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Ficha técnica

2015 – SEBRAE MINAS


Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução total ou parcial, de qualquer forma
ou por qualquer meio, desde que divulgadas as fontes.

SEBRAE MINAS

Olavo Machado Júnior


Presidente do Conselho Deliberativo

Afonso Maria Rocha


Diretor-superintendente

Marden Marcio Magalhaes


Diretor de Operações

Anderson Costa Cabido


Diretor-técnico

Unidade de Atendimento Individual ao Empreendedor


Mônica Xavier Segantini de Castro
Gerente

Viviane Soares da Costa


Laurana Silva Viana
Equipe Técnica

Consultoria Jurídica
Chaves Vilhena Sociedade de Advogados
Apresentação
Quer abrir o seu próprio negócio? Ponto de Partida: aqui começa o sucesso

A série Ponto de Partida é constituída por manuais com informações essenciais sobre a
abertura de negócios.

É objetivo deste manual oferecer respostas a questões tais quais “Como funciona o
empreendimento?”, “Quais os equipamentos necessários?”, “Existe legislação específica?”,
“Quais são as instituições ligadas a esta atividade?”, entre outras.

A equipe de profissionais responsável pela elaboração dos manuais tem a preocupação de


manter as informações atualizadas, por meio de consulta frequente a empresários,
instituições setoriais (associações, sindicatos, Conselhos Regionais), consultores
especializados, bem como pela leitura (livros, revistas e Internet) e participação em Feiras
e Eventos.

O Sebrae Minas não se responsabiliza pelo resultado final do empreendimento, uma vez
que o sucesso de um negócio depende de muitos fatores, como comportamento
empreendedor, existência de mercado, experiência, atenção às características próprias do
segmento, dentre outros. Entretanto, o Sebrae Minas dispõe de diversos programas para
orientar e capacitar empreendedores e empresários. Para mais informações, visite um dos
nossos Pontos de Atendimento, acesse www.sebraemg.com.br ou ligue 0800 570 0800.

Atenção: é recomendável a leitura do manual “Como abrir uma indústria”, para


obtenção de outras informações importantes e complementares.
Sumário

O negócio........................................................................................... 5
Normas técnicas ................................................................................. 8
Local e estrutura ............................................................................... 10
Equipamentos, produtos e serviços ..................................................... 11
Legislação específica.......................................................................... 12
Sugestões para leitura ....................................................................... 16
Sugestão de vídeo ............................................................................. 17
Endereços úteis ................................................................................ 18
Referências ...................................................................................... 19
Empresa de coleta de materiais para reciclagem
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O negócio
Saiba mais sobre a montagem e o funcionamento do seu futuro empreendimento

De acordo com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas – CNAE, a atividade de


empresa de coleta de materiais para reciclagem1 se caracteriza como:

 Coleta de resíduos não perigosos (3811-4/00) e compreende:

- A coleta de resíduos não perigosos de origem doméstica, urbana ou industrial por


meio de lixeiras, veículos, caçambas, etc.;
- A coleta de materiais recuperáveis;
- A coleta de resíduos em pequenas lixeiras públicas;
- A coleta de entulhos e refugos de obras e de demolições;
- A operação de estações de transferência de resíduos não perigosos, que são
unidades responsáveis pelo armazenamento temporário e a transferência definitiva
de resíduos não perigosos para os aterros e lixões.

Mercado

O aumento da consciência ambiental, nas últimas décadas, tem impulsionado o crescimento


da reciclagem. O setor envolve uma cadeia de agentes, que inclui catadores de materiais
recicláveis, centros de seleção e recicladoras de materiais.

O negócio de coleta de materiais para reciclagem se caracteriza pela coleta, separação e


limpeza dos materiais e posteriormente sua venda para as empresas especializadas no
desenvolvimento de reciclagem.

Um dos primeiros aspectos a serem considerados é a localização. Devem ser consultadas,


previamente, as autoridades que regulamentam as atividades urbanas, para verificar
possíveis restrições quanto à implantação do negócio no local. Além dos aspectos legais, a
localização do depósito deve considerar a proximidade em relação aos pontos de coleta dos
materiais recicláveis, visando facilitar a aquisição dos materiais.

