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7.

º
Ano Guia do
Professor
Páginas da História
História | 7.º Ano de Escolaridade
Aníbal Barreira | Mendes Moreira
Com colaboração de Eva Baptista

Para o Aluno
• Manual (+ desdobrável)
• Intervalo (OFERTA)

Págiinas da História | Guia do Professor


• Caderno de Atividades • Fichas de apoio ao processo
• Manual Multimédia de ensino-aprendizagem
• www.paginasdahistoria7.asa.pt
• Planificação anual
Para o Professor • Planos de aula
• Manual (Edição do Professor)
• Fichas de avaliação diferenciada
• Guia do Professor
• (CD-ROM e online)
• www.paginasdahistoria7.asa.pt

Aníbal Barreira | Mendes Moreira

978-888-88-9717-2
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Índice
Projeto “Páginas da História” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5

1. Fichas de Apoio ao Processo Ensino-Aprendizagem . . . . . . . . . . 7

2. Das Estratégias às Metas de Aprendizagem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21

3. Planificações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
• Calendarização anual. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28
• Planificação a médio prazo (planos trimestrais). . . . . . . . . . . . . . . . 29
• Planos de aula . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36

4. Cenas do Quotidiano / Dramatizações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105

5. Fichas de Trabalho Diferenciado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 127


5.1 Modelos de exemplos práticos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128
5.2 Fichas de níveis diferenciados 2 e 3. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 134

6. Testes de Avaliação Sumativa por período letivo


(matrizes e grelhas de avaliação) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177

7. Guia dos Produtos Multimédia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205


• Videos
• Animações 3D
• Jogos Interativos
• Animações Interativas

8. Proposta de Resolução de Fichas de Atividades . . . . . . . . . . . . . . . 217


• Fichas de Trabalho do Caderno de Atividades / nível 1 . . . . . . . . . 218
• Fichas de Trabalho Diferenciado / níveis 2 e 3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225
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Projeto “Páginas da História”

Caros (as) colegas

Têm convosco o projeto Páginas da História, constituído por produtos que, consi-
deramos, de inegável valia para o trabalho do docente. Assim, importa apresentar os
aspetos mais relevantes de cada um:

Para o Aluno
– Manual (Edição do Aluno): dupla página de abertura de cada tema (introdu-
ção/motivação), seguida de dupla página de desenvolvimento dos conteúdos,
apoiados por questões orientadoras da aula, documentos com legendas internas,
vocabulário, síntese dos conteúdos e atividades de aplicação de saberes.

– Caderno de Atividades: constituído por “Fichas de Trabalho” (para todas as


aulas) e por interessantes rubricas de completamento/aprofundamento dos con-
teúdos “Aconteceu”, “Quem foi?”, “À Conversa com…”, “À Descoberta de…” e “Em
Exibição”.

– Caderno “Intervalo”: atividades lúdicas (jogos individuais e de pares) para apoio


à aprendizagem.

– 20 Manual Multimédia: manual e-book, animações, testes e jogos interativos.

Para o Professor
– Manual (Edição do Professor): inserção de sugestões metodológicas na banda
lateral esquerda para adequar o Manual a contextos diversos de sala de aula e
propostas de resolução do bloco de atividades «Agora, resolve…» na banda la-
teral direita.

– Planificações: planos de aula, complementados por propostas de diferenciação


pedagógica (para diferentes contextos de aula).

– Guia do Professor: produto pedagógico de inegável interesse para a atividade do-


cente, que integra múltipla documentação, com destaque para fichas de opera-
cionalização das metas de aprendizagem, dramatizações (Cenas do Quotidiano/por
cada unidade ou subtema), testes de avaliação sumativa/por período letivo, guias
dos produtos multimédia e propostas de resolução das fichas de trabalho / nível
1 (Caderno de Atividades) e de trabalho diferenciado / níveis 2 e 3.

– : com os conteúdos do manual multimédia do aluno e materiais


exclusivos do professor (com destaque para diaporamas e videos aplicados a
cada unidade didática).

O possibilita a fácil exploração do projeto Páginas da História,


através das novas tecnologias em sala de aula. Trata-se de uma ferramenta inovadora
que permite:
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– a projeção e exploração das páginas do manual em sala de aula;

– o acesso a um vasto conjunto de conteúdos multimédia integrados com o ma-


nual:
• animações – abordagem de forma interativa dos diversos conteúdos, possibi-
litando uma avaliação do aluno através de atividades de consolidação
• fichas (formato Word) – conjunto de fichas editáveis de consolidação de co-
nhecimentos.
• testes interativos – banco de testes interativos, personalizáveis e organizados
pelos diversos capítulos do manual.
• apresentações em PowerPoint – resoluções de exercícios e atividades do Ma-
nual e do Caderno de Atividades, bem como as conclusões e extensões das ta-
refas do Manual.
• Jogos – atividades lúdicas que permitem a revisão de conteúdos, de forma di-
vertida, conjugando as vertentes lúdica e didática.
• Links Internet – endereços para páginas na Internet de apoio às matérias, de
forma a complementar os conteúdos destacados no Páginas da História;

– a disponibilização dos Planos de Aula, em formato Word, para que o professor


os possa adaptar de acordo com as características de cada turma:
• utilizando as sequências de recursos digitais propostas em cada plano, com re-
curso a um projetor ou a um quadro interativo;
• personalizando os Planos de Aula com outros recursos;

– a avaliação dos alunos:


• utilização de testes predefinidos ou criação de novos a partir de uma base de
cerca de 250 questões;
• impressão de testes para distribuição
• envio, online, de testes para os alunos, com a correção automática;
• relatórios de avaliação detalhados que permitem um acompanhamento do pro-
gresso dos alunos.

– troca de mensagens e partilha de recursos com os alunos.

Com a diversidade de propostas do projeto Páginas da História, conseguiremos,


estamos certos, motivar e empenhar os alunos na aprendizagem e dar aos professores
os meios que lhes permitam cumprir, com eficácia e entusiasmo, as finalidades/metas
da disciplina.

Os Autores
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1
FICHAS DE APOIO
AO PROCESSO DE
ENSINO-APRENDIZAGEM

Este material
ASA • Páginas da História

encontra-se
disponível em
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Fichas de Apoio ao Processo de Ensino-Aprendizagem

Fotografias/Listagem dos Alunos do _____.o Ano _____ Turma_____

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Páginas da História

Atividades Pedagógico-Didáticas

CALENDARIZAÇÃO

Horas/Blocos

Períodos Letivos N.o de blocos Outras atividades


Subunidades Avaliação
previstos (exposições, visitas de estudo,
do programa final
(45m) dramatizações,…)

1.o Período

2.o Período

3.o Período

Observações:
ASA • Páginas da História

9
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Fichas de Apoio ao Processo de Ensino-Aprendizagem


Memória descritiva das atividades de aprendizagem

(trabalhos escritos – trabalhos de grupo – cartazes – exposições – comunicações, etc.)

Modelo Tempo
Data Atividade Descrição
de apresentação de realização

Observações:

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Páginas da História

Grelha da correção de teste escrito

Turma ______ / Ano ______


Data _____________________

Questão

Total
Cotação
o
N. Nome
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
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15
16
17
18
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20
21
22
23
24
25

Análise de resultados 3. Leitura interpretativa das questões com elevada %


de respostas negativas
1. Percentagens: Positivas _______ Negativas _______

2. Percentagens de respostas positivas ____________

2.1 Questões-alvo/conhecimento ________________

2.2 Questões-alvo/compreensão ________________


ASA • Páginas da História

2.3 Questões-alvo/aplicação ____________________

2.4 ____________________________________________ O(a) professor(a)


2.5 ____________________________________________ _________________

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Fichas de Apoio ao Processo de Ensino-Aprendizagem


Avaliação de Trabalho Escrito

Tema __________________________________________________________________________________________________________

Nome do Aluno __________________________________________ N.o/Ano/Turma _____________ Data ______/____/______

– Auto-Avaliação +

1 2 3 4 5
1. Localização dos factos no espaço e no
tempo
2. Utilização de conceitos e terminologia
específica
3. Interpretação correta dos documentos
(textos, mapas, …)

4. Organização da informação / clareza

5. Articulação lógica das ideias

6. Destaque dos aspetos essenciais do tema

7. Legibilidade do texto

8. Conclusão do trabalho

9. Qualidade da apresentação
Assinatura
10.
__________________________

Relatório do Professor:
(a preencher após a autoavaliação do aluno)

• Critérios de avaliação

– item mais valorizado ___________________________________

– item menos valorizado __________________________________

• Nível de desempenho ___________________________________

• Orientações a transmitir ao aluno


__________________________________________________________________
__

______________________________________________________________________________________________________
Assinatura
______________________________________________________________________________________________________
__________________________

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Páginas da História

Avaliação de Cartaz / Jornal de Parede

Tema __________________________________________________________________________________________________________

Aluno(s) _______________________________________________________________________________________________________

Ano: ____________________________________ Turma: ___________________________________ Data ______/____/______

– Auto-Avaliação +
1 2 3 4 5

1. Organização do espaço

• agradável ao olhar

• leitura e interpretação fáceis

2. Título

• enquadramento no conjunto geral

• breve e significativo

3. Imagens

• legíveis e claras

• relacionamento com o tema

• legendas

4. Valorização global

• tipo de letra apropriada Assinatura(s)


• cores adequadas __________________________
• escrita e imagens cuidadas __________________________

Relatório do Professor:
(a preencher após a autoavaliação do aluno)

• Critérios de avaliação

– item mais valorizado ___________________________________

– item menos valorizado __________________________________

• Nível de desempenho ___________________________________

• Orientações a transmitir ao aluno


ASA • Páginas da História

__________________________________________________________________
__

______________________________________________________________________________________________________
Assinatura
______________________________________________________________________________________________________
__________________________

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Fichas de Apoio ao Processo de Ensino-Aprendizagem


Avaliação de Trabalho de Grupo

Tema __________________________________________________________________________________________________________

Grupo n.o __________________ Aluno(s)


_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________

Ano: ____________________________________ Turma: ___________________________________ Data ______/____/______

– Auto-Avaliação +
1 2 3 4 5
1. Equipa de Trabalho
• coesão/relacionamento
• iniciativa
• empenhamento
• autonomia
2. Capacidades do Grupo
• tratamento da informação Assinatura(s)
• organização das ideias __________________________
• criatividade do trabalho __________________________
• qualidade da apresentação __________________________
• clareza/correção do conteúdo __________________________

Relatório do Professor:
(a preencher após a autoavaliação do aluno)

• Critérios de avaliação

– item mais valorizado ___________________________________

– item menos valorizado __________________________________

• Nível de desempenho ___________________________________

• Orientações a transmitir ao aluno


__________________________________________________________________
__

______________________________________________________________________________________________________

______________________________________________________________________________________________________
Assinatura
__________________________

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Páginas da História

Percurso de Aprendizagem / Capacidades e Aptidões (1)

Balanço Mensal Trimestral Data ______/____/______

Nome do Aluno __________________________________________________________________ Ano/Turma: ______ N.o: ______

Raramente (R) Às vezes (AV) Sempre (S)

R AV S

1. Distinguir fontes históricas de textos historiográficos

2. Recolher informações/dados

3. Interpretar diferentes tipos de documentos (textos, ima-


gens, gráficos, mapas, diagramas)

4. Usar conceitos e terminologia específica

5. Formular hipóteses simples de exploração de factos históri-


cos

6. Realizar individualmente e em grupo, pequenos trabalhos de


pesquisa

7. Utilizar de forma cada vez mais aperfeiçoada, a expressão


escrita e a comunicação oral

8. Usar as tecnologias de informação e comunicação no estudo


da História

9. Recriar, sob a forma plástica ou dramática, situações


históricas
ASA • Páginas da História

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N
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M
E
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N.o 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25

Capacidades /Aptidões
1. Distinguir fontes históricas
de textos historiográficos
2. Recolher informação/dados
3. Interpretar diferentes tipos de
documentos (textos, imagens,
gráficos, mapas, diagramas)
4. Usar conceitos e terminologia
específicas
5. Formular hipóteses simples de
explicação de factos históricos
6. Realizar individualmente e em
grupo pequenos trabalhos de
pesquisa
7. Utilizar de forma cada vez mais
aperfeiçoada, a expressão
escrita e a comunicação oral
Fichas de Apoio ao Processo de Ensino-Aprendizagem

8. Usar as tecnologias de
informação e comunicação no
estudo da História
Grelha de Observação de Desempenho / Capacidades e Aptidões (1)

9. Recriar, sob a forma plástica


ou dramática, situações
históricas

10.
__________ Período / Turma __________ / __________ Ano
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Páginas da História

Processo de Aprendizagem / Valores e Atitudes (2) – Autoavaliação

Balanço Mensal Trimestral Data ______/____/______

Nome do Aluno ___________________________________________________________________ Ano/Turma: ______ N.o:

Raramente (R) Às vezes (AV) Sempre (S)

1. RESPONSABILIDADE R AV S

Sou assíduo e pontual

Tenho o material necessário às aulas

Respeito as regras de comportamento na sala

2. INTERESSE/EMPENHAMENTO R AV S

Estou atento

Participo nas atividades das aulas

Registo no caderno apontamentos das aulas

Faço perguntas quando tenho dúvidas

Faço os trabalhos de casa (TPC)

3. AUTO-CONFIANÇA R AV S

Aceito os desafios

Sou criativo

Aceito as críticas

4. COOPERAÇÃO R AV S

Sou capaz de trabalhar em grupo

Respeito a opinião dos outros

Partilho as minhas ideias

Colaboro com os colegas de grupo

5.AUTONOMIA R AV S

Tomo iniciativas
ASA • Páginas da História

Organizo as minhas tarefas diárias

Realizo as atividades/trabalhos

Reconheço as minhas dificuldades/problemas

Peço ajuda, quando necessário

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N
O
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N.o 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25

Valores/Atitudes

1. Responsabilidade

2. Interesse/Empenhamento

3. Auto-Confiança

4. Cooperação

5. Autonomia
Fichas de Apoio ao Processo de Ensino-Aprendizagem
Grelha de Observação de Desempenho / Valores e Atitudes (2)

Obs.: _________________________________________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________________________________________
__________ Período / Turma __________ / __________ Ano

_________________________________________________________________________________________________________________________________
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Páginas da História

Registos Finais de Avaliação

Turma ______ / Ano ______


Ano letivo _______________

Testes ___________ ___________ ___________ Avaliação

Prop. Final
3.o Período

3.o Período

3.o Período

3.o Período

3.o Período
2.o Período

2.o Período

2.o Período

2.o Período

2.o Período
1.o Período

1.o Período

1.o Período

1.o Período

1.o Período
Nome

N.o
1

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ASA • Páginas da História

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TEMA 1. Terra no Espaço

2
DAS ESTRATÉGIAS
ÀS METAS
DE APRENDIZAGEM

Este material
ASA • Páginas da História

encontra-se
disponível em
GHistoria_novo_1a26_GPROF 12/03/16 20:00 Page 22

Das Estratégias às Metas de Aprendizagem


Metas de Aprendizagem em História / 3.o ciclo

Versão simplificada e operacionalizada


pelos autores de Páginas da História

• Domínio: Compreensão Temporal

Estratégias Metas Intermédias ⁄ 7.o ano Metas Finais

• Situar no tempo • O aluno utiliza 1


acontecimentos, personagens, unidades/convenções • Utilizar unidades /convenções
situações/processos históricos temporais e mostra de datação para relacionar e
compreender os sentidos de problematizar a relevância de
tabelas/ frisos cronológicos personalidades,
sobre personalidades, acontecimentos, processos e
acontecimentos, processos e interações em diversos tempos
interações para responder a
questões acerca de diversas
dimensões da realidade
humana

• Elaborar tabelas/frisos • O aluno usa a periodização e 2


cronológicos datas essenciais para situar • Interpretar cronologias
novas aprendizagens e comparadas para compreender
construir tabelas/frisos a história da Humanidade,
cronológicos para relacionando a história
compreender as sociedades nacional com a historia
humanas estudadas europeia e mundial

• Analisar tabelas cronológicas, • O aluno apresenta ideias sobre 3


gráficos, dados estatísticos mudança e continuidade em • Reconhecer a complexidade
história, reconhecendo das ideias de mudança e
• Ler/analisar esquemas diferentes ritmos e sentidos de continuidade em História
(instituições politicas, formas evolução e múltiplas integrando noções sobre
artísticas, …), reconstituições perspetivas numa dada diferentes ritmos de evolução
(monumentos, …) situação histórica e sobre sentidos de mudança e
permanência.

22
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TEMAPáginas
1. Terrada
noHistória
Espaço

Metas de aprendizagem em História / 3.o ciclo

• Domínio: Compreensão Espacial em História

Estratégias Metas Intermédias ⁄ 7.o ano Metas Finais

• Localizar dados em • O aluno localiza em diversas 4


diferentes documentos representações cartográficas os • Utilizar diferentes formas de
cartográficos territórios e movimentações de povos e representação espacial
grupos humanos como fonte de compreensão
da ação humana

• Analisar mapas temáticos • O aluno localiza em mapas elementos


(locais/monumentos ou patrimoniais de diversas sociedades
vestígios do passado) humanas desde a Pré-História até ao
século XIV

• Realizar visitas de estudo • O aluno serve-se de objetos 5


(museus, estações patrimoniais e da toponímia para situar • Integrar uma visão
arqueológicas, sociedades ou grupos humanos diacrónica
monumentos), observar • O aluno relaciona aspetos da atividade e multiperspectivada da
imagens, visionar filmes humana com o meio ou espaço em que se ocupação humana dos
significativos ou desenvolveram espaços
documentários específicos

• Domínio: Interpretação de Fontes em História

Estratégias Metas Intermédias ⁄ 7.o ano Metas Finais

• Pesquisar/analisar fontes • O aluno pesquisa, seleciona, identifica e 6


variadas com linguagens e usa fontes com diferentes estatutos e • Interpretar fontes
estatutos diversos diversas linguagens para compreender diversas para, a partir
sociedades ou grupos humanos delas, construir um
• O aluno analisa fontes com mensagens conhecimento histórico
diversificadas para inferir leituras válido e abrangente sobre
válidas sobre o passado o passado.
ASA • Páginas da História

• Visionar filmes documentais • O aluno distingue o discurso


e de ficção, ler romances, historiográfico do discurso ficcional
textos históricos e
historiográficos,…

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Das Estratégias às Metas de Aprendizagem

• Domínio: Compreensão Histórica Contextualizada

Estratégias Metas Intermédias ⁄ 7.o ano Metas Finais

• Selecionar e organizar • O aluno descreve, sucintamente, modos 7


informação sobre aspetos de vida e de organização das sociedades, • Apresentar sínteses sobre
significativos da vida da referindo os seus condicionalismos, acontecimentos, processos
sociedade e povos da época motivações e consequências e períodos de sociedade do
em estudo • O aluno descreve o passado, integrando passado, integrando causas
as dimensões históricas das sociedades e consequências em diversas
e identificando os seus protagonistas dimensões históricas

• Definir/usar conceitos • O aluno interpreta e aplica, de acordo 8


substantivos e terminologia com os conteúdos programáticos, • Aplicar terminologia e
essencial conceitos significativos e terminologias conceitos essenciais à
convencionais compreensão histórica ao
longo da abordagem dos
temas em estudo

• Analisar diversos tipos de • O aluno reconhece a diversidade de 9


documentos (escritos, culturas e de experiências • Reconhecer a diversidade
orais, materiais,…) para a interculturais na época histórica em de identidades pessoais,
reconstituição, por estudo sociais e culturais,
exemplo, do quotidiano de • O aluno analisa e compreende as avaliando as suas
um povo numa determinada motivações e ações dos diversos motivações, ações e
época intervenientes, em situações históricas respetivas consequências
nos períodos estudados

• Organizar dossiers • O aluno apresenta uma breve reflexão 10


temáticos historicamente válida sobre • Apresentar breves
contributos marcantes de gente e sínteses diacrónicas sobre
povos para as sociedades posteriores contributos significativos
de povos e civilizações
para a Humanidade

• Criar/elaborar um • O aluno reconhece a utilidade de 11


portefólio abrangente de analisar informação histórica para • Reconhecer a utilidade
trabalhos focados em melhor se entender a si próprio no social do saber
conteúdos programáticos mundo. historiográfico
essenciais

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Páginas da História

• Domínio: Comunicação em História

Estratégias Metas Intermédias ⁄ 7.o ano Metas Finais

• Elaborar pequenos textos, • O aluno produz, por escrito e 12


legendas de figuras (trabalhos oralmente, relatos, • Comunicar por escrito e
escritos) comentários, perguntas e oralmente conhecimentos
• Participar em debates respostas, e participa em sobre o passado histórico
• Fazer apresentações orais de grupos de trabalho, debates e
trabalhos painéis

• Organizar dossiers • O aluno processa textos, troca 13


• Participar em exposições emails, constrói documentos • Utilizar as TIC para comunicar
• Criar/publicar blogs, em powerpoint, blogs, e partilhar as suas ideias em
webquests, podcasts multimédia e grava podcasts História
para partilhar os seus
conhecimentos sobre o
passado histórico

• Representar artisticamente • O aluno comunica as suas 14


situações/episódios históricos ideias através de uma ou outra • Utilizar expressões artísticas
(maquetas, B.D, expressão artística (dramática, para divulgar as suas ideias
dramatizações,…) literária, plástica) em
exposições, saraus, semanas
culturais e outras realizações
ASA • Páginas da História

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Planificações
3
3.1 Calendarização Anual
3.2 Planificação a Médio Prazo (planos trimestrais)
3.3 Planos de Aula

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encontra-se
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EM FORMATO EDITÁVEL
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Planificações
Calendarização Anual

1.o 2.o 3.o TOTAL


Período Período Período aulas de 45’m

Aulas previstas 38 38 24 100

Aulas de
progressão nos 28 24 16 68
conteúdos

Tema A 2. O mundo romano no 3. Cristãos e


Das sociedades apogeu do Império Muçulmanos na
recoletoras às (9) Península Ibérica
primeiras 3. Origem e difusão do (5)
civilizações Cristianismo (3)
Tema D
1. As sociedades
Tema C Portugal no contexto
recoletoras e as
A formação da europeu dos séculos
primeiras
cristandade XII a XIV
sociedades
ocidental e a 1. Desenvolvimento
Conteúdos produtoras (9)
expansão islâmica económico, relações
Programáticos 2. Contributos das
1. A Europa do século sociais e poder
primeiras
VI ao século IX (6) político (6)
civilizações (11)
2. A sociedade 2. Cultura, arte e
Tema B europeia nos religião (5)
A herança do séculos IX a XII (6)
mediterrâneo antigo
1. Os gregos no séc. V
a. C. – o caso de
Atenas (8)

Diagnóstica, Formativa, Sumativa


Avaliação e 18
Autoavaliação

Atividades do Plano Visitas de Estudo, Exposições, Colóquios,


8
Anual de Atividades Encontros…

Margem de segurança 6

Total 100

28
GHistoria_27a44_GPROF 12/03/16 20:09 Page 29

Páginas da História

Planificação a Médio Prazo (planos trimestrais) 1.o Período

Indicadores de Tempos
Conteúdos Conceitos Estratégias de Aprendizagem Avaliação
Aprendizagem (45 m)

A1 – Das Paleolítico – Situa, no espaço – Leitura e a análise de documentação Observação 9


sociedades e no tempo, o para compreensão da expressão direta focada
recoletoras aparecimento «África, berço da Humanidade» na qualidade
às primeiras dos primeiros (pp. 14/15). das inter-
sociedades hominídeos. venções e na
produtoras – Distingue as autonomia
principais etapas – Análise de vários documentos a fim dos alunos.
– As sociedades da hominização. de se evidenciar a hominização como
recoletoras um longo e lento processo de evolução
física e mental dos hominídeos Registo das
Economia – Explica a (pp. 15/17). respostas da
recoletora, importância secção “Agora,
semino- da caça no – Análise de documentação para resolve” e das
madismo Paleolítico. destacar a importância da caça, a par “Fichas de
– Enumera as da recoleção, no Paleolítico (p. 19). Trabalho”.
vantagens/
utilidade do – Observação e análise de documento
domínio do iconográfico para os alunos perceberem Avaliação
fogo. as vantagens do fogo, na melhoria formativa –
Arte – Distingue das condições de vida dos antigos Realização
rupestre, manifestações hominídeos (p.21). das Fichas
ritos artísticas e de Trabalho
– As primeiras mágicos religiosas do – Análise de diversa documentação Diferenciado
sociedades Homem do para identificação das manifestações 1 e 2.
produtoras Paleolítico. artísticas do Paleolítico (pp. 22/23).
– Visionamento do video
Agricultura, – Situa, no “As representações de animais na arte
Pecuária espaço e no do Paleolítico” .
tempo, o início
da agricultura – Observação e análise de documento
e da domesti- cartográfico para localização
cação de espácio-temporal da invenção da
animais. agricultura e da domesticação
de animais (p. 25).

Sedentariza- – Relaciona a – Exploração pedagógico-didática da


ção, descoberta da secção “Grande plano sobre… Uma
Revolução agricultura com aldeia neolítica” (pp.28/29) no sentido
Neolítica a formação dos de recriar o ambiente/vivência deste
aldeamentos. período da história da Humanidade. Avaliação
Megalitismo, – Explica a – Observação de documentos Sumativa
Deusa-mãe construção de e diálogo com os alunos sobre – Ficha de
monumentos a monumentalidade e a finalidade Avaliação da
megalíticos. das construções megalíticas (pp. 30/31). História (1)
ASA • Páginas da História

(continuação)

29
GHistoria_27a44_GPROF 12/03/16 20:09 Page 30

Planificações
Planificação a Médio Prazo (planos trimestrais) 1.o Período

Indicadores de Tempos
Conteúdos Conceitos Estratégias de Aprendizagem Avaliação
Aprendizagem (45 m)

A2 – Os Acumulação – Identifica os – Leitura de barra cronológica (p. 36); Observação


contributos de exce- progressos/ observação e análise de documento direta: grelha
das primeiras dentes, inovações que cartográfico para localização espácio- de desempenho
civilizações sociedade contribuíram -temporal das primeiras civilizações das atividades
estratificada para a (p. 39). propostas.
– A revolução passagem da
urbana – da aldeia à cidade. – Exploração de vários documentos para Registo das 11
aldeia à cidade identificação das inovações fundamentais respostas da
na formação das mais antigas cidades secção “Agora,
(p.39). resolve” e das
“Fichas de
– Explica a im- – Leitura e análise da documentação Trabalho”.
– O Egito, portância do para destacar a importância das cheias
a grande Nilo na vida do do Nilo no desenvolvimento Avaliação for-
civilização Egito. da civilização egípcia (p. 41). mativa – Real-
do Nilo ização da ficha
Sociedade – Distingue os – Projeção e exploração didático- “Prova o que
hierar- diferentes -pedagógica da Animação Interativa sabes”; realiza-
quizada, estratos sociais “A sociedade egípcia” ” a ção das Fichas
poder do Egito Antigo. fim de diferenciar os diferentes es- de Trabalho
sacralizado tratos sociais. Diferenciado
3 e 4.
Mumificação – Caracteriza a – Análise de documento iconográfico (p.
religião egípcia. 47) para compreensão do politeísmo
egípcio e da divinização do Faraó.

– Exploração didático-pedagógica da
secção “Grande plano sobre… Rumo à
vida no Além” para compreensão do
culto dos mortos (pp. 48/ 49).

Escrita – Identifica os – Leitura e análise da rubrica “Sabias que…


hieroglífica tipos de escrita ” para identificação da escrita mais car-
no Egito Antigo. acterística da civilização egípcia (p. 50).

– Caracteriza a – Observação, análise e interpretação de


arte egípcia. documentação diversificada a fim de
caracterizar a arte egípcia (p. 53).

* Construção de um túmulo egípcio com


materiais reciclados ou, em alternativa,
elaboração de um jornal de parede
sobre a mesma temática

– Novos Monoteís- – Indica os – Análise de vária documentação para Avaliação


contributos mo, escrita principais contextualização do monoteísmo he- sumativa –
civilizacionais alfabética contributos dos braico (pp. 54/55). Ficha de
no Mediterrâ- Hebreus e dos – Análise de diversa documentação para Avaliação de
neo Fenícios para contextualização da invenção do alfa- História (2).
a civilização beto e da sua importância (pp. 56/57).
ocidental.

(continuação)

30
GHistoria_27a44_GPROF 12/03/16 20:09 Page 31

Páginas da História

Planificação a Médio Prazo (planos trimestrais) 1.o Período


(continua)

Indicadores de Tempos
Conteúdos Conceitos Estratégias de Aprendizagem Avaliação
Aprendizagem (45 m)

B1 – Os Gregos Cidade- – Relaciona as – Análise de documentação para localização


no século -estado, condições espacial e caracterização das condições
V a.C. ágora, geográficas da geográficas do território grego (pp. 62/63 8
acrópole Grécia, com a e 65).
– O mundo formação de
helénico no cidades-estado. – Projeção da Animação Interativa “A
século V a.C. pólis” para completar
informação sobre as diferentes áreas que
compunham as cidades-estado gregas.
Observação
– Caracteriza a – Observação e análise de documentação direta: grelha
economia diversificada a fim de se conhecer as de
ateniense, no principais atividades económicas e desempenho
séc. V a.C. compreender a expansão do comércio das ativi-
ateniense (pp. 66/ 67). dades
propostas.
– Distingue os – Observação e análise de documentação
grupos sociais para diferenciação dos grupos sociais da
da sociedade sociedade ateniense, no séc. V a.C.
ateniense. Registo
– A democracia Democracia – Descreve o – Análise de documentação diversificada das
em Atenas funcionamento para caracterização do regime respostas
do sistema democrático ateniense (pp. 70/71). da secção
político – Exploração didático-pedagógica da secção “Agora,
ateniense. “Grande plano sobre… A formação dos resolve” e
Jogos cidadãos em Atenas” para relevar, a for- das “Fichas
Olímpicos mação dos cidadãos (pp. 72/73). de Trabalho”.
– A religião, as – Distingue os – Projeção e exploração didático-
letras e a arte diferentes tipos -pedagógica da Animação “Os deuses e o
de culto Gregos. culto” .

– Discrimina os – Observação e análise de documento


Teatro
géneros teatrais iconográfico para os alunos perceberem
criados pelos a rigorosa construção e disposição do es-
Gregos. paço nos teatros gregos.
– Leitura e análise de documento escrito
para os alunos conhecerem assuntos
História, – Indica as áreas tratados nas tragédias gregas (p. 77).
Filosofia de saber
desenvolvidas – Exploração da Animação Interativa
pelos Gregos. “A arte e o pensamento gregos” ”
.
Arte – Caracteriza a
Clássica arte grega. – Projeção e exploração didático-pedagóg-
ica do diaporama B.1/temático:
“A arte grega”
.
* Preenchimento do Guião de Visionamento
do filme “Troia” (secção “Em Exibição”).
ASA • Páginas da História

Realização de atividades Tempo estimado 6


(a selecionar pelo professor) constantes em para avaliação
“Diferenciação Pedagógica/Propostas” Plano Anual
(ver “Planos de Aula”) de Atividades 2
(margem de
segurança) 2

31
GHistoria_27a44_GPROF 12/03/16 20:09 Page 32

Planificações
Planificação a Médio Prazo (planos trimestrais) 2.o Período

Indicadores de Tempos
Conteúdos Conceitos Estratégias de Aprendizagem Avaliação
Aprendizagem (45 m)

B2 – O mundo Legião, – Localiza, no – Observação e análise de documentação Observação 9


romano Império, espaço e no para localização espácio-temporal das eta- direta focada
no apogeu romanização, tempo, o Im- pas da expansão do Império Romano (p. na qualidade
do Império pério Romano. 87). das inter-
venções e na
– O Mediterrâ- – Identifica – Leitura e análise de documentação autonomia
neo romano meios da diversificada para compreensão do dos alunos.
nos séculos I integração dos processo de romanização nos territórios
e II povos vencidos submetidos e identificação dos meios de
no Império. integração utilizados pelos Romanos (p. 91).
– O apogeu do
Império – – Exploração didático-pedagógica da Registo das
economia, – Indica os Animação Interativa “A economia e a respostas
sociedade e fatores de de- sociedade romana” , para da secção
poder imperial senvolvimento se destacar a centralização da economia “Agora,
da economia em Roma e os diversos grupos sociais. resolve” e
romana. das Fichas
– Descreve a de Trabalho.
– A civilização organização
romana: re- social do im-
ligião, cultura pério romano. – Análise de documentos sobre o regime Avaliação
e arte imperial romano (p. 95). formativa –
Senado – Caracteriza o Realização
romano. regime imperial das Fichas
romano. – Exploração da Animação Interativa de Trabalho
“Os deuses e o culto” para Diferenciado
– Refere a diver- identificação do panteão e cultos 5 e 6.
sidade de romanos.
deuses e de cul-
tos no mundo – Observação e análise de vária documen-
romano. tação a fim de se caracterizar a arte ro-
– Caracteriza a mana.
arte romana. – Exploração da secção “Grande plano
sobre… A vida na Roma Imperial”
(pp. 100/101).
* Animação Interativa “A romanização na
Península Ibérica” .
* Guiões de Visitas de Estudo “À
Descoberta de … As ruínas romanas
de Conímbriga/ Miróbriga” (Caderno
de Atividades).

B3 – Origem Monoteísmo/ – Indica – Análise de documentação diversificada 3


e difusão do politeísmo, os princípios do para se referir os princípios do Cristian-
Cristianismo Cristianismo, Cristianismo. ismo e o contexto da sua pregação (p.
Evangelhos, – Refere as 109).
– O Cristian- condições – Exposição aberta sobre as condições
ismo, uma favoráveis à favoráveis à expansão do Cristianismo.
religião expansão do – Leitura e análise de documentos escritos
inovadora Cristianismo. para se evidenciar o triunfo do Cristianismo
– Mostra como o na área do Império romano (p. 111). Avaliação
– A expansão do Cristianismo se Sumativa –
Cristianismo tornou a religião Ficha de
oficial do Avaliação de
Império. História (3).

32
GHistoria_27a44_GPROF 12/03/16 20:09 Page 33

Páginas da História

Planificação a Médio Prazo – (planos trimestrais) 2.o Período

Indicadores de Tempos
Conteúdos Conceitos Estratégias de Aprendizagem Avaliação
Aprendizagem (45 m)

C1 – A Idade – Refere os – Leitura expressiva e comentada de Avaliação


Europa do Média, acontecimentos “Algures nas fronteiras do Império sumativa –
século VI ao bárbaros, que levaram os Romano “ (secção “Cenas do Quotidiano”, Ficha de 6
século IX reino, povos bárbaros à Guia do Professor) para compreensão da Avaliação de
– O novo mapa ruralização, invasão do cultura “Bárbara” e das suas motivações História (3).
político Império Romano. para a invasão do Império Romano.
da Europa – Identifica os – Observação e análise de documento Observação
reinos bárbaros cartográfico para identificação dos reinos direta
que se formaram bárbaros que se formaram na Europa, base de focada
na Europa. muitas das atuais nações europeias (p. 119). na qualidade
das inter-
Evangeliza- – Mostra o papel da – Projeção da Animação Interativa “A Igreja
– A Igreja venções e na
ção, Igreja Católica Católica no Ocidente Europeu”
Católica no autonomia
(destaque para a para compreensão da
Ocidente dos alunos.
Ordem de evangelização dos povos Bárbaros, assim
europeu
S. Bento) na Europa como, das características e importância da
Registo das
na época dos reinos Ordem de S. Bento.
respostas da
– As novas bárbaros. – Observação e análise de documentos para secção
invasões Islamismo, – Indica os identificação dos princípios fundamentais
e o cerco Muçulmano, do Islamismo (p. 122).
princípios
da Europa ruraliza- – Exploração pedagógico-didática da secção
fundamentais do
ção, econo- Islamismo. “Grande plano sobre… As forças de expan- “Agora, re-
mia de são do Islão” (pp. 124 e 125). solve” e das
– Explica a rápida
subsistên- – Projeção da Animação Interativa “As novas Fichas de
expansão
cia. invasões e o cerco da Europa: Muçulmanos, Trabalho”.
muçulmana.
Vikings e Húngaros” para lo-
– Localiza a área
calização das áreas de expansão dos novos
de expansão dos
invasores e respetivas consequências na vida
Vikings e
económica e social da Europa.
dos Húngaros.
– Refere conse-
– Exploração pedagógico-didática da secção
quências das
“Grande plano sobre… Castelos e
invasões para a mosteiros medievais (pp. 140/141) para 6
economia e a referenciar os dois grupos sociais
sociedade privilegiados – clero e nobreza-,
da Europa. identificando aspetos fundamentais do seu
C2- A – Indica as funções quotidiano.
Sociedade
sociedade tripartida, desempenhadas
europeia nos – Exploração pedagógico-didática da Resolução
pelo clero.
séculos IX a XII Animação Interativa “O domínio senhorial” das Fichas
– Refere as funções
– A sociedade pra aceder a informação de Trabalho
da nobreza
senhorial sobre um senhorio medieval (atividades, es- Diferenciado
durante a
paços, trabalhos dos camponeses, tipo de 7 e 8.
Idade Média.
– Domínios relações entre senhores e camponeses)
Domínio – Descreve um sen-
senhoriais – Observação e análise de diversa Avaliação
senhorial, horio medieval.
e dependência documentação para compreensão das sumativa –
servo, – Menciona
dos relações de dependência entre suseranos Ficha de
Feudo, relações de e vassalos (p. 147).
camponeses vassalo. dependência Avaliação de
entre senhores * Maquetagem (trabalho de pares) História (4).
de “Um senhorio medieval”.
ASA • Páginas da História

e camponeses.
– As relações
Realização de atividades Tempo estimado 7
feudo- – Explica os tipos para avaliação
(a selecionar pelo professor) constantes em
-vassálicas de relações que se
“Diferenciação Pedagógica/Propostas” Plano Anual
estabeleceram (ver “Planos de Aula”) de Atividades 4
entre suseranos e (margem de
vassalos. segurança) 3

33
GHistoria_27a44_GPROF 12/03/16 20:09 Page 34

Planificações
Planificação a Médio Prazo (planos trimestrais) 3.o Período

Indicadores de Tempos
Conteúdos Conceitos Estratégias de Aprendizagem Avaliação
Aprendizagem (45 m)

C3 – Cristãos – Interpreta – Análise de documentos sobre Observação 5


e Muçulmanos a rápida a ocupação da Península Ibérica direta focada
na Península ocupação da pelos Muçulmanos (pp. 154/ 155). na qualidade
Ibérica Península das inter-
– Ocupação Ibérica pelos venções e na
muçulmana Muçulmanos. autonomia
e resistência Cruzado, – Descreve o – Observação e análise de documentação dos alunos.
cristã Condado, processo da diversificada a fim de contextualizar a
– Do Condado independência Reconquista na formação dos primeiros reinos cristãos
Portucalense política, Península (p. 155).
ao reino de Reconquista, Ibérica.
Portugal – Relaciona a – Leitura expressiva e comentada de excer-
concessão do tos da dramatização “À Conversa com…
– Contrastes Condado D. Afonso Henriques” (Caderno de
civilizacionais Portucalense Atividades, p. 84) para se destacar os
e formas com o movi- momentos-chave da formação do Reino.
de relaciona- mento da – Exploração de documentos cartográficos
mento entre os Reconquista. sobre o alargamento do território até à Registo das
dois mundos conquista definitiva do Algarve (p. 157). respostas da
secção
– Distingue a – Diálogo com os alunos, baseado em “Agora, re-
civilização “Grande plano sobre… Cidades cristãs e solve” e das
cristã da muçulmanas no tempo da Reconquista” Fichas de
civilização (Manual, pp. 162/163), a fim de se Trabalho.
muçulmana. destacar as diferenças entre as
comunidades cristã e muçulmana
– Descreve for- – Observação de testemunhos da presença Avaliação for-
mas de muçulmana na Península Ibérica. mativa –
relacionamento * Preenchimento do Guião de Visionamento Realização
entre os mun- do filme “El Cid” (secção “Em Exibição”). das Fichas
dos cristão e * Pesquisa e sequente elaboração de um de Trabalho
muçulmano. trabalho escrito (tarefa de pares) sobre: Diferenciado
“Os Mouros na minha região” (lendas, 9 e 10.
vestígios arquitetónicos, toponímia).

D1 – – Explica o – Análise de gráfico para a compreensão


Desenvolvi- crescimento da do crescimento demográfico europeu
mento população eu- (p. 177).
económico, ropeia, entre os – Exploração de documentação
relações séculos XI e diversificada para identificação dos 6
sociais e poder XIII. progressos técnicos verificados na
político agricultura e nos transportes.
– O dinamismo Arrotea- – Indica os pro- – Exploração do “Grande plano sobre…
do mundo mento, gressos agríco- A vida nas cidades medievais”
rural afolhamento las ocorridos (pp. 174/ 175) para compreensão
– O desenvolvi- durante este do desenvolvimento dos núcleos urbanos
mento do período. medievais.
comércio e a Mercado,
animação dos feira,
núcleos burguês,
urbanos

34
GHistoria_27a44_GPROF 12/03/16 20:09 Page 35

Páginas da História

Planificação a Médio Prazo (planos trimestrais) 3.o Período

Indicadores de Tempos
Conteúdos Conceitos Estratégias de Aprendizagem Avaliação
Aprendizagem (45 m)

– A sociedade Concelho, – Explica a – Exploração pedagógica da Animação


medieval: carta de instituição Interativa “Senhores e concelhos”
senhores, foral. dos concelhos. .
concelhos e – Análise de documentos sobre medidas
poder régio Cortes, – Descreve o régias contra os abusos dos grandes
Inquirições processo de afir- senhores (p. 179).
mação do poder
régio no século
XIII. – Observação e análise de documentos
– Lisboa nos cir- – Caracteriza o cartográficos a fim de localizar as rotas
cuitos do comércio interna- e polos importantes do comércio
comércio cional internacional europeu (p. 181).
europeu. europeu nos sécu-
los XII, XIII e
XIV. – Leitura e análise de documentação Avaliação
– Explica o diversificada sobre o incremento do sumativa –
dinamismo do comércio externo português (p. 185). Ficha de
comércio Avaliação de
externo História (5).
português.
Observação
direta fo-
cada na
qualidade
das inter-
venções e na
autonomia
dos alunos. 5
Registo das
– Exploração de documentos para distinguir
respostas da
modelos culturais da Idade Média (p. 193).
secção
“Agora,
– Exploração de documentação diversificada
resolve”
para compreensão das razões da criação
e das Fichas
das novas Ordens religiosas (p. 195).
de Trabalho”.
Avaliação
– Análise do documento escrito sobre a
D2 – Cultura, – Distingue os vários formativa –
criação das universidades europeias, com
arte e religião modelos culturais Realização
realce para a de Lisboa (p. 195).
– Cultura europeus da Baixa da ficha
monástica, Idade Média. “Prova
– Observação e análise de diversos
cultura – Explica a criação o que sabes”;
documentos iconográficos para
cortesã e das ordens e da Ficha de
identificação das características dos
cultura mendicantes no Trabalho
estilos românico e gótico.
popular século XIII. Diferenciado
– Exploração didático-pedagógica da secção
– Relaciona a fun- 11.
Universi- “Grande plano sobre… Os construtores das
– As novas dade. dação das Univer- Avaliação
catedrais” (Manual, pp. 202/203) para di-
ordens sidades com o sumativa –
alogar com os alunos sobre a
religiosas e a crescimento ur- Ficha de
construção, importância e simbologia
Universidade bano. Avaliação de
destes edifícios para as cidades da época.
– A arte Arte História (6).
ASA • Páginas da História

– Caracteriza os es-
românico românica, tilos artísticos da
e gótico arte gótica. Realização de atividades Tempo estimado 5
Baixa Idade (a selecionar pelo professor) constantes para avaliação
Média Europeia. em “Diferenciação Pedagógica/Propostas” Plano Anual 2
(ver Planos de Aula) de Atividades 1
(margem de
segurança)

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SUBTEMA A1 – As sociedades recoletoras e as primeiras


sociedades produtoras
Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– África, berço da Humanidade: a 1. Por que razão a África é considerada o berço da Humanidade?
evolução dos hominídeos. 2. De que forma evoluíram os hominídeos ao longo de milhões de anos?
– A economia de recoleção: a apanha 3. Em que consistia a sua alimentação?
e a caça; a importância da caça. 4. Qual a importância da caça para a vida dos hominídeos?

