Você está na página 1de 32

DIREITO ADMINISTRATIVO

BARNEY BICHARA

Dia 04/02/09

No direito administrativo a primeira etapa é a lei , o estudo da lei é muito importante, site da
câmara baixar as leis por capitulo .

A lei de improbidade administrativa, licitação de consórcios públicos.

CONCEITOS DE DIREITO ADMINISTRATIVO

A) Critério por serviço publico: a partir desse critério o direito administrativa é um conjunto de princípios
e regras, que disciplina a organização e o funcionamento dos serviços públicos.

B) Critério do poder executivo: conjunto de princípios e regras que disciplina a estrutura e o


funcionamento do poder executivo.

C) Critério das relações jurídicas que estabelece, conjuntos de princípios e regras que disciplina a relação
jurídica entre a administração e os administrados.

D) Critério residual é o critério negativo, é conjunto de principio e regras que disciplina a atividade estatal
excluída a atividade legislativa e atividade estatal.

E) Critério teológico: foi adotado por Osvaldo Aranha Bandeira de Mello, o direito administrativo é o
conjunto de princípios de direitos e regras que disciplina o exercício da atividade fim do estado.
Quando os estado administra ele aplica a lei de oficio para aplicar a lei ao caso concreto.

F) Critério da distinção entre a atividade jurídica e social do estado: esse critério define o direito
administrativo a partir da atividade e a partir do sujeito, por esse critério o direito administrativo é o
conjunto de princípios e regras que disciplina atividade administrativa bem como os sujeitos
encarregados de prestá-los.
G) Critério da administração publica: é o conjunto de princípios e regras que estuda a administração
publica.

COMPETENCIA LEGISLATIVA

Quem tem competência para legislar é todos os entes da federação, cada município tem
competência para legislar,

Cada ente político tem competência para legislar.

A constituição brasileira acolhe o principio do federalismo, os entes políticos então


possuem autonomia.

A competência da união não excluiu a competência dos estados do distrito federal, a


regra é cada ente políticos recebe total competência para legislar, a regra é que quando a constituição
estabelece o que a união deve legislar.

FONTES DO DIREITO ADMINISTRATIVO


A opinião de Hely Lopes Meirelles diz que as fontes do direito se divide em 2
categorias :

a) Fontes primarias : é a lei é, a lei aqui é em um sentido amplo, qualquer ato normativo emanado do
estado, lei ordinária, lei delegada, lei complementar art. 5º da CF/88 consagra o principio da legalidade
constitucional.
b) Fontes secundárias: são outras fontes do direito administrativo na ausência da lei, as fontes secundarias
jamais podem contrariar as fontes primarias, ex de fontes secundaria a doutrina é o direito
administrativo enquanto ciência do direito administrativo, outra fonte secundaria “jurisprudência” que
são decisões reiteradas repetidas de determinados tribunais em determinado sentido, pra ser
jurisprudência tem que ter decisões repetidas de tribunais em determinado sentido, a jurisprudência é
uma poderosa fonte do direito administrativo, administração publica não é obrigada a seguir a
jurisprudência, salvo se o STF transformar em uma sumula efeito vinculante nessa hipótese ninguém
poderá contrariar a sumula, isso não viola a separação dos poderes pois estar expresso na constituição.

Fontes são os meios pelos quais o direito nascem, ele se revela pela fonte primaria.
Recurso administrativo hierárquico é aquele que dirige pra autoridade superior podendo ser
próprio e impróprio, se for pra autoridade que não esta dentro de estrutura orgânica ex dirigir recurso
que esta fora do órgão.
Quando STF recebe reclamação constitucional o STF esta funcionando como ultima instancia do
poder legislativo.
c) Os costumes: são comportamentos repetidos com a crença que está amparado pela lei,
comportamento reiterado comportamento repetido pois o costume vai suprir varias lacunas, costumes
suprem a necessidade e a carência da lei, gerando direito administrativo.
O costume não pode ir contrario a lei.
d) Princípios gerais do direito: são postulados, idéias universalmente reconhecidas e aceitas mesmo que
não positivadas em texto legal comum, os princípios gerias do direito. Ex principio da supremacia do
interesse publico reconhece em qualquer sociedade organizada a aceitação há reconhecimento que é
fonte do direito administrativo.
Codificação não existe código de direito administrativo no Brasil, a codificação que reúne todos os
princípios e regras constitucionais isso não existe no Brasil, em Portugal há um código de direito
administrativo.
Regras de interpretação no direito administrativo:
a) Reconhecimento da supremacia do interesse publico pelo particular, faz com que se reconheça em
favor da administração prerrogativas em um nível de superioridade, pq atua na defesa do interesse
publico.
b) Reconhecimento de uma presunção relativa de legitimidade dos atos administrativos, o ao da
administração presume-se verdadeiros, há presunção que o ato foi praticado conforme a lei.
Produzindo assim todos os seus efeitos pois presume-se validos.
c) Reconhecimento de poderes discricionários para a administração publica:o poder discricionário é a
liberdade que a lei da a administração da ao caso concreto, é uma liberdade para escolher o que é
mais oportuno .
Quais são as situações que concedem a liberdade?
R: Quando a lei estabelece, haverá discricionariedade quando a lei estabelecer. cargo de provimento e
comissão.
Quando há lei não é capaz de prever todas as situações enfrentadas pela administração.
Art. 25 da lei 8666 casos de legitimidade de licitação isso se chama inexigibilidade, neste art.
tem 3 exemplos de inexigibilidade.
Quando a lei atribuiu administração a competência mais não diz como exercê-la, ex art. 78 do
CTN. Esse define o poder de policia que determina a ordem publica protegendo a moral os bons
costumes não diz como a administração ira exercê-la, sendo assim o poder é discricionário em favor
da administração.
Funções do estado: o estado é uma pessoa jurídica de direito publico formada por um
território dotado de soberania, é um sujeito de direitos e sujeitos de obrigações, as atividades são
legislativa jurisdicional, administrativa e atividade política, ou seja o estado é o sujeito de direitos e
obrigações.
1) Atividade legislativa: somente ela inova a atividade legislativa atos inovados.Só atividade
legislativa inova
2)A atividade jurisdicional: consiste em aplicar a lei ao caso concreto para resolver conflitos de
interesses conflitos sociais, só essa atividade age com força de legitimidade.
3)Atividade administrativa: aplica a lei ao caso concreto para realizar a vontade do estado, a
constituição diz a lei exemplo a lei do SUS diz mais quem aplica a lei é o estado, é administração
publica, ela consiste em aplicar a lei em caso concreto para aplicar a lei.
4)Atividade política: agente político são aqueles que refletem em nome do estado a atividade
política, consiste em gerir os negócios superiores do estado a vontade do estado os fins do estado.
Todas essas funções são da pessoa estado.
O critério adotado para distribuir as atividades dos estados foi o critério da predominância e não
da exclusividade, órgão jamais tem personalidade jurídica, que tem personalidade jurídica é a pessoa,
atribui-se ao poder executivo tipicamente atividade administrativa, legislativo legisla, judiciário julga,
todos adotados pelo critério da predominância pois, eles integram outras funções, pois por exemplo o
legislativo faz concurso, o poder judiciário também faz atividade administrativa,eles integram outras
funções atípicas.
Existe atividade administrativa no âmbito dos 3 poderes do estado, tanto é assim que a CF que
tratou do poder legislativo em um capítulo, executivo em outro , o judiciário em outro e um somente
para a administração publica.
Nesse capitulo trata dos princípios da administração publica. Não pode esquecer que o MP e a
magistratura tem regimento intero regimento próprio.
Pode o poder judiciário poder anular o ato administrativo? Sim
Pode o poder judiciário revogar o ato administrativo? Sim
Decorar:

