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Anexo I

ANEXO I
RENDIMENTOS
DE
HERANÇA INDIVISA

Este anexo destina-se a declarar o lucro ou prejuízo (rendimentos da categoria B), apurado
pelo cabeça-de-casal ou administrador da herança indivisa, que deva ser imputado aos
respetivos contitulares, na proporção das suas quotas na herança (cfr. art.ºs 3.º e 19.º do
CIRS).

A declaração que integre o anexo I deve ser enviada à Autoridade Tributária e Aduaneira
por transmissão eletrónica de dados (via Internet), pelo cabeça de casal ou administrador
de herança indivisa que produza rendimentos da categoria B, no prazo previsto para a
entrega da declaração de rendimentos modelo 3 do IRS, da qual faz parte integrante, ou
seja, durante o mês de maio [cfr. subalínea ii) da alínea b) do n.º 1 do art.º 60.º do CIRS, na
redação que vigorou até 31/12/2014).

Sempre que se trate de uma herança indivisa, e a declaração de rendimentos modelo 3 do


IRS integre um anexo B ou C, é obrigatória a apresentação do anexo I enquanto a herança
se mantiver indivisa (não for partilhada) ou não for declarada a cessação de atividade de
estabelecimento gerador dos rendimentos tributados na categoria B.

A herança indivisa é considerada, para efeitos de tributação, como uma situação de


contitularidade. Assim, cada herdeiro é tributado relativamente à sua quota-parte nos
rendimentos por ela gerados, que se presumem iguais quando indeterminadas (cfr. art.º
19.º do CIRS).

Nas situações de contitularidade, tratando-se de rendimentos da categoria B, incumbe


ao contitular a quem pertença a respetiva administração apresentar na sua declaração
de rendimentos a totalidade dos elementos contabilísticos exigidos para o apuramento do
rendimento tributável, nela identificando os restantes contitulares e a parte que lhes couber
(cfr. n.º 3 do art.º 57.º do CIRS).

Por outro lado cumpre a cada contitular declarar, no anexo próprio, apenas a sua quota-
-parte nos rendimentos gerados pela herança indivisa, identificando, por sua vez, o cabeça
de casal ou administrador contitular a quem incumbir a apresentação da totalidade dos
elementos contabilísticos.

Cada contitular declarará também a sua quota-parte nas retenções na fonte de imposto
eventualmente feitas à herança indivisa.

Os restantes rendimentos (de outras categorias, como é o caso de rendimentos prediais,


de capitais ou mais-valias) produzidos pelo património da herança indivisa deverão ser
declarados por cada um dos herdeiros no anexo correspondente a esses rendimentos,
de acordo com a sua quota legal, bem como as respetivas deduções, incluindo as que
respeitem a retenções de imposto, salvo se fizerem parte da atividade empresarial ou
profissional desenvolvida, e como tal sejam atraídos aos rendimentos da categoria B, que
nesse caso fazem parte da herança indivisa, de acordo com o disposto nas alíneas a), b) e
c) do n.º 2 do artigo 3.º do Código do IRS.

IRS 2014 489


Anexo I

QUADROS 1, 2 e 3

2 Ano dos rendimentos

RENDIMENTOS
DE 01 |2_|__|__|__|
HERANÇA INDIVISA
MODELO 3
Anexo I
(Herança indivisa)
3 Identificação dos sujeitos passivos
Sujeito passivo A NIF 02 |__|__|__|__|__|__|__|__|__| Sujeito passivo B NIF 03 |__|__|__|__|__|__|__|__|__|

A identificação dos sujeitos passivos (campos 02 e 03) deve respeitar a posição assumida
para cada um no quadro 3A do rosto da declaração modelo 3.

QUADRO 4

4 Identificação da herança indivisa


Autor da herança Herança indivisa Cabeça de casal ou Administrador da herança
NIF 04 |_|_|_|_|_|_|_|_|_| NIPC 05 |_|_|_|_|_|_|_|_|_| NIF 06 |_|_|_|_|_|_|_|_|_|

A identificação da herança indivisa (campo 05) deve efetuar-se através da indicação do


número de identificação fiscal equiparado a pessoa coletiva (NIPC).