• Analisa frisos cronológicos para responder a questões acerca de diversas dimensões


da realidade humana.
• Localiza em diversas representações cartográficas as movimentações dos homi-
nídeos e o alargamento das áreas habitadas da Terra.
Desenvolvimento
• Interpreta fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender
de Capacidades
aspetos da sociedade recoletora.
• Aplica os conceitos: Paleolítico, Economia recoletora, Seminomadismo.
• Elabora respostas breves e textos de desenvolvimento para comunicar as suas ideias.
• Cria expressões artísticas (cartaz/jornal de parede) para retratar situações históricas.

Visionamento do video A.1 que problematiza a existência humana


(“Quem somos, de onde viemos, como evoluímos fisiológica e mentalmente”) e sensi-
Motivação
biliza os alunos para o estudo do tema através de uma panorâmica geral sobre a
“Longa aventura que começou em África”.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. Os antepassados do Homem surgiram 1. Situa, no espaço 1.1 Exploração do doc. 2 (p. 15) para contextualizar o ambie-
no leste e sudeste de África, onde se e no tempo, o nte natural em que se desenvolveu o processo de bipedia nos
adaptaram à vida da savana e experi- aparecimento dos primeiros hominídeos.
mentaram a bipedia. Tudo aconteceu há primeiros 1.2 Leitura e observação da rubrica “Sabias que…” (p. 14)
cerca de 3,3 milhões de anos. hominídeos. para os alunos compreenderem a expressão “África, berço da
Humanidade”.

2. A evolução fisiológica e mental dos 2. Distingue as 2.1 Análise do doc. 3 (p. 15) para localizar as principais eta-
hominídeos, ocorreu ao longo de principais etapas pas da hominização.
milhões de anos, passando pelas da hominização. 2.2 Exploração da secção “Grande plano sobre… A expansão
seguintes etapas fundamentais: Homo do Homo sapiens sapiens na Terra” (Manual, pp. 16/ 17) para
habilis, Homo erectus, Homo sapiens os alunos constatarem as migrações do Homo sapiens sapiens
(Neandertal), Homo sapiens sapiens. e o seu decisivo contributo para o alargamento das áreas
habitadas da Terra.

3. Ao longo do Paleolítico, os hominídeos 3. Descreve a 3.1 Leitura e observação da rubrica “Sabias que…” (p. 18)
viveram da apanha e, sobretudo, da alimentação do para os alunos conhecerem o tipo de alimentação dos Aus-
pesca e da caça. Os animais que ca- Homem do tralopitecos.
çavam, variaram consoante a zona geo- Paleolítico. 3.2 Leitura e análise do doc. 3 (p. 19) para os alunos perce-
gráfica e as oscilações climáticas da berem as alterações na alimentação durante a evolução dos
Terra. As deslocações a que a caça obri- hominídeos.
gava, fizeram com que os hominídeos
tivessem um tipo de vida seminómada.

4. A caça forneceu ao Homem do Paleo- 4. Explica a 4.1 Análise dos doc.s 2 e 4 (p. 19) para os alunos reconhe-
lítico importantes recursos para a ali- importância da cerem a importância da caça, a par da recoleção, no Paleo-
mentação, vestuário, construção de ten- caça no lítico.
das e cabanas. Contribuiu, ainda, para o Paleolítico.
fortalecimento das relações entre os
hominídeos, uma vez que, as grandes
caçadas desenvolveram o espírito de en-
treajuda.

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”;


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.os 1 e 2 (Caderno de Atividades).

36
GHistoria_27a44_GPROF 12/03/16 20:09 Page 37

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• Os antepassados do Homem surgiram no leste e sudeste de África.

• No processo de hominização, destacam-se as seguintes etapas: Homo


habilis, Homo erectus, Homo sapiens, Homo sapiens sapiens.

• Ao longo do Paleolítico, os hominídeos foram caçadores-recoletores


e evoluíram de uma vida nómada para seminómada.

• A caça era uma atividade muito importante, fornecendo aos hominídeos


vários recursos (alimentação, vestuário, instrumentos, tendas) e
ajudando-os a fortalecer relações.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação Interativa “ A evolução da espécie humana”
• Animação Interativa “As sociedades recoletoras”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: O bipedismo; Do bipedismo ao Homo sapiens; O Homem à
conquista do mundo
• “Notícias Ilustradas”: O Paleolítico no Algarve (20 000 a. C.)
• “Outros Recursos Didáticos”: Primeiras conquistas do Homem

Jogo Interativo :
• Jogo pinball “ A evolução da espécie humana”

Ficha de Aplicação (Caderno de Atividades):


• Guião de visionamento do filme “A Guerra do Fogo” (secção “Em Exibição”)

Trabalho Cooperativo:
• Elaboração de um cartaz/jornal de parede (trabalho de pares) sobre as principais
etapas da hominização
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade)


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 1/Nível 2 (exercícios 1 a 3.1).
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 1/Nível 3 (exercícios 1 a 2.1).

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SUBTEMA A1 – As sociedades recoletoras e as primeiras


sociedades produtoras
Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– O domínio da Natureza: o fabrico de ins- 1. Para que serviam os instrumentos criados pelos hominídeos?
trumentos; a produção do fogo. 2. Qual foi a importância do fogo para a vida dos nossos antepassados?
– A arte e a religião: as manifestações 3. Quais foram as manifestações artísticas e religiosas do Homo sapiens sapiens?
artísticas; as crenças religiosas. 4. Por que motivo pintava e esculpia?

• Analisa friso cronológico para situar indicadores significativos dos progressos rea-
lizados durante o Paleolítico.
• Interpreta fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender
Desenvolvimento aspetos da sociedade recoletora.
de Capacidades • Aplica os conceitos: Arte rupestre, Ritos mágicos.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves para comunicar as suas ideias.
• Utiliza expressões artísticas (B.D.; pintura mural) para comunicar conhecimentos/
informações.

Recuperação de alguns excertos da Animação Interativa “As sociedades recoletoras”


. Ao clicar nos diferentes elementos da ilustração, sobre o quotidiano
Motivação da sociedade recoletora, poder-se-á proceder ao feed-back da aula anterior (caça e
recoleção) e iniciar conteúdos relacionados com instrumentos, crenças e manifes-
tações artísticas do Paleolítico.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. Os hominídeos fizeram instrumentos de 1. Refere a utilidade 1.1 Observação do doc. 2 (p. 21) para os alunos conhecerem
pedra, osso e madeira. O formato dos in- dos instrumentos a variedade de instrumentos fabricados e a sua importância
strumentos e as técnicas utilizadas na inventados pelo para a sobrevivência do Homem.
sua produção foram evoluindo, tornando- Homem do 1.2 Leitura do doc. 3 (p. 21) para identificação dos materiais
-se cada vez mais eficazes. Paleolítico. utilizados no fabrico dos instrumentos.

2. O Homem do Paleolítico, inicialmente, 2. Enumera as 2.1 Observação do doc. 4 (p. 21) para os alunos perceberem
utilizava o fogo de origem natural. De- vantagens/ as vantagens ou utilidade do fogo na melhoria das condições
pois, passou a produzi-lo e a utilizá-lo /utilidade do de vida dos antigos hominídeos (desde o Homo erectus).
quando precisava. Essa descoberta al- domínio do fogo.
terou profundamente a vida do Homem
(alimentação, fabrico de instrumentos,
segurança, vida em grupo).

3. O Homo sapiens sapiens deixou-nos ex- 3. Distingue os 3.1 Observação e análise dos docs. 2 e 3 (p. 23) para os
pressivas obras de arte (pinturas, gra- diferentes tipos alunos distinguirem diferentes manifestações artísticas do
vuras, estatuetas e pequenas peças de de manifestações Paleolítico (pintura, gravura, escultura; arte rupestre, arte
osso e marfim decoradas). artísticas e móvel).
Desde o Homo Sapiens (de Neandertal), religiosas do 3.2 Observação e análise do doc. 4 (p. 23) para os alunos
que o Homem presta culto aos mortos, Homem do compreenderem os rituais associados aos enterramentos.
pintando os corpos e enterrando-os com Paleolítico.
adornos e restos de comida.

4. Desconhece-se a verdadeira intenção ou 4. Explica as 4.1 Leitura e análise da rubrica “Sabias que…” (p. 22) para se
significado da arte paleolítica. Possivel- criações debater sobre a hipótese dos primeiros hominídeos acredi-
mente, as manifestações artísticas es- artísticas do tarem na vida do Além (objetos colocados juntos dos mortos).
tavam relacionadas com práticas mágico- Homo sapiens 4.2 Visionamento do video “As representações de ani-
-religiosas. sapiens. mais na arte do paleolítico” para sublinhar o
tema central da arte dos grandes caçadores.

– Realização da atividade Drag and drop da animação “As sociedades recoletoras”.


Avaliação – Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.
– Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução das Fichas de Trabalho n.os 3 e 4 (Caderno de Atividades).

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GHistoria_27a44_GPROF 12/03/16 20:09 Page 39

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• Os hominídeos criaram diversos instrumentos (de pedra, osso, marfim e outros


materiais) para a sua luta pela sobrevivência (em particular, para a caça e a pesca).

• A descoberta do fogo alterou a vida do Homem em vários domínios: alimentação,


fabrico de instrumentos, segurança e vida em grupo.

• O Homo sapiens sapiens deixou-nos pinturas, gravuras, estatuetas, etc. O culto aos
mortos era já praticado pelo Homo sapiens.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Powerpoint A.2/ temático: “A Arte no Paleolítico”
• Video “Gravuras e pinturas rupestres na Pré-História”
• Video “Arte rupestre no Vale do Coa”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: A linguagem; Materiais utilizados pelo Homem primitivo; A produção do
fogo e o domínio da natureza; O significado da arte rupestre; Pinturas nas paredes das cavernas
• “Notícias Ilustradas”: O Paleolítico no Algarve (2.a parte do texto/”notícia”)
• “Outros Recursos Didáticos”: A arte dos caçadores do Paleolítico (esquema)

Jogo Educativo (Caderno “Intervalo”):


• Jogo n.o 1 (1.a parte)

Jogo Interativo :
• Crucigrama “As sociedades recoletoras”

Ficha de Aplicação (Caderno de Atividades):


• Guião de descoberta do património cultural “À Descoberta de… Testemunhos da arte pré-histórica
em Portugal”

Trabalho Cooperativo:
• Realização de uma banda desenhada sobre “As vantagens do fogo” (trabalho de pares)
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 1/Nível 2 (exercícios 3.1 a 4)
» Teste Interativo (aluno) “As sociedades recoletoras”

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SUBTEMA A1 – As sociedades recoletoras e as primeiras


sociedades produtoras
Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– As primeiras sociedades produtoras: o 1. Como se deu a invenção da agricultura e da criação de gado?
nascimento da agricultura e da criação 2. Em que consiste a economia de produção?
de gado; a economia de produção. 3. Como eram as primeiras aldeias?
– A formação de aldeamentos: as 4. O que levou à diferenciação social nas aldeias neolíticas?
primeiras aldeias; a diferenciação social.

• Analisa friso cronológico para situar o Neolítico no período da Pré-História.


• Localiza em diversas representações cartográficas regiões onde ocorreu a “re-
volução neolítica”.
• Interpreta diversos tipos de documentos para compreender aspetos da economia
Desenvolvimento de produção.
de Capacidades • Aplica os conceitos: Agricultura, Pecuária, Sedentarização, Revolução Neolítica.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.
• Utiliza expressões artísticas (dramatização) para comunicar as suas ideias/ conhe-
cimentos sobre o assunto em estudo.

Exploração pedagógico-didática da secção do “Grande plano sobre… uma aldeia neo-


Motivação lítica” (Manual, pp. 28/29) para ilustração e apoio ao estudo do novo modo de vida
das primeiras sociedades produtoras.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. A agricultura, nasceu cerca de 10 000 1. Situa, no espaço e 1.1 Observação e análise do doc. 2 (p. 25) para a localização
a. C., em diferentes regiões da Terra no tempo, o início espácio-temporal da invenção da agricultura e da domesti-
(Próximo Oriente, Índia, China, América). da agricultura e cação de animais.
O Homem aprendeu, também, a domes- da domesticação 1.2 Leitura e análise do doc. 4 (p. 25) para os alunos perce-
ticar os animais que o ajudavam nas suas de animais. berem como se deu a lenta passagem do modo de vida do Pa-
tarefas e lhe forneciam alimentos e leolítico para o do Neolítico.
vários produtos.

2. A prática da agricultura e a criação de 2. Define economia 2.1 Análise do doc. 3 (p. 25) para se identificar as principais
gado obrigaram o Homem a fixar-se no de produção. atividades do Neolítico (agricultura e domesticação de ani-
mesmo lugar (sedentarização). Por mais).
outro lado, estas atividades levaram ao 2.2 Observação do doc. 1 (p. 24) a fim dos alunos con-
aparecimento de novos instrumentos hecerem utensílios criados no Neolítico, em apoio às novas
(ex.: foice e enxada), novas técnicas (ex.: atividades.
cerâmica, tecelagem) e novos produtos
alimentares (ex.: pão, leite, azeite, vinho).

3. No Neolítico, o Homem construiu casas 3. Relaciona a 3.1 Análise do doc. 2 (p. 27) para os alunos conhecerem a di-
permanentes, junto dos campos e dos descoberta da versidade de aldeamentos neolíticos (modelo de aldeias, ma-
animais que criava. Com o decorrer dos agricultura com teriais utilizados, etc.).
tempos, formaram-se aldeias, que a formação dos 3.2 Diálogo horizontal (entre os alunos) sobre as exigências
foram crescendo com o aumento da aldeamentos. de um novo modo de vida (fixação do Homem/atividades de
população e a abundância de alimentos. produção).

4. Nas comunidades agrícolas as tarefas 4. Explica a 4.1 Leitura e análise do doc. 4 (p. 27) para os alunos enten-
eram divididas. As mulheres dedicavam- diferenciação derem a divisão de tarefas nas comunidades agrícolas.
-se às atividades artesanais, domésticas social surgida 4.2 Análise do doc. 4 (p. 27) para se destacar o papel/ im-
e a algumas tarefas agrícolas, enquanto durante o portância dos guerreiros e sacerdotes nas sociedades neolíti-
os homens estavam ligados à criação de Neolítico. cas.
gado e defesa do aldeamento. Com a 4.3 Exploração pedagógico-didática da secção “Grande plano
criação de excedentes agrícolas e arte- sobre… Uma aldeia neolítica” (Manual, pp.28/29) no sentido
sanais, os grupos sociais vão-se forman- de recriar o ambiente/vivência desse período da história da
do, destacando-se os guerreiros e os Humanidade.
sacerdotes.

Avaliação – Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.


– Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 5 (Caderno de Atividades).


– Resolução da Ficha de Trabalho n.o 6 (Caderno de Atividades).

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• A agricultura e a pecuária surgiram no Neolítico, fazendo com que o Homem pas-


sasse de recoletor a produtor.

• A agricultura e a criação de gado obrigaram o Homem a fixar-se no mesmo lugar


(sedentarização). Desenvolveram-se novos instrumentos, novas técnicas e produ-
ziram-se novos alimentos.

• No Neolítico, devido ao modo de vida sedentário, formaram-se aldeias, cujo cres-


cimento se deu à medida que a população e os alimentos aumentaram. Com a se-
dentarização, surgiu a diferenciação social.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação Interativa “As primeiras sociedades produtoras”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: A agricultura; As primeiras aldeias; Marcas da revolução neolítica;
As origens da agricultura e da domesticação de animais; As aldeias neolíticas
• “Outros Recursos Didáticos”: O Homem torna-se produtor (esquema)

Guia do Professor
• “Cenas do Quotidiano/Dramatizações”: Viagem à Pré-História

Ficha de Aplicação (Caderno de Atividades):


• “À Conversa com… Otzi, o Homem do Gelo”

Trabalho Cooperativo:
• Elaboração (trabalho de pares) de um texto dramatizado: diálogo, breve, entre um caçador do
Paleolítico e um agricultor do Neolítico, a propósito dos seus distintos modos de vida.
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 1/Nível 2 (exercício 5)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 1/Nível 3 (exercício 5)

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SUBTEMA A1 – As sociedades recoletoras e as primeiras


sociedades produtoras
Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– Cultos agrários; Novas formas de Arte: 1. Que novo tipo de divindades surgiu no Neolítico?
os deuses do Neolítico; as construções 2. Por que razão o Homem construiu grandiosos monumentos de pedra?
megalíticas.
– Revisões.

• Analisa documentos com estatutos diferentes e linguagens diversas para com-


Desenvolvimento preender aspetos da sociedade recoletora.
de Capacidades • Aplica os conceitos: Megalitismo, Deusa-mãe.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves para comunicar as suas ideias.

Visionamento do video “Stonehenge” para os alunos situarem o mais


mediático monumento megalítico da Europa na época em estudo, motivando-
Motivação
-os para o desenvolvimento dos conteúdos relacionados com o tipo de religiosidade
(ligada às forças da Natureza) e construções religiosas (megalitismo).

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. No Neolítico, o Homem prestava culto às 1. Identifica os 1.1 Observação do doc. 2 (p. 31) para levar os alunos a iden-
forças da Natureza e a alguns animais. deuses do tificar a “deusa-mãe” com a fertilidade da mulher e da Terra.
A deusa-mãe, símbolo da fertilidade, foi Neolítico. 1.2 Breve referência a outras divindades adoradas pelo
uma das divindades mais adoradas. Homem do Neolítico.

2. As construções megalíticas (menires, ali- 2. Explica a 2.1 Leitura da rubrica “Sabias que…” (p. 30) e exploração dos
nhamentos, cromeleques, dólmenes ou construção de docs. 3 e 4 (p. 31) para a identificação dos vários tipos de
antas) são a principal manifestação monumentos construções megalíticas.
artística do Neolítico. Desconhece-se, megalíticos. 2.2 Leitura e análise do doc. 5 (p. 31) para se verificar a di-
com rigor, o seu significado (com ex- versidade de interpretação dos monumentos megalíticos.
ceção das antas/ sepulturas coletivas),
embora se julgue que os outros monu-
mentos tenham um carácter religioso
(culto da natureza, dos antepassados,
deusa-mãe).

(Abordagem sucinta dos conteúdos essen- – Levantamento de questões e esclarecimentos de dúvidas dos alunos a partir da
ciais do subtema). leitura (em voz alta) do quadro-síntese e/ou esquema-síntese (Manual, pp. 32e 33).

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos
alunos.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 7 (Caderno de Atividades).

42
GHistoria_27a44_GPROF 12/03/16 20:09 Page 43

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• No Neolítico, o Homem prestava culto às forças da Natureza, a animais e à deusa-mãe


(Terra).

• As construções megalíticas (menires, alinhamentos, cromeleques, dólmenes ou antas)


foram obras coletivas, que exigiram muitos conhecimentos técnicos. De todos os monumen-

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação Interativa “3D Stonehenge”
• Powerpoint A.1/Síntese
Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: Os megálitos, um mundo misterioso
• “Notícias Ilustradas”: O cromeleque dos Almendres, Évora (c. 5000 a. C.)
Guia do Professor
• “Cenas do Quotidiano”: Viagem à Pré-História
Jogos Educativo (Caderno “Intervalo”):
• Jogo n.o 2
Jogos Interativos :
• Jogo de escolha múltipla: “Eu sei! As sociedades recoletoras e as primeiras sociedades produtoras”
• Sopa de letras: “As primeiras sociedades produtoras”
Ficha de Aplicação (Caderno de Atividades):
• Ficha de leitura/interpretação “Aconteceu… O cromeleque de Stnonehenge”.
• Guião de visita de estudo “À Descoberta de … A Citânia de Briteiros”.
Trabalho Cooperativo:
• Pesquisa e realização de um cartaz/ jornal de parede (trabalho de grupo) sobre: “Vestígios dos
mais antigos habitantes na minha região”

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 1/Nível 2 (exercício 6)
ASA • Páginas da História

» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 1/Nível 3 (exercício 6)


» Teste Interativo (professor) “A1. Sociedades Recoletoras e as Primeiras Sociedades Produtoras”

» Teste Interativo (aluno) “As Sociedades Produtoras”

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GHistoria_27a44_GPROF 12/03/16 20:09 Page 44

SUBTEMA A2 – As primeiras civilizações


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– A revolução urbana - a passagem da 1. Que fatores determinaram a passagem da aldeia à cidade?
aldeia à cidade: o desenvolvimento da 2. Como se caracterizava a nova sociedade urbana?
economia e os progressos técnicos; uma 3. Onde se situa o Egito?
sociedade hierarquizada e estratificada. 4. Por que razão o Egito é um “dom do Nilo”?
– O Egito – a grande civilização do Nilo:
situação geográfica; o Egito, um “dom do
Nilo”.

• Analisa frisos cronológicos para responder a questões acerca das primeiras civi-
lizações.
• Localiza os territórios e as movimentações dos povos.
• Interpreta fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender
Desenvolvimento
aspetos da sociedade egípcia.
de Capacidades
• Aplica os conceitos: acumulação de excedentes, sociedade estratificada.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.
• Utiliza expressão artística (literária) para comunicar conhecimentos/informações.

Visionamento do video A.2/Motivação para sensibilizar os alunos


Motivação para o estudo do tema e focalizar aspetos relevantes sobre “Egito – a grande civi-
lização do Nilo”

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. Cerca de 4 000 a. C., deu-se a passagem 1. Identifica os 1.1 Leitura da barra cronológica (p. 36) para os alunos situa-
da aldeia à cidade, em áreas próximas progressos/ rem no tempo as primeiras civilizações.
dos grandes rios: Nilo (Egito), Tigre e Eu- /inovações que 1.2 Observação e análise do mapa (doc. 2, p. 39) para a lo-
frates (Suméria), Indo (Índia) e rio contribuíram para calização, no espaço, das civilizações dos grandes rios.
Amarelo (China). Para esta transfor- a passagem da 1.3 Referência, com base no doc. 3 (p. 39), às condições na-
mação, contribuíram grandes progressos aldeia à cidade. turais favoráveis à criação das primeiras civilizações.
técnicos e o desenvolvimento da econo- 1.4 Exploração dos docs. 1 (p. 38) e 5 (p.39) para os alunos
mia. identificarem inovações fundamentais à passagem da aldeia
a cidade.

2. A nova sociedade urbana é hierar- 2. Caracteriza a 2.1 Exposição, com recurso ao método dedutivo, para identi-
quizada e estratificada. Cada estrato so- nova sociedade ficar os grupos produtores e não-produtores das primeiras
cial, conforme a sua riqueza e prestígio, urbana. civilizações.
tinha uma função específica e ocupava 2.2 Observação e análise do doc. 4 (p. 39), para evidenciar o
uma determinada posição na sociedade. papel dos escribas nessas sociedades.

3. O Egito situa-se no nordeste de África e 3. Localiza, 3.1 Observação e análise do doc. 4 (p. 41) para localizar o
tem como limites o mar Mediterrâneo (a geograficamente, Egito, descrevendo o ambiente geográfico do seu território.
Norte), o deserto da Núbia (a Sul), o de- o Egito.
serto da Arábia e o mar Vermelho (a
Leste) e o deserto da Líbia (a Oeste).

4. A agricultura era a principal atividade 4. Explica a 4.1 Exploração dos doc.s 2, 4 e 5 (p. 41) para se destacar as
económica do Egito, que dependia das importância do atividades económicas no Egito Antigo.
cheias regulares do Nilo. Este rio era, Nilo na vida do 4.2 Leitura e análise dos doc.s 1 e 3 (p. 41) para os alunos
ainda, uma importante via de comuni- Egito. compreenderem a importância das cheias do Nilo na vida do
cação por onde circulavam produtos da povo egípcio.
economia egípcia (agricultura, arte-
sanato).

Avaliação – Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.- Observação direta focada na
qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução das Fichas de Trabalho n.os 8 e 9 (Caderno de Atividades).

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GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 45

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• As primeiras civilizações (Egito, Suméria, Índia, China) nasceram junto a grandes rios.

• A nova sociedade urbana é hierarquizada e estratificada.

• O Egito situa-se a nordeste de África.

• A agricultura, que dependia das cheias regulares do Nilo, era a principal atividade
económica do Egito.

• O Nilo era considerado um “dom do Nilo” pois, sem o rio, o Egito seria um deserto.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação “3D – O zigurate de Ur”
• Animação Interativa “O Egito Antigo: condições naturais e atividades económicas”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: A revolução urbana: características das mais antigas cidades; Fome e
miséria sem as cheias do Nilo; As cheias do Nilo
• “Notícias Ilustradas”: Inaugurado o primeiro canal do Nilo (c. 2300 a. C.)
• “Outros Recursos Didáticos”: Revolução urbana (esquema)

Trabalho Cooperativo:
• Redação, em trabalho de pares, de um texto (3 linhas) com base em “Hino ao Nilo, um cântico de
alegria e fé” (doc. 3, p. 41, Manual).

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


ASA • Páginas da História

» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.


» Teste Interativo (aluno) “A revolução urbana – da aldeia à cidade”
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 2/Nível 2 (exercícios 1 a 2.1)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 2/Nível 3 (1 a 2.1)

45
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 46

SUBTEMA A2 – As primeiras civilizações


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– A sociedade egípcia: a organização social; 1. Como estava organizada a sociedade egípcia?
uma sociedade hierarquizada. 2. Por que razão a sociedade egípcia era hierarquizada?

• Interpreta fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender


aspetos da sociedade egípcia.
Desenvolvimento
• Aplica os conceitos: sociedade hierarquizada, poder sacralizado.
de Capacidades
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Projeção da Animação Interativa “A sociedade egípcia” que permite


Motivação explorar os diferentes estratos, acedendo-se a imagens, vídeos e áudio, sobre as res-
petivas camadas sociais.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. A sociedade egípcia era formada por es- 1. Identifica os 1.1 Exploração dos docs. 2 a 5 (p. 43) para os alunos identi-
tratos sociais diversos: faraó, sacerdotes, estratos sociais ficarem diversos estratos da sociedade egípcia.
nobres e altos funcionários, escribas, da sociedade 1.2 Análise das legendas internas do doc.2 para se destacar
artesãos, camponeses e escravos. egípcia. os símbolos de poder e autoridade do faraó.

2. Na sociedade egípcia, os estratos supe- 2. Distingue os 2.1 Observação e análise dos docs. 4, 5 e 6 (p. 43) a fim dos
riores eram privilegiados. A maior parte diferentes alunos diferenciarem o papel dos vários estratos sociais egíp-
da população, no entanto, tinha uma vida estratos sociais cios.
dura. do Egito Antigo. 2.2 Leitura e análise do doc. 6 (p. 43), no sentido dos alunos
identificarem as difíceis condições de vida a que estavam su-
jeitos os camponeses e artesãos.
2.3 Leitura e análise da rubrica “Sabias que…” (p. 42) no sen-
tido dos alunos conhecerem o lugar que a mulher ocupava
na sociedade do Egito Antigo.

– Resolução das atividades Drag and drop da Animação Interativa “A sociedade egíp-
cia”
– Leitura comentada, através do diálogo horizontal e vertical, da dupla página
Avaliação “Grande plano sobre…A vida no Egito Antigo ”(Manual, pp.44/45). Proposta de um
texto, nos últimos 15 minutos da aula, sobre “Cenas da vida numa aldeia egípcia”
(1.a parte da turma) ou “Cenas da vida numa cidade egípcia” (2.a parte da turma).
Leitura de 2 ou 3 trabalhos (de pares) nos últimos 5 minutos da aula.

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”;


T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 10 (Caderno de Atividades).

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• A sociedade egípcia era formada por vários estratos sociais (faraó, sacerdotes, no-
bres, escribas, artesãos, camponeses e escravos).

• Existiam estratos sociais, que tinham privilégios (sacerdotes, altos funcionários).


Porém, a maior parte da população, tinha uma vida dura (artesãos, camponeses).

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Powerpoint A.2/ Síntese (slides 7 e 8)

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: Ser escriba
• “Notícias Ilustradas”: Nefertiti, a rainha do Egito (1362 a. C.)

Ficha de Aplicação (Caderno de Atividades):


• “Quem foi… Tutankamon?”

Trabalho Cooperativo:
• Redação de duas frases (trabalho de pares), após o tratamento dos 1.o e 2.o “Indicadores de
Aprendizagem”, que sintetizem os conteúdos abordados.

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 2/Nível 2 (exercícios 3 e 4)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 2/Nível 3 (exercícios 3 e 4)
ASA • Páginas da História

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GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 48

SUBTEMA A2 – As primeiras civilizações


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– Religião e poder sacralizado: uma religião 1. Que deuses eram adorados pelos egípcios?
politeísta; o culto dos mortos. 2. O que era o culto dos mortos?
– As letras e as ciências dos Egípcios: as 3. Como se caracteriza a antiga escrita egípcia?
produções literárias; as produções cien- 4. Em que consistiram os seus contributos para as letras e para as ciências?
tíficas.

• Analisa fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender


aspetos da sociedade egípcia.
Desenvolvimento • Aplica os conceitos: mumificação, escrita cuneiforme, escrita hieroglífica.
de Capacidades • Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves para comunicar as suas ideias.
• Cria expressões artísticas (cartaz/jornal de parede) para retratar situações
históricas.

Exploração pedagógico-didática da secção “Grande plano sobre… Rumo à vida no


Motivação Além” (Manual, pp. 48,49) como sensibilização ao estudo do tema (enfoque nos as-
petos mais marcantes da crença religiosa egípcia).

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. Os Egípcios eram politeístas. Os seus 1. Caracteriza a 1.1 Análise do doc. 2 (p. 47) para os alunos verificarem a
deuses tinham várias formas (humana, religião egípcia. crença em vários deuses e as formas como essas divindades
animal, mista) e representavam as poderiam ser representadas, sublinhando-se a divinização do
forças da Natureza e as qualidades hu- Faraó.
manas. O faraó era considerado um
Deus na Terra. No reinado de Amenófis
IV, implantou-se o monoteísmo, mas por
pouco tempo.

2. Após a morte, a alma do defunto com- 2. Descreve o culto 2.1 Exploração dos docs. 3 e 4 (p. 47) para os alunos com-
parecia perante o tribunal de Osíris para dos mortos. preenderem o significado do culto dos mortos no Egito Antigo
ser julgada. Para que fosse possível a (a crença na vida no Além).
vida eterna era preciso preservar o 2.2 Leitura e observação da rubrica “Sabias que…” para com-
corpo, que era por isso embalsamado. plementar a informação sobre as práticas de enterramento
Com a mesma finalidade, construíram- do Faraó.
-se túmulos que pretendiam ser eternos.

3. Os Egípcios criaram uma escrita original 3. Identifica os 3.1 Leitura e observação da rubrica “Sabias que…” (p. 50)
– a hieroglífica, que usaram em pinturas tipos de escrita para os alunos conhecerem a escrita mais característica da
e inscrições. No entanto, também desen- no civilização egípcia – escrita hieroglífica.
volveram outras escritas como a hie- Egito Antigo. 3.2 Exposição breve sobre algumas produções literárias.
rática e a demótica, utilizadas sobre pa-
piro. Cultivaram géneros literários como
a poesia lírica, contos, sátiras e deixa-
ram-nos muitos textos religiosos.

4. As necessidades do dia a dia, como a 4. Refere áreas do 4.1 Observação atenta dos docs. 2 a 5 (p. 51) para se
rentabilização das águas do Nilo, as saber egípcio. destacar a Matemática e a Medicina como importantes áreas
práticas de mumificação, etc., levaram do saber egípcio.
ao desenvolvimento de várias áreas do 4.2 Referência, breve, à Astronomia.
saber, como a matemática, a astronomia
e a medicina.

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução das Fichas de Trabalho n.os 11 e 12 (Caderno de Atividades).

48
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 49

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• Os Egípcios adoravam vários deuses, que podiam ter forma humana, animal ou
mista.

• Os Egípcios acreditavam na vida além morte, pelo que embalsamavam os corpos


e construíam grandiosos túmulos.

• Inventaram uma escrita original – a escrita hieroglífica, usada em inscrições sobre


pedra e pinturas e criaram obras literárias de diversos tipos (poesia, contos, textos
religiosos).

• Desenvolveram, também, outras áreas do saber, como a matemática, a astronomia


e a medicina.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Powerpoint A.2/Temático: “Religião egípcia”
• Animação Interativa “A religião egípcia”
• Animação “3D – O sarcófago”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: O livro dos mortos, guia para a alma no julgamento do tribunal de Osíris;
A mumificação

Jogos Interativos :
• Puzzle: Deuses egípcios

Trabalho Cooperativo:
• Criação (trabalho de pares) de um cartaz/ jornal de parede sobre “O culto dos mortos na religião
egípcia”.
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 2/Nível 2 (exercícios 5 a 7)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 2/Nível 3 (exercícios 5 a 6)

49
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 50

SUBTEMA A2 – As primeiras civilizações


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– As manifestações artísticas: a arquite- 1. Como se caracteriza a arquitetura egípcia?
tura; a escultura e a pintura. 2. Qual era a função da escultura e da pintura?
– Revisões.

• Interpreta fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender


aspetos da arte egípcia.
• Elabora sínteses sobre os acontecimentos, processos e períodos da sociedade em
Desenvolvimento estudo.
de Capacidades • Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves para comunicar as suas ideias.
• Utiliza expressão artística (plástica) para comunicar conhecimentos/informações.
• Cria expressões artísticas (cartaz/ jornal de parede) para retratar situações histó-
ricas.

Projeção do video “A construção das pirâmides de Gizé” para sensibi-


Motivação lizar os alunos para o assunto da aula (destaque para a monumentalidade das con-
struções egípcias e relação arte/religião).

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. Os Egípcios acreditavam na vida além 1. Caracteriza a ar- 1.1 Observação atenta dos docs. 1, 2 e 3 (pp. 52/53) para os
morte; para preservar o corpo dos faraós quitetura egípcia. alunos notarem a grandiosidade da arquitetura egípcia e o
e membros poderosos da sociedade egíp- seu carácter religioso.
cia, construíram grandiosos túmulos – 1.2 Aplicação da tarefa da secção “Aconteceu… Pirâmides de
mastabas, pirâmides, hipogeus. A sua re- Gizé (Caderno de Atividades).
ligiosidade levou-os também a construir
templos como os de Luxor e Karnak.

2. A escultura e a pintura estavam, igual- 2. Mostra como a 2.1 Análise do doc. 4 (p. 53) para se identificar característi-
mente, ao serviço da religião. Eram uti- pintura e a cas da pintura egípcia.
lizadas em templos e túmulos, onde se escultura 2.2 Observação do doc. 3 (p. 53) para os alunos constatarem
reproduziam cenas religiosas e da vida estavam ao a monumentalidade e a religiosidade patentes na escultura
quotidiana. Os Egípcios também serviço da do Egito Antigo.
mostraram a sua capacidade artística religião.
na ourivesaria, cerâmica, vidro e no mo-
biliário.

(Abordagem sucinta dos conteúdos essen- Levantamento de questões e esclarecimento de dúvidas a partir da leitura (em voz
ciais do subtema). alta) do “Esquema-resumo” (Manual, p. 59) para consolidação dos conhecimentos
referentes à civilização egípcia.

– Resolução da Ficha de Trabalho n.º 13 (Caderno de Atividades).


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.

50
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 51

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• Os Egípcios acreditavam na vida além morte e, por isso, mumificavam os corpos e


construíram grandiosos túmulos (mastabas, pirâmides, hipogeus).

• A escultura e a pintura estavam, também, muito marcadas pela religião.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação “3D – As pirâmides de Gizé”
• Powerpoint A.2/Síntese (slides 1 a 15)

Recursos Escritos :
• “Notícias Ilustradas”: Gizé, a terra de gigantescas pirâmides (2530 a. C.)

Trabalho Cooperativo:
• Construção de um túmulo egípcio (pirâmide) com materiais reciclados.
• Construção de um cartaz/ jornal de parede sobre “Túmulos e templos do Egito Antigo”.

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Teste Interativo (Aluno) “O Egito, a grande civilização”
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 2/Nível 2 (exercício 7)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 2/Nível 3 (exercício 7)
ASA • Páginas da História

51
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 52

SUBTEMA B1 – Os Gregos no século V a. C.


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– Novos contributos civilizacionais no 1. Que problemas os Hebreus enfrentaram até se fixarem na Terra Prometida?
Mediterrâneo Oriental: a religião mono- 2. Qual foi o seu principal contributo civilizacional?
teísta dos Hebreus; o contributo dos Fení- 3. Por que motivos os Fenícios se tornaram marinheiros e comerciantes?
cios – a escrita fenícia. 4. O que os levou a criar a escrita alfabética?

• Analisa tabelas/frisos cronológicos das etapas históricas dos povos Hebraico e


Fenício.
• Localiza os territórios e as movimentações destes povos do Mediterrâneo Oriental.
• Interpreta fontes diversificadas para inferir leituras historicamente válidas e
Desenvolvimento abrangentes sobre o passado.
de Capacidades • Aplica os conceitos: monoteísmo, escrita alfabética.
• Elabora, por escrito e oralmente, perguntas e respostas breves para comunicar as
suas ideias.
• Utiliza expressões artísticas (dramatização) para comunicar as suas ideias/ conhe-
cimentos sobre o assunto em estudo.

Exploração pedagógico-didática das Animações Interativas respeitantes aos povos He-


Motivação braico e Fenício focando, em particular, os seus contributos civiliza-
cionais.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. Os Hebreus era um povo nómada, ori- 1. Descreve as 1.1 Observação e análise do doc. 2 (p. 55) para os alunos situ-
ginário da Mesopotâmia. Segundo a movimentações arem as movimentações dos Hebreus no Próximo-Oriente.
tradição, no séc. XIX a. C., guiados por dos Hebreus até 1.2 Breve referência explicativa das migrações hebraicas.
Abraão, dirigiram-se para a Palestina. No à formação do
séc. XVIII a. C., pressionados por uma reino de Israel,
grande fome, procuraram no Egito um no séc. XI a. C.
refúgio mas, após várias perseguições,
regressam à Terra Prometida e fundam
o reino de Israel (séc. XI a. C.).

2. Os Hebreus eram monoteístas, acredi- 2. Indica o principal 2.1 Leitura da rubrica “Sabias que…” (p. 54) para abordagem
tando num único Deus universal, om- contributo dos da Bíblia dos Hebreus.
nipresente e irrepresentável. O seu livro Hebreus para a 2.2 Leitura do doc. 3 (p. 55) para os alunos conhecerem os
sagrado era a Bíblia. civilização “Dez Mandamentos” e compreenderem o monoteísmo he-
ocidental. braico.

3. A Fenícia situa-se no Mediterrâneo Orien- 3. Relaciona as 3.1 Observação e análise do doc. 2 (p. 57) para os alunos lo-
tal. As suas características geográficas características calizarem, espacialmente, a Fenícia e a sua área de expansão
favoreceram a formação de cidades-es- naturais da comercial e colonial.
tado independentes e a escassez de re- Fenícia com as 3.2 Leitura e análise dos docs. 2 e 3 (p. 57) para destacar os
cursos naturais levou os Fenícios a suas principais produtos/mercadorias comercializados pelos Fenícios.
desenvolver atividades mercantis e marí- atividades 3.3 Leitura das legendas internas do doc. 4 (p. 57) para in-
timas. económicas. centivar o diálogo horizontal sobre a vida comercial e marí-
tima do povo fenício.

4. Os Fenícios sentiram necessidade de 4. Explica a criação 4. Leitura e observação da rubrica “Sabias que…” (p. 56) para
criar um sistema de escrita simples e da escrita os alunos constatarem a simplicidade do alfabeto fenício
rápido para facilitar as operações comer- alfabética fenícia. (versus hieróglifos egípcios) e compreenderem a importância
ciais – o alfabeto. da sua criação.

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”;


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 14 (Caderno de Atividades).

52
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 53

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):


• Os Hebreus, originalmente uma tribo de pastores nómadas, estabeleceram-se na Palestina,
no século XIII a. C., depois de terem saído do Egito.
• Criaram uma religião monoteísta. O seu livro sagrado era a Bíblia.
• A Fenícia situava-se no Mediterrâneo Oriental. O seu solo era pobre e acidentado. Por essa
razão, tornaram-se marinheiros e comerciantes.
• Para facilitar as operações comerciais criaram um sistema de escrita simples e rápido – o alfabeto.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Atividades de escolha múltipla da Animação Interativa “Novos contributos civilizacionais no Me-
diterrâneo Oriental: Os Hebreus”
• Atividades de escolha múltipla da Animação Interativa “Novos contributos civilizacionais no Me-
diterrâneo Oriental: Os Fenícios”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: Israel, o povo eleito do deus único; Tiro, uma cidade-estado fenícia
• “Notícias Ilustradas”: A passagem do Mar Vermelho pelos Hebreus (Abril de 1212 a. C.); Os Fe-
nícios na Península Ibérica (710 a. C.)

Guia do Professor:
• “Cenas do Quotidiano/Dramatizações”: Conversa no porto fenício de Tiro

Ficha de Aplicação (Caderno de Atividades):


• Guião do filme “Os Dez Mandamentos” (secção “Em Exibição”).

Jogos Interativos :
• Jogo de escolha múltipla: “Eu sei! As primeiras civilizações”
• Crucigrama: “Os Hebreus”
• Sopa de Letras: “Os Fenícios”

Trabalho Cooperativo:
• Criação de um texto (c. 5 linhas) de apoio à ilustração “Porto fenício” (doc. 5/p. 57) com base na
dramatização “Conversa no porto fenício de Tiro” (Guia do Professor).

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
ASA • Páginas da História

» Teste Interativo (Professor) “Contributo das primeiras civilizações”


» Teste Interativo (Aluno) “Novos contributos civilizacionais no Mediterrâneo Oriental”
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 3/Nível 2;
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 3/Nível 3;

53
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 54

SUBTEMA B1 – Os Gregos no século V a. C.


