-79.

MICELI, Sergio. "A Força do Sentido". In: Bourdieu, Pierre. A Economia das Trocas Simbólicas-. São
Paulo, Perspectiva, 1998.

PANOFSKY, Erwin. Arquitetura Gótica e Escolástica. São Paulo, Martins Fontes, 1991 [1951]

PETERS, Gabriel. -O social entre o céu e o inferno. A antropologia filosófica de Pierre Bourdieu.- In
Tempo Social, Revista de Sociologia da USP, v. 24, n.1, pp. 299-261

_____. "Humano, demasiado mundano: A teoria do habitus em retrospecto". Teoria e Sociedade nº


18.1 - janeiro-junho de 2010, pp.

_____. "Explanation, understanding and determinism in Pierre Bourdieu's Sociology", History of the
Human Sciences, 2014, Vol. 27(1) 124-149

PINTO, Louis. Pierre Bourdieu e a teoria do mundo social. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas,
2000

WACQUANT. Loïq. "Seguindo Bourdieu no Campo". Revista de Sociologia e Política. Curitiba, junho,
no. 26, 2006, pp. 13-29.

______. "O Legado Sociológico de Pierre Bourdieu". Revista de Sociologia e Política. Curitiba, no. 19,
nov., 2002, pp. 95-110

_____. Wacquant (trad. Sergio Lamarão). Novos Estudos, julho de 2013

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Tópicos Especiais em Métodos Quantitativos para Ciências Sociais


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Desenvolver aplicações de métodos quantitativos e análise de dados em ciências sociais. Esta


disciplina abordará temas e métodos variados, de acordo com interesses de professores e alunos.
Proposta de oferecimento de minicursos de métodos, técnicas e softwares relacionados a temas e
metodologias quantitativas em Ciências Sociais.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

O curso complementa a discussão inicial sobre pesquisa quantitativa em Ciências Sociais,


procurando desenvolver as capacidades necessárias para produzir e entender as abordagens
quantitativas. O programa considera que, enquanto alguns pesquisadores têm por objetivo a
produção de estudos empíricos (produtores), a maioria necessita apenas das habilidades suficientes
para ler e entender tais estudos (consumidores).

O que se espera é que, ao final do curso, os alunos saibam ler adequadamente uma tabela,
entendendo os resultados apresentados nesses estudos e sendo capazes de formular questões
pertinentes para a avaliação da sua qualidade. Para aqueles que se aprofundarem nas leituras
complementares e nos exercícios em sala de aula, o resultado esperado é o de que os alunos sejam
capazes de desenhar e conduzir pesquisas quantitativas mais simples, usando por exemplo algumas
das técnicas de análise de regressão, de análises multivariadas, de séries temporais, etc.

Serão debatidos temas contemporâneos como relações raciais, direitos humanos e questão
ambiental, sob a perspectiva dos métodos quantitativos.

EMENTA

Introdução à estatística com uso de softwares de estatística. Introdução ao geoprocessamento com


uso de softwares de geo. Introdução a métodos avançados de estatística e análise de dados. O
método em Pierre Bourdieu. Abordagens relacionadas à pesquisa e ao ensino a partir das diversas
fontes bibliográficas utilizadas na disciplina.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O curso procurará desenvolver os seguintes temas:

 Introdução à estatística com uso de softwares de estatística (PSPP, SPSS, etc).


 Introdução ao geoprocessamento com uso de softwares de geo (TerraView, GvSIG, ArcGis).
 Introdução a métodos avançados de estatística e análise de dados:
 Análises Multivariadas de Dados: Regressão Múltipla, Análise Fatorial e Cluster;
 Análise de Dados em Painel;
 Modelos de Séries de Tempo;
 Modelos Binários, endogeneidade em modelos dicotômicos;
 Modelos de Seleção;
 Método GoM: Grade of Membership;
 O método em Pierre Bourdieu:
 A Análise Geométrica de Questionários;
 A Análise de Correspondência;
 A Análise de Correspondência Múltipla;

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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 Bourdieu e a Inferência;
 Bourdieu e a Análise de Regressão

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AGUIAR, N. Desigualdades sociais, redes de sociabilidade e participação política. Belo Horizonte:


Editora UFMG, 2007.

BISQUERRA, R., SARRIERA, J. C. e MARTINEZ, F. Introdução à Estatística: Enfoque Informático


com o Pacote SPSS. Porto Alegre: ArtMed, 2004.

BOUDON, R. Métodos Quantitativos em Sociologia. Rio de Janeiro: Vozes, 1971.

BOURDIEU, Pierre. A distinção crítica social do julgamento. Edusp, 2007.

HAIR, J. F., ANDERSON, R. E., TATHAM, R. L. e BLACK, W. C. Análise Multivariada de Dados. 5a.
Ed. Porto Alegre: Bookman, 2005.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BICKMAN, Leonard; ROY, Debra J.; The SAGE handbook of applied social research methods, 2a
edição, Sage Publications, 2009.

GREENACRE, Michael; Jorg Blasius, eds. Multiple correspondence analysis and related methods.
CRC Press, 2006.

HAYASHI, Fumio. "Econometrics Princeton University Press." (2000).

WOOLDRIDGE, Jeffrey M. Econometric analysis of cross section and panel data. MIT press, 2010.

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UNIDADE CURRICULAR: Ciências Sociais e Meio Ambiente


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

O curso tem como objetivo geral apresentar aos alunos a discussão e o debate em torno de alguns
dos principais aspectos da problemática ambiental no Brasil e no Mundo, na perspectiva das Ciências
Sociais. O “meio ambiente” tornou-se um dos grandes temas das Ciências Sociais nas últimas três
décadas. No Brasil, a produção acadêmica das ciências sociais sobre a questão ambiental é ampla e
diversificada, com muitos sociólogos e cientistas políticos voltados para o assunto, mas ainda com
poucos antropólogos. Neste início de século XXI, no contexto das mudanças climáticas, as Ciências
Sociais assumem uma posição importante para analisar as questões ambientais, as divergências e
os conflitos sobre os diferentes usos do meio ambiente (tanto o ambiente natural quanto o
construído), as causas e a extensão dos problemas ambientais e os diversos atores envolvidos.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

O curso tem como objetivos específicos introduzir aos alunos os seguintes temas:

● População, desenvolvimento e meio ambiente


● Ambiente e Sociedade
● Políticas ambientais: do local ao global
● Dimensões Humanas das Mudanças Ambientais Globais e das Mudanças Climáticas

EMENTA

População e meio ambiente. Desenvolvimento sustentável e sustentabilidade. Alguns conceitos para


pensar a relação ambiente e sociedade. Movimento ambientalista e Ambientalismo global. Conflitos
ambientais, grupos sociais e impactos ambientais. A problemática ambiental em áreas urbanas e
metropolitanas. Políticas ambientais: do local ao global. Dimensões Humanas das Mudanças
Ambientais Globais e das Mudanças Climáticas. Abordagens relacionadas à pesquisa e ao ensino a
partir das diversas fontes bibliográficas utilizadas na disciplina.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1. População, desenvolvimento e meio ambiente


1.1. População e meio ambiente
1.2. Desenvolvimento sustentável e sustentabilidade

2. Ambiente e Sociedade
2.1. Alguns conceitos para pensar a relação ambiente e sociedade: risco, vulnerabilidade, justiça
ambiental
2.2. Movimento ambientalista e Ambientalismo global
2.3. Conflitos ambientais, grupos sociais e impactos ambientais
2.4. Problemática ambiental em áreas urbanas e metropolitanas

3. Políticas ambientais: do local ao global


3.1. Políticas públicas ambientais no Brasil
3.2. Políticas ambientais e relações internacionais no contexto das mudanças climáticas

4. Dimensões Humanas das Mudanças Ambientais Globais e das Mudanças Climáticas

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BECKER, B.; MIRANDA, Mariana (orgs). A geografia política do desenvolvimento sustentável, Rio
Janeiro, Editora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1997.

FERREIRA, Leila da Costa; VIOLA, Eduardo (orgs.). Incertezas de sustentabilidade na globalização,


Campinas, Universidade Estadual de Campinas, 1996.

GIDDENS, A. A política da mudança climática. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.

HANNIGAN, John A. Sociologia ambiental (trad. Clara Fonseca). Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

HOGAN, D. J. (Org.). Dinâmica populacional e mudança ambiental: cenários para o desenvolvimento


brasileiro. Campinas: Núcleo de Estudos de População - Nepo/Unicamp, 2007.

MARTINE, George (org), População, Meio Ambiente e Desenvolvimento: Verdades e Contradições,


Campinas, Editora Universidade Estadual de Campinas, 1993.

NOBRE Marcos; AMAZONAS, Mauricio de Carvalho (org). Desenvolvimento sustentável: a


institucionalização de um conceito. Imprenta Brasília, DF : IBAMA, 2002.

TORRES, Haroldo; COSTA, Heloisa (orgs.), População e meio ambiente, São Paulo, Senac, 2000.

VIOLA, Eduardo; LEIS, Héctor. Meio ambiente, desenvolvimento e cidadania: desafios para as
ciências sociais. São Paulo, Cortez, 1998.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ACSELRAD, H.; HERCULANO, S.; PÁDUA, J. A. (Orgs.). Justiça ambiental e cidadania. Rio de
Janeiro: Ed. Relume-Dumará, 2004.

FERREIRA, Leila da Costa. (1998), A Questão Ambiental. Sustentabilidade e políticas públicas no


Brasil. São Paulo, Editora Bontempo.

HERCULANO, Selene C.; FREITAS, Carlos M. de; PORTO, Marcelo F. de S. (orgs.) Qualidade de
vida & riscos ambientais. Niterói: EdUFF, 2000.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
276

HOGAN, Daniel J; VIEIRA, Paulo Freire (orgs). Dilemas socioambientais e desenvolvimento


sustentável, Campinas, Editora da Universidade Estadual de Campinas, 1995.

MARQUES, E.; TORRES, H. (orgs.). São Paulo: segregação, pobreza e desigualdades sociais. São
Paulo: Editora Senac, 2005.

SACHS, I. (1986), Ecodesenvolvimento – Crescer sem Destruir. São Paulo, Vértice.

VEIGA, José Eli da; CECHIN, Andrei (Orgs). Economia Socioambiental. São Paulo; Editora Senac,
2009.

VIANA, G; SILVA, M; DINIZ, N. O desafio da sustentabilidade: um debate socioambiental no Brasil.


Editora Fundação Perseu Abramo, 2001.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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UNIDADE CURRICULAR: Estado, Políticas Públicas e Proteção Social no Brasil


o
5 Termo
Carga horária total: 60h
Carga horária teórica: 50h Carga horária prática: 10h

OBJETIVO GERAL

Analisar as abordagens teóricas sobre Estado e Proteção Social, com o intuito de


compreender a construção do Welfare State no período pós 2ª guerra mundial nos países
centrais e a agenda de reformas implantadas após a crise deste padrão de desenvolvimento.
Os conceitos analíticos presentes na literatura internacional serão utilizados na análise do
Sistema de Proteção Social no Brasil, a partir de uma descrição das suas características
gerais (formação, cobertura, relações federativas e financiamento) e das principais políticas
sociais setoriais.

OBJETIVOS ESPECíFICOS

● 1. Compreender o processo histórico e político de constituição dos Estados de


Proteção Social e os diferentes modelos de Welfare State;
● 2. Analisar os aspectos institucionais e estruturais do Sistema de Proteção Social
no Brasil previstos na Carta Magna de 1988 e as reformas implementadas nos
governos FHC e Lula;
● 3. Avaliar o ordenamento institucional, os desenhos dos principais programas, as
relações intergovernamentais, as regras de financiamento e os resultados das
principais políticas sociais setoriais: educação, saúde, previdência e assistência
social.

EMENTA

Ascensão e crise do Welfare State. Modelos de classificação do Welfare State. Constituição e


especificidades do Sistema de Proteção Social no Brasil. Políticas Sociais Setoriais no Brasil.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Parte I - Proteção Social: abordagem teórica

1.1. Welfare State: proteção social e processo histórico


1.2. Welfare State: direitos sociais e processo político
1.3. Tipologias de Welfare State
1.4. A crise do Welfare State

Parte II - Estado de Proteção Social no Brasil

2.1. Sistema de Proteção Social no Brasil: processo de formação (1930-1980)


2.2. A política social na Constituição de 1988: formação do welfare state brasileiro?
2.3. A política social nos governos FHC e Lula: reformas neoliberais?
2.4. Especificidades da política social brasileira atual: o arranjo federativo
2.5. Especificidades da política social brasileira atual: cobertura e gasto social

Parte III - Políticas sociais setoriais: desenhos, financiamento e resultados

3.1. Educação Básica


3.2. Saúde
3.3. Assistência Social

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3.4. Previdência

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, seminários, discussão e debate sobre temas do curso, exibição de material
audiovisual e pesquisa sobre os temas do curso.

RECURSOS INSTRUCIONAIS

Computador, internet, projetor multimídia, material audiovisual

AVALIAÇÃO

Prova escrita (uma ou duas, ao longo semestre)


Frequência e participação nas aulas e nas atividades propostas

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALMEIDA, M. H. T. (2005). Recentralizando a Federação. Revista de Sociologia e Política,


Curitiba, n. 24.

ARRETCHE, M. (2004). Federalismo e políticas sociais no Brasil: problemas de coordenação


e autonomia. São Paulo Perspectiva, São Paulo, v.18, n. 2.