SISTEMAS ADMINISTRATIVOS
Sistemas administrativos são os meio de controle da atividade administrativas, dentro dos sistema
administrativo tem o sistema Frances ou contencioso administrativo, nele há dualidade de jurisdição,
isto é existem 2 órgãos que exercem atividade jurisdicional de forma típica, existem 2 órgãos que
exercem jurisdição de forma típica, os dois órgãos decidem com força de coisas julgada,tenho 2
jurisdições uma administrativa e outra comum, nesses dois casos tem força de coisa julgada.
No Brasil nunca acolheu o sistema Frances,a nova constituição não vigorou o sistema Frances,
apesar da constituição anterior ter adotado os sistema de regras.
Sistema inglês ou unidade de jurisdição ou controle judicial ou onismo ou ponismo judicial, nele
apenas um órgão exerce jurisdição de forma típica, outros órgãos podem ate exercer de forma atípica.
No Brasil sempre adotou o sistema inglês, seguindo a tradição romano germânica, nesse ponto, a
lei é uma só, apenas um órgão, pois a lei é igual a todo mundo, art. 5º inciso trinta e cinco estabelece,
que sempre o ato da administração lesar alguém o poder judiciário poderá ser provocado.
Obs.: doutrina e jurisprudência entendem que não é necessária a exaustão das vias administrativas
para exercício de direito de ação.
Exceção a justiça desportiva.
É inconstitucional a garantia de instancia do processo administrativo.
A qualificação dos sistema Frances ou inglês é dada predominância de órgãos e não por
exclusividade,o sistema misto é aquele que contemplava de uma só vez a regra de jurisdição, ou seja
não há de se falar em sistema misto, pq se define pra predominância em regra.
A administração publica:
a) Sentido amplo: essa expressão abrange a idéia de governo e abrange a idéia de administração publica
em sentido estrito.
b) Governo:
1)sentido subjetivo: são os órgãos constitucionais encarregados de desempenhar a função política.
Executivo e legislativo.
2)sentido objetivo: é a própria função política, umas das 4 funções do estado.Função política é
atividade que gere as funções do estado

c)administração publica em sentido estrito: não incluo a noção de governo, a administração publica
é a mais importante, só ganha sentido amplo quando o problema disser. Tem 2 sentidos:

1) sentido subjetivo: são as pessoas jurídicas são os órgãos públicos, são os agentes públicos
encarregados de desempenhar a atividade administrativa.

2) sentido objetivo: é a própria atividade administrativa, uma das atividades estatais.

Quais são as atividades como sendo atividades administrativas?


SERVIÇO PUBLICO
PODER DE POLICIA, se encontra no art. 78 do CTN. O ,ctn define poder de policia, mais
mesmo assim é atividade tipicamente administrativa.

COMENDO, todas a entidades paraestatais, comendo é atividade administrativa que consiste


em estimular a atividade privada mais de interesse publico, o estado comenta estimula concurso,
recurso.

INTERVENÇÃO DO DOMINIO ECONOMICO ressalvadas as hipóteses do art. 173 da


CF,é a exploração de atividade econômica, salvo para entender relevante interesse social definidos em
lei, não é atividade administrativa e apenas exploração da atividade econômica.quando o estado exerce
atividade regulatória.

REGIMES JURIDICOS DA ADMINISTRAÇÃO


É falar quando o estado puder atuar com regras no direito privado, quando o ordenamento
jurídico estabelecer e também quando o regime jurídico de direito publico. Esse regime nunca vai ser
puramente de direito privado, pois ele vai sofrer influencia de normas do direito publico.

Quando a administração atua segundo regras de direito privado ela tira sua roupa de direito
publico, a administração também atua segundo normas de direito publico em regra é de direito
privado mais sempre sofrera as normas do direito publico.

REGIME JURIDICO ADMINISTRATIVO


Conceito: é um conjunto de princípios e regras que da identidade ao direito administrativo,
diferenciando dos demais ramos do direito.possui 2 fundamentos.

1) Principio da supremacia do interesse publico: que se traduz em prerrogativas reconhecidas da


administração.

2) Principio da indisponibilidade do interesse publico: que se traduz em restrições impostas a


administração.

9 de fevereiro de 2009
PRINCIPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO
Administração publica estrovessa: é quando
Se na reação que estabelece, ela se baseia nos 2 princípios acima supremacia do interesse
publico e principio da indisponibilidade do interesse publico
Introvessa a administração que trata das relações travadas pelo administração pelo seu inteiro,
ES contrato de gestão que celebre com uma autarquia.

PRINCIPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO


Princípios são idéias fundamentais postulados centrais que formam toda a administração
publica.
a)princípios expressos no caput do art. 37 da CF/88
1-legalidade:a referência histórica para esse principio é o fim do estado absoluto, e o
estabelecimento do estado de direito, o estado age conforme a lei, é um estado de leis, o estado
submisso a lei.
Legalidade em sentido amplo: juridicidade a carta constitucional de 1954, quando a Alemanha
perdeu a guerra, proibida de ter uma constituição, daí nasceu a carta administração deve obedecer a lei
e ao direito, todo ordenamento jurídico com o direito, ou seja legalidade em sentido amplo,o
judiciário pode apreciar qualquer ato, sob o principio da legalidade, conseqüentemente todos os
princípios do ordenamento jurídico.vide art. 2 parágrafo único inciso I da lei 9784/99, essa lei fala
expressamente a legalidade em sentido amplo.
Legalidade em sentido estrito: a administração faz o que a lei manda ou autoriza , o principio
da legalidade esta previsto em vários art. Da constituição
Sendo importante elevar a legalidade constitucional: prevista no art. 5 inciso II da CF, e se
funda na idéia de autonomia da vontade.
A legalidade administrativa art. 37 caput da CF não há autonomia da vontade, quem aplica lei
ao caso concreto aplica função publica, realizar a vontade estatal.
Há situações que o principio da legalidade sofre restrições, ou seja, não vou aplicar em
determinadas situações como por exemplo edição de medida provisória, nessa situação a
administração vai agir com base na medida provisória e outros exemplos são estado de defesa estado
de sitio.
2) impessoalidade : para Hely Lopes Meireles impessoalidade é sinônimo de finalidade. A
finalidade da administração publica nada mais é que a idéia de impessoalidade.
OBS: sendo Antonio Bandeira de Mello entende que a finalidade é própria do principio da
legalidade, a finalidade faz parte da legalidade, é um espírito de uma lei,desobedecer a finalidade da lei
é obedecer própria lei,
Conceito de impessoalidade: A administração deve atuar de forma objetiva sendo vedado a
existência de subjetivismo no exercício da atividade administrativa.
O principio da impessoalidade está nos olhos da administração,para o estado tratar todos iguais
precisa, tem que ser impessoal, ela esta nos olhos da administração.
O art. 37 parágrafo I se fundamenta no principio da impessoalidade, a vontade é do estado, os
atos do agente publico não são atos pessoais, são atos impessoais, esse ato é imputado ao estado.
3-moralidade: que a mesma coisa que probidade administrativa, deve atuar segundo padrões de
ética , moral bons costumes probidade,a noção de improbidade é mais ampla e mais técnica do que a
de moralidade, imoralidade enquanto ato ilícito é diferente de improbidade porque a idéia de
improbidade é bem maior que a noção de improbidade, improbidade esta na lei 8429/92, a lei diz que
a improbidade é atos que causam dano ao erário.
A noção de moralidade integram o patrimônio publico; que é o conjunto de bens e valores,
que não precisa ter necessariamente conteúdo econômico.
4-publicidade: os atos praticados pela administração deverão ser divulgados , tendo assim o
controle dos atos da administração para que as pessoas saibam, a idéia da publicidade é divulgar,
publicidade não é sinônimo de órgão oficial mais significa também publicar, a publicidade pode ser
feita de varias formas TV, internet, radio, mais o efeito jurídico do ato depende de publicação judicial,
a publicidade possui exceções, que são ao art. 5 inciso XXX (33)e XL
5-eficiência: foi introduzido pena emenda constitucional 19 de 1998.
Demais princípios
Principio da supremacia do interesse publico sobre o particular: fundamenta o regime jurídico,
é um principio geral do direito e é obrigatório em qualquer sociedade do estado.
Interesse publico primário: é um interesse da coletividade como um todo e interesse publico
secundário: é um interesse do estado enquanto pessoa jurídica.
Principio da indisponibilidade do interesse publico, o interesse é publico e não da
administração.
Principio da autotutela: sumula 346 e 473 do STF, a administração pode rever seus próprios
atos, rever para anular quando ilegal, e revogar quando inconveniente
A teoria do fato consumado, o poder de autotutela do estado encontra o fator de
regulamentação.
Principio da tutela:é o controle que os órgãos da administração direta exercem sob as pessoas
da administração indireta.
Quanto a autotutela é forma de controle interno a tutela é forma de controle externo.
Tanto a tutela quanto autotutela soa forma de controles administrativo, a autotutela é controle
interno, tutela é controle externo pois é uma pessoa política controlando a pessoa da administração
direta. Controle art. 19 decreto lei 200/2007.
Principio da especialidade: Trata-se de uma conseqüência da capacidade administrativa
especifica própria da descentralização por outorga.quando o estado cria uma pessoa da administração
indireta e transfere uma capacidade administrativa especifica, essa capacidade administrativa
especifica.na descentralização vai ter o estado e uma pessoa transfere a capacidade.
Principio da legitimidade dos atos administrativos: é uma regras de interpretação do direto
administrativo.
O ato administrativo é um ato de poder, e como é um ato de poder expressão da soberania do
estado, o sistema inglês. O ato administrativo nunca é definitivo.
Principio da motivação: os atos administrativos devem ser motivados, motivar é explicitar e
indicar os pressupostos de fato e de direito. A administração tem o dever de uma administração
publica democrática, porque o povo tem o motivo de reconhecer.
O art. 2 parágrafo único diz que a motivação é um critério que a administração deve obedecer.
Art. 9784/ 99 da motivação art. 50 os atos administrativos deveram ser motivados, a motivação nos
casos impostos pela lei e facultativa em todos os outros casos.
Principio da responsabilidade civil do estado pela pratica de atos administrativos art. 37
parágrafo 6 da CF/88, e se exaure com pagamento da indenização.
A responsabilidade objetiva conduta comissiva, responsabilidade subjetiva omissiva.
Situações de risco criada diretamente pelo estado, responsabilidade objetiva.
Principio da finalidade: explicado na finalidade
Principio da razoabilidade e proporcionalidade: art. 2 parágrafo único inciso 6 da lei 8784/99,
não existe razoável deve ser proporcional
Razoabilidade é vedada a administração agir de forma treslocada sob argumento de cumprir a
lei, não pode a administração agir de qualquer jeito.
Proporcionalidade será um desdobramento da razoabilidade, proporcional é congruente.
não se usam canhões para matar pardais.
Principio da ampla defesa do contraditório e do devido processo legal, são aplicáveis nos
processo judiciais quanto nos processos administrativos, todos os meios de defesa possíveis ao cidadão
ao servidor, para garantir uma verdadeira defesa. Sumula 343 do STJ. Principio do contraditório
devem se garantir as partes devem ser iguais para garantir justiça.
Devido processo legal ninguém pode ser condenado sem o devido processo penal.
Principio da segurança jurídica: o direito existe para assegurar que expectativas sejam cumprida.
Coisa julgada administrativa qualidade de uma imutabilidade de uma decisão no administrativa
no âmbito administrativo.
Principio da continuidade dos serviços públicos, o serviço publico não pode parar.institutos
que garantem a continuidade, o ordenamento cria mecanismo para segurar sua permanecia, servidor
tem direito de greve nos termos da lei.
A restrições a oposição da cláusula da exceção do contrato não cumprido, não pode cobrar se
não fez a parte, a reversão , encampação é a extinção do contrato de concessão serviço publico ou
interesse publico e caducidade.
Art. 6 parágrafo 3 da lei 8987/95
Esses princípios têm aplicabilidade imediata, após previa notificação por razões de ordem
técnica onde segurança da instalações.
Após previa notificação no caso de inadimplemento de usuário,considerado um interesse
publico.
Vide art. Segundo da lei 9784/99 lei do processo administrativo federal e art. Da lei 8666/93 lei
de licitações e contratos.
Art. 6 parágrafo primeiro da lei 8987/95 trata dos princípios do serviço publico.
Art. 6 do decreto lei 200 de 67 traz os princípios da administração publica.

ATOS ADMINISTRATIVOS

1)FATOS ADMINISTRATIVOS: o fato não diz nada, o fato apenas acontece, o ato diz é a
declaração do estado o fato só ocorre, só acontece. De acordo com a maioria da doutrina fato
administrativo correspondem a atos matérias praticados no exercício da função administrativa.

Maria Silvia de Pietro diz que fato administrativo é um acontecimento, que produz
conseqüências no direito administrativo, enquanto que fato da administração é um acontecimento
irrelevante para o direito.Ex uma chuva no mar.
2)ATOS DA ADMINISTRAÇÃO: a expressão ampla que alcança todos os atos praticados pela
administração publica.da um sentido a administração publica subjetivo, são todos os atos praticados
pela administração publica, se refere a órgãos do poder executivo, as pessoas da administração publica
indireta. Todos os atos que o poder executivo pratica são atos da administração.
Segundo Maria silva de Pietro ato a administração é uma expressão ampla que abrange todos os
atos da função administrativas.
a)Os atos de direito privado, ex a administração publica emite cheque.
b)Os atos bilaterais: são contratos, esses entram no conceito de atos da administração
c)Os atos matérias:o fato administrativo é um ato admnitrativo
d) atos de governos: são atos praticados no exercício da função política.
e) atos enunciativos: é ato que não produz efeito jurídico é ato desprovido de efeito jurídico pois
esse encerra uma opinião um juízo um valor, ou simplesmente atesta uma situação jurídica.Ex um
parecer de um advogado publico, o voto de um membro de um órgão colegiado, uma certidão
negativa de debito fiscal.
f)atos administrativos de natureza normativa:são aqueles atos voltados para destinatários
determinados, atos gerais abstratos, obrigatórios, mais voltados pra destinatários determinados, mais
praticados pelo órgão da administração.
g) atos administrativos propriamente ditos

Conceito de ato administrativo:

a)Sentido amplo: corresponde a toda declaração do estado ou de quem lhe faça as


vezes,subjacente ao rei, e a titulo de cumpri-la regida pela direito publico e sujeita a apreciação do
poder judiciário.