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– O mundo helénico no século V a. C.: con- 1. Quais são as características geográficas da Grécia?
dições geográficas; as cidades-estado. 2. De que forma a geografia levou à formação de cidades-estado?
– Atenas: economia e sociedade; os recur- 3. De que recursos dispunha Atenas no século V a. C.?
sos naturais e o comércio marítimo; a so- 4. Como era formada a sociedade ateniense?
ciedade ateniense.

• Analisa friso cronológico para responder a questões acerca da Grécia Antiga.


• Localiza em diversas representações cartográficas os territórios e as movimen-
tações dos Gregos.
• Analisa fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender
Desenvolvimento aspetos da cultura grega.
de Capacidades • Aplica os conceitos: cidade-estado, ágora, acrópole.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar ideias.
• Cria expressões artísticas (cartaz/jornal de parede) para retratar situações his-
tóricas.

Visionamento do video B.1/Motivação para enquadramento da civi-


Motivação
lização grega no séc. V a. C, com enfoque no legado deixado à Humanidade.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. A Grécia Antiga tinha um território mais 1. Caracteriza 1.1 Análise dos mapas (pp. 62/63) para localização espacial
extenso do que hoje. Era constituído pelo geograficamente do território grego no século V a. C.
território continental, por numerosas o território grego. 1.2 Observação do doc. 2 (p. 65) para os alunos visualizarem
ilhas e por uma faixa costeira na Ásia a típica paisagem grega, que determinou a criação das pólis.
Menor e, ainda, por colónias espalhadas
pelos mares Mediterrâneo e Negro. O
seu solo é predominantemente monta-
nhoso e o litoral muito recortado.

2. Os condicionalismos geográficos do ter- 2. Relaciona as 2.1 Leitura e análise do doc. 3 (p. 65) para os alunos com-
ritório grego provocaram o isolamento condições preenderem a autonomia das cidades-estado.
das populações, o que conduziu à for- geográficas da 2.2 Observação do doc. 4 (p. 65) para se identificar a acró-
mação, no século VIII a. C., das pólis – Grécia com a pole e a ágora atenienses na pólis.
cidades independentes, cujo território formação de 2.3 Observação e análise do doc. 5 (p. 65) para compreensão
abrangia três áreas distintas: a acrópole, cidades-estado. das áreas que compunham a pólis de Atenas, a cidade-estado
a zona urbana e zona rural. modelo do século. V a. C.

3. A agricultura e a pecuária ocupavam a 3. Caracteriza a 3.1 Observação do doc. 2 (p. 67) para os alunos conhecerem
maior parte dos Atenienses; o artesanato economia os principais produtos agrícolas da Grécia Antiga.
estava, também, muito desenvolvido. O ateniense, no 3.2 Observação e análise do doc. 3 (p. 67) para se descrever
comércio, feito através do porto de Pireu, século. V a. C. a expansão do comércio ateniense.
era apoiado por uma grande frota naval e 3.2 Leitura da rubrica “Sabias que… “ (p. 66) para os alunos
por uma forte moeda (dracma). conhecerem características da antiga moeda ateniense.

4. No século V a. C., a sociedade ateniense 4. Distingue os 4.1 Observação e análise do doc. 5 (p. 66) para os alunos in-
era constituída por três grupos sociais grupos sociais ferirem que os cidadãos constituíam uma minoria na so-
bem distintos: cidadãos (únicos a possuir da sociedade ciedade de Atenas no século V a. C.
terras), metecos (estrangeiros, que se ateniense. 4.2 Observação e análise do doc. 4 (p. 67) para os alunos en-
dedicavam ao comércio e ao artesanato) tenderem a função da ágora, como o grande centro comer-
e escravos (não-livres, que se ocupavam cial, social e político de Atenas.
em variadas tarefas). Os cidadãos eram
os únicos que tinham direitos políticos.

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução das Fichas de Trabalho n.os 15 e 16 (Caderno de Atividades).

54
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 55

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• A Grécia situa-se na Península Balcânica. O seu solo é predominantemente mon-


tanhoso e o litoral muito recortado.

• O isolamento das populações levou à criação de pólis, ou seja, cidades-estados


económica e politicamente independentes umas das outras e formadas por três
áreas bem distintas - a acrópole, a zona urbana e a zona rural.

• No século V a. C., os Atenienses desenvolveram uma próspera economia mercantil


e marítima, apoiada por uma grande frota e numa forte moeda – o dracma.

• A sociedade ateniense era formada por grupos sociais bem distintos: cidadãos, me-
tecos e escravos. Mas, só uma minoria – os cidadãos – tinham direitos políticos.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação Interativa “A pólis”
• Video “A acrópole de Atenas e o Pártenon”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: A cidade-estado; Atenas, potência marítima; Lamentações de um me-
teco; A vida na ágora; A educação dos jovens atenienses

Jogos Interativos :
• Sopa de letras: “A pólis”

Ficha de Aplicação (Caderno de Atividades):


• Guião de visionamento do filme “Troia” (secção “Em Exibição).

Trabalho Cooperativo:
• Elaboração de um texto-síntese (8 linhas)a partir da leitura e interpretação da secção “Grande
plano sobre…Viver em Atenas no século V a. C.” (Manual, pp. 68 e 69)
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 4/Nível 2 (exercícios 1 e 2)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 4/Nível 3 (exercícios 1 e 2)

55
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 56

SUBTEMA B1 – Os Gregos no século V a. C.


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– Atenas – O funcionamento do regime 1. Que legisladores contribuíram para o estabelecimento da Democracia?
democrático: o estabelecimento da 2. Quais eram os principais órgãos de poder da cidade-estado de Atenas?
democracia; os órgãos de poder.

• Analisa friso cronológico para responder a questões acerca de etapas da civilização


grega.
• Analisa fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender
Desenvolvimento
aspetos da sociedade grega.
de Capacidades
• Aplica o conceito: democracia.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Exploração pedagógico-didática da secção “Grande plano sobre… A formação dos


Motivação cidadãos em Atenas.” (Manual, p. 72/73), para retratar e ilustrar o contexto so-
ciopolítico da formação de jovens atenienses.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. Atenas conheceu, ao longo dos tempos, 1. Refere medidas 1.1 Breve referência às medidas de Sólon e de Clístenes.
vários regimes políticos - monarquia, oli- tomadas por 1.2 Observação do doc. 2 (p. 71) para identificação de Péri-
garquia, tirania. A Democracia estabele- Sólon, Clístenes cles como o principal dirigente político, durante o apogeu da
ceu-se, em Atenas, no século V a. C., e Péricles para o democracia ateniense.
sendo o governo da cidade exercido di- estabelecimento 1.3 Leitura e análise do doc. 3 (p. 71) para caracterização do
retamente por todos os cidadãos. da Democracia regime democrático ateniense.
em Atenas.

2. No século V a. C., a cidade de Atenas era 2. Descreve o 2.1 Análise do esquema (doc. 4, p. 71) para compreensão do
governada pelos seguintes órgãos de funcionamento funcionamento do sistema político ateniense (órgãos de
poder: Eclésia (Assembleia do Povo) que do sistema poder, membros, funções).
aprovava as leis; Bulê (Conselho dos político ate- 2.2 Análise do doc. 5 (p. 71) para os alunos entenderem a
Quinhentos) que elaborava as leis; He- niense. participação dos cidadãos na Eclésia.
lieu (tribunal popular). Os arcontes e os 2.3 Leitura da rubrica “Sabias que…” (p. 70) para os alunos
estrategos executavam as decisões da identificarem o significado do ostracismo no contexto da
Eclésia. democracia ateniense.

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.


– Proposta de realização de um texto de opinião (trabalho individual) sobre “A Demo-
Avaliação cracia em Atenas”, nos últimos 15 minutos da aula. Leitura, em voz alta, de dois ou
três trabalhos.
– Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 17 (Caderno de Atividades).

56
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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• No século V a. C., estabeleceu-se em Atenas o regime democrático, de que foi sím-


bolo o político Péricles.

• No século V a. C., a cidade de Atenas era governada pelos seguintes órgãos de


poder: Eclésia (Assembleia do Povo); Bulê (Conselho dos Quinhentos); Helieu (Tri-
bunal Popular); como magistrados, distinguiam-se os arcontes e os estrategos.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação Interativa “A educação”
• Animação Interativa “A democracia no tempo de Péricles”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: As reformas de Clístenes; Elogio da democracia ateniense

Guia do Professor:
• “Cenas do Quotidiano/Dramatizações”: Uma sessão na Eclésia

Ficha de Aplicação (Caderno de Atividades):


• “Quem foi… Péricles?”

Trabalho Cooperativo:
• Elaboração de um texto (c. 8 linhas) sobre “Eu, um jovem ateniense de 12 anos, futuro cidadão
da pólis, em meados do século V a. C.” O trabalho deve ter por base o texto da dupla página de
“Grande plano sobre… A formação dos cidadãos em Atenas”. (Manual, pp. 72 e 73)

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 4/Nível 2 (exercício 3)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 4/Nível 3 (exercício 3)
ASA • Páginas da História

» Teste Interativo (aluno) – “A Democracia em Atenas”

57
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SUBTEMA B1 – Os Gregos no século V a. C.


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– A religião, deuses e o culto: os deuses 1. Quais eram os principais deuses gregos?
gregos; a variedade de cultos. 2. Que tipos de culto prestavam aos seus deuses?
– As letras: o teatro; a história; a filosofia. 3. Qual era a importância do teatro para os Gregos?
4. Que outras inovações culturais criaram?

• Analisa fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender


aspetos da cultura grega.
Desenvolvimento • Aplica os conceitos: Jogos Olímpicos, Teatro, História, Filosofia.
de Capacidades • Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.
• Utiliza expressão artística (dramática) para comunicar conhecimentos/informações.

Exploração didático-pedagógica da Animação Interativa “Os deuses e o culto”


Motivação de forma a sensibilizar os alunos para o conhecimento da religiosi-
dade grega.
Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. Os deuses gregos eram representados 1. Identifica os 1.1 Observação atenta do doc. 2 (p. 75) para identificação de
sob a forma humana, com os mesmos ví- principais deuses alguns dos mais importantes deuses gregos.
cios e virtudes, mas dotados de poderes gregos. 1.2 Leitura e análise da rubrica “Sabias que…” (p. 74) para se
sobrenaturais e de imortalidade. Os Gre- referenciar outros aspetos da religiosidade grega, como o
gos adoravam, ainda, semideuses e he- culto dos heróis.
róis.

2. A religião ocupava um lugar de destaque 2. Distingue os 2.1 Observação do doc. 4 (p. 75) para os alunos conhecerem
na vida dos Gregos, de modo que os cul- diferentes tipos diversas práticas religiosas gregas.
tos eram vários e praticados em locais de culto gregos. 2.2 Observação e análise do doc. 3 (p.75) para se identificar
diferentes, como o culto doméstico, o os templos como espaços destinados ao culto cívico e para
culto cívico e o culto pan-helénico. enquadrarem o santuário de Olímpia no tipo de culto pan-
-helénico.

3. As festas consagradas ao deus Dioniso 3. Interpreta a 3.1 Observação e análise do doc. 2 (p. 77) para os alunos co-
estão na base de uma das maiores cri- importância do nhecerem a rigorosa construção e disposição do espaço,
ações dos Gregos – o teatro. Na tragédia, teatro para os onde se representavam as peças de teatro.
distinguiram-se Sófocles e Eurípides, na Gregos. 3.2 Leitura e análise do doc. 3 (p. 77) para se evidenciar as-
comédia, Aristófones. suntos tratados nas tragédias gregas.

4. No século V a. C., Atenas, tornou-se o 4. Identifica outras 4.1 Leitura e análise do doc. 4 (p.77) para se destacar a con-
grande centro de filosofia, destacando- áreas culturais ceção de História no século V a. C.
-se entre os seus pensadores, Sócrates. criadas pelos 4.2 Breve referência à filosofia, fruto da reflexão e da
Os Gregos foram também os criadores Gregos. “procura do saber”, com destaque para o papel de Sócrates.
da História, em que se destacaram
Heródoto e Tucídides. Contribuíram,
ainda, para o desenvolvimento de várias
ciências.

– Atividade drag and drop da Animação Interativa “Os deuses e o culto” .


Avaliação – Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.
– Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução das Fichas de Trabalho n.os 18 e 19 (Caderno de Atividades).

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• Os deuses gregos tinham forma e personalidade humanas mas eram dotados de


poderes sobrenaturais e de imortalidade. Além dos doze deuses principais, os Gre-
gos adoravam semideuses e heróis.

• Os principais cultos gregos eram o culto doméstico, o culto cívico e o culto pan-
-helénico.

• O teatro, a história e a filosofia, criados pelos Gregos, constituem um importante


legado à Humanidade.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: Diálogo de comédia; A História segundo Tucídides
• “Notícias Ilustradas”: Grandes jogos em Olímpia (424 a. C.); O teatro em Atenas (411 a. C.); Só-
crates é condenado à morte (15 de Fevereiro de 339 a. C.)

Fichas de Aplicação (Caderno de Atividades):


• Preenchimento do guião de visionamento do filme “Troia” (secção “Em Exibição”).

Jogo Interativo :
• Crucigrama: os deuses

Jogo Educativo (Caderno “Intervalo”):


• Jogo n.o 7

Trabalho Cooperativo:
• Realização (em trabalho de pares) da ficha de aplicação “Os 1.os Jogos Olímpicos” (secção “Acon-
teceu” in Caderno de Atividades)
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 4/Nível 2 (exercício 4)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 4/Nível 3 (exercício 4 e 5)

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SUBTEMA B1 – Os Gregos no século V a. C.


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– A arte: a arquitetura; escultura e pintura. 1. Quais são as características da arquitetura grega, no século V a. C.?
– Revisões. 2. Como se identificam as obras da escultura e da pintura gregas dessa época?

• Interpreta fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender


aspetos da cultura grega.
Desenvolvimento • Aplica o conceito: arte clássica.
de Capacidades • Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.
• Utiliza as TIC para comunicar e partilhar as suas ideias em História.

Exploração didático-pedagógica do diaporama B.1/temático: “A arte grega”


Motivação . Um “arauto” grego apresenta um dos aspetos mais brilhantes do le-
gado grego à Humanidade – a arte e as suas características fundamentais.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. A arquitetura grega distinguiu-se na 1. Caracteriza a 1.1 Exploração da ilustração “Acrópole de Atenas” (doc. 2,
construção de edifícios públicos, como arquitetura grega. Manual, p. 79), para despertar nos alunos o apreço pela ar-
templos, teatros e estádios. Caracteriza- quitetura grega, através da observação das várias cons-
-se pelo equilíbrio e harmonia dos seus truções erguidas durante o governo de Péricles.
elementos. Os templos, as suas cons- 1.2 Observação e análise do doc. 3 (p. 79) para os alunos
truções mais representativas, foram identificarem os elementos característicos da ordem dórica.
construídos de acordo com três ordens 1.3 Observação e análise do doc. 4 (p. 79) para os alunos
distintas: dórica, jónica, coríntia. identificarem os elementos característicos da ordem jónica.

2. O tema da escultura grega é a figura hu- 2. Analisa a 2.1 Observação e análise do documento 5 (p. 79) para iden-
mana. Esta manifestação artística escultura e a tificação das características da escultura grega (represen-
atinge o seu apogeu no século V a. C., ap- pintura gregas. tação da figura humana; naturalismo e idealismo).
resentando caraterísticas como o natu- 2.2 Leitura e análise da rubrica “Sabias que…” (p. 78) para os
ralismo e idealismo, patentes nas obras alunos conhecerem o suporte mais frequente da pintura
de Fídias. grega e avaliarem o seu significado enquanto documento
A pintura, que nos é dada a conhecer histórico.
pela cerâmica, apresenta cenas de cos-
tumes e da vida dos deuses e heróis.

(Abordagem sucinta dos conteúdos essen- – Leitura, em voz alta, do “Esquema-resumo” (Manual p. 81) para esclarecimento de
ciais do subtema). dúvidas e consolidação dos conhecimentos referentes ao mundo grego no século
V a. C.

– Resposta oral das questões da secção “Agora, resolve”.


Avaliação – Realização da Ficha de Avaliação “Prova o que sabes” (Manual, pp. 82 e 83).
– Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 20 (Caderno de Atividades).

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• A arquitetura grega caracteriza-se pelo equilíbrio e harmonia dos seus elementos.


Os templos são os monumentos mais representativos e foram construídos de
acordo com três ordens distintas: dórica, jónica, coríntia.

• A escultura grega, que atinge o apogeu no séc. V a. C., caracteriza-se pelo natura-
lismo e pelo idealismo patentes nas representações humanas. A pintura é-nos dada
a conhecer pela cerâmica.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação Interativa “A arte e o pensamento gregos”
• Animação 3D “Parténon”
• Powerpoint B.1/Síntese

Recursos Escritos :
• “Notícias Ilustradas”: Inauguração do Pártenon (438 a. C.)
• “Outros Recursos Didáticos”: Ordens arquitetónicas gregas

Jogo Educativo (Caderno “Intervalo”):


• Jogo n.o 8

Trabalho Cooperativo:
• Produção (trabalho de pares) de um texto (três parágrafos) sobre a arquitetura grega no século
V a. C., após o visionamento do video “A Acrópole de Atenas e o Pártenon” .

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 4/Nível 2 (exercício 4)
ASA • Páginas da História

» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 4/Nível 3 (exercício 4 e 5)


» Teste Interativo (aluno) – “O mundo helénico no século V”
» Teste Interativo (aluno) – “A religião, as letras e a arte”
» Teste Interativo (professor) – “B1. Os Gregos do séc. V a. C.- o exemplo de Atenas”

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SUBTEMA B2 – O Mundo Romano no Apogeu do Império


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– Roma: de pobre povoado a capital do Im- 1. Quais eram os limites territoriais do Império Romano?
pério: a formação do Império; os motivos 2. Que motivos levaram os Romanos a construir um Império tão vasto?
da expansão romana. 3. De que meios se serviram para romanizar os povos submetidos?
– A integração dos povos no Império – a Ro- 4. De que forma a romanização variou de região para região?
manização: os instrumentos de integração;
a integração progressiva da população.

• Analisa um friso cronológico para situar as etapas de formação do Império Romano.


• Localiza, em diversas representações cartográficas, os territórios e as movimen-
tações dos Romanos.
Desenvolvimento • Interpreta fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender
de Capacidades aspetos da cultura romana.
• Aplica os conceitos: legião, império, romanização.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Visionamento do video B.2/Motivação para sensibilizar os alunos ao


Motivação estudo do subtema (enfoque na expansão romana e na integração dos povos vencidos
do Império).

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. Os Romanos, entre os séculos V a. C. e 1. Localiza, no 1.1 Análise do doc. 3 (p. 87) e leitura da cronologia (doc. 2,
II d. C., criaram um vasto império, que espaço e no p. 87) para os alunos situarem, a nível espacial e cronológico,
se alongava desde a Europa Ocidental, tempo, o Império as etapas da expansão do Império Romano.
ao Norte de África e Próximo-Oriente, Romano.
tendo por centro o Mar Mediterrâneo.

2. A expansão romana deveu-se a 2. Indica os motivos 2.1 Leitura e análise do doc. 4 (p. 87) para os alunos identifi-
questões de segurança, motivos da expansão carem motivos da expansão romana.
económicos e sociais, busca de honra e romana. 2.2 Leitura expressiva do excerto da secção “À conversa
glória. com… Viriato, o grande chefe dos Lusitanos”: «Viriato […]
Para os êxitos militares foi fundamental minas de ouro», (Caderno de Atividades, pp. 80/81), para os
a posse de um poderoso e organizado alunos compreenderem a atração dos Romanos pela Penín-
exército. sula Ibérica.
2.3 Análise do doc. 5 (p. 87) e exploração didático-pedagógica
da rubrica “Grande plano sobre… As legiões, a fantástica
máquina de guerra dos Romanos” (pp. 88 e 89) para os alunos
conhecerem a organização e eficácia do exército romano.

3. Os Romanos, para integrar os diferentes 3. Identifica meios 3.1 Leitura e análise do doc. 4 (p. 91) para os alunos perce-
povos do Império, utilizaram diversos utilizados para a berem o processo de romanização nos territórios submetidos.
meios como a língua (latim), a rede de integração dos 3.2 Observação e análise dos doc.s 1, 2 (p. 90), 3, 5 e 7
estradas, o estabelecimento da adminis- povos do Im- (p. 91) para os alunos reconhecerem/identificarem meios
tração pública, a construção de obras pério. utilizados pelos Romanos para a integração dos povos do-
públicas, a legislação (Direito) e a lite- minados.
ratura, as ciências e as técnicas.

4. A romanização foi variável de região para 4. Explica a 4.1 Análise do doc. 6 (p. 91) a fim dos alunos identificarem a
região, tendo sido mais intensa no ter- existência de Península Ibérica como uma região de forte romanização.
ritório ocidental do Império. Às popu- regiões do
lações integradas foi concedido o direito Império com
de cidadania pelo imperador Caracala, variável
em 212 d. C. influência romana.

– Redação de texto-síntese sobre a secção “Grande plano sobre… As legiões, a fan-


Avaliação tástica máquina de guerra dos Romanos” (p. 88).
– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.
– Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução das Fichas de Trabalho n.os 21 e 22 (Caderno de Atividades).

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GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 63

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• Os Romanos criaram, entre os séculos V a. C. e II d. C., um vasto império, que se


alongava desde a Europa Ocidental ao Norte de África e Próximo-Oriente.
• Expandiram-se por vários motivos: questões de segurança, motivações económico-
-sociais, prestígio militar e eficácia do exército.
• A romanização fez-se através da divulgação do latim e do Direito romano, cons-
trução da rede de estradas e obras públicas, difusão dos usos e costumes; foi va-
riável de região para região, sendo mais intensa na região ocidental do Império.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação Interativa “O Império Romano”
• Animação 3D “Legionário: a excelência militar que construiu um Império”
• Vídeo “Vestígios da romanização na Península Ibérica”
• Animação Interativa “A romanização na Península Ibérica”
Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: Roma, rumo ao Império; Integração dos povos do Império; Romanização
dos povos Ibéricos
• “Notícias Ilustradas”: O calendário de Júlio César (Janeiro 45 a. C.) ; Trajano, um imperador ao
serviço da romanização (Agosto de 106 d. C.)
• “Outros Recursos Didáticos”: Fatores/agentes de romanização na Península Ibérica
Jogo Educativo (Caderno “Intervalo”):
• Jogo n.o 9
Fichas de Aplicação (Caderno de Atividades):
• “À Conversa com… Viriato, o grande chefe dos Lusitanos”.
• “À Conversa com … Júlio César, um brilhante líder no mundo romano”.
Trabalho Cooperativo:
• Elaboração, na última parte da aula, de duas frases significativas (trabalho de pares) sobre
“A formação do Império e a romanização”.

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


ASA • Páginas da História

» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.


» Teste Interativo (Aluno) – “O Mediterrâneo romano nos séculos I e II”
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 5/Nível 2 (exercício 1 a 2.1)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 5/Nível 3 (exercício 1 a 2.1)

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SUBTEMA B2 – O Mundo Romano no Apogeu do Império


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– O apogeu do Império nos séculos I e II d. 1. Que condições beneficiaram a economia mercantil e urbana do Império?
C.- a economia e a sociedade: uma economia 2. Como estava organizada a sociedade imperial?
mercantil e urbana; a sociedade imperial. 3. Que regimes políticos conheceu a história de Roma?
– O poder imperial; da monarquia ao im- 4. Como se caracteriza o regime imperial?
pério; as instituições do Império.

• Analisa um friso cronológico para situar diferentes períodos/regimes políticos.


• Relaciona várias dimensões da atividade humana (socioeconómica, político-institu-
cional) com as potencialidades e limitações do Império romano.
Desenvolvimento • Interpreta fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender
de Capacidades aspetos da cultura romana.
• Aplica o conceito: senado romano.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Exploração didático-pedagógica da Animação Interativa “A economia romana”


Motivação para desencadear o novo quadro económico do mundo romano e as
forças sociais e políticas que o dirigiam.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. O Império romano, nos séculos I e II d. C., 1. Indica os fatores de 1.1 Análise dos doc. 2 e 3 (p. 93) para os alunos perceberem
viveu um período de grande prosperidade, desenvolvimento a intensidade das trocas comerciais e o papel centralizador
assente numa economia urbana e mercan- da economia da cidade de Roma.
til, facilitada por uma ampla rede de comu- urbana e 1.2 Observação e leitura da rubrica “Sabias que…” (p. 92)
nicações (estradas e mar Mediterrâneo) e mercantil para completar a caracterização da economia romana.
por uma moeda forte (dracma). romana.

2. A sociedade imperial romana estava orga- 2. Descreve a 2.1 Análise do doc. 4 (p. 93) a fim dos alunos distinguirem os
nizada em estratos superiores (senadores, organização vários grupos sociais romanos e compreenderem o modelo
cavaleiros e decuriões) e inferiores (plebe social do Império de organização da sociedade romana.
urbana e plebe rural); na base da so- romano.
ciedade situavam-se os libertos e os es-
cravos.

3. Roma, desde a sua fundação (753 a. C.) 3. Distingue os 3.1 Exploração da Animação Interativa “A organização
até à deposição do último imperador (476 diferentes política romana” para os alunos compreen-
d. C.), conheceu três regimes políticos: regimes derem a evolução dos regimes políticos em Roma e co-
Monarquia, República e Império. políticos
nhecerem as magistraturas do poder político.
ocorridos
durante a história 3.2 Leitura de um excerto da secção “À Conversa com… Júlio
de Roma. César, um brilhante líder no mundo romano”: «Filho de uma
família ilustre de Roma […] no Senado de Roma.» (Caderno
de Atividades pp. 82/83), para os alunos conhecerem a per-
sona-lidade histórica, Júlio César, um ditador romano, du-
rante o período da República.

4. O regime imperial concedia todos os 4. Caracteriza o 4.1 Análise dos docs. 2 e 3 (p. 95) para os alunos compreen-
poderes ao imperador (chefia do exército regime imperial derem as funções e a concentração de poderes pelos impe-
e da religião, controlo da administração Romano. radores romanos.
pública, das finanças e da política ex-
terna), que era auxiliado por numerosos
funcionários e várias instituições tradi-
cionais romanas (senado, comícios e
magistraturas).

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”;


Avaliação – Resolução das Fichas de Trabalho n.os 23 e 24 (Caderno de Atividades).
– Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

– Realização da ficha de leitura da rubrica “Quem foi… Octávio César Augusto?”


T.P.C.
(Caderno de Atividades).

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• Entre as cidades do Império desenvolveu-se uma dinâmica atividade económica,


devido a uma ampla rede de comunicações, intensa circulação de produtos e moeda
forte.

• A sociedade romana estava organizada em estratos superiores (senadores, cava-


leiros e decuriões) e inferiores (plebe urbana e plebe rural); na base da sociedade,
situavam-se os libertos e os escravos.

• O imperador tinha amplos poderes, com destaque para o comando do exército, con-
trolo da administração pública e da política externa.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação Interativa “Economia e sociedade no tempo do Império”
• Animação Interativa “ A organização política romana”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: A prosperidade da economia romana; Roma, o mercado do mundo; “Pão
e circo”
• “Notícias Ilustradas”: Morreu o primeiro imperador romano (19 de Agosto de 14 d. C.)

Ficha de Aplicação (Caderno de Atividades):


• Guião de visionamento do filme “O Gladiador” (secção “Em Exibição”)

Trabalho Cooperativo:
• Dramatização (trabalho de grupo) do texto “À Conversa com… Júlio César, um brilhante líder no
mundo romano”, focalizado nos excertos mais significativos (Caderno de Atividades).

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


ASA • Páginas da História

» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.


» Teste Interativo (Aluno) – “O Apogeu do Império - economia, sociedade e poder político”
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 5/Nível 2 (exercício 3 a 5.1)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 5/Nível 3 (exercício 3)

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SUBTEMA B2 – O Mundo Romano no Apogeu do Império


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– A religião romana: os deuses; o culto. 1. Que impacto teve a expansão nas crenças religiosas dos Romanos?
2. Que cultos praticavam?

• Analisa fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender


Desenvolvimento aspetos do mundo romano.
de Capacidades • Elabora, por escrito e oralmente, perguntas e respostas breves para comunicar as
suas ideias.

Exploração da Animação Interativa “Os deuses e o culto” , para os


Motivação alunos conhecerem os principais deuses romanos e os diferentes tipos de cultos pra-
ticados.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. Os Romanos eram muito crentes e su- 1. Refere a 1.1 Diálogo com os alunos sobre os deuses tradicionais ro-
persticiosos. Assimilaram os deuses dos diversidade de manos (relacionados com a fertilidade, saúde e proteção do
povos integrados no Império, em parti- deuses adorados Estado) e os adotados dos povos integrados no Império. Re-
cular dos Gregos. pelos Romanos. gisto, no quadro (e nos cadernos diários) de um esquema
sobre os principais deuses romanos e respetivas atribuições.
1.2 Leitura e observação da rubrica “Sabias que…” (p. 96)
para se sublinhar o carácter marcadamente religioso e su-
persticioso do povo romano.

2. Os Romanos praticavam dois tipos de 2. Distingue os 2.1 Análise do doc. 2 e leitura do doc. 3 (p. 97) para os alunos
culto: o doméstico, em casa e dedicado diferentes cultos comprenderem as especificidades do culto doméstico ro-
aos deuses do lar e aos antepassados e praticados pelos mano.
o culto público, realizado nos templos Romanos. 2.2 Exploração dos docs. 4 e 5 (p. 97) a fim de os alunos co-
em honra dos deuses e do imperador. nhecerem outras práticas religiosas romanas, com destaque
para o culto ao imperador.

– Resolução da Ficha de Trabalho n.o 25 (Caderno de Atividades).


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• Os Romanos eram muito crentes e supersticiosos, pelo que assimilaram os deuses


dos povos integrados no Império.

• Os Romanos praticavam um culto doméstico (em casa) e um culto público (nos


templos).

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• “Documentos escritos”: Oração aos deuses

Trabalho Cooperativo:
• Redação de duas frases (na parte final da aula) sobre as ideias/conhecimentos mais relevantes
adquiridos sobre “A religião romana”. Registo das frases mais significativas no quadro (e nos ca-
dernos diários).

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 5/Nível 2 (exercício 6)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 5/Nível 3 (exercício 4)
ASA • Páginas da História

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SUBTEMA B2 – O Mundo Romano no Apogeu do Império


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– A arte romana, o direito e a literatura. 1. Como se caracteriza a arte romana?
– Revisões. 2. Que géneros literários cultivaram os Romanos?

• Localiza elementos patrimoniais referentes à sociedade romana (sítios arqueológi-


cos, edifícios à escala local, nacional e europeia).
• Analisa fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender
Desenvolvimento
aspetos do mundo romano.
de Capacidades
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.
• Utiliza expressão artística (plástica) para comunicar conhecimentos/informações.

Projeção do Powerpoint B.2/Temático: “O urbanismo e a arte” para


Motivação sensibilizar os alunos para o estudo do tema e focalizar aspetos relevantes do legado
artístico romano.
Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. A arte romana, apesar da influência 1. Caracteriza a 1.1 Observação e análise dos docs. 3, 4, 5 e 6 (p. 99) no sen-
etrusca e grega, foi uma arte original. arte romana. tido dos alunos constatarem/identificarem a beleza, robustez
Caracterizou-se, na arquitetura, pela e funcionalidade das obras da arquitetura romana.
construção de edifícios funcionais e ro- 1.2 Observação do doc. 2 (p. 98) a fim de se evidenciar o rea-
bustos e, na escultura, pelo realismo. Os lismo da escultura romana.
Romanos cultivaram, também, a pintura 1.3 Observação e leitura da rubrica “Sabias que…” (p. 98)
e o mosaico. para os alunos identificarem o mosaico romano como um
testemunho da arte e um importante documento da história
de Roma.
1.4 Exploração da secção “Grande plano sobre… A vida na
Roma Imperial” (Manual, pp. 100 e 101) para os alunos co-
nhecerem aspetos urbanísticos de Roma, a cidade modelo de
todo o Império.

2. O mesmo espírito prático nota-se no di- 2. Relaciona a 2.1 Reutilização do doc. 5 (p. 99) para, através do método de-
reito e na literatura. O direito romano foi atividade literária dutivo, os alunos relacionarem as basílicas romanas com a
um dos seus mais importantes legados. com o espírito aplicação do Direito (meio/via reguladora da vida no Estado
Na literatura, cultivaram a oratória, a prático dos Romano).
retórica, a história, a poesia e os tratados Romanos. 2.2 Breve referência à importância/impacto do Direito ro-
de moral. A atividade literária foi prote- mano na legislação contemporânea.
gida pelo imperador Augusto e por Me- 2.4 Reaproveitamento do doc. 1 (p.98) para breve referência
cenas. aos géneros literários e aos seus autores.

(Abordagem sucinta dos conteúdos essen- – Levantamento de questões e esclarecimentos de dúvidas a partir da leitura (em
ciais do subtema). voz alta) do quadro-síntese e/ou do esquema-resumo (Manual, pp. 102 e 103).

– Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.


Avaliação – Resolução das questões da secção “Agora, resolve” (Manual).
– Resolução da Ficha de Avaliação “Prova o que sabes” (Manual, pp. 104/105).

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 26 (Caderno de Atividades).

68
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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• Os Romanos, com um notável espírito prático, construíram obras úteis à comuni-


dade, para o seu lazer e em honra dos feitos de Roma.
• O apogeu da literatura romana deu-se no tempo do imperador Augusto. O Direito
foi um dos mais importantes legados dos Romanos.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação 3D “O Coliseu de Roma”
• Animação 3D “Construções Romanas: O Aqueduto”
• Animação 3D “Construções Romanas: O Panteão de Roma”
• Animação Interativa “A arte romana”
• Powerpoint B.2 /Síntese

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: O urbanismo romano; os bairros populares, na grande cidade de Roma
• “Notícias Ilustradas”: Corridas no Circo Máximo (Agosto de 196 d.C.)

Jogo Educativo (Caderno “Intervalo”):


• Jogo n.o 10

Jogo Interativo :
• Jogo de escolha múltipla: “Eu sei! O mundo romano no apogeu do Império”

Fichas de Aplicação (Caderno de Atividades):


• Guiões de visita de estudo “À descoberta de … As ruínas romanas de Conímbriga”; “À descoberta
de … As ruínas romanas de Miróbriga”.

Trabalho Cooperativo:
• Maquetagem (trabalho de grupo) de uma construção romana (ponte, aqueduto, anfiteatro, etc.)
ou criação (trabalho individual) de um cartaz sobre “Arte romana” (três ou quatro ilustrações e
respetivas legendas sobre a arquitectura, escultura e pintura).

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
ASA • Páginas da História

» Teste Interativo (Aluno) – “A civilização romana: religião, cultura e arte”


» Teste Interativo (Professor) – “O Mundo Romano no apogeu do Império”
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 5/Nível 2 (exercício 7)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 5/Nível 3 (exercícios 5 a 7)

69
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 70

SUBTEMA B3 – Origem e Difusão do Cristianismo


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– O Cristianismo uma religião inovadora: 1. Que princípios defendia o Cristianismo?
origem e princípios; a expansão do Cris- 2. Que condições favoreceram a expansão da nova religião?
tianismo.

• Analisa um friso cronológico sobre o contexto histórico do nascimento de Jesus


Cristo.
• Localiza, em diversas representações cartográficas, os territórios e as movimen-
tações de diversos grupos.
Desenvolvimento
• Interpreta fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender
de Capacidades
aspetos do Cristianismo.
• Aplica os conceitos: politeísmo/monoteísmo, cristianismo, evangelhos.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Projeção e exploração didático-pedagógica da Animação Interativa “O Cristianismo:


Motivação a origem de uma nova religião” para, através de ícones interativos e
de um mapa da Palestina, motivar os alunos para o estudo do tema.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. O Cristianismo surgiu no século I, na 1. Indica os 1.1 Leitura do doc. 3 (p. 109), para os alunos identificarem
Palestina, então província do Império ro- princípios do os princípios/valores do Cristianismo.
mano. A nova religião, pregada por Jesus Cristianismo. 1.2 Análise do doc. 2 (p. 109) para contextualização do início
Cristo, tinha uma mensagem revolu- da pregação da mensagem de Jesus.
cionária para a época – crença num só
Deus, salvação pela fé, defesa de uma so-
ciedade mais justa e tolerante.

2. A nova religião foi levada a todo o Im- 2. Refere as 2.1 Recuperação dos conhecimentos tácitos dos alunos
pério pelos discípulos de Jesus. A di- condições sobre os meios de integração dos povos vencidos no Império,
fusão da mensagem foi facilitada pela favoráveis à a fim de se destacar a ampla rede de comunicações e o uso
ampla rede de comunicações do ter- expansão do do latim, como fatores favoráveis à expansão da nova re-
ritório romano, pelo valor dos princípios Cristianismo. ligião.
defendidos e pelo descrédito no po- 2.2 Exploração do doc. 5 (p. 109) para se evidenciar a ação
liteísmo romano. dos apóstolos na divulgação do Cristianismo.

– Resolução da Ficha de Trabalho n.o 27 (Caderno de Atividades).


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.

70
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 71

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• O Cristianismo defendia a crença num só Deus, a salvação pela fé e uma sociedade


mais justa e tolerante.

• A difusão do Cristianismo foi facilitada pela ampla rede de comunicações, pelo des-
crédito no politeísmo romano e, ainda, pelo valor dos princípios defendidos.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Video B.3/Motivação

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: A pregação de Jesus
• “Notícias Ilustradas”: Violentas perseguições aos Cristãos (Fevereiro de 303); A conversão de
Constantino ao Cristianismo (22 de Maio de 337)

Guia do Professor:
• “Cenas do Quotidiano/Dramatizações”: S. Paulo no cativeiro

Fichas de Aplicação (Caderno de Atividades):


• “Quem foi… S. Paulo?”

Trabalho Cooperativo:
• Redação (trabalho de pares) de duas frases significativas sobre a expressão “O Cristianismo,
uma religião inovadora”.

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
ASA • Páginas da História

» Teste Interativo (Aluno) – “O Cristianismo, uma religião inovadora”


» Teste Interativo (Aluno) – “A expansão do Cristianismo”
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 6/Nível 2 (exercício 1)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 6/Nível 3 (exercício 1 e 2)

71
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 72

SUBTEMA B3 – Origem e Difusão do Cristianismo


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– A posição das autoridades romanas face 1. Por que razão os Romanos perseguiram, nos primeiros séculos, o Cristianismo?
ao Cristianismo: as perseguições; o re- 2. De que forma o Cristianismo se tornou a religião oficial do Império?
conhecimento do Cristianismo.

• Analisa um friso cronológico sobre fases de afirmação do Cristianismo no Mundo


Romano.
• Interpreta fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender
Desenvolvimento
aspetos da expansão do Cristianismo.
de Capacidades
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.
• Cria expressão artística (cartaz de parede) para retratar situações históricas.

Exploração pedagógico-didática do “Grande plano sobre… O mito das Catacumbas”


Motivação (Manual, p. 112, 113) para dialogar com os alunos sobre as perseguições aos Cristãos,
nos primeiros séculos do Cristianismo.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. Os Romanos, após um período inicial de 1. Explica as 1.1 Leitura e análise do doc. 3 (p. 111) para os alunos co-
tolerância, passaram a perseguir os perseguições nhecerem aspetos diversos das perseguições aos Cristãos.
Cristãos pelas suas críticas aos funda- romanas ao 1.2 Observação e leitura da rubrica “Sabias que…” (p. 110) e
mentos do estado Romano (negação do Cristianismo. análise do doc. 2 (p. 111) para os alunos identificarem sím-
culto do imperador e dos deuses ro- bolos cristãos das épocas de perseguições.
manos, condenação da escravatura).

2. Apesar de violentas perseguições, o nú- 3. Mostra como o 2.1 Leitura dos docs. 5 e 6 (p. 111) para os alunos cons-
mero de Cristãos cresceu, conquistando Cristianismo se tatarem a concessão da liberdade de culto aos Cristãos e a
adeptos em todas as classes sociais. tornou a religião aceitação do Cristianismo como religião oficial do Império
oficial do Im- romano.
No séc. IV, Constantino concedeu liber- pério. 2.2 Observação do doc. 6 (p. 111) para se referenciar o
dade de culto aos Cristãos (313); o Cris- aproveitamento/utilização das basílicas romanas como tem-
tianismo acabou por se tornar religião plos cristãos.
oficial do Império, em 380, com o imper- 2.3 Análise do “Esquema-resumo” (p. 114) para consoli-
ador Teodósio. dação dos conteúdos do subtema.

(Abordagem sucinta dos conteúdos essen- – Levantamento de questões e esclarecimentos de dúvidas a partir da leitura (em
ciais do subtema). voz alta) do quadro-síntese e/ou do esquema-resumo (Manual, pp. 113 e 114).

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”;


Avaliação – Resolução da Ficha de Avaliação “Prova o que sabes” (Manual, p. 115).
– Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 28 (Caderno de Atividades).

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GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 73

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• Os Romanos perseguiram o Cristianismo, por este pôr em causa os fundamentos


do estado Romano: negação do culto ao imperador e dos deuses romanos, conde-
nação da escravatura.

• No séc. IV, o imperador Constantino concedeu liberdade de culto ao Cristianismo


(313), que se tornou a religião oficial do Império por determinação do imperador
Teodósio, no ano 380.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recurso Escrito (Manual):


• “Grande plano sobre… O Mito das Catacumbas”:

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação Interativa “O Cristianismo: das perseguições a religião oficial do Império Romano”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: As perseguições; Os Cristãos vistos pelos seus contemporâneos

Trabalho Cooperativo:
• Realização de um cartaz ou jornal de parede sobre o Cristianismo, numa das seguintes vertentes:
a mensagem de Jesus, a ação dos apóstolos ou o triunfo da Igreja Cristã no século IV.

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Teste Interativo (Professor) – “Origem e difusão do Cristianismo”
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 6/Nível 2 (exercício 2)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 6/Nível 3 (exercício 3)
ASA • Páginas da História

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SUBTEMA C1 – A Europa do séc. VI ao séc. IX


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– O novo mapa político da Europa: mi- 1. Por que razão os povos «bárbaros» ocuparam o Império Romano?
grações e invasões bárbaras; os reinos 2. Que reinos bárbaros se formaram?
bárbaros.