Comprar bem é a melhor forma de garantir preços competitivos no momento da venda


para as empresas que fazem o processamento dos materiais recicláveis. Os cuidados na
compra referem-se também à qualidade dos materiais, que devem ser classificados e
limpos, ou seja, desprovidos de impurezas. A atenção neste processo é fundamental.

O alumínio é de longe o material mais demandado para reciclagem. A seguir, vêm os


papéis, vidros e plásticos, óleo de cozinha. Usualmente, os depósitos especializam-se em

1
A classificação acima é uma indicação para melhor entendimento do negócio e o que ele compreende. O Sebrae
Minas se isenta de responsabilidades quanto ao enquadramento do negócio na CNAE, devendo o empreendedor
consultar as autoridades fiscais e um profissional de contabilidade antes mesmo do registro da empresa.

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um determinado tipo de material. Porém, o empreendedor pode diversificar o mix de


materiais a serem trabalhados.

Em todo caso, é preciso ter conhecimentos detalhados de cada material, para facilitar a
compra e a classificação dos produtos. Antes de definir o tipo de material a ser coletado, o
empreendedor deve verificar a existência de mercado consumidor, ou seja, empresas
interessadas em adquirir cada tipo de material para reprocessamento. Além disso, deve-se
pensar também no mercado fornecedor, ou seja, empresas e residências interessadas em
fornecedor o material.

É interessante realizar campanhas informativas para que os clientes tomem conhecimento


da necessidade do serviço ofertado, e ainda, investir em ações que fortaleçam o
relacionamento com eles. A falta de conhecimento, por parte dos geradores de resíduos,
sobre a seleção e destinação dos resíduos pode gerar dificuldades na formação da cartela
de fornecedores.

Clientes

Os clientes potenciais deste segmento são empresas em geral e residências,


principalmente, os condomínios onde não há coleta seletiva. Uma alternativa que pode
aumentar a lucratividade da empresa é a realização da própria coleta seletiva por meio de
carrocerias com compactadores.

No entanto o empreendedor precisa estar atento à compactação da carroceria, que deve


ser leve e rigorosamente controlada, devido à pesagem máxima permitida para não elevar
a compressão e assim, dificultar a triagem posterior.

Assim, evitam-se as perdas de materiais que poderiam ser levados para a empresa de
reciclagem e minimizam os rejeitos a serem depositados em aterros sanitários, o que
valorizará o seu preço final.

Materiais recicláveis

Para os materiais secos recicláveis, existe uma padronização internacional para a


identificação, por cores, nos recipientes coletores (verde para vidro, azul para papel,
amarelo para metal e vermelho para plástico).
 Vidro: litros de bebidas, garrafas, copos, vidros de conserva e todos os tipos de
vidro inteiro ou em cacos, exceto vidro plano e lâmpadas.
 Papel: caixas longa vida ou Tetra Pak, papel de computador, embalagens de
papelão, revistas, jornais, cadernos e outros.
 Metal: latas, tubos de pasta de dente, tampas de garrafas, pregos, objetos de
cobre, alumínio, lata, chumbo, bronze, ferro, zinco, latinhas de cerveja e
refrigerante e outros.
 Plástico: baldes e bacias, restos de brinquedos, sacos de leite, potes de margarina,
embalagens de vinagre, detergente, xampu e outros.

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 Óleo vegetal: a sociedade a cada dia está se conscientizando sobre a correta


destinação do óleo e os empresários percebendo uma alternativa de geração de
receita. Esse óleo pode ser utilizado na fabricação de produtos de limpeza e na
fabricação de combustível.

Geração de empregos

A instalação de um processo de coleta de materiais recicláveis gera empregos que não


demandam, em sua maioria, qualquer especialização, beneficiando camadas geralmente
mais carentes da população. Assim, além de ser uma atividade lucrativa, a coleta de
materiais recicláveis também tem forte caráter social.

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Normas técnicas
Verifique algumas das normas para o seu negócio

Norma técnica é um documento de caráter universal, simples e eficiente, no qual são


indicadas regras, linhas básicas ou características mínimas, que devem ser seguidas por
determinado produto, processo ou serviço.

Devidamente utilizada, a Norma Técnica proporciona a perfeita ordenação das atividades e


a obtenção de resultados semelhantes e padronizados, para que um mesmo produto possa
ser adotado em diferentes países.

