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DESENVOLVIMENTO DA

DENTIÇÃO
BIOGÊNESE DA
OCLUSÃO
DENTÁRIA
PRINCÍPIOS DA
OCLUSÃO
DENTÁRIA
NORMAL
Aula Expositiva

COPICE-2007-UFC
Prof. Dr. Pedro César Fernandes

TÓPICO NÚMERO 03
OBJETIVOS
I. Conceituar a Oclusão Normal,
caracterizando os aspectos estáticos e
dinâmicos.
II. Estabelecer as características da
Dentição Decídua e da Dentição
Permanente, além de seu
desenvolvimento, ou seja, a fase de
transição entre elas, conceituada como
Dentição Mista.
CONHECIMENTO BÁSICOS
DI
AG
NÓ N TO
ST A ME
IC A T
O TR

O BI
T DE OGÊ
EN NT NE
I M IÇ SE
S C ÃO D
RE AL A
C CI
FA

OCLUSÃO NORMAL MÁ OCLUSÃO


diagnóstico
OCLUSÃO DENTAL
CONCEITO:
Um verdadeiro conceito de oclusão
implica em relações estáticas(posições
cêntricas, incluindo a posição de repouso
da mandíbula), e dinâmicas(movimentos
mandibulares excêntricos como os
movimentos laterais, protrusivos,
abertura e fechamento, movimentos
retrusivos, movimentos durante a
deglutição, fonação, mastigação, etc..) em
relação à maxila.
OCLUSÃO DENTAL
CONCEITO:
Um verdadeiro conceito de oclusão dental leva em
consideração a harmonia de todos estes movimentos e
posições e o funcionamento do sistema
neuromuscular, principalmente os músculos têmporo-
mandibulares e seus proprioceptores, as articulações
têmporo-mandibulares e os estímulos que se originam
das guias da oclusão, como guia incisal, a Curva de
Spee, a altura das cúspides, a guia condilar e o plano
oclusal.
ESTUDOS DE BAUME
TIPOS DE DENTIÇÃO DECÍDUA
☺TIPO I- DIASTEMAS ENTRE OS INCISIVOS
E ESPAÇOS PRIMTAS
TIPO II- AUSÊNCIA DE ESPAÇOS ENTRE OS
INCISIVOS
PRESENÇA OU AUSÊNCIA DE ESPAÇOS
PRIMATAS-
mais susceptíveis a apinhamentos na dentição
permanente
BAUMME,L.J. Physiological tooth
Migration and its significance for the development of occlusion, Parts I and II,J.D.Res. 29:123,331, 1950
Tipo I de Baume
Espaços Primatas
Melhor
Prognóstico
na Dentição
Permanente
SEM
APINHAMENTOS!

Diastemas Interincisivos
ESPAÇOS PRIMATAS
ESPAÇOS
ENTRE
OS CANINOS E
INCISIVOS
LATERAIS
SUPERIORES
ESPAÇOS
ENTRE OS
CANINOS E
PRIMEIROS
MOLARES
INFERIORES
Espaços Primatas
ENTRE:
OS CANINOS E INCISIVOS LATERAIS SUPERIORES

OS CANINOS E PRIMEIROS MOLARES INFERIORES


TIPOS DE PLANO TERMINAL E A
OCLUSÃO DOS 1os. MOLARES
PERMANENTES-BAUME

TIPO VERTICAL
TIPO DEGRAU MESIAL TIPO DEGRAU DISTAL
OU NIVELADO
BAUMME,L.J. Physiological tooth
Migration and its significance for the development of occlusion, Parts I and II,J.D.Res. 29:123,331, 1950
PLANO TERMINAL VERTICAL
X
ESPAÇOS INTERDENTAIS

5 anos de idade

Ajuste
da
relação
7 anos de idade molar
Ajuste da RelaçãoDentição
Molar Permanente
Dentição Decídua-Mista
Oclusão Normal

Normo
oclusão
Classe II

Disto
oclusão
Classe I ou
Classe III

Mésio-Oclusão
ARCO DENTAL NA DENTIÇÃO
DECÍDUA Dentição Decídua
Completa=por volta
dos 30meses
A: Distância Intercanina
20 dentes-10 Superiores
B: Distância Intermolares -10 Inferiores
Sobressaliência-1mm
C: Comprimento do arco Sobremordida-1mm
anterior