Silencio é a não declaração de vontade,o silencio da administração produz efeitos jurídicos?


Sim

O silencio da administração não é ato administrativo mais é fato administrativo por que
repercute.

O ato administrativo é inferior a lei é subalterno a lei, esse não pode nunca contrariar a lei
ultrapassar o que a lei diz, todo ato administrativo pra ser ato administrativo precisa ser regido pelo
direito publico que é um direito exorbitante, que coloca um nível de supremacia em relação ao
partícula.

O ato administrativo sempre se sujeita ao poder judiciário,o ato administrativo nunca é


definitivo pois sempre se sujeita ao poder judiciário.

Excepcionalmente o ato administrativo vai ser utilizado para fazer uma norma constitucional.

B)Em sentido estrito: ato administrativo corresponde apenas as declarações unilaterais do estado ou de
quem lhe faça as vezes, e que produz efeitos jurídicos imediatos, subjacente a lei a titulo de cumpri-la
regida pelo direito publico e sujeita a apreciação do estado.
4) perfeição validade e eficácia:
a) perfeição: diz respeito a formação do ato administrativo, isto é perfeito é ato que completou seu
ciclo de formação, é o ato que foi gestado.
b)validade: a validade diz respeito a conformidade do ato com o direito, ato valido aquele que foi
praticado conforme o direito.ato inexistente é ato invalido, ato nulo é ato invalido, ato anulável é ato
invalido.Ato irregular não é invalido, é uma ato valido mais que possui alguns erros de ordem material.
c) eficácia: ato complexo é aquele formado por duas mais vontade de órgãos diferentes, essas duas
vontades formam o ato administrativo, esse só se trona perfeito com a manifestação das duas vontade.
Ato composto dois ou mais órgãos que emitem 2 ou mais vontades, tem dos atos ato principal.
Eficácia é a aptidão do ato para produzir os efeitos jurídicos, para produzir seus efeitos típicos.
O ato administrativo produz efeitos jurídicos do ato podem ser:
Efeitos típicos também chamados de próprios: corresponde ao efeito principal do ato administrativo a
razão de sua existência, ex mudar o servidor de um lugar para o outro.
Efeito jurídico atípico: são outros efeitos produzidos pelo ato,podem ser de dois tipos
Efeitos atípicos preliminares, ou também chamados prodromicos são os efeitos que o ato
produz no seu estado de pendência, ex um ato administrativo sujeito a homologação. Em quanto eu
não hajo não há dever nenhum.
Efeito reflexo: é o efeito de tabela, de tabela é atingido pelo ato,o efeito reflexo é aquele que
reflui sobre terceiros não destinatários de um ato.
Jose dos Santos Carvalho Filho entende que alem da perfeição da validade e da eficácia ainda
existe a exeqüibilidade , a exeqüibilidade esta realizando seus efeitos.
5) atributos do ato administrativo: atributo é qualidade atributo é característica
a) segundo Maria Silvia Zanella de Pietro , os atributos do ato são:
* presunção de legitimidade e de veracidade
*auto executoriedade, ela vai dizer que autoexecutoriedade se desdobra em exigibilidade e
executoriedade.
*tipicidade , é essa tipicidade que fala dos efeitos jurídicos
*imperatividade
Segundo Celso Antonio bandeira de Mello os atributos do ato administrativo são:
Presunção de legitimidade
A exigibilidade
Auto executoriedade
Imperatividade
1)atributo de presunção de legitimidade e veracidade: essa característica esta presente em todos
os atos administrativos.segundo Maria Silvia de Pietro essa característica existe em todos os atos da
administração.a legitimidade diz respeito o direito presume-se que o ato foi praticado conforme o
direito, sendo assim produz duas conseqüências. Que o ato pode ser aplicado deis de já, e também
enquanto não declarada formalmente a invalidade do ato ele produz todos os efeitos como se valido
fosse.
Maria Silvia de Pietro entende que esse atributo impede o juiz de reconhecer a ilegalidade de
oficio.
Já Celso Antonio bandeira de Mello entende o contrario entende-se que se aplica o art. CC
quando difere o ato nulo do ato anulável.

O ato administrativo é um ato de poder.

1) Autoexecutoriedade:
2) Atributo tipicidade: o ato administrativo corresponde por figuras jurídicas pré definidas na lei de tal
modo, que para cada finalidade que ela pretenda alcançar há um ato administrativo típico.nem todo
ato administrativo tem essa característica, os atos unilaterais possuem esse atributo.
3) Atributo de imperatividade ou coercetividade ou poder destroverso: significa que o ato administrativo
vai alem da admnitração e se impõe a terceiros e cria pra terceiros obrigações. Ex de ato imperativo,
IPTU,ex de ato que não é imperativo quando vc passa em um concurso publico tem que ser nomeado
, o ato admnitrativo de chamar para a nomeação não é imperativo.

Atos negocias são aqueles que dependem da vontade do destinatário.

4) Elementos do ato administrativo, ou requisitos do ato administrativo: o Celso Antonio bandeira de


Mello que tem uma classificação própria.
Quando falo em elementos e requisitos eu falo sobre as características do ato administrativo.
a) Fundamento legal art.2º da lei 4717/75
b) Elementos:sujeito é a pessoa em que a lei atribui a pratica do ato administrativo o pro ato ser valido o
sujeito tem que ser capaz e competente,
forma, objeto.

A competência é irrenunciável,salvo a delegação e a avocação de competência

Vide art.11ao 17 da lei 9784/99.

Delegação é quando superior transfere ao subordinado sua competência.

Trata-se da regra e decorre da hierarquia não pode ser objetos de ato de delegação.

Avocação ocorre quando o superior chama para si, competência atribuída ao seu subordinado(
art. 15 CF) avocar é exceção.

A competência é improrrogável o agente incompetente nunca se torna competente.

A competência decorre de lei em regra, salvo na hipótese do art. 84 inciso VI da CF.

Vícios do sujeito , posso ter vicio na capacidade e competência.

Vícios da capacidade: a suspensão e o impedimento, art. 18 da lei 9784/99.

Os vícios na competência:

1)excesso de poder: ocorre quando o agente exorbita sua competência legal, o excesso vicio o
sujeito, o desvio é vicio da finalidade.

2)função de fato: é ato praticado pelo agente publico de fato, é aquele que age como agente
publico,e age como agente publico mais houve investidura na sua aparência.

3) usurpação de função publica: art. 328 CP , alguém pratica um ato cujo a atribuição a lei deu
a algum servidor.

Na função de fato houve investidura, na usurpação nunca houve investidura.

Obs. vicio no sujeito é em regra vicio sanável

FORMA DO ATO ADMNINISTRATIVO:


E o meio pelo qual o ato se exterioriza, a regra que a forma do ato administrativo seja escrita,
excepcionalmente o contrato administrativo pode ser verbal.

Aplica-se alem da forma o principio da instrumentalidade, art. 22 da lei 9784/99.

Formalização é uma solenidade especial, que a lei exige como condição de validade do ato.

A forma do ato é escrita, alem da forma escrita pro ato ter validade tem quem que ter o
principio da solenidade.

O contrato obrigatoriamente dever alem da forma escrita tem que ter uma solenidade e redigir
um termo tem que haver uma formalização.