ARRETCHE, M.; MARQUES E. (orgs.). Políticas Públicas no Brasil. Rio de Janeiro: Editora
Fiocruz.

________. (2005). Brasil 1980-2000: proteção e insegurança sociais em tempos difíceis.


Cadernos de Pesquisa NEPP/Unicamp, n.º 65.

CASTRO, J. A; RIBEIRO, J. A; CHAVES, J. V.; DUARTE, B. C.; SIMÕES, H. B. (2008). Gasto


Social e Política Macroeconômica: trajetórias e tensões no período 1995-2005. Texto para
Discussão - IPEA, Brasília, n. 604.

COSTA, N. R. (2009) A proteção social no Brasil: universalismo e focalização nos governos


FHC e Lula. Ciência e Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.14, n.3.

DRAIBE, S. (2007). Estado de bem-estar, desenvolvimento econômico e cidadania: algumas


lições da literatura comtemporânea. In.: HOCHMAN, G.;

ESPING-ANDERSEN, G (1991). As Três Economias Políticas do Welfare State. Lua Nova, n.


24.

FAGNANI, E. (1996). Política social e pactos conservadores no Brasil:1964-92. In: Cadernos


FUNDAP, São Paulo, nº. 21.

FIORI, J. L. (1997). Estado do Bem-Estar Social: padrões e crises. Textos IEA/ USP. In:
<http://www.iea.usp.br/iea/textos/fioribemestarsocial.pdf>

IPEA. (2011). Boletim de Políticas Sociais, Brasília, nº. 18.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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MARSHALL, T.H. (1967). “Cidadania e classe social”. In: MARSHALL, T.H. Cidadania, classe
social e status. Rio de Janeiro: Zahar.

PELIANO, A. M. (org.). (2006). Desafio e perspectivas da política social. Texto para Discussão
- IPEA, Brasília, n. 1248.

PRZEWORSKI, A. (1989). Capitalismo e Social Democracia. S. Paulo: Cia. das Letras.

SOARES, S; SÁTYRO, N. (2009). O Programa Bolsa Família: Desenho Institucional,


Impactos e Possibilidades Futuras. Texto para Discussão - IPEA, Brasília, n. 1424.

THERBORN, G. (1994). A crise e o futuro do capitalismo. In: Borón, A; Sader, E. Pós-


Neoliberalismo, as Politicas Sociais e o Estado Democrático. R. de Janeiro: Paz e Terra.

VAZQUEZ, D. A. (2011a). Lei Fiscal, Fundef e SUS: regulação federal sobre finanças e
polçiticas descentralizadas. São Paulo: Annablume (no prelo).

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ARRETCHE, M. 1995). Emergência e desenvolvimento do Welfare State: teorias explicativas


BIB -Boletim Informativo Bibliográfico de Ciências Sociais, nº. 39.

________. (1993). As políticas sociais e o neoliberalismo. Revista da USP, n. 17, mar.

________. (1998). O Sistema de Proteção Social no Brasil: o legado desenvolvimentista e a


agenda de reformas recente. Cadernos de Pesquisa NEPP/Unicamp, n.º 32.

CASTRO, J. A., RIBEIRO, J. A.; CAMPOS, A. G; MATIJASCIC, M (2009). A CF/88 e as


políticas sociais brasileiras. In: CARDOSO JR. J. C.(org.) A Constituição brasileira de 1988
revisitada: recuperação histórica e desafios atuais das políticas públicas nas áreas econômica
e social. v. 1. Brasília: IPEA.

ESPING-ANDERSEN, G. (1995). O futuro do Welfare State na nova ordem mundial. Lua


Nova, nº. 35, pp. 73-111.

FAGNANI, E. (2005). Política Social no Brasil (1964-2002): entre a cidadania e a caridade.


Tese (Doutora em Ciências Econômicas). Campinas: IE/ Unicamp.

_________. (1999). Ajuste econômico e financiamento da política social brasileira: notas


sobre o período 1993/98. Economia e Sociedade, nº 13, dez.

_________; HENRIQUE, W; LÚCIO, C.G. (org.) (2008) Previdência social: como incluir os
excluídos? Uma agenda voltada para o desenvolvimento econômico com distribuição de
renda. São Paulo: LTr.

VAZQUEZ, D. A. (2011b). Efeitos da regulação federal sobre o financiamento da saúde.


Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 27, n. 3, p. ¿ (no prelo).

________. (2007). Desigualdades Interestaduais no Financiamento da Educação: o caso do


Fundef. In: HOCHMAN, G.; ARRETCHE M.; MARQUES E. (orgs.). Políticas Públicas no Brasil

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ANEXO III

Regulamento dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais

Estabelece regras para o funcionamento dos Cursos


de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais
da Unifesp - Campus Guarulhos

Dos Cursos

Artigo 1º – O departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)


oferece os cursos de Bacharelado e Licenciatura nos turnos vespertino e noturno, organizados em
conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para as Ciências Sociais previstas nas
Resoluções CNE/CES 17/2002, CNE/CP 1/2002, CNE/CP 2/2002 e pelas demais orientações legais
pertinentes, em especial a Resolução CNE/CP 1/2004 (DCNs para Educação das Relações Étnico-
raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena), a Resolução CNE/CP 1/2012
(DCNs para Educação em Direitos Humanos), a Lei 9.795/1999 e o Decreto 4.281/2002 (Política
Nacional de Educação Ambiental), o Decreto 5.626/2005 (Língua Brasileira de Sinais) e a Lei
11.788/2008 (Estágio Supervisionado Obrigatório).

Parágrafo Único – Atendidas as normas legais, os cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências


Sociais se organizam ainda conforme as regras estabelecidas pela Pró-Reitoria de Graduação
(ProGrad) e pelo Estatuto e Regimento Geral da Unifesp.

Do Corpo Discente e das Formas de Ingresso nos Cursos

Art. 2º – O ingresso nos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais se dá por meio da
Área Básica de Ingresso (ABI).

§ 1º – A ABI designa um modo específico de admissão em curso superior de graduação, em que o


estudante ingressa realizando um conjunto básico de Unidades Curriculares (UCs) comuns entre duas
ou mais trajetórias de formação acadêmica para, após um tempo definido no Projeto Pedagógico do
Curso (PPC), optar por uma delas.

§ 2º – Os procedimentos relativos à trajetória da ABI são regulados pela Portaria 12/2014 da ProGrad.

Art. 3º – Os alunos dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais podem ser:

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I – Regulares;

II – Temporários;

III – Não-regulares;

IV – Ouvintes.

Art. 4º – Alunos regulares são aqueles que ingressam nos cursos por meio de:

I – Processo seletivo vestibular, Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), ou Sistema de Seleção
Unificada (SISU) do Ministério da Educação e Cultura (MEC);

II – Transferência interna ou externa;

III – Transferência ex-officio;

IV – Programa de Estudante Convênio de Graduação (PEC-G);

V – Reingresso.

Art. 5º – Alunos temporários são aqueles em mobilidade acadêmica (Andifes e outros tipos de
mobilidade) ou matriculados em outras instituições de ensino superior (IES) que realizam intercâmbio
nacional ou internacional, estágio supervisionado, atividade de pesquisa ou iniciação científica na
Unifesp, por meio de convênios específicos.

Art. 6º – Alunos não-regulares são aqueles que não possuem vínculo com outras IES e cursam
determinada Unidade Curricular (UC) em vaga remanescente, após processo seletivo regulamentado
por edital previamente aprovado pela ProGrad.

Parágrafo Único – O estudante não-regular poderá cursar, no máximo, duas UCs a qualquer tempo na
Unifesp.

Art. 7º – Alunos ouvintes são aqueles não incluídos nas categorias anteriores e que participam de uma
atividade acadêmica por autorização do professor responsável, desde que sua presença não acarrete
prejuízo ao aproveitamento dos alunos regulares, temporários e não-regulares.

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Parágrafo Único – O estudante ouvinte não terá registro no Sistema de Informações Universitárias
(SIU), e nem terá direito a certificado oficial da instituição.

Art. 8º – Os procedimentos relativos ao ingresso por meio de processo seletivo vestibular, ENEM ou
SISU, transferência, PEC-G e reingresso obedecem aos termos definidos no Regimento Interno da
ProGrad.

Parágrafo Único – Nos casos de transferência interna, externa ou ex-officio, os cursos de Bacharelado
e Licenciatura em Ciências Sociais aceitarão somente candidatos provenientes de cursos das áreas
afins das Ciências Humanas, Filosofia e Ciências Sociais Aplicadas.

Da Organização Curricular

Art. 9º - Os cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais são constituídos por Unidades
Curriculares (UCs) e por Atividades Complementares, cujos conteúdos e carga horária estão definidos
nos respectivos PPCs.

Art. 10 - A carga horária total mínima que o estudante deverá cumprir para a integralização dos cursos é
de 2.600 horas (incluídas 200 horas de Atividades Complementares) para o Bacharelado e de 3.465
horas (incluídas 200 horas de Atividades Complementares e 400 horas de Prática como Componente
Curricular) para a Licenciatura.

Art. 11 - Os cursos estão organizados em oito semestres letivos para o Bacharelado e nove semestres
letivos para a Licenciatura. Cada semestre letivo recebe a denominação de “Termo”.

Art. 12 - Os currículos dos cursos estão compostos pelas seguintes categorias de Unidade Curricular:

I – UCs Fixas ou Obrigatórias;

II – UCs de Domínio Conexo;

III – UCs Eletivas;

IV – UCs Optativas.

Art. 13 - As UCs Fixas ou Obrigatórias são definidas previamente pelos PPCs e devem ser
necessariamente cursadas por todos os alunos. Elas formam o Núcleo de Formação Básica Comum dos

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dois cursos, e incluem: a) Unidades Curriculares de formação básica teórica das três áreas disciplinares
das Ciências Sociais (Antropologia, Ciência Política e Sociologia); b) Unidades Curriculares de formação
básica metodológica; c) Unidades Curriculares de formação prática de pesquisa; d) Unidades
Curriculares de Domínio Conexo Fixo da Filosofia.

§ 1º - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é Unidade Curricular obrigatória para os cursos de


Bacharelado e de Licenciatura, e está normatizado em regulamento próprio.

§ 2º – O Estágio Supervisionado é Unidade Curricular obrigatória para o curso de Licenciatura, e está


normatizado em regulamento próprio.

Art. 14 - As UCs de Domínio Conexo são oferecidas pelos demais departamentos da Escola de
Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH), e devem ser cursadas por todos os estudantes, em
carga horária previamente definida pelos PPCs.

Parágrafo Único – Para o curso de Licenciatura, os alunos devem, obrigatoriamente e de acordo com a
carga horária mínima exigida no PPC, cursar UCs de Domínio Conexo escolhidas dentre as
credenciadas pela Câmara de Graduação da EFLCH como UCs de Formação de Professor (UCFP).

Art. 15 - As UCs Eletivas podem ser escolhidas livremente pelos alunos, dentre um elenco de opções
previamente estabelecido pelos PPCs dos cursos.

Parágrafo Único – Os alunos dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais poderão
cursar até 50% da carga horária prevista nos PPCs para as UCs Eletivas em outros departamentos da
EFLCH, em departamentos de outros campi da Unifesp ou em outras IES nacionais ou estrangeiras.

Art. 16 - As UCs Optativas são Unidades Curriculares que o estudante poderá cursar de acordo com
seu interesse e disponibilidade e que constarão do seu histórico escolar, embora não tenham sua carga
horária computada para a integralização dos cursos.

Art. 17 - Uma vez reprovado por nota ou por frequência em uma UC Fixa, o aluno deverá refazê-la até
obter a aprovação. Essa regra não se aplica nem às UCs de Domínio Conexo e nem às UCs Eletivas.

Art. 18 - Não há pré-requisito estabelecido para a matrícula nas UCs dos cursos de Bacharelado e
Licenciatura em Ciências Sociais. São exceções a essa regra geral:

I – A UC Pesquisa IV - Projeto de Pesquisa é pré-requisito para as UCs Pesquisa V - Trabalho de


Conclusão de Curso I e Pesquisa VI - Trabalho de Conclusão de Curso II.

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II – No caso das UCs Eletivas, é facultado ao professor responsável estabelecer a exigência de pré-
requisitos. Para isso, a exigência deverá constar explicitamente no plano de ensino da UC.

Art. 19 - Para todos os efeitos legais, a matrícula e o cumprimento de UCs de Domínio Conexo ou de
UCs Eletivas em outros departamentos obedecem às regras específicas estabelecidas pelos
departamentos responsáveis.

Art. 20 - As Atividades Complementares são atividades de ensino, pesquisa e extensão,


extracurriculares, que devem ser cumpridas obrigatoriamente pelos alunos dos cursos de Bacharelado e
Licenciatura em Ciências Sociais. Sua carga horária, exigida para integralização do curso, é de 200
horas. As Atividades Complementares são normatizadas por regulamento próprio.

Art. 21 - O curso de Licenciatura conta ainda com 400 horas de Prática como Componente Curricular
(PCC), que estão distribuídas entre as UCs especificadas no PPC.

Art. 22 - Os conteúdos transversais relativos às Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das
Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, para a
Educação em Direitos Humanos e para a Política Nacional de Educação Ambiental são ofertados em
UCs Fixas e Eletivas, especificadas nos PPCs.