D: Comprimento do arco
SOBRESSALIÊNCIA
SOBREMORDIDA
SOBREMORDIDA
“É o trespasse vertical
dos incisivos superiores
sobre os inferiores

SOBRESSALIÊNCIA
“É o trespasse horizontal
dos incisivos superiores
sobre os inferiores
“DENTIÇÃO MISTA”
Caracteriza-se por uma fase transitória, e não
necessariamente uma Dentição, na qual inicia-
se com a erupção dos dentes permanentes
incisivos inferiores e/ou molares inferiores,
seguidos pelos superiores, finalizando-se, mais
freqüentemente, com a erupção dos segundos
pré-molares inferiores e caninos superiores.
DENTIÇÃO MISTA
ERUPÇÃO DOS CANINOS FINAL
SUPERIORES
E/OU
SEGUNDOS PRÉ-MOLARES

ERUPÇÃO DOS SEGUNDOS


PRÉ-MOLARES INFERIORES
Erupção dos
Molares e Incisivos
MUNDANÇA DO EIXO DENTAL
DOS INCISIVOS

TELERRADIOGRAFIA
Diminuição LATERAL

do ângulo =
~=1230 ~=1500
Aumento do
Espaço no
Segmento
Anterior do
Arco Dentário

Incisivos Permanentes Incisivos Decíduos


MUNDANÇA DO EIXO DENTAL
DOS INCISIVOS
IMPORTÂNCIA
DA
ANGULAÇÃO
DOS INCISIVOS ÂNGULO
NO PERFIL FECHADO
FACIAL
PERFIL
FACIAL
AUMENTO ACIMA OU
CONVEXO
ABAIXO DO NORMAL=
MÁ OCLUSÃO
ESTÁGIO DO PATINHO FEIO
DENTES PARECEM MUITO GRANDES DIASTEMAS INTERDENTÁRIOS
EIXOS LONGITUDINAIS INVERTIDOS DIFERENTES DOS DECÍDUOS

FASE FISIOLÓGICA
!!!NÃO REQUER TRATAMENTO!!!
7 anos de idade 9 anos de idade 13 anos de idade
FASE DO PATINHO FEIO
DENTES PARECEM MUITO GRANDES
EM RELAÇÃO AOS MAXILARES RADIOGRAFIA
PANORÂMICA

EIXOS LONGITUDINAIS INVERTIDOS


Pressão dos Caninos no terço
Apical das raízes dos Incisivos
Laterais
FASE DO PATINHO FEIO

FREIO LABIAL HIPERTROFIADO

FREIO LABIAL
HIPERTROFIA
Isquemia do
freio e da papila
quando puxado
FREIO LABIAL
HIPERTROFIADO
RADIOGRAFIA PERIAPICAL
Crista em forma de pá
Sutura Palatina Aberta
Diastema entre os Incisivos

OUTRA SITUAÇÃO:
SUPRA-NUMERÁRIO

Crista em
forma de pá
Estabelecimento da oclusão dos
primeiros molares permanentes
5 anos de idade 7 anos de idade 13 anos de idade

Plano terminal vertical sem espaços interdentais

Plano terminal em Degrau mesial


ESPAÇO LATERAL ou ESPAÇO LIVRE DE NANCE

DIFERENÇA ENTRE
A SOMATÓRIA DOS
DIÂMETROS
MÉSIO-DISTAIS
DOS DENTES
CANINOS E
MOLARES
DECÍDUOS E
DA SOMATÓRIA
DOS DENTES
CANINOS
PERMANENTES E
PRÉ-MOLARES
ESPAÇO LATERAL ou
ESPAÇO LIVRE DE NANCE
DIFERENÇA ENTRE
A SOMATÓRIA DOS DENTES
CANINOS, MOLARES
DECÍDUOS E 0,9mm
A SOMATÓRIA DOS DENTES
CANINOS PERMANENTES E,
PRÉ-MOLARES