Dia 13/03/09

Elementos ou requisitos do ato administrativo


c) Forma é a lei pelo qual o ato se exterioriza.
 Motivação integra o elemento forma a motivação, motivar é justificar é a explicação do ato, é a
indicação dos fatos e do direito que se ensejaram os fatos.
 Motivação dever ou faculdade?
1º Corrente tradicionalmente a doutrina entendia que a motivação seria obrigatória para atos
vinculados e facultativa pata atos discricionários.
2º Corrente a doutrina moderna entende que a motivação sempre é obrigatória seja um ato vinculado
e seja um ato discricionário. Maria Silva de Pietro.
3º corrente a motivação só é obrigatória quando a lei estabelece em todos os outros casão a motivação
é facultativa.
Vide art. 50 da lei 9784/99, a motivação é obrigatória previsto na lei.
Motivação aliunge é aquela motivação que não esta expressa no ato administrativo ela está em
outro ato.
Art. 2º § único “ alínea” B da Lei 4717/65, trata-se vicio sanável , vicio na forma é vicio sanável.
d) Objeto ou conteúdo é o efeito jurídico imediato do ato administrativo. Ex: ato administrativo de
remoção ou seja transferir o servidor de um loca pra a o outro. Chamar o aprovado para tomar posse.
Há vicio no objeto no art. 2ª § único da lei 4717/65, o vicio no objeto é insanável, ou seja, o
vicio do objeto não pode ser corrigido.
Jose Alves Carvalho Filho diz ser possível a convalidação do ato com vicio do objeto se o
objeto for pluniro.
e) Motivo é o pressuposto de fato e o pressuposto de direito, que ensejaram a pratica do ato. Motivo é
diferente de motivação que é diferente de móvel.Motivo é o que aconteceu é a causa.Motivação é a
exposição dos motivos expondo ele na forma.Móvel intenção a vontade o móvel só é relevante nos
atos discricionários.

Teoria dos motivos determinantes surgida na França e acolhida pelo STF determina que a validade
do ato administrativo esta vinculada a existência e a veracidade dos motivos apresentados.
Visto motivo art.2º§ único La lei 4717/65 e trata de vicio insanável.
f) Finalidade: em sentido restrito é o efeito jurídico mediato, é que a administração busca com a pratica
do ato.objeto é o efeito jurídico imediato enquanto a finalidade é efeito jurídico mediato.o Objeto é
discricionário quando a lei estabelece mais de objeto que pode ser escolhido na forma do ato.
Teoria do desvio de finalidade também chamada de teoria do desvio de poder ocorre quando a
administração pratica um ato visando finalidade diversa prevista em lei, seja qual for o móvel do
agente.
A discricionariedade se localiza no ato administrativo. Em regra a forma que o ato seja escrito.
Quando a lei se utiliza de expressões equivocas ou conceitos indeterminados.
c)Mecanismo de controle jurisdicional do ato discricionário: aplicação das bases da legalidade que
alguns chamam de juridicidade, juridicidade ou legalidade de sentido amplo a administração deve
obedecer a lei mais os princípios do direito administrativo.
Teoria dos motivos determinantes o ato pode anular um ato discricionário se provar que os
motivos são inexistentes.
Teoria do desvio de finalidade o judiciário pode anular um ato, se provar que ocorreu o desvio de
finalidade, para invalidar atos administrativos vinculados e discricionários.
A forma do ato administrativo é escrita, se a lei diz pode ser escrita ou verbal, ou seja qualquer
uma das formas é valida, sendo um ato discricionário.O ato discricionário é vinculado O motivo é
discricionário quando a lei expressamente prevê.Se é livre a nomeação ou exoneração , daí o motivo é
discricionário.E quando a lei utiliza expressões equivocas ou conceitos indeterminados.
Finalidade pode ter 2 sentidos, sentido amplo ou restrito, em sentido amplo qualquer ato
praticado tem interesse publico e portanto é possível que seja um ato discricionário.O ato
discricionário possui mérito mais é vinculado,
Extinção dos atos administrativos

a) Segundo dos Santos Carvalho Filho, ele vai falar de:


b) extinção natural
c) Extinção subjetiva
d) Extinção objetiva
e) Renuncia
f) Caducidade
g) Extinção volitiva por vontade da administração extingue o ato.
 Anulação
 Revogação
 Capacitação
Segundo Celso Antonio Bandeira de Mello: o ato administrativo de extingue pelo cumprimento
dos seus efeitos ou pelo advento do termo. Ex administração pratica um ato administrativo de demolir
um prédio. Ou se executa o termo.
Perda do sujeito na relação jurídica criada pelo ato, esse sujeito nunca desaparece, pois não
esta previsto na lei o que desaparece é só sujeito da relação jurídica criada pelo ato.
Perda do objeto da relação jurídica criada pelo ato
Renuncia do beneficiado do ato
Retirada é quando a administração pratica o ato e retira.
 Anulação
 Revogação
 Capacitação
 Caducidade
 Contraposição também chamada de derrubada

Se o ato administrativo é eficaz ele extingue pela mera retirada ou pela recusa do beneficiário.

O ato administrativo vai ser cassado por que descumpriu.

Caducidade é a retirada do ato em virtude de normas jurídicas.


Dia 18/03/09

Poderes da administração
Conceito

Fundamento é a supremacia do interesse publico sobre o particular.

Vícios no exercício dos poderes administrativo: os poderes se traduzem como deveres trata-se
de um poder dever, um dever de tomar providencia para a realização de um bem comum.haverá 2
tipos de vicio:

 Omissão é um vicio de um poder, de administração não age como deveria agir


 Abuso de poder há um exercício de prerrogativa publico e exercido em desconformidade do
ordenamento jurídico, o abuso de poder é uma espécie de ilegalidade, não interessa a forma do abuso
é ilegalidade do mesmo jeito, podendo ser anulado, tem o abuso excesso de poder e o abuso desvio de
poder. O excesso de poder é vicio enquanto o desvio é vicio na finalidade.

Modalidades: de poderes da Administração


Se a administração tem liberdade para atuar o poder é discricionário, se não tem poder ele é
restrito o poder é vinculado, se a administração tem poder de disciplinar o poder é disciplinar.

A) Poder vinculado e poder discricionário


B) Poder disciplinar
C) Poder hierárquico
D) Poder regulamentar
E) Poder de policia

Portaria é um ato administrativo geral abstrato para tratar da lei que disciplina o assunto.O
mesmo ato pode acumular diferentes prerrogativas.

a) Poder vinculado e poder discricionário: essa classificação leva em consideração a liberdade de agir na
administração publica quando exerce sua prerrogativas publicas,esse poder existe no momento da
pratica do ato e depois da pratica do ato.Muitos doutrinadores não concordam com essa distinção. De
poder discricionário e vinculado, pois não existe poder discricionário como poder autônomo. Poder
vinculado quando a lei não confere a administração liberdade para a atuação.Vide capitulo ato
administrativo.

5) Poder disciplinar é um poder da administração de apurar infrações e aplicar penalidades na relação


aqueles sujeitos a disciplina administrativa.
Obs: quem esta sujeito a disciplina alternativa é os
 Servidores públicos
 Estudante de escolas publicas
 Doentes de hospital publico
 Conscritos que alista no exercito
 Os contratados pela administração publica

Fundamento do poder disciplinar tratam-se de atos de supremacia especifica, subordinação


especifica, só alcance as pessoas que mantém com a administração um poder especifico.

Característica do poder disciplinar: é ato discricionário a característica é a discricionariedade.