Da Opção pela Trajetória de Formação Específica

Art. 23 - Ao final do quarto Termo, o estudante deverá fazer a opção pelo curso de Bacharelado ou de
Licenciatura como Formação Específica, o que definirá a vaga a ser ocupada por ele até a conclusão da
trajetória de formação acadêmica escolhida.

§ 1º - A partir do terceiro Termo já tem início a carga horária de Prática como Componente Curricular
(PCC), própria da trajetória de Formação Específica do curso de Licenciatura.

§ 2º – Após a opção pela trajetória de Formação Específica, os estudantes de ambos os cursos


continuam a cumprir carga horária em UCs do chamado Núcleo de Formação Básica Comum, definido
em PPC, com as UCs Fixas de formação básica teórica e as UCs Fixas de formação básica
metodológica e de prática de pesquisa, além das UCs do Domínio Conexo em Filosofia.

Art. 24 – A opção pelo curso de Bacharelado ou de Licenciatura será realizada em período definido no
calendário acadêmico da graduação, e nos termos do edital de seleção a ser publicado pela Câmara de
Graduação da EFLCH, respeitando o número de vagas do curso.

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§ 1º – Serão oferecidas 20 (vinte) vagas para o curso de Bacharelado e 40 (quarenta) vagas para o
curso de Licenciatura, em cada um dos turnos (vespertino e noturno).

§ 2º – Para o preenchimento das vagas, será dada prioridade de opção aos alunos que possuírem maior
Coeficiente de Rendimento (CR), conforme as regras de cálculo estabelecidas pelo Regimento Interno
da ProGrad.

Art. 25 - Caso algum aluno manifeste interesse em alterar sua opção inicial para o outro curso de
graduação, deverá se submeter ao processo de transferência de curso, nos termos do Regimento
Interno da ProGrad.

Do Vínculo com o Curso

Art. 26 - A matrícula é o ato através do qual o aluno se vincula formalmente aos cursos de Bacharelado
e Licenciatura em Ciências Sociais, ao ingressar na Unifesp. Uma vez efetivada a matrícula, fica
caracterizada a imediata adesão do aluno a este Regulamento e às normas que lhe são
complementares, sendo, portanto, vedada a invocação de seu desconhecimento.

Art. 27 - A rematrícula é o ato através do qual o aluno manifesta periodicamente o interesse em manter-
se vinculado à instituição. A rematrícula é obrigatória a cada semestre, e para efetuá-la o estudante
deverá cumprir as regras estabelecidas pelo Regimento Interno da ProGrad, dentro dos prazos fixados
no calendário acadêmico da graduação.

§ 1º - O estudante que não efetivar a rematrícula renuncia tacitamente à vaga a que tinha direito e ficará
em situação de abandono de curso.

§ 2º – Excepcionalmente, e apenas em casos de estrita força maior, a Comissão Curricular dos Cursos
de Graduação (CCG) poderá autorizar a realização da rematrícula fora dos prazos e procedimentos
regulares. Para tanto, o aluno deverá apresentar uma solicitação formal devidamente justificada e
instruída com toda a documentação comprobatória em até, no máximo, cinco dias úteis após o início das
aulas.

Art. 28 - Ao iniciar o curso, os alunos ingressantes deverão matricular-se obrigatoriamente em, pelo
menos, três UCs dentre as oferecidas para o primeiro Termo.

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Art. 29 - A cada rematrícula, o aluno deverá se inscrever em pelo menos 50% das UCs previstas para o
Termo em que ele se encontra, salvo se precisar cumprir uma carga horária inferior para integralizar o
curso.

Art. 30 - O aluno poderá, nos prazos fixados no calendário acadêmico, solicitar a exclusão da matrícula
em uma ou mais UCs.

Parágrafo Único – Não será concedida mais de uma exclusão para a mesma UC.

Art. 31 - Para o preenchimento das vagas em qualquer Unidade Curricular, será dada a preferência aos
alunos que atenderem os seguintes critérios, em ordem de prioridade:

I – estiver seguindo o currículo padrão;

II – estiver mais próximo de integralizar o curso;

III – não tiver sido reprovado por frequência naquela UC anteriormente;

IV – possuir maior Coeficiente de Rendimento (CR), conforme as regras de cálculo estabelecidas pelo
Regimento Interno da ProGrad;

V – estiver vinculado a cursos do mesmo campus;

VI – estiver vinculado a cursos de outros campi da Unifesp.

Parágrafo Único – O estudante cuja rematrícula for efetivada fora do período regular perderá prioridade
no preenchimento das vagas em qualquer Unidade Curricular.

Art. 32 - No que tange à rematrícula em Unidades Curriculares de Domínio Conexo:

I – As UCs Fixas dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais abrem pelo menos 10%
de suas vagas ao Domínio Conexo dos demais cursos do campus, obedecendo aos critérios de
prioridade elencados no art. 32 deste Regulamento para o preenchimento dessas vagas;

II – As UCs Eletivas dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais deverão abrir-se ao
Domínio Conexo até o limite de suas vagas disponíveis;

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III – As UCs que envolvem atividades práticas – Projeto de Pesquisa, Trabalho de Conclusão de Curso,
Estágio Supervisionado e Laboratório de Ensino e Pesquisa – não estão abertas ao Domínio Conexo.

Art. 33 - O aluno poderá requerer a transferência de turno a partir do segundo Termo do curso.

§ 1º – O processo de transferência de turno será regulado por edital próprio, publicado semestralmente
pela ProGrad.

§ 2º – É permitida a transferência de turno apenas uma única vez, condicionada à existência de vaga e à
aprovação da CCG. Uma vez concedida, a transferência de turno será efetivada no semestre seguinte.

Art. 34 - Excepcionalmente, desde que autorizado pela CCG e havendo disponibilidade de vaga, o aluno
poderá cursar Unidade(s) Curricular(es) em turno diferente daquele em que estiver matriculado.

Art. 35 - O aluno poderá requerer sua transferência dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em
Ciências Sociais para outro curso ou instituição somente a partir do segundo Termo do curso.

Art. 36 - A partir do terceiro Termo do curso, é facultado ao estudante solicitar o trancamento de


matrícula, que consiste na suspensão das atividades acadêmicas relacionadas à graduação durante um
semestre letivo, prorrogável por igual período. O tempo que durar o trancamento não será computado
para fins de integralização do curso.

§ 1º – O requerimento do trancamento de matrícula deverá ser protocolado na secretaria acadêmica


pelo próprio estudante ou por seu representante legalmente constituído.

§ 2º – As demais regras e procedimentos para o trancamento de matrícula estão definidos no Regimento


Interno da ProGrad.

Art. 37 - O cancelamento de matrícula consiste no desligamento definitivo do estudante, com total


cessação dos vínculos didático-pedagógicos mantidos com a Unifesp. O cancelamento ocorrerá nos
seguintes casos:

I – Por iniciativa do próprio aluno, mediante requerimento;

II – Em razão de penas disciplinares, após procedimento que assegure ampla defesa;

III – Se o estudante não retornar ao curso, após o término do período de trancamento;

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IV – Se o estudante deixar de se rematricular na época fixada pelo calendário acadêmico;

V – Se, após a matrícula inicial, o estudante deixar de comparecer às aulas por período superior a trinta
dias consecutivos;

VI – Se o estudante exceder o prazo máximo de integralização do currículo.

VII – Se o estudante não efetuar a rematrícula de acordo com a carga mínima requerida no art. 29 deste
Regulamento.

VIII – Se o estudante for reprovado por frequência em 100% das Unidades Curriculares em que se
matriculou por dois semestres letivos consecutivos;

§ 1º – Excepcionalmente, a CCG analisará pedidos de reconsideração do cancelamento em casos de


alegação de eventual motivo de força maior relacionado às situações mencionadas no inciso IV deste
artigo, devendo a decisão ser submetida ao Pró-Reitor de Graduação.

§ 2º – Excepcionalmente, a CCG analisará pedidos de reconsideração do cancelamento em casos de


alegação de eventual motivo de força maior relacionado às situações mencionadas nos incisos III, V e VI
deste artigo, devendo a decisão ser submetida ao Conselho de Graduação.

Da integralização do Curso

Art. 38 – O prazo máximo para a integralização curricular corresponde ao acréscimo de 75% sobre o
tempo regular previsto para a conclusão do curso, ou seja, será de 14 (catorze) semestres letivos para o
Bacharelado e de 16 (dezesseis) semestres letivos para a Licenciatura.

§ 1º – A não integralização do currículo nos prazos legais implicará no cancelamento da matrícula.

§ 2º – Em casos excepcionais, que deverão ser analisados individualmente, aprovados pela CCG e
posteriormente homologados pelo Conselho de Graduação, o prazo máximo de integralização poderá
ser estendido em até 100% acima do mínimo previsto para a conclusão dos cursos de Bacharelado e
Licenciatura em Ciências Sociais.

§ 3º – O prazo de integralização para os alunos que eventualmente tenham se transferido de curso será
contado a partir do ingresso do aluno na Unifesp. Em caso de transferência interna, o prazo será
calculado a partir do ingresso do estudante no curso de origem.

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Da Mobilidade Acadêmica Nacional e Internacional

Art. 39 – A mobilidade acadêmica refere-se ao processo que possibilita ao estudante desenvolver


atividades acadêmicas em outra IES, por meio de um programa preestabelecido.

Parágrafo Único – A mobilidade acadêmica para a Unifesp e de seus estudantes para outras IES é de
responsabilidade da ProGrad, que contará com colaboração da CCG dos cursos de Bacharelado e
Licenciatura em Ciências Sociais e da Secretaria de Relações Internacionais da Unifesp.

Art. 40 - Os alunos regulares dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais poderão, a
partir do terceiro ano, usufruir da mobilidade acadêmica para frequentar cursos em outras IES
brasileiras ou estrangeiras pelo período de um a doze meses, salvo casos excepcionais a serem
definidos pela CCG.

§ 1º – Os requisitos para a candidatura de estudantes a programa de mobilidade acadêmica


internacional são definidos pelo Regimento Interno ProGrad.

§ 2º - Um estudante não poderá cursar a última UC necessária para integralização do curso em


mobilidade acadêmica, ou seja, não poderá concluir o curso em mobilidade acadêmica.

Art. 41 - Quando do retorno da mobilidade acadêmica, o aluno deverá apresentar à CCG um relatório
das atividades acadêmicas desenvolvidas, bem como documentação comprobatória das mesmas
(incluindo conceito/nota e ementa das UCs cursadas), que deverão ser posteriormente encaminhadas à
ProGrad pela CCG.

Art. 42 - O período em que o estudante estiver em mobilidade acadêmica será considerado para o
cômputo da integralização curricular.

Parágrafo Único – Todas as atividades realizadas em mobilidade acadêmica serão reconhecidas pela
Unifesp e constarão do histórico escolar do aluno, podendo ou não ser consideradas equivalentes a UCs
dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciência Sociais.

Art. 43 – A Unifesp, respeitando-se a disponibilidade de vagas, aceitará estudantes de graduação


provenientes de IES nacionais ou estrangeiras para:

I – Intercâmbio acadêmico, por um semestre ou um ano;

II – Atividades de pesquisa ou iniciação científica.

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290

III – Estágio Supervisionado;

§ 1º - Os requisitos e procedimentos para a candidatura, inscrição e matrícula de estudantes


estrangeiros em programa de intercâmbio na Unifesp são definidos pelo Regimento Interno da ProGrad.

§ 2º - A mobilidade acadêmica nos casos previstos nos incisos II e III estará condicionada à
disponibilidade de orientação ou supervisão por parte de um dos professores do Departamento de
Ciências Sociais.

Do Aproveitamento de Estudos

Art. 44 - O aluno poderá solicitar aproveitamento de estudos para ter reconhecida a equivalência entre
atividade acadêmica realizada em IES credenciada pelo MEC ou IES estrangeira e uma ou mais UCs da
matriz curricular dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais.

Art. 45 - A solicitação do aproveitamento de estudos deverá ser protocolada na secretaria acadêmica da


EFLCH, no prazo do calendário acadêmico da graduação, por meio de formulário específico
acompanhado da documentação comprobatória que contenha conteúdo programático, carga horária,
frequência e conceito final da(s) atividade(s) acadêmica(s) realizada(s).

§ 1º - Caberá à CCG, ouvido(s) o(s) docente(s) responsável(eis) pela(s) UC(s) objeto da solicitação,
deliberar sobre a procedência do pedido de aproveitamento de estudos, conforme prazo previsto no
calendário acadêmico da graduação.

§ 2º – No caso do estudante solicitar aproveitamento de estudos em UC em que já estiver matriculado,


será necessário frequentar as aulas até a divulgação do resultado do pedido.

Art. 46 - Serão passíveis de convalidação:

I – Até, no máximo, 50% da carga horária da matriz curricular do curso.

II – Atividade acadêmica que possua, no mínimo, 75% da carga horária da UC correspondente na


Unifesp.

Art. 47 - A critério da CCG, o aproveitamento de atividades acadêmicas cumpridas há mais de cinco


anos poderá ser condicionado a uma avaliação do conhecimento específico do estudante na área,
definida pelo docente responsável pela UC correpondente na Unifesp.

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291

Art. 48 - No caso de deferimento do pedido de aproveitamento de estudos de determinada atividade


acadêmica, a carga horária a ser registrada no histórico escolar do aluno deverá ser aquela relativa à
UC oferecida na Unifesp, ainda que a realizada anteriormente tenha sido superior.