DENTES DECÍDUOS 1,7mm


>
DENTES PERMANENTES
IMPORTÂNCIA DO ESPAÇO
LIVRE DE NANCE
IMPORTANTE PARA O AJUSTE DA
RELAÇÃO DOS MOLARES (TOPO-A-TOPO)
IMPORTANTE PARA A CORREÇÃO DE
APINHAMENTOS NA REGIÃO ANTERIOR
DO ARCO
IMPORTANTE PARA CORREÇÃO DE
APINHAMENTOS DA REGIÃO
POSTERIOR DO ARCO
ORDEM DE ERUPÇÃO DOS
DENTES PERMANENTES

7
2 3 5 6
4 1

23
4
5 1
6
7
CRONOLOGIA DE ERUPÇÃO
ALTERADA = ERUPÇÃO PRECOCE
DO SEGUNDO MOLAR PERMANENTE
FALTA DE
ESPAÇO
PARA OS
CANINOS
SUPERIORES
FALTA DE
ESPAÇO
PARA OS
2os.PRÉ-
MOLARES
INFERIORES
Desenvolvimento da
Dentição
Períodos de Transição
Primeiro Período Transicional
Período Inter-transicional
Segundo Período Transicional

Van der Linden, Desenvolvimento da dentição. Ed. Quintescense. 1988.


1o. PERÍODO TRANSICIONAL
RELAÇÃO MOLAR TOPO-A-TOPO
 RELAÇÃO
INSTÁVEL

 DEPENDE
DE ESPAÇOS
INTERDENTAIS,
ESPAÇOS
PRIMATAS
E/OU ESPAÇO
LIVRE DE
NANCE
1o. PERÍODO TRANSICIONAL
RELAÇÃO MOLAR TIPO
DEGRAU MESIAL

☺ RELAÇÃO
MOLAR ESTÁVEL

☺ ESPAÇOS
ANTERIORES
USADOS PARA
CORREÇÃO DE
APINHAMENTOS
1o.PERÍODO TRANSICIONAL
ERUPÇÃO DO INCISIVOS E
DOS MOLARES
1o. PERÍODO TRANSICIONAL
ERUPÇÃO
DOS
INCISIVOS


ERUPÇÃO
DOS
PRIMEIROS
MOLARES
PERÍODO
INTERTRANSICIONAL

NÃO OCORRE
IRRUPÇÃO DE
DENTES
PERMANENTES
PERÍODO
OCORRE
INTERTRANSICIONAL
MOVIMENTO
DE
ERUPÇÃO DE
DENTES
PERMANENTES
(CANINOS E
PRÉ-MOLARES)
E
ESFOLIAÇÃO
DOS DECÍDUOS
2o. PERÍODO TRANSICIONAL

ERUPÇÃO
DOS
CANINOS E
PRÉ-
MOLARES
SUPERIORES
E
INFERIORES
2o. PERÍODO TRANSICIONAL

ERUPÇÃO DO
1o.PRÉ-MOLAR
SUPERIOR

ERUPÇÃO DO
1o.PRÉ-MOLAR
INFERIOR
2o. PERÍODO TRANSICIONAL

ERUPÇÃO DO
2o.PRÉ-MOLAR
SUPERIOR

ERUPÇÃO DO
2o.PRÉ-MOLAR
INFERIOR
2o. PERÍODO TRANSICIONAL

ERUPÇÃO
DO
CANINO
SUPERIOR
FINAL DO 2o. PERÍODO
TRANSICIONAL

FINAL DO 2o.
PERÍODO
TRANSICIONAL

DENTIÇÃO
PERMANENTE
DESENVOLVIMENTO DA
OCLUSÃO X DIETA
ALIMENTAR
A- DIETA
A 3 anos B B- DIETA
ALIMENTAR
PASTOSA ALIMENTAR
FIBROSA
MAIS 5 anos 5 anos
☺MAIS
DESFAVORÁVEL
FAVORÁVEL

7 anos
7 anos

13 anos 13 anos
ESTÁGIOS DE CALCIFICAÇÃO
DOS DENTES PERMANENTES

NOLLA,C.M;
1960
ESTÁGIOS DE CALCIFICAÇÃO
DOS DENTES PERMANENTES

ESTÁGIOS
ESTÁGIO 6= COROA DENTÁRIA TOTALMENTE
FORMADA=INÍCIO DA ERUPÇÃO
NOLLA C.M; ESTÁGIO 8= DOIS TERÇOS DA RAIZ
1960 FORMADA= IRRUPÇÃO NA
CAVIDADE BUCAL
ESTÁGIO 9= RAIZ QUASE COMPLETA=ÁPICE
ABERTO OCLUSÃO COM O
DENTE ANTAGONISTA
ESTÁGIO 10= ÁPICE RADICULAR COMPLETO
Em casos de perdas precoces???