Poder disciplinar é o poder da administração de apurar infrações e aplicar penalidades, esse


poder de apurar infrações é vinculado, sob pena de ocorrer ato de impropriedade administrativa. O
poder disciplinar também se traduz em aplicar penalidade é aqui que reside sua discricionariedade.

Existem penas que são aplicadas de forma vinculada , lei 8112 .

Sistemas para exercício do poder disciplinar:

 Sistema hierárquico é aquele em que o poder disciplinar é exercido pelo superior hierárquico, cabe ao
superior hierárquico fazer tudo.
 Sistema da jurisdição completa nesse sistema o poder disciplinar é exercido por órgão que exerce
função jurisdicional e as penalidades são estritamente previstas na lei.
 Sistema misto o sistema misto funciona ao lado da autoridade superior atuam órgãos opinativos existe
liberdade de escolha na aplicação da penalidade, ou seja, no sistema misto temos autoridade superior
que aplica a penalidade a autoridade superior tem liberdade para apreciar a situação e ver quando é a
penalidade mais cabível na situação, esse sistema misto ou de jurisdição incompleta é o que vigora no
Brasil.
Meios para exercício do poder disciplinar: ele pode ser exercido através de dois meios:
 Pad: que é o processo administrativo disciplinar,ele é disciplinado pela lei 87112/90 art. 146 e só é
aplicado aos servidores públicos federais.
 Procedimentos sumários art. 145 , temos dois tipos de procedimento sumario que é a sindicância que
é a lei 8112/90 art. 145 a sindicância é que é chamado de inquérito administrativo.
 a verdade sabida é quando a autoridade competente para exercer o poder disciplinar tomar
conhecimento direto e imediato do fato motivador pela penalidade.Não é aplicada no Brasil pois na
CF no art.5 nos processo administrativos judiciais terá contraditório e ampla defesa.

Obs. a sumula de efeitos vinculantes numero 5 estabelece que não ofende a garantia da ampla defesa a
ausência de advogado ( tomem cuidado por que existe uma sumula do STJ em sentido contrario
sumula 343).Qual a sumula prevalece? Nenhuma sumula por sumula não existe hierarquia, agora
quando a sumula é vincula é mais importante então prevalece a sumula 5.

Obs: judiciário pode anular ato administrativo disciplinar fundado em competência discricionária se
houver violação ao principio da legalidade em sentido amplo , o poder judiciário pode invalidar o ato.

6) Poder hierárquico: é o poder da administração de ordenar e distribuir as funções de seus órgãos bem
como de rever e fiscalizar os atos de seus agentes criando uma relação de subordinação e coordenação
dentro do quadro administrativo.

A hierarquia é uma realidade interna só existe no interior de uma pessoa. A hierarquia que
disciplina são fatos administrativos.

Situações nas quais não existe: hierarquia entre as pessoas da administração direta e os entes
federativos.Não há hierarquia entre os entes políticos ou seja não existe hierarquia entre união estão
distrito federal, não há hierarquia no exercícios de funções do estado, função legislativa e
jurisdicional.Não existe hierarquia em relação a órgãos independentes ou autônomos e relação de
hierarquia que ocupam cargos isolados, cargo isolado é cargo que não esta inserido em nenhuma
classe é um conjunto de cargos com a mesma característica.

Poder de comando: gera poder de conveniência, salvo se a ordem for manifestamente legal, nesse
caso o subordinado não é obrigado a estabelecer.
Poder de fiscalização: que é o dever de obediência não é um poder hierárquico é uma
conseqüência do poder hierárquico.

Poder de fiscalização o superior poder fiscalizar os atos do inferior.

 Poder de aplicar penalidades em relação aos seus servidores, esse poder é disciplinar.

Poder de revisão: é o poder de autotutela, é o poder da administração de rever seus próprios atos
para invalidar os ilegais.

 Poder de delegar e avocar competência decorre de hierarquia o poder de delegar e avocar que a
autoridade superior chama pra si a autoridade inferior vide art. 111 ao 17 da lei 8784/99 é a lei que
define o processo administrativo no nível federal ( DECORAR)

7) Poder de policia:
a) Sentido da expressão: lei 11417/06 art. 7 § 1º vai dizer que cabe reclamação em face da decisão
judicial que contrariar omissão ou ato administração publica e uso da reclamação só será admitido
após esgotamento das vias administrativa.

A expressão poder de policia tem um sentido amplo abrange tanto as leis quanto os atos
administrativos que condicionam o exercício de direito relacionados a liberdade e a propriedade para
garantir a supremacia do interesse publico.

Poder de policia em sentido restrito essa expressão abrange somente os atos administrativos só os atos
administrativos. Em sentido restrito só se refere aos atos administrativos que condicionam aos
exercícios do direito, é sinônimo de policia administrativa.Só quero saber o que são relacionados ao
atos administrativos excluídos os atos do legislativo.

Conceito de poder de policia:

Conceito legal de poder de policia: art. 78 do CTN

Conceito doutrinário: é a atividade administrativa fundada em atos de supremacia geral pela qual
administração limita restringe condiciona o exercício de direitos relacionados a liberdade e a
propriedade para conciliar o direito individual com o interesse publico podendo se expressar de forma
preventiva repressiva ou fiscalizadora.Por atos individuais ou por atos gerais.

Fundamento: o poder de policia trata-se de supremacia geral, isto é ato de soberania.


A doutrina vai dizer que o poder de policia é uma atividade administrativa junto com outras atividades.
É atividade administrativa que coincide em condicionar direitos relacionados a liberdade e a
propriedade.

Esse poder de policia atua tanto de forma repressiva e preventiva.

Objeto ou conteúdo do ato de policia: o ato de policia encerra a obrigação de não fazer, contudo
existem atos de policia que contem uma obrigação de fazer .

Poder de policia originário e delegado:

Originário é aquele desempenhado pelas entidades federativas ou ente político no exercício de suas
competências.

Poder de policia delegado: é aquele desempenhado pelas entidades administrativas que integram a
administração direta.Esse poder pode ser delegado para a sociedade de economia mista, não pode ser
delegado não , a doutrina majoritária fala que não é possível delegar poder de policia a pessoas
jurídicas de direito privado que integram a administração.

Obs.: Jose dos Santos Carvalho Filho entendem que é possível quando a atividade de policia delegada
for meramente fiscalizatoria.

Características do poder de policia

 O poder de policia é coercitivo


 Discricionariedade, o poder de policia é discricionário , quando a lei atribui uma competência e não
diz como exercer não tem os meios como exercer esses meios.Ha situações em que o ato de policia
vai ser vinculado quando a lei fixa a conduta a ser praticada.
 Ele é condicionado essa é uma características de todos os poderes da administração.
 Indelegabilidade o poder de policia é indelegável tanto para o particular quanto para pessoas da
administração direta da personalidade de direito privado.
Obs: Decisão do STJ , é possível delegar ao particular a pratica de ato material anterior ou posterior
ao ato de policia.O que estar sendo delegado é a pratica de ato material,ex a administração faz um
contrato administrativo com empresa privada para colocar radares, a foto é processada e enviada para
administração e através dela que é enviada a multa.Ex de ato posterior o município determina a
demolição do edifício que vai cair pode contratar empresa para demolir.Capitão do navio em auto mar
exercer o poder de policia em relação ao particular é obvio pois o estado não esta presente.
Diferença entre policia administrativa e policia judiciária

Dia 23/03/09

Policia administrativa Policia judiciária


Regime jurídico Direito administrativo
Qualquer órgão do estado Apenas cooperações especializadas (policia
federal, civil e policia militar).
Objeto:o ato de policia de volta em relação a A policia judiciária se volta contra a pessoa, ao
direitos se volta em relação a atividade, se volta a individuo
relação a propriedade,
Finalidade: combater as atividades anti sociais, Combater o ilícito penal , ambas são
art. 78 do CTN manifestações do poder de policia do estado.