Dos Critérios de Avaliação e Aprovação Acadêmica

Art. 49 - A aprovação do aluno em uma determinada UC resulta do aproveitamento, expresso em nota


final, e da frequência mínima compatível.

Art. 50 - A avaliação do aproveitamento se dará por meio de notas atribuídas em uma escala de 0,0
(zero) a 10,0 (dez), computadas até a primeira casa decimal. O aluno que obtiver:

I – nota inferior a 3,0 (três) estará automaticamente reprovado, sem direito a Exame;

II – nota entre 3,0 (três) e 5,9 (cinco inteiros e nove décimos) terá que se submeter a Exame;

III – nota igual ou superior a 6,0 (seis) estará automaticamente aprovado.

Art. 51 – Quando houver necessidade de realização de Exame, a nota obtida no Exame será somada à
nota final e dividida por dois. O resultado dessa fórmula deverá igualmente ser no mínimo nota 6,0 (seis)
para a aprovação do aluno na Unidade Curricular.

Art. 52 - A frequência mínima obrigatória em todas as UCs é de 75%, exceto nos Estágios
Supervisionados do curso de Licenciatura, em que se exige 100% de frequência.

Art. 53 – As condições e os prazos para solicitação de abono ou compensação de faltas, bem como de
reposição de atividades e avaliações acadêmicas, são definidos no Regimento Interno da ProGrad.

Da Vista de Provas e Revisão de Notas

Art. 54 - É dever do docente da Unifesp permitir ao estudante a vista de provas e outros instrumentos
avaliativos, na vigência do período letivo em que ocorrer a Unidade Curricular.

Parágrafo único – O estudante que deixar de comparecer à vista de provas e não apresentar uma das
justificativas previstas nos artigos 80 e 81 do Regimento Interno da ProGrad não terá direito a nova
vista.

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Art. 55 - Ao estudante que discordar do resultado obtido em prova será garantido o direito de
interposição de recurso de Revisão de Nota.

§ 1º – A Revisão de Nota deverá ser solicitada no prazo máximo de até três dias úteis após a vista da
prova, em formulário próprio da Secretaria Acadêmica, devendo nele constar: 1) justificativa acadêmica
da solicitação de revisão; 2) a versão original da prova ou trabalho com a nota anexada ao
requerimento.

§ 2º – A inteposição do recurso não exime o aluno de realizar o Exame, quando necessário.

Art. 56 - A CCG deverá iniciar o processo do recurso no prazo de até um dia útil a contar do
recebimento da solicitação. O recurso obedecerá ao seguinte procedimento:

I – A CCG instruirá o processo de revisão com a documentação exigida e verificará o cumprimento do


prazo previsto no inciso I.

II - A CCG solicitará a manifestação formal do professor no sentido de confirmar ou alterar a nota, e


deverá comunicá-la ao estudante.

III - O estudante que discordar da manifestação formal do professor poderá solicitar parecer à CCG que
deverá:

a) Estabelecer um cronograma de trabalho para as etapas seguintes do processo, observando o


calendário letivo.

b) Indicar dois pareceristas anônimos da área para avaliar o mérito e atribuir nota ao instrumento de
avaliação conforme o peso que lhe foi originalmente atribuído pelo professor.

c) Emitir parecer final fundamentado nos pareceres anônimos e na manifestação formal do professor.
Em caso de parecer favorável à revisão, a nota final indicada será composta pela média aritmética
simples entre as duas notas constantes dos pareceres anônimos.

d) Comunicar formalmente o resultado do processo ao estudante e ao professor.

e) A decisão da CCG é soberana e a nota revisada deverá ser modificada na Pasta Verde pelo Apoio
Pedagógico.

Do Reingresso para a Segunda Titulação

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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Art. 57 - Após a conclusão do Bacharelado ou da Licenciatura, o formado poderá solicitar reingresso


para cursar outra graduação na Unifesp, submetendo-se a processo seletivo definido pelo edital de
reingresso publicado pela ProGrad.

§ 1º – Quando do reingresso, o aluno poderá solicitar aproveitamento de estudos nos termos deste
Regulamento e em consonância com o Regimento Interno da ProGrad.

§ 2º – Para fins do cálculo do aproveitamento de estudos, a carga horária do Núcleo de Formação


Básica Comum, definida em PPC, poderá ser integralmente aproveitada, sem prejuízo da convalidação
adicional de até 50% da carga horária relativa à matriz curricular do curso frequentado pelo estudante.

§ 3º – Os prazos para integralização do curso após o reingresso são definidos nos termos deste
Regulamento e em consonância com o Regimento Interno da ProGrad.

Disposição Final

Os casos omissos no presente Regulamento serão resolvidos pela CCG dos cursos de Bacharelado e
Licenciatura em Ciências Sociais e submetidos à apreciação do Conselho do Departamento de Ciências
Sociais e do Conselho de Graduação da Unifesp – Campus Guarulhos.

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ANEXO IV
Regimento da Comissão Curricular dos Cursos de Graduação em Ciências Sociais

Da Comissão

Artigo 1º - A Comissão Curricular dos Cursos de Graduação em Ciências Sociais (CCG) é órgão
assessor do Conselho de Graduação da Pró-Reitoria de Graduação (ProGrad) e destina-se a planejar,
gerir e coordenar as atividades curriculares e demais questões correlatas ao curso.

Art. 2º - A CCG será constituída por:

I – Cinco docentes do departamento de Ciências Sociais, escolhidos por seus pares, com mandato de
dois anos, podendo ser renovado por uma vez consecutiva.

II – Um representante do corpo de estudantes, escolhido por seus pares, com mandato de um ano, sem
possibilidade de recondução consecutiva.

Parágrafo Único – Os respectivos processos eleitorais serão conduzidos por comissões indicadas para
esse fim pelo Conselho do Departamento de Ciências Sociais.

Art. 3º - Caberá à CCG, após consulta ao Conselho do Departamento de Ciências Sociais, eleger os
Coordenadores e o Vice-Coordenadores dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura, dentre seus
membros. Posteriormente, ambos deverão ser aprovados pela Congregação da Escola de Filosofia,
Letras e Ciência Humanas (EFLCH) e homologados pelo Conselho de Graduação da ProGrad.

Das Atribuições

Art. 4º - À CCG compete:

I – Elaborar e atualizar o currículo no âmbito do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Ciências


Sociais, bem como acompanhar e avaliar sua execução, sugerindo as modificações que julgar
necessárias e submetendo-as ao Conselho do Departamento de Ciências Sociais e ao Conselho de
Graduação da ProGrad;

II – Gerir os procedimentos relativos a questões curriculares tais como: transferências de alunos


(internas, externas e ex-officio), aproveitamento de estudos, mobilidade acadêmica, reingresso, exclusão

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
295

de matrícula em Unidades Curriculares, trancamento do curso, revisão de notas, validação da carga


horária de atividades complementares, integralização da carga horária do curso, cancelamento da
matrícula e trâmites do Trabalho de Conclusão do Curso, dentre outras;

III – Opinar, junto ao Conselho de Graduação da ProGrad, sobre o número de vagas para matrícula
inicial no curso;

IV – Opinar sobre outras questões curriculares, quando solicitada pelo Conselho de Graduação;

V – Coordenar o processo de auto-avaliação institucional do curso de Ciências Sociais;

VI – Designar os integrantes do Núcleo Docente Estruturante (NDE), submetendo as indicações ao


Conselho do Departamento de Ciências Sociais;

VII – Designar subcomissões ad hoc para seu assessoramento;

Art. 5º - Aos Coordenadores dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura compete:

I – Convocar, elaborar a pauta e presidir as reuniões;

II – Encaminhar aos órgãos competentes as solicitações de informações requeridas pela CCG;

III – Encaminhar ao Conselho do Departamento de Ciências Sociais e ao Conselho de Graduação da


ProGrad as deliberações tomadas pela CCG;

IV – Representar a CCG nas reuniões do Conselho de Graduação da ProGrad;

V - Integrar o NDE.

Parágrafo Único - Aos Vice-Coordenadores compete substituir os Coordenadores em seus


impedimentos.

Art. 6º - Ao representante discente compete:

I – Participar e opinar sobre o planejamento e avaliação das atividades desenvolvidas para o curso de
Ciências Sociais;

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
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II – Convocar e presidir reuniões com o corpo discente, fora do período de aulas, mantendo seus pares
informados quanto ao andamento das atividades da CCG;

III – Representar o Corpo Discente junto à CCG.

Das Reuniões

Art. 7º - A CCG deverá se reunir ordinariamente duas vezes por semestre e extraordinariamente quando
necessário.

§ 1º - A CCG só poderá se instalar com a presença de, no mínimo, a maioria simples de seus membros;

§ 2º - As deliberações serão por maioria simples dos votos presentes e, em caso de empate na votação,
prevalecerá o voto do Coordenador do Curso;

§ 3º - As reuniões serão convocadas pelo Coordenador do Curso ou por um quórum de metade dos
membros da Comissão constituída.

Da Secretaria

Art. 8º - O serviço de secretaria da CCG será feito pela Secretaria de Graduação da EFLCH.

Art. 9º - À Secretaria compete:

I - Designar secretária para assistir as reuniões da CCG, redigindo a ata com as respectivas
deliberações;

II - Submeter ao Coordenador do Curso os assuntos em pauta;

III - Cumprir as determinações recebidas pelo Coordenador do Curso;

IV - Enviar convocação de reuniões aos membros da CCG, com antecedência mínima de três dias.

Disposição Final

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
297

Os casos omissos no presente Regimento serão resolvidos pelo Coordenador do Curso de Ciências
Sociais, ad referendum da CCG, e submetidos à apreciação do Conselho do Departamento de Ciências
Sociais e do Conselho de Graduação da Unifesp.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
298

ANEXO V

Regimento do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Departamento de Ciências Socias

Em conformidade com a Resolução CONAES nº 01, de 17 de junho de 2010, e com o Parecer CONAES nº 4, de 17 de junho de
2010, que normatizam o Núcleo Docente Estruturante (NDE) para os Cursos de Graduação, e ainda com a Portaria Nº 1125, de 29
de abril de 2013, da Reitoria da Unifesp, o presente Regimento institui o NDE como instância vinculada ao Conselho do
Departamento de Ciências Sociais da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas.

Da Natureza

Artigo 1º - O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Departamento de Ciências Sociais é instância


consultiva e assessora da Comissão de Curso de Graduação (CCG), com atribuições acadêmicas
destinadas ao aprimoramento do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) e da formação acadêmica e
profissional do corpo discente.

Dos Objetivos

Artigo 2º - Os objetivos do NDE são, acompanhar, avaliar e atualizar permanentemente os Projetos


Pedagógicos dos Cursos (PPC) de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais nos âmbitos do
ensino, da pesquisa e da extensão, contemplando: o cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais
para os Cursos de Graduação, a interdisciplinaridade, o perfil do estudante e do egresso, as exigências
do mercado de trabalho, a matriz curricular, ementas, planos de ensino, metodologias, estratégias
pedagógicas e avaliação ensino-aprendizagem e as atividades complementares.

Da Composição

Artigo 3º - O NDE é formado por 5 (cinco) membros:

I - Coordenador(a) do curso de Ciências Sociais;

II - 4 (quatro) docentes, indicados pela CCG.

Parágrafo Único - Os docentes indicados pela CCG para compor o NDE deverão ter seus nomes
homologados pelo Conselho do Departamento de Ciências Sociais.

Artigo 4º - Os integrantes do NDE deverão ser selecionados de acordo com os seguintes critérios:

I – ser docente vinculado ao Departamento de Ciências Sociais da Unifesp;

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
299

II – exercer liderança acadêmica por meio da produção de conhecimento na área, no desenvolvimento


do ensino e em outras dimensões percebidas como importantes pela instituição;

III - Quando possível, o último coordenador do curso deverá ser membro do NDE;

IV – Quando possível, as áreas básicas de formação das Ciências Sociais - Antropologia, Ciência
Política e Sociologia - deverão estar representadas na composição do NDE.

Do Mandato dos Membros

Artigo 5º - O mandato dos membros do NDE será de 2 (dois) anos.

Parágrafo Único - A composição do NDE deverá ser mantida três meses antes de visitas do MEC ou
avaliações, ainda que isso implique na ampliação do período do mandato de seus membros.

Da Coordenação

Artigo 6º - O Coordenador do NDE será escolhido pelos seus membros para mandato de 2 (dois) anos

Artigo 1º - Compete ao Coordenador do NDE:

I –coordenar a agenda de atividades do NDE;

II - convocar e elaborar a pauta das reuniões do NDE;

III – encaminhar à Comissão de Curso de Graduação (CCG) as sugestões do NDE;

IV – representar o NDE do Departamento de Ciências Sociais em outras instâncias, quando necessário.