Se na data em que for apresentada a declaração correspondente ao ano em que ocorreu


o óbito não tiver sido ainda atribuído o número de identificação da herança indivisa, poderá
ser indicado (campo 04) o número de identificação fiscal do autor da herança.

QUADRO 5
Rendimentos
5 Regime Simplificado - Anexo B Rendimentos Ilíquidos Coeficientes Líquidos
Anos anteriores a 2014
Vendas de mercadorias e produtos, prestações de serviços de atividades
501 . . , 0,20 . . ,
hoteleiras, restauração e bebidas e subsídios à exportação
Outras prestações de serviços e outros rendimentos 502 . . , 0,75 . . ,

Soma . . , . . ,
Ano de 2014 e seguintes
Vendas de mercadorias e produtos, prestações de serviços de atividades
504 . . , 0,15 . . ,
hoteleiras, restauração e bebidas
Rendimento de atividades profissionais previstas na Tabela do art.º 115.º do
505 . . , 0,75 . . ,
CIRS e/ou na CAE
Rendimentos da propriedade intelectual, industrial ou prestação de
informações, rendimentos de capitais e prediais imputáveis a atividades
geradoras de rendimentos empresariais e profissionais, saldo positivo das 506 0,95
mais e menos-valias e restantes incrementos patrimoniais . . , . . ,

Outros subsídios 507 . . , 0,30 . . ,

Subsídios à exploração e restantes rendimentos da Categoria B 508 . . , 0,10 . . ,


Soma . . , . . ,
Valor a imputar aos herdeiros no Quadro 7 (n.º 2 do art.º 31.º do CIRS) 503 |___.___.___,___|

490 IRS 2014


Anexo I

Sempre que a determinação dos rendimentos empresariais e profissionais (categoria B do


IRS), respeitantes a herança indivisa, se deva realizar com base na aplicação das regras do
regime simplificado, o apuramento do rendimento líquido a imputar será de efetuar neste
quadro multiplicando os rendimentos ilíquidos pelos coeficientes nele indicados.

Sempre que a determinação dos rendimentos empresariais e profissionais (categoria B do


IRS), respeitantes a herança indivisa, se deva realizar com base na aplicação das regras
do regime simplificado o apuramento do rendimento líquido a imputar será de efetuar neste
quadro multiplicando os rendimentos ilíquidos pelos coeficientes nele indicados.

No entanto, se a declaração respeitar aos anos de 2007 a 2012 o coeficiente a aplicar aos
rendimentos indicados no campo 502 é de 0,70. Para os anos de 2007 a 2009 deve ter-se,
ainda, em conta que valor resultante desta multiplicação não pode ser inferior a "metade do
valor anual da retribuição mínima mensal", tal como se indica:
2007 - 403,00 x 14 = 5 642,00 : 2 = 2 821,00
2008 - 426,00 x 14 = 5 964,00 : 2 = 2 982,00
2009 - 450,00 x 14 = 6 300,00 : 2 = 3 150,00

Sempre que a declaração respeitar a anos anteriores a 2014 apenas deverão ser
preenchidos os campos 501 e 502, tal como se indica:

Campo 501 - Deve incluir o total dos rendimentos ilíquidos declarados nos campos
401, 402, 409, 411 e 423 do quadro 4 do Anexo B;

Campo 502 - Deve incluir o total dos rendimentos declarados nos campos 403, 404,
405, 410, 421 e 422 do quadro 4 do Anexo B.

Sempre que a declaração respeitar aos anos de 2014 e seguintes apenas deverão ser
preenchidos os campos 504 a 508, tal como se indica:

Campo 504 - Deve incluir o total dos rendimentos ilíquidos declarados nos campos
401, 402, 409 e 423 do quadro 4 do anexo B;

Campo 505 - Deve indicar o total dos rendimentos ilíquidos declarados nos campos
405, 440 e 444;

Campo 506 - Deve indicar o total dos rendimentos ilíquidos declarados nos campos
404, 421, 422, 441, 442, 445, 446 e 447;

Campo 507 - Deve indicar a totalidade dos rendimentos ilíquidos declarados nos
campos 425 e 426;

Campo 508 - Deve indicar a totalidade dos rendimentos ilíquidos declarados nos
campos 424, 443, 411 e 448.