PODER REGULAMENTAR

a)Sentido da expressão: pode ser utilizada em sentido amplo, e alguns chamam esse poder de
poder normativo, ou seja poder regulamentar ou normativo,é o poder dos órgãos da administração
publica no âmbito de todos os poderes, par aditar atos administrativos de conteúdo geral, ou seja atos
administrativos de natureza normativa.

A) sentido da expressão

Sentido amplo: poder dos órgãos e das entidades da administração pública de editar atos gerais,
abstratos voltados para disciplinar a lei e outros atos normativos.

Chamada pela Maria Silvia di Pietro de PODER NORMATIVO: poder dos órgãos da administração
e entidades indiretas de editar atos administrativos de natureza normativa.

Dentro desse poder regulamentar em sentido amplo temos: •Poder regulamentar; •Poder
regulatório.
 sentido estrito: essa expressão se refere apenas ao poder do chefe do executivo para editar
regulamentos. Quem apenas exerce é o poder executivo edita atos, regulamento é um ato
administrativo.

Decreto é a forma que assumi qualquer ato praticado pelo chefe do executivo.

Regulamento é o conteúdo, porque todo ato praticado pelo chefe do executivo tem forma (roupa) de
DECRETO. Pode ter um decreto regulamentar quando é veiculo para exercício do poder
regulamentar. Pode haver decreto individual quando determina a desapropriação de um imóvel. Ex
governador que desapropria um imóvel.DECRETO É A FORMA QUE REGULAMENTA O
PODER REGULAMENTAR.

B ESPÉCIES de REGULAMENTOS

1) Regulamentos executivos ou regulamentos de execução: art. 84, IV, CF. IXISTE PARA
DISCIPLINAR O CONTEUDO DE UMA LEI POSSIBILITANDO SUA APLICAÇÃO,são
aqueles que existem para dar fiel execução à lei. Não inova a ordem jurídica. Não pode ser delegado.

A competência para sua edição não pode ser delegada porque não está dentre os incisos previstos no
parágrafo único.

Art. 84, CF. Compete privativamente ao Presidente da República:


IV - sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e
regulamentos para sua fiel execução;
Parágrafo único. O Presidente da República poderá delegar as atribuições
mencionadas nos incisos VI, XII e XXV, primeira parte, aos Ministros de Estado, ao
Procurador-Geral da República ou ao Advogado -Geral da União, que observarão os
limites traçados nas respectivas delegações.

2) Regulamento autônomo ou independente

É aquele que disciplina relação jurídica não prevista em lei e, portanto,


inova a ordem jurídica . Pode ser delegado .

A CF/88 acabou com qualquer hipótese de regulamento autônomo no Brasil. Havia uma previsão no
art. 25 da ADCT dizendo que lei poderia prorrogar a competência administrativa de certos órgãos da
administração.

Em 2001, a EC 32 alterou vários dispositivos da CF inclusive o art. 84, VI que passou a ter a seguinte
redação:
Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:
VI - dispor, mediante decreto, sobre:(Redação dada pela Emenda Constitucional nº
32, de 2001)
a) organização e funcionamento da administração federal, quando não implicar
aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos; (Incluída pela
Emenda Constitucional nº 32, de 2001)
b) extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos; (Incluída pela Emenda
Constitucional nº 32, de 2001)
Essas alíneas não dependem de lei. Então o Brasil teria regulamento autônomo de novo?

•Bandeira de Mello diz que não, nem ante e nem depois da EC32, em razão do princípio da
legalidade (somente LEI pode obrigar a fazer ou deixar de fazer).

•Maria Silvia vai dizer que somente a alínea a dispõe sobre regulamento autônomo. A alínea b é ato
administrativo de efeito concreto.

Maioria da doutrina e STF (ADI 2564/04) entendem que existe regulamento autônomo no Brasil no
caso do art. 84, VI da CF com a alteração dada pela EC 32.

A competência para editar esse atos pode ser delegada a ministro de estado nos termos do art. 84,
parágrafo único, CF.

C  PODER REGULATÓRIO

É o poder de qualquer órgão do Estado no âmbito de qualquer dos


poderes, bem como das entidades da admin istração indireta para exercer
discricionariedade técnica por meio da edição de atos normativos voltados para
viabilização de suas atividades.

Por exemplo: Conselho Nacional MP; Conselho Nacional de Justiça;


autarquias, fundações, agencias reguladoras.

Dentro do poder delegatório que surge um fenômeno chamado


deslegalização.

Aqui se insere a DESLEGALIZAÇÃO que surgiu na França e quer dizer que a lei atribui a outros
atos normativos a função de disciplinares certos assuntos. Significa retirar atos administrativos de
natureza normativa. A lei, por lei, atribui a outros atos normativos seu papel. O assunto sai do domínio
da lei e vai para domínio de outros atos normativos. Alguns chamam isso de regulamento autorizado
ou regulamento delegado.
Delegação por parâmetros: legislativo faz lei e esta delega a pessoa da administração direta para tratar
do ato administrativo. A lei vai dizer dentro de quais parâmetros o ato administrativo poderá ser
praticado.

Em regra, o poder regulatório não inova a ordem jurídica porque se atém aos parâmetros definidos na
lei, contudo o STF, na ADC 12, entendeu que o Conselho Nacional de Justiça e o Conselho Nacional
do MP podem inovar a ordem jurídica no exercício de suas competências constitucionais. Tais atos
normativos (Conselhos) têm a mesma natureza dos atos do Presidente da República fundados no art.
84, VI, a e b, CF (regulamento autônomo).

Regulamento autônomo é ato normativo primário porque retira sua validade diretamente do texto
constitucional. A competência do CNJ e do CNMP para editar resoluções tem natureza de ato
normativo primário porque estes conselhos retiram sua competência para editar esse regulamento
diretamente da CF (da mesma forma os regulamentos autônomos do Presidente da República). Por
serem atos normativos primários podem inovar a ordem jurídica.

A regra é que poder regulatório não inova a ordem jurídica porque se restringe aos parâmetros
definidos na lei. Exceção: resoluções do CNJ e CNMP que tem natureza de ato normativo primário tal
como os regulamentos autônomos do Presidente da República.

Art. 103-B, §4º, I, CF: CNJ é órgão do estado com competência para editar regulamentos. Como não
é da Presidente da República diz que esse ato se baseou no poder regulatório, porque poder
regulamentar só tem o chefe do executivo.

D  CONTROLE

Pode haver ação e também omissão no exercício do poder regulamentar.

1º) controle da omissão: poder público tem dever de regulamentar e não o faz = vício de insuficiência
de poder.

Quando há omissão no poder regulamentar temos dois mecanismos:

•Mandado de injunção (art. 5º, LXXI, CF).

•Ação de Inconstitucionalidade por Omissão (art. 103, §2º, CF). Mais ampla.

Art. 5º, LXXI - conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma
regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e
das prerrogativas inerentes à nacionalidade, à soberania e à cidadania;
Art. 103. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória
de constitucionalidade:
§ 2º - Declarada a inconstitucionalidade por omissão de medida para tornar efetiva
norma constitucional, será dada ciência ao Poder competente para a adoção das
providências necessárias e, em se tratando de órgão administrativo, para fazê -lo em
trinta dias.
Não há instrumento para suprir a omissão de ato regulamentar de lei.