As normas técnicas podem ser utilizadas para:


- Racionalizar processos, eliminando desperdícios de tempo, de matéria-prima e de
mão de obra;
- Assegurar a qualidade do produto oferecido ao mercado;
- Conseguir aumento de vendas;
- Incrementar as vendas de produtos em outros mercados;
- Reduzir a troca e a devolução de produtos;
- Reverter o produto, processo ou serviço em patrimônio tecnológico, industrial e
comercial para o País, quando da relação com o mercado internacional;
- Reforçar o prestígio de serviços prestados;
- Aumentar o prestígio de determinada marca;
- Garantir saúde e segurança.

Seguem abaixo algumas normas técnicas sobre coleta de resíduos sólidos:


NBR 10004
Data da publicação: 31/05/2004
Título: Resíduos sólidos - Classificação
*Esta Norma classifica os resíduos sólidos quanto aos seus potenciais ao meio ambiente e à
saúde pública, para que possam ser gerenciados adequadamente.

NBR 12980
Data da publicação: 30/08/1993
Título: Coleta, varrição e acondicionamento de resíduos sólidos urbanos –
Terminologia.
*Esta Norma define os termos utilizados na coleta, varrição e acondicionamento de
resíduos sólidos urbanos.

NBR 13221
Data de publicação: 16/04/2010
Título: Transporte terrestre de resíduos.
*Esta Norma especifica os requisitos para o transporte terrestre de resíduos, de modo a
minimizar danos ao meio ambiente e a proteger a saúde pública..

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NBR 15112
Data de publicação: 30/6/2004
Título: Resíduos da construção civil e resíduos volumosos – Áreas de transbordo e
triagem – Diretrizes para projeto, implantação e operação.
*Esta Norma fixa os requisitos exigíveis para projeto, implantação e operação de áreas de
transbordo e triagem de resíduos da construção civil e resíduos volumosos.

NBR 15113
Data de publicação: 30/6/2004
Título: Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes – Aterros –
Diretrizes para projeto, implantação e operação.
*Esta Norma fixa os requisitos mínimos exigíveis para projeto, implantação e operação de
aterros de resíduos sólidos da construção civil classe A e de resíduos inertes.

NBR 15114
Data de publicação: 30/6/2004
Título: Resíduos sólidos da construção civil – Áreas de reciclagem – Diretrizes
para projeto, implantação e operação.
*Esta Norma fixa os requisitos mínimos exigíveis para projeto, implantação e operação de
áreas de reciclagem de resíduos sólidos da construção civil classe A.

Normas Técnicas: o que eu tenho a ver com isso?

História em quadrinhos publicada pela ABNT e Sebrae. Destina-se a empresários de


diversos setores, com informações sobre normas técnicas, vantagens e a importância de
adquiri-las.

O gibi tem por objetivo sensibilizar a todos sobre a importância da normalização de uma
forma simples e agradável. Para fazer o download, acesse www.abnt.org.br, clique em
“Imprensa” e depois em “Publicações”.

Acordo de cooperação técnica e financeira Sebrae/ABNT para acesso a normas


técnicas para micro e pequenas empresas

O Sebrae e a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) firmaram um convênio que


possibilita às micro e pequenas empresas o acesso às normas técnicas brasileiras por 1/3
do seu preço de mercado. O objetivo dessa ação é facilitar e intensificar o uso das normas
técnicas, bem como o acesso à sua elaboração, qualificando produtos e auxiliando as MPEs
a se tornarem mais competitivas e conquistarem novos mercados.

Para obter a norma técnica, a MPE precisa estar cadastrada no Sebrae ou ser optante do
Simples. Para mais informações, acesse o site www.abntnet.com.br/sebrae.

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Local e estrutura
Acerte na escolha, construção e decoração do ponto

A escolha do local para instalação do empreendimento deve ser realizada seguindo alguns
critérios como, facilidade acesso e espaço físico com a possibilidade de adequação para a
realização dos processos.

É interessante que seu negócio esteja próximo a locais com grande quantidade de resíduos
bem como a possibilidade de inovar com a coleta seletiva.