Das Atribuições

Artigo 8º - São atribuições do NDE:

I – contribuir para o aprimoramento da proposta político-pedagógica do curso, zelando pelo cumprimento


das Diretrizes Nacionais para o Cursos de Graduação e pela consolidação do perfil profissional do
egresso do curso;

II - zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino, pesquisa e
extensão constantes no currículo, considerando as necessidades da graduação, as exigências do
mercado de trabalho e as políticas públicas relativas à área de conhecimento das Ciências Sociais;

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
300

III - propor formas de incentivo para o pleno desenvolvimento e excelência das diversas modalidades de
atividade complementar nos âmbitos do ensino, da pesquisa e da extensão, assim como dos programas
de intercâmbio e/ou de mobilidade nacional e internacional;

IV – acompanhar as formas de avaliação institucional que compõem o SINAES (Sistema Nacional de


Avaliação do Ensino Superior), realizadas nos âmbitos do Ministério da Educação, da Unifesp e do
Departamento de Ciências Sociais, produzindo e divulgando análises dos resultados relativos aos
desempenho discente e docente;

V – acompanhar a agenda e as deliberações da Comissão do Curso e opinar sobre questões


curriculares, quando solicitada pela Comissão;

VI - propor modificações na organização curricular, na matriz curricular, nos planos de ensino, nas
ementas, na avaliação ensino-aprendizagem, na metodologia e em estratégias pedagógicas.

Das Reuniões

Artigo 9º - O NDE deverá se reunir no mínimo 2 (duas) vezes ao ano, de maneira articulada com a
agenda de reuniões da CCG.

Disposições Gerais e Transitórias

Artigo 10º - Alterações neste regulamento deverão ser aprovadas em reunião do Conselho do
Departamento de Ciências Sociais convocada para tal finalidade.

Artigo 11 - Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela CCG e levados, quando
necessário, ao Conselho do Departamento de Ciências Sociais ou a outras instâncias pertinentes da
Universidade.

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301

ANEXO VI

Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

Estabelece regras para o funcionamento


do TCC dos cursos de Bacharelado e
Licenciatura em Ciências Socias da
Unifesp – campus Guarulhos

Da Natureza do Trabalho de Conclusão de Curso

o
Artigo 1 - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consiste na redação de um trabalho acadêmico
desenvolvido no âmbito das UCs Pesquisa V - TCC I e Pesquisa VI - TCC II dos cursos de Bacharelado
e Licenciatura em Ciências Sociais.

Parágrafo Único – Entre essas UCs existe pré-requisito, o que significa que para cursar Pesquisa VI -
TCC II é preciso ter sido aprovado em Pesquisa V - TCC I.

o
Art. 2 – A conclusão do TCC é requisito fundamental para que o aluno obtenha o título de Bacharel ou
de Licenciado em Ciências Sociais.

o
Art. 3 – O professor responsável pelas UCs Pesquisa V - TCC I e Pesquisa VI - TCC II é o próprio
orientador da pesquisa.

o
Art. 4 – O aluno deve se matricular nas UCs Pesquisa V - TCC I e Pesquisa VI - TCC II oferecidas por
seu orientador.

o
Art. 5 – Para submeter o TCC, o aluno deverá ter cumprido pelo menos 80% da carga horária
necessária à integralização dos cursos de Bacharelado ou Licenciatura em Ciências Sociais, incluindo
as Atividades Complementares.

Do Orientador

o
Art. 6 – O orientador do TCC deverá pertencer ao quadro de docentes do Departamento de Ciências
Sociais.

Parágrafo Único – É permitida a possibilidade de co-orientação, que poderá ser realizada por docentes
do próprio Departamento de Ciências Sociais ou externos a ele.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
302

o
Art. 7 – Cabe ao orientador acompanhar a elaboração do projeto e o desenvolvimento da pesquisa
realizada pelo aluno.

Parágrafo Único – O aluno deverá documentar seu trabalho por meio de relatórios parciais. A
quantidade e periodicidade dos relatórios será definida pelo orientador, desde que se garanta o mínimo
de um relatório documentado durante o cumprimento da UC Pesquisa V - TCC I [Modelo 01].

o
Art. 8 – A nota da UC Pesquisa V - TCC I será atribuída pelo professor orientador e responsável pela
UC, com base no(s) relatório(s) apresentado(s) pelo aluno.

o
Art. 9 – O rompimento do vínculo entre orientador e aluno poderá ser solicitado por qualquer uma das
partes, se estas entenderem que o trabalho não está sendo desenvolvido a contento.

Parágrafo Único – A designação de um novo orientador será feita pela CCG ou por comissão
constituída para este fim, levando em consideração as questões apresentadas por aluno e professor
para o rompimento da relação de orientação.

Art. 10 – O professor poderá orientar até, no máximo, cinco alunos em cada uma das UCs (Pesquisa V -
TCC I e Pesquisa VI - TCC II), salvo exceções que poderão ser aprovadas pela CCG ou por comissão
especial criada para este fim.

Do Orientando

Art. 11 – Todo aluno tem direito a ser orientado por um docente do Departamento de Ciências Sociais. A
escolha do orientador deve partir do próprio aluno, desde que conte com a anuência do professor
indicado. Caso essa situação não seja possível, o orientador será indicado pela CCG ou por comissão
criada especialmente para este fim.

Art. 12 – Para efetuar a matrícula na UC Pesquisa V - TCC I de seu orientador, o aluno deve apresentar
requerimento à Secretaria Acadêmica, em formulário próprio assinado pelo professor orientador [Modelo
02].

Do Formato do Trabalho de Conclusão de Curso

Art. 13 – O TCC consistirá em um trabalho escrito, apresentado de acordo com as regras da ABNT e
com o formato determinado no Manual de Normalização de Trabalhos Acadêmicos da Unifesp:

a) Capa: instituição, curso, título, orientador, autor, ano.


b) Sumário com divisões de capítulos;
c) Corpo: Times New Roman ou Arial 12, espaçamento 1,5

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303

d) Notas de rodapé: Times New Roman ou Arial 10, espaçamento simples


e) Referências Bibliográficas
f) Anexos

Art. 14 – O corpo do texto deverá compreender um mínimo de 30 páginas e um máximo de 60 páginas.

Da Avaliação

Art. 15 – A avaliação do TCC será feita na forma de parecer [Modelo 03] elaborado por dois professores.
Um desses professores avaliadores deverá ser o próprio orientador do trabalho, e o outro deverá ser um
professor parecerista (que não poderá ser o co-orientador do trabalho, se houver), cujo nome deverá ser
indicado pelo orientador.

Art. 16 – A nota final consistirá em média aritmética simples entre as duas notas atribuídas pelos
avaliadores. Esta será considerada a nota da UC Pesquisa VI - TCC II.

§ 1º – Será considerado aprovado o aluno que receber nota maior ou igual a 6,0 (seis).

§ 2º – O aluno que receber nota menor que 6,0 (seis) deverá se submeter ao Exame, que consistirá na
reapresentação do TCC, modificado de acordo com as sugestões dos avaliadores, em data a ser
estabelecida de acordo com o Calendário Acadêmico da Unifesp.

Art. 17 – O professor orientador e responsável pela UC Pesquisa VI - TCC II será responsável pelo
fechamento das notas e sua digitação na Pasta Verde, dentro do prazo estipulado pelo Calendário
Acadêmico da Unifesp.

Art. 18 – É também de responsabilidade do professor orientador a entrega, ao aluno, dos dois pareceres
elaborados sobre o TCC. Essa entrega equivale à vista de prova da UC Pesquisa VI - TCC II.

Art. 19 – Ao aluno cabe a possibilidade de recurso de revisão de nota, nos termos das demais UCs dos
cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais.

Do Fluxo de Entrega e Divulgação do TCC

Art. 20 – A entrega das cópias do TCC para o parecerista e para o orientador é de responsabilidade do
aluno. Por medida de segurança, é indicado que a entrega seja protocolada.

Art. 21 – O aluno deverá entregar às Coordenações dos Cursos de Bacharelado ou Licenciatura em


Ciências Sociais, conforme o caso, uma cópia do trabalho gravada em mídia de CD ou DVD, com um
arquivo de extensão PDF, para depósito na Biblioteca. A entrega também deverá ser protocolada.

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§ 1º – As Coordenações dos Cursos de Bacharelado ou Licenciatura em Ciências Sociais devem então


entregar para depósito na Biblioteca as cópias dos TCCs aprovados. Essa entrega deve ser protocolada
em documento contendo as seguintes informações: nome do aluno, nome do orientador, curso, título do
trabalho e data de apresentação [Modelo 04].

§ 2º – A entrega da cópia à Biblioteca deverá ser feita no prazo de até um mês após o encerramento do
semestre letivo e deve ser acompanhada de uma autorização de publicação em meio eletrônico e de
circulação de obras impressas para documentação da Biblioteca [Modelo 05].

§ 3º – A Biblioteca realizará a catalogação e posterior disponibilização para consulta dos TCCs


depositados.

Art. 21 – Ao final de cada semestre letivo, os TCCs serão apresentadas oralmente no Simpósio de
Pesquisa em Ciências Sociais (SIMPECS/EFLCH/UNIFESP).

Parágrafo Único – O Simpósio de Pesquisa em Ciências Sociais (SIMPECS/EFLCH/UNIFESP) será


organizado por uma comissão de três professores especialmente instituída pela CCG para este fim.

Art. 22 – O calendário do fluxo de entrega dos TCCs, bem como a composição da comissão de
organização do SIMPECS serão propostos semestralmente pela CCG e aprovados pelo Conselho do
Departamento de Ciências Sociais.

Art. 23 – A Secretaria do Departamento de Ciências Sociais será responsável pela emissão e envio de
certificados para os professores orientadores e pareceristas, bem como pela inserção dos dados dos
TCCs concluídos no Banco de Atividades do Departamento.

Disposição Final

As exceções ou casos omissos não contemplados por este regulamento serão decididos pela CCG do
Departamento de Ciências Sociais.

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Modelo 01
Universidade Federal de São Paulo
Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Ciências Sociais
Ficha Relatório Parcial

Observação: entrega até no máximo a terceira semana após o início da UC Pesquisa V - TCC I

Aluno(a):

RM: E-mail:

Ano de ingresso:

Orientador(a):

Co-orientador(a):

Título provisório do TCC:

Descrição do trabalho desenvolvido até o momento (tema e problema da pesquisa com síntese da
bibliografia e definição do modelo teórico/conceitual; objetivo da investigação / recorte empírico;
metodologia/ procedimentos de coleta e análise de dados)

Data e Assinatura do(a) orientador(a)

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Modelo 02
Universidade Federal de São Paulo
Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Ciências Sociais

Termo de Anuência de Orientação

Título do TCC:
Resumo:

Nome do Aluno(a):
Registro de Matrícula UNIFESP
data e assinatura

Nome do(a) Orientador(a):


data e assinatura

Nome do(a) Co-orientador(a):


data e assinatura

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Modelo 03
Universidade Federal de São Paulo
Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Ciências Sociais
Ficha Parecer de Avaliação Final do Trabalho de Conclusão de Curso

Título:
Nome do(a) aluno(a):
Orientador(a): Instituição/Departamento:

Avaliador(a): Instituição/Departamento:

Parecer

Nota: Assinatura do(a) avaliador(a):

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Modelo 04
Universidade Federal de São Paulo
Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Ciências Sociais
Protocolo de Entrega do TCC aprovado à Biblioteca

Entregamos mídia CD ou DVD com arquivo PDF do referido TCC acompanhado da autorização para
sua publicação eletrônica.

Nome do aluno(a):

Registro de Matrícula:

Título do trabalho:

Nome do orientador(a):

Recebido.

Data e assinatura do funcionário da biblioteca.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
310

Modelo 05

Autorização Para Publicação Eletrônica

Autorizo a biblioteca da UNIFESP/EFLCH a publicar por meio digital o Trabalho de Conclusão de Curso
“título” de minha autoria e responsabilidade.

Nome do aluno(a):

Registro de Matrícula:

RG:

CPF:

Data:

Assinatura

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
311

ANEXO VII

Regulamento Das Atividades Complementares

Estabelece regras para o cumprimento das Atividades Complementares


dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura em

Ciências Sociais da Unifesp - Campus Guarulhos

o
Artigo 1 - Os estudantes dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais deverão, para
se graduar, cumprir 200 (duzentas) horas de Atividades Complementares.

o
Art. 2 - As Atividades Complementares poderão ser realizadas dentro ou fora da Unifesp, e o aluno tem
autonomia para escolher quais realizará dentre as listadas na Tabela 01 [em anexo].

o
Art. 3 - Não haverá dispensa ou convalidação das Atividades Complementares.

o
Art. 4 - Somente será considerada a participação do estudante em Atividades Complementares
realizadas após a matrícula e início de seu vínculo com a Universidade Federal de São Paulo.

o
Art. 5 – No 7º Termo do curso, antes do final do semestre letivo, o aluno deverá protocolar, através de
formulário próprio a ser entregue na Secretaria Acadêmica, a documentação comprobatória para
avaliação das Atividades Complementares. As atividades e horas descritas no formulário estão sujeitas à
aprovação da CCG ou de comissão especialmente designada para este fim.

o
Art. 6 - O aluno deverá solicitar a validação das horas entregando, junto à Secretaria Acadêmica,
seguintes documentos:

I - Formulário preenchido de descrição das atividades e de pedido de validação das horas;

II - Uma cópia dos certificados/declarações, acompanhada dos originais para verificação, da participação
em eventos/programas/projetos, com descrição das atividades, assinatura dos organizadores, data e
local da realização do evento e indicação da duração da atividade;

Parágrafo Único - Todos os documentos comprobatórios devem conter a assinatura dos coordenadores
ou responsáveis pela atividade e devem ser apresentados em papel timbrado da instituição promotora.

o
Art. 7 - A CCG, ou a comissão criada especialmente a este fim, após avaliação positiva quanto à
relevância da atividade para a formação do estudante em Ciências Sociais, autorizará o cômputo da
carga horária indicada no documento como Atividade Complementar.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
312

o
Art. 8 - A finalização de qualquer atividade que se pretenda aproveitar como Atividade Complementar
deverá ser efetivada enquanto o estudante estiver cursando o Bacharelado ou a Licenciatura.

o
Art. 9 - Quando retido por não ter atingido o limite mínimo de horas de Atividades Complementares
exigido para sua graduação, o estudante deverá, no semestre seguinte, matricular-se em turma especial
(denominada “Unidade Curricular Atividades Complementares Ciências Sociais”) e completar os créditos
necessários.

