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FACULDADE DE TECNOLOGIA DE CAMPINAS

ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

BEATRIZ CASSIANO DE CASTRO


DANIEL JOSÉ RODRIGUES DA SILVA
FÁBIO ANTÔNIO DE CAMPOS
GABRIEL DE CAMPOS DO SANTOS
SAMANTA CAMARGO TERRA
SIDÉLIA LUIZA DE PAULA SILVA
STELLA OLIVEIRA DE PAULA

TEORIA CLÁSSICA DA ADMINISTRAÇÃO

CAMPINAS-SP
01/2018
FATEC CAMPINAS
ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

BEATRIZ CASSIANO DE CASTRO


DANIEL JOSÉ RODRIGUES DA SILVA
FÁBIO ANTÔNIO DE CAMPOS
GABRIEL DE CAMPOS DO SANTOS
SAMANTA CAMARGO TERRA
SIDÉLIA LUIZA DE PAULA SILVA
STELLA OLIVEIRA DE PAULA

TEORIA CLÁSSICA DA ADMINISTRAÇÃO

Trabalho escrito e apresentado pelo


Grupo de Trabalho para obtenção de
parte da nota na disciplina de
Administração Geral ministrada pela
Professora Sandra Ossada no
primeiro semestre do curso de Análise
e Desenvolvimento de Sistemas na
Faculdade de Tecnologia de
Campinas.

CAMPINAS-SP
01/2018
Lista de Figuras

Figura 1 - Abordagem Clássica da Administração. (Figura de autoria do Grupo de


Trabalho) ..................................................................................................................... 7
Figura 2 - Diferença entre teoria clássica e neoclássica. ......................................... 13
Sumário

1 Introdução ......................................................................................................................................... 5
2 Abordagem Clássica da Administração ................................................................................... 6
3 Jules Henri Fayol ............................................................................................................................ 8
5 Relações com a teoria neoclássica.......................................................................................... 12
6 Dias Atuais ...................................................................................................................................... 14
7 Referências ..................................................................................................................................... 15
1 Introdução

A teoria clássica trouxe diversos avanços e métodos para que a


administração das organizações trouxesse bons resultados: lucros, produtividade,
competitividade e um bom posicionamento no mercado. Porém, nem sempre foi
dessa maneira, a transição de uma economia de manufatura teve impactos de
ordem social, econômico, cultural e político nas sociedades – principalmente –
ocidentais.

Conforme as sociedades transacionam para momentos que impactam e


mudam o seu modo de vida, faz-se necessário pensar e refletir sobre os diversos
fatores que compõe a mesma. Consideremos que, as organizações são parte
importante nas nossas sociedades e até mesmo fundamental para o período
histórico que trataremos.

A solidificação da Revolução Industrial traz consigo a demanda de


organização e estruturação das organizações, rapidamente a ciência responde essa
demanda com o que é chamado de Abordagem Clássica da Administração, a qual
tem a proposta de pensar e criar métodos para os principais problemas que surgem
nas organizações durante a solidificação da indústria na América do Norte e Europa.

Este trabalho consiste em apresentar a Teoria Clássica concebida por Henri


Fayol já no período do fim da primeira guerra mundial, contextualizando brevemente
a Abordagem Clássica da Administração como um todo. Além dessa proposta, será
apresentado a utilização do método e os seus resultados, conforme literatura. Por
fim é expresso a contribuição da Teoria Neoclássica e um breve panorama de como
as organizações se estabelecem nos dias atuais.
2 Abordagem Clássica da Administração

Existem duas principais referências, Frederick Winslow Taylor e Jules Henri


Fayol. Taylor, estadunidense, tinha como pressuposto a administração cientifica,
ficou conhecido por aplicar métodos cartesianos na administração. Em 1911
publicou o seu livro "Os Princípios da Administração Científica". É importante
ressaltar que anterior a Taylor existem alguns estudos importantes sobre
administração e economia, destaca-se o trabalho de Adam Smith, “Uma
Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações”, em que Smith
descreve a produtividade em diversas fábricas de alfinetes e salienta a importância e
potência do trabalho especializado e restrito em etapas de processo.