IRS 2014 491


Anexo I

Campo 503

Da aplicação dos coeficientes (constantes do n.º 2 do artigo 31.º do Código do IRS) resultam
os rendimentos líquidos, cujo total será imputado aos respetivos contitulares no quadro 7.

Nas declarações dos anos de 2009 e anteriores, se da aplicação destes coeficientes resultar
um rendimento líquido inferior ao montante igual a metade do valor anual da retribuição
mínima mensal, será este o valor que deve ser imputado aos respetivos herdeiros.

QUADRO 6

6 Regime de Contabilidade Organizada - Anexo C

Prejuízo (campo 459 do anexo C) 601 |__.___.___,___| Lucro (campo 460 do anexo C 602 |__.___.___,___|

Sempre que a determinação dos rendimentos empresariais e profissionais (categoria B do


IRS), respeitantes à herança indivisa, se faça com base na contabilidade organizada, no
campo 601 ou 602 deve ser indicado o valor correspondente ao prejuízo ou lucro inscritos,
respetivamente, nos campos 459 ou 460 do anexo C.

QUADRO 7

7 Imputação de Rendimentos, Deduções à coleta e Tributação Autónoma


Tributação
Contitulares Rendimento líquido imputado Deduções à coleta autónoma
% de Rendimento bruto
(Número Fiscal de partic. da herança Rendimentos Rendimentos
Contribuinte) comerciais e agrícolas, Retenções na Valor do imposto
industriais silvícolas e fonte a imputar
pecuários
701 | | | | | | | | | | . . , . . , . . , . . , . . ,
702 | | | | | | | | | | . . , . . , . . , . . , . . ,
703 | | | | | | | | | | . . , . . , . . , . . , . . ,
704 | | | | | | | | | | . . , . . , . . , . . , . . ,
705 | | | | | | | | | | . . , . . , . . , . . , . . ,
Soma . . , . . , . . , . . , . . ,

Este quadro destina-se à identificação dos contitulares dos rendimentos (NIF), à indicação
dos rendimentos líquidos e das deduções à coleta a imputar a cada um dos herdeiros,
bem como do valor do imposto a imputar resultante da aplicação das taxas de tributação
autónoma indicadas no quadro 8.
Deve igualmente ser indicada neste quadro a percentagem que a quota ideal representa na
herança indivisa, relativamente a cada contitular.

Campos 701 a 710


Nestes campos são indicados os contitulares da herança indivisa, bem como os rendimentos,
de acordo com a sua natureza, e as deduções à coleta imputados a cada um, de acordo
com a sua quota-parte na herança.

492 IRS 2014


Anexo I

Na terceira coluna (rendimento bruto da herança) deve indicar-se por cada um


dos contitulares da herança indivisa, o valor do rendimento bruto da categoria B que
proporcionalmente corresponde aos rendimentos imputados.

No ano em que ocorreu o óbito, deve também ser identificado o cônjuge falecido, tendo
em vista a indicação dos rendimentos, por ele auferidos, no período compreendido entre
1 de janeiro e a data do óbito.

Na imputação dos rendimentos líquidos apurados de acordo com o regime simplificado


(anexo B), será de considerar que os rendimentos respeitantes aos herdeiros são os obtidos
depois da data do óbito. Se os rendimentos líquidos forem apurados no anexo C (regime de
contabilidade organizada), a parte correspondente aos herdeiros determina-se em função
do número de dias que decorreu desde a data do óbito até 31 de dezembro.

Cada um dos contitulares da herança indivisa deverá declarar, no anexo D, os rendimentos


e deduções que lhe foram imputados, conforme consta neste anexo, bem como o valor do
imposto apurado por aplicação das taxas de tributação autónoma sobre despesas (quadro
8 - anexo D).

No ano em que ocorreu o óbito, o cônjuge sobrevivo deverá declarar, no anexo D, os


rendimentos e deduções que lhe foram imputados conjuntamente com os respeitantes ao
cônjuge falecido.