A estrutura básica de uma empresa que coleta e destina os materiais recicláveis é:

 Balcão de atendimento
 Escritório
 Estoque para guardar os resíduos separados
 Galpão para a separação dos materiais
 Garagem para os veículos
 Sanitários

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Equipamentos, produtos e serviços


Do que você precisa para montar

Para esse tipo de negócio o empreendedor precisa dispor de veículos que ficarão
responsáveis pela coleta e entrega dos materiais às empresas de reciclagem. Lembrando
que o veículo de coleta é diferente do veículo de transporte dos materiais.

Equipamentos

 Veículo coletor com compactor


 Caminhão para o transporte de materiais recicláveis
 Lixeiras personalizadas com cores dos materiais recicláveis
 Máquina de empacotar
 Balança para pesagem do material

Após a separação do material é necessário o seu empacotamento para a destinação até a


empresa ou cooperativa responsável pela reciclagem.

A quantidade dos equipamentos, assim como, os veículos necessários para a realização das
atividades irão variar de acordo com o tipo de resíduo, frequência de coleta, espaço
disponível para armazenamento entre outros.

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Legislação específica
Conheça as leis que regulamentam o negócio que você pretende montar

Licenciamento Ambiental

Primeiramente é preciso entender que a poluição gerada por esta atividade poderá ser
classificada como de baixo, médio ou alto risco.

Para saber qual o potencial poluidor de sua empresa é preciso analisar o tipo de material
que será manuseado, portanto, consulte os órgãos ambientais Municipal (Prefeitura) e/ou
Estadual (Superintendências Regionais de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável –
SUPRAM).

A documentação necessária para a regularização ambiental, seja para a obtenção de


licença ou para a certidão de dispensa, poderá variar de acordo com a atividade ou
instrumentos utilizados e será informada pelo órgão ambiental competente, após o início do
pedido da regularização.

Consulte a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e a SUPRAM para obter estas


informações antes de iniciar o negócio e leia o título Regularização Ambiental presente
no manual “Como abrir uma empresa de serviço” para ampliar seus conhecimentos nesta
área.

Responsabilidade técnica

Independente se a atividade exercida for apenas de coleta e armazenamento de materiais


não perigosos ou se houver manipulação de lixo eletrônico, sobretudo com a separação de
materiais nocivos (chumbo, mercúrio, níquel etc.), seu empreendimento pode ficar sujeito
à responsabilidade técnica e registro da empresa em órgão competente.

O tipo de atividade exercida é fator determinante para se definir o responsável técnico que
poderá ser Engenheiro Ambiental ou Engenheiro Químico, devidamente habilitado no
Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), bem como o próprio Químico com
inscrição no Conselho Regional de Química (CRQ).

Como a responsabilidade técnica para a atividade não é privativa de um órgão ou


conselho de classe específico, consulte ambos os conselhos (CREA e CRQ), para obter mais
informações sobre o registro do empreendimento e do profissional competente para
responder pela atividade.

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Abaixo listamos as principais normas cuja leitura na íntegra é muito relevante, pois
mencionam informações específicas e necessárias para o exercício da atividade.

Legislação Data de Publicação Conteúdo


Resolução Confea 29/06/1973 Discrimina atividades das diferentes
nº 218 modalidades profissionais da Engenharia,
Arquitetura e Agronomia
Resolução Confea 22/09/2000 Dispõe sobre o registro profissional do
nº 447 engenheiro ambiental e discrimina suas
atividades profissionais

Lembre-se!
Se sua empresa descumprir algum requisito da Lei poderá ficar sujeito às seguintes
penalidades, sem prejuízo de outras:
- Advertência;
- Multa;
- Não concessão, restrição, ou suspensão de incentivos fiscais e de outros benefícios
concedidos pelo estado ou por empresa sob o seu controle direto ou indireto, enquanto
perdurar a infração;
- Suspensão das atividades.

Importante:
A legislação brasileira está sujeita a alterações constantes. É necessário e indispensável
que o empreendedor solicite às autoridades fiscais informações atualizadas sobre
exigências e requisitos legais, para a regularização da pessoa jurídica e a exploração da
atividade econômica.

As instruções recebidas sobre legislação devem ser confirmadas pelas autoridades fiscais e
pelo profissional de contabilidade responsável pela escrita fiscal da empresa.