A análise que Smith realizou na época resume-se em que os trabalhadores


cuidando cada um de uma das etapas do processo são capazes de produzir em
média 20 alfinetes por dia, enquanto se cada trabalhador realizar a produção de um
alfinete do começo ao fim dificilmente produzirá um alfinete por dia. A pesquisa de
Smith demonstrou o quão importante é a divisão do trabalho.

Isso se reflete nas propostas colocadas por Taylor, sua preocupação é o


“chão de fabrica”, é de baixo para cima, a crença é que a especialização do trabalho
e a divisão do trabalho corroboram para o crescimento da produtividade. Além disso,
a demanda de estudos e reflexões da época eram essas, pois os improvisos
constantes das empresas acabavam por gerar desperdícios constantes de dinheiro,
de força de trabalho, de matéria prima entre outros. Então em um primeiro momento
foi necessário pensar na organização do “chão de fabrica”, em como se daria a
organização da sua produção.

É importante mostrar que as ideias de Taylor não foram muito bem aceitas na
Sociedade dos Engenheiros Mecânicos dos Estados Unidos, apenas anos depois na
França seu método é introduzido nas fabricas durante o período da Primeira Guerra
Mundial, onde Henri Fayol acompanha e desenvolve um aprimoramento dos
métodos propostos por Taylor.

Para Fayol o aprimoramento de uma organização está na estrutura e


departamentalização das funções, um olhar de “cima para baixo” criando níveis de
hierarquia. E que o contexto histórico da Primeira Guerra Mundial demandava das
empresas esse tipo de organização, pois era necessário suprir a guerra - que não
necessariamente ocorria nos territórios industrializados - e a população, além de
pensar na distribuição logística dos produtos e armazenamento. Nesse contexto é
necessário considerar demandas como: criação de estoques de matérias primas,
estoques de produtos finalizados, a rotatividade dos produtos, organização logística
de distribuição, entre outros.

Nesse período e com essa demanda nas mãos Fayol desenvolveu a Teoria
Clássica, que se dispõe a pensar a centralização de funções e responsabilidade por
níveis hierárquicos a partir da estrutura e funcionamento da empresa. O que torna
Fayol e Taylor precursores do que chamamos de Abordagem Clássica da
Administração, é a busca por eficiência, tanto na Teoria Cientifica descrita por Taylor
quanto na Teoria Clássica descrita por Fayol. São duas teorias que se
complementam na busca de eficiência para as organizações.

Figura 1 - Abordagem Clássica da Administração. (Figura de autoria do Grupo de Trabalho)


Também é pontuado que desde a primeira revolução industrial temos uma
demanda constante e mercado de trabalho estável, apenas na crise de 1929 quando
esse cenário é alterado.

3 Jules Henri Fayol

Henri Fayol (1841 - 1925) nasceu em Constantinopla e faleceu em Paris. Aos


19 anos formou-se em engenharia de minas indo trabalhar em uma indústria de
mineração de carvão e aço - Compagni Comenantry Four Chambault et Decazeville -
onde desenvolveu toda sua carreira. Começou como engenheiro e terminou como
diretor da mesma empresa (1888 a 1918), salvando-a de uma situação difícil.
Presidiu inúmeras associações de sua especialidade na época.1 Foi um dos
primeiros a analisar a natureza da atividade empresarial e a definir as principais
atividades do gestor. Fez a ligação entre a estratégia e a teoria empresarial e
sublinhou a necessidade de aprofundar a gestão e cultivar qualidades de liderança.

Criou o Centro de Estudos Administrativos, onde se reuniam semanalmente


pessoas interessadas na administração de negócios comerciais, industriais e
governamentais. Fayol desenvolveu um conjunto de "princípios de administração
geral" que considerava útil para toda situação administrativa em qualquer tipo de
empresa. No prefácio de seu livro afirma que: "A administração constitui fator de
grande importância na direção dos negócios: de todos os negócios, grandes ou
pequenos, industriais, comerciais, políticos, religiosos ou de qualquer outra índole. "
(Fayol, p.19). Seu livro "Administração Geral e Industrial" (1916) somente foi
publicado quando tinha 70 anos e está dividido em duas partes: a primeira trata da
importância do ensino da administração e a segunda sobre os princípios e
elementos da administração. A partir da Primeira Guerra Mundial, o Fayolismo
adquiriu impulso e popularidade, tornando-se conhecido como "uma escola de
chefes". Os outros trabalhos do autor são pouco conhecidos e seus maiores
divulgadores são Lyndall Urwick e Luther Gulick.