Tanto o MI quanto a ADI por omissão se prestam a suprir ausência de norma regulamentar que
impeça a aplicação da constituição.

E se inexistir ato regulamentar que impeça a aplicação da lei infraconstitucional? Por exemplo: lei
que concede anistia de imposto, para que essa lei seja aplicada deve haver ato regulamentar do
governador  juridicamente não há o que fazer. O MI e ADI por omissão se prestam para tornar
efetiva aplicação de norma constitucional.

2º) Controle de ação: a administração exerce o pode regulamentar de forma irregular  há exercício
do poder regulamentar mas de forma irregular:

1Controle legislativo: art. 49, V, CF.

Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:


V - sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder
regulamentar ou dos limites de delegação legislativa;

2Controle judicial: art. 102, I, a, CF.

Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da


Constituição, cabendo -lhe:
I - processar e julgar, originariamente:
a) a ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou estadual
e a ação declaratória de constitucionalidade de l ei ou ato normativo federal;
O judiciário faz controle de legalidade e de constitucionalidade,

•Controle de legalidade: juiz olha para o ato e para a lei e diz se o ato contrariou a lei. O parâmetro é
a lei no controle de legalidade.

•Controle de constitucionalidade: juiz olha para a constituição e olha para o ato normativo. O
parâmetro é a constituição.

O decreto autônomo não disciplina a lei porque não tem lei não há como fazer controle de legalidade.
O regulamento autônomo só é passível de controle de constitucionalidade.

3 controle administrativo. A administração público pode fazer controle administrativo sobre seus
próprios atos. O controle do poder regulamentar (normativo) pode ser controle legislativo (sustar atos
que exorbitam) e judiciário (ADI) e ainda pela própria administração, com base no seu poder de auto-
tutela.

SERVIÇOS PUBLICOS
Conceito: Critério material tenta conceituar serviços públicos a partir da atividade desempenhada, se a
atividade desempenhada consiste em oferecer utilidade publica.

Esse critério é suficiente.

2) Critério subjetivo: por esse critério conceituo serviços públicos é a atividade prestada diretamente
pelo estado. Esse critério também não foi satisfatório. O estado presta atividades para atender o
interesse do estado.
A prestação de serviços públicos é dever do estado.

Obs:Conceito de Celso Antonio Bandeira de Melo.Para ele serviço publico é a atividade material
de interesse publico assim definida por ordenamento jurídico prestada pelo estado ou por quem
lhe faça as vezes, que consiste em oferece uma utilidade uma vantagem uma comodidade, fruita
diretamente pelo administrado, e prestada segundo normas de direito publico.

Maria Silvia de Pietro apresenta um conceito mais amplo definindo serviço publico como atividade
material de interesse publico, assim definido pelo ordenamento jurídico prestada pelo estado ou
por quem lhe faça as vezes que consiste em oferecer a coletividade uma vantagem uma
comodidade prestada segundo regras de direito publico ou predominantemente por regras de
direito publico.

PRINCIPIOS APLICAVEIS AO SERVIÇO PUBLICO

Requisitos ou serviços públicos


Art. 6º § 1 da Lei 8987 ( DECORAR)

Art. 6o Toda concessão ou permissão pressupõe a prestação de serviço adequado ao pleno


atendimento dos usuários, conforme estabelecido nesta Lei, nas normas pertinentes e no respectivo
contrato.

§ 1o Serviço adequado é o que satisfaz as condições de regularidade, continuidade, eficiência,


segurança, atualidade, generalidade, cortesia na sua prestação e modicidade das tarifas. (FAMOSO:
GRAMESCCor)

§ 2o A atualidade compreende a modernidade das técnicas, do equipamento e das instalações


e a sua conservação, bem como a melhoria e expansão do serviço.
§ 3o Não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em situação de
emergência ou após prévio aviso, quando:

I - motivada por razões de ordem técnica ou de segurança das instalações; e,

II - por inadimplemento do usuário, considerado o interesse da coletividade. (HÁ


DISCUSSÃO DOUTRINÁRIA QUANTO A ESTA HIPÓTESE, POIS PARA A TENDÊNCIA
JURISPRUDENCIAL NÃO É POSSÍVEL O CORTE JÁ QUE NESTE CASO ESTARIA
PREJUDICANDO O INTERESSE PÚBLICO, LÓGICO DESDE QUE O SERVIÇO SEJA
ESSENCIAL).

O requisito da generalidade: esse requisito diz que o serviço publico deve se voltar para se
atender as necessidades de todos.O serviço publico deve ser disponibilizado a todos que estejam na
mesma situação jurídica.
Principio ou requisito da atualidade art. 6§ 2º

§ 2o A atualidade compreende a modernidade das técnicas, do equipamento e das instalações e


a sua conservação, bem como a melhoria e expansão do serviço.

O estado da técnica é o estado da tecnologia, para evitar que o serviço seja prestado de forma
obsoleta e com atualidade.

Principio da eficiência: é o principio constitucional mais voltada para administração.

Requisito da modicidade das tarifas: se o serviço for tarifado mais que a tarifa seja a mais barata
possível.

Requisito da cortesia:

Requisito da continuidade: também chamado de permanência , portanto não pode ser


interrompido.

A)Conceito o serviço publico não pode ser interrompido.

B)mecanismo para garantir a continuidade na prestação dos serviços públicos: restrição ao


direito de greve, para não prejudicar a continuidade de serviços públicos

Encampação: é a extinção do contrato por razões do interesse publico, a ocupação temporária.

O contratado não pode romper o contrato de concessão até o transito em julgado da sentença
na ação que requereu a rescisão da concessão.

C) Art 6§ 3 la lei 8987

§ 3o Não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em situação de


emergência ou após prévio aviso, quando:
I - motivada por razões de ordem técnica ou de segurança das instalações; e,

II - por inadimplemento do usuário, considerado o interesse da coletividade. (HÁ


DISCUSSÃO DOUTRINÁRIA QUANTO A ESTA HIPÓTESE, POIS PARA A TENDÊNCIA
JURISPRUDENCIAL NÃO É POSSÍVEL O CORTE JÁ QUE NESTE CASO ESTARIA
PREJUDICANDO O INTERESSE PÚBLICO, LÓGICO DESDE QUE O SERVIÇO SEJA
ESSENCIAL).

Hipóteses de interrupção que não configura descontinuidade:

Independente de modificação no caso de emergência Ex terrorista em reservatório de água,


após previa notificação por motivos de ordem técnica ou seguranças das instalações.

Após previa notificação por inadimplemento do usuário , considerado o interesse da


coletividade.Mesmo não havendo pagamento vou ter que continuar prestado por causando interesse
coletivo.

Informativo 378 de STJ

Requisito da segurança:

Competência para a prestação de serviços públicos

Art. 21 da CF.IX

Controle:admite-se prestação particular no controle de serviços públicos.

O artigo 30 prevê da lei 8987 prevê duas formas de controle o controle permanente e controle
periódico.è aquele que administração realiza periodicamente , por meio de comissão tripartite
formada por representantes d poder concedente representes do concessionários e usuários

Controle permanente é o que existe em qualquer contrato administrativo .

Art. 23 A possibilita de utilizar mecanismos , ou seja pode existe contrato de concessão clausula.