Art. 10 - Os casos omissos serão resolvidos pela CCG ou por comissão criada especialmente a esse
fim.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
313

TABELA 01

Elenco de Atividades Complementares e Distribuição de Carga Horária

As Atividades Complementares estão agrupadas em duas modalidades:

I - Iniciação à Pesquisa e ao Ensino;


II - Extensão Acadêmica e Cultural - Aprimoramento Profissional.

Não é obrigatória a realização de atividades em ambas as modalidades.

INICIAÇÃO À PESQUISA E AO ENSINO

CARGA HORÁRIA POR


ATIVIDADE COMPLEMENTAR
ATIVIDADE
60h por semestre (limitado a
1 - Iniciação Científica / Iniciação à Docência (PIBIC/PIBID)
120 hrs no total)
2 – Publicações: artigos publicados em periódicos científicos,
livros e capítulos, trabalhos publicados em anais de eventos 60h por publicação
30h por semestre
3 - Participação em grupos de estudo e de pesquisa
(limitado a 120 hrs no total)
30h por semestre
4 - Participação em Monitoria da Unifesp e/ou em grupo PET
(limitado a 120 hrs no total)
5 - Apresentação oral ou pôster em eventos acadêmicos
30h por apresentação
(Palestras, congressos, simpósios, debates, seminários,
(limitado a 120 hrs no total)
colóquios, conferências, encontros acadêmicos, etc.)
6 - Organização de eventos e de exposições integrados a 30h por evento (limitado a
projetos e programas acadêmicos 120 hrs no total)
Eventos breves (palestras,
conferências, debates, etc.): 4
hrs
7 - Participação como ouvinte em eventos acadêmicos, no
Eventos de 1 dia (simpósios,
País e no Exterior (Palestras, congressos, simpósios,
seminários, colóquios, etc.): 8
debates, seminários, colóquios, conferências, encontros
hrs
acadêmicos, etc.)
Eventos de 2 ou mais dias
(Congressos e similares): 20 hrs
(limitado a 120 hrs no total)

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
314

EXTENSÃO ACADÊMICA E CULTURAL - APRIMORAMENTO PROFISSIONAL

CARGA HORÁRIA POR


ATIVIDADE COMPLEMENTAR
ATIVIDADE
8. Participação em projetos / programas / atividades de 30h por atividade (limitado a
extensão universitária 120h no total)
15h por atividade (limitado a
9. Monitoria em atividades culturais
60 horas no total)
10. Estágio extracurricular ou atividade relacionada à
pesquisa, ensino, planejamento, consultoria e assessoria 30h por semestre (limitado a
exercidos em instituição governamental ou não 120h no total)
governamental
Atividades breves (meio
período): 4 hrs
Atividades de um dia (dois
periodos): 8 hrs
11. Participação em atividades de capacitação profissional
Minicursos e cursos de
(workshops, oficinas, minicursos e cursos de extensão ou de
extensão de dois ou mais dias:
idiomas)
20 hrs
Cursos de idiomas: 30 hrs por
semestre
(limitado a 120 hrs no total)
12. Representação estudantil em órgãos colegiados da 30h por semestre (limitado a
Unifesp 120h no total)

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315

ANEXO VIII

Projetos de Docência, Pesquisa e Extensão

Graduação em Ciências Sociais EFLCH/UNIFESP 2007-2013

Tipos de projetos Quantidade de Projetos Alunos do curso de Ciências


Sociais envolvidos
Iniciação Científica 76 80
Monitoria 4 22
Grupos de Estudo / Pesquisa 12 96
Projetos de Pesquisa Docente (Auxílio à 31 40
Pesquisa; Bolsa Produtividade; Jovem
Pesquisador; Projeto Temático)
Projetos de Extensão 11 69
Projetos de Desenvolvimento Institucional 1 3
Bolsas / Projetos em Educação / 10 30
Licenciatura

Iniciação Científica

Alessandra El Far
1. Renato Müller Pinto. “Solo Sagrado Brasileiro: rituais de cura oriental e ecologia em
um paraíso terrestre: Uma análise dos significados culturais da Igreja Messiânica no
Brasil”. 2009-2010 Bolsa PIBIC
2. Sarah Ferreira de Toledo. “O imaginário das festas e da mestiçagem no modernismo
paulista”. 2010-2011 Bolsa Fapesp.
3. Arianne Rayis Lovo. Título da Pesquisa: “De Eva antiga à moderna: a construção da
imagem do corpo da mulher nas páginas da Revista Feminina (1916-1925)”. 2011-
2012 Bolsa Fapesp.

Ana Lúcia de Freitas Teixeira


1. Marilia Gabrielle de Paula. Estrangeiro e Aventureiro nas raízes do Brasil: a
construção dos tipos simmelianos na obra de Sérgio Buarque de Holanda. 01/06/2012
a 31/05/2013 FAPESP

Andréa Barbosa

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
316

1. Carolina Alves de Brito Lopes Oliveira. Trajetos e fluxos na construção de uma


metrópole vivida e simbólica: uma etnografia de uma linha de ônibus Guarulhos/São
Paulo. 2007/2008. IC/PIBIC/CNPq
2. Carolina Alves de Brito Lopes Oliveira. Trajetos e fluxos na construção de uma
metrópole vivida e simbólica no cinema paulista. 2008/2009. IC/PIBIC/CNPq
3. Bárbara Sá. Pimentas de Dentro para fora. 2009/2010. IC/FAPESP
4. Débora Costa de Faria. A antropologia encontra o cinema no processo de (re)
conhecimento, (re) construção e representação do outro. 2009/2010. IC/PIBIC/CNPq
5. Fernanda Conceição Matos. Lazer nos Pimentas: estudo sobre formas de
apropriação do espaço público de um bairro periférico. 2010/2011 IC/FAPESP
6. Paula Harumi kakazu. Graffiti Hip Hop e a mobilização política entre os jovens
moradores do Bairro dos Pimentas, Guarulhos. 2011/2012. IC/FAPESP
7. Juliane Domingos Yamanaka. Paradigmas do envelhecer e cinema nacional:
Imagens da Velhice construídas em copacabana e Chega de saudade. 2011/2012
IC/FAPESP
8. Erika Paula dos Santos. Projeto e memória no filme Edifício Master de Eduardo
Coutinho. 2011/2012. IC/PIBIC/CNPq
9. Lindolfo Sanches. Espaço público e moradia: as construções simbólicas do centro
de São Paulo. 2012 IC/PIBIC/CNPq
10. Jordana Braz. Paisagens periféricas. Fotografia e experiência no bairro dos
Pimentas. Início previsto setembro de 2012 IC / FAPESP atrelada ao Projeto Jovem
Pesquisador

Antonio Sérgio Carvalho Rocha


1. Rapahel Nunes de Oliveira (5º. Termo) Bolsista de IC pelo CEDEC.

Bruno Konder Comparato


1. Jenifer Santos Souza. A representatividade no Conselho Municipal de Saúde de São
Paulo. 2011-2012. CNPQ (Pibic)
2. Caio Fernando Alves Duarte Santos. O anarquismo e a organização: a
descentralização na Espanha libertária (C.N.T. 1936-1939). 2012. FAPESP.
3. Katlheen Ferreira Angulo. A prática democrática nos Conselhos Tutelares de
Guarulhos. 2012. CNPQ (Pibic)

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
317

4. Tamy Yukie Kobashikawa. Direitos humanos e multiculturalismo: a situação dos


imigrantes na Holanda e na França. 2012. Sem bolsa

Carlos Alberto Bello e Silva


1. Clarissa Aguiar Noronha - Hegemonia no Brasil: relações entre Estado e sociedade
civil no período 1930-1964 - 08/2008 a 06/2009. CNPQ (Pibic)
2. Clarissa Aguiar Noronha - Populismo, autoritarismo e hegemonia: relações entre
Estado e sociedade civil no pré-64 - 08/2009 a 06/2010. CNPQ (Pibic)
3. Luiz Guilherme da Cruz Leste - A caracterização do empresário industrial brasileiro:
classe, consciência de classe e luta de classe na obra de Fernando Henrique Cardoso
- 08/2011 a 06/2012 CNPQ (Pibic)

Cynthia Andersen Sarti


1. Introdução ao estudo da saúde e da doença na perspectiva das Ciências Sociais.
Agosto 2008-julho 2007 Bolsa PIBIC/UNIFESP/CNPq.
2. Renata Seabra Zamboni. Políticas públicas e educação: a experiência da música de
concerto. Julho 2010 a agosto 2012. Bolsa PIBIC/UNIFESP/CNPq.
3. Laís Miwa Higa. Introdução ao estudo da saúde e da doença na perspectiva das
Ciências Sociais. Agosto 2008-julho 2007. Bolsa PIBIC/UNIFESP/CNPq.
4. Laís Miwa Higa Expressão e vivência da dor: crianças lidando com o câncer. Agosto
2010-julho 2009. Bolsa PIBIC/UNIFESP/CNPq.

Débora Alves Maciel


1. Patrícia Jimenez Rezende. Prostituição e ação coletiva: um estudo do movimento de
prostitutas no Brasil. Bolsa PIBIC/ CNPq 2010-2011
2. Marcos Emilio Gouvêa Santos. Movimentos populares, advocacia de causa e
direitos humanos no Brasil. 2012-2013 FAPESP
4. Vinicius Ortegosa Barretto. Denúncias de violação de direitos humanos contra os
EUA na Comissão Interamericana de Direitos Humanos/OEA: padrões de ativismo e
das respostas governamentais. 2012. Iniciação científica Bolsa CNPq – CEDEC/
Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos
(INCT – INEU)

Gabriela Nunes Ferreira

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
318

1. Luiz Antonio de Barros Junior. Modernização e capital estrangeiro no Brasil da


Primeira Republica. 2010/2011 FAPESP
2. Nayara Baiocchi do Nascimento. Estado e sociedade no pensamento liberal
brasileiro: Rui Barbosa e Joaquim Nabuco. 2009/2010 FAPESP
3. Luiz Antonio de Barros Junior. O debate sobre a modernização do Brasil na Primeira
República. 2010/2011. PIBIC – Bolsa CNPq
4. Barbara Rebeca Alves Magarian. A relação entre liberdade de imprensa e
democracia através dos clássicos. 2012/2013. PIBIC – Bolsa CNPq

Henrique José Domiciano Amorim


1. Lais Amanda Ribeiro Pimentel. Classes e Estratificação Social na Sociologia
Brasileira: uma análise da produção bibliográfica na década de 1970. 2012/2013
Fapesp
2. Angelina Michelle de Lucena Moreno. Classes e Estratificação Social na Sociologia
Brasileira: uma análise da produção bibliográfica na primeira década do século XXI.
2012/2013. Fapesp.
3. Mauricio Reis Grazia. Adeus ao Proletariado: uma análise da influência de André
Gorz na discussão sociológica de classe e estratificação social no Brasil. 2012/2013.
CNPQ/PIBIC.

Humberto P. F. Alves
1. Maura de Oliveira Carvalho. Análise das relações entre empresas e ONG
ambientalista em torno de projetos de responsabilidade sócio-ambiental. 2010-2011.
PIBIC/CNPq.

José Lindomar Albuquerque


1. Maria Cristina Coelho Oliveira. Os estudantes bolivianos nas escolas brasileiras.
2010. CNPq.
2. Karina Lakerbai. Que russos são esses? O dilema soviético no contexto paulista.
2010. FAPESP.
3. Ana Lidia de Oliveira Aguiar. Os imigrantes bolivianos na periferia de Guarulhos.
2008. CNPq
4. Bruno Rafael de Matos Pires. Os imigrantes bolivianos no mercado informal da rua
25 de março em São Paulo. 2009. CNPq

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
319

5. Francisca Batista. Lampião no imaginário fronteiriço na literatura de cordel


contemporânea. 2009. FAPESP
6. Priscila Cristina dos Santos. Imigração chinesa, fronteiras simbólicas e educação.
2011. FAPESP
7. Diogo Meyer. A construção das rivalidades regionais e nacionais na Copa
Libertadores da América. 2012. PIBIC-CNPq

Lílian Maria Pinto Sales


1. Paula Bortolin. Agências Religiosas e Direitos Civis: Controvérsia em torno da União
Estável Homo afetiva. 2012/2013. PIBIC/CNPq

Márcia Tosta Dias


1. Guilherme Kazuo Lopes Yokote. A prática do break entre jovens da comunidade
oriental paulistana: dança de rua como produto da mundialização da cultura. 2009-
2010. CNPq
2.Cauê Camargo Martins. Os discos de coletâneas no Brasil na década de 1990:
produção, consumo e crise da indústria fonográfica. 2010. CNPq

Márcia Consolim
1. Laís Fernanda Rodrigues. A Recepção de Simmel na França entre 1890 e 1914: o
caso de L´Année sociologique 2010.
2. Fernanda Sales Diogo. A importância do capital escolar na formação do gosto
musical 2012.
3. Gabriela Gasparotto Souza. O Projeto de Reestruturação da Osesp 2012.
4. Juliana Andrade Meira. Sociologia e Psicologia na Escola de Chicago 2011.

Marcos Pereira Rufino


1. Priscilla Leine. A bancada evangélica na Assembléia Legislativa de São Paulo. 2010.
CNPq
2. Amanda Teixeira Pinto. O homosexualismo na Igreja Universal do Reino de Deus.
2009. CNPq
3. Amanda Teixeira Pinto. A mulher na Igreja Universal do Reino de Deus. 2008. CNPq
4. Thaís Azevedo da Costa Botelho. Interações entre os Guarani da cidade de São
Paulo e missionários cristãos. 2007. CNPq

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
320

Maria Fernanda Lombardi Fernandes


1. Roberta Cerqueira Borges. O campo, a cidade e a construção da solidariedade
social no pensamento de Alberto Torres. 2012. CNPq
2. Leonardo Octávio Belinelli de Brito. A institucionalização da República no Brasil.
2011. Fapesp.
3. Thiago Martins Barbosa Bueno. Estado e Sociedade no Pensamento Conservador
Brasileiro: Alberto Torres e Oliveira Vianna. 2010. Fapesp.

Mauro Rovai
1. Jorge Fugimoto. Rompendo as amarras. Uma análise do seriado Lost. Agosto de
2011 a julho de 2012. FAPESP
2. Carolina Ocampos. Literatura, cinema e TV: Identidade e Sociedade nas Capitus de
Saraceni e Carvalho. Maio 2011-junho 2012. Bolsa do Projeto FAP / Cinemateca
3. Joice Oliveira. O olhar masculino como formador da representação da mulher no
cinema: o caso do filme noir. Bolsa Projeto FAP / Cinemateca. Agosto de 2012 a
agosto de 2013.
4. Glauber Ormundo Dias Martins. A busca da felicidade: O cinema de Woody Allen em
dois períodos históricos dos Estados Unidos da América. Sem financiamento.
5. Felipe Rolin. A questão da Morte Bela nos filmes Mar Adentro e Você Não Conhece
Jack. Sem financiamento.
6. Tatiana Nakashima. A construção do cinema fantástico em Tim Burton. Bolsa
Projeto FAP / Cinemateca. Agosto de 2012 a agosto de 2013.
7. Fernando José Filho. Sociologia e memória. Análise do filme São Paulo S.A. CNPq/
PIBIC Agosto de 2012 a julho 2013.

Tatiana Savoia Landini


1. Carla Pereira Nonato. A possível influência do funk no comportamento de jovens
entre 12 e 17 anos. 2011. CNPq
Lauren Nathaly Zeytounlian de Moraes
2. A representação da exploração sexual comercial de crianças e adolescentes no
cinema brasileiro. 2010. FAPESP
3. Violência sexual e sexualização do corpo e da imagem da criança. 2008. CNPq

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
321

4. A violência sexual contra crianças e adolescentes nos cinemas: analisando a


representação do agressor. 2007. CNPq

Projetos de Monitoria do Curso

Projeto: Poder e Práticas Simbólicas


Professores-orientadores: Maria Fernanda L. Fernandes, Gabriela Nunes Ferreira,
Tatiana Landini, Renato Stutzman, Carlos Bello, Paulo Peres, José Lindomar
Alburquerque
Agosto de 2007 a agosto de 2008

Projeto: Civilização: entre dois mundos. Perspectivas teóricas.


Professores-orientadores: Andréa Barbosa, Gabriela Nunes Ferreira, Marcos Rufino,
Maria Fernanda L. Fernandes, Mauro Rovai e Tatiana Landini.
2008 – 2009 / 2009 – 2010

Alunos envolvidos nos dois Projetos


1. Fernando Antonio Santoro da Silva. Monitoria - tema civilização. 2009. Orientador:
Marcos Pereira Rufino.
2. Marcio Alex Leme. Monitoria - tema civilização. 2009. Orientador: Marcos Pereira
Rufino.
3. Maria Letícia Juliano Diniz Brito. Monitoria - tema civilização. 2008. Orientador:
Marcos Pereira Rufino.
4. Leandro Blanque Becceneri. Monitoria - tema civilização. 2007. CNPq. Orientador:
Marcos Pereira Rufino.
5. Gabriela Peters Cremasco Gonçalves. Civilização: entre dois mundos - Edward
Said. 2009. Orientador: Maria Fernanda Lombardi Fernandes.
6. Laís Fernanda Rodrigues. Civilização: entre dois mundos - Norbert Elias. 2009.
Orientador: Maria Fernanda Lombardi Fernandes.
7. Lauren Nathaly Zeytounlian de Moraes. Poder e práticas simbólicas. 2008.
Orientador: Maria Fernanda Lombardi Fernandes.
8. Jenifer Santos Souza. Civlização, entre dois mundo. 2010. Orientador: Tatiana
Savoia Landini.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
322

9. Roberta Andressa Villa Gonçalves. Civilização, entre dois mundo. 2010. Orientador:
Tatiana Savoia Landini.
10. Angélica Lumi Ishii. Civilização: entre dois mundos - Sigmund Freud. 2009.
Orientador: Tatiana Savoia Landini.
11. Laís Miwa Higa. Civilização: entre dois mundos - Norbert Elias. 2009. Orientador:
Tatiana Savoia Landini.
12. Laís Miwa Higa. Poder e práticas simbólicas. 2007. Orientador: Tatiana Savoia
Landini.
13. Simony Cristina Teixeira. Poder e práticas simbólicas. 2007. Orientador: Tatiana
Savoia Landini.
14. Flávio Belezi Pepinelli. “Samuel HuntIngton” Ago/ 2008- ago/2009
15. Lauren Nathaly Zetounlian de Moraes. “Norbert Elias”. Ago/2008- ago/2009.
16. Fernanda Centamori Petito – Ago/2007/ago2008

Grupos de Estudos / Pesquisa

1. VISURB - Grupo de Pesquisas Visuais e Urbanas (CNPq)


Professora Andréa Barbosa
Alunos envolvidos - 20
2007 – Barbara Cristina Sá, Ana Lidia Aguiar, Débora Costa Faria, Carolina Alves Brito,
Vanessa, Luiz, Simony Cristina Teixeira.
2008 – Barbara Cristina Sá, Ana Lidia Aguiar, Débora Costa Faria, Carolina Alves Brito,
Vanessa, Fernanda Matos, Erika Paula dos Santos, Guilherme Stoner.
2009 – Barbara Cristina Sá, Ana Lidia Aguiar, Débora Costa Faria, Carolina Alves Brito,
Fernanda Matos, Erika Paula dos Santos, Guilherme Stoner, Thales Bernardes,
Fernando José Filho.
2010 – Barbara Cristina Sá, Ana Lidia Aguiar, Débora Costa Faria, Carolina Alves Brito,
Fernanda Matos, Erika Paula dos Santos, Guilherme Stoner, Thales Bernardes,
Fernando José Filho, Paula Harumi, Juliane Yamanaka, Fernanda Silva, Bruno
Puccinelli
2011 – Barbara Cristina Sá, Ana Lidia Aguiar, Débora Costa Faria, Carolina Alves Brito,
Fernanda Matos, Erika Paula dos Santos, Guilherme Stoner, Thales Bernardes,
Fernando José Filho, Paula Harumi, Juliane Yamanaka, Joice Oliveira, Fernanda Silva,
Bruno Puccinelli, Lindolfo Sanches, Pamela Garcia, Gulherme Yokote.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
323

2012 – Ana Lidia Aguiar, Débora Costa Faria, Carolina Alves Brito, Fernanda Matos,
Erika Paula dos Santos, Guilherme Stoner, Fernando José Filho, Paula Harumi, Juliane
Yamanaka, Joice Oliveira, Fernanda Silva, Bruno Puccinelli, Lindolfo Sanches, Pamela
Garcia, Rafael Freitas, Jordana Braz, Guilherme Yokote, Débora Lessa.

2. Grupo de Estudo Crítica e Emancipação


Professores envolvidos - 9
Período: 2011-2013
Alunos envolvidos: 20
Luiz Antonio de Barros Junior; Leonardo Octavio Belinelli de Brito; Flávia Minson de
Almeida; Natalia da Silva Sugiyama; Samuel Carlos Maestro; Sarah Ferreira de
Toledo; Luana De Paula Perez; Matheus Valentim Gritti; José Henrique da Silva Neto;
Leonardo Bruno da Silva; Isadora Feitosa de Carvalho; Breno Augusto de Oliveira
Santos; Angelina Michele de Lucena Moreno; Paulo Reis; Lais Pimentel; Iris Pereira
Silva; Roberta Borges; Jefferson Oliveira Delfino; Lais Rocha Tenorio; Henrique
Condesso Nicodemo

3. Grupo de Estudos Sociais, Urbanos e Ambientais – GESUA (Diretório CNPq)


2012-2013
Professor: Daniel Arias Vazquez Grupo de Estudos
Alunos envolvidos: 15

4. Sociologia das Elites Intelectuais e das Ciências Sociais (Diretório CNPq)


Professora Márcia Consolim
Alunos envolvidos: 5

5. Grupo de Estudo Cidadania e Direitos Humanos


Professores: Bruno Comparato, Gabriela Nunes Ferreira e Maria Fernanda L.
Fernandes
Desde agosto de 2011
Alunos envolvidos: 19

6. Os corais nas redes de saberes e no mundo dos projetos entre os Guarani


Professora: Valéria Mendonça de Macedo

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
324

Desde agosto de 2012


Alunos envolvidos: 4
Bruna de Paula, Letícia Cruz, Márcia Domingues e Bruno Pereira

7. Gema – Grupo de Estudo em Mediação e Alteridade – FAPESP/CEBRAP/UNIFESP


Professores: Melvina Araújo e Lílian Sales

8. Antropologia na Cidade. Grupo de Estudos sobre segregação urbana, etnicidade e


juventude.
Professor: José Carlos Gomes da Silva.

9. Grupo de Pesquisa: As Classes Sociais no Capitalismo Contemporâneo (CLASCCO)


Professor: Henrique Amorim

10. Núcleo de Estudo e Pesquisa em Fronteiras


Professor: José Lindomar Albuquerque

Projetos de Pesquisa Docente

Alessandra El Far
A Linguagem das flores: literatura, sociedade e vida amorosa no Rio de Janeiro no
século XIX. 2011-2013. Fapesp – Auxílio Regular.

Andréa Barbosa
Onde São Paulo acaba? Estudo sobre identidades construídas nos fluxos cotidianos
entre Guarulhos e São Paulo. 2009/2014. FAPESP.
Alunos envolvidos: 4 bolsas de IC/FAPESP e todos os pesquisadores do VISURB -
Grupo de pesquisas visuais e urbanas do CNPq

Antônio Sérgio Rocha


1. A Constituinte recuperada. Memórias em viva voz. 1982-88. 2008 - Atual
CNPq - Auxílio financeiro
Aluno envolvido – 1: Stefania Stefani da Silva - Auxiliar de pesquisa

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
325

Bruno Comparato / Gabriela Nunes Ferreira / José Lindomar Albuquerque Maria


Fernanda Lombardi Fernandes
Os Caminhos para o Brasil Moderno: questão rural, direitos e regionalismo Projeto
CASADINHO/PROCAD - Capes/CNPq. Programas de Pós-Graduação: Ciências
Sociais EFLCH/ UNIFESP, FFLCH-DCP / USP e Sociologia / UNICAMP. CNPq /
CAPES - Auxílio financeiro.
Alunos envolvido 1 Roberta Cerqueira Bolsa PIBIC

Carolina Martins Pulici


A consagração social de um gosto controverso: prédios "neoclássicos" no espaço
residencial das elites de São Paulo. 2011.

Christina Windsor Andrews


1. Avaliação da municipalização do ensino fundamental e identificação de melhores
práticas com base nos resultados do Índice da Educação Básica - IDEB.
2010 – Atual. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira –
INEP Auxílio financeiro.
2. Investigando os conceitos de burocracia e burocratização. 2009 – Atual.
Alunos envolvidos: 1
3. Metodologia de baixo custo para a avaliação de políticas públicas com foco no
stakeholder. 2007 – 2010. CNPq. Auxílio financeiro.

Cristina Pompa
Antropologia e História das Religiões no século XX. 2011-2013. Bolsa Fada/ UNIFESP
de Produtividade em Pesquisa.
Alunos envolvidos: 7
Bolsa PIBIC : 1

Cynthia Andersen Sarti / Mauro Rovai


1. Corpo e violência: formas de expressão da dor
2010/2012. CNPq - Auxílio financeiro.
Alunos envolvidos: 5
2. A vítima: o sofrimento circunscrito. 2011 – 2014. CNPq Bolsa Produtividade

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
326

Daniel Arias Vazquez


1. Gestão Local de Políticas Sociais: instituições, capacidades e resultados
Dez. 2011 a dez. 2013. CNPq – Auxilio universal.
Alunos envolvidos: 2
2. Perfil populacional, fluxos migratórios e segregação sócio-espacial na Baixada
Santista: transformações recentes na organização social do espaço urbano-
metropolitano (2000-2010). 2012/2014. CNPq – Auxilio Ciências Sociais
Alunos envolvidos: 1

Débora Alves Maciel


1. Movimentos sociais, mobilização do direito e advocacia de causa no Brasil
Desde 2010. CNPq – Auxílio à Pesquisa
Bolsa produtividade FADA / UNIFESP
Alunos envolvidos: 4
2. Denúncias de violação de direitos humanos contra os EUA pelos EUA (1971-2011).
Cooperação com Grupo de Direitos Humanos – CEDEC/ Instituto Nacional de Ciência
e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT – INEU) / CEDEC - Projeto:
Hemisphere Flux: International Relations, Multilateralism and Prospects for Democratic
Deepening of Inter-American Affairs CNPq
Alunos envolvidos 1: Bolsa de IC CNPq Vinicius Ortegosa Barretto
3. Ativismo de Direitos Humanos e Sistema de Relações Interamericanas: um balanço
preliminar da literatura. Cooperação com Grupo de Direitos Humanos – CEDEC/
Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos
(INCT – INEU) / CEDEC - Projeto: Hemisphere Flux: International Relations,
Multilateralism and Prospects for Democratic Deepening of Inter-American Affairs
CNPq

Diego Rafael Ambrosini


A Democracia em debate Juristas baianos e a resistência ao regime varguista (1930-
1945). 2011-2013.

Henrique Amorim
Classe Social e Valor na Teoria Social Contemporânea. Maio 2012/ abril 2016 Fapesp
Alunos envolvidos : 6

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
327

Henrique Parra
Imagens, Geografias e Educação - Coordenação Geral: Prof. Dr. Wenceslao Machado
de Oliveira Junior; Faculdade de Educação / UNICAMP. 2012/2013. CNPq

Humberto Alves
1. Dimensões sociais e ambientais das dinâmicas de urbanização na hiper-periferia da
Metrópole de São Paulo: análise dos processos de expansão urbana e das situações
de vulnerabilidade sócio-ambiental em escala intra-urbana. 2008/2014.
Alunos envolvidos: 3 alunos
2. Participação como pesquisador-doutor do Projeto Temático entre 2009-2012:
Crescimento populacional, vulnerabilidade e adaptação: dimensões sociais e
ecológicas das mudanças climáticas no litoral de São Paulo. Núcleo de Estudos e
Pesquisas Ambientais (Nepam) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
FAPESP (Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais
(PFPMCG)

Lílian Maria Pinto Sales


1. Projeto regular "Religiões e Controvérsias Públicas: experiências, práticas sociais e
discursos", financiado pela Fundação de Amparo a pesquisa do Estado de São Paulo
entre Julho de 2011 e Julho de 2013 e coordenado pela Profa Dra Paula Montero.
2. Projeto "Alteridade e Mediação: processos de construção do 'outro' em universos
católicos e prontestantes no Brasil e na África", financiado pela Fundação de Amparo à
Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) no período de 2010 a 2014 e coordenado
por Melvina Araújo.

José Lindomar Albuquerque


1. A cidadania na região de fronteiras: os direitos sociais dos brasiguaios entre o
Paraguai e o Brasil. 2012 – 2013. CNPq - Auxílio financeiro.
Alunos envolvidos: (1) .
2. Conflito e integração dos brasiguaios na região da Tríplice Fronteira. Projeto
vinculado ao Observatório da Tríplice Fronteira. 2008 – 2009. CNPq - Auxílio
financeiro.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
328

Márcia Consolim
O Campo dos Estudos Sociais na França em fins do Século XIX (1890-1914) -
instituições não universitárias. 2011 – 2013.

Marcos Pereira Rufino


Participação em grupo de pesquisa do Núcleo de Estudo e Pesquisa sobre Saúde,
Políticas Públicas e Movimentos Sociais NEPSPPMS (Programa de Pós-graduação em
Saúde Coletiva, Unifesp) sob a coordenação da profa. Ana Cristina Passarella Brêtas

Maria Fernanda Lombardi Fernandes


1. Entre rótulos: liberal, conservador ou autoritário? O pensamento político de Alberto
Torres. Bolsa produtividade FADA / UNIFESP.
Alunos da graduação envolvidos (1) Roberta Cerqueira Bolsa PIBIC
2. Projeto temático Linhagens do Pensamento Político-Social Brasileiro Fapesp.
Alunos envolvidos: 2
1. Leonardo Octavio Belinelli de Brito. A institucionalização da República no Brasil.
2011. Iniciação Científica. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.
2. Thiago Martins Barbosa Bueno. O pensamento conservador: Oliveira Vianna e
Visconde do Uruguai. 2009. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.

Melvina Afra Mendes de Araújo


Alteridade e mediação: processos de construção do "outro" em universos católicos e
protestantes no Brasil e na África. março de 2010 a fevereiro de 2014. Fapesp
Alunos envolvidos: 1

Projetos de Extensão

Ana Lúcia Teixeira


Tatudo Errado
Período: de 15/08/2011 a 15/12/2011
MEC (Proext 2010)
Alunos envolvidos: 3

Andréa Barbosa

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
329

Pimentas nos olhos não é refresco. 2008 - até o momento.


Agência: bolsas de extensão concedidadas pela PROEX/UNIFESP
Alunos envolvidos: 7 Bolsistas
2009/2010 – Carolina Alves Brito, Julia Farkas
2010/2011 – Thales Bernardes, Erika Paula dos Santos
2011/2012 – Fernanda Matos, Guilherme Stoner, Jordana Braz
16 alunos voluntários
Ana Lídia Aguiar, Débora Costa Faria, Érika Paula dos Santos, Barbara Cristina Sá,
Carolina Alves Brito, Fernanda Matos, Thales Bernardes, Julia Farkas, Guilherme
Stoner, Lindolfo Sanches, Jordana Braz, Juliane Yamanka, Paula Harumi, Pamela
Garcia Bravo, Fernando José Filho, Joice Oliveira.

Atividades de extensão desenvolvidas:

Titulo: Todo dia é dia de índio Mostra de cinema e debates abril/2007


Alunos envolvidos: equipe VISURB

Titulo: Mostra de filme e debate com os diretores: Elevado 3.5 Agosto 2007
Alunos envolvidos: alunos do VISURB

Titulo: Exposição fotográfica Pimentas nos olhos 1a edição. Escola Lindamil Barbosa
de Oliveira dezembro/2009. Agencia: PROEX/UNIFESP
Alunos envolvidos: equipe Pimentas nos olhos

Titulo: Mostra de filmes e debate: “Simonal, ninguém sabe o duro que eu dei”. junho
2010
Agencia: recursos da Parceria com a Rede Brazucah de Difusão do Cinema Brasileiro

Titulo: Exposição fotográfica Pimentas nos olhos 2a. Edição.


Campus/EFLCH/UNIFESP maio/2010. Agencia: PROEX/UNIFESP
Alunos envolvidos: equipe Pimentas nos olhos

Titulo: Todo dia é dia de Índio Mostra de cinema e debates Junho/2011. Agencia:
Financiamento FAP.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
330

Alunos envolvidos: equipe VISURB

Titulo: Exposição fotográfica Pimentas nos olhos 3a. Edição . Campus EFLCH/UNIESP
Julho/2011. Agencia: recursos PROEX e FAPESP
Alunos envolvidos: equipe Pimentas nos olhos

Titulo: Exposição fotográfica Pimentas nos olhos 3a edição. Prédio FFLCH/USP


Setembro/2011. Agencia: recursos PROEX e FAPESP
Alunos envolvidos: equipe Pimentas nos olhos

Titulo: Exposição fotográfica Pimentas nos olhos 3a edição. CEU Pimentas


Novembro/dezembro 2011. Agencia: recursos PROEX e FAPESP
Alunos envolvidos: equipe Pimentas nos olhos

Titulo: Projeto Cinema Brasileiro na Universidade Duas exibições mensais de abril


2010 a abril de 2011. Agencia: recursos da parceria com a Rede Brazucah de Difusão
do Cinema Brasileiro.
Alunos envolvidos: 1 bolsista (aluno do nosso curso e bolsa Brazucah)

Titulo: Patrimônio Cultural Imaterial em contextos urbanos/Mostra Etnodoc Agosto


2012. Agencia: Recursos FAP e Ministério da Cultura
Alunos envolvidos: equipe VISURB

Christina Andrews
Projeto de Extensão: Conhecendo as Ciências Sociais – Portal de Divulgação
Científica. 2011 até o momento. PROEX/UNIFESP
Alunos envolvidos - 1 bolsista Lais Pimentel

Daniel Arias Vasquez


Mobilidade e segurança nos trajetos dos moradores de Pimentas. 2012.
Alunos envolvidos: 30 alunos da disciplina de Pesquisa III – Métodos Quantitativos

José Lindomar Albuquerque

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
331

A literatura de cordel nas escolas do bairro Pimentas. Financiamento Ministério da


Cultura e Pro-Reitoria de Extensão UNIFESP.
Bolsistas do curso de Ciências Sociais – 2
Francisca Batista Barbosa. A literatura de cordel nas escolas do Bairro Pimentas. 2010.
Silvia Spindola. A literatura de cordel nas escolas do Bairro Pimentas. 2010.

Mauro Rovai
Projeto FAP / UNIFESP / CINEMATECA. Parceria entre as instituições para criação de
público para o cinema brasileiro. Uma sessão por mês, com exibição de filme, seguida
de debate, com convidados externos ou da própria UNIFESP. Desde março de 2010.
Alunos bolsistas - 2 (2010) 3 (desde julho de 2011)

Tatiana Savoia Landini


Programa de capacitação de profissionais da área da segurança pública: “Políticas de
Segurança Pública, Polícias e Ações de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas no
Brasil”
Alunos envolvidos – 1 aluno do curso de ciências sociais e 1 aluno do curso de
pedagogia – Bolsa FAP / UNIFESP

Projetos de Desenvolvimento institucional

Determinantes da Evasão / Retenção nos curso de graduação da EFLCH


Professor Daniel Arias Vasquez (Coordenação), Professores Débora Alves Maciel e
Humberto Alves (Integrantes). agosto de 2012 a julho de 2013. FAP / Unifesp.
Alunos envolvidos 3

Projetos em Educação / Licenciatura

Davisson Cangussu de Souza

Iniciação Científica
1. Luana Paula de Perez. Educação e sociedade: correspondências gramscianas
na formulação da Pedagogia Histórico-Crítica. Início: agosto de 2012. Bolsa: Conselho
Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
332

2. Priscilla Lemos Nogueira. Democratização do Ensino Superior? Percepções de


estudantes ingressantes pelo sistema de cotas raciais na Unifesp Guarulhos. Unifesp,
2012.

Grupo de Estudos
Grupo de Estudos e Pesquisas Educação e Classes Sociais. Desde março de 2011
Pesquisadores envolvidos:
Marieta Penna Gouveia (Unifesp)
Patrícia Vieira Trópia (UFU)
Alunos envolvidos:
Aline Franco de Souza, Danielle Regina de Oliveira, Emerson da Silva Gonçalves
Sousa, Laís Moraes, Priscilla Lemos Nogueira, Luana de Paula Perez, Marcella dos
Santos Ferreira e Vanessa Filgueira Santos.

Henrique Parra

1. Projeto de Monitoria. Ensino de Ciências Sociais, Linguagens e Tecnologias de


Informação e Comunicação. Prograd/Unifesp. 2010/2012.
Alunos envolvidos: 6
2. PRODOCÊNCIA: "Diálogos Pertinentes - proposições para um projeto
institucional de formação de professores da Educação Básica". Prodocência Capes
Edital 028/2010.
3. PIBID - Programa Institucional de Bolsas para a Iniciação à Docência: Sub-
Projeto Ciências Sociais. Capes. Alunos envolvidos: 7.
4. Pimentalab: conhecimento local e tecnologias digitais. Proext. Edital 02/2013.
Alunos envolvidos: 4. <https://pimentalab.milharal.org/>
5. "Imagens, Geografias e Educação". Pesquisador colaborador do Pólo São
Paulo. Edital CNPq 477376/2011-8,

José Carlos Gomes da Silva

1. MORETTI, Bruno. A escola em face aos desafios da inclusão: um estudo sobre


práticas e representações sociais sobre a inclusão de portadores de necessidades
especiais nas escolas públicas de Guarulhos. 2011.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312
333

2. ABUCHALA, Thais Czarnobai. Desenvolvimento social da criança: relação entre


família, escola e mídia no processo de socialização. 2011.
3. VALE, Camila Assis. Identidade e diferença: um estudo sobre a linguagem de sinais
no espaço escolar.
4. BRITO, Carol. Dez anos de Implementação da Lei 10.639/2003: os desafios da
formação docente.
5. ZAMBOTTI, Carolina. Arte e educação etnicorracial: uma análise sobre práticas
lúdicas no ensino fundamental.

Mauro Rovai
1. Fabiana Luci de Menezes. Indivíduo e sociedade no filme O triunfo da vontade. Uma
abordagem sociológica
2. Thaís Azevedo da Costa Botelho. Da criança que nos olha. Itinerários sociológicos
em Alemanha ano zero e Vítimas da tormenta.

Estrada do Caminho Velho, 333 – Bairro dos Pimentas – Guarulhos – SP – CEP 07252-312