• Analisa um friso cronológico para responder a questões acerca das Invasões Bár-
baras.
• Localiza, em diversas representações cartográficas, os territórios e as movimen-
Desenvolvimento tações de diversos povos.
de Capacidades • Analisa fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas.
• Aplica os conceitos: Idade Média, bárbaros, reino, ruralização.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Visionamento do video C.1/Motivação para sensibilização dos alunos


Motivação ao estudo das invasões bárbaras e sequente formação de um novo mapa político da
Europa nos séculos V e VI.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. O Império Romano foi invadido, a partir do 1. Explica a invasão 1.1 Observação e análise dos docs. 2 e 3 (p. 119) para que os
século IV, por povos germânicos, entre do Império alunos situem no espaço e no tempo as movimentações dos
outros. Estes povos tinham um modo de Romano por Bárbaros.
vida muito diferente dos Romanos: viviam povos bárbaros. 1.2 Leitura expressiva e comentada de “Algures nas fron-
em aldeias e dedicavam-se à agricultura teiras do Império Romano “ (secção “Cenas do Quotidiano”
e à criação de gado, sendo hábeis na me- in Guia do Professor) para compreensão do mundo bárbaro
talurgia e na ourivesaria. Os Romanos ou germânico e das suas motivações para a invasão do Im-
chamavam-lhes «bárbaros». pério Romano.

2. A queda do Império Romano conduziu à 2. Identifica os 2.1 Observação e análise do doc. 4 (p. 119) a fim dos alunos
fragmentação do território em vários reinos bárbaros verificarem que a fixação dos Bárbaros na parte ocidental do
reinos bárbaros. A vida urbana decaiu e que se formaram Império Romano deu origem a novos reinos, base de muitas
a agricultura e a pecuária tornaram-se na Europa. das atuais nações europeias.
as principais atividades económicas da
Europa.

– Resolução da Ficha de Trabalho n.o 29 (Caderno de Atividades).


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução das questões da secção “Agora, resolve”;

74
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 75

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• O Império Romano, a partir do século IV, foi invadido pelos denominados «povos
bárbaros», oriundos, em grande parte, da Germânia onde viviam da agricultura e
da criação de gado.

• A fragmentação do Império Romano conduziu a alterações políticas (multiplici-


dade de reinos) e económicas (ruralização) na Europa.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação Interativa “O novo mapa político da Europa”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: Os bárbaros no Império Romano
• “Notícias Ilustradas”: O fim do terror dos Hunos (20 de Junho de 451)

Guia do Professor
• “Cenas do Quotidiano/Dramatizações”: Algures nas fronteiras do Império Romano

Jogo Interativo :
• Sopa de Letras: O clima de insegurança

Ficha de Aplicação (Caderno de Atividades):


• Guião de visionamento do filme “O rei Artur” (secção “Em Exibição”).

Trabalho Cooperativo:
• Composição, a partir de um mapa político atual da Europa, de uma representação cartográfica
com as áreas dos reinos bárbaros no século VI (trabalho de pares).

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


ASA • Páginas da História

» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.


» Teste Interativo (aluno) – “O novo mapa político da Europa”
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 7/Nível 2 (exercício 1)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 7/Nível 3 (exercício 1)

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GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 76

SUBTEMA C1 – A Europa do séc. VI ao séc. IX


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– A Igreja Católica no Ocidente europeu: a 1. Que meios utilizou a Igreja Católica para evangelizar os povos bárbaros?
evangelização dos povos bárbaros; o 2. Qual foi o papel desempenhado na evangelização pela Ordem de S. Bento?
papel da ordem de S. Bento.

• Analisa um friso cronológico para responder a questões acerca das etapas de evan-
gelização da Europa bárbara.
• Analisa fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender
Desenvolvimento
aspetos da evangelização dos povos bárbaros.
de Capacidades
• Aplica o conceito: evangelização.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Projeção da Animação Interativa “A Igreja Católica no Ocidente Europeu”


para, através da exploração de um “manuscrito”, se introduzir a te-
Motivação
mática da evangelização dos povos bárbaros e a importância da Ordem de S. Bento
no mundo medieval.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. A Igreja, com destaque para o papa 1. Descreve a 1.1 Breve referência, a partir da observação do doc. 2 (p.
Gregório Magno (590-604), enviou mis- evangelização do 121), à evangelização da Europa nos séculos IV e V.
sionários para vários pontos da Europa, mundo bárbaro. 1.2 Leitura e análise do doc. 3 (p.121) para os alunos identi-
com o objetivo de converter os povos ficarem aspetos da ação desenvolvida por Gregório Magno na
pagãos e arianos. Para isso, procurou con- evangelização da Europa.
verter, em primeiro lugar, os seus reis ao
Cristianismo, pois em seguida os súbditos
seguir-lhes-iam o exemplo.

2. A Ordem de S. Bento, fundada nos inícios 2. Explica a 2.1 Leitura e análise do doc. 5 (p. 121) a fim de os alunos
do século VI, por S. Bento de Núrsia, ali- importância da identificarem os deveres principais dos monges beneditinos
ava a oração ao trabalho manual e ao Ordem de (regra).
trabalho intelectual. Durante a Idade S. Bento na Eu- 2.1 Leitura da rubrica “ Sabias que…” (p. 120) para os alunos
Média, os seus numerosos mosteiros na ropa medieval. relacionarem a divisa da Ordem Beneditina com o seu con-
Europa desempenharam papel relevante tributo para a evangelização e desenvolvimento da Europa.
na evangelização, economia, cultura e
proteção das populações.

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 30 (Caderno de Atividades).

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• A Igreja Católica, para converter os povos pagãos e arianos, enviou missionários


para várias partes da Europa.

• A Ordem Beneditina, fundada no séc. VI por S. Bento de Núrsia, estabeleceu nu-


merosos mosteiros na Europa, que se revelaram de grande importância na evan-
gelização, economia, cultura e proteção das populações.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Video C.1/Síntese (slides 1 a 11)

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: Paganismo e conversão dos Bárbaros; Insegurança, miséria e destruição
• “Notícias Ilustradas”: A morte de Gregório Magno, o “Papa do Povo” (12 de Março de 601)

Trabalho Cooperativo:
• Recolha (trabalho de pares) de informações sobre crenças e práticas religiosas, de origem pagã,
na região da escola.

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Teste Interativo (aluno) – “A Igreja Católica no Ocidente”
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 7/Nível 2 (exercício 2)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 7/Nível 3 (exercício 2)
ASA • Páginas da História

77
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 78

SUBTEMA C1 – A Europa do séc. VI ao séc. IX


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– As novas invasões e o cerco da Europa - 1. Quais são os princípios fundamentais da religião dos Muçulmanos?
os Muçulmanos e a sua civilização (1). 2. A que se deveu a expansão militar deste povo?
3. Como se caracterizou económica e culturalmente o mundo muçulmano?

• Analisa um friso cronológico sobre a expansão islâmica nos séculos VII e VIII.
• Localiza as principais áreas conquistadas e contactadas pelos Muçulmanos.
• Analisa fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender
Desenvolvimento
aspetos de diversas sociedades.
de Capacidades
• Aplica os conceitos: Islamismo, Muçulmano, Guerra Santa.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Exploração pedagógico-didática da secção “Grande plano sobre… As forças de ex-


Motivação pansão do Islão” (Manual, pp. 124 e 125) de forma a enquadrar os alunos nos prin-
cipais fundamentos ou alicerces do mundo muçulmano.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. A religião muçulmana foi fundada, no 1. Indica os 1.1 Exploração da secção “Aconteceu … A mesquita de Cór-
séc. VII, por Maomé. Assenta em cinco princípios dova” (Caderno de Atividades), com particular incidência em
princípios fundamentais: crença em Alá, fundamentais do elementos da religião muçulmana, seguida pelo registo no
orações diárias, prática da esmola e do Islamismo. quadro das características fundamentais do Islamismo.
jejum, peregrinação a Meca. O seu livro 1.2 Leitura da rubrica “Sabias que…” (p. 122) para os alunos
sagrado é o Alcorão. conhecerem algumas particularidades do fundador do Is-
lamismo e da própria crença religiosa.

2. Maomé e os califas procuraram expandir, 2. Explica a rápida 2.1 Exploração dos docs. 2 e 3 (p. 123) para compreensão
através das armas, a nova religião. Moti- expansão das motivações e meios da expansão muçulmana.
vados pela sua crença religiosa, por in- muçulmana. 2.2 Observação e análise dos docs. 2 e 3 (p. 123) a fim de os
teresses económicos e favorecidos pela alunos verificarem a vastidão do império muçulmano, desde
desorganização e fraqueza de vários po- a Índia à Península Ibérica.
vos, rapidamente construíram um vas-
to Império que ia desde o rio Indo à
Península Ibérica.

3. Com a criação do Império Muçulmano, o 3. Caracteriza o 3.1 Reutilização do doc. 2 para se evidenciar o dinamismo
Oriente passou a estar ligado por dinâmi- império económico do império muçulmano.
cas rotas comerciais. A par das relações muçulmano 3.2 Referência, com apoio nos docs. 2 e 4 (p. 123), ao seu im-
económicas, a cultura muçulmana – mui- como um espaço pério como um espaço de intercâmbio cultural marcado por
to desenvolvida – chegou a muitas áreas de intercâmbio várias realizações civilizacionais muçulmanas.
do Império, em particular à Península comercial e
Ibérica. cultural.

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 31 (Caderno de Atividades).

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GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 79

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• A religião muçulmana, fundada por Maomé, nos inícios do século VII, assenta em
cinco princípios fundamentais: crença em Alá, orações diárias, prática de esmola
e do jejum, peregrinação a Meca. Tem como livro sagrado o Alcorão.

• Os Muçulmanos criaram um vasto império, motivados pelo desejo de difundir a sua


fé e por interesses económicos. O seu Império assentava numa dinâmica economia
comercial e numa brilhante civilização.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: Guerra e Fé
• “Notícias Ilustradas”: Os avanços dos Muçulmanos para Ocidente (Janeiro de 700)

Trabalho Cooperativo:
• Recolha de notícias (trabalho de pares) sobre o mundo muçulmano nos nossos dias.
• Pesquisa (trabalho de grupo) sobre pontos de contacto e diferenças entre o Cristianismo e o Isla-
mismo.

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 7/Nível 2 (exercício 3)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 7/Nível 3 (exercício 3)
ASA • Páginas da História

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GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 80

SUBTEMA C1 – A Europa do séc. VI ao séc. IX


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– As novas invasões e o cerco da Europa: 1. Para onde se expandiram os Vikings? E os Húngaros?
os Vikings e os Húngaros (2). 2. Que consequências resultaram das novas invasões?

• Analisa um friso cronológico para responder a questões acerca da segunda vaga de


invasões da Europa.
• Localiza, em diversas representações cartográficas, os territórios e as movimen-
tações desses povos.
Desenvolvimento
• Analisa fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender o
de Capacidades
impacto dessas invasões na Europa.
• Aplica os conceitos: ruralização e economia de subsistência.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Projeção da Animação Interativa “As novas invasões e o cerco da Europa: Muçul-


manos, Vikings e Húngaros” , em que três guerreiros (Muçulmano,
Motivação Viking, Húngaro) explicam as motivações e os ataques feitos a várias regiões da Eu-
ropa. Desse modo, os alunos entrarão em contacto com um novo quadro da história
da Europa na Alta Idade Média.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. Nos séculos VIII a XI, a Europa sofreu 1. Localiza a área da 1.1 Observação e análise do doc. cartográfico (doc. 3, p. 127),
novas invasões – a dos Vikings (vindos expansão dos para os alunos situarem no espaço e no tempo as invasões
do Norte) e a dos Húngaros (oriundos do Vikings e dos dos Vikings e dos Húngaros.
Leste da Europa). Húngaros. 1.2 Breve referência à cultura e modos de vida desses povos.

2. Os seus ataques provocaram graves 2. Refere 2.1 Leitura e análise dos docs. 4 e 5 (p. 127) para os alunos
perturbações na vida da Europa. Face à consequências perceberem o clima de insegurança, terror e desorganização
incapacidade dos reis em defenderem as dessas invasões vivido na Europa na sequência dessas invasões.
populações, estas protegeram-se e re- para a 2.2 Leitura da rubrica “Sabias que…” (p. 126) para ilustrar o
colheram-se nos mosteiros da Igreja e economia e impacto desses ataques na economia e na sociedade eu-
castelos da nobreza. Então, a agricul- sociedade da ropeia.
tura e a pecuária passaram a ser as prin- Europa.
cipais atividades económicas.

(Abordagem sucinta dos conteúdos essen- Levantamento de questões e esclarecimentos de dúvidas a partir da leitura (em voz
ciais do subtema). alta) do quadro-síntese e/ou do esquema-resumo (Manual, pp.130 e 131).

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 32 (Caderno de Atividades).

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• Para além das invasões muçulmanas, a Europa sofreu as invasões dos Vikings e
dos Húngaros nos séculos VIII a XI.

• As invasões dos Muçulmanos, Vikings e Húngaros contribuíram para a ruralização


da economia, perda de poderes e autoridade dos reis e aumento da força e impor-
tância da Igreja e da nobreza.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Escritos :
• “Notícias Ilustradas”: Os Vikings na Península Ibérica (Agosto de 844)
• “Outros Recursos Didáticos”: Europa, séculos VII a X (esquema)

Jogos Educativos (Caderno “Intervalo”):


• Jogo n.o 14

Trabalho Cooperativo:
• Redação de um texto-síntese (c. 6 linhas) dos conteúdos de“Grande plano sobre… O Mundo Viking”
(Manual, pp. 128 e 129)

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Teste interativo (aluno) – “As novas invasões e o cerco da Europa”
» Ficha de trabalho diferenciado n.o 7/Nível 2 (exercício 4)
» Ficha de trabalho diferenciado n.o 7/Nível 3 (exercício 4)
ASA • Páginas da História

81
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SUBTEMA C2 – A sociedade europeia nos séculos IX a XII


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– A sociedade senhorial nos séculos IX a 1. Que funções desempenhava o clero?
XII. 2. Por que razão foram criadas novas ordens religiosas nos séculos X e XI?
– O clero: as funções do clero; a ação das 3. Quais eram as funções da nobreza na sociedade senhorial?
Ordens de Cluny e Cister. 4. De que forma a Igreja procurou controlar o espírito guerreiro da nobreza?

• Analisa fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender


Desenvolvimento aspetos da organização da sociedade medieval.
de Capacidades • Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Exploração pedagógico-didática da Animação Interativa “A sociedade senhorial”


Motivação para enquadrar os alunos no mundo medieval, em particular os seus
grupos sociais e as relações entre si.

Indicadores
– A nobreza: as funções da nobreza. Conteúdos
de Aprendizagem

1. A Igreja, após as invasões bárbaras, era 1. Indica as funções 1.1 Leitura da rubrica “Sabias que …” (p. 136) para os alunos
a única força bem organizada da Europa. desempenhadas integrarem conhecimentos tácitos (adquiridos no 5.o ano) re-
Numa época de grande religiosidade, o pelo Clero. lativos à organização da sociedade medieval e às funções de
clero tinha muita importância e prestí- cada grupo social.
gio. Além do serviço religioso, prestava 1.2 Exploração dos docs. 2 a 4 (p. 137) para os alunos com-
a u - preenderem a organização hierárquica do clero e identifi-
xílio a necessitados, controlava o ensino carem algumas das suas funções.
e a cultura. Beneficiava, também, de

2. A Ordem de Cluny foi fundada, em 910, 2. Explica a criação 2.1 Leitura e análise do doc. 5 (p. 137) para os alunos inte-
por Guilherme o “Piedoso”, a fim de evi- de novas ordens grarem a criação das Ordens de Cluny e de Cister na reno-
tar os desvios e abusos do clero. Mas, religiosas nos vação da Igreja nos séculos X e XI.
com o decorrer do tempo, os seus mon- séculos X e XI.
ges passaram a viver de forma opulenta.
Em reação, em 1098, S. Bernardo fun-
dou a Ordem de Cister, fixando regras de
vida austeras para os seus membros.

3. A principal função da nobreza era a 3. Refere as 3.1 Observação atenta dos docs. 2 e 4 (p. 139) para os alunos
guerra. A insegurança provocada pelas in- funções da no- conhecerem práticas/ocupações dos nobres na preparação
vasões fortaleceu a sua importância e breza para a guerra.
poder. Os nobres eram proprietários de durante a Idade 3.2 Observação e análise do doc. 3 (p. 139) para integração
vastas propriedades e dispunham de Média. dos conhecimentos tácitos dos alunos sobre aspetos do quo-
muitos poderes, tais como, a aplicação de tidiano da nobreza e da sua vida social.
justiça, o lançamento de impostos e a cun-
hagem de moeda.

4. O espírito guerreiro da nobreza foi con- 4. Identifica 4.1 Observação do documento “A intervenção da Igreja na
trolado pela Igreja que instituiu a “Paz de medidas da formação dos cavaleiros” (Caderno de Atividades, p. 49),
Deus” (proibição de ataques a indefesos) Igreja para con- para ilustração e enquadramento das medidas tomadas pela
e a “Trégua de Deus” (proibição de com- trolar o espírito Igreja para controlar e orientar o espírito guerreiro dos no-
bates em épocas com significado reli- guerreiro da No- bres.
gioso). Criou, ainda, a Cavalaria para ser- breza.
vir a Igreja e os mais fracos e incentivou
as “Cruzadas” para a reconquista dos Lu-
gares Santos.

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução das Fichas de Trabalho n.os 33 e 34 (Caderno de Atividades).

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• O clero gozava de grande prestígio e influência. Era o grupo social mais instruído
e possuía muitos privilégios.

• As Ordens de Cluny e Cister foram criadas nos séculos X e XI para combater a os-
tentação e imoralidade de membros do clero. Os mosteiros destas novas ordens
religiosas reforçaram o papel da Igreja na Europa.

• A nobreza era, também, um grupo social poderoso. Preparava-se para a guerra,


participando em torneios, justas e caçadas. Nas suas terras, dispunha de vastos
poderes (aplicação da justiça, lançamento de impostos, cunhagem da moeda).

• O espírito guerreiro da nobreza foi controlado pela Igreja através da “Paz de Deus”,
“Trégua de Deus”, criação da Cavalaria e organização das Cruzadas.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar)

Recursos Escritos (Manual):


• “Grande plano sobre… Castelos e mosteiros medievais”.

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Video C.2/Motivação

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: A justificação teológica da sociedade trinitária; Cister face a Cluny; Doação
dos bens a um mosteiro
• “Notícias Ilustradas”: Visita a um mosteiro medieval (Maio de 1250)

Fichas de Aplicação (Caderno de Atividades):


• Guião de visionamento do filme “Robin Hood” (secção “Em Exibição”)
• “Aconteceu… Os torneios e as justas”

Trabalho Cooperativo:
• Criação de um cartaz ou jornal de parede, após visita de trabalho a um castelo ou a um mosteiro
medievais (processo de recriação do ambiente da época em estudo).
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 8/Nível 2 (exercício 1 e 2)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 8/Nível 3 (exercício 1 e 2)

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SUBTEMA C2 – A sociedade europeia nos séculos IX a XII


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– O domínio senhorial e a dependência dos 1. Como era constituído um senhorio ou domínio senhorial?
camponeses: as terras dos senhores; as 2. Que relações se estabeleceram entre senhores e camponeses?
relações entre senhores e camponeses. 3. Em que consistia o “contrato de vassalagem”?
– As relações feudo-vassálicas: o contrato 4. Que relações se estabeleceram entre suseranos e vassalos?
de vassalagem; as relações entre suse-
rano e vassalo.

• Analisa fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender


aspetos da sociedade europeia nos séculos IX a XII.
Desenvolvimento • Aplica os conceitos: domínio senhorial, reserva, manso, suserano, vassalo.
de Capacidades • Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.
• Utiliza expressão artística (plástica) para comunicar conhecimentos/informações.

Exploração pedagógico-didática da Animação Interativa “O domínio senhorial”


Motivação para ilustrar a vida num senhorio, a sua exploração e as relações de
dependência entre senhores e camponeses.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. Os grandes senhores do clero e da no- 1. Descreve um 1.1 Observação e análise do doc. 2 (p. 143) para os alunos
breza possuíam vastas propriedades (os senhorio identificarem as áreas que compunham um senhorio me-
senhorios), constituídos pela reserva medieval. dieval.
(explorada diretamente pelo senhor) e 1.2 Leitura e análise da rubrica “Sabias que…” (p. 140) a fim
pelos mansos (terras arrendadas aos de os alunos perceberem a condição dos servos nesta época.
camponeses). Os senhorios, além das
terras de cultivo, abrangiam também
bosques, pastagens, baldios, moinhos,
fornos, lagares, entre outras dependên-
cias agrícolas.

2. Entre os senhores e os camponeses es- 2. Refere as 2.1 Observação do doc. 3 e leitura e análise do doc. 4 (p. 143)
tabeleceram-se uma série de obri- relações de para os alunos conhecerem obrigações dos camponeses para
gações. Os senhores concediam terras dependência com os seus senhores.
aos camponeses e davam-lhes proteção. entre senhores e 2.2 Exploração da secção “Grande plano sobre… Viver numa
Os camponeses, que exploravam os camponeses. aldeia medieval” (Manual, pp. 144 e 145) para contextualiza-
mansos, obrigavam-se ao pagamento de ção do dia a dia dos camponeses.
rendas, corveias, banalidades e ao cum-
primento de outros encargos.

3. Em resultado das dificuldades dos séculos 3. Identifica os 3.1 Exploração dos docs. 2 e 3 (p. 147) para os alunos co-
VIII a XI, os grandes senhores usur- diferentes nhecerem/compreenderem o significado dos contratos de
param poderes que outrora tinham per- momentos da vassalagem.
tencido ao monarca. Por questões de se- celebração de um 3.2 Leitura da rubrica “Sabias que…” (p. 146) para os alunos
gurança, os senhores menos poderosos contrato de aprofundarem os seus conhecimentos sobre as obrigações
colocaram-se na dependência dos mais vassalagem. de fidelidade dos vassalos para com os suseranos.
fortes, através do chamado contrato de
vassalagem.

4. Ao longo dos séculos X e XI, estabelece- 4. Explica o tipo de 4.1 Exploração dos docs. 4 e 5 (p. 147) para compreensão
ram-se laços de dependência entre os relações que se das relações de vassalagem estabelecidas entre suseranos
suseranos e vassalos, através de con- estabeleceram e vassalos (direitos e deveres).
tratos vitalícios que implicavam obri- entre suseranos e
gações e deveres mútuos. vassalos.

– Resposta às questões da secção “Agora, resolve”.


– Resolução da atividade verdadeiro/falso da Animação Interativa “O domínio sen-
Avaliação
horial”.
– Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução das Fichas de Trabalho n.os 35 e 36 (Caderno de Atividades).

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GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 85

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• A terra, principal fonte de riqueza na Idade Média, pertencia ao rei, à Igreja (clero) e à no-
breza. Os senhorios abrangiam duas áreas: a reserva e os mansos.
• Os camponeses, que exploravam os mansos, estavam sujeitos a muitas obrigações para com
os seus senhores (pagamento de rendas, corveias, banalidades e outras obrigações).
• A partir do século IX, os senhores menos poderosos colocaram-se na dependência dos mais
fortes, através do chamado contrato de vassalagem (homenagem, juramento, investidura).
• Entre os suseranos e os vassalos estabeleciam-se laços de dependência, que implicavam
obrigações e deveres mútuos.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Recuperação da Animação Interativa “A sociedade senhorial”
• Powerpoint C.2/Síntese
Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: O domínio senhorial e a dependência dos camponeses; A renovação de um
contrato de vassalagem no século XII; Trabalhos dos camponeses
• “Notícias Ilustradas”: Cerimónia de vassalagem (Abril de 1127); Obrigações dos camponeses (Fe-
vereiro de 1180)
• “Outros Recursos Didáticos”: As relações de dependência pessoais (esquema)

Guia do Professor:
• “Cenas do Quotidiano/Dramatizações”: A vida num domínio senhorial
Jogo Educativo (Caderno “Intervalo”):
• Jogo n.o 16
Jogos Interativos :
• Pinball: “A sociedade medieval”
• Atividade drag and drop: “As relações feudo-vassálicas”
Trabalho Cooperativo:
• Maquetagem (trabalho de pares) de “Um senhorio medieval”
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 8/Nível 2 (exercício 3)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 8/Nível 3 (exercício 3 e 4)

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SUBTEMA C3 – Cristãos e Muçulmanos na Península Ibérica


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– A ocupação muçulmana e a Reconquista 1. Como decorreu a ocupação da Península Ibérica pelos Muçulmanos?
cristã: a ocupação da Península Ibérica; 2. O que foi o movimento da Reconquista?
o movimento da Reconquista.

• Analisa um friso cronológico sobre “A ocupação muçulmana e a Reconquista Cristã”


• Localiza em mapas os ritmos ou etapas da Reconquista na Península Ibérica.
Desenvolvimento • Interpreta fontes diversificadas que permitam reconstituir o passado.
de Capacidades • Aplica o conceito: Reconquista.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Visionamento do video C.3/Motivação para sensibilizar os alunos


Motivação para o estudo do tema, recuperando os seus conhecimentos tácitos (adquiridos no
5.o ano de escolaridade).

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. A Península Ibérica foi invadida pelos 1. Interpreta a 1.1 Exploração dos docs. 1 (p. 154), 2 e 3 (p. 155) para se
Muçulmanos, em 711, sob o comando de rápida ocupação identificar as razões da fácil ocupação da Península Ibérica
Tarique. A rápida conquista explica-se da Península pelos Muçulmanos.
pela decadência do estado visigodo e Ibérica pelos
pela organização e eficiência da ca- Muçulmanos.
valaria muçulmana. Através de acordos
de paz com os Muçulmanos, os Visigo-
dos continuaram, em muitos casos, a
praticar a religião cristã e, até, na posse
de alguns dos seus bens.

2. A Reconquista teve início nas Astúrias e 2. Descreve o 2.1 Observação e análise do doc. 5 (p. 155) para os alunos
nos Pirenéus, onde os cavaleiros cristãos processo da situarem a formação dos primeiros reinos cristãos.
se organizaram para recuperar o ter- Reconquista na 2.1 Observação do doc. 4 (p. 155) para contextualizar as
ritório (inícios do século VIII). Progres- Península lutas travadas entre Cristãos e Muçulmanos na Península
sivamente, formaram-se os reinos Ibérica. Ibérica. Breve referência ao apoio de cruzados europeus.
cristãos mas a expulsão total dos Muçul-
manos só ocorreu em 1492, com a con-
quista de Granada.

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 37 (Caderno de Atividades).

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• A Península Ibérica, em 711, foi invadida pelos Muçulmanos, sob o comando de


Tarique.

• A Reconquista teve início no século VIII, nas Astúrias e nos Pirenéus, mas a ex-
pulsão definitiva dos Muçulmanos só ocorreu em 1492, com a conquista de Gra-
nada.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação Interativa “Os reinos ibéricos”

Recursos escritos :
• “Documentos Escritos”: A chegada dos Muçulmanos à Península Ibérica
• “Notícias Ilustradas”: Soldados muçulmanos invadem o sul da Península Ibérica (21 de junho
de 711)

Jogo Interativo :
• Crucigrama: Reinos Ibéricos

Fichas de Aplicação (Caderno de Atividades):


• Guião de descoberta do património cultural “À Descoberta de… Castelos dos primeiros séculos da
nacionalidade”)
• Guião de visionamento do filme “El Cid” (secção “Em Exibição”)

Trabalho Cooperativo:
• Elaboração, em trabalho de pares, de um breve questionário (duas perguntas) sobre o assunto em
estudo. Registo no quadro das respostas às questões mais significativas.
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 9/Nível 2 (exercício 1.1)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 9/Nível 3 (exercício 1.1)

87
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 88

SUBTEMA C3 – Cristãos e Muçulmanos na Península Ibérica


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– Do Condado Portucalense, ao Reino de 1. O que foi o Condado Portucalense?
Portugal: a concessão do Condado Por- 2. Que papel teve D. Afonso Henriques na formação de Portugal?
tucalense; D. Afonso Henriques e a for-
mação de Portugal.

• Analisa um friso cronológico sobre a época decorrente do Condado Portucalense


ao Reino de Portugal.
• Localiza em mapas as fases de crescimento territorial de Portugal durante o reinado
Desenvolvimento de D. Afonso Henriques.
de Capacidades • Interpreta fontes diversificadas que permitam reconstituir o passado.
• Aplica os conceitos: Condado, Reino.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Visionamento do diaporama temático “Do condado ao reino de Portugal” para moti-


Motivação
vação e ilustração da aula.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. D. Henrique de Borgonha foi um dos ca- 1. Relaciona a con- 1.1 Leitura e análise do doc. 2 (p. 157) para contextualizar a
valeiros que se se distinguiu no auxílio cessão do concessão do Condado Portucalense a D. Henrique, no
prestado a D. Afonso VI, na luta contra Condado processo da Reconquista.
os Muçulmanos. O rei de Leão e Castela Portucalense 1.2 Observação e análise da rubrica “Sabias que…” (p. 156)
concedeu-lhe a filha em casamento e o com o movimento para se relevar o apoio prestado pela Ordem dos Templários
Condado Portucalense (território entre da Reconquista. na Reconquista.
os rios Lima e Mondego).

2. D. Afonso Henriques desenvolveu uma 2. Explica o papel 2.1 Leitura expressiva e comentada de excertos da dramati-
ação muito importante no processo de de D. Afonso zação “À Conversa com… D. Afonso Henriques” (Caderno de
formação do Reino de Portugal, a nível Henriques, no Atividades) para exploração dos conhecimentos tácitos sobre
político e diplomático. Tornou o reino in- processo de D. Afonso Henriques, com destaque para momentos-chave
dependente, em 1143 (Tratado de Za- formação do da formação do Reino.
mora) e conseguiu a confirmação papal, Reino de 2.2 Análise dos docs. 3, 4 (p. 157) para os alunos identifi-
em 1179 (Bula Manifestis Probatum). Portugal. carem a ação decisiva de D. Afonso Henriques na formação
A Reconquista em Portugal terminou em do reino de Portugal.
1249, no reinado de D. Afonso III, com 2.3 Leitura e análise do texto “Grande vitória militar nos cam-
a expulsão definitiva dos Muçulmanos
pos de Ourique” (secção “Notícias ilustradas”, )
do Algarve. A delimitação das fronteiras
para compreensão da importância desta
só se definiu em 1279, no reinado de
D. Dinis, através do Tratado de Alcanises. batalha no processo de autonomia do Condado Portucalense.
2.4 Exploração do doc. 5 (p. 157) para os alunos compreen-
derem o processo de alargamento do território até à con-
quista definitiva do Algarve, em 1249.

– Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.


– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.
Avaliação – Redação de texto-síntese da secção “Grande plano sobre… Locais estratégicos da
Reconquista em Portugal” (Manual).

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 38 (Caderno de Atividades).

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• D. Afonso Henriques desenvolveu uma ação muito importante, a nível político e di-
plomático, na formação do reino de Portugal (independência política, reconheci-
mento pela Santa Sé, alargamento do território).
• O avanço da Reconquista prosseguiu com os reis D. Sancho II e D. Afonso III,
mas as fronteiras só se fixaram no reinado D. Dinis, através do Tratado de Alcani-

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação Interativa “Reino de Portugal”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: Conde D. Henrique; Batalha de S. Mamede; Bula Manifestis Probatum;
Doação régia aos Templários; Os Cruzados na conquista de Lisboa, 1147; As táticas guerreiras
de Geraldo, o Sem Pavor
• “Notícias Ilustradas”: A batalha de S. Mamede (24 de Junho de 1128); Grande vitória militar nos
campos de Ourique (Julho de 1139); A conquista de Lisboa (24 de Outubro de 1147)
• “Outros Recursos Didácticos”: Grandes monarcas portugueses

Jogos educativos (Caderno “Intervalo”):


• Jogo n.o 17

Jogo Interativo :
• Sopa de letras: O reino de Portugal

Fichas de Aplicação (Caderno de Atividades):


• “Aconteceu”: A Conquista de Lisboa aos Mouros
• “Quem foi… Conde D. Henrique?”
• “À Conversa com … D. Afonso III”

Trabalho Cooperativo:
• Organização de um trabalho de grupo orientado para a redação de um texto-síntese (cerca de 6
linhas) da dramatização “À Conversa com… D. Afonso III” (Caderno de Atividades, pp. 86, 87)
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 9/Nível 2 (exercícios 1.2 a 2)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 9/Nível 3 (exercícios 1.2 a 2.2)

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SUBTEMA C3 – Cristãos e Muçulmanos na Península Ibérica


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– Contrastes civilizacionais e formas de 1. Que diferenças existiam entre as comunidades cristã e muçulmana?
relacionamento entre os dois mundos: o 2. De que forma se relacionaram?
mundo cristão e o mundo muçulmano.
– Revisões.

• Analisa e utiliza fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para com-
preender aspetos das diferentes sociedades.
Desenvolvimento
• Aplica os conceitos: Cristão, Muçulmano.
de Capacidades
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Exploração pedagógico-didática da secção “Grande plano sobre … Cidades cristãs e


Motivação muçulmanas no tempo da Reconquista” (Manual, pp. 162 e 163) de forma a sensibi-
lizar e enquadrar os alunos na temática do encontro das duas culturas.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. As civilizações cristã e muçulmana eram 1. Distingue a 1.1 Diálogo com os alunos, baseado na motivação da aula,
muito distintas no seu modo de vida civilização cristã para destacar as diferenças entre as comunidades cristã e
(economia rural e agrícola/economia ur- da civilização muçulmana. Em seguida, registo no quadro, dos principais in-
bana e mercantil), na religião (cristã/ muçulmana. dicadores dessa distinção.
muçulmana) e na cultura (monástica e
livresca/ palaciana ou cortesã).

2. Alguns Cristãos converteram-se ao Is- 2. Explica as 2.1 Observação e análise dos docs. 2 e 4 (p. 161); leitura e
lamismo (muladis) outros, mantendo a formas de análise do doc.3 (p. 161) para os alunos perceberem as dis-
religião cristã, adotaram os trajes e cos- relacionamento tintas formas de relacionamento (guerra e paz) entre as duas
tumes muçulmanos (moçárabes). Os Mu- entre o mundo comunidades durante vários séculos.
çulmanos que permanecerem na Penín- cristão e o mundo 2.2 Leitura e análise da rubrica “Sabias que…” (p. 160) e do
sula Ibérica, após a Reconquista, viviam muçulmano. doc. 5 (p. 161) para os alunos identificarem os vestígios/teste-
de acordo com os princípios muçulma- munhos da presença muçulmana na Península Ibérica.
nos e em bairros separados, as mou-
rarias.
Cristãos e Muçulmanos viveram, tam-
bém, tempos de paz e de tolerância,
mantendo relações económicas, sociais
e culturais entre si.

(Abordagem sucinta dos conteúdos essen- Levantamento de questões e esclarecimentos de dúvidas de alunos a partir da leitura
ciais do subtema). (em voz alta) do quadro-síntese e/ou do esquema-resumo (Manual, pp. 164 e 165).

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.


Avaliação – Resolução da Ficha de Avaliação “Prova o que sabes” (Manual, pp. 166 e 167).
– Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 39 (Caderno de Atividades).

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GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 91

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• As civilizações cristã e muçulmana eram muito distintas a nível económico, reli-


gioso e cultural.

• Cristãos e Muçulmanos viveram muitos períodos de guerra mas também tempos de


paz e de tolerância, tendo assimilado reciprocamente aspetos das suas culturas.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Vídeo “Vestígios da presença Islâmica em Portugal”
• Atividade Interativa “A herança Muçulmana”

Recursos escritos :
• “Documentos Escritos”: A herança muçulmana em Portugal

Guia do Professor:
• “Cenas do Quotidiano/Dramatizações”: Dois mundos em presença

Fichas de Aplicação (Caderno de Atividades):


• Guião de descoberta do património cultural “À descoberta de … vestígios de Portugal islâmico”

Jogo Educativo (Caderno “Intervalo”):


• Jogo n.o 18

Jogo Interativo :
• Jogo de escolha múltipla: “Eu sei! Cristãos e Muçulmanos na Península Ibérica”

Trabalho Cooperativo:
• Pesquisa e sequente produção de um trabalho escrito (tarefa de pares) sobre: “Os Mouros na
minha região” (lendas, vestígios arquitetónicos, toponímia)
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 9/Nível 2 (exercício 3)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 9/Nível 3 (exercício 3)

91
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SUBTEMA D1 – Desenvolvimento económico, relações sociais


e poder político nos séculos XII e XIII
Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– O dinamismo do mundo rural nos séculos 1. A que se deveu o crescimento da população europeia?
XII e XIII. Crescimento demográfico e 2. Que progressos técnicos se deram na agricultura?
ocupação de novos espaços: o aumento 3. Que fatores favoreceram o desenvolvimento do comércio?
da população europeia; progressos na 4. Como se explica o crescimento das cidades medievais?
agricultura – ocupação de novas terras e
inovações técnicas.
– O desenvolvimento do comércio. A ani-
mação dos núcleos urbanos: o incremento
do comércio; o crescimento das cidades.
• Analisa representações espaciais como fonte de compreensão da ação humana.
• Interpreta fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender
Desenvolvimento aspetos económicos, políticos e sociais da Europa medieval.
de Capacidades • Aplica os conceitos: mercado, feira, burguês.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves para comunicar as suas ideias.
• Cria expressões artísticas (jornal de parede) para retratar situações históricas.

Visionamento do video D.1/Motivação D1 para sensibilizar os alunos


Motivação
para o estudo do subtema.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. A população europeia aumentou, entre os 1. Explica o 1.1 Observação e análise do doc. 2 (p. 171) para os alunos
séculos XI e XIII, devido ao fim das in- crescimento da associarem os arroteamentos ao alargamento da área pro-
vasões, melhoria das condições climáti- população dutiva e ao aumento de alimentos para uma população em
cas, e ao desenvolvimento da economia. europeia nos crescimento.
Em Portugal, esse crescimento também séculos XII e
se verificou, sobretudo, na região de Entre XIII.
Douro e Minho.

2. O crescimento da população levou à ocu- 2. Indica os 2.1 Observação e análise dos docs. 4 e 5 (p. 171) para os
pação de novos espaços agrícolas e ao progressos alunos identificarem progressos técnicos ocorridos na agri-
aparecimento das “vilas novas”. técnicos cultura, responsáveis pelo aumento da área de cultivo e da
A agricultura beneficiou de importantes ocorridos na produção agrícola.
progressos técnicos, tais como, a utiliza- agricultura.
ção frequente do ferro, a aplicação do sis-
tema trienal das culturas e o uso do jugo
e da coelheira.

3. A intensificação das trocas comerciais 3. Identifica os 3.1 Exploração dos doc. 1 (p. 172) para os alunos con-
resultou do progresso agrícola e do au- fatores hecerem os aperfeiçoamentos e desenvolvimentos nos trans-
mento da população. Foi, por outro lado, favoráveis ao portes.
facilitada por importantes inovações nos desenvolvimento 3.2 Leitura dos docs. 2 e 3 (p. 173) para os alunos associa-
transportes terrestres, fluviais e maríti- do comércio. rem os mercados e feiras à reanimação do comércio.
mos e, ainda, nas técnicas comerciais.
Em consequência, surgiram em muitos
locais, mercados e feiras.

4. Os núcleos urbanos desenvolveram-se, 4. Relaciona a 4.1 Exploração do doc. 4 (p. 173) para os alunos en-
na Europa, em resultado da expansão da expansão quadrarem o crescimento das cidades medievais.
economia. Nos “burgos novos” desen- económica com o 4.2 Exploração do “Grande plano sobre… A vida nas cidades
volveu-se a atividade artesanal e comer- incremento das medievais (séc. XI a XIII)” (pp. 174 e 175) para os alunos
cial, o que fez surgir um novo grupo social cidades. constatarem o dinamismo dos núcleos urbanos medievais,
– a burguesia. bem distinto dos meios rurais.

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução das Fichas de Trabalho n.os 40 e 41 (Caderno de Atividades).

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• A população europeia aumentou nos séculos XI, XII e XIII. Em Portugal, esse cresci-
mento ocorreu, sobretudo, na região de Entre Douro e Minho.
• O crescimento da população foi acompanhado pelo aumento da área agrícola e pelo apa-
recimento das “vilas novas”.
• O aumento da produção agrícola deveu-se a progressos técnicos como a utilização fre-
quente do ferro, a aplicação do sistema trienal das culturas e o uso do jugo e da coelheira.
• A intensificação das trocas comerciais foi o resultado do progresso agrícola, do aumento
da população, do desenvolvimento dos transportes e dos mercados e feiras.
• Nos “burgos novos”, fora das antigas muralhas da cidade, desenvolveu-se a atividade ar-
tesanal e comercial, o que fez surgir um novo grupo social – a burguesia.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Video “Feiras medievais”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: Arroteias em Portugal; A fundação de povoações; Carta de feira de Gui-
marães;
• “Notícias Ilustradas”: Uma nova arte no reino (dezembro de 1320)

Jogo Interativo :
• O dinamismo do mundo rural nos séculos XII e XIII

Ficha de Aplicação (Caderno de Atividades):


• Guião de visionamento do filme “Braveheart” (secção “Em Exibição”).

Trabalho Cooperativo:
• Realização (trabalho de pares), no âmbito da história local e regional, de um jornal de parede
sobre “As feiras na nossa região” (três imagens/fotografias ou desenhos, apoiadas por textos
curtos e significativos).
• Realização (trabalho de grupo) de um levantamento fotográfico de elementos-chave do núcleo
urbano medieval da cidade ou vila locais. Exposição do material seleccionado.
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 10/Nível 2 (exercício 1)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 10/Nível 3 (exercício 1)

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SUBTEMA D1 – Desenvolvimento económico, relações sociais


e poder político nos séculos XII e XIII
Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– A sociedade medieval portuguesa: o clero 1. De que poderes usufruíam o clero e a nobreza?
e a nobreza – grupos sociais privilegia- 2. A que se deveu a criação dos concelhos?
dos; os concelhos, comunidades de 3. Como procuraram os reis, em Portugal, fortalecer o seu poder?
homens livres. 4. Qual era a função das cortes na Idade Média?
– O fortalecimento do poder do rei: os
poderes do monarca; as cortes, assem-
bleias dos três grupos sociais.

• Analisa fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender


aspetos económicos, políticos e sociais da Europa medieval.
Desenvolvimento • Aplica os conceitos: concelho, carta de foral, cúria régia, cortes
de Capacidades • Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.
• Utiliza expressão artística (dramática) para comunicar conhecimentos/informações.

Exploração pedagógico-didática da Animação Interativa “Senhores e concelhos”


Motivação que permite aceder a informação diversa, a partir de um mapa, sobre
senhorios laicos e religiosos e concelhos com carta de Foral.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. O clero e a nobreza eram grupos sociais 1. Identifica os 1.1 Observação dos docs. 2 e 3 (p. 177) para os alunos conhe-
privilegiados – posse de terras (senho- poderes dos cerem as características fundamentais da sociedade senho-
rios), onde tinham grandes poderes (rece- nobres e da rial portuguesa.
bimento de rendas, recrutamento de Igreja nos seus 1.2 Breve referência à diversa distribuição geográfica dos
tro-pas, aplicação limitada da justiça). Os senhorios. senhorios laicos e eclesiásticos no reino.
seus senhores concentravam-se no norte
(os laicos) e no Alentejo (os eclesiásticos).