1 Fayol, H. (1989). Administração Industrial e Geral (10ª ed.), p.26. São Paulo: Atlas.
4 Utilização do método

Jules Henri Fayol, tinha uma visão de uma estrutura organizacional onde há
uma disposição das partes que a constituem, como sua forma e o inter-
relacionamento entre essas partes. Em comparação com o trabalho de Taylor, que
utiliza uma abordagem analítica e concreta, abordagem de Fayol é, por sua vez,
sintética, global e universal.

Como foco principal de sua obra está o papel do administrador e a estrutura da


organização. Para o funcionamento de todas as partes, o todo organizacional
deveria ser administrado com eficiência. Propôs a racionalização da estrutura
administrativa onde a empresa passa a ser percebida como um compilado dos
diversos elementos que compõe a sua estrutura. Baseada em sua visão, propôs
cinco funções para um bom administrador, são elas:

a) Prever e planejar – O administrador deve visualizar o futuro e traçar o


programa de ação.
b) Organizar – O gestor é responsável por constituir o duplo organismo
material e social da empresa
c) Comandar – gestor deve estar pronto para dirigir e orientar sua
organização e equipe.
d) Coordenar- Deve estar pronto para harmonizar os conflitos coletivos e da
gestão
e) Controlar- Verificar que tudo ocorra de acordo com as regras
estabelecidas e ordens dadas.2

Além disso, Fayol define a administração processo separado de outras


funções da empresa e como assunto a ser estudado e ensinado. De acordo com
Fayol, os conjuntos de operações da empresa seriam: Operações técnicas,
operações comerciais, operações financeiras, operações de segurança, operações
de contabilidade e operações administrativas. De tal maneira que o processo
administrativo influencia todos os outros processos e pode ser realizado em diversos
níveis e áreas. Porém, quanto maior o nível hierárquico, maior seria a necessidade
de realizar tarefas administrativas.

2 Fayol, H. (1989). Administração Industrial e Geral (10ª ed.), p.26. São Paulo: Atlas.
Desse modo, para Fayol, estão englobados no processo de administração os
atos de formular o programa geral de ação da empresa, de constituir o seu corpo
social, de conhecer esforções e de harmonizar os atos. Tais funções não fazem
partes das outras operações supracitadas. Cabe ao administrador realizar as
funções administrativas descritas.

Com uma metodologia positivista, observação dos fatos, conduziu experimentos


e extraiu regras como os 14 princípios básicos para o bom funcionamento das
funções administrativas:

a) Divisão do trabalho – Diz que o trabalho deve ser dividido para facilitar o
treinamento e ganhar eficiência na execução das tarefas.
b) Autoridade e responsabilidade - O poder de decisão associado ao cargo
corresponde à responsabilidade pelo andamento da função.
c) Disciplina - Obediência a regras e ordens; inspirada na estrutura militar.
d) Unidade de comando - Cada funcionário deve ter um único chefe.
e) Unidade de direção - Os cargos devem ser agrupados por objetivos, de
maneira que tarefas com mesmo objetivo subordinem-se a um mesmo
cargo, tendo o mesmo planejamento e controle.
f) Subordinação do interesse individual ao interesse geral - Fayol
pressupõe que as pessoas devem agir desta maneira, para o bem da
empresa.
g) Remuneração - Para ele, a remuneração dos colaboradores deve ser
justa para que a empresa funcione.
h) Centralização - As decisões devem ser centralizadas em quem tem
autoridade sobre o assunto.
i) Hierarquia - A comunicação deve obedecer a cadeia de
superiores/subordinados.
j) Ordem - Reflete visão de Fayol, onde a eficiência está ligada à ausência
de distúrbios, seja na ordem material (disposição das coisas) ou na ordem
social (posicionamento das pessoas de acordo com uma estrutura pré-
arranjada)
k) Equidade - A empresa deve garantir tratamento semelhante para os
colaboradores e clientes.
l) Estabilidade dos colaboradores - Manter os colaboradores sempre que
possível nas mesmas funções.
m) Iniciativa - Exige-se para os gerentes.
n) Espírito de equipe - O trabalho deve ser conjunto, facilitado pela
comunicação dentro da equipe. Os integrantes de um mesmo grupo
precisam ter consciência de classe, para que defendam seus propósitos.