Tipos de licenças e registros necessários

Licença ou Alvará de Funcionamento Prefeitura


Vistoria e observância às normas de Corpo de Bombeiros
segurança
Licença Ambiental Órgãos municipais ou estaduais de Meio
Ambiente
Registro de Responsabilidade Técnica - ART Conselho Regional de Engenharia e
Agronomia ou Conselho Regional de
Química
Registro do empreendimento Conselho Regional de Engenharia e
Agronomia ou Conselho Regional de
Química

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Fundamentação legal

a) Lei Federal nº 2.800, de 18 de junho de 1956 - Cria os Conselhos Federal e


Regionais de Química, dispõe sobre o exercício da profissão de químico e dá outras
providências;

b) Lei Federal nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 – Regula o exercício das


profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo e dá outras
providências;

c) Lei Federal nº 6.839, de 30 de outubro de 1980 – Dispõe sobre o registro de


empresas nas entidades fiscalizadoras do exercício da profissão;

d) Lei Federal nº 6.938, de 31 de agosto de 1981 – Dispõe sobre a Política Nacional do


Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras
providências;

e) Lei Federal nº 9.795, de 27 de abril de 1999 – Dispõe sobre a Educação Ambiental,


institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências;

f) Lei Federal nº 12.305, de 02 de agosto de 2010 – Institui a Política Nacional de


Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras
providências;

g) Decreto Federal nº 7.404, de 23 de dezembro de 2010 – Regulamenta a Lei nº


12.305, de 2 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos,
cria o Comitê-Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê
Orientador para a Implantação dos Sistemas de Logística Reversa, e dá outras
providências;

h) Lei Estadual nº 7.772, de 08 de setembro de 1980 – Dispõe sobre a proteção,


conservação e melhoria do meio ambiente;

i) Decreto Estadual nº 21.228, de 10 de março de 1981 – Regulamenta a Lei nº 7.772,


de 08 de setembro de 1980, que dispõe sobre a proteção, conservação e melhoria
do meio ambiente no Estado de Minas Gerais;

j) Decreto Estadual nº 24.855, de 08 de agosto de 1985 – Dispõe sobre a inscrição,


em Dívida Ativa, de multa aplicada pela Comissão de Política Ambiental – COPAM, e
dá outras providências;

k) Decreto Estadual nº 44.844 de 25 de junho de 2008 – Estabelece normas para


licenciamento ambiental e autorização ambiental de funcionamento, tipifica e
classifica infrações às normas de proteção ao meio ambiente e aos recursos hídricos

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e estabelece procedimentos administrativos de fiscalização e aplicação das


penalidades;

l) Resolução nº 237 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama, de 19 de


dezembro de 1997 - Regulamenta os aspectos de licenciamento ambiental
estabelecidos na Política Nacional do Meio Ambiente;

m) Resolução nº 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama, de 05 de julho


de 2002 – Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos
resíduos da construção civil;

n) Resolução nº 218 do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – Confea, de 29


de junho de 1973 – Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais
de Engenharia, Arquitetura e Agronomia;

o) Resolução nº 447 do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – Confea, de 22


de setembro de 2000 – Dispõe sobre o registro profissional do engenheiro ambiental
e discrimina suas atividades profissionais;

p) Deliberação Normativa nº 74 do Conselho Estadual de Política Ambiental – Copam,


de 09 de setembro de 2004 – Estabelece critérios para classificação, segundo o
porte e potencial poluidor, de empreendimentos e atividades modificadoras do meio
ambiente passíveis de autorização ou de licenciamento ambiental no nível estadual,
determina normas para indenização dos custos de análise de pedidos de autorização
e de licenciamento ambiental, e dá outras providências.

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Sugestões para leitura


Expandindo seu conhecimento

 Alternativa para destinação de resíduos da construção civil – 3ª edição


 Gerenciamento de resíduos sólidos da construção civil – 3ª edição
 Áreas de manejo de resíduos da construção civil e resíduos volumosos

Os dois manuais estão disponíveis para download no site do Sinduscon. Acesse o site:
http://www.sinduscon-mg.org.br

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Sugestão de vídeo
Vale conferir!

Reciclagem de entulho

Duração: 54 min. Acompanha manual

*O objetivo deste curso é apresentar a solução encontrada pelo município de Belo


Horizonte para a reciclagem do entulho da construção civil.