2. Os concelhos foram criados pelos reis e 2. Explica a 2.1 Análise dos docs. 4 e 5 (p. 177) para os alunos compreen-
por alguns senhores, com o objetivo de instituição dos derem a importância das cartas de foral e a autonomia
defender, povoar e desenvolver o reino. concelhos. administrativa aos concelhos.
Eram povoações de homens-livres, com
órgãos de governo próprios, instituídas
por «cartas de foral».

3. Os reis portugueses conservaram impor- 3. Descreve o 3.1 Exploração dos docs. 1 a 3 (pp. 178 e 179) para identifi-
tantes poderes como o comando do processo de cação de medidas tomadas pelos monarcas portugueses
exército, a cunhagem da moeda e a apli- fortalecimento do contra os abusos dos grandes senhores.
cação da justiça maior. Para combater os poder régio no 3.2 Observação e análise do doc. 4 (p. 179) a fim de os alunos
abusos do clero e da nobreza e aumentar século XIII. entenderem a supremacia do rei face aos restantes grupos
a autoridade real, tomaram medidas sociais.
como as inquirições, confirmações e leis
de desamortização.

4. As primeiras cortes (assembleias dos 4. Refere as 4.1 Exploração do doc. 5 (p.179) para destacar o papel das
três grupos sociais) realizaram-se em funções das cortes nos séculos XIII e XIV.
Leiria, em 1254. As cortes medievais cortes
eram convocadas pelo monarca para medievais.
tratar de assuntos de natureza eco-
nómica, financeira e política. Tinham
funções consultivas.

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”;


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução das Fichas de Trabalho n.os 42 e 43 (Caderno de Atividades).

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• O clero e a nobreza eram grupos sociais, que gozavam de grandes privilégios nos seus
senhorios (eclesiásticos e laicos).
• Os concelhos, instituídos por «cartas de foral», foram criados pelos reis e por alguns
senhores com o objetivo de defender, povoar e desenvolver o reino.
• Os reis portugueses usufruíam de importantes poderes, como comando do exército, cu-
nhagem da moeda e aplicação da justiça maior. Nos séculos XIII e XIV, tomaram me-
didas para reforçar a sua autoridade: inquirições, confirmações e leis de
desamortização.
• As cortes (assembleias dos três grupos sociais) eram convocadas pelos monarcas para

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação Interativa “O poder régio”

Recursos Escritos (Caderno de Atividades):


• “À Conversa com… D. Afonso III, o Bolonhês”.

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: Foral da Guarda
• “Notícias Ilustradas”: Concessão de dezenas de forais (março de 1209); Inquirições e desordem
(dezembro de 1220); Cortes de Leiria (fevereiro de 1254)
• “Outros Recursos Didáticos”: Poder régio; senhores e concelhos (esquema)

Jogo Educativo (Caderno “Intervalo”):


• Jogo n.o 20

Jogo Interativo :
• Sopa de letras: Senhores e concelhos

Trabalho Cooperativo:
• Realização de um trabalho de grupo, no âmbito da história local/regional, sobre propriedades se-
nhoriais e concelhos existentes na época medieval na área geográfica da escola.
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 10/Nível 2 (exercícios 2 e 3)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 10/Nível 3 (exercícios 2 e 3)

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SUBTEMA D1 – Desenvolvimento económico, relações sociais


e poder político nos séculos XII e XIII
Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– Áreas e rotas do comércio europeu nos 1. Por que razão a Itália era uma importante área do comércio da Europa?
séculos XII a XIV: a Itália, a Flandres e 2. Quais foram os fatores de desenvolvimento económico da Flandres e do Norte
o Norte da Europa. da Europa?
– Portugal – Incremento do comércio ex- 3. Em que consistia o comércio externo de Portugal?
terno, as rotas e o apoio régio. 4. Que medidas tomaram os reis portugueses para incentivar o comércio externo?

• Localiza, em diversas representações cartográficas, os territórios e movimentações


de diversos povos.
Desenvolvimento • Analisa fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender o
de Capacidades dinamismo económico europeu entre os séculos XII e XIV.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Exploração pedagógico-didática da dupla página “Grande plano sobre… Vias e meios


Motivação de transporte na Europa dos séculos XI a XIII” para sensibilizar os alunos para o
estudo do assunto da aula e relevar as suas ideias-chave.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. As repúblicas italianas enriqueceram 1. Explica o 1.1 Localização no doc. 2 (p. 181) de prósperas cidades itali-
em resultado das trocas comerciais que desenvolvimento anas ligadas ao comércio internacional.
faziam entre o Mediterrâneo Oriental e o económico das 1.2 Observação e análise dos docs. 2 e 3 (p. 181) para os
Norte da Europa. A rivalidade económica cidades italianas. alunos verificarem a ligação dessas cidades ao comércio com
entre as cidades italianas conduziu ao o Oriente, a Flandres e o Norte da Europa e identificarem os
desenvolvimento de uma burguesia po- produtos dos seus negócios.
derosa, formada por mercadores, cam-
bistas e banqueiros.

2. A Flandres constituía outro importante 2. Identifica fatores 2.1 Localização no doc. 2 (p. 181) de importantes cidades
polo da economia europeia. Grande cen- de prosperidade comerciais flamengas e hanseáticas.
tro de indústria têxtil era, também, o da Flandres e 2.2 Observação e análise dos docs. 4 e 5 (p. 181) para os
ponto de encontro das rotas de comércio Norte da Europa. alunos compreenderem o dinamismo comercial de Bruges e
de produtos do Sul e do Norte da Europa demais cidades flamengas.
e do Oriente. 2.3 Breve referência ao comércio dos mercadores da Hansa
As cidades do Norte da Alemanha e do na área dos mares do Norte e Báltico.
Báltico constituíam outras áreas impor-
tantes da economia europeia. Aí desta-
cavam-se as cidades da Hansa ou Liga
Hanseática.

3. Com o fim da Reconquista, o comércio ex- 3. Caracteriza o 3.1 Observação e análise do doc. 3 (p. 185) para os alunos
terno português intensificou-se. Merca- comércio externo identificarem as rotas do comércio externo português e os
dores portugueses estabeleceram-se em português nos produtos transacionados.
áreas comerciais importantes da Europa. séculos XII a
Exportavam-se produtos agrícolas, como XIV.
vinho, azeite, sal e cortiça e importava-se
madeiras, armas, metais e cereais.

4. Desde os princípios da nacionalidade que 4. Explica o 4.1 Leitura e interpretação da cronologia (doc. 2, p. 185) para
os mercadores portugueses comerci- dinamismo do os alunos verificarem algumas estratégias régias para incre-
avam no Mediterrâneo e no Norte da Eu- comércio externo mento do comércio externo português.
ropa. Com D. Dinis e D. Fernando, o co- português nos 4.2 Exploração da cronologia (doc. 2) para se referir os
mércio externo intensificou-se. Então, a séculos XIII e apoios régios ao comércio marítimo português.
cidade de Lisboa registou grande cresci- XIV. 4.3 Exploração dos doc. 5 (p. 185) para destacar o papel de
mento, em virtude de ser porto de escala Lisboa como importante entreposto nas rotas do comércio
de rotas marítimas da época. internacional.

Avaliação – Resolução das questões da secção “Agora, resolve”

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 44 (Caderno de Atividades).

96
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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• As cidades italianas enriqueceram devido às trocas comerciais que faziam com o


Oriente e o Norte da Europa, o que levou à formação de uma burguesia poderosa.

• A Flandres e as cidades do Norte da Alemanha e do Báltico constituíam importan-


tes polos da economia europeia, ligados à indústria têxtil e ao comércio marítimo.

• O comércio externo português intensificou-se no século XIII. O país exportava


produtos agrícolas, como vinho, azeite, sal e cortiça e importava madeiras, armas,
metais e cereais.

• As medidas tomadas pelos monarcas portugueses (em especial D. Dinis e D. Fer-


nando) contribuíram para o desenvolvimento do comércio externo que, entre outras
cidades, favoreceu o crescimento de Lisboa, situada no cruzamento de rotas do
Mediterrâneo com a Flandres e o Norte da Europa.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação “Áreas e rotas do comércio europeu nos séculos XIII e XIV”
• Powerpoint D.1/Síntese

Recursos Escritos (Caderno de Atividades):


• “À Conversa com… D. Dinis, o Lavrador”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: A Companhia das Naus
• “Outros Recursos Didáticos”: Comércio europeu nos séculos XII, XIII e XIV (esquema)

Guia do Professor:
• “Cenas do Quotidiano/Dramatizações”: No cais do Tejo, em finais do século XIII.

Trabalho Cooperativo:
• Redação de um texto (c. 6 linhas), em trabalho de pares, baseado nos conteúdos da rubrica “Grande
plano sobre… Vias e meios de transporte na Europa dos séculos XI a XIII”.
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 10/Nível 2 (exercício 4)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 10/Nível 3 (exercício 4)

97
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 98

SUBTEMA D2 – Cultura, arte e religião


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– Cultura monástica, cultura cortesã e cul- 1. Em que consistiu a cultura monástica?
tura popular. 2. O que distinguia a cultura cortesã da cultura popular?
– As novas ordens religiosas e a universi- 3. Como se explica a fundação das ordens mendicantes no século XIII?
dade: a fundação das ordens mendican- 4. Por que razão surgiram as Universidades?
tes; a criação das universidades.

• Analisa um friso cronológico para compreender o contexto da criação das Ordens


Religiosas e das primeiras Universidades.
• Analisa fontes, com estatutos diferentes e linguagens diversas, para compreender
Desenvolvimento
aspetos sociais e culturais da Europa medieval.
de Capacidades
• Aplica o conceito: universidade.
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.

Visionamento do video D.2/Motivação para sensibilizar os alunos no


Motivação estudo do subtema (enfoque no desenvolvimento cultural e artístico ocorrido na Eu-
ropa, a partir do século XI).

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. Na Idade Média, o clero era o grupo so- 1. Define cultura 1.1 Observação do doc. 2 (p. 193) para os alunos identifi-
cial mais culto, sendo os mosteiros im- monástica. carem os mosteiros como importantes centros culturais.
portantes centros de cultura, pois neles 1.2 Leitura da rubrica “Sabias que…” (p. 192) para os alunos
encontravam-se bibliotecas, scriptoriuns reconhecerem o papel dos monges copistas na transmissão
e as escolas da época. Por isso, os da cultura antiga e medieval.
maiores vultos da cultura medieval 1.3 Breve referência a vultos da cultura medieval por-
eram membros do clero. tuguesa.

2. Nas cortes dos reis e dos grandes se- 2. Distingue cultura 2.1 Observação e análise do doc. 4 (p. 193) para os alunos
nhores, as cantigas de amor e de amigo cortesã de reconhecerem os saraus nas cortes medievais como acon-
ocupavam um lugar de destaque. A aris- cultura popular. tecimentos culturais (música, canto, dança, poesia).
tocracia interessou-se, também, pelas 2.2 Observação e leitura dos docs. 4 e 5 (p. 193) para eviden-
produções em prosa, como as crónicas ciar produções da cultura cortesã.
e os romances de cavalaria. 2.3 Exposição, breve, sobre manifestações da cultura do po-
O povo apreciava as cantigas de es- vo, como lendas, cantares, provérbios, desenvolvidas em fes-
cárnio e maldizer (que satirizavam a so- tas religiosas e profanas.
ciedade em geral), lendas e contos.

3. No século XIII, fundaram-se novas or- 3. Explica a criação 3.1 Breve referência aos fundadores das ordens dos Francis-
dens religiosas – as Ordens Mendicantes de ordens canos e dos Dominicanos.
dos Franciscanos e Dominicanos, cuja mendicantes no 3.1 Observação e análise do doc. 2 (p. 195) para os alunos
ação visou a defesa e apoio dos mais fra- século XIII. relacionarem a fundação das Ordens Mendicantes com as
cos e oprimidos, o combate às heresias e transformações económicas e urbanas da época.
o ensino universitário.

4. As Universidades surgiram a par das 4. Relaciona a 4.1 Exploração do doc. 3 (p. 195) para os alunos situarem a
transformações económicas e urbanas fundação das fundação de universidades europeias nos séculos XII e XIII.
nos séculos XII e XIII. Destinaram-se a Universidades 4.2 Exposição sobre o contexto da fundação das universi-
dar resposta às necessidades da so- com o desenvolvi- dades (alunos, professores, cursos), com apoio no doc. 4
ciedade (legistas, médicos)e à política de mento económico (p.195).
centralização do poder real (altos fun- e urbano da 4.3 Leitura e análise do doc. 5 (p. 195) para os alunos com-
cionários do Estado). Europa medieval. preenderem a criação do “Estudo Geral”, em Lisboa, nos fi-
nais do século XIII.

Avaliação – Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.º 45 (Caderno de Atividades).

98
GHistoria_45a104_GPROF 12/03/16 20:13 Page 99

Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• Na Idade Média, o clero era o grupo social mais culto, sendo os mosteiros importantes
centros de cultura. Os maiores vultos da cultura medieval eram membros do clero.
• Nas cortes dos reis e grandes senhores, as cantigas de amor e de amigo ocupavam
um lugar de destaque. Mais tarde, surgiram as produções em prosa, como as crónicas
e os romances de cavalaria. O povo apreciava, as cantigas de escárnio e maldizer, que
satirizavam a sociedade em geral. A cultura popular abrangia, ainda, lendas, cantares
e provérbios.
• No século XIII, fundaram-se novas ordens religiosas – as Ordens Mendicantes dos
Franciscanos e Dominicanos, com vista à defesa e apoio dos mais fracos e oprimidos
e ao combate das heresias.
• Na mesma época, na Europa, fundaram-se as Universidades. Em Portugal, o “Estudo
Geral” foi criado em 1290, no reinado de D. Dinis, em Lisboa.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
• Animação Interativa “A cultura: monástica, cortesã e popular”

Recursos Escritos :
• “Documentos Escritos”: A regra de S. Francisco; Cantiga de amigo; Fundação do Estudo Geral em
Lisboa; A natureza de um “Estudo Geral”
• “Notícias Ilustradas”: O Estudo Geral em Lisboa ( 1 de março de 1290); Morte de Santo António de
Lisboa (30 de maio de 1232)

Fichas de Aplicação (Caderno de Atividades):


• “Quem foi … Santo António”
• “À Conversa com… D. Dinis, o Lavrador”
• Guião de visionamento do filme “Irmão Sol, Irmã Lua” (secção “Em Exibição”).

Trabalho Cooperativo:
• Redação de um texto-síntese (c. 8 linhas), em trabalho de pares, com base nos conteúdos/infor-
mações da rubrica “Grande plano sobre… A Universidade medieval – aulas, professores e alunos”.
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 11/Nível 2 (exercício 1 e 2)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 11/Nível 3 (exercício 1 e 2)

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SUBTEMA D2 – Cultura, arte e religião


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– Românico – Modelos europeus e origina- 1. Como se caracteriza o estilo românico?
lidade das pequenas igrejas rurais: carac- 2. Quais são as manifestações mais importantes do românico em Portugal?
terísticas do românico; o românico em
Portugal.

• Identifica fontes com estatutos diferentes e linguagens diversas para compreender


aspetos da arte europeia medieval.
Desenvolvimento • Aplica o conceito: Românico.
de Capacidades • Elabora, por escrito e oralmente, relatos, comentários, perguntas e respostas
breves para comunicar as suas ideias.
• Cria expressão artística (plástica) para retratar situações históricas.

Visionamento do video “Alguns aspetos dos estilos românico e gótico em Portugal»


Motivação para sensibilizar os alunos para o estudo dos estilos artísticos de-
senvolvidos depois do ano 1000, na Europa.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. A partir do século XI, a Europa Ocidental 1. Caracteriza o 1.1 Análise do doc. 3 (p. 199) para os alunos conhecerem o
cobriu-se de edifícios religiosos, cons- estilo românico. tipo de planta comum nas igrejas românicas.
truídos em estilo românico. As suas prin- 1.2 Observação e análise do doc. 2 (p. 199) para identificação
cipais características são: planta de cruz das características arquitetónicas dos edíficios românicos.
latina, paredes grossas com poucas aber- (Breve referência ao seu contexto histórico).
turas e arcos de volta perfeita. 1.3 Observação atenta dos docs. 4 e 5 (p. 199) para os alunos
identificarem a fachada e o interior típicos das igrejas
A escultura românica é tosca e rude. românicas.
Surgiu associada à arquitetura (deco- 1.4 Leitura da rubrica “Sabias que…” (p. 198) para os alunos
ração de tímpanos, capiteis, etc.) e na perceberem a função ou papel pedagógico da escultura
tumulária. românica.

O românico manifestou-se, ainda, na


pintura e na ourivesaria.

2. No românico português, as construções 2. Identifica as 2.1 Reutilização do doc. 4 (p. 199) para os alunos reconhe-
mais importantes são as sés de Braga, mais importantes cerem a imagem (Igreja de Cedofeita) como um exemplo-
Porto, Coimbra, Lisboa e Évora. Porém, manifestações tipo da arquitetura românica rural portuguesa.
a sua originalidade reside na variedade deste estilo 2.2 Observação e análise das ilustrações da página dedicada
de pequenas igrejas rurais, espalhadas artístico em ao românico em “À Descoberta de… Caminhos do românico e
pelo Norte e Centro do país. Portugal. do gótico em Portugal” (Caderno de Atividades) para apro-
fundar as informações sobre o tema.
A escultura românica tinha como princi-
pais motivos as cenas da Bíblia, animais
fantásticos e elementos vegetais.

A arte românica portuguesa manifestou-


-se, também, na pintura, na ourivesaria e
na iluminura.

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”;


Avaliação – Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 46 (Caderno de Atividades).

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• O estilo românico desenvolveu-se, na Europa, entre os séculos XI e XIII. As suas


principais características são: planta de cruz latina, paredes grossas com poucas
aberturas e arcos de volta perfeita.

• A escultura românica é tosca e rude e surgiu associada à arquitetura e na tumulá-


ria. Este estilo também se manifestou na arquitetura militar, na pintura e na ouri-
vesaria.

• No românico português, as construções mais importantes são as sés catedrais.


Porém, a sua originalidade reside na variedade de pequenas igrejas rurais, espa-
lhadas pelo Norte e Centro do país.

• A arte românica portuguesa manifestou-se, também, na escultura, pintura, na ou-


rivesaria e na iluminura.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Escritos (Caderno de Atividades):


• “À Descoberta de… Caminhos do Românico e do Gótico em Portugal”

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
a
• Powerpoint D.2/Temático: Arte na Idade Média (1. parte)
• Video: Aspetos do Românico e do Gótico em Portugal (1.a parte)

Recursos Escritos :
• “Outros Recursos Didáticos”: Do Românico ao Gótico (1.a parte)

Trabalho Cooperativo:
• Realização de um jornal de parede sobre “Igrejas românicas da minha região” (trabalho de pares)
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 11/Nível 2 (exercícios 3.1)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 11/Nível 3 (exercícios 3)

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SUBTEMA D2 – Cultura, arte e religião


Plano de Aula nº_____
Tempo: 45 + 45 m.

Sumário: Questões Orientadoras:


– O gótico - Os padrões europeus e a es- 1. Como se caracteriza a arte gótica?
pecificidade portuguesa: características 2. De que forma se manifestou em Portugal?
do gótico; o gótico em Portugal.
– Revisões.

• Analisa frisos cronológicos para situar o aparecimento do estilo gótico.


• Analisa fontes, com estatutos diferentes e linguagens diversas, para compreender
aspetos sociais e culturais da europa medieval.
Desenvolvimento
• Aplica o conceito: Gótico.
de Capacidades
• Elabora, por escrito e oralmente, respostas breves e textos de desenvolvimento para
comunicar as suas ideias.
• Cria expressão artística (plástica) para retratar situações históricas.

Exploração didático-pedagógica da secção “Grande plano sobre… Os construtores


das catedrais” (Manual, pp. 202 e 203) para servir de suporte ao diálogo com os
Motivação
alunos sobre a construção, importância e simbologia dos edíficios góticos nas cidades
medievais.

Indicadores
Conteúdos Estratégias Pedagógicas
de Aprendizagem

1. A arte gótica, desenvolve-se entre os 1. Caracteriza a 1.1 Análise dos docs. 2, 3 e 4 (p. 201) para os alunos identi-
séculos XII e XV, apoiada pelo renasci- arte gótica. ficarem elementos característicos do estilo gótico.
mento da economia e da vida urbana. As 1.2 Leitura do “Sabias que…” (p. 200) para os alunos verifi-
suas principais características são a uti- carem o aspeto gracioso da estatuária gótica e relacionarem
lização de abóbodas em ogiva, amplas a nova forma de representação da figura humana, com a mu-
aberturas (janelas, rosáceas em vitrais) dança de mentalidades na época.
e a verticalidade dos edifícios.
A escultura gótica é de grande riqueza
decorativa. As figuras são represen-
tadas de forma mais natural e mais
próximas da realidade.
A pintura e ourivesaria também produzi-
ram obras de grande beleza.

2. Na arquitetura religiosa portuguesa, deste 2. Identifica 2.1 Observação do doc. 4 (p. 201) para os alunos conhecerem
período, podemos distinguir diversas ma- distintas um dos mais belos exemplares do gótico em Portugal (Igreja
nifestações do gótico – cisterciense, men- manifestações da da Graça, em Santarém).
dicante, clássico e flamejante. Este estilo arte gótica em 2.2 Leitura e análise da secção “À Descoberta de…. Caminhos
também se manifestou na arquitetura mil- Portugal. do românico e do gótico em Portugal (Caderno de Atividades)
itar e na arquitetura civil. para aprofundamento de saberes sobre o estilo gótico em
Na escultura, destacam-se os túmulos Portugal e a sua distribuição geográfica.
de D. Inês e de Pedro como belos exem-
plos da estatuária gótica, em Portugal.
A arte gótica também está representada
na pintura, nos vitrais, na tapeçaria, ou-
rivesaria e na iluminura.

(Abordagem sucinta dos métodos essenci- Levantamento de questões e esclarecimentos de dúvidas dos alunos a partir da leitura
ais do subtema). (em voz alta) do quadro-síntese e/ou esquema-resumo (Manual, pp. 204 e 205).

– Resolução das questões da secção “Agora, resolve”.


Avaliação – Realização da Ficha de Avaliação “Prova o que sabes”.
– Observação direta focada na qualidade das intervenções e na autonomia dos alunos.

T.P.C. – Resolução da Ficha de Trabalho n.o 47 (Caderno de Atividades).

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Páginas da História

Diferenciação Pedagógica / Propostas

Conteúdos (conhecimentos essenciais):

• A arte gótica, que se desenvolveu na Europa entre os séculos XII e XV, apresenta
as seguintes características principais: utilização da abóboda em ogiva, arcobo-
tantes, amplas aberturas, verticalidade dos edifícios.
• A escultura gótica, de grande riqueza decorativa, representa as figuras de forma
mais natural e realista. A pintura também produziu obras de grande beleza.
• O gótico português manifestou-se na arquitetura militar, na arquitetura civil e na
arquitetura religiosa, em que se pode distinguir o gótico cisterciense, o mendicante,
o clássico e o gótico flamejante.
• Na escultura, destacam-se os túmulos de D. Inês e de Pedro, como belos exem-
plares da estatuária gótica, em Portugal.
• A arte gótica também está representada na pintura, nos vitrais, na tapeçaria, na
ourivesaria e na iluminura.

Processos (estratégias/atividades diferenciadas a selecionar):

Recursos Escritos (Caderno de Atividades):


• “À Descoberta de…. Caminhos do Românico e do Gótico em Portugal”

Jogos Educativos (Caderno “Intervalo”):


• Jogo n.o 21

Recursos Audiovisuais/Multimédia :
o
• Animação 3D “O Românico e o Gótico” (2. parte)
• Video – Aspetos do Românico e do Gótico em Portugal (2.a parte)

Recursos Escritos :
• “Outros Recursos Didáticos”: Do Românico ao Gótico (2.a parte)

Jogo Interativo:
• Crucigrama: O Românico e o Gótico

Trabalho Cooperativo:
• Realização de um jornal de parede sobre “Edíficios góticos na minha região” (trabalho de pares)
ASA • Páginas da História

Produtos (diversos e de diferentes níveis de dificuldade):


» Resolução das atividades/tarefas indicadas em “Processos”.
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 11/Nível 2 (exercício 3.2)
» Ficha de Trabalho Diferenciado n.o 11/Nível 3 (exercício 3)

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4
CENAS DO QUOTIDIANO/
DRAMATIZAÇÕES

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A1 – Das Sociedades Recoletoras às 1.as Sociedades Produtoras


Cenas do Quotidiano/Dramatizações

Viagem à Pré-História

Cena: (O Homem do Paleolítico olha admirado H.N. – Pois, mas sabes, nós vivemos de maneira
para o cenário que não compreende) muito diferente! Aprendemos a domesticar os ani-
mais e a tirar da terra muitos dos produtos de que
H. Paleolítico – Uhm! O que é isto? Homens a mexer
necessitamos – trigo, centeio, milho miúdo…
na terra? É perigoso!... Têm animais por perto!
(aproxima-se do grupo). Ó amigo, não percebo o H.P – Quer dizer que vocês não têm de andar à pro-
que estão a fazer! cura de comida. Vivem sempre no mesmo local?

H. Neolítico – Mas, quem és tu? Pareces meio estra- H.N. – Sim, claro! Nós somos produtores, quer dizer,
nho… usas umas roupas tão esquisitas!... Estás produzimos tudo o que necessitamos. Vocês, se bem
perdido? percebi, recolhem produtos da Natureza e dedicam-
-se à caça e à pesca são, pois, caçadores-recoleto-
H.P – Sou um Homo Sapiens e vivo no…
res. Agora diz-me outra coisa. Se andam sempre a
H.N. – Pois, estás muito espantado, não é? Não ad- mudar de sítio, como são as vossas casas?
mira. Tu és de uma época muito atrasada em re-
H.P – Nas épocas de muito frio, abrigamo-nos nas
lação à minha. Tu és do tempo do Paleolítico e eu
grutas e aquecemo-nos com as peles dos animais
sou do Neolítico, … muitos milhares de anos de-
e com o fogo. Também construímos tendas com
pois. Ora diz-me, como vives tu e os teus compa-
madeira e ossos, cobertas com peles de animais…
nheiros?
H.N. – Como vês as nossas são muito diferentes! Nós
H.P – Nós fazemos grandes caçadas. Aproveitamos
usamos o colmo, a madeira, a pedra, o barro em
a carne dos animais para a nossa alimentação, a
casas permanentes. E vivemos todos juntos, em
pele para o vestuário, os dentes, chifres e ossos
aldeamentos.
para os instrumentos…

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Páginas da História

H.P – Parece-me uma vida muito boa e menos peri- coisas do que nós. Acho que vou regressar ao Pa-
gosa do que a nossa. leolítico e trazer o meu grupo para aqui…
H.N. – Sim, é! Mas sabes que exige muito esforço e H.N. (sorrindo) – Mas isso é impossível… tudo isto
trabalho – é preciso abrir sulcos na terra com a en- que tu vês não foi criado de um dia para o outro.
xada, semear, temos de tratar das culturas e, de- Tens de voltar para o teu grupo e, com o tempo,
pois, cortar os cereais com a foice, triturar os grãos trabalhar e inovar para que se dêem todas estas
com a mó até obter farinha para o pão. mudanças no vosso modo de vida. Só assim,
aprenderás a ser um verdadeiro homem do Neolí-
H.P – Desculpa, vocês têm tantas coisas novas – en-
tico…
xada, foice… mó…
H.N. – Ah! Pois, não entendes! Às vezes, esqueço-me
que és de outro tempo! Nós criamos instrumentos Agora, conta
para nos ajudar nos trabalhos dos campos e para a história
aproveitarmos os produtos cultivados. Mas, também,
inventamos uma nova forma de trabalhar a pedra.
H.P – Estou a ver! As vossas pedras são bem mais li-
sinhas… Parece-me que, com todas estas novida-
des, vocês têm sempre muitos produtos. Não
passam fome!
H.N. – Quando o ano corre bem, temos produtos de
sobra. Então, guardamo-los em recipientes de
barro, vime e até de pano. Por isso, inventamos a
cerâmica, a cestaria, a tecelagem. Ah! e quando
precisamos, trocamo-los por produtos que não
temos na nossa aldeia.
H.P – Mas, há uma coisa que vocês não têm. Não
estou a ver por aqui qualquer estátua de «Vénus»!
H.N. – Tens razão! Mas, sabes, nós prestamos, tam-
bém, culto à Mãe-Natureza, a que chamamos
Deusa-Mãe. Adoramos, ainda o Sol, alguns animais…
e construímos grandes monumentos de pedra…
H.P – Bem, vocês, os do Neolítico, sabem muito mais

Paleolítico Neolítico

Alimentação

Atividades económicas
ASA • Páginas da História

Habitação

Instrumentos

Progressos técnicos

Deuses e atividades artísticas

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A2 – As Primeiras Civilizações
Cenas do Quotidiano/Dramatizações

Conversa no porto fenício de Tiro

Comerciante – Olá, amigo Melqart! Que bom ver-te! Melqart – Bem, nem te digo. O porto de Cartago é
Então, o que fazes por estas paragens? uma agitação: no ar sente-se o cheiro dos produ-
tos, por todo o lado vêem-se cargas e descargas
Melqart – Olha, acabo de chegar de Cartago. Esta vida
de ouro, pedras preciosas, metais, marfim, ma-
de marinheiro e de comerciante faz-nos andar
deira… É um espetáculo bonito de se ver, sem dú-
sempre de um lado para o outro… Sabes como é!
vida!
Comerciante – Então não sei!! A quem o dizes!! Mas
Comerciante – Como dizes? Estás a querer dizer que
só assim é que conseguimos viver neste canto do
Cartago é comparável às nossas cidades de Tiro,
mundo!!
Sídon, Biblos?
Melqart – Pois é… se não fosse o artesanato e o co-
Melqart – Não direi tanto! Tiro é, e sempre será, a
mércio não sei como conseguíamos sobreviver
grande cidade do Mediterrâneo, o “coração de
nesta região com um solo tão pobre! Não serve
todos os negócios”.
mesmo para a agricultura!
Comerciante – Ah!
Comerciante – Só a madeira se aproveita aqui!!
Melqart – No entanto, confesso que não esperava
Melqart – E que muito jeito nos faz para as embar-
ver as nossas colónias tão desenvolvidas…
cações!!
Comerciante – Mas isso, se pensarmos bem, até é
Comerciante – Mas deixemos isso. Conta lá, o que viste
bom sinal.
por essas terras, lá para ocidente? Há novidades?

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Páginas da História

Melqart – Claro! Comerciante – Sim, AL-FA-BE-TO!


Comerciante – Quanto mais relações estabelecer- Melqart – Muito me contas… Se calhar vou aprovei-
mos com outros povos, mais matérias-primas po- tar o tempo aqui na tua cidade para estudar esse
demos recolher e, por isso, mais produtos novo código de escrita.
poderemos fazer e vender.
Comerciante – Fazes muito bem. É mesmo muito útil
Melqart – Olha! Foi mesmo isso que eu vi nesta para os negócios. Tudo passa a ser mais simples,
minha última viagem. rápido e eficaz. Olha!... Quem vai lucrar com isto
são os povos vindouros. Nem sabem a sorte que
Comerciante – Bem, então, diz-me cá, que produtos
vão ter!…
vais encomendar hoje?
Melqart – Sim, vamos a negócios. Espero que tenhas
tempo porque quero fazer uma grande enco-
Agora, conta
menda. a história
Comerciante – Sou todo ouvidos!
Melqart – Vais ter de fazer muitos desenhos para
apontar tudo o que preciso…
Comerciante – Ah!! Vê-se bem que já não vens a Tiro
há muito tempo… andas sempre em viagem, longe
da Fenícia e, depois, não sabes das novidades.
Melqart – Como?
Comerciante – É que nós já não utilizamos aquela
escrita complicada de sinais e mais sinais. Isso já
acabou.
Melqart – Então?
Comerciante – Está a espalhar-se por aí um sistema
de escrita muito simples, com poucos símbolos, o
que dá muito jeito para escrever rapidamente o
que quisermos. Chamam-lhe alfabeto!
Melqart – Hein?

Cidades referidas

Atividades económicas
ASA • Páginas da História

Produtos transacionados

Grande inovação técnica

Importância da escrita alfabética

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B1 – O Mundo Helénico no século V a. C.


Cenas do Quotidiano/Dramatizações

Uma sessão na Eclésia


Péricles – Amigos cidadãos! Vamos dar início à nossa algo imponente, de forma a mostrarmos a todas
sessão da Eclésia! Que problemas temos hoje a as cidades-estado que estamos cada vez mais
tratar para tornar mais grandiosa a nossa cidade fortes e que nem devem pensar em atacar-nos.
de Atenas?
Tucídides – Bem, todos sabem que eu acho estas
Cidadão 1 – Caro Péricles, nosso grande estratego! A discussões uma perda de tempo! Não concordo
defesa da cidade de Atenas é uma preocupação com essa ideia!
constante e é o nosso maior problema, bem o sabes!
Péricles – Ah! cidadão Tucídides, ficamos muito con-
Péricles – Estás certo! Ainda não reconstruímos a tentes com a sua presença entre nós… Apresente
cidade depois dos últimos ataques dos povos vizi- lá a sua ideia!
nhos, e já a pólis de Esparta nos volta a ameaçar.
Tucídides – Como já discutimos na última sessão, eu
Temos de estar atentos!
penso que, em vez de reconstruir, devemos mostrar
Cidadão 2 – Se me permitem, eu continuo a achar a nossa força aos inimigos! Temos de nos adiantar e
que a solução é iniciar uma grande construção, atacar já! Temos de mostrar quem domina!

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Páginas da História

Cidadão 2 – Desculpem, mas eu não concordo! Se fi- se iniciarem a construção dessa obra, eu prometo
zermos uma grande obra pública, os nossos inimi- liderar uma revolução nesta cidade! Lembrem-se
gos ficarão impressionados e não nos vão atacar! do que vos disse.
Tucídides – Estas discussões são inúteis! Nunca Cidadão 3 – Péricles! Este homem pode vir a ser pe-
mais vamos chegar a lado nenhum. Que mania! rigoso para a nossa cidade e para a democracia.
Todos querem dar a sua opinião! Alguém que de-
Cidadão 2 – Sim! Ele parece disposto a levar Atenas
cida! Mas que decida bem!
de novo à tirania!!
Péricles – Bem, cidadãos, temos aqui uma situação
Péricles – E o que vamos fazer?
a resolver. É uma boa ocasião para pormos à
prova a nossa recém-criada democracia. Vamos, Cidadão 1 – Eu penso que devemos votar o seu afas-
assim, proceder a uma votação. Convido todos os tamento da cidade. Deve ser condenado ao ostra-
homens livres, maiores de 18 anos e filhos de pais cismo e, portanto, ser exilado de Atenas durante
atenienses a levantar o seu braço em sinal da con- dez anos. Assim, garantimos que não se torna
cordância para com as perguntas que se seguem. uma ameaça para a nossa pólis!
Quem concorda que se aposte na construção de Péricles – Então procedamos à votação!
um grandioso templo à nossa deusa Atena? Muito
(…)
bem! E agora, quem pensa que devemos atacar a
pólis de Esparta? Cidadão 1 – Parece que o “nosso amigo” vai tomar
ar para outra cidade!
Cidadão 3 – Parece que temos vitória! Grande deusa
Atena… ficarás na História pelos belos monumen- Péricles – Bem, e agora continuemos esta sessão
tos! com outros assuntos. Como sabem, há novas leis
da Bulê para votar! Vamos discuti-las, com bom
Tucídides – Um momento! Eu não concordo com
senso e, depois, votemos com responsabilidade.
esta votação de braço no ar. Alguém deve decidir
Tenhamos sempre presente a dignidade da nossa
e assumir a responsabilidade. E essa pessoa deve
cidade de Atenas e a honra de sermos cidadãos
ser nobre, filho de grandes e importantes famílias,
atenienses!
como eu!
Péricles – Bem, todos sabem que o nosso regime se
baseia nos interesses e nas opções do povo cida-
dão, todos têm direito a dar a sua opinião mas é a Agora, conta
Assembleia que escolhe através da eleição! a história
Tucídides – Eu não aceito tal coisa! E digo-vos mais,

Local onde decorre a ação

Identificação de algumas personagens

Sistema político da época

Funções da Eclésia
ASA • Páginas da História

Inovações do sistema político da época

Limitações desse regime político

Importância do ostracismo
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B2 – O Mundo Romano no Apogeu do Império


Cenas do Quotidiano/Dramatizações

Entrevista a um Gladiador

Entrevistador – Boa noite! Estamos aqui para conhe- Entr. – Sabemos que foi um famoso gladiador na sua
cer um pouco mais sobre a vida quotidiana de época… Gostaríamos de saber, em primeiro lugar,
Roma. Hoje, connosco, um homem habituado a como decidiu seguir essa vida tão arriscada, tão
estar no centro das atenções. Não, não me refiro perigosa.
a um imperador, mas antes, a um gladiador!
Glad. – Bem, para dizer a verdade, não fui eu que es-
Gladiador – Boa noite! colhi ser gladiador.

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Páginas da História

Entr. – Como?! Ora então, como foi?… Eu pedia aos deuses que me protegessem. Então,
já na arena, todos os gladiadores saudaram o im-
Glad. – Eu sou natural da Hispânia, nasci nos Montes
perador (Ave Caesar! Moritur te Salutamos)“Salve
Hermínios. Quando o imperador Nero foi assassi-
César!Nós, que vamos morrer, te saudamos!”
nado, no ano 68 d. C., o governador da Lusitânia,
Galba, foi para Roma. Então, alguns Lusitanos pe- Entr. – E que lhe aconteceu?
garam em armas. Mas, tudo correu mal. Fui feito
Glad. – Venci dessa vez e em muitos outros comba-
prisioneiro.
tes. Tornei-me famoso devido à minha coragem e
Entr. – E passou a ser escravo? habilidade…
Glad. – Sim. Como era forte e saudável, um homem Entr. – Venceu sempre?
rico comprou-me por um bom preço.
Glad. – Infelizmente não. Uma vez perdi o combate
Entr. – E comprou-o, para quê? Provavelmente, para e fiquei gravemente ferido… Mas, no momento de
ir trabalhar nos campos. o Imperador decidir o meu destino, a multidão gri-
tou o meu nome e ele levantou o polegar… deixou-
Glad. – Não. O homem tinha uma escola de gladiado-
me viver!
res.
Entr. – Teve sorte. Travou mais combates?
Entr. – Uma escola de gladiadores?!…
Glad. – Sim, mas com o dinheiro que fui ganhando,
Glad. – Sim. Aí aprendemos a lutar com diversas téc-
um dia comprei a minha liberdade!
nicas e armas – a cavalo ou a pé, usando a rede,
punhal, lança, espadas ou mesmo só com as Entr. – Muitos parabéns. Atualmente, o que faz?
mãos.
Glad. – Agora, dedico-me a cultivar umas terras na
Entr. – Qual era a sua especialidade? Campânia, onde comprei uma propriedade. De vez
em quando, vou a Roma deliciar-me com as coisas
Glad. – Eu usava apenas um punhal e um escudo…
boas da grande capital do mundo romano…
Entr. – Quando teve o seu primeiro combate?
Glad. – Depois de muitos treinos, de muito sangue e
dor, o meu dono entendeu que eu estava prepa-
rado para os torneios… Foi assustador. O anfitea-
tro de Roma estava cheio… A multidão gritava…
Agora, conta
a história

Personagem principal

Local de nascimento
ASA • Páginas da História

Ocupação ao longo da vida

Vida dos gladiadores


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B3 – Origem e Difusão do Cristianismo


Cenas do Quotidiano/Dramatizações

S. Paulo no cativeiro
Paulo – Caros irmãos, chegou o momento
de prestarmos louvor ao nosso Deus e
a Cristo, que nos mostrou a Sua men-
sagem de salvação. Quem se quer jun-
tar a mim nesta oração por nós e pelos
nossos irmãos Romanos?
Cristãos – Estamos contigo, Paulo. Reze-
mos para que o Senhor nos proteja e
não nos abandone.
Prisioneiro romano – De que estão vocês
a falar?
Paulo – Nós fomos presos por espalhar-
mos a mensagem de Cristo, o filho de
Deus!
Prisioneiro romano – Ah! Então, vocês
pertencem àquela seita que fala de
um único Deus e do Seu filho. É isso?
Paulo – Sim, é verdade! Nós acreditamos
que existe apenas um Deus, criador de
tudo, que enviou o Seu filho à Terra
para nos ensinar a viver melhor.
Prisioneiro romano – Queres dizer que
um só Deus consegue cuidar de todos
nós? E os outros deuses?
Paulo – Nós acreditamos que há apenas
um Deus e que só a Ele devemos lou-
var e adorar.
Prisioneiro romano – Ah! Por isso é que
estão contra o Imperador, não é?
Prisioneiro romano – O que queres dizer com isso?
Paulo – Não, não é assim! Cristo disse “A César o que
é de César e a Deus o que é de Deus”. Nós não in- Paulo – Cristo disse que não há grego nem romano,
citamos ninguém contra o Imperador! egípcio ou escravo para Deus. Todos têm os mes-
mos direitos.
Prisioneiro romano – Pois, mas ouvi dizer que vocês
falam de um mundo onde todos são iguais, de um Prisioneiro romano – Mas isso… E a escravatura?
mundo onde todos os homens são livres… Sabes Paulo – É por isso mesmo que nós, cristãos, conde-
que isso vai contra a lei do Império! namos a exploração dos mais fracos… No reino de
Paulo – Para Deus, não há diferenças entre os ho- Deus todos seremos iguais!
mens, somos todos seus filhos, e, por isso, não há Prisioneiro romano – Como explicar isso aos roma-
livres, nem escravos. Todos somos livres para nos?
Deus.