Se o dente sucessor encontra-se nos


estágios inferiores ao 8o,
indica-se a colocação de Mantenedores
até a erupção do dente permanente!!!
TRAJETÓRIA DE ERUPÇÃO
DOS PRIMEIROS MOLARES
PERMANENTES
1o.molar
superior:
disto-oclusal
TENDÊNCIA À
MESIALIZAÇÃO
1o.molar OCORRE ANTES
Inferior: MESMO
mésio-oclusal DOS DENTES
IRROMPEREM!!!
DIREÇÃO MÉSIO-DISTAL
DIREÇÃO DAS FORÇAS SOBRE
OS DENTES EM OCLUSÃO
A POSIÇÃO DOS
DENTES É
GARANTIDA PELO
EQUILÍBRIO DAS
FORÇAS, DOS
DENTES VIZINHOS,
DO LIGAMENTO
PERIODONTAL E
DAS ESTRUTURAS
COMPONENTE ANTERIOR CIRCUNDANTES
DE FORÇA
COMPONENTE ANTERIOR DE
FORÇA
COMPONENTE ANTERIOR

 COMPONENTE ANTERIOR
FORÇAS MUSCULARES ATUANDO NA
INTERCUSPIDAÇÃO
NEUTRALIZADA PELAS FORÇAS
MUSCULARES DOS LÁBIOS E
BOCHECHAS

COMPONENTE ANTERIOR +
TENDÊNCIA À MESIALIZAÇÃO + MÁ
OCLUSÃO=PROBLEMAS OCLUSAIS
Perdas Precoces de Dentes Decíduos
+ Tendência Mesial de Erupção +
Componente Mesial de Forças

= Apinhamentos
ALTERAÇÕES DIMENSIONAIS
NOS ARCOS DENTÁRIOS
DENTIÇÃO PERMANENTE
Dentição Permanente
Completa-por volta
dos 18 anos
32 dentes-16 Superiores
-16 Inferiores
Sobressaliência-3mm
Sobremordida-3mm
DIMENSÕES DO ARCO
• A= EXTENSÃO DO
ARCO
• B1= DISTÂNCIA B1
INTERCANINOS
• B2= DISTÂNCIA A
INTERMOLARES B2
• C-C= PERÍMETRO OU
CIRCUNFERÊNCIA C C
DO ARCO
LARGURA
LARGURA INTERCANINOS:
MANDÍBULA: AUMENTA LIGEIRAMENTE
ERUPÇÃO DOS INCISIVOS
INCLINAÇÃO PARA OS
ESPAÇOS PRIMATAS