QUADRO 8

8 Tributação autónoma sobre despesas


Valor Taxas Imposto

801 Despesas não documentadas - art.º 73.º, n.º 1 do CIRS . . , 50% . . ,


Despesas de representação e encargos com viaturas ligeiras de passageiros ou mistas,
802 motos e motociclos - art.º 73.º, n.º 2, alínea a) do CIRS (aplicável em anos anteriores a 10%
2014) . . , . . ,
Despesas de representação e encargos com viaturas ligeiras de passageiros ou mistas,
806 cujo custo de aquisição seja inferior a 20 000 euros - art.º 73.º, n.º 2, alínea a) do CIRS 10%
(aplicável ao ano de 2014 e seguintes) . . , . . ,
Encargos com automóveis ligeiros de passageiros ou mistas, com emissão de CO2
803 inferiores aos limites - art.º 73.º, n.º 2, alínea b) do CIRS (aplicável em anos anteriores 5%
a 2014) . . , . . ,
Encargos com automóveis ligeiros de passageiros ou mistas, cujo custo de aquisição seja
807 igual ou superior a 20 000 euros - art.º 73.º, n.º 2, alínea b) do CIRS (aplicável ao ano de 20%
2014 e seguintes) . . , . . ,
Importâncias pagas ou devidas, a qualquer título, a não residentes - art.º 73.º, n.º 6 do
804 CIRS . . , 35% . . ,
Ajudas de custo e compensação pelas deslocações em viatura própria do trabalhador
805 art.º 73.º, n.º 7 do CIRS . . , 5% . . ,

Soma (801 + ...+ 807 . . , . . ,

Neste quadro 8 devem ser indicados os valores das despesas suportadas pela herança
indivisa que possua ou deva possuir contabilidade organizada, cuja natureza a seguir
se discrimina, sujeitas a tributação autónoma às taxas que se encontram indicadas em cada
um dos campos que integram este quadro.

IRS 2014 493


Anexo I

Sendo aplicado o regime simplificado na determinação do rendimento líquido, não haverá


lugar a tributação autónoma sobre as despesas referidas nos campos 802, 803 e 805 (cfr.
n.º 8 do art.º 73.º do CIRS).

Nas situações de contitularidade de rendimentos abrangidos pelo artigo 19.º o imposto


apurado relativamente às despesas que, nos termos dos n.ºs 1 a 7 do artigo 73.º do Código
do IRS, estão sujeitos a tributação autónoma é imputável a cada um dos contitulares na
proporção das respetivas quotas (cfr. n.º 9 do art.º 73.º do CIRS).

Campo 801

Neste campo são de indicar as despesas não documentadas, suportadas por sujeitos
passivos que possuam ou devam possuir contabilidade organizada no âmbito do exercício
de atividades empresariais e profissionais (cfr. art.º 73.º, n.º 1, do CIRS).

Neste caso, desde que os sujeitos passivos possuam contabilidade organizada, quer os
mesmos estejam a ser tributados com base na aplicação das regras decorrentes do regime
simplificado quer com base no regime da contabilidade organizada, há sempre lugar a
tributação autónoma.

Consideram-se despesas não documentadas aquelas em relação às quais não existe


prova documental que permita identificar a sua natureza e o correspondente beneficiário.

Por isso, não confundir tais despesas com as despesas não devidamente documentadas, já
que estas encontram-se apoiadas em documentos mas não permitem conhecer fácil, clara
e precisamente a operação que lhe está subjacente.

Só as primeiras (as não documentadas) é que estão sujeitas a tributação autónoma e devem
ser levados ao Campo 801.

Campo 802

Neste campo são de indicar os encargos dedutíveis relativos a despesas de representação


e encargos com viaturas ligeiras de passageiros ou mistas, motos e motociclos [cfr.
alínea a) do n.º 2 do art.º 73.º do CIRS] - aplicável em anos anteriores a 2014.

Consideram-se despesas de representação, nomeadamente, os encargos suportados com


receção, refeições, viagens, passeios e espetáculos oferecidos no país ou no estrangeiro
a clientes ou fornecedores ou ainda a quaisquer outras pessoas ou entidades (cfr. n.º 4 do
art.º 73.º do CIRS).