Nem todos os princípios são necessários para o dirigente, são apenas


instruções para uma melhor organização das tarefas do administrador.
CHIAVENATO (2014) classifica a abordagem de Fayol como prescritiva e normativa,
posto que em sua obra são definidas as funções do administrador e normas para
realização das funções determinadas.

Fayol procura desenvolver uma teoria que explique a ciência da administração,


com o intuito de demonstrar sua importância para a eficiência das organizações e
como seu ensino é necessário para a formação de bons dirigentes. CHIAVENATO
(2014) descreve a definição de organização de Fayol como estática e limitada, pois
nela são delimitadas a estrutura e forma da empresa. A estrutura baseia-se na
cadeia de comando, ou seja, na concepção de que cada funcionário deve reportar
apenas a um chefe.

A divisão de trabalho é também de suma importância para a teoria clássica de


administração. CHIAVENATO (2014) explica duas maneiras possíveis de divisão
expostas pela teoria clássica:

 A divisão vertical do trabalho refere-se à escala hierárquica de autoridade,

 A divisão horizontal do trabalho refere-se ao princípio de unidade de


direção, ou seja, na divisão do trabalho em departamentos ou seções
responsáveis uma atividade específica.3

3
Chiavenato, I. (2014). Introdução à Teoria Geral da Administração (9ª ed.), p. 87. Barueri: Manole.
5 Relações com a teoria neoclássica

Após a Segunda Guerra Mundial, as teorias administrativas passaram a


considerar o ponto de vista social em seu contexto, procurando abordar uma
iniciativa em consideração às criticas direcionadas à abordagem clássica.

Segundo CHIAVENATO (2014), a abordagem neoclássica baseia-se nos


seguintes princípios:

1- A administração é um processo operacional composto por funções,


como planejamento, organização, direção e controle.
2- Como a administração envolve uma variedade de situações
organizacionais, ela precisa fundamentar-se em princípios básicos que
tenham valor preditivo.
3- A administração é uma arte que, como a medicina ou a engenharia,
deve se apoiar em princípios universais.
4- Os princípios de administração, a exemplo dos princípios das ciências
logicas e físicas, são verdadeiros
5- A cultura e o universo físico e biológico afetam o meio ambiente do
administrador. Como ciência ou arte, a teoria da administração não
precisa abarcar todo o conhecimento para servir de fundamentação
cientifica aos princípios de administração.4

A abordagem neoclássica define as funções do administrador como:

 Planejar;
 Organizar;
 Dirigir;
 Controlar;

Definindo os princípios necessários para a realização de tais funções, sendo que


a utilização dos princípios é flexível e pode se adaptar aos contextos necessários.
Nesse sentido, pode-se observar a influência que abordagem clássica exerce nas
teorias administrativas modernas. DRUCKER apud CHIAVENATO (2014) salienta

4 Chiavenato, I. (2014). Introdução à Teoria Geral da Administração (9ª ed.), p. 150. Barueri: Manole.
que no decorrer da história da administração, a abordagem clássica nunca foi
totalmente removida e, dessa forma, é renovada e revista pela abordagem
neoclássica.

Desse modo, o enfoque da administração neoclássica está na prática da


administração, nos objetivos e resultados, sem perder de vista os postulados da
abordagem clássica e dos princípios gerais de administração. Considerando-se
conceitos ecléticos, focados de acordo com o contexto em que surgiram.