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Páginas da História

Paulo – Também eu já pertenci ao exército romano… Paulo – Nem penses nisso… Queremos testemunhar
quantos cristãos persegui em nome da Lei ro- a nossa Fé, e fazê-lo com Amor, não com armas! O
mana!… Pobre de mim! nosso Deus não quer isso… Ele não nos abandona.
Tenhamos Fé! E, rezemos, então, como Cristo nos
Mas vi que isso nada vale quando comparado com o
ensinou!
reino de Deus!! De que valem as riquezas se não
as partilhamos com os irmãos que menos têm?
Prisioneiro romano – Falas de coisas bonitas…
Agora, conta
Paulo – Não são só bonitas… são para se construir a história
neste mundo!
Prisioneiro romano – Mas ainda há outra coisa que
não percebo… Como é que vocês, que foram apri-
sionados e condenados a morrer, lançados aos
leões por causa desse vosso Cristo, ainda o lou-
vam? Por que não se revoltam? Por que não
fogem?
Paulo – Nós temos que espalhar a mensagem de
Cristo por toda a parte, porque só ela nos pode
salvar. Se isso levar à nossa morte, morremos por
uma boa causa e temos a certeza de ressuscitar
para a vida eterna.
Prisioneiro romano – E falaste em rezar pelos teus
“irmãos romanos”… Como? Se são eles que vos
perseguem…
Paulo – O nosso Deus é um Deus de Amor… Cristo
disse-nos “Amai mesmo os vossos inimigos e rezai
por aqueles que vos perseguem…” Se todos
somos irmãos… não poderia ser de outra forma!!
Prisioneiro romano – Tens de ter cuidado, Paulo,
muito cuidado com o que dizes… Se eu pudesse…
Tenho aí uns amigos… poderia tentar arranjar
armas para distribuir entre todos e tentarem
fugir…

Local onde decorre a ação


ASA • Páginas da História

Personagens em confronto de ideias

Ideias fundamentais da nova religião

115
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C1 – A Europa do século VI ao século IX


Cenas do Quotidiano/Dramatizações

Algures, nas fronteiras do Império Romano

(Cenário) – junto à fronteira do Império Romano – Centurião – Não falemos desse assunto… Sabes bem
na Europa Central, algures próximo do mar Negro. o que nós, Romanos, pensamos do atraso dos vos-
Dois homens, bem distintos no seu vestuário, sos costumes!
deambulam junto ao rio Danúbio. Em breve, en-
Visigodo – Oh! Não venhas de novo com essa história
contram-se e saúdam-se.
de que nós somos barbudos, mal-cheirosos e
Visigodo – Caro centurião, como estás? atrasados…
Centurião – Bem, obrigado… Este inverno está bas- Centurião – Está bem, está bem… Mas ao fim de tan-
tante rigoroso, mas … acho que vou conseguir tos anos de contactos connosco, vocês continuam
aguentar-me! E tu, que fazes por aqui?? a viver da caça, a habitar em pequenos lugares…
Visigodo – Venho trazer-te novidades… Como sabes, Visigodo – Tu sabes… nós vivemos em pequenos gru-
nós, Visigodos, e vocês, Romanos, vivemos como pos, gostamos de viver em contacto com a Natu-
povos amigos há já alguns anos… reza.
Centurião – Sim, e tu sabes que Roma se congratula Centurião – Já sei disso. Mas, gostava, que vocês co-
com o entendimento entre os nossos povos. nhecessem a nossa grandiosa cidade de Roma.
Cheia de monumentos, amplas praças públicas e
Visigodo – Pois, e apesar das nossas diferenças…

116
GHistoria_105a126_GPROF 12/03/16 18:14 Page 117

Páginas da História

muitos bairros residenciais. Sabes quantos aque- Consta que os Ostrogodos e os Alanos têm sido
dutos há em Roma? Catorze… E, sabes quantas atacados frequentemente por esse povo asiático.
pessoas leva o Coliseu? Mais de 50 mil…
Centurião – E agora?
Visigodo – Isso não nos interessa… Nós gostamos
Visigodo – Agora?! Bem, em breve, todos nós – os
de viver assim.
povos a quem vocês chamam Bárbaros – vamos
Centurião – Enfim! Não vale a pena… Afinal, que no- ser obrigados a proteger-nos e…, quem sabe, en-
vidade tens para me contar? trar no vosso território.
Visigodo – Ah! É verdade! Nem imaginas o que está Centurião – O quê? Para o Império Romano? Isto
a acontecer lá para o Oriente! ainda vai acabar mal…
Centurião – Então, o quê? Conta… Visigodo – Tu sabes que muitos dos nossos são atraí-
dos pelas vossas riquezas… e que, se nos virmos
Visigodo – Há já algum tempo que temos tido notí-
em dificuldade na nossa terra, temos de ir para
cias que um povo de aspeto estranho está a mo-
algum lado…
vimentar-se das estepes da Ásia para Ocidente.
Centurião – Vai ser bonito, vai! Isto está a complicar-
Centurião – De aspeto estranho? O que queres
-se.
dizer?
Visigodo – Onde é que isto irá parar?
Visigodo – Sim, são de estatura média mas fortes,
andam sempre a cavalo e lançam ataques de sur- Centurião – Temos de arranjar uma solução. Como
presa e de grande violência. Falam, também, uma é que eles se chamam?
língua muito diferente da nossa. Chamam-lhes
Visigodo – Hunos… e dizem que vem aí o fim do Im-
Hunos.
pério Romano.
Centurião – São nómadas? Agora, conta
a história
Visigodo – Sim, completamente!! Até se diz que nem
cozinham a carne… comem-na assim crua, depois
de a amassarem debaixo das suas selas, quando
andam a cavalo!!
Centurião – Mas que coisa…são mesmo estranhos,
esses Hunos! E quem os comanda?
Visigodo – Átila, um terrível guerreiro que tem as-
sustado muitos dos nossos povos…
Centurião – Não me digas!...
Visigodo – Pois… e o pior é que já há povos em fuga.

Local onde decorre a ação


ASA • Páginas da História

Intervenientes

Diferença do modo de vida das personagens

Outros povos referidos e sua maneira de viver

117
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C2 – A Sociedade Europeia nos séculos IX a XII


Cenas do Quotidiano/Dramatizações

A vida num domínio senhorial

Camponês 1 – Temos por aqui uma cara nova! Deixa- Camponês 2 – E, então, porquê?
-me ir conhecê-lo. (…) Como passa? Então o que
Camponês 1 – Com o clima seco deste ano, as co-
o trouxe para estas bandas?!
lheitas vão ser muito fracas… Teremos de entre-
Camponês 2 – Olá. Obrigado. Sou um antigo servo. gar quase tudo ao senhor… Como vou alimentar a
Comprei a minha liberdade e… vim para uma pro- minha família?
priedade nova. Vamos ver como tudo vai correr,
Camponês 2 – Então… alguma coisa há de sobrar…
agora.
Poderás moer os cereais e fazer pão para todos.
Camponês 1 – Ai, amigo,… Isto este ano vai mal, Já vi que o domínio senhorial até tem um moinho
mesmo mal… Nem sabes o que te espera… e um forno.
Camponês 2 – O que me espera? Olha que o nosso Camponês 1 – Nem me fales nisso! Para o fazer tens
senhor é muito generoso. Concedeu-me um de dar ao senhor uma parte do que lá fores moer
manso para explorar e garantiu-me proteção e se- e cozer…
gurança.
Camponês 2 – Ei… Estou a ver que não é fácil só que
Camponês 1 – Sim, ele dá-nos proteção, claro, mas doutra forma também não podíamos sobreviver.
em troca temos uma série de obrigações a cum- Aqui estamos em segurança… Não temos de
prir… . Olha, por exemplo, as rendas que és obri- temer os assaltos.
gado a pagar.
Camponês 1 – Sim, tens razão. Apesar de vivermos
Camponês 2 – Rendas? mal, temos a nossa vida mais segura…
Camponês 1 – Sim! Para além de termos de traba- (Entretanto, o senhor, a cavalo, aproxima-se, acom-
lhar, como hoje, na reserva do senhor, ainda temos panhado pelo capataz, a pé, que lhe vai explicando
de lhe dar uma parte do que colhemos no manso… os trabalhos)
e é isso que me está a preocupar…

118
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Páginas da História

Senhor – Estou a ver que as plantações este ano não Camponês 2 – Que Deus nos acuda! Tinhas mesmo
estão a correr bem… razão… como vai ser a nossa vida?
Capataz – Sabe, senhor, o tempo tem estado muito Camponês 1 – Não sei… não sei…
seco… não chove há muito… não podemos fazer
(ouve-se ainda a voz do capataz, a ir embora).
nada!
Capataz – E vocês dois aí… parem de conversar e tra-
Senhor – Bem, nada pode faltar no castelo. Asse-
balhem… depois, não se queixem!!...
gura-te disso. Ah! E não te esqueças… Temos de
preparar, em breve, o grande banquete em honra
do senhor conde que nos vem visitar.
Capataz – Sim, meu senhor!
Senhor – Como sabes, esta propriedade foi-me dada
pelo conde de Beires, em troca do apoio militar
que lhe prestei aquando dos ataques dos Vikings.
Capataz – Sei muito bem. Graças à sua valentia e co-
ragem, conseguiu defender esta região dos ata-
ques dos piratas do Norte da Europa… mas foi Agora, conta
bem recompensado. a história

Senhor – É verdade, graças a este senhorio disponho


de boas rendas… Mas vamos ao que interessa.
Como está o meu gado? Os porcos, os carneiros e
as vacas estão gordos para a matança?
Capataz – O senhor sabe… as pastagens estão
secas… sem erva não há engorda…
Senhor – Faz o que tiver de ser, aumenta as rendas
se for necessário (dá uma volta para sair e os
camponeses ficam novamente sozinhos).

Local onde decorre a ação

Personagens

Preocupações dos intervenientes


ASA • Páginas da História

Deveres dos camponeses para com o senhor

Dever do senhor para com os camponeses

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C3 – Cristãos e Muçulmanos nos séculos IX a XII


Cenas do Quotidiano/Dramatizações

tes cristãos das Astúrias começaram a reconquis-


tar o território. Deram-se muitas batalhas… De-
pois, desentendemo-nos e os reis cristãos ibéricos
passaram a ter mais sorte na guerra. Olha, ao fim
de alguns séculos, formou-se Portugal.
Rodrigo – E, então, os teus antepassados resolveram
ficar por cá!?
Almedin – Sabes que os meus antepassados habi-
tuaram-se a viver aqui, no sul de Portugal, e sen-
tiam-se bem…
Rodrigo – Sim, nós também nos habituamos a con-
viver com o teu povo.
Almedin – É verdade. Apesar de vivermos nos nos-
sos bairros, nas mourarias, separados de vocês…
Rodrigo – Não gostas de viver assim… separado?
Almedin – Gosto… claro que sim! Desde que nos dei-
xem manter os nossos costumes e tradições e
respeitem a nossa fé em Alá. Na mouraria, todos
nós, mouros, já nos conhecemos. Somos uma
grande família…
Dois mundos em presença
Rodrigo – As nossas diferenças são muitas, é ver-
Almedin – Bom dia! (faz um salamaleque, tradicional dade… Nós não andamos com essas roupas esqui-
saudação mulçulmana que, em árabe, significa “a sitas, não seguimos o vosso deus Alá, nem
paz esteja contigo”) rezamos virados para Meca…

Rodrigo (divertido) – Bom dia, também, para ti! Vejo Almedin (sorriso)
que continuas a respeitar a tradição, apesar de já Rodrigo - … mas, o que interessa é
terem passado muitos anos desde a chegada dos que aprendemos muito com o teu
mais antigos muçulmanos à… povo… e acho engraçado que tu
Almedin – É verdade. Tal aconteceu em 711, quando também já faças muitas coisas
os Muçulmanos entraram na Península Ibérica, como nós!!
vindos do Norte de África. Almedin – Tens razão, amigo!
Rodrigo – Ao que me contaram a ocupação da Penín- Vamos aprendendo uns com os
sula foi fácil e rápida… outros! Sabes que foram os
meus antepassados que trou-
Almedin – Bem, os meus antepassados foram bem
xeram a laranjeira e o pesse-
recebidos por quase toda a população. Mas, houve
gueiro para aqui?
alguns nobres Visigodos que fugiram para as ter-
ras montanhosas do Norte. Lá para as Astúrias, Rodrigo – Sei. O meu pai,
onde organizaram a resistência. velho camponês, disse-me
que foram os teus ante-
Rodrigo – E depois, que se seguiu?
passados que trouxeram
Almedin – Tudo se complicou quando os combaten- as noras, que permitem

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Páginas da História

regar os campos muito mais depressa… Almedin – Sim, que quer dizer “o Ocidente”. Mas, há
mais, muito mais…
Almedin – … e os pomares no Algarve, os figos e as
uvas no Alentejo, as maçãs em Sintra,… Rodrigo – Está bem, amigo. Mas, agora, tenho de ir à
minha vida.
Rodrigo – Tudo isso?
Almedin – Já te vais? Eu queria, ainda, falar-te da
Almedin – E muito mais. Sabes que no nosso antigo
nossa música, da arte, dos barcos, das casas…
império viviam muitos povos. Uns eram avançados
na Matemática, outros sabiam muito de Astrono- Rodrigo – Por hoje, chega!
mia, outros tinham desenvolvido a Medicina e…
Rodrigo – Estou a perceber. Vocês copiaram tudo Agora, conta
a história
desses povos.
Almedin – Nada disso. Pelo contrário, graças à inte-
ligência dos meus antepassados, nós adaptamos,
melhorámos e aperfeiçoamos os inventos e as
descobertas dos outros povos. E, claro, criamos
coisas novas, também, estás a perceber?
Rodrigo – Sim, portanto vocês ensinaram-nos o que
aprenderam com outros povos.
Almedin – … e o que nós aperfeiçoamos e criamos,
não te esqueças. Aliás, tu, Rodrigo, usas no teu dia
a dia muitas palavras que são de origem árabe.
Rodrigo – Eu sei. É o caso, por exemplo, do nome da
nossa região – o Algarve.

Personagens

Diferenças entre as personagens


ASA • Páginas da História

Influências muçulmanas em Portugal

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D1 – Desenvolvimento Económico, Relações Sociais e Poder


Político nos séculos XII e XIII
Cenas do Quotidiano/Dramatizações

No cais do tejo, em finais do século XIII

(Cidade de Lisboa, junto ao Tejo, um cais. Veem-se um grande barco que vem dos lados do Mediter-
barcos, homens a descarregar mercadorias e râneo. Dizem que vem de uma república italiana…
muita agitação. Uma das personagens é de Lisboa
Fernão – Vem donde?
e a outra chegou recentemente do interior do
reino). Pero – De Génova. (admirado) Mas, afinal, se tu não
sabes nada disto… O que estás aqui a fazer?
Pero – (arfando do esforço do trabalho, grita para o
lado) Então, Fernão, anda cá dar uma mão! O que Fernão – Eu…eu…bom, sou de uma aldeia do Alen-
fazes aí especado a olhar? tejo. Sou de uma família grande, onde todos tra-
balham na agricultura. O meu pai ouviu dizer que
Fernão – (espantado) Ai, valha-me Deus! Até estou
aqui, em Lisboa, se vive melhor por causa das fei-
meio tonto com tanta confusão!
ras e mercados e mandou-me para casa de um
Pero – (com voz jocosa) Pois… coitadinho! Não me tio…
digas que vais desistir, logo, no teu primeiro dia na
Pero – Ah! Percebo…
“grande cidade”.
Fernão – Foi ele que me trouxe cá, hoje de manhã!
Fernão – Tu não me percebes… E eu também não
Arranjou-me trabalho aqui a descarregar… Mas é
percebo! O que faz toda esta gente por aqui? Para
tudo tão confuso… Tanta gente, tantos barcos,
quê toda esta agitação?
tantas cordas, tantos sacos…
Pero – Então, é simples! Hoje é o dia da chegada de

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Páginas da História

Pero – Não te preocupes. Eu explico-te. Estes barcos Fernão – Ai sim?


maiores são de grandes comerciantes europeus,
Pero – Mas também é verdade que os barcos, quando
que compram produtos numas cidades e, depois, os
saem daqui, levam produtos para vender noutras
vão vender para outras terras. Estás a perceber?
paragens!
Fernão – Então, de onde vêm e para onde vão exata-
Fernão – (impressionado) Sério? Lisboa é assim tão
mente?
importante?!!
Pero – Pois…isso depende, mas olha… este que chega
Pero – Nós temos alguns produtos que se vendem bem
hoje, e que nós vamos ajudar a descarregar, traz
para o estrangeiro, como sal, vinho, azeite, couros,
produtos que os italianos foram buscar ao Oriente…
peles.
Fernão – Onde?
Fernão – Muito interessante. Estou a ver que vou gos-
Pero – Ao Oriente…lá longe, onde o sol nasce…Bem, tar de viver em Lisboa.
eles trazem de lá produtos raros – especiarias,
Pero – Estou a ver. Mas, agora, despacha-te. O barco
joias, tecidos… - e, depois, vão vendê-los às cidades
está a acostar. Vem daí!!
do Norte da Europa.
Fernão – Ah! E Lisboa também faz parte dessa Eu-
ropa?
Pero – (a gozar) Ai que este rapaz não sabe nada! Sim,
Fernão, Portugal é um reino da Europa! E digo-te
que a nossa cidade está muito bem localizada, junto
ao mar…
Fernão – E é bonita, assim, cheia de gente…
Pero – Sabes, como é a meio caminho entre o Sul e o Agora, conta
Norte da Europa, todos os barcos gostam de cá a história
parar…E fazem grande negócio também!
Fernão – Isso vê-se…tantos comerciantes aqui à es-
pera deste barco…(admirado). Olha lá, esta gente
não fala como nós. Não entendo o que eles dizem.
Pero – (rindo-se) Ah!! Deves ter ouvido algum genovês
ou maiorquino ou catalão ou outro qualquer estran-
geiro a falar! É que aqui em Lisboa vivem muitas
pessoas de várias partes da Europa…Ficam a tratar
dos negócios…

Local da ação

Personagens
ASA • Páginas da História

Caracterização das personagens

Locais de comércio referidos no texto

Produtos referidos no texto (importados e exportados)

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D2 – Cultura, Arte e Religião nos séculos XII e XIII


Cenas do Quotidiano/Dramatizações

Encontros no rossio de uma cidade medieval

(Entre muita gente que circula na praça larga da ci- Monge – Sempre achei que, agora, são as pessoas
dade, encontram-se dois velhos conhecidos – um das cidades que mais precisam de conforto e de
professor do “Estudo Geral” e um monge da ordem esperança.
de S. Francisco).
Professor – Pois é… há muita pobreza, muita miséria
Professor – (espantado) Olá! Há quanto tempo… e cada vez mais gente a chegar…a cidade
atrai...vêm em busca de uma vida melhor…mas às
Monge – (surpreendido) Olá! Bons olhos o vejam…
vezes…(Apontando para dois grandes pães que
Então, como vai? Já passou bastante tempo
estavam numa banca do rossio). Já viu o preço do
desde que…
pão?
Professor – Sim...desde que deixou de frequentar as
Monge – Ai! O pão está caríssimo…as gentes do
lições de Direito Canónico. Ah! Sempre se fez
campo ainda vão tendo umas pequenas terrinhas
monge…e franciscano pelo que vejo…
para sobreviver…mas, na cidade, para a maior
Monge – É verdade, desde muito novo, o meu sonho parte das pessoas que vem à procura de melhor
era viver junto de gente humilde, pregar na cidade. vida, muitas vezes é um engano.
Professor – É uma opção de vida… e muito honrosa. Professor – (preocupado) É verdade…tanta miséria!

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TEMAPáginas
1. Terrada
noHistória
Espaço

Monge – É por isso que nós, mendicantes, preferimos Professor – Acho que o posso ajudar! Conheço um
a cidade.Temos de dar conforto a esta gente. amigo em Florença que trabalhou na construção
de uma catedral nesse estilo novo, e, como lá vou
Professor – Respeito e louvo a sua ação.
em breve,… Mas, o problema é que só volto para o
Monge – A sua função é, também, importante para ano… a viagem é longa e por Florença ficarei
a sociedade. Ensinar e educar pode ser o melhor algum tempo a dar aulas na universidade.
caminho para afastar a pobreza… especialmente
Monge – Não me diga. Quando parte? Eu sempre
a de espírito (rindo).
quis ir a Assis, ao lugar onde o meu S. Francisco
Professor – Oh, quem vem aí O mestre-pedreiro da nasceu.
nova catedral da cidade.
Professor – (entusiasmado) Que bom! vamos poder
Monge – E vem com um ar preocupado. recordar as grandes conversas do tempo de uni-
Mestre-pedreiro – (para o professor) Bom dia, Sr. versidade.
Doutor| (para o franciscano) Bom dia, Irmão. Mestre-pedreiro – Fico ansioso à vossa espera! Se
Monge – Então, mestre? Vem com um ar preocu- me pudésseis mandar novas por alguém… (mais
pado. Que se passa? triste)

Mestre-pedreiro – Pois é, estamos com alguns pro- Professor – Não se preocupe, tentaremos mandar
blemas… notícias. O importante é que o conhecimento che-
gue a todo lado.
Professor – Então? Conte-nos.
Mestre-pedreiro – (sonhador) Ai, vida, vida. Quería-
Agora, conta
mos fazer uma catedral que orgulhasse a cidade. a história
Queriamos fazê-la alta…muito alta… com pinácu-
los que chegassem ao Céu. Queríamos…
Professor – (rindo) – Tenha calma, mestre… deixe lá
os sonhos e ponha os pés mais assentes no chão,
um pouco mais perto dos nossos.
Monge – Sim, conte-nos o que o atrapalha… Por mim,
acho a ideia ótima!
Mestre-pedreiro – Pois… a ideia é boa… lá isso é…
mas, como se faz? (coça a cabeça preocupado).
Já há muito tempo que se fazem igrejas e mostei-
ros nesse estilo antigo, o chamado românico. Mas
isto agora é novo…

Personagens
ASA • Páginas da História

Ocupações/funções

Outras características das personagens

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FICHAS DE TRABALHO
DIFERENCIADO
5
NÍVEIS 2/3
• Modelos de exemplos práticos
• Fichas de trabalho diferenciado

• Apresentam-se, de seguida, quatro modelos distintos de atividades di-


ferenciadas. Cabe ao docente, de acordo com os seus grupos – turma
de trabalho, selecionar ou adaptar estas propostas.
• As fichas de trabalho diferenciado são de nível 2 (alunos com dificulda-
des) e nível 3 (alunos com muita dificuldade de aprendizagem). As fichas
de trabalho de nível 1 são apresentadas no Caderno de Atividades.

Este material
encontra-se
disponível em
EM FORMATO EDITÁVEL
GHistoria_127a142_GPROF 12/03/16 18:39 Page 128

Fichas de Trabalho Diferenciado


Exemplos Práticos – 1.o Modelo
EM FORMATO EDITÁVEL

Nível 1
• Elabora um texto sobre o Cristianismo, com base nos documentos (pp. 108 e 109 do Manual).
Eis algumas pistas:
1. Origem: localização no espaço e no tempo 3. Princípios
2. Fundador 4. Condições que favoreceram a difusão do Cristianismo

Nível 2
• Preenche o quadro, com base nos documentos (pp. 108 e 109), sobre o Cristianismo.

Título: _________________________________________________________ Documentos consultados

• Espaço _____________
Origem • Tempo _____________ Doc. ___________________________
• Fundador _____________

• A crença num Deus único;


• ____________________________________________________ Doc. ___________________________
Princípios
• ____________________________________________________
• ____________________________________________________ Doc. ___________________________
• ____________________________________________________

Condições • O valor dos seus princípios (defesa da dignidade humana, etc);


favoráveis
• ____________________________________________________ Doc. ___________________________
à sua
difusão • ____________________________________________________

Nível 3
• Atenta nos documentos (pp. 108 e 109 do Manual).
Preenche, com base nas palavras destacadas, o quadro sobre o Cristianismo.

sete sacramentos igualdade Cristianismo século I crença num Deus único Palestina Jesus Cristo

unidade territorial do Império Romano descrédito da religião romana prática das virtudes

Título: _____________________________________________________________________________________________

• Espaço _____________
Origem • Tempo _____________
• Fundador _____________

• ______________________________________________________________________________________
• A salvação pela Fé na vida eterna e na Ressurreição
Princípios
• ______________________________________________________________________________________
• ______________________________________________________________________________________
ASA • Páginas da História

• ______________________________________________________________________________________

Condições • O valor dos seus princípios (defesa da dignidade humana, etc);


favoráveis
• ______________________________________________________________________________________
à sua
difusão • Descrédito da religião romana

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Páginas da História

Exemplos Práticos – 2.o Modelo

Nível 1
• Redige, com base nos documentos (pp. 118 e 119 do Manual), um texto sobre a queda do Império Romano
e a formação dos reinos bárbaros. Segue as seguintes indicações:
1. Situa a ação no tempo e no espaço 4. Menciona alguns novos reinos bárbaros
2. Indica os povos em confronto 5. Identifica alterações ou mudanças na vida da Europa
3. Refere os motivos das invasões
Nível 2
• Completa o texto com base nos documentos (pp. 118 e 119 do Manual), sobre a queda do Império Romano
e a formação dos reinos bárbaros.

Título: _____________________________________________________________________________________________

Quando? • Em finais do século ______________ , o Império Romano do Ocidente foi invadido pelos ______________
que viviam no leste da ______________ para além dos rios Reno e Danúbio.
Onde? Os Germanos foram atraídos pelas ______________ do Império Romano e obrigados a avançar para oci-
dente devido aos ataques dos ______________ .
Quem?
Nos finais do século V, foi deposto o último imperador romano do ocidente. Na Europa formaram-se, então,
vários reinos ______________ , como o dos ______________ o dos Visigodos, o dos Suevos e o dos Ostro-
Porquê?
godos. Então a vida da Europa alterou-se: a ______________ tornou-se a principal atividade económica,
Como? as cidades______________ , centrando-se nos campos a vida das populações.

Nível 3
• Assinala, com base nos documentos (pp. 118 e 119 do Manual), a opção correta.

1. Que povos atacaram o Império Romano do Ocidente?


Muçulmanos Germanos Persas

2. Em que século ocorreram as grandes invasões bárbaras?


Século III Século IV Século V

3 Os Bárbaros atacaram o império romano porque…


estavam a ser atacados pelos Hunos eram atraídos pelas riquezas romanas As duas anteriores

4 Os Bárbaros repartiram a Europa em…


cidades-estados províncias reinos

5 As principais atividades económicas passsaram a ser:


comércio agricultura artesanato

• Escreve, agora, seguindo a ordem das respostas dadas às questões anteriores, um texto sobre a queda do
Império Romano e a formação dos reinos bárbaros.

Título: _____________________________________________________________________________________________

Quando? • Os Germanos atacaram o Império Romano do Ocidente no século ________________________________


ASA • História 7

Onde? • ______________________________________________________________________________________
Quem?
• ______________________________________________________________________________________
Porquê?
Como? • ______________________________________________________________________________________

129
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Guia
Fichado
formativa n.oDiferenciado
deprofessor
Trabalho de
1 Historia 7
Exemplos Práticos – 3.o Modelo

Nível 1
• Realiza a ficha de atividades.

Três ordens são, cada um por si,


Cavaleiros, clérigos e vilãos.
Uma das ordens reza noite e dia
A outra é a dos trabalhadores
A outra mantêm a justiça.
Cada ordem sustém as outras duas
E cada ordem mantém as outras.
[Os clérigos] têm de comer
de vestir e de calçar
Mui mais abundantemente
Mais em paz e mais seguramente
Do que os que são trabalhadores.
Deles são afastadas
Todas as alegrias terrenas. 1. Dá um título ao poema medieval. Justifica-o.
_____________________________________________________________
[Os trabalhadores]
Arrastam tanto sofrimento e dor _____________________________________________________________
Suportam tão grandes tormentos _____________________________________________________________
A neve, a chuva e a ventania _____________________________________________________________
Quando trabalham a terra com as mãos.
Com desconforto e muita fome 2. Transcreve extratos do texto que evidenciem o poder da nobreza
Levam bem difícil vida, na sociedade medievaI europeia.
Pobre, sofredora e mendicante. _____________________________________________________________
[Os cavaleiros] _____________________________________________________________
Estes tudo queriam ter. _____________________________________________________________
Ninguém mais teria força nem poder,
Sentido nem razão, direito nem medida. 3. Comenta a afirmação:"0 clero constituía um grupo social de
Sobre a terrra nem equidade haveria. grande prestígio na Idade Média".
Tal ordem defende o país _____________________________________________________________
Das mãos dos mortais inimigos _____________________________________________________________
E para outros libertar _____________________________________________________________
Estes a cabeça vão dar
E por vezes assim perdem. 4. Sintetiza,em três linhas, a parte do poema respeitante aos “tra-
balhadores”.
Benedito S. Maure,
História dos Duques da Normandia (séc. XII) _____________________________________________________________
_____________________________________________________________
_____________________________________________________________
ASA • Páginas da História

Nome do Aluno ______________________________________________ N.o/ Turma: ___________ Data ______/____/______

130
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Páginas
TEMA 1.da
Terra
História
no Espaço

Exemplos Práticos – 3.o Modelo (continuação)

Nível 2
Lê o poema da página 48 do Caderno de Atividades.

1. Lê, atentamente, a 1.a estrofe.

1.1 As três ordens sociais referidas no poema são:

“_____________________________________________________________”

“_____________________________________________________________”

“_____________________________________________________________”

1.2 Estabelece a correspondência entre as expressões da coluna da esquerda e os grupos sociais da coluna
da direita.

“reza noite e dia” nobreza

“é a dos trabalhadores” clero

“mantém e faz justiça” povo

2. Lê, atentamente, a 2.a estrofe.

2.1 Transcreve dois versos que evidenciem o clero como um grupo social privilegiado.

__________________________________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________________________________

3. Atenta na 3.a estrofe.

3.1 Assinala com um X os adjetivos que caracterizam as condições de vida dos trabalhadores.

pobre boa fautosa difícil

3.2 Justifica a resposta anterior com dois versos do poema.

“_____________________________________________________________”

“_____________________________________________________________”

4. Relê a 4.a estrofe.

4.1 Identifica a sua principal função.

__________________________________________________________________________________________________

4.2 Transcreve duas expressões do texto que demonstrem o poder da nobreza na sociedade medieval.

“_____________________________________________________________”
ASA • História 7

“_____________________________________________________________”

131
GHistoria_127a142_GPROF 12/03/16 18:39 Page 132

Guia
Fichado
formativa n.oDiferenciado
deprofessor
Trabalho de
1 Historia 7
Exemplos Práticos – 3.o Modelo (continuação)

Nível 3

1. Lê, atentamente, a 1.a estrofe.

1.1 Sublinha as palavras que identificam as ordens sociais referidas no texto.

• burguesia • povo • industriais

• clero • rei • nobreza

1.2 Estabelece a correspondência entre as expressões da coluna da esquerda e os grupos sociais da coluna
da direita.

rezar nobreza

trabalhar clero

combater povo

2. Lê, agora, a 2.a estrofe.

2.1 Assinala a opção correta.


0 clero era uma ordem social rica porque...

"tem de comer/de vestir e de calçar"

"deles estao afastadas/todas as alegrias terrenas"

3. Atenta na 3.a estrofe.

3.1 Assinala com um X os adjetivos que caracterizam as condições de vida dos trabalhadores.

difícil boa fautosa

3.2 Justifica a resposta anterior com um verso do poema.

“_____________________________________________________________”

4. Relê a 4.a estrofe.

4.1 Assinala as opções corretas.


Os cavaleiros…

defendiam o país trabalhavam nos campos

rezavam tinham muito poder

4.2 Transcreve uma expressão do texto que demonstre o poder da nobreza na sociedade medieval.
ASA • Páginas da História

“_____________________________________________________________”

132
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Páginas da História

Exemplos Práticos – 4.o Modelo

Nível 1
• Faz um resumo do texto das páginas 154 e 155 do mundo cristão e muçulmano na Península Ibérica.
Tem em conta os seguintes aspetos:
1. contrastes civilizacionais
2. formas de relacionamento
3. marcas de presença muçulmanas em Portugal
Nível 2
• Lê de forma faseada (parágrafo a parágrafo) o texto abaixo. Em seguida faz a correspondência dos pará-
grafos da coluna da esquerda com os conteúdos da direita.

A B

1. Parágrafo A civilização cristã e a muçulmana eram muito diferentes na religião,


à cultura e arte, entre outros aspectos. Apesar dessas diferenças,…

2. Parágrafo Finalmente, a importância da presença muçulmana pode-se avaliar pelas


cerca de 600 palavras árabes que introduziram na língua portuguesa.

3. Parágrafo usavam o tijolo e o azulejo.

4. Parágrafo a música e tocavam instrumentos de corda.

5. Parágrafo Desenvolveram as ciências, como a matemática e a astronomia


(astrolábio, bússola), mas também apreciavam…

6. Parágrafo novas técnicas para a produção de vidro e de papel. Na construção,…

Os Muçulmanos introduziram novas culturas (limoeiro, laranjeira) e novas


7. Parágrafo
técnicas de regadio (nora). Introduziram também,…

Cristãos e Muçulmanos viveram tempos de paz e de tolerânia , entre mui-


8. Parágrafo
tos períodos de guerra. Em…

9. Parágrafo Portugal, existem poucos monumentos muçulmanos. No entanto, merece


destaque a mesquita de Mértola e o castelo de Silves.

Nível 3
• Copia as frases que respeitam a:

A) Formas de relacionamento entre Cristãos e Muçulmanos.

“_________________________________________________________________________________________________”

“_________________________________________________________________________________________________”

“_________________________________________________________________________________________________”

B) Contributo de Muçulmanos para a civilização penínsular.


ASA • Ciências 7

“_________________________________________________________________________________________________”

“_________________________________________________________________________________________________”

133
GHistoria_127a142_GPROF 12/03/16 18:39 Page 134

Ficha de trabalho diferenciado n.o 1 / nível 2

1. Atenta nos documentos 1 e 3 das páginas


14 e 15 do Manual.

1.1 Preenche o quadro sobre a evolução


dos hominídeos.

Homo
Homo Homo sapiens
habilis erectus sapiens

Antiguidade

Progressos/invenções

2. Observa o documento 3 da página 19.

2.1 Distingue as afirmações verdadeiras das falsas.

Ao longo do Paleolítico, os hominídeos viveram da agricultura, caça e pesca.

Tinham um modo de vida nómada.

A caça proporcionava alimentos, peles e ossos para vários fins.

A caça era uma atividade simples e pouco exigente.

Os primeiros hominídeos tinham uma economia recoletora.

3. Observa os documentos da página 19 e 21 do teu manual.

3.1 Redige um texto sobre a vida dos “grandes caçadores” do Paleolítico. Serve-te das “ideias” abaixo apresentadas.

utensílios

habitação recolha de…

caça vestuário

134
GHistoria_127a142_GPROF 12/03/16 18:39 Page 135

Páginas da História
TEMAPáginas
1. Terrada
noHistória
Espaço

4. Observa o documento 4 da página 21 e lê o seguinte texto:

O fogo, fonte de segurança e de sobrevivência

O fogo foi uma fonte de calor, alegria e segurança. Serviu para assustar os predadores e garantiu […] a tranqui-
lidade daqueles que ficavam no acampamento enquanto esperavam os caçadores. […] Com o fogo, o lar tornou-se
o lugar privilegiado de reunião, o lugar onde as pessoas se encontram, falam, contam e se informam […] É possível
que tenha ajudado a linguagem articulada a afirmar-se. O fogo, enfim, vai proporcionar a criação da culinária. […]
Mas, sobretudo, o homem adquire com o fogo um poder novo: o de transformar as coisas, […] endireitar varas e
fragmentos de hastes de animais, amolecer os dentes de mamutes e fazer estalar as pedras.

Robert Clarke, O nascimento do Homem (adaptado)

4.1 Indica as vantagens da utilização do fogo.

_______________________________________________ _______________________________________________
_______________________________________________ _______________________________________________

5. Atenta no “Grande Plano“ sobre uma aldeia neolítica nas páginas 28 e 29 do teu manual

5.1 Identifica as atividades desenvolvidas


pelo Homem, durante este período.

A. ______________________________________
B
C B. ______________________________________
A
C. ______________________________________

D ______________________________________

E. ______________________________________
E

5.2 Redige um pequeno texto sobre o modo de vida do Homem do Neolítico.

6. Observa os documentos da página 31 do teu manual.

6.1 Completa o texto:

No Neolítico, o Homem prestava culto às forças da Natureza, a animais e à deusa-mãe. Esta simbolizava a
ASA • História 7

___________________. Com a sedentarização, ergueu grandes construções de pedra, como ___________________


, ___________________ e antas ou ___________________. Estes tinham uma função funerária.

135
GHistoria_127a142_GPROF 12/03/16 18:39 Page 136

Ficha de trabalho diferenciado n.o 1 / nível 3

1. Atenta nos documentos 1 e 3 das páginas


14 e 15 do Manual.

1.1 Completa o quadro sobre a evolução dos


hominídeos.

Homo
Homo Homo sapiens
habilis erectus sapiens

Há mais de2 milhões


Antiguidade
de anos

Fabrico dos 1.os


Progressos/invenções
instrumentos

2. Observa, atentamente os documentos 2 e 4 da página 19 e os documentos 2 e 4 da página 21.

2.1 Faz a legenda da figura, com a ajuda de algumas das palavras abaixo destacadas.

Secagem Machado de pedra Produção


Lança Caça Cabana Corte de peles
de peles e de madeira do fogo

3. Observa o documento 2 e lê atentamente o documento 3 da página 21.

3.1 Preenche o quadro sobre o fabrico de instrumentos de pedra e de osso.


Instrumento Função
Machado de mão
Azagaia
Arpão de osso
Servia para coser as peles e fazer vestuário

136
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Páginas da História
TEMA 1. Terra no Espaço

4. Observa a figura e atenta nos documentos da página 23.

4.1 Preenche os espaços em branco no texto, com ajuda das palavras destacadas:

colares e adornos cavalos e mamutes fertilidade e maternidade pedras e conchas

O gosto pelo belo é uma característica do Homem desde


os tempos da Pré-História. No início, colecionou, enfei-
tou-se com ______________ e aperfeiçoou os seus instru-
mentos.

O Homo sapiens sapiens representou, nas paredes das


grutas, alguns dos animais que compartilhavam o seu
habitat, tais como ___________________. Do mesmo modo,
esculpiu pequenas peças de osso e marfim e, ainda, pe-
quenas estatuetas femininas de formas exageradas, re-
lacionadas com o culto da ___________________.

5. Atenta nas páginas 25 a 29 e faz a legenda da figura. Serve-te das seguintes palavras-chave:

Casas com Vasos Moagem


Práticas agrícolas Criação de gado Tecelagem
cobertura de colmo cerâmicos de cereais

6. Observa os documentos da página 31.


6.1 Faz a ligação entre as colunas A e B.

Coluna A Coluna B
Deusa-mãe • • Monumento com função funerária.
ASA • História 7

Stonehenge • • Divindade mais adorada no Neolítico. Simbolizava a fertilidade.


Anta • • Grande pedra utilizada pelo Homem do Neolítico em diversas construções.
Megálito • • Maior construção megalítica da Europa.

137
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Ficha de trabalho diferenciado n.o 2 / nível 2

1. Lê a página 38 do teu manual.

1.1 Distingue as frases verdadeiras (V) das falsas (F).

Cerca de 10 000 a.C., deu-se a passagem da aldeia à cidade numa vasta área geográfica, desde o Mediterrâneo
Oriental até à China.
Com o desenvolvimento da economia a população aumentou, dando origem a maiores aglomerados populacio-
nais – as cidades.
A invenção da escrita e do cálculo foram fundamentais na vida das mais antigas cidades.
Esta mudança ocorreu, por exemplo, nas proximidades do rio Nilo, onde se desenvolveu a próspera civilização
chinesa.

1.2 Corrige as afirmações falsas.

2. Lê a página 40 e observa os documentos 2, 4 e 5 da página 41 do teu manual.

2.1 Completa o texto, com a ajuda das palavras destacadas.

cereais Nilo deserto agricultura canais artesanato criação de gado

A vida dos Egípcios dependia das cheias do _________________ que, regularmente, inundava as suas margens.
Sem ele, o Egito seria um _________________. Para regularizar as inundações, construíram diques e
_________________. A principal atividade económica era a _________________, a que se seguia a
__________________________________. O Egito importava metais, marfim e madeira e exportava
_________________ e peças do seu _________________.

3. Lê, atentamente, a página 42 do teu manual. A

3.1 Risca a hipótese errada.

3.1.1 O senhor de todo o Egito era o Faraó


Sacerdote

3.1.2 Os sacerdotes e os nobres Tinham muitos deveres


Tinham muitas regalias

3.1.3 Os escribas Sabiam escrita e cálculo


Trabalhavam as terras B

3.1.4 Os escravos ocupavam-se Em serviços variados


Em serviços domésticos
4. Observa o documento 3 da página 43.
C
4.1 Faz a legenda da figura:

A. ____________________ C. ____________________
B. ____________________

138
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Páginas da História
TEMA 1. Terra no Espaço

5. Lê, atentamente, a página 46 do manual.


1. P E T
5.1 Resolve o crucigrama. 2. T N
E
1. Os Egípcios acreditavam em vários deuses, por
3. H R
isso a sua religião era…
N
2. Deus egípcio que simboliza o sol. 4. S I I
3. Deus falcão, protetor do faraó. D
4. Deus ligado à fertilidade da terra. 5. F A
5. Considerado um deus na terra. D

6. Tratar o corpo do defunto tendo em vista a sua preservação. 6. E M L R

6. Observa os documentos da página 51.

6.1 Faz a correspondência entre as colunas A e B.

Coluna A Coluna B

• Utilizavam medicamentos e efetuavam operações cirúrgicas. 1. A. Astronomia

• Conheciam o sistema decimal, efetuavam operações de soma, subtração,


2. B. Medicina
divisão e multiplicação.
• Dividiam o ano em 365 dias; conheciam alguns planetas, numerosas estrelas
3. C. Matemática
e constelações.

7. Lê a página 50 do teu manual e observa a figura.

7.1 Agora, assinala na figura:

Escriba – representado num


tamanho maior que a mulher
e o filho.
Papiro – as suas folhas eram
preparadas para serem utilizadas pelos
escribas na escrita.
Hieróglifos – sinais ou carateres
gravados ou pintados nas paredes
dos túmulos e dos templos.

8. Lê, atentamente, a página 52 do teu manual


e observa os documentos da página 53.

8.1 Completa o seguinte texto.

Os Egípcios eram muito religiosos e acreditavam na vida ________________. Construíram templos e impres-
sionantes túmulos: ________________, ________________, ________________. A escultura e a pintura estavam
ASA • História 7

também ao serviço da ________________. Os seus temas mais comuns são figuras de___________________ e
cenas de___________________ .

139
GHistoria_127a142_GPROF 12/03/16 18:39 Page 140

Ficha de trabalho diferenciado n.o 2 / nível 3

1. Observa o mapa e lê a página 38 do teu manual.

1.1 Completa o texto:

Anyang
Cerca de 4000 a.C., deu-se a Marr Rio Amarelo
o
Cáspioo
passagem da aldeia à cidade. A Rio Eufrates Rio Tigre
Vale do
Tigre-
Tigre-Eufrates Rio Indo
civilização do Egito desenvol- MESOPOTÂMIA
MESOPOTÂ
ESOPOT
ESOPO Vale
do Rio
Cheng
ng
g-Zho
o
Uruquee
Uruqu
Uruque La
Lagash
veu-se nas margens do rio Mênfis Harapp
rapp
appa Amarelo
relo
Ur
Rio Nilo
lo
o SUMÉRIA é
Mohenjo-Daro
njo-Da
o-D
_________________; a civilização

M
ic o

V
Rio Ganges
Vale
da Suméria, junto dos rios

m
do Nilo
________ e _________; a da
Índia, nas proximidades do rio
________________; e a da China,
ao longo das margens do rio
_________________.

2. Lê, atentamente, a página 40 do teu manual.

2.1 Assinala com verdadeiro (V) ou falso (F) as seguintes afirmações.

A vida dos Egípcios era dificultada pelas inun- O comércio era a principal atividade económica
dações regulares do rio Nilo. no Antigo Egito.
Para controlar as inundações, construíram di- Os Egípcios possuíam um artesanato muito de-
ques e canais. senvolvido.
O Egito seria um deserto sem o Nilo.