MAXILA: MAIOR AUMENTO


ALARGAMENTO DO ARCO
LARGURA INTERCANINOS


Discreto Aumento
Inferior

Maior Aumento
Superior
LARGURA INTERCANINOS

AUMENTO PELA
DISTALIZAÇÃO
DOS CANINOS
LARGURA INTERMOLARES

LARGURA INTERMOLARES:
MANDÍBULA: AUMENTA LIGEIRAMENTE
COROAS MAIS VOLUMOSAS

MAXILA: MAIOR AUMENTO


VOLUME DAS COROAS
AUMENTO DA LARGURA ÓSSEA
LARGURA INTERMOLARES

AUMENTO PELO
MAIOR VOLUME
DAS COROAS
PRINCÍPIOS DA OCLUSÃO
DENTÁRIA NORMAL
AS SEIS CHAVES PARA UMA
OCLUSÃO ÓTIMA-ANDREWS

ANDREWS,L.F. The six Keys to normal occlusion. Am J Orthod.Sep.1972


CHAVE I-Relações Interarcos
CHAVE I-Relações Interarcos
A cúspide mésio-vestibular do primeiro molar
superior permanente oclui no sulco entre as
cúspides vestibulares mesial e mediana do
primeiro molar inferior permanente(Angle)
A crista marginal distal do primeiro molar
superior oclui na crista marginal mesial do
segundo molar permanente inferior
A cúspide mésio-lingual do primeiro molar
superior oclui na fossa central do primeiro
molar inferior
CHAVE I-Relações Interarcos
As cúspides vestibulares dos pré-molares superiores
têm relação de cúspide-ameia com os pré-molares
inferiores
As cúspides linguais dos pré-molares superiores têm
relação cúspide-fossa com os pré-molares inferiores
O canino superior tem relação cúspide-ameia com o
canino e primeiro pré-molar inferior. A ponta da
cúspide fica ligeiramente mesial à ameia.
Os incisivos superiores sobrepõem-se aos inferiores, e
as linhas medianas dos arcos se ajustam.
CHAVE II- Angulação da Coroa
Mésio-Distal
 TODOS OS DENTES TÊM ANGULAÇÃO POSITIVA
 TODOS OS DENTES TÊM AS COROA PARA MESIAL

Angulação positiva= coroa para mesial POSITIVA NEGATIVA


CHAVE III- Inclinação da Coroa-
Vestíbulo-Lingual

IN SI OA
PO R
CL TI V
CO
☺Inclinação

I N V A ES

AL

Positiva=

INGU
ATIV ÃO
ÃO
Coroa inclinada

A
I NAÇ

OA L
para a vestibular

TI
BU

INCL
LA

NEG
COR
Inclinação
R
Negativa=
Coroa inclinada
para a lingual
CHAVE III- Inclinação da Coroa
• A maioria dos incisivos superiores tem
inclinação positiva(os centrais mais que
os laterais); os incisivos inferiores têm
leve inclinação negativa.
• Os caninos, pré-molares e molares,
superiores e inferiores têm inclinação
negativa.
CHAVE IV-ROTAÇÕES

Não deve
existir
rotação
dentária!!!
CHAVE V- Contatos Justos

OS PONTOS DE
CONTATO
ENTRE
OS DENTES
DEVEM
SE TOCAR
CHAVE V- AUSÊNCIA DE
DIATEMAS
Não deve
existir
ESPAÇO
ENTRE OS
DENTES!!!
CHAVE VI-CURVA DE SPEE

CURVA DE SPEE LIGEIRAMENTE


CURVA OU PLANA
CHAVE VI-CURVA DE SPEE

CURVA DE
SPEE
ACENTUADA=
SOBREMORDIDA
EXAGERADA!!!
PRINCÍPIOS DINÂMICOS DA
OCLUSÃO NORMAL
• MOVIMENTOS MANDIBULARES
– Guias de Anterior de Protrusão
– Guias Laterais de Caninos ou em
Grupo

• RELAÇÃO CÊNTRICA X OCLUSÃO


CÊNTRICA
Oclusão Habitual

Guia de
Anterior
de Protrusão
Guia Protrusiva Anterior

Ausência de
Contactos
Posteriores
Guia Lateral de Canino
Guia do Canino do Lado
de Trabalho

Ausência de
Contactos Anteriores e
Posteriores do lado
Oposto
RELAÇÃO CÊNTRICA
“É posição do processo condilar da
mandíbula mais anterior e superior
da fossa temporal do osso temporal, contra a parede
posterior da eminência articular,que deve coincidir
ou estar mais próxima da posição de oclusão
habitual(máxima intercuspidação). “
Dawson PE. Evaluation, diagnosis and treatment of occlusal problems. St Louis: CV
Mosby, 1989:28-55.

Celenza FV, Nasedkin JN. Occlusion, the state of the art. Chicago: Quintessence,
1978:31-46.

Roth RH, Rolfs DA. Functional occlusion for the orthodontist, part II. J Clin Orthod
1981;15(2):100-23.
EXAMES PARA VERIFICAÇÃO
DA OCLUSÃO
CEFALOMETRIAS

MEDLINE

EXAME CLÍNICO

TOMOGRAFIAS
CONSIDERAÇÕES FINAIS
“Portanto, aquele que se tornar humilde
como estas crianças, esse é o maior no
reino dos céus.”Mateus, 18,4.

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