Você está na página 1de 1

Background

Alexandre B. Oetjen, nasceu em Caçapava – SP. Filho de um comerciante, foi criado pelo pai, pois
sua mãe morreu em um acidente de carro quando ele ainda era bebê. Apesar dessa tragédia,
Alexandre cresceu em um lar estável e foi um guri bastante feliz e como qualquer guri teve uma
infância normal, amigos, inimigos, brigas escolares, paqueras e etc. Se havia alguma anormal com
Alexandre é que ele era sobrenaturalmente ruim de bola, além disso, ele foi levado à uma delegacia
uma vez, com 13 anos, quando ele e um amigo mataram um passarinho com uma espingarda de
chumbinho. A espingarda de chumbinho, aliás, foi o primeiro amor de Alexandre. Ele a ganhou no
seu 12º natal e gastava quase toda a sua mesada para comprar chumbinhos de tanto que era sua
paixão por atirar.

No ensino médio o rapaz chegou à entrar para uma escola técnica, em um curso de mecânica, mas
ficou apenas um semestre e abandonou o curso. Tentou entrar para a Escola Nava e EPCAr e foi
reprovado em ambas, no 3º ano do ensino médio tentou entrar para a EsPCEx e reprovou na
primeira tentativa, mas passou na segunda. Entrou como um típico aluno da preparatória: fanático
pelo exército, querendo ser da infantaria e fazer diversos cursos operacionais. No entanto, no ano
seguinte, na academia, devido ao seu temperamento forte, acabou batendo boca com um cadete do
3º ano de infantaria e ficou marcado, sofrendo perseguições. Isso abalou sua motivação e o fez
pensar em sair do exército, no entato, na “noite de São Bartolomeu” foi “sequestrado” pelos cadetes
de cavalaria, que o arrastaram para as festividades como se ele fosse uma figura lendária. A partir
daí ele mudou seus conceitos, entrou para a cavalaria, terminou o curso como um cadete mediano e
virou um oficial regular, mas apaixonado pelo que faz.

O Tenente Oetjen assumiu recentemente um pelotão de reconhecimento no 13º regimento. Ele vê


isso como uma ótima oportunidade, pois conheceu uma guria em São Paulo, com quem tem se dado
muito bem. Ele julga que ela é de algum país eslavo, pois ela tem um forte sotaque, mas sempre que
ele pergunta de onde ela é, ela fala que é de Campinas e ele não se sente à vontade em tocar no
assunto do sotaque dela.