Consideram-se encargos relacionados com viaturas ligeiras de passageiros, motos e


motociclos, nomeadamente, as reintegrações, rendas ou alugueres, seguros, despesas
com manutenção e conservação, combustíveis e impostos incidentes sobre a sua posse ou
utilização (cfr. n.º 5 do art.º 73.º do CIRS).

494 IRS 2014


Anexo I

Sendo aplicável o regime simplificado de tributação não haverá lugar a tributação autónoma
sobre as despesas referidas neste campo 802 (cfr. n.º 8 do art.º 73.º do CIRS).

Campo 803

Neste campo são de indicar os encargos dedutíveis relativos a automóveis ligeiros de


passageiros ou mistos, cujos níveis homologados de emissão de C02 sejam inferiores
a 120 g/km, no caso de serem movidos a gasolina, e inferior a 90 g/km, no caso de serem
movidos a gasóleo, desde que, em ambos os casos, tenha sido emitido certificado de
conformidade [art.º 73.º, n.º 2, alínea b), do CIRS] - aplicável a anos anteriores a 2014.

Sendo aplicável o regime simplificado de tributação não haverá lugar a tributação autónoma
sobre as despesas referidas neste campo 803 (cfr. n.º 8 do art.º 73.º do CIRS).

Campo 804

Neste campo são de indicar as despesas correspondentes a importâncias pagas ou devidas,


a qualquer título, a pessoas singulares ou coletivas residentes fora do território português e
aí submetidas a um regime fiscal claramente mais favorável, tal como definidas para efeitos
de IRC (cfr. n.º 6 do art.º 73.º do CIRS).

Neste caso, quer os sujeitos passivos estejam a ser tributados com base na aplicação
das regras decorrentes do regime simplificado quer com base no regime da contabilidade
organizada, há sempre lugar a tributação autónoma.

Campo 805

Neste campo são de indicar os encargos dedutíveis relativos a despesas com ajudas de
custo e com compensação pelas deslocações em viatura própria do trabalhador,
ao serviço da entidade patronal, não faturadas a clientes, escrituradas a qualquer título,
exceto na parte em que haja lugar a tributação em sede de IRS na esfera do respetivo
beneficiário, bem como os encargos da mesma natureza, que não sejam dedutíveis nos
termos da alínea h) do n.º 1 do artigo 23.º-A do CIRC, suportadas por sujeitos passivos
que apresentem prejuízo fiscal no exercício a que os mesmos respeitam (art.º 73.º, n.º 7 do
CIRS).

Sendo aplicável o regime simplificado de tributação não haverá lugar a tributação autónoma
sobre as despesas referidas neste campo 805 (cfr. n.º 8 do art.º 73.º do CIRS).

Campo 806

Neste campo são de indicar os encargos dedutíveis relativos a despesas de representação


e encargos com viaturas ligeiras de passageiros ou mistas cujo custo de aquisição seja
inferior a € 20 000, motos e motociclos [art.º 73.º, n.º 2, alínea a), do Código do IRS] -
aplicável ao ano de 2014 e seguintes.

IRS 2014 495


Anexo I

Campo 807

Neste campo são de indicar os encargos com viaturas ligeiras de passageiros ou mistas
cujo custo de aquisição seja igual ou superior a € 20 000 [art.º 73.º, n.º 2, alínea b), do
Código do IRS] - aplicável ao ano de 2014 e seguintes.

ASSINATURA

Data O Declarante, Representante legal ou Gestor de negócios

Assinatura

___/___/___ ______________________________________________________________________

O anexo I deve ser assinado pelo cabeça-de-casal, administrador da herança ou por um


seu representante, legal ou voluntário, ou gestor de negócios, devidamente identificados.
(cfr. n.º 1 do art.º 146.º do CIRS).

A falta de assinatura é motivo de recusa da receção da declaração, sem prejuízo das


sanções estabelecidas para a falta da sua apresentação (cfr. n.º 2 do art.º 146.º do CIRS).

496 IRS 2014