3. Lê, atentamente, a página 42 do teu manual.

3.1 Relaciona os dados da coluna A com os respetivos elementos da coluna B.

A – Estratos Sociais B – Funções

1 Sacerdotes, nobres • A • Trabalhavam nas oficinas do rei, dos templos e dos altos
e altos funcionários funcionários.
2 Escribas • B • Cultivavam as terras do faraó, dos templos e dos nobres.

3 C • Detentores de importantes conhecimentos (escrita e cálculo);


Artesãos •
podiam aceder a cargos importantes.
4 D • Desempenhavam os cargos mais importantes, ao nível religioso
Camponeses •
e administrativo. Recebiam rendas e gozavam de privilégios.
5 E • Ocupavam-se dos serviços domésticos, agrícolas, construções
Escravos •
públicas e da exploração mineira.
4. Lê a página 42 e atenta os documentos 2 e 3 da página 43 do teu manual.

4.1 Completa o seguinte texto, sobre a função do faraó na sociedade do Antigo Egito.
No topo da sociedade egípcia, estava o _________________. Era considerado um _________________ vivo e senhor
de todos os _________________. Nas cerimónias públicas, usava determinados adereços que simbolizavam o
seu poder: a barba postiça era um símbolo de _________________; o chicote, símbolo de _________________ ; o
báculo real, símbolo de _________________.

140
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Páginas da História
TEMA 1. Terra no Espaço

5. Lê, com atenção, as páginas 46 a 49.

5.1 Descobre, na sopa de letras, seis palavras relacionadas com a religião e o culto dos mortos no Antigo Egito:
(Procura apenas na horizontal e na vertical)

A M O N L O P E R G
O Y P I R A M I D E 1. Senhor de todo o Egito, considerado um deus.
T H I O Q O M O E B 2. Deus- falcão, protetor do faraó.
E M B A L S A M A R
3. Grande túmulo.
C V J I R I H H E T
4. Tratar o corpo do defunto tendo em vista a sua preservação.
I C A F N R O E W O
5. Deus que decidia, em julgamento, quem merecia a vida eterna.
O E G T U I R K U R
U J F Q H S U T N D
F A R A O P S I O L

6. Lê a página 50.

6.1 Completa o texto.

Cerca de 3100 a. C., os Egípcios criaram uma escrita diferente – a escrita _________________, que foi utilizada
em inscrições e pinturas nas paredes de templos e túmulos. Devido à dificuldade da sua aprendizagem, só
os _________________ a sabiam escrever. Depois, desenvolveram outras escritas mais simples e de traçado
mais rápido – a _________________ e a _________________.

Os Egípcios tiveram de resolver necessidades diversas, tais como calcular _________________, construir
______________ e preservar os ______________. Por isso, desenvolveram várias ciências como a matemática,
______________ e ______________.

7. Lê, atentamente, a página 52 do teu manual e observa a figura.

7.1 Escreve um texto sobre: “A arte egípcia e a vida além-túmulo”.

______________________________________________________
______________________________________________________
______________________________________________________
______________________________________________________
______________________________________________________
______________________________________________________
______________________________________________________
______________________________________________________
______________________________________________________

141
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Ficha de trabalho diferenciado n.oo 3


2 / nível 2

1. Lê, atentamente, a página 54 do teu manual e observa a figura.

1.1 Distingue as afirmações verdadeiras (V) das falsas (F) sobre a história dos Hebreus.

Os Hebreus são originários do Egito.


A sua saída do Egito é conhecida por “Êxodo”.
Fundaram o reino de Israel.
Os profetas David e Salomão anunciaram
a vinda de um Messias.
O Deus dos Hebreus é injusto e cruel.
A Bíblia é o seu livro sagrado.

1.2 Corrige as afirmações falsas.

2. Lê, com atenção, a página 56 do manual.

2.1 Completa o texto sobre os Fenícios, com a ajuda de algumas das palavras destacadas.

Marinheiros Vermelho Mediterrâneo Agricultores Atlântico Alfabeto

A Fenícia, era constituída por uma estreita


faixa de terra, junto ao mar _________________.
Esse território era pouco fértil e, por isso, os
seus habitantes tornaram-se artesãos, mer-
cadores e _________________. Transportavam
os seus produtos por todo o Mediterrâneo e
algumas regiões do _________________ e tra-
ziam matérias-primas que, depois, transfor-
mavam em produtos. Para facilitar esse
negócio, criaram o _______________, que é a
base de todas as escritas ocidentais.

3. Distingue, com uma cruz, as frases que dizem respeito aos


Hebreus e aos Fenícios: Hebreus Fenícios
Eram pastores nómadas que viviam, inicialmente, na Mesopotâmia.
Dedicavam-se ao artesanato e ao comércio.
Fundaram colónias e feitorias no Mediterrâneo.
Adoraram um único deus, Javé.

142
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Ficha de trabalho diferenciado n.o 3 / nível 3

1. Lê, atentamente, a página 54 do teu manual e observa a figura.

1.1 Completa o texto, sobre os Hebreus e a originalidade da


sua religião, com a ajuda das palavras:

Terra Prometida Bíblia Mesopotâmia

Jerusalém Palestina Israel Monoteísta

Os Hebreus eram pastores nómadas que viviam na _________________. Depois, algumas tribos migraram para o
Egito. No século XIII, após terem sido perseguidos e escravizados, regressaram à Palestina, a que chamavam
_________________. Aí fundaram o reino de _________________.

Os Hebreus, contrariamente aos outros povos da Antiguidade, apenas adoravam um Deus. Por isso, a religião
hebraica era _________________. O centro do seu culto é o Templo de _________________ e o seu livro sagrado é
_________________.

1.2 Refere o principal contributo dos Hebreus para a história da Humanidade.

2. Atenta nos documentos 1, 2 e 3 das páginas 56 e 57 e observa a figura.

2.1 Seleciona a resposta correta.

2.1.1 Que mar banhava


a costa da Fenícia?
Mar Vermelho
Mar Mediterrâneo

2.1.2 A que tipo de atividade


se dedicavam os Fenícios?
Comércio
Agricultura

2.1.3 Qual foi o principal


contributo dos Fenícios
para civilização ocidental?
Alfabeto
ASA • História 7

Vidro colorido
Vasos de cerâmica

143
GHistoria_127a142_GPROF 12/03/16 18:39 Page 144

Ficha de trabalho diferenciado n.o 4 / nível 2

1. Lê, atentamente, as páginas 64 e 65 do teu manual e observa o mapa.

N
1.1 Assinala, no mapa, as regiões e mares indi-
cados na legenda.

1. Península Balcânica
2. Ásia Menor
MACEDÓNI
A TRÁCIA 3. Mar Jónico
MAR DE 4. Mar Egeu
Tasos MÁRMARA
Calcídica
Monte
Samotrácia 1.2 Observa a figura.
Olimpo Potideo
2917 m
GRÉCIA
EUROPEIA
Lemnos 1.2.1 Completa o esquema:
TESSÁLIA GR

Monte
Parnaso Lesbos
ÉC

2458 m BEÓCIA
Foceia Isolamento das
IAA

Ítaca Delfos Tebas


S

Quios Rivalidades entre


IÁT

(Apolo) populações devido


ICA

Corinto
ÁTICA Éfeso
___________________ povos
PELOPONESO Epidauro Atenas

Argos Mileto
Olímpia CÍCLADES
(Zeus) Esparta originaram
Cós
(Asclépios) Rodes
Tera

CRETA Cnossos Pólis


Ida
MAR MEDITERRÂNEO 2456 m 0 60 km

Constituídas por Independentes umas


Planícies Grandes
cidades gregas (Zeus) nome do deus a quem ____________________ das outras, pois tinham
Montanhas o santuário é dedicado
Principais Limites da
ÁTICA nome da região ____________________ ____________________
santuários Grécia antiga
____________________ ____________________

1.2.2 Distingue a “acrópole” da ”ágora”.

2. Lê, atentamente, a página 66 do teu manual.

2.1 Completa o texto.

A economia e sociedade de Atenas, no séc. V a. C.

No século V a.C., uma das cidades-estado mais prósperas da Grécia era _________________. Apesar do solo
ser _________________, produzia-se cereais,_________________ e _________________. Os artesãos destacavam-
-se no fabrico de vários utensílios, como vasos de _________________, peças de metalurgia e _________________,
que eram exportados pelo porto de _________________ .

A sociedade ateniense era constituída por grupos sociais bem distintos: _________________, _________________
e _________________. A grande maioria dos Atenienses não podia participar na vida política, que estava limitada
aos _________________ (homens livres, com mais de 18 anos e ____________________________________________).

144
GHistoria_127a142_GPROF 12/03/16 18:39 Page 145

Páginas da História
TEMA 1. Terra no Espaço

3. Lê, com atenção, a página 70 do teu manual e observa a figura.

3.1 Preenche os espaços em branco no texto (legenda da


figura).

Reunião da _________________ (assembleia de todos os


cidadãos) – os cidadãos _________________ as leis, que
tinham sido elaboradas pela _________________.

3.2 Faz a correspondência entre as colunas A e B.


A B

1. Arconte A. Funções militares.

2. Estratego B. Elaborava as leis.

3. Bulê C. Decidia sobre a paz ou guerra.

4. Helieu D. Julgava os casos de desrespeito


pelas leis.
5. Eclésia E. Funções judiciais.

2 1
4. Lê, com atenção, as páginas 74, 76 e 78 do teu
manual e observa a ilustração.

Legenda
1. Pártenon: templo de ordem dórica
3
2. Erectéion: templo de ordem jónica
3. Atena Niké: templo de ordem jónica
4. Teatro de Dioniso
4

4.1 Qual era a função dos edifícios 1, 2 e 3?

4.2 Que ordens arquitetónicas se distinguem na arquitetura


grega?

4.3 Que tipo de espetáculos se desenrolava no edifício 4?

4.4 Seleciona as áreas da cultura e da ciência em que os Gregos também se destacaram.


ASA • História 7

Psicologia História Medicina

Filosofia Direito Química

145
GHistoria_127a142_GPROF 12/03/16 18:40 Page 146

Ficha de trabalho diferenciado n.o 4 / nível 3

1. Observa o mapa e lê as página 64 e 66 do teu manual.

N 1.1 Completa o texto, sobre as condições geográficas


da Grécia, com a ajuda das palavras destacadas.

Menor Balcânica Jónico Negro


MACEDÓNI
A TRÁCIA

Agricultura Montanhoso Mediterrâneo


MAR DE
Tasos MÁRMARA
Calcídica
Samotrácia
Monte
Olimpo
2917 m
Potideo A Grécia situa-se na Península _____________
GRÉCIA Lemnos
EUROPEIA
TESSÁLIA
e é banhada a ocidente pelo mar
_______________, a oriente pelo mar Egeu e a
GR

Monte
Parnaso Lesbos
sul pelo mar Mediterrâneo. Era constituída
ÉC

2458 m BEÓCIA
Foceia
IAA

Ítaca Delfos Tebas


pelo território continental, ilhas, uma faixa
S

Quios
IÁT

(Apolo)
ICA

Corinto
ÁTICA Éfeso costeira da Ásia ___________ e por colónias es-
PELOPONESO Epidauro Atenas
palhadas pelos mares _____________ e
Argos Mileto
Olímpia CÍCLADES _________________.
(Zeus) Esparta
Cós
(Asclépios) Rodes O solo da Grécia continental é muito
Tera ________________ e, por isso, são poucas as
terras aptas para _________________.
CRETA Cnossos
Ida
MAR MEDITERRÂNEO 2456 m 0 60 km

Planícies Grandes
cidades gregas (Zeus) nome do deus a quem
Montanhas o santuário é dedicado
Principais Limites da
Grécia antiga ÁTICA nome da região
santuários

1.2 Observa a figura.

1.2.1 Assinala com verdadeiro (V) ou falso (F) as se-


guintes afirmações.

A cidade-estado grega era uma comunidade


política independente.
A acrópole era o centro da vida religiosa das
pólis.
A ágora (grande praça pública) situava-se na
zona rural.

2.1 Completa o quadro sobre a sociedade ateniense, no século V a. C.

homens livres

Dedicavam-se ao comércio e ao artesanato.

escravos

146
GHistoria_127a142_GPROF 12/03/16 18:40 Page 147

Páginas da História
TEMA 1. Terra no Espaço

3. Lê, com atenção, a página 70 do teu manual e observa o


documento.

3.1 Faz a correspondência entre os órgãos de poder da de-


mocracia grega e a sua função:

A B
1. Eclésia A. Assembleia do Povo.
2. Bulê B. Função religiosa.
3. Helieu C. Conselho dos Quinhentos.
4. Estratego D. Função militar.
5. Arconte E. Tribunal Popular.

Friso Arquitrave Coluna


4. Lê, com atenção,
a página 74 e 76
do teu manual
e observa
as imagens.

4.1 Identifica os edifícios A e B.

4.2 Explica a importância de cada um deles para os Gregos.

5. Completa o esquema sobre a herança grega legada à Humanidade.

HERANÇA LEGADA PELOS GREGOS

Géneros Literários Arte «clássica» Ciências Desporto


__________________ __________________ __________________ __________________
__________________ __________________ __________________ __________________
ASA • História 7

Forma de Governo Teatro


____________________________________________ ____________________________________________

147
GHistoria_148a170_Layout 1 12/03/16 19:16 Page 148

Ficha de trabalho diferenciado n.o 5 / nível 2

1. Lê a página 86 do teu manual e observa o mapa.

1.1 Indica os limites geográficos do território BRITÂNIA


BRITÂNI
GERMÂNIA
dominado pelos Romanos no século I a. C.
Paris
_____________________________________ GÁLIA PANÓNIA
DÁCIA
Lyon a
Ravena
M
1.2 Refere os continentes por onde se esten- Nîmes Arles
ar
Ad
r ILÍRIA
iát
IITÁLIA
A ico
dia o Império Romano. Roma
ma
a Bizâncio
Biz
antinopla)
(Constantinopla)
HISPÂNIA
MACEDÓNI
MACEDÓNIA
AC A Pérgamo

_____________________________________ Mérida
Atenas
Atenas
as Éfeso
CAPADÓCIA
Cartago
Cartag SICÍLIA
SICÍL Mar
a
Eg
Eg o
ASSÍRIA
1.3 Explica o nome mare nostrum dado ao CRETA

mar Mediterrâneo pelos Romanos. JUDEIA


Alexandria
dria Jerusalém
e
erus
ÁFRICA
_____________________________________ 500 400 300 200 100 100 200 300 400
EGITO R
ARÁBIA

r
_____________________________________ República Império
Vermelho

1.4 Completa o quadro:


Motivos da expansão romana

Questões de segurança

Motivações económicas e sociais

Os dirigentes políticos procuravam ligar os seus nomes às conquistas.

2. Lê o documento 4 e analisa os restantes documentos da página 91.

2.1 Distingue as afirmações verdadeiras (V) das falsas (F).

A divulgação do latim facilitou a integração dos povos do Império.


Na vastidão do Império, as estradas eram raras e inadequadas à circulação de mercadorias e exércitos.
Os Romanos fundaram colónias e municípios nos territórios conquistados.
As grandes obras públicas romanas não foram construídas no atual território português.

2.2 Corrige as afirmações falsas.

3. Completa o texto relativo à economia romana. Utiliza apenas as “ânforas” adequadas.

Moeda Agrícola Mercantil Comércio Troca direta Urbana

As conquistas romanas vieram alterar profundamente a vida das populações. Ao longo da formação do Império,
intensificou-se o _________________e os centros urbanos desenvolveram-se. A economia romana tornou-se,
assim, uma economia _________________ e _________________facilitada por uma ampla rede de estradas e uso
regular da _________________.

148
GHistoria_148a170_Layout 1 12/03/16 19:16 Page 149

Páginas da História

4. Observa, com atenção, o documento 5 da página 93 do manual.

4.1 Completa o quadro, conforme o exemplo.

Sociedade Imperial Romana


Estratos Sociais Funções

Ocupava os principais cargos da administração e possuíam grandes fortunas


Ordem Senatorial
(senadores).
Ordem Equestre
Ordem dos Decuriões
Plebe Rural
Plebe Urbana
Libertos
Escravos

5. Observa o documento 3 da página 95


Poderes do Imperador
e a seguinte imagem.

5.1 Completa o esquema sobre o


A nível militar A nível religioso
poder imperial.
__________________ __________________
__________________ __________________

Chefe de Estado
_________________________
_________________________
_________________________
_________________________

6. Lê, com atenção a página 96 do manual e observa a figura.

6.1 Distingue as afirmações verdadeiras das falsas. Corrige, depois, as


afirmações erradas.

Os Romanos eram contra as crenças religiosas dos povos vencidos.


Prestavam culto em casa e nos templos.
Em casa, prestavam culto às almas dos antepassados.
Os chefes de família dirigiam o culto público.
Os Romanos eram muito supersticiosos.
A religião romana, no tempo do imperador Octávio Augusto, era
monoteísta.

6.2 Corrige as afirmações falsas.


ASA • Páginas da História

149
GHistoria_148a170_Layout 1 12/03/16 19:16 Page 150

7. Lê, com atenção, a página 98 do manual e observa a ilustração de uma antiga cidade romana.

Termas Circos

Templos Aquedutos

Basílicas Teatros

Pontes Anfiteatros

Arcos de Triunfo

7.1 Preenche, com base nas palavras da caixa, o seguinte quadro.

Arquitetura Romana

Edifícios úteis à vida da comunidade

Edifícios ligados ao lazer

Edifícios que glorificavam os feitos de Roma

7.2 Completa o texto.

Os escultores romanos retratavam as figuras humanas de maneira muito expressiva, com grande
_________________. As paredes das casas ricas e dos edifícios públicos eram decoradas com pinturas de temática
diversa, como paisagens e__________________________________. Os mosaicos eram utilizados para
_________________ e representavam cenas religiosas e __________________________________. São, por isso, im-
portantes fontes de informação da história de Roma.

7.3 Identifica, na “Sopa de Letras”, cinco palavras-chave respeitantes ao le-


V A S R B J O O D
gado romano no domínio da literatura. (Procura apenas na horizontal e na vertical)
I C D A E P O E V
7.3.1 Organiza as palavras-chave, de acordo com as respetivas áreas.
R H I S T O R I A
G A R R O E A C A Géneros Literários: __________________________________________
I U E O R S T U O ____________________________________________________________
L V I T A I P M D
Escritores: _______________________________________________
I L T L C A R L U
____________________________________________________________
O O O G A C I Y V
C I C E R O A G I

150
GHistoria_148a170_Layout 1 12/03/16 19:16 Page 151

Ficha de trabalho diferenciado n.o 5


3 / nível 3
0

1. Lê a página 86 do teu manual e observa o seguinte mapa.

1.1 Selecciona a resposta correta.

1.1.1 No Império Romano, a Península


Ibérica tinha o nome de … BRITÂNIA
BRITÂNI
GERMÂNIA
Hispânia
Paris
Gália
GÁLIA PANÓNIA
1.1.2 O eixo económico mais importante DÁCIA
Lyon a
Ravena
do mundo romano, era… Nîmes
M
ar
Ad
Arles r ILÍRIA
iát
IITÁLIA
A ico
Mar Mediterrâneo ma
a
Roma Biz
Bizâncio
(Constantinopla)
antinopla)
HISPÂNIA
Oceano Atlântico MACEDÓNI
AC
MACEDÓNIAA Pérgamo

Mérida CAPADÓCIA
Atenas
Atenas
as Éfeso
1.1.3 O Império Romano estendia-se Cartag
Cartago SICÍLIA
SICÍL Mar
a
Eg o
Eg
pelos seguintes continentes: ASSÍ
CRETA
Europa, Ásia e África. JUDEIA
dria
Alexandria Jerusalém
e
erus
Europa e África. ÁFRICA

2. Lê a página 90 do teu manual e atenta nos documentos.

2.1 Risca as palavras erradas no texto.

Os Romanos deram a co-


nhecer, aos povos venci-
dos do Império, a sua
língua (latim/grego), as
leis (Direito/ História), a
religião (culto ao rei/
/culto ao imperador), a
arte (templos, termas/
/templos, piscinas), entre
outros aspectos. Para a
divulgação da civilização
romana por todo o Im-
pério foi importante a
vasta rede de estradas/
/transportes públicos.
Os progressos na roma-
nização conduziram à
concessão do direito de
cidadania a todos os ho-
ASA • Páginas da História

mens livres do Império, 2.2 Define romanização.


pelo imperador Augusto/
_______________________________________________________________________
Caracala, em 212 d.C.
_______________________________________________________________________

151
GHistoria_148a170_Layout 1 12/03/16 19:17 Page 152

3. Observa, com atenção, o documento 5 da página 93 do manual.

3.1 Faz a correspondência entre os dados da coluna A e os da coluna B.

A B
Estratos Sociais Romanos Funções
1. Ordem Senatorial A. Estavam ligados aos negócios e à vida política nas cidades.
2. Ordem Equestre B. Trabalhavam nos serviços domésticos, nos campos e nas minas.
3. Ordem dos Decuriões C. Dedicavam-se à administração do Império, comércio e aos negócios.
4. Plebe Rural D. Ex-escravos, podiam chegar a ocupar cargos importantes.
5. Plebe Urbana E. Artesãos, comerciantes e outros trabalhadores que residiam nas cidades.
6. Libertos F. Ocupavam os principais cargos da administração e possuíam grandes fortunas.
7. Escravos G. Camponeses, pequenos proprietários e assalariados.

4. Lê, com atenção, a página 96 do manual.

4.1 Completa o texto, servindo-te de algumas das palavras em destaque.

Javé Privado Flora Tolerante Supersticioso Público Mitra

Os Romanos tinham os seus deuses tradicionais, como Salus, _________________ e Concórdia. Mas, como eram
um povo muito _________________ foram assimilando, também, os deuses dos povos vencidos, por exemplo,
_________________.

Na religião romana, havia dois tipos de culto: um praticado em casa (_________________) e outro realizado nos
templos (_________________).

5. Lê, com atenção, a página 98, do teu manual e observa a imagem.

5.1 Seleciona a resposta correta.


5.1.1 A imagem representa uma construção romana que:
era útil à vida da comunidade.
glorificava os efeitos de Roma.
5.1.2 A arte romana recebeu muitas influências dos:
Etruscos e Gregos.
Egípcios e Etruscos.
5.1.3 Os Romanos construíram edifícios:
belos mas pouco úteis.
funcionais e duradouros.

Arco do Triunfo.

152
GHistoria_148a170_Layout 1 12/03/16 19:17 Page 153

6. Observa, atentamente, os documentos das páginas 99, 100, 101 e o seguinte.

6
8 2

1
7

3
4

6.1 Completa a legenda (em baixo) da maqueta.

6.2 Faz a correspondência entre os dados das duas colunas.

1. Termas A. Praça rodeada de edifícios públicos, que constutuia o centro cívico das cidades romanas.
2. B. Neste local, realizavam-se empolgantes corridas de carros de cavalos.
3. C. Recinto onde se desenrolavam lutas e combates navais.
4. Domus D. Locais onde os Romanos tomavam banho, faziam ginástica, liam e conviviam.
5. E. Tinham vários aposentos decorados com belas pinturas e pavimentos com mosaicos.
6. e 7. Fórum F. Transportava água potável para as cidades.
8. Templo G. Edifício onde se praticavam os cultos públicos.

1 7. Realiza o jogo de palavras cruzadas.


1 O Verticais
C 6 1. A língua oficial do Império.
2 T 2. Importante obra pública (pl.).
I M P E R A D O R 3. Uma das mais importantes realizações do génio romano.
V 4. Palavra latina que designava a moradia das gentes ricas.
2 5. Termo latino que significa «ilha», isto é, prédio de vários andares onde mo-
I
ravam os mais pobres.
3 O 4 6. Unidade militar do exército romano.
5
Horizontais
3
ASA • Páginas da História

1. A capital do Império Romano.


2. Palavra latina que designava a Península Ibérica.
4 3. Forma de revestimento artístico muito utilizado pelos Romanos na decora-
ção do chão e dos edifícios.
5 4. Tipo de obra pública associada às cidades romanas (pl.).
5. Grupo social a que pertenciam os camponeses, pequenos comerciantes e
artesãos.

153
GHistoria_148a170_Layout 1 12/03/16 19:17 Page 154

Ficha de trabalho diferenciado n.o 6 / nível 2

1. Lê a página 108 do teu manual e observa os se- A expansão


ão do Cristianismo
Cris mo do
d século
sécu I a IV
V

Berço do Cristia
Cristianismo
anismo
nism
guintes documentos. Reg
Regiões cristãs do
d século
oI

R
Regiões cristãs entre
e o II e IV
o século

BRITANIA
RIT A GERMÂNIA
G MÂ
ÂNIA Centro de gran
gra ndes
de bispados
grandes dos (Pratiarcas)
(Pratiarca
1.1 Em que região do Império Romano nasceu Limites
es do Imp
Im ér
ério
Impérioo Romano no século
éculo IV
I
LLondres
Lond
ndres

o Cristianismo?
Paris

RÉCIA
________________________________________ GÁLI
GÁLIA
LIA
PANÓNIA
PAN
AN
NÓNIA

1.2 Quem foi o fundador da nova religião? Edicto


Edicto
d Milão
de Milã
Marselha
Marselh
M elh
ha
ha
Mar Negro
ITÁL
ITÁLIA
Á A

________________________________________ Tarragona
Roma
om Constantinopla
Con
Consta
nssta
stantino
ntino
opla
MACEDÓN
MACED
MA
MACED
AACEDÓN
AC
CEDÓ
CED
CEDÓN
EDÓNIA
NIIA
MACEDÓNIA
HISPÂNIA
HISPÂ
HISP
SP

ÂNIA
ÂN
ÂNIA Concílio
oncíli
Nice
de Niceia
Mérida GRÉCI
GRÉCIA
RÉ A
1.3 Em que século foi iniciada a pregação da sua Éfe
eso
Éfeso Á
ÁSIA MENOR
Cartago
Car
Cart
Cartaago Atenas
A naaass
At
mensagem? Ma
Antioquía
Ant
Antio
oqquía
r Me SÍRIA
SÍRIA
IA
diter
râneo

________________________________________ PAL
PA
ALLEST
AL STTINA
PALESTINA
Cirene
ene
e
Alexandria
Alexand J
Jerusalém
ÁFRICA
Á
ÁFR
RICA
1.4 Assinala com um X os aspetos inovadores do Cristianismo.

Defendia uma sociedade mais justa e tolerante. Acreditava na Ressurreição.


Assentava na crença da salvação pela fé. Aceitava, como único sacramento, o batismo.

1.4.1 Corrige a afirmação errada.

1.5 Refere condições favoráveis à propagação do Cristianismo no Império Romano.

2. Lê, atentamente, a página 110 do teu manual e observa a imagem.

2.1 Completa o texto com a ajuda de algumas das palavras destacadas.

Remunerado Adriano Imperador

Diocleciano Escravo Teodósio

O Cristianismo pôs em causa os fundamen-


tos do Estado romano porque recusava o
culto ao _________________, criticava o traba-
lho _________________ e as desigualdades so-
ciais. Desse modo, surgiram as perseguições
aos Cristãos, sobretudo com os imperadores
Valeriano e _________________. No entanto, a
influência do Cristianismo não deixou de
crescer, passando a religião oficial do Impé-
rio em 380, com o imperador ______________.

154
GHistoria_148a170_Layout 1 12/03/16 19:18 Page 155

Ficha de trabalho diferenciado n.o 6 / nível 3

1. Lê a página 108 do teu manual e observa os seguintes documentos.

A expansão
ão do Cristianismo
Cris mo d
do sécu
século I a IV
V
Texto 1
Berço do Cristia
Cristianismo
anismo
nism

Reg
Regiões cristãs d
do século
oI

R
Regiões cristãs e
entre o século
o II e IV
Não há Judeu nem Grego; não há servo
BRITANIA
RIT A G MÂ
GERMÂNIA
ÂNIA Centro de gran
grandes
de bispados
grandes dos (Pratiarcas)
(Pratiarca

LLondres
Lond
ndres
Limites
es do Im
Império
ér o Romano no século
Império éculo IV
I nem livre; não há homem nem mulher. Por-
Paris
que todos vós sois um só em Jesus Cristo.
RÉCIA S. Paulo, Epístola aos Gálatas
GÁLIA
GÁLI
LIA
PAN
PANÓNIA
AN
NÓNIA

Texto 2
Edicto
Edicto
de Milão
d Milã
Marselha
Marselh
M elh
ha
ha
Mar Negro
ITÁL
ITÁLIA
Á A
Roma
om Constantinopla
Con
Consta
nssta
stantino
ntino
opla

HISPÂNIA
HISPÂ
HISP
SP

ÂNIA
ÂN
ÂNIA
Tarragona MACEDÓNIA
MACED
MA
M
MACEDÓN
ACED
AACEDÓN
AC
CEDÓ
CED
CEDÓN
EDÓNIA
NIIA (…) Bem-aventurados os que sofrem perse-
Concílio
oncíli
a
Mérida GRÉCI
GRÉCIA
RÉ A
Éfeso
Éfe
eso Á
de Niceia

ÁSIA
Nice

MENOR
guição por amor da justiça porque é deles o
Cartago
Car
Cart
Carta
ago Atenas
A
At naaass reino dos Céus. Alegrai-vos e exultai, porque
Antioquía
Ant
Antio
oq
quía
Ma
r Me
diter
râneo
SÍRIA
SÍRIA
IA será grande a vossa recompensa nos Céus.
PA
PAL
PALESTINA
ALLEST
AL STTINA S. Mateus, XXV, 12-14
Cirene
ene
e
Alexandria
Alexand J
Jerusalém
Á

1.1 Localiza a região onde o Cristianismo nasceu.

1.2 Transcreve uma frase dos textos que mostre que:

1.2.1 O Cristianismo é uma religião universal. _____________________________________________________________

1.2.2 O Cristianismo defende a salvação pela fé. _________________________________________________________

2. Assinala, com um X as condições que favoreceram a expansão do Cristianismo.

Favorecimento da escravatura. Ampla rede de estradas.

Prática da caridade. Diversidade de línguas no Império.

Promessa da vida eterna a todos os crentes. Confiança nos deuses romanos.

3. Analisa os documentos da página 109 e lê, com atenção, a página 110 do teu manual.

3.1 Faz a correspondência entre as colunas A e B.

A B

A. Perseguiu, de início, os Cristãos e, depois, tornou-se um dos mais impor-


1. Diocleciano
tantes apóstolos de Cristo.
ASA • Páginas da História

2. S. Paulo B. Ordenou violentas perseguições aos Cristãos.

3. Teodósio C. Concedeu, através do “Edito de Milão”, liberdade de culto aos Cristãos.

D. Declarou o Cristianismo religião oficial do Império e, pouco depois, proí-


4. Constantino
biu o culto aos antigos deuses pagãos.

155
GHistoria_148a170_Layout 1 12/03/16 19:18 Page 156

Ficha de trabalho diferenciado n.o 7 / nível 2

1. Observa o mapa e lê a página 118 do teu manual.

1.1 Completa o texto sobre as grandes invasões no séc. V a.C.

Li

Os Romanos chamavam “bárbaros” Suevos

Anglos
gl Hunos
aos povos que ______________________.
Muitos desses povos viviam para além
das fronteiras dos rios Reno e Saxões
BRETANHA
B (268) Fra
Francos
a s
_________________. Eram chamados de (275)
75 Vândalos
(370)
(37
Hunos
______________________. Ao longo do Burgões
425
4 5
Alamanos
a
séc. IV, alguns desses povos passa- (257)
RÉCIA
ÉCIA
Suevos
Ostrogodos
ram as fronteiras integrando-se no 407
4
PANNONIA 454

GÁLIA
exército romano. Nos inícios do sé- Ravena
Visigodos

418 395
culo V, dão -se as grandes invasões
bárbaras, como as dos Francos, dos 411
1
Córsega
re
Roma
MACEDÓNIA
HISPÂNIA ARMÉNIA
Constantinopla
C
_______________ e dos _______________. en
Sardenha

No ano 476, a cidade de ______________


S
Sicília
409 Cartago
Cartag
go
caiu, pondo fim ao Império Romano do 439 SÍRIA

Persas
e
ÁFRICA
Ocidente. RO
ROC ULLA
PROCONSULARA t
Creta i
Chipre

IN
PALESTINA
Mouros
EGIPTO
P

1.2 Distingue a frase verdadeira (V) da falsa (F).

As invasões bárbaras deram origem a uma Europa repartida em vários reinos.

Durante esta época de insegurança, a população europeia procurou refúgio nas cidades.

1.3 Corrige a afirmação falsa. ____________________________________________________________________________

2. Lê, atentamente, a página 120 do teu manual.

2.1 Completa o seguinte quadro sobre a evangelização da Europa.

Movimento de Evangelização da Europa

Ordem religiosa evangelizadora

Fundador

• Evangelização:

• Economia:
Importância ou Papel na
Europa Ocidental
• Proteção às populações:

• Cultura:

156
GHistoria_148a170_Layout 1 12/03/16 19:18 Page 157

Páginas da História

3. Lê a página 122 do teu manual e observa o documento.

3.1 Distingue as afirmações verdadeiras (V) das falsas (F).

O Islamismo nasceu em África, no princípio do século VII.

O seu fundador foi Maomé.

O deus único da religião muçulmana é Alá.

O livro sagrado do Islão é a Bíblia.

Os sucessores de Maomé são designados discípulos.

Os Muçulmanos, entre os séculos VII e VIII, construíram um vasto império desde


a Ásia ao Norte de África e à Península Ibérica.

A organização do exército e o entusiasmo religioso dos seus combatentes favore-


ceram a expansão muçulmana.
NIA

3.2 Corrige as afirmações erradas. ______________________________________________

as

3.3 Comenta a seguinte afirmação: “Os Muçulmanos divulgaram, por todo o seu vasto
império, uma brilhante civilização”. ___________________________________________

Combatente Muçulmano.

4. Lê a página 126 do teu manual e o seguinte documento.

Ataques e destruição

Multiplica-se o número de navios Vikings. Por todo o lado, os Cristãos são


vítimas de massacres, pilhagens, devastações e incêndios. Tomam todas
as cidades por onde passam sem que ninguém lhes resista.1
As incursões dos Magiares (Húngaros) atingiram a França; aldeias e cam-
pos ficaram despovoados, casas e igrejas foram consumidas pelo fogo.2

(1) Ermentário, Relatos (séc. IX); (2) Flodoardo, Anais (séc.X).

4.1 Indica os povos que, entre os séculos VIII e XI, atacaram a Europa.

4.2 Donde eram originários os Vikings?


ASA • Páginas da História

4.3 Explica a insegurança da população europeia nessa época.

Combatente Viking.

157
GHistoria_148a170_Layout 1 12/03/16 19:19 Page 158

Ficha de trabalho diferenciado n.o 7 / nível 3

1. Lê a página 118 do teu manual.


1.1 Completa o texto com algumas das palavras abaixo destacadas.

Península
comércio cidade agricultura Alemanha bárbaros urbana França Inglaterra
Ibérica

Devido a uma vaga de invasões, a Europa en-


contrava-se repartida, nos inícios do século PICTOS
P
VI, em vários reinos _________________. Entre
ANGLO-SAXÕES
AN XÕES
ÕES
outros, destacavam-se o reino dos Francos,
situado na região da atual ________________ ,

Rio
ESLAVOS
VO

Re
n
o dos Visigodos na _________________ e o dos Soissons
o so
Anglo-Saxões na _________________. ALAMANOS
LAMAN
anú

Nesta época, a vida económica e social alte- GÁLIA


BURGÚNDIOS
GÚNDIO
G OS
Ravena
na DA
Tolosa
To LM
rou-se. As populações refugiaram-se no ITÁLIA
Á
ÁC
BASCOS
A S O IA
ST IMPÉRIO
campo, pelo que a vida _________________ de- Barcino
n Córsega
rseg RO ROMANO DO
Braga Roma
m GO ORIENTE
HISPÂNIA
IA
caiu, o artesanato e o _________________ re- sB
aleares Sardenha
rd n
DO
S
Toledo
To do

Ilha
duziram-se e a _________________ passou a
Sicília
ser a principal atividade económica. VÂNDALOS

NORTE
DE ÁFRICA

2. Lê, atentamente, a página 120 do teu manual e observa o documento.

2.1 Descobre, na “Sopa de Letras”, as sete palavras-chave correspondentes às frases sobre a evangelização dos
povos bárbaros.

O L I V G R E G O R I O T
E V A N G E L I Z A Ç A O
C E T C T O V I S A L U R
L C E A M C U L T U R A M
O O T J B S V E R F A U R
V N H I E T Y U I P B D I
I O P O N L U W H L I U T
S M O S T E I R O S O L H
T I C R O V F V B O L E Q
A A N I M I B H G R A F T

1. Papa que se distinguiu no movimento de evangelização dos 5. Importantes centros de cristianização dos povos bárbaros.
bárbaros. 6. Os beneditinos promoveram o desbravamento e exploração
2. Divulgação do Cristianismo entre as populações. de terras e o trabalho artesanal, fomentando assim a…
3. Rei bárbaro convertido ao Cristianismo. 7. Nos mosteiros existiam escolas, bibliotecas e procedia-se
4. Monge italiano fundador da ordem beneditina. à cópia de manuscritos, o que incentivou a...

158
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Páginas da História

3. Lê a página 122 do teu manual.

3.1 Faz a correspondência entre as colunas A e B.

A Expansão Muçulmana
A B

1. Islamismo A. Ciência muito desenvolvida pelos Muçulmanos.

2. Alá B. Templo muçulmano de oração.

3. Maomé C. Cidade santa dos Muçulmanos.

4. Meca D. Religião monoteísta, criada no século VII, na Arábia.

5. Alcorão E. Sucessor de Maomé.

6. Califa F. Considerado único Deus para o Islamismo.

7. Mesquita G. Profeta da religião muçulmana.

8. Astronomia H. Livro sagrado para os Muçulmanos.

4. Lê a página 126 do teu manual.

4.1 Completa o texto abaixo com a ajuda das seguintes palavras-chave.

Combatente Muçulmano.

Magiares Mediterrâneo Ocidente Naval

Escandinávia Húngaros Rurais Cidades

Entre os séculos VIII e XI, a Europa sofreu novas invasões, a dos Muçulma-
nos, a dos Vikings e a dos _________________.
Os Vikings eram naturais da _________________. Eram especialistas na cons-
trução de _________________. Expandiram-se por toda toda a costa atlântica
da Europa e pelo _________________.
Os Húngaros (_________________) eram um povo nómada que, em meados do
século IX, se deslocaram do Leste para _________________ da Europa. Cerca
ASA • Páginas da História

de um século mais tarde, os seus saques e razias terminaram, tendo-se fixado


na atual Hungria. Estes ataques e pilhagens da Europa acentuaram o aban-
dono das _________________, pelo que a vida económica e social se centrou
nos meios _________________.
Combatente
Viking.

159
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Ficha de trabalho diferenciado n.o 8 / nível 2

1. Lê, atentamente, a página 136 do teu manual.


1.1 Completa o texto.

A sociedade medieval era constituída, maioritariamente, pelo


_________________, mas dominada pelos grandes senhores da
_________________ e _________________.

Após as invasões bárbaras, a _________________ tornou-se a força mais


bem organizada da Europa. Todos reconheciam a importância e o poder
do clero que era constituído pelo _________________ (bispos e padres)
e pelo _________________ (abades e monges). Contudo, entre os mem-
bros do clero havia grandes diferenças: os membros do baixo clero
(_________________ e _________________) viviam de forma muito mais
modesta que os do alto clero (_______________ e _______________).

1.2 Descreve, com base na ilustração, o papel do clero na Idade Média.

A IGREJA DIRIGE OU APOIA


_______________________________________________________________
_______________________________________________________________

________________________________________________________________
Biblioteca, escolas,
Hospitais universidades
hospedarias ________________________________________________________________
o direito de
proteger os
perseguidos ________________________________________________________________

________________________________________________________________

________________________________________________________________
as cerimónias
religiosas e ________________________________________________________________
fúnebres

a caridade para
________________________________________________________________
com os pobres
as viúvas ________________________________________________________________
devotas
________________________________________________________________

1.3 Lê o texto seguinte: Cister face a Cluny

1.3.1 Refere as ordens religiosas criadas nos séculos Para que serve este ouro que brilha nos mostei-
X e XI. ros de Cluny? […] Nós renunciamos a tudo o que
__________________________________________________ é riqueza material.1

1.3.2 Indica os motivos que levaram à sua criação. Os monges da nossa Ordem devem tirar a sua
subsistência do trabalho das suas mãos, do cul-
__________________________________________________ tivo das terras e da criação dos rebanhos.2
__________________________________________________ (1) S. Bernardo, Apologia a Guilherme de S. Thierry (séc. XII)
(2) Estevão Hardling, 3.o Abade de Cister ( séc. XIII)
__________________________________________________

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Páginas da História

2. Lê as páginas 136 e 138 do teu manual e observa a ilustração.

2.1 Escreve um texto sobre: “Um senhorio medieval”.

3. Lê, atentamente, a página 142 do teu manual.

3.1 Completa o esquema sobre as relações de vassalagem no século XII.

Proteção e _________________

Benefício
____________________ ou ____________________
(senhor mais poderoso) Feudo (senhor mais fraco)
ASA • Páginas da História

Apoio militar, económico


e _________________

161
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Ficha de trabalho diferenciado n.o 8 / nível 3

1. Lê, atentamente, a página 136 do teu manual.


1.1 Distingue as afirmações verdadeiras (V) das falsas (F).

A sociedade medieval era composta, maioritariamente, por pessoas do povo.

Existiam três grupos sociais: povo, nobreza e clero.

A nobreza era o grupo social mais culto.

Os bispos pertenciam ao baixo clero.

Os monges viviam nos mosteiros, isolados da população.

O clero era o grupo social de maior prestígio na Idade Média.

2. Lê, atentamente, a página 134 do teu manual e observa os documentos.

2.1 Completa o seguinte texto, com a ajuda de algumas das palavras abaixo destacadas.

Ensino Culto Rendimentos Paróquias Prestígio Privilégios Deveres Dioceses Impostos Europa

A importância da Igreja na Idade Média

Após as invasões bárbaras, a Igreja passou a ser a força mais bem organizada da ____________. Tinha muita im-
portância e ____________ devido a: serviços religiosos prestados a toda a sociedade; posse de muitas terras que
lhes traziam grandes ____________; desempenho de altos cargos de administração; controlo do ____________.
O clero era, ainda, o grupo social mais ____________, pelo que muitos intelectuais da época eram clérigos. Assim,
a Igreja exercia grande influência na sociedade medieval e beneficiava de muitos ____________, tais como, tribunais
próprios e isenção de ____________.

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Páginas da História

3. Lê as páginas 136 e 138 do teu manual e observa o seguinte documento.

3.1 Assinala com um X as opções corretas.

3.1.1 A principal ocupação da nobreza era: 3.1.4 A reserva de um senhorio:

A guerra. Era explorada pelo senhor.


A oração. Era arrendada aos camponeses.
3.1.2 Os nobres, para se manterem em boa 3.1.5 Os mansos eram terras:
forma física, participavam em:
Cultivadas por servos.
Saraus. Torneios.
Arrendadas a colonos.
3.1.3 A maioria do povo trabalhava em:
3.1.6 As corveias consistiam em:
Artesanato. Comércio.
Pagamento de rendas.
Agricultura.
Trabalhos gratuitos.

4. Lê, atentamente, a página 142 do teu manual.


4.1 Relaciona a coluna da esquerda com a informação da coluna da direita.

As Relações Feudo-Vassálicas

A B
A. Cerimónia pela qual o vassalo recebia um benefício ou
1. Homenagem
feudo.
2. Juramento B. Cerimónia pela qual o vassalo reconhecia a autoridade do
de Fidelidade seu senhor.
ASA • Páginas da História

C. Relação de proteção, sustento e lealdade entre o suse-


3. Investidura
rano (senhor mais forte) e o vassalo (senhor mais fraco).
4. Contrato de
D. Cerimónia de compromisso da palavra dada.
vassalagem

163
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Ficha de trabalho diferenciado n.o 9 / nível 2

1. Lê as páginas 150 e 152 do teu manual e observa os seguintes documentos.

Toulouse

REINO
Nimes
1.1 Completa a cronologia.
j
FRANCO
ASTÚRIAS Covadonga
(722)
Lugo
Pamplona Cronologia
Leão Amaya
Astorga
(714)
A Península Ibérica é invadida pelos
Huesca
711
Saragoça
S
(714)
ç ____________________________ .

Na Batalha de Covadonga, nas Astúrias,


722
dá-se a primeira vitória dos ________________ .
Toledo
(712)
Mérida
AL-ANDALUZ D. Henrique recebe de Afonso VI, rei de Leão
(713) 1096
e Castela, o ____________________________ .

Córdoba Murcia
(713)
Sevilha Écija
(712) 1.2 Assinala as afirmações verdadeiras com um V e as
Guadalete falsas com um F.
(711)
n
nia Trajecto das tropas muçulmanas sob
o comando de Tárique (711-712)
err Trajecto das tropas muçulmanas sob
D. Raimundo e D. Henrique eram cavaleiros franceses
o comando de Muça (712-714)
Avanços militares até ao ano 732 que vieram à Península Ibérica apoiar a Reconquista.
Batalha

D. Henrique recebeu, em 1096, D. Teresa, em casamento,


e o território da Galiza.
O Condado Portucalense fazia parte, em finais do sé-
culo XI, do Reino de Leão e Castela.
D. Henrique procurou alargar o território e aumentar os
seus poderes.
D. Teresa, após a morte do marido, procurou aumentar
a autonomia do Condado.

1.3 Corrige as afirmações erradas.

Conquista de Toledo (1085), por Afonso VI, rei de Leão e Castela.

2. Relaciona as datas (coluna A) com os respetivos acontecimentos (coluna B).

A B

1. 1143 A. Tratado de Alcanises (fixação dos limites territoriais do reino).

2. 1179 B. Tratado de Zamora: reconhecimento do título de rei de Portugal a D. Afonso Henriques.

3. 1249 C. Fim da Reconquista em Portugal (D. Afonso III conquista Silves e Faro).

4. 1297 D. Bula Manifestis Probatum (confirmação papal da independência de Portugal).

5. 1492 E. Fim da Reconquista na Península Ibérica (conquista de Granada).

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Páginas da História

3. Atenta as páginas 156 e 157 do teu manual e observa as imagens seguintes.

1 Poetas e músicos. 2 Jogadores de xadrez.

3.1 Completa os espaços em branco no texto.


Entre a fundação do reino de Portugal, no ano __________________ (no reinado de __________________ ) e a con-
quista definitiva do Algarve, em 1249 (reinado de __________________) decorreram cerca de 100 anos. Apesar
dos tempos de guerra, Portugueses e Muçulmanos viveram, também, tempos de __________________ e de
__________________ religiosa. Nos territórios conquistados, os nossos reis consentiram que os
__________________ praticassem a sua religião; o mesmo acontecia com os __________________ nas terras mu-
çulmanas.
Apesar das grandes diferenças entre as duas comunidades, por exemplo na __________________ e na
__________________, uns e outros conviviam em festas e até disputavam partidas de __________________ entre
si.

3.2 Completa, a partir das palavras da «janela», o quadro sobre o legado muçulmano em Portugal.

Herança Muçulmana na Península Ibérica


Laranjeira Bússola
•1
Náutica Almada Alverca

Algarismos Aletria

Medicina
• Limoeiro
Astrolábio

• Arroba Álgebra
Agricultura

Álcool Xarope
ASA • Páginas da História


Matemática


Toponímia

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Ficha de trabalho diferenciado n.o 9 / nível 3

1. Lê a página 150 e 152 do teu manual.

1.1 Relaciona as datas (coluna A) com os respetivos acontecimentos


(coluna B).

Coluna A Coluna B

1. 711 A. Conquista de Lisboa.


2. 722 B. Invasão da Península Ibérica pelos Muçulmanos.
3. 1096 C. Primeira vitória das tropas cristãs sobre os Muçulmanos.
4. 1147 D. Concessão do Condado Portucalense ao conde D. Henrique.

1.2 Define Reconquista. _________________________________________________________________________________

2. Lê a página 152 do teu manual.

2.1 Completa o texto, com a ajuda das palavras abaixo destacadas.

Raimundo Henrique Afonso VI Teresa Urraca Portucalense Galiza Autonomia Vassalagem

Sou um cavaleiro francês. O meu nome é _________________. Vim para a


Península Ibérica com o meu primo _________________ a fim de combater
os Muçulmanos. O rei de Leão e Castela, D._________________, atribuiu-
-me o Condado _________________ e deu-me, em casamento, a sua filha
D. _________________. Ao meu primo, concedeu-lhe a _________________
e D._________________, em casamento. Ao assumir o governo do Condado,
fiquei obrigado a prestar _________________ ao rei de Leão e Castela. Con-
tudo, procurei sempre afirmar a minha _________________ para com o rei,
meu sogro.

2.2 Ordena, corretamente, os acontecimentos na barra cronológica.

Tratado de Zamora – reconhecimento Bula Manifestis Probatum – Reconhecimento da


do título de rei a D. Afonso Henriques. independência de Portugal pelo papa Alexandre III.

Batalha de S. Mamede – Vitória do exército de D. Afonso Henriques sobre o de D. Teresa.

Doação do
Conquista Tratado
Condado
do Algarve de Alcanises
Portucalense

1096 1128 1143 1179 1249 1297

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Páginas da História

3. Lê a página 152 do teu manual.

3.1 Completa o discurso de D. Afonso Henriques sobre a sua ação governativa à frente do reino de Portugal
(1143-1185):

A nível político _______________


______________ e ______________
______________________________

A nível diplomático
______________________
______________________

3.2 Ordena, cronologicamente, os acontecimentos de 1 a 6..

Conquista definitiva do Algarve. Batalha de S. Mamede.


Concessão do Condado Portucalense Tratado de Alcanises
a D. Henrique. (definição das fronteiras).
Bula Manifestis Probatum. Tratado de Zamora (independência de Portugal).

4. Lê, atentamente, a página 156 do teu manual e observa


o documento.
4.1 Identifica os jogadores de xadrez. Regista cristão /
muçulmano, no local apropriado.
4.2 Distingue as afirmações que respeitam ao Mundo
Cristão (C) e ao Mundo Muçulmano (M).

Comunidade com uma economia essencialmente


agrícola.

Comunidade com uma economia urbana e mer-


cantil.

Oravam em templos denominados mesquitas.


ASA • Páginas da História

Oravam em templos chamados igrejas.

Deram a conhecer o astrolábio.

Adotaram o uso dos algarismos.

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Ficha de trabalho diferenciado n.o 10 / nível 2

1. Lê as páginas 170 e 172 do teu manual e observa os


seguintes documentos.

1.1 Completa o esquema seguinte:

Progressos na agricultura Desenvolvimento dos transportes e comunicações

• Utilização mais frequente do _________________ nos • Abertura de novas _________________ e construção


instrumentos agrícolas; de pontes e cais;
• Utilização da _________________ (nos animais de
• Aplicação do sistema de ________________________; transporte) e da _________________ (nos cavalos);
• Uso de _________________ e _________________ nos
barcos de transporte;
• Uso do jugo frontal (bois) e da ___________________
(nos cavalos). • Utilização da bússola, astrolábio e ______________.

provocaram provocou

• Aumento da área cultivada, • Surgimento de mercados e _____________________ ;


• Aumento da circulação da ______________________ ;
• Aumento da produção __________________________ ;
• Fomento/reanimação do ________________________ ;
• Diminuição da _________________________________ ; • Crescimento das _______________________________ ;
• Desenvolvimento de um novo grupo social, a
• Aumento da ____________________________________ . ______________________ .

Desenvolvimento Económico

2. Lê, atentamente, a página 176 do teu manual.


2.1 Completa os espaços em branco no quadro.

Povoamento e distribuição da terra em Portugal nos séculos XII e XIII

Coutos

Honras

Povoações de homens livres.

2.2 Designa o documento que criava um concelho. __________________________________________________________


2.3 Indica os motivos da criação dos concelhos. ____________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________

168
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Páginas da História

3. Lê, atentamente, a página 178 do teu manual e observa o documento.

3.1 Completa o texto.

Os reis, a partir do século XIII, tomaram várias


medidas a fim de recuperar bens que, noutros tem-
pos, tinham pertencido à _________________. As
mais importantes foram:

• Inquéritos destinados a recuperar terras e di-


reitos da coroa – _________________;

• Validação dos bens e regalias concedidos por


monarcas anteriores – _________________;

• Leis que procuravam impedir a concentração


de terras, obtidas por compra ou herança, nas
mãos do clero – _________________.

A partir de 1254, os monarcas passaram a convo-


car assembleias para tratar de assuntos económi-
cos, financeiros e políticos – as __________________

4. Atenta nas páginas 180 e 184 do teu manual e observa o documento.

4.1 Distingue as afirmações verdadeiras (V) das falsas (F).

4.1.1 Nos séculos XII, XIII e XIV, a Itália, a Flandres


e o Norte da Alemanha eram importantes re-
giões económicas da Europa.
4.1.2 As cidades italianas de Veneza, Génova e Paris
enriqueceram em resultado das trocas comer-
ciais com o Norte da Europa.
4.1.3 A criação da Bolsa de Mercadores abrangia co-
merciantes portugueses e estrangeiros.
4.1.4 A criação da Companhia das Naus foi uma im-
portante medida para o fomento do comércio
interno português.
4.1.5 Lisboa, no século XIV, tornou-se uma grande ci-
dade mercantil e assumiu-se como capital do
reino.

4.2 Corrige as frases erradas.


ASA • Páginas da História

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Ficha de trabalho diferenciado n.o 10 / nível 3

1. Lê as páginas 170 e 172 do teu manual e observa o seguinte documento.

charrua
burguesia
climáticas florestas
invasões coelheira
cidades pântanos jugo

1.1 Completa, com a ajuda das palavras “semeadas” no campo, o seguinte texto:

Entre os séculos XI e XIV, a população europeia quase duplicou. Este crescimento deveu-
se, principalmente, ao fim das _________________ e à melhoria das condições
_________________. As populações, em crescimento, tiveram necessidade de alargar os es-
paços cultivados, procedendo-se à secagem de _________________ e ao desbravamento de
_________________. O desenvolvimento da agricultura também beneficiou de importantes pro-
gressos técnicos, como a utilização da grade e da _________________, a aplicação mais fre-
quente do sistema de rotação trienal de culturas e o uso do _________________ e da
_________________, que fizeram aumentar a força de tração dos animais.
Por toda a Europa, cresceram as _________________ e surgiu um novo grupo social – a
_________________.

2. Lê, atentamente, a página 176 do teu manual.


2.1 Relaciona os elementos das colunas A e B.

A B

1. Coutos A. Os mais ricos moradores dos concelhos


2. Honras B. Senhorios do clero.
3. Concelhos C. Senhorios da nobreza.
4. Carta de foral D. Povoações de homens livres.
5. Homens-Bons E. Documento que instituía um concelho.
6. Párocos, monges F. Estratos do povo que habitavam nas cidades.
7. Mercadores, artesãos e assalariados G. Membros do baixo clero.

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3. Atenta na página 178 do teu manual e observa o documento.

3.1 Relaciona os elementos da coluna A com os da coluna B.

A B
A. Assembleias que se pronunciavam sobre as-
1. Inquirições
suntos económicos, financeiros e políticos, etc.
B. Assembleia constituída por membros dos gru-
2. Confirmações pos sociais privilegiados, que aconselhava o rei
sobre diversos assuntos.
3. Leis de C. Inquéritos destinados a recuperar terras e di-
desamortização reitos da Coroa.
D. Validação dos bens e regalias concedidos por
4. Cúria régia
monarcas anteriores.
E. Leis que procuravam impedir a concentração
5. Cortes de terras, obtidas por compra ou herança, nas
mãos do clero.

4. Lê, atentamente, a página 184 do teu manual e observa o documento.

4.1 Completa, com a ajuda de algumas das palavras em destaque, o seguinte texto:

Champagne Inglaterra Tecidos Lisboa Especiarias Itália Flandres Alemanha Mediterrâneo

Entre os séculos XII a XIV, as regiões economicamente mais de-


senvolvidas da Europa eram _________________, _________________
e o Norte da _________________. A via terrestre mais utilizada li-
gava as cidades do Norte de Itália à _________________, passando
pela região francesa de _________________. Aqui realizavam-se im-
portantes feiras, onde se comercializavam produtos europeus,
como _________________ e artigos de couro e mercadorias do
Oriente, como sedas e _________________. A principal via marítima
ligava o _________________ ao Mar do Norte, através de vários por-
tos, como _________________ e Bruges.

4.2 Coloca os produtos do comércio externo português nos lugares apropriados.

Produtos Exportados Produtos Importados

Cereais Azeite Açúcar


ASA • Páginas da História

Vinho Sal Especiarias


Armas Frutos Secos
Metais Tecidos

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Ficha de trabalho diferenciado n.o 11 / nível 2

1. Lê, atentamente, a página


192 do teu manual e observa
os seguintes documentos:

1.1 Completa o texto.

Cultura monástica

Na Idade Média, o grupo social mais culto era o ____________. O ensino era ministrado nas escolas das catedrais
e dos ____________, onde os monges também procediam à cópia de manuscritos de autores clássicos,
____________ e ____________.
Em Portugal, os mosteiros foram, também, importantes centros de cultura, como os mosteiros de ____________
e de Alcobaça. Neste existia uma das maiores bibliotecas do reino e no de Coimbra, estudou Santo António de
____________, frade franciscano famoso na Europa como pregador.

1.2 Preenche o seguinte quadro.

Cultura Cortesã e Cultura Popular


Produções Poéticas Características

1. Cantigas de Amigo

2. Cantigas de Amor

3. Cantigas de Escárnio e Maldizer

4. Crónicas

Narração de aventuras que se desenvolvem em torno de códigos de


5.
conduta medieval e cavaleiresca (espírito cristão, fidelidade, honra, etc,)

2. Atenta na página 194 do teu manual e observa os documentos da página 195.

2.1 Indica as ordens religiosas fundadas no século XIII.

2.2 Explica a criação do Tribunal da Inquisição.

2.3 Refere o reinado em que se criou a primeira Universidade portuguesa.

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Páginas da História
TEMA 1. Terra no Espaço

3. Lê, atentamente, a página 198 do teu manual e observa os documentos.

3.1 Completa o texto.

Na Europa Ocidental, a partir do século X, em vir-


tude de um clima de maior _________________,
construíram-se edifícios religiosos no estilo
_________________, que tinha as seguintes carac-
terísticas:
• planta _______________________________________,
• arcos ________________________________________,
• cobertura ____________________________________,
• paredes _____________________________________,
• cabeceiras ___________________________________,

A escultura românica era, por vezes, ___________


e ___________________.

O românico manifestou-se, ainda, na arquitetura


__________ , na pintura e na _____________________.

1 Igreja românica de Bravães, Ponte da Barca.

3.2 Distingue, àcerca da arte gótica, as afirmações verdadeiras (V) das falsas (F).

A maioria dos edíficios góticos foram construídos nos meios rurais.

A arquitetura utiliza arcos de volta perfeita.

Os edifícios tendem para a verticalidade.

As paredes são grossas, com carácter defensivo.

O interior das igrejas é iluminado por vitrais.

A escultura gótica é mais humanizada e próxima da natureza


que a românica.

Os mosteiros da Batalha e de Alcobaça são belos exemplares do


gótico em Portugal.

3.3 Corrige as afirmações falsas.


ASA • Páginas da História

2 Catedral de Amiens (nave central), França.

173
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Ficha de trabalho diferenciado n.o 11 / nível 3

1. Lê, atentamente, a página 192 do teu manual e observa os seguintes documentos:

1.1 Seleciona, com um X, a resposta correta.

1.1.1 Na Idade Média, o grupo social mais culto era:

Nobreza Clero
1.1.2 Os mosteiros eram importantes centros de:

Ensino e estudo.

Estudo e de saraus culturais.

1.1.3 Alguns monges destacaram-se como:

Professores e escritores.

Professores e mercadores.
1.1.4 A cultura produzida nos mosteiros é designada:

Monástica Cortesã Popular

1.2 Completa o seguinte texto, com a ajuda de algumas das palavras destacadas.

amigo trovadores nobres monges clero nobreza burguesia povo crónicas amor

Cultura Cortesã e Cultura Popular

A poesia ocupou um lugar importante na literatura medieval. Era cantada, por jograis e ___________________,
nas cortes dos reis e ___________________. Entre as produções poéticas, destacaram-se as cantigas de
___________________, ___________________ e de escárnio e maldizer. Estas últimas, que criticavam os exageros
e dificuldades dos estratos sociais mais elevados e as aspirações da ___________________, eram particularmente
apreciadas pelo ___________________.
Mais tardiamente, surgiram produções em prosa, como os romances de cavalaria e ___________________ que
agradavam, sobretudo, a ___________________.

2. Faz a correspondência entre as colunas.

A B

1. S. Francisco de Assis A. Fundador da Ordem dos Dominicanos.

2. S. Domingos de Gusmão B. Apoiou a fundação da primeira Universidade portuguesa.

3. D. Dinis C. Fundador da Ordem dos Franciscanos.

4. Santo António de Lisboa D. Franciscano, famoso pregador na Europa do seu tempo.

174
GHistoria_171a205_GPROF 12/03/16 19:20 Page 175

Páginas da História
TEMA 1. Terra no Espaço

3. Lê, atentamente, a página 198 do teu manual e observa os documentos.

Igreja românica de Bravães. Catedral gótica de Notre-Dame, Paris

• _________________________________________________ • _________________________________________
• _________________________________________________ • _________________________________________
• _________________________________________________ • _________________________________________
• _________________________________________________ • _________________________________________

3.1 Copia, para o local apropriado, as seguintes afirmações.


• Arte criada entre fins do século X e o século XII.
• Arte desenvolvida entre os séculos XII-XV, sobretudo, nas cidades.
• Estilo artístico que utiliza o arco em ogiva.
• Estilo artístico que utiliza o arco de volta perfeita.
• As suas fachadas são rasgadas por elegantes rosáceas com vitrais.
• As suas paredes são grossas e têm poucas aberturas.

3.2 Comenta as frases:

3.2.1 “A escultura românica tem uma função de ensinamento religioso”.


ASA • Páginas da História

3.2.2 “ Na escultura gótica, a figura humana é mais realista”.

175
GHistoria_171a205_GPROF 12/03/16 19:20 Page 176
GHistoria_171a205_GPROF 12/03/16 19:20 Page 177

TEMA 1. Terra no Espaço

6
Românico Gótico

• •

• •

• •

TESTES DE AVALIAÇÃO 2 Catedral de Notre- Dame, Paris

SUMATIVA
• Aplicação de dois testes por período letivo

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encontra-se
disponível em
EM FORMATO EDITÁVEL

177
GHistoria_171a205_GPROF 12/03/16 19:20 Page 178

Teste de Avaliação Sumativa (1) – 90 m. – Data ____ /____ /____

Aluno __________________________________________________________________________________________________________________________________________________ N.o ____________ Turma ____________

Classificação ________________________________________________ Professor _______________________________________________ Enc. Educ. _____________________________________________

1.o Grupo
1.1 Identifica os hominídeos.
A ______________________________
B ______________________________
C ______________________________
A B C 1.2 Refere uma característica impor-
tante de cada um deles.
A ______________________________
B ______________________________
C ______________________________

1.3 Define hominização. ____________

________________________________

________________________________

________________________________
Raspador Arpão Agulha

1.4 Menciona a utilidades dos instrumentos representados: ____________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

1.5 Indica os materiais utilizados no seu fabrico. _______________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

2.o Grupo

2.1. Seleciona a opção correta para cada uma


das afirmações:

2.1.1 As comunidades de hominídeos do


Paleolítico dedicavam-se à:
A caça e domesticação de animais.
B recoleção e caça.

2.1.2 As cabanas paleolíticas eram feitas


de:
A peles, ramagem e ossos.
B pedra, barro seco ao sol e madeira.

1 Acampamento no Paleolítico
178
GHistoria_171a205_GPROF 12/03/16 19:20 Page 179

3.o Grupo

B Gravura no Vale do Coa

3.1. Qual é o significado da cena representada na figura A?

__________________________________________________

__________________________________________________

3.2. Identifica o tipo de arte representada na figura B.


A Enterramento
__________________________________________________

3.3. Explica o significado da frase: “As pinturas nas paredes rochosas tinham, entre outras, uma finalidade
mágica.”
__________________________________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________________________________

4.o Grupo

4.1 Identifica os instrumentos.


C
A ____________________________
A
B ____________________________
C ____________________________

4.2 Indica a sua utilidade.


A ____________________________
B ____________________________ B

C ____________________________

4.3 A que período da Pré-História respeitam estes instrumentos?


ASA • Páginas da História

__________________________________________________________________________________________________

4.4 Explica o sentido da frase: “As ilustrações respeitam à economia produtora”.


_________________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

179
GHistoria_171a205_GPROF 12/03/16 19:20 Page 180

5.o Grupo

5.1 Descreve a cena representada na ilustração.

_____________________________________________

_____________________________________________

_____________________________________________

_____________________________________________

_____________________________________________

_____________________________________________

_____________________________________________

_____________________________________________

5.2 Associa os dados da coluna A com os da coluna B.


Coluna A Coluna B

1. Aldeia A. Agricultura

2. Objetos em barro B. Cerâmica

3. Tear C. Sedentarização

4. Enxada D. Tecelagem

6.o Grupo

A B

6.1. Identifica os monumentos A e B.


A ____________________________ B ____________________________

6.2. Explica o sentido da frase: “Os monumentos megalíticos têm, entre outros, um significado religioso”.

_________________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

180
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Matriz do Teste de Avaliação Sumativa (1)


7.o ano (1.o Período) Prova Escrita: 90 minutos

Estrutura do Teste
Conteúdos Critérios de Correção
N.o Tipo de
Cotações
Questões Questões

A1 – Das sociedades recoletoras às Resposta curta 1. Exploração adequada dos


primeiras sociedades produto- Resposta livre 65 pontos documentos (interpretação/
ras: 9 questões Escolha múltipla compreensão da informa-
ção) e apresentação cor-
AS SOCIEDADES RECOLETORAS: reta da conclusão.
– África, berço da Humanidade: a evolução 2. Domínio rigoroso dos con-
dos hominídeos. ceitos ou palavras-chave.
– A economia de recoleção: a apanha e a 3. Utilização correta da ter-
caça; a importância da caça. minologia específica da
– O domínio da Natureza: o fabrico de ins- disciplina.
trumentos; a produção do fogo. 4. Organização das ideias e
– A arte e a religião: as manifestações ar- clareza na expressão es-
tísticas; as crenças religiosas. crita.
5. Redação das respostas sem
Pp. 5 a 20 do Manual “Páginas da erros de sintaxe, de pon-
História” tuação e/ou de ortografia.
6. Anulação das respostas
Resposta curta que:
Resposta livre 35 pontos – nos itens de escolha múlti-
AS PRIMEIRAS SOCIEDADES 8 questões Associação/ pla não identifiquem corre-
PRODUTORAS: correspondência tamente a opção escolhida;
– As primeiras sociedades produtoras: o – nos itens de associação/
nascimento da agricultura e da criação de correspondência não iden-
gado; a economia de produção. tifiquem devidamente cada
– Os primeiros aldeamentos: diferenciação elemento da coluna A e da
social. coluna B;
– Cultos agrários; novas formas de arte: os – não se adequem ao assunto
deuses do Neolítico; as construções me- da questão;
galíticas. – não apresentem, sempre que
solicitado, a devida justifi-
Pp. 21 a 28 do Manual “Páginas da cação.
História”
ASA • Páginas da História

181
182
Questões 1.1 1.2 1.3 1.4 1.5 2.1.1 2.1.2 3.1 3.2 3.3 4.1 4.2 4.3 4.4 5.1 5.2 6.1 6.2 Total

Cotações 6% 6% 8% 10% 5% 5% 5% 5% 5% 10% 3% 3% 4% 8% 5% 4% 4% 4% 100%

N.o Alunos

1
2
3
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Grelha de Avaliação do Teste Sumativo (1)

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20
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Turma _____; Data ___ /___ /___
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Teste de Avaliação Sumativa (2) – 90 m. – Data ____ /____ /____

Aluno __________________________________________________________________________________________________________________________________________________ N.o ____________ Turma ____________

Classificação ________________________________________________ Professor _______________________________________________ Enc. Educ. _____________________________________________

1.o Grupo

Anyang
Marr Rio Amarelo
o
Cáspioo
Rio Eufrates Rio Tigre
Vale do
D 1.1 Identifica as civilizações
Tigre-
Tigre-Eufrates Rio Indo
MESOPOTÂMIA
MESOPOTÂ
ESOPOT
ESOPO Vale
do Rio
Cheng
ng
g-Zho
o com as letras
Uruquee
Uruqu
Uruque La
Lagash
Mênfis Harapp
rapp
appa Amarelo
relo
Ur
Rio Nilo
lo
o é
Mohenjo-Daro
njo-Da
o-D A ___________________________
M

ic o
B
A C
V

Rio Ganges
Vale
m

do Nilo B ___________________________

C ___________________________

D ___________________________

1.2 Explica a designação de “Civilizações dos grandes rios”. _____________________________________________

__________________________________________________________________________________________________

1.3 Assinala no mapa a região do Crescente Fértil.

1.4 Menciona os continentes onde se desenvolveram essas primeiras civilizações. _______________________

2.o Grupo

2.1 Descreve a figura abaixo. ________________________________________________________________________

__________________________________________________________________________________________________

2.2 Explica a importância do Nilo para os Egípcios. _____________________________________________________

2.3 Relaciona os dados da coluna A com os da coluna B.

Coluna A Coluna B

1. Nobres e sacerdotes A. Domínio da escrita e do cálculo

2. Escribas B. Estrato social mais baixo

3. Camponeses C. Minoria privilegiada

4. Escravos D. 90% da população


ASA • Páginas da História

2.4 Explica o sentido da afirmação: “O faraó era um sobe-


rano absoluto e sagrado”. ___________________________

___________________________________________________

___________________________________________________
Vale do Nilo

183
GHistoria_171a205_GPROF 12/03/16 19:21 Page 184

3.o Grupo

3.1 Quem era Osíris?_________________________________

__________________________________________________

3.2 Refere, relativamente à crença egípcia na vida no


Além, o significado de:

3.2.1 múmia _____________________________________

____________________________________________

3.2.2 sarcófago __________________________________

____________________________________________

3.2.3 “tribunal de Osíris” __________________________

____________________________________________
O “tribunal de Osíris”.
3.3 Seleciona três palavras que caracterizam a arte egípcia:

Monumental Religiosa Duradoura

Pouco resistente Feita com tijolos de barro

4.o Grupo

4. Completa o sentido das afirmações:

4.1. Os Hebreus praticavam uma religião original pois __________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

4.2. A criação do alfabeto pelos Fenícios foi de grande importância porque ______________________________

_________________________________________________________________________________________________

5.o Grupo
T CIA
TRÁCIA
A
MACE
MAC
MACED
MA CE
EDDÓ

ÓNIA
ÓNNIA
A

ÉP
ÉPIR
PIROO 5.1. Indica a civilização que se desenvolveu na área geo-
TE SÁL
TESSÁLIA
LIA
A

O impo
Olimpo
ANATÓ
AN
NATÓLIA
IA
A
gráfica representada no mapa. ______________________
2885m
885m
5m

ÁSIA
ÁSIA
A MENOR
O
5.2. Descreve as suas características geográficas. _______
GRÉCIA
GR
RÉCIA
RÉC
ÉCIA
IA
A

D
Delfos
s
ÁTICA
ÁT
ÁTICA LÍDIA
LÍD ______________________________________________________
Tebas
Teba
bass
Att
A as so
o
Corinto
Corinto ______________________________________________________
Oll a o
PELOPO
PE
ELOPONESO
ESO
SO

Espart
spar a C C AD
D S 5.3. Explica a formação das cidades-estado ou pólis.

______________________________________________________

Cnossos
Cnos
nos
o sos
______________________________________________________
Limites da Grécia Antiga
Importantes cidades gregas
______________________________________________________

184
GHistoria_171a205_GPROF 12/03/16 19:21 Page 185

6.o Grupo ulo V a. C.


séc
Muralha do

6.1 Refere a importância dos seguintes espaços


da cidade-estado de Atenas:
Vi
as
ag
6.1.1 Acrópole ____________________________ ra
da Ágora

_____________________________________
_____________________________________
6.1.2 Ágora_______________________________ Areópago
ue at
de
d uto o
Pnyx Acrópole Aq isistr
P
_____________________________________
_____________________________________ Odéon
Teatro de
Dioniso
Estrada para
6.1.3 Pnyx _______________________________ o Pireu
Templo de
Zeus Olímpico
_____________________________________
_____________________________________
Planta da cidade-estado de Atenas.

6.2. Como participavam os cidadãos na vida política de Atenas? ________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

7.o Grupo

A Templo grego (Sicília) B Máscara de ator.


ASA • Páginas da História

7.1 Identifca a ordem arquitetónica do templo grego. __________________________________________________

7.2. Assinala na figura três elementos de uma ordem arquitetónica grega.

7.3. Identifica a manifestação cultural ligada à figura B: _______________________________________________

185
GHistoria_171a205_GPROF 12/03/16 19:21 Page 186

Matriz do Teste de Avaliação Sumativa (2)


Guia
o
do oprofessor de Historia 7
7. ano (1. Período) Prova Escrita: 90 minutos

Estrutura do Teste
Conteúdos Critérios de Correção
N.o Tipo de
Cotações
Questões Questões

A2 – Os contributos das primeiras Localização no 1. Exploração adequada dos


civilizações espaço documentos (interpretação/
Resposta curta compreensão da informa-
A REVOLUÇÃO URBANA – DA ALDEIA À Resposta livre ção) e apresentação cor-
CIDADE: Associação/ 52 pontos reta da conclusão.
– A revolução urbana – a passagem da al- 13 questões Correspondência 2. Domínio rigoroso dos con-
deia à cidade: o desenvolvimento da eco- Escolha múltipla ceitos ou palavras-chave.
nomia e os progressos técnicos; uma 3. Utilização correta da termi-
sociedade hierarquizada e estratificada. nologia específica da disci-
plina.
O EGITO, A GRANDE CIVILIZAÇÃO DO 4. Organização das ideias e
NILO: clareza na expressão es-
– A situação geográfica; O Egito, um “dom crita.
do Nilo”. 5. Redação das respostas sem
– A sociedade egípcia: a organização social; erros de sintaxe, de pon-
uma sociedade hierarquizada. tuação e/ou de ortografia.
– Religião e poder sacralizado: o culto dos 6. Anulação das respostas que:
mortos. – nos itens de escolha múlti-
– As letras e as ciências dos Egípcios: as pla não identifiquem corre-
produções literárias; o desenvolvimento tamente a opção escolhida;
das ciências. – nos itens de associação/
– As manifestações artísticas: a arquite- correspondência não identi-
tura; a escultura e a pintura. fiquem devidamente cada
NOVOS CONTRIBUTOS CIVILIZACIO- elemento da coluna A e da
NAIS NO MEDITERRÂNO ORIENTAL: OS coluna B;
HEBREUS E OS FENÍCIOS: – não se adeqúem ao assunto
da questão;
Pp. 36 a 61 do Manual “Páginas da – não apresentem, sempre
História” que solicitado, a devida jus-
tificação.

B1 – Os Gregos no século V a.C.


– O exemplo de Atenas
O MUNDO HELÉNICO NO SÉCULO V A.C.: 8 questões Resposta curta
Condições geográficas; as cidades-estado.
– Atenas: economia e sociedade; os recur-
sos naturais e o comércio marítimo; a so-
ciedade ateniense. Localização no
A DEMOCRACIA EM ATENAS: espaço 48 pontos
– Atenas – o funcionamento do regime de- Resposta curta
mocrático: o estabelecimento da demo- Resposta livre
cracia; os órgãos de poder.
A RELIGIÃO, AS LETRAS E A ARTE:
– A religião, deuses e o culto: os deuses gre-
gos; a variedade de cultos.
– As letras: o teatro; a história; a filosofia.
– A arte: a arquitetura; escultura e pintura.

Pp. 62 a 83 do Manual “Páginas da


História”

186
ASA • Páginas da História

Questões 1.1 1.2 1.3 1.4 2.1 2.2 2.3 2.4 3.1 3.2 3.3 4.1 4.2 5.1 5.2 5.3 6.1 6.2 7.1 7.2 7.3 Total

Cotações 4% 4% 2% 3% 4% 7% 4% 5% 3% 6% 3% 3% 4% 3% 6% 8% 9% 8% 5% 6% 3% 100%

N.o Alunos

1
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Grelha de Avaliação do Teste Sumativo (2)

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TEMA 1. Terra no Espaço

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Turma _____; Data ___ /___ /___

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Teste de Avaliação Sumativa (3) – 90 m. – Data ____ /____ /____

Aluno __________________________________________________________________________________________________________________________________________________ N.o ____________ Turma ____________

Classificação ________________________________________________ Professor _______________________________________________ Enc. Educ. _____________________________________________

1.o Grupo
Muralha Expan
pansão
são do Império
Expansão mpér
de Adriano Romano
mano
ano em:
1.1 Indica, no local correto do mapa, os números BRITÂNIA
BRITÂN
NIA 264 a.C.
a C.
a.C
Londres
o R
correspondentes a: Roma (1), Hispânia (2), GE RMÂN A
GERMÂNIA
31 a.C.
a.

Grécia (3) e Mar Mediterrâneo (4). 211


11 d.C.
Danúb
io
GÁLIA

ÁLIA
L
1.2 Descreve, com base na legenda, a forma- Lyo
Lyon
ção do Império Romano. DÁC

ÁCIA
Á CIA
DÁCIA

Marselha
M
Maarselha
h
________________________________________ Bizâncio
B
Bizân
zâncio
ncio
o

________________________________________ Mérida
a
Cartagena
Atenas
A
At
Ate
Aten
ena

Cádis Cartago
Ca
C
Car
art
rtta
rta
ta
________________________________________

________________________________________ A
Alexandria
a
0 500
0 km
m

Nilo
________________________________________ Maarr Verm
V melelho

2.o Grupo

De toda a terra e de todo o mar chegam até vós (Roma) tudo o que as estações dão, tudo o que produzem
as diversas regiões, os rios e os lagos, assim como os artefatos dos Gregos e dos Bárbaros. Se alguém
precisar de ver todas as produções do mundo pode percorrer o universo inteiro ou permaneça em Roma
que é como um mercado comum a toda a terra.

Élio Aristides, Elogio de Roma (adaptado), Séc. II

2.1. Explica o sentido da frase sublinhada no texto. _____________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

2.2. Seleciona a opção correta em cada uma das afirmações.

2.2.1 A economia romana era comercial, mo- 2.2.3 Os senadores pertenciam à:


netária e: A. ordem social mais importante.
A. urbana. B. categoria social dos plebeus.
B. rural.
2.2.4 Os grandes comerciantes romanos fa-
2.2.2 A economia beneficiou das vias de co- ziam parte da:
municação e do: A. ordem dos decuriões.
A. esforço dos legionários. B. ordem equestre.
B. trabalhos dos escravos.

188
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3.o Grupo

A Octávio Augusto, B Arco de


1.o imperador Triunfo
romano

3.1 Situa no tempo o reinado de Octávio Augusto: ______________________________________________________

3.2 Explica a frase: “Os imperadores romanos gozavam de poder absoluto”. _____________________________

_________________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

3.3. Preenche os espaços em branco no texto:

Os Romanos foram um povo prático. Assim, construíram obras públicas funcionais, como ________________
e __________________, organizavam as cidades, que tinham por centro __________________, onde se locali-
zam templos e __________________, e criaram o __________________ para regular a vida do Estado e dos ci-
dadãos. Os Romanos foram, também, um povo muito orgulhoso dos seus feitos, como o prova a construção
de __________________ que honravam os feitos dos imperadores; do mesmo modo, os escritores, como
__________________ , louvaram a história de Roma.

3.4. Completa o quadro abaixo, com as seguintes palavras: colonos, latim, Direito.

A integração dos Povos Vencidos no Império


estradas _______________________ _______________________ _______________________

Garantiam as comunica- Era a língua oficial entre As suas leis eram aplica- Ajudaram a difundir os cos-
ções entre todo o Impé- os habitantes do Império. das em todo o mundo ro- tumes e a cultura romana.
rio Romano. mano.

3.5 Redige um texto sobre: “A romanização da Península Ibérica”.


ASA • Páginas da História

_________________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

189
GHistoria_171a205_GPROF 12/03/16 19:21 Page 190

4.o Grupo

Jesus disse então aos díscipulos: “Os que são


por mim, sigam-me. Quem perder a sua vida por
minha causa, encontrá-la-á. Que aproveita ao
homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua
alma? Eu hei-de recompensar cada um con-
forme o seu merecimento.
S. Mateus, Bíblia, XVI, 24-27

Todos os nossos povos devem aderir à fé trans-


mitida aos Romanos pelo apóstolo Pedro (…). Só
aqueles que a observam têm direito ao nome de
Cristãos.
Teodósio, Edito de Tessalónica (380)
Mártires Cristãos

4.1 Por que se diz que o Cristianismo foi uma religião inovadora? ________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

4.2 Que nome se dá aos “díscipulos” de Jesus? ________________________________________________________

4.3 Explica a cena representada na figura. _____________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

4.4 Relaciona os dados da coluna A com os da coluna B.

Coluna A Coluna B

1. Peixe A. Edito de Milão

2. S. Pedro B. Galeria/cemitério subterrâneo

3. Bíblia Cristã C. Antigo e Novo Testamento

4. Catacumba D. Símbolo dos primeiros Cristãos

5. Constantino E. Apóstolo

F. Messias

4.5. Refere a importância do Imperador Teodósio para o triunfo do Cristianismo. ______________________

_________________________________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________________________________

190
GHistoria_171a205_GPROF 12/03/16 19:21 Page 191

Matriz do Teste de Avaliação Sumativa (3)


7.o ano (2.o Período) Prova Escrita: 90 minutos

Estrutura do Teste
Conteúdos Critérios de Correção
N.o Tipo de
Cotações
Questões Questões

B2 – O Mundo Romano no Apogeu do Localização no 1. Exploração adequada dos


Império espaço documentos (interpretação/
Ordenação no compreensão da informa-
O MEDITERRÂNEO ROMANO NOS tempo ção) e apresentação cor-
SÉCULOS I E II: Resposta curta reta da conclusão.
– Roma: de pobre povoado a capital do Im- 9 questões Resposta livre 2. Domínio rigoroso dos con-
pério: a formação do Império; os motivos Escolha múltipla 70 pontos ceitos ou palavras-chave.
da expansão romana. Lacunas 3. Utilização correta da termi-
– A integração dos povos no império – a Ro- (prenchimento de nologia específica da disci-
manização: os instrumentos de integra- espaços) plina.
ção; a integração progressiva da 4. Organização das ideias e
população. clareza na expressão es-
crita.
O APOGEU DO IMPÉRIO – ECONOMIA, 5. Redação das respostas sem
SOCIEDADE E PODER IMPERIAL: erros de sintaxe, de pontua-
– A economia e a sociedade: uma economia ção e/ou de ortografia.
mercantil e urbana; a sociedade imperial. 6. Anulação das respostas
– O poder imperial; da monarquia ao império; que:
as instituições do Império. – nos itens de escolha múlti-
A CIVILIZAÇÃO ROMANA: RELIGIÃO, pla não identifiquem corre-
CULTURA E ARTE: 30 pontos tamente a opção escolhida;
– A religião romana: os deuses; o culto. – nos itens de associação/
– A arte romana, o direito e a literatura. Resposta curta correspondência não identi-
Resposta livre fiquem devidamente cada
Pp. 84 a 105 do Manual “Páginas da Associação/ elemento da coluna A e da
História ” Correspondência coluna B;
– não se adeqúem ao assunto
da questão;
– não apresentem, sempre
B3 – Origem e difusão do Cristianismo que solicitado, a devida jus-
tificação.
O CRISTIANISMO UMA RELIGIÃO
INOVADORA: 5 questões
– Origem e princípios; a expansão do Cristia-
nismo.
A EXPANSÃO DO CRISTIANISMO:
– A posição das autoridades romanas face
aos Cristianismo: as perseguições; o reco-
nhecimento do Cristianismo.

Pp. 106 a 115 do Manual “Páginas da


História ”
ASA • Páginas da História

191
192
Questões 1.1 1.2 2.1 2.2 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 4.1 4.2 4.3 4.4 4.5 Total

Cotações 8% 10% 8% 8% 3% 8% 7% 6% 12% 6% 4% 8% 6% 6% 100%

N.o Alunos

1
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Grelha de Avaliação do Teste Sumativo (3)

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Turma _____; Data ___ /___ /___
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Teste de Avaliação Sumativa (4) – 90 m. – Data ____ /____ /____

Aluno __________________________________________________________________________________________________________________________________________________ N.o ____________ Turma ____________

Classificação ________________________________________________ Professor _______________________________________________ Enc. Educ. _____________________________________________

1.o Grupo

P
PICTOS
Vós, santos Abades, conduzi à santidade, com
AN XÕES
ÕES
ANGLO-SAXÕES a ajuda do Senhor, o rebanho (a comunidade
Rio
de crentes) que vos foi confiado. Primeiro que
VO
ESLAVOS tudo, acolhei os peregrinos, dai esmola, vesti
Re
n

Soissons
o so os nús, reparti o pão com os famintos, porque
anú
ALAMANOS
LAMAN
na verdade foi dito que aquele que consolar os
2 humildes será consolado.
BURGÚNDIOS
GÚNDIO
G OS
GÁLIA
Ravena
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Tolosa
To LM Cassiodoro, Instituições (século VI)
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