Aspectos principais Abordagem clássica Abordagem neoclássica


Organização exclusivamente
Abordagem da organização Organização formal e informal
formal
Sistema social com objetivos a
Estrutura formal como conjunto
Conceito de organização serem alcançados
de órgãos, cargos e tarefas
racionalmente
Taylor, Fayol, Gilbreth, Gantt, Drucker, Kooontz, Jucius,
Principais representantes Gulick, Urwick, Mooney, Newmann, Odiorne, Humble,
Emerson e Sheldon Gelinier, Schehe, Dale
Engenharia
Característica básica da
humana/engenharia de Técnica social básica
administração
produção
Homem organizacional e
Concepção do homem Homo economicus
administrativo
Ser racional e social voltado
Comportamento Ser isolado que reage como
para o alcance de objetivos
organizacional do indivíduo individual (atomismo tayloriano)
individuais e organizacionais
Ciência mais relacionada Engenharia Ecletismo
Tipos de incentivos Incentivos materiais e salariais Incentivos mistos
Relação entre objetivos
Identidade de interesses Integração entre os objetivos
organizacionais e objetivos
Não há conflito perceptível organizacionais e individuais
individuais
Resultados almejados Máxima eficiência Ótima eficiência

Figura 2 - Diferença entre teoria clássica e neoclássica


Fonte: Chiavenato, I. (2014). Introdução à Teoria Geral da Administração (9ª ed.), p. 181.
Barueri: Manole.
6 Dias Atuais

Nos dias atuais os modelos de organizações mudaram, as principais


tendências administrativas incluem o uso da tecnologia como ferramenta de gestão.
Uma das grandes tendências é o Blockchain, uma gestão integrada e transparente
de dados que permite o trabalho descentralizado com o uso de plataformas digitais e
de uso comum.5

Embora a Teoria Clássica tenha sido importante para as organizações, alguns


de seus preceitos básicos como a departamentalização, fica comprometido quando
pensamos em modos de gestão “uberizados”, todavia não podemos perder de vista
que essas novas tendências são evolução de modelos de organização passados.
Sem as premissas da Teoria Clássica em algum momento, talvez faltassem
elementos para que as tendências de gestão de hoje fossem tão eficazes e
eficientes.

Porém, faz sentido pensarmos que cada contexto histórico exige que os
setores da sociedade – nesse caso as empresas – se organizem de acordo com as
suas demandas históricas e com as ferramentas tecnológicas que surgem, hoje
podemos pensar que temos uma organização social que transiciona para uma era
digital em que as respostas e os acontecimentos são rapidamente compartilhados e
noticiados, essas e outras estruturas que se modificam em nossa sociedade exige
que todos os fundamentos mudem ou que se complementem com os novos
formatos e ferramentas disponibilizadas pelas renovações e aprimoramentos das
tecnologias disponíveis.

É importante ressaltar que com o uso dos métodos vem as críticas e com as
críticas desses métodos surgiu o aperfeiçoamento da teoria, que por sua vez permite
o uso nas organizações atuais mesmo com uma distância histórica considerável
desde a sua criação.

5 Um exemplo de empresas que tem a gestão descentralizada é a Uber, empresa que oferece
serviços de transporte doméstico a partir de uma plataforma digital que faz toda a gestão micro e
macro das relações entre passageiro e motorista, pagamentos e recebimentos.
7 Referências

CHIAVENATO, I. (2014). Introdução à Teoria Geral da Administração (9ª ed.).


Barueri: Manole.

DRUCKER, Peter Ferdinand. Introdução à administração. São Paulo: Thomas


Learning, 2006.

DRUCKER, Peter F. Administração em tempos turbulentos. 2. ed. São Paulo:


Pioneira, 1980.

DRUCKER, Peter F. Desafios gerenciais para o século XXI. São Paulo: Pioneira,
2000.

FAYOL, H. (1989). Administração Industrial e Geral (10ª ed.). São Paulo: Atlas.

http://www.paulogala.com.br/a-fabrica-de-alfinetes-de-adam-smith/ <acessado em
28/3/2018>

NELSON, Daniel (1980). Frederick W. Taylor and the Rise of Scientific Management.
Madison: University of Wisconsin Press. ISBN 0-299-08160-5