Este curso poderá ser adquirido no seguinte endereço:

CPT – CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS


Rua João Ramos Alfredo, 130 – Cx. Postal 01
36570-000 – Viçosa – MG
Telefax: (31) 3899-7000
www.cpt.com.br

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Endereços úteis
Saiba onde você poderá obter mais informações

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT


Rua da Bahia, 1148 - Sala 1015 - Ed. Maleta - Centro
30160-906 - Belo Horizonte - MG
Tel.: (31) 3226-4396 - Fax (31) 3273-4344
www.abnt.org.br
www.abntcatalogo.com.br

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE – CONAMA


Tel.: (61) 2028-2207
www.mma.gov.br/conama

COMPROMISSO EMPRESARIAL PARA RECICLAGEM – CEMPRE


Tel.: (11) 3889-7806 | 3889-8564
www.cempre.org.br

CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DE MINAS GERAIS - CREA


Av. Álvares Cabral, 1.600 - Santo Agostinho
30.170.001 - Belo Horizonte - MG
Tel.: (31) 3299-8700
www.crea-mg.org.br

CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA - CRQ


Rua São Paulo, 409, 16º andar, Centro
30.170.902 - Belo Horizonte - MG
Tel.: (31) 3279-9800
www.crqmg.org.br

FUNDAÇÃO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE – FEAM


Sede – Cidade Administrativa do Estado de Minas Gerais
Rodovia Prefeito Américo Gianetti, s/nº - Bairro Serra Verde
31630-900 - Belo Horizonte - Minas Gerais
Telefone Geral da Cidade Administrativa: (31) 39151000
www.feam.br

SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DE MINAS GERAIS –


SINDUSCON/MG
Rua Marília de Dirceu, 226 – 3º e 4º andares – Lourdes
30170-090 – Belo Horizonte – MG
Tel.: (31) 3253-2666 - Fax: (31) 3253-2667
www.sinduscon-mg.org.br

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Referências

Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais.


Disponível em: <http://www.almg.gov.br>. Acesso em: 19 set. 2015.

Classificação Nacional de Atividade Econômica – CNAE. Disponível em:


<http://www.cnae.ibge.gov.br>. Acesso em: 19 set. 2015.

Conselho Federal de Engenharia e Agronomia – Confea.


Disponível em: <http://www.confea.org.br>. Acesso em: 19 set. 2015.

Conselho Federal de Química – CFQ.


Disponível em: <http://www.cfq.org.br>. Acesso em: 19 set. 2015.

Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA


Disponível em: <http://www.mma.gov.br/conama>. Acesso em: 19 set. 2015.

CORTEZ, Ana Tereza Cacerez; LEITE, Tânia Maria de Campos. Análise do mercado brasileiro de
reciclagem de Resíduos sólidos urbanos e experiências de coleta Seletiva em alguns municípios
paulistas. Disponível em:
<http://www.rc.unesp.br/igce/geografia/pos/downloads/2002/analise.pdf>. Acesso em: 29
maio 2013.

Fundação Estadual de Meio Ambiente – Feam.


Disponível em: <http://www.feam.br>. Acesso em: 19 set. 2015.

LEITE, Valéria Serpa. Preciso de que tipo de licença para abrir o meu negócio? Pequenas
Empresas Grandes Negócios, São Paulo, n. 249, p.104-105, Out. 2009.

Lixo eletrônico. Disponível em: <http://lixoeletronico.org/category/temas/iniciativas>. Aceso


em: 16 jul. 2012.

Materiais recicláveis. Disponível em: <http://www.carolinedutra.hpg.ig.com.br/plastico.html>.


Acesso em: 23 maio. 2010.

Ministério do Meio Ambiente. Disponível em: <http://www.mma.gov.br>. Acesso em: 26 mar.


2013.

Presidência da República.
Disponível em: <https://presidencia.gov.br>. Acesso em: 19 set. 2015.

Recicláveis. Disponível em:


<http://www.cagece.com.br/meioambiente/coleta/curso_coletaseletiva/cap07b>. Acesso em:
23 mai. 2010.

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Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – Semad.


Disponível em: <http://www.meioambiente.mg.gov.br>. Acesso em: 19 set. 2015.

Sindicato da Indústria da Construção Civil – Sinduscon.


Disponível em: <http://www.sinduscon-mg.org.br/site/>. Acesso em: 14 jul. 2012.

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