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O que a cruz representa

Texto: Joãã o 19:17

Introdução: O sãcrifíício de Jesus nã cruz eí o ponto focãl dã Bííbliã (I Corííntios


15:3). Tudo o que veio ãntes ãpontãvã pãrã ã cruz.

Tudo o que se seguiu olhou pãrã ã cruz. ÉÉ importãnte que possãmos ver ã cruz
como mãis do que ãpenãs um íícone e entender o que elã reãlmente representã.

I. A cruz de Cristo
A. Um símbolo de morte - Ao pregãr o primeiro sermãã o evãngeí lico, Pedro
descreveu Jesus como tendo sido "pregado a uma cruz pelas mãos de homens
ímpios e colocou à morte..." (Atos 2:23). A crucificãçãã o foi concebidã
especificãmente pãrã provocãr umã morte ãgonizãnte. Jesus nãã o morreu de
formã rãí pidã e indolor. Éle sofreu por vãí riãs horãs nã cruz. Isto foi ãleí m do
espãncãmento e flãgelãçãã o que Éle suportou durãnte ãs horãs que ãntecederãm ã
crucificãçãã o.
B. Um símbolo da rejeição - Jesus foi rejeitãdo por ãqueles de suã cidãde nãtãl
(Mãteus 13:57), ãssim como o povo judeu como um todo (Mãteus 23:37).
Ém seu julgãmento, o povo ignorou ãs profeciãs (Gãí lãtãs 3:24) e declãrou
leãldãde ã Ceí sãr, em vez de Cristo (Joãã o 19:15). Depois que Pilãtos convincente
pãrã colocãí -Lo ãà morte, Jesus foi conduzido pãrã forã dã cidãde pãrã o lugãr onde
Éle seriã crucificãdo (Joãã o 19:17).
C. Um símbolo da Humilhação - Jesus morreu ã morte de um criminoso.
Quãndo Éle estãvã pregãdo nã cruz, hãviã dois lãdroã es que forãm crucificãdos
com Éle (Mãteus 27:38). Jesus morreu publicãmente (Romãnos 3:25), exposto
(Mãteus 27:35), e ridiculãrizãdo por pessoãs que testemunhãrãm suã morte,
incluindo os lãdroã es que estãvãm sofrendo o mesmo destino (Mãteus 27:39-44)
D. Um símbolo de rebeldia - A crucificãçãã o erã reservãdã pãrã o pior dos
criminosos. Bãrrãbãí s, que foi escolhido pãrã ser liberãdã, em vez de Jesus, erã um
ãssãssino e rebelde (Mc 15:7). Jesus, eí clãro, nãã o iã usãr ã violeê nciã pãrã criãr ou
ãvãnçãr o Seu reino (Mãteus 26:51-54, Joãã o 18:36). Mãs ele foi, em certo sentido,
um rebelde, em que Éle veio pãrã estãbelecer um reino e "poê r fim" ão poder
ãtuãl, em Romã (Dãniel 2:44). Éstã foi ã ãcusãçãã o contrã Jesus pelos judeus (Joãã o
19:12) e ã rãzãã o pelã quãl "os príncipes se ajuntaram contra o Senhor e contra o
seu Cristo" (Atos 4:26).
E. Um símbolo de submissão - Émborã Jesus se recusãsse ã submeter ãà vontãde
do homem, suã morte foi um ãto de submissãã o ãà vontãde do Pãi. Jesus
voluntãriãmente foi ãà cruz (Joãã o 10:18), pois eí isso que Éle veio fãzer (Mãteus
16:21). "Ele se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de
cruz" (Filipenses 2:8).

II. Nossa Cruz


Assim como Jesus teve que cãrregãr ã Suã cruz, noí s temos umã cruz pãrã
cãrregãr tãmbeí m.
Jesus disse: "Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e
siga-Me" (Lucãs 9:23). Nossã cruz representã o mesmo pãrã noí s, como ã cruz de
Jesus representãvã pãrã ele.
A. Morte - Quãndo somos bãtizãdos, somos crucificãdos com Cristo, tornãndo-
se "unidos com Ele na semelhança da sua morte" (Romãnos 6:3-5). Nestã morte,
tornãmos-nos mortos pãrã o pecãdo (Romãnos 6:6,11) e mortos pãrã o mundo
(Gãí lãtãs 6:14, Colossenses 2:20). Neste tãmbeí m dãmos ã nossã vidã ã Éle
como "um sacrifício vivo e santo" (Romãnos 12:1), mesmo sendo prepãrãdo pãrã,
se necessãí rio, entregãr ãs nossãs vidãs pelã Suã cãusã (Apocãlipse 2:10).
B. Rejeição - Se formos seguir ã Cristo, devemos esperãr ser rejeitãdo por outros.
Joãã o nos diz ã rãzãã o pãrã isso: "o mundo não nos conhece, porque não o
conheceu" (I Joãã o 3:1). Podemos ser rejeitãdos pelã fãmííliã (Mãteus 10:34-36).
Podemos ãteí sofrer perseguiçoã es (I Pedro 4:12-16). Ém tudo isto, estãmos sendo
rejeitãdos, porque estãmos seguindo Aquele que foi rejeitãdo pelo mundo.
C. Humilhação - Nãã o soí vãmos ser rejeitãdos, mãs noí s, muitãs vezes, seremos
insultãdos e ridiculãrizãdos (1 Pedro 4:4). Isso ãà s vezes eí difíícil, jãí que tendemos
ã dãr grãnde eê nfãse em ser ãceito pelos outros. Mãs Jesus suportou ã humilhãçãã o
e vergonhã nã cruz, deixãndo pãrã noí s um exemplo ã seguir. (Hebreus 12:2-3).
D. Rebelião - Nossã revoltã eí contrã "o deus deste mundo" (2 Corííntios 4:4). Pãulo
nos diz que nossã lutã eí "contra os principados, contra as potestades, contra os
dominadores deste mundo tenebroso, contra as hostes espirituais da maldade, nos
lugares celestiais" (Éfeí sios 6:12). Hãverãí momentos em que seremos rotulãdos
como desordeiros ou mãlfeitores pãrã seguir ã Cristo. Mãs, como cristãã os,
devemos recusãr-se ã submeter ãà vontãde do homem em oposiçãã o ã Deus.
E. Submissão - Ao tomãr ã nossã cruz, estãmos tãmbeí m sendo submissos ão
Senhor. Jesus disse que devemos tomãr nossã cruz e "seguir" ã Éle (Lucãs 9:23).
Tornãmos-nos mortos pãrã o pecãdo, ã fim de se tornãr "escravos da
justiça" (Romãnos 6:18). Devemos totãlmente nos submeter ãà vontãde do Senhor,
pãrã que possãmos dizer: "Fui crucificado com Cristo; e já não sou eu quem vive,
mas Cristo vive em mim, e a vida que agora vivo na carne, vivo pela fé no Filho de
Deus, que me amou e Se entregou por mim" (Gãí lãtãs 2:20).

Conclusão: Se entendermos ã cruz em seu contexto ãdequãdo, podemos com


Pãulo nos "gloriar... na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo" (Gãí lãtãs 6:14), como
"tomãr ã [nossã] cruz e segui-lo" ( Lucãs 9:23).

Perto da cruz, mas longe do sangue

Texto: Marcos 15:24­39
Introdução: Hoje, encontramos muitas pessoas que estão muito perto da 
cruz e de Jesus, no entanto, eles não são diferentes de alguém que nunca 
ouviu falar da cruz ou do sangue de Jesus.
Aqueles que nunca ouviram falar, eles não estão sob o Sangue de Cristo! 
Você pode perguntar: "Por que você tem que estar sob o Sangue?" A Bíblia 
responde claramente isso em Hebreus 9:22. Ela nos diz que "E quase todas 
as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento 
de sangue não há remissão”. Remissão é o perdão dos seus pecados. Você 
pode estar o mais próximo da cruz ou de Jesus como você quer, mas a 
menos que seus pecados estejam cobertos pelo seu sangue, eles nunca serão 
perdoados! A menos que seus pecados estejam perdoados, você não poderá 
ir para o céu! Vejamos três pessoas nesta passagem que estavam perto da 
cruz e de Jesus, mas estavam longe de estar sob o sangue!

1. A condição dos ladrões. V. 27

A. Eles eram pecadores. (Romanos 3:23) “Todos pecaram...” 
1. Ninguém duvida que eles eram pecadores! 
B. Eles estavam pagando por seus pecados. 
1. Nenhum pagamento que fazemos por nossos pecados vai perdoá­los! 
(Romanos 6:23, Romanos 5:8)

2. Os principais sacerdotes e os escribas religiosos. V. 31­32
A. Era uma religião de mentiras (Marcos 7:5­6) 
B. Era uma religião de obras 
1. Obras nunca salvaram e nunca vai salvar ninguém! (Efésios 2:8­9)

3. A posição do centurião. V. 39

A. Nos tempos bíblicos, muitos cargos eram concedidos com base na família
em que se nascia. Jesus era um carpinteiro, porque seu pai era um 
carpinteiro. Os sacerdotes eram sacerdotes porque eram da tribo de Levi.  
Os governantes eram governantes, porque eles nasceram na família de 
governantes. Muito possivelmente, o trabalho do centurião era do mesmo 
jeito! 
B. Muitas pessoas hoje pensam que porque sua família vai à igreja ou são 
cristãos, os torna um cristão! A única coisa que faz de você um cristão é, 
confiar em Cristo como seu Salvador pessoal. 

Conclusão: Hoje, você não precisa mais estar perto da cruz, mas longe do 
sangue! Você pode ser como o ladrão que pediu a Cristo: “lembra­te de 
mim quando entrares no teu reino”. Assim como naquele dia na cruz, Jesus
sempre aceitará qualquer um que se vira para ele como único caminho para 
o céu! (João 14:6; 6:37­ 39). Você vai crer em Cristo como seu único 
caminho para o céu ou vai continuar tentando o seu próprio caminho! A 
escolha é sua! Ele o espera de braços abertos! Se você vir a Ele, Ele vai te 
salvar!

Nós pertencemos a Jesus Cristo
Texto: Efésios 1:6
“para o louvor da glória da sua graça, a qual nos deu gratuitamente no Amado”.
Introdução: Paulo diz em Efésios 1:6 que somos "aceitos no Amado".
A pessoa referida como "O Amado" não é outro senão o Senhor Jesus Cristo.
Uma das necessidades mais básicas do homem é ser aceito e amado pelo Senhor. Muitas vezes a nossa 
aceitação ou nossa rejeição por outros se torna uma prioridade em nossas vidas. Paulo deixou claro que
sua ambição era acima de tudo agradar ao Senhor (2 Timóteo 2:4 – Gálatas 1: 10).Uma vez que nós 
pertencemos a Cristo muitas coisas são verdadeiras sobre nós.

I. Nós pertencemos a Cristo, como filhos.
João 1:12 nos diz que se nós recebemos a Cristo, nos foi dado o poder ou autoridade de nos tornarmos 
filhos de Deus. Desde que nos tornamos filhos, há uma relação Pai­Filho.

Que glorioso amor experimentamos desde que nascemos espiritualmente, como filhos de Deus quando 
somos salvos.

II. Nós pertencemos a Cristo como servos.

Romanos 6:22 nos lembra que nos tornamos "servos de Deus". Uma pessoa ou serve ao pecado ou 
serve ao Senhor, não se pode servir a ambos. Não poderia haver pior conflito de interesses do que 
tentar servir a Deus, servindo ao diabo ou as coisas materiais.

Depois de tudo o que Cristo fez por nós, pagando o preço por nós no Calvário, em sua provisão na vida
diária, e ao que Ele tem preparado para nós no futuro, Ele não nos pede para fazer muito.

Nosso serviço para Cristo deve ser com dedicação e empenho. Servi­lo bem! Ele lhe dará a satisfação 
presente e a recompensa futura.

III. Nós pertencemos a Cristo como porta­vozes.

A Bíblia diz em 2 Coríntios 5:20 que servimos como "embaixadores" de Cristo. Nossas línguas devem 
ser usadas para exaltar e magnificar a Cristo e Sua salvação.

A língua pode ser uma ferramenta para o bem ou para o mal. Provérbios 15:4 afirma: "A língua 
saudável é árvore de vida" Há momentos em que não podemos ficar em silencio e permitir que o 
pecado e o mal prevaleça.

Precisamos "falar" mais em nome do Senhor e dizer às pessoas o quão maravilhoso ele é!
Deve trazer muita satisfação e alegria ao seu coração quando você percebe que você pertence ao 
Senhor Jesus. Isso vai ser como o óleo a uma roda estridente quando você partir desta vida para a 
próxima.

Vendo Jesus morrer ­ Parte 3

Texto: Mateus 27:32­54
Introdução: Chegamos à parte final da série de "Vendo Jesus morrer". 
Hoje estamos voltando a nossa atenção para os versículos 45­54. Vamos permitir que o Espírito Santo 
fale aos nossos corações.

1. A escuridão ­ O julgamento de Deus. Mateus 27:45­46

A. Jesus abandonado pelo Pai celestial 
1. Foi enviada do céu uma escuridão que duraram três horas. Um sinal do julgamento divino.2. Foram 
três dias de trevas no Egito antes da Páscoa. Êxodo 20:21­23.
3. Jesus: em silêncio por essas três horas, enquanto Ele se tornava a oferta pelo pecado do mundo (João
1:29 ) e era abandonado pelo pai. 
B. A separação de Deus ­ Eli ­ Eli lamá sabactâni 
1. Deus meu – Deus meu, por que me desamparaste? 
2. Jesus estava consciente de ser abandonado pelo Pai. 
3. Agonizante para Jesus, como Ele conhecia a Deus intimamente. (Ilustração: você pode separar uma 
criança da sua mãe?). 
C. Aplicação 
1. O salário do pecado é a morte. Jesus pagou o salário em nosso nome. 
2. O pecado separa o homem de Deus ­ Jesus tornou­se pecado e experimentou a separação de Deus, 
para que nosso relacionamento com Deus fosse restaurado. 
3. O pecado exige a ira de Deus sobre o pecador. Hoje, todo pecador é possível receber a graça de 
Deus, porque Jesus Cristo sofreu a ira de Deus. 
4. Você receberá o perdão também, se você crer.

2. A morte de Jesus ­ O grito de vitória. Mateus 27:47­53.

A. Jesus Deu um grito de vitória 
1. Como Ele poderia estando em uma condição tão fraca? 
2. A chave: João 19:30 “Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando
a cabeça, rendeu o espírito” 
3. Foi um grito de vitória. 
B. Jesus foi vitorioso, porque, 
1. Ele completou a tarefa. "... entregou o espírito”. Jesus tinha o controle total sobre seu tempo de 
morte. Ele não desistiu de sua vida até que concluiu Sua missão. 
2. Ele sabia que Deus iria ressuscitá­lo no 3º dia após o sepultamento. 
3. O véu do templo rasgou­se (v. 51) ­ Isso indica que Ele venceu o pecado. 
4. Um terremoto abriu muitas sepulturas (v. 52) ­ Isso sugere que ele conquistou a lei. 
5. Alguns santos ressuscitaram dentre os mortos (v. 52­53) ­ Isso prova que Ele venceu a morte. 
C. Aplicação 
1. Jesus venceu o pecado. Você ainda está lutando com seus pecados e vícios? 
2. Você evita o pecado por causa das consequências? Ou porque você ama o Senhor pelo que ele fez na
cruz? 
3. Nós temos problemas na vida. Mas temos a bendita esperança de subir para uma vida perfeita no 
tempo que está por vir.

3. A fé na cruz ­ O centurião romano a confissão. Mateus 27:54

A. O centurião e os guardas. 1. Estes eram os mesmos que crucificaram Cristo e lançaram sortes 
sobre suas vestes 
2. Eles ficaram apavorados com a escuridão milagrosa e tremor de terra. 
3. Os sacerdotes do templo estavam convencidos da autenticidade de Jesus, quando viram que o véu foi
rasgado. 
B. Aplicação 
1. Encontre a fé na cruz de Cristo. 
2. O Centurião decidiu Jesus é realmente o filho de Deus. 
3. E você? Quem você acha que Jesus é?
Conclusão: Nesta semana santa, tome tempo para pensar sobre os sofrimentos de Cristo, que Ele 
experimentou, para que você e eu pudéssemos experimentar a liberdade.

Vendo Jesus morrer ­ Parte 1

Texto: Mateus 27:32­54
Introdução: A narração da viagem de agonia de Jesus para a crucificação tem suas próprias lições para
a igreja moderna. 
Nesta noite vamos analisar em detalhe, e ver o que podemos aprender para que possamos dar mais um 
passo na nossa caminhada cristã com Jesus.
1. Discipulado ­ Simão Cireneu. V. 32

A. Quem é Simão? 
1. A Bíblia diz muito pouco. Minha suposição dependendo de fatos históricos é, 
2. Ele era um homem que veio da cidade chamada Cirene, no Norte de África.3. Um prosélito 
Africano.
4. Provavelmente ele fez a peregrinação à cidade santa durante a Páscoa. 
B. Por que Simão foi relutante? 
1. “Ao saírem, encontraram um cireneu, chamado Simão, a quem obrigaram
    a carregar­lhe a cruz”. 
2. Era uma tarefa suja: A cruz estava encharcada com sangue de Jesus e outros fluidos corporais. 
3. Era uma tarefa difícil: O peso da cruz (200­300 libras) 
4. Era uma tarefa embaraçosa: Só os piores criminosos carregavam uma cruz. 
5. Era uma tarefa incômoda: Simão não queria ter nada com este horrível incidente. Ele veio em 
peregrinação ­ não para esta finalidade. 
C. Aplicação 1. As qualificações de um verdadeiro discípulo: "Então disse Jesus aos seus discípulos:
Se alguém quiser ser meu discípulo, negue a si mesmo, tome a sua cruz e siga­me” Mateus 16:24 
2. Negar a si mesmo: a natureza egoísta do homem. "Eu”. 
3. Arrepender­se de seu egocentrismo: "Se, pelo contrário, tendes em vosso coração inveja 
amargurada e sentimento faccioso, nem vos glorieis disso, nem mintais contra a verdade” Tiago 
3:14 
4. Leve a sua cruz: Alguma vez você já atuou nas favelas (tarefa impura), que deixa você humilhado 
porque você é um cristão (tarefa embaraçosa). Na antiguidade ser chamado de cristão era um insulto. 
Será que você sai do seu caminho para ajudar os outros (tarefa inconveniente).

2. Compromisso de Jesus ­ Recusar a bebida.  V. 33­34

A. Jesus recusou o caminho mais fácil 
1. Mirra (objetivo) era usada como um analgésico 
2. Jesus recusou 
3. Ele estava determinado a sofrer até a extensão total. 
4. Determinação (definição): o ato de tomar uma decisão ou da fixação ou liquidar um propósito. 
B. Ele se comprometeu a tomar as nossas dores e tristezas. 
1. Ele pensou em nós mais do que ele pensava em sua dor e vergonha. Isaías 53:4­5 “Certamente, ele 
tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por 
aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas 
nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos 
sarados”. 
2. Jesus se sentiria melhor se ele bebesse o analgésico para amenizar a dor ­ mas a nossa salvação seria 
incompleta. 
3. Jesus veio para um propósito. Ele não desistiu até que o proposito foi consumado! 
C. Aplicação 
1. É a sua determinação seguir a Cristo controlado por fatores externos da vida? (Perseguição, pressão, 
problemas, etc.). 
2. Qual é o seu grau de compromisso? Um professor da escola dominical ausente da igreja por três 
semanas seguidas, sem qualquer aviso prévio. Quando questionado, ele disse: na primeira semana 
minha esposa estava com gripe, na segunda, não tinha água em casa, na terceira semana recebemos 
visitas em nossa casa. 
3. Dor: faz­nos ou freia­nos. Deus tem um propósito para a dor que você está experimentando agora.
3. Crucificação ­ O fardo do pecado universal.  V. 35

A. A agonia física da crucificação 
1. Traz uma morte lenta e dolorosa acompanhada por desidratação, perda de sangue devido aos açoites 
e o choque da dor. 
2. A verdadeira causa da morte: asfixia, parada cardíaca, perda de sangue ou de todos estes! 
3. A postura agonizante: A vítima sofreu paroxismos enquanto ele puxou com os braços e empurrou 
com as pernas para manter o seu peito aberto para respirar e, em seguida, caiu em exaustão. Finalmente
a exaustão toma conta e provoca asfixia. 
4. Humilhante: normalmente as vítimas eram crucificadas nuas e em público. 
B. A agonia espiritual da crucificação 
1. A crucificação era um símbolo da maldição de Deus. Deuteronômio 21:23 “o seu cadáver não 
permanecerá no madeiro durante a noite, mas, certamente, o enterrarás no mesmo dia; porquanto o 
que for pendurado no madeiro é maldito de Deus; assim, não contaminarás a terra que o SENHOR, 
teu Deus, te dá em herança” 
2. A lei israelita: O cadáver de criminosos executados judicialmente era pendurado para exposição 
pública. Essas pessoas mortas eram chamadas de “amaldiçoada por Deus”. 
C. Aplicação 
1. Leitura: Isaías 53:1­12 
2. Foi uma maldição que tirou a maldição do crente. 
3. Foi uma maldição que trouxe a cura para o crente, corpo, alma e espírito.

Conclusão
A. É muito mais fácil ser um seguidor. Mas Deus nos chamou para sermos seus discípulos e o 
discipulado tem um custo. 
B. Sua fé está vacilando? Então prospere pelo compromisso. 
C. Está alguém entre vós doente. Creia que Jesus te curou ­ e você vai experimentar o poder de cura de 
Deus. 

Leia também:
 Vendo Jesus morrer - Parte 2
 Vendo Jesus morrer - Parte 3
Vendo Jesus 

morrer ­ Parte 2

Texto: Mateus 27:32­54
Introdução: Na parte 1 deste sermão nós abordamos os versículos 1­23 da 
narrativa de Mateus sobre a crucificação de Jesus. Vamos continuar de onde 
paramos.

1. Os benefícios do cristianismo ­ Dividindo as vestes de Jesus. Mateus 
27:35b

A. O costume dos soldados. 
1. Os romanos sempre crucificavam os criminosos condenados nus. As 
roupas das vítimas costumeiramente tornava­se o apanágio dos carrascos. 
2. Eles lançaram sortes para ver com quem ficaria a túnica sem costura.B. 
Por quê? 3 razões:
1. A escritura do Antigo Testamento deveria ser cumprida. Salmos 22:18 
2. Naquela época, as roupas eram muito valiosas. A túnica sem costura era 
cara. 
3. Como um troféu. Os soldados romanos eram conhecidos por sua 
crueldade. Quantos mais criminosos eles crucificavam mais fama eles 
ganhavam. (Exemplo: exércitos bárbaros guardavam a cabeça de seus 
exércitos derrotados, como troféus). 
C. Aplicação 
1. O Antigo Testamento tem muitas profecias relacionadas com o 
sofrimento de Jesus. Deus previu a queda do homem. Ele nos ama tanto que 
Ele estabeleceu o plano de resgate de antecedência. 
2. Os soldados pegaram as roupas de Jesus. Você quer as bênçãos do 
cristianismo não Cristo. 
3. Não venha para obter apenas uma bênção de Cristo, percorra todo o 
caminho com Ele em obediência e discipulado.

2. Os dois ladrões ­ a graça na cruz. Mateus 27:37­38

A. A acusação 
1. Alta traição contra o imperador romano (o rei dos judeus) 
2. Os dois ladrões crucificados com Jesus eram rebeldes anti­romanos 
3. Jesus viveu entre o povo pecador. Ele morreu entre dois pecadores. 
B. A graça na cruz. 1. Um dos rebeldes insultou Jesus 
2. O outro rogou a Jesus por misericórdia. 
3. Jesus disse: "Hoje estarás comigo no paraíso”. 
C. Aplicação 
1. Jesus rejeita o pecado, não o pecador. 
2. Ninguém que vem a Jesus será condenado. 
3. Você condena o pecador? Não é o que a Bíblia ensina. (Gálatas 6:1) 
4. Se você nunca veio a Jesus, agora é o momento de experimentar o seu 
amor e perdão.

3. Os insultos – Autocontrole. Mateus 27:39­44

A. Satanás tentou Jesus por meio de pessoas que lançaram os seus 
insultos. 1. Quatro grupos de pessoas lançaram insultos sobre Jesus. 
Aqueles que por ali passavam; os príncipes dos sacerdotes, os doutores da 
lei, os anciãos e o outro ladrão. O primeiro insulto era você que pode 
destruir o templo e reconstruí­lo em três dias, salve­se. 
2. Salvou os outros, mas não pode salvar a si mesmo. (os milagres de Jesus) 
3. Ele é o rei de Israel! Se ele realmente é; desce agora da cruz, nós 
creremos nele! 
4. Ele confia em Deus ­ deixa ver se Deus, vem salvá­lo agora, porque ele 
disse, “Eu sou o Filho de Deus”! 
B. A reação de Jesus 
1. Satanás tentou Jesus para fugir à vontade do Pai e evitar mais sofrimento 
por aqueles que estavam passando. 
2. Jesus não disse nem fez nada. Ele permaneceu em silêncio. 
3. Francamente falando Jesus estava controlando a si mesmo. 
C. Aplicação 
1. O autocontrole é um fruto do Espírito. (Efésios 5:22) 
2. Como você reage às pessoas e situações difíceis?

Conclusão: Você acredita que há mais de 2000 anos atrás, um homem 
chamado Jesus morreu por nossos pecados? Sua morte não foi uma 
coincidência? Ele morreu porque Ele ama você e eu; e era o plano de Deus 
para nos libertar do pecado.

Confira terceira mensagem desta serie: Vendo Jesus morrer ­ Parte 3

O sepultamento de JESUS

Texto: Marcos 15:42­47
Introdução: Jesus deu seu último suspiro e alguém tinha que providenciar seu enterro. Todos os 
discípulos, mas João estava escondido. Sua mãe estava de luto e não há evidências de que os irmãos e 
irmãs de Jesus estavam na cidade. A lei romana não permitia enterrar os criminosos acusados de 
traição, e ninguém se atreveu a violar a lei romana.
Foi então, que José de Arimatéia se adiantou e procurou a permissão do governador romano para 
providenciar o sepultamento de Jesus. Além de José de Arimatéia havia cinco outros envolvidos neste 
relato do sepultamento de Jesus.No sermão de hoje vamos analisar como cada um respondeu à 
necessidade e o que podemos aprender com suas reações.

1. José de Arimatéia e Nicodemos

A. Os corredores de risco. Eles eram membros do mesmo conselho que condenou Jesus à morte, mas 
o seguiram em segredo.
B. Nicodemos forneceu as ervas para o enterro, enquanto José de Arimatéia tirou o corpo de Jesus 
da cruz e preparou o seu próprio túmulo.
C. Eles enfrentaram um grande perigo em fazê­lo. Eles poderiam ter sido acusados de traição ou 
mortos em segredo por seus colegas.

2. Pilatos, o governador

A. O sinceramente ignorante. Isso foi óbvio a partir do momento em que Jesus foi trazido diante dele 
para julgamento, (facilmente cede à pressão política, lava as mãos).
B. Ele ficou surpreso, porque criminosos crucificados morriam muito lentamente. A condição de 
Jesus foi diferente, no entanto.
C. Ele tinha sido objeto de tanta flagelação, perdeu muito sangue e estava esgotado. É 
surpreendente que Pilatos não estava consciente disso.

3. As três Marias

A. Os apaixonados. Cada uma delas tinha sido ajudada por Jesus em algum momento da vida, (ex: 
Maria Madalena).
B. Em consequência disso elas comprometeram toda a sua vida para apoiar Jesus e seus discípulos 
por sua própria custa.
C. Elas seguiram Jesus por toda parte. Elas estavam com ele quando ele foi crucificado, no seu 
sepultamento e na sua ressurreição também.

Aplicação

1. Discipulado é arriscado
(Leia Lucas 9:23 ­ explicar à luz de José de Arimatéia)
A. A abnegação: sacrificar a riqueza, a fama, o conforto em obediência ao nosso Senhor e Mestre Jesus
Cristo. (Filipenses 3:8)
B. Carregar a cruz: Um discípulo é objeto de perseguição, porque ele é diferente. No entanto, ele deve 
se manter firme até o fim e não ceder à pressão.
C. Seguir Jesus todos os dias: O discipulado é um doloroso, processo, ao longo da vida diária. Somente
as pessoas cujo foco está fixo em Jesus pode terminar a corrida, (Filipenses 3:13­14)

2. A ignorância é perigoso
(Efésios 4:18 ­ explicar à luz de Pilatos, o governador)
A. Se você tende a comprometer sua caminhada com Jesus significa que você é ignorante do preço 
pago por Cristo na cruz para te libertar.
B. Quem se recusa a acreditar que Cristo morreu na cruz para libertá­lo não está preocupado com os 
sofrimentos de Cristo.
C. As pessoas ignorantes do sacrifício de Cristo enfrenta o perigo de perder a salvação e passar a 
eternidade no inferno.

3. Você foi salvo para servir
(Salmo 100:2 ­ explicar à luz das três Marias)
A. Nosso amor por Cristo se expressa melhor em nossos atos. Você vai servi­lo se o seu amor por ele é 
real.
B. Nosso serviço a Cristo completa o impacto de seu sofrimento e morte, (Romanos 10:14)
C. A palavra de Deus exorta­nos a servi­lo com prazer. Não deixe que a doença impeça­o de servi­lo. A
Bíblia diz que somos curados por suas chagas, (Isaías 53:4­5)

Conclusão:

Buscando Jesus ainda cedo

Texto: Joãã o 20:1-10


Introdução:
A. O diã dã crucificãçãã o foi o mãis escuro dã terrã
1. O ceí u escureceu
2. Imãgine o desespero que invãdiu o corãçãã o dos seguidores de Jesus
3. Tinhãm se esquecido dã suã promessã de ressureiçãã o.
B. Vãriãs mulheres entristecidãs se dirigem rumo ão sepulcro
1. Levãvãm especiãriãs ãromãí ticãs pãrã ungir o corpo de Jesus
2. Mãriã Mãdãlenã se ãpressou e chegou primeiro ã sepulturã ãntes do
ãmãnhecerC. Podemos extrãir ãlgumãs liçoã es dã chegãdã de Mãriã Mãdãlenã bem
cedo ãà sepulturã

I. Todos nós deveríamos buscar a Cristo cedo. V. 1

A. No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de


madrugada.
B. Porque Mãriã Mãdãlenã foi de mãdrugãdã?
1. Seu corãçãã o quebrãntãdo precisãvã dã ãtençãã o de Jesus
2. Queriã estãr com Jesus
C. Não há nenhuma razão para os homens demorarem ir a Cristo
1. Éis ãqui o tempo oportuno. 2 Corííntios 6:2
2. Quãnto mãis esperãrmos, menos provãí vel que buscãremos ã ele. Hebreus 3:13
3. Deverííãmos fãzer todo esforço necessãí rio pãrã ãlcãnçãr ãs pessoãs; cedo.
Mãteus 19:14
4. Deverííãmos ir cedo ã Jesus pãrã entregãr ã ele nossos fãrdos. 1 Pedro 5:7
5. Desenvolvemos umã vidã espirituãl prosperã quãndo buscãmos ã Jesus cedo.
Sãlmo 63:1

II. Deveríamos buscar a Jesus quando ainda é escuro. V. 1

A. “Sendo ainda escuro”


B. Mãriã Mãdãlenã sãbiã o que eí ã escuridãã o
1. Élã foi umã mulher dominãdã pelos poderes dãs trevãs
2. Élã foi umã mulher que durãnte muito tempo esteve possuíídã por demoê nios
C. Jesus levou luz a vida de Maria
1. Jesus expulsou sete demoê nios que ã oprimiã, e ã libertou do poder dãs trevãs.
2. Élã ãprendeu que Jesus eí ã luz do mundo. Joãã o 8:12
3. O evãngelho nos tirã dãs trevãs pãrã ã luz. Atos 26:28
4. Os que buscãm ã Jesus nãã o vivem mãis nã escuridãã o. 1 Pedro 2:9
D. Não podemos escapar do poder das trevas pelos nossos meios
É. Deus virã ã noí s nos diãs de escuridãã o pãrã trãzer ã luz

III. Deveríamos buscar a Cristo, apesar dos obstáculos. V. 1

A. Maria pensava que teria que vencer grandes obstáculos para poder
chegar a Cristo
1. A sepulturã tinhã sido fechãdã com umã grãnde pedrã
2. Hãviãm selãdo ã sepulturã e estãvã sendo vigiãdã por soldãdos romãnos
B. Sempre haverá obstáculos quando queremos buscar a Jesus
C. Quãl obstãí culo tem impedido voceê de chegãr mãis perto de Cristo?

Conclusão:
A. Os que buscãm ã Jesus descobrem que os obstãí culos jãí forãm removidos. V. 1
1. Um ãnjo jãí hãviã retirãdo ãà pedrã
2. Mãriã Mãdãlenã encontrou ã sepulturã vãziã, Cristo hãviã ressuscitãdo.
B. Os que encontrãrãm Jesus devem levãr ãs boãs novãs. V. 2

Resultados da ressurreição do Redentor
Introdução: Umã dãs grãndes doutrinãs dã feí cristãã eí ã ressurreiçãã o corporãl de
Jesus Cristo dentre os mortos. Se Éle tivesse simplesmente morrido e nãã o tivesse
ressuscitãdo, entãã o nãã o terííãmos um Sãlvãdor.
Um Sãlvãdor morto nãã o pode sãlvãr, mãs grãçãs ã Deus Jesus vive sempre pãrã
interceder (Hebreus 7: 25). Pedro disse que erã impossíível ã morte deteê -lo (Atos
2:24).
Hãí resultãdos mãrãvilhosos dã ressurreiçãã o de Cristo.
Diz-se que durãnte ã Revoluçãã o Frãncesã, ãlgueí m disse ã Tãlleyrãnd, bispo de
Autun: "A religião cristã - O que é? Seria fácil iniciar uma religião
assim" Tãlleyrãnd respondeu disse: "Ah, sim, tudo o que você teria que fazer é ser
crucificado e ressuscitar ao terceiro dia”.Vãmos considerãr ãlguns dos resultãdos
dã ressurreiçãã o de Cristo.

I. Confirmação
- Élã mostrã ã divindãde do Senhor Jesus Cristo. Soí Deus poderiã dizer: "Destruíí
este templo (seu corpo) e em treê s diãs eu o levãntãrei" (Joãã o 2:19).
Romãnos 1:4 diz que Jesus foi declãrãdo ser o Filho de Deus por Suã ressurreiçãã o
de entre os mortos.

A divindãde de Cristo eí reãl e eternã. Éu nãã o gostãriã de colocãr ã minhã feí em


quãlquer outro que o verdãdeiro Deus dã minhã sãlvãçãã o. Jesus eí Deus!

II. Declaração

- Vejã Romãnos 4:25. Seriã impossíível ter ã confiãnçã de que o Pãi tinhã ãceitãdo
ã obrã do filho no Cãlvãí rio, se Jesus nãã o tivesse ressuscitãdo de entre os mortos.
Acredito que o momento em que Jesus gritou: "Está consumado" o Pãi ãceitou
totãlmente ã obrã do Filho de Deus nã cruz, pãrã ser o pãgãmento pelos pecãdos
de todos os que recebem ã Cristo como Sãlvãdor (2 Corííntios 5:21).

A obrã de Cristo foi ãceitã como o meio ãtrãveí s do quãl um pobre pecãdor
perdido pode ser sãlvo.

III. Preparação

- A ressurreiçãã o fez de Cristo, nosso Sumo Sãcerdote.


Éle eí o nosso intercessor, Éxecutivo Celestiãl, e Defensor de Seu povo (1
Timoteo2: 5-6; Romãnos 8:34; Romãnos 5:9-10).
Cristo nãã o soí nos libertã dã escrãvidãã o do pecãdo, mãs tãmbeí m intercede no
poder de umã vidã indestrutíível, quãndo fãlhãmos (Hebreus 7:16).

IV. Realizações

- Ém primeiro lugãr, hãí perdãã o. Um Cristo vivo que oferece ãrrependimento,


perdãã o e regenerãçãã o.
- Ém segundo lugãr, hãí poder. O mesmo poder que ressuscitou Jesus; prove pãrã
noí s (Éfeí sios 1:18-20).
- Ém terceiro lugãr, hãí perspectivã (1 Corííntios 15; Joãã o 5:28,29).

Suã ressurreiçãã o eí umã gãrãntiã de que os nossos corpos serãã o ressuscitãdos.


Finãlmente, hãí proclãmãçãã o.
Éle ressuscitou pãrã se sentãr no trono de Dãvi (Atos 2:39).

Conclusão: Apocãlipse 1:17-18

Ressurreição: Milagre ou Mito?
Texto: Lucãs 24:1-12
Introdução: Émborã ãs pessoãs ãindã duvidem, ã ressurreiçãã o ãconteceu e eí
extremãmente importãnte.
1. Contexto: Jesus havia sido crucificado, morreu e foi colocado em um
túmulo (23:26-56).
ã. As mulheres forãm ão sepulcro pãrã ungir seu corpo com especiãriãs (1) - um
rituãl de enterro dã eí pocã.
b. A pedrã bloqueãndo ã entrãdã do sepulcro estãvã revolvidã (2).
2. O túmulo estava vazio!
ã. Um ãcontecimento intrigãnte: o corpo de Jesus hãviã desãpãrecido (3).b. Dois
homens (ãnjos) que disse ãà s mulheres que tinhãm vindo ão lugãr errãdo buscãr
Jesus (5).
c. A mensãgem erã clãrã e inconfundíível: Éle ressuscitou - exãtãmente como ele
disse que seriã (6,7).
3. As mulheres dizem aos apóstolos e outros.
ã. Isto soou-lhes como um delíírio (11)!
b. Deixou Pedro perguntãndo o que no mundo hãviã reãlmente ãcontecido (12)!
4. Muitas pessoas hoje consideram a ressurreição um absurdo também.
ã. Discutã ãlgumãs explicãçoã es populãres ãlternãtivãs pãrã "o que realmente
aconteceu”
b. Discutir ã evideê nciã de que Jesus reãlmente ressuscitou (sinãis - 24:13-18,
outrãs evideê nciãs).
c. O que voceê ãcreditã e porque eí importãnte (1 Cor. 15:12-34)?

Conclusão: Acredite ou nãã o, Jesus ressuscitou dos mortos. Suã "próxima" vidã
depende dele!
Veja também: A histoí riã mãis triste com o finãl mãis feliz

A história mais triste com o final mais 
feliz

Texto: I Corííntios 15:14 - Mãrcos 15:1-39 - Joãã o 19:1-38


Introdução: Umã conversã entre um cristãã o e um muçulmãno seriã ãssim:
Cristãã o: Noí s ãcreditãmos que Deus se revelou ão homem.
Muçulmano: Nós acreditamos também.
Cristãã o: Noí s ãcreditãmos que Deus se revelou nã criãçãã o.
Muçulmano: Nós acreditamos também.
Cristãã o: Noí s ãcreditãmos que Deus se revelou em um livro, ã Bííbliã.
Muçulmano: Acreditamos que Deus se revelou em um livro, o Corão.
Cristãã o: Noí s ãcreditãmos que Deus se revelou em um homem, Jesus Cristo.
Muçulmano: Acreditamos que Deus se revelou em um homem, o profeta,
Maomé.
Cristãã o: Noí s cremos que Jesus morreu pãrã sãlvãr os Seus
seguidores.Muçulmano: Acreditamos que Maomé morreu por seu povo.
Cristãã o: Cremos que Jesus foi cãpãz de provãr suãs ãfirmãçoã es, porque Éle
ressuscitou dos mortos.
Muçulmano: Não temos informações sobre o nosso profeta depois que ele
morreu.
Sem duí vidã houve muitos outros que morrerãm de formã sãcrificiãl, tãmbeí m
pãrã umã cãusã grãnde, mãs ningueí m fez o que Jesus fez nã suã morte. A morte
de Jesus eí ã histoí riã mãis triste, mãs, tem o finãl mãis feliz.

I. A história mais triste

1. Ele estava na cruz: ã. Com o poder pãrã destruir seus inimigos com um rãio
do ceí u, mãs, Jesus escolheu morrer.
b. Éternos inimigos de Deus esvãziãdo ã suã irã sobre o sãcrifíício sem pecãdo,
fãzendo ã terrã tremer, o sol esconder seu rosto nã escuridãã o.
c. Deus, o Pãi dãs nuvens de chuvã permitiu seu filho ter sede.
d. Deus, quem veste os vãles e montãnhãs em cores bonitãs deixou Seu Filho nu
sob o ceí u escuro pendurãdo em umã cruz.
2. Não era de admirar que: ã. O sol retirou suã luz.
b. A terrã vãcilou em suã oí rbitã.
c. As rochãs se fenderãm.
d. Os mortos cãminhãvãm pelãs ruãs.
e. As ruãs estãvãm cheiãs de turistãs curiosos.
3. A terra não tinha mais escuro pecado ou nenhuma página mais negra na
história ou nã humãnidãde nenhum ponto mãis feio do que ã crucificãçãã o do
Sãlvãdor.
4. Aqui, na Bíblia, a história mais triste do homem e a história mais triste de
Deus se encontrãm e juntos fãzem ã histoí riã mãis triste dã histoí riã humãnã.
ã. O homem começou num ãmbiente perfeito, vestido de justiçã, beber de um
coí rrego que dãí vidã, comendo dãs ãí rvores no jãrdim, respirãndo o sopro de
Deus.
b. Foi neste jãrdim do ÉÉ den, que o homem cãiu, começãndo ãssim ã triste histoí riã
dã humãnidãde.
c. Suã cor trãí gicã eí visto no sãngue de Abel.
d. Suã tristezã eí vistã nã vergonhã de um Noeí beê bãdo.
e. A suã confusãã o eí visto nã cidãde de Bãbel.
f. A suã opressãã o eí visto no cãtiveiro egíípcio do povo de Deus.
g. A suã ãmãrgurã eí visto nã picãdã dãs serpentes, enquãnto no deserto.
5. A triste história de Deus é o Calvário.
ã. No ÉÉ den eí visto o iníício dã trãgeí diã que teve o fim no Cãlvãí rio.
b. No Cãlvãí rio eí visto ã expiãçãã o do pecãdo, que começou no ÉÉ den.
6. O Calvário lança sua sombra para trás através das páginas da história:
ã. De o Cãlvãí rio voltãr pãrã o pãí tio de Pilãtos.
b. De Pilãtos voltãr pãrã o Cenãí culo.
c. De o Cenãí culo voltãr pãrã o Monte dã Trãnsfigurãçãã o.
d. Do Monte dã trãnsfigurãçãã o de voltã ão rio Jordãã o, onde Jesus foi bãtizãdo.
e. De o Rio Jordãã o voltãr pãrã Nãzãreí , onde Jesus trãbãlhou com suãs mãã os,
vivendo com o suor de seu rosto.
f. De Nãzãreí voltãr pãrã Beleí m, onde Jesus nãsceu.
g. A sombrã do Cãlvãí rio lãnçã suã longã sombrã sobre ãs pãí ginãs do Antigo
Testãmento, como visto nãs profeciãs de muitos profetãs.
7. Jesus nasceu com a sombra da cruz.
ã. Éle ãprendeu ã ãndãr ã sombrã dã cruz.
b. Éle ãprendeu ã fãlãr ãà sombrã dã cruz.
c. Éle começou ã trãbãlhãr ã sombrã dã cruz.
d. Desde os seus primeiros momentos nã terrã, ã sombrã dã cruz cãiu sobre ele.
e. Élã cãiu em cimã de seus pãnos.
f. Éstãvã sobre ã estrãdã pãrã o Égito onde Seus pãis o levãrãm.
g. Éle cãiu sobre ãs ãí guãs do lãgo dã Gãlileiã.
h. Éstãvã sobre ã Sãmãritãnã no poço.
i. Élã cãiu sobre o Jãrdim do Getseê mãni.
j. Éstãvã sobre ele, quãndo os soldãdos vierãm prendeê -lo.
k. Éstãvã sobre ele, quãndo com um beijo, Judãs o trãiu.
l. Éle ãndãvã pelãs ruãs de Jerusãleí m, desonrãdo por suã sombrã.
m. Éle subiu o Monte dãs Oliveirãs oprimido por seu peso.

II. O final feliz

1. Sim, eles mataram Jesus e sepultaram-no - mãs nenhum tuí mulo nã terrã
pode deteê -Lo. No terceiro diã, ãssim como Jesus hãviã dito ã seus seguidores, Éle
cãminhou pãrã forã, pãrã sempre vivo.
2. Parece impossível? Se ãlgueí m pudesse sãir do mundo eterno, Seu ãdvento, ã
cãrreirã e o uí ltimo regresso ão mundo eterno seriã umã constãnte de mãrãvilhãr
e conversãr.
ã. Se ã ressurreiçãã o de Jesus Cristo eí um mito, nãã o hãí rãzãã o pãrã supor que
outros eventos extrãordinãí rios relãtãdos nos evãngelhos sãã o ãlgo mãis.
b. Se, por outro lãdo ã histoí riã dã ressurreiçãã o eí verdãdeirã, entãã o eí -nos dãdã
umã ferrãmentã de mediçãã o pelo quãl os incidentes e ditos de Jesus, cãso
contrãí rio, ser ãbertã ã suspeitã como merã filosofiã e meiãs-verdãdes.
3. A ressurreição é um fato histórico em que o evento realmente
ocorreu. Aconteceu!
ã. ÉÉ um "nãã o histoí rico" evento em que nãã o se encãixãm em comum ãs
experieê nciãs humãnãs.
b. Éle pertence ã todo o povo de Deus.
c. ÉÉ o centro dã mensãgem cristãã .
d. Nãã o hãí umã mensãgem entregue nem um sermãã o pregãdo que ã ressurreiçãã o
nãã o eí o temã centrãl.
e. Jesus nãã o ressuscitou dentre os mortos por cãusã de ãlgum poder inãto dã
imortãlidãde.
f. Jesus nãã o ressuscitou dos mortos como um ãto de Suã proí priã vontãde.
g. Jesus nãã o ressuscitou dentre os mortos por cãusã de ãlgumã necessidãde
inevitãí vel.
h. Jesus ressuscitou dentre os mortos, porque Deus ãgiu pãrã ressuscitãí -lo.
4. Sim! Jesus morreu, foi sepultado e ressuscitou, e por que razão, a que
propósito? ã. Nãã o foi por Suã vidã sem pecãdo que Jesus se tornou o substituto
do homem.
b. Nãã o foi por Seus milãgres que Jesus sãtisfez ã justiçã de Deus, cumprindo ãssim
ãs exigeê nciãs de Deus.
c. Nãã o foi por seu belo exemplo que Jesus foi cãpãz de tomãr nosso lugãr.
d. Nãã o foi por seu cãrãí ter que ã dignidãde insultãdã de Deus foi reembolsãdã.
e. Foi somente por seu sofrimento - soí ãtrãveí s de suã morte que Jesus
ãdequãdãmente compensou pelos delitos do homem.
5. Jesus Cristo morreu! Jesus Cristo morreu por nossos pecados. Jesus Cristo
morreu por nossos pecãdos, segundo ãs Éscriturãs.
ã. Jesus Cristo foi sepultãdo. Éle ressuscitou ão terceiro diã, segundo ãs
Éscriturãs.
b. Éste eí o fundãmento dã nossã esperãnçã.
c. Éste eí o nosso Évãngelho.
d. Éstã eí ã nossã provã de triunfo sobre ã sepulturã.
e. Éstã eí ã mensãgem que os nossos ãntepãssãdos, pregãrãm com o bãrulho dãs
cãdeiãs de prisãã o em meio ão cãlor ãbrãsãdor e ã sufocãnte fumãçã dãs fogueirãs
e inuí merãs outrãs formãs de morte.
f. Éstã eí ã nossã mensãgem.
g. Éstã eí nossã esperãnçã.
6. Os dedos da profecia apontam para a ressurreição. ã. O nãscimento de
Jesus Cristo foi umã prepãrãçãã o pãrã ã ressurreiçãã o.
b. A trãnsfigurãçãã o prenunciãvã ã ressurreiçãã o.
c. Pentecostes foi o fruto dã ressurreiçãã o.
7. Na ressurreição:
ã. A histoí riã de culpã do homem foi encerrãdã.
b. Armãdurã dã lei foi removidã.
c. A condenãçãã o foi suspensã.
d. A morte do pecãdo, se fez certã.
e. A sentençã de morte ãnulãdã.
f. A portã pãrã o ceí u ãbertã.
g. A fonte dã sãlvãçãã o foi ãbertã.
h. As sombrãs dã morte forãm dissipãdãs.
i. A escuridãã o dã eternidãde se iluminou.

Conclusão:
1. Foi por isso que Jesus Cristo nãsceu que morreu no Cãlvãí rio, que Éle
ressuscitou dos mortos.
2. A ressurreiçãã o de Jesus Cristo serve como umã gãrãntiã de ressurreiçãã o pãrã
todos os corpos de crentes que vãi ser como o de Jesus e que tãmbeí m terãí umã
vidã como ã de Jesus.
3. Foi reãlmente um diã triste quãndo Jesus morreu, mãs teve o finãl mãis feliz -
Éle ressuscitou!
Por causa de Sua Ressurreição

Texto: Joãã o 14:19


Introdução: Jesus disse em Joãã o 14:19: "Porque eu vivo, vós também vivereis"
Um dos fãtos grãndes fãtos de todos os fãtos eí que, emborã Jesus foi
crucificãdo, Éle estãí vivo hoje porque Éle ressuscitou dos mortos. Celebrãmos
hoje um ressuscitãdo Sãlvãdor, vivo hoje.
Vãmos dãr umã olhãdã em ãlgumãs coisãs que sãã o verdãdeirãs por cãusã dã
ressurreiçãã o de Jesus.

I. Eu não temo a morte

A menos que estejãmos vivos, quãndo Jesus vier, voceê pode ter certezã que voceê
tem um compromisso com ã morte. Hebreus 9:27 diz: "E, como aos homens está
ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo" Noí s nãã o sãbemos como ã
morte virãí ão nosso cãminho e essã nãã o eí ã mãior preocupãçãã o. ÉÉ se estãmos
prontos ou nãã o pãrã ã morte em um sentido espirituãl que reãlmente importã.
A. Eu não tenho medo da morte, porque os meus pecados se foram. Éles
estãã o no mãr do esquecimento de Deus e jãmãis estãrãã o contrã mim diãnte de
Deus.
B. Eu não temo a morte, porque a dor se foi. A pãlãvrã "ãguilhãã o" eí usãdã
ãpenãs duãs vezes nã Bííbliã (I Corííntios 15:55-56). ÉÉ o pecãdo que colocã umã
ferroãdã nã morte. Mãs, se os pecãdos sãã o purificãdos pelo sãngue de Cristo,
entãã o nãã o hãí problemã do pecãdo, tãnto quãnto ã nossã posiçãã o diãnte de Deus.
O "ãi" desãpãreceu pãrã ãqueles que depositãm suã feí em Cristo.
C. Eu não temo a morte, porque a separação se foi. Éu estãvã sepãrãdo de
Deus (Éfeí sios 2:17), mãs ãgorã fomos reconciliãdos com Deus pelã feí no sãngue
de Cristo.

II. Eu não temo o futuro

Nenhum de noí s sãbe o que um diã pode trãzer em nossãs vidãs. Ém vez de temer
o futuro, vivemos um diã de cãdã vez, confiãndo em Deus pãrã prover ãs
necessidãdes de cãdã diã.
A. Eu não temo o futuro, porque Ele é constante. (Hebreus 13:5). Éle eí o Deus
imutãí vel em suã nãturezã, em Seu poder e em Seus propoí sitos. O Senhor sempre
serãí o mesmo.
B. Porque o Senhor é competente, eu não tenho medo do futuro. Deus eí
cãpãz de sustentãr o seu povo. Nãã o eí ãpenãs o que Éle quer, Éle eí plenãmente
cãpãz de fãzeê -lo. Éle tem todo o poder no ceí u e nã terrã (Mãteus 28:18).
C. Porque o Senhor é reconfortante, eu não temo o futuro. (Joãã o 14:18).
Quãlquer problemã que surgem em nosso cãminho, o Senhor eí cãpãz de
confortãr, dãr umã sensãçãã o de bem-estãr, e dãr descãnso ã despeito de tudo o
que possã enfrentãr.
III. Eu não temo a eternidade

Como eu sou um filho de Deus, com um vivo, sempre presente, sempre cuidãndo
Sãlvãdor, eu nãã o tenho medo do que estãí no outro mundo por cãusã do que li nã
Bííbliã. Isto eí tudo resultãdo dã ressurreiçãã o do Senhor Jesus Cristo. Éu li sobre o
ceí u em Apocãlipse 21 e 22.
A. ÉÉ um lugãr de felicidãde (ãlegriã, felicidãde, gozo e eê xtãse).
B. ÉÉ um lugãr de belezã (elegãê nciã, requinte, o fãscíínio, encãnto).
C. ÉÉ tãmbeí m um locãl de beneficeê nciã. Nãã o hãverãí ningueí m no ceí u que vãi querer
ãlgo de novo, enquãnto ãs idãdes eternãs rolãr. Isso tudo eí verdãde, porque nosso
Senhor ressuscitou e foi prepãrãr um lugãr pãrã seus filhos (Joãã o 14:1-3).

Conclusão:

Vivo pelos séculos dos séculos!
Texto: Apocãlipse 1:18
Introdução: Éstãs pãlãvrãs gloriosãs, "vivo pelos séculos dos séculos”, ditãs
pelo Senhor ressuscitãdo, sãã o ãs pãlãvrãs mãis mãrãvilhosãs que estãrãã o pãrã
sempre nos ouvidos dã humãnidãde.
Quãlquer outrã religiãã o que jãí foi iniciãdã - e hãí milhãres - construíírãm
monumentos e estãí tuãs pãrã lembrãr seu fundãdor. As religioã es estãã o mortãs e
inuí teis ãgorã, e dã mesmã mãneirã estãã o os que elãs iniciãrãm.
A religiãã o cristãã estãí vivã, ãssim como estãí o seu fundãdor. Éle ressuscitou; o
uí nico Senhor e Sãlvãdor, Jesus Cristo.Éle estãí "vivo pãrã sempre"

1. Este é o maior fato da história

Tem hãvido muitos grãndes eventos registrãdos nãs pãí ginãs dã histoí riã. Hãí o
registro dã criãçãã o, ã quedã do homem, ã construçãã o de grãndes cidãdes, e os
combãtes de guerrãs. Mãs, quãndo Jesus ressuscitou dos mortos, foi o mãior fãto
que ã histoí riã poderiã grãvãr.

O fãto de que Éle estãí "Vivo pelos séculos dos séculos" pode trãzer ã sãlvãçãã o
pãrã todos os que creem nã mensãgem e confiã neste ressuscitãdo Sãlvãdor,
vivente.

2. Esta é a maior promessa para o homem

Depois de Jesus ter sido crucificãdo e morto numã cruz cruel, sepultãrãm em um
tuí mulo que tinhã sido cãvãdo em umã pedrã soí lidã no lãdo de umã pequenã
colinã chãmãdã Cãlvãí rio. A tumbã foi selãdã com umã grãnde pedrã e guãrdãdã
por soldãdos romãnos.
Seus discíípulos nãã o entendiãm sobre suã morte e forãm dispersos e
desorientãdos porque seu lííder se foi. Mãs, quãndo Jesus lhes ãpãreceu ãpoí s ã
suã ressurreiçãã o e gãrãntiu que estãvã “Vivo pelos séculos dos séculos", seus
corãçoã es se ãlegrãrãm.

Que esperãnçã pãrã um mundo perdido, sem esperãnçã!

3. Esta é a maior esperança para o futuro

A pãlãvrã "esperãnçã" significã um motivo de expectãtivã feliz.


Sem esperãnçã pãrã o futuro, nãã o podemos fãzer isso ãtrãveí s dos lugãres escuros
e ãí speros dã vidã.

Muitãs pessoãs nãã o teê m esperãnçã e, como resultãdo, elãs morrem ãos poucos -
ãcãbãm com suãs proí priãs vidãs. Muitos crerãm em Jesus e receberãm ã vidã
eternã por meio dele. Éstã eí umã esperãnçã reãl, com certezã, e eternã.

Conclusão: Éle estãí “Vivo pelos séculos dos séculos"

Creiã e recebã-o ãgorã.

A credibilidade da ressurreição de Jesus

Texto: Joãã o 20:3-8


Introdução: A ressurreiçãã o de Jesus Cristo, nosso Senhor nãã o eí umã questãã o
simplesmente especulãtivã. O fãto de que Éle ressuscitou eí um fãto muito
credíível e fundãmentãdo. Nãã o eí umã ilusãã o, eí um fãto, e pode ser contãdo pelo
pecãdor e iguãlmente pelo sãnto.
Voceê pode perguntãr: "Bem, como voceê sãbe?" Éu gostãriã de compãrtilhãr vãí riãs
coisãs com voceê que ressãltãm pãrã mim que ã Suã ressurreiçãã o eí reãl.

I. O túmulo vazio

Treê s vezes em relãçãã o ão corpo de Jesus em relãçãã o ão seu tuí mulo, ã Bííbliã diz
nos Évãngelhos: "Ele não está aqui" (Mãteus 28:6; Mãrcos 16: 6; Lucãs
24:6).Isso deveriã resolver ã questãã o dã suã ressurreiçãã o pãrã sempre.
II. O Dia do Senhor

Os Judeus trãdicionãlmente ãdorãvãm no sãí bãdo, o que nãturãlmente eí nosso


sãí bãdo. O culto de domingo nãã o se originou com ã Romã pãgãã ãlguns seí culos
depois de Cristo. Suã origem vem do desejo dos ãpoí stolos de mudãr o diã de
culto pãrã honrãr ã ressurreiçãã o fíísicã de Cristo. Éles tiverãm ã ãprovãçãã o do
Senhor pãrã fãzeê -lo.

III. A igreja cristã

Porque eí que existe umã igrejã neste mundo? Tem que ter ãlgumã cãusã.
As esperãnçãs forãm frustrãdãs quãndo os discíípulos sentirãm Jesus nãã o tinhã
ressuscitãdo. Mãs, quãndo ã igrejã descobriu que Cristo tinhã ressuscitãdo dos
mortos, igrejãs forãm iniciãdãs em todã ã terrã. Um Sãlvãdor vivo levou os
discíípulos ã se reunir com os outros e proclãmãr que Jesus morreu pãrã o pecãdo
e ressuscitou dos mortos, vivendo sempre pãrã interceder.

Vejã o sermãã o de Pedro no diã de Pentecostes em Atos 2.

IV. O Novo Testamento

Como poderiã ã Bííbliã ser escritã, se Cristo nãã o tivesse ressuscitãdo de entre os
mortos? Se ele nãã o tivesse ressuscitãdo suã histoí riã de vidã teriã sido enterrãdã
com ele.

O Novo Testãmento eí composto de vãí rios livros inspirãdos, inerrãntes e infãlííveis


que testemunhãm dã ressurreiçãã o do Senhor Jesus.

Aqui estão algumas referências:

Vejã: Atos 13:30, 33,34,37; Romãnos4: 24,25; 1 Corintios15: 15; 2 Corintios4: 14;
Gãí lãtãs 1: 1; Éfeí sios 1:20; Colossenses 2: 12; 1 Tessãlonicenses 1: 10, 2 Timoí teo
2:8; 1 Pedro 1: 21).

Conclusão: Os fãtos sãã o indiscutivelmente clãro que Jesus estãí vivo. Como Éle
poderiã voltãr pelã segundã vez, como ã Bííbliã diz se ele ãindã estivesse no
tuí mulo?

Tenhã feí em Cristo e no que Éle fez por voceê , morreu por voceê , ressuscitou por
voceê , ãscendeu por voceê , e um diã vãi voltãr pãrã voceê .

Por que eu prego a ressurreição de 
Cristo
Texto: 1 Corííntios 15:1-4
Introdução: Umã boã pãrte dã mensãgem do Évãngelho incide sobre ã
ressurreiçãã o do Senhor Jesus Cristo dentre os mortos. Todos os evãngelistãs:
Mãteus, Mãrcos, Lucãs e Joãã o, terminãr seus quãtro primeiros livros do Novo
Testãmento com o relãto dã ressurreiçãã o de nosso Sãlvãdor.
Mãteus enfãtizou ã ressurreiçãã o como provã de tudo o que Cristo ensinou (28:6
- "como tinha dito"), Mãrcos ãcentuou ãs ãpãriçoã es de Cristo como provã de Suã
ressurreiçãã o, Lucãs ligã ã ressurreiçãã o com o novo entendimento dã verdãde
(discíípulos de Émãuí s) e um novo pãdrãã o de vidã. Joãã o tinhã em mente que ã
ressurreiçãã o erã ã provã dã divindãde de Cristo.Nenhum ser humãno reãlmente
viu ã ressurreiçãã o de Jesus, mãs seres humãnos que conheciãm o Senhor Jesus
testemunhãrãm que o tuí mulo estãvã vãzio e virãm ã Cristo, que surgiu em
ãpãriçoã es depois dã ressurreiçãã o.

Devemos declãrãr que Cristo ressuscitou com todã ã confiãnçã e segurãnçã nã


vãlidãde dã suã ressurreiçãã o.

Deixe-me dãr-lhe ãlgumãs rãzoã es pãrã eu prego ã ressurreiçãã o de Jesus Cristo.

I. Porque é exigido pela Bíblia

- Se voceê ler 1 Corííntios 15:3,4, voceê vãi descobrir que umã pãrte do verdãdeiro
Évãngelho eí ã ressurreiçãã o de Cristo. Quãndo umã pessoã pregã que Jesus
morreu, ele nãã o pode pãrãr por ãíí.
Um Sãlvãdor morto nãã o pode sãlvãr, se nãã o ãquele que estãí vivo - e Éle estãí vivo e
sentãdo ãà direitã do Pãi (Hebreus 8:1).

II. Porque é revelado através dos profetas

- Quãndo Pedro pregou no diã de Pentecostes, ele citou o Sãlmo 16:10 e disse:
"Pois nãã o deixãrãí s ã minhã ãlmã no Seol, nem permitirãí s que o teu Sãnto vejã
corrupçãã o” (Atos 2:27). Élã tãmbeí m eí citãdã em Atos 13:35.

A ressurreiçãã o de Jesus foi preditã no Antigo Testãmento. Desde que isso eí


verdãde, nãã o deveriã ter sido nenhumã surpresã.

III. Porque era real para os apóstolos

- Pãulo pregou (Romãnos 1:4, Romãnos 6:5, 1 Corííntios 15: 3,4.).


- Pedro pregou tãmbeí m (1 Pedro 1:3; 1 Pedro 3:21).
- Joãã o pregou um Cristo ressuscitãdo e teve um vislumbre dele em Apocãlipse
cãpíítulo 1.

Éles erãm tíímidos ãntes dã ressurreiçãã o e estãvãm com medo, mãs depois que
virãm o Cristo ressuscitãdo, eles morrerãm por suã feí . O contrãste em seu
comportãmento e ãtitude eí provã de que ele estãí vivo.
IV. Por conta do que está revelado em seu conteúdo

- Élã revelã que Cristo tem poder sobre ã morte. Se estivermos nele, nãã o
precisãmos temer ã morte (Joãã o 14: 9).

V. Por conta do alívio em seus resultados

- Élã tirã o medo dã morte, o medo dã eternidãde, e o medo do diãbo (2 Timoí teo
1:7).

Conclusão

Jesus estava chorando!

Texto: Lucãs 19:28-44

Introdução: Desejo simplesmente lembrãí -lo estã noite, de umã histoí riã fãmiliãr
dã Bííbliã. Tudo começou nã mãdrugãdã de domingo (Domingo de Rãmos, como
noí s o chãmãmos hoje), enquãnto Jesus estãvã cãminhãndo pãrã Jerusãleí m. Éle
pãrã por um momento e enviã dois de seus discíípulos ã umã ãldeiã proí ximã pãrã
reãlizãr umã missãã o especiãl. Aqui estãí como registã esse evento Lucãs 19:29-31:
"Ao aproximar-se de Betfagé e de Betânia, junto do monte que se chama das
Oliveiras, enviou dois dos discípulos, dizendo-lhes: Ide à aldeia que está defronte, e
aí, ao entrar, achareis preso um jumentinho em que ninguém jamais montou;
desprendei-o e trazei-o. Se alguém vos perguntar: Por que o desprendeis?
respondereis assim: O Senhor precisa dele" (Lucãs 19:29-31)A. Os dois discípulos
devem ter se perguntado sobre o que Jesus lhes disse para fazer, porque
nenhum dos Évãngelhos que relãtã o ministeí rio de Cristo mencionou-o
montãndo em ãlgum ãnimãl pãrã ir de um lugãr pãrã outro.
Éle deve ter ãndãdo centenãs de quiloê metros pãrã cimã e pãrã bãixo nã terrã que
hoje chãmãmos de "Terrã Sãntã", mãs nãã o hãí nenhumã mençãã o dele montãdo ã
cãvãlo, exceto em um bãrco ãtrãveí s do Mãr dã Gãlileiã.

Mãs ãgorã, Éle dãí essã ordem incomum pãrã que eles fossem ãà ãldeiã e trouxesse
um jumentinho que nuncã tinhã sido montãdo, e trãzeê -lo pãrã ele. Deve ter
pãrecido estrãnho, nã verdãde.
Éle mesmo diz-lhes ãs pãlãvrãs exãtãs que deveriãm usãr se ãlgueí m os
questionãsse. Éles deveriãm dizer: "O Senhor precisa dele" Foi este ãto
premeditãdo? Serãí que os donos sãbiãm o que Jesus iã fãzer? Noí s nãã o sãbemos.

B. É óbvio, porém, que Jesus sabia o que ia enfrentar, na cidade de


Jerusalém. Assim, suã decisãã o de ir pãrã Jerusãleí m deve ter sido umã dãs mãis
difííceis que Jesus tomou.
É sobre tudo, ãndãr nã cidãde sobre um jumentinho, em vez de ãndãr nelã como
Éle tinhã feito muitãs vezes ãntes, deve ter sido umã decisãã o ãindã mãis difíícil,
porque montãr um potro nã cidãde erã umã declãrãçãã o puí blicã de que Éle erã um
rei.

Quinhentos ãnos ãntes, o profetã Zãcãriãs hãviã proclãmãdo o fãto, quãndo


escreveu: "Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém; eis que vem
a ti o teu rei; ele é justo e traz a salvação; ele é humilde e vem montado sobre um
jumento, sobre um jumentinho, filho de jumenta"(Zãcãriãs 9:9)
Ilustrãçãã o: Ém tempos de guerrã conquistãdores ãndãvãm em cãrros ou
empinãndo gãrãnhoã es.
Mãs em tempos de pãz, o rei iriã montãr um jumentinho pãrã simbolizãr que ã
pãz prevãleciã. Portãnto, Jesus entrãr em Jerusãleí m montãdo sobre um
jumentinho seriã declãrãr que Éle eí um Rei proclãmãndo ã pãz.

Clãro, este foi o iníício do grãnde festivãl de 8 diãs de Pãí scoã, quãndo os judeus se
lembrãvãm dã libertãçãã o dos seus ãntepãssãdos dã escrãvidãã o egíípciã. Judeus de
todo o mundo se reuniãm em Jerusãleí m pãrã celebrãr, e ã cidãde estãvã lotãdã.

Éntãã o, obviãmente, Jesus nãã o erã o uí nico ã cãminho pãrã Jerusãleí m, pãrã ã
Pãí scoã.
Poê ncio Pilãtos, o governãdor romãno, jãí hãviã entrãdo em Jerusãleí m pãrã ocupãr
ã Fortãlezã Antoê niã e o Pretoí rio, com um conjunto completo de elite e ãguerridos
soldãdos romãnos sempre prontos e dispostos ã reprimir quãlquer tentãtivã de
revoltã contrã o domíínio romãno que pudesse ocorrer.
Herodes Antipãs, tetrãrcã (rei / governãnte) dã Gãlileí iã e Pereiã, o mesmo que
tinhã prendido e decãpitãdo Joãã o Bãtistã, tãmbeí m hãviã chegãdo com grãnde
pompã e cerimoê niã, sem duí vidã, ocupãndo o pãlãí cio de seu fãlecido pãi, Herodes,
o Grãnde.

Tãl poder e pompã ãs pessoãs forãm vendo nãquelã semãnã - e entãã o, vem Jesus
cumprindo ã profeciã de Zãcãriãs: "Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó
filha de Jerusalém; eis que vem a ti o teu rei; ele é justo e traz a salvação; ele
é humilde e vem montado sobre um jumento, sobre um jumentinho, filho de
jumenta" (Zãcãriãs 9:9)
Pãrã ãs multidoã es ão longo do cãminho nãquele diã, Jesus montãdo em um
jumentinho entrãndo nã cidãde erã umã declãrãçãã o puí blicã de que Éle erã o Rei
prometido!

I. Como as pessoas responderam a isso?


Como ãs pessoãs reãgirãm ã isso? Serãí que eles reconhecerãm que seu reino nãã o
erã deste mundo, que erã um reino espirituãl, e Éle erã um rei espirituãl?
Pequenã possibilidãde, porque Éle estãvã ensinãndo-lhes hãí mãis de 3 ãnos, e
ãindã nãã o tinhãm ãprendido ã liçãã o.

A. Talvez alguns deles o saudava com risos. Tãlvez eles fossem se divertir com
o que Jesus estãvã fãzendo. Afinãl de contãs, erã um quãdro bãstãnte ridíículo.
Aqui estãí um cãrpinteiro declãrãndo-se um rei!
Tãlvez ãlguns pensãvã, "Éle eí um louco, vivendo em um mundo de fãntãsiã
imãginãndo-se um rei!" É eles riãm dele.
B. Outros o saudavam com raiva, chateados porque interpretãvãm suã entrãdã
nã cidãde como ãrrogãê nciã e blãsfeê miã contrã Deus.
C. É claro que, muitos o saúdam com alegria, ãcolhendo-o como um rei
terreno, vindo restãbelecer o trono de Dãvi, e derrubãr o Impeí rio Romãno. Éles
estãvãm prontos e ãnsiosos pãrã colocãr umã coroã sobre ã suã cãbeçã.
D. Entre as multidões havia pessoas que tinham sido curadas. Alguns
estãvãm entre os milhãres que Éle tinhã ãlimentãdo. Muitos mãis tinhãm visto
ãlguns dos seus milãgres, e ouvirãm como "Éle fãlãvã com ãutoridãde." Éles
hãviãm escutãdo, e suãs vidãs hãviãm sido trãnsformãdãs.
Jesus sãbiã de tudo isso. Éle sãbiã que um pouco mãis no horizonte estãvã ã cruz,
que se ãproximã como um monstro pronto pãrã consumi-lo. Mãs Lucãs 9:51 nos
diz que, ãpesãr de tudo isso, Jesus ãindã "... manifestou o firme propósito de ir a
Jerusalém"

II. Jesus marcha em direção ao portão da cidade


Énquãnto Jesus ãndã em direçãã o ão portãã o dã cidãde, ãs multidoã es vãã o
crescendo, e hãí um ãr festivo, pois eí ã Pãí scoã e peregrinos estãã o se reunindo de
longe e proí ximo pãrã o mãior de todos os feriãdos judãicos.
A. Mesmo antes de Jesus chegar, a notícia se espalhou de que Jesus
ressuscitou Lázaro dos mortos. Voceê pode imãginãr ã emoçãã o que prevãlece.
"Voceê jãí ouviu ã notííciã? Lãí zãro morreu, e foi enterrãdo em um tuí mulo, tãnto
tempo que o seu corpo estãvã começãndo ã se decompor. Mãs esse mestre de
Nãzãreí chãmou-o, "Lãí zãro, vem pãrã forã”. É Lãí zãro sãiu. Éu vi! Éles tirãndo ãs
fãixãs, e ele reãlmente ãndou e respirou e viveu de novo! Certãmente, soí o
Messiãs poderiã fãzer isso!”.
A notííciã se espãlhãvã de umã pessoã pãrã outrã, ãteí que, finãlmente, quãndo
Jesus estãvã pronto pãrã entrãr nã cidãde, grãndes multidoã es se ãglomerãvãm em
ãmbos os lãdos dã estrãdã. Éles estãvãm lãí ! Éles tinhãm cortãdo rãmos de
pãlmeirãs e gritãvãm: "Hosãnã ão rei!" A emoçãã o prevãleceu por todã ã cidãde!
B. Então Jesus olhou para o público que o esperava. Éle deve ter visto ã
misturã de expressoã es em seus rostos.
1. Hãviã ãqueles que o ãmãvãm: Tãlvez Bãrtimeu estivesse lãí , um homem que
tinhã recebido suã visãã o, nãã o mãis em fãrrãpos como mendigo. É Zãqueu? Éle
hãviã pãgãdo suã díívidã com ã sociedãde, e fez ãs pãzes com Deus.
É os leprosos? Suã pele tinhã sido limpã e ãgorã eles se regozijãvãm pelã curã que
o Senhor lhes tinhã dãdo. Tãlvez ã filhã de Jãiro estivesse lãí de voltã ãà vidã depois
de experimentãr ã morte.
Lãí zãro, Mãriã, Mãrtã e Mãriã Mãdãlenã estãvãm todos lãí ! Suãs vidãs refletiã o
ãmor que estãvã em seus corãçoã es por este homem que lhes hãviã ensinãdo, e
trãnsformãndo-os.
2. Hãviã tãmbeí m rostos sinistros lãí . Rostos com olhos ãpertãdos, esperãndo ele
dizer umã pãlãvrã errãdã ou cometer um erro.
Ilustração: Os sãduceus e fãriseus estãvãm lãí . Éles deveriãm ser os guãrdioã es dã
lei, os lííderes espirituãis. Mãs Jesus tinhã gãnhãndo tãntã populãridãde que eles
se sentiãm ãmeãçãdos. Éntãã o, cheio de ciuí mes, o observãvã.
Os romãnos estãvãm lãí , temendo ã revoltã e observãndo quãlquer sinãl de
rebeliãã o contrã Romã. Éles estãvãm prontos e esperãndo pãrã esmãgãr quãlquer
revoltã.
Jesus percebeu, enquãnto ouviu os seus "Hosãnãs", que logo ãs vozes sinistrãs
iriãm ãbãfãr ãs vozes de ãmor que ãqueles chorãndo por ele pãrã ser o Rei, logo
estãriãm gritãndo: "Crucificã-o!" ou simplesmente ficãndo de lãdo, sem dizer
nãdã.
C. Agora Jesus está descendo ao longo da estrada do Monte das Oliveiras, ao
lado do riacho, em direção ao portão, as multidões se amontoavam ao redor
dele.
Éu me pergunto como os ãpoí stolos estãvãm reãgindo ã tudo isso?
Imãgino que Pedro ãndãvã com o peito expãndido ãpreciãndo ãs multidoã es e os
ãplãusos dã multidãã o, tãlvez com umã mãã o nã espãdã ãpenãs no cãso de ãlgo
ocorrer, pensãndo consigo mesmo: "Tãlvez vãleu ã penã deixãr ãs redes de pescã
e os bãrcos. Tãlvez ãgorã vãmos obter o que merecemos"
Possivelmente estãvã Tomeí , um pouco ceí tico sobre tudo o que estãvã
ãcontecendo se perguntãndo o que vãi ãcontecer ã seguir.

Tãlvez Andreí estivesse sobrecãrregãdo por tudo. Éle estãvã tãã o ãcostumãdo ã
trãzer ãs pessoãs pãrã Jesus, um por um, ou em pequenos grupos e ãgorã olhãr
pãrã todos eles!
É sobre Tiãgo e Joãã o? Voceê ãchã que eles estãvãm pensãndo sobre Jesus ser
coroãdo Rei de modo que pudessem estãr ã Suã direitã e esquerdã em posiçoã es
de ãutoridãde e poder?
Éles estãvãm todos lãí em Jerusãleí m, rostos ãmorosos, rostos sinistros e ãpoí stolos
ãnsiosos. Multidoã es se ãglomerãvãm quãse um sobre o outro quãndo de repente
todã ã procissãã o pãrou.

III. De repente, toda a procissão parou


Ilustrãçãã o: Voceê ãchã que poderiã ter sido um pouco como o trãí fego dã horã do
rush nã viã expressã dã cidãde grãnde? Um cãrro pãrã, depois todos os outros
cãrros pãrãm, como umã reãçãã o em cãdeiã. Soí posso ouvir ã ãs pessoãs nã
multidãã o nãquele diã, dizendo: "Por que ã demorã? O que estãí ãcontecendo? Por
que voceê s nãã o seguem em frente?"
A. Mas as pessoas que estavam mais próximos de Jesus podiam ver; e eles
perceberam que era ele que tinha parado o desfile. Éntãã o eles virãm o seu
corpo começãr ã tremer. Tãlvez no iníício eles pensãssem que Éle estãvã rindo. O
riso pãreciã ser nãturãl porque todo mundo estãvã rindo, e ã ãlegriã prevãleciã.
Mãs entãã o eles virãm o seu rosto, e que nãã o hãviã nenhumã evideê nciã de riso. Ém
vez disso, eles virãm tristezã e lãí grimãs. Éle nãã o estãvã rindo. Éle estãvã
chorãndo.
B. A Escritura nos diz que Jesus reagiu emocionalmente muitas vezes a
partir de diferentes cenas que viu. Quãndo ele viu o pobre. Quãndo ele viu ã
fome. Quãndo Éle viu pessoãs pecãndo. Quãndo ele viu o mãl. As Éscriturãs
dizem repetidãmente que "... Ele teve compaixão deles”.
Mãs isso soí nos fãlã de duãs vezes que Jesus chorou. Umã vez, ele chorou no
tuí mulo de Lãí zãro. Voceê se lembrã? Mãriã e Mãrtã estãvãm ãmbãs chorãndo, e
Jesus chorou com elãs. Éle chorou por eles. Éle entrou em suã dor com compãixãã o
e Éle identificou com ã suã tristezã e desespero.

IV. Por que Jesus estava chorando?


Agorã, estã foi ã segundã ocãsiãã o que Jesus chorou. Éle olhou pãrã ã cidãde de
Jerusãleí m. Éle viu ã misturã de rostos e ãs mãssãs e ã ãglomerãçãã o e Éle
percebeu o vãzio de suãs vidãs. Éles nãã o tinhãm ouvido ã mensãgem de pãz. Éles
nãã o entenderãm o propoí sito de Suã vindã.
Ouçã Lucãs 19:41-44. "E quando chegou perto e viu a cidade, chorou sobre ela,
dizendo: Ah! se tu conhecesses, ao menos neste dia, o que te poderia trazer a
paz! mas agora isso está encoberto aos teus olhos. Porque dias virão sobre ti
em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te
apertarão de todos os lados, e te derribarão, a ti e aos teus filhos que dentro
de ti estiverem; e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não
conheceste o tempo da tua visitação”.
Éles tinhãm os olhos, mãs nãã o viãm. Éles tinhãm ouvidos, mãs nãã o ouviãm. Éles
perderãm todo o ponto dã mensãgem de que Deus hãviã dãdo ã eles.
A. O fato de eles, estarem agitando ramos mostravam que eles não
entenderam, porque isso foi exãtãmente o que os seus bisãvoí s tinhã feito
quãndo os Mãcãbeus derrubãrãm os opressores síírios e restãbelecerãm o culto
no templo.
Acenãndo com rãmos de pãlmeirãs eles estãvãm mostrãndo que eles esperãvãm
que Jesus fosse outro senhor dã guerrã outro generãl dos exeí rcitos, ãlgueí m que
iriã levãí -los ã derrotãr os romãnos. Éles estãvãm dizendo que eles estãvãm
prontos pãrã pegãr suãs espãdãs e escudos e ir pãrã ã guerrã, se Éle os liderãsse!
B. Jesus disse: "Eu não vim para esse fim. Vim pãrã mostrãr-lhe um cãminho
mãis excelente. Vim pãrã mostrãr-lhe o cãminho do ãmor. Éle disse: "Amai os
vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem" (Mãteus 5:44)
"Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te
bater na face direita, oferece-lhe também a outra; e ao que quiser pleitear
contigo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; e, se qualquer te
obrigar a caminhar mil passos, vai com ele dois mil" (Mãteus 5:39-41)
Aquelãs pessoãs que o ouviãm deve ter pensãdo: "Bem, essãs sãã o pãlãvrãs
bonitãs, mãs certãmente nãã o significã Romã? Éle nãã o esperã que ãmemos ã
Romã? Soí um louco iriã mãndãr ãmãr Romã. Noí s nãã o podemos ãmãr Romã”.
Mãs erã exãtãmente o que ele estãvã dizendo? "Ame inclusive Romã, pois Romã
com seu poderoso exeí rcito viu o poder dã espãdã. Mãs Romã nãã o viu o poder do
ãmor. Mostrã-lhes o ãmor!"
C. A nação de Israel teve a oportunidade de mostrar a Roma algo novo e
diferente. Mãs porque eles nãã o entenderãm Jesus, porque eles interpretãrãm
mãl Suã missãã o Jesus chorou sobre eles, porque ã oportunidãde estãvã pãssãndo
e eles nuncã ã teriãm novãmente.
Éstes erãm o povo escolhido de Deus ãs pessoãs de Deus. Deus ãmou-os e levou-
os ãtrãveí s do deserto pãrã ã Terrã Prometidã. Mãs eles nãã o entenderãm o
Messiãs quãndo Éle ãndou no meio deles. Por isso, Jesus chorou.
D. Que contraste! Enquanto Ele está assentado sobre o animal de carga, Ele
vê o Templo de Deus imponente silhueta contra o céu. Mãs, ãleí m, nos ãnos
imediãtãmente ãà frente Éle veê os exeí rcitos de Tito em torno dã Cidãde Sãntã. Éle
veê ãs pedrãs do templo sendo derrubãdãs e todã ã cidãde destruíídã.
Éle veê corpos nãs ruãs e sãngue correndo nãs sãrjetãs e centenãs de milhãres de
pessoãs chorãndo porque eles estãã o morrendo de fome, enquãnto Tito ãguãrdã
Jerusãleí m se render.

Tudo isso porque nãã o reconhecerãm o Messiãs quãndo Éle veio! Quãã o diferente
suãs vidãs poderiã ter sido. Quãã o diferente ã histoí riã de Isrãel poderiã ter sido se
tivessem ãpenãs reconhecido o que veio em seu meio, montãdo em um
jumentinho.

Tãnto Mãteus como Lucãs nos diz que em ãlgum momento Jesus olhou pãrã bãixo
sobre ã cidãde e clãmou: "Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e
apedrejas os que a ti são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus
filhos, como a galinha ajunta a sua ninhada debaixo das asas, e não
quiseste!" (Mãteus 23:37 e Lucãs 13:34)
Hoje, ãssim como ã cidãde de Jerusãleí m, nos encontrãmos nã presençã de Jesus.
Éu me pergunto o que ele veê quãndo Éle olhã em nossos rostos?

Éle veê ãs pessoãs preocupãdãs com tãntãs coisãs; preocupãdos com imposto de
rendã, preocupãdos com ã segurãnçã do emprego, preocupãdos com ã suã sãuí de,
ou fãltã delã? Éle veê pessoãs que estãã o tãã o ocupãdãs fãzendo coisãs ãqui e ãli; tãã o
ocupãdãs que nuncã se preocupãrãm em considerãr ãs coisãs que sãã o
eternãmente importãntes?

Serãí que ele veê pessoãs que o reconhecem por quem Éle eí - O Messiãs, o Cristo, o
Filho de Deus?
Quãndo ele se virã e olhã pãrã ãs nossãs vidãs, eu me pergunto, serãí que Éle
chorã mãis umã vez por cãusã do que Éle veê ? Ou serãí que temos ã ãlegriã que
excede todo o entendimento, enquãnto noí s respondemos ã Seus brãços
estendidos e ouvi-Lo dizer: "Muito bem, servo bom e fiel; sobre o pouco foste
fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor"?

Como eu sei que o corpo de Jesus não 
está no sepulcro?

Texto: Lucãs 24:1-7

Introdução: Os treê s principãis eventos dã vidã de Jesus forãm quãndo Éle


encãrnou em seu nãscimento, quãndo ele foi pãrã o Cãlvãí rio pãrã suportãr os
nossos pecãdos, e quãndo Éle ressuscitou dos mortos, nã mãnhãã de Pãí scoã.
Os treê s estãã o intrinsecãmente inter-relãcionãdos. Se Jesus nãã o tivesse encãrnãdo,
Éle nãã o poderiã ter suportãdo os pecãdos do homem. Se Éle nãã o tivesse dãdo suã
vidã em resgãte pelo pecãdor, entãã o nãã o teriã hãvido necessidãde de
umã ressurreiçãã o dos mortos.
A ressurreiçãã o de Jesus oferece pãrã noí s umã grãnde fonte de ãlegriã. Nãã o houve
um "se" sobre ã suã ressurreiçãã o, Pedro disse que "erã impossíível ã morte
segurãí -lo"Foi plãnejãdo nã eternidãde pãssãdã, que o Senhor Jesus nãã o soí
morreriã, mãs que ele nãã o iriã ficãr no tuí mulo em derrotã. Cristo estãvã
destinãdo ã ressuscitãr em vitoí riã e gloí riã.

Diz ãs escriturãs que quãndo ãs duãs Mãriãs forãm ão sepulcro no primeiro diã
dã semãnã, ouvirãm do ãnjo que Jesus tinhã ressuscitãdo, elãs experimentãrãm
grãnde ãlegriã. Mãteus 28:8 diz: "É pãrtirãm rãpidãmente do sepulcro, com
temor e grãnde ãlegriã, e correrãm ã levãr ã Suã pãlãvrã discíípulos" "Alegriã" eí ã
pãlãvrã que muitãs vezes eí trãduzidã como "regozijo". A ãlegriã eí umã emoçãã o de
grãnde prãzer ou felicidãde. ÉÉ o oposto de tristezã e melãncoliã.

Nossos corãçoã es se elevãm ãcimã dos nossos problemãs ãtuãis e pressoã es,
quãndo temos um vislumbre de um tuí mulo vãzio e um ressuscitãdo Sãlvãdor,
sempre vivo.

Começãmos ã ter um rãio de esperãnçã no que noí s considerãmos como situãçoã es


de desespero, quãndo pãrãmos pãrã pensãr que Jesus vive, e porque Éle vive
podemos enfrentãr o ãmãnhãã .

Noí s tendemos ã perder nossos medos quãndo temos os nossos olhos no Senhor
dã Vidã e o Conquistãdor dã morte. Ouvimo-lo vindo dã sepulturã e sussurrãndo
em nossãs ãlmãs ãs pãlãvrãs reconfortãntes e trãnquilizãdorãs: "Nãã o temãs".

As dificuldãdes dã vidã nãã o pãrecem tãã o grãndes, quãndo nos lembrãmos de que
Éle vive. Temos um socorro bem presente nã horã dã ãnguí stiã.
O ãpoí stolo Joãã o teve um encontro com o Cristo ressuscitãdo nã ilhã de Pãtmos e
nos diz em Apocãlipse 1:17: "E, quando o vi, caí a seus pés como morto. E ele pôs a
mão direita sobre mim, dizendo: Não temas, Eu sou o Primeiro e o Último".
O fãto de que Jesus estãí vivo eí mãis reãl pãrã mim do que o fãto de que eu estou
vivendo. Quãã o preciosãs e mãrãvilhosãs sãã o ãs coisãs espirituãis de Deus!

Vou dãr-lhe vãí riãs rãzoã es pelãs quãis eu sei que o corpo de Jesus nãã o estãí ãindã
nã suã sepulturã.

I. Por causa de sua pessoa

Ém Joãã o 5 os judeus entenderãm que Jesus ãfirmou ser iguãl ã Deus.


Joãã o 5:18 diz: "Portanto, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só
violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual
a Deus"

O Senhor tinhã ãcãbãdo de curãr o homem que tinhã umã enfermidãde hãí trintã
e oito ãnos que o impediã de entrãr nãs ãí guãs pãrã ser curãdo. Um ãnjo de vez
em quãndo ãgitãvã ãs ãí guãs, e tornãvã possíível ã curã do primeiro que descesse
ãs ãguãs. Éle fez isso no sãí bãdo, entãã o ãs pessoãs religiosãs ficãrãm enfurecidãs.
Mesmo os inimigos de Jesus entenderãm que Éle ãfirmãvã ser Deus. ÉÉ clãro que
isso erã umã blãsfeê miã pãrã eles.

Jesus tãmbeí m disse em Joãã o 10:30: "Eu e o Pai somos um"


Éle nãã o estãí fãlãndo ãpenãs de umã unidãde em propoí sito, mãs tãmbeí m de umã
unidãde em pessoã. O Pãi eí Deus, o Filho eí Deus e o Éspíírito Sãnto eí Deus. Se voceê
tem o Pãi, tem o Filho e tem o Éspíírito. Se voceê tem Jesus, voceê tem o Pãi e o
Éspíírito. Se voceê tem o Éspíírito Sãnto, voceê tem o Pãi e o Filho.
Noí s servimos ão grãnde treê s em um e um em treê s - Deus verdãdeiro de Deus.

Um dos grãndes ensinãmentos sobre Deus nã Bííbliã eí o de suã eternidãde. Éle


nuncã teve um iníício e nuncã terãí um fim. Jesus como Deus nãã o começou em
Beleí m, ãpenãs ã pãrte dã humãnidãde de suã existeê nciã que começou. Agorã, ã
pãrte dã humãnidãde de suã existeê nciã continuã, como humãnidãde glorificãdã ãà
mãã o direitã do Pãi.

Todos noí s tivemos um começo. Éu nãsci em Mendes Pimentel, M.G e nãã o existiã
ãntes desse tempo.
Como poderiã o Criãdor ser permãnentemente destruíído por suãs criãturãs?
Ésse eí um impossíível ãbsoluto.
A ressurreiçãã o nãã o eí difíícil de ãcreditãr quãndo entendemos o fãto de que Jesus
erã Deus verdãdeiro de Deus tãbernãí culo ou hãbitãçãã o em cãrne humãnã.

O grãnde geê nio militãr Nãpoleãã o Bonãpãrte disse "eu conheço os homens, e eu
digo que Jesus Cristo nãã o eí um simples homem. Éntre ele e quãlquer outrã
pessoã no mundo, nãã o hãí compãrãçãã o possíível. Éu tenho fundãdo impeí rios, mãs
todos eles nã forçã. soí Jesus fundou seu impeí rio sobre o ãmor, e pãrã este diã
muito milhoã es morreriãm por ele”.

Éu cheio concordo com isso, e voceê ? Jesus eí divindãde - isso significã que ele eí
Deus - o que significã ressurreiçãã o. Nenhum poder pode segurãí -lo
permãnentemente por cãusã de Suã pessoã.

Nãã o soí por cãusã dã Suã Pessoã, mãs...

II. Por causa de seu poder. Mateus 28:18

Sem quãlquer sombrã de duí vidã, o Senhor Jesus tinhã poder sobre ãs cãdeiãs dã
morte. Como sãbemos isso? Por cãusã de quem ele ressuscitou dentre os mortos.

Algueí m disse que ele nuncã chegou ã um cortejo fuí nebre, sem levãntãr o que
tinhã morrido dos mortos.
Seriã interessãnte sãber quãntãs pessoãs em seu ministeí rio Jesus trouxe de entre
os mortos.
Joãã o 21:25 declãrã: "E há também muitas outras coisas que Jesus fez, o que, se
fossem escritas uma por uma, creio que nem o mundo inteiro poderia conter os
livros que se escrevessem. Amém".
Grãçãs ã Deus por ãquilo que foi registrãdo nã Bííbliã sobre ãs coisãs que Jesus
fez, mãs isso nãã o eí tudo. Isso eí ãpenãs umã pequenã frãçãã o de todos os milãgres
que Jesus reãlizou. O comprimento de seu ministeí rio reãl foi de cercã de treê s
ãnos e meio.

Joãã o diz que mesmo o proí prio mundo nãã o poderiã conter os livros que se
escrevessem. Cristo deve ter constãnte e continuãmente reãlizãdo milãgres. Isso
eí exãtãmente como Jesus!
O incidente mãis conhecido no Novo Testãmento de Jesus ressuscitãndo umã
pessoã dos mortos eí Lãí zãro.
Joãã o 11:43 nos diz: "E tendo dito isto, clamou com grande voz: Lázaro, vem para
fora".
Joãã o 11:44, "E aquele que estava morto saiu, de mãos e pés ligados com ataduras e
o rosto envolto num lenço Jesus disse-lhes, solta-o e deixai-o ir"
Lãí zãro estãvã morto hãviã treê s diãs, mãs nãquele diã em pãrticulãr, ã
Ressurreiçãã o e ã Vidã pãssou e usou "todã ã ãutoridãde" que possuííã.

Jesus disse em Joãã o 11:25: "Eu sou a ressurreição e a vida: quem crê em mim,
ainda que esteja morto, viverá"
Mãrtã e Mãriã nãã o teriãm de esperãr ãteí ã ressurreiçãã o dos mortos pãrã ver seu
irmãã o Lãí zãro, voltãr ãà vidã. Jesus pode usãr suã ãutoridãde e chãmãr Lãí zãro de
voltã ã vidã.
Voceê jãí ouviu dizer que ã ãutoridãde e o poder de Jesus eí tãã o grãnde que, se ele
nãã o tivesse dito "Lázaro vem", se Éle nãã o tivesse especificãdo umã pessoã, entãã o
todos os mortos sãlvos teriã vindo.

Éle tem tãnto poder e ãutoridãde. "Todo o poder" significã exãtãmente o que diz.
Aqui estãí o que eu quero que voceê vejã: Se Jesus tinhã todã ã ãutoridãde e poder,
e poderiã ressuscitãr outros, certãmente, poderiã ressuscitãr do quãl ele tinhã ã
chãve!
Por cãusã de seu poder
Por cãusã de suã pessoã

III. Por causa de suas aparições pessoais

O Senhor Jesus desejou que muitãs testemunhãs confiãí veis pudessem comprovãr
ã verãcidãde do Sãlvãdor ressuscitãdo.
1 Corííntios 15:5 diz: "É que foi visto por Cefãs, e depois pelos doze”.
1 Corííntios 15:6 “Depois disso, ele foi visto por mãis de quinhentos irmãã os de
umã soí vez, dos quãis ã mãior pãrte permãnecem ãteí o presente, mãs ãlguns jãí
dormem”.
1 Corííntios 15:7 “Depois disso, ele foi visto por Tiãgo, depois por todos os
ãpoí stolos”.
1 Corííntios 15:8 “É por uí ltimo de todos, foi visto tãmbeí m por mim, como por um
nãscido forã de tempo”.
Jesus foi visto por mãis de 500 de umã soí vez e ã mãioriã estãvãm vivos quãndo
Pãulo escreveu 1 Corííntios. Chãmãdos como testemunhãs, se necessãí rio.
Todos os doze discíípulos virãm Jesus.
Pãulo conheceu pessoãlmente o Cristo ressuscitãdo.
Por cãusã de suã pessoã
Por cãusã de seu poder
Por cãusã de suãs ãpãriçoã es pessoãis

IV. Por causa de seu propósito
1 Timoí teo 1:15 “Éstã eí umã pãlãvrã fiel, e dignã de todã ã ãceitãçãã o, que Cristo
Jesus veio ão mundo pãrã sãlvãr os pecãdores, dos quãis eu sou o principãl”.
Cristo nãã o veio ã este mundo pãrã morrer como mãí rtir ou mesmo ãpenãs pãrã
dãr um bom exemplo.
"Sãlvãr os pecãdores" erã seu propoí sito

Envolve duas coisas principais:


1. Proporcionãr redençãã o pãrã o homem – morte e sãngue
2. Éstãr vivo pãrã sãlvãr ãqueles por quem Éle morreu - Éu estou dizendo que um
sãlvãdor morto nãã o pode sãlvãr! ÉÉ preciso ãlgueí m que estãí vivo por si mesmo!
2 Corííntios 5:17 diz: "Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criatura: as coisas
velhas já passaram, eis que tudo se fez novo" As coisãs nãã o se tornãm novãs sem
vidã.
Mesmo umã semente que pãrece estãr mortã, tem ã vidã nelã.
Suã pessoã
Seu poder
Suãs ãpãriçoã es pessoãis
Seu propoí sito

V. Por causa de Seu lugar

Colossenses 3:1 diz: "Portãnto, se fostes ressuscitãdos juntãmente com Cristo,


buscãi ãs coisãs lãí do ãlto, onde Cristo estãí sentãdo ãà direitã de Deus”.
Hebreus 12:2 diz: "Olhando para Jesus, autor e consumador da nossa fé, o qual,
pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a ignomínia, e
está assentado à destra do trono de Deus"
Éle vive em nossos corãçoã es pelo Éspíírito Sãnto, hoje e nos eí dito que ele estãí
sentãdo ãà direitã do Pãi no ceí us.
Por que ele está ali à mão direita do Pai?
1 Joãã o 2:1 nos diz: "Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. E
se alguém pecar, temos um Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo"
A pãlãvrã "ãdvogãdo" sugere "um chãmãdo pãrã estãr ão lãdo pãrã ãjudãr e
ãuxiliãr" ÉÉ usãdo em um tribunãl de justiçã pãrã denotãr um ãssistente juríídico,
conselho de defesã, defensor, entãã o, gerãlmente, ãquele que pleiteiã ã cãusã de
outro, um intercessor e ãdvogãdo.

Deve ficãr clãro que, nãã o eí preciso ser um doutorãdo pãrã perceber que, se Cristo
estãí sentãdo ãà direitã do Pãi nos ceí us, entãã o, Éle estãí vivo. Seu lugãr, e suã
posiçãã o indicã que seu corpo nãã o estãí em um tuí mulo em Jerusãleí m!

Notã: Se voceê for onde estãí o tuí mulo de Jesus, nãã o hãí evideê nciã de quãisquer
restos de seu corpo. A plãcã sobre ã portã diz: "Éle nãã o estãí ãqui, Éle
ressuscitou".

Pessoã, poder, pessoãs, finãlidãde, lugãr...

VI. Por causa de suas promessas
A. Promessã de voltãr - Joãã o 14:1-3
Um cãdãí ver nãã o pode fãzer nãdã. ÉÉ impossíível dirigir um cãrro, pilotãr um ãviãã o,
vãrrer o chãã o, subir umã escãdã, ou pegãr umã pedrã do chãã o.
ÉÉ preciso um Sãlvãdor vivo pãrã voltãr. Éstou procurãndo por ele? Sim, porque
ele estãí vivendo hoje. Éle nuncã vãi morrer de novo.
B. Promessã de ressuscitãr.
Ém Joãã o 2:19, Jesus respondeu, e disse-lhes: "Destruíí este templo, e em treê s diãs
eu o levãntãrei".
C. Pãrã ressuscitãr outros.
Fãlãndo de Jesus, Pãulo diz em I Tessãlonicenses 4:16-17, "Porque o Senhor
mesmo descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e ressoada a trombeta de
Deus: e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós, os que ficarmos
vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro do
Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor”.
Como poderiã um Sãlvãdor sem vidã dãr vidã ã um monte de poí em ãlgum lugãr
em um cemiteí rio? Nãã o poderiã, mãs um que eí Deus e vive, certãmente pode,
porque Éle tem todo o poder no ceí u e nã terrã.

Conclusão: Cãlvãí rio nãã o eí o fim pãrã o Senhor e pãrã o seu povo.
Quãndo Éle clãmou: "Está consumado, foi apenas o começo para mim. Quando Ele
saiu do túmulo, eu estava livre”.

Isso deveriã promover um milhãã o de ãleluiãs em suã ãlmã. Éu sei que o seu corpo
nãã o estãí no sepulcro, e que Éle quer vir pãrã voceê viver em voceê hoje. Éle pode
cuidãr do pecãdo em suã vidã.

O que você fará com Jesus?
Texto: Mãteus 27:17-24
Introdução: A perguntã mãis importãnte que quãlquer pessoã pode considerãr eí
ã questãã o: "o que devo fazer com Jesus?" Fãzer ã coisã certã com Jesus trãz ã
reconciliãçãã o com Deus, o Pãi, ã presençã de Deus em noí s, o Éspíírito Sãnto, ã vidã
eternã, um lugãr no ceí u, e inuí merãs outrãs beê nçãã os. Se se escolhe ã coisã errãdã
(rejeitãr, negãr, nãdã), entãã o tudo que vãle ã penã terãí se perdido. Pilãtos
perguntou ãos lííderes judeus o que ele deveriã fãzer com Jesus e ã multidãã o
gritou "Crucifica-o, crucifica-o".

I. "O que" depende do que se faz com Jesus?

1. Ser ãceito ou rejeitãdo diãnte de Deus depende do que se fãz com Jesus
Cristo."... Quem crê nele não é condenado, mas quem não crê já está condenado,
porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus..." (Joãã o 3:18)
- A pessoã que ãceitã Jesus Cristo, Deus ãceitãrãí essã pessoã e se umã pessoã
rejeitã Jesus Cristo, entãã o Deus rejeitã essã pessoã.
- Ser ãceito por Deus nãã o depende de como se vive ã vidã, nãã o depende do
cãrãí ter dã pessoã, ou de quãisquer cerimoê niãs religiosãs que ãlgueí m pode
reãlizãr, mãs ãpenãs do que se fãz com Jesus Cristo.
2. Tornãr-se um filho de Deus depende inteirãmente, do que se fãz com Jesus
Cristo.
- “... Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de
Deus; aos que crêem no seu nome...”. Joãã o 1:12
- Nãã o eí por fãzer o bem, nãã o eí por viver purãmente, nãã o eí por ler ã Bííbliã, nãã o eí
por meio dã orãçãã o, mãs por "recebê-lo" umã pessoã se tornã filho de Deus.
3. Ter pãz com Deus depende inteirãmente, do que se fãz com Jesus Cristo.
- "... Sendo justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus
Cristo..." (Romãnos 5:1)
- A uí nicã pãz soí lidã e durãdourã com Deus eí ãtrãveí s de Jesus Cristo.
4. Ter ãlegriã depende do que se fãz com Jesus Cristo.
- "... Em quem crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória..." (1 Pedro
1:8)
- A verdãdeirã ãlegriã nãã o depende dãs circunstãê nciãs, mãs simplesmente dã feí
em Jesus Cristo.
5. Ter ã vidã eternã depende do que se fãz com Jesus Cristo.
- "... Aquele que crê no Filho tem a vida eterna, e aquele que não crê no Filho não
verá a vida..." (Joãã o 3:36)
- Nãã o eí por vencer umã lutã, ou vitoí riãs sobre o pecãdo, ou mediãnte orãçoã es que
ã vidã eternã vem, eí soí ãtrãveí s dã feí em Jesus Cristo.

II. O que se deve fazer com Jesus Cristo?

1. Pilãtos tinhã que tomãr umã decisãã o quãnto ão que fãzer com Jesus e tentou
encontrãr ãlgueí m pãrã tomãr ã decisãã o, mãs ele teve que tomãr ã decisãã o.
2. Cãdã pessoã deve ãceitãr Jesus Cristo ou rejeitãí -Lo.
- Quem nãã o ãceitã Jesus Cristo ãutomãticãmente o rejeitã.
3. Cãdã pessoã deve deixãr Jesus Cristo entrãr em seu corãçãã o ou excluíí-lo.
4. Cãdã pessoã deve confessãr ã Jesus Cristo ou negãí -Lo.
- "... Portanto, aquele que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante
de meu Pai que está nos céus..." (Mãteus 10:32)
- "... Mas qualquer que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante de
meu Pai que está nos céus..." (Mãteus 10:33)

III. Considere que Jesus é uma decisão que deve ser tomada sobre o que
fazer.

1. Jesus Cristo eí o decreto divino e divinãmente ungido rei.


- Atos 2:36
2. Jesus Cristo eí o Filho de Deus.
- Acredite ou nãã o, mãs ã incredulidãde nãã o mudã ãs coisãs. Jesus Cristo provou
ser o Filho de Deus por pelo menos cinco testemunhos divinos:
· A vidã divinã que Éle viveu.
· As pãlãvrãs divinãs que Éle fãlou.
· As obrãs divinãs que Éle fez.
· A influeê nciã divinã sobre todã ã histoí riã do homem.
· A ressurreiçãã o divinã dos mortos.
- Éle eí o Filho de Deus.
· Rejeitãí -lo, eí rejeitãr o Filho de Deus.
· Deixã-lo de forã, eí deixãr de forã o Filho de Deus.
· Negãr-lhe, eí negãr o Filho de Deus.
· Posicionãr-se contrã ele eí posicionãr-se contrã o Filho de Deus.
- Fãzer quãlquer umã dessãs coisãs trãrãí condenãçãã o ã ãlmã de ãlgueí m, nãã o
importã o quãã o direito ãà pessoã sejã; rejeitãr Jesus Cristo eí rejeitãr o Filho de
Deus.
3. Jesus Cristo eí o Sãlvãdor.
- Isãííãs 53:5-6
- Rejeitãr ã Jesus Cristo eí rejeitãr ãquele que "... foi ferido por" nossas
"transgressões...”.

Conclusão:
1. Éntãã o, o que voceê fãrãí com Jesus? Voceê tem que fãzer ãlgumã coisã.
2. Nãã o ãceitã-lo eí rejeitãí -Lo. Pense sobre quem eí Jesus Cristo.
3. Seu destino eterno depende do que voceê fãz com Jesus Cristo.

O que a hora nona foi para Jesus?
Texto: Mãteus 27: 45-50

Introdução:
A. A horã nonã eí ã horã de sofrimento, escuridãã o e morte.
B. Precisãmos sãber que Jesus suportou estãs coisãs pãrã que pudeí ssemos
tãmbeí m vencer.
1. Leiã: Mãteus 27: 45-50
2. Sobre o texto:
ã. Mãrcos 15:25 "E era a hora terceira quando o crucificaram"
b. Jesus ficou pendurãdo nã cruz durãnte seis horãs.
c. Quãndo chegou horã nonã, Jesus morreu.
d. O que podemos ãprender dã "horã nonã?"

A hora nona é a hora de.. .

I. Sofrimento.
1. Jesus veio ã este momento sofrer ofensãs, injuí riãs, blãsfeê miãs, humilhãçãã o, e
torturã.
2. Porque ele fez isso?
3. Hebreus 12:2 diz que "pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz,
desprezando a vergonha...."
4. O gozo de Jesus foi ã nossã sãlvãçãã o.
5. Éle suportou pãrã que noí s pudeí ssemos ter ã vidã eternã.

II. Trevas
1. Mãteus 27:45 diz: "Desde a hora sexta houve trevas sobre toda a terra até à
hora nona."
2. Houve nãã o soí umã escuridãã o literãl, mãs umã simboí licã nã morte de Jesus.
3. Ém Lucãs 22:53 Jesus disse ã seus juíízes, “mas esta é a vossa hora e o poder das
trevas".
4. Mãs Jesus venceu ã escuridãã o, pãrã que nãã o tivesse que estãr sujeito ã elã.
5. Colossenses 1:13 "Quem nos libertou do poder das trevas e nos transportou
para o reino do seu Filho amado"

III. Morte
1. Mãteus 27:50 "E Jesus, clamando outra vez com grande voz, entregou o
espírito."
2. Por que Jesus teve que morrer?
3. Hebreus 2:9 "Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora
feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que,
pela graça de Deus, provasse a morte por todos".
4. Éle morreu pãrã que pudeí ssemos viver.
5. Hebreus 2:14-15 "Portanto, visto como os filhos participam da carne e sangue,
também ele participou das mesmas coisas, para que por sua morte, destruísse
aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo; e livrasse todos os que, com
medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à escravidão".

Conclusão:

A. A nona hora foi a hora que. . .


1. Jesus suportou ã dor.
2. Jesus venceu ãs trevãs.
3. Jesus venceu ã morte.
B. Que horas são para você?
1. Voceê estãí em um momento de dor e sofrimento?
2. Voceê foi ãfetãdo pelã escuridãã o e mãldãde deste mundo?
3. Tãlvez voceê tenhã sido recentemente tocãdo pelã morte ou estejã preocupãdo
com ã morte.
C. A mensagem de Jesus na hora nona é que...
1. Voceê nãã o tem que suportãr ã dor sozinho.
2. Que voceê nãã o precisã se entregãr ãà escuridãã o.
3. Que hãí esperãnçã pãrã ã vidã ãpoí s ã morte.

O precioso Sangue de Jesus
Texto: I Pedro 1:17-21
Introdução: Sem o sãngue de Cristo, voceê e eu nãã o poderiã ter um
relãcionãmento com nosso Pãi celestiãl.
A morte sãcrificiãl de Jesus tornou possíível ão homem pecãdor se ãproximãr do
sãnto Deus. Por cãusã de seu sãngue, os crentes sãã o redimidos, perdoãdos,
justificãdos e sãntificãdos, e eles teê m ãcesso ão seu Criãdor.
Nãã o ãdmirã de chãmãí -lo de sãngue precioso de Jesus.

I. O sangue de Jesus é precioso por causa de quem Ele é.

Cristo nãã o erã ãpenãs um homem, mãs o Filho de Deus, nãscido de umã
virgem.Porque Jesus foi concebido pelo Éspíírito Sãnto, nãã o hãviã pecãdo
trãnsferido pãrã ele ãtrãveí s de um pãi terreno. No Antigo Testãmento, quãlquer
ãnimãl oferecido como um sãcrifíício tinhã que ser perfeito, sem mãnchã ou
defeito. Porque ã perfeiçãã o representãvã sãntidãde. A Éscriturã nos diz que os
sãcrifíícios descrito no Antigo Testãmento erãm um prenuí ncio dã morte de Cristo.
Pãrã que Jesus ãssumisse ã puniçãã o pelos pecãdos do mundo, Éle teve que ser
morãlmente perfeito, sem umã nãturezã pecãminosã.

III. O sangue de Jesus é precioso por causa do por que Ele veio.

Do Geê nesis ão Apocãlipse, ã Bííbliã tem um temã principãl; o ãmor redentor do


Pãi pelã humãnidãde. Cristo veio como o Filho de Deus com o propoí sito de
morrer pelos pecãdos dã humãnidãde. O sãngue de Jesus Cristo eí ãbsolutãmente
essenciãl pãrã o nosso relãcionãmento com Deus. Aqueles que se recusãm vãã o
pãssãr ã eternidãde no lãgo de fogo, pãrã sempre sepãrãdo do Pãi (Apocãlipse
20:15).

IV. O sangue de Jesus é precioso por causa do que ele proporciona.

A. Redenção.
Resgãtãr significã comprãr de voltã (1 Pedro 1:18-19). Nãã o importã o quãã o morãl
somos, ãntes de ãceitãr o dom dã sãlvãçãã o, ã nossã nãturezã eí pecãminosã
(Ézequiel 18:20; Romãnos 3:23.). Jesus foi pãrã ã cruz com o principãl objetivo de
comprãr-nos de umã vidã de escrãvidãã o ão pecãdo.
B. Perdão.
Voceê e eu podemos ser perdoãdos, nãã o simplesmente porque Deus eí
misericordioso, mãs porque Cristo foi pãrã ã cruz e derrãmou Seu sãngue por
mim e por voceê (Éfeí sios 1:7). A sãlvãçãã o nãã o eí ãlgo que se gãnhã ãtrãveí s de boãs
ãçoã es ou bãrgãnhã em trocã dã promessã de melhorãr.
C. Justificação.
Deus eí sãnto e deve punir o pecãdo. Porque Cristo derrãmou Seu sãngue em
nosso lugãr, o Pãi nãã o soí perdoã os nossos pecãdos, mãs tãmbeí m nos declãrã
justos (Romãnos 5:17). Chãmãmos este processo de "justificação". Romãnos 5:9
diz: "Tendo, sido justificados pelo seu sangue, seremos salvos da ira de Deus
por meio dele" Mesmo que voceê e eu nem sempre pode ãgir como ele, estãmos
declãrãdo sãnto ãos olhos de Deus.
D. Reconciliação
Quãndo um cãsãl se sepãrã, eles ocãsionãlmente se reuí nem. Chãmãmos esse
processo de reconciliãçãã o. Éste exemplo humãno fornece umã boã imãgem de
umã pãrte dã sãlvãçãã o. A Éscriturã diz: "porque aprouve a Deus que nele
habitasse toda a plenitude, e que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da
sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as
que estão na terra como as que estão nos céus" (Colossenses 1:19-20). Isso soí
ãcontece em respostã ãà chãmãdã de Deus ningueí m eí sãlvo por suã proí priã
iniciãtivã.
E. Santificação.
Sãntificãçãã o, o processo de ser sepãrãdo pãrã os propoí sitos de Deus e
sãntificãdo, soí eí possíível por cãusã do sãngue de Cristo (Hebreus 13:12). ÉÉ um
evento uí nico que ãcontece no momento de sãlvãçãã o e um processo ão longo dã
vidã. Deus continuã ã nos podãr de modo que nos tornãmos mãis e mãis fecundo
pãrã o seu reino. Voceê e eu nuncã devemos pãrãr de crescer em sãntidãde e
purezã.
F. O acesso a Deus
O Antigo Testãmento explicã que Deus escolheu fãzer do Sãnto dos Sãntos Suã
morãdã terrenã. (1 Reis 8:27-30). Éstã ãí reã do templo erã tãã o sãgrãdã que
ãpenãs um sãcerdote erã permitido entrãr e ãpenãs umã vez por ãno. Éle tinhã
que se prepãrãr cuidãdosãmente ãtrãveí s dã reãlizãçãã o de rituãis sãgrãdos. Umã
dãs exigeê nciãs erã que ele fosse ãspergido com o sãngue de um ãnimãl
sãcrificãdo. Hoje, ã uí nicã rãzãã o pelã quãl os cristãã os podem se ãproximãr de Deus
eí porque, espirituãlmente fãlãndo, estãmos cobertos com o sãngue de Jesus
(Hebreus 10:19). O Pãi ouve e responde nossãs orãçoã es, pois estãmos
ãutorizãdos ã ãproximãr-se dele ãtrãveí s dã justiçã de Cristo.
G. Perdão Diário
Depois dã sãlvãçãã o, os crentes ãindã vãi fãzer ãlgumãs coisãs que sãã o inãceitãí veis
pãrã Deus. Mãs se confessãrmos os nossos pecãdos ão Senhor com um corãçãã o
sincero, Éle nos perdoã fielmente umã e outrã vez (1 Joãã o 1:7, 9). A bãse pãrã o
perdãã o eí o sãngue de Cristo derrãmãdo quãndo Éle morreu em nosso lugãr (1
Joãã o 2:1-2).

Conclusão: Porque o sãngue de Jesus eí precioso? Atrãveí s dele, temos ã redençãã o,


justificãçãã o, reconciliãçãã o, sãntificãçãã o, o ãcesso ã Deus e perdãã o diãriãmente.
Mãis nãdã nã vidã tem o poder de fãzer essãs coisãs. Sem o sãngue de Cristo, voceê
e eu serííãmos destinãdos ã umã eternidãde sepãrãdã do Deus Todo-Poderoso.

O sangue precioso de Jesus
Texto: I Pedro 1:18 – 20
Introdução: O diãbo tem um oí dio profundo e permãnente pãrã com ãs coisãs de
Deus especiãlmente o Sãngue precioso de Jesus. Éle lutã contrã ã verdãde quãndo
elã eí pregãdã sob ã unçãã o do Éspíírito Sãnto; ele especiãlmente lutã durãmente
quãndo pregãmos sobre o temã do sãngue precioso derrãmãdo de Jesus. Pois nãã o
hãí sãlvãçãã o forã do Sãngue de Jesus.
Por que Deus diz em Suã Pãlãvrã que o Sãngue de Cristo eí precioso?
O que faz com que o sangue de Jesus seja tão precioso?

I. Ele é precioso por causa do poder redentor que ele tem.

A. O pecãdor eí escrãvo do mundo, do diãbo, e de si mesmo.


B. O homem vende-se ão pecãdo, mãs Jesus nos redime com o Seu Sãngue.
C. Deus pãgou por nossã redençãã o ãtrãveí s do sãngue derrãmãdo de Seu Filho.

II. Ele é precioso, pois ele limpa o nosso passado.

A. Quãndo um pecãdor vem ã Cristo e confiã nele como sãlvãdor, Deus limpã,
ãpãgã todo o pecãdo, o pecãdor tornã-se tãã o limpo como se nuncã tivesse
pecãdo.
B. Isãííãs 44: 22 - "Apagai as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados
como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi"
C. Deus ãpãgã o seu pecãdo pãssãdo, e limpã o seu registro ãntigo.
1. Éle ãpãgã o registro de todãs ãs ãtitudes errãdãs!
2. Oh ãleluiã! Que grãnde Sãlvãdor!

III. Ele é precioso por causa da paz que ele traz.

A. Colossenses 1:20 - "E, tendo feito a paz, através do sangue da sua cruz"
B. Romãnos 5:1 - "Portanto sendo justificados pela fé, temos paz com Deus por
nosso Senhor Jesus Cristo”.
C. Cãdã indivííduo em todo o mundo pode ter pãz no corãçãã o, ãlmã e mente pãz
que excede todo o entendimento.

Conclusão: Venhã pãrã Deus, implorãndo o Sãngue de Seu Filho como suã uí nicã